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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

INSTITUTO DE CIENCIAS NATURAIS E TECNOLÓGICAS


CAMPUS UNIVESITARIO DE CÁCERES
DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM
DISCIPLINA: GERENCIAMENTO

PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA


(PSF)

Trabalho realizado na disciplina


de Gerenciamento da faculdade
de Enfermagem da Universidade
do Estado de Mato Grosso sob a
orientação da profº Rosane Mª de
Andrade Vasconcellos.

Discentes: Adrian Garcia¹


Cristiane Mick²

Cáceres – MT, Junho de 2008.


1,2
Acadêmica do 6º semestre do curso de Bacharelado em Enfermagem da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Campus Universitário
“Jane Vanini” de Cáceres, Brasil.
REGIMENTO DE ENFERMAGEM

SUMÁRIO

1- Apresentação da Clínica
2- Teoria de Administração
3- Finalidades do Serviço de Enfermagem
• Missão
• Filosofia
• Metas/Objetivos
4- Estrutura Organizacional
• Organograma
5- Recursos Materiais
6- Ação da Supervisão de Enfermagem
7- Manual de Enfermagem
8- Dimensionamento do Pessoal de Enfermagem
• Característica da Clientela
• Característica do Serviço de Enfermagem
• Cálculo do Dimensionamento
• Enfermagem por períodos
9- Escalas
10- Perfil do Líder de Enfermagem
11- Referências bibliográficas
O Programa de Saúde da Família (PSF) do Jardim Paraiso foi
instituído em 2005 na cidade de Cáceres - MT no bairro Jardim Paulista,
situado a Rua Manoel Sobrinho, nº 550, foi instituído no intuito de atender as
necessidades Sociais da comunidade, não só da atenção básica de Saúde,
como também promover maior bem estar psicológico e também maior
interação entre a comunidade do bairro, norteado pelo paradigma da
promoção da saúde (TRAD, 2003). De acordo com SPINELLI & CANESQUI
(2003), o programa tem potencial de induzir mudanças no processo de
trabalho dos profissionais e de modificar o modelo de atenção.
A estratégia do PSF incorpora e reafirma os princípios básicos do
Sistema Único de Saúde (SUS) - universalização, descentralização,
integralidade e participação da comunidade - e está estruturada a partir da
Unidade Básica de Saúde da Família, que trabalha com base nos seguintes
princípios: Integralidade e hierarquização: A Unidade de Saúde da Família
está inserida no primeiro nível de ações e serviços do sistema local de
assistência, denominado atenção básica. Deve estar vinculada à rede de
serviços, de forma que se garanta atenção integral aos indivíduos e famílias
e que sejam asseguradas a referência e a contra-referência para clínicas e
serviços de maior complexidade, sempre que o estado de saúde da pessoa
assim exigir.
Territorialização e cadastramento da clientela: A Unidade de Saúde
da Família trabalha com território de abrangência definido e é responsável
pelo cadastramento e o acompanhamento da população vinculada (adscrita)
a esta área.
Equipe multiprofissional: Cada equipe do PSF é composta, no
mínimo, por um médico, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e de
seis agentes comunitários de saúde (ACS). A Unidade de Saúde da Família
pode atuar com uma ou mais equipes, dependendo da concentração de
famílias no território sob sua responsabilidade. Fonte: www.saude.gov.br

Teoria de Administração

O PSF do Jardim Paulista se baseia em 2 tipos de Teorias de


Administração sendo elas, Teoria das Relações Humanas, Teoria
Comportamentalista.
Essas teorias especificadamente foram escolhidas pois em casa área
há uma atuação diferente.
A Teoria das Relações Humanas garante tratar a organização como
um grupo de pessoas, enfatizando-as dando-lhes mais confiança e abertura,
realizando dinâmicas de grupo e através disso proporcionando motivação,
liderança, comunicação, organização informal, garantindo uma melhor
assistência aos Clientes.
Teoria Comportamentalista enfatiza o processo decisório. Sendo
todo indivíduo tomador de decisões baseando-se nas informações que
recebe do seu ambiente, processando-as de acordo com suas convicções e
assumindo atitudes, opiniões e pontos de vista em todas as circunstâncias, e
norteada também pela Teoria Y onde se criam oportunidades, libera-se
potenciais, removem-se obstáculos, encorajando o crescimento individual e
proporcionando orientação quanto a objetivos, tendo então nessa unidade
profissionais esforçados que gostam de ter o que fazer sendo o trabalho uma
atividade natural como brincar ou descansar, aceitam responsabilidades e
desafios, podem ser automotivados e autodirigidos, sendo criativos e
competentes.

Finalidades do Serviço de Enfermagem

Missão

 Prestar atendimento de atenção Primaria para as microareas 16 a 55,


composta por 1.900 famílias no bairro Jardim Paulista.

Filosofia

 “A filosofia do PSF é procurar levar condições de saúde à população


nas suas residências, exercendo um controle da saúde a cada família,
verificando na comunidade seus pontos fracos e tratando a
comunidade baseada nesses problemas, que norteiam o declínio da
saúde nesta sociedade, visando melhoria social, econômica,
educacional e saúde.
 A estratégia do PSF propõe uma nova dinâmica para a estruturação
dos serviços de saúde, bem como para a sua relação com a
comunidade e entre os diversos níveis de complexidade assistencial.
Assume o compromisso de prestar assistência universal, integral,
equânime, contínua e acima de tudo resolutiva à população na
unidade de saúde e no domicílio, sempre de acordo com suas reais
necessidades, identificando os fatores de riscos, aos quais ela está
exposta, e nele intervindo de forma apropriada” (SOUZA, 2000 ).
Metas e Objetivos

 Identificar a realidade epidemiológica e sociodemográfica das família


adscritas;
 Reconhecer os problemas de saúde prevalentes e identificar os riscos
aos quais a população está exposta;
 Planejar o enfrentamento dos fatores desencadeantes do processo
saúde / doença [MS – Brasil, 2006]
 Promover maior interação social entre a comunidade;
 Melhorar as condições de vida dessa população.

Estrutura Organizacional

Organograma:

Livre demanda

Agente Auxiliar de Secretaria


Comunitário Enfermagem
Recursos Materiais

Estrutura Fisica:

O PSF é composto estruturalmente por:


• Varanda ;
• Sala de espera;
• Sala de recepção;
• Sala do medico;
• Sala do enfermeiro;
• Sala de Curativo;
• Sala de vacina;
• Banheiro (feminino; masculino);
• Cozinha;
• Sala de arquivo;
• Farmácia;
• Expurgo;
• Sala de reuniões;
• Sala de recreação;
• Sala do dentista;

1.Sala de vacina

Aspectos técnicos
Planta física:
A sala de imunobiológicos deverá ser utilizada somente para
conservação e aplicação dos mesmos. Não é permitido que nesta mesma
sala se realizem outros procedimentos como curativos, inalações, etc.
O tamanho da sala varia de acordo com o número da clientela
atendida, ou seja, a área de abrangência que varia de acordo com a
localização desta unidade tanto em nível hospitalar quanto nas Unidades
básicas de Saúde.
Essa unidade deverá conter:
• uma pia preferencialmente em aço inox ou em mármore para facilitar
a limpeza;
• um balcão para preparo dos imunobiológicos;
• piso lavável, preferencialmente granilite por ser um piso de fácil
limpeza.
Não se deve utilizar pisos de madeira, carpetes, cortinas etc. pois
nestes tipos de pisos e acessórios é grande a formação de fungos e outros
microorganismos. A sala deverá ter preferencialmente paredes azulejadas na
cor branca o que facilita a desinfecção das mesmas. O uso de tinta acrílica
lavável também é aceitável.

Equipamentos e Materiais Básicos


EQUIPAMENTOS
• Bancada ou mesa para preparo dos imunobiológicos
• Refrigerador para conservação dos imunobiológicos. O refrigerador é
de uso exclusivo de imunobiológicos, não podendo ser colocado nele
outro produto e/ou materiais.
• Caixa térmica (isopor) para conservar os imunobiológicos previsto
para o dia de trabalho.
• Fichário ou arquivo
• Mesa tipo escrivaninha com gavetas.
• Suporte para papel toalha
• Armário com porta para guarda de material esterilizado (descartável
ou reutilizável)
• Bandejas de aço inoxidável (grande, média e pequena)
• Tesoura reta com ponta romba

MATERIAL DE CONSUMO
• Termômetro de máxima e mínima
• Termômetro clínico
• Bandejas plásticas perfuradas ou porta-talher de plástico
• Gelox;
• Garrafas plásticas com água
• Caixa térmica para conservação dos imunobiológicos: No dia-a-dia da
sala de vacinação; no caso de falhas na corrente elétrica; para a
vacinação de bloqueio; para o transporte de vacinas; para
descongelar o refrigerador.
• Álcool;
• Algodão hidrófilo;
• Recipiente para algodão;
• Seringas descartáveis nas seguintes especificações:
 1 ml tipo tuberculina, com agulha 13x38 ou 13x4,5
 2 ou 3 ml, com graduação de 0,5 ml
 5 ml, com graduação de 0,5 ml (diluição)
 10 ml, com graduação de 0,5 ml (diluição)
• Agulhas descartáveis de:
 Uso intradérmico: 13x3,8; 13x4,5
 Uso Subcutâneo: 13x3,8; 13x4,5
 Uso intramuscular: 25x6; 25x7; 30x7
 Uso endovenoso: 25x7; 25x8; 30x7; 30x8
 Diluição: 25x8; 30x8
• Campo plástico (50x50 cm), de preferência oleado, para forrar o local
de preparo do material na vacinação fora do serviço de saúde
• Suporte de madeira, com orifício central, para apoiar os
imunobiológicos
• Depósito para lixo, com tampa
• Sacos para lixo, descartáveis na cor branca
• Descarpakes;

IMPRESSOS E OUTROS MATERIAIS

• Cartão da criança
• Caderneta de vacinações
• Cartão de adulto
• Cartão de controle ou ficha de registro
• Mapa diário de vacinação
• Boletim diário/mensal de vacinação
• Mapa para controle diário da temperatura do refrigerador
• Ficha de investigação dos Efeitos Adversos pelo serviço de saúde
(aerograma, gráfico de cobertura vacinal, etc)
• Manual de Normas de Vacinação
• Manual de Procedimentos para Vacinação
• Lápis, caneta, borracha
• Sabão (sabão liquido neutro)
• Papel toalha
• Quadro com esquema básico de vacinação

2. Sala de Curativo

Para o funcionamento adequado são necessários alguns pré-


requisitos:

• Piso e parede laváveis


• Boa ventilação e iluminação adequada.
• Pia para a lavagem das mãos. Na impossibilidade total da presença
de pias nas salas de curativo, para a lavagem das mãos entre os
curativos, deverá haver presença de Recipiente tipo dispensador com
álcool a 70%.
• Mobiliário:
• Mesa e cadeira
• Armário
• Bancos giratórios (altura regulável)
• Maca para exame
• Lixeira com tampa acionada por pedal
• Arquivo
• Foco de luz
• Escadinha de dois degraus
• Bancada para material
• Saboneteira e sabão líquido
• Papeleira e papel toalha
• Tanque (de preferência em inox) contendo ducha, para limpeza das
feridas

Material de curativo:

1. Pacote de curativo (pinças: 1 anatômica, 1 dente de rato, 1 Kelly, 1


Kocher), 1 tesoura.
Com 3 pinças: 1 anatômica, 1 dente de rato, 1 Kelly.
2. Pacote de gazes;
3. Esparadrapo, micropore;
4. Frasco com anti-septico (o mais utilizado atualmente é o álcool a
70%);
5. Éter;
6. Soro fisiológico;
7. Cuba rim (para receber o lixo);
8. Saco plástico para lixo (que vai envolver a cuba rim);
9. Forro de papel, pano ou impermeável para proteger roupa de cama;
10. Pomadas, algodão, seringas, ataduras, cubas (quando indicado);
11. 1 ou 2 pares de luvas;

Deve-se usar máscara no procedimento.

Observações
Não há necessidade de salas diferentes para curativos limpos ou
infectados (deverá existir organização quanto a distribuição dos pacientes,
tendo em vista que os curativos limpos devem ser realizados antes dos
contaminados).
A limpeza do ambiente (sala de curativo) deve ser realizada como
rotina já estabelecida. A descontaminação deverá obedecer as normas
técnicas: hipoclorito de sódio à 1% ou álcool à 70% de acordo com o tipo de
superfície.

Sala de recreação:

• Material para fabricação de cartazes;


• Material para aulas de croche, como linhas, agulhas;
• Material pra produção de biscuit;

Sala do Odontologista

ROTINA DA SUPERVISÃO DE ENFERMAGEM

ENTIDADE: PSF Jardim Paulista


DIVISÃO: ENFERMAGEM;
UNIDADE: Atenção Básica;
PERÍODO: Fevereiro a Agosto de 2008;
AGENTE: Enfermeira da Unidade;

OBJETIVOS:
 Melhorar a qualidade de assistência de Enfermagem mediante a
supervisão das atividades diárias;
 Colaborar para o alcance dos objetivos propostos pelo PSF;

ATIVIDADES:
 Elaboração, juntamente com a equipe do PSF (agentes comunitários,
enfermeira, medico) um instrumento para levantamento das
necessidades da clientela;
 Definição de estratégias para coleta de dados;
 Coleta de dados para identificação das necessidades de assistência
de enfermagem;
 Análise dos dados coletados e determinação de prioridades;
 Fornecer informações aos médicos sobre o paciente, que auxilie no
diagnostico e tratamento precisos;
 Controlar a assiduidade, pontualidade e disciplina dos seus
funcionários;
 Organizar e participar do programa de educação continuada para os
funcionários;
 Promover reuniões periódicas com seus funcionários;
 Controlar equipamentos, materiais e medicamentos;
 Promover sempre a integração da comunidade dentro do PSF para
melhor lidar com os problemas e mais rapido encontrar soluções;
 Orientar e supervisionar o pessoal da equipe na realização dos
procedimentos, e também quanto a organização dos materiais e
limpeza da unidade.
 Realizada todo final de mês, com toda a equipe.

MANUAL DE ENFERMAGEM

NORMAS E ROTINA DA UNIDADE


PSF DO JARDIM PARAISO
UNIDADE DE ATENÇAO PRIMARIA

ROTINA DE ATENDIMENTO
NORMAS:
1.1 A equipe de enfermagem deve estar no PSF 20 minutos antes do
início das atividades.
2.1 Antes de dar início às atividades diárias, a equipe executa os
seguintes procedimentos em relação a sala de vacina:
1º verifica se a sala está limpa e em ordem;
2º verifica e anota a temperatura do refrigerador ou refrigeradores, no
mapa de controle diário de temperatura;
3º verifica o prazo de validade dos imunobiológicos, usando com
prioridade aqueles que estiverem com prazo mais próximo do
vencimento;
4º retira do refrigerador de estoque a quantidade de vacinas e
diluentes necessária ao consumo na jornada de trabalho;
5º coloca as vacinas e os diluentes da jornada de trabalho na caixa
térmica (com gelo reciclável ou gelo em sacos plásticos e com o
termômetro), ou, quando disponível, no refrigerador para
imunobiológicos que serão utilizados no dia de trabalho.
3.1 Manter unidade limpa, agradável, e receptiva;
4.1 Ao chegar o usuário deve estar com munido da .........
5.1
6.1

Cargo ATRIBUIÇÕES
AGENTE Realizar mapeamento de sua área; cadastramento das famílias, com atualização
COMUNITARI permanentemente através de visitas domiciliares mensais; identificação de indivíduos e
O famílias expostos a situações de risco.
SECRETARIA Agendar os horários das consultas, encaminhar pedidos de exames.
Chefiar e coordenar os serviços de enfermagem do P.S.F. fazer curativos, aplicar vacinas e
injeções; responder pela observância das prescrições médicas relativas a doentes; ministrar
remédios e velar pelo bem estar e segurança dos doentes; chefiar a esterilização do material;
atender casos urgentes na Unidade Básica de Saúde, na via pública, nas dependências da
ENFERMEIRO Secretaria de Saúde do Município e a domicílio através do P.S.F. – Programa de Saúde
Familiar; chefiar os serviços de higienização dos doentes: manter-se atualizado através de
educação profissional contínua; auxiliar em investigações e estudos sociais; propor normas e
rotinas relativas a sua área de competência; classificar e codificar doenças, operações, e
demais situações de saúde; executar atividades afins.
chefiar e coordenar a equipe de profissionais do P.S.F. – Programa de Saúde Familiar,
prestar socorros, efetuar exames médicos, fazer diagnósticos, prescrever e ministrar
tratamentos para diversas doenças, perturbações e lesões do organismo humano e aplicar
métodos de medicina preventiva, providenciar ou realizar tratamento especializado,
preencher e visar mapas de produção, ficha médica com diagnóstico e tratamento, atender
nos domicílios, preencher relatórios comprobatórios de atendimento, fazer visitas domiciliares
MEDICO nas áreas de atendimento do P.S.F. – Programa de Saúde Familiar, emitir laudos, fazer
diagnósticos e recomendar a terapêutica, encaminhar casos especiais a setores
especializados, prescrever exames laboratoriais, incentivar a vacinação e indicar medidas de
higiene pessoal, chefiar e responsabilizar-se pela equipe médica e auxiliares necessárias à
execução das atividades próprias do cargo, executar tarefas afins, inclusive editadas no
respectivo regulamento da profissão e chefiar todas as demais atividades correspondentes a
área de atuação em consonância e segundo as diretrizes administrativas.
PSF DO JARDIM PARAISO
ATENÇÃO PRIMARIA

PROCEDIMENTO DE CURATIVO

Objetivo:
 Prevenir a contaminação;
 Promover a cicatrização;
 Proteger a ferida;
 Absorver secreção e facilitar a drenagem;
 Aliviar a dor.

Material:
Bandeja contendo:
 Pacote de curativo (pinças: 1 anatômica, 1 dente de rato, 1 Kelly, 1
Kocher), 1 tesoura.
 Com 3 pinças: 1 anatômica, 1 dente de rato, 1 Kelly.
 Pacote de gazes;
 Esparadrapo, micropore;
 Frasco com anti-septico (o mais utilizado atualmente é o álcool a
70%);
 Éter;
 Soro fisiológico;
 Cuba rim (para receber o lixo);
 Saco plástico para lixo (que vai envolver a cuba rim);
 Forro de papel, pano ou impermeável para proteger roupa de cama;
 Pomadas, algodão, seringas, ataduras, cubas (quando indicado);
 1 ou 2 pares de luvas;

 Deve-se usar máscara no procedimento.

Procedimento:
1. Lavar as mãos.
2. Preparar o Material.
3. Explicar o procedimento ao paciente.
4. Solicitar ou auxiliar o paciente a posicionar-se adequadamente.
5. Expor a área a ser tratada.
6. Colocar a cuba rim ou similar próximo ao local do curativo;
7. Abrir o pacote de curativo, de modo que o primeiro par fique próximo
ao paciente.
8. 1o Par: Kocher e Dente de rato
2o Par: Anatômica, Kelly e Tesoura (caso esteja presente no pacote).
Dobrar a gaze com a pinça Kocher com auxilio da pinça dente de rato
e embebe-la com éter (ou benzina).
9. Segurar o esparadrapo do curativo anterior com a pinça dente de rato.
Descolar o esparadrapo com o auxílio da pinça Kocher montada com
gaze embebida em éter. (Isso facilita na retirada do esparadrapo
diminuindo a dor do paciente);
10. Remover o curativo e despreza-lo na cuba-rim, ou similar, evitando
que as pinças toquem o mesmo;
11. Remover as marcas de esparadrapo ao redor da ferida com a pinça
Kocher.
12. Iniciar a limpeza da área menos contaminada com o 2o par de pinças,
utilizando soro fisiológico. Trocar as gazes sempre que necessário;
13. Fazer aplicação do anti-séptico com auxílio da pinça Kelly;
14. Proteger a ferida com gaze utilizando as pinças anatômica e Kelly;
15. Fixar as gazes com esparadrapo;
16. Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem;
17. Imergir as pinças e a tesoura abertas em soluça adequada;
18. Lavar as mãos;
19. Anotar na prescrição do paciente: hora, local, condições da ferida,
soluções utilizadas.

PROCEDIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO DE VACINA


• Verificar qual o imunobiológico a ser administrado, conforme
indicado no Cartão da Criança ou em outro documento para
registro, ou conforme a indicação médica;
• Lavar as mãos com água e sabão;
• Examinar o produto, observando a aparência da solução, o
estado da embalagem, o prazo de validade, a via de
administração, o número do lote e a dosagem;
• Preparar e administrar o imunobiológico segundo a técnica
específica;
• Observar reações imediatas;
• Rubricar no documento de registro, no espaço reservado para
tal, e conferir o aprazamento, se for o caso;
• Reforçar as orientações, especialmente a data aprazada para
o retorno;
• Desprezar o material descartável em recipiente adequado;
• E lavar as mãos.

DIMENSIONAMENTO DO PESSOAL DE ENFERMAGEM DA UNIDADE:


Caracterização da Clientela

Caracterização do serviço de enfermagem:



Cálculo:

Serviço de Enfermagem por períodos


Bibliografia

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by Mambo Generated: 24 June, 2008, 15:01

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