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Bioquímica

Material Teórico
Bioquímica da Pele e do Envelhecimento

Responsável pelo Conteúdo:


Prof.ª Me. Kelly Cristina de Oliveira Bermar

Revisão Textual:
Prof.ª Me. Luciene Oliveira da Costa Granadeiro
Bioquímica da Pele e do Envelhecimento

• Introdução;
• Epiderme;
• Derme.

OBJETIVO DE APRENDIZADO
· O discente deve discorrer sobre os principais constituintes bioquími-
cos da pele e suas funções e sobre os processos bioquímicos associa-
dos ao envelhecimento.
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua
formação acadêmica e atuação profissional, siga
algumas recomendações básicas:
Conserve seu
material e local de
estudos sempre
organizados.
Aproveite as
Procure manter indicações
contato com seus de Material
colegas e tutores Complementar.
para trocar ideias!
Determine um Isso amplia a
horário fixo aprendizagem.
para estudar.

Mantenha o foco!
Evite se distrair com
as redes sociais.

Seja original!
Nunca plagie
trabalhos.

Não se esqueça
de se alimentar
Assim: e de se manter
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte hidratado.
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e
horário fixos como seu “momento do estudo”;

Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma


alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo;

No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos
e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você
também encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão
sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;

Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e
de aprendizagem.
UNIDADE Bioquímica da Pele e do Envelhecimento

Introdução
A pele é o órgão mais extenso do corpo humano, representando 16% do peso
corporal. Tem como função proteção química, física e imunológica, além de estar
envolvida no controle de temperatura corporal, na absorção e eliminação de subs-
tâncias, na síntese de vitamina D, e ter função sensorial e estética. A pele é dividida
em epiderme, derme e hipoderme ou tela subcutânea, e apresenta células com di-
ferentes funções, tais como queratinócitos, melanócitos, fibroblastos, entre outras.
São encontrados também, os apêndices cutâneos, como folículos pilosos, glândulas
sudoríparas e glândulas sebáceas e vasos sanguíneos (Figura 1). (Ribeiro, 2010)
Explor

Que tal você relembrar a anatomia da pele? Assista o vídeo https://youtu.be/rR069wvPYLw

Figura 1 – Anatomia da pele – camadas da pele e apêndices cutâneos


Fonte: iStock/Getty Images

Epiderme
Queratinização
A epiderme caracteriza-se por um epitélio estratificado queratiniziado e é a ca-
mada mais superficial da pele com estrutura complexa formada por diferentes
subcamadas de queratinócitos em diferentes graus de diferenciação (RIBEIRO,
2010). Tem como função proteção mecânica da superfície corporal, barreira à
permeabilidade, ação imunológica, proteção à radiação ultravioleta, manutenção

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da temperatura corporal e função sensorial. Além dos queratinócitos, a epiderme é
constituída por células de Langerhans e células de Merkel. (RIBEIRO, 2010)

A queratina é a principal proteína da epiderme, rica em aminoácidos sulfura-


dos como a cisteína (Figura 2), com mais de 20 tipos de isoformas em humanos
(RIBEIRO, 2010; SILVA et al., 2008). De acordo com seus aminoácidos, são
classificadas em ácidas, ou básicas, denominadas tipo I e tipo II, respectivamente.
Os diferentes tipos de queratina geram proteínas moles, presentes nos corneócitos
e responsáveis pela descamação e proteínas duras, presentes nos pelos e unhas.
(SILVA et al., 2008)

Figura 2 – Estrutura química da queratina


Fonte: Wikimedia Commons

As camadas ou estratos que formam a epiderme são: camada basal, espinhosa,


granulosa e córnea (Figura 3) e, em algumas áreas como palma das mãos e solas
dos pés, encontramos a camada lúcida, tornando a pele dessas regiões mais es-
pessa (RIBEIRO, 2010). Os queratinócitos sofrem diferenciação conforme migram
da camada basal para o estrato córneo e esse processo também é denominado
queratinização. (RIBEIRO, 2010)

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Figura 3 – Camadas da epiderme


Fonte: iStock/Getty Images

A camada basal é também denominada camada germinativa, pois nela encon-


tramos queratinócitos atuando como células-tronco, ou seja, em intenso processo
de divisão, responsável pela substituição das células das demais camadas (RIBEIRO,
2010; SILVA et al., 2008). As células que não estão em processo de divisão con-
ferem sustentação à epiderme. Esse estrato apresenta uma fileira de células cúbicas
ou prismáticas com citoplasma denso, rico em ribossomos (SILVA et al., 2008). É
a camada mais profunda, separada da derme subjacente pela membrana basal ou
lâmina basal, formada pela lâmina lúcida unida aos queratinócitos pelos hemides-
mossomas e a lâmina densa formada por filamentos de colágeno tipo IV (RIBEIRO,
2010). Além, da ligação pelos hemidesmossomas, as células vizinhas são unidas
por uma outra junção de adesão, os desmossomas, que conferem rigidez, força e
impermeabilidade ao epitélio (Figura 4). (RIBEIRO, 2010)

Figura 4 – Hemidesmossomas unindo a camada basal à lâmina basal e os desmossomas unindo os queratinócitos
Fonte: iStock/Getty Images

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Na camada basal, encontramos também os melanócitos (Figura 3), células res-
ponsáveis pela produção de melanina, pigmento de cor acastanhada que confere
cor à pele, cabelos e olhos e protege contra a radiação ultravioleta. A melanina é
produzida pela enzima tirosinase que, numa reação de oxidação, converte o ami-
noácido tirosina em DOPA (3,4 diidroxifenilalanina) e posteriormente em dopa-
quinona que dará origem a melanina (Figura 5). Existem dois tipos de melanina, a
eumelanina de alto peso molecular e de cor marrom, a negra e a feomelanina de
cor amarela, ou vermelha. (MONTEIRO, 2010)

Tirosina

Tirosinase DOPA

DOPAquinona

DOPAcisteína DOPAcromo

Feomelanina DHI DHICA

Eumelanina

Figura 5 – Síntese de melanina pelos melanócitos. (MONTEIRO, 2010)

A camada espinhosa é formada por uma fileira de dez ou mais células com apa-
rência de espinhos (SILVA et al., 2008). É a camada onde se inicia a queratinização
através dos filamentos de citoqueratina (tonofilamentos) que, ao se ligarem com os
desmossomas, estabilizam as células, tornando a epiderme estável contra pressões
mecânicas (RIBEIRO, 2010). Os queratinócitos mais basais desse estrato também
podem passar pelo processo de divisão celular e junto com o estrato basal formam
o estrato de Malpighi. Nessa camada, encontramos uma concentração maior de
células de Langerhans, com função imunológica, pois são células apresentadoras
de antígenos. (SILVA et al., 2008)

A camada granulosa apresenta de três a cinco camadas de queratinócitos acha-


tados que contêm grânulos de querato-hialina no seu citoplasma que darão origem
às placas de queratina (RIBEIRO, 2010; SILVA et al., 2008). Os grânulos de que-
rato-hialina apresentam aminoácidos ricos em enxofre e são precursores da filagri-
na, proteína importante para o processo de queratinização e na produção do fator
natural de hidratação (NMF) (SILVA et al., 2008). As células desse estrato também
são responsáveis pela produção dos corpos lamelares, grânulos citoplasmáticos
constituídos de uma mistura de lipídeos, também conhecidos como lipídeos inter-
celulares ou lipídeos epidérmicos (ceramidas, colesterol, ácidos graxos e éster de
colesterol) e enzimas hidrolíticas (fosfatases ácidas, proteases, lipases e glicosídeos)
(RIBEIRO, 2010; SILVA et al., 2008). Esses grânulos são liberados por exocitose
para o espaço extracelular da camada granulosa e, principalmente, da camada
córnea formando uma bicamada lipídica entre as fileiras de células com a função

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de reter água e nutrientes provenientes da derme, além de oferecer resistência à


absorção percutânea e barreira impermeável ao ambiente e de atuar como “cimen-
to”, fixando as células e impedindo o seu desprendimento (SILVA et al., 2008). A
função de barreira só é efetiva na presença de um ambiente ácido, pois, a presença
de H+ no estrato córneo ativa enzimas hidrolíticas envolvidas na estabilidade dessa
camada. (SILVA, 2009)

A camada córnea é a mais externa formada por 25 a 30 fileiras de queratinócitos,


também conhecidos como corneócitos, anucleados e achatados, envoltos pelos lipí-
deos produzidos na camada granulosa e com o citoplasma repleto de queratina (RI-
BEIRO, 2010; SILVA et al., 2008). A parte mais superficial é composta por células
escamosas que perdem os desmossomas e estão em contínuo processo de descama-
ção e as camadas mais profundas apresentam as células córneas, mais compactadas,
com intensa atividade enzimática e unidas pelos desmossomas. (SILVA et al., 2008)

Manto hidrolipídico
No estrato córneo, mais superficialmente, encontraremos o manto hidrolipídi-
co, que confere pH entre 5,0 e 6,0 à pele, com a função de hidratação da camada
córnea, manutenção da flexibilidade da pele, formação de barreira de proteção áci-
da evitando a penetração de agentes externos. É uma emulsão natural (associação
de uma fase oleosa e uma fase aquosa) constituída de suor (água e sais minerais,
como cloreto de sódio, cálcio, cloro), lipídeos epidérmicos (colesterol, ceramidas e
ácidos graxos), fator de hidratação natural – NMF e sebo (triglicerídeos, colesterol
e ácidos graxos) (Figura 6). (SILVA, 2009; STRESSER, 2018)

Figura 6 – Localização do manto hidrolipídico no estrato córneo


Fonte: iStock/Getty Images

O NMF além de constituir o manto hidrolipídico é também encontrado no inte-


rior dos corneócitos e desempenha função importante na hidratação e manutenção
das propriedades físicas do estrato córneo. É produzido a partir da degradação da
filagrina, uma proteína epidérmica, e constituído de ácido pirrolidônico carboxílico
(PCA), aminoácidos, lactato, ureia, cloreto, sódio, potássio, amônia, creatinina,
cálcio, magnésio, fosfato, citrato, açúcar, ácidos orgânicos, peptídeos e outra subs-
tâncias. Essas substâncias quimicamente são definidas como higroscópicas, pela
capacidade de atrair e fazer ligações químicas com a molécula de água (Tabela 1),
tem ação umectante, pois “prendem” a água da atmosfera, favorecendo a hidrata-
ção. (SILVA, 2009; STRESSER, 2018)

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Tabela 1 – Composição química do Fator Natural de Hidratação –
NMF (COSTA, 2009; RAWLINGS, 2006; SILVA, 2009)
Constituintes Concentração (%)
Aminoácidos 40,0
Ácido pirrolidônico carboxílico (PCA) 12,0
Lactato 12,0
Ureia 7,0
Cloro 6,0
Sódio 5,0
Potássio 4,0
Amônia, ácido úrico, glicosamina, creatina e citrato 1,5
Cálcio 1,5
Magnésio 1,5
Fosfato 0,5
Açúcares, ácidos orgânicos, peptídeos e outra substâncias indefinidas 8,5

Derme
A derme está localizada logo após a epiderme e tem função de promover resistência
física e fornecer nutrientes para epiderme. É dividida em derme papilar, em contato
direto com a epiderme e logo abaixo a derme reticular (RIBEIRO, 2010). Sua consti-
tuição é um tecido conjuntivo no qual estão dispersos células e uma matriz extracelular,
além de apresentar vasos sanguíneos, folículos pilosos, terminações nervosas e órgãos
sensoriais e glândulas sebáceas e sudoríparas. (Figura 7). (SILVA, 2009)

A principal célula presente na derme é o fibroblasto que tem a função de pro-


duzir o colágeno, a elastina, que associados à substância fundamente amorfa, com-
põe e a matriz celular. (SILVA, 2009)

Figura 7 – Camadas da pele – na derme podemos observar os vasos sanguíneos, glândulas sudorípara e sebácea
Fonte: iStock/Getty Images

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Colágeno
O termo colágeno refere-se a uma família de 27 isoformas de proteínas encon-
tradas no tecido conjuntivo, é quimicamente inerte e possui propriedades mecâ-
nicas importantes. São proteínas fibrosas, que conferem resistência e elasticidade
à pele, além de manter a integridade da matriz extracelular. Os diferentes tipos de
colágeno estão distribuídos por todo o organismo com ações e estruturas diferen-
tes. Os mais abundantes são:
• Tipo I: Presente na derme, é o mais comum, forma fibras e feixes e tem a
função de conferir resistência a tensões.
• Tipo III: Presente no tecido conjuntivo frouxo, encontrado na artéria aorta,
fígado, útero, entre outros.

As cadeias polipeptídicas são formadas basicamente pelos aminoácidos glicina,


prolina, lisina, hidroxilisina, hidroxiprolina e alanina, que estão organizados em uni-
dades tripeptídicas de glicina-X-prolina ou glicina-X-hidroxiprolina, onde X pode ser
qualquer dos 20 aminoácidos. Os aminoácidos hidroxiprolina e hidroxilisina não são
sintetizados, são produzidos por meio de uma reação de hidroxilação da prolina e da
lisina durante a tradução dos RNAm do colágeno nos ribossomos (SILVA, 2012). A
hidroxilação ocorre por ação de duas principais enzimas, a lisil e a prolil hidroxilases,
que têm o ácido ascórbico (vitamina C) como cofator essencial para essa biossíntese
e é de extrema importância para a formação e estabilização da estrutura tripla-hélice
do colágeno (MANELA-AZULAY, 2003; MELO, 2018). Os filamentos proteicos de
colágeno se unem e também se ligam com outras matrizes extracelulares formando a
fibrilas, filamentos ou redes. A molécula de colágeno pode ter até três diferentes tipos
de cadeias polipeptídicas, denominadas cadeias alfa, unidas por pontes de hidrogênio
na forma de tripla-hélica que formam o procolágeno (Figura 8). (SILVA, 2012)

Figura 8. Cadeia polipeptídica que forma o colágeno e esquema da formação do procolágeno.


Fonte: iStock/Getty Images

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A produção de colágeno inicia-se no interior dos fibroblastos, mais precisa-
mente nos ribossomos com a tradução do RNAm e reações químicas no retículo
endoplasmático formando o procolágeno solúvel. Essa molécula é secretada pelo
Complexo de Golgi para a matriz extracelular e a ação de peptidases ou cola-
genases inicia o processo de formação fibrilogênese (produção de colágeno).
As peptidades clivam o procolágeno transformando-o em tropocolágeno que se
liga a outras moléculas de tropocolágeno, por meio de ligações covalentes inter-
moleculares, formando as fibrilas. As fibras de colágenos se organizam em feixes
e são formadas pela união das fibrilas. O colágeno formado é insolúvel em água,
pois apresenta uma grande quantidade de aminoácidos hidrofóbicos e sua estabi-
lidade estrutural se dá pelas ligações covalentes entre os tropocolágenos. (MELO,
2018; SILVA, 2012)

Elastina
A elastina é uma proteína fibrosa, insolúvel, que age com uma mola, permitindo
uma extensa deformação da pele e retorno ao estado original. É constituída basi-
camente pelos aminoácidos lisina, valina, prolina e glicina e produzida pelos fibro-
blastos na forma de protoelastina, uma proteína solúvel. As moléculas de protoe-
lastina são secretadas para a matriz extracelular e se unem por ligações covalentes,
posteriormente envoltas por microfibrilas, filamentos proteicos, formando as fibras
elásticas (Figura 9). (RIBEIRO, 2010; MITHIEUX, 2013)

Substância Fundamental Amorfa


O espaço entre as células e fibras presentes no tecido conjuntivo é preenchido
por um gel hidrofílico constituído de polissacarídeos, às vezes, ligados às proteínas,
denominado substância fundamental amorfa (SFA). A SFA é produzida e secretada
pelos fibroblastos e os polissacarídeos presentes são as glucosaminoglicanas, as
proteoglucanas e as glucoproteínas e têm a função de manter a estrutura do tecido
conjuntivo. (RIBEIRO, 2010)

As glucosaminoglicanas, os mais abundantes, são polissacarídeos aniônicos em


virtude de seus numerosos radicais carboxila e sulfato, formados por unidades re-
petidas de dissacarídeos. São substâncias carregadas negativamente que atraem
o íon sódio (Na+) e consequentemente, a água, formando um gel, viscoso que
confere a derme elasticidade e alto grau de hidratação, além de preencher os es-
paços e absorver impactos (PEREIRA, 2018; RIBEIRO, 2010). Os mais comuns
são o ácido hialurônico, sulfato de condroitina, sulfato de dematana, sulfato de
queratano, sulfato de heparane de heparina. O ácido hialurônico é a principal
glucosaminoglicana da SFA da derme (Figura 9), é formado por unidades de dis-
sacarídeos compostos por ácido D-glicurônico e N-acetilglicosamina, unidos por
ligações glicosídicas β1,3 e β1,4 (MORAES, 2017) e além das funções já descritas,
também parecem ter influência na proliferação e diferenciação celular e no reparo
de tecido. (PEREIRA, 2018)

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As glucosaminoglicanas que se ligam às proteínas são denominadas proteoglu-


canas e têm importante capacidade de retenção de água, por serem altamente
hidrofílicos. (RIBEIRO, 2010)

Figura 9. Esquema da matriz extracelular da derme constituída de colágeno, elástica e ácido hialurônico
Fonte: iStock/Getty Images

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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:

Vídeos
A estrutura de pele: a epiderme
Vídeo sobre a estrutura da pele
https://youtu.be/jwJ-A4HcnKM

Leitura
Tudo o que você precisa saber sobre Ácido hialurônico
Ácido hialurônico na estética
https://goo.gl/eQxDfJ
Tecnologia e Reforço da Barreira Cutânea
Texto sobre hidratação da pele
https://goo.gl/kTBQwg

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Referências
COSTA, A. Hidratação cutânea. RBM Rev. Bras Med. 2009; 66:15-21. 

MONTEIRO, E. O. Cor da pele e pigmentos. RBM Especial Dermatologia 2010


Dez; 67:5-10.

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FILGUEIRA, A. L.; CUZZY, T. Vitamina C. An Bras Dermatol, Rio de Janeiro.
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MITHIEUX, S. M.; WISE, S. G.; WEISS, A. S.; Tropoelastin – a multifaceted na-


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MORAES, B. R.; BONAMI, J. A.; ROMUALDO, L.; COMUNE, A. C.; SAN-


CHES, R. A. Ácido hialurônico dentro da área estética e cosmética. Revista
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SILVA, T. F.; PENNA, A. L. B. Colágeno: características químicas e propriedades


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STRESSER, N. O.; LUBI, N. C. Hidratação cutânea e novos ativos hidratantes.


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23 jul. 2018, 08:02:25.

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