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Faculdade de Venda Nova do Imigrante

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO

NEUROCIÊNCIA

CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA

Neurociência: Teoria e Prática

Fortaleza

2020

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Faculdade de Venda Nova do Imigrante

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO

Neurociência: Teoria e Prática

Artigo científico apresentado a Faculdade FAVENI


como requisito parcial para a obtenção do título de
Especialista em Neurociência.

CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA

Fortaleza

2020

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Neurociência: Teoria e Prática
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA

Declaro que sou autor deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro


também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não
tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita
de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente
referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de
investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste
trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos
civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se
configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais(Nos termos da 3ª
Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços).

CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA

______________________________________

e-mail: cesarvenancio.neurociencia@gmail.com

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Neurociência: Teoria e Prática
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Resumo.
O autor é pesquisador na temática “Neurociência e Mapeamento Cerebral” desde o ano
de 2008. Especialista em Psicopedagogia Clínica pela Universidade Estadual Vale do Acaraú,
agora já no ingresso profissional com titulação em Neurociência se firma para desenvolver
protocolos científicos que possam ser adotados na Clínica Neuropsicopedagógica. Neste
sentido já está em curso pesquisa com autodenominação “SÍNDROMES COM REPERCUSSÃO
NA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, DISTÚRBIOS E TRANSTORNOS NEUROPSICOLÓGICOS”.
Como já foi firmado o Mapeamento Cerebral não pode ser considerado ficção científica ou
delírio fulcrado em imaginações televisivas vislumbrada pelo seu autor. A ideia de escrever
esse artigo nasce da necessidade de divulgar um conhecimento do MAPEAMENTO
CEREBRAL (MPC) adequado sobre o funcionamento do cérebro deixando de lado o rigor da
descrição científica em prol de uma linguagem mais acessível aos não especialistas. O artigo
em curso sugere a necessidade do desenvolvimento de ferramentas que utilizam a
neurobiologia para auxiliar crianças no processo de aprendizagem, além de fornecer subsídios
para a caracterização da capacidade cerebral dessas crianças. A neurociência atuando dentro
do conceito mapeamento cerebral, deve se constituir em um grupo de apoio a educação. A
Neurociência estudada no Campo do Mapeamento Cerebral é transdisciplinar e neste artigo é
colocada como ciência que estuda a relação entre o funcionamento do sistema nervoso e a
aprendizagem humana. Para isso, busca relacionar os estudos das neurociências com os
conhecimentos da psicologia cognitiva e da pedagogia. Seu objetivo é promover a reintegração
pessoal, social e educacional a partir da identificação, do diagnóstico, da reabilitação e da
prevenção de dificuldades e distúrbios da aprendizagem. Esperamos que a teorização e a
prática do Mapeamento Cerebral venham a complementar a formação de psicopedagogos,
psicólogos, pedagogos e demais profissionais ligados à educação. O artigo sugere o uso do
mapeamento cerebral com fins de criar condições para permite que a equipe atue de forma
integrada, garantindo sempre uma metodologia de ensino e acompanhamento adequada às
necessidades individuais de cada aluno, possibilitando trabalhar a inclusão e proporcionando a
orientação necessária para pais e professores. Assim, no âmbito da sua especificidade de
atuação o mapeamento cerebral deve ser indicado para compreender classes de
desenvolvimento infantil e fundamental para alunos com necessidades educativas especiais
como Síndrome de Down, Paralisia Cerebral, Autismo e Transtornos do Desenvolvimento, etc.
Crê-se que uma das vantagens do MPC é que os alunos contam com um serviço de avaliação
dos possíveis distúrbios neurológicos responsáveis pelas dificuldades de aprendizagem e
transtornos de comportamento e com um atendimento pedagógico periódico para promoção do
seu rendimento escolar. Os Distúrbios de Aprendizagem e Comportamento se caracterizam por
dificuldades experimentadas pela criança no desenvolvimento de habilidades cognitivas
específicas e que não estejam associadas a uma redução global da cognição que caracteriza a
deficiência mental. Em geral, a identificação de um distúrbio de aprendizagem ou
comportamento é feita na fase escolar da criança, quando as exigências específicas de
aprendizagem e conduta se impõem. Entre os distúrbios de aprendizagem mais comuns estão
à dislexia, disgrafia, disortografia e discalculia. Entre os distúrbios de comportamento temos a
Hiperatividade, a Impulsividade e o Déficit de Atenção. Resume-se dizendo que o trabalho em
comento recomenda o uso do Mapeamento Cerebral – MPC, com fins de identificar os
Distúrbios de Aprendizagem e Comportamento, e por fim ser indicada uma conduta pedagógica
que possa inserir de forma inclusiva o aluno cidadão detentor de dificuldades de aprendizagem.
A importância do presente estudo se estabelece como a necessidade de demonstrar aos
educadores a utilização do Mapeamento Cerebral - MPC na identificação dos distúrbios de
aprendizagem, e as condições técnicas que propiciam ao profissional intervir na melhoria da
qualidade do aprendizado do aluno, aprendente ou cliente. Dar-se-á ainda ao profissional os
indicativos para pesquisa e melhoramento de sua capacidade científica, de saber,
compreender como o cérebro humano controla todas as nossas funções físicas e intelectuais.

Palavras-chave: Neurociência e Mapeamento Cerebral. SÍNDROMES COM REPERCUSSÃO


NA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, DISTÚRBIOS E TRANSTORNOS NEUROPSICOLÓGICOS.
Processo de aprendizagem. Distúrbios de Aprendizagem e Comportamento.

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Neurociência: Teoria e Prática
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Abstract - SUMMARY. The author has been a researcher on the subject “Neuroscience
and Cerebral Mapping” since 2008. Specialist in Clinical Psychopedagogy at Universidade
Estadual Vale do Acaraú, now in his professional career with a degree in Neuroscience, he
undertakes to develop scientific protocols that can be adopted at the Clinic
Neuropsychopedagogical. In this sense, research with self-denomination “SYNDROMES WITH
REPERCUSSION IN INTELLECTUAL DISABILITY, DISORDERS AND
NEUROPSYCHOLOGICAL DISORDERS” is already underway. As Cerebral Mapping has
already been established, it cannot be considered science fiction or delusion based on
television imaginations envisioned by its author. The idea of writing this article arises from the
need to disseminate knowledge of the proper BRAIN MAPPING (MPC) on the functioning of the
brain, leaving aside the rigor of scientific description in favor of a more accessible language for
non-specialists. The current article suggests the need to develop tools that use neurobiology to
assist children in the learning process, in addition to providing subsidies for the characterization
of these children's brain capacity. Neuroscience, acting within the concept of brain mapping,
should constitute a support group for education. The Neuroscience studied in the Field of Brain
Mapping is transdisciplinary and in this article it is placed as a science that studies the
relationship between the functioning of the nervous system and human learning. For this, it
seeks to relate the studies of neurosciences with the knowledge of cognitive psychology and
pedagogy. Its objective is to promote personal, social and educational reintegration through
identification, diagnosis, rehabilitation and prevention of learning difficulties and disorders. We
hope that the theorization and practice of brain mapping will complement the training of
psychopedagogists, psychologists, pedagogues and other professionals related to education.
The article suggests the use of brain mapping in order to create conditions to allow the team to
act in an integrated manner, always guaranteeing a teaching and monitoring methodology
appropriate to the individual needs of each student, making it possible to work on inclusion and
providing the necessary guidance for parents. and teachers. Thus, within the scope of its
specificity of action, brain mapping should be indicated to understand classes of child
development and fundamental for students with special educational needs such as Down
Syndrome, Cerebral Palsy, Autism and Developmental Disorders, etc. It is believed that one of
the advantages of the MPC is that students have a service to assess possible neurological
disorders responsible for learning difficulties and behavioral disorders and with periodic
pedagogical assistance to promote their school performance. Learning and Behavioral
Disorders are characterized by difficulties experienced by the child in the development of
specific cognitive skills and which are not associated with an overall reduction in cognition that
characterizes mental disability. In general, the identification of a learning or behavioral disorder
is done in the child's school phase, when specific learning and conduct requirements are
imposed. Among the most common learning disorders are dyslexia, dysgraphia, dysortography
and dyscalculia. Among behavioral disorders are Hyperactivity, Impulsivity and Attention Deficit.
It is summarized by saying that the work in question recommends the use of Brain Mapping -
MPC, in order to identify Learning and Behavior Disorders, and finally to indicate a pedagogical
conduct that can include the student citizen with difficulties learning. The importance of this
study is established as the need to demonstrate to educators the use of Brain Mapping - MPC
in the identification of learning disorders, and the technical conditions that provide the
professional to intervene in improving the quality of the student, learner or client's learning.
Professionals will also be given indications for research and improvement of their scientific
capacity, of knowing, understanding how the human brain controls all of our physical and
intellectual functions.

Keywords: Neuroscience and Brain Mapping. SYNDROMES WITH REPERCUSSION IN


INTELLECTUAL DISABILITY, DISORDERS AND NEUROPSYCHOLOGICAL DISORDERS.
Learning process. Learning and Behavioral Disorders.

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Neurociência: Teoria e Prática
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Introdução.

Nunca descobrimos tanto sobre o cérebro quanto nos últimos 20 anos.


Devemos nos preparar com o impacto das pesquisas de neurociência na
escola, hoje e no futuro.
A Neurociência na sala de aula - A grande questão que se abre a partir
dos avanços da neurociência é qual será a contribuição efetiva desse campo à
pedagogia. Há quem vislumbre uma mudança absolutamente radical no modo
como aprendemos e se permita fazer exercícios que lembram a ficção
científica. Parafraseando Michio Kaku que afirma o cérebro será uma "internet
das mentes", em que as habilidades e conhecimentos serão baixados pelo
cérebro, como um computador faz o download de um arquivo. Ou seja, um
processo educacional inteiramente focado no cérebro e quase inteiramente
mediado pelas máquinas.
Dentro do contexto do presente trabalho desejamos ofertar uma
contribuição a Neurociência, aqui se apresenta um desenvolvimento teórico
com fins de propor em breve uma tese de Doutorado em Neurociência no
campo do Mapeamento Cerebral e que a priori se autodenomina: SÍNDROMES
COM REPERCUSSÃO NA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, DISTÚRBIOS E
TRANSTORNOS NEUROPSICOLÓGICOS. Neste desenvolvimento teórico se
aprofunda uma pesquisa bibliográfica. Para alcançar os objetivo da tese a ser
proposta os estudos teóricos objetiva avaliar e questionar: a) Como funciona o
cérebro humano? b) Qual a sua relação com os processos do pensamento? c)
Será que o cérebro humano coloca o ser humano numa categoria à parte entre
os seres vivos? Assim, para compreender e responder os questionamentos
acima propostos buscarão tais explicações contextualizadas no estudo de
diversas disciplinas acadêmicas vinculadas a Neurociência. O presente artigo
não objetiva definir em conceitos os três pontos iniciais apresentados. Porém,
todavia vai apresentar no plano introdutório a teoria e a prática do que
podemos dizer em que se firma a Neurociência com perspectiva no
Mapeamento Cerebral Humano. Assim, partindo desse principio, esse artigo
tem como objetivo geral apresentar a Neurociência como uma ciência teórica
científica e prática em diversos seguimentos da vida, na medicina, na
educação, na economia e no dia-a-dia das relações biopsicossocial. Nos
objetivos específicos podemos conceituar e demonstrar que a Neurociência é a
área que se ocupa em estudar o sistema nervoso, visando desvendar seu
funcionamento, estrutura, desenvolvimento e eventuais alterações que sofra.
Portanto, o objeto de estudo dessa ciência é complexo, sendo constituído
por três elementos: o cérebro, a medula espinhal e os nervos periféricos. Na
prática podemos entender e aplicar a Neurociência na área da Educação,
tomando como base as Ciências Cognitivas e as Neurociências como
epistemologia estruturante para elaboração dos fundamentos teórico/práticos
de uma “Neurociênciapsicopedagógica” que agrega, de forma transdisciplinar,

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os processos de ensino. O Autor entende que não dá mais para continuarmos
alheios aos estudos das Ciências Cognitivas e Neurociências voltadas para a
área da educação. Desde agosto de 2009, já desenvolve teoria do
mapeamento cerebral, que tem como escopo contribuir com a
construção/elaboração de processos/produtos técnico científicos para uma
didática fundamentada nas conquistas/conhecimentos, das áreas acima
citadas, estruturado numa epistemologia e organizada aos processos de
educação, isto é, uma didática centrada nos processos próprios do
funcionamento do sistema nervoso central (SNC). O mapeamento cerebral não
é ficção científica ou delírio fulcrado em imaginações televisivas. Surgiu da
crença nas infinitas possibilidades de desenvolvimento que podem ser
oferecidas às crianças, sejam elas especiais ou não(Lei Federal nº 13.146, de
6 de julho de 2015 - Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com
Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência – “É instituída a Lei Brasileira
de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Estatuto da Pessoa com Deficiência”
destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício
dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando
à sua inclusão social e cidadania).
Neurociência.

A Neurociência e a Psicopedagogia atuando dentro do “conceito”


mapeamento cerebral, deve se constituir é um grupo de apoio a “educação”, e
ser formado por multiprofissionais das áreas de Pedagogia, Psicologia,
Psicopedagogia, Neurologia, Fonoaudiologia e Fisioterapia e Medicina Clínica
e especializada, com a finalidade de orientar o trabalho de atendimento
pedagógico tanto para suporte educacional de alunos das redes regulares
quanto para o desenvolvimento de crianças e adolescentes com necessidades
educacionais especiais. O uso do mapeamento cerebral deve criar condições
para permite que a equipe atue de forma integrada, garantindo sempre uma
metodologia de ensino e acompanhamento adequada às necessidades
individuais de cada aluno, possibilitando trabalhar a inclusão e proporcionando
a orientação necessária para pais e professores. O mapeamento cerebral deve
ser indicado para compreender classes de desenvolvimento infantil e
fundamental para alunos com necessidades educativas especiais como
Síndrome de Down, Paralisia Cerebral, Autismo e Transtornos do
Desenvolvimento.
O conhecimento da “Neurociênciapsicopedagógica” surgiu a partir dos
estudos da Neurociência e Ciências Cognitivas, envolvendo os estudos
neurológicos vinculados à didática do professor para um produto
neuropedagógico, o qual desde então vem procurando compreender como o
estudante, cognitivamente, aprende e como o professor ensina.
Neurociência: Teoria e Prática. Entendemos como teoria conjunto de
regras ou leis, mais ou menos sistematizadas, aplicadas a uma área específica;
conhecimento especulativo, metódico e organizado de caráter hipotético e
sintético; conhecimento sistemático, fundamentado em observações empíricas
e/ou postulados racionais, voltado para a formulação de leis e categorias gerais
que permitam à ordenação, a classificação minuciosa e, eventualmente, a
transformação dos fatos e das realidades da natureza.

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A Teoria é contemplação, reflexão, introspecção. Indica na linguagem
comum, uma ideia nascida com base em alguma hipótese, conjectura,
especulação ou suposição, mesmo abstrata, sobre a realidade. Também
designa o conhecimento descritivo puramente racional ou a forma de pensar e
entender algum fenômeno a partir da observação.
A Neurociência é afirmativamente uma ciência interdisciplinar. Seguindo o
entendimento de Albert Einstein: "A ciência só pode determinar o que é e não o
que deve ser, e fora de seu domínio permanece a necessidade de juízos de
valor de todos os tipos”. Tal assertiva de Einstein fortalece a visão de que a
neuro (ciência) é “ciência” pelas razões amplamente aceitas pela comunidade
cientifica mundial que em ciência, a definição de teoria científica difere bastante
da acepção de teoria em senso comum, o de simples especulação; o conceito
moderno de teoria científica estabelece que, entre outros, como uma resposta
ao problema da demarcação entre o que é efetivamente científico e o que não
o é.
É importante ressaltar desde o início que não existe graduação em
Neurociência aqui no Brasil: Os neurocientistas são biólogos, biomédicos ou
médicos – outros têm origem na Farmacologia Clínica e Psicopedagogia (como
o autor) ou engenharia, por exemplo.
A formação de um neurocientista começa após a graduação, ou seja, na
pós-graduação. E há várias áreas da Neurociência a serem exploradas. Cada
programa de pós-graduação tem seus critérios, mas deve-se saber que é
quase sempre necessária à apresentação de um Projeto de Pesquisa, apoiado
por um pesquisador do programa escolhido. Neste caso (do artigo), abordamos
e estamos a dar continuidade na visão em que acreditamos ser indiscutível o
conceito que aborda a importância do mapeamento cerebral, como
Neurociência Teórica e Prática, para em alguns casos, definir o êxito no
aprendizado, sendo que cada aluno para se desenvolver depende da
identificação do seu desenvolvimento cognitivo, para que o ensino seja
ajustado às suas necessidades específicas. O neurocientista enquanto
psicopedagogo deve estar consciente do seu papel na utilização do MPC –
Mapeamento Cerebral, e saber aplicar o método de análise do
desenvolvimento cognitivo durante o aprendizado escolar, e que são
fundamentais, tanto para identificar possíveis distúrbios de aprendizagem,
como dislexia, discalculia, ou distúrbios de comportamento como déficit de
atenção, hiperatividade e impulsividade quanto para orientar como o ensino
deve ser praticado em cada caso.
O presente artigo se desenvolveu através de pesquisa bibliográfica, uma
revisão da literatura sobre as principais teorias que norteiam a neurociência no
âmbito da teoria e prática. Essa revisão, levantamento bibliográfico ou revisão
bibliográfica, foi realizado em livros, periódicos, artigo de jornais, sites da
Internet entre outras fontes.
A Neurociência deve integrar conhecimento avançado com aplicações
práticas em ciências do comportamento, incluindo aspectos básicos do
comportamento humano e fenômenos sociais complexos. É uma atividade
cientifica de ponta e não pode ser confundida com uma prestação de serviços.
Não é uma profissão regulamentada.
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Falta de atenção, dificuldade para aprender e desmotivação são algumas
situações frequentes que os professores se deparam quando estão na sala de
aula. Se o desafio já costuma ser grande para educadores com anos de
experiência, imagina para quem acabou de sair de um curso de pedagogia ou
das demais licenciaturas. Como preparar os futuros educadores para lidar com
esses desafios? A neurociência é um caminho. Entender as limitações e o
potencial de um aluno pode trazer uma contribuição boa para quem está
começando sua vida na área da educação.
Por fim recomendamos alguns tópicos que podem ser estudados pelos
interessados nos estudos da Neurociência. Tópicos: “Neurociência hoje. A
articulação entre neurociência e educação. Bases neurobiológicas da
aprendizagem. Percepção, pensamento e comportamento. A emoção em
ambientes educativos. O estudo do cérebro e implicações pedagógicas”
Aos interessados apresentamos algumas referencias para os estudos da
Neurociência Aplicada a Educação. Referências:
ASSMANN, H. Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. DEMO, Pedro. Professor do futuro e reconstrução
do conhecimento. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. ______. Educação e
conhecimento: relação necessária, insuficiente e controversa. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2002. EYSENCK, Michael W.; KEANE, Mark T. Manual de Psicologia
Cognitiva.Porto alegre:ARTMED, 2007. F LAVELL, John H.; MILLER, Patrícia
H.; MILLER, Scott A. Desenvolvimento Cognitivo. Porto Alegre: Artmed, 1999.
GAZZANIGA, Michael S. ; IVRY, Richard B. ; MANGUN, George R. Cognitive
Neuroscience: the biology of mind.New York, NY: W. W. Norton & Company,
2002. IZQUIERDO, Ivan. Questões sobre memória. São Leopoldo: Unisinos,
2004. ______. Memória. Porto Alegre: Artmed, 2002. HERCULANO - HOUZEL,
Suzana. O cérebro nosso de cada dia: descobertas da neurociência sobre a
vida cotidiana. Rio de Janeiro: Vieira & Lent, 2004. LENT, Roberto. Cem
bilhões de neurônios: conceitos fundamentais da neurociência. São Paulo:
Atheneu, 2001. MEIRIEU, Philippe. Aprender... Sim, mas como? Tradução
Vanise Dresch. Porto Alegre: Artmed, 1998. MORA, Francisco. Como Funciona
o cérebro. Tradução de Maria Regina Borges Osório. Porto Alegre: Artmed,
2004. POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da
aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002. RATEY, John. O cérebro: um guia
para o usuário. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. STERNBERG, Robert J.
Psicologia Cognitiva. Tradução de Maria Regina Borges Osório. Porto Alegre:
Artmed, 2000. ZABALZA, Miguel A. O ensino Universitário: seu cenário e seus
protagonistas. Porto alegre: Artmed, 2004.
Mapeamento Cerebral.

O presente ensaio apresentado à banca examinadora junto ao CENTRO


UNIVERSITÁRIO FAVENI, com o desejo da obtenção do título de Especialista
em Neurociência versa sobre o seguinte tema científico: NEUROCIÊNCIA -
MAPEAMENTO CEREBRAL: Identificação dos distúrbios de Aprendizagem e
sua intervenção Psicopedagógica.
Neste ensaio se resume a importância do estudo ora apresentado como a
necessidade de demonstrar ao neurocientista a utilização do mapeamento

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cerebral (MPC). O mapeamento cerebral surgiu da crença nas infinitas
possibilidades de desenvolvimento que podem ser oferecidas às crianças,
sejam elas especiais ou não. A neurociência atuando dentro do conceito
mapeamento cerebral, deve se constituir como parte de um grupo de apoio a
educação, e ser formado por multiprofissionais das áreas de Pedagogia,
Psicologia, Psicopedagogia, e áreas médicas especializadas. O uso do
mapeamento cerebral deve criar condições para permite que a equipe atue de
forma integrada, garantindo sempre uma metodologia de ensino e
acompanhamento adequada às necessidades individuais de cada aluno,
possibilitando trabalhar a inclusão e proporcionando a orientação necessária
para pais e professores. O mapeamento cerebral deve ser indicado para
compreender classes de desenvolvimento infantil e fundamental para alunos
com necessidades educativas especiais como Síndrome de Down, Paralisia
Cerebral, Autismo e Transtornos do Desenvolvimento. Acreditamos ser
indiscutível o conceito que aborda a importância do mapeamento cerebral, para
em alguns casos, definir o êxito no aprendizado, sendo que cada aluno para se
desenvolver depende da identificação do seu desenvolvimento cognitivo, para
que o ensino seja ajustado às suas necessidades específicas.
O autor recomenda ainda as referencias bibliográficas que seguem, como
indicativo de autoafirmação nas posições apontadas neste ensaio, e que
justifica o uso do Mapeamento Cerebral.
Referências.

O Mapeamento Cerebral é importante na identificação das SÍNDROMES


COM REPERCUSSÃO NA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, DISTÚRBIOS E
TRANSTORNOS NEUROPSICOLÓGICOS.
Os livros do autor (indicados nas referências acima) seguem um discurso
cientifico que auferem as bases doutrinárias e referencia para promover as
pesquisas para uma proposta concreta de tese de doutorado do autor que vai
se estabelecer em conceituações que passa pela definição seguinte: “Assim
podemos direcionar nossa tese futura no sentido de definir a
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL como um conjunto de síndromes que
incorpora a incapacidade funcional neurotramissora limitada, com ou
sem incapacidade clínica. Sendo que ela está presente em deficiências
mental funcional do processo de cognição, e que se classifica como leve.
Entre o conjunto de síndromes classificadas dentro da Deficiência
Intelectual temo: DÉCIFIT DE ATENÇÃO E DESORDEM (ADD) DISLEXIA
(DIFICULDADE EM LEITURA) DISCALCULIA (DIFICULDADE DE
APRENDIZAGEM), dificuldades na: MEMÓRIA; RESOLUÇÃO DE
PROBLEMAS; ATENÇÃO; COMPREENSÃO VERBAL, DE LEITURA E
LINGÜÍSTICA; COMPREENSÃO MATEMÁTICA E COMPREENSÃO
VISUAL” . O neurocientista deve estar consciente do seu papel na utilização
do Mapeamento Cerebral (MPC), e saber aplicarem o método de análise do
desenvolvimento cognitivo durante o aprendizado escolar, e que são
fundamentais para identificar possíveis distúrbios de aprendizagem. Dificuldade
de aprendizagem, por vezes referida como desordem de aprendizagem ou
transtorno de aprendizagem, é um tipo de desordem pela qual um indivíduo
apresenta dificuldades em aprender efetivamente. A desordem afeta a

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capacidade do cérebro em receber e processar informação e pode tornar
problemático para um indivíduo o aprendizado tão rápido quanto o de outro,
que não é afetado por ela. Nesta ordem, podemos citar alguns exemplos
emblemáticos: Dislexia, a Disortografia e a Discalculia. Inclui-se nesta
conceituação os distúrbios de comportamento como déficit de atenção,
hiperatividade e impulsividade que muitas vezes se faz necessária a
intervenção do psicopedagogo com fins de orientar como o ensino deve ser
praticado em cada caso.
Considerações finais. Conclusão.

A Neurociência será nos próximos séculos uma aliada na preparação do


professor para a sala de aula. Os Especialistas em Neurociência defendem
que os futuros profissionais de educação conheçam o funcionamento do
cérebro para melhorar suas práticas e lidar com potencialidades e dificuldades
dos alunos. E em relação ao mapeamento cerebral o uso das imagens por
parte do Neurocientista pode auxiliar na identificação dos seguintes problemas:
TRANSTORNOS DA APRENDIZAGEM; TRANSTORNO DA LEITURA;
TRANSTORNO DA MATEMÁTICA; TRANSTORNO DA EXPRESSÃO
ESCRITA; TRANSTORNO DE DEFICIT DE ATENÇÃO. TRANSTORNO DO
COMPORTAMENTO DISRUPTIVO.
Bibliografia Geral.

ASSMANN, H. Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente.


Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.
DEMO, Pedro. Professor do futuro e reconstrução do conhecimento. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2005.
______. Educação e conhecimento: relação necessária, insuficiente e
controversa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
Einstein. Albert, : "A ciência só pode determinar o que é, não o quedeve ser, e
fora de seu domínio permanece a necessidade de juízos de valor de todos os
tipos. - Citado em Singh, Simon - Big Bang - Editora Record - 2006 - pág. 461".
EYSENCK, Michael W.; KEANE, Mark T. Manual de Psicologia Cognitiva.Porto
alegre:ARTMED, 2007. F
F. Montanari (2004). Loescher, ed. GI - Vocabolario della lingua greca - Greco
Italiano (2ª ed). Torino: [s.n.] .
GAZZANIGA, Michael S. ; IVRY, Richard B. ; MANGUN, George R. Cognitive
Neuroscience: the biology of mind.New York, NY: W. W. Norton & Company,
2002.
HALLOWELL, Edward M. & RATEY, John J. (1992) Cinquenta Dicas para
Administração de Problemas de Déficit de Atenção na Sala de Aula. Disponível
em Internet: http://www.colegiosaojose.com.br/arquivos/ssores_4473.pdf.
Acesso em 10/04/2020.

11
HERCULANO - HOUZEL, Suzana. O cérebro nosso de cada dia: descobertas
da neurociência sobre a vida cotidiana. Rio de Janeiro: Vieira & Lent, 2004.
IZQUIERDO, Ivan. Questões sobre memória. São Leopoldo: Unisinos, 2004.
______. Memória. Porto Alegre: Artmed, 2002.
LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais da
neurociência. São Paulo: Atheneu, 2001.
LAVELL, John H.; MILLER, Patrícia H.; MILLER, Scott A. Desenvolvimento
Cognitivo. Porto Alegre: Artmed, 1999.
MEIRIEU, Philippe. Aprender ...sim, mas como? Tradução Vanise Dresch.
Porto Alegre:Artmed, 1998.
MORA, Francisco. Como Funciona o cérebro. Tradução de Maria Regina
Borges Osório.Porto Alegre: Artmed, 2004.
POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem.
Porto Alegre: Artmed, 2002.
Popper, Karl. (1996). A Lógica da Pesquisa Científica. SP. Ed. Cultrix. p.33
Richard Feynman: "A filosofia da ciência é tão útil para os cientistas quanto a
ornitologia para os pássaros" - Citado em Singh, Simon - Big Bang - Capítulo:
"O que é ciência?" - Editora Record - 2006 - pág.: 462
RATEY, John. O cérebro:um guia para o usuário. Rio de Janeiro: Objetiva,
2002.
SILVA, Professor César Augusto Venâncio da. ENSAIOS DE NEUROCIÊNCIA
- Professor César Augusto Venâncio da Silva – Mestrando. Terça-feira, 6 de
maio de 2014 Neurociência NEUROCIÊNCIA APLICADA CLÍNICA
PSICOPEDAGÓGICA: NEUROCIÊNCIA APLICADA CLÍNICA
PSICOPEDAGÓGICA: MAPEAMENTO CEREBRAL. Síndromes com
repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos
neuropsicológicos. Capítulo I Mapeamento Cerebral.
http://neurocienciaensaios.blogspot.com/2014/05/v-behaviorurldefaultvmlo.html
SILVA, Professor César Augusto VENANCIO DA. é escritor científico na área
de Neurociência Clínica, na linha de Estudos de Mapeamento Cerebral com
fins de identificação de distúrbios e transtornos sindrômicos com repercussão
na cognição – Deficiência Intelectual, com livros publicados conforme relação.
http://mestradoneurociencia.blogspot.com/2014/08/livros-especificos-na-area-
de.html

12
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA –
Princípios Gerais – Tomo I. 1ª. Edição. Julho de 2012. Fortaleza, Ceará, Brasil.
153 Páginas.
http://www.slideshare.net/inespec/neurocincias-psicobiologia-princpios-gerais-
tomo-i
http://www.slideshare.net/cesaraugustovenanciosilva/savedfiles?s_title=neuroci
ncias-psicobiologia-princpios-gerais-tomo-i&user_login=inespec
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-
GRAFICA
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-
GRAFICA
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-
GRAFICA#page=1
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-
GRAFICA#page=1&fullscreen=1
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA –
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neuropsicobiologico-TOMO-II-2012-Profes
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SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA –
Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos
neuropsicobiológicos – SÍNDROMES – SEGUNDA PARTE – Autismo e X-
Frágil - Tomo III – – SUBTOMO II . 1ª. Edição. Fevereiro de 2012. Fortaleza,
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FEV-2013-NEUROCIENCIAS
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS APLICADA CLÍNICA
PSICOPEDAGÓGICA: Introdução ao Autismo. – 2ª. Edição. Dezembro de
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SEGUNDA EDIÇÃO – REVISADA E AMPLIADA. 2.a Edição – Dezembro de
2013 – Fortaleza – Ceará - BrasilNEUROCIÊNCIA APLICADA- CLÍNICA
PSICOPEDAGÓGICA: Introdução ao Autismo
Silva, Especialista Professor César Augusto Venâncio da. Mestrando em
Psicologia Clínica – Programa de Neurociência Clínica. NEUROCIÊNCIAS
PSICOBIOLOGIA. BIOLOGIA NEURONAL. PRINCÍPIOS GERAIS. TOMO I.
2013
http://pt.scribd.com/doc/187484556/Livro-de-Neurociencia-Tomo-i
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http://www.bookess.com/read/19741-neurociencia-aplicada-a-clinica-
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Citado em Singh, Simon - Big Bang - Capítulo: "O que é ciência?" - Editora
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http://novo.more.ufsc.br/tese_dissert/inserir_tese_dissert

Mecanismo Online para Referências

Professor César Augusto Venâncio da SILVA

NOTA:

Referência: SILVA, Professor César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIA:


neurociência: teoria e prática. 2020. 15 f. TCC (Graduação) - Curso de
Neurociência, Especialização em Neurociêncoa, Centro Universitário Faveni
Pós-Graduação Especialização em Neurociência, Fortaleza, Ce, 2020. Cap. 1.
CD-ROM.

Citação com autor incluído no texto: Silva (2020)

Citação com autor não incluído no texto: (SILVA, 2020)

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