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29/07/2016 Tecnologia USB (Universal Serial Bus)

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Tecnologia USB (Universal Serial


Bus) (usb.php)
Introdução
USB é a sigla para Universal Serial Bus. Trata-se de uma tecnologia que tornou mais simples, fácil
e rápida a conexão de diversos tipos de aparelhos (câmeras digitais, HDs externos, pendrives,
mouses, teclados, impressoras, scanners, leitor de cartões, etc) ao computador e a dispositivos
móveis, evitando assim o uso de um tipo especí뻪ͫco de conector para cada equipamento.

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Nas linhas a seguir, você verá as principais


características dessa tecnologia, conhecerá os seus
conectores, saberá um pouco sobre o seu
funcionamento e entenderá os motivos que levaram o
USB a ser "presença obrigatória" em computadores e
em vários outros dispositivos.

Surgimento do padrão USB


Antigamente, conectar dispositivos ao computador era
uma tarefa pouco intuitiva, muitas vezes digna apenas
de técnicos ou usuários com experiência no assunto.
Para começar, diante de vários tipos de cabos e
conectores, era necessário descobrir, quase que por
adivinhação, em qual porta do computador conectar o
dispositivo em questão. Quando a instalação era
interna, a situação era pior, já que o usuário tinha que
abrir o computador e quase sempre con뻪ͫgurar jumpers
e/ou IRQs. Somente em pensar em ter que encarar um
emaranhado de 뻪ͫos e conectores, muitos usuários
desistiam da ideia de adicionar um novo item à sua
máquina.

Diante de situações desse tipo, a indústria entendeu a necessidade de criar um padrão que
facilitasse a conexão de dispositivos ao computador. Assim, em 1995, um conjunto de empresas -
entre elas, Microsoft, Intel, NEC, IBM e Apple - formou um consórcio para estabelecer um padrão.
Surgia então o USB Implementers Forum (http://www.usb.org). Pouco tempo depois, as
primeiras especi뻪ͫcações comerciais do que 뻪ͫcou conhecido como Universal Serial Bus (USB)
surgiram.

Na verdade, a tecnologia já vinha sendo trabalhada antes mesma da de뻪ͫnição do consórcio como
USB Implementers Forum. As primeiras versões estabelecidas datam de 1994:

USB 0.7: novembro de 1994;

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USB 0.8: dezembro de 1994;


USB 0.9: abril de 1995;
USB 0.99: agosto de 1995;
USB 1.0: janeiro de 1996;
USB 1.1: setembro de 1998;
USB 2.0: abril de 2000;
USB 3.0: novembro de 2008;
USB 3.1: agosto de 2013.

As primeiras versões de뻪ͫnidas para uso comercial em larga escala foram a 1.1 e a 2.0, que serão
vistas com mais detalhes neste texto.

Vantagens do USB
Um dos motivos que levaram à criação da tecnologia USB é a necessidade de facilitar a
interconexão de dispositivos variados, como você já sabe. Sendo assim, o USB oferece uma série
de vantagens:

- Padrão de conexão: qualquer dispositivo compatível com USB usa padrões de뻪ͫnidos de
conexão (ver mais no tópico sobre conectores), assim não é necessário ter um tipo de conector
especí뻪ͫco para cada aparelho;

- Plug and Play (algo como "Plugar e Usar"): quase todos os dispositivos USB são concebidos
para serem conectados ao computador e utilizados logo em seguida. Apenas alguns exigem a
instalação de drivers ou softwares especí뻪ͫcos. No entanto, mesmo nesses casos, o sistema
operacional normalmente reconhece a conexão do dispositivo;

- Alimentação elétrica: boa parte dos dispositivos que usam USB não precisa ser ligada a uma
fonte de energia, já que a própria porta é capaz de fornecer eletricidade. Por conta disso, acaba
sendo muito fácil encontrar dispositivos que têm sua bateria recarregada via USB, como
smartphones e tablets. A exceção 뻪ͫca por conta de aparelhos que consomem maior quantidade
de energia, como impressoras e determinados HDs externos;

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- Conexão de vários aparelhos ao mesmo tempo: é possível conectar até 127 dispositivos ao
mesmo tempo em uma única porta USB. Isso pode ser feito, por exemplo, por meio de hubs,
dispositivos que utilizam uma única conexão USB para oferecer um número maior delas. É válido
ressaltar que nem sempre esse modo de funcionamento é viável, uma vez que a velocidade de
transmissão de dados é dividida entre todos os equipamentos;

- Ampla compatibilidade: o padrão USB é compatível com diversas plataformas e sistemas


operacionais. O Windows, por exemplo, o suporta desde a versão 98. Sistemas operacionais
como Linux e OS X também são compatíveis. Atualmente, é possível encontrar portas USB em
vários outros aparelhos, como televisores, sistemas de comunicação de carros e até
equipamentos de som, como mostra a foto abaixo:

USB em um aparelho de som

- Hot-swappable: dispositivos USB podem ser conectados e desconectados a qualquer momento.


Em um computador, por exemplo, não é necessário reiniciá-lo ou desligá-lo para conectar ou
desconectar o dispositivo;

- Cabos de até 5 metros: os cabos USB podem ter até 5 metros de tamanho. Esse limite pode ser
aumentado com uso de hubs ou de equipamentos capazes de repetir os sinais da comunicação.

Sobre o funcionamento do USB


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Sobre o funcionamento do USB


Como já informado, o barramento USB pode ser utilizado para prover energia elétrica a
determinados dispositivos. Para que isso seja possível, os cabos USB contam com pelo menos
quatro 뻪ͫos internos: VBus (VCC), D+, D- e GND. O primeiro é o responsável pela alimentação
elétrica. O segundo e o terceiro são utilizados na transmissão de dados (a letra "D" provém de
data, dado em inglês). O quarto, por sua vez, atua no controle elétrico, servindo como "뻪ͫo terra".

Vale frisar que, conforme dito no tópico anterior, os cabos USB devem ter, no máximo, 5 metros
de comprimento. Isso é necessário porque, em cabos maiores, o tempo de transmissão dos
dados pode exceder o limite de 1.500 nanossegundos. Quando isso ocorre, a informação é
considerada perdida.

A comunicação entre dispositivos conectados via USB é feita por meio de um protocolo. Nele, o
host, isto é, o computador ou o equipamento que recebe as conexões, emite um sinal para
encontrar os dispositivos conectados e estabelece um endereço para cada um deles, lembrando
que até 127 dispositivos podem ser endereçados. Uma vez estabelecida a comunicação, o host
recebe a informação sobre o tipo de conexão que o dispositivo conectado utiliza. Há quatro
possibilidades:

Bulk: esse tipo é utilizado por dispositivos que lidam com grandes volumes de dados, como
impressoras e scanners, por exemplo. O Bulk conta com recursos de detecção de erro para
garantir a integridade das informações transmitidas;

Control: tipo utilizado para transmissão de parâmetros de controle e con뻪ͫguração do dispositivo;

Interrupt: tipo utilizado para dispositivos que transferem poucos dados, como mouses, teclados
e joysticks;

Isochronous: esse tipo é aplicado em transmissões contínuas, onde os dados são transferidos a
todo o momento, razão pela qual não há recursos de detecção de erros, já que isso atrasaria a
comunicação. Dispositivos como caixas de som utilizam esse modo.

USB 1.1

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Tal como ocorre com outras tecnologias, o padrão USB passa periodicamente por revisões em
suas especi뻪ͫcações para atender as necessidades atuais do mercado. A primeira versão do USB
que se tornou padrão foi a 1.1.

Essa versão, lançada em setembro de 1998, contém praticamente todas as características


explicadas no tópico anterior, no entanto, sua velocidade de transmissão de dados não é muito
alta: nas conexões mais lentas, a taxa de transmissão é de até 1,5 Mb/s (Low-Speed), ou seja, de
cerca de 190 KB por segundo. Por sua vez, nas conexões mais rápidas, esse valor é de até 12
Mb/s (Full-Speed), cerca de 1,5 MB por segundo.

Na época do lançamento do USB 1.1, essas taxas não eram necessariamente baixas, uma vez que
serviam à grande maioria dos dispositivos. No entanto, à medida que o uso do USB crescia,
notou-se que também aumentava a necessidade de taxas maiores na transferência de dados.
Dispositivos como scanners e câmeras digitais passaram a trabalhar com resoluções mais altas,
resultando em maior volume de informações.

Diante desse cenário e do surgimento de tecnologias "concorrentes", em especial, o FireWire (ou


IEEE 1394) (뻪ͫrewire.php), o consórcio responsável pelo USB se viu obrigado a colocar no mercado
uma nova revisão da tecnologia. Surgia então em abril de 2000 o USB 2.0 (Hi-Speed), que é um
padrão bastante utilizado até os dias de hoje.

USB 2.0
O USB 2.0 chegou ao mercado oferecendo velocidades de até 480 Mb/s, taxa equivalente a cerca
de 60 MB por segundo. O padrão de conexão continua sendo o mesmo da versão anterior. Além
disso, o USB 2.0 é totalmente compatível com dispositivos que funcionam com o USB 1.1. No
entanto, nesses casos, a velocidade da transferência de dados é a deste último.

Isso ocorre porque o USB tenta se comunicar à velocidade de 480 Mb/s. Se não conseguir,
tentará então trabalhar à velocidade de 12 Mb/s. Por 뻪ͫm, se não obtiver êxito, tentará se
comunicar à taxa de 1,5 Mb/s. Quanto à possibilidade de um aparelho USB 2.0 funcionar em
conexões USB 1.1, isso pode acontecer, mas dependendo, essencialmente, do fabricante e do
dispositivo.

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Um aspecto que é interessante destacar em relação ao USB 2.0 é que seu lançamento trouxe
também uma novidade que serviu para tornar a tecnologia ainda mais popular: a partir da versão
2.0, fabricantes puderam adotar o padrão em seus produtos sem a obrigatoriedade de lidar com
royalties, ou seja, sem ter que pagar licenças de uso da tecnologia.

O lançamento do USB 2.0 também trouxe outra vantagem: o padrão FireWire foi padronizado
principalmente para trabalhar com aplicações que envolvem vídeo e áudio, tendo a Apple como
maior apoiador. Assim, é bastante prático conectar uma câmera de vídeo por esse meio. Como a
velocidade do USB 2.0 supera a velocidade das primeiras implementações do FireWire (com
velocidade de até 400 Mb/s), o padrão também se tornou uma opção viável para aplicações de
mídia, o que aumentou seu leque de utilidades.

Os desenvolvedores do padrão FireWire não 뻪ͫcaram parados e lançaram especi뻪ͫcações novas (o


FireWire 800, que trabalha à 800 Mb/s). Além disso, a necessidade de velocidades cada vez
maiores de transmissão de dados ainda é realidade. Por conta disso, o USB continua sendo
revisado. Esse trabalho deu espaço ao USB 3.0 e, mais recentemente, ao USB 3.1.

USB Flash Drive, no Brasil, mais conhecido como "pendrive"

USB 3.0 e USB 3.1

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As especi뻪ͫcações do USB 3.0 (SuperSpeed) foram de뻪ͫnidas no 뻪ͫnal de 2008, no entanto, os


primeiros produtos compatíveis com o novo padrão começaram a chegar aos consumidores no
segundo semestre de 2010.

Em agosto de 2013, as especi뻪ͫcações do USB 3.1 foram 뻪ͫnalizadas. Ambas as versões são
bastante parecidas, mas o USB 3.1 leva vantagem sobre o USB 3.0 por ser até duas vezes mais
rápido.

Eis as principais características do USB 3.0 e do USB 3.1:

- Transmissão bidirecional de dados: na versão 2.0 (e anteriores), o padrão USB permite que os
dados trafeguem do dispositivo A para o B e do dispositivo B para o A, mas cada um em sua vez.
No padrão 3.0, o envio e a recepção de dados entre dois dispositivos pode acontecer ao mesmo
tempo;

- Maior velocidade: a velocidade de transmissão de dados é de até 4,8 Gb/s (gigabits por
segundo), equivalente a cerca de 600 MB por segundo, um valor absurdamente mais alto que os
480 Mb/s do padrão USB 2.0. No USB 3.1, esse limite aumenta para 10 Gb/s;

- Alimentação elétrica mais potente: o padrão USB 3.0 pode oferecer maior quantidade de
energia: 900 miliamperes contra 500 miliamperes do USB 2.0;

- Retrocompatibilidade: conexões USB 3.0 podem suportar dispositivos USB 1.1 e USB 2.0.

Saiba mais sobre USB 3.0 e USB 3.1 nesta matéria publicada aqui (usb30.php) no InfoWester.

Tipos de conectores
A tecnologia USB conta com vários tipos de conectores, sendo o conector A o mais conhecido,
estando presente na maioria esmagadora dos computadores compatíveis com a tecnologia, além
de poder ser encontrado em outros aparelhos, como TVs e home theaters.

Uma vez que o objetivo principal do padrão USB é facilitar a conexão de variados dispositivos ao
computador, geralmente os cabos desses aparelhos são do tipo A em uma ponta e de algum dos
outros tipos na outra, podendo a segunda ponta ter também algum formato proprietário, isto é,

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especí뻪ͫco de um fabricante.

Nas imagens a seguir, os conectores (macho) estão do lado esquerdo, enquanto que seus
respectivos encaixes (conectores fêmea) estão do lado direito:

USB-A
É o tipo mais comum, estando presente na maioria absoluta dos computadores atuais. É também
o tipo mais utilizado para os dispositivos de armazenamento de dados conhecidos como
"pendrives":

USB-B
Tipo que pode ser encontrado em dispositivos de porte maior, como impressoras e scanners:

USB-C

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O padrão mais recente - a 뻪ͫnalização de suas especi뻪ͫcações aconteceu em agosto de 2014. O


USB-C é compacto (tem 8,4 milímetros de largura por 2,6 milímetros de espessura) e reversível,
ou seja, pode ser encaixado de qualquer lado.

O USB-C foi desenvolvido especialmente para trabalhar com conexões USB 3.1, embora possa
funcionar também com as especi뻪ͫcações anteriores da tecnologia.

Saiba mais sobre o USB-C neste texto (http://www.infowester.com/blog/usb-c/).

Mini-USB
Utilizado em dispositivos de porte pequeno por ter tamanho reduzido, como câmeras digitais
compactas e MP3-players. Na verdade, o Mini USB se chama USB Mini-B, já que existe um
formato praticamente inutilizado chamado USB Mini-A. Eis os conectores Mini-USB:

Micro-USB

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USB Micro-A: formato mais novo, menor que o Mini-USB, voltado a dispositivos de espessura
뻪ͫna, muito comum em smartphones e tablets, por exemplo:

USB Micro-B: semelhante ao formato Micro-A, no entanto, seu encaixe é ligeiramente diferente.
Comparado ao Micro-A, o Micro-B é muito mais comum:

Vale frisar que conectores fêmeas Micro-A podem ser chamados de Micro A-B por serem
compatíveis com conectores machos de ambos os tipos.

Tal como informado no início do tópico, há fabricantes que utilizam USB com conectores
proprietários. O cabo abaixo, utilizado em um MP3-player da Sony, é um exemplo:

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Conectores proprietários costumam não ser bem aceitos por terem custo elevado em relação a
padrões de mercado e por serem mais difíceis de encontrar.

HD externo conectado em notebook via USB

Cores dos conectores


Os fabricantes não são, necessariamente, obrigados a seguir este esquema, mas há uma
padronização de cores nos conectores USB para que os usuários possam saber mais facilmente a
velocidade de cada porta.

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Portas USB 1.0 e 1.1 (praticamente já não mais fabricadas) normalmente recebem a cor branca.
Conectores USB 2.0 costumam ser pretos, embora alguns fabricantes também utilizem branco.

Portas USB 3.0 e 3.1, por sua vez, têm cor azul. É possível encontrar ainda portas nas cores
amarela e vermelha que indicam que um dispositivo pode ser recarregado ali mesmo quando o
computador estiver em modo de descanso ou desligado, mas conectado a uma fonte de energia.

Observe que este laptop tem USB 3.0 (azul) e USB 2.0 (preto)

O tridente, símbolo universal do USB


O símbolo das portas USB é, desde a versão 1.0, uma representação inspirada no tridente de
Netuno, um dos deuses da mitologia grega. Você certamente já o viu antes.

Não se sabe ao certo o motivo dessa escolha, mas informações não o뻪ͫciais dão conta de que a
"troca" de cada ponta do tridente por uma forma diferente - círculo, triângulo e quadrado - foi
feita como que para dizer que o USB é um padrão que suporta os mais diversos tipos de
dispositivos.

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O símbolo universal do USB

Finalizando
Com a popularização de tecnologias de comunicação sem 뻪ͫo, como Bluetooth (bluetooth.php) e
Wi-Fi (wi뻪ͫ.php), há quem questione o futuro do USB, uma vez que a tendência é a de que todos
os dispositivos passem a se comunicar sem o uso de cabos.

No entanto, o surgimento de versões mais avançadas do USB, como as especi뻪ͫcações 3.1


(usb30.php) junto com o conector USB-C, sugere que as conexões físicas se complementarão
cada vez às opções sem 뻪ͫo - um tipo não deve substituir o outro nem tão cedo. A tecnologia USB
provavelmente terá muito "tempo de vida", portanto.

Para saber mais sobre USB, visite as páginas que serviram de referência para este artigo:

- www.usb.org/developers/docs/ (http://www.usb.org/developers/docs/);
- en.wikipedia.org/wiki/USB (http://en.wikipedia.org/wiki/USB);
- download.intel.com/technology/usb/UHCI11D.pdf
(http://download.intel.com/technology/usb/UHCI11D.pdf) (em PDF).

Escrito por Emerson Alecrim (https://plus.google.com/116535403859047600057) - Publicado em


20_02_2009 - Atualizado em 15_03_2015

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