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882-01-1 Sistema de Climatização (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-1

SEÇÃO 882-01
Sistema de Climatização

Aplicação nos Modelos: Linha Pesada BT

Índice

Assunto

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO

Recomendações de Segurança

Precauções

O Princípio da Refrigeração

O Ciclo de Refrigeração

Princípio de Funcionamento de Um Sistema de Refrigeração

Identificação de Componentes

Componentes da Caixa Evaporadora

Recomendações Gerais

Sistema Elétrico

Descrição dos Componentes

Compressor

Embreagem Eletromagnética

Condensador

Limpeza do Condensador

Filtro Secador-Acumulador

Pressostato P-04, de Segurança de Baixa e Alta Pressão

Válvula de Expansão

Evaporador

Conjunto Ventilador
882-01-2 Sistema de Climatização (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-2

Termostato

Conectores de Serviço

Acopladores Rápidos
882-01-3 Sistema de Climatização (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-3

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO

Recomendações de Segurança
É muito importante trabalhar em um ambiente limpo para evitar qualquer contato de partículas sujas
com o circuito.

LIMPE cuidadosamente os conectores e depois LUBRIFIQUE-OS ligeiramente com óleo do


compressor antes de fazer as conexões.

EVITE usar ar comprimido para as mangueiras sob pretexto, por exemplo, de limpar as partículas
que poderiam encontrar-se nele: neste caso UTILIZE somente refrigerante.

Somente remover os protetores de tubos em último momento.

CORTE as mangueiras com uma faca, nunca com uma serra.

FECHE cuidadosamente os tubos quando estão armazenados.

O óleo contido no circuito é um óleo frigorífico. Este óleo é misturado com o refrigerante.

Precauções

O equipamento de ar condicionado pode ser um equipamento perigoso. Pode se comparar com uma
caldeira de vapor de alta pressão.

A pressão do refrigerante sempre é superior ao seu ponto normal de ebulição.

Se uma mangueira se rompe, o refrigerante se evapora ou ferve muito rápido.

As forças imediatas da descompressão podem ser muito perigosas.

Um especialista deve trabalhar sempre com precaução, para evitar a fuga descontrolada de
refrigerante.

O refrigerante R-134a não é inflamável, nem tóxico (exceto se entrar em contato com fogo) e não
corrosivo (exceto em contato com água).

Tem que ser muito prudente ao manipular o R-134a.

Pode congelar a pele ou os olhos se entrar em contato direto.

Em contato com uma chama ou com uma temperatura muito alta se decompõe em gás fosgeno, que
é mortal.

Nunca manipule o refrigerante sem usar os óculos de proteção e as luvas.

Nunca esvazie o sistema, afrouxando as conexões.

Um vazamento lento e não perigoso só se pode fazer com uma estação de purga/carga específica
do refrigerante R-134a.

Não esvazie o sistema num lugar onde haja fogo.


882-01-4 Sistema de Climatização (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-4

Quando for necessário afrouxar uma conexão, UTILIZE duas chaves para o aperto, para evitar
deformações que provocam fuga de gás.

Nunca soldar nem limpar o vapor próximo de um sistema carregado eletricamente.

Poderia criar-se uma sobreposição e uma fuga eventual.

Não armazenar o refrigerante R-134a ao sol nem próximo de uma fonte de calor nem em lugar
úmido.

SEMPRE trocar as proteções da garrafa do refrigerante quando não utilizá-la.

Não transportar a garrafa dentro de um veículo.

Em Caso de Contato com R-134a

Em caso de contato do gás R-134a nos olhos, LAVE-OS imediatamente com água fria e PROCURE
um médico.

NOTA: as lesões provocadas pelo líquido refrigerante podem ser tratadas esfriando
progressivamente a região atingida com água fria e aplicando, em ato contínuo, um creme.
PROVIDENCIE um médico imediatamente.

O Princípio da Refrigeração
Não existe procedimento conhecido para produzir frio, somente existe absorção de calor.

O acondicionamento de ar consiste em retirar calorias do ar. A temperatura se mede pela quantidade


de calor em um corpo.

Assim como a água corre sempre de cima para baixo, o calor fluirá sempre de um corpo quente para
um corpo frio.

Para acondicionar o ar ou absorver o calor do ar de uma cabine é preciso colocar o ar quente em


contato com uma superfície fria.

Uma propriedade física dos líquidos determina que à uma determinada pressão corresponde uma
pressão específica para ferver ou evaporar.

No processo de evaporação que se produz a uma temperatura constante, o líquido pode absorver
muito calor (calor latente de vaporização).

Um exemplo mostra que a uma pressão atmosférica normal, a água ferve ou se evapora a 100 ºC.
Uma grande quantidade de calor pode ser absorvida pela água, mas a temperatura não aumentará
(se manterá constante).

Os mesmos princípios se aplicam quando se retira o calor, o vapor passa para o estado líquido ou o
líquido passa a ser sólido.

Em consequência, controlando as pressões em um circuito fechado pode-se, em um ponto do


circuito, obter um líquido de baixa pressão e uma temperatura de ebulição baixa.

Durante a evaporação, o líquido absorverá o calor do seu redor.


882-01-5 Sistema de Climatização (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-5

O Ciclo de Refrigeração

A climatização da cabine se obtém mediante um sistema de ventilação que permite obter, depois de
filtrado, ar aquecido pelas canalizações de água quente do motor nos dias frios.

Quando a tempera ambiente sobe muito e fica desconfortável a condução (no verão), um sistema de
refrigeração de compressor permite reduzir em vários graus a temperatura da cabine.

Em um ar condicionado circula em circuito fechado e baixa pressão, um refrigerante (HFC): o R-


134a.

Em lugares bem determinados este gás se submete a modificações de pressão e de temperatura.

Um compressor, acionado pelo motor mediante uma correia, aspira vapores mantendo uma baixa
pressão na parte anterior do evaporador e comprime o gás refrigerante, direcionando-o para um
refrigerador chamado condensador.

A passagem do ar através do condensador situado em frente ao radiador d’água do motor esfria o


gás refrigerante e o condensa.

O refrigerante convertido em líquido filtra-se.

A umidade e as impurezas são retidas por um filtro que também serve temporariamente como
depósito.

Este filtro se chama “acumulador-secador”.

O refrigerante R-134a líquido submetido a alta pressão se dirige para uma válvula de expansão, que
regula a vazão do fluido, se expande e provoca uma queda importante de temperatura e pressão.

O líquido a baixa pressão começa a ferver e se evapora num trocador de calor chamado evaporador.

O ar quente e úmido da cabine é forçado pelo ventilador a passar pelo evaporador que o esfria
quando em contato com o mesmo, voltando posteriormente para a cabine.

A umidade do ar se condensa no evaporador e é retirada para fora da cabine através das


tubulações.

O ciclo termina quando o gás retorna ao compressor.

Em função da temperatura desejada na cabine, seleciona-se a posição de “PARADA” do


compressor, através de um termostato que atua sobre um relê onde acoplará ou desacoplará a
embreagem eletromagnética no compressor.
882-01-6 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-6

P
Princípio
o de Func
cioname
ento de Um
U Sistem
ma de Refrigeraç
ção

Pontos do
Es
stado do fluido Pressão Te
emperatura
a Obs
servações
circuito

A - Compre
essor Vapor Pa
assa de baixa Passsa de baixa
a Produuz vapor emm
para alta para alta alta prressão e altta
tem
mperatura

Saída do
d Vapor Alta Alta –
ccompressorr até a
entrada do
conden
ns.

B - Conden
nsador V
Vapor + líqu
uido Alta Pa
assa de alta
a Pela ação
a do ar o
para média vaporr vira líquidoo
e exppulsa o calor
para o exterior.
Estta troca é
facillitada pela
pre
esença de
ven
ntiladores

Saída do
d Líquido Alta Média Permitte eliminar a
condensa ador um
midade do
passando pelo circuitto e elimina
ar
filtro secadoor até o nível de carga a
a válvula
a de do
o mesmo
expansã ão

C - Válvula de Líquido + va
L apor Pa
assa de alta
a p/ Passsa de médiia A desc compressão o
expansãão (>20%) baixa p/ baixa do fluido
f gera
umaa queda de
prressão e
tempe eratura quee
se trraduz pela
evapporação de
uma a parte do
líquido (>20%)

Saída da váálvula L
Líquido + va
apor Baixa Baixa –
de expanssão a
entrada do
evaporaçção
882-01-7 Sistema de Climatização (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-7

Pontos do
Estado do fluido Pressão Temperatura Observações
circuito

D - Evaporador Líquido + vapor Baixa Baixa O líquido passa a


vapor através da
absorção de calor
contido no ar,
cria-se frio pela
ventilação

Saída do Vapor Baixa Baixa –


evaporador a
entrada do
compressor
882-01-8 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-8

Identifica
ação de Compon
C entes
882-01-9 Sistema de Climatização (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-9

Item Descrição

1 Compressor e embreagem eletromagnética

2 Gás sob alta pressão: do compressor para o condensador

3 Condensador

4 Líquido de alta pressão: do condensador para o filtro secador-acumulador

5 Filtro secador-acumulador

6 Líquido de alta pressão: do filtro secador acumulador para a válvula de expansão

7 Mangueira de ligação entre a linha (6) e a válvula de expansão

8 Válvula de expansão (TXV)

9 Evaporador

10 Ventilador tipo centrífugo

11 Termostato

12 Mangueira de ligação entre a linha (13) e a válvula de expansão

13 Gás sob baixa pressão: retorno da válvula de expansão ao compressor, concluindo


o ciclo de refrigeração

14 Pressostato de segurança de Alta e Baixa pressão

15 Filtro de renovação de ar da cabine


882-01-10 Sistema de Climatização (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-10

Componentes da Caixa Evaporadora


882-01-11 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-11

R
Recomen
ndações Gerais

CUIDA ADO: antes


s de ligar o sistema de refrigeração, certifiicar-se de q
que as janeelas e
portas se encontram bem fechadas. O inte
p erior da cab s mantido o mais limpo
bine deve ser
p
possível. e por uma razão quallquer, a cabine não pode
Se p ser fec
chada commpletamentte, o
s
sistema de reciclagem
m de ar dev ve ser nece
essariamen nte interrommpido. Se eestas pouc cas
r
recomenda ações não forem
f resp
peitadas se pode conttaminar o evaporador
e r, o que pro
ovocaria a
p
parada do sistema
s de
e refrigeraç
ção com rissco de danificar o com mpressor.

Para obter um
P u funcionaamento corrreto do sisteema, é neceessário con dicamente o estado do
ntrolar period o
fiiltro que se encontra na parte trasseira da cab
bine, o cond
densador, ta
ambém as tturbinas do ventilador e
o evaporado or.

Qualquer im
Q mpureza (sujjeira) provo
oca aumento
o nas press
sões Baixa e Alta reduzzindo assim
ma
e
eficiência do
o resfriamen
nto.

A tensão da
a correia de arraste, assim como seu
s alinham
mento devem
m ser contro
olados.

V
VERIFIQUE
E o estado das
d mangue
eiras de saíd
da de água
a de conden
nsação desd
de o evaporrador.

Qualquer accúmulo de água


Q á no filtrro poderia criar
c uma ca
amada de gelo no evap
porador e im
mpedir toda
c
circulação do refrigeran
nte ou uma diminuição de rendime ento.

Para manterr o conjunto


P o do circuito
o em bom estado, se re ecomenda fazer
f funcio
onar a installação uns
m
minutos por semana pa ara lubrificar todas as juntas, porq
que o óleo contido
c no ccompressor fica
m
misturado co
om o refrige
erante.

S
Sistema Elétrico

No que se re
N efere aos co
ontroles elé étricos, é prreciso certifiicar-se de que el ou o monocontato
q o fusíve
(pressostato
o) colocado no filtro seccador se en ncontra em bom estado o.

Um fusível fora
U f de servviço é porqu
ue sofreu um
m superaqu
uecimento e estará dessalinhado, is
sto é, fora
d uso, não permitirá a alimentaçã
de ão do comp pressor.

Para controllar o engate


P e da embrea agem eletro
omagnética, colocar o interruptor d
do ventilado
or em
v
velocidade a ou baixa e depois colocar o botão de refrrigeração na posição d
alta de frio máximo,
d
devendo asssim se escuutar um “clicc”.

Depois de uns minutos de funcionamento, de


D eve observa
ar-se os eng
gates e dese a
engates sucessivos da
e
embreagem eletromagn
nética.

O cabos de
Os e conexão devem
d esta
ar em bom estado.
e

NOTA: para
N a acionar o compress
sor após umm período inativo, pro
oceda da s
seguinte maneira para
a
u
uma boa lubrificação das primeiras rotaçõ
ões do com
mpressor.

1. LIGUE o interruptorr da embrea


agem eletro
omagnética.

2 FAÇA o motor funciionar algunss segundoss.


2.

3 DESCON
3. NECTE a parada elétriica e DEIXE
E o motor fu
uncionar em
m marcha le
enta durante
e alguns
minutos.
882-01-12 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-12

4 CONTRO
4. OLE visualm mente a qua antidade de
e refrigerantte (ausência
a de bolhass) e sua corr, através do
o
visor no topo do filtrro secador, fazendo funcionar o motor
m em reg
gime máximmo (com a ventilação
v e
o termosstato em frioo máximo).

NOT TA: no arraanque e naa parada, se empre há uma


u
pressença norm mal de bolhhas. Se no indicador (VEJA
ura ao lado), aparecerr uma coloração marrrom ou
figu
azulada, ESVA AZIE o siste
ema, TROQ QUE o óleoo de
lubrrificação no
o compres ssor, no filttro secadorr e se for
neccessário troocar a válvula de expa ansão, nes
sta ordem.

D
Descrição dos Co
omponen
ntes
Com
mpressor (1)
O co
ompressor, sua embreeagem e a p
polia formam
m um
conjjunto desmo
ontável.
Estee conjunto comprime
c o gás refrige
erante de ba
aixa
presssão passando-a a altaa pressão e proporcion na a
circu
ulação do re
efrigerante no sistema a.
Marrca/Tipo: ............................................. Sanden
n / SD-7H15
5
Núm
mero de cilin
ndros: ........................................................... 7
Cap e óleo lubrifiicante............................... 190 cm3
pacidade de
Lubrificante rec
comendado o Sintético - ISO 32, PA
AG
(polialquilenogllicol), SP10 ou equivalente.
Defllexão da co
orreia............................................. 12 a 15 mm
m
Torq
que de aperto dos para
afusos trase
eiros
(1a)), de fecham
mento do co
ompressor........................... 34 N.m
m
Torqque de aperto do bujão o de enchim mento
(1b)).............................................................................. 20 N.m
m
Pesso............................................................................... 6,9 kg
882-01-13 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-13

Embreagem Eletromag
gnética (1c)
Suaa função é permitir
p o accoplamento e o desacooplamento
do compressor
c r em função o da temperratura do ev
vaporador
(reg
gulagem do termostato).
O accoplamento
o inclui princcipalmente os seguinte
es
commponentes: a bobina de e indução eestacionária (campo de
e
indu
ução permanente) e o rotor.
r
A bo
obina de ind
dução vai montada
m dire
etamente no
com
mpressor.
A co
orrente transmitida atra
avés de um interruptorr de controle
e
de temperaturaa cria um caampo magnético e o disco do roto or
é atraído magnneticamente e contra a polia: o compressor
entã
ão gira.
Qua
ando houver interrupçãão de corren
nte, o rotor se
desmagnetiza e o acoplammento mecâ ânico se inteerrompe,
meddiante a açã
ão de molass.
A po
olia vai mon
ntada na exxtremidade ccônica do eixo.
e
Tensão de alim
mentação.................................................. 12 V
Intensidade de corrente......................................... 3,6 a 4,2 A
gulagem da folga.......................................... 0,4 a 0,8 mm
Reg m
Torq
que de aperto da porca
a da embreagem (1d) ....... 18 N.m
m

E caso de
Em e troca de peças
p que impliquem
m na abertu
ura do circu
uito de refrrigerante

Para remove
P er ou trocarr o evaporad
dor, o filtro secador, o compresso
or ou a válvu
ula de expa
ansão, é
p
preciso esva uito tomando as precau
aziar o circu o 12A01, asssim como a ordem
uções citadas na seção
d operaçõ
das ões.

Con
ndensador (2)
O coondensador recebe o gásg refrigerrante a alta pressão e
alta temperaturra que vem do compre essor e trans
sforma-o
paraa o estado líquido pré-rresfriado emm alta press
são.
É prrojetado para resistir às variaçõess de temperratura do
refrigerante líqu
uido, gasosso e ar frio e
externo. O resfriamento
r o
do refrigerante
r transformaa o gás em llíquido.
Este e esfriamen
nto se obtém
m fazendo p passar uma corrente de
e
ar frresco produ
uzido pelo ventilador
v do
o motor.
As temperatura
t as do refrige
erante no co
ondensador variam dee
a pressões entre 10,5 a 21,0 kgf/c
49 a 77 ºC para cm² (150 a
300 psi).
882-01-14 Sistema de Climatização (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-14

Limpeza do Condensador
Em função do sistema de tela rotativa autolimpante,
normalmente o condensador não chega a saturar com pó.
Porém, se em certas condições isso ocorrer, ABRA a grade
frontal do radiador.
LIMPE o condensador usando ar comprimido (pressão
máxima = 7 bar) no sentido oposto ao fluxo normal do ar.
CUIDE para não danificar as aletas, sob pena de prejudicar
o rendimento do condensador.

Filtro Secador-Acumulador (3)


O filtro secador (3) recebe o líquido refrigerante do
condensador (2) retém a umidade e as impurezas que
fluem através do sistema.
Além de filtrar e secar, serve para armazenar
temporariamente o refrigerante, conforme a demanda da
válvula de expansão (5).
Pode-se monitorar a circulação do refrigerante no circuito
mediante o visor (3a).

Em caso de montagem ou de troca do filtro:


– CONFIRME a correta conexão das mangueiras do lado
IN (de entrada) para o condensador.
– REMOVA as proteções dos conectores no último
momento, para evitar que penetre umidade.
– Todas as juntas devem ser substituídas após a
desmontagem. São juntas especiais de nitrilo
hidrogenado (HNBR).
882-01-15 Sistema d
de Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-15

Pre
essostato P-04, de Segurança
S a de Baixa
a e Alta
Pre
essão (4)
Locaalizado no topo
t do filtro
o secador-a
acumuladorr (3), o
presssostato combinado de e Baixa e Alta pressão tem por
obje
etivo proteger o compre essor.
O prressostato é instalado na linha de
e alta pressã
ão do
com
mpressor, seendo eletricamente ligaado em série com a
embbreagem ele etromagnética deste.
Dessta forma, protege-se o circuito co
ontrapressão
o excessiva
a,
que normalmen nte é causa
ada por obsttruções no
conddensador.
Já a proteção contra
c presssão baixa o
ocorre em ca
aso de
perd
da de fluido
o refrigerante.
Em ambos os casos
c (Baixxa ou Alta pressão), a proteção
p se
e
dá via
v desligam mento da emmbreagem e eletromagnéética e
porttanto, do co
ompressor.
As pressões
p de
e ajuste (ca
alibragem) d
do pressosta
ato são:
Protteção conttra pressão
o baixa:
– Corte:
C 1.8 - 2.2 kgf/cm²² (25.56 - 31.28 psi)
– Reentrada:
R 1.8 - 2.4 kg
gf/cm² (25.5
56 - 34.13 psi)
p
Protteção conttra pressão
o alta:
– Corte:
C 25 - 29 kgf/cm² (355 - 412)) psi)
– Diferencial:
D gf/cm² (56.9
4.0 - 8.0 kg 9 - 113.8 ps
si)
882-01-16 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-16

Válv
vula de ex
xpansão (5
5)
– E
Entradas (12 e 14) e saídas (13 e 15): ver leg
genda do
i
item 4.1
5a - Sensor de temperaturra
5b - Câmara de
e diafragma
a (bulbo)
5c - Agulha
5d - Válvula-es
sfera e mola
a
Situada na entrrada do eva
aporador (6), a válvula controla a
quantidade de refrigerante
e que flui pa
ara o evapo
orador,
flutu e a posição aberta e fecchada pela válvula-
uando entre
esfeera (5d).
Reggulariza auto
omaticamen nte o fluxo d
de refrigera
ante em
funçção da quanntidade de calor
c no evaaporador, além
a de
asseegurar a co
ompleta vapporização do o refrigerante.
A baaixa pressão criada naa válvula de expansão torna
posssível a vapoorização do
o líquido refrrigerante na
a passagem
m
pelaas serpentinnas do evap
porador, abssorvendo o calor do
interrior da cabine.

A
Ação de Co
ontrole

A válvula pre
ecisa respo
onder rapida
amente fren
nte as variaç
ções de carrga e calor.

R
Reage em fu
unção da te
emperatura no seu elem sível e da prressão do lííquido.
mento sens

Para evitar a pressão e os efeitos de uma que


P eda de pres aporador, a válvula esttá equipada
ssão no eva a
c
com um sisttema de commpensação o com bulbo e conta a temperaturra do gás do
o, que leva em o
e
evaporador.

E
Este bulbo também esttá conectado no diafrag
gma da válv
vula.

• Ocorrend do um aumento de calor na cabine, a válvula


a irá se movver no sentido de aume
entar o fluxo
o
de refrige
erante.

• Uma queeda de tempperatura ou


u aumento de
d fluxo na saída
s do coompressor eem função de d um
aumento
o de rotação
o do motor, causa o mo
ovimento daa válvula no
o sentido de
e restringir o fluxo de
R134a ru
umo ao evaaporador.
882-01-17 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-17

Há uma proporcionalida
H ade entre o fluxo de enntrada na gaaleria (12) e a galeria d
de saída su
uperior (15),
d seguinte forma: o se
da ensor de temmperatura (5a)
( e a câm
mara de dia afragma (5b) preenchid da com uma a
p
pequena porção de refrrigerante, monitora
m a te
emperatura a do refrigerrante R134a a na saída do
d
e
evaporador, ou seja, junto a galeria de retorno (14).

Controla-se assim a vá
C álvula de esffera (5d) na
a galeria de entrada (12 nseqüência o fluxo de
2) e em con
re
efrigerante..

Quando a vá
Q álvula de exxpansão esstá operandoo corretame
ente, a serp evaporador apresenta
pentina do e
u leve con
um ngelamento na superfíccie junto à entrada.
e

A válvula de
e expansão não possuii ajustes e precisa
p ser substituída de forma ccompleta em
m caso de
m funcion
mau namento.

Em caso de troca da válv


vula
• Sempre lub
S brificar ligeirramente os conectores
s (roscas)
u
utilizando óleo para reffrigerante.
• VERIFIQUE
V E o funciona
amento corrreto da agu
ulha antes
d montage
da RIZE o líquido
em. Para issso, PULVER
r
refrigerante
e no bulbo e VERIFIQUUE o desloccamento da
a
agulha.
• C
CERTIFIQU
UE-SE de que a válvula
a está bem conectada.
• M
Manipular os
o tubos cap
pilares com
m cuidado.
• LIMPE e se
L eque bem os tubos e galerias de entrada
e e
s
saída da vá
álvula.
RETIRE as proteções de fábrica ssomente no
R o instante
e que for conectar a válvula.
em
• APLIQUE is
A solante térm
mico aproprriado em tod
da a válvula
a
c
conforme mostrado
m abbaixo.

E
Evaporado
or (6)

Situado na frente
S f do ve e, a função do evapora
entilador (8)) sobre o tetto da cabine ador é esfria
ar e
d
desumedece er o ar no in
nterior da caabine.

O líquido reffrigerante à baixa presssão e baixa


a temperatu
ura depois de
d passar pela válvula de
e
expansão (5
5) ferve e co
omeça a evvaporar-se imediatamente no evap porador.

E
Este processo permite a absorção
o de calor co
ontido no arr aspirado da
d cabine.
882-01-18 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-18

C
Conjunto V
Ventilador
r (8)

Um motor de magnetizaçã
m ão permane ente ativa du
uas
turb
binas, cada uma proteg
gida por uma caixa difu
usora de ar.
onjunto vai montado num suporte
O co e isolado.
Um sistema de e resistência
a conectado
o ao interrup
ptor central
perm
mite três velocidades de
d rotação d
do motor.

T
Termostat o (7)

O te
ermostato ativa o coma
ando do com
mpressor attravés de
sua embreagem m eletromag
gnética.
Tratta-se de um m termostato o de capilarr (7a) que co
ontrola um
interrruptor elétrrico (7b). A escolha dee uma tempe eratura pré--
deteerminada na a cabine é possível,
p grraças à sonda reguláve el
destte interruptoor, através do
d botão (7 7c).
O caapilar (7a) mede
m a tem
mperatura no
o evaporado
or e ativa o
funccionamento do interrup
ptor (7b).
882-01-19 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-19

Para
a trocar o termostato
t o
• M
Manipular o capilar (7a
a) com cuidado.
• O capilar (7
7a) deve serr inserido no ponto cen
ntral sobre o
evap
porador (6) conforme mostrado
m ao
o lado.

C
Conectore
es de Serv
viço (16)

As conexões
c de serviço, que
q se enco ontram nos tubos de
presssão Alta e Baixa na paarte traseira
a do compreessor, são
do tipo “machoo”, de acopla
amento rápido.

ngueiras de
Man e pressão Baixa e Altta
As mangueiras
m s dos circuitos de presssão de Alta e Baixa são
o
de nitrilo
n com alma
a de Nylon.
RESSPEITE os raios de curvatura dass mangueira
as para
evita
ar a deterio
oração da su
ua alma de Nylon.

A
Acoplador
res Rápido
os (20)

Os acopladores
a s rápidos siituados noss circuitos de alta e
baixxa pressão, na parte dianteira esqquerda da ca abine,
permmitem separar o trator entre o motor e a caixa de câmbio
ou retirar
r a cab
bina sem essvaziar o cirrcuito de clim
matização.
NOTTA: durante esta operação, fechhar (vedar) os
aco
opladores com
c tampõões adequa ados.
882-01-20 Sistema de
d Climatiza
ação (Linha Pesada BT, 07/2010) 882-01-2
20

ATENÇÇÃO: não solte


s conex xões quais
squer do ciircuito refrigerante qu
ue não seja
am
acoplamenttos especia
a ais (1), dottados de vá
álvulas de retenção que
q evitam a fuga de gás e a
e
entrada de impurezas
s e umidade e no sistem
ma.
O contato com
c o refrig
gerante po
oderá causa ar ulceraçõ
ões severa
as na pele e sérios da
anos aos
o
olhos devid
do a baixa temperatur
t ra do gás.
N caso de
No e vazamento do refrigerante, US
SE óculos de
d seguran
nça e luvas de proteçã
ão.
O refrigeran
nte R-134a não é infla
amável, contudo, em contato co
om o fogo libera um gás
g tóxico..
Não coloqu
N ue peça nemm objeto algum na fre
ente do condensadorr ou radiad
dor, isto é, entre
e a
g
grade frontal e o cond
densador, pois
p pode danificar o mesmo.