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EXERCÍCIOS DE OBTENÇÃO DE ENERGIA – 1

1.1. A-fermentação láctica; B-fermentação alcoólica; C-respiração aeróbia


1.1.1. Resposta baseada nos produtos iniciais e finais. Em A e B estão representados 2 tipos de fermentação,
uma vez que, em ambos, ocorre a redução do ácido pirúvico pelo NADH proveniente da glicólise e saldo
energético de 2 ATP; os produtos finais são diferentes nas 2 vias metabólicas: em A o produto final é o
ácido láctico (fermentação láctica), enquanto que em B são o álcool etílico (etanol) e CO2 (fermentação
alcoólica). O processo C implica a presença de O2, sendo total a oxidação da glicose, com formação de
H2O e CO2; o saldo energético são 36 ATP (respiração celular ou aeróbia).

1.2. Glicólise.

1.3.1. C

1.3.2. C

1.4. A fermentação, em termos energéticos, é pouco rentável pra a célula: a glicose não sofre oxidação total e ,
sendo os produtos finais moléculas orgânicas ainda com bastante energia química potencial, a produção de
energia é reduzida: 2 ATP são o saldo energético da oxidação parcial de 1 molécula de glicose.

2. A-2 B-3 C-2 D-3 E-1 F-3

3.1. A-glicólise B-formação de acetil CoA C-ciclo de Krebs

3.2. A, D

3.3.B é verdadeira.

3.4. A-é o O2. C-é a cadeia respiratória / fosforilação oxidativa D-ocorre em bactérias, protista,
fungi, animais e plantas.

4.1.1. X-fermentação Y-respiração aeróbia

4.1.2. Mitocôndria

4.2. X-2 ATP Y-36 ou 38 ATP

4.3. 1-B 2-A 3-C 4-B 5-C 6-B 7-D 8-D 9-A 10-B

4.4. C

4.5. B

5.1. Fermentação láctica

5.2. Défice de O2.

5.3. Desequilíbrio salino/iónico; o cansaço é provocado pela fermentação láctica e baixa produção de ATP.

6.1. O exercício físico intenso leva a um aumento do consumo de energia (ATP), que se traduz por uma maior
taxa de respiração aeróbia para a produzir, pelo que ocorre um consumo de oxigénio muito elevado. Como
a ventilação pulmonar e a circulação sanguínea não são capazes de assegurar a oxigenação das células a
partir desse momento, continuando a ser necessária energia, as células musculares vão produzi-la num meio
desprovido de oxigénio, passando também a realizar fermentação láctica, o que leva ao aumento desse
ácido nas células musculares e, posteriormente, na corrente sanguínea e no fígado. Como, neste órgão, as
enzimas responsáveis pela conversão de ácido láctico se encontram inibidas pelo trematol, a concentração
deste ácido aumenta, acentuando os sintomas de envenenamento.

6.2. Como se verifica uma acumulação de lactato, este provoca uma diminuição no valor do pH sanguíneo.
EXERCÍCIOS DE OBTENÇÃO DE ENERGIA – 2

1. A
2. C

3.1. D 3.2. C

4.1. C 4.2. D 4.3. verdadeiras – A, C e D

4.4. A – IV B–I C – III D – II E – II F - II

4.5. A investigação científica é orientada por motivações de índole social. Assim, o investimento é feito no
sentido de dar resposta às necessidades da população nacional ou mundial. No caso em análise, investigou-se
um modo de maximizar a produção pecuária através da produção de proteínas em seres unicelulares. No
entanto, a existência de fortes carências alimentares numa grande parte da população mundial leva a que a
investigação progrida no sentido de procurar solucionar a problemática da fome, sendo que a nutrição é uma
necessidade básica e o seu acesso um direito de qualquer ser humano. As questões técnicas necessitam ser
superadas e, nessa perspetiva, a partilha de estudos, que vão sendo realizados pelos diversos núcleos de
investigação, é fundamental para a resolução das problemáticas universais. Daí a relevância das conferências
internacionais, onde os percursos investigativos podem ser divulgados.

5.1. C 5.2. D 5.3. verdadeiras – C, D e E 5.4. A-I, B-I, C-IV, D-I, E-I, F-III, G-III

5.5. A possibilidade de um dado organismo realizar mais de uma via catabólica energética confere-lhe vantagem
adaptativa e uma maior capacidade de sobrevivência. Isto porque, deste modo, não vê restringida a sua
produção de energia a condições, exclusivamente, aeróbia ou anaeróbia. Esta análise é válida, sobretudo, para
organismos com uma organização celular reduzida. A respiração aeróbia representa um salto evolutivo, na
medida em que permite aproveitar ao máximo a energia contida na glicose, concedendo aos organismos maior
autonomia energética. A atmosfera rica em oxigénio veio impulsionar a evolução dos organismos que
desenvolveram este processo como via catabólica preferencial. O facto de esta via ser altamente energética
propiciou o surgimento de organismos pluricelulares e de maiores dimensões, com elevado grau de
diferenciação celular e capazes de mobilizar o ATP em todos os subsistemas de órgãos.

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