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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO...................................................................................................................2
2. OBJETIVO..........................................................................................................................3
3. METODOLOGIA................................................................................................................3
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES....................................................................................6
5. CONCLUSÃO..................................................................................................................21
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..............................................................................22
ANEXO 1..................................................................................................................................23

1
1. INTRODUÇÃO

Quando um corpo é aquecido por um fluido mais quente que o rodeia, primeiro o calor
é transferido por convecção para o corpo e, posteriormente, conduzido para dentro do
corpo.

A transferência de calor por convecção corresponde ao modo de transferência que


ocorre entre uma superfície e um fluido em movimento, quando estiverem em
temperaturas diferentes. A convecção é uma forma de transferência de energia que
combina os efeitos da condução com a movimentação da mistura.

Já a condução consiste em uma forma de transferência de energia das moléculas


mais energéticas de uma substância para as moléculas menos energéticas, como
resultado do contato direto entre as moléculas.

(a)

Movimentação do meio
Transferência de calor

(b)

Figura 1 – Mecanismos de transferência de calor. (a) Condução. (b) Convecção.

FONTE: <http://pt.scribd.com/doc/53091621/Apostila-FT-1-2008, acesso em 21 de Novembro de 2014>

Considerando-se que Bi, número de Biot, é a razão entre a resistência interna


do corpo à condução de calor e sua resistência externa à convecção de calor tem- se
que um número pequeno de Biot representa pequena resistência à condução de calor

2
e conseqüente existência de pequenos gradientes de temperatura no interior do corpo,
ou seja, admiti-se que a resistência térmica do corpo à condução de calor seja
desprezível e que, então, a temperatura de tais corpos possa ser tomada apenas
como função do tempo, T(t). Esses corpos se comportam como “aglomerados” cuja
temperatura interior permanece uniforme o tempo todo durante o processo de
transferência de calor.

Isto é, em corpos que se comportam como sistemas aglomerados, pode-se


considerar que o calor é transferido apenas pelo mecanismo de convecção. Tal
aproximação é válida apenas para sistemas com Bi menor ou igual a 0,1.

A consideração de corpos como sistemas aglomerados, cuja temperatura é


função apenas do tempo, proporciona grande simplificação de cálculos e conseqüente
facilitação na resolução de problemas que envolvem transferência de calor.

2. OBJETIVO

O objetivo dessa prática é determinar experimentalmente o coeficiente convectivo


(h) e o perfil de temperatura em corpos submersos em regime transiente e,
posteriormente, compará-los com aqueles previstos pelas equações desenvolvidas na
disciplina teórica de fenômenos de transporte 2.

3. METODOLOGIA

Para realização do experimento foi utilizado um corpo de metal e um sistema


constituído de um tanque, preenchido com água, provido de um impelidor do tipo
turbina de pás planas. A temperatura da água contida no tanque foi ajustada para
manter-se em torno de 60°C.
O procedimento iniciou-se pela anotação da temperatura da água presente no
tanque, que foi visualizada a partir de um termômetro digital acoplado ao tanque e pela
medição das dimensões do tanque (diâmetro interno e altura), da pá do impelidor
(largura) e da rotação promovida pelo impelidor. Após, estas medições o corpo foi
acoplado a um termopar e colocado dentro do tanque. E, então, foi realizada a
medição da temperatura até que essa se igualasse ou ficasse bastante próxima da
temperatura mostrada no termômetro acoplado ao tanque. O termopar utilizado foi
conectado ao computador para que ficasse registrada em uma tabela a variação da
temperatura do corpo com o tempo.

3
Com os valores de temperatura e tempo desta tabela foi possível obter o perfil de
temperatura experimental do corpo estudado submerso no tanque.

Para a obtenção do perfil teórico de temperatura determinou-se, primeiramente, o


hteórico, coeficiente convectivo de transferência de calor teórico. Esse foi calculado a
partir da equação 1, que corresponde ao número de Nusselt. O Nu é dependente do
Re agitador, que foi obtido a partir a partir da equação 2.

1/3
hd c μ μ m
Nutan que = i =a(Reagitador )b p
k k ( )( ) μp
(1)

L 2 Nρ (2)
Reagitador =
μ
Nas quais,
k = condutividade térmica do fluido dentro do tanque (W/m.K)
di = diâmetro interno do tanque (m)
L = largura do impelidor (m)
N = rotação do impelidor (rps)
ρ = densidade do fluido dentro do tanque (kg/m3)
μ = viscosidade do fluido dentro do tanque na temperatura de filme (Pa.s)
μ p = viscosidade do fluido dentro do tanque na temperatura de parede (Pa.s)
cp = calor específico do fluido dentro do tanque (J/kg.K)
a, b e m = constantes dependentes do tipo de impelidor

As propriedades físicas da água, k, ρ, μ e c p, utilizadas nas equações 1 e 2 são


referentes a temperatura de filme, Tf. Essa é dada pela equação 3, que consiste na
média aritmética entre a temperatura do meio, T∞ e a temperatura do corpo, T, ou seja:

Tf = (T∞ + T) /2 (3)

Como houve variação da temperatura do corpo ao longo do tempo, foi necessário,


antes de calcular a temperatura de filme, fazer a média aritmética de todas as
temperaturas do corpo determinadas ao longo do tempo durante o experimento, para
então substituir este valor na incógnita T da equação 3.
Posteriormente, substitui-se o h teórico obtido e as características do corpo em análise
(As, Vs, ρs e cps, que são conhecidas) na equação 4, que descreve o perfil de
temperatura de um corpo submerso em um meio infinito, com resistência térmica
interna desprezível.

4
T −T ∞ hAs
T i −T ∞
=exp −
(
ρs V s c ps
t
)
(4)

Sendo,
T a temperatura do corpo em qualquer tempo t (°C)
T a temperatura do meio (°C)
Ti a temperatura inicial do corpo (°C)
h o coeficiente convectivo de transferência de calor (W/m2°C)
Vs o volume do corpo (m3)
As a área externa do corpo (m2)
ρs a densidade do corpo (kg/m3)
Cps o calor específico do corpo (J/kg.°C)

Obteve-se, desta forma, o perfil de T teórico em função do tempo.

Para efeito de comparação foi calculado também o coeficiente convectivo


experimental (h experimental) através da linearização da equação 4.

(5)

−h . As
Sendo o coeficiente angular obtido a partir da equação da reta referente
ρs .Vs . Cps

T ( t )−T ∞
ao gráfico ln
( T i−T ∞ )x t.

Uma vez que a área externa do corpo (As), a densidade do corpo (ρs), o volume
do corpo (Vs) e o calor específico do corpo (Cps) são valores conhecidos, foi possível
determinar o h experimental.
Substitui-se, então, o valor do h experimental na equação 6 a fim de obter o número

de Biot, que é critério para utilização da equação 4. Bi 0,1 valida a utilização da


análise concentrada no tratamento dos dados.
h .(V s / A s ) (6)
Bi=
ks

5
Sendo,
h o coeficiente convectivo de transferência de calor (W/m2.°C)
ks a condutividade térmica do sólido na temperatura de filme.
Vs o volume do corpo (m3)
As a área externa do corpo (m2)

A tabela 1 apresenta as equações utilizadas para cálculo da área superficial e


volume dos corpos em estudo.

Tabela 1 – Equações utilizadas para cálculo da área superficial e volume dos corpos
em estudo.
Equações
Corpo
ÁREA VOLUME
Cilindro (π.D².L)/4 π.D.L
Esfera (π.D³)/6 π.D²
Placa L.H.C 2.L.C+2.L.H+2.H.C

Obtendo os valores experimentais, foi possível realizar uma comparação com


os valores teóricos através do erro percentual, dado pela equação 7.

( Valor experimental−Valor
Erro ( % ) =
Valor real
real
) .100
(7)

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

4.1 RESULTADOS

Realizou-se a análise dos dados obtidos para cada um dos corpos: cilindro de
cobre, cilindro de alumínio, esfera de alumínio, esfera de cobre e placa de alumínio
(1,2 e 3).

Os corpos foram submetidos à convecção forçada e, nesse caso, o fluido foi


movimentado por agitação.

6
Os dados referentes às características do impelidor e do tanque são comuns
para todos os tipos de corpos e encontram-se apresentados nas tabelas 2 e 3.

Tabela 2 – Características do tanque agitador.

Diâmetro do tanque di (m) 0,298


Largura do impelidor L (m) 0,0631
Rotação do impelidor N (rpm) 300

Tabela 3 – Constantes referentes ao tipo de impelidor (Turbina de pás planas).

Tip
o Turbina de pás planas
a 0,53
b 2/3
m 0,24

4.1.1. CILINDRO DE COBRE

Os dados de temperatura, T, em função do tempo, t, obtidos durante a


realização do experimento encontram-se na Tabela 1 do Anexo 1.

As propriedades físicas do fluido, neste caso a água, utilizado no tratamento


dos dados encontram-se na Tabela 4. Essas propriedades foram obtidas através de
interpolação, quando necessária, e correspondem àquelas referentes à temperatura
do meio, T∞, e a temperatura de filme, T f. Obteve-se a T∞ observando-se o termômetro
digital e a Tf foi obtida através da equação 3, que depende da T ∞ e da média aritmética
das temperaturas medidas durante a prática, Ṫ.

Tabela 4 – Propriedades físicas da água (Çengel,Y.,A.,Ghajar,A.,J., 4˚ Edição, Tabela


A-9: Propriedades da água saturada, 878 p).

Temperatura do Meio T∞ 60,4


Temperatura de Filme, (°C) Tf 57,1
Viscosidade na T∞, (kg/m.s) μ 0,000467
Viscosidade na Tf, (kg/m.s) μp 0,000488
Massa Específica Tf, (kg/m³) ρ 984,4
Cond. Térmica na Tf, (W/m. K) k 0,6511
Calor Específico na Tf, (J/kg.K) cp 4183,84

7
Utilizando-se os dados do sistema de agitação apresentados na Tabela 2 e das
propriedades do fluido calculou-se o número de Reynolds do agitador, Re, através da
equação 2. O número adimensional de Reynolds obtido foi de 41964,63.

Posteriormente, utilizou-se o Re agitador, os dados contidos na Tabela 3 e as


propriedades físicas cp, μ, μp e k para obter o número de Nusselt, Nu, que foi de
2006,338. E, então, a partir da equação 1 obteve-se o valor do coeficiente convectivo
teórico, h Teórico, que foi de 4383,64 W/m²k.

A tabela 5 apresenta as propriedades termodinâmicas do material que constitui


o corpo, cobre, e as dimensões do mesmo.

Tabela 5 – Propriedades do cilindro de cobre (Çengel,Y.,A.,Ghajar,A.,J., 4˚ Edição,


Tabela A-3: Propriedades dos metais sólidos, 868 p).

Diâmetro, (m) Dc 0,051


Comprimento, (m) Lc 0,152
Volume, (m³) Vs 0,0003
Área Superficial, (m²) As 0,0244
Massa Específica, (kg/m³) ρs 8933
Calor Específico, (J/kg.K) cps 385
Condutividade Térmica,
(W/m.K) ks 401
T Média do corpo, (°C) Ṫ 54,2

De posse do h Teórico e utilizando-se a equação 4 determinou-se o perfil teórico


de temperatura do cilindro de cobre submerso em um meio infinito. Os valores de
TTeórico obtidos em função do tempo t encontram-se na Tabela 1 do Anexo 1.

Utilizou-se os valores de TExperimental e TTeórico em função do tempo t para obtenção


da Figura 2.

8
Cilindro de Cobre
60

50
Temperatura (°C)

40

30 Texperimental
Teórico
20

10

0
0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00
Tempo (s)

Figura 2 – Temperatura experimental e teórica em função do tempo: Cilindro de cobre

Em seguida plotou-se um gráfico referente à forma linearizada da equação 4.


Na determinação dos coeficientes linear e angular foi considerada apenas a porção

T −T ∞
linear da curva (utilizou-se o intervalo de tempo de 0 a 62 s). Os valores de ln
Ti−T ∞
referentes a cada valor de t encontram-se na Tabela 1 do Anexo 1.

T ( t )−T ∞ −h . As
ln ( T i−T ∞
= )
ρs .Vs . Cps
.t

Y x

−h . As
Sendo, então, igual ao coeficiente angular da equação, a.
ρs .Vs . Cps

9
LN (Temperatura) x Tempo
0
0:00:00f(x) = 0:00:08
− 2603.54 x +0:00:17
0.02 0:00:25 0:00:34 0:00:43 0:00:51 0:01:00 0:01:09
-0.2 R² = 1
-0.4
Ln(T-Tinf)/(Ti-Tinf)

-0.6
-0.8
-1
-1.2
-1.4
-1.6
-1.8
-2
Tempo (s)

Figura 3 – Curva para determinação do hexperimental.

A partir da equação da reta obtida, y=−2603.5 x +0,0247 obteve-se o valor de


a e consequentemente o valor de h experimental.

4.1.2. CILINDRO DE ALUMÍNIO

Os dados de temperatura, T, em função do tempo, t, obtidos durante a


realização do experimento encontram-se na Tabela 2 do Anexo 1.

As propriedades físicas do fluido, água, utilizado no tratamento dos dados


encontram-se na Tabela 6.

Tabela 6 – Propriedades físicas da água (Çengel,Y.,A.,Ghajar,A.,J., 4˚ Edição, Tabela


A-9: Propriedades da água saturada, 878 p).

Temperatura do Meio T∞ 59,9


Temperatura de Filme, (°C) Tf 56,3
Viscosidade na T∞, (kg/m.s) μ 0,000467
Viscosidade na Tf, (kg/m.s) μp 0,000494
Massa Específica Tf, (kg/m³) ρ 984,7
Cond. Térmica na Tf, (W/m. K) k 0,6503
Calor Específico na Tf, (J/kg.K) cp 4183,52

Utilizando-se o número de Reynolds do agitador, Re, o número de Nusselt, Nu


eoh Teórico , já calculados foram determinadas as propriedades do cilindro de alumínio.

10
A tabela 7 apresenta as propriedades termodinâmicas do material que constitui o
corpo, alumínio, e as dimensões do mesmo.

Tabela 7 – Propriedades do cilindro de alumínio (Çengel,Y.,A.,Ghajar,A.,J., 4˚ Edição,


Tabela A-3: Propriedades dos metais sólidos, 868 p).

Diâmetro, (m) Dc 0,0508


Comprimento, (m) Lc 0,151
Volume, (m³) Vs 0,0003
Área Superficial, (m²) As 0,0241
Massa Específica, (kg/m³) ρs 2702
Calor Específico, (J/kg.K) cps 903
Condutividade Térmica,
ks 237
(W/m.K)
T Média do corpo, (°C) Ṫ 52,6

De posse do h Teórico e utilizando-se a equação 4 determinou-se o perfil teórico


de temperatura do cilindro de alumínio submerso em um meio infinito. Os valores de
TTeórico obtidos em função do tempo t encontram-se na Tabela 2 do Anexo 1.

Utilizou-se os valores de TExperimental e TTeórico em função do tempo t para obtenção da


Figura 4.

Cilindro de Alumínio
60

50
Temperatura (°C)

40

30 Texperimental
Teórico
20

10

0
0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00
Tempo (s)

Figura 4 – Temperatura experimental e teórica em função do tempo: Cilindro de


Alumínio.

Plotou-se um gráfico referente à forma linearizada da equação 4. Na


determinação dos coeficientes linear e angular foi considerada a porção linear da

11
curva. Como explicitado anteriormente, o coeficiente angular da equação, a,

−h . As
corresponde a .
ρs .Vs . Cps

LN (Temperatura) x Tempo
0
0:00:00f(x) = −0:00:08
2603.54 x +0:00:17
0.02 0:00:25 0:00:34 0:00:43 0:00:51 0:01:00 0:01:09
-0.2 R² = 1
-0.4
Ln(T-Tinf)/(Ti-Tinf)

-0.6
-0.8
-1
-1.2
-1.4
-1.6
-1.8
-2
Tempo (s)

Figura 5 – Curva para determinação do hexperimental.

A partir da equação da reta obtida, Y =−3796,3 x−0,0389

4.1.3. ESFERA DE ALUMÍNIO

O dados de temperatura, T, em função do tempo, t, obtidos durante a


realização do experimento encontram-se na Tabela 3 do Anexo 1.

As propriedades físicas do fluido, água, utilizado no experimento encontram-se


na Tabela 8.

Tabela 8 – Propriedades físicas da água (Çengel,Y.,A.,Ghajar,A.,J., 4˚ Edição, Tabela


A-9: Propriedades da água saturada, 878 p).

Temperatura do Meio T∞ 60
Temperatura de Filme, (°C) Tf 56,2
Viscosidade na T∞, (kg/m.s) μ 0,000467
Viscosidade na Tf, (kg/m.s) μp 0,000495
Massa Específica Tf, (kg/m³) ρ 984,7
Cond. Térmica na Tf, (W/m. K) k 0,6502
Calor Específico na Tf, (J/kg.K) cp 4183,50

12
Utilizando-se o número de Reynolds do agitador, Re, o número de Nusselt, Nu
eoh Teórico já calculados foram determinadas as propriedades da esfera de alumínio. A
tabela 9 apresenta as propriedades termodinâmicas do material que constitui o corpo,
alumínio, e as dimensões do mesmo.

Tabela 9 – Propriedades da esfera de alumínio (Çengel,Y.,A.,Ghajar,A.,J., 4˚ Edição,


Tabela A-3: Propriedades dos metais sólidos, 868 p).

Diâmetro, (m) Dc 0,0505


Volume, (m³) Vs 0,008
Área Superficial, (m²) As 0,0000674
Massa Específica, (kg/m³) ρs 8933
Calor Específico, (J/kg.K) cps 385
Condutividade Térmica,
ks 401
(W/m.K)
T Média do corpo, (°C) Ṫ 54,2

De posse do h Teórico e utilizando-se a equação 4 determinou-se o perfil teórico


de temperatura da esfera de alumínio submersa em um meio infinito. Os valores de
TTeórico obtidos em função do tempo t encontram-se na Tabela 3 do Anexo 1.

Utilizou-se os valores de TExperimental e TTeórico em função do tempo t para obtenção da


Figura 6.

Esfera de Alumínio
60

50
Temperatura (°C)

40

30 Texperimental
Teórico
20

10

0
0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00
Tempo (s)

Figura 6 – Temperatura experimental e teórica em função do tempo: Esfera de


Alumínio.

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Plotou-se então o gráfico referente à forma linearizada da equação 4. Na
determinação dos coeficientes linear e angular foi considerada a porção linear da
curva. Como explicitado anteriormente, o coeficiente angular da equação, a,

−h . As
corresponde a .
ρs .Vs . Cps

LN (Temperatura) x Tempo
0
0:00:00 f(x) = −0:00:00
0.04 x + 0.08 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00
R² = 1
-0.5
Ln(T-Tinf)/(Ti-Tinf)

-1

-1.5

-2

-2.5
Tempo (s)

Figura 7 – Curva para determinação do hexperimental.

A partir da equação da reta obtida, y=−3238 x +0 , 0761

4.1.4. PLACA DE ALUMÍNIO

O dados de temperatura, T, em função do tempo, t, obtidos durante a


realização do experimento encontram-se na Tabela 4 do Anexo 1.

As propriedades físicas do fluido, água, utilizado no experimento encontram-se


na Tabela 10. Essas propriedades foram obtidas através de interpolação, quando
necessária, e correspondem àqueles referentes à temperatura do meio, T ∞, e a
temperatura de filme, Tf. Obteve-se a T∞ observando-se o termômetro digital e a Tf foi
obtida através da equação 3, que depende da T∞ e da média aritmética das
temperaturas medidas durante a prática, Ṫ.

Tabela 10 – Propriedades físicas da água (Çengel,Y.,A.,Ghajar,A.,J., 4˚ Edição,


Tabela A-9: Propriedades da água saturada, 878 p).

Temperatura do Meio T∞ 69,5

14
Temperatura de Filme, (°C) Tf 56,1
Viscosidade na T∞, (kg/m.s) μ 0,000467
Viscosidade na Tf, (kg/m.s) μp 0,000496
Massa Específica Tf, (kg/m³) ρ 984,8
Cond. Térmica na Tf, (W/m. K) k 0,6501
Calor Específico na Tf, (J/kg.K) cp 4183,44

A tabela 11 apresenta as propriedades termodinâmicas do material que


constitui o corpo, alumínio, e as dimensões do mesmo.

Tabela 11 – Propriedades da placa de alumínio (Çengel,Y.,A.,Ghajar,A.,J., 4˚ Edição,


Tabela A-3: Propriedades dos metais sólidos, 868 p).

Largura, (m) Wc 0,0130


Comprimento, (m) Lc 0,1524
Altura, (m) Hc 0,1016
Volume, (m³) Vs 0,0002
Área Superficial, (m²) As 0,0378
Massa Específica, (kg/m³) ρs 2702
Calor Específico, (J/kg.K) cps 903
Condutividade Térmica,
ks 237
(W/m.K)
T Média do corpo, (°C) Ṫ 52,1

Utilizou-se os valores de TExperimental e TTeórico em função do tempo t para obtenção


da Figura 8.

Placa de Alumínio
70

60

50
Temperatura (°C)

40
Texperimental
30 Teórico

20

10

0
0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00
Tempo (s)

15
Figura 8 – Temperatura experimental e teórica em função do tempo.

Plotou-se um gráfico referente à forma linearizada da equação 4. Na


determinação dos coeficientes linear e angular foi considerada apenas a porção linear
da curva. Como explicitado anteriormente, o coeficiente angular da equação, a,

−h . As
corresponde a .
ρs .Vs . Cps

LN (Temperatura) x Tempo
0
0:00:00f(x) = −0:00:00
0.06 x + 0.050:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00
-0.5 R² = 1
Ln(T-Tinf)/(Ti-Tinf)

-1

-1.5

-2

-2.5

-3
Tempo (s)

Figura 9 – Curva para determinação do hexperimental.

A partir da equação da reta obtida, Y =−5319,5+ 0,0478.

4.2. DISCUSSÕES

Observando-se as figuras que apresentam TExperimental e TTeórico em função do


tempo t, verifica-se que o perfil experimental obtido é semelhante aquele previsto pela
equação 4, indicando, então, que os resultados obtidos através dessa equação
preveem realmente aquilo que ocorre na natureza.

Observando-se esses gráficos verifica-se que esses não são lineares. Tal fato
acontece, principalmente, em virtude de a temperatura não variar uniformemente no
tempo, isto é, a temperatura não varia igualmente em intervalos de tempos iguais.

A temperatura do corpo aproxima-se exponencialmente da temperatura T ∞,


mudando rapidamente no início e, vagarosamente, mais tarde. Pode-se perceber

16
claramente que à medida que a temperatura do corpo se aproxima da temperatura do
meio a variação da temperatura diminui em um mesmo intervalo de tempo.

5. CONCLUSÃO

Verificou-se que de fato a utilização da análise concentrada, que considera a


temperatura dos corpos apenas função do tempo, proporciona grande simplificação na
análise dos dados.

Constatou-se comparando o perfil teórico e experimental da temperatura do corpo


em função do tempo que as equações para análise térmica de corpos submersos em
meio infinito são capazes de realizar aproximações válidas.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

INNOCENTINI, Murilo Daniel de Mello. Apostila Operações Unitárias 3 para


Engenharia Química. Ribeirão Preto: Universidade de Ribeirão Preto, 2010, 56 p.

ÇENGEL, Yunus A., GHAJAR, Afshin J. Transferência de Calor e Massa. 4ª Edição.


Porto Alegre: AMGH, 2012.

17
ANEXO 1

TABELA 1 – Dados referentes ao cilindro de cobre.

Time Texperimental T Ln
teórico

17:39:0 24,7 °C
7
17:39:0 00:00:0 24,8 °C 24,7 -0,00281
8 1
17:39:0 00:00:0 25,9 °C 24,8 -0,03419
9 2
17:39:1 00:00:0 26,8 °C 25,9 -0,06062
0 3
17:39:1 00:00:0 27,5 °C 26,8 -0,08168
1 4
17:39:1 00:00:0 28,4 °C 27,5 -0,10941
2 5
17:39:1 00:00:0 29,1 °C 28,4 -0,13153
3 6
17:39:1 00:00:0 30,6 °C 29,1 -0,18064

18
4 7
17:39:1 00:00:0 31,4 °C 30,6 -0,20785
5 8
17:39:1 00:00:0 32,1 °C 31,4 -0,23229
6 9
17:39:1 00:00:1 32,9 °C 32,1 -0,26096
7 0
17:39:1 00:00:1 33,6 °C 32,9 -0,28675
8 1
17:39:1 00:00:1 34,4 °C 33,6000 -0,31705
9 2 1
17:39:2 00:00:1 35,6 °C 34,4000 -0,36431
0 3 1
17:39:2 00:00:1 36,4 °C 35,6000 -0,3971
1 4 1
17:39:2 00:00:1 37,1 °C 36,4000 -0,4267
2 5 1
17:39:2 00:00:1 37,7 °C 37,1000 -0,45279
3 6 1
17:39:2 00:00:1 38,3 °C 37,7000 -0,47957
4 7 1
17:39:2 00:00:1 38,7 °C 38,3000 -0,49784
5 8 1
17:39:2 00:00:1 40 °C 38,7000 -0,55962
6 9 1
17:39:2 00:00:2 40,5 °C 40,0000 -0,58443
7 0 1
17:39:2 00:00:2 41 °C 40,5000 -0,60988
8 1 1
17:39:2 00:00:2 41,6 °C 41,0000 -0,64129
9 2 1
17:39:3 00:00:2 42,2 °C 41,6000 -0,67373
0 3 1
17:39:3 00:00:2 43 °C 42,2000 -0,71868
1 4 1
17:39:3 00:00:2 43,5 °C 43,0000 -0,74784
2 5 1
17:39:3 00:00:2 43,9 °C 43,5000 -0,77179
3 6 1
17:39:3 00:00:2 44,4 °C 43,9000 -0,80256
4 7 1
17:39:3 00:00:2 44,7 °C 44,4000 -0,82149
5 8 1
17:39:3 00:00:2 45,1 °C 44,7000 -0,8473
6 9 1
17:39:3 00:00:3 45,8 °C 45,1000 -0,89413
7 0 1
17:39:3 00:00:3 46,3 °C 45,8000 -0,92898
8 1 1
17:39:3 00:00:3 46,6 °C 46,3000 -0,95048
9 2 1
17:39:4 00:00:3 47,1 °C 46,6000 -0,98739
0 3 1
17:39:4 00:00:3 47,4 °C 47,1000 -1,0102

19
1 4 1
17:39:4 00:00:3 47,7 °C 47,4000 -1,03355
2 5 1
17:39:4 00:00:3 48,3 °C 47,7000 -1,08195
3 6 1
17:39:4 00:00:3 48,6 °C 48,3000 -1,10705
4 7 1
17:39:4 00:00:3 49,1 °C 48,6000 -1,15035
5 8 1
17:39:4 00:00:3 49,4 °C 49,1000 -1,17726
6 9 1
17:39:4 00:00:4 49,5 °C 49,4000 -1,18639
7 0 1
17:39:4 00:00:4 49,7 °C 49,5000 -1,20491
8 1 1
17:39:4 00:00:4 50,3 °C 49,7000 -1,26262
9 2 1
17:39:5 00:00:4 50,6 °C 50,3000 -1,29277
0 3 1
17:39:5 00:00:4 50,9 °C 50,6000 -1,32386
1 4 1
17:39:5 00:00:4 51 °C 50,9000 -1,33444
2 5 1
17:39:5 00:00:4 51,3 °C 51,0000 -1,36688
3 6 1
17:39:5 00:00:4 51,6 °C 51,3000 -1,4004
4 7 1
17:39:5 00:00:4 51,9 °C 51,6000 -1,43508
5 8 1
17:39:5 00:00:4 52,1 °C 51,9000 -1,4589
6 9 1
17:39:5 00:00:5 52,4 °C 52,1000 -1,49571
7 0 1
17:39:5 00:00:5 52,4 °C 52,4000 -1,49571
8 1 1
17:39:5 00:00:5 52,8 °C 52,4000 -1,547
9 2 1
17:40:0 00:00:5 53 °C 52,8000 -1,57367
0 3 1
17:40:0 00:00:5 53,1 °C 53,0000 -1,58728
1 4 1
17:40:0 00:00:5 53,4 °C 53,1000 -1,62924
2 5 1
17:40:0 00:00:5 53,7 °C 53,4000 -1,67304
3 6 1
17:40:0 00:00:5 53,7 °C 53,7000 -1,67304
4 7 1
17:40:0 00:00:5 53,9 °C 53,7000 -1,70335
5 8 1
17:40:0 00:00:5 54,1 °C 53,9000 -1,7346
6 9 1
17:40:0 00:01:0 54,2 °C 54,1000 -1,7506
7 0 1
17:40:0 00:01:0 54,3 °C 54,2000 -1,76686

20
8 1 1
17:40:0 00:01:0 54,5 °C 54,3000 -1,8002
9 2 1

TABELA 2 – Dados referentes ao cilindro de alumínio.

Time Texperiment T Ln
al teórico
17:39:0 23,1 °C LN T
7
17:39:0 00:00:0 23,5 °C 23,1 -0,01093
8 1
17:39:0 00:00:0 25,1 °C 23,5000 -0,05588
9 2 1
17:39:1 00:00:0 26,4 °C 25,1000 -0,09395
0 3 1
17:39:1 00:00:0 27,6 °C 26,4000 -0,13043
1 4 2
17:39:1 00:00:0 28,8 °C 27,6000 -0,16829
2 5 2
17:39:1 00:00:0 30,8 °C 28,8000 -0,23476
3 6 2
17:39:1 00:00:0 31,7 °C 30,8000 -0,26618
4 7 2
17:39:1 00:00:0 32,7 °C 31,7000 -0,30228
5 8 3
17:39:1 00:00:0 33,6 °C 32,7000 -0,33593
6 9 3
17:39:1 00:00:1 34,6 °C 33,6000 -0,37469
7 0 3
17:39:1 00:00:1 35,5 °C 34,6000 -0,41091
8 1 3
17:39:1 00:00:1 37,3 °C 35,5000 -0,48755
9 2 4
17:39:2 00:00:1 38,2 °C 37,3000 -0,52819
0 3 4
17:39:2 00:00:1 39 °C 38,2000 -0,56575
1 4 4
17:39:2 00:00:1 39,8 °C 39,0000 -0,60478
2 5 4
17:39:2 00:00:1 40,5 °C 39,8000 -0,64022
3 6 4
17:39:2 00:00:1 41,1 °C 40,5000 -0,67164
4 7 4
17:39:2 00:00:1 42,6 °C 41,1000 -0,75479
5 8 4
17:39:2 00:00:1 43,4 °C 42,6000 -0,80214
6 9 4
17:39:2 00:00:2 44,1 °C 43,4000 -0,84549
7 0 4
17:39:2 00:00:2 44,6 °C 44,1000 -0,87765

21
8 1 4
17:39:2 00:00:2 45,2 °C 44,6000 -0,91765
9 2 4
17:39:3 00:00:2 46,3 °C 45,2000 -0,99543
0 3 4
17:39:3 00:00:2 46,9 °C 46,3000 -1,04055
1 4 4
17:39:3 00:00:2 47,3 °C 46,9000 -1,0718
2 5 4
17:39:3 00:00:2 47,9 °C 47,3000 -1,12059
3 6 4
17:39:3 00:00:2 48,4 °C 47,9000 -1,16315
4 7 4
17:39:3 00:00:2 48,6 °C 48,4000 -1,1807
5 8 4
17:39:3 00:00:2 49,5 °C 48,6000 -1,26369
6 9 4
17:39:3 00:00:3 49,9 °C 49,5000 -1,30291
7 0 4
17:39:3 00:00:3 50,2 °C 49,9000 -1,33337
8 1 4
17:39:3 00:00:3 50,6 °C 50,2000 -1,37548
9 2 4
17:39:4 00:00:3 51 °C 50,6000 -1,41945
0 3 4
17:39:4 00:00:3 51,2 °C 51,0000 -1,44217
1 4 4
17:39:4 00:00:3 51,8 °C 51,2000 -1,51363
2 5 4
17:39:4 00:00:3 52,2 °C 51,8000 -1,56428
3 6 4
17:39:4 00:00:3 52,4 °C 52,2000 -1,59059
4 7 3
17:39:4 00:00:3 52,8 °C 52,4000 -1,6454
5 8 3
17:39:4 00:00:3 53 °C 52,8000 -1,67398
6 9 3
17:39:4 00:00:4 53,2 °C 53,0000 -1,70339
7 0 3
17:39:4 00:00:4 53,8 °C 53,2000 -1,79721
8 1 3
17:39:4 00:00:4 54 °C 53,8000 -1,83055
9 2 3
17:39:5 00:00:4 54,2 °C 54,0000 -1,86503
0 3 3
17:39:5 00:00:4 54,5 °C 54,2000 -1,9191
1 4 3
17:39:5 00:00:4 54,7 °C 54,5000 -1,95684
2 5 3
17:39:5 00:00:4 55 °C 54,7000 -2,01626
3 6 3
17:39:5 00:00:4 55,2 °C 55,0000 -2,05794
4 7 3
17:39:5 00:00:4 55,3 °C 55,2000 -2,07944

22
5 8 3
17:39:5 00:00:4 55,6 °C 55,3000 -2,14688
6 9 3
17:39:5 00:00:5 55,7 °C 55,6000 -2,17041
7 0 3
17:39:5 00:00:5 55,8 °C 55,7000 -2,19451
8 1 3
17:39:5 00:00:5 56 °C 55,8000 -2,24452
9 2 3
17:40:0 00:00:5 56,1 °C 56,0000 -2,2705
0 3 3
17:40:0 00:00:5 56,2 °C 56,1000 -2,29717
1 4 3
17:40:0 00:00:5 56,3 °C 56,2000 -2,32456
2 5 2
17:40:0 00:00:5 56,5 °C 56,3000 -2,38172
3 6 2
17:40:0 00:00:5 56,6 °C 56,5000 -2,41158
4 7 2
17:40:0 00:00:5 56,8 °C 56,6000 -2,4741
5 8 2

TABELA 3 – Dados referentes à esfera de alumínio.

Time Tempo Texperimental T teórico Ln

17:36:32 24,5 °C
17:36:33 00:00:01 25,2 °C 24,50175 -0,01992
17:36:34 00:00:02 26,6 °C 25,20344 -0,06098
17:36:35 00:00:03 27,4 °C 26,60495 -0,08522
17:36:36 00:00:04 28 °C 27,40644 -0,1038
17:36:37 00:00:05 29 °C 28,0079 -0,13555
17:36:38 00:00:06 29,6 °C 29,00918 -0,15509
17:36:39 00:00:07 31 °C 29,6105 -0,20224
17:36:40 00:00:08 31,8 °C 31,01145 -0,23021
17:36:41 00:00:09 32,5 °C 31,81253 -0,25535
17:36:42 00:00:10 33,3 °C 32,51357 -0,28487
17:36:43 00:00:11 34 °C 33,3145 -0,31144
17:36:44 00:00:12 34,8 °C 34,0154 -0,34269
17:36:45 00:00:13 36,3 °C 34,81617 -0,40406
17:36:46 00:00:14 37,1 °C 36,31638 -0,4384
17:36:47 00:00:15 37,8 °C 37,11695 -0,46944
17:36:48 00:00:16 38,4 °C 37,81753 -0,49684
17:36:49 00:00:17 39,2 °C 38,41812 -0,53458
17:36:50 00:00:18 39,9 °C 39,21848 -0,56881
17:36:51 00:00:19 41 °C 39,91885 -0,62509
17:36:52 00:00:20 41,6 °C 41,01875 -0,65718
17:36:53 00:00:21 42,3 °C 41,61907 -0,69597
17:36:54 00:00:22 42,8 °C 42,31921 -0,72462

23
17:36:55 00:00:23 43,4 °C 42,81952 -0,76013
17:36:56 00:00:24 43,9 °C 43,41966 -0,79071
17:36:57 00:00:25 44,7 °C 43,91986 -0,84168
17:36:58 00:00:26 45,4 °C 44,71963 -0,88851
17:36:59 00:00:27 46 °C 45,41945 -0,93048
17:37:00 00:00:28 46,3 °C 46,01934 -0,95214
17:37:01 00:00:29 46,7 °C 46,3196 -0,98177
17:37:02 00:00:30 47,6 °C 46,71968 -1,05184
17:37:03 00:00:31 48,1 °C 47,61896 -1,09299
17:37:04 00:00:32 48,4 °C 48,11879 -1,11853
17:37:05 00:00:33 48,9 °C 48,41888 -1,16259
17:37:06 00:00:34 49,1 °C 48,91862 -1,18077
17:37:07 00:00:35 49,5 °C 49,11882 -1,21816
17:37:08 00:00:36 50,1 °C 49,51865 -1,277
17:37:09 00:00:37 50,4 °C 50,11807 -1,30777
17:37:10 00:00:38 50,8 °C 50,41799 -1,35033
17:37:11 00:00:39 51,2 °C 50,8177 -1,39478
17:37:12 00:00:40 51,4 °C 51,21736 -1,41777
17:37:13 00:00:41 51,8 °C 51,41739 -1,4654
17:37:14 00:00:42 52,2 °C 51,81699 -1,51541
17:37:15 00:00:43 52,4 °C 52,21654 -1,54138
17:37:16 00:00:44 52,8 °C 52,41649 -1,59545
17:37:17 00:00:45 53,1 °C 52,81598 -1,63801
17:37:18 00:00:46 53,2 °C 53,11565 -1,65261
17:37:19 00:00:47 53,6 °C 53,21576 -1,71323
17:37:20 00:00:48 53,8 °C 53,61515 -1,74498
17:37:21 00:00:49 54 °C 53,81498 -1,77777
17:37:22 00:00:50 54,1 °C 54,01479 -1,79458
17:37:23 00:00:51 54,5 °C 54,11484 -1,86478
17:37:24 00:00:52 54,5 °C 54,5141 -1,86478
17:37:25 00:00:53 54,8 °C 54,51437 -1,92087
17:37:26 00:00:54 54,9 °C 54,81384 -1,94029
17:37:27 00:00:55 55,1 °C 54,91383 -1,9803
17:37:28 00:00:56 55,3 °C 55,11353 -2,02197

TABELA 4 – Dados referentes à placa de alumínio.

Time Tempo Texperimental T Ln


teórico

17:36:3 26,1 °C
2
17:36:3 00:00:0 27,4 °C 26,1 -0,0397
3 1
17:36:3 00:00:0 28,8 °C 27,4 -0,08429

24
4 2
17:36:3 00:00:0 30 °C 28,8000 -0,12417
5 3 1
17:36:3 00:00:0 31,1 °C 30,0000 -0,16217
6 4 1
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