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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Nome da estudante: Nelsa Valentim Joaquim

Código da estudante: 7082076151

Tema: Origem e evolução da língua portuguesa, diferença ortográfica do português europeu e do


português brasileiro e resenha da 1ª a 12ª unidade.

Curso: Português

Disciplina: Português I

Ano de frequência: 1º

Beira, Abril de 2020

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Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Educação à Distância

Nome da estudante: Nelsa Valentim Joaquim

Código da estudante: 7082076151

Tema: Origem e evolução da língua portuguesa, diferença ortográfica do português europeu e do


português brasileiro e resenha da 1ª a 12ª unidade.

Trabalho da cadeira de Português I a ser


submetido ao Instituto de Educação à
Distância da Universidade Católica de
Moçambique Extensão da Beira, curso de
Português como requisito parcial para a
avaliação.

Docente: dr. Boaventura Mesa

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Beira, Abril de 2020

Índice

CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO.......................................................................................................3

1.1. Contextualização.......................................................................................................................3

1.2. Objectivos..................................................................................................................................5

1.2.1. Geral.......................................................................................................................................5

1.2.2. Específicos..............................................................................................................................5

1.3. Métodos e metodologias do trabalho.........................................................................................5

1.4. Divisão de trabalho....................................................................................................................6

CAPÍTULO II: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA..........................................................................6

2.1. Origem e evolução da língua portuguesa..................................................................................6

2.2. Diferença entre o português europeu e o português brasileiro..................................................7

2.3. Resenha das unidades 1 a 12.....................................................................................................8

CAPÍTULO III: CONCLUSÕES...................................................................................................22

3.1. Considerações finais................................................................................................................22

Referências bibliográficas..............................................................................................................23

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CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO

1.1. Contextualização

No presente trabalho procuramos reflectir sobre a história da Língua Portuguesa I, a partir da


língua que lhe deu origem, a Língua Latina. Assim, propusemos uma investigação que abordasse
a evolução do Latim à Língua Portuguesa e as preocupações de pensadores e poetas no uso
quotidiano do português, cujas mudanças continuam, com diferenças sensíveis do português
europeu e do falado nos demais países lusófonos, também conferimos as formas implícitas de
termos da Língua Latina presentes na actualidade, e que passam despercebidas pelos falantes.

Havia o Latim Clássico, falado pelos poetas e o Latim Vulgar, falado pela maioria das pessoas,
sendo este último que originou a nossa língua. Embora mudanças históricas e sociais ocorram,
pois mudam-se costumes, e jogos de poder, embora percebamos a velocidade em que segue a
globalização mundial, com aparelhos electrónicos cada vez mais modernos e todos os dias serem
lançados novos recursos para os meios de comunicação ao redor do mundo, entendemos que o
combustível disso tudo é a língua, objecto antigo de estudo e que evolui de acordo com o tempo.
A língua, além de ser o meio do ser humano se inteirar com o outro, é por meio dela também que
foi possível toda a publicação que temos da história mundial e da literatura.

A tomada de nota, exerce um papel importante na obtenção de informação, visto que, se estivemos
num debate, reunião e outras sessões torna se muito difícil registar tudo o que se fala deste modo se
tem tomado nata para registar os pontos importante ou ideias chaves da reunião.

1.2. Objectivos

1.2.1. Geral

 Analisar a origem e evolução da língua portuguesa, diferença ortográfica do português


europeu e do português brasileiro e resenha da 1ª a 12ª unidade.

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1.2.2. Específicos

 Identificar a origem e evolução da língua portuguesa, diferença ortográfica do português


europeu e do português brasileiro e resenha da 1ª a 12ª unidade;
 Descrever a origem e evolução da língua portuguesa, diferença ortográfica do português
europeu e do português brasileiro e resenha da 1ª a 12ª unidade;
 Caracterizar a origem e evolução da língua portuguesa, diferença ortográfica do português
europeu e do português brasileiro e resenha da 1ª a 12ª unidade.

1.3. Métodos e metodologias do trabalho

Segundo Piletti (1991), “método é um caminho a seguir para alcançar um fim”. Na visão de Gil
(1999), “Metodologia é um conjunto de procedimentos por intermédio dos quais se propõem os
problemas específicos”.

Para a efectivação do presente trabalho da cadeira de Português I recorreu-se ao método


qualitativo, aquele que busca entender um fenómeno específico em profundidade. A pesquisa,
quanto ao tipo, é qualitativa do estilo exploratória. As pesquisas exploratórias têm como principal
finalidade desenvolver, esclarecer e modificar conceitos e ideias, tendo em vista a formulação de
problemas mais precisos ou hipóteses pesquisáveis para estudos posteriores. Habitualmente
envolvem levantamento bibliográfico e documental, entrevistas não padronizadas e estudos de
caso.

1.4. Divisão de trabalho

O presente trabalho da cadeira de Português I encontra-se dividido em três capítulos, onde no


primeiro esta patente a contextualização do tema, seus objectivos e métodos e metodologias
usada no mesmo. Já no segundo capítulo desvendou-se entorno do desenvolvimento do próprio
tema e por fim no terceiro capítulo fez-se a menção da conclusão.

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CAPÍTULO II: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1. Origem e evolução da língua portuguesa

A língua portuguesa é originária do latim vulgar. É adoptada por cerca de 230 milhões de
pessoas, sendo o oitavo idioma mais falado no planeta. Está presente em quatro continentes.
Desde 1986, o português é uma das línguas oficiais da União Europeia. Em 1996, foi criada a
CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa). O objectivo da entidade é aumentar a
cooperação entre os países, criar parcerias e difundir o idioma.

Pré-românico: surgidas a partir do latim vulgar (sermo vulgaris). O latim vulgar foi o idioma
levado pelos soldados para as áreas conquistadas no Império Romano porque era a língua oficial
de Roma.

Românico: são as línguas que resultaram da diferenciação ou do latim levado pelos


conquistadores romanos. Com as sucessivas transformações o latim é substituído por dialectos.
Desses, da transição iniciada no século V, surgem quatro séculos depois as demais línguas
românicas: francês, espanhol, italiano, sardo, provençal, rético, franco provençal, dálmata e
romeno. O português surge no século XIII.

Galécio-português: foi o idioma da Galiza, na actual Espanha, e das regiões portuguesas do


Douro e Minho. Permanece até ao século XIV.

Português Arcaico: é o idioma falado entre o século XIII e a primeira metade do século XVI. É
nesse período que começam os estudos gramaticais da língua portuguesa.

Português Moderno: é o idioma falado actualmente no Moçambique e nos demais países


lusófonos.

2.2. Diferença entre o português europeu e o português brasileiro

O Português é a quinta língua mais comum no mundo e é falado em diversas partes do mundo.
Este, não é apenas falado por aqueles de Portugal, o português também é a língua de oficial no

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Brasil, Angola, Cabo Verde, Moçambique, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e
Príncipe, Macau e Timor-Leste.

Tal como o inglês tem variações nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Índia, Irlanda e assim por
diante, o Português tem suas variações também. Isto é algo importante a ser considerado, uma
vez que em tradução dos documentos em Português, algumas das variações linguísticas e as
diferenças culturais podem causar problemas na interpretação, compreensão e relevância. Os dois
principais tipos de Português são o Português Europeu (Portugal) e Português do Brasil. O
Português Europeu é frequentemente considerado como o padrão, mas apenas 10 milhões de
pessoas são falantes dessa variação do português. Enquanto, aproximadamente outros 200
milhões, caso do português brasileiro, seguem uma mistura de normas europeias e locais.

 Inicialmente, as duas variantes de Português foram influenciadas pelas línguas diferentes.


Português do Brasil tem sido impactado pelos costumes dos povos nativos da América do Sul
(indígenas) e suas línguas. Isso é perceptível em muitos dos nomes para a comida, música e
estruturas da cidade. O Português Europeu recebeu grande influência dos italianos, franceses e
espanhóis. A palavra para “adeus” em Portugal é o mesmo como é na Itália: “Ciao“. No Brasil é
que é escrito e pronunciado tchau. A palavra para “sorvete” em Portugal é quase o mesmo como
é na Itália:  Gelado  (sorvete em Italy).   A fruta “abacaxi”, é assim chamada no Brasil, em
Portugal é “ananás” tal como é em alemão e francês. Existem muitas outras diferenças de
vocabulário, tais como a licença de motorista e casa de banho, em Portugal e, respectivamente,
carteira de habilitação e banheiro, no Brasil.

 Tão importante quanto os pronomes e conjugação são as comuns variações de ortografia.


A ortografia que destacam-se a uma brasileira ou Europeia e que eles saibam que o texto
não foi localizado para sua região. Um exemplo é a palavra “caminhão”, que é assim
escrito no Brasil e “camião” no Português Europeu.
 O Português brasileiro prontamente aceita novas palavras estrangeiras e as adapta em sua
língua. O Português europeu assume uma linha muito mais tradicional. Isto é de particular
importância na expansão de indústrias como o campo da tecnologia. No Brasil, um
“mouse” de computador é, em Portugal, chamado de “rato”, pois a tradução literal da
palavra inglesa “mouse” é “rato”.
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 Os estilos e as referências culturais vão ser diferentes. Isto inclui coisas como letras
maiúsculas. Português Europeu tipicamente capitaliza os nomes dos meses mas não
capitalizar muitos títulos pessoais ou palavras como rua em nome de uma rua. No Brasil,
os nomes dos meses não são capitalizados, mas são as partes de nomes de ruas, assim
como títulos como Dona, Sr. e Dr.
 Há sete anos, líderes de língua portuguesa do mundo juntaram-se e tentaram bolar um
plano para unificar a linguagem. Brasil concordou em adicionar as letras k, w e y ao seu
alfabeto enquanto dispensou muitas consoantes silenciosas de grafias para que as palavras
pudessem ser escritas foneticamente com mais facilidade. O exemplo frequentemente
usado é a palavra para “ótimo”, mudando de “óptimo” para “ótimo”.
 As reformas foram em torno de sete anos, e o governo brasileiro já oficializou essa nova
convenção de escrita. No entanto, o uso prático das novas normas não existe, uma vez que
as alterações não modificam a maneira usual das pessoas se comunicarem. Até mesmo a
maioria das agências de notícias se recusam a implementar as mudanças.

2.3. Resenha das unidades 1 a 12

A resenha é uma espécie de resumo, de síntese de um objecto, o qual pode ser um acontecimento
qualquer da realidade (jogo de futebol ou outro desporto, exposição de arte, peça de teatro, uma
feira de produtos, uma comemoração solene, etc.) ou textos e obras culturais (filme, livro,
capítulo de livro, peça de teatro etc.), com o objectivo de passar informações ao
leitor/ouvinte/assistente.

Resenhar significa destacar as propriedades de um objecto, mencionar seus aspectos mais


importantes, descrever as circunstâncias que o envolvem, sempre de acordo com uma
intenção/finalidade previamente definida pelo resenhador (Fiorin e Savioli, 1990). Normalmente,
a resenha é utilizada na mídia (jornais e revistas, tanto em papel como online, e na televisão),
quando recebe o nome de “crítica”, ou não recebe nome algum; na Academia (estabelecimento de
educação superior), ela é denominada de “resenha” mesmo (Machado, 2007).

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Unidade 1: Tomada de notas

A tomada de notas é utilizada em cada etapa de uma pesquisa de informação. Quanto mais
dominar-se esta técnica, maiores serão as possibilidades de êxito. Deve-se tirar notas para
recordar, para fixar informações na memória, para poder reler e compreender o sentido do que
anotou-se. É um modo de sintetizares a informação criando a sua própria linguagem documental.

Como Anotar?

 O utilizar sinais, abreviaturas, símbolos, pictogramas oficiais, cuja significação é bem


conhecida.
 O inspirar-se numa ficha, em resumos existentes, fichas técnicas.
 O suprimir palavras de ligação sem prejudicar o sentido e a compreensão.
 O sintetizar informações provenientes de diversas fontes.
 O criar uma ficha principal, à maneira de um índice.
 O estabelecer ligações, uma hierarquia, entre as fichas a partir das palavras-chave, dos
descritores, dos títulos, das etapas do processo.
 O utilizar códigos como o sublinhado, a cor, enquadrar para pôr em evidência ou indicar
uma prioridade, ou uma hierarquia.

Que anotar?

 O anotar a definição de uma palavra, de uma ideia, de um conceito.


 O anotar palavras-chave do assunto em pesquisa.
 O anotar o título do documento e o índice, ou o endereço electrónico.
 O anotar o título do documento e os seus cabeçalhos de assunto ou os seus descritores.
 O anotar o título do documento, o título do capítulo pertinente e a página.
 O anotar os cabeçalhos de assunto da ficha catalográfica correspondente às palavras-
chave do assunto de pesquisa.
 O anotar por palavras tuas, textos técnicos ou complexos de primeira importância, para os
reformular.
 O anotar um parágrafo ou um capítulo em algumas linhas, isto é, resumir, identificando as
ideias principais e secundárias, as ideias gerais ou específicas, os factos, as opiniões.
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Unidade 2: Resumo

Resumo é a condensação breve, a apresentação concisa das ideias mais importantes de um texto;
sua característica básica é a fidelidade às ideias do texto.

A estrutura do resumo envolve um plano sequencial, lógico, com introdução, desenvolvimento e


conclusão, que mostra o fio condutor delineado pelo autor do texto a ser resumido. A extensão do
resumo varia de acordo com a finalidade do trabalho. Conforme Martins e Zilberknop (2002),
deve-se dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz activa; o estilo do
resumo deve ser objectivo, conciso, mas sem ser uma enumeração de tópicos.

O número de palavras empregadas em resumo de monografias de graduação e especialização,


dissertações de mestrado e teses de doutorado é de 150 até 500; normalmente, o resumo é
composto de apenas um parágrafo, digitado em espaço simples, seguido, logo abaixo, das
palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave (e/ou descritores), as
quais devem ser separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto. A expressão
‘palavras-chave’ aparece abaixo do resumo, em novo parágrafo alinhado à margem esquerda.

Os resumos de relatórios de pesquisa/artigos científicos de periódicos (submetidos a revistas


especializadas ou a eventos para possível publicação e apresentação) devem ter de 100 a 250
palavras, ou conforme orientação do periódico. Esses artigos científicos também são conhecidos
como papers. Essa orientação da extensão de resumo também contempla artigos didáctico
académicos, aqueles trabalhos académicos utilizados para avaliação de disciplinas e/ou de cursos,
caso for exigência do professor, ou de monografias de graduação e especialização transformadas
em artigos. Portanto, dependendo do tipo de trabalho feito, e ainda se ele será submetido a algum
veículo de publicação, haverá um tamanho específico de resumo a ser seguido, que deverá ser do
conhecimento do interessado quando da sua elaboração.

Unidade 3: Fichas bibliográficas, temática e de leitura

As fichas são indispensáveis, tanto para o investigador como para o estudante. Elas são pontos de
referência, pequenos fios de uma longa teia que vamos construindo ao longo dos anos.

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Constituir uma ficha é uma das primeiras necessidades de qualquer estudante e, claro, do
investigador. Sobre este assunto não há regras absolutas, e o que os professores, os investigadores
e todas as pessoas que estudam num determinado momento um assunto, para a realização de um
trabalho escolar ou de um relatório no emprego, podem fazer é transmitir a sua experiência de
organização do trabalho.

2.3.3.1. Fichas bibliográficas

A ficha bibliográfica “base” é a organizada por autor. Cada livro que se identifica dedica-se uma
ficha. Arrumam-se as fichas numa pequena caixa, ou entre dois cartões unidos por dois elásticos
largos, um que passe pelos lados e o outro pelas partes superior e inferior. Na parte superior
direita da ficha deve-se colocar a cota da Biblioteca em que a referenciámos, e do lado esquerdo
para o que é que nos pode servir para a introdução, para um capítulo, ou subcapítulo, e assim por
diante.

As fichas bibliográficas são arrumadas em dois tipos de ficheiros:

 O ficheiro bibliográfico, que registará todos os livros que se deverão procurar, e não


apenas  os que se tenham encontrado e lido;
 O ficheiro de leitura, que compreende fichas dedicadas a livros, e artigos, que se leram
efectivamente.

O ficheiro bibliográfico deve acompanhar-nos sempre que vamos a uma biblioteca. As fichas só
registam os dados essenciais do livro em questão e a sua localização nas bibliotecas que se tenha
visitado. Poderá acrescentar-se uma nota qualquer, muito curta, a explicar porque estamos
interessados em encontrar o livro, mas mais nada. Um ficheiro bibliográfico elaborado
correctamente é um auxiliar extraordinário para o resto da vida.  

2.3.3.2. Fichas temáticas

Há quem lhes chame “fichas ideográficas”. São fichas que se destinam a servirem de
apontamentos pessoais, transcrição de passagens e de anotação de ideias próprias que surgem
provocadas pela leitura. Caracterizam-se por terem um assunto como cabeçalho, que é criado de

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acordo com o plano de estudo, ou de acordo com uma lista de assuntos pré-existente, como seja a
CDU - Classificação Decimal Universal.

Servem para serem agrupadas por temas, e podermos assim saber facilmente o que lemos sobre
um determinado assunto. O conjunto das fichas temáticas cria um ficheiros de ideias que pode ser
organizado das maneiras mais variadas. Assim, numa tese sobre a História do Exército, podemos
ter fichas sobre o Corpo de oficiais, a Artilharia, a Engenharia, os Hospitais, o material médico, a
legislação; mas também poderemos querer organizar as fichas de uma maneira cronológica, e
organizá-lo por períodos, para nos apercebermos da evolução diacrónica da instituição militar,
dos períodos de maior ou menor actividade legislativa, etc., etc. Por isso é bom tentar dar uma
data à ficha temática. Nestas fichas, é preciso, aqui mais do que nunca, ter cuidado em notar bem
o que é citação (entre aspas “ ”) do que é escrito por nós (parênteses rectos [ ]).

2.3.3.3. Fichas de leitura

São as fichas mais correntes e de facto as mais indispensáveis. São as fichas em que se anotam
com precisão todas as referências bibliográficas de um livro ou de um artigo, se escreve o seu
resumo, se transcrevem algumas citações mais importantes, se escreve uma apreciação ou
observações de leitura. Todas as fichas são realizadas de acordo com uma regra geral:  devem
conter uma única ideia ou a discussão de uma ideia, e conter informação de uma única fonte.

O formato pode ser um qualquer, mas o A5 como base parece o melhor; não é grande nem é
muito pequeno, e é um formato fácil de encontrar. Há os cadernos e os blocos de apontamentos, e
quando só temos folhas A4 à mão é fácil de criar é só dividir ao meio, não é verdade. O papel em
que se escreve não deve ser muito leve, sendo que o mínimo deve ser o de 80 gr/m 2, para  não se
estragar ou rasgar facilmente, e permitir a utilização dos mais diversos meios de escrita
esferográficas, canetas de tinta permanente, marcadores, lápis, sem borrar. O exemplo mostrado,
que é uma ficha de citações não é obrigatório, mas as fichas devem incluir sempre 4 zonas, que
neste exemplo estão separadas por linhas

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Unidade 4: Composição escrita, regras de composição, correcção da composição, escrita e
correcção dos erros

A composição escrita, descreve-se classicamente em três etapas: planificação, transmissão e


revisão (Flower e Hayes, 1981). Para a passagem à redacção é necessário escolher-se um tema,
ou determinar o fim e antecipar o que deve ser comunicado ao leitor/professor ou turma a quem o
texto é destinado” (Contente, 1995).

Assim sendo, pode afirmar-se que o aluno, antes de iniciar o seu texto, tem de pensar primeiro
num tema e, por conseguinte, pensar no que pretende transmitir por escrito, de forma a poder
existir uma organização, coerência e lógica de ideias (Contente, 1995). Esta planificação é
essencial, para que daí advenha um discurso de qualidade e deve permanecer “memorizada” até à
elaboração do texto. Depois de elaborado o plano de escrita, o aluno deve proceder à transcrição
das suas ideias para palavras, “o que implica operações de escolhas lexicais, convenções de
escrita, como a ortografia, a sintaxe e a pontuação, as quais estão interligadas às capacidades de
compreensão” (Contente, 1995). A composição proporciona um domínio e uso mais alargado do
vocabulário permitindo uma maior variedade lexical, exigindo uma maior preocupação com a
estrutura frásica e organização do texto, bem como, com as regras morfológicas e sintácticas
(Rebelo e Fonseca, 2001).

Unidade 6: A exposição

As exposições envolvem diversas disciplinas específicas que, em conjunto, dominam


competências de investigação, de estética, de escrita e de interpretação. Desta forma, comunicam
ideias e interpretações aos diversos públicos que as visitam contribuindo para o seu
desenvolvimento pessoal e para a sua aprendizagem. Por esta razão, o desenvolvimento e a
preparação de uma exposição não deve ser um trabalho individual, mas antes um trabalho de
equipa, capaz de envolver investigadores e os vários técnicos do museu. Porém, esta premissa
exige a definição de uma linha de orientação coerente capaz de guiar os intervenientes e de
acompanhar as várias fases do processo da realização de uma exposição.

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De acordo com David Dean, uma exposição é um grupo polivalente de elementos que, de forma
completa, apresenta ao público uma colecção ao mesmo tempo que disponibiliza um conjunto de
informação no sentido de permitir a sua acepção pelo público. Numa perspectiva complementar,
Jan Vehaar e Han Meeter definem exposição como “um meio de comunicação dirigido a um
público alargado e que tem como fim transmitir informação, ideias e emoções relativas às
evidências materiais do Homem e dos seus meios circundantes, com o auxílio de métodos visuais
e multidimensionais”.

Unidade 7: Entrevista e debate

2.7.1. A entrevista

Entrevista corresponde ao encontro de pessoas, marcado para local determinado, com fins sociais
ou profissionais.

Os objectivos que nos levam a fazer uma entrevista são de diversas naturezas entre eles, podemos
destacar:

 Recolher dados ou informações;


 Aprofundar um tema;
 Registar aspectos em torno da vida de uma personalidade destacável;
 Colher a opinião pública sobre determinados factos ou acontecimentos (em forma de
inquérito).

Nota-se

A entrevista constitui actualmente pratica usual na admissão de trabalhadores, sobretudo se


qualificados.

Trabalho jornalístico assente no contacto pessoal entre um repórter e uma ou mais pessoas que se
disponham a prestar informação de interesse para a comunidade ou úteis para a elaboração de
notícias.

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2.7.1.1. Estrutura da entrevista

A entrevista apresenta uma estrutura um tanto o quanto estatística:

A fase de saudação, chamamento, identidade, níveis de língua intercalam-se por:

 Estabelecer o contacto;
 Manter o contacto;
 Romper o contacto.

A entrevista pode ter vários alcances:

 Entrevista noticiosa (colhe-se factos que se transformam em noticias);


 Entrevista de opinião (colhe-se o ponto de vista do entrevistado sobre o assunto);
 Entrevista com personalidade (colhe-se aspectos biográficos e pessoais do entrevistado);
 Entrevista de grupo (colhe-se opiniões de um certo numero de pessoas sobre um certo
assunto);
 Entrevista colectiva (um grupo de entrevistadores colhem opiniões de uma pessoa).

A técnica de uma entrevista varia consoante o tipo de entrevista ademais, a técnica de tratamento
e de redacção de uma entrevista varia com o tipo de entrevista e com o meio por que é
apresentada e com o meio por que é apresentada (imprensa, rádio, etc.).

2.7.2. Debate

Um debate pode servir para esclarecer questões, como em informações em comissões


parlamentares de inquérito, refutar teorias, verificar a validade de ideias, convencer, buscar a
veracidade de um argumento, treinar etc. É um método de apresentar formalmente argumentos de
uma forma disciplinada.

O debate e a discussão mediada são formas de tratamento de problemas e de apreciação de


possíveis resoluções. Trata-se, portanto, não apenas de um embate ideológico, mas sim de um
esforço de construção de resoluções de problemas utilizado por sociedades democráticas para que
seja possível chegar à conclusão mais adequada possível para todos os envolvidos. Assim sendo,
a actividade do debate é de grande valia para a formação educacional de nossos alunos, pois

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estimula o desenvolvimento do pensamento crítico e a prática da elocução, além de auxiliar no
processo de desenvolvimento do raciocínio lógico.

Unidade 8: notícia e reportagem

2.8.1. A notícia

A notícia é um breve e objectivo texto narrativo, especialmente marcado pela actualidade e


interesse geral. A notícia insere-se nos textos do domínio da comunicação social. Ela é um facto
ou acontecimento verdadeiro, inédito e actual, de interesse geral, que se comunica a um público
de massas. A notícia é encabeçada por um título que deve ser muito preciso e expressivo, para
chamar a atenção do leitor. Este título relaciona-se, habitualmente, com o que é tratado no LEAD
e pode ser acompanhado por um antetítulo ou por um subtítulo. A técnica usada é da pirâmide
invertida.

NB: as notícias não têm comentário. É caracterizada por vocabulários correntes. A mensagem é
viva para atrair a atenção do leitor. De acordo com a linguagem indicada pode-se recorrer a
diversos meios. Citações, imagens e comparações. Como a linguagem visa boa informação, todo
o artigo jornalístico deve estar ao alcance de qualquer leitor, mesmo o inculto.

2.8.2. A reportagem

A reportagem é um texto jornalístico oral ou escrito. Baseia-se no testamento directo dos factos e
histórias vividas pelas pessoas numa perspectiva actual. A reportagem televisiva, testemunho de
acções espontâneas, relata histórias em palavras, imagens e sons. A reportagem de carácter
jornalístico é mais desenvolvida do que uma simples noticia. O trabalho resulta de uma
investigação no local, estando o jornalista mais directamente relacionado com o assunto.

Uma notícia é qualquer acontecimento considerado relevante para o conhecimento do público. A


reportagem é o aprofundamento da notícia, trazendo detalhes significativos para os interessados
em determinado assunto. Ambos os conteúdos são produzidos por um profissional jornalista.

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Unidade 9: Carta e requerimento

2.9.1. A carta

Carta é uma mensagem escrita, transmitida a um destinatário individualizado e que se encontra


geograficamente noutro local.

A carta ou correspondência está entre os mais aplicados na comunicação do quotidiano. A


principal característica desse género textual é a existência de um emissor (remetente) e um
receptor (destinatário). Com a tecnologia, a carta passou por um processo de adaptação na forma
de transmissão que deixou de ocorrer somente em papel e assumiu o meio electrónico.
Na actualidade, a forma de transmissão mais utilizada para a carta é o e-mail  (electronic-mail -
correio electrónico). Há três tipos básicos de carta, independente da maneira como será
transmitida: a correspondência oficial e a correspondência comercial e a correspondência pessoal.

2.9.2. Requerimento

O requerimento é um documento, com suposto apoio legal, específico para fazer um pedido ou
solicitação a uma autoridade competente. A pessoa física ou jurídica, através dele, tem como
intencionalidade comunicativa a solicitação de algo a que tem ou pressupõe ter direito.

Outrossim, Requerimento é um documento utilizado para obter um bem, um direito, ou uma


declaração de uma autoridade pública. O requerimento é uma petição dirigida a uma entidade
oficial, organismo ou instituição através da qual se solicita a satisfação de uma necessidade ou
interesse. Seu principal objectivo é a formalização de um pedido, visando o atendimento de uma
demanda.

Trata-se de um documento cuja função primordial é pedir, solicitar ou requerer algo. Ainda que


seja um tipo de redacção técnica, ele pode ser solicitado pelo professor da escola, da
universidade, ou mesmo no trabalho. Destinatário do requerimento: nome, sobrenome e cargo da
pessoa ou instituição a quem se dirige o requerimento. Dados pessoais do solicitante: nome,
sobrenome, identificação oficial e endereço. Além disso, podem constar outros dados, como o
local e a data de nascimento ou o telefone.

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Unidade 10: Currículo vitae

A expressão Currículo vitae, provem do latim, que significa “percuto de vida” é um documento
que permite comunicar com outros numa situação concreto do mundo do trabalho. Apresenta
várias facetas do indivíduo, e o seu objectivo máximo é despertar o interesse pelas pessoa criar o
desejo de falar com ela, requer saber mais a seu respeito.

É um documento capaz de agir sobre o destinatário e leva-lo a querer procurar mais informação
sobre o candidato ou interveniente. É, assim, um instrumento de motivação e sedução.

O currículo vitae é constituído por seguintes partes:

 Dados pessoais (nome completo, filiação, estado civil, residência permanente e o numero
de telefone, lugar e data de nascimento e nacionalidade).
 Formação académica (básica, media e superior, referindo-se os diplomas e as respectivas
classificações, estabelecimento de ensino onde forma obtido os locais e as datas).
 Formação profissional (inicial e complementar, aos longos da actividade profissional).
 Experiências profissionais (locais de trabalhos e as respectivas empresas, indicando datas
e referindo trabalhos ou projectos de iniciativa própria ou em que tenha colaborado).
 Ocupação actual (local de trabalho e serviços/actividades em que se encontra envolvido
no momento em que apresenta o currículo, podendo indicar as associações “profissionais,
culturais e recreativas” de que é membro, bem como projecto de vida em que pensa
empenhar-se a curto prazo).
 Línguas (indicar as línguas em que comunicas e os graus de seu domínio, escrita, fala e
leitura).

Unidade 11: Regras do funcionamento da língua portuguesa

2.11.1. Acentuação das palavras

Acentuação das palavras agudas se a sílaba acentuada é a ultima da palavra. Determinadas


palavras agudas são acentuadas graficamente e outras não.

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Palavras terminadas nas vogais abertas “a”, “e”, “o” e nos ditongos abertos “ei”, “oi”, “eu”
seguido ou não de “s”, “pá”, “das”, tal como jacaré, avó.

Palavras com duas ou mais sílabas terminadas em “em” ou e”ens”, tais como ninguém, parabéns,
convém.

Os monossílabas terminados em “em” ou “ens” não se acentuam, tais como bem, sem, tens.

Palavras terminadas com vogais “i” e “u” tónico, seguido ou não de “s”, quando precedidos de
vogal com a qual não foram ditongos, tais como “aí”, “saí”, “país” e “baú”.

Nota:

Não são acentuados, “o”, “i” ou “o”, “u” tónico, quando seguido de uma consoante que não seja
“s” tais como raiz, cair, Raul.

Com acento circunflexo

Palavras terminadas nas vogais abertas “e” e “o”, seguidas ou de “s”, tais como “lê”, “três”,
“pôs”.

As formas verbas da 3ª pessoa do plural terminadas em “em”, para as distinguir das singulares
(igualmente terminadas em “em”) tais como vêm (ef. vem), detêm (ef. detém).

A forma verbal “pôr”, para se distinguir da preposição “por”. Os derivados deste verbo não são
acentuados tais como “dispor”, “compor”, etc.

2.11.2. Acentuação das palavras graves

Uma vez que a grande maioria das palavras portuguesas são graves, a sua acentuação só se faz
excepcionalmente, para evitar eventuais erros de leitura. Deste modo, deverá ser colocado na
vogal tónica o acento grave, se esta for aberta, ou circunflexo, se esta não for aberta.

O acento grave marca uma sílaba aberta que resultou da contração da preposição “a” com o artigo
definido “a (s) ” ou com os demonstrativos tais como “aquele (s) ”, “aquela (s) ”, “aquilo”.

Às, àquelas, àqueles, àquilo, fácil, pólen, carácter, tórax, ‘lápis, Vénus, órfã, bênção, etc.

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2.11.3. Palavras esdrúxulas

Todas as palavras esdrúxulas são acentuadas graficamente e a sílaba tónica é a antepenúltima.

Com acento agudo: último, rápido, relatório…….

Com acento circunflexo: pêssego, lâmpada, estômago, providência, elegância.

Unidade 12: relações lexicais

A Sinonímia é a relação de sentido entre duas ou mais unidades lexicais cujo significado é
idêntico, ou que podem ser utilizadas individualmente num mesmo contexto sem que com isso se
verifique uma alteração no significado do enunciado.

Será o caso das palavras viaturas e carro em:

Eles acabaram por comprar um carro (viatura).

A antonimia é a relação de sentido contrário existente entre unidades lexicais que tem
significados opostos e que, por essa razão, se excluem reciprocamente. A oposição pode
apresentar-se sob três aspectos:

 Com palavras de radicais diferentes, como o bom e mau. Ex. aquele miúdo é bom. /
Aquele miúdo é mau.
 Com palavras com a mesma raiz, mas a que se juntou um prefixo negativo posto à raiz,
como legal e ilegal. Ex. O que fizeste é legal. / O que fizeste é ilegal.
 Com palavras com a mesma raiz, que se opõem pelos prefixos de significação contrária
como progredir e regredir. Ex. O aluno continua a progredir. / O aluno continua a
regredir. A este tipo de antonimia é costume chamar-se antonimia binária, dado que um
termo tem necessidade do outro para se construir semanticamente.

A hiperonímia é a relação de inclusão na unidade mais geral do significado veiculado por outra
unidade – hipónimo. É o caso da palavra rosa em relação a uma flor (hiperónimo).

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A hiponímia é a relação de sentido não simétrica existente entre duas palavras e estabelecida
segundo critérios de inclusão. É assim que rosa, túlipa, cravo, lírio, etc., estão incluídos em flor.

A homonímia é a relação entre unidades lexicais que tem as mesmas formas gráficas e fonética,
mas significados diferentes. A homonímia compreende a homofonia (a mesma forma fonética,
mas significados diferentes, como acontece com passo e paço), a homografia (a mesma forma
gráfica, mas com formas fonéticas e gráficas diferentes, como acontece com segredo “nome” e
segredo “forma verbal”) ou as duas.

O fenómeno da homonímia acontece quando duas palavras têm uma origem etimologicamente
diferente como saia (nome) e saia (forma verbal) ou quando a origem etimologicamente comum
não permite já compreender o laco semântico entre duas palavras. É o caso de colégio
(estabelecimento escolar) e colégio (corpo de pessoas).

As paronímias são muito parecidas, prestando-se a confusão, como nos exemplos: perfeito (bem
feito) e prefeito (vigilante do colégio).

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CAPÍTULO III: CONCLUSÕES

3.1. Considerações finais

Findo a realização do presente trabalho é necessário reflectirmos sobre a história e a origem da


Língua Portuguesa, sua evolução e a importância do latim desde o início até à actualidade,
percebemos o quanto se equivocam quem considera o latim uma língua morta. Ao apresentar este
trabalho à sociedade académica, esperamos um novo olhar do leitor perante a Língua Latina, que
evoluiu para a Língua Portuguesa. Entendemos que sem o latim seria impossível traçarmos e
conferirmos a trajectória histórica percorrida desde a Península Ibérica, o movimento da
Reconquista Cristã, como a língua foi evoluindo, para quais cidades e regiões foi se expandindo.

Quando apontamos os processos de evolução da língua, sentimos a importância da história do


Português no Brasil e também como foi sofrido para os habitantes daquele período de
colonização. Na análise do corpus vimos que os fatos linguísticos e culturais se expressam
também na arte literária, trazendo para o leitor esse contacto.

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