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Aspiro ao grande labirinto:

AULA 1 - PRODUÇÕES ESCULTURA II - ALETHEIA ALVES


Oiticica viveu a época de um movimento
transgressor surgido na década de 1960: a
contracultura, que se caracterizou pela
contestação dos padrões estabelecidos,
com a proposta de novos rumos e novos
valores para a arte, a cultura, a economia, a
política e a sociedade.
O que faz de um Que tipos de Que tipo de
objeto uma materiais um escolhas são
escultura? escultor usa para feitas para se
fazer arte? fazer uma
O que faz de um escultura?
objeto uma
pintura?
O texto resgata a simbologia do labirinto,
estimulada pela experiência de Hélio
Oiticica na favela do morro da Mangueira,
em 1964, na medida em que a inclusão da
música, da dança, despertou, no artista, a
consciência artística inspirada na
“arquitetura natural” dos espaços
“labirínticos” das favelas.
Desenvolver conceitos e técnicas de expressão
tridimensional.

OBJETIVOS DA Pesquisar/experimentar materiais e as diversas


apropriações artísticas.

DISCIPLINA Compreender os conceitos, os meios plásticos, as formas


de expressão e as características das linguagens artísticas
modernas e contemporâneas.

Problematizar temas específicos da arte


contemporânea com ênfase no campo das linguagens
de configuração tridimensional.

Compreender aspectos da produção tridimensional


moderna e contemporânea na educação básica.
ATUALIZANDO! DESTAQUES DA DISCUSSÃO

• Visão Geral do Roteiro de Aulas


• Organização inicial dos trabalhos e
estudos.
• Quanto à utilização de plataformas
virtuais e ferramentas de comunicação.
• Orientação para realização das principais
atividades.
• Orientação quanto à avaliação.
ENTENDENDO O ROTEIRO DE AULAS
As aulas síncronas serão realizadas no horário de 13h30 às 16h30, via Google Meet.
Momento de apresentação dos temas da disciplina de forma teórica, bem como de
orientação e organização sobre as atividades.
As aulas assíncronas correspondem ao horário de 16h30 às 18h, serão
compostas basicamente por atividades de produção prática, leituras,
postagens e publicações dos acadêmicos, orientações com relação às
produções (videoaulas), tendo como plataforma de comunicação o Google
Classroom.
* * Após as 16h30, de acordo com a necessidade dos acadêmicos, será
mantida aberta a comunicação para orientações individuais

Os materiais para as produções práticas estão envolvidos


intrinsecamente com os objetivos poéticos de cada estudante.
Os materiais para leitura e referências utilizadas em aula (pdf) estarão
disponíveis no Drive da Disciplina.
ROTEIRO DE AULAS
AVALIAÇÃO

Nota 1 Nota 2 Nota final


Assiduidade, participação (3,0) Portfólio (7,0) Nota 1 (1) + Nota 2 (2) = 10,0
Realização de atividades no Apresentação do portfólio (3,0) 3
Classroom (7,0)
REFERÊNCIAS
COELHO, Elke P. Das relações com o espaço: os livros. Visualidades, 5(2)., 2012.
HISSA, C. E. V.; NOGUEIRA, M. L. M. Cidade-corpo. Rev. UFMG, Belo Horizonte, v. 20, n.1, p.54-77, jan./jun. 2013
INGOLD, Tim. O dédalo e o labirinto: caminhar, imaginar e educar a atenção. Horizontes Antropológicos, Porto
Alegre, ano 21, n. 44, p. 21-36, jul./dez. 2015.
KRAUSS, Rosalind. A escultura no campo ampliado. Reedição da Rev. Gávea I PUC/Rio, 1984.
KRAUSS, Rosalind. Os caminhos da escultura moderna. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
KWON, Miwon. Um lugar após o outro: anotações sobre site-specificity. Revista Arte & Ensaios. n.17, EBA/UFRJ,
2009.
OITICICA, Hélio. Aspiro ao grande labirinto. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.
READ, Herbert. Escultura Moderna: uma História Concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
ROLNIK, Sueli. Cartografia sentimental: transformações contemporâneas do desejo. Porto Alegre: Ed. UFRS e Sulina.
2011.
ROSAS, Ricardo. Gambiarra: alguns pontos para se pensar uma tecnologia recombinante. Caderno Videobrasil – Vol.
2. 2006.
ROSENTHAL, Dália. Joseph Beuys: o elemento material como agente social. ARS. São Paulo, Ano 8, n.18, 2011.
TIBERGHIEN, Gilles. Imaginário cartográfico na arte contemporânea: sonhar o mapa nos dias de hoje. Trad. Inês de
Araujo. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 57, p. 233-252, 2013.
TUCKER, William. A Linguagem da Escultura. São Paulo: Cosac Naify, 2001.
WISNIK, Guilherme T. Dentro do labirinto: Hélio Oiticica e o desafio do “público” no Brasil. ARS. São Paulo, Ano 15,
n.30, 2017.