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UNIVERSIDADE ANHAGUERA – UNIDERP

Centro de Educação a Distância

CIÊNCIAS CONTÁBEIS

ESTÁGIO ADAPTADO COVID


RELATÓRIO DE PRODUÇÃO TEXTUAL
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I E II

2020
ESTÁGIO ADAPTADO COVID
RELATÓRIO DE PRODUÇÃO TEXTUAL
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I E II

Trabalho de Produção Textual apresentado ao curso de


Ciências Contábeis como requisito obrigatório das
disciplinas de Estágio Supervisionado I e II de 2020-2.

Tutor à distância: Cipriano Martinez

2020
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1 INTRODUÇÃO

ATIVIDADE 1: LEITURA DOS MATERIAIS

Mediante a proposta, tal qual como resolução da primeira atividade,


a partir da disponibilização do material com a premissa de esclarecimento ao que
cerne as responsabilidades do profissional de Contabilidade em pleno exercício de
sua função, tal qual o apontamento da necessidade de uma formação solidificada
afim de que este se encontre apto a cumprir seu papel mediante o empreendimento
sob sua responsabilidade, sabendo lidar com os parâmetros que cernem a profissão,
aplicando-os de forma que traga com eficiência vantagens maximizadas aos
gestores em suas análises empresariais.
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2 ATIVIDADE 2

2.1.1 a) Principais Contribuições

Os materiais apresentados exemplificam como funciona o mercado


de trabalho em diferentes meios relacionados a contabilidade, os entrevistados
respondem a algumas perguntas, e relatam que uma das dificuldades encontradas
são as constantes mudanças que ocorrem na legislação, e que existe a necessidade
de se ter uma atenção a essas atualizações, utilizar de ferramentas que possibilitem
a atualização de forma recorrente. De acordo com os materiais de apoio, é
importante que se tenha uma comunicação eficaz, pois o diálogo é essencial quando
se tem um contato direto com os clientes, pois deve-se entender as necessidades
dos clientes, para conseguir supri-las, outro ponto abordado está relacionado com
obter uma boa escrita, pois esse ponto está diretamente ligado a um bom
atendimento.

2.1.2 b) Desafios Apontados

Outro desafio citado é a adaptação de linguagem que se deve ter


com cada segmento, pois quando um contador tem um contato com um cliente x ele
deve saber como suprir as necessidades baseando-se no cenário apresentado pelo
cliente, e um cliente y, pode ser completamente diferente, então sua abordagem
deve ser direcionada ao cenário daquele cliente, flexibilizando os atendimentos a fim
de prestar um atendimento eficaz em cada situação.

2.1.3 c) Competências Profissionais

Ao que cerne à função de seu exercício, o Contador necessita


estabelecer o entendimento de uma organização mediante as atividades
administrativa e financeira da entidade sob sua responsabilidade, dado o fato de que
todas atividades que se desenvolvem nesta refletem diretamente na contabilidade.
A Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório
Contábil-Financeiro maximizam as vantagens que cernem tanto aos investidores
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quanto aos empresários, principalmente ao que tange às aplicações financeiras.


Tais relatórios pontuam informações que dizem respeito a situação econômica das
empresas, servindo como referencial.

2.1.4 d) Importância das Normas

Através da CPC 00, os Contadores podem tomar conhecimento ao


que cerne as informações referentes a índices futuros, almejando o controle da
situação em que se encontra a empresa.
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3 ATIVIDADE 3

3.1 CONSTITUIÇÃO DA PESSOA JURÍDICA

3.1.1 I. Tipos de Pessoas Jurídicas no Brasil

A pessoa jurídica se classifica em três categorias onde a pessoa


jurídica corresponde como aquela de direito público interno, direito público externo e
a de direito privado.

3.1.1.1 a) Documentos de diferentes pessoas jurídicas

No Brasil, os documentos necessários para abertura de uma


empresa, (pessoas jurídicas) são:

 Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);


 Contrato Social;
 Registro na Junta Comercial;
 Inscrição estadual;
 Inscrição Municipal;
 Alvará de funcionamento;
 Alvará do Corpo de Bombeiros;
 Alvará da vigilância sanitária;
 Licença ambiental;
 Cadastro na Previdência Social;
 Instrumentos fiscais.

3.1.1.2 b) Órgãos de registro

Os órgãos responsáveis pelo registro destes documentos, são:


 Ministério da Fazenda;
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 Receita Federal;
 Corpo de Bombeiro Militar do estado;
 Secretaria de Estado da Fazenda.

3.1.2 III. Registros da Constituição Empresarial

 Sociedade simples limitada: contrato social com Registro Civil das Pessoas
Jurídicas (RCPJ);
 Sociedade simples pura: contrato social com registro no RCPJ ou na OAB,
caso seja uma sociedade constituída por advogados;
 Microempreendedor individual (MEI): CPF, número do título de eleitor e
número da última declaração do imposto de renda;
 Sociedade anônima (S.A): estatuto e ata de assembleia de constituição, com
registro na junta comercial (JC);
 Empresário individual: requerimento de empresário com registro na Junta
Comercial, referente à inscrição no órgão de registro;
 Empresa individual de responsabilidade limitada (Eireli): ato de constituição
registrado no RCPJ ou JC.

A retirada do CNPJ, é concretizada mediante ida à Receita Federal


do município, portando os seguintes documentos: identidade dos donos da empresa
original e cópia, comprovante de residência, CPF, endereço no qual a empresa
exercerá suas atividades e o contrato social. O valor possui variação em
conformidade com o período do ano e o ramo empresarial em questão, devendo ser
pago no ato da inscrição.
Após o recebimento do Número de Identificação do Registro de
Empresa (NIRE), é dada a entrada do pedido referente ao CNPJ do
empreendimento. O processo é praticamente realizado totalmente on-line, através
do portal da Receita Federal. Ë necessário ainda, o envio de documentações
requisitadas, podendo ter sua remessa por correio ou entregue pessoalmente na
Receita Federal.
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3.1.3 IV. Melhor Regime Tributário

O regime de impostos do Simples Nacional, criado no ano de 2006,


objetiva a simplificação ao que cerne a diferenciação de termos tributários ofertados
a Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.
Tais empresas recolhem os seus impostos mediante uma guia única
de pagamento, chamada de Documento de Arrecadação do Simples Nacional
(DAS). O supracitado documento único engloba oito impostos, sendo estes: IRPJ,
CSLL, PIS, COFINS, IPI, CPP, ISS e ICMS. Facilitando a questão do pagamento de
impostos, dado o fato que se realiza um único pagamento.

3.2 MODELO DE CONTROLE DE CAIXA

3.2.1 V. Controle Financeiro

Explique a utilidade e a importância do controle financeiro de um


negócio e a importância do fluxo de caixa para auxiliar os administradores de como
utilizar os recursos financeiros e na tomada de decisão.

3.2.2 VI. Controle de Caixa

O controle financeiro se alicerça mediante a coordenação das


atividades realizadas, e a avaliação da condição financeira do empreendimento.
Através de relatórios financeiros elaborados em consonância com os dados que
cernem ao patrimônio e a condição referente ao fluxo de caixa.
O controle das finanças empresariais implica diretamente no
entendimento da situação financeira real da empresa ao que tange o empresário,
para que este saiba identificar o melhor momento para realização ou não de
investimentos.
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3.3 CONTROLE DE CUSTOS

3.3.1 VII. Custos Fixos, Custos Variáveis e Despesas

De modo geral, os custos e despesas podem se classificam em fixos


ou variáveis:
 Custos ou despesas fixas: gastos que não possuem variação,
independentemente da quantidade produzida ou vendida.
 Custos ou despesas variáveis: gastos que possuem sua variação diretamente
ligada a quantidade produzida ou vendida.

Por exemplificação dos custos variáveis pode-se citar os gastos


temporários advindos da contratação de funcionários por um varejista, almejando o
atendimento de uma demanda sazonal de maior fluxo, no final de ano. Tal dinâmica
aumenta os custos da empresa, mediante o aumento do volume de vendas de seus
bens.
Já por exemplificação de custos fixos, pode-se citar vários, tais como
alugueis de instalações; salários da administração; limpeza e conservação; rede de
segurança; etc., uma vez que estes não possuem variações associadas a venda dos
bens que a empresa vende.

3.3.2 VIII. Controle de Custo

Uma gerencia qualitativa dos custos, implica na percepção de como


cada gasto se comporta ao que cerne os ganhos obtidos pela empresa. O controle
deve ser realizado mensalmente, de maneira a se criar um histórico de contas, vindo
a possibilitar a realização de comparações mediante os percentuais.
Outras formas de diminuir os custos e gerar melhoras ao que cerne
o controle de gastos, são:

1. Ter uma boa administração de estoque


2. Planejar mesmo as situações incomuns
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3.4 PLANEJAMENTO TRIBUTARIO DE UMA EMPRESA

3.4.1 IX. Tributos

a) O que é tributo?
Tributo trata-se de toda prestação pecuniária compulsória, com
valor expresso em moeda, não constituinte de ato ilícito, instituída
pela lei e cobrada mediante a atividade administrativa a qual a
empresa se vincula.
b) Espécies de tributos
Geralmente classificadas em cinco espécies de tributos, sendo eles:
taxas, impostos, contribuições parafiscais, empréstimos
compulsórios e contribuições de melhoria.
c) Características dos tributos
As contribuições são recolhidas mediante os governos municipais,
estaduais e federais, em conformidade com o ramo de atividade empresarial.

3.4.2 X. Tributos Incidentes

Quais os tributos que incidirão na atividade da empresa em


questão?
As micro, pequenas e médias empresas possuem a opção de optar
pelo Simples Nacional, que se trata de uma guia única referente ao recolhimento de
seis tributos federais, um estadual e um municipal, podendo ser utilizada por
empreendedores cujo faturamento se estabeleça até o valor de R$ 4,8 milhões por
ano.

 IRPJ — Imposto de Renda Pessoa Jurídica (federal);


 IPI — Imposto sobre Produtos Industrializados (federal);
 CSLL — Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (federal);
 COFINS — Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (federal);
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 PIS/PASEP — Programa de Integração Social / Programa de Formação do


Patrimônio do Servidor Público (federal);
 INSS – Contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (federal);
 ICMS — Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e
Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de
Comunicação (estadual);
 ISS — Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (municipal).
A carga tributária referente a pessoa jurídica no Brasil é considerada
alta, dado ao fato de ser um dos países com o maior número de impostos, o que
gera de forma conseguinte impedimentos altamente relevantes ao que cerne a
abertura de empreendimentos, dado o fato de que, quanto maior a carga tributária,
menor o capital que o empreendedor possuirá para realizar investimentos no seu
empreendimento.

3.4.3 XI. Carga tributária, impedimentos, redução de incidência

Qual a sua opinião acerca da carga tributária da pessoa jurídica no


Brasil? Ela é um impedimento para o empreendedor? Como fazer para reduzir a sua
incidência?
A redução da incidência tributária caberia somente ao governo,
através da redução ou eliminação de impostos, objetivando a garantia do
desenvolvimento de empreendedores

3.5 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

3.5.1 XIII. Balanço Patrimonial: conceito e finalidade

O balanço patrimonial trata-se da relação existente ao que cerne os


ativos, passivos e o patrimônio líquido de uma empresa, em um momento
específico, afim de se demonstrar a posição patrimonial e financeira da empresa em
termos de cunho quantitativo e qualitativo. Para um claro entendimento, pode-se
utilizar a analogia de que o Balanço Patrimonial se trata de um registro fotográfico,
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referente a todo o patrimônio da empresa (bens, direitos e obrigações), em uma


determinada data.

3.5.2 Grupos do Balanço Patrimonial

a) Definição de Ativo; Recurso controlado pela empresa, de natureza


resultante de eventos passados, que geram a premissa de benefícios econômicos
posteriores serão gerados para a entidade.
b) Definição de Passivo; Obrigação empresarial atual, resultante de
eventos já ocorridos, estabelecendo a premissa de que mediante sua liquidação,
como resultante ter-se-á a saída de recursos econômicos.
c) Definição de Patrimônio Líquido; Valor residual resultante dos
ativos empresariais após a dedução de todos os passivos referentes a entidade
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4 ATIVIDADE 4 – RELATÓRIO DE TRABALHO

O Relatório desse estágio dá-se de maneira bem clara e objetiva,


com todos os tópicos pré-definidos. Conforme exposto no tópico 2 do presente
Estágio, o contador cada vez mais precisa conseguir dialogar com todo o tipo de
público, desde outro colega de profissão, outro contador, há pessoa que sequer
sabe a diferença entre CPF e CNPJ. Isso é de suma importância nessa área de
trabalho e o mesmo precisa se atentar diariamente há isso.
Também, ao que cerne as atividades do contador, bem como a
emissão e impressão de relatórios contábeis, o mesmo precisa estar dia após dia se
atualizando conforme as normas contábeis e o CPC 00 está aí para esse auxílio
diário. Todos os relatórios financeiros de uma entidade empresarial precisam estar
em dia e altamente fidedignos para uma boa a acertada tomada de decisão.
Como qualquer bom orientador, um contador precisa conhecer todo
e qualquer tipo de pessoa jurídica, bem como, orientar seu cliente da melhor e
correta escolha para seu ramo empresarial. Todos os tipos de pessoas jurídicas
constantes no Brasil foram expostos e previamente explicados, com toda a
documentação necessária para a total efetivação da abertura de empresa.
Controle de Custos e Controle de caixa foram elucidados de maneira
clara e fiel ao que cerne a realidade das entidades empresariais no País. Como deve
ser feito, alocado e seguido para um ótimo desempenho empresarial.
Por fim, mas não menos importante, as demonstrações contábeis
foram explicitadas com o intuito de se explicar uma das mais importantes: Balanço
Patrimonial. Explicando o conceito de Ativo, Passivo e Patrimônio líquido
corretamente.
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5 CONCLUSÃO

A partir do presente estudo e baseado nas experiências adquiridas


por meio das entrevistas apresentadas, percebe-se a importância de se obter
conhecimentos constantemente e atualizar-se de temáticas utilizadas no dia a dia do
profissional de ciências contábeis, pois isso irá interferir de maneira positiva
futuramente, onde será possível pôr em pratica as matérias estudadas durante o
curso e também de aperfeiçoar as técnicas de comunicação que serão utilizadas
para com os clientes, almejando realizar seus pedidos de forma eficaz.
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REFERÊNCIAS

HERRMANN JR., Frederico. Contabilidade Superior (Teoria Econômica da


Contabilidade). 9. ed. São Paulo: Atlas, 1972.

IUDÍCIBUS, Sérgio de. Teoria da contabilidade. 10. Ed. – São Paulo: Atlas, 2010.

MARTINS, Eliseu; LOPES, Alexsandro Broidel. Teoria da Contabilidade: nova


abordagem. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2005

PETRENCO, Solange Aparecida. Contabilidade e o seu Valor Probante. São


Paulo: Juruá, 2004.

OLIVEIRA, Antonio Benedito Silva. Métodos e Técnicas de Pesquisa em


Contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2003.

SILVA, F.V. Doutrinas Contabilísticas. Vila Nova de Famalicão: Centro Gráfico de


Famalicão, 1959.
ANEXOS

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