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1 Cálculo combinatório e probabilidades

Atividade de diagnóstico 1.3. a) Afirmação verdadeira


Pág. 8 b) Afirmação falsa porque 5∉ C
1.1. a) A = { x ∈ ℤ : x 2 − x − 30 ≤ 0} c) Afirmação verdadeira

1 ± 1 + 120 d) Afirmação falsa. 5 é o único elemento de B e {5} ≠ 5 .


x 2 − x − 30 = 0 ⇔ x = ⇔
2 e) Afirmação falsa porque o conjunto {2, 3} não é
1 ± 11 elemento de C
⇔x= ⇔ x = −5 ∨ x = 6
2 f) Afirmação verdadeira
g) Afirmação verdadeira
h) Afirmação verdadeira

A = {−5, − 4, − 3, − 2, − 1, 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6}
Pág. 9
{
b) B = x ∈ ℝ : x −1 = x − 3 } 2. U = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12}
A = {3, 4, 5, 6, 7}
x − 1 = x − 3 ⇒ x − 1 = ( x − 3) ⇔
2
B = {6, 7, 8, 9, 10}
⇔ x −1 = x − 6x + 9 ⇔
2

⇔ x 2 − 7 x + 10 = 0 ⇔

7 ± 49 − 40
⇔x= ⇔
2
7±3
⇔x= ⇔ x = 2∨ x =5
2
2.1. A ∩ B = {6, 7}
Verificação:
A ∪ B = {3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10}
x = 2: 2 − 1 = 2 − 3 ⇔ 1 = −1 (F)
2.2. A \ B = {3, 4, 5}
x = 5: 5 − 1 = 5 − 3 ⇔ 4 = 2 (V)

B = {5} B \ A = {8, 9, 10}

c) C = { x ∈ ℕ : x é divisor de 12} 2.3. A = {1, 2, 8, 9, 10, 11, 12}

C = {1, 2, 3, 4, 6, 12} B = {1, 2, 3, 4, 5, 11, 12}

d) A ∩ B = {5} = B 2.4. A ∪ B = {1, 2, 3, 4, 5, 8, 9, 10, 11, 12} = A ∩ B

A ∪ B = {−5, − 4, − 3, − 2, − 1, 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6} = A 2.5. A ∩ B = {1, 2, 11, 12} = A ∪ B

e) A ∩ C = {1, 2, 3, 4, 6}
 1 x 
A ∪ C = {−5, − 4, − 3, − 2, − 1, 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 12} 3. A = x ∈ ℝ : ≥ 
 x x + 2
f) B ∩ C = {5} ∩ {1, 2, 3, 4, 6, 12} = ∅ 1 x x 1
≥ ⇔ − ≤0⇔
x x+2 x+2 x
B ∪ C = {5} ∪ {1, 2, 3, 4, 6, 12} = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 12}
x2 − ( x + 2)
1.2. Por exemplo: ⇔ ≤0⇔
x ( x + 2)
a) P = {0, 1, 2} e Q = {3, 4}
x2 − x − 2
b) P = {0, 1, 2} e Q = {2, 3, 4} ⇔ ≤0
x ( x + 2)
c) P = {0, 1, 2} e Q = {0, 1, 2, 3, 4} ⇔ x ∈ ]−2, − 1] ∪ ]0, 2]
d) P = {0, 1, 2} e Q = {0, 1}
Cálculos auxiliares:
e) P = {−5, − 4, − 3, − 1, 2, 0 , 1} e 1± 1+ 8
• x2 − x − 2 = 0 ⇔ x = ⇔
2
Q = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6} ⇔ x = −1 ∨ x = 2

• x ( x + 2 ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −2

1
1.1. Introdução à análise combinatória

2.1. ( A ∩ B ) ∩ C = {3} = A ∩ ( B ∩ C )
x –∞ –2 –1 0 2 +∞
x2 – x – 2 + + + 0 – – – 0 + 2.2. A ∪ ( B ∩ C ) = {1, 2, 3, 4, 5, 6} ∪ {3, 7, 8} =
x (x + 2) + 0 – – – 0 + + +
= {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8} =
Q + n.d – 0 + n.d – 0 +
= ( A ∪ B) ∩ ( A ∪ C )
A = ]−2, − 1] ∪ ]0, 2] 2.3. ( A ∪ B) ∪ C = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10} =
B = [ −1, 1[
= A ∪(B ∪ C)

2.4. A ∩ ( B ∪ C ) = {1, 2, 3, 4, 5, 6} ∩ {3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10}

= {3, 4, 5, 6} =

3.1. A = ]−2, − 1] ∪ ]0, 2] = ( A ∩ B) ∪ ( A ∩ C )

3.2. A ∩ B = {−1} ∪ ]0, 1[


Pág. 12
3.3. A ∪ B = ]−2, 2] 1.1. A∪ B = B ∪ A
3.4. A = ]−∞, − 2] ∪ ]−1, 0] ∪ ]2, + ∞[ x∈ A∪ B ⇔ x∈ A∨ x∈B ⇔
⇔ x∈B ∨ x∈ A ⇔
3.5. B = ]−∞, − 1[ ∪ [1, + ∞[
⇔ x∈B ∪ A
3.6. A \ B = ]−2, − 1[ ∪ [1, 2] = A ∩ B
1.2. ( A ∩ B) ∩ C = A ∩ (B ∩ C )
3.7. B \ A = ]−1, 0] = B ∩ A
x ∈( A ∩ B) ∩ C ⇔ x ∈( A ∩ B) ∧ x ∈C ⇔

4. A = {1, 2, 3} e B = {a, b} ⇔ ( x ∈ A ∧ x ∈ B) ∧ x ∈C ⇔

4.1. a) A × B = {(1, a), (1, b), (2, a), (2, b), (3, a), (3, b)} ⇔ x ∈ A ∧ ( x ∈ B ∧ x ∈C ) ⇔
b) B × A = {(a, 1), (a, 2), (a, 3), (b, 1), (b, 2), (b, 3)}
⇔ x ∈ A ∩ (B ∩ C )
c) A2 = A × A = {(1, 1), (1, 2), (1, 3), (2, 1), (2, 2), (2, 3),
(3, 1), (3, 2), (3, 3)} 1.3. A ∩ (B ∪ C) = ( A ∩ B) ∪ ( A ∩ C )

4.2. Por exemplo: x ∈ A ∩ (B ∪ C) ⇔ x ∈ A ∧ x ∈(B ∪ C) ⇔


▪ (1, a, 2 ) ∈ A × B × A
⇔ x ∈ A ∧ ( x ∈ B ∨ x ∈C ) ⇔
▪ ( a , b, b ) ∈ B 3
⇔ ( x ∈ A ∧ x ∈ B) ∨ ( x ∈ A ∧ x ∈C ) ⇔

⇔ x ∈ ( A ∩ B) ∨ x ∈( A ∩ C ) ⇔
1.1. Introdução ao cálculo combinatório
Pág. 10 ⇔ x ∈ ( A ∩ B) ∪ ( A ∩ C )
Atividade inicial 1

1. U = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12} 2.1. ( A ∪ B) ∪ A = A ∪ B ∪ A =


A = {1, 2, 3, 4, 5, 6}
( )
= A∪ A ∪B =
B = {3, 4, 7, 8, 10} =U ∪ B =U
C = {3, 5, 6, 7, 8, 9} 2.2. ( A ∪ B ) ∩ A = ( A ∩ A) ∪ ( B ∩ A) =
1.1. A ∩ B = {3, 4} = ∅ ∪ ( A ∩ B) =

A ∩ C = {3, 5, 6} = A∩ B

B ∩ C = {3, 7, 8} 2.3. ( A ∩ B) ∩ A = A ∩ B ∩ A =
1.2. A ∪ B = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10} ( )
= A∩ A ∩B =
A ∪ C = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9} =∅∩B =∅
B ∪ C = {3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10}
1.1. Introdução à análise combinatória

Pág. 14 5.2. ( A ∩ B) ∩ ( A ∩ C ) =
3. ( A ∪ B) ∩ ( A ∩ B) = Leis de De Morgan
= ( A ∪ B) ∩ ( A ∪ C) =
(
= ( A ∪ B) ∩ A ∪ B = ) = ( A ∪ B) ∩ ( A ∪ C) =
= ( A ∪ B) ∩ ( A ∪ B ) = Distributividade
= A∪ (B ∩C) = B ⊂C ⇔C ⊂ B ⇔ B ∩C =C
= A∪ (B ∩ B) =
= A∪C
= A∪∅ = A

Pág. 16
Pág. 15
6. ( B × A ) ∪ ( C × A) =
4.1. A∪B = A∩ B = A∩ B
= (B ∪C)× A =
4.2. A∪B = A∩B = A∩ B = B \ A
= {a, b, c} × {a, d } =
4.3. ( )
A∩ A∪B = A∩ A∩ B = ( )
= {( a, a ) , ( a, d ) , ( b, a ) , ( b, d ) , ( c, a ) , ( c, d )}
= ( A ∩ A) ∩ B =

=∅∩B =∅ Pág. 17
7. 3+2=5
4.4. ( A ∪ B) ∩ ( A ∩ B ) = A Sara tem cinco possibilidades de escolha.

= ( A ∪ B) ∩ A ∪ B =( ) Pág. 19
8. Concertos Filmes
= ( A ∪ B) ∩ ( A ∪ B) = 2 4

= ( A ∩ A) ∪ B =
8.1. 2 + 4 = 6
O João pode escolher um dos eventos de seis maneiras
=∅∪B = B diferentes.
4.5. ( A ∩ B) \ A = ( A ∪ B ) \ A = 8.2. 2 × 4 = 8
O João pode fazer a escolha de oito maneiras diferentes.
= ( A ∪ B) ∩ A =

= ( A ∩ A) ∪ ( B ∩ A) = 9.1. Entrada Prato Sobremesa


2 4 3
(
= ∅∪ B ∪ A = A∪ B ) 2 × 4 × 3 = 24

4.6.
 ( )
B ∪  A ∩ B ∩ B  =

É possível fazer 24 refeições diferentes.

9.2. Entrada Prato Sobremesa


 (  )
= B ∪  A ∪ B ∩ B  = 1 2 3 Sopa de peixe
1 4 3 Salada
= B ∪ ( A ∪ B ) ∩ B  = 1 × 2 × 3 + 1 × 4 × 3 = 6 + 12 = 18
ou
=  B ∪ ( A ∪ B )  ∩ ( B ∪ B ) = 24 – 1 × 2 × 3 = 24 – 6 = 18

= ( B ∪ B ) ∪ A  ∩ U = Refeições com sopa de peixe e prato de peixe

É possível fazer 18 refeições diferentes.


( )
= U ∪ A ∩U = U ∪ A = U

Pág. 20
10. Ida Volta
5.1. ( A \ B) ∩ C = ( A ∩ B) ∩ C 4 × 3 × 2 × 3 = 72
O Alexandre pode escolher 72 caminhos diferentes.
= A∩ (B ∩C) = C ⊂ B ⇔ B ∩C = C

= A∩C = 11. Há três maneiras para escolher o rapaz que fica no lugar
= A\C do meio da fila da frente. Relativamente aos restantes
1.1. Introdução à análise combinatória

cinco lugares há cinco maneiras de escolher o ocupante do d)


1.º, quatro maneiras de escolher o ocupante do 2.º, e assim 1.ºA 2.ºA 3.ºA
sucessivamente: 1, 2
2 6 5 x < 300
Lugar do meio Restantes lugares
3 0, 1, 2
(fila da frente) 1.º 2.º 3.º 4.º 5.º 1 3 5 300 < x < 340
3 4 0, 1
3 5 4 3 2 1 340 ≤ x < 342
1 1 2
3 × 5 × 4 × 3 × 2 × 1 = 360 2 × 6 × 5 + 1 × 3 × 5 + 1 × 1 × 2 = 60 + 15 + 2 = 77
Há 360 maneiras de ocuparem os seis lugares. É possível escrever 77 números inferiores a 342.

12. • Há quatro maneiras de escolher os lugares das raparigas 14. 10 × 10 × 23 × 23 × 10 × 10 = 5 290 000
É possível formar 5 290 000 matrículas.
(1 e 2, 2 e 3, 3 e 4 ou 4 e 5). Escolhidos os dois lugares
há duas maneiras de sentar as raparigas (pode ser AB ou
15.1. 1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
BA). Há, portanto, 4 × 2 = 8 maneiras de as raparigas 9 10 1 1
Diferente de 0
ocuparem os lugares.
9 × 10 × 1 × 1 = 90
• No que respeita aos três rapazes do grupo, para o 1.º há
Existem 90 capicuas.
três hipóteses de escolha de lugar, para o 2.º há duas
15.2. 1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
hipóteses e para o 3.º só há um lugar disponível: 4 9 1 1
1.º 2.º 3.º Rapazes Diferente do anterior
2, 4, 6 ou 8
3 2 1 Hipóteses de escolha 4 × 9 × 1 × 1 = 36
Logo, os restantes quatro podem ocupar os lugares Existem 36 números pares que são capicuas.
de 3 × 2 × 1 = 6 maneiras diferentes.
Os cinco jovens podem ocupar os lugares de 8 × 6 = 48 Pág. 22
maneiras diferentes. 16.1. 5 × 4 × 4 × 4 × 4 = 1280
Podem ser feitas 1280 bandeiras.

Pág. 21 16.2. 4 × 5 × 4 × 1 × 4 = 320


13.1. 1.º A 2.ºA 3.ºA Qualquer cor exceto a da 4.ª lista
Cor igual à da 2.ª lista
6 6 5 Qualquer cor exceto a da 2.ª lista
6 × 6 × 5 = 180 Qualquer uma das cinco cores
É possível escrever 180 números. Qualquer cor exceto a da 2.ª lista

Podem ser feitas 320 bandeiras.


13.2. a) 1.º A 2.ºA 3.ºA
6 5 1 O algarismo das unidades é 0. 16.3. 1.º caso: A tira central também é vermelha.
1 × 4 × 1 × 4 × 1 = 16
5 5 3 O algarismo das unidades é 2, 4 ou 6
Diferente de vermelho
6 × 5 × 1 + 5 × 5 × 3 = 30 + 75 = 105
2.º caso: A tira central não é vermelha
Ou 1 × 3 × 4 × 3 × 1 = 36
180 – 5 × 5 × 3 = 105 Diferente de vermelho e da tira central
números ímpares
É possível escrever 105 números pares.
Podem ser feitas 16 + 36 = 52 bandeiras.
b) 1.º A 2.ºA 3.ºA
6 5 1 O algarismo das unidades é 0. 17. 1800 = 23 ×32 × 52
1800 2
5 5 1 O algarismo das unidades é 5. 17.1. Qualquer número da forma 2a × 3b × 5c ,
900 2
6 × 5 × 1 + 5 × 5 × 1 = 55
com a ∈ {0, 1, 2, 3} , b ∈ {0, 1, 2} 450 2
É possível escrever 55 múltiplos de 5. 225 3
e c ∈ {0, 1, 2} .
75 3
c) 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6
a b c 25 5
1.º A 3.ºA 4.ºA 55
4 3 3
4 6 5 O 1.º algarismo é 3, 4, 5 ou 6. 1
4 × 3 × 3 = 36
4 × 6 × 5 = 120
O número 1800 tem 36 divisores.
É possível escrever 120 números superiores a 300
1.1. Introdução à análise combinatória

17.2. É um número da forma 2a × 3b × 5c em que, para não ser 3 4 3 4


21.2. + = + =
múltiplo de 2, o valor de a só pode ser 0 (uma hipótese). 5!× 8! 6!× 7! 5!× 8 × 7! 6 × 5!× 7!
( ×3 ) ( ×4 )

a b c 9 + 16 25 5 5
1 3 3 = = = =
5!× 24 × 7! 5 × 4!× 3 × 8 × 7! 24 × 3 × 8! 72 × 8!
3×3=9
O número1800 tem nove divisores ímpares.

22.1.
( n − 1)! = 12 ⇔
Pág. 23 ( n − 3 )!
18.1. #P ( A ) = 2# A = 212 = 4096
O conjunto A tem 4096 subconjuntos. ⇔
( n − 1)( n − 2 )( n − 3)! = 12 ∧ n − 1 ≥ 0 ∧ n − 3 ≥ 0 ⇔
18.2. # B = n ( n − 3) !
B tem n + 1 subconjuntos de cardinal inferior a 2
⇔ ( n − 1)( n − 2 ) − 12 = 0 ∧ n ≥ 1 ∧ n ≥ 3 ⇔
(conjunto vazio e n conjuntos singulares).
⇔ n 2 − 2n − 2n + 2 − 12 = 0 ∧ n ∈ ℕ \ {1 , 2} ⇔
n +1 = 8 ⇔ n = 7

#P ( B ) = 27 = 128 512 2 ⇔ n 2 − 3n − 10 = 0 ∧ n ∈ ℕ \ {1 , 2} ⇔
256 2
18.3. #P ( C ) = 512 3 ± 9 + 40
128 2 ⇔n= ∧ n ∈ ℕ \ {1 , 2} ⇔
64 2 2
2# C = 2 , logo # C = 9 . 32 2
16 2 ⇔ ( n = −2 ∨ n = 5 ) ∧ n ∈ ℕ \ {1 , 2} ⇔ n = 5
O conjunto C tem nove elementos. 8 2
4 2 22.2. n! = 72 ( n − 2 )! ⇔
2 2
1 ⇔ n ( n − 1)( n − 2 )!− 72 ( n − 2 )! = 0 ∧ n ≥ 0 ∧ n − 2 ≥ 0 ⇔

⇔ ( n 2 − n − 72 ) ( n − 2 )! = 0 ∧ n ≥ 2 ⇔
Pág. 24
15! 15 × 14!
19.1. a) = = 15
14! 14! ⇔  n 2 − n − 72 = 0 ∨ ( n − 2 )! = 0  ∧ n ∈ ℕ \ {1} ⇔
11!− 9! 11 × 10 × 9 × 8!− 9 × 8!
b) = = 1 ± 1 + 288
8! 8! ⇔n= ∧ n ∈ ℕ \ {1} ⇔
2
=
(11 × 10 × 9 × 9 ) 8! = 981
1 ± 17
8! ⇔n= ∧ n ∈ ℕ \ {1} ⇔
2
700 × 48! 700 × 48! 7 × 100 2
c) = = = ⇔ n = −8 ∨ n = 9 ∧ n ∈ ℕ \ {1} ⇔ n = 9
50! 50 × 49 × 48! 50 × 7 × 7 7
22.3. 12n! = ( n + 2 )!− 5 ( n + 1)! ⇔
99!× 98! 99!× 98 × 97! 98 49
d) = = =
100!× 97! 100 × 99!× 97! 100 50 ⇔ 12n!− ( n + 2 )( n + 1) n !+ 5 ( n + 1) n ! = 0 ∧ n ∈ ℕ ⇔

19.2.
( n + 2 )!− ( n + 1)! = ( n + 2 )( n + 1)!− ( n + 1)! = ⇔ n!12 − ( n + 2 )( n + 1) + 5 ( n + 1)  = 0 ∧ n ∈ ℕ ⇔
( n 2 + n ) ( n − 1)! n ( n + 1)( n − 1)!
⇔ n! = 0 ∨ 12 − n 2 − n − 2n − 2 + 5n + 5 = 0 ∧ n ∈ ℕ ⇔
=
( n + 1)!( n + 2 − 1) = ( n + 1) × n! × ( n + 1) = n + 1
( n + 1)! ( n + 1) n! ⇔ −n 2 + 2n + 15 = 0 ∧ n ∈ ℕ ⇔ n 2 − 2n − 15 = 0 ∧ n ∈ ℕ

2 ± 4 + 64
⇔n= ∧ n∈ℕ ⇔ n = 5
Pág. 25 2
8 × 7 × 6 × 5 × 4! 8! Atividades complementares
20.1. 8 × 7 × 6 × 5 = =
4! 4! Pág. 28
100 × 99 × 98 × 97! 100! 23. ( A \ B) ∩ ( A ∩ B) =
20.2. 100 × 99 × 98 = =
97! 97!
= ( A ∩ B ) ∩ ( A ∩ B) =
n ( n − 1)( n − 2 )( n − 3)! n!
20.3. n ( n − 1)( n − 2 ) = =
( n − 3 )! ( n − 3 )!
= ( A ∩ A) ∩ ( B ∩ B ) =

6 5 6 5 6×6 − 5 31 31 31 = A∩∅ =
21.1. − = − = = = =
5! 6! 5! 6 × 5! 6 × 5! 6 × 5! 6! 720
( ×6 )
=∅
1.1. Introdução à análise combinatória

24.1. ( A ∪ B) \ A = ( )
=  A ∩ B ∪ ∅  ∩ A ∩ B = ( )
= ( A ∪ B) ∩ A =
(
= A∩B ∩ A∩B = ) ( )
(
= A∩ A ∪ B ∩ A = ) ( ) = A∩B

=∅∪ B∩ A = ( )
28. A = {1 , 2 , 3} ; B = {2 , 3} ; C = {1 , 2}
=B\A

24.2. ( A ∪ B) \ B = 28.1. ( C × A ) ∪ ( C × B ) =

= ( A ∪ B) ∩ B = = C × ( A ∪ B) =

= {1 , 2} × {1 , 2 , 3} =
= ( A ∩ B) ∪ (B ∩ B) =

= {(1 , 1) , (1 , 2 ) , (1 , 3) , ( 2 , 1) , ( 2 , 2 ) , ( 2 , 3)}
= ( A \ B) ∪ ∅

= A\B 28.2. C × ( A \ B ) =

= {1 , 2} × {1} =

25.
 (
A ∩ B ∩ A  ∩ A =
) = {(1 , 1) , ( 2 , 1)}

= ( A ∩ A) ∩ B ∩ A = ( ) 28.3. ( C × A ) \ ( C × B ) =

= {(1 , 1) , (1 , 2 ) , (1 , 3) , ( 2 , 1) , ( 2 , 2 ) , ( 2 , 3)} \
=∅∩ B∩ A = ( )
\ {(1 , 2 ) , (1 , 3) , ( 2 , 2 ) , ( 2 , 3)} =
=∅

= {(1 , 1) , ( 2 , 1)}

26. (
 B∪A ∪ B∩A \ A=
  ) ( )
29.1. Ida Volta
( ) (
=  B ∩ A ∪ B ∩ A  ∩ A = ) 3 3 Número de opções

3× 3 = 9
= ( B ∪ B ) ∩ A  ∩ A =
Pode ser escolhido de nove modos diferentes.
29.2. Ida Volta
=U ∩ A∩ A =
3 2 Número de opções

=A 3× 2 = 6
Pode ser escolhido de seis modos diferentes.

27.

(
 A ∪ B ∩ A  \ ( A ∪ B) =

) 30.1. O algarismo das unidades pode ser 1, 3 ou 5. Para cada um
dos restantes três algarismos temos seis possibilidades:

(
= A ∩ B ∩ A  ∩ A∪ B =
 
) ( ) 1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
6 6 6 3
=  A ∩ ( B ∪ A )  ∩ ( A ∩ B ) = 6 × 6 × 6 × 3 = 648
Podem-se escrever 648 números.
( ) (
=  A ∩ B ∪ A ∩ A  ∩ A ∩ B = ) ( ) 30.2. O algarismo das unidades pode ser 2, 4 ou 6 (cinco
hipóteses). O primeiro algarismo tem de ser diferente do
1.1. Introdução à análise combinatória

último (cinco hipóteses), o segundo tem de ser diferente 35.1 1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
do último e diferente do primeiro (quatro hipóteses), etc. 9 10 10 5
0,2,4,6 ou 8
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
Não pode ser 0
5 4 3 5
9 × 10 × 10 × 5 = 4500
5 × 4 × 3 × 3 = 180 Podem ser escritos 4500 números.
Podem-se escrever 180 números. 35.2 1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
30.3. Para o algarismo das unidades temos uma hipótese (só 9 8 7 1
0
pode ser 5); para o primeiro algarismo temos três
9 × 8 × 7 × 1 = 504
hipóteses (pode ser 1, 2 ou 3); para o segundo e terceiro
Podem ser escritos 504 números.
algarismos temos seis hipótese:
35.3 1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
9 10 10 10 Todos os números.
3 6 6 5
9 9 8 7 Com os algarismos todos diferentes.
3 × 6 × 6 × 1 = 108
9 × 10 × 10 × 10 − 9 × 9 × 8 × 7 = 4464
Podem-se escrever 108 números.
Podem ser escritos 4464 números.
35.4 a)
31. A primeira pessoa (vamos admitir que é uma rapariga)
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
tem oito hipóteses para escolher lugar. A segunda rapariga 9 8 7 1
tem seis hipóteses (ficaram eliminados os dois lugares do O algarismo das unidades é 0.
banco já ocupado), a terceira rapariga tem quatro Diferente de 0
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
hipóteses de escolha e para a última rapariga restam dois
8 8 7 4
lugares do último banco.
O algarismo das unidades é 2, 4,
Os quatro lugares que sobram nos quatro bancos são 6 ou 8
ocupados pelos quatro homens: o primeiro tem quatro Diferente de 0 e do algarismo
das unidades
hipóteses de escolha, o segundo tem três, o terceiro tem
9 × 8 × 7 × 1 + 8 × 8 × 7 × 4 = 2296
dois e o quarto ocupa o único lugar ainda vago.
Podem ser escritos 2296 números
8 × 6 × 4 × 2 × 4 × 3 × 2 × 1 = 9216
Mulheres Homens 6789
b)
O resultado é o mesmo se o primeiro a escolher lugar for 4 9 8 7

um rapaz. Os lugares podem ser ocupados de 9216 4 × 9 × 8 × 7 = 2016

maneiras diferentes. Podem ser escritos 2016 números.


12 3456
c)
6 9 8 7 x < 7000
32. Como a Sara faz parte da equipa é necessário convocar
mais uma rapariga (entre 11) e um rapaz (entre 18) pelo 7 01 2
1 3 8 7 7000 < x < 7300
que o número de hipóteses é 11 × 18. É de excluir a
solução correspondente à escolha da Ana e do Xavier. 7 3 01 2 4
1 1 4 7 7300 < x < 7350
Logo, temos 11 × 18 − 1 = 197 possibilidades de escolha.
3 × 9 × 8 × 7 + 1 × 3 × 8 × 7 + 1 × 1 × 4 × 7 = 3220
33. #A=8
Podem ser escritos 3220 números.
#P ( A ) = 28 = 256
36.1. Delegado Subdelegado
Excluído o conjunto vazio, temos 255 subconjuntos.
25 24
25 × 24 = 600
Pág. 29
Podem ser escolhidos de 600 maneiras.
1 n 2 ( n + 1) n
34. − = − = 36.2. Delegado Subdelegado
n! 2 ( n + 1)! 2 ( n + 1) n ! 2 ( n + 1)!
( 2 ( n +1)) 15 14 Duas raparigas
2n + 2 − n n+2 10 9 Dois rapazes
= =
2 ( n + 1)! 2 ( n + 1)! 15 × 14 + 10 × 9 = 300
1.1. Introdução à análise combinatória

Podem ser escolhidos de 300 maneiras. A extração pode ser feita de 1352 modos diferentes.
36.3. Delegado Subdelegado 39.3. V V ou P P
15 10 Rapaz-rapariga 26 25 26 25
10 15 Rapariga-rapaz 26 × 25 + 26 × 25 = 1300
15 × 10 + 10 × 15 = 300 A extração pode ser feita de 1300 modos diferentes.
Podem ser escolhidos de 300 maneiras. 39.4 Consideremos dois casos: a primeira carta é o ás de
37. No ponto X tem duas hipóteses: partir para A ou para C. espadas ou a primeira carta é de espadas mas não é o ás:
1.ª carta 2.ª carta
1 48 Há 51 − 3 = 48 cartas que não
são ases.
12 47 Há 51 − 4 = 47 cartas que não
são ases.
1× 48 + 12 × 47 = 612
Depois, sempre que encontra uma rua transversal tem
Branco Branco Branco
também duas hipóteses: seguir em frente ou virar para Preto Preto Preto

40. 4 × ( 64 − 4 ) + 4 × 6 × ( 64 − 6 ) + 6 × 6 × ( 64 − 9 ) = 3612
essa rua o que acontece em seis ocasiões.
Cantos Lados Centrais

Assim, existem 2 × 2 × 2 × 2 × 2 × 2 × 2 = 27 = 128 Os dois reis podem ocupar as casas de 3612 maneiras
trajetos diferentes. diferentes.

3 n 2
38.1. 1.º A 2.º A 3.º A 4.º A 41. − − =
n ! ( n + 1)! ( n − 1)!
7 9 8 7 Números que começam por 3, 4, 5, 6,
3 n 2
7, 8 ou 9 = − − =
n ( n − 1)! ( n + 1) n ( n − 1)! ( n − 1)!
1 3 8 7 Números que começam por 2 e cujo ( n +1) ( ( n +1) n )
segundo algarismo é 7, 8 ou 9 3 ( n + 1) n 2 ( n + 1) n
= − − =
7 × 9 × 8 × 7 + 1 × 3 × 8 × 7 = 3696 ( n + 1) n ( n − 1)! ( ) ( ) ( 1) n ( n − 1)!
n + 1 n n − 1 ! n +
O conjunto A tem 3696 elementos
3n + 3 n 2n 2 + 2n
38.2. Comecemos por calcular em quantos elementos de A não = − − =
( n + 1)! ( n + 1)! ( n + 1)!
figura o 0 nem o 8 (apenas se podem usar oito algarismos
3n + 3 − n − 2n 2 − 2n
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 9) = =
( n + 1)!
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
3 − 2n 2
=
6 7 6 5 Números que começam por
( n + 1)!
3, 4, 5, 6, 7 ou 9
1 2 6 5 Números que começam por 2 e cujo Pág. 30
segundo algarismo é 7 ou 9 Avaliação 1
6 × 7 × 6 × 5 + 1 × 2 × 6 × 5 = 1320 1. ( A \ B) ∪ ( A ∩ B) =
Em 3696 − 1320 = 2376 elementos de A. = ( A ∩ B ) ∪ ( A ∩ B) =

= A ∩ ( B ∪ B) =
39.1. O baralho tem 26 cartas vermelhas (V) e 26 cartas pretas
(P). = A ∩U =
=A
V P
Resposta: (B)
26 26
2.
26 × 26 = 676
A extração pode ser feita de 676 modos diferentes.
39.2. V P ou P V
26 26 26 26
26 × 26 + 26 × 26 = 1352
1.1. Introdução à análise combinatória

A ⊂ B, # A = 3 e # B = 7 7.2. Ida Volta


5 × 3 × 2 × 4 = 120
Sabe-se que A ∩ B = A ∧ A ∪ B = B . Pode escolher 120 trajetos.
#A∩ B = #A = 3
8.1. 1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
#A∪ B = #B = 7 8 8 7 5
1, 3, 5, 7 ou 9
Resposta: (C)
Diferente de 0 e do
Matemática A Física 4.º algarismo
3.
5 3 Pode formar 2240 números ímpares.
A escolha pode ser feita de 5 × 3 maneiras.
8.2. 1, 2, 3, 4, 5, 6
Resposta: (B)
6 9 8 7 x < 7000
4. Números naturais de quatro algarismos:
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
7 0, 1, 2, 3, 4, 5 7000 < x < 7600
9 × 10 × 10 × 10 = 9 × 103
1 6 8 7
Números naturais de quatro algarismos, excluindo o zero: 7 6 0, 1, 2, 3 7600 < x < 7640
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A 1 1 4 7

9 × 9 × 9 × 9 = 9 4 6 × 9 × 8 × 7 + 1× 6 × 8 × 7 + 1× 1× 4 × 7 =
= 3388
9 × 103 − 94
Pode formar 3388 números.
Resposta: (C)
5. O algarismo 9 só pode ser o primeiro (das dezenas de 9.1. Presidente Tesoureiro Relações públicas
milhar) ou o segundo (dos milhares) 13 12 11
1.º caso 13 × 12 × 11 = 1716
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A 5.ºA É possível formar 1716 comissões.
1 9 9 1 1 9.2. Presidente Tesoureiro Relações públicas
Diferente de 9
6 12 11
Algarismo 9
2.º caso 6 × 12 × 11 = 792
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A 5ºA É possível formar 792 possíveis comissões.
9 1 9 1 1 9.3. Presidente Tesoureiro Relações públicas
Diferente de 9 1 12 11 O delegado é presidente.
Algarismo 9
12 1 11 O delegado é tesoureiro.
Diferente de 9
12 11 1 O delegado é relações públicas.

9 × 9 + 9 ×- 9 = 162 3 × 12 × 11 = 396
Resposta: (A) É possível formar 396 comissões.
6. São preenchidos cinco lugares: 1 , 2 , 3 , 4 , 5
9.4. Presidente Tesoureiro R.Públicas
Número de soluções:
6 5 4
4 × 2 × 3 × 2 × 1 = 48
Para os restantes três lugares, há 6 × 5 × 4 = 120
três hipóteses para o 1.º, duas É possível formar 120 comissões só de raparigas.
para o 2.º e uma para o 3.º 9.5. Comissões só com raparigas: 120
As estrelas podem trocar entre si.
Comissões só com rapazes: 7 × 6 × 5 = 210
As estrelas podem ocupar os
lugares 1 – 2, 2 – 3, 3 – 4 ou É possível formar 1716 – 120 – 210 = 1386 comissões
4 – 5. mistas.
Resposta: (D)

10. ( n + 1)!− n! =
Pág. 31
7.1. Rua de Cima – Rua do Meio Rua do Meio – Rua de Baixo = ( n + 1) × n !− n ! =
5 3
5 × 3 = 15 = ( n + 1 − 1) × n! =
Pode escolher 15 trajetos.
= n × n!
1.1. Introdução à análise combinatória

11. x ! = 110 ( x − 2 )! ⇔ 12.2. Para n = 0 , temos 20 = 1 > 0 .

⇔ x ( x − 1)( x − 2 )!− 110 ( x − 2 )! = 0 ⇔ Se n ∈ ℕ , 2n é o número de subconjuntos de um


conjunto com n elementos.
⇔ x 2 − x − 110 = 0 ∨ ( x − 2 )! = 0 ⇔
Portanto, atendendo a 12.1., 2n ≥ n + 1 pelo que, como
1 ± 1 + 440
⇔x= ⇔ ∀n ∈ ℕ, n + 1 > n , pode-se concluir que:
2
1 ± 21 2n > n , ∀n ∈ ℕ
⇔x= ⇔
2
⇔ x = −10 ∨ x = 11
Como x ≥ 2 , então x = 11 .

12.1. Um conjunto com n elementos tem, entre os seus


subconjuntos, o conjunto vazio e n conjuntos singulares
(cada um formado com um elemento do conjunto dado).
Logo, um conjunto com n elementos tem pelo menos
n + 1 subconjuntos.
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal e Binómio de Assim:


Newton
2
A10′ − 2 = 210 − 2 = 1022
Pág. 32 Exclui todas as bolas em A ou
2. A = {a, b, c, d } todas em B
B = { p , q , r , s , t} Existem 1022 maneiras diferentes.

Duas retas em A :
Pág. 35
{a, b} , {a, c} , {a, d } , {b, c} , {b, d } , {c, d }
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
Seis opções 6.1.
10 10 10 10
Duas retas em B : ′
ou A4 = 10 = 10 000
10 4

{ p, q} , { p, r} , { p, s} , { p, t} , {q, r} , {q, s} , {q, t} , É possível formar 10 000 PIN.


{r , s} , {r , t} , {s, t}
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
Dez opções 6.2.
10 10 1 1
6 × 10 = 60
10 × 10 = 100
Portanto, seriam formados 60 paralelogramos.
É possível formar 100 PIN.

Pág. 33 6.3. PIN com os algarismos todos diferentes.


1.1. 6
A′4 = 6 = 1296
4 1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
10 9 8 7
Podem-se obter 1296 números.
10 × 9 × 8 × 7 = 5040
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
1.2. PIN com pelo menos dois algarismos iguais.
5 6 6 6
10 000 − 5040 = 4960
2, 4 ou 6
Com os algarismos todos diferentes
2, 3, 4, 5 ou 6
5 × 6 × 6 × 3 = 540 Todos os PIN
É possível formar 4960 PIN.
540 números
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
6.4.
Pág. 34 10 10 1 10
2. 2
A′8 = 28 = 256 Igual ao 2.º
O resultado de um teste pode ser registado de 256 103 = 1000
maneiras. É possível formar 1000 PIN.
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A
6.5.
3.1. Letras Algarismos 10 9 9 9
26
A4′ × 10 A3′ = 264 × 103 = 456 976 000 Diferente do 3.º A
É possível formar 456 976 000 códigos. Diferente do 2.ºA
3.2. 5 A4′ × 10 A2′ × 5 Diferente do 1.ºA
L L L L A A A 10 × 9 × 9 × 9 = 7290
5 5 5 5 5 5 5 É possível formar 7290 PIN.
54 × 102 × 5 = 312 500
É possível formar 312 500 códigos.
1.º 2.º 3.º 4.º 5.º ← Júri
7.
3 3 3 3 3 ← Possibilidades de escolha
4. Para cada chávena tem duas opções: prateleira A ou 3
A5′ = 35 = 243
prateleira B
É possível formar 243 PIN.
Por exemplo, a escolha AABBBB significa que as duas
primeiras chávenas ficam na prateleira A e as restantes na
B . 8. 2
A10′ = 210 = 1024
Temos, portanto, 2 A6′ − 2 = 62 maneiras de dividir as duas É possível formar 1024 PIN.
chávenas pelas duas prateleiras (são excluídas as opções
AAAAAA e BBBBBB que correspondem a arrumar todas Pág. 37
as chávenas numa prateleira). 12
9. Raparigas (M): 14 ; rapazes (H):
26
5. Para cada bola há duas opções: caixa A ou caixa B 9.1. 26 A3 = 15 600
Ou
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

Presidente Tesoureiro Relações públicas 14.1. n A2 = 380 ⇔


26 25 24 ⇔ n × ( n − 1) = 380 ∧ n ≥ 2 ⇔
26 × 25 × 24 = 15 600
⇔ n 2 − n − 380 = 0 ∧ n ≥ 2 ⇔
É possível formar 15 6000 comissões.
1 ± 1 + 1520
9.2. 14 × 25 A2 = 14 × 25 × 24 = 8400 ⇔n= ∧n≥2⇔
2
Ou 1 ± 39
Presidente Tesoureiro Relações públicas ⇔n= ∧n≥2⇔
2
14 25 24
⇔ ( n = −19 ∨ n = 20 ) ∧ n ≥ 2 ⇔
14 × 25 × 24 = 8400
⇔ n = 20
É possível formar 8400 comissões. n +1
14.2. A2 = 10n ⇔
9.3. 14 A3 = 14 × 13 × 12 = 2184
⇔ ( n + 1) n = 10n ∧ n + 1 ≥ 2 ⇔
É possível formar 2184 comissões.
9.4. 12 A3 = 12 × 11 × 10 = 1320 ⇔ n 2 + n − 10n = 0 ∧ n ≥ 1 ⇔
⇔ n 2 − 9n = 0 ∧ n ∈ ℕ ⇔
É possível formar 1320 comissões.
⇔ n ( n − 9) = 0 ∧ n ∈ ℕ ⇔
9.5. 26 A3 − ( 14 A3 + 12 A3 ) = 15 600 − ( 2184 + 1320 ) = 12 096
⇔ ( n = 0 ∨ n = 9) ∧ n ∈ ℕ ⇔
É possível formar 12 096 comissões.
⇔n=9
10. 7
A4 = 7 × 6 × 5 × 4 = 840 14.3. 42 n A3 = n A5 ⇔
⇔ 42n ( n − 1)( n − 2 ) = n ( n − 1)( n − 2 )( n − 3)( n − 4 ) ∧ n ≥ 5 ⇔
ou
1.º 2.º 3.º 4.º ← Pessoas ⇔ 42n ( n − 1)( n − 2 ) − n ( n − 1)( n − 2 )( n − 3)( n − 4 ) = 0 ∧ n ≥ 5 ⇔
7 6 5 4 ← Lugares ⇔ n ( n − 1)( n − 2 )  42 − ( n − 3)( n − 4 )  = 0 ∧ n ≥ 5 ⇔
7 × 6 × 5 × 4 = 840 ⇔  n = 0 ∨ n = 1 ∨ n = 2 ∨ 42 − ( n 2 − 4n − 3n + 12 ) = 0  ∧ n ≥ 5 ⇔
Podem-se sentar de 840 maneiras.
⇔ −n 2 + 7 n − 12 + 42 = 0 ∧ n ≥ 5 ⇔
⇔ n 2 − 7 n − 30 = 0 ∧ n ≥ 5 ⇔
11.1. 52
A4 = 52 × 51 × 50 × 49 = 6 497 400
7 ± 49 + 120
Podem-se formar 6 497 400 sequências. ⇔n= ∧n≥5⇔
2
Ás
11.2. 7 ± 13
4 51 50 49 ⇔n= ∧n≥5⇔
2
4 × 51 A3 = 4 × 51 × 50 × 49 = 499 800
⇔ ( n = 10 ∨ n = −3) ∧ n ≥ 5 ⇔
Ás
11.3. ⇔ n = 10
4 48 47 46
São retirados os ases
Pág. 39
4 × 48 A3 = 4 × 48 × 47 × 46 = 415 104
Biologia Matemática A
Podem-se formar 415 104 sequências. 15.
4 6
15.1. P10 = 10! = 3 628 800
Pág. 38 Podem-se arrumar os livros de 3 628 800 maneiras.
12. # A = 4 e #B = 6 15.2. P4 × P6 × P2 = 4! × 6! × 2! = 34 560
a a a a
12.1. 1 2 3 4 Ordem das disciplinas
6 5 4 3
Ordem dos livros de Matemática A
6
A4 = 6 × 5 × 4 × 3 = 360
Ordem dos livros de Biologia
É possível definir 360 funções injetivas. Podem-se arrumar os livros de 34 560 maneiras.
a a a a
12.2. 1 2 3 4
6 6 6 6 Pág. 40
6
A′4 = 6 4 = 1296
16. NUMERADO
Número de funções não injetivas: Não há letras repetidas.
1296 − 360 = 936 A palavra tem oito letras.
É possível definir 936 funções não injetivas. 16.1. P8 = 8! = 40 320
Existem 40 320 anagramas.
n +1
A3 n
13. − A2 = 16.2. Vogais: 4
n
Consoantes: 4
( n + 1) × n × ( n − 1)
= − n ( n − 1) = V V
n 4 3
= ( n + 1)( n − 1) − n ( n − 1) = n − 1 P6
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

4 × 3 × P6 = 12 × 6! = 8640 17.3. 6! = 720 (é o número de maneiras de ordenar os restantes


Existem 8640 anagramas. seis)
NUM Podem-se dispor de 720 maneiras.
16.3. | | | |
1 17.4. Como há três rapazes (H) e quatro raparigas (M) terá de
1 × 5! × 6 = 720 ser MHMHMHM . Logo, o número de opções é
Número de posições que o grupo NUM pode 4! × 3! = 144 .
ocupar Podem-se dispor de 144 maneiras.
Número de maneiras de ordenar as restantes 5 17.5. 2! × 6! = 1440
letras Número de maneiras de ordenar os restantes
Ou cinco + o par de namorados
NUM E R A D O Pode ser João-Joana ou Joana-João
Há seis objetos para ordenar (o grupo NUM e mais cinco ou
letras) o que pode ser feito de 6! = 720 maneiras 2! × 5! × 6 = 1440
diferentes. Número de lugares que pode ser ocupado
Existem 720 anagramas. pelo par João-Joana
Ordenação dos restantes cinco
16.4. P3 × P6 = 3! × 6! = 4320
Pode ser João-Joana ou Joana-João
Número de maneiras de ordenar seis objetos (o
Podem-se dispor de 1440 maneiras.
grupo NUM mais cinco letras)
Número de maneiras de ordenar as três letras Pág. 42
de NUM 8!
Existem 4320 anagramas. 18.1. a) C4 =
8
=
4!× 4!
16.5. P6 = 6! = 720 8 × 7 × 6 × 5 × 4!
= = 70
Número de maneiras de ordenar as restantes seis 4 × 3 × 2 × 4!
letras 1000!
b) 1000C998 = =
Existem 720 anagramas. 998! × 2!
1000 × 999 × 998!
16.6. P4 × P4 × P2 = 4! × 4! × 2! = 1152 = =
998!× 2
pode ser CVCVCVCV ou VCVCVCVC
= 500 × 999 =
número de maneiras de ordenar as quatro
= 499 500
vogais 90
C10 × 100 A10 × 12!
número de maneiras de ordenar as quatro c) =
20!100C80
consoantes
90! 100!
Existem 1152 anagramas. × × 12!
80!× 10! 90!
= =
100!
20!×
17. Rapazes (H): 3; raparigas (M): 4 20!× 80!
17.1. 3! × 4! × 2! = 288 100!× 12!× 80!
= =
pode ser rapazes–raparigas ou 80!× 10!× 100!
raparigas–rapazes 12!× 11 × 10 !
= =
número de maneiras de ordenar as quatro 10!
raparigas = 132
número de maneiras de ordenar os três n! n!
18.2. = nC p ⇔ = nC p × p !
rapazes p !( n − p )! ( n − p )! ∈ℕ
Podem-se dispor de 288 maneiras. n!
17.2. 4! × 3! × 4 = 576 Logo, é múltiplo de p ! .
p !( n − p )!
as raparigas podem ficar no inicio da fila, no
fim ou entre os rapazes (4 hipóteses)
A5 8 × 7 × 6 × 5 × 4
8

ou 19. 8
C5 = = = 56
5! 5 × 4 × 3× 2
4! × 4! = 576
número de maneiras de ordenar os três rapazes 20. Um dodecágono tem 12 lados e 12 vértices e tem
mais o bloco das quatro raparigas 12
C2 − 12 = 66 − 12 = 54 diagonais.
número de maneiras de ordenar as raparigas
Podem-se dispor de 576 maneiras.
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

A2n
23.2. 9C8 × 16C4 = 9 × 1820 = 16 380
21. n
C2 − n = −n=
2! Número de maneiras de escolher quatro
n ( n − 1) n 2 − n − 2n casas para as restantes quatro fichas entre
= −n= =
2 2 as 16 casas que não pertencem às
n 2 − 3n diagonais.
=
2 Número de maneiras de escolher oito
casas entre as nove diagonais
Pág. 43 É possível dispor de 16 380 maneiras.
22. 23.3. 9C8 × 16C4 + 9C9 × 16C3 = 16 380 + 560 = 16 940
Raparigas Rapazes Total Nove fichas nas diagonais
14 7 21 Oito fichas nas diagonais
6 0 6 É possível dispor de 16 940 maneiras.
5 1 23.4. Há 5C2 maneiras de escolher as filas que ficam vazias.
4 2 Para cada uma das escolhas há 15C12 maneiras de arrumar
Possibilidades de
3 3
composição da comissão as 12 fichas nas restantes 15 casas:
2 4
quanto ao género 5
C2 × 15C12 = 4550
1 5
0 6
22.1. 14C3 × 7C3 = 12 740 Pág. 44
Reta r Reta s
Escolha de três rapazes 24.
5 8
Escolha de três raparigas
24.1. 5C1 8C1 + 2 = 5 × 8 + 2 = 42
Podem-se formar 12 740 comissões.
A reta r e a reta s
Delegado Subdelegado Outros Um ponto na reta r e um ponto na reta s
22.2.
1 1 19
ou
1 1 4 13
C2 − 5C2 − 8C2 + 2 = 42
1
C1 × 1C1 × 19C4 = 3876
42 retas distintas
escolha dos restantes quatro elementos r s
entre os restantes 19 24.2.
5 8
Podem-se formar 3876 comissões. 1 2
22.3. 21C6 − 14C6 × 7C0 − 14C0 × 7C6 = 54 264 − 3003 − 7 = 51254 2 1
n.º de comissões só com
5
C1 8C2 + 5C2 8C1 = 5 × 28 + 10 × 8 = 220
rapazes ou
n.º de comissões só com
13
C3 − 5C3 − 8C3 = 286 − 10 − 56 = 220
raparigas 220 triângulos
todas as comissões r s
24.3.
ou 5 8
14
C5 7C1 + 14C4 7C2 + 14C3 7C3 + 14C2 7C4 + 14C1 7C5 = 2 2
A B C D E
5
C2 × 8C2 = 10 × 28 = 280
A: 1 rapariga e 5 rapazes Dois vértices na reta s
B: 2 raparigas e 4 rapazes Dois vértices na reta r
C: 3 raparigas e 3 rapazes 280 quadriláteros
D: 4 raparigas e 2 rapazes
E: 5 raparigas e 1 rapaz
= 14 014 + 21 021 + 12 740 + 3185 + 294 = 25. Jogos realizados em cada grupo: 4C2 = 6
= 51 254 Como há seis grupos, temos 6 × 6 = 36 jogos realizados.
Podem-se formar 51 254 comissões. Realizaram-se 36 jogos.
22.4. 14C5 7C1 + 14C4 7C2 = 35 035
Podem-se formar 35 035 comissões. GR Defesas Médios Avançados
26.
3 8 7 5
23.1. Basta calcular o número de maneiras de escolher 12 casas 1 4 4 2
em 25 (a ordem não interessa porque as fichas são iguais)
3
C1 × 8C4 × 7C4 × 5C2 = 3 × 70 × 35 × 10 = 73 500
25
C12 = 5 200 300 O selecionador pode escalar a equipa de 73 500 maneiras.
É possível dispor de 5 200 300 maneiras.
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

Pág. 45 Pág. 46
Física Geometria Descritiva Matemática A 29. HIPOPOTAMO
27.
3 4 5 10!
29.1. = 302 400
12! 2! 3!
27.1. = 27 720
3! 4! 5! Existem 302 400 anagramas.
ou 29.2. Vogais O O O I A
12
C3 × 9C4 × 5C5 = 220 × 126 × 1 = 27 720 • Palavras que começar por A (A | H I T M O O O P P):
Podemos fazer de 27 720 maneiras. 9!
= 30 240
27.2. Como os livros de cada disciplina são iguais a sua 3! 2!
disposição apenas se distingue pela ordem das disciplinas: • Palavras que começam por I (I | H A T M O O O P A):
P3 = 3! = 6 Há também 30 240 nestas condições.
Podemos fazer de seis maneiras. • Palavras que começam por O (O | H A T M O O P P):
27.3. Apenas se vão ordenar os livros de Geometria Descritiva e 9!
= 90 720
Matemática A: 2! 2!
9! Logo, existem 2 × 30 240 + 90 720 = 151 200 anagramas
= 126
4! 5! que começam por uma vogal.
ou
9
C4 × 5C5 = 126 30. 1166637
7!
Podemos fazer de 126 maneiras. 30.1. = 420
9! 2! 3!
27.4. × 10 = 1260
4! × 5! 420 números
Número de lugares que o bloco dos livros de 30.2. Números cujo 1.º algarismo é 6 (6 | 1 1 6 6 3 7):
6!
Física pode ocupar na fila dos nove livros de = 180
2! × 2!
Geometria Descritiva e Matemática A
ou Números cujo 1.º algarismo é 7 (7 | 1 1 6 6 6 3):
Pretendemos ordenar dez objetos: quatro livros iguais de 6!
= 60
Geometria Descritiva, cinco livros iguais de Matemática A 2! × 3!
e um bloco de livros de Física: 180 + 60 = 240
10!
= 1260
4! 5! 31. IM LPOPO
ou ainda Consideramos o par I M como uma letra:
10
C4 × 6C5 × 1C1 = 1260 6!
= 180
Podemos fazer de 1260 maneiras. 2! 2!
240 números
16
28. • Há C5 maneiras de nos 16 lugares do expositor
escolher cinco para os ovos cor rosa. Pág. 47
Por cada uma destas escolhas há 11C7 maneiras de, 32.1. 12
C4 × A5 = 3 326 400
8

entre os restantes 11 lugares escolher sete para os ovos Escolha de lugares para os cinco sabores a fruta
azuis. nos restantes oito recipientes
Portanto, como ovos da mesma cor não se distinguem, Escolha de lugares para o gelado de chocolate
há 16C5 × 11C7 maneiras de arrumar os ovos no expositor. Podem-se distribuir os gelados de 3 326 400 maneiras.
• Por outro lado, como há 12 ovos para arrumar podemos 32.2. 8 A5 = 6720
começar por escolher 12 lugares no expositor, o que Podem-se distribuir os gelados de 6720 maneiras.
pode ser feito de 16C12 maneiras diferentes. 32.3. 3C2 × ( 8C4 − 2 ) × 8 A5 = 1 370 800
Os espaços para os ovos rosa podem ser escolhidos Escolha de lugares para os sabores a
entres esses 12 de 12C5 maneiras diferentes ficando fruta
univocamente determinados os setes lugares restantes Escolha de lugares para o gelado de
para os ovos azuis. chocolate nas duas filas, exceto os
Assim, há 16C12 × 12C5 maneiras de arrumar os ovos no casos em que ficam todos na mesma
expositor. fila.
Escolha de duas filas para o gelado
de chocolate
Podem-se distribuir os gelados de 1 370 800 maneiras.
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

Pág. 48 36.
33. A = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}
33.1. 3C2 × 8 = 24
algarismos diferentes de 5
possíveis posições do algarismo 5
É possível formar 24 números.

1.ºA 2.ºA 3.ºA


33.2.
8 7 4
36.1. C6 = 5005
15

2, 4, 6 ou 8
É possível escolher 5005 caminhos.
8 × 7 × 4 = 224
A− B B− D
É possível formar 224 números. 36.2. 10 = 252 × 5 = 1260
C5 × 5C1
33.3. 9 × 8 × 7 − 5 × 4 × 3 = 504 − 60 = 444 É possível escolher 1260 caminhos.
números com três algarismos ímpares A−C C − B B− D
36.3. 6
todos os números C2 × 4C3 × 5C1
É possível formar 444 números. C2 × 4C3 × 5C1 = 15 × 4 × 5 = 300
6

É possível escolher 300 caminhos.


36.4. 6C2 × 9C4 + 10C5 × 5C1 − 300 = 1890 + 1260 − 300 = 2850
34. Como as bolas são iguais, as caixas são diferentes e não 3
1 2
podem ficar caixas vazias, o número de maneiras de *1 passam por C
*2 passam por B
distribuir as sete bolas pelas quatro caixas é o número de *3 passam por C (foram contados duas vezes)
maneiras de distribuir as três bolas que sobram depois de É possível escolher 2850 caminhos.
colocar uma em cada uma das caixas:
Pág. 50
Há três casos a considerar: 37. Homens: 6 ; mulheres: 7
3 0 0 0 → 4C1 = 4 As três bolas numa caixa (escolhe-se 37.1. 7 × 12 A4 = 83 160
uma caixa). número de maneiras de escolher os restantes
quatro membros
2 1 0 0 → 4 A2 = 12 Duas bolas numa caixa e uma noutra
número de maneiras de escolher o presidente
(escolhem-se ordenadamente − 2 1 ou A lista pode ser formada de 160 maneiras.
1 2 − duas caixas). H M
1 1 1 0 → 4 C3 = 4 Uma bola em cada caixa (escolhem-se 37.2.
6 7

4 + 12 + 4 = 20
três caixas).
(C 6
3
7
C2 + 6C4 7C1 + 6C5 7C0 ) × 5! = 531 × 120 = 63 720
Distribuição dos cargos
As bolas podem ser colocadas de 20 maneiras diferentes 5 homens
4 homens e 1 mulher
Pág. 49 3 homens e 2 mulheres
A lista pode ser formada de 63 720 maneiras.
35.
37.3. ( 13C5 − 6C5 − 7C5 ) × 5! = 151 200
Ou 13 A5 − 6 A5 − 7 A5 = 151 200
A lista pode ser formada de 151 200 maneiras.

4
38. Raparigas (M): 6 ; rapazes (H):
10
38.1. 6! × 4! × 2 = 34 560
Podem fazer de 34 560 maneiras.
38.2. 4! × 7! = 120 960
Número de maneiras de ordenar as seis raparigas
mais o bloco formado pelos rapazes
T − F F −C Número de maneiras de ordenar os rapazes
ou
5
C3 × 4C1
4! × 6! × 7 = 120 960
5
C3 × 4C1 = 10 × 4 = 40 Número de lugares que o grupo dos rapazes pode
ocupar (antes, entre ou depois das raparigas)
Pode-se escolher o caminho para casa de 40 maneiras. Podem fazer de 120 960 maneiras.
38.3. 6! × 7 A4 = 604 800
Número de maneiras de escolher quatro lugares
para os rapazes entre os sete possíveis
(• M • M • M • M • M • M)
Número de maneiras de ordenar as raparigas
Podem fazer de 604 800 maneiras.
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

43.2. 20 : 2 = 10
Pág. 53 20
C10 = 184 756
39.1. 15
Cn + 2 = 15C11 ⇔ n + 2 = 11 ∨ n + 2 = 15 − 11 O maior elemento dessa linha é o 184 756.
43.3. 20C9 = 20C11 = 167 960
⇔ n =9∨n = 2 20
C8 = 20C12 = 125 970
39.2. 30
C2 n +1 = C19 ⇔ 30
20
C8 = 20C13 = 77 520
⇔ 2n + 1 = 19 ∨ 2n + 1 = 30 − 19 ⇔ Há cinco elementos superiores a 100 000.
43.4. 21C4 = 5985
⇔ 2n = 18 ∨ 2n = 10 ⇔
O quinto elemento da linha seguinte é o 5985 .
⇔ n =9∨n =5
44. n = 12
39.3. 20
C17 − n = 20C8 ⇔ 44.1. Há 13 − 4 = 9 elementos superiores a 12.
⇔ 17 − n = 8 ∨ 17 − n = 20 − 8 ⇔ 44.2. 211 = 2048
A soma de todos os elementos é 2048.
⇔ n = 17 − 8 ∨ n = 17 − 12 ⇔
⇔ n =9∨n =5 Pág. 56
45. Os três primeiros elementos são iguais aos três últimos e,
39.4. 15
C7 − 14Cn + 2 = 14Cn +3 ⇔
estes seis elementos, são os menores de uma linha do
⇔ Cn + 2 + Cn + 3 = C7 ⇔
14 14 15
Triângulo de Pascal.

⇔ 15Cn +3 = 15C7 ⇔ 2 ( nC0 + nC1 + nC2 ) = 1808 ⇔

⇔ n + 3 = 7 ∨ n + 3 = 15 − 7 ⇔ n ( n − 1)
⇔ 1+ n + = 904 ⇔
⇔ n = 4∨ n =5 2

40. 20
C p +5 = 1140 ⇔ 2 + 2n + n 2 − n = 1808 ⇔

⇔ n 2 + n − 1806 = 0 ⇔
18
C p +3 + 18C p + 4 + 19C p + 5 =
−1 ± 1 + 7224
= 19C p + 4 + 19C p +5 = 20C p +5 = 1140 ⇔n= ⇔
2
n
41. ∑( n −1
Ck −1 + n −1
Ck ) = 4096 ⇔ ⇔n=
−1 ± 85

k =0 2
n
⇔ n = −43 ∨ n = 42
⇔ ∑ nCk = 212 ⇔ 2 n = 212 ⇔
k =0
Logo, n = 42 .
⇔ n = 12 O terceiro elemento da linha seguinte é C2 = 903 .
43

n +1
41.1. C5 = C5 = 1287
13
n + 1 = 13
46. n
C6 = nC9 ⇔ n − 9 = 6 ⇔ n = 15
n −3 9
41.2. ∑
k =0
Ck = ∑ 9 C k =
n −3

k =0
n−3=9 A linha anterior é a de ordem n = 14 e tem 15 elementos.

O maior é 14C7 = 3432 .


= 29 = 512

n ( n − 1)
42. n
C2 = 595 ⇔ = 595 ⇔ 47. 1, n, ... , n , 1
2

⇔ n 2 − n − 1190 = 0 ⇔ 1 × n × n × 1 = 961 ⇔ n 2 = 961 ⇔ n = 31


32
C2 = 496
1 ± 1 + 4760
⇔n= ⇔
2 O terceiro elemento da linha seguinte é o 496 .
1 ± 69
⇔n= ⇔ n = −34 ∨ n = 35 48.
2 n n n
… Cp C p +1 Cp+2 …
Como n ∈ ℕ , temos n = 35 . n +1 n +1
… C p +1 C p+2 …
No torneiro participaram 35 jogadores.
n+2
… Cp+2 …
Pág. 55 Substituindo os valores dados:
43. n = 20 … Cp
n
816
n
Cp+2 …
43.1. 20C1 = 20 n +1
… C p +1 3876 …
O 2.º elemento dessa linha é o 20 .
… 4845 …
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

Temos: 6 6− p
2  6
2
49.5.  − x 2  = ∑ 6C p   ( −x )
p
2
= 1 6 15 20 15 6 1
x  p=0 x
816 + nC p + 2 = 3876 ⇔ nC p + 2 = 3876 − 816 ⇔
6 5 4
2 2 2
=   ( − x 2 ) + 6   ( − x 2 ) + 15   ( − x 2 ) +
0 1 2
⇔ nC p + 2 = 3060
 x x  x
n +1 n +1
C p +1 + 3876 = 4845 ⇔ C p +1 = 4845 − 3876 ⇔ 3 2
2 2
+20   ( − x 2 ) + 15   ( − x 2 ) +
3 4
n +1
⇔ C p +1 = 969  x  x
1
n
C p + 816 = 969 ⇔ nC p = 969 − 816 ⇔ 2
+6   ( − x 2 ) + ( − x 2 ) =
5 6

 x
⇔ nC p = 153
64 192
n+2 n+2 n+2 = − 3 + 240 − 160 x 3 + 60 x 6 − 12 x 9 + x12 =
Cn − p = Cn + 2−( n − p ) = C p + 2 = 4845 x6 x

Assim: 192 64
= x12 − 12 x 9 + 60 x 6 − 160 x 3 + 240 − + 6
n +1 n+2 x3 x
n
C p + 2 = 3060, C p +1 = 969, C p = 153 e n
Cn − p = 4845
5
49.6. ( x + 2 y ) = ∑ 5C p x 5− p ( 2 y ) =
5 p

p =0
Pág. 58
= x 5 ( 2 y ) + 5 x 4 ( 2 y ) + 10 x 3 ( 2 y ) +
4 0 1 2
49.1. ( 2 − x ) = ∑ 4C p 24− p ( − x ) =
4 p

p =0

+10 x 2 ( 2 y ) + 5 x1 ( 2 y ) + ( 2 y ) =
3 4 5

= 2 4 ( − x ) + 4 × 23 × ( − x ) + 6 × 2 2 × ( − x ) +
0 1 2

= x 5 + 10 x 4 y + 40 x3 y 2 + 80 x 2 y 3 + 80 xy 4 + 32 y 5
+4 × 2 × ( − x ) + 2 × ( − x ) =
3 0 4

= 16 − 32 x + 24 x 2 − 8 x 3 + x 4 =
50.1. (1 + x ) − 3 = x 4 + 4 x3 ⇔
4

= x 4 − 8 x 3 + 24 x 2 − 32 x + 16
⇔ 1 + 4 x + 6 x 2 + 4 x3 + x 4 − 3 = x 4 + 4 x3 ⇔

( ) = ∑ C x ( x)
3 3 p
3− p
49.2. x + x 3
p = ⇔ 6x2 + 4x + 1 − 3 = 0 ⇔
p =0

⇔ 6x2 + 4x − 2 = 0 ⇔
( x) ( x) ( x)
0 2 3
=x × 3
+ 3x 2
x + 3x +x 0
=
−4 ± 16 + 48
⇔x= ⇔
= x + 3x3 2
x + 3x + x x 2 12
−4 ± 8
⇔x= ⇔
5
49.3. ( 2 x 2 − 1) = ∑ 5C p ( 2 x 2 )
5− p
( −1)
5 p
= 1 5 10 10 5 1 12
p =0

1
= ( 2 x 2 ) ( −1) + 5 ( 2 x 2 ) ( −1) + 10 ( 2 x 2 ) ( −1) +
5 0 4 1 3 2 ⇔ x = −1 ∨ x =
3

+10 ( 2 x 2 ) ( −1) + 5 ( 2 x 2 ) ( −1) + ( −1) =  1


2 3 1 4 5
S = −1, 
 3
= 32 x10 − 80 x8 + 80 x 6 − 40 x 4 + 10 x 2 − 1
50.2. ( 2 + x ) = ( x + 1) + 7 ⇔
3 3

5 p
 1 5
1
49.4.  x +  = ∑ 5C p x 5− p   = ⇔ 23 + 3 × 2 2 × x + 3 × 2 × x 2 + x 3 =
 x  p =0  x
0 1 2 3
= x3 + 3x 2 + 3x + 1 + 7 ⇔
1 1 1 1
= x 5   + 5 x 4   + 10 x 3   + 10 x 2   + ⇔ 8 + 12 x + 6 x 2 + x 3 = x 3 + 3 x 2 + 3 x + 8 ⇔
 
x  
x  
x  x
4 5 ⇔ 3x 2 + 9 x = 0 ⇔
1 1
+5 x   +   =
1

x x ⇔ 3 x ( x + 3) = 0 ⇔

10 5 1 ⇔ x = 0 ∨ x = −3
= x 5 + 5 x 3 + 10 x + + +
x x 3 x5
S = {−3, 0}
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

( ) ( 3 ) ( −1) ( 3 ) ( −1) + 6 ( 3 ) ( −1)


4 4 3 2
0 1 2 5p
51.1. 3 −1 = +4 + 53.1. − 10 = 0 ⇔ 5 p = 20 ⇔
2
⇔ p=4
( 3 ) ( −1)
1
+ ( −1) =
3 4
+4
T5 = 10C4 x 0 = 210
= 9 − 4 × 3 3 + 18 − 4 3 + 1 = 28 − 16 3 5p
53.2. − 10 = 10 ⇔ 5 p = 40 ⇔ p = 8
2
( ) ( 2 ) ( −1) ( 2 ) ( −1) + 10 ( 2 ) ( −1)
5 5 0 4 1 3 2
51.2. 2 −1 = +5 + T9 = 10C8 x10 = 45 x10

( 2 ) ( −1) ( 2 ) ( −1)
2 1
+ ( −1) =
3 4 5
+10 +5 Pág. 60
54.1. ( 4 x − 2 x )
3 10

= 4 2 − 20 + 20 2 − 20 + 5 2 − 1 =
Para x = 1 : ( 4 − 2 ) = 210 = 1024
10
= 29 2 − 41

( ) = (− 5 ) ( ) ( ) 54.2. ( 5 x 2 − 6 x )
5 0 1 2 91
51.3. 1 − 5 + 5 − 5 + 10 − 5 +

Para x = 1 : ( 5 − 6 ) = ( −1) = −1
91 −1

( ) ( ) + (− 5)
3 4 5
+10 − 5 +5 − 5 =

54.3. ( x 5 − 3 x 2 )
5

= 1 − 5 5 + 50 − 50 5 + 125 − 25 5 = 176 − 80 5

Para x = 1 : (1 − 3) = ( −2 ) = −32
5 5

Pág. 59
8 8 p
 1   1 8
8− p  1 
 2 − 2x  =  2x − 2  = ∑ C p ( 2x)  − 2 
8
52. 4


−k
Ck × 44− k × ( −7 ) = ( 4 − 7 ) = ( −3) = 81
4 4
 x   x  p=0  x  55.1. 4

k =0

Tp +1 = 8C p 28− p x8− p × ( −1) × ( x −2 ) =


p p
100


100 − k
55.2. 100
Ck × ( −101) × 102 k =
( −1) ( −1)
8− p p 8− p −2 p 8− p p 8−3 p k =0
= Cp 2
8
x x = Cp 2
8
x
100
= ∑ 100Ck ( −101) × (102 ) =
100 − k k
52.1. Como 8 − 3 p decresce com p , o 3.º termo obtém-se
k =0

para p = 2 .
= ( −101 + 100 ) = ( −1)
100 100
=1
× ( −1) × x
8− 2 2 8− 6
T3 = C2 × 2
8
= 28 × 64 x 2

T3 = 1792 x 2 n p
 2  n
 2 
56.1.  x + 4  = ∑ nC p x n − p  4 
52.2. 8 − 3 p = 5 ⇔ 3 p = 3 ⇔ p = 1  x  p=0 x 

T2 = 8C1 × 28−1 × ( −1) × x8−3 = −8 × 128 × x5 = −1024 x 5 Tp +1 = nC p x n − p × 2 p × ( x −4 ) =


1 p

O coeficiente de x 5 é –1024. = nC p x n − p × 2 p × x −4 p =
8
52.3. 8 − 3 p = 0 ⇔ 3 p = 8 ⇔ p = = nC p 2 p x n − 5 p
3
Como p ∉ ℤ , não existe termo independente de x . n
n −5p = 0 ⇔ p =
5
Se p ∈ ℤ ∧ 0 ≤ p ≤ 8 , então 8 − 3 p ≠ 0 .
Como p ∈ ℤ e 0 ≤ p ≤ n , o menor valor de n é 5 .
10 10 − p
1  1
(x x)
10 p
 + x x  = ∑ C9  
10 n n− p
53. 1  1
( x)
n p
x  p =0 x 56.2.  + 3 x  = ∑ nC p   3

x  p =0 x
p
 1
Tp +1 = 10C p ( x −1 ) (x )
10 − p p
xp  x2  = 1 p
Tp +1 = nC p ( x −1 )
n− p −n+ p +
 
3
= nC p x 3

p
p
= 10C p x −10+ p x p × x 2 = −n + p + = 0 ⇔ −3n + 3 p + p = 0 ⇔ 4 p = 3n ⇔
3
p
−10 + p + p + p 5p 3n
= 10C p x 2
2p + = ⇔ p=
2 2 4
5p
−10 Como p ∈ ℤ e 0 ≤ p ≤ n , o menor valor de n é 4.
= 10C p x 2
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

Pág. 64 61. 25
A5 = 25 × 24 × 23 × 22 × 21 = 6 375 600

O inspetor pode planificar a visita de 6 375 600 maneiras.


57.1. 9 × 10 A4′ − 9 A5′ = 9 × 104 − 95 = 30 951
Números sem o algarismo 0 62. 8
A6 = 20 160 ou
Todos os números de cinco algarismos
ou Pintas Faces
1 × 8 × 7 × 6 × 5 × 4 × 3 = 20 160
9 × 10 × 10 × 10 × 10 − 9 × 9 × 9 × 9 × 9 = 30 951 O dado pode ser pintado de 20 160 maneiras.
Existem 30 951 números.

Pág. 65
57.2. 9 × 10 A4′ − 8 × 9 A4′ = 9 × 104 − 8 × 94 = 37 512
Números sem o algarismo 2 1.ºA 2.ºA 3ºA 4.ºA
63.1. (o 1.º algarismo pode ser 1, 2 ou 3)
Existem 37 512 números. 3 8 7 6
3 × 8 × 7 × 6 = 1008

58. 3 × 10 A7′ = 3 × 107 = 30 000 000 Ou 3 × 8 A3 = 1008


Número de maneiras de escolher os restantes Podem ser formados 1008 números.
sete algarismos
Número de operadoras 1.ºA 2.ºA 3ºA 4.ºA
63.2. (o 4.º algarismo pode ser 1, 3, 5, 7 ou 9)
8 7 6 5
O número máximo é 30 000 000.
8 × 7 × 6 × 5 = 1680 ou
59.1. A A L L L
10
A2′ × 26 A3′ = 10 2 × 263 = 1 757 600
8
A3 × 5 = 1680

É possível formar 1 757 600 códigos. Podem ser formados 1680 números ímpares.
63.3. Seja x tal que x > 3680
59.2. A1 A 2 V V V
Vamos dividir o problema em três partes:
10
A2 × 5
A3′ = 10 × 9 × 5 = 11 250
3
x > 4000 ; 3700 < x < 4000 e 3680 ≤ x < 3700
É possível formar 11 250 códigos. 4a9
A1 A2 L1 L2 L3 6 8 7 6 x > 4000
59.3.
10 1 26 25 24 3 7, 8, 9
10 × 1 × 26 × 25 × 24 = 156 000 1 3 7 6 3700 < x < 4000

É possível formar 156 000 códigos. 3 6 8, 9


1 1 2 6 3680 ≤ x < 3700
A A L L L
59.4. 1 2 1 2 3 6 × 8 × 7 × 6 + 1 × 3 × 7 × 6 + 1 × 1 × 2 × 6 = 2154
10 5 26 26 1
Podem ser formados 2154 números.
10 × 5 × 26 × 26 × 1 = 33 800
É possível formar 33 800 códigos. 64.1. 6 A5 × P7 = 3 628 800
Número de maneiras de os homens ocuparem os
60. Raparigas (F): 13; rapazes (M): 10 restantes sete lugres
Número de maneiras de escolher ordenadamente
cinco lugares entre os seis da fila da frente
Delegado Subdelegado
60.1. Podem ocupar os lugares de 3 628 800 maneiras.
10 × 13 = 130
Podem ser escolhidos de 130 maneiras. 64.2. 5 A4 × P8 = 4 838 400
Número de maneiras de as restantes oito pessoas
Delegado Subdelegado ocuparem os restantes oito lugares
60.2.
10 13 rapaz-rapariga Número de maneiras de escolher ordenadamente
quatro mulheres para os extremos das filas
13 10 rapariga-rapaz
Podem ocupar os lugares de 4 838 400 maneiras.
10 × 13 + 13 × 10 = 260
64.3. 2 × 7 A6 × 6! = 7 257 600
Podem ser eleitos de 260 maneiras.
Número de maneiras de as restantes seis pessoas
60.3. 2 × 22 = 44 ocuparem os restantes seis lugares
Número de maneiras de eleger o segundo elemento. Número de maneiras de escolher ordenadamente
A Joana pode ser delegada ou subdelegada. seis homens para a fila escolhida
Número de maneiras de escolher a fila a ocupar
Podem ser eleitos de 44 maneiras. pelos homens
Podem ocupar os lugares de 7 257 600 maneiras.
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

65.1. 8! = 40 320 Permutações dos oito elementos nos oito lugares 69.1. 22
C5 = 26 334
Podem-se dispor de 40 320 maneiras. Podem-se escolher de 26 334 maneiras.
65.2. 4! × 2 = 48 69.2. 10
C3 × 12C2 = 120 × 66 = 7920
Número de maneiras de ordenar os dois elementos
Podem-se escolher de 7920 maneiras.
cada organização
Número de maneiras de ordenar as organizações 69.3. 10
C2 × 12C3 + 10C1 × 12C4 = 45 × 220 + 10 × 495 = 14 850

Podem-se dispor de 48 maneiras. Um rapaz e quatro raparigas


Dois rapazes e três raparigas
1.ª L 2.ª L 3.ª L 4.ª L 5.ª L 6.ª L 7.ª L 8.ª L
66.
8 7 6 5 4 3 2 1 Podem-se escolher de 14 850 maneiras.
8 × 7 × 6 × 5 × 4 × 3 × 2 × 1 = 8! = 40 320 69.4. 22
C5 − 12C5 = 26 334 − 792 = 25 542
É possível arrumar de 40 320 maneiras. Comissões só com raparigas
Todas as comissões
67. Matemática A: 5 ; Física: 4 ; Química: 3
Alternativamente
Total: 12 10
C1 × 12C4 + 10C2 × 12C3 + 10C3 × 12C2 +
67.1. a) 12! = 479 001 600
+ 4C4 × 12C1 + 10C5 × 12C0 =
Podem-se arrumar de 479 001 600 maneiras.
b) 5! × 4! × 3! × 3! = 103 680 = 4950 + 9900 + 7920 + 2520 + 252 = 25 542

Disciplinas Podem-se escolher de 25 542 maneiras.


Química
Física 69.5. 4C4 × 12C1 + 10C5 × 12C0 = 2520 + 252 = 2772
Matemática A
Comissões com zero raparigas e cinco
Podem-se arrumar de 103 680 maneiras. rapazes
Comissões com uma rapariga e quatro
c) 5! × 8! = 4 838 400 rapazes
Ordenação dos sete livros de Física e Química Podem-se escolher de 2772 maneiras.
juntamente com o bloco dos livros de Matemática A
Ordenação dos livros de Matemática A 69.6. 22
C5 − 10C5 − 12C5 = 26 334 − 252 − 792 = 25 290
ou Comissões só com raparigas
5! × 7! × 8 = 4 838 400 Comissões só com rapazes
Todas as comissões
Podem-se arrumar de 4 838 400 maneiras.
Alternativamente
67.2. 2 × 7 × 6! × 6! = 7 257 600 10
C1 × 12C4 + 10C2 × 12C3 + 10C3 × 12C2 + 4C4 × 12C1 =
Ordenação dos livros da outra fila
Ordenação dos livros de uma das filas = 4950 + 9900 + 7920 + 2520 = 25 290
Escolha do livro de Física ou Química que
Podem-se escolher de 25 290 maneiras.
fica na fila dos de Matemática A
Escolha da fila para os de Matemática A 70.1. Ases Outras
Podem-se arrumar de 7 257 600 maneiras. 4 48
68. TRIANGULO 4 9 4
C4 × 48C9 = 1 677 106 640
68.1. Não há letras repetidas. 1 677 106 640 “mãos”
É possível formar 9! = 362 880 palavras. 70.2. Paus Outras
V V 13 39
68.2.
4 7! 3
10 3 13
C10 × 39C3 = 2 613 754
4 × 7! × 3 = 60 480 palavras
2 613 754 “mãos”
Pág. 66 70.3. Paus Outras
69.
13 39
Rapazes Raparigas
10 12 0 13 13
C0 × 39C13 = 8 122 425 444
0 5
1 4 8 122 425 444 “mãos”
2 3
3 2
4 1
5 0
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

70.4. Reis Outras 72.2. Fruta Outros


4 48 6 4
3 10 2 2
4 9 4
C3 × 48C10 + 4C4 × 48C9 = 6
C2 × 4C2 = 90

= 27 839 970 224 É possível escolher 90 sabores diferentes.


27 839 970 224 “mãos” 72.3. Zero, um, dois ou três sabores de fruta:
70.5. Reis Outras 10
C4 − 6C4 = 195 Todas as escolhas menos as que incluem
4 48 quatro sabores de fruta
0 13
ou
1 12
2 11
6
C0 × 4C4 + 6C1 × 4C3 + 6C2 × 4C2 + 6C3 × 4C1 =
0 de fruta 1 de fruta 2 de fruta 3 de fruta
3 10
4 9 = 1 + 24 + 90 + 80 = 195
4
C0 × C13 + C1 × C12 + C2 × C11 + C3 × C10 =
48 4 48 4 48 4 48 É possível escolher 195 sabores diferentes.

= 633 336 452 960 72.4. Chocolate Caramelo Outros


1 1 8
ou
52
C13 − 4C4 × 48C9 = 633 336 452 960
8
C4 + C1 × C3 + C1 × C3 = 182
1 8 1 8

1 de caramelo + 3 dos outros


633 336 452 960 “mãos” 1 de chocolate + 3 dos outros
4 dos outros
70.6. Paus Copas + espadas ou
13 26 10
C4 − 1C1 × 1C1 × 8C2 = 182
5 8 C5 × C8 = 2 010 647 925
13 26
1 de caramelo +1 de chocolate +2 dos
outros
2 010 647 925 “mãos” Todas as possibilidades
70.7. Ases Paus Outras É possível escolher 182 sabores diferentes.
4 12 36 72.5. Chocolate Nata Outros
1 1 8
0 5 8 12
C5 × 36C8 = 23 966 189 280
1
C1 × 1C1 × 8C2 + 1C0 × 1C0 × 8C4 = 28 + 70 = 98
23 966 189 280 “mãos”
0 de caramelo +0 de
chocolate+4 dos outros
1 de caramelo +1 de
71.1. 2! × 2! × 2! × 3! = 48 chocolate+2 dos outros
Podem fazer de 48 maneiras. É possível escolher 98 sabores diferentes.
71.2. 3! × 3! × 2 = 72 HMHMHM ou MHMHMH Pág. 67
Podem fazer de 72 maneiras. 73. 2048 = 211
71.3. 3! × 3! × 4 = 144 MMM|H| H | H |
O conjunto tem 11 elementos.
ou 3! × 4! = 144 11
C0 + 11C1 + 11C2 + 11C3 = 232
Podem fazer de 144 maneiras.
O conjunto tem 232 subconjuntos com menos de quatro
71.4. 3! × 3! × 2 = 72 H M M M H H ou H H M M M H
elementos.
Podem fazer de 72 maneiras.
7!
74.1 = 840 ou 7C3 × 4! = 840
3!
72. Admitimos que a ordem de colocação dos gelados no copo
É possível formar 840 números.
não altera a escolha.
74.2. O algarismo das unidades tem de ser 5 ou 7. Os restantes
Fruta Chocolate Café Nata Caramelo
formam uma sequência de seis elementos com três
6 1 1 1 1
repetidos:
72.1. 10
C4 = 210
6!
É possível escolher 210 sabores diferentes. × 2 = 240
3!
240 números são ímpares.
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

75. 1 222 334 556


n+9 ( n + 9 )( n + 8)
C2 = 190 ⇔ = 190 ⇔
10! 2
75.1. = 151200 ou
3!× 2!× 2! ⇔ n 2 + 8n + 9n + 72 = 380 ⇔
10
C3 × 7C2 × 5C2 × 3! = 151 200 ⇔ n 2 + 17n − 308 = 0 ⇔

É possível formar 151 200 números. −17 ± 289 + 1232 −17 ± 39


⇔n= ⇔n= ⇔
75.2. Para que o número seja par, o algarismo das unidades tem 2 2

de ser 2, 4 ou 6 que dá origem a duas situações diferentes: ⇔ n = 11 ∨ n = −28


• se for 2, os restantes formam uma sequência de Como n ∈ ℕ , temos n = 11 .
dimensão nove com os elementos 22, 33 e 55 77. Os três maiores elementos de uma linha do Triângulo de
repetidos; Pascal com um número ímpar de elementos são os
• se for 4 ou 6, os restantes formam uma sequência de elementos centrais a , b e c sendo a = c :
dimensão nove com os elementos 222, 33 e 55
a b a
repetidos ... ...

9! 9! ... a+b b+a ...


×1 + ×2 =
2!× 2!× 2! 3!× 2!× 2! O maior valor da linha seguinte é a + c .
= 45 360 + 15 120 × 2 = 75 600 Sabemos que:

Há 75 600 números pares e 151 200 −75 600 = 75 600 a + b + a = 35 750 a + 24 310 − a + a = 35 750
 ⇔ ⇔
números ímpares. a + b = 24 310 b = 24 310 − a

75.3. Considera-se o par 46 como um só algarismo: a = 11 440 a = 11 440


⇔ ⇔
46 1 222 33 55 b = 23 310 − 11 440 b = 12 870
9! O maior número dessa linha é 12 870.
= 15120
3! × 2! × 2!

Em 15 120 números. 4 4− p
 1   1 
(− x )
4 p
78.  − x  = ∑ 4C p   =
75.4. Considera-se duas vezes o par 23 como dois algarismos  x  p =0  x
iguais: 4 3 2
 1   1   1 
( ) ( )
1 2
23 23 1 24 55 6 =  + 4  − x + 6  − x +
 x  x  x
8!
= 10 080  1 
( ) + (− x )
3 4
2! × 2! +4   − x =
 x
Em 10 080 números.
1 1 1 1
= −4 × x +6 ×x−4 × x x + x2 =
x2 x x x x
76.1. 10
C2 = 45
1 4
45 retas = − + 6 − 4x + x2 =
x2 x
76.2. 10
A2 = 90 4 1
= x2 − 4x + 6 − +
90 semirretas x x2

76.3. 10
C3 = 120
6 6− p p
 2 x2  6
2  x2 
 −  = ∑ Cp  
120 triângulos
−  =
6
79.
 x 2  p = 0 x  2
76.4. 9C2 = 36
p
 1 2
Tp +1 = 6C p ( 2 + x −1 )
6− p
36 triângulos
− × x  =
 2 
76.5. 10
C3 − 4C3 − 4C3 = 120 − 4 − 4 = 112
p
Triângulos definidos pelos pontos I, J, A e B  1
= 6C p 26 − p × x −6 + p ×  −  x 2 p =
Triângulos definidos pelos pontos G, F, E e D  2
Todos os triângulos
p
 1
112 triângulos = 6C p 26 − p ×  −  × x −6 +3 p =
76.6. Para além do ponto A passaram a existir n + 9 pontos  2

onde são selecionados dois: = −6 + 3 p = 0 ⇔ 3 p = 6 ⇔ p = 2


1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

2 84.2.
 1
T3 = 6C2 × 26 − 2 ×  −  × x 0 =
 2
13!
= 15 × 16 ×
1
= 60 = 10 296 ou 13C5 × 8C7 × 1C1 = 10 296
4 5!× 7!
É possível formar 10 296 sequências.
99 − p p 99
99
3  8 3 8 84.3.
∑  −  =  −  = ( −1) = −1
99 99
80. Cp  
p =0 5  5 5 5
C7 × 3C3 × 11C5 = 55 440
10

( x − 1) + ( x + 1) − 8 x = 0 ⇔
3 3
81. Número de maneiras de intercalar as cinco
bolas vermelhas na fila das azuis e brancas
⇔ x 3 + 3x 2 × ( −1) + 3x × ( −1) + ( −1) +
2 3 Número de maneiras de organizar a fila das
bolas azuis e brancas
84.4. 360 360 − 55 440 = 304 920
+ x3 + 3 x 2 + 3 x + 1 − 8 x = 0 ⇔
Sem bolas vermelhas seguidas
⇔ x 3 − 3 x 2 + 3 x − 1 + x3 + 3 x 2 + 3 x + 1 − 8 x = 0 ⇔ Todos os casos

⇔ 2 x3 − 2 x = 0 ⇔
85. A fila tem n + 2 bolas sendo duas brancas (iguais) e n
⇔ 2 x ( x 2 − 1) = 0 ⇔
pretas (iguais). O número de maneiras de ordenar as bolas
⇔ x = 0 ∨ x = −1 ∨ x = 1 é o número de nos n + 2 lugares escolher a posição das
S = {−1, 0, 1} duas bolas brancas (ou das n pretas) o que pode ser feito
n+2
de C2 maneiras diferentes.
82. f ( a − 3) = a 4

n+2 ( n + 2 )( n + 1)
C2 = 66 ⇔ = 66 ⇔
Seja x = a − 3 ⇔ a = x + 3 2

f ( x ) = ( x + 3) =
4 ⇔ n 2 + n + 2n + 2 − 132 = 0 ⇔

⇔ n 2 + 3n − 130 = 0 ⇔
= x 4 + 4 x 3 × 3 + 6 × x 2 × 32 + 4 × x × 33 + 34
−3 ± 9 + 520
f ( x ) = x 4 + 12 x3 + 54 x 2 + 108 x + 81 ⇔n= ⇔
2
−3 ± 23
⇔n= ⇔
Pág. 68 2
83.1. 4 × 13 A4 = 68 640
⇔ n = −13 ∨ n = 10
Há quatro naipes
Como n ∈ ℕ , temos n = 10 .
Podem-se formar 68 640 naipes.
83.2. Consideremos dois casos:
86.1. 20
C5 × 15C5 × 10C5 × 5C5 = 11 732 745 024
1.º caso: a primeira carta é o rei de ouros
Equipa D
2.º caso: primeira carta é de ouros mas não é o rei.
Equipa C
Assim: Equipa B
1.ª 2.ª 3.ª 4.ª Equipa A

1.º caso: 1 50 49 48 Há 51−3 = 48 cartas que não são reis) Ou


1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20
2.º caso: 12 50 49 47 Há 51−4 = 47 cartas que não são reis) Equipa A Equipa B Equipa C Equipa D

50
A2 Os 20 alunos são colocados por ordem (20!). Os primeiros
1 × 50 A2 × 48 + 12 × 50 A2 × 47 = 1 499 400 cinco são da equipa A, os cinco seguintes da equipa B e
Podem-se formar 1 499 400 sequências. assim sucessivamente. Dentro de cada equipa a ordem dos
84.1. elementos não interessa pelo que se divide por 5! . Logo, o
número de possibilidades pode ser dado por:
15! 20!
= 360 360 ou 15C3 × 12C5 × 7C7 = 360 360 = 11 732 745 024
3!× 5!× 7! (5!)4

É possível formar 360 360 sequências.


1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

86.2. Neste caso, as equipas não são nomeadas. Assim, por 88.2. 4! × 5 = 120
exemplo, as distribuições: Número de possibilidades de colocar os três vermelhos
Número de maneiras de ordenar os chapéus diferentes
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 e
Equipa A Equipa B Equipa C Equipa D
Os chapéus podem ser colocados de 120 maneiras.

1, 2,3, 4,5,6, 7,8,9,10 ,11,12,13,14,15,16,17,18,19, 20 são 88.3. Número de maneiras de os chapéus vermelhos ficarem
Equipa D Equipa C Equipa B Equipa A separados:
diferentes no caso de 86.1., mas iguais no caso presente. 4! × 5C3 = 240
Logo, há 4! vezes menos equipas (permutações de A, B, C Escolha dos lugares para os chapéus vermelhos
e D). entre os restantes (|•|•|•|•|)
Número de maneiras de ordenar os quatro chapéus
Temos, assim:
diferentes dos vermelhos.
20
C5 × 15C5 × 10C5 × 5C5 Logo, há 840 − 240 = 600 sequências em que ficam pelo
= 488 864 376
4! menos dois chapéus vermelhos seguidos.
Ou
20! 89. Vermelhos: 3; amarelos: 2; azul: 1;
= 488 864 376
( 5!)
4
× 4! verde: 1; preto: 1
8!
89.1. = 3360
3! × 2!
87. A: 6 azuis; B: 9 vermelhas
Total: 15 ou

87.1. 6C3 × 9C2 = 720


8
C3 × 5C2 × 3! = 3360

Podem ser formados 720 conjuntos. Podem expor-se de 3360 maneiras.


89.2. P5 = 5! = 120
87.2. a) 15
C4 − 6C4 − 9C4 = 1224
Subconjuntos com quatro bolas vermelhas Há cinco objetos a ser ordenados: o bloco de cinco carros
Subconjuntos com quatro bolas azuis
vermelhos, o bloco de cinco carros amarelos e os restantes
Todos os subconjuntos de quatro elementos
Em 1224 subconjuntos. carros.
b) Ou
Pares Ímpares 5
A3 × 2! = 120
3 3 Azuis (1 a 6)
Podem expor-se de 120 maneiras.
4 5 Vermelhas (1 a 9)
7 8 89.3. 6 × 2 × 5C2 = 120
Na caixa há sete números pares e oito números Número de maneiras de escolher dois lugares para os
ímpares. restantes carros amarelos
Ao selecionar quatro bolas há as seguintes Pode ser verde-azul ou azul-verde

possibilidades:
Podem expor-se de 120 maneiras.
Pares Ímpares
7 8 89.4. Número de maneiras de o azul ficar ao lado do verde:
6!
0 4 Produto ímpar 2! × × 7 = 840
3! × 2!
1 3
Número de posições que o par azul/verde
2 2
Produto par pode ocupar na fila
3 1
Número de maneiras de ordenar os
4 0
restantes automóveis
15
C4 − 8C4 = 1295 Pode ser azul-verde ou verde-azul
Produto ímpar Ou
Todos os casos 7!
2! × = 840 (o par azul-verde conta como um só)
Em 1295 subconjuntos. 3! × 2!

Logo, há 3360 − 840 = 2520 sequências em que o


Pág. 69
automóvel não fica ao lado do verde.
7!
88.1. = 840 ou 7C3 × 4! = 840
3! 89.5. Número de maneiras de os três automóveis vermelhos
Os chapéus podem ser colocados de 840 maneiras. ficarem separados:
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

5! 6 91.4.
× C3 = 1200
2! 333XX 0333X
Número de maneiras de escolher lugares para os
5
C3 × 9 × 9 − 4C3 × 9 = 810 − 36 = 774
automóveis vermelhos entre os restantes, no início Outros dois
ou no fim da fila. Algarismos 3
Número de maneiras de ordenar os automóveis não 774 elementos
vermelhos.
Logo, há 3360 − 1200 = 2160 casos em que pelo menos 91.5. Só há um caso em que a soma de cinco algarismos
diferentes é 10: 0 + 1 + 2 + 3 + 4 = 10
dois carros vermelhos ficam seguidos.
1.ºA 2.ºA 3.ºA 4.ºA 5.ºA
4 4 3 2 1
90.1. 12
C6 × 8 A6 × 8 A6 = 375 537 254 400
Há 4 × 4! = 96 elementos de A com os algarismos
escolha de lugares para os restantes na
diferentes e com soma igual a 10 (0, 1, 2, 3 e 4).
outra fila
escolha de lugares para os seis elementos 91.6. 1.º A 2.ºA 3.º A 4.º A 5.º A
1 2 3 7 6
escolhidos para uma das filas 6 1 2 3 6
escolha de seis elementos para uma das filas 6 6 1 2 3
Ou 7 × 6 + 6 × 6 + 6 × 6 = 114
12! × 8C6 × 8C6 114 elementos
90.2. 2 × A8 × A4 = 67 060 224 000
12 8

Pág. 70
Escolha de lugares para os quatro restantes na
Avaliação 2
outra fila
F1 F2 F3 F4 F5 F6
Escolha ordenada de oito elementos para uma 1.
2 2 2 2 2 2
das filas
26 − 2 = 62
Escolha da fila que fica com oito elementos
As seis faces a amarelo ou as seis faces a vermelho
Ou
Resposta: (A)
12! × 8C4 × 2
90.3. 8 A5 × 11 A7 = 11 176 704 000 2.
Podem-se sentar de 11 176 704 000 maneiras. 9 8 7 1 O algarismo das unidades é 0.
8 8 7 4 O algarismo das unidades é 2, 4, 6 ou 8.
91.1. 3 3 3 2 2 9 × 8 × 7 × 1 + 8 × 8 × 7 × 4 = 2296
5!
= 10 Resposta: (A)
3! 2!

10 elementos 3. 1 n ... n 1

91.2. Elementos de A em que não figura o 1 nem o 2: 1 × n × n × 1 = 1024 ⇔

1.º A 2.º A 3.º A 4.º A 5.º A ⇔ n 2 = 1024 ⇔


7 8 8 8 8 ⇔ n = 32
7 × 8 = 28 672
4
A linha anterior é a de ordem 31.
28 672 elementos O terceiro elemento é 31C2 = 465 .
91.3. O algarismo das unidades é 0, 2, 4, 5, 6 ou 8.
Resposta: (B)
1.º caso: o algarismo das unidades é 0
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A 5.º A 4.
9 8 7 6 1 Rapazes Raparigas
2.º caso: o algarismo das unidades é 2, 4, 5, 6 ou 8 8 12
1.º A 2.º A 3.º A 4.º A 5.º A 2 3
8 8 7 6 5 ( 2 3)
8
C × 12
C × 5!

9 × 8 × 7 × 6 × 1 + 8 × 8 × 7 × 6 × 5 = 16 464 Resposta: (D)

16 464 elementos
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

8
8.4. 10
A5′ × 6C3 × 5 A3′ = 250000000
(2 − x) = ∑ 8C p 28− p ( − x )
8 p
5.
p =0 Escolha ordenada das vogais
Escolha de lugares para as vogais (no início,
Tp +1 = 8C p 28 − p ( − x )
p

no fim ou entre os algarismos)


p=5 Escolha ordenada dos algarismos

T6 = 8C5 × 28−5 ( − x ) = −56 × 8 × x 5 = −448 x 5


5
8.5. 8
C2 × 6C3 × 9 A3′ × 5 A3′ = 51030000
Resposta: (C) Escolha ordenada das vogais
Escolha ordenada dos restantes três
6. 17
C2 × C3 × C12 = C2 × C3
15 12 17 15 algarismos
Escolha de lugares para os restantes
Posição das letras V
Posição das letras E
três algarismos

Posição das letras D Escolha de lugares para os zeros


Resposta: (B)
8.6. 8
C5 × 10 A5′ × 5 A3′ = 700000000

Pág. 71 Escolha ordenada das vogais


7.1. 5
C1 × C1 + 2 = 37
7
Escolha ordenada dos algarismos
Escolha de lugares para os algarismos
Ou
12
C2 − 7C2 − 5C2 + 2 = 37
9.1. 10
A4 = 10 × 9 × 8 × 7 = 5040
37 retas
O conjunto A tem 5040 elementos.
7.2. 5
C2 × 7C1 + 5C1 × 7C2 = 175
9.2. 10
A3 = 9 × 8 × 7 = 504 Número de sequências cujo primeiro
175 triângulos
elemento é 0
5+n
7.3. C2 × 7C1 + 5 + nC1 × 7C2 = 525 ⇔ 504 elementos
9.3. I
( n + 5)( n + 4 ) 7×6
⇔ × 7 + ( n + 5) × = 525 ⇔ 9 × 8 × 7 × 5 = 2520
2 2
2520 elementos
n 2 + 4n + 5n + 20
⇔ × 7 + ( n + 5) × 21 − 525 = 0 ⇔
2 9.4. 1.º caso: Números de três algarismos
(a primeira bola selecionada tem o número 0)
n 2 + 4n + 5n + 20
⇔ × 7 + ( n + 5) × 21 − 525 = 0 ⇔ P P I
2
4 3 5
⇔ 7n 2 + 63n + 140 + 42n + 210 − 1050 = 0 ⇔
( 4 × 3 × 5) × 3 = 180
⇔ 7n 2 + 105n − 700 = 0 ⇔ Número de posições do algarismo ímpar
⇔ n + 15n − 100 = 0 ⇔
2
Escolha do algarismo ímpar
Escolha dos algarismos pares (2, 4, 6 ou 8)
−15 ± 152 + 400 −15 ± 25
⇔n= ⇔n= ⇔
2 2
2.º caso: números de quatro algarismos
⇔ n = −20 ∨ n = 5
• o 1.º algarismo é par (diferente de 0)
Como n ∈ ℕ , temos n = 5 .
P P I I
4 4 5 4
8.1. 10
A5′ × 5 A3′ × 2 = 25 000 000
( 4 × 4 × 5 × 4 ) × 3C2 = 960
AAAAAVVV ou VVVAAAAA
Posições dos algarismos pares
8.2. 10
A5′ × 5 A3′ × 4 = 50000000 AAAAA|V|V|V|
Algarismos ímpares
8.3. 5 × 8C3 × 10 A5 = 8 467 200 Algarismo par (já pode ser 0)

Escolha ordenada de cinco algarismos Algarismo par (2, 4, 6 ou 8)

diferentes para os restantes cinco lugares • o 1.º algarismo é ímpar


Escolha de lugares para a vogal I I P P
Escolha da vogal 5 4 5 4
1.2. Cálculo combinatório. Triângulo de Pascal. Binómio de Newton

( 5 × 4 × 5 × 4 ) × 3C2 = 1200 10.3. 2 × 12 × 11C7 = 7920

Posições dos algarismos pares Maneiras de arrumar as 7 peças vermelhas


Algarismos pares nas 11 casas disponíveis
Algarismo ímpar (diferente do 1.º) Maneiras de arrumar a peça azul fora da
Algarismo ímpar (1,3,5,7 ou 9) diagonal
Maneiras de escolher a diagonal
180 + 960 + 1200 = 2340 Podem-se colocar no tabuleiro de 7920 maneiras.
2340 elementos 10.4. 4 × 12C7 × 5C5 = 3168
Maneiras de arrumar as cinco peças
10.1. 16
C7 × 9C5 = 1 441 440
vermelhas nas cinco casas disponíveis
10.2. A2 × C3 × C1 = 3360
4 8 5
Maneiras de arrumar as sete peças vermelhas

Maneiras de arrumar a restante peça azul nas 12 casas disponíveis

numa das cinco casas disponíveis Maneiras de escolher a linha em branco

Maneiras de arrumar as restantes três peças Podem-se colocar no tabuleiro de 3168 maneiras.
vermelhas nas oito casas disponíveis
Maneiras de escolher ordenadamente (AV ou
VA) as duas linhas a ocupar
Podem-se colocar no tabuleiro de 3360 maneiras.
1.3. Probabilidades

1.3 Probabilidades Número de casos favoráveis:


Pág. 72 5
C4 4C0 + 5C3 × 4C1 = 5 + 10 × 4 = 45
Atividade inicial 3 45 5
P= =
1. E = {1, 2, 3} 126 14
2 3.3.
2. P ( A) = Irmãos Outros
3
2 7
3. P ( E ) = {∅, {1} , {2} , {3} , {1, 2} , 2 2
{1, 3} , {2, 3} , {1, 2, 3}} Número de casos favoráveis
1
2
C2 × 7C2 = 21
4. P ( ∅ ) = 0, P ({1} ) = P ({2} ) = P ({3} ) = ;
3 21 1
P= =
2 126 6
P ({1, 2} ) = P ({1, 3} ) = P ({2, 3} ) = ;
3 3.4.
P ({1, 2, 3} ) = 1 Irmãos Outros homens Mulheres
2 3 4
1 1 2
Pág. 74 0 2 2
1.1. {1} , {2} , {3} , {4} e {5} Número de casos favoráveis
2
C1 × 3C1 × 4C2 + 3C2 × 4C2 = 2 × 3 × 6 + 3 × 6 =
1.2. Por exemplo, {1, 2}
= 36 + 18 = 54
1.3. Por exemplo, {1, 2} e {3, 4}
54 3
1.4. Por exemplo, {1, 2} e {3, 4, 5} P= =
126 7

Pág. 76 Pág. 78
Azuis Verdes Total Matemática A Física Química
2. 4.
6 4 10 4 3 2
Número de casos possíveis: 10C4 = 210 4.1. Número de casos possíveis: 9!
2.1. Número de casos favoráveis: Número de casos favoráveis: 4 A2 × 7!
6
C4 + 4C4 = 15 + 1 = 16 A2 × 7! 1
4
P= =
16 8 9! 6
P= = 7
210 105 C2 1
ou P = 9 =
2.2. Número de casos favoráveis: C4 6
6
C2 × 4C2 = 15 × 6 = 90 4.2. Número de casos favoráveis: 4! × 3! × 2! × 3!
90 3 4! × 3! × 2! × 3! 1
P= = P= =
210 7 9! 210
2.3. Número de casos favoráveis: 4.3. Número de casos favoráveis: 4! × 3! × 2! × 3!
6
C3 × 4C1 + 6C4 × 4C0 = 20 × 4 + 15 × 1 = 95 4! × 5! × 2 1
P= =
95 19 9! 63
P= =
210 42 4.4. Número de casos favoráveis:
4! × 5! × 6
Pág. 77 há 6 lugares para arrumar o bloco dos
3.1. livros de Matemática A
H M Ou
5 4 9 4! × 6!
2 2 4
Número de casos possíveis: 9C4 = 126 O bloco de Matemática A conta como mais um
livro
Número de casos favoráveis: C2 × C2 = 10 × 6 = 60
5 4
4! × 6! 1
60 10 P= =
P= = 9! 21
126 21
4.5. Número de casos favoráveis:
3.2. 6! × 7 A3
H M
5 4 Número de maneiras de escolher
4 0 ordenadamente lugares para os três livros de
3 1 Física entre ou ao lado dos seis restantes
2 2 6! × 7 A3 5
1 3 P= =
0 4 9! 12
1.3. Probabilidades

Pág. 79 8. P ( A ∪ B ) = 2P ( A)
5.1. Número de casos possíveis: 8C2 = 28 P ( B ) = 4P ( A ∩ B )
a) Número de casos favoráveis: 8 P ( A ∩ B ) = 0, 4 ⇔
8 2
P= =
28 7 (
⇔ P A ∪ B = 0, 4 ⇔)
b) Há dois quadrados: [ ACEG ] e [ BDFH ] ⇔ P ( A ∪ B ) = 1 − 0, 4 ⇔
Logo, há oito casos favoráveis. ⇔ 1 − P ( A ∪ B ) = 0, 4 ⇔
8 2
P= = ⇔ P ( A ∪ B ) = 0,6
28 7
c) Número de casos favoráveis: 4 P ( A ∪ B ) = 2 P ( A) ⇔
4 1 1
P= = ⇔ P ( A) = P ( A ∪ B) ⇔
28 7 2
5.2. Número de casos possíveis: 8C3 = 56 1
⇔ P ( A ) = × 0,6 ⇔
a) Número de casos favoráveis: 2
7
C2 = 21 (escolha de dois vértices entre B, C, D, E, F, ⇔ P ( A ) = 0,3

G, H) P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B )

P=
21 3
= 0,6 = 0,3 + 4P ( A ∩ B ) − P ( A ∩ B ) ⇔
56 8
⇔ 0,3 = 3P ( A ∩ B ) ⇔
b) Um dos lados tem de ser um diâmetro.
⇔ P ( A ∩ B ) = 0,1
Por cada diâmetro há seis possibilidades para escolher
o vértice oposto. Logo, o número de casos possíveis é
4 × 6 = 24 9.1. P ( A ∪ B) = P ( A ∪ B ) =
há quatro diâmetros
24 3
(
= P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) − P A ∩ B = )
P= =
56 7 = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) − 1 − P ( A ∩ B )  =
c) Por cada diâmetro há dois casos favoráveis = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) − 1 + P ( A ∩ B ) =
(por exemplo [ AEC ] e [ AEG ] )
= P ( A) − 1 − P ( B )  =
4× 2 = 8
= P ( A) − P ( B )
8 1
P= =
56 7 9.2. P( A ∩ B) − P(B) =

Pág. 80
( )
= P A ∩ B − 1 − P ( B )  =
= 1 − P ( A ∩ B) −1 + P ( B) =
6. Os triângulos [ ABC ] e [ MNC ] são semelhantes pois têm
1 = P ( B) − P ( A ∩ B) =
os lados paralelos. A razão de semelhança é igual a
2 = P ( A ∩ B)
MC NC MN 1
pois = = =
AC BC AB 2 Pág. 84
Logo: 1 1 1
10. P ( E ) = ; P ( R ) = ; P ( E ∪ R ) =
Área do triângulo [ MNC ] 1 1
2
4 8 3
=  =
Área do triângulo [ ABC ]  2  4 10.1. P ( E ∪ R ) = P ( E ) + P ( R ) − P ( E ∩ R )
1 1 1 1
Assim, a probabilidade pedida é igual a . = + − P ( E ∩ R) ⇔
4 3 4 8
3 1
⇔ P ( E ∩ R) = − ⇔
Pág. 83 8 3
7. P ( A ∩ B ) = 0,3 ; P ( A ) = 0,6 ; P ( B ) = 0,8 ⇔ P ( E ∩ R) =
1
24
P ( A ) = 1 − P ( A ) = 1 − 0,6 = 0, 4
Como P ( E ∩ R ) > 0 , o acontecimento “sair rei de
P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B )
espadas” é possível. Logo, o rei de espadas está no baralho.
= 0, 4 + 0,8 − 0,3 =
10.2. Num baralho há apenas um rei de espadas.
= 0,9 Logo, como o rei de espadas está entre as n cartas, a
( )
P ( A ∩ B ) = P A ∪ B = 1− P ( A ∪ B) = 1
probabilidade de sair é .
= 1 − 0,9 = n
= 0,1 1 1
Portanto, = , pelo que n = 24 .
n 24
1.3. Probabilidades

1 15 5
Como P ( E ) = , a quarta parte das cartas são de espadas. 13.1. P ( A ) = =
4 24 8
1 14 7
Assim, há × 24 = 6 cartas de espadas. 13.2. P ( B ) = =
4 24 12
8 1
13.3. P ( A ∩ B ) = =
Pág. 87 24 3
13.4. P ( A ∩ B ) =
11. 6 1
=
Par ( B ) Ímpar ( B ) 24 4
8
Vermelhas ( A ) 3 3 6 P ( A ∩ B) 8 4
13.5. P ( A | B) = = 24 = =
Amarelas ( A ) P ( B) 14 14 7
2 3 5
24
5 6 11 8
A : “A bola é vermelha” P ( B ∩ A ) 24 8
13.6. P ( B | A) = = =
B : “O número da bola é par” P ( A) 15 15
3 24
P ( A ∩ B ) 11 3 3
11.1. P ( A | B) = = = P ( A ∩ B ) 24 3
P ( B) 5 5 13.7. P( A | B) = = =
11 P(B) 10 10
3 24
P ( B ∩ A ) 11 3 1 3
11.2. P ( B | A) = = = = P ( B ∩ A ) 24 3 1
P ( A) 6 6 2 13.8. P ( B | A) = = = =
11 P ( A) 9 9 3
3 24
P ( B ∩ A ) 11 3 1
11.3. P ( B | A) = = = =
P ( A) 6 6 2 Pág. 89
11 3
3 14. P ( A ) = = 0,6
P ( A ∩ B ) 11 3 1
5
11.4. P( A | B) = = = = 1
P(B) 6 6 2 P ( A ∩ B ) = = 0, 2
5
11
9
P ( A ∪ B ) = = 0,9
10
12. P ( A ∩ B ) = 10% = 0,1
P ( A ∩ B ) = 50% = 0,5 P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B )
P ( A) = 2P ( B ) 0,9 = 0,6 + P ( B ) − 0, 2 ⇔

(
12.1. P ( A ∩ B ) = 0,5 ⇔ P A ∩ B = 0,5 ⇔ ) ⇔ P ( B ) = 0,9 − 0, 4 ⇔

⇔ 1 − P ( A ∪ B ) = 0,5 ⇔ ⇔ P ( B ) = 0,5

⇔ P ( A ∪ B ) = 0,5 P ( A ∩ B) P ( B) − P ( A ∩ B)
P ( A | B) = = =
P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) ⇔ P ( B) P ( B)

⇔ 0,5 = 2 P ( B ) + P ( B ) − 0,1 ⇔ 0,5 − 0, 2 0,3 3


= = =
0,5 0,5 5
⇔ 3P ( B ) = 0,6 ⇔ P ( B ) = 0, 2
P ( A ∩ B) 0,1 1
P ( A | B) = = = Pág. 90
P ( B) 0, 2 2 15. Sejam os acontecimentos:
12.2. P ( A ) = 2 P ( B ) = 2 × 0, 2 = 0, 4 F : “O aluno escolhido é rapariga”
P ( B ∩ A) 0,1 1 M : “O aluno escolhido é rapaz”
P ( B | A) = = =
P ( A) 0, 4 4 N : “O aluno escolhido tem negativa no teste”
P ( F ) = 0,6

Pág. 88 P ( M ) = 1 − 0,6 = 0, 4
1
13. P(N | M ) =
Rapazes ( A ) Raparigas ( A) 4
1
17 anos ( B ) P(N | F ) =
3 7 10 6
18 anos ( B ) 6 8 14
9 15 24
1.3. Probabilidades

P(I ∩ F ) 0,15 2
16.3. P ( I | F ) = = =
P(F ) 0,675 9

Pág. 92
17. Sejam os acontecimentos:
A : “O saco escolhido tem três rebuçados de morango”
M : “O rebuçado escolhido sabe a morango”
1
P ( A) =
2
P ( M | A) = 1
15.1. P ( N ) = P ( F ∩ N ) + P ( M ∩ N ) =
P ( M | A) =
2
= P(F )× P(N | F ) + P(M )× P(N | M ) = 3
1 1
= 0,6 × + 0, 4 × =
6 4
= 0,1 + 0,1 = 0, 2
1
P(F ∩ N ) P(F )× P(N | F ) 0,6 ×
15.2. P ( F | N ) = = = 6=
P(N ) 0, 2 0, 2
0,1 1
= =
0, 2 2

Pág. 91
Pretendemos determinar P ( A | M ) pois se os rebuçados
16. Sejam os acontecimentos:
M : “o professor escolhido é de Matemática” que ficaram no saco têm o mesmo sabor este tem de ser a
I : “o professor escolhido é de Informática” morango.
F : “o professor é uma mulher” P( A ∩ M ) P ( A) × P ( M | A )
P( A| M ) = = =
P ( M ) = 0,7 P(M ) P( A ∩ M ) + P( A ∩ M )
3 1 1 1
P(F | M ) = = 0,75 ×1
3
4 = 2 = 2 =2=
1 1 2 1 1 5 5
P ( F | I ) = P ( F | I ) = 0,5 ×1 + × +
2 2 3 2 3 6
F F
M 0,525 0,175 0,7 P ( A ∪ B ) ∩ A
I 0,15 0,15 0,3 18. P ( A ∪ B ) | A = =
P ( A)
0,675 1
P ( A ∩ A ) ∪ ( B ∩ A ) 
P ( I ) = 1 − 0,7 = 0,3 = =
P ( A)
P(M ∩ F ) = P(M )× P(F | M ) =
=  ∪ ( B ∩ A ) 
P ∅
=
= 0,7 × 0,75 = 0,525
P ( A)
P(I ∩ F ) = P(I )× P(F | I ) =
P ( B ∩ A)
= 0,3 × 0,5 = 0,15 = =
P ( A)

16.1. P ( F ) = P ( M ∩ F ) + P ( I ∩ F ) = = P ( B | A)

27
= 0,525 + 0,15 = 0,675 = Pág. 94
40
P(M ∩ F ) 19. A = {1, 5} e B {2, 5}
16.2. P ( M | F ) =
P(F ) Os acontecimentos elementares, {1} , {2} , {4} e {5} são

P ( M ∩ F ) = P ( M ) − P ( M ∩ F ) = 0,7 − 0,525 = 0,175 equiprováveis.


2 1 2 1
P ( I ∩ F ) = P ( I ) − P ( I ∩ F ) = 0,3 − 0,15 = 0,15 19.1. P ( A ) = = ; P ( B) = =
4 2 4 2
P ( F ) = P ( M ∩ F ) + P ( I ∩ F ) = 0,175 + 0,15 = 0,325 1
19.2. P ( A ∩ B ) = P ({5} ) =
0,175 7 4
P(M | F ) = = 1 1 1
0,325 13 P ( A) × P ( B ) = × =
2 2 4
1.3. Probabilidades

Como P ( A ∩ B ) = P ( A ) × P ( B ) , os acontecimentos A e Pág. 96


B são independentes. 1
22. Probabilidade de a Ana ganhar no 1.º lançamento:
2
Pág. 95 Probabilidade de a Ana ganhar no 2.º lançamento:
2 3
1 1 1 1 1 1 1 1
20. P ( A) = ; P ( B) = × × =  × = 
2 4 2 2 2 2 2 2
A e B são independentes ( P ( A ∩ B ) = P ( A) × P ( B ) ) A Ana ganha no 2.º lançamento
P ( A | B ) = P ( A) e P ( B | A) = P ( B ) O Pedro perde no 1.º lançamento
1 A Ana perde no 1.º lançamento
20.1. P ( A | B ) = P ( A ) =
2 Probabilidade de a Ana ganhar no 3.º lançamento
2 2 4 5
1 1 1 1 1 1 1
20.2. P ( B | A ) = P ( B ) =
4   ×  × =   × =  
 2  2 2  2 2 2
20.3. P ( A ∪ B ) = P ( A ) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) =
A Ana ganha no 3.º lançamento
1 1
= + − P ( A) × P ( B ) = A Ana e o Pedro perdem na 2.ª ronda
2 4
A Ana e o Pedro perdem na 1.ª ronda
3 1 1
= − × = …
4 2 4 3 5
1 1 1
3 1 5 P ( Ana ganhar ) = +  +   + ...
= − = 2  2 2
4 8 8
1 1 1
(
20.4. P ( A ∪ B ) = P A ∩ B = ) = 2 = 2 = 2 = 4 =2
= 1− P ( A ∩ B) = 2×3 3
2
 
1 1 3
1−   1− 4 4
1 1  
2
=1− × =
2 4
1 7 Pág. 98
=1− =
8 8 23.
20.5. P ( A ∩ B ) = P ( A) − P ( A ∩ B ) =
1 1 1
=
− × =
2 2 4
1 1 3
= − =
2 8 8
21. Hipótese: A e B são independentes
(
P( A ∩ B) = P A ∪ B = )
= 1− P ( A ∪ B) =

= 1 −  P ( A ) + P ( B ) − P ( A ∩ B )  =

= 1 − P ( A) − P ( B ) + P ( A) × P ( B ) = Por hipótese
P ( L ) = P ( A ) × P ( L | A) + P ( B ) × P ( L | B ) + P ( C ) × P ( L | C ) =
= P ( A ) − P ( B ) 1 − P ( A )  = 1 1 1 1 1
= ×1 + × + × =
3 3 2 3 2
( )
= P A − P ( B) × P A ( ) 1 1 1 4 2
= + + = =
3 6 6 6 3
= P ( A ) 1 − P ( B )  =
Pág. 99
= P ( A) × P ( B )
24. P ( N ) = 0, 2 ; P ( F | N ) = 0, 25 ; P ( F ∩ N ) = 0,1
Portanto, se A e B são acontecimentos independentes,
P ( A ∩ B ) = P ( A ) × P ( B ) , ou seja, A e B são 24.1. P ( F ) = P ( N ∩ F ) + P ( N ∩ F ) =
acontecimentos independentes. = 0,1 + P ( N ) × P ( F | N ) =
= 0,1 + (1 − 0, 2 ) × 0, 25 =
= 0,1 + 0,8 × 0,25 = 0,1 + 0,2 = 0,3
P(N ∩ F ) 0,1 1
24.2. P ( N | F ) = = =
P(F ) 0,3 3
1.3. Probabilidades

Atividades complementares 28.1. Número de casos possíveis: 52


C5
Pág. 102
Ouros Outras
25. Número de casos possíveis: 6 × 6 = 36
Número de casos favoráveis: 5 13 39
[(1, 5), (2, 4), (3, 3), (4, 2) e (5, 1)] 0 5
Número de casos favoráveis: 39C5
39
C5
P= 52
≈ 0, 222
C5
52
28.2. Número de casos possíveis: C5
Número de casos favoráveis: 52
C5 − 39C5
52
C5 − 39C5
P= 52
= 0,778
C5
28.3.
Figuras Ases Outras
5
P= 12 4 36
36
2 1 2
26.1. Número de casos favoráveis: 12
C2 4C1 36C2
H M T 12
C2 4C1 36C2
4 6 10 P= 52
≈ 0,064
0 5 5 C5
Número de casos possíveis: 10
C5 = 252 28.4.
Número de casos favoráveis: 6C5 = 6 Figuras Outras Outras Outras
espadas figuras espadas cartas
6 1
P= = 3 9 10 30
252 42
2 0 1 2
26.2.
1 1 2 1
H M
4 6 0 2 3 0
0 5 Número de casos favoráveis:
1 4 3
C2 × 10C1 × 30C2 + 3C1 9C1 10C2 30C1 + 9C2 10C3 =
2 3
= 13 050 + 36 450 + 4320 = 53 820
3 2
53 420
4 1 P = 52 ≈ 0,021
Número de casos favoráveis: C5
4
C3 6C2 + 4C4 6C1 = 60 + 6 = 66
66 11 29.1. Número de casos possíveis: 9!
P= =
252 42 Número de casos favoráveis:
26.3. 5! × 4! × 2
H M Pode ser Mat.-Física ou Física-Mat.
4 6 Ordenação dos livros de Física
0 5 Ordenação dos livros de Matemática A
1 4
5! × 4! × 2 1
2 3 P= =
3 2 9! 63
4 1 Outro processo:
Número de casos favoráveis: Número de casos favoráveis: 2 (número de maneiras de
10
C5 − 4C4 6C1 = 252 − 6 = 246 escolher a ordem das disciplinas)
246 41 Número de casos possíveis:
P= =
252 42
9
C4 = 9C5 = 126
26.4. número de maneiras de escolher lugar na fila para
Irmãos Outros os livros de Física
2 8 2 1
0 5 P= =
1 4 126 63
Número de casos favoráveis: 2C0 8C5 + 2C1 8C4 = 196 Repare-se que, como não é feita qualquer exigência quanto
196 7 à ordem dos livros em cada disciplina, considera-se um
P= = universo de resultados que apenas atende à disciplina a
252 9
19
C 1 que se refere o livro (é como se considere que os livros de
27. P = 20 4 = Matemática A eram também iguais entre si bem como os
C5 4
de Física)
1.3. Probabilidades

29.2. Número de casos possíveis: 9! 31.3. Número de casos possíveis: 14!


Número de casos favoráveis: Número de casos favoráveis: 11! × 12 A3
4! × 5! × 6 11! 12 A3 55
P= =
Número de lugares que pode ocupar o bloco 14! 91
dos livros de Física entre os cinco de ou
12
Matemática A, no início ou no fim. C3 55
P= 14
=
Ou C11 91
4! × 6!
Número de maneiras de ordenar os seis objetos 32. Número de casos possíveis:
constituídos pelos 5 livros de Matemática mais o 10
C5 × 5C5
bloco dos livros de Física.
N.º de maneiras de escolher a equipa B
Número de maneiras de ordenar os livros de Física.
N.º de maneiras de escolher a equipa A
4! 5! × 6 1
P= = Número de casos favoráveis:
9! 21
2 × 8C3 × 5C5
Ou
6 1 N.º de maneiras de escolher a equipa A se o João
P= 9
=
C4 21 e o Pedro fizerem parte.
O João e o Pedro podem fazer parte da A ou da B
2 × 8C 4
30. J O A A112 2 P = 10 3 =
C5 9
Número de casos possíveis:
6!
× 2 × 7 = 1260 Pág. 103
2! 2! 2!
33.1. a) Número de casos possíveis: 7!
Possíveis posições de J O ou O J
Número de casos favoráveis: 6! × 4
Pode ser J O ou O J O último algarismo é 1, 3, 5 ou 7
6! × 4 4
Sequências possíveis de AA 11 22 P= =
1 7 7
P=
1260 b) Número de casos favoráveis:
ou 2 5, 6, 7
2 500 000 < x < 3 000 000
Há duas maneiras de formar o grupo J O ou O J 1 3 5 4 3 2 1
3, 4, 5, 6, 7
x > 3 000 000
Ficam sete objetos para ordenar: J O AA 11 22 o que 5 6 5 4 3 2 1
pode ser feito de: 1 × 3 × 5! + 5 × 6! = 3960
2 × 7C2 × 5C2 × 3C2 = 1260 3960 11
P= =
7! 7! 14
ou 2 × = 1260
2! 2! 2! c) Número de casos favoráveis:
1 1, 2, 3
x < 4 000 000
P= 3 6 5 4 3 2 1
1260
4 1, 2
4 000 000 < x < 4 300 000
1 2 5 4 3 2 1
31.l. Número de casos possíveis: 14!
4 3 1, 2
Número de casos favoráveis: 7! × 4! × 3! × 3! 4 300 000 < x < 4 340 000
1 1 2 4 3 2 1
7! × 4! × 3! × 3! 1
P= = 3 × 6! + 2 × 5! + 2 × 4! = 2448
14! 20 020
2448 17
3!
ou 14 7 3 =
1 P= =
C7 C4 C3 20 020 7! 35
33.2. Número de casos possíveis: 77
31.2. Número de casos possíveis: 14!
Número de casos favoráveis: 76 × 4
Número de casos favoráveis:
76 × 4 4
10! × 4! × 11 P= 7 =
7 7
Número de posições que o bloco de 4 CD pode
ocupar.
34. Número de casos possíveis: 8C2 = 28
Maneiras de ordenar os 4 CD de música clássica
12 3
Maneiras de ordenar o bloco de 7 CD de jazz e 3 34.1. a) P = =
28 7
de rock
4 1
10! × 4! × 11 1 b) P = =
P= = 28 7
14! 91
1.3. Probabilidades

34.2. Número de casos possíveis: 8C3 = 56 b)


a) Número de casos favoráveis: 6 × C3 = 24 4 P I
5 7
24 3 0 5
P= =
56 7 Número de casos favoráveis: 7C5 = 21
b) Número de casos possíveis: 12 × 2 = 24 21 7
(para cada aresta há dois triângulos, por exemplo, ABH e P= =
792 264
ABG) c)
24 3 P I
P= =
56 7 5 7
2 3
35. Número de casos favoráveis: C2 × 7C3 = 350
5

B: 1 2 3 4 5 350 175
P: 1 2 3 4 5 6 7 P= =
792 396
Brancas Pretas Pares Ímpares d)
5 7 5 7 P I
35.1. Número de casos possíveis: 12 5 7
2 1 5 – 0 – P
a) P = = 4 – 1 – I
12 6
3 – 2 – P
4 1 2 – 3 – I
b) P = = (2, 3, 5 e 7)
12 3 1 – 4 – P
0 – 5 – I
35.2. Número de casos possíveis: 12 × 12 = 144
Número de casos favoráveis:
a) Número de casos favoráveis: 5
C5 7C0 + 5C3 7C2 + 5C1 7C4 =
0 ímpares 2 ímpares 4 ímpares
B B P P
5 × 5 + 7 × 7 = 25 + 49 = 74 = 1 + 210 + 175 = 386

74 37 386 193
P= = P= =
144 72 792 396

b) Número de casos favoráveis: 12 × 1 e) Formas de separar as bolas brancas pares

(Há 12 hipóteses para a 1.ª bola e 1 para a 2.ª igual à primeira) (a bola branca pode ser par ou ímpar)

12 1 Brancas Brancas Pretas


P= = Outras
144 12 Pares (2,4) Ímpares Pares
c) Número de casos favoráveis: 2 3 3 4
P P P I I P 1 0 1 3
0 1 2 2
5 × 5 + 5 × 7 + 7 × 5 = 25 + 35 + 35 = 95
Número de casos favoráveis:
ou 2
C1 3C1 4C3 + 3C1 3C2 4C2 = 24 + 54 = 78
Todos I I
78 13
12 × 12 – 7 × 7 = 144 – 49 = 95 P= =
792 132
95
P= 36.
144 9 9 8 7
Diferente de zero
35.3. Número de casos possíveis: 12
C5 = 792 9 × 9 × 8 × 7 = 4536
a) O conjunto A tem 4536 elementos.
36.1. Número de casos favoráveis:
B P
5 7 4 4 3 2
diferente de zero
5 0
4 × 4 × 3 × 2 = 96
0 5 96 4
P= =
Número de casos favoráveis: 5C5 + 7C5 = 1 + 21 = 22 4536 189
36.2. O algarismo das unidades é 0 ou 5.
22 1
P= =
792 36 9 8 7 1 O algarismo das unidades é 0
8 8 7 1 O algarismo das unidades é 5
1.3. Probabilidades

Número de casos favoráveis: 38.6.


9 × 8 × 7 × 1 + 8 × 8 × 7 × 1 = 952 Damas de Outras Outras Outras
952 17 ouros damas ouros cartas
P= = 1 3 12 36
4536 81
1 1 3 5
36.3. 0 2 4 4
2 9 8 7 Superiores a 8000 (1.ºA: 8 ou 9)
1
C1 3C1 12C3 36C5 + 1C0 3C2 12C4 36C4
1 4 8 7 Da forma 7 5689 XY P= 52
≈ 2%
2.º algarismo C10
Número de casos favoráveis:
2 × 9 × 8 × 7 + 1 × 4 × 8 × 7 = 1232
1232 22 39. P ( A ∪ B) ≤ 1 Definição de probabilidade
P= =
4536 81 P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) ≤ 1
0,65 + P ( B ) − 0,15 ≤ 1 ⇔
Pág. 104
⇔ P ( B ) ≤ 1 + 0,15 − 0,65 ⇔
37.1. Números de elementos de A :
⇔ P ( B ) ≤ 0,5
5 5 4
5 × 5 × 4 = 100
40. P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) ⇔ P ( A | B) =
P ( A ∩ B)
P (B)
#A = 100
Múltiplos de 5 : ⇔ 4P ( A ∩ B ) = P ( B ) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) ⇔

5 4 1 O algarismo das unidades é 0 ⇔ 5P ( A ∩ B ) = 2 P ( B ) ⇔


4 4 1 O algarismo das unidades é 5 5P ( A ∩ B ) P ( A ∩ B) 2
⇔ =2⇔ = ⇔
5 × 4 + 4 × 4 = 20 + 16 = 36 P ( B) P ( B) 5
36
C 630 7 2
P = 100 2 = = ⇔ P( A | B) =
C2 4950 55 5
37.2. N.º de elementos de A superiores a 210 :
41.
3 5 4 Começados por 3 , 4 ou 5
1 4 4 Começados por 2 1345
3 × 5 × 4 + 4 × 4 – 1 = 75
Exclui-se 210
75
C 2775 37
P = 100 2 = =
C2 4950 66
38.1.
Paus Ouros Outras
13 13 26 52
4 4 2 10
13
C4 13C4 26C2
P= 52
≈ 1%
C10 2 1
P (Obter 3 no 1.º dado | soma < 6) = =
38.2. 10 5
Reis Outras 42. Sejam os acontecimentos:
4 48 A: “O aluno é da turma A.” A B
0 10
48 B: “O aluno é da turma B.” H 8 15
C M 16 15
P = 1 − 52 10 ≈ 59% H: “O aluno é rapaz.”
C10 24 30
51
M: “O aluno é rapariga.”
C9
38.3. P = 52
≈ 19%
C10
38.4. Ases Outras
4 48
1 9
4
C1 × 48C9
P= ≈ 42%
C10
38.5.
Ases Outras
4 48
0 10
1 9
4
C0 × 48C10 + 4C1 48C9
P= ≈ 84%
C10
1.3. Probabilidades

P( A ∩ M ) P ( A ) × P ( M | A) P ( A ∩ C ) = P (C ) × P ( A | C )
P( A| M ) = = =
P(M ) P( A∩ M ) + P(B ∩ M ) 1
1 2 3
24 2
×
8 = P (C ) × ⇔ P (C ) = 8 ⇔ P (C ) =
8 54 16 8 3 2 16
= 54 3 = 27 = × =
24 2 30 1 8 5 27 31 31 3
× + × +
54 3 54 2 27 18 (
46.1. P ( A ∪ B ) − P ( A ) + P A ∩ B = )
43. P ( A ∪ J ) = 0,7
( )
= P A ∩ B − P ( A) + P ( A) − P ( A ∩ B ) =
= 1 − P ( A ∩ B ) − P ( A ∩ B ) = 1 − 2P ( A ∩ B )
P ( A | J ) = 0,5
P ( A ∩ J ) = 0,1 J J (
46.2. P ( A ∪ B ) − P ( A) + P A ∩ B = ) 1
2

A 0,1 0,5 0,6
P( A ∩ J ) = P(J )× P( A| J ) 1
A 0,1 0,4 ⇔ 1 − 2P ( A ∩ B ) = ⇔
0,1 = P ( J ) × 0,5 ⇔ 0,2 1 2
1 1
⇔ P( J ) =
1
= 0, 2 ⇔ 2P ( A ∩ B ) = ⇔ P ( A ∩ B) =
5 2 4
P ( A ∩ J ) = P ( J ) − P ( A ∩ J ) = 0,2 − 0,1 = 0,1 P ( A ∩ B ) = P ( A ) × P ( B | A) ⇔
1 3 5
P ( A ∪ J ) = P ( A) + P ( J ) − P ( A ∩ J ) ⇔ = P ( A) × ⇔ P ( A) =
4 5 12
0,7 = P ( A) + 0,2 − 0,1 ⇔ P ( A ) = 0,6
Os números das bolas são 1, 2 ou 3, sendo que 2 e 3 são
43.1. P ( A ∩ J ) = P ( A) − P ( A ∩ J ) = 0,6 − 0,1 = 0,5 primos. Logo, pretende-se a probabilidade de sair bola
P ( J ∩ A) azul e não sair 2 nem 3, ou seja:
43.2. P ( J | A ) =
0,1
= = 25% 5 1 1
P ( A) 0, 4 P ( A ∩ B ) = P ( A) − P ( A ∩ B ) = − =
12 4 6

Pág. 105 47. P ( A ∪ B ) = P ( A | B)× P (B) =


44. Seja os acontecimentos:
V: “A moeda escolhida é viciada.” ( )
= P A ∩ B − P ( A | B ) (1 − P ( B ) ) =
N: “Sair a face nacional.” = 1 − P ( A ∩ B) − P ( A | B) + P ( A | B) P ( B) =
= 1 − P ( A | B) − P ( A ∩ B) + P ( A ∩ B) =
P ( A ∩ B)
=1− =
P (B)
P (B) − P ( A ∩ B)
= = P ( B ∩ A) + P ( B ∩ A ) = P ( B )
P (B)
P ( A ∩ B)
= = P ( A | B)
P (B)

P (V ∩ N ) P (V ) × P ( N | V )
P (V | N ) = = = 48. P ( B ∩ C | A ) significa “probabilidade de a segunda carta
P(N ) (
P (V ∩ N ) + P V ∩ N )
retirada ser uma figura de outros sabendo que a primeira
1 1 1
×1 carta retirada é de copas”.
2 2 4 2
= = = 2 = = O número de casos possíveis é 51 (depois de tirar uma
1 1 1 1 1 3 6 3
×1 + × +
2 2 2 2 4 4 carta ficam 51 no baralho).
O número de casos favoráveis é 3 (depois de tirar uma
45. Sejam os acontecimentos: carta de copas continuam no baralho as 3 figuras de ouros).
3 1
A: “O aluno chega atrasado.” Logo, P ( B ∩ C | A ) = = .
C: “O aluno vem no automóvel dos pais.” 51 17
3 2
P ( C | A) = ; P ( A | C ) =
4 3 Pág. 106
1 49. Nos dois lançamentos seguintes deve sair pelo menos uma
P ( A) =
6 vez face nacional.
P (C ) = ? A probabilidade de nesses lançamentos sair duas vezes
P ( A ∩ C ) = P ( A) × P ( C | A) 1 1 1
face E é × = .
2 2 4
1 3 1
= × = 1 3
6 4 8 A probabilidade pedida é 1 − = .
4 4
1.3. Probabilidades

1
50. P ( A) = P ( B ) = porque o dado é equilibrado.
6 Número de casos favoráveis: 7C6
Seja o acontecimento: Corresponde ao número de maneiras de escolher
A ∩ B : “Sair 1 no primeiro lançamento e sair 1 no quatro pessoas entre as sete que se sentam na fila e
segundo lançamento” não se encontram ao lado do Pedro.
Há 6 × 6 = 36 resultados possíveis sendo apenas 1 7
C 5
P= 9 4 =
favorável. C6 12
1 1 1
P ( A ∩ B) = = × = P ( A) × P ( B ) 54.1. Número de casos possíveis: 10C4
36 6 6
Número de casos favoráveis:7
Logo, os acontecimentos A e B são independentes.
P ( A) + P ( A ∩ B ) =
(1-2-3-4, 2-3-4-5,…,7-8-9-10)
51.
7 1
P = 10 =
(
= P ( A) + P A ∪ B = ) C4 30
= P ( A) + 1 − P ( A ∪ B ) = 54.2. Número de casos possíveis: 10C4
Número de casos favoráveis: 7C4
= P ( A) + 1 − P ( A) − P ( B ) + P ( A ∩ B ) =
A e B são independentes Temos seis carros: • C • C • C • C • C • C •
= 1 − P ( B ) + P ( A) × P ( B ) = O número de casos favoráveis é o número de

= 1 − P ( B ) 1 − P ( A)  = 1 − P ( B ) × P ( A )
maneiras de escolher os quatro espaços vazios (E)
entre os sete possíveis sem que fiquem dois espaços
52. Sejam os acontecimentos seguidos (por exemplo CCECECECCE ou
A : “O garfo selecionado foi produzido pela máquina A” ECECCCECEC)
B : “O garfo selecionado foi produzido pela máquina B” 7
C4 1
C : “O garfo selecionado foi produzido pela máquina C” P = 10 =
C4 6
D : “O garfo selecionado é defeituoso”
55.1. Número de casos possíveis: 10C2
( )
P ( A ) = 0,6 ; P D | A = 0,99
Número de casos favoráveis:7 (1-4, 2-5,…,7-10)
P ( B ) = 0, 2 ; P ( D | B ) = 0,99 7 7
P = 10 =
C2 45
P ( C ) = 0,2 ; P ( D | C ) = 0,025
55.2. Número de casos possíveis: 10!
Número de casos favoráveis:
8 × 2 × 7!
Número de maneiras de escolher o lugar para os restantes 7
Pode ser A-S ou S-A
Número de maneiras de escolher o lugar do Pedro
8 × 2 × 7! 8× 2 1
P= = =
10! 10 × 9 × 8 45

56. Designemos os grupos por A, B e C


Número de casos possíveis:
P ( D | A) = P ( D | B ) = 1 − 0,99 = 0,01 C8 × 16C8 × 8C8
24

( )
P D | C = 1 − 0,025 = 0,975 Grupo C
Grupo B
52.1. P ( D ) =
Grupo A
= P ( A) P ( D | A) + P ( B ) P ( D | B ) + P ( C ) P ( D | C ) = Número de casos favoráveis:
= 0,6 × 0,01 + 0,2 × 0,01 + 0, 2 × 0,025 = Para ficar no grupo A :
= 0,013 = 1,3% 22
C6 × 16C8 × 8C8 Retiraram-se o João e o Pedro
P (B ∩ D) P (B) × P (D | B) Para ficar num dos grupos:
52.2. P ( B | D ) = = =
P (D) 0,013 3× 22C6 × 16C8 × 8C8
0,2 × 0,01 0,002 2 3 × 22C6 × 16C8 7
= = = P= =
0,013 0,013 13
24
C8 × 16C8 23
ou
53. Número de casos possíveis: 9C6 Admita que o resultado do sorteio coloca as 24 pessoas em
Corresponde ao número de maneiras de escolher seis fila.
pessoas entre as nove que, para além do Pedro, se
sentam na fila.
1.3. Probabilidades

A primeira da fila é a primeira pessoa do 1.º grupo, a • Se A ocorrer, a caixa B fica com duas brancas.
segunda da fila é a segunda pessoa do 1.º grupo, …, o Logo, P ( B | A ) = 1 .
último da fila é a oitava pessoa do 3.º grupo. • Se A ocorrer, a caixa B fica com uma bola preta e
Admitimos que o João é a 1.ª pessoa da fila.
O Pedro tem sete lugares em 23 disponíveis para pertencer
uma bola branca: P B | A = .
1
2
( )
ao mesmo grupo do João.
7
P=
23

Pág. 107
57. Com reposição podemos imaginar que as bolas são
retiradas simultaneamente.
57.1.
A V C Total
5 3 2 10
P ( A ∩ B) P ( A) × P ( B | A)
2 2 2 6 P ( A | B) = = =
5
C C C 3
P = 2 10 2 2 =
1 2 P (B) P ( A ∩ B) + P A ∩ B( )
C6 7 1 1
×1
2 4 2
57.2. Considerando as bolas todas diferentes (por exemplo = =2= =
1 1 1 3 2×3 3
numeradas de 1 a 10): ×1 + ×
2 2 2 4
Número de casos possíveis:
10 × 10 × 10 ×10 × 10 × 10 = 106
60. Sejam os acontecimentos:
Número de casos favoráveis: C1 : “A bola extraída da caixa 1 é cinzenta.”
Número de maneiras de sair a sequência
A A V V C C
A3 : “A bola extraída do saco é azul.”
5 × 5 × 4 × 4 × 3 × 3 = 5 × 3 × 2 = 25 × 9 × 4 = 900
2 2 2

6!
Há = 90 ou 6C2 × 4C2 = 90 maneiras de ordenar
2! 2! 2!
a sequência AA VV CC.
Temos 900 × 90 casos favoráveis.
900 × 90 81
P= 6
=
10 1000

58. Número de casos possíveis: 15C5 = 3003


Número de casos possíveis ao acontecimento contrário
P ( C1 ∩ A3 )
(haver, no máximo, dois sabores): P ( C1 | A3 ) = =
P ( A3 )
Número de maneiras de escolher cinco bombons com
recheio de: P ( C1 ) × P ( A3 | C1 )
= =
• avelã ou baunilha: 12C5 (inclui 7C5 de recheio de P ( C1 ) × P ( A3 | C1 ) + P ( A1 ) × P ( A3 | A1 )
avelã e 5C5 com recheio de baunilha) 3 1
×
5 2 3

10
avelã ou caramelo: C5 (inclui C5 com recheio de 7 = =
3 1 2
× + ×1 7
avelã) 5 2 5
• baunilha ou caramelo: 8C5 (inclui 5C5 de baunilha)
Logo, o número de casos possíveis é: (
P  A ∪ B ∩ A)
12
C5 + C5 + C5 − C5 − C5 = 1078
10 8 7 5
61.
 (  )
1 − P  A ∩ B | A = 1 −
P ( A)
=

entraram duas vezes P ( A) − P  ( A ∩ A ) ∪ ( B ∩ A )


1078 25 = =
A probabilidade pedida é P = 1 − = P ( A)
3003 39
P ( A ) − P ∅ ∪ ( B ∩ A )
= =
59. Sejam os acontecimentos: P ( A)
A: “A bola retirada da caixa A é branca.” P ( A) − P ( B ∩ A ) (
P ( A) = P ( A ∩ B ) + P A ∩ B ⇔ )
= =
B: “A bola retirada da caixa B é branca.” P ( A) ( )
⇔ P ( A) − P A ∩ B = P ( A ∩ B )
1
• P ( A ) = porque a caixa A tem uma bola preta e uma P ( A ∩ B)
2 = = P ( B | A)
P ( A)
bola branca.
1.3. Probabilidades

62.1. Bolas azuis: 5 Avaliação 3


Bolas cinzentas: 10 Pág. 108
15 1. Número de casos possíveis: 8 × 8 × 8 = 83
• O número de casos possíveis é igual a 15! que é o Número de casos favoráveis: 6 × 4 A3 (nos casos possíveis
número de maneiras de dispor ordenadamente as 15 considerou-se [ABC] e [ACB], por exemplo, como casos
bolas numa fila. distintos)
O número de casos favoráveis é o número de filas que 6 × 4 A3 9
P= =
é possível formar em que não ficam duas bolas azuis 83 32
seguidas, ou seja, é dado por 10! × 11 A5 , em que: Resposta: (B)
▪ 10! é o número de maneiras de ordenar as dez
bolas cinzentas; 2. Trata-se da linha de ordem 30 que tem 31 elementos:
▪ há 11 A5 maneiras de intercalar as cinco bolas azuis Como 30C2 = 435 e 30C3 = 4060 os quatro primeiros
nos 11 espaços entre as bolas cinzentas, no início elementos e os quatro últimos dessa linha são:
ou no fim da fila (•B•B•B•B•B•B•B•B•B•B•) sem que 1 30 435 4060 … 4060 435 30 1
fiquem duas bolas azuis seguidas. Número de casos possíveis: 31C2 = 465
Como os acontecimentos elementares são Número de casos favoráveis: 6C2 = 15 (a soma de quaisquer
equiprováveis, pela definição de Laplace, a dois elementos escolhidos entre os três primeiros ou entre os três
probabilidade pedida é dada por: últimos é inferior a 4000)
10! × 11 A5 15 1
P= P= =
15! 465 31
• Em alternativa, como só é feita exigência quanto à cor Resposta: (A)
das bolas, podemos considerar que tanto as bolas
cinzentas como as bolas azuis são iguais entre si. 7
( x − 1) = ∑ 7C p x 7 − p × ( −1)
7 p
Assim, o número de casos possíveis é igual a 15C10 3.
p =0

que é o número de maneiras de, entre os 15 lugares da Existem oito parcelas, sendo quatro positivas e quatro
fila, escolher os dez lugares para as bolas cinzentas, negativas.
ficando os lugares para as bolas pretas univocamente Número de casos possíveis: 8C2 = 28
determinados. Número de casos favoráveis: 4C1 4C1 = 16
Há 11C5 maneiras de escolher cinco lugares para as
16 4
bolas azuis nos 11 espaços entre as bolas cinzentas, no P= =
28 7
início ou no fim da fila. Logo, o número de casos Resposta: (A)
favoráveis é dado por 11C5 .
Novamente pela definição de Laplace, a probabilidade
pedida é:
4. P ( A | B) =
1
3
( 3
, P A ∩ B = e P (B) =
5
) 3
10
11
C
P = 15 5
C10
( 3
)
P A∩ B = ⇔ P A∪ B = ⇔
5
( 3
5
)
3 3
62.2. Seja n o número de bolas cinzentas. No saco existem ⇔ 1 − P ( A ∪ B) = ⇔ P ( A ∪ B) = 1 − ⇔
n + 7 bolas. 5 5
Se a bola retirada da caixa é cinzenta, ficam no saco n + 8 2
⇔ P ( A ∪ B) =
bolas entre as quais n + 1 são cinzentas. 5
3 1 1
Assim, a probabilidade de a bola retirada do saco ser P ( A ∩ B) = P (B) × P ( A | B) = × =
10 3 10
cinzenta se a bola retirada da caixa é cinzenta é dada por
n +1 P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B )
.
n+8 2 3 1 2 2
= P ( A ) + − ⇔ P ( A) = − ⇔ P ( A ) =
1
n +1 3 n +1 3 5 10 10 5 10 5
= ⇔ − =0⇔
n +8 4 n +8 4 Resposta: (B)
4n + 4 − 3n − 24
⇔ =0⇔
4 ( n + 8) 5. Sejam os acontecimentos:
⇔ n − 20 = 0 ⇔ T : “O aluno usa transporte público.”
⇔ n = 20 C : “O aluno almoça na cantina.”
1 2
O saco tem 20 bolas cinzentas. P (C ∪ T ) = ; P (C ) = ;
2 5
1
P (T ) =
3
1.3. Probabilidades

P ( C ∪ T ) = P ( C ) + P (T ) − P ( C ∩ T ) Número de casos favoráveis: 8! × 4! × 9


1 2 1 2 1 1 8! × 4! × 9 1
= + − P ( C ∩ T ) ⇔ P (C ∩ T ) = + − ⇔ P= =
2 5 3 5 3 2 12! 55
7 b) Número de casos possíveis: 13 860
⇔ P (C ∩ T ) =
30 Número de casos favoráveis: 8C6 × 2C2 × 9C4 = 3528
7 3528 14
P (T ∩ C ) 30 7 × 5 7 P= =
P (T | C ) = = = = 13 860 55
P (C ) 2 2 × 30 12
ou
5
Número de casos possíveis: 12!
Resposta: (D) Número de casos favoráveis: 8! × 9 A4
8! × 9 A4 14
6. Pretende-se determinar a probabilidade de a soma dos P= =
12! 55
números das três bolas ser igual a 5 sabendo que o produto
c) Número de casos possíveis: 13 860
desses números é igual a 0.
Número de casos favoráveis:
Se o produto é 0 temos que uma das bolas tem o número 0
e as outras duas têm números diferentes de 0 dado que a
8
C6 × 2C2 × 9C3 × 3 = 7056
extração é sem reposição. Há três maneiras de agrupar
Logo, existem 6C2 = 15 casos possíveis que é o número duas bolas brancas.
BB B B
B BB B
de maneiras de escolher duas bolas entre as numeradas Escolha de três lugares para as B B BB
com 1, 2, 3, 4, 5, ou 6. bolas brancas (2+1+1)
Existem dois casos favoráveis ( 1 + 4 e 2 + 3 ). Número de maneiras de ordenas as
2
Logo, P ( B | A ) = . oito bolas vermelhas ou pretas
15 7056 28
P= =
Resposta: (A) 13 860 55
ou
Pág. 109 Número de casos possíveis: 12!
7.1. a) Número de casos favoráveis:
V Outras
6 6 12 8! × 4 A2 × 9 × 8 A2
3 1 As restantes duas bolas brancas tem
oito lugares disponíveis para serem
6
C 6C 8 colocadas
P = 123 1 =
C4 33 Lugares disponíveis para o grupo de
b) Pretas Outras duas bolas
2 10 Escolha do grupo de duas bolas
0 4 Número de maneiras de ordenas as oito
1 3
bolas vermelhas ou pretas
2 2
8! A2 × 9 × A2 28
4 8
2
C1 10C3 + 2C2 10C2 240 + 45 19 P= =
P= 12
= = 12! 55
C4 495 33
c) Vermelhas Brancas Pretas 8. Fichas vermelhas: 6
6 4 2 12 Fichas azuis: 4
Número de casas disponíveis:16
12
C4 − 6C4 − 4C4 479 8.1 Número de casos possíveis:
P= =
12
C4 495 16
C6 × 10C4
7.2. a) Número de maneiras de escolher lugar para
V B P as fichas azuis
6 4 2
Número de maneiras de escolher lugar para
Número de casos possíveis: 12C6 6C4 2C2 = 13 860
as fichas vermelhas
Número de casos favoráveis: Número de casos favoráveis:
8
C6 × 2C2 × 9 = 252 4 × 3 × 8C2
V P
Número de maneiras de escolher lugar para as duas
Fila de 8
fichas vermelhas que sobram
252 1
P= = Número de maneiras de escolher as linhas a ocupar
13 860 55
4 × 3 × 8 C2 1
ou P = 16 =
C6 × 10C4 5005
Número de casos possíveis: 12!
1.3. Probabilidades

8.2. Há oito casas nas diagonais e oito casas fora das P ( X ∩ F ) = 94% = 0,94
diagonais.
Para distribuir as dez fichas de forma que oito fiquem nas P(F ∩ X ) = P( X )× P(F | X ) =
diagonais há as seguintes possibilidades: = 0,04 × 0,25 = 0,01

Diagonais (8) Fora das diagonais (8) P ( X ∩ F ) = 0,94 ⇔ P X ∪ F = 0,94 ⇔ ( )


Vermelhas Azuis Vermelhas Azuis
6 2 0 2 ⇔ 1 − P ( X ∪ F ) = 0,94 ⇔ P ( X ∪ F ) = 1 − 0,94 ⇔
5 3 1 1 ⇔ P ( X ∪ F ) = 0,06
4 4 2 0
Número de maneiras de colocar as fichas: 12.1. P ( X ∪ F ) = P ( X ) + P ( F ) − P ( X ∩ F )

0,06 = 0,04 + P ( F ) − 0,01 ⇔ P ( F ) = 0,06 − 0,03 ⇔


8
C6 × 2C2 × 8C2 + 8C5 × 3C3 × 8C1 × 7C1 + 8C4 × 4C4 × 8C2 =
Diagonais Fora Diagonais Fora Diagonais Fora
⇔ P ( F ) = 0,03
= 784 + 3136 + 1960 = 5880
P( X ∩ F ) P(F ) − P( X ∩ F )
12.2. P ( X | F ) = = =
P(F ) P (F )
9. ( ) (
P ( A ∩ B) + P B − P A ∩ B = )
0,03 − 0,01 0,02 2
= = =
= P ( A ∩ B) + 1 − P (B) − P A ∪ B = ( ) 0,03 0,03 3

= P ( A ∩ B ) + 1 − P ( B ) − 1 − P ( A ∪ B )  =
Avaliação global
= P ( A ∩ B) + 1 − P (B) −1 + P ( A ∪ B) =
Pág. 110
= P ( A ∩ B ) − P ( B ) + P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) = 8 p
 1
( )  1
8 8− p
1. A ( x ) =  x x −  = ∑ 8C p x x − 
= P ( A)  x  p =0  x
p 8− p
 1

( )  1
8− p
Tp +1 = 8C p x x  −
 x
 = 8
C p  x × x 2
 (−x ) −1 p
=
2 × 5! × 5! 1  
10.1. P = =
10! 126 8− p 24 − 3 p
 3
( −1) x − p = ( −1)
p p 8
A fila pode começar por H ou M. = 8C p  x 2  Cp x 2
x− p =
 
2 1
ou P = = 24 − 3 p − 2 p 24 −5 p
= ( −1) = ( −1)
10 p 8 p 8
C5 126 Cp x 2
Cp x 2

Número de maneiras de escolher os lugares a


24 − 5 p
ocupar pelos homens = 2 ⇔ 24 − 5 p = 4 ⇔ 5 p = 20 ⇔ p = 4
2
5! × 6! 1 24 − 5×4
10.2. P = =
T4 +1 = ( −1) 8C4 x
4
10! 42 2
⇔ T5 = 70 x 2
Há 5! maneiras de ordenar os cinco homens e 6! maneiras Logo, k = 70
de ordenar as cinco mulheres mais o bloco dos homens. Resposta: (A)

11. Número de casos possíveis: 12


C5 = 792 2.
Número de casos favoráveis: M H
5
C3 × 1 × C2 = 604 5 3

De C para D 2 2
De B para C
5
C2 × C2 × 4!
3

De A para B Distribuição dos cargos


Escolha de duas mulheres em três
60 5
P= = Escolha de dois homens em cinco
792 66
Resposta: (C)
12. P ( X ) = 4% = 0,04

P ( F | X ) = 25% = 0, 25
1.3. Probabilidades

3. P ( A ) = 0,3 , P ( A ∩ B ) = 0,2 , P B = 0,3 ( ) • A ∩ B = {2} pelo que P ( A ∩ B ) =


1
≠ 0 (a opção (B)
6
P ( B ) = 1 − 0,3 = 0,7 não é verdadeira).
P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) = 2 4
• P ( A) + P ( B ) = + = 1 (a opção (D) não é
6 6
= 0,3 + 0,7 − 0,2 = 0,8
verdadeira).
( ) ( )
P A ∩ B = P A ∪ B = 1 − P ( A ∪ B ) = 1 − 0,8 = 0,2
• Se P ( A ∩ B ) = 0 , como
Resposta: (B)
P ( A ∪ B ) = P ( A ) + P ( B ) = 1 = P ( E ) , a opção (C) é

a verdadeira.
4. Terceiro elemento: nC2
Resposta: (C)
n
Quinto elemento: C4
n
C 2 = n C4 ⇔ n − 4 = 2 ⇔ n = 6 7. P ( B | A ) é a probabilidade de a soma dos dois números

Trata-se da linha de ordem n = 6 , a qual tem sete ser um número positivo, sabendo que o produto é positivo.
elementos. Se o produto é positivo, então os dois números são não

Número de casos possíveis: C2 = 21 7 nulos e têm o mesmo sinal.


Logo, há dois casos possíveis: −2, − 1 e 1, 2
Número de casos favoráveis: 3
6
C0 = 6C6 , 6C1 = 6C5 e 6C2 = 6C4 Como apenas num dos casos a soma é positiva, temos que
1
3 1 P ( B | A) = .
P= = 2
21 7
Resposta: (D)
Resposta: (B)
5. O algarismo das unidades é 0 ou 5.
• Se o algarismo das unidades é 0 o algarismo 5 pode 8. P ( A) × 5P ( B | A) + 1 = P ( A ∪ B ) ⇔

ser o das centenas ou o das dezenas (duas hipóteses) ⇔ 5P ( A ) P ( B | A ) + P ( A ) =


havendo oito alternativas para o algarismo diferente de
= P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) ⇔
0 e de 5. Logo, há 2 × 8 × 1 = 16 casos.
• Se o algarismo das unidades é 5 há oito hipóteses para ⇔ 5P ( A ∩ B ) + P ( A ∩ B ) = P ( B ) ⇔

o algarismo das centenas (diferente de 5 e de 0) e oito P ( A ∩ B)


⇔ 6P ( A ∩ B ) = P ( B ) ⇔ 6 × =1⇔
(diferente dos outros dois) alternativas para o P (B)
algarismo das dezenas. Logo, há 8 × 8 × 1 = 64 casos.
P ( A ∩ B) 1 1
⇔ = ⇔ P ( A | B) =
Portanto, há 16 + 64 = 80 números nas condições P (B) 6 6
indicadas.
Resposta: (D)
Resposta: (D)

Pág. 112
Pág. 111
9.1. 12
C2 − 18 = 66 − 18 = 48
6. Por exemplo, no lançamento de um dado equilibrado com
(total de retas definidas pelos 12 vértices − número de
as faces numeradas de 1 a 6, sejam:
arestas)
A = {1, 2} e B = {2, 3, 4, 5}
9.2. A primeira face é pintada de vermelho (há apenas uma
B = {1, 6} e P ( A) = P B =
2
6
( ) possibilidade)
Para a segunda face há cinco possibilidades (qualquer cor
Temos que :
exceto vermelho).
• Os acontecimentos A e B não são contrários (a opção
Para as faces seguintes (3.ª, 4.ª, 5.ª e 6.ª) há quatro
(A) não é verdadeira).
possibilidades (qualquer cor exceto vermelho e a da face
anterior).
1.3. Probabilidades

Portanto, há 1 × 5 × 4 4 = 1280 maneiras diferentes de Número de casos favoráveis:


26
pintar o prisma. • Há A3 maneiras de escolher as letras.

• Pelo menos dois algarismos diferentes:


9.3. Número de casos possíveis: 12
C2 = 66 (existem 12
103 − 10 = 990
vértices num prisma hexagonal, dos quais se escolhem
Os três algarismos iguais
dois).
Todos os casos
Número de casos favoráveis: 6 (para que os vértices
escolhidos definam uma reta paralela ao eixo Oy, têm de
26
A3 × 990 = 26 × 25 × 24 × 990
pertencer à mesma aresta lateral. Como existem seis A3 × 990 297
26
P= = ≈ 0,879
arestas laterais, existem seis casos favoráveis). 263 × 103 338
6 1 11.2. X L L O O A
Logo, a probabilidade pedida é 12
= .
C2 11 Número de casos favoráveis
3 × 252 × 9 × 3
10.1. Seja n o número de bolas brancas no saco B. Possíveis posições do algarismo não nulo
4 1 Possíveis posições da letra X
A probabilidade de sair bola branca no saco A é = .
16 4
3 × 252 × 9 × 3 405
n P= = ≈ 0,003
A probabilidade de sair bola branca no saco B é . 26 × 10
3 3
140 608
15
11.3. Número de casos favoráveis:
Letras Algarismos

( 26 3
− 25 3
) (10 3
− 93 )

Casos sem a letra O


Todos os casos
Casos sem a letra A
Todos os casos

P=
( 26 3
− 253 )(103 − 93 )
≈ 0,030
“Sair, no máximo, uma bola branca” é o acontecimento 263 × 103
contrário de “Saírem duas bolas brancas”
P (Sair, no máximo, uma bola branca) = Pág. 113
= 1 − P(saírem duas bolas brancas) =
1 n n 12. P ( A ) = 0,4 , P ( B ) = 0,36 e P ( B | A) = 0,5
= 1− × =1−
4 15 60
12.1 Pretende-se determinar P ( A ∪ B ) .
n n n 95
1− = 95% ⇔ 1 − = 0,95 ⇔ =1− ⇔
60 60 60 100 P ( A ∩ B ) = P ( A ) × P ( B | A) = 0,4 × 0,5 = 0,2

⇔ n = 60 ×
5
⇔n=3 P ( A ∪ B ) = P ( A) + P ( B ) − P ( A ∩ B ) =
100
= 0,4 + 0,36 − 0,2 = 0,56
No saco B estão três bolas brancas
12 12.2. P ( A ) = 0, 4 10 rapazes e 15 raparigas na turma
10.2. = 369 600 ou
3! × 3! × 3! × 3!
P ( B ) = 0,36 9 alunos no teatro
12
C3 × C3 × C3 × C3 = 369 600
9 6 3

P ( B | A) × P ( A) 5
P ( A | B) = = 5 rapazes e
As bolas podem ficar colocadas nas caixas de 369 600 P ( B) 9
maneiras diferentes
4 raparigas no teatro
4
C4 × 5C1 + 4C3 × 5C2
P= 9
≈ 35,7%
C5
11.1. L L L N N N
Número de casos possíveis: 263 × 103
1.3. Probabilidades

13.1. Número de casos possíveis: 7!


Número de casos favoráveis: 2! × 5!
2! × 5! 2 1
P= = =
7! 7 × 6 21
ou
1 1
P= 7
=
C2 21

2! 6! 2
13.2. =
7! 7
1
ou P( A | L) =
9
6 2
P= = P ( A ∩ L) 1
7
C2 7 =
P ( L) 9
4! 5 A3 2
13.3. = P ( A) × P ( L | A) 1
7! 7 =
P ( A ∩ L) + P ( B ∩ L) 9
ou
1 1 1
×
5
C3 2
P= 7
= 2 n = 1 ⇔ 2n = 1 ⇔
C4 7 1 1 1 9 1 1 9
× + +
2 n 3 2n 3
14. O saco A tem n bolas sendo 1 cor de laranja e n – 1 verdes. 9 1 1
⇔ = + ⇔ 27 = 3 + 2n ⇔
Sejam os acontecimentos: 2n 2n 3
( 3) ( 3) (2n)
A : “O saco escolhido é o A .”
⇔ 2n = 24 ⇔ n = 12
B: “O saco escolhido é o B .”
O saco A tem 11 bolas verdes.
L: “A bola escolhida é laranja.”
V: “A bola escolhida é verde.”
2 Limites e derivadas

Atividade de diagnóstico −
3

Pág. 6 3.2. g ( x) = x 2

1.1. p ( t ) = 0 ⇔ t 2 − 4t − 5 = 0 ⇔ t = −1 ∨ t = 5
 − 3 ′ 3 − 3 −1 3 −5
A distância à origem é nula no instante t = 5 s . g′( x) =  x 2  = − x 2 = − x 2
  2 2
p ( 2) − p (0)−9 − ( −5 ) 4 1
1.2. = = − = −2 3.3. h ( x) =
2−0 2 2 2
x3
A velocidade média do ponto P entre os instantes t = 0 e
t = 2 é – 2 cm/s.  1 ′  − 2 ′ 2 5
 =x 3  =−2 x 3 = −2 x 3
− −1 −
1.3. p′ ( t ) = 2t − 4 ; p′ ( 0 ) = −4 h′ ( x ) =  2
 3  3 3
x   
A velocidade do ponto P no instante inicial é – 4 cm/s.
1.4. p′ ( 2 ) = 2 × 2 − 4 = 0 3.4. i ( x ) = 3x 2 − 5 x

′ 1 5
p ( 2 ) = 2 2 − 4 × 2 − 5 = −9 i′ ( x ) = ( 3 x 2 )′ − 5 x = 6 x − 5 ×
( ) = 6x −
2 x 2 x
A velocidade no instante t = 2 é 0 cm/s e a distância do
ponto P à origem é 9 cm. Pág. 7
2.1. f ( x ) = x2 + x 4.1. f ( x) = x + 3

f ′ ( x ) = ( x 2 )′ + ( x )′ = 2 x + 2 1 x f ′( x) = ( ′
x+3 =) 1
2 x+3
1 x −1
2.2. g ( x) = 4 +x 4.2. g ( x) =
x x
 1 ′ 1  x − 1 ′ x − ( x − 1)
′   − 2
 1  x x  x − 1 ′  x  x2
g ′ ( x ) =  4  + x′ = +1 = +1 = g ′ ( x ) =   = = =
 x  1
3
1
3
x  x −1 x −1
4  
4 4  
4  2 2
x x x x
1 1
− 4 3 4 3
x 2 1
x 2 x x = =
= +1 = − 2 +1 = 1− 2
1 4 x 4 x x −1 x −1
4 2 2 x2
4 3
x x x
3 1
2.3. h ( x) = + x2 4.3. h ( x) = + x
3
x 3 x

( x )′ × 3 x − x ( 3 x )′  1 ′ ′ (
1′ × 3 x − 1 3 x )′ + 1
h′ ( x ) = + ( x )′ 2
h′ ( x ) =   + ( )x = 2
=
( x)3
2
3 x  (3 x ) 2 x

1 3 3 x × 3 x2 − x 1
1× 3 x − x × −3 ×
3 2 2 x + 1 = −3 1
3 x + 2x = 3 x 3 2
= + =
= + 2x = 9x 2 x 2 x × 9x 2 x
3 3 2
x2 x
1 1
3x − x 2x 2 =− +
= + 2x = + 2x = 3 + 2x 6x x 2 x
3 3 x4 3x 3 x 3 x
5.1. f ( x ) = x 2 − x − 10 ; D f = ℝ
2.4. i ( x) = 2 x + x
3 5 3

f ′( x) = 2x − 1 ; D f ′ = ℝ
( x3 )′
( ′
i′ ( x ) = 2 3 x + ) ( 5
x3 )′ = 2′ × 3
x +2 ( x )′ +
3

55 ( x 3 4
=
f é contínua e diferenciável em ℝ , pelo que é contínua em
[ −3, 0] e diferenciável em ]−3, 0[ .
)
Então, pelo Teorema de Lagrange:
1 3x 2 2 3x 2
= 2× + = + = f ( 0 ) − f ( −3)
3 3 x2 5 5 x12 3 3 x2 5x2 5 x2 ∃c ∈ ]−3, 0[ : f ′ ( c ) =
0 − ( −3)
2 3
= + f ( 0 ) − f ( −3)
33 x2 5 5 x2 −10 − 2
f ′(c) = ⇔ 2c − 1 =
2
0 − ( −3) 3

3.1. f ( x) = x 5
⇔ 2c − 1 = −4 ⇔ 2c = −3 ⇔
3
 − 2 ′ 2 − 2 −1 2 −7 ⇔c=−
f ′( x) =  x 5  = − x 5 = − x 5 2
  5 5
2.1. Limites e continuidade

5.2. g ( x ) = x − 1 ; Dg = [1 , + ∞[ x −∞ 0
2
+∞
3
1
g′ ( x ) = ; Dg ′ = ]1, + ∞[ f' – 0 + 0 –
2 x −1 4
f ↘ 0 ↗ ↘
g é contínua em [1, + ∞[ e diferenciável em ]1, + ∞[ . 27
Mín. Máx.
Logo, g é contínua em [ 2, 5] e diferenciável em ]2, 5[ . 3 2
 2  2  2 8 4 4
Então, pelo Teorema de Lagrange: f ( 0) = 0 e f   = −   +   = − + =
 3  3  3 27 9 27
g ( 5) − g ( 2 )
∃c ∈ ]2, 5[ : g ′ ( c ) = 2 
5−2 f é estritamente decrescente em ]− ∞ , 0] e em  , + ∞ 
3 
g ( 5) − g ( 2 ) 1 2 −1 1 1
g′(c) = ⇔ = ⇔ =  2
5−2 3 2 c −1 3 e estritamente crescente em 0,  .
2 c −1  3
⇔ 2 c − 1 = 3 ⇒ 4 ( c − 1) = 9 ⇔ f tem um mínimo relativo igual a 0 para x = 0 e um
4 2
13 máximo relativo igual a para x = .
⇔ 4c − 4 = 9 ⇔ 4c = 13 ⇔ c = 27 3
4
x4
Verificação: 7.2. g ( x ) = − 2 x ; Dg = ℝ
1 1 1 1 2
= → = Verdadeira g ′ ( x ) = 2 x 3 − 2 ; Dg ′ = ℝ
13 3 3 3
2 −1
4 g ′ ( x ) = 0 ⇔ 2 x 3 − 2 = 0 ⇔ x3 = 1 ⇔ x = 1
6.1. f ( x ) = x3 − x ; D f = ℝ x −∞ 1 +∞
g' – 0 +
f ′ ( x ) = 3x 2 − 1 ; D f ′ = ℝ 3
g ↘ − ↗
1 2
f ′ ( x ) = 0 ⇔ 3x 2 − 1 = 0 ⇔ 3 x 2 = 1 ⇔ x 2 = ⇔ 4
3 1 1 3
g (1) = − 2 ×1 = − 2 = −
3 3 2 2 2
⇔ x=− ∨x=
3 3 g é estritamente decrescente em ]− ∞, 1] e estritamente

−∞ 3 3 +∞
crescente em [1, + ∞[ .
x −
3 3 3
f' + 0 – 0 + g tem um mínimo relativo (e absoluto) igual a − para
2
f ↗ ↘ ↗
x =1.
 3
f é estritamente crescente em  − ∞, −  e em
 3  Atividade inicial 1
Pág. 8
 3   3 3 1 4
 , + ∞  e estritamente decrescente em − , . 1.1. un = 2 + ; vn = 3 −
 3   3 3  n n
6.2. g ( x ) = x 2 − 3 x − 4 ; Dg = ℝ 1 4 1 4 5
un ≤ vn ⇔ 2 + < 3 − ⇔ + ≤ 1 ⇔ ≤ 1 ⇔ n ≥ 5
n n n n n
g ′ ( x ) = 2 x − 3 ; Dg ′ = ℝ
1.2. a) Para todo o número real δ > 0 existe uma ordem
3 p ∈ ℕ tal que: ∀n ∈ ℕ, n ≥ p ⇒ un − 2 < δ
g′( x) = 0 ⇔ 2x − 3 = 0 ⇔ x =
2 1 1 1
3 un − 2 < δ ⇔ 2 + −2 <δ ⇔ <δ ⇔ <δ ⇔
x −∞ +∞ n n n
2
1
g' – 0 + ⇔ nδ > 1 ⇔ n >
δ
g ↘ ↗
1
 3 Sendo p um número natural maior que , tem-se que
g é estritamente decrescente em  − ∞,  e estritamente δ
 2
∀n ∈ ℕ, n ≥ p ⇒ un − 2 < δ , ou seja, lim un = 2 .
3 
crescente em  , + ∞  . b) Para todo o número real δ > 0 existe uma ordem
2 
p ∈ ℕ tal que: ∀n ∈ ℕ, n ≥ p ⇒ vn − 3 < δ
7.1. f ( x ) = − x 2 ( x − 1)
4
f ( x ) = − x3 + x 2 ; D f = ℝ vn − 3 < δ ⇔ 3 − −3 <δ ⇔
n
f ′ ( x ) = −3 x 2 + 2 x ; D f ′ = ℝ 4 4 4
⇔ −< δ ⇔ < δ ⇔ nδ > 4 ⇔ n >
n n δ
f ′ ( x ) = 0 ⇔ −3 x 2 + 2 x = 0 ⇔ x ( −3 x + 2 ) = 0 ⇔
4
2 Sendo p um número natural maior que , tem-se que
⇔ x = 0 ∨ −3 x + 2 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = δ
3 ∀n ∈ ℕ, n ≥ p ⇒ vn − 3 < δ , ou seja, lim vn = 3 .
2.1. Limites e continuidade

2.1. un = 3n + 15 ; vn = n 2 + 5  3n + 2 
n
 2
n

4. lim   = lim  3 + 
un ≤ vn ⇔ 3n + 15 ≤ n 2 + 5 ⇔ n 2 − 3n − 10 ≥ 0 ⇔ n ≥ 5  n   n
Cálculo auxiliar: n
2 2  2
2 Para n ∈ ℕ : > 0 ⇔ 3 + > 3 ⇔  3 +  > 3n
− ( −3 ) ± ( −3) − 4 × 1 × ( −10 ) n n  n 
n 2 − 3n − 10 = 0 ⇔ n = ⇔
2 ×1 n
⇔ n = −2 ∨ n = 5  2
Como lim 3n = + ∞ e  3 +  > 3n , ∀n ∈ ℕ , então:
 n
2.2. a) lim un = lim ( 3n + 15 ) = 3 × ( + ∞ ) + 15 = + ∞  2
n

lim  3 +  = + ∞
b) lim vn = lim ( n 2 + 5 ) = ( + ∞ ) + 5 = + ∞
2
 n

Pág. 12
Pág. 10
5.1. Para n ∈ ℕ : sin 2 n ≤ 1 ⇔ sin 2 n − n 2 ≤ 1 − n 2
n +1 2n
1.1. un = ; vn = Como sin 2 n − n 2 ≤ 1 − n 2 e lim (1 − n 2 ) = − ∞ , então
n n + 10
n +1 2n n +1 2n lim ( sin 2 n − n 2 ) = − ∞ .
un ≤ vn ⇔ ≤ ⇔ − ≤0⇔
n n + 10 n n + 10
5.2. ∀n ∈ ℕ , cos n ≤ 1 → − cos n ≥ −1

( n + 1)( n + 10 ) − 2n2 ≤ 0 ⇔
n ( n + 10 ) n 3 − cos n ≥ n 3 − 1
n 2 + 10n + n + 10 − 2n 2 1 n 3 − cos n n 3 − 1
⇔ ≤0 Como ∀n ∈ ℕ , − n < 0 , então: ≤
n ( n + 10 ) 2 1 1
−n −n
n ( n +10 ) > 0
2 2
⇔ n 2 + 10n + n + 10 − 2n 2 ≤ 0 ⇔ Atendendo a que:
⇔ −n 2 + 11n + 10 ≤ 0 ⇔ n 2 − 11n − 10 ≥ 0 ⇔ n3 n3
lim = lim = lim ( − n 2 ) = −∞
⇔ n ≥ 12 1 −n
−n
Cálculo auxiliar: 2
− ( −11) ± ( −11)
2
− 4 × 1 × ( −10 ) n 3 − cos n
n 2 − 11n − 10 = 0 ⇔ n = ⇔ então: lim = −∞
2 ×1 1
−n
⇒ n ≈ −0,8 ∨ n ≈ 11,8 2
1.2. Para n ≥ 12, un ≤ vn . 6. lim un = + ∞ ; vn ≤ −n − un
Pelo teorema de comparação de sucessões, lim un ≤ lim vn . lim ( −n − un ) = − ∞ − ( + ∞ ) = − ∞ − ∞ = − ∞
Como vn ≤ −n − un e lim ( −n − un ) = − ∞ , então
Pág. 11
2.1. Para n ∈ ℕ : lim vn = − ∞ .
cos n ≤ 1 ⇔ − cos n ≥ −1 ⇔ 2n − cos n ≥ 2n − 1
Como 2n − cos n ≥ 2n − 1 e lim ( 2n − 1) = + ∞ , então Pág. 13
1 cos n 1
lim ( 2n − cos n ) = + ∞ . 7.1. Para n ∈ ℕ : −1 ≤ cos n ≤ 1 ⇔ − ≤ ≤
n n n
2.2. ∀n ∈ ℕ , cos2 n ≥ 0 .  1 1
lim  −  = 0 e lim   = 0
10  n n
Para n − > 0 , ou seja, para n ≥ 4 .
3 cos n
Pelo teorema das sucessões enquadradas: lim =0
n 2 + cos2 n n2 n

n−
10
n−
10 1 cos ( 3n ) 1
3 3 7.2. Para n ∈ ℕ : −1 ≤ cos ( 3n ) ≤ 1 ⇔ − ≤ ≤
n +1 n +1 n +1
2 2
n n
lim = lim = lim n = + ∞  1  1
10 n lim  −  = 0 e lim =0
n−  n +1 n +1
3
n 2 + cos2 n n2 cos ( 3n )
≥ , ∀n ≥ 4 Pelo teorema das sucessões enquadradas lim =0
10 10 n +1
n− n−
3 3 1 sin ( 2n ) 1
7.3. Para n ∈ ℕ : −1 ≤ sin ( 2n ) ≤ 1 ⇔ − ≤ ≤
n2 n 2 + cos 2 n 2n 2n 2n
lim = + ∞ ⇒ lim = +∞
10 10
n− n−  1  1
3 3 lim  −  = 0 e lim =0
 2n  2n
3. lim un = − ∞ ; vn ≥ 3n − 2un
sin ( 2n )
lim ( 3n − 2un ) = lim ( 3n ) − lim ( 2un ) = Pelo teorema das sucessões enquadradas: lim =0
2n
= 3× ( + ∞) − 2 × ( − ∞) = + ∞ + ∞ = + ∞
Como vn ≥ 3n − 2un , com n ≥ 1000 , então lim vn = + ∞ .
2.1. Limites e continuidade

sin 2 ( 3n + 1) 1 13 n–4 3n + 1
7.4. Para n ∈ ℕ : 0 ≤ sin 2 ( 3n + 1) ≤ 1 ⇔ 0 ≤ ≤ n−4 1 1 13 1 1
n n 9.2. = − 3 = − −n −
3 3
3n + 1 3 3n + 1 3 9n + 3
1 13
lim 0 = 0 e lim = 0 −
n 3
n ≥ 1 ⇔ 9n ≥ 9 ⇔ 9 n + 3 ≥ 9 + 3 ⇔
Pelo teorema das sucessões enquadradas:
1 1
sin 2 ( 3n + 1) ⇔ 9n + 3 ≥ 12 ⇔ 0 < ≤ ⇔
lim =0 9n + 3 12
n
13 13
⇔− ≤− <0⇔
Pág. 14 12 9n + 3
8.1. Para n ∈ ℕ : −1 ≤ sin ( 2n ) ≤ 1 ⇔
1 13 1
− ≤ −
13 1
< ⇔
3 12 3 9n + 3 3
−1 + 3n ≤ sin ( 2n ) + 3n ≤ 1 + 3n
3 n−4 1
⇔− ≤ <
−1 + 3n sin ( 2n ) + 3n 1 + 3n 4 3n + 1 3
≤ ≤
n +1 n +1 n +1 n n
n−4 1  n−4  1
−1 + 3n 3n 1 + 3n Para n ≥ 4 : 0 ≤ < ⇔0≤  < 
lim = lim = 3 e lim =3 3n + 1 3  3n + 1   3 
n +1 n n +1 n
Pelo teorema das sucessões enquadradas: 1
lim 0 = 0 e lim   = 0
sin ( 2n ) + 3n  3
lim =3 Pelo teorema das sucessões enquadradas:
n +1 n
 n−4 
8.2. Para n ∈ ℕ : 0 ≤ sin 2 n ≤ 1 lim   =0
 3n + 1 
−1 ≤ − sin 2 n ≤ 0
1 1 1
−1 + n ≤ n − sin 2 n ≤ n 10. 0< ≤1 ⇔ 2 < 2 + ≤ 2 +1 ⇔ n 2 < n 2 + ≤ n 3
n n n
−1 + n n − sin 2 n n lim n 2 = 1 e lim n 3 = 1
≤ ≤
3n + 1 3n + 1 3n + 1
1
−1 + n n 1 n 1 Pelo teorema das sucessões enquadradas: lim n 2 + =1
lim = lim = e lim = n
3n + 1 3n 3 3n + 1 3
Pelo teorema das sucessões enquadradas: Pág. 15
n − sin 2 n 1 11.1. Para x ∈ ℝ \ {0} :
lim =
3n + 1 3
 1  1  1  1
8.3. Para n ∈ ℕ : −1 ≤ cos n ≤ 1 cos 2  2  ≥ 0 ⇔ 2 + cos 2  2  ≥ 2
x  x x  x
−1 + 4n 2 ≤ cos n + 4n 2 ≤ 1 + 4n 2
1 1
−1 + 4n 2 cos n + 4n 2 1 + 4n 2 Como lim = = + ∞ , então:
≤ ≤ 2
x→0 x 2 0+
2n 2 + n 2n 2 + n 2n + n
1  1 
−1 + 4n 2 4n 2 1 + 4n 2 lim  2 + cos 2  2   = + ∞
lim 2 = lim 2 = 2 e lim 2 =2 
x →0 x
 x 
2n + n 2n 2n + n
11.2. cos x ≤ 1 ⇔ − cos x ≥ −1 ⇔ −3 x − cos x ≥ −3 x − 1
Pelo teorema das sucessões enquadradas:
Como lim ( −3x − 1) = −3 × ( − ∞ ) − 1 = + ∞ , então:
cos n + 4n 2 x →− ∞
lim =2
2n 2 + n lim ( −3x − cos x ) = + ∞
x →−∞
2n − 1 2 n 1 1 1
9.1. Para n ∈ ℕ : = − = − 11.3. sin x ≥ 1 ⇔ x + sin x ≥ 1 + x
4n 4 n 4 n 2 4n
Como lim (1 + x ) = + ∞ , então lim ( x + sin x ) = + ∞ .
1 1 1 1 1 x →+ ∞ x →+ ∞
0< ≤1⇔ 0 < ≤ ⇔− ≤− <0⇔
n 4n 4 4 4n
1 1 1 1 1 1 1 1 1 Pág. 16
⇔− + ≤ − < ⇔ ≤ − < ⇔ 12.1. ∀x ∈ ℝ, f ( x ) ≤ x 2 − 3 ∧ f ( x ) ≥ − x 2 + 4 x − 5
4 2 2 4n 2 4 2 4n 2
1 2n − 1 1
n
 1   2n − 1   1 
n n
lim ( x 2 − 3) = 1 − 3 = −2
x →1
⇔ ≤ < ⇔   ≤  < 
4 4n 2  4   4n   2  lim ( − x 2 + 4 x − 5 ) = −1 + 4 − 5 = −2
n n x →1
1 1
lim   = 0 e lim   = 0 Pelo teorema das funções enquadradas: lim f ( x ) = −2
 4  2 x →1

Pelo teorema das sucessões enquadradas: 1 1


12.2. −1 ≤ cos ≤ 1 ⇔ − x 4 ≤ x 4 cos ≤ x 4
n x x
 2n − 1 
lim   =0 lim ( − x 4 ) = 0 e lim ( x 4 ) = 0
 4n  x →0 x →0

 1
Pelo teorema das funções enquadradas: lim  x 4 cos  = 0
x→0
 x
2.1. Limites e continuidade

1 1 1 3
12.3. −1 ≤ sin x ≤ 1 ⇔ − ≤ sin x ≤ 4 x –1 2
x4 x4 x 2
 1  1 f' – – 0 + +
lim  − 4  = 0 e lim 4 = 0 ⇔ 7
x →+ ∞
 x  x →+ ∞ x f 9 ↘ − ↗ –3
2
 1 
Pelo teorema das funções enquadradas: lim  4 sin x  = 0 3 7

x →+ ∞ x
 f ( −1) = 9 e f   = − são, respetivamente, o máximo e
2 2
o mínimo absolutos de f em [– 1, 2].
Pág. 18
13.1. f ( x ) = x3 + 2 x 2 − x − 4 ; D f = ℝ 15.2. g ( x ) = 2sin x − 1
A função f é contínua em ℝ por se tratar de uma função g é uma função contínua em ℝ (produto e soma de
polinomial e, portanto, é contínua no intervalo [2, 3]⊂ ℝ. funções contínuas em ℝ).
f ( 2 ) = 23 + 2 × 2 2 − 2 − 4 = 10 Logo, g é contínua em [ 0, 2π] .

f ( 3) = 33 + 2 × 32 − 3 − 4 = 38 Pelo Teorema de Weierstrass, g admite, neste intervalo,


um máximo e um mínimo absolutos.
f ( 2 ) < 20 < f ( 3)
Se x ∈ [ 0, 2 π ] , então sin x toma todos os valores do
Como f é contínua em [ 2, 3] e f ( 2 ) < 20 < f ( 3) , intervalo [ −1 , 1] .
podemos concluir, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, que −1 ≤ sin x ≤ 1 ⇔ −2 ≤ 2 sin x ≤ 2 ⇔ −3 ≤ 2 sin x − 1 ≤ 1
existe pelo menos um x ∈ ]2, 3[ tal que f ( x ) = 20 . Assim, −3 e 1 são, respetivamente, o mínimo e o
13.2. A função f é contínua em ℝ pelo que é contínua em [1, 2] . máximo de g em [ 0 , 2 π ] .

f (1) = 1 + 2 − 1 − 4 = −2
 x 2 − 3 x se x ≤ 2
15.3. h ( x ) = 
f ( 2 ) = 23 + 2 × 2 2 − 2 − 4 = 10 2 x − 6 se x > 2
f (1) × f ( 2 ) < 0 • Em [0, 2[ e em ]2, 3] h é contínua porque está definida

Como f é contínua em [1, 2] e f (1) × f ( 2 ) < 0 , podemos por polinómios.


• No ponto x = 2 :
concluir, pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy,
que f tem pelo menos um zero no intervalo ]1, 2[ . lim h ( x ) = lim− ( x 2 − 3x ) = −2 
x → 2− x →2 
f ( a ) = g ( b) e f (b) = g ( a ) 
14. lim+ h ( x ) = lim+ ( 2 x − 6 ) = −2  ⇒ lim h ( x ) = −2
x →2
x →2 x →2

f e g são funções contínuas em [a, b]. h ( 2 ) = 2 − 3 × 2 = −2
2

Seja h a função definida por h ( x ) = f ( x ) − g ( x ) .
h é contínua no ponto 2 porque existe lim h ( x ) .
x→2
h é contínua em [a, b] por ser a diferença de funções
contínuas nesse intervalo. h é contínua em [ 0, 3] .
h ( a ) = f ( a ) − g ( a) = g (b) − g ( a) Sinal da derivada de h:
h ( b ) = f ( b ) − g ( b ) = g ( a ) − g ( b ) = −  g ( b ) − g ( a )  Para x < 2 : h′ ( x ) = ( x 2 − 3x )′ = 2 x − 3
h (a ) × h (b) ≤ 0 3
h′ ( x ) = 0 ⇔ 2 x − 3 = 0 ⇔ x =
• Se h ( a ) × h ( b ) = 0 , então h ( a ) = 0 ou h ( b ) = 0 pelo 2
Para x > 2 : h′ ( x ) = 2 > 0
que ∃c ∈ [ a , b] : h ( c ) = 0 , sendo c = a ou c = b .
3
• Se h ( a ) × h ( b ) < 0 , pelo corolário do Teorema de x 0 2 3
2
Bolzano-Cauchy, ∃c ∈ ]a , b[ : h ( c ) = 0 h' – – 0 + + +
9
h 0 ↘ − ↗ –2 ↗ 0
Logo, ∃c ∈ ]a, b[ : f ( c ) − g ( c ) = 0 , isto é, o gráfico de 4
f – g interseta o eixo Ox pelo menos uma vez num ponto Como h é contínua em [ 0, 3] , independentemente da
cuja abcissa pertence ao intervalo [a, b]. existência de derivada no ponto 2, temos que h é
 3
Pág. 19 estritamente decrescente em 0,  e estritamente
 2
15.1. f ( x ) = 2 x 2 − 6 x + 1
3 
Como f é contínua em ℝ, por se tratar de uma função crescente em  , 3 .
2 
polinomial, então é contínua em [– 1, 2].
3 9
Pelo Teorema de Weierstrass, f admite, neste intervalo, h ( 0 ) = h ( 3) = 0 e h   = − são, respetivamente, o
um máximo e um mínimo absolutos. 2 4
máximo e o mínimo absolutos de h no intervalo [0, 3].
f ′( x) = 4x − 6
3
f ′( x) = 0 ⇔ 4x − 6 = 0 ⇔ x =
2
2.1. Limites e continuidade

Atividades complementares 21.3. Para n ∈ ℕ : −1 ≤ sin n ≤ 1 e − 1 ≤ cos n ≤ 1


Pág. 21 −2 ≤ sin n + cos n ≤ 2
16. lim an = + ∞ ; bn ≥ 2 + an
2 sin n + cos n 2
− ≤ ≤
lim ( 2 + an ) = 2 + ( + ∞ ) = + ∞ n n n
Como bn ≥ 2 + an , para n ≥ 10 , então lim bn = + ∞ .  2 2
lim  −  = 0 e lim = 0
17. lim un = + ∞  n n
Pelo teorema das sucessões enquadradas:
 2
 se n < 1000 sin n + cos n
vn =  n + 1 lim =0
3u se n ≥ 1000 n
 n
 5
lim vn = lim ( 3un ) = 3 × ( + ∞ ) = + ∞ 22.1. Como lim  sin  = 0 , temos:
 n
18. lim vn = − ∞ ; un ≤ 1 + vn
  π 5  π  π 1
lim sin  +   = sin  + 0  = sin =
lim (1 + vn ) = 1 + ( − ∞ ) = − ∞   6 n  6  6 2
Como un ≤ 1 + vn e lim (1 + vn ) = − ∞ , então lim un = − ∞ . 1 1 1
22.2. un = 2 − − − ... − n
2 4 2
1
 se n ≤ 200 n
19. lim an = − ∞ ; bn =  n n
1
un = 2 − ∑  
2a se n > 200 k =1  2 
 n
lim bn = lim ( 2an ) = 2 × ( − ∞ ) = − ∞  1 
n

lim un = lim  2 − 1 +    = 2 − 1 + 0 = 1
 2n   2  
 se n < 10
20. lim un = + ∞ ; bn =  n 2 + 1 Cálculo auxiliar:
−3u se n ≥ 10
n
1
n

 n ∑  2  representa a soma de n termos de uma progressão geométrica (an)


k =1

lim bn = lim ( −3un ) = −3 × ( + ∞ ) = − ∞ 1 1


de razão r = e a1 = .
n 2n + 1 2 2
21.1. Para n ∈ ℕ : 1 1 n n
−n − 1 1
1 2 2 n 1−   1−   n
n
1 1− rn 1  2  = 1 ×  2  =1−  1 
n 1 1 1 1 ∑   = a1 × = ×
1 1  
= − 2 = − −
2
k =1  2  1− r 2 1− 2 2
2n + 1 2 2 n + 1 2 4 n + 2 2 2

1 1 23.1. Seja P ( n ) a condição em ℕ , tal que n ≤ un .


n ≥ 1 ⇔ 4n ≥ 4 ⇔ 4n + 2 ≥ 4 + 2 ⇔ 0 < ≤ ⇔
4n + 2 6 • P (1) é verdadeira porque 1 ≤ u1 ⇔ 1 ≤ 1
1 1 1 1 1 1 1
⇔− ≤− <0⇔ − + ≤ − < • P ( n ) ⇒ P ( n + 1)
6 4n + 2 6 2 2 4n + 2 2
Hipótese: n ≤ un
n n n Tese: n + 1 ≤ un +1
1 1 1 1 1  n   1
⇔ ≤ − < ⇔   ≤  < 
3 2 2 ( 2n + 1) 2  3   2n + 1   2  n ≤ un ⇒ (por hipótese)

n n ⇒ 2n ≤ 2un ⇒ n + n ≤ 2un ⇒ n ≤ 2un − n ⇒


1 1
lim   = 0 e lim   = 0 ⇒ n + 1 ≤ 2un + 1 − n (da fórmula de recorrência)
3 2
Pelo teorema das sucessões enquadradas: Logo, P ( n ) é hereditária.
n
 n  Pelo princípio de indução matemática, P ( n ) é universal.
lim   =0
 2n + 1  Assim, ∀n ∈ ℕ, n ≤ un .
1 1 1 23.2. lim n = + ∞
21.2. un = 2 = 2 + ... + 2
n +1 n + 2 n +n
n
Como un ≥ n , então lim un = + ∞ .
1
un = ∑ 2 5 − 2 x3
k =1 n + k 24.1. f ( x ) =
x 2 + 3x
1 1
Para todo n ∈ ℕ : n × ≤ un ≤ n × 2 ∞
n2 + n n +1 5 − 2 x3  ∞ 
 
−2 x 3
lim f ( x ) = lim 2 = lim 2 = lim ( −2 x ) =
n n x →− ∞ x →− ∞ x + 3 x x →−∞ x x →− ∞
≤ un ≤ 2
n2 + n n +1 = −2 × ( − ∞ ) = + ∞
n n 1 1
lim 2 = lim 2 = lim = =0 ∞
 
n +n n n +∞ 5 − 2 x3  ∞  −2 x3
lim f ( x ) = lim 2 = lim 2 = lim ( −2 x ) =
n n x →+ ∞ x →+ ∞ x + 3 x x →+ ∞ x x →+ ∞
lim = lim 2 = 0
n2 + 1 n = −2 × ( + ∞ ) = − ∞
Pelo teorema das sucessões enquadradas: lim un = 0 .
2.1. Limites e continuidade

24.2. ∀x ∈ ℝ + , g ( x ) ≤ f ( x ) 29.2. Seja x > 0 .


−1 ≤ cos x ≤ 1 ⇔ −2 ≤ 2cos x ≤ 2 ⇔ 1 ≤ 2cos x + 3 ≤ 5 ⇔
Como lim f ( x ) = − ∞ , então lim g ( x ) = − ∞ .
x →+ ∞ x →+ ∞ x +1> 0 1 2 cos x + 3 5
⇔ ≤ ≤
24.3. ∀x ∈ ℝ − , h ( x ) ≥ f ( x ) x +1 x +1 x +1
1 1 5 5
Como lim f ( x ) = + ∞ , então lim h ( x ) = + ∞ . lim = = 0 e lim = =0
x →− ∞ x →− ∞ x →+ ∞ x + 1 +∞ x →+ ∞ x +1 +∞
2 2
x a Pelo teorema das funções enquadradas:
25.1. a) lim f ( x ) = lim− = = −∞
x→a− x→a x − a 0− 2cos x + 3
lim =0
x2 a2
x →+ ∞ x +1
b) lim+ f ( x ) = lim+ = + = +∞
x→a x→a x−a 0 1 + x2 1 + x2 1
29.3. lim 2
= lim 2 = + = + ∞
25.2. a) ∀x ∈ ℝ, g ( x ) ≤ f ( x ) x →0 x x →0 x 0
30.1. f ( x ) = x3 + x − 1
Como lim− f ( x ) = − ∞ , então lim− g ( x ) = − ∞ .
x→a x→a A função f é contínua em ℝ, por se tratar de uma função
b) ∀x ∈ ℝ, h ( x ) ≥ f ( x ) polinomial. Logo, f é contínua no intervalo [0, 1].
Como lim+ f ( x ) = + ∞ , então lim+ h ( x ) = + ∞ . f ( 0 ) = 03 + 0 − 1 = −1
x→a x→a
f (1) = 13 + 1 − 1 = 1

Pág. 22 f ( 0 ) × f (1) < 0


26. Para x > 0 : Como f é contínua em [0, 1] e f ( 0 ) × f (1) < 0 , podemos
−1 ≤ cos x ≤ 1 ⇔ −1 ≤ − cos x ≤ 1 ⇔ 1 ≤ 2 − cos x ≤ 3 ⇔ concluir, pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy,
1 1 x >0 1 x
⇔ ≤ ≤1 ⇔ x ≤ ≤x que f tem pelo menos um zero no intervalo ]0, 1[. Logo,
3 2 − cos x 3 2 − cos x tem pelo menos um zero no intervalo [0, 1].
1  x 1 30.2. g ( x ) = x 3 + 3 x − 5
lim  x  = + ∞ e ≥ x , ∀x ∈ ℝ +
 
x →+ ∞3 2 − cos x 3 A função g é contínua em ℝ pelo que é contínua em [1, 2].
x g (1) = 13 + 3 × 1 − 5 = −1
Logo, lim = +∞ .
x →+ ∞ 2 − cos x
g ( 2 ) = 23 + 3 × 2 − 5 = 9
27.1. f ( x ) = x − 3sin x
2
g (1) × g ( 2 ) < 0
−1 ≤ sin x ≤ 1 ⇔ −3 ≤ −3sin x ≤ 3 ⇔ Como g é contínua em [1, 2] e g (1) × g ( 2 ) < 0 , podemos
⇔ x 2 − 3 ≤ x 2 − 3sin x ≤ 3 + x 2 ⇔
concluir, pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy,
⇔ x2 − 3 ≤ f ( x ) ≤ 3 + x2 que g tem pelo menos um zero no intervalo ]1, 2[. Logo,
Como lim ( x 2 − 3) = + ∞ e ⇔ f ( x ) ≥ x 2 − 3 , ∀x ∈ ℝ , tem pelo menos um zero no intervalo [1, 2].
x →+ ∞
 πx 
30.3. h ( x ) = 1 + x cos  
podemos concluir que lim f ( x ) = + ∞ .  2 
x →+ ∞
A função h é contínua em ℝ por ser definida pela soma,
27.2. lim ( x 2 − 3) = ( − ∞ ) − 3 = + ∞
2

x →− ∞ produto e composta de funções contínuas em ℝ. Logo, h é


contínua em [1, 2].
lim ( 3 + x 2 ) = 3 + ( − ∞ ) = + ∞
2

x →− ∞ π
h (1) = 1 + cos = 1
Pelo teorema das funções enquadradas: lim f ( x ) = + ∞ 2
x →− ∞
h ( 2 ) = 1 + 2 cos π = 1 + 2 × ( −1) = −1
28.1. x ≤ f ( x ) ≤ 2 x , ∀x ∈ ℝ
2 2

h (1) × h ( 2 ) < 0
lim x 2 = + ∞ e f ( x ) ≥ 2 x 2 , ∀x ∈ ℝ
x →+ ∞ Como h é contínua em [1, 2] e h (1) × h ( 2 ) < 0 , podemos
Logo, lim f ( x ) = + ∞ . concluir, pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy,
x →+ ∞
que h tem pelo menos um zero no intervalo ]1, 2[. Logo,
28.2. x 2 ≤ f ( x ) ≤ 2 x 2 , ∀x ∈ ℝ tem pelo menos um zero no intervalo [1, 2].
lim x 2 = 0 e lim ( 2 x 2 ) = 0
4
x →0 x →0
31.1. a) f ( x ) = −3 x 4 − x + 1 ; f ( −1) = −3 ( −1) − ( −1) + 1 = −1

Pelo teorema das funções enquadradas: lim f ( x ) = 0 b) f ( 0 ) = −3 × 0 4 − 0 + 1 = 1


x →0
c) f ( 2 ) = −3 × 24 − 2 + 1 = −49
29.1. Para todo o x ∈ ℝ : sin x ≤ 1 ⇔ − x + sin x ≤ − x + 1
lim ( − x + 1) = − ( + ∞ ) + 1 = − ∞ 1
x →+ ∞
31.2. a) f ( −1) < < f ( 0)
4
∀x ∈ ℝ, − x + sin x ≤ − x + 1 e lim ( − x + 1) = − ∞ 1
x →+ ∞ Como f é contínua em [– 1, 0] e f ( −1) << f ( 0) ,
4
Logo, lim ( − x + sin x ) = − ∞ . podemos concluir, pelo Teorema de Bolzano-Cauchy,
x →+ ∞
1
que ∃x ∈ ]−1, 0[ : f ( x ) = .
4
2.1. Limites e continuidade

b) f ( 2 ) < −10 < f ( 0 ) 35. A função h é contínua em [a, b] porque é o quociente de


duas funções contínuas em [a, b] e g ( x ) ≠ 0 , qualquer
Como f é contínua em [ 0, 2] e f ( 2 ) < −10 < f ( 0 ) ,
podemos concluir, pelo Teorema de Bolzano-Cauchy, que seja x ∈ [ a , b ] .
que ∃x ∈ ]0, 2[ : f ( x ) = −10 . Pelo Teorema de Weierstrass, h admite em [a, b] um
 1 mínimo absoluto y0 e um máximo absoluto y1 .
 se x < 0
32.1. g ( x ) =  4 x − 3 Então, Dh′ = h ([ a , b ]) = [ y0 , y1 ] .
1 + 2 x se x ≥ 0
 1 1 1 Pág. 23
g −  = =−
 2  4× − −3 1  5 36. f ( 0 ) × f ( 3) < 0
 
 2  Se f fosse contínua no intervalo [0, 3], pelo corolário do
1 1 Teorema de Bolzano-Cauchy, teria pelo menos um zero
g   =1+ 2× = 2
2 2 no intervalo ]0, 3[.
1 Como neste intervalo a função não admite zeros, a função
32.2. g ( x ) = 0 ∧ x < 0 ⇔ = 0 ∧ x < 0 ⇔ x ∈∅ não é contínua.
4x − 3
1 37. f ( a) < g ( a) e g (b) < f (b)
g ( x ) = 0 ∧ x ≥ 0 ⇔ 1 + 2x = 0 ∧ x ≥ 0 ⇔ x = − ∧ x ≥ 0
2 Seja h a função definida por h ( x ) = f ( x ) − g ( x ) .
⇔ x ∈∅ h é contínua em [a, b] por ser a diferença de funções
A proposição é falsa. contínuas nesse intervalo.
1 1
32.3. lim− g ( x ) = lim− =− h ( a ) = f ( a ) − g ( a ) < 0 porque f ( a ) < g ( a ) .
x →0 x →0 4 x − 3 3
lim+ g ( x ) = lim+ (1 + 2 x ) = 1 h ( b ) = f ( b ) − g ( b ) > 0 porque g ( b ) < f ( b ) .
x →0 x →0
h ( a ) × h (b) < 0
Como lim− g ( x ) ≠ lim+ g ( x ) , não existe lim g ( x ) .
x →0 x →0 x →0
Pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy, podemos
Logo, g não é contínua no ponto 0. concluir que:
As alíneas anteriores não contradizem o Teorema de
∃k ∈ ]a, b[ : h ( k ) = 0 ⇔ ∃k ∈ ]a , b[ : f ( k ) − g ( k ) = 0 ⇔
 1 1
Bolzano-Cauchy porque g não é contínua em  − ,  . ⇔ ∃k ∈ ]a, b[ : f ( k ) = g ( k )
 2 2
33. Seja f ( x ) = a0 x n + a1 x n −1 + ... + an com n ímpar. 38. f ( x ) = x − 3x + k , k ∈ ℝ
3

lim f ( x ) = lim ( a0 x n ) = a0 × ( + ∞ ) ∀k ∈ ℝ , a função f é contínua em [0, 1].


x →+ ∞ x →+ ∞
f ( 0) = k
lim f ( x ) = lim ( a0 x n ) = a0 × ( − ∞ ) f (1) = 13 − 3 × 1 + k = −2 + k
x →− ∞ x →− ∞

Se a0 > 0, lim f ( x ) = + ∞ e lim f ( x ) = − ∞ k ( −2 + k ) < 0 ⇔ k ∈ ]0, 2[


x →+ ∞ x →− ∞

Se a0 < 0, lim f ( x ) = − ∞ e lim f ( x ) = + ∞ Se k ∈ ]0, 2[ , o Teorema de Bolzano-Cauchy garante que


x →+ ∞ x →−∞
f tem pelo menos um zero em ]0, 1[.
Logo, como f é contínua e atendendo ao Teorema de
39. f ( x ) = 1 ; g ( x ) = 2 x 2 tan x
Bolzano-Cauchy, a função não passa de negativa a
positiva ou de positiva a negativa sem passar por 0.  π
Pretende-se mostrar que ∃c ∈  0,  : f ( c ) = g ( c ) .
34.1. g (1) = f (1) + 3 = −3 + 3 = 0  4
Afirmação verdadeira Seja h a função definida por h ( x ) = f ( x ) − g ( x ) .
34.2. g é contínua em [1, 4] porque é o produto de duas funções  π
h é contínua em 0,  por ser a diferença de funções
contínuas.  4
g (1) = 3 × f (1) = 3 × ( −3) = −9 contínuas nesse intervalo.
g ( 4) = 3 × f ( 4) > 0 h ( 0 ) = f ( 0 ) − g ( 0 ) = 1 − 2 × 02 × tan 0 = 1 > 0
2
g (1) × g ( 4 ) < 0 π π π π π
h   = f   − g   = 1 − 2 ×   × tan =
Como g é contínua em [1, 4] e g (1) × g ( 4 ) < 0 , podemos 4 4 4 4 4
2 2
π π
concluir, pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy, = 1 − 2 × ×1 = 1 − < 0
16 8
que g tem pelo menos um zero no intervalo ]1, 4[. Logo,
π
tem pelo menos um zero no intervalo [1, 4]. h ( 0) × h   < 0
Afirmação verdadeira 4
34.3. Como f ( x ) ≠ 0 se x ≤ 1 ou x ≥ 4 temos que Pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy, podemos
concluir que:
f ( x + 3) ≠ 0 se x + 2 ≤ 1 ou x + 3 ≥ 4 , ou seja,
 π  π
∃c ∈  0,  : h ( c ) = 0 , ou seja, ∃c ∈  0,  : f ( c ) = g ( c )
f ( x + 3) ≠ 0 se x ≤ −1 ou x ≥ 1  4  4
Portanto, g ( x ) ≠ 0, ∀ ∈ [1 , 4 ] .
Afirmação falsa
2.1. Limites e continuidade

40.1. g ( x ) = 4 x 3 − 17 x 2 + 17 x − 2 n n
45. n× ≤ un ≤ n × 2 , ∀n ∈ ℕ
n2 + n n +1
g ( 0 ) = −2 ; g (1) = 4 − 17 + 17 − 2 = 2 ;
n2 n2
g ( 2 ) = 4 × 8 − 17 × 4 + 17 × 2 − 2 = −4 ; ≤ un ≤ 2
2
n +n n +1
g ( 3) = 4 × 27 − 17 × 9 + 17 × 3 − 2 = 4 n2 n2 n2
lim = lim 2 = 1 . lim 2
2
=1
40.2. g ( x ) é um polinómio do terceiro grau pelo que tem, no n +n n n +1
Pelo teorema das sucessões enquadradas: lim un = 1
máximo, três zeros. Atendendo a que g é uma função
contínua em ℝ e à alínea anterior, o Teorema de Bolzano-  4 − x se − 1 ≤ x < 4
-Cauchy garante a existência desses zeros nos intervalos 46. f ( x ) =  2 x − 8
[0, 1], [1, 2] e [2, 3].  se 4 ≤ x ≤ 6
 x−2
a 2 x 2 se x ≤ 2 • No intervalo [– 1, 4[ , f é contínua porque está definida
41. f ( x) =  , com a ∈ ℝ pela composta de duas funções contínuas.
(1 − a ) x se x > 2
• No intervalo ]4, 6] , f é contínua porque está definida
Para se aplicar o Teorema de Bolzano-Cauchy, no por uma função racional.
intervalo [0, 3], a função f tem de ser contínua nesse • No ponto x = 4 :
intervalo. 
lim f ( x ) = lim− 4 − x = 0 
lim f ( x ) = lim− ( a x 2 2
) = 4a 2
= f (2) x → 4− x→4
x → 2− x →2 
2x − 8 
lim+ f ( x ) = lim+ = 0  ⇒ lim f ( x ) = 0
lim f ( x ) = lim+ (1 − a ) x  = (1 − a ) × 2 = 2 − 2a x →4 x − 2 x →4
x → 2+ x →2
x →4

2×4−8 
4a 2 = 2 − 2 a ⇔ 4 a 2 + 2 a − 2 = 0 ⇔ 2a 2 + a − 1 = 0 ⇔ f ( 4) = =0 
4×2
−1 ± 1 − 4 × 2 × ( −1) 1 f é contínua no ponto 4 porque existe lim f ( x ) .
⇔a= ⇔ a = −1 ∨ a = x→4
2× 2 2
f é contínua no intervalo [– 1, 6].
42.1. A função f é contínua em ]2, 5] porque é uma função Sinal da derivada de f :
racional e x − 2 ≠ 0, ∀x ∈ ]2, 5] . Para −1 ≤ x < 4 :
1 1 ′ ( 4 − x )′ 1
42.2. f ( 5) = =
5−2 3
f ′( x) = 4 − x = ( 2 4− x
) =−
2 4− x
<0

1 1 Para 4 < x ≤ 6 :
lim f ( x ) = lim+ = + = +∞
x → 2+ x →2 x−2 0 ′ ′
 2 x − 8 ′ ( 2 x − 8 ) ( x − 2 ) − ( 2 x − 8 )( x − 2 )
42.3. Se lim+ f ( x ) = +∞ , ∃c ∈ ]2, 5] : f ( c ) > L , com L ∈ ℝ + . f ′( x) =   = 2
=
x →2  x−2  ( x − 2)
Logo, ∃c ∈ [ 2, 5] : f ( c ) > 10 2018 . 2 ( x − 2 ) − ( 2 x − 8) 2x − 4 − 2x + 8 4
= 2
= 2
= 2
>0
Como f é contínua em [c, 5] com c ∈ ]2, 5] e ( x − 2) ( x − 2) ( x − 2)
f ( 5) < 102018 < f ( c ) podemos concluir, pelo Teorema de x –1 4 6
f – – + +
Bolzano-Cauchy, que ∃x ∈ ]2, 5[ : f ( x ) = 10 2018 . f' 5 ↘ 0 ↗ 1
Máx. Mín. Máx.
Logo, ∃x ∈ ]2, 5[ : f ( x ) = 102018 .
2×6 −8 4
f ( −1) = 4 − ( −1) = 5 ; f ( 6 ) = = =1
n! n! 6−2 4
43.1. un = 1 + n > 1, ∀n ∈ ℕ >0
n nn Como f é contínua em [– 1, 6], independentemente da
n ( n − 1)( n − 2 ) × ... × 1 n −1 n − 2 1 existência de derivada no ponto 4, temos que f é
un = 1 + = 1+ × × ... × estritamente decrescente em [– 1, 4] e estritamente
n × n × ... × n n n n crescente em [4, 6].
 1  2 1 1 Máximo absoluto: 5 para x = −1
= 1 +  1 −  ×  1 −  × ... × ≤ 1 +
 n  n n n Mínimo absoluto: 0 para x = 4
<1 <1
 1
1 47. Seja h a função: h ( x ) = f ( x ) − f  x + 
Portanto, 1 < un < 1 + , ∀n ∈ ℕ .  2
n
 1   1
Dh =  x : x ∈ D f ∧ x + ∈ D f  = 0 ,  dado que
 1  2   2
43.2. lim1 = 1 e lim  1 +  = 1
 n 1 1 1
0 ≤ x ≤ 1∧ 0 ≤ x + ≤ 1 ⇔ 0 ≤ x ≤1∧ − ≤ x ≤ ⇔
Pelo teorema das sucessões enquadradas, lim un = 1 . 2 2 2
n 1
44.1. Atendendo a que ∑
p =0
n
C p tem pelo menos duas parcelas, ⇔0≤ x≤
2
 1
n h é contínua em Dh = 0,  por ser a diferença de
an = ∑ nC p = 1 + n + nC2 + ... + nCn ≥ 1 + n  2
p=0
≥0 funções contínuas.
44.2. Como lim (1 + n ) = + ∞ e an ≥ 1 + n, ∀n ∈ ℕ , lim an = + ∞ .
2.1. Limites e continuidade

1 1 1 7. Seja k ≥ 0 . Então, existe n ∈ ℕ tal que n é par e n > k .
h ( 0) = f ( 0) − f   = 0 − f   = − f  
 
2  
2 2 1 n
Logo, f   = ( −1) × n = n > k .
1 1 1 1  
n
h   = f   − f (1) = f   − 0 = f  
2 2 2 2 Se n é par então n + 1 é ímpar pelo que:
1  1  n +1
h (0) × h   ≤ 0 f  = ( −1) × ( n + 1) = − ( n + 1) < k
2  n +1
Pelo Teorema de Bolzano-Cauchy, atendendo a que f é
1  1
• Se h ( 0 ) × h   = 0 , então ∃x ∈ 0,  : h ( x ) = 0  1 1  1  1
2  2 contínua em  ,  e que f  <k < f   ,
 n + 1 n   n + 1  n
1
sendo x = 0 ou x = . podemos concluir que a equação f ( x ) = k tem pelo
2
 
1 menos uma solução em qualquer intervalo do tipo
• Se h ( 0 ) × h   < 0 , então, pelo corolário do Teorema  1 1
2  n + 1 , n  , com n ∈ ℕ e n par.
 1
de Bolzano-Cauchy, ∃x ∈  0,  : h ( x ) = 0 . De forma análoga se pode concluir que se k < 0 e n um
 2
número natural ímpar tal que −n < k , a equação
Em qualquer dos casos, podemos concluir que:
f ( x ) = k tem pelo menos uma solução em qualquer
 1  1
∃x ∈ 0,  : f ( x ) = f  x +  .
 2  2  1 1
intervalo do tipo  , .
 n + 1 n 
Avaliação 1 Portanto, a equação f ( x ) = k tem uma infinidade de
Pág. 24
soluções.
1. lim un = − ∞ ; vn > −un , ∀n ∈ ℕ
lim ( −un ) = − ( − ∞ ) = + ∞
Se lim ( −un ) = + ∞ e vn > −un , ∀n ∈ ℕ , então
lim vn = + ∞ .
Resposta: (A)
2. un = − n + cos n ; cos n ≤ 1 ⇔ − n + cos n ≤ −n + 1
lim ( −n + 1) = − ∞
Como −n + cos n ≤ − n + 1 , ∀n ∈ ℕ e lim ( −n + 1) = + ∞ ,
então lim un = lim ( −n + cos n ) = − ∞ .
Resposta: (A)
Resposta: (B) Pág. 25
3. un ≤ wn ≤ vn , para n > 100 e lim un = lim vn = 1 8. Seja h a função definida por h ( x ) = f ( x ) − x .
Pelo teorema das sucessões enquadradas: lim wn = 1 h é contínua em [0, 1] por ser a diferença de duas funções
Resposta: (C) contínuas nesse intervalo.
4. f ( x ) = x3 + x 2 + 1 h ( 0 ) = f ( 0 ) − 0 = f ( 0 ) ≥ 0 porque f ( 0 ) ∈ [0, 1] .
f é contínua em ℝ por se tratar de uma função polinomial. h (1) = f (1) − 1 ≤ 0 porque f (1) ∈ [0, 1] .
3 2
f ( −2 ) = ( −2 ) + ( −2 ) + 1 = −3
h ( 0 ) × h (1) ≤ 0
3 2
f ( −1) = ( −1) + ( −1) + 1 = 1 • Se h ( 0 ) × h (1) = 0 , então ∃α ∈ [0, 1] : h (α ) = 0
f ( −2 ) × f ( −1) < 0 sendo α = 0 ou α = 1 .
Pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy, • Se h ( 0 ) × h (1) < 0 , então pelo corolário do Teorema
∃c ∈ ]−2, − 1[ : f ( c ) = 0 de Bolzano-Cauchy, ∃α ∈ ]0, 1[ : h (α ) = 0 .
Resposta: (A) Em qualquer dos casos, podemos concluir que:
5. 3 ∈ [ 2, 10] ; 4 ∈ [ 2, 10] ∃α ∈ [ 0, 1] : h (α ) = 0 ⇔ ∃α ∈ [ 0, 1] : f (α ) = α
Como a função f é decrescente no intervalo [2, 10] , 9. O gráfico de f é do tipo:
f ( 3) ≥ f ( 4 )
Resposta: (D)
6. Se f ( a ) × f ( b ) > 0 , então f ( a ) e f ( b ) são ambos
positivos ou ambos negativos.
Como a função f é monótona e f ( a ) e f ( b ) têm o
mesmo sinal, então f ( a ) ≤ f ( x ) ≤ f ( b ) ou
f ( b ) ≤ f ( x ) ≤ f ( a ) , ∀ ∈ [ a , b] pelo que
f ( x ) ≠ 0 , ∀x ∈ [ a , b ] . Atendendo ao Teorema de Bolzano-Cauchy e à monotonia
Resposta: (D) da função f :
9.1. a equação f ( x ) = 3 tem três soluções;
2.1. Limites e continuidade

9.2. a equação f ( x ) = 0 tem duas soluções; 14.2. ∀x ∈ ℝ + , g ( x ) > f ( x )


9.3. a equação f ( x ) = −2 tem uma solução. Como lim f ( x ) = + ∞ , então lim g ( x ) = + ∞ .
x →+ ∞ x →+ ∞
sin x
10. f ( x) = 1 + ; D f = ℝ \ {0} . Seja x ∈ ℝ + . 14.3. ∀x ∈ ℝ , h ( x ) < f ( x )

x
1 sin x 1 Como lim f ( x ) = − ∞ , então lim h ( x ) = − ∞ .
−1 ≤ sin x ≤ 1 ⇔ − ≤ ≤ ⇔ x →− ∞ x →− ∞
x x x
sin ( 2 x )
1 sin x 1 1 1 15.1. f ( x ) = ; D f = ℝ \ {−1, 0}
⇔1− ≤1+ ≤ 1 + ⇔ 1 − ≤ f ( x) ≤ 1 + x2 + x
x x x x x
g ( x) ≤ f ( x) ≤ h ( x)
 1 1
lim  1 −  = 1 − =1− 0 =1
x →+ ∞
 x +∞ x >1 1 sin ( 2 x ) 1
−1 ≤ sin ( 2 x ) ≤ 1 ⇔ − ≤ 2 ≤ 2 Se x > 1, x 2 + x > 0.
x2 + x x +x x +x
 1 1
lim 1 +  = 1 + =1+ 0 =1 1 1

x →+ ∞ x +∞ Por exemplo: g ( x ) = − e h ( x) = 2
x2 + x x +x
Pelo teorema das funções enquadradas: lim f ( x ) = 1
x →+ ∞ 15.2. Como lim g ( x ) = 0 , lim h ( x ) = 0 e
x →+ ∞ x →+ ∞
11. lim un = + ∞ ; vn ≤ 1 − un
g ( x ) ≤ f ( x ) ≤ h ( x ) , ∀x ∈ ]1, + ∞[ , pelo teorema das
lim (1 − un ) = 1 − ( + ∞ ) = − ∞
funções enquadradas: lim f ( x ) = 0 .
Como vn ≤ 1 − un , para n ≥ 100 e lim (1 − un ) = − ∞ , então x →+ ∞

lim vn = − ∞ . 16. Seja f a função definida por f ( x ) = x3 + 2 x 2 − x − 4 .

12. lim an = − ∞ ; bn ≥ 2 − 3an f é uma função polinomial. Logo, é contínua em ℝ e em


particular em [1, 2].
lim ( 2 − 3an ) = 2 − 3 × ( − ∞ ) = + ∞
f (1) = 13 + 2 × 12 − 1 − 4 = −2
Como bn ≥ 2 − 3an e lim ( 2 − 3an ) = + ∞ , lim bn = + ∞ .
f ( 2 ) = 23 + 2 × 2 2 − 2 − 4 = 10
sin ( n + 1)
2

13.1. un = . Para qualquer n ∈ ℕ : f (1) × f ( 2 ) < 0


n +1
Como f é contínua em [1, 2] e f (1) × f ( 2 ) < 0 , podemos
sin 2 ( n + 1) 1
0 ≤ sin 2 ( n + 1) ≤ 1 ⇔ 0 ≤ ≤ concluir, pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy,
n +1 n +1
que f tem pelo menos um zero no intervalo ]1, 2[. Logo,
1 1
lim 0 = 0 e lim = =0 tem pelo menos um zero no intervalo [1, 2] , isto é, a
n +1 +∞
equação x 3 + 2 x 2 − x − 4 = 0 tem pelo menos uma solução
Pelo teorema das sucessões enquadradas: lim un = 0
nesse intervalo.
cos ( πn ) 17. A função f é contínua em ℝ por se tratar de uma função
13.2. un = . Para n ∈ ℕ :
n +1  1
polinomial. Logo, é contínua em  −2, −  .
1 cos ( nπ ) 1  2
−1 ≤ cos ( πn ) ≤ 1 ⇔ − ≤ ≤
n +1 n +1 n +1 Pelo Teorema de Weierstrass, f admite, no intervalo
 1   1   1
lim  −  = 0 e lim  =0  −2, − 2  , um máximo e um mínimo absolutos.
 n + 1   n +1  
Pelo teorema de sucessões enquadradas: lim un = 0 f ′ ( x ) = 0 ⇔ 3x 2 + 2 x − 1 = 0 ⇔
n
1 n n −2 ± 2 2 − 4 × 3 × ( −1)
13.3. un = ∑ ; ≤ un ≤ , ∀n ∈ ℕ ⇔x= ⇔ x = −1 ∨ x =
1
2 2 2
k =1 n +k n +n n +1 2×3 3
n n2 n2 n2 x –2 –1 −
1
lim = lim 2
= lim 2 = lim =1 2
n +n 2 n +n n +n n2
f' + + 0 – –
n n2 13
lim = lim 2 =1 f –1 ↗ 2 ↘
n2 + 1 n +1 8
3 2
Pelo teorema das sucessões enquadradas: lim un = 1 f ( −2 ) = ( −2 ) + ( −2 ) − ( −2 ) + 1 = −1
x2 + 1 3 2
f ( −1) = ( −1) + ( −1) − ( −1) + 1 = 2
14.1. f ( x ) = ; D f = ℝ \ {−2}
x+2 3 2
∞  1  1  1  1 13
  f  −  =  −  +  −  −  −  +1 =
x2 + 1 ∞ x2  2  2  2  2 8
lim f ( x ) = lim = lim = lim x = − ∞
x →− ∞ x →−∞ x + 2 x →− ∞ x x →− ∞
f ( −1) = 2 e f ( −2 ) = −1 são, respetivamente o máximo e
∞
 
x2 + 1 ∞ x2  1
lim f ( x ) = lim = lim = lim x = + ∞ o mínimo absolutos de f em  −2, −  .
x →+ ∞ x →+ ∞ x+2 x →+ ∞ x x →+ ∞  2
2.2. Derivadas

Atividade inicial 2 x2 − 1 − x2
Pág.26 x2 − 1 = − 1
=
x2 + 4x
1.1. f ( x) = ; D f = ℝ \ {−1} x −1
2
( x − 1) x 2 − 1
2

( x + 1)
2

x −1
1.5. f ( x) =
( x + 4 x )′ ( x + 1)2 − ( x 2 + 4 x ) ( x + 1)2 ′ ( x + 1)
3
2

f ′( x) = =
( x − 1)′ ( x + 1) − ( x − 1) ( x + 1) ′
2
( x + 1) 2  3 3

  f ′( x) =  =
2
( 2 x + 4 )( x + 1) − ( x 2 + 4 x ) × 2 × ( x + 1) ( x + 1)3 
2

= =  
( x + 1)
4
( x + 1) − ( x − 1) × 3 × ( x + 1)
3 2

= =
( x + 1) ( 2 x + 4 )( x + 1) − 2 ( x 2 + 4 x )  ( x + 1)
6

= =
( x + 1) ( x + 1) ( x + 1) − ( x − 1) × 3
4 2

= =
( 2 x + 4 )( x + 1) − 2 ( x 2 + 4 x ) ( x + 1)
6

= =
( x + 1) x + 1 − ( x − 1) × 3 x + 1 − 3 x + 3 −2 x + 4
3

= = =
( x + 1) ( x + 1) ( x + 1)
4 4 4
2x2 + 2x + 4x + 4 − 2x2 − 8x −2 x + 4
= =
( x − 1) ( x + 1)
3 3
4 ′
( −2 x + 4 )′ ( x + 1) − ( −2 x + 4 ) ( x + 1) 
4

1.2. m = f ′ ( 0) = 4 e b = f (0) = 0 f ′′ ( x ) =   =
2
( x + 1) 
4
y = 4x  
2.1. g ( x ) = x 3 − x 2 ; Dg = ℝ −2 ( x + 1) − ( −2 x + 4 ) × 4 × ( x + 1)
4 3

= =
g ′ ( x ) = 3 x 2 − 2 x ; Dg ′ = ℝ ( x + 1)
8

h: ℝ → ℝ ( x + 1) − 2 ( x + 1) − ( −2 x + 4 ) × 4  =
3

x 13 x 2 − 2 x =
( x + 1)
8

2.2. h′ ( x ) = 6 x − 2 ; Dh′ = ℝ
−2 ( x + 1) − ( −2 x + 4 ) × 4
i: ℝ →ℝ = =
( x + 1)
5

x 16 x − 2
−2 x − 2 + 8 x − 16 6 x − 18 6 ( x − 3)
= = =
( x + 1) ( x + 1) ( x + 1)
5 5 5
Pág. 27
1.1. f ′ ( x ) = 6 x 2 − 2 x + 2 ; f ′′ ( x ) = 12 x − 2 1.6. f ( x ) = 4 ( x − 1) x − 1 = ( 4 x − 4 ) x − 1
1 − ( −1) × 2 x 2 ′
1.2. f ′( x) = −
x2
; f ′′ ( x ) =
x4
= 3
x
f ′ ( x ) = ( 4 x − 4 )′ x − 1 + ( 4 x − 4 ) ( )
x −1 =

(1 − 2 x )′ ( x + 1) − (1 − 2 x )( x + 1)′ = 4 x − 1 + ( 4x − 4) ×
1
=
1.3. f ′( x) = = 2 x −1
( x + 1)
2

4x − 4 2x − 2
−2 ( x + 1) − (1 − 2 x ) −2 x − 2 − 1 + 2 x = 4 x −1 + = 4 x −1 + =
3 2 x −1 x −1
= = =−
( x + 1) ( x + 1) ( x + 1)
2 2 2
4 ( x − 1) + 2 x − 2 6x − 6
= =
′ x −1 x −1
( −3)′ ( x + 1) − ( −3) ( x + 1)  3 × 2 × ( x + 1)
2 2

f ′′ ( x ) =
( x + 1)2 
2
=
( x + 1)
4
=
f ′′ ( x ) =
( 6 x − 6 )′ x − 1 − ( 6x − 6) ( x −1 )′ =
 
( )
2

6 x −1
=
( x + 1) 6x − 6
3
1
6 x − 1 − (6x − 6) × 6 x −1 −
2 x −1 = 2 x −1
1.4. f ( x ) = x2 − 1 =
x −1 x −1
( x − 1)′
2 3x − 3 6 ( x − 1) − ( 3 x − 3)
f ′( x) = =
2x
=
x 6 x −1 −
= x −1 = x −1 =
2 x −1 2
2 x −1 2
x −1
2
x −1 x −1

f ′′ ( x ) =
x′ x 2 − 1 − x × ( x2 − 1 )′ = =
6 x − 6 − 3x + 3
=
3x − 3
( x − 1) x − 1 ( x − 1) x − 1
=

( )
2
x2 − 1
3 ( x − 1) 3
= =
x2 − 1 − x ×
2x
x2 − 1 −
x 2
( x − 1) x − 1 x −1

= 2 x2 − 1 = x2 − 1 =
x −1
2
x2 − 1 Pág. 30
2.1. f ( x ) = 3 x 2 − x3 ; D f = ℝ ; f ′ ( x ) = 6 x − 3 x 2 ; D f ′ = ℝ

12
2.2. Derivadas

f ′′ ( x ) = 6 − 6 x ; D f ′′ = ℝ O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em


 1 1 
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 6 − 6 x = 0 ⇔ x = 1  − ∞, 2  e voltada para baixo em  2 , + ∞  .
   
x −∞ 1 +∞
f" + 0 – Pág. 32
f ∪ ∩
4
O gráfico de f tem concavidade voltada para cima em 3.1. f ( x ) = + 6x2 − 9x4 ; D f = ℝ
9
]− ∞, 1[ e voltada para baixo em ]1, + ∞[ . f ′ ( x ) = 12 x − 36 x3 ; D f ′ = ℝ
2.2. f ( x ) = 3 x 5 + 10 x 3 + 15 x ; D f = ℝ
f ′′ ( x ) = 12 − 108 x 2 ; D f ′′ = ℝ
f ′ ( x ) = 15 x + 30 x + 15 ; D f ′ = ℝ
4 2
1 1 1
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 12 − 108 x 2 = 0 ⇔ x 2 = ⇔ x=− ∨x=
f ′′ ( x ) = 60 x 3 + 60 x ; D f ′′ = ℝ 9 3 3
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 60 x3 + 60 x = 0 ⇔ 60 x ( x 2 + 1) = 0 ⇔ x −∞ −
1 1 +∞
3 3
⇔ 60 x = 0 ∨ x + 1 = 0 ⇔ x = 0
2
f" – 0 + 0 –
x −∞ 0 +∞ f ∩ 1 ∪ 1 ∩
f ′′ – 0 + P.I. P.I.
2 4
f ∩ ∪  1 4  1  1
f −  = + 6×−  − 9×−  =1
O gráfico de f tem concavidade voltada para baixo em  3 9  3  3
]− ∞, 0[ e voltada para cima em ]0, + ∞[ . 1 4 1
f   = + 6×  − 9×  =1
2
1
4

2.3. f ( x ) = x 4 − 6 x 3 + 12 x 2 − x ; D f = ℝ 3 9 3  3


O gráfico de f tem concavidade voltada para baixo em
f ′ ( x ) = 4 x3 − 18 x 2 + 24 x − 1 ; D f ′ = ℝ
 1 1 
f ′′ ( x ) = 12 x 2 − 36 x + 24 ; D f ′′ = ℝ  − ∞, − 3  e em  3 , + ∞  e voltada para cima em
   
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 12 x 2 − 36 x + 24 = 0 ⇔ x 2 − 3x + 2 = 0 ⇔  1 1  1  1 
 − 3 , 3  . Os pontos  − 3 , 1 e  3 , 1 são pontos de
     
− ( −3) ± ( −3)
2
− 4 ×1× 2
⇔x= ⇔ inflexão do gráfico de f.
2 ×1 3.2. f ( x ) = x 3 − 2 x 2 + x ; D f = ℝ
⇔ x = 1∨ x = 2
−∞ +∞ f ′ ( x ) = 3x 2 − 4 x + 1 ; D f ′ = ℝ
x 1 2
f" + 0 – 0 + f ′′ ( x ) = 6 x − 4 ; D f ′′ = ℝ
f ∪ ∩ ∪ 2
O gráfico de f tem concavidade voltada para cima em f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 6 x − 4 = 0 ⇔ x =
3
]− ∞, 1[ e em ]2, + ∞[ e voltada para baixo em ]1, 2[ . 2
x −∞ +∞
x4 x 3
2.4. f ( x ) = + 2x2 + ; D f = ℝ
6 2 f" – 0 +
4 1 2
f ′ ( x ) = x3 + 4 x + ; D f ′ = ℝ f ∩ ∪
27
6 2
P.I.
12 2
f ′′ ( x ) = x + 4 = 2 x 2 + 4 > 0 , ∀x ∈ ℝ; D f ′′ = ℝ  2  2
3
 2 2 2
2

6 f   =   − 2  + =
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em ℝ.  3  3  3  3 27
x4 O gráfico de f tem concavidade voltada para baixo em
2.5. f ( x ) = 1 − 2 x 2 − ; Df = ℝ
3  2 2 
 − ∞, 3  e voltada para cima em  3 , + ∞  .
4    
f ′ ( x ) = −4 x − x 3 ; D f ′ = ℝ
3 2 2 
O ponto  ,  é um ponto de inflexão do gráfico de f.
f ′′ ( x ) = −4 − 4 x 2 < 0, ∀x ∈ ℝ ; D f ′′ = ℝ  3 27 
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em ℝ. 3x5
3.3. f ( x) = − x 4 + x3 ; D f = ℝ
f ( x ) = 1 − ( 2 x − 1) ; D f = ℝ
3
2.6. 10
f ′ ( x ) = −3 ( 2 x − 1) × 2 = −6 ( 2 x − 1) ; D f ′ = ℝ 15 4
2 2
f ′( x) = x − 4 x3 + 3 x 2 ; D f ′ = ℝ
10
f ′′ ( x ) = −6 × 2 × ( 2 x − 1) × 2 = −24 ( 2 x − 1) = −48 x + 24; D f ′′ = ℝ
3 4
1 f ′( x) = x − 4 x3 + 3x 2
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ −48 x + 24 = 0 ⇔ x = 2
2
f ′′ ( x ) = 6 x3 − 12 x 2 + 6 x ; D f ′′ = ℝ
−∞ 1 +∞
x
2 f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 6 x 3 − 12 x 2 + 6 x = 0 ⇔ x 3 − 2 x 2 + x = 0 ⇔
f" + 0 –
⇔ x ( x 2 − 2 x + 1) = 0 ⇔ x ( x − 1) = 0 ⇔
2
f ∪ ∩
⇔ x = 0 ∨ ( x − 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 1
2

13
2.2. Derivadas

x −∞ 0 1 +∞ −2 x ( x 2 + 1) − 4 x ( − x 2 + 1)
x – 0 + + + = =
(x + 1)
2 4

( x − 1)
2
+ + + 0 +
−2 x 3 − 2 x + 4 x3 − 4 x 2 x3 − 6 x
f" – 0 + 0 + = = ; D f ′′ = ℝ
(x + 1) (x + 1)
3 2 3
2
3
f ∩ 0 ∪ ∪
10
2 x3 − 6 x
P.I. f ′′ ( x ) = 0 ⇔ =0⇔
(x + 1)
2 3
3
f ( 0 ) = 0 ; f (1) =
10
∧ ( x 2 + 1) ≠ 0 ⇔
3
⇔ 2 x3 − 6x = 0
O gráfico de f tem concavidade voltada para baixo em
]− ∞, 0[ e voltada para cima em ]0, + ∞[ . ⇔ x 3 − 3 x = 0 ⇔ x ( x 2 − 3) = 0 ⇔
O ponto (0, 0) é um ponto de inflexão do gráfico de f. ⇔ x = 0 ∨ x2 − 3 = 0 ⇔
Apesar de a segunda derivada ser nula em x = 1 , o
⇔ x =0∨ x = − 3 ∨ x = 3
gráfico de f não tem aí ponto de inflexão dado que a
x −∞ − 3 0 3 +∞
concavidade não muda de sentido nesse ponto.
x – – – 0 + + +
x +1
3.4. f ( x ) = ; D f = ℝ \ {1} x2 − 3 + 0 – – – 0 +
x −1
f" – 0 + 0 – 0 +
( x + 1)′ ( x − 1) − ( x + 1)( x − 1)′ 3 3
f ′( x) = f ∩ − ∪ 0 ∩ ∪
( x − 1)
2
4 4
P.I. P.I. P.I.
x −1− x −1 2
f ′( x) = ; D f ′ = ℝ \ {1}
( x − 1)
2
=−
( x − 1)
2
(
f − 3 =− ) 3
=−
3
(− 3)
2
+1 4

( −2 )′ ( x − 1) − ( −2 ) × ( x − 12 )′
2
f ( 0) = 0
f ′′ ( x ) = =
( x − 1)
4

2 × 2 × ( x − 1)
f ( 3) = 3
=
3
( 3)
2
4 +1 4
= = ; D f ′′ = ℝ \ {1}
( x − 1) ( x − 1)
4 3

O gráfico de f tem concavidade voltada para baixo em


x −∞ 1 +∞
 − ∞, − 3  e em  0, 3  e voltada para cima em
f" – +   
f ∩ ∪
 − 3, 0  e em  3, + ∞  .
O gráfico de f tem concavidade voltada para baixo em    
]− ∞, 1[ e voltada para cima em ]1, + ∞[ .  3  3
O gráfico de f não tem pontos de inflexão.
Os pontos  − 3, −
4  , ( 0, 0 ) e  3, 4  são
   
x
3.5. f ( x ) = 2 ; Df = ℝ pontos de inflexão do gráfico de f.
x +1 Pág. 33
D f = { x ∈ ℝ : x + 1 ≥ 0} = [ −1, + ∞[
x ′ ( x + 1) − x ( x + 1)′
3.6.
x2 + 1 − x (2x )
2 2

f ′( x) = = =
(x + 1) (x + 1) ′ ( x + 1)′
2 2

( ) 1
2 2
• f ′( x) = x +1 = =
2 x +1 2 x +1
x2 + 1 − 2 x2 − x2 + 1
= = ; Df ′ = ℝ ′ −2 × 1
(x + 1) (x + 1) ( )
2 2
 1 ′ − 2 x + 1
2 2

• f ′′ ( x ) =  2 x +1 =
 = =
2 ′  2 x +1  2 x +1
2
4 ( x + 1 ) ( )
(−x + 1)′ ( x 2 + 1) − ( − x 2 + 1) ( x 2 + 1) 
2 2

f ′′ ( x ) =   = 1
( x 2 + 1) 2 
2
=− D f ′′ = ]−1, + ∞[
  4 ( x + 1) x + 1
Como f ′′ ( x ) < 0, ∀x ∈ ]−1, + ∞[ , o gráfico de f tem a
−2 x ( x 2 + 1) − ( − x 2 + 1) × 2 ( x 2 + 1) × 2 x
2

= = concavidade voltada para baixo em todo o domínio e,


(x + 1)
2 4
como tal, não tem pontos de inflexão.

−2 x ( x 2 + 1) − 4 x ( − x 2 + 1)( x 2 + 1)
2
3.7. f ( x ) = 1 + x2
= =
( x + 1) 2 4
D f = { x ∈ ℝ : 1 + x 2 ≥ 0} = ℝ

1 + x2 ′
( x + 1)  −2 x ( x + 1) − 4 x ( − x
)′ = 2( 1 + x)
2 2 2
+ 1) 
=
( x + 1) 2
4
= • f ′( x) = ( 1 + x2
2
=
2 1+ x
2x
2
=
x
1 + x2

14
2.2. Derivadas

Conclusão: f admite um máximo relativo igual a 12 para


 x
• f ′′ ( x ) = 

′ ( x ) 1 + x − x 1 + x
2 2 ′
( ) x = −3 e um mínimo relativo igual a – 15 para x = 0 .
 = =
( ) f ( x ) = 12 x 2 − 4 x 3 − 3 x 4
2
 1+ x
2
 1 + x2 4.2.
f ′ ( x ) = 24 x − 12 x 2 − 12 x3

1× 1 + x 2 − x ×
(1 + x )′ 2
2 (1 + x ) − x × 2 x
2
f ′′ ( x ) = 24 − 24 x − 36 x 2
= 2 1+ x = 2
2 1+ x 2
D f ′′ = D f ′ = D f = ℝ
1 + x2 1 + x2
Logo, f é duas vezes diferenciável em ℝ.
2 + 2 x − 2 x2
2
1
= = • Zeros da primeira derivada (ponto críticos de f ):
2 (1 + x 2 ) 1 + x 2 (1 + x ) 2
1 + x2
f ′ ( x ) = 0 ⇔ 12 x ( 2 − x − x 2 ) = 0 ⇔
D f ′′ = ℝ
⇔ 12 x = 0 ∨ x 2 + x − 2 = 0 ⇔
Como f ′′ ( x ) > 0, ∀x ∈ ℝ , o gráfico de f tem a
−1 ± 1 + 8
⇔ x = 0∨ x = ⇔
concavidade voltada para cima em todo o domínio e, 2
como tal, não tem pontos de inflexão. ⇔ x = 0 ∨ x = −2 ∨ x = 1
3.8. f ( x ) = x + 1 − x2 Os pontos críticos são – 2, 0 e 1.
• Sinal da segunda derivada nos pontos críticos:
D f = { x ∈ ℝ : 1 − x 2 ≥ 0} = [ −1, 1]
f ′′ ( −2 ) = 24 − 24 ( −2 ) − 36 ( −2 ) = −72 < 0
2

1 − x2 ′
(
• f ′ ( x) = x + 1 − x2 )′ = ( x )′ + 2( 1 − x) 2
= 1−
2 1− x
2x
2
Como f ′′ ( −2 ) < 0 , f tem um máximo local em – 2.
f ′′ ( 0 ) = 24 − 24 × 0 − 36 × 0 = 24 > 0
x
=1− Como f ′′ ( 0 ) > 0 , f tem um mínimo local em 0.
1 − x2
f ( 0 ) = 12 × 02 − 4 × 03 − 3 × 04 = 0

• f ′′ ( x ) =  1 −
x ′
 =−
( x )′ 1 − x 2 − x ( 1− x ) 2 ′
=
f ′′ (1) = 24 × 24 × 1 × 3 × 12 = −36 < 0

( )
2
 1 − x2  1 − x2 Como f ′′ (1) < 0 , f tem máximo local em 1.
f (1) = 12 × 12 − 4 × 13 − 3 × 14 = 5
1× 1 − x2 − x ×
(1 − x )′ 2
2 (1 − x ) − x × ( −2 x )
2
Conclusão: f admite máximos relativos iguais a 32 e a 5
=− 2 1− x = − 2
2 1 − x2 para x = −2 e x = 1 , respetivamente, e um mínimo
1 − x2 1 − x2 relativo igual a 0 para x = 0 .
2 − 2 x + 2x2
2
1 15 x 4
=− = −
f ( x ) = 3 x5 − − 10 x 3
2 (1 − x 2
) 1− x 2
(1 − x ) 2
1− x 2 4.3.
4
D f ′′ = ]−1, 1[ f ′ ( x ) = 15 x 4 − 15 x3 − 30 x 2
Como h′′ ( x ) < 0, ∀x ∈ ]−1, 1[ , o gráfico de f tem a f ′′ ( x ) = 60 x 3 − 45 x 2 − 60 x
concavidade voltada para baixo em todo o domínio e, D f ′′ = D f ′ = D f = ℝ
como tal, não tem pontos de inflexão. Logo, f é duas vezes diferenciável em ℝ.
Pág. 35 • Zeros da primeira derivada (pontos críticos de f):
4.1. f ( x ) = 2 x 3 + 9 x 2 − 15 f ′ ( x ) = 0 ⇔ 15 x 2 ( x 2 − x − 2 ) = 0 ⇔
• f ′ ( x ) = 6 x + 18 x
2
⇔ 15 x 2 = 0 ∨ x 2 − x − 2 = 0 ⇔
• f ′′ ( x ) = 12 x + 18 1± 1+ 8
⇔ x =0∨ x = ⇔
D f ′′ = D f ′ = D f = ℝ 2
Logo, f é duas vezes diferenciável em ℝ. ⇔ x = 0 ∨ x = 2 ∨ x = −1
Os pontos críticos são –1, 0 e 2.
• Zeros da primeira derivada (pontos críticos de f ):
• Sinal da segunda derivada nos pontos críticos:
f ′ ( x ) = 0 ⇔ 6 x 2 + 18 x = 0 ⇔ 6 x ( x + 3) = 0 ⇔
f ′′ ( 0 ) = 60 × 03 − 45 × 02 − 60 × 0 = 0
⇔ 6 x = 0 ∨ x + 3 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −3
Os pontos críticos são −3 e 0 . Como f ′′ ( 0 ) = 0 , a segunda deriva nada nos diz sobre a
• Sinal da segunda derivada nos pontos críticos: existência de extremos no ponto x = 0 .
f ′′ ( −3) = 12 ( −3) + 18 = −18 < 0 No entanto, atendendo ao sinal de f ’ , podemos concluir
que f é estritamente crescente em ]− ∞, − 1] e em
Como f ′′ ( −3) < 0 , f tem um máximo local em – 3.
[ 2,
+ ∞[ e é estritamente decrescente em [ −1, 2] .
f ( −3) = 12
x −∞ –1 0 2 +∞
f ′′ ( 0 ) = 12 × 0 + 18 = 18 > 0 f' + 0 – 0 – 0 +
Como f ′′ ( 0 ) > 0 , f tem um mínimo local em 0. f ↗
13
↘ 0 ↘ – 44 ↗
4
f ( 0 ) = −15 Máx. Mín.

15
2.2. Derivadas

( x )′ ( x + 1) − x ( x + 1)′ = 2 x ( x + 1) − x
15 13
f ( −1) = 3 ( −1) − ( −1) − 10 ( −1) =
5 4 3 2 2 2
×1
4 4 f ′( x) = =
( x + 1) ( x + 1)
2 2
15
f ( 0 ) = 3 × 0 − × 04 − 10 × 0 = 0
5

4 x2 + 2 x
=
( x + 1)
2
15
f ( 2 ) = 3 × 25 − × 2 4 − 10 × 23 = −44
4
13  x 2 + 2 x ′
Conclusão: f admite um máximo relativo igual a para f ′′ ( x ) =   =
4  ( x + 1) 2 
 
x = −1 e um mínimo relativo igual a – 44 para x = 2 .
2 ′
(x + 2 x )′ ( x + 1) − ( x 2 + 2 x ) ( x + 1) 
2 2
x
4.4. f ( x) = 2 =   =
x +4 2
( x + 1) 
2
 
( x )′ ( x 2 + 4 ) − x ( x 2 + 4 )′ x2 + 4 − x ( 2x )
f ′( x) = = = − ( x 2 + 2 x ) × 2 ( x + 1)( x + 1)′
( 2 x + 2 )( x + 1)
2

(x + 4) (x + 4)
2 2
2 2
= =
( x + 1)
4

4− x 2
=
(x 2
+ 4)
2
( x + 1) ( 2 x + 2 )( x + 1) − 2 ( x 2 + 2 x ) 
= =
( x + 1)
3

 ′
 4 − x2  2 x2 + 4 x + 2 − 2 x2 − 4 x
f ′′ ( x ) = = = =
2
 x2 + 4 2 
( ) ( x + 1) ( x + 1)
3 3

2 ′ D f ′′ = D f ′ = D f = ℝ \ {−1}
( 4 − x )′ ( x + 4 ) − ( 4 − x 2 ) ( x 2 + 4 ) 
2 2 2

=  
= • Zeros da primeira derivada (pontos críticos de f ):
2
( x 2 + 4 )2  x2 + 2x
  f ′( x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x 2 + 2 x = 0 ∧ x ≠ −1 ⇔
( x + 1)
2

−2 x ( x 2 + 4 ) − ( 4 − x 2 ) × 2 ( x 2 + 4 )′ ( x 2 + 4 )
2
⇔ x ( x + 2 ) = 0 ∧ x ≠ −1 ⇔ x = 0 ∨ x = −2
= =
( x2 + 4)
4
Os pontos críticos são – 2 e 0.
• Sinal da segunda derivada nos pontos críticos:
−2 x 3 − 8 x − 16 x + 4 x 3 2 x3 − 24 x
= = f ′′ ( −2 ) =
2
= −2 < 0
(x + 4) (x + 4)
3 2 3
2
( −2 + 1)
3

D f ′′ = D f ′ = D f = ℝ Como f ′′ ( −2 ) < 0 , f tem um máximo local em – 2.


Logo, f é duas vezes diferenciável em ℝ.
( −2 )
2

• Zeros da primeira derivada (pontos críticos de f ): f ( −2 ) = = −4


−2 + 1
−x + 4 2
f ′( x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ − x2 + 4 = 0 ⇔ x2 = 4 ⇔ 2
f ′′ ( 0 ) = =2>0
( x2 + 4)
2

( 0 + 1)
3

⇔ x = −2 ∨ x = 2 Como f ′′ ( 0 ) > 0 , f tem um mínimo local em 0.


Os pontos críticos são – 2 e 2.
2
0
• Sinal da segunda derivada nos pontos críticos: f ( 0) = =0
0 +1
2 ( −2 ) − 24 ( −2 )
3
1
f ′′ ( −2 ) = = >0 Conclusão: f admite um máximo relativo igual a – 4 para
( ( −2) )
3
2
+4 16 x = −2 e um mínimo relativo igual a 0 para x = 0 .

Como f ′′ ( −2 ) > 0 , f tem um mínimo local em – 2. 4.6. f ′ ( x ) = ( x )′ x + 1 + x x + 1 = x + 1 + x( 1
2 x +1
= )
−2 1
f ( −2 ) = =− 2 ( x + 1) + x 3 x + 2
( −2 )
2
+4 4 = =
2 x +1 2 x +1
2 × 23 − 24 × 2 1
f ′′ ( 2 ) = =− <0  3x + 2 ′
(2 2
+ 4)
3
16 f ′′ ( x ) =   =
 2 x +1 
Como f ′′ ( 2 ) < 0 , f tem um máximo local em 2.
2 1 =
( 3x + 2 )′ × 2 x + 1 − ( 3x + 2 ) × 2 x + 1 ( )′ =
f ( 2) = 2 =
(2 )
2
2 +4 4 x +1
1
Conclusão: f admite um mínimo relativo igual a − para
4
2 ( x + 1)′
x = −2 e um máximo relativo igual a
1
para x = 2 . 3 × 2 x + 1 − ( 3x + 2 ) ×
2 x +1 = 3x + 4
4 =
4 ( x + 1) 4 ( x + 1) x + 1
x2
4.5. f ( x) =
x +1 D f = [ −1, + ∞[ ; D f ′′ = D f ′ = ]−1, + ∞[

16
2.2. Derivadas

• Zeros da primeira derivada (ponto críticos de f ): 5.4. A velocidade do ponto em função do tempo t , em
3x + 2 segundos, é dada por x ′ ( t ) = 8t + 16 .
f ′( x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 3 x + 2 = 0 ∧ x > −1 ⇔
2 x +1
Como x′ ( t ) é estritamente crescente, o seu valor máximo
2
⇔x=− no intervalo [ 0, 5] é x′ ( 5 ) = 8 × 5 + 16 = 56 .
3
2 A aceleração do ponto, em função do tempo t , em
O ponto crítico de f é − .
3
segundos, é dada por x′′ ( t ) = ( 8t + 16 )′ = 8 .
• Sinal da segunda derivada no ponto crítico:
A aceleração é constante e igual a 8 m/s2.
 2
3×  −  + 4 A velocidade máxima atingida pelo ponto foi de 56 m/s no
 2  3 3 3
f ′′  −  = = >0 instante t = 5 e a aceleração neste instante foi de 8 m/s2.
 3  2  2 2
4  − + 1 − + 1
 3  3
Pág. 38
 2 2
Como f ′′  −  > 0 , f tem um mínimo local em − . 6. p ( t ) = t 3 − 6t 2
 3 3
6.1. p (1) = 13 − 6 × 12 = −5
 2 2 2 −2 2 3
f −  = − − +1 = =− p ( 4 ) = 43 − 6 × 42 = −32
 3 3 3 3 3 9
Atendendo ao sinal de f ' podemos concluir que f é p ( 4 ) − p (1)
Velocidade média em [1, 4] = =
 2 4 −1
estritamente decrescente em  −1, −  e estritamente
 3 −32 + 5
= = −9
 2  3
crescente em  − , + ∞  .
 3  No intervalo [1, 4], a partícula move-se no sentido
2 negativo a uma velocidade média de 9 m/s.
x –1 − +∞
3 6.2. p′ ( t ) = 3t 2 − 12t
f' – 0 + p′ (1) = 3 × 12 − 12 × 1 = −9
2 3
f 0 ↘ −
9
↗ p′ ( 4 ) = 3 × 4 2 − 12 × 4 = 0
Máx. Mín. p ′ ( 4 ) − p ′ (1)
f ( −1) = −1 −1 + 1 = 0 Aceleração média em [1, 4] = =
4 −1
Logo, f admite um máximo relativo igual a 0 para x = 1. 0 − ( −9 )
Conclusão: f admite um máximo relativo igual a 0 para = =3
3
x = −1 e um mínimo relativo igual a −
2 3 2
para x = − . A aceleração média da partícula no intervalo [1, 4] é
3 3
de 3 m/s2 .
Pág. 37
6.3. p ( t ) = 0 ⇔ t 3 − 6t 2 = 0 ⇔ t 2 ( t − 6 ) = 0 ⇔ t = 0 ∨ t = 6
5. x ( t ) = 4t 2 + 16t − 9
p′′ ( t ) = 6t − 12
5.1. x ( 0 ) = 4 × 02 + 16 × 0 − 9 = −9
p′′ ( 0 ) = 6 × 0 − 12 = −12 ; p′′ ( 6 ) = 6 × 6 − 12 = 24
x ( 2 ) = 4 × 22 + 16 × 2 − 9 = 39
A partícula passa na origem nos instantes t = 0 e t = 6
x ( 0 ) = −9 e x ( 2 ) = 39 com aceleração de – 12 m/s2 e 24 m/s2, respetivamente.
7. h ( t ) = −4,9t 2 + 39, 2t + 44,1
x ( 2) − x ( 0)
5.2. Velocidade média em [ 0, 2] = =
2−0 7.1. h′ ( t ) = −9,8t + 39, 2
39 − ( −9 ) h′ ( t ) = 0 ⇔ −9,8t + 39, 2 = 0 ⇔ t = 4
= = 24
2 h′′ ( t ) = −9,8
A velocidade média do ponto entre os instantes t = 0 e h′′ ( 4 ) = −9,8 < 0
t = 2 é igual a 24 m/s.
h ( t ) tem um máximo em t = 4
−16 ± 256 + 144
5.3. x ( t ) = 0 ⇔ 4t 2 + 16t − 9 = 0 ⇔ t = ⇔ h ( 4 ) = −4,9 × 4 2 + 39, 2 × 4 + 44,1 = 122,5
2× 4
A altura máxima atingida pelo corpo foi 122,5 m.
9 1 t ≥0 1
⇔ t = − ∨ t = ⇔t = 7.2. h ( 0 ) = −4,9 × 02 + 39, 2 × 0 + 44,1 = 44,1
2 2 2
x′ ( t ) = 8t + 16 h ( 4 ) = 122,5
h ( 4) − h (0)
1 1
x′   = 8 × + 16 = 20 Velocidade média em [ 0, 4] = =
4−0
2 2
122,5 − 44,1 78, 4
1 = = = 19,6
O ponto passa na origem no instante t = s com uma 4 4
2 A velocidade média na subida foi de 19,6 m/s.
velocidade de 20 m/s.

17
2.2. Derivadas

7.3. h ( t ) = 0 ⇔ −4,9t 2 + 39, 2t + 44,1 = 0 • Gráfico e contradomínio:

−39, 2 ± 1536,64 + 864,36


⇔t = ⇔
2 × ( −4,9 )
t ≥0
⇔ t = −1 ∨ t = 9 ⇔ t = 9
h′ ( 9 ) = −9,8 × 9 + 39, 2 = −49
−49 × 3600
= −176, 4
1000 D′f = ]− ∞, 1]
h′′ ( 9 ) = −9,8
−9,8 × 3600 Pág. 40
= −35, 28
1000 8.2. f ( x ) = x 4 − 12 x 2
No instante em que atinge o solo, o corpo tem uma • Domínio e continuidade: D f = ℝ e f é contínua
velocidade de – 176,4 km/h e uma aceleração de • Zeros:
−35,28 km/h 2 .
f ( x ) = 0 ⇔ x 4 − 12 x 2 = 0 ⇔ x 2 ( x 2 − 12 ) = 0 ⇔
Pág. 39
⇔ x 2 = 0 ∨ x 2 = 12 ⇔
8.1. f ( x ) = 4 x3 − 3 x 4
⇔ x = 0 ∨ x = −2 3 ∨ x = 2 3
• Domínio e continuidade:
• Monotonia e extremos:
D f = ℝ e f é contínua
f ′ ( x ) = 4 x3 − 24 x
• Zeros:
f ′ ( x ) = 0 ⇔ 4 x ( x 2 − 6) = 0 ⇔ 4x = 0 ∨ x2 = 6 ⇔
f ( x ) = 0 ⇔ 4 x3 − 3x 4 = 0 ⇔ x3 ( 4 − 3x ) = 0 ⇔
4 ⇔ x =0∨ x = − 6 ∨ x = 6
⇔ x =0∨ x =
3 x −∞ − 6 0 6 +∞
• Monotonia e extremos: f' – 0 + 0 – 0 +
f ′ ( x ) = 12 x 2 − 12 x3 f ↘ – 36 ↗ 0 ↘ – 36 ↗
Mín. Máx Mín.
f ′ ( x ) = 0 ⇔ 12 x 2 (1 − x ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 1
( ) ( ) ( )
4 2
f − 6 = − 6 − 12 − 6 = −36
x −∞ 0 1 +∞
f' + 0 + 0 – f ( 0 ) = 0 − 12 × 0 = 0
4

f ↗ 0 ↗ 1 ↘
( 6) =
4 2

Máx.
f 6 − 12 × 6 = −36
f ( 0) = 0 f é estritamente crescente em  − 6, 0  e em
f (1) = 4 × 1 − 3 − 1 = 1
3 4

 − 6, + ∞  e estritamente decrescente em
f é estritamente crescente em ]− ∞, 1] e estritamente  
 − ∞, − 6  e em 0, 6  .
decrescente em [1, + ∞[ .    
Tem um máximo relativo (e absoluto) igual a 1 para Tem mínimo relativo (e absoluto) igual a – 36 em
x =1. x = − 6 e x = 6 e tem máximo relativo igual a 0 em
• Concavidade e pontos de inflexão: x=0.
• Concavidade e pontos de inflexão:
f ′′ ( x ) = (12 x 2 − 12 x 3 )′ = 24 x − 36 x 2
f ′′ ( x ) = ( 4 x 3 − 24 x )′ = 12 x 2 − 24
2
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 12 x ( 2 − 3 x ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x =
3 f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 12 ( x 2 − 2 ) = 0 ⇔ x 2 = 2 ⇔
−∞ 2
x 0 +∞ ⇔ x=− 2∨x= 2
3
f ′′ – 0 + 0 – x −∞ − 2 2 +∞

16 f ′′ + 0 – 0 +
f ∩ 0 ∪ ∩ f ∪ – 20 ∩ – 20 ∪
27
P.I. P.I. P.I. P.I.

( ) ( ) − 12 ( − 2 )
4 2
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em f − 2 = − 2 = −20
]− ∞, 0[ e em  , + ∞  e voltada para cima em
2
f ( 2 ) = 2 − 12 2 = −20
4 2
3 
 2  2 16  O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em
 0, 3  . Os pontos ( 0, 0 ) e  3 , 27  são pontos de
     − ∞, − 2  e em  2, + ∞  e voltada para baixo em
   
inflexão do gráfico de f.
• Assíntotas: f é uma função polinomial pelo que o seu  − 2, 2  .

gráfico não tem assíntotas.

18
2.2. Derivadas

(
Os pontos − 2, − 20 e ) ( )
2, − 20 são pontos de f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 12 x 2 − 12 = 0 ⇔ x 2 = 1 ⇔ x = −1 ∨ x = 1
x −∞ –1 1 +∞
inflexão do gráfico de f.
f′ + 0 – 0 +
• Assíntotas:
f é uma função polinomial pelo que o seu gráfico não 1 1
f ∪ ∩ ∪
tem assíntotas. 2 2
P.I. P.I.
• Gráfico e contradomínio: 2 1
f ( −1) = =
( )
2
−1 + 3 2
2 1
f (1) = =
12 + 3 2
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em
]− ∞, − 1[ e em ]1, + ∞[ e voltada para baixo em
 1  1
]−1, 1[ . Os pontos  −1,  e  1,  são pontos de
 2  2
D′f = [ −36, + ∞[ inflexão do gráfico de f.
• Assíntotas:
Pág. 41 Verticais: O gráfico de f não tem assíntotas verticais
2 dado que é uma função contínua em ℝ.
8.3. f ( x) = 2
x +3 2
Não verticais: lim f ( x ) = =0
• Domínio e continuidade: x →± ∞ +∞
D f = ℝ e f é contínua. A reta de equação y = 0 é uma assíntota ao gráfico de f
• Zeros: em +∞ e em −∞ .
• Gráfico e contradomínio:
2
f ( x) = 0 ⇔ = 0 (Equação impossível em ℝ)
x2 + 3
f não tem zeros
• Monotonia e extremos:

( 2 )′ ( x 2 + 3) − 2 ( x 2 + 3)′ −4 x  2
f ′( x) = = D′f =  0, 
(x + 3) (x + 3)
2 2
2 2
 3
3− x
−4 x 8.4. f ( x) =
f ′( x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ −4 x = 0 ⇔ x = 0 x −1
(x + 3)
2 2
• Domínio e continuidade:
x −∞ 0 +∞ D f = { x ∈ ℝ : x − 1 ≠ 0} = ℝ \ {1}
f' + 0 –
D f = ℝ \ {1} e f é contínua
2
f ↗ ↘ • Zeros:
3
Máx. 3− x
f ( x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 3− x = 0∧ x ≠1⇔ x = 3
f ( 0) = 2
2
=
2 x −1
0 +3 3 • Monotonia e extremos:
f é estritamente crescente em ]− ∞, 0] e estritamente
( 3 − x )′ ( x − 1) − ( 3 − x )( x − 1)′
f ′( x) = =
decrescente em [ 0, + ∞[ . ( x − 1)
2

Tem máximo relativo (e absoluto) igual a


2
em x = 0 . − ( x − 1) − ( 3 − x ) −2
3 = =
( x − 1) ( x − 1)
2 2

• Concavidade e pontos de inflexão:


f ′ ( x ) < 0, ∀x ∈ ℝ \ {1}
 ′
−4 x 
f ′′ ( x ) =  = Logo, f é estritamente decrescente em ]− ∞, 1[ e em
 ( x 2 + 3) 2 
  ]1, + ∞[ e não tem extremos.
2 ′
( −4 x )′ ( x 2 + 3) − ( −4 x )  ( x 2 + 3) 
2 • Concavidade e pontos de inflexão:
  2 ′
= =
 −2 ′ ( −2 )′ ( x − 1) − ( −2 ) ( x − 1) 
2
2
 ( x 2 + 3) 
2
f ′′ ( x ) =   =
   ( x − 1)2  ( x − 1)2 
2
   
−4 ( x 2 + 3) + 4 x × 2 ( x 2 + 3)( x 2 + 3)′
2

= = 0 + 2 × 2 ( x − 1)( x − 1)′ 4 ( x − 1) 4
( x 2 + 3)
4
= = =
( x − 1) ( x − 1) ( x − 1)
4 4 3

(x 2
+ 3)  −4 ( x + 3) + 8 x × 2 x 
2
12 x − 12
2
4
= = f ′′ ( x ) = 0 ⇔ = 0 (Equação impossível em ℝ)
( x + 3) ( x 2 + 3) ( x − 1)
2 4 4 3

19
2.2. Derivadas

x −∞ 1 +∞ f tem um máximo relativo igual a – 4 em x = −1 e um


f" – + mínimo relativo igual a 0 em x = 1 .
f ∩ ∪ • Concavidade e pontos de inflexão:
′ 2 2 ′
 x 2 − 1 ′ ( x − 1) × x − ( x − 1)( x )
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em 2 2

]−∞, 1[ , voltada para cima em ]1, + ∞[ e não tem f ′′ ( x ) =  2  = =


( x2 )
2
pontos de inflexão.  x 
• Assíntotas: 2 x × x 2 − ( x 2 − 1) 2 x x ( 2x2 − 2x2 + 2) 2
3− x 2 = = =
Verticais: lim+ f ( x ) = lim+
4 4
= + = +∞ x x x3
x →1 x →1 x − 1 0 2
3− x 2 f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 3 = 0 (Equação impossível em ℝ)
lim f ( x ) = lim− = − = −∞ x
x →1− x →1 x − 1 0 −∞ +∞
x 0
A reta de equação x = 1 é uma assíntota ao gráfico de f. f" – +
3− x −x f ∩ ∪
Não verticais: lim f ( x ) = lim = lim = −1
x − 1 x →± ∞ x
x →± ∞ x →± ∞ O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em
A reta de equação y = −1 é uma assíntota ao gráfico de f ]− ∞, 0[ e voltada para cima em ]0, + ∞[ e não tem
em +∞ e em −∞ . pontos de inflexão.
• Gráfico e contradomínio: • Assíntotas:
( x − 1)
2
1
Verticais: lim+ f ( x ) = lim+ = = +∞
x→0 x→0 x 0+
( x − 1)
2
1
lim− f ( x ) = lim−
= − = −∞
x→0 x 0
x→0

A reta de equação x = 0 é uma assíntota ao gráfico de f.


Não verticais:
f ( x) ( x − 1)
2
x2 − 2x + 1
m = lim = lim 2
= lim =
x →± ∞ x x →± ∞ x x →± ∞ x2
D′f = ℝ \ {−1} x2
= lim 2 = 1
x →± ∞ x
Pág. 42
( x − 1)  x2 − 2x + 1 
2

8.5. f ( x) = b = lim  f ( x ) − mx  = lim  − x =


x →± ∞ x →± ∞ x
x  
• Domínio e continuidade: x2 − 2x + 1 − x2 −2 x
= lim = lim = −2
D f = ℝ \ {0} e f é contínua x →± ∞ x x →± ∞ x

• Zeros: A reta de equação y = x − 2 é uma assíntota do gráfico

( x − 1)
2 de f quando x → ± ∞ .
f ( x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x −1 = 0 ∧ x ≠ 0 ⇔ x =1
x • Gráfico e contradomínio:
• Monotonia e extremos:

( x − 1) 2 ′ × x − ( x − 1)2 ( x )′
f ′( x) =   =
x2
2 ( x − 1)( x − 1)′ × x − ( x − 1)
2

= =
x2
( x − 1)  2 x − ( x − 1) ( x − 1)( x + 1) x 2 − 1
= = =
x2 x2 x2 D′f = ]− ∞, − 4] ∪ [ 0, + ∞[
( x − 1)( x + 1) x−2
f ′( x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x = 1 ∨ x = −1 8.6. f ( x) =
x2 x2 − 4x
x −∞ –1 0 1 +∞ • Domínio e continuidade:
f' + 0 – – 0 +
D f = {x ∈ ℝ : x 2 − 4 x = 0} = ℝ \ {0, 4} x2 − 4 x = 0 ⇔
f ↗ –4 ↘ ↘ 0 ↗ ⇔ x ( x − 4) = 0 ⇔
Máx. Mín. f é contínua ⇔ x = 0∨ x = 4
( −1 − 1)
2
• Zeros:
f ( −1) = = −4
−1 x−2
f ( x) = 0 ⇔ =0⇔
f (1) = 0 x2 − 4x
⇔ x−2= 0∧ x ≠ 0∧ x ≠ 4⇔
f é estritamente crescente em ]− ∞, − 1] e em [1, + ∞[
⇔ x=2
e estritamente decrescente em [ −1, 0[ e em ]0, 1] .

20
2.2. Derivadas

• Monotonia e extremos: x−2 2


lim f ( x ) = lim+ = = +∞
x 2 − 4 x 0+
( x − 2 )′ ( x − 4 x ) − ( x − 2 ) ( x − 4 x )′
2 2 x → 4+ x →4

f ′( x) = = x−2 2
lim f ( x ) = lim− 2 = − = −∞
(x − 4x)
2
2
x → 4− x→4 x − 4 x 0
x 2 − 4 x − ( x − 2 )( 2 x − 4 ) As retas de equações x = 0 e x = 4 são assíntotas ao
= =
(x − 4x)
gráfico de f.
2
2
Não verticais:
x2 − 4 x − 2 x2 + 4 x + 4 x − 8 − x2 + 4x − 8 x−2 x 1
= = lim f ( x ) = lim 2 = lim 2 = lim = 0
(x − 4x) (x − 4x)
2 2
2 2 x →± ∞ x →± ∞ x − 4 x x →± ∞ x x →± ∞ x

A reta de equação y = 0 é uma assíntota ao gráfico de f


−x2 + 4x − 8
f ′( x) = 0 ⇔ =0⇔ quando x → + ∞ e quando x → − ∞ .
(x − 4x)
2 2

• Gráfico e contradomínio:
⇔ −x2 + 4x − 8 = 0 ∧ x ≠ 0 ∧ x ≠ 4 ⇔
−4 ± 16 − 32
⇔x= ⇔ x ∈∅
−2
x −∞ 0 4 +∞
f' – – –
f ↘ ↘ ↘
f é estritamente decrescente em ]− ∞, 0[ , em ]0, 4[ e
em ]4, + ∞[ e não tem extremos.
• Concavidade e pontos de inflexão: D′f = ℝ
 2 ′
−x + 4x − 8 
f ′′ ( x ) =  = Pág. 43
 x2 − 4x 2 
 ( )  8.7. f ( x) = x − 4 2

′ • Domínio e continuidade:
( − x 2 + 4 x − 8)′ ( x 2 − 4 x ) − ( − x 2 + 4 x − 8) ( x 2 − 4 x ) 
2 2

= 2
= D f = {x ∈ ℝ : x 2 − 4 ≥ 0} = ]− ∞, − 2] ∪ [ 2, + ∞[
( x 2 − 4 x ) 2 
  x2 − 4 = 0 ⇔ x2 = 4
f é contínua. ⇔ x = ±2
( −2 x + 4 ) ( x 2 − 4 x 2 ) − ( − x 2 + 4 x − 8) × 2 ( x 2 − 4 x )( x 2 − 4 x )′
2
• Zeros:
= =
(x − 4x ) f ( x ) = 0 ⇔ x 2 − 4 = 0 ⇒ x 2 − 4 = 0 ⇔ x = −2 ∨ x = 2
2 4

(x 2
− 4 x ) ( −2 x + 4 ) ( x 2 − 4 x ) − 2 ( 2 x − 4 ) ( − x 2 + 4 x − 8 ) 
Verificação:
= =
f ( 2 ) = 22 − 4 = 0
(x − 4x)
2 4

( 2 x − 4 ) ( − x 2 + 4 x + 2 x 2 − 8 x + 16 ) ( 2 x − 4 ) ( x 2 − 4 x + 16 ) f ( −2 ) = ( −2 )
2
−4 =0
= =
(x − 4x) (x − 4x)
Os zeros são –2 e 2.
3 3
2 2

• Monotonia e extremos:
( 2 x − 4 ) ( x 2 − 4 x + 16 )
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ =0⇔ (x 2
− 4 )′ 2x x
( x2 − 4x ) f ′( x) =
3
= =
2 x −4 2 x −4
2
x −42 2

⇔ 2 x − 4 = 0 ∨ x 2 − 4 x + 16 = 0 ∧ x ≠ 0 ∧ x ≠ 4 x
f ′( x) = 0 ⇔ =0⇔
4 ± 16 − 64 x2 − 4
⇔ x =2∨ x = ⇔x=2
2 ⇔ x = 0 ∧ x ∈ ]− ∞, − 2[ ∪ ]2, + ∞[ ⇔ x ∈ ∅
x 0 2 4
f ' não tem zeros
f" – + 0 – +
f ∩ ∪ 0 ∩ ∪ x −∞ –2 2 +∞
P.I. f’ – +
f ( 2) = 0 f ↘ 0 0 ↗
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em Mín. Mín.

]− ∞, 0[ e em ]2, 4[ e voltada para cima em ]0, 2[ e f é estritamente decrescente em ]− ∞, − 2] e

em ]4, + ∞[ . estritamente crescente em [ 2, + ∞[ .


O ponto (2, 0) é um ponto de inflexão do gráfico de f. Tem um mínimo relativo (e absoluto) igual a 0 em
• Assíntotas: x = −2 e em x = 2 .
• Concavidade e pontos de inflexão:
x−2 −2
Verticais: lim+ f ( x ) = lim+ 2 = − = +∞
x →0 x →0 x − 4 x

x−2
0
−2

f ′′ ( x ) = 
x
 =
′ 2
′ ( x ) x − 4 − x x − 4
2
( )′ =
lim f ( x ) = lim− 2 = + = −∞
( )
2
 x −4
2
x → 0− x →0 x − 4 x 0 x2 − 4

21
2.2. Derivadas

(x 2
− 4 )′
1× x 2 − 4 − x Pág. 44
= 2 x2 − 4 = 8.8. f ( x) = x x + 1
x −4
2
• Domínio e continuidade:
2x
x2 − 4 − x × D f = { x ∈ ℝ : x + 1 ≥ 0} = [ −1, + ∞[
= 2 x2 − 4 =
f é contínua
x −4
2

• Zeros:
x2 − 4 − x2 −4
= = f ( x) = 0 ⇔ x x + 1 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x + 1 = 0 ⇔
( x − 4) x − 4 ( x − 4) x2 − 4
2 2 2

⇔ x = 0 ∨ x = −1
f ′′ ( x ) < 0, ∀x ∈ ]− ∞, − 2[ ∪ ]2, + ∞[
Verificação:
O gráfico de f tem a concavidade volta para baixo em
f ( 0 ) = 0 0 + 1 = 0 ; f ( −1) = −1 −1 + 1 = 0
]− ∞, − 2[ e em ]2, + ∞[ e não tem ponto de inflexão.
• Monotonia e extremos:
• Assíntotas verticais:
′ ( x + 1)′ =
f não tem assíntotas verticais porque é uma função
contínua em D f = ]− ∞, − 2] ∪ [ 2, + ∞[ .
f ′ ( x ) = ( x )′ x + 1 + x ( )
x +1 = x +1 + x
2 x +1
• Assíntotas não verticais: 2 ( x + 1) + x
2 x + 2 + x 3x + 2
= = =
Quando x → − ∞ : 2 x +1 2 x +1 2 x +1
 4 3x + 2
x 2 1 − 2  f ′( x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 3 x + 2 = 0 ∧ x > −1 ⇔
f ( x) x2 − 4  x  2 x +1
m = lim = lim = lim
x →− ∞ x x→ x x →− ∞ x 2
⇔x=−
4 4 3
x 1− −x 1− 2 2
= lim x 2 = lim x = − lim 1 − 4 = −1 x –1 − +∞
x →− ∞ x x →− ∞ x x →− ∞ x2 3
b = lim  f ( x ) − mx  = lim
x →− ∞ x →− ∞
( )
x2 − 4 + x =
f' – 0 +
2 3
f 0 −
( )( ) = lim
↘ ↗
x2 − 4 + x x2 − 4 − x x −4− x
2 2 9
= lim = Máx. Mín.
x →− ∞ x →− ∞
x2 − 4 − x x2 − 4 − x f ( −1) = 0
−4
= =0  2 2 2 −2 3
+∞ f −  = − − +1 =
A reta de equação y = − x é uma assíntota ao gráfico de f  3  3 3 9
quando x → − ∞ .  2
f é estritamente decrescente em  −1, −  e
Quando x → + ∞ :  3
 2 
 4 estritamente crescente em  − , + ∞  .
x 2 1 − 2   3 
f ( x) x2 − 4  x 
m = lim = lim = lim = Tem um máximo relativo igual a 0 em x = −1 e um
x →+ ∞ x x →+ ∞ x x →+ ∞ x
−2 3 2
4 4 mínimo relativo (e absoluto) igual a em x = − .
x 1− x 1− 2 9 3
= lim x 2 = lim x = lim 1 − 4 = 1
• Concavidade e pontos de inflexão:
x →+ ∞ x x →+ x x →+ ∞ x2
 3x + 2 ′
b = lim  f ( x ) − mx  = lim
x →+ ∞ x →+ ∞
( )
x2 − 4 − x = f ′′ ( x ) =   =
 2 x +1 

= lim
( x2 − 4 − x )( x2 − 4 + x ) = lim x2 − 4 − x2 ( 3x + 2 )′ × 2 x + 1 − ( 3x + 2 ) 2 x + 1 ( )′ =
x →+ ∞
x2 − 4 + x x →+ ∞
x −4 +x
2 =
(2 )
2
x +1
−4
= =0
+∞ ( x + 1)′
A reta de equação y = x é uma assíntota ao gráfico de f 3 × 2 x + 1 − ( 3x + 2 ) × 2
= 2 x +1 =
quando x → + ∞ . 4 ( x + 1)
• Gráfico e contradomínio:
6 ( x + 1) − 3 x − 2 3x + 4
= =
4 ( x + 1) x + 1 4 ( x + 1) x + 1
3x + 4
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 3 x + 4 = 0 ∨ x > −1
4 ( x + 1) x + 1
4
⇔ x = − ∧ x > −1 ⇔ x ∈∅
3
D′f = [ 0, + ∞[ f " não tem zeros.

22
2.2. Derivadas

f ′′ ( x ) > 0, ∀x ∈ ]−1, + ∞[ f é estritamente crescente em ]− ∞, − 1] e em


O gráfico de f tem concavidade voltada para cima em  1   1
]−1, + ∞[ e não tem pontos de inflexão.  − 2 , + ∞  e estritamente decrescente em  −1, − 2  .
   
• Assíntotas: f tem um máximo relativo igual a 0 em x = −1 e um
Verticais: O gráfico de f não tem assíntotas verticais 1 1
mínimo relativo igual a − em x = − .
porque f é uma função contínua em D f = [ −1, + ∞[ . 4 2
• Concavidade e pontos de inflexão:
f ( x) x x +1
Não verticais: m = lim = lim = +∞ 2 se x > −1
x →+ ∞
x x →+ ∞ x f ′′ ( x ) = 
 −2 se x < −1
O gráfico de f não tem assíntotas não verticais.
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em
• Gráfico de contradomínio:
]−1, + ∞[ e voltada para baixo em ]− ∞, − 1[
Como f é contínua no ponto x = −1 e a segunda
derivada muda aí de sinal, o ponto ( −1, 0 ) é um ponto
de inflexão do gráfico do gráfico de f.
• Assíntotas:
Verticais: O gráfico de f não tem assíntotas verticais
porque f é uma função contínua em ℝ.
Não verticais:
Quando x → + ∞ :
 2 3 
D′f =  − , + ∞ f ( x) x ( x + 1)
 9  m = lim = lim = lim ( x + 1) = + ∞
x →+ ∞
x x →+ ∞ x x →+ ∞

Quando x → − ∞ :
Pág. 45
f ( x) x ( − x − 1)
8.9. f ( x) = x x + 1 m = lim = lim = lim ( − x − 1) = + ∞
x →− ∞x x →− ∞ x x →− ∞
 x + 1 se x ≥ −1 O gráfico de f não tem assíntotas não verticais.
x +1 = 
− x − 1 se x < −1 • Gráfico e contradomínio:
 x + x se x ≥ −1
2

f ( x) =  2
 − x − x se x < −1
• Domínio e continuidade:
D f = ℝ e f é contínua
D′f = ℝ
• Zeros:
f ( x) = 0 ⇔ x x + 1 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x + 1 = 0 ⇔
⇔ x = 0 ∨ x = −1
• Monotonia e extremos: Pág. 46
2 x + 1 se x > −1 xx
f ′( x) =  8.10. f ( x ) =
x +1
−2 x − 1 se x < −1
Para x > −1 : x se x ≥ 0
x =
1 − x se x < 0
f ′ ( x ) = 0 ∧ x > −1 ⇔ 2 x + 1 = 0 ∧ x > −1 ⇔ x = −
2  x 2

 se x ≥ 0
Para x < −1 : x +1
f ( x) =  2
f ′ ( x ) = 0 ∧ x < −1 ⇔ −2 x − 1 = 0 ∧ x < −1 ⇔  −x se x < 0 ∧ x ≠ −1
1  x + 1
⇔ x = − ∧ x < −1 ⇔ x ∈∅
2 • Domínio e continuidade:
Como f é contínua no ponto x = – 1 é suficiente que a D f = ℝ \ {−1} e f é contínua
derivada mude de sinal nesse ponto para que exista aí um xx
extremo, pelo que não é necessário verificar se existe f ' (– 1). • Zeros: f ( x ) = 0 ⇔ =0⇔
x +1
1
x −∞ –1 − +∞ ⇔ x = 0 ∨ x = 0 ∧ x ≠ −1 ⇔ x = 0
2
f' + – 0 + • Monotonia e extremos:
1
Para x > 0 :
f ↗ 0 ↘ − ↘
Máx. Mín.
4
f ′( x) =
( x )′ ( x + 1) − x ( x + 1)′ =
2 2
2 x ( x + 1) − x 2
=
( x + 1) ( x + 1)
2 2
 1 1 1 1
f −  = − − +1 = −
 2 2 2 4 x2 + 2x
=
( x + 1)
2

23
2.2. Derivadas

x2 + 2 x x −∞ –1 0 +∞
f ′( x) = 0 ∧ x > 0 ⇔ =0∧ x >0⇔ f" + – +
( x + 1)
2

f ∪ ∩ 0 ∪
⇔ x2 + 2x = 0 ∧ x > 0 ⇔ P.I.
⇔ x ( x + 2 ) = 0 ∧ x > 0 ⇔ x ∈∅ O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em
Para x < 0 ∧ x ≠ −1 : ]− ∞ , − 1[ e em ]0, + ∞[ e voltada para baixo em ]– 1, 0[.

( − x )′ ( x + 1) − ( − x ) ( x + 1)′ =
2 2 Como f é contínua no ponto x = 0 e a segunda derivada
f ′( x) = muda aí de sinal, o ponto (0, 0) é um ponto de inflexão
( x + 1)
2
do gráfico de f.
−2 x ( x + 1) + x 2 − x2 − 2 x • Assíntotas:
= =
( x + 1)
2
( x + 1)
2 x x −1
Verticais: lim− f ( x ) = lim− = = +∞
x →−1 x + 1 0−
x →−1
f ′ ( x ) = 0 ∧ x < 0 ∧ x ≠ −1 ⇔
x x −1
− x2 − 2 x lim f ( x ) = lim+ = + = −∞
⇔ = 0 ∧ x < 0 ∧ x ≠ −1 ⇔ x →1+ x →1 x + 1 0
( x + 1)
2
A reta de equação x = −1 é uma assíntota ao gráfico de f.
⇔ x ( − x − 2 ) = 0 ∧ x < 0 ∧ x ≠ −1 ⇔ x = −2 Não verticais:
Como f é contínua no ponto x = 0, é suficiente que a Quando x → +∞ :
derivada mude de sinal nesse ponto para que exista aí um f ( x) x2 x x
m = lim = lim = lim = lim = 1
extremo, pelo que não é necessário verificar se existe f ' (0). x →+ ∞ x x →+ ∞ x ( x + 1) x →+ ∞ x + 1 x →+ ∞ x

x −∞ –2 –1 0 +∞  x2 
b = lim  f ( x ) − mx  = lim  − x =
f' – 0 + + + x →+ ∞ x →+ ∞ x + 1
 
f ↘ 4 ↗ ↗ 0 ↗
x2 − x2 − x −x
Mín. = lim = lim = −1
f é estritamente decrescente em ]− ∞, − 2] e
x →+ ∞ x +1 x →+ ∞ x

A reta de equação y = x − 1 é uma assíntota ao gráfico


estritamente crescente em [ −2, − 1[ e em ]−1, + ∞[ .
de f quando x → + ∞ .
Tem um mínimo relativo igual a 4 em x = −2 .
• Concavidade e pontos de inflexão: Quando x → − ∞ :
Para x > 0 : f ( x) − x2 −x −x
m = lim = lim = lim = lim = −1
x →− ∞ x ( x + 1) x →−∞ x + 1
 x 2 + 2 x ′
x →− ∞ x x →− ∞ x

f ( x) = 
′′  =  − x2 
 ( x + 1) 2  b = lim  f ( x ) − mx  = lim  + x =
  x →− ∞ x →− ∞ x + 1
 
− x2 + x2 + x x
( 2 x + 2 )( x + 1) − ( x 2 + 2 x ) × 2 ( x + 1)( x + 1)′ = lim = lim = 1
2

= =
x →− ∞ x +1 x →− ∞ x

( x + 1)
4
A reta de equação y = − x + 1 é uma assíntota ao gráfico
de f quando x → − ∞ .
( x + 1) ( 2 x + 2 )( x + 1) − 2 ( x 2 + 2 x ) 
= = • Gráfico e contradomínio:
( x + 1)
4

2 x2 + 2 x + 2 x + 2 − 2 x2 − 4 x 2
= =
( x + 1) ( x + 1)
3 3

f ′′ ( x ) > 0, ∀x ∈ ]0, + ∞[
Para x < 0 ∧ x ≠ −1 :
 − x 2 − 2 x ′
f ′′ ( x ) =   =
 ( x + 1) 2 
 
D′f = ℝ
( − x − 2 x )′ ( x + 1)2 − ( − x 2 − 2 x ) ( x + 1)2 ′
2

= 2
= Pág. 47
( x + 1) 2 
   2x
 se x ≤ 1
8.11. f ( x ) = 1 + x 2
( −2 x − 2 )( x + 1) − ( − x 2 − 2 x ) × 2 ( x + 1)( x + 1)′
2

= =  x − 2 x − 1 se x > 1

( x + 1)
4

• Domínio e continuidade:
( x + 1) ( −2 x − 2 )( x + 1) − 2 ( − x 2 − 2 x ) D f = ℝ e f é contínua, dado ser contínua para x < 1 ,
= =
( x + 1) para x > 1 e lim− f ( x ) = lim+ f ( x ) = f (1) = 1 .
4

x →1 x →1
−2 x − 2 x − 2 x − 2 + 2 x + 4 x
2 2
−2 • Zeros:
= =
( x + 1) ( x + 1)
3 3
2x
Para x ≤ 1 : f ( x ) = 0 ⇔ =0⇔ x=0
1 + x2
24
2.2. Derivadas

Para x > 1 :
−4 x (1 + x 2 ) − ( 2 − 2 x 2 ) × 2 (1 + x 2 )(1 + x 2 )′
2

f ( x) = 0 ⇔ x − 2 x −1 = 0 ⇔ 2 x −1 = x ⇒ = =
(1 + x )
4
2
⇒ 4 ( x − 1) = x ⇔ x − 4 x + 4 = 0 ⇔
2 2

⇔ ( x − 2) = 0 ⇔ x = 2
2 (1 + x 2
) −4 x (1 + x ) − 2 ( 2 x ) ( 2 − 2 x )
2 2

= =
(1 + x )
4
2
Verificação: f ( 2 ) = 2 − 2 2 − 1 = 2 − 2 = 0
• Monotonia e extremos: −4 x − 4 x 3 − 8 x + 8 x 3 4 x 3 − 12 x
= =
Para x < 1 : (1 + x ) 2 3
(1 + x ) 2 3

( 2 x )′ (1 + x 2 ) − 2 x (1 + x 2 )′ f ′′ ( x ) = 0 ∧ x < 1 ⇔
4 x 3 − 12 x
= 0∧ x <1⇔
f ′( x) = =
(1 + x )2
2
(1 + x )
2 3

2 (1 + x ⇔ 4 x ( x 2 − 3) = 0 ∧ x < 1 ⇔
=
) − 2x (2x ) = 2 + 2x − 4x
2 2 2
=
(1 + x ) 2 2
(1 + x ) 2 2
(
⇔ x = 0∨ x = − 3 ∨ x = 3 ∧ x <1⇔ )
2 − 2x2 ⇔ x=− 3∨x=0
=
Para x > 1 :
(1 + x )
2 2

2 − 2x2  1 ′ (1)′ x − 1 − 1 x − 1 ′ ( )
f ′( x) = 0 ∧ x < 1 ⇔ = 0∧ x <1⇔ f ′′ ( x ) = 1 −  = 0 − =
(1 + x ) 2 2
 x −1  x −1
2
( )
⇔ x 2 = 1 ∧ x < 1 ⇔ x = −1
Para x > 1 : 0−
( x − 1)′
= 2 x −1 = 1
′ ( x − 1)′
f ′ ( x ) = ( x )′ − 2 ( x −1 ) =1− 2×
2 x −1
=1−
x −1
1 x −1 2 ( x − 1) x − 1
f ′′ ( x ) > 0, ∀x ∈ ]1, + ∞[
1
f ′( x) = 0 ∧ x > 1 ⇔ 1 − = 0∧ x >1⇔ x −∞ − 3 0 1 +∞
x −1
f" – 0 + 0 – +
x −1 −1
⇔ = 0∧ x >1⇔ f ∩ −
3
∪ 0 ∩ 1 ∪
x −1 2

⇔ x − 1 = 1 ∧ x > 1 ⇒ x −1 = 1 ∧ x > 1 ⇔ x = 2 ( )
2 − 3
(
f − 3 = ) =−
3
; f ( 0 ) = 0 ; f (1) = 1
1 + (− 3)
1 2
Verificação: f ′ ( 2 ) = 1 − = 1−1 = 0 2
2 −1
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em
Como f é contínua no ponto x = 1 , é suficiente que a
derivada mude de sinal nesse ponto para que exista aí um  − ∞, − 3  e em ]0, 1[ e voltada para cima em
 
extremo, pelo que não é necessário verificar se existe
f ′ (1) .  − 3, 0  e em ]1, + ∞[ . Como f é contínua no ponto
 
x −∞ –1 1 2 +∞
f' – 0 + – 0 + x = 1 e a segunda derivada muda aí de sinal, o ponto (1,
f ↘ –1 ↗ 1 ↘ 0 ↗ 1) é um ponto de inflexão do gráfico do gráfico de f.
Mín. Máx. Mín.
2 ( −1) 2 ×1  3
f ( −1) = = −1 ; f (1) = = 1 ; f ( 2) = 0 Os pontos  − 3, −  , ( 0, 0 ) e (1, 1) são pontos
1 + ( −1) 1 + 12 2
2
 
f é estritamente decrescente em ]− ∞, − 1] e em [1, 2] e de inflexão do gráfico de f.
estritamente crescente em [ −1, 1] e em [ 2, + ∞[ . • Assíntotas:
f tem um mínimo relativo (e absoluto) igual a – 1 em Verticais: f ( x ) não tem assíntotas verticais porque é
x = −1 , um mínimo relativo igual a 0 em x = 2 e um
máximo relativo igual a 1 em x = 1 . uma função contínua em ℝ.
• Concavidade e pontos de inflexão: Não verticais:
Para x < 1 : Quando x → − ∞ :
 ′ 2x 2x 2 2
 2 − 2x2  lim f ( x ) = lim = lim = lim = =0
f ′′ ( x ) = =
 1 + x2 2  1 + x 2 x →− ∞ x 2 x →− ∞ x − ∞
( )
x →− ∞ x →− ∞

 
′ A reta de equação y = 0 é uma assíntota ao gráfico de f
( 2 − 2 x )′ (1 + x ) − ( 2 − 2 x ) (1 + x ) 
2 2 2 2 2 2

quando x → − ∞
= 2
=
(1 + x )
2 2 
 

25
2.2. Derivadas

Quando x → + ∞ : 40 3 40
x= . Então y = 30 − × = 10
3 2 3
f ( x) x − 2 x −1
m = lim = lim = O prisma do volume máximo tem lado da base igual a
x →+ ∞ x x →+∞ x 40
cm e altura 10 cm.
 3
1 1  1 1
 2 x2  − 2   x − 9.2. Sejam x e y , respetivamente, o
x x x  x x2
= lim  − = 1 − 2 lim comprimento do lado da base e
x →+ ∞  x x  x →+ ∞ x
  altura do prisma.
  0< x<a∧0< y<a
1 1 1 1 Os triângulos [ ABC ] e [ DEC ]
x − x −
= 1 − 2 lim x x 2 = = 1 − 2 lim x x2 = são semelhantes.
x →+ ∞ x x →+ ∞ x
a− y x a a
= 1 − 2 lim
1 1
− = 1− 2× 0 =1 = ⇔ a− y= x⇔ y=a− x
x →+ ∞ x x2 a b b b

x →+ ∞ x →+ ∞
(
b = lim  f ( x ) − mx  = lim x − 2 x − 1 − x = −∞ )  a  a
V ( x ) = x 2 × y = x 2  a − x  = ax 2 − x3
 b  b
O gráfico de f não tem assíntota quando x → + ∞ . 3a
V ′ ( x ) = 2ax − x 2
• Gráfico e contradomínio: b
3a  3 
V ′ ( x ) = 0 ⇔ 2ax − x 2 = 0 ⇔ ax  2 − x  = 0 ⇔
b  b 
3 2b
⇔ ax = 0 ∨ 2 − x = 0 ⇔ x = 0 ∨ x =
b 3
2b
Como 0 < x < a, x = .
3
2b
x 0 b
3
D′f = [ −1, + ∞[ V’ + 0 –
4ab 2
V ↗ ↘
9
Pág. 48 Máx.
9.1. Sejam x e y, respetivamente, o  2b 
2
 2b  a  2b  4
3

comprimento do lado da base V   = a   −   = ab 2


 3  3  b 3  9
e altura do prima.
2b
0 < x < 20 ∧ 0 < y < 30 x=
3
Os triângulos [ ABC ] e a 2b a
y=a− × =
[ DEC ] são semelhantes. b 3 3
2b
O prisma de volume máximo tem lado da base igual a
30 − y x 3 3 3
= ⇔ 30 − y = x ⇔ y = 30 − x a
30 20 2 2 e altura .
3
2 3  3 3
V ( x ) = x × y = x  30 − x  = 30 x − x
2 2

 2  2
Pág. 49
9 2
V ′ ( x ) = 60 x − x 10. Seja BP = x , com 0 ≤ x ≤ 1000 .
2
Então, AP = 5002 + x 2 ⇔ AP = 250 000 + x 2
9  9 
V ′ ( x ) = 0 ⇔ 60 x − x 2 = 0 ⇔ x  60 − x  = 0 ⇔ O custo total da instalação é dado por:
2  2 
C = 30 × AP + 18PC
120 40
⇔ x =0∨ x = =
9 3 Como AP = 250 000 + x 2 e PC = 1000 − x , então, em
40 função de x , o custo da instalação é dado por:
Como 0 < x < 20, x = .
3 C ( x ) = 30 250 000 + x 2 + 18 (1000 − x )
40
( 250 000 + x )′ + 18
x 0 20 2
3
V’ + 0 – C ′ ( x ) = 30 ( −1) =
16 000
2 250 000 + x 2
V ↗ ↘ 2x
9
= 30 × − 18 =
Máx. 2 250 000 + x 2
2 3
 40   40  3  40  16 000 30 x − 18 250 000 + x 2
V   = 30   −   =
 3   3  2 3  9 =
250 000 + x 2

26
2.2. Derivadas

C ′ ( x ) = 0 ⇔ 30 x − 18 250 000 + x 2 = 0 ⇔ 11.5. f ( x ) = ( 2 x − 1)


3

⇔ 5 x = 3 250 000 + x 2 ⇒ f ′ ( x ) = 3 ( 2 x − 1) ( 2 x − 1)′ = 3 ( 2 x − 1) × 2 = 6 ( 2 x − 1)


2 2 2

⇒ 25 x = 9 ( 250 000 + x
2 2
)⇔ 2 ′
f ′′ ( x ) = 6 ( 2 x − 1)  = 6 × 2 ( 2 x − 1)( 2 x − 1)′ =
⇔ x = 140 625 ⇔ x = 375
2
( 0 ≤ x ≤ 1000 )  
x 0 375 1000 = 12 ( 2 x − 1) × 2 = 48 x − 24
C’’ – – 0 + + x
C ↘ 30 000 ↗ 11.6. f ( x ) =
2 (1 − x )
2
Mín.

C ( 375 ) = 30 250 000 + 3752 + 18 (1000 − 375 ) = 30 000 2 ′


( x )′ × 2 (1 − x ) − x  2 (1 − x ) 
2

f ′( x) =   =
O custo mínimo é de 30 000 €, devendo o ponto P ficar a 2
375 m do ponto B para obter esse custo.  2 (1 − x ) 2 
 

2 (1 − x ) − x  2 × 2 (1 − x )(1 − x )′ 
2
Pág. 51  
= =
11.1. f ( x ) = x + x 4 (1 − x )
4

x )′ 2 (1 − x ) [1 − x + 2 x ]
f ′ ( x ) = ( x )′ + ( x )′ = 1 + 2( x
=1+
2 x
1
=
4 (1 − x )
4
=
x +1
2 (1 − x )
3

 1 ′ (1)′ 2 x − 1× 2 x ′ ( )  x + 1 ′
f ′′ ( x ) = 1 +  =0+ = f ′′ ( x ) =   =
( )  2 (1 − x )3 
2
 2 x 2 x  

( x )′ ( x + 1)′ × 2 (1 − x ) − ( x + 1)  2 (1 − x )
3 3
′
0 − 2× =  =
= 2 x =− 1 2
 2 (1 − x )3 
4x 4x x  
11.2. f ( x ) =
x 2 (1 − x ) − ( x + 1) × 2 × 3 (1 − x ) (1 − x )′
3 2

x −1 = =
4 (1 − x )
6

( x )′ ( x − 1) − x ( x − 1)′ x −1− x 1
f ′( x) = = =− 2 (1 − x ) 1 − x − 3 ( x + 1)( −1)  1 − x + 3 x + 3
2

( x − 1) ( x − 1) ( x − 1)
2 2 2
= = =
4 (1 − x ) 2 (1 − x )
6 4

2 ′
 −1 ′ ( −1)′ ( x − 1) − ( −1) ( x − 1)  2 ( x + 2)
2
2x + 4 x+2
f ′′ ( x ) =   = = = = =
  2 ( x − 1) 2 ( x − 1) ( x − 1)
4 4 4
 ( x − 1) 
2 2
( x − 1) 2 
  2
 1 
0 + 2 ( x − 1)( x − 1)′ 2 ( x − 1) 2 11.7. f ( x ) = 1 − 
= = =  2x 
( x − 1) ( x − 1) ( x − 1)
4 4 3

 1  1 ′
1 f ′ ( x ) = 2 1 − 1 −  =
11.3. f ( x ) = x − 2
 2 x  2 x 
x
 
(1)′ x − 1( x )′ = 2 x + 1  1  (1)′ 2 x − 1( 2 x )′ 
 1 ′ = 2 1 −   − =
f ′ ( x ) = ( x 2 )′ −   = 2 x −  2x   
( 2x)
2
 x x2 x2  

 1 ′ (1)′ x 2 − 1( x 2 )′ 0 − 2x
 1  2  2 x − 1 1 2 x − 1
= 2 1 −  2  = × 2 =
f ′′ ( x ) =  2 x + 2  = 2 + = 2+ =  2 x  4 x  2x x 2 x3
(x )
2
 x  2 x4
( 2 x − 1)′ ( 2 x 3 ) − ( 2 x − 1) ( 2 x 3 )′
2x 2
=2− 4 = 2− 3 f ′′ ( x ) = =
x x (2x ) 3 2

11.4. f ( x ) = x3 (1 − x ) 2 ( 2 x 3 ) − ( 2 x − 1) × 6 x 2
2

= =
f ′ ( x ) = ( x 3 )′ (1 − x ) + x3 × 2 (1 − x )(1 − x )′ = 4x6
2

2 x ( 2 x − 6 x + 3)
2
3 − 4x
= 3 x 2 (1 − x ) + x 3 × 2 (1 − x )(1 − x )′ =
2 = 6
=
4x 2x4
= x 2 (1 − x ) 3 (1 − x ) + 2 x ( −1)  = ( x 2 − x 3 ) ( 3 − 5 x ) 12.1. f ( x ) = − x 3 + 3 x 2 − x + 1

′ f ′ ( x ) = −3x 2 + 6 x − 1
f ′′ ( x ) = ( x 2 − x 3 ) ( 3 − 5 x )  =
f ′′ ( x ) = ( −3 x 2 + 6 x − 1)′ = −6 x + 6
= ( x 2 − x 3 )′ ( 3 − 5 x ) + ( x 2 − x 3 ) ( 3 − 5 x )′ =
D f ′′ = D f = ℝ
= ( 2 x − 3 x 2 ) ( 3 − 5 x ) + ( x 2 − x 3 ) ( −5) = f ′′ ( x ) = 0 ⇔ −6 x + 6 = 0 ⇔ x = 1
= 6 x − 19 x 2 + 15 x 3 − 5 x 2 + 5 x3 = 20 x 3 − 24 x 2 + 6 x

27
2.2. Derivadas

x −∞ 1 +∞ x2 + 1
12.5. f ( x ) = ; Df = ℝ
f" + 0 – x2 + 3
f ∪ 2 ∩
P.I. (x 2
+ 1)′ ( x 2 + 3) − ( x 2 + 1)( x 2 + 3)′
f (1) = −1 + 3 × 1 − 1 + 1 = 2
3 2 f ′( x) = =
(x + 3)
2
2

O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em


2 x ( x 2 + 3) − 2 x ( x 2 + 1) 4x
]− ∞, 1[ e voltada para baixo em ]1, + ∞[ . = =
(x + 3) (x + 3)
2 2 2 2

O ponto (1, 2) é um ponto de inflexão do gráfico de f.


x5 x 4 x 2 ′
′ ( 4 x )′ ( x 2 + 3) − 4 x ( x 2 + 3) 
2
12.2. f ( x ) = + + +1 Df = ℝ 

20 6 3 f ′′ ( x ) = 
4 x  =   =
 x2 + 3 2 
( ) 2 2
1 2 1 ( x + 3 ) 
2
f ′ ( x ) = x 4 + x3 +  
4 3 3
4 ( x 2 + 3) − 4 x × 2 ( x 2 + 3)( x 2 + 3)′
2
1 2 1 ′
f ′′ ( x ) =  x 4 + x3 +  = x 3 + 2 x 2 D f ′′ = ℝ = =
(x + 3)
4
4 3 3 2

f ′′ ( x ) = 0 ⇔ x3 + 2 x 2 = 0 ⇔ x 2 ( x + 2 ) = 0 ⇔
(x 2
+ 3)  4 ( x 2 + 3) − 8 x + 2 x  12 − 12 x 2
⇔ x = 0 ∨ x = −2 = =
(x + 3) (x − 3)
4 2 3
2
x −∞ –2 0 +∞
f" – 0 + 0 + D f ′′ = ℝ
f ∩ ∪ ∪
12 − 12 x 2
P.I. f ′′ ( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x 2 = 1 ⇔ x = −1 ∨ x = 1
(x + 3)
3
( −2 )
( −2 ) + ( −2 ) + 1 = 7
5 4 2

f ( −2 ) = +
20 6 3 5 x −∞ –1 1 +∞
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em f" – 0 + 0 –
]− ∞ , − 2[ e voltada para cima em ]−2, + ∞[ .
f ∩
1

1

2 2
 7
O ponto de coordenadas  −2,  é um ponto de inflexão. P.I. P.I.
 5 ( −1) + 1 1 ; f 1 = 12 + 1 = 1
2

12.3. f ( x ) = x + x − x
4 2
Df = ℝ f ( −1) = = () 2
( −1) + 3 2 1 +3 2
2

f ′ ( x ) = 4 x3 + 2 x − 1 O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em


f ′′ ( x ) = ( 4 x + 2 x − 1)′ = 12 x 2 + 2
3
D f ′′ = ℝ
]− ∞, − 1[ e em ]1, + ∞[ e voltada para cima em ]−1, 1[ .
 1  1
f ′′ ( x ) > 0, ∀x ∈ ℝ Os pontos de coordenadas  −1,  e 1,  são pontos
 2  2
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima, pelo
de inflexão.
que, não tem pontos de inflexão.
; D f = { x ∈ ℝ : x 2 − 1 ≠ 0} = ℝ \ {−1, 1}
x
1 12.6. f ( x ) = 2
12.4. f ( x ) = 1 − ; D f = ℝ \ {−1} x −1
x +1
( x )′ ( x 2 − 1) − x ( x 2 − 1)′ 1( x 2 − 1) − x ( 2 x )
(1)′ ( x + 1) − 1( x + 1)′ 1 f ′( x) = = =
f ′( x) = − =
(x − 1) (x − 1)
2 2
2 2
( x + 1) ( x + 1)
2 2

− x2 − 1
2 ′ =
(1)′ ( x + 1) − 1 ( x + 1) 
2

(x − 1)
2 2

f ′′ ( x ) = 2
=
( x + 1)2 
   ′
 − x2 − 1 
f ′′ ( x ) = =
0 − 2 ( x + 1)( x + 1)′ −2 ( x + 1)  x2 − 1 2 
( )
2
= = =−
( x + 1) ( x + 1) ( x + 1)
4 4 3

2 ′
(−x − 1)′ ( x 2 − 1) − ( − x 2 − 1) ( x 2 − 1) 
2
D f ′′ = ℝ \ {−1}
2

=   =
f ′′ ( x ) ≠ 0, ∀x ∈ ℝ \ {−1} ( x 2 − 1) 2 
2

x −∞ –1 +∞  
f" + – −2 x ( x 2 − 1) − ( − x 2 − 1) × 2 ( x 2 − 1)( x 2 − 1)′
2

f ∪ ∩ = =
( x − 1)
4
2
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em
]− ∞ , − 1[ e voltada para baixo em ]−1, + ∞[ . ( x − 1) −2 x ( x − 1) − 2 ( − x − 1) × 2 x 
2 2 2

= =
Não tem pontos de inflexão.
( x − 1)
4
2

2 x ( − x + 1 + 2 x + 2 ) 2 x ( x + 3)
2 2 2

= =
( x − 1) ( x − 1)
2 3 2 3

28
2.2. Derivadas

D f ′′ = ℝ \ {−1, 1}  ′
x−6
f ′′ ( x ) =   =
2 x ( x + 3) 2
 2 ( x − 3) x − 3 
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ =0⇔ x=0  
(x − 1)
2 3

( x − 6 )′ × 2 ( x − 3) x − 3 − ( x − 6 )  2 ( x − 3) x − 3 
x −∞ –1 0 1 +∞ = =
( 2 ( x − 3) )
2
f" – + 0 – + x −3
f ∩ ∪ 0 ∩ ∪
 1 
P.I. 2 ( x − 3 ) x − 3 − ( x − 6 ) × 2  x − 3 + ( x − 3) × 
0  2 x −3
f ( 0) = 2 =0 = =
4 ( x − 3) ( x − 3)
2
0 −1
O gráfico de f tem concavidade voltada para baixo em  2 ( x − 3) + x − 3 
]− ∞, − 1[ e em ]0, 1[ e voltada para cima em ]−1, 0[ e 2 ( x − 3) x − 3 − 2 ( x − 6 )  
 2 x−3 =
=
em ]1, + ∞[ . 4 ( x − 3)
3

O ponto de coordenadas (0, 0) é um ponto de inflexão.


2 ( x − 3)( x − 3) − ( x − 6 )( 3 x − 9 )
12.7. f ( x ) = x x − 3 = =
4 ( x − 3)
3
x−3
D f = { x ∈ ℝ : x − 3 ≥ 0} = [3, + ∞[
( x − 3)  2 ( x − 3) − 3 ( x − 6 )  − x + 12
= =
′ ( x − 3)′ 4 ( x − 3) x − 3 4 ( x − 3) x − 3
( )
3 2
f ′ ( x ) = ( x )′ x − 3 + x x −3 = x −3 + x× =
2 x −3 D f ′′ = ]3, + ∞[
x 2 ( x − 3) + x 3x − 6
= x −3 + = = − x + 12
2 x −3 2 x −3 2 x −3 f ′′ ( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x = 12
4 ( x − 3)
2
x−3
 3 x − 6 ′ +∞
f ′′ ( x ) =   =
x 3 12
2 x−3 f" + 0 –
f ∪ 4 ∩

=
( 3x − 6 )′ × 2 x − 3 − ( 3x − 6 ) 2 x − 3 ( )′ = P.I.
12
(2 ) f (12 ) =
2
x −3 =4
12 − 3
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em
2 ( x − 3)′
3 × 2 x − 3 − ( 3x − 6 ) × ]3, 12[ e voltada para baixo em ]12, + ∞[ .
2 x−3
= = O ponto de coordenadas (12, 4) é um ponto de inflexão.
4 ( x − 3)
x
6 ( x − 3) − ( 3 x − 6 ) 12.9. f ( x ) = ; D f = ℝ \ {3}
x −3
x−3 3 x − 12
= =  x
4 ( x − 3) 4 ( x − 3) x − 3  x − 3 se x > 3
D f ′′ = ]3, + ∞[ f ( x) = 
 x se x < 3
3 x − 12  3 − x
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ =0⇔ x=4
4 ( x − 3) x − 3 Para x > 3 :
x 3 4 +∞ ( x )′ ( x − 3) − x ( x − 3)′ x − 3 − x −3
f ′( x) = = =
f" – 0 + ( x − 3) ( x − 3) ( x − 3)
2 2 2

f 0 ∩ 4 ∪
2 ′
 −3 ′ ( −3)( x − 3) − ( −3) ( x − 3) 
P.I.. 2

f ( 4) = 4 4 − 3 = 4 f ′′ ( x ) =   = =
 
 ( x − 3) 
2 2
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em  ( x − 3) 2 
 
]3, 4[ e voltada para cima em ]4, + ∞[ .
3 × 2 ( x − 3)( x − 3)′ 6
O ponto de coordenadas (4, 4) é um ponto de inflexão. = = > 0, ∀x ∈ ]3, + ∞[
( x − 3) ( x − 3)
4 3
x
12.8. f ( x ) =
x−3 Para x < 3 :

( x − 3)′  x ′  x   −3 
′ f ′( x) =  −  = −  = −  
f ′( x) =
( x )′ x − 3 − x ( x −3 ) =
x − 3 − x×
2 x−3  x −3  x −3  ( x − 3) 
2

( x − 3) x −3
2

  −3  ′ 6
2 ( x − 3) − x f ′′ ( x ) =  −   = − > 0, ∀x ∈ ]− ∞, 3[
 
  ( x − 3)   ( x − 3)
2 3

= 2 x −3 =
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em
x −3
x−6
]− ∞, 3[ e em ]3, + ∞[ .
= Não tem pontos de inflexão.
2 ( x − 3) x − 3

29
2.2. Derivadas

13.1. f ( x ) = 2 x3 − 15 x 2 + 100 x 2
13.3. f ( x ) = +
f ′ ( x ) = 6 x − 30 x
2 4 2x −1
1 ( 2 )′ ( 2 x − 1) − 2 ( 2 x − 1)′ 1 4
f ′′ ( x ) = ( 6 x 2 − 30 x )′ = 12 x − 30 f ′( x) = + = −
( 2 x − 1) ( 2 x − 1)
2 2
4 4
D f ′′ = D f ′ = D f = ℝ
Logo, f é duas vezes diferenciável em ℝ. 1 4 ′
f ′′ ( x ) =  −  =
• Zeros da primeira derivada (pontos críticos de f ):  4 ( 2 x − 1) 2 
 
f ′ ( x ) = 0 ⇔ 6 x 2 − 30 x = 0 ⇔ 6 x ( x − 5 ) = 0 ⇔
2 ′
( 4 )′ ( 2 x − 1) − 4 ( 2 x − 1) 
2

=0−   =
⇔ x =0∨ x =5 2
( 2 x − 1) 
2

Os pontos críticos são 0 e 5.  

• Sinal da segunda derivada nos pontos críticos: 4 × 2 ( 2 x − 1)( 2 x − 1)′ 16


= =
( 2 x − 1) ( 2 x − 1)
4 3

f ′′ ( 0 ) = 12 × 0 − 30 = −30 < 0
1 
D f = D f ′ = D f ′′ = ℝ \  
Como f ′′ ( 0 ) < 0 , f tem um máximo local em 0. 2
1 
f ( 0 ) = 2 × 03 − 15 × 02 + 100 = 100 Logo, f é duas vezes diferenciável em ℝ \   .
2
• Zeros da primeira derivada (pontos críticos de f ):
f ′′ ( 5 ) = 12 × 5 − 30 = 30 > 0
1 4
f ′( x) = 0 ⇔ − =0⇔
Como f ′′ ( 5 ) > 0 , f tem um mínimo local em 5. 4 ( 2 x − 1)2
1
⇔ ( 2 x − 1) − 16 = 0 ∧ x ≠
2
f ( 5) = 2 × 53 − 15 × 52 + 100 = −25 ⇔
2
1
⇔ ( 2 x − 1) = 16 ∧ x ≠
2
Conclusão: f admite um máximo relativo igual a 100 para ⇔
x = 0 e um mínimo relativo igual a – 25 para x = 5 . 2
1
⇔ 2 x − 1 = 4 ∨ 2 x − 1 = −4 ∧ x ≠ ⇔
13.2. f ( x ) = x 4 − 4 x 3 + 5 2
5 3
f ′ ( x ) = 4 x 3 − 12 x 2 ⇔x= ∨x=−
2 2
3 5
Os pontos críticos são − e .
f ′′ ( x ) = ( 4 x 3 − 12 x 2 )′ = 12 x 2 − 24 x 2 2
• Sinal da segunda derivada nos pontos críticos:
D f = D f ′ = D f ′′ = ℝ
 3 16 1
f ′′  −  = 3
=− <0
Logo, f é duas vezes diferenciável em ℝ.  2   3  4
 2  − 2  − 1
• Zeros da primeira derivada (ponto críticos de f ):    
 3 3
f ′ ( x ) = 0 ⇔ 4 x 3 − 12 x 2 = 0 ⇔ 4 x 2 ( x − 3) = 0 ⇔ Como f ′′  −  < 0 , f tem um máximo local em − .
 2 2
3
⇔ x =0∨ x =3 −
 3 2 7
f −  = 2 + =−
Os pontos críticos são 0 e 3.  2 4  3 8
2 −  −1
• Sinal da segunda derivada nos pontos críticos:  2
5 16 1
f ′′   = = >0
f ′′ ( 0 ) = 12 × 0 2 − 24 × 0 = 0    5 
2 3
4
 2  2  − 1
Como f ′′ ( 0 ) = 0 , a segunda derivada nada nos diz    
5 5
sobre a existência de extremos no ponto x = 0 . Como f ′′   > 0 , f tem um mínimo local em x = .
2 2
No entanto, atendendo ao sinal de f ’, podemos concluir 5
que f é estritamente decrescente em ]− ∞, 3[ e 5 2 9
f  = 2 + =
estritamente crescente em ]3, + ∞[ .  2  4 2 5  −1 8
 
x −∞ 0 3 +∞ 2
f' – 0 – 0 + 7
Conclusão: f admite um máximo relativo igual a −
f ↘ ↘ –22 ↗ 8
Mín. 3 9 5
f ( 3) = 34 − 4 × 33 + 5 = −22 para x = − e um mínimo relativo igual a para x = .
2 8 2
Conclusão: f admite um mínimo relativo igual a – 22 para
x =3.

30
2.2. Derivadas

1  h (10 ) − h ( 0 )
13.4. f ( x ) = 4 x − 1 + 3 − x ; D f =  , +∞  Velocidade média em [ 0, 10] = =
 4  10 − 0
′ 1997,5 − 37,5
f ′( x) =
( 4 x − 1) − 1 = 4 − 1 = 2 − 1 = = 196
10
2 4x − 1 2 4x − 1 4x − 1
196 × 3600
′ = 705,6
 2
f ′′ ( x ) =  − 1 =

(
′ ( 2 ) 4 x − 1 − 2 4 x − 1 )
−0=
1000
A velocidade média nos primeiros 10 segundos foi de
( )
2
 4x − 1  4x − 1 705,6 km/h.

( 4 x − 1)′ 14.2. h′ ( t ) = −9,8t + 245


0− 2 ×
2 4x − 1 −4 h′ ( t ) = 0 ⇔ −9,8t + 245 = 0 ⇔ t = 25
= =
4x − 1 ( 4 x − 1) 4 x − 1
h′′ ( t ) = ( −9,8t + 245 )′ = −9,8
1 
f é duas vezes diferenciável em  , + ∞  . h′′ ( 25 ) = −9,8 < 0
4 
• Zeros da primeira derivada (pontos críticos de f ): h ( t ) tem um máximo em t = 25
2 2 − 4x −1 h ( 25) = −4,9 × 252 + 245 × 25 + 37,5 = 3100
f ′( x) = 0 ⇔ −1 = 0 ⇔ =0⇔
4x − 1 4x −1 A altura máxima atingida pelo corpo foi de 3100 m.
1
⇔ 2 − 4x − 1 = 0 ∧ x > ⇔ 14.3. h′ ( 20 ) = −9,8 × 20 + 245 = 49
4
h′′ ( 20 ) = −9,8
1 1
⇔ 4x − 1 = 2 ∧ x > ⇒ 4x − 1 = 4 ∧ x > A velocidade do corpo 5 segundos antes de atingir a altura
4 4
máxima foi de 49 m/s e a aceleração nesse instante foi de
5 −9,8 m/s2.
⇔x=
4 t ≥0

 5 2 14.4. h ( t ) = 0 ⇔ −4,9t 2 + 245t + 37,5 = 0 ⇒ t ≈ 50, 2


Verificação: f ′   = −1 = 1−1 = 0
 
4 5 O corpo esteve no ar cerca de 50,2 segundos.
4 × −1
4 15. p ( t ) = 15t 2 − t 3

O ponto crítico é .
5 15.1. p ( 5 ) = 15 × 52 − 53 = 250
4
p (10 ) = 15 × 102 − 103 = 500
• Sinal da segunda derivada no ponto crítico:
5 −4 1 p (10 ) − p ( 5 )
f ′′   = =− <0 Velocidade média em [5, 10] = =
4  5  5 2 10 − 5
 4 × − 1 4 × − 1 500 − 250
 4  4
= = 50
5 5 5
Como f ′′   < 0, f tem um máximo local em . A velocidade média da partícula no intervalo [5, 10] foi de
4 4
50 m/s.
5 5 5 15 15.2. p′ ( t ) = 30t − 3t 2
f   = 4 × −1 + 3 − =
4 4 4 4
p′ ( 0 ) = 30 × 0 − 3 × 0 2 = 0 ; p′ ( 2 ) = 30 × 2 − 3 × 22 = 48
• Atendendo ao sinal de f ’, podemos concluir que f é
1 5  p′ ( 2 ) − p′ ( 0 )
estritamente crescente em  ,  e estritamente Aceleração média em [ 0, 2] = =
4 4 2−0
5  48 − 0
decrescente em  , + ∞  . = = 24
4  2
A aceleração média da partícula no intervalo [0, 2] foi de
1 5 +∞
x 24 m/s2 .
4 4
f′ + 0 – 15.3. p′′ ( t ) = ( 30t − 3t 2 )′ = 30 − 6t

f
11

15
↘ p′′ ( t ) = 0 ⇔ 30 − 6t = 0 ⇔ t = 5
4 4
t 0 5
1 1 1 11 p" + 0 –
f   = 4 × −1 + 3 − =
 
4 4 4 4 p ↗ 75 ↘
11 1 p′ ( 5 ) = 30 × 5 − 3 × 52 = 75
Logo, f admite um mínimo local igual a para x = .
4 4 A velocidade máxima atingida pela partícula nos
11 primeiros 5 segundos foi de 75 m/s. Nesse instante a
Conclusão: f admite um mínimo relativo igual a para
4 aceleração da partícula foi 0 m/s2.
1 15 5 15.4. p′ ( t ) = 0 ⇔ 30t − 3t 2 = 0 ⇔ 3t (10 − t ) = 0 ⇔ t = 0 ∨ t = 10
x = e um máximo relativo igual a para x = .
4 4 4 t t 0 10
14.1. h ( 0 ) = −4,9 × 10 + 245 × 0 + 37,5 = 37,5
2
p' p′ 0 + 0 –
h (10 ) = −4,9 × 10 + 245 × 10 + 37,5 = 1997,5
2
p p 0 ↗ 500 ↘

31
2.2. Derivadas

p (10 ) = 15 × 102 − 103 = 500  x 2 + 2 x + 16 


b = lim  f ( x ) − mx  = lim  − x =
A distância máxima da partícula à origem foi de 500 m. x →± ∞ x →± ∞
 x+2 
x 2 + 2 x + 16 x 2 + 2 x + 16 − x 2 − 2 x 16
16. f ( x) = = lim = =0
x+2 x →± ∞ x+2 ±∞
• Domínio: D f = { x ∈ ℝ : x + 2 ≠ 0} = ℝ \ {−2} A reta de equação y = x é uma assíntota ao gráfico de f
• Continuidade: f é contínua quando x → + ∞ e quando x → − ∞
• Monotonia e extremos: • Gráfico e contradomínio:

f ′( x) =
( x + 2 x + 16 )′ ( x + 2 ) − ( x 2 + 2 x + 16 ) ( x + 2 )′
2

=
( x + 2)
2

( 2 x + 2 )( x + 2 ) − ( x 2 + 2 x + 16 ) x 2 + 4 x − 12
= =
( x + 2) ( x + 2)
2 2

x 2 + 4 x − 12
f ′( x) = 0 ⇔ =0⇔
( x + 2)
2

⇔ x 2 + 4 x − 12 = 0 ∧ x ≠ −2 ⇔ x = −6 ∨ x = 2
D′f = ]− ∞, − 10] ∪ [ 6, + ∞[
x −∞ –6 –2 2 +∞
f' + 0 – – 0 +
f ↗ – 10 ↘ ↘ 6 ↗ Pág. 52
2 x − 1 −1
17.1. lim− f ( x ) = lim−
Máx.
= =1
x →0 x − 1 −1
( −6 ) + 2 ( −6 ) + 16
2 x →0
2 2 + 2 × 2 + 16
f ( −6 ) = = −10 ; f ( 2 ) =
=6
−6 + 2 2+2 lim f ( x ) = f ( 0 ) = 1 − 0 + 0 = 1
x → 0+
f é estritamente crescente em ]− ∞, − 6] e em [ 2, + ∞[ lim f ( x ) = 1
x →0
e estritamente decrescente em [ −6, − 2[ e em ]−2, 2] .
f é contínua em x = 0 porque existe lim f ( x ) .
x →0
Tem um máximo relativo igual a – 10 para x = −6 e um
f é contínua em ]− ∞, 0[ por ser definida nesse intervalo
mínimo relativo igual a 6 para x = 2 .
• Concavidades e pontos de inflexão: por uma função racional e é contínua em ]0, + ∞[ porque,
nesse intervalo, é a soma de funções contínuas.
 x 2 + 4 x − 12 ′ Logo, f é contínua.
f ′′ ( x ) =   =
 ( x + 2 )2  f ( x ) − f ( 0)
  1− x + x −1
17.2. f ′ ( 0+ ) = lim+ = lim+ =
2 ′
x →0 x−0 x→0 x
(x + 4 x − 12 )′ ( x + 2 ) − ( x 2 + 4 x − 12 ) ( x + 2 ) 
2 2
  = f ( 0) = 1 − 0 + 0 = 1
= 2
( x + 2 ) 
2
 x x x 1
  = lim+  − +  = −1 + lim+ = −1 + + =
x→0
 x x  x → 0 x x 0
( 2 x + 4 )( x + 2 ) − ( x 2 + 4 x − 12 ) × 2 ( x + 2 )( x + 2 )′
2

= = = +∞
( x + 2)
4
f não é diferenciável em x = 0 .
( x + 2 ) ( 2 x + 4 )( x + 2 ) − 2 ( x 2 + 4 x − 12 ) x )′
=
( x + 2)
4
=
32
( x + 2)
3
17.3. Para x > 0 : f ′ ( x ) = 1 + x + x ( )′ = 0 − 1 + 2( x
=
1
2 x
−1

f ′′ ( x ) ≠ 0, ∀x ∈ ℝ \ {−2} Para x < 0 :


′ ′
−∞ +∞  2 x − 1 ′ ( 2 x − 1) ( x − 1) − ( 2 x − 1)( x − 1)
x –2 f ′( x) =   = =
 x −1  ( x − 1)
2
f ′′ – +
f ∩ ∪ 2 ( x − 1) − ( 2 x − 1) 1
= =−
( x − 1) ( x − 1)
2 2
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em
]− ∞, − 2[ e voltada para cima em ]−2, + ∞[ . f ′ : ℝ \ {0} → ℝ
Não tem pontos de inflexão.  1
• Assíntotas ao gráfico: − se x < 0
 ( x − 1)
2

x 2 + 2 x + 16 16 x1 
Verticais: lim+ f ( x ) = lim+ = + = +∞  1 − 1 se x > 0
x →−2 x →−2 x+2 0  2 x
x 2 + 2 x + 16 16
lim− f ( x ) = lim− = − = −∞ 17.4. Para x > 0 :
x →−2 x →−2 x+2 0
1 1− 2 x
A reta de equação x = −2 é uma assíntota do gráfico de f. f ′( x) = 0 ⇔ −1 = 0 ⇔ =0⇔
2 x 2 x
Não verticais:
1
f ( x) x 2 + 2 x + 16 x2 ⇔ 2 x = 1 ⇒ 4x = 1 ⇔ x =
m = lim = lim = lim 2 = 1 4
x →± ∞ x x →± x ( x + 2) x →± ∞ x

32
2.2. Derivadas

1
Verificação: f ′   =
1
−1 = 0 2 ( x − 1)( x + 1)′ 2
4 1 =+ = < 0, ∀x ∈ ]− ∞, 0[
( x − 1) ( x − 1)
4 3
2
4
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em
1
Para x < 0 : f ′ ( x ) = − < 0, ∀x ∈ ]− ∞, 0[ ]− ∞, 0[ e em ]0, + ∞[ .
( x − 1)
2

O gráfico não tem pontos de inflexão.


−∞ 1 +∞ 17.7. Assíntotas verticais: O gráfico de f não tem assíntotas
x 0
4 verticais porque f é contínua em ℝ.
f' – + 0 – Assíntotas não verticais:
5 Quando x → − ∞ :
f ↘ 1 ↗ ↘
4 2x − 1 2x
Mín. Máx. lim f ( x ) = lim = lim =2
x →− ∞ x − 1 x →− ∞ x
x →− ∞

1 1 1 5 A reta de equação y = 2 é uma assíntota ao gráfico de f


f   =1− + = ; f ( 0) = 1
4 4 4 4 quando x → − ∞
1  Quando x → + ∞ :
f é estritamente decrescente em ]− ∞, 0] e em  , + ∞ 
4  f ( x) 1− x + x 1− x x
 1 m = lim = lim = lim + lim
x →+ ∞ x x x →+ ∞
x →+ ∞ x x →+ ∞ x
e estritamente crescente em 0,  .
 4 −x x 1
f tem um mínimo relativo igual a 1 para x = 0 e um = lim + lim = −1 + = −1
x →+ ∞ x x →+ ∞ x x +∞
5 1
máximo relativo igual a para x = . b = lim  f ( x ) − mx  = lim 1 − x + x + x  = 1+ ∞ = + ∞
4 4 x→+ ∞ x→+ ∞

17.5. Seja a a abcissa do ponto do gráfico onde a t reta é O gráfico de f não tem assíntota quando x → + ∞ .
tangente. 17.8.
1
m = f ′(a) = −1
2 a
 1 
t:y= − 1 x + 2
2 a 
f (a) = 1 − a + a

(
O ponto a, 1 − a + a ) é um ponto da reta t.
 1  17.9. D′f = ]− ∞, 2[
1− a + a =  − 1 × a + 2 ⇔
  k
2 a 18. f ( x ) = x 2 + , D f = ℝ \ {0} , k ≠ 0
a x
⇔1− a + a = −a+2⇔
2 a ( x )′ x − k ( x )′ k
18.1. f ′ ( x ) = 2 x + = 2x − 2
⇔ 2 a + 2a = a + 4 a ∧ a ≠ 0 ⇔
2
x x
⇔ a = 2 a ⇒ a 2 = 4a ⇔ a 2 − 4a = 0 ⇔
 k ′ ( k )′ x 2 − k ( x 2 )′
a>0 f ′′ ( x ) =  2 x − 2  = 2 − =
⇔ a ( a − 4) = 0 ⇔ a = 4  x  ( x2 )
2

Verificação: 4 = 2 4 ⇔ 4 = 4 k × 2x 2k
=2+=2+ 3
1 1 3 x4
m = f ′ ( 4) = −1 = −1 = − x
2 4 4 4 f ' é duas vezes diferenciável.
3 k k
y = − x + 2 é a equação da reta tangente. f ′ ( 3) = 0 ⇔ 2 × 3 − 2 = 0 ⇔ = 6 ⇔ k = 54
4 3 9
17.6. Para x > 0 : 2 × 54
Para k = 54 , f ′′ ( 3) = 2 + 3 = 6 > 0 .

′′
 1
f ( x) =  − 1 =

′ (1) 2 x − 1 2 x
=
( ) ( ) 3
Logo, f tem um mínimo para x = 3 se k = 54 .
( )
2
2 x  2 x 2k k
18.2. f ′′ ( 2 ) = 0 ⇔ 2 + 3 = 0 ⇔ = −2 ⇔ k = −8
2 4
−2 ×
( x )′ −16 2 x3 − 16
1 Para k = −8 , f ′′ ( x ) = 2 + 3 = .
2 x
= =− < 0, ∀x ∈ ]0, + ∞[ x x3
4x 4x x x −∞ 0 2 +∞
Para x < 0 : 2 x − 16
3 – – – 0 +
′ 2 ′ x3 – 0 + + +
(1)′ ( x − 1) − 1 ( x − 1) 
2
 1  f" + – 0 +
f ( x) =  −
′′  =− =
 
 ( x − 1) 
2
( x − 1) 2 
2
f ∪ ∩ ∪
  P.I.
O ponto de abcissa 2 é um ponto de inflexão do gráfico
de f se k = −8 .

33
2.2. Derivadas

k 2 x3 − k  x 2 se x < 0
18.3. f ′ ( x ) = 0 ⇔ 2 x − 2
=0⇔ =0⇔ 23. f ( x) =  3
x x2  x se x ≥ 0
⇔ 2 x3 − k = 0 ⇔ x = 3
k
( x ≠ 0 , porque k ≠ 0 ) 23.1. lim+ f ( x ) = f ( 0 ) = 03 = 0
x →0
2
lim f ( x ) = lim− x 2 = 02 = 0
 k 2k 2k 4k k ≠ 0 x → 0− x →0
f ′′  3  = 2 + =2+ = 2+ = 6>0
 2  k
3
k k lim f ( x ) = 0
x →0
 3  2
 2 f é contínua em x = 0 porque existe lim f ( x ) .
x →0

k  k f é contínua em ]− ∞, 0[ e em ]0, + ∞[ por ser definida,


3 é o único zero de f ' e f ''  3  > 0 . Como f é duas
2  2 nestes intervalos, por funções polinomiais.
vezes diferenciável em D f = ℝ \ {0} , podemos concluir f ( x ) − f ( 0) x2 − 0
23.2. f ′ ( 0− ) = lim− = lim− = lim− x = 0
que qualquer que seja o valor de k, f não tem máximos. x →0 x−0 x →0 x − 0 x →0

f ( x ) − f ( 0 ) 3

f ′ ( 0+ ) = lim+
19.1. A circunferência de centro na origem e raio 2 tem como x 0
= lim+ = lim+ x 2 = 0
equação: x →0 x−0 x →0 x x →0

x2 + y2 = 2 ⇔ y2 = 2 − x2 ⇔ y = ± 2 − x2 f ′ ( 0 ) = f ′ ( 0 ) =0. Então, f é diferenciável em x = 0 ,


− +

Como y ≥ 0, y = 2 − x 2 . sendo f ′ ( 0 ) = 0 .
PS = 2 − x 2 ; RS = 2 x 2 x se x < 0
f ′( x) =  2
Então, A = PS × RS = 2 x 2 − x . 2
3 x se x ≥ 0
f ′( x ) − f ′ (0)
19.2. A′ ( x ) = ( 2 x )′ 2 − x 2 + 2 x ( 2 − x2 )′ = f ′′ ( 0− ) = lim−
x →0 x−0
= lim−
x →0
2x − 0
= lim
2x
x − 0 x → 0− x
=2

( 2 − x )′ 2 ( 2 − x2 ) − 2 x2 f ′( x ) − f ′ ( 0) 3x 2 − 0
f ′′ ( 0+ ) = lim+
2

= 2 2 − x2 + 2 x × = = lim+ = lim+ 3 x = 0
x →0 x−0 x →0 x−0 x →0
2 2 − x2 2 − x2
f ( 0 ) ≠ f ( 0 ) . Então, f não admite segunda derivada
′′ −
′′ +
4 − 4x2
=
2 − x2 em x = 0 .
23.3.
A′ ( x ) = 0 ⇔ 4 − 4 x = 0 ∧ 0 < x ≤ 2 ⇔
2
f ′: ℝ → ℝ
⇔ x2 = 1 ∧ 0 < x ≤ 2 ⇔ x = 1 2 x se x < 0
x1  2
x 0 1 2
3 x se x ≥ 0
A’ + 0 –
23.4. Para x < 0 :
A ↗ ↘
Máx. f ′ ( x ) = 0 ∧ x < 0 ⇔ 2 x = 0 ∧ x < 0 ⇔ x ∈∅
A área é máxima para x = 1 . f ′ ( x ) < 0, ∀x ∈ ]− ∞, 0[
y = 2 − 12 = 1 = 1 Para x ≥ 0 :
P (1, 1) f ′ ( x ) = 0 ∧ x ≥ 0 ⇔ 3x 2 = 0 ∧ x ≥ 0 ⇔ x = 0
20. f ′′ ( x ) = x ( x + 1) f ′ ( x ) > 0, ∀x ∈ ]0, + ∞[
f ′′ ( x ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −1 f ( 0) = 0
x −∞ –1 0 +∞ f é estritamente decrescente em ]− ∞, 0] , estritamente
f" + 0 – 0 +
crescente em [ 0, + ∞[ e tem um mínimo relativo (e
f ∪ f ( −1) ∩ f ( 0) ∪
P.I. P.I. absoluto) igual a 0 para x = 0 .
Resposta: (D) 23.5. Para x > 0 : f ′′ ( x ) = 6 x
Pág. 53 f ′′ ( x ) = 0 ∧ x > 0 ⇔ 6 x = 0 ∧ x > 0 ⇔ x ∈∅
21. A função f, duas vezes diferenciável em ]0, 2[, é
estritamente decrescente e o seu gráfico tem a f ′′ ( x ) > 0, ∀x ∈ ]0, + ∞[
concavidade voltada para baixo neste intervalo. Para x < 0 : f ′′ ( x ) = 2 > 0, ∀x ∈ ]− ∞, 0[
Logo , ∀x ∈ ]0,2[ , f ′ ( x ) < 0 ∧ f ′′ ( x ) < 0 pelo O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em
que ∀x ∈ ]0,2[ , f ′ ( x ) × f ′′ ( x ) > 0 todo o domínio, pelo que, não tem pontos de inflexão.
Resposta: (D) 23.6. f ( x ) = 1 − x ⇔ x 3 + x − 1 = 0
x∈]0, 1[

22. f ′′ ( x ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 1 ∨ x = 2 ∨ x = − 2 ∨ x = 2 Seja g ( x ) = x 3 + x − 1
A segunda derivada tem cinco zeros: − 2, 0, 1, 2 e 2 g é contínua em [0, 1] porque é uma função polinomial.
Como ( x − 2 ) > 0, ∀x ∈ ℝ \ {2} , f ” não muda de sinal no
2
g ( 0 ) = 03 + 0 − 1 = −1 e g (1) = 13 + 1 − 1 = 1

ponto x = 2 apenas mudando nos restantes quatro zeros. g ( 0 ) × g (1) < 0


Portanto, o gráfico de f tem quatro pontos de inflexão.
Resposta: (C)
34
2.2. Derivadas

Então, pelo corolário do Teorema de Bolzano-Cauchy 2. O gráfico de f não tem pontos de inflexão em x = 2 ,
∃c ∈ ]0, 1[ : g ( c ) = 0 , ou seja, ∃c ∈ ]0, 1[ : f ( c ) = 1 − c . x = 4 ou x = 5 porque a segunda derivada não muda de
Como f (x) é estritamente crescente em ]0, 1[, a solução sinal nesses pontos.
que provamos existir é única. Logo, a opção correta é a (A).
24. Para que o gráfico de f tenha um ponto de inflexão de Resposta: (A)
abcissa 0, terá de haver aí uma mudança de sinal da 3. f ′ ( x ) = 2 + 3x 2 − 2 x 3
segunda derivada. Sendo assim, a opção correta é a (A).
Resposta: (A) f ′′ ( x ) = ( 2 + 3 x 2 − 2 x 3 )′ = 6 x − 6 x 2
25. f ( x ) = x4 ; g ( x ) = 3 x f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 6 x (1 − x ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 1
25.1. f ′ ( x ) = 4 x 3
x −∞ 0 1 +∞
f ′′
f ′′ ( x ) = ( 4 x 3 )′ = 12 x 2
– 0 + 0 –
f ∩ ∪ ∩
f ′′ ( 0 ) = 12 × 0 2 = 0
Resposta: (D)
f ′′ ( x ) > 0, ∀x ∈ ℝ \ {0} , ou seja, no ponto x = 0 , não há
4. No intervalo ]− ∞, 0[ , a concavidade de f é voltada para
mudança de sinal da segunda derivada de f .
Logo, 0 não é um ponto de inflexão. cima. Então, f ′′ ( −3) > 0 .

( x )′ 1 No intervalo [ −2, 3] , f é crescente. Então, f ′ (1) > 0 .


25.2. g ′ ( x ) = =
3
3 x 2 3
3 x 2 No intervalo ]0, 5[ , a concavidade de f é voltada para
baixo. Então, f ′′ ( 2 ) < 0 .
0 − 3×
( x )′
2

No intervalo ]5, + ∞[ , a concavidade é voltada para cima.


(1)′ ( 3 3 x 2 ) − 1 × ( 3 3 x 2 )

3 (x )
3 2 2

g ′′ ( x ) = = Então, f ′′ ( 7 ) > 0 .
(3 x )
2
3 2 9 3 x4
Resposta: (C)
2x 2 5. Se f ’ é estritamente crescente, então f ′′ ( x ) ≥ 0, ∀x ∈ ℝ .
=− =−
3 8 3 2
9 x 9x x Logo, o gráfico f tem a concavidade voltada para cima.
Dg ′′ = ℝ \ {0} , logo não existe g′′ ( 0 ) .
x −∞ 0 +∞
Pág. 55
g" + –
12 x
g ∪ 0 ∩ 6. f ( x) = +
P.I. x +1 3
g ( 0) = 3 0 = 0 (12 )′ ( x + 1) − 12 ( x + 1)′ 1 12 1
6.1. f ′( x) = + =− +
Logo, a origem é um ponto de inflexão do gráfico de g. ( x + 1) ( x + 1) 3
2 2
3
26. Sejam f ( x ) = ax + b e g ( x ) = cx + d , a ≠ 0 e c ≠ 0 , as
−36 + ( x + 1)
2
12 1
funções cujos gráficos estão representados. f ′( x) = 0 ⇔ − + =0⇔ =0⇔
( x + 1) 3 ( x + 1)
2 2
3
Como os gráficos de f e g são perpendiculares, então
⇔ ( x + 1) − 36 = 0 ∧ x ≠ 1 ⇔
2
1 1
c = − . Então, f ( x ) = ax + b e g ( x ) = − x + d .
a a ⇔ x + 1 = 6 ∨ x + 1 = −6 ⇔ x = 5 ∨ x = −7
h ( x) = f ( x) × g ( x) x −∞ 7 –1 5 +∞

h′( x ) = f ′( x ) × g ( x ) + f ( x ) × g ′( x ) = f' + 0 – – 0 +
13 11
f ↗ − ↘ ↘ ↗
 1   1
= a  − x + d  + ( ax + b ) ×  −  =
3 3
Máx Mín.
 a   a
12 −7 13 12 5 11
b
= − x + ad − x − = −2 x + ad −
b f ( −7 ) = + =− e f ( 5) = + =
a a −7 + 1 3 3 5 +1 3 3
f é estritamente crescente em ]− ∞, − 7] e em [5, + ∞[ e
 b ′
h ′′ ( x ) =  −2 x + ad −  = −2 estritamente decrescente em [ −7, − 1[ e em ]−1, 5] .
 a
13
f tem um máximo relativo igual a − para x = −7 e um
Avaliação 2 3
Pág. 54 11
1. Sejam a e b o maximizante o minimizante de f ’(x), mínimo relativo igual a para x = 5 .
3
respetivamente. 6.2. a) t : y = mx + b
Então:
12 1
x −∞ a b +∞ m = f ′ ( 2) = − + = −1
( 2 + 3)
2
3
f' ↗ f ′(a ) ↘ f ′(b) ↗
12 2 14
f" + 0 – 0 + f ( 2) = + =
Resposta: (B) 2 +1 3 3

35
2.2. Derivadas

Reta tangente em x = 2 : y = − x + b
 14 
 2,  é um ponto da reta t.
 3
14 20
= −2 + b ⇔ b =
3 3
20
Equação da reta tangente: y = − x +
3
b) m = mr = −1
12 1 12 4
f ′ ( x ) = −1 ⇔ − + = −1 ⇔ − + =0  13  11 
( x + 1)
2
3 ( x + 1) 3
2
D′f =  − ∞, −  ∪  , + ∞ 
 3 3 
−36 + 4 ( x + 1)
2
 2 
⇔ =0⇔ 7.1. lim g ( x ) = lim−  4 + =4−2=2
3 ( x + 1)
2
x →1− x →1  x−2
⇔ ( x + 1) = 9 ∧ x ≠ −1 ⇔
2
lim g ( x ) = lim+ ( x 3 + x ) = 1 + 1 = 2 = g (1)
x →1+ x →1

⇔ x + 1 = 3 ∨ x + 1 = −3 ∧ x ≠ −1 ⇔ lim g ( x ) = 2
x →1
⇔ x = 2 ∨ x = −4
Como existe lim g ( x ) , g é contínua no ponto 1 .
A reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa −4 x →1

é estritamente paralela à reta r . 7.2. g ( x ) = 4 − x ⇔ x 3 + x = 4 − x ⇔ x3 + x + x − 4 = 0


x∈[1, 2]

 ′
12 1 Seja h ( x ) = x + x + x − 4 , Dh = ℝ +0
3
6.3. f ′′ ( x ) =  − +  =
 ( x + 1) 2 3 
  h é contínua em [1, 2] porque é definida pela raiz
quadrada e pela soma de funções contínuas.
2 ′
( −12 )′ ( x + 1) − ( −12 ) ( x + 1) 
2

=   = h (1) = 13 + 1 + 1 − 4 = −1 < 0
2
( x + 1)