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MEURO Samira Campedelli

LiV de
LÍNGUA PORTUGUESA
2º-
ANO

ENSINO
F U N DA M E N TA L
L Í N G UA
PORTUGUESA

MANUAL DO
PROFESSOR
MEURO de
LiV
LÍNGUA PORTUGUESA

MANUAL DO
PROFESSOR
2º-
ANO
ENSINO
F U N DA M E N TA L
LÍNGUA
PORTUGUESA

Samira Campedelli
Professora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo,
Bacharel e licenciada em Letras - Português pela Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo,
mestre em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo,
doutora em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo
e autora de livros didáticos para o Ensino Fundamental e Médio.

2ª- edição
São Paulo
2019
Título original: Meu Livro de Língua Portuguesa – 2o ano

APRESENTAÇÃO
© Editora AJS Ltda, 2019

Editores: Arnaldo Saraiva e Joaquim Saraiva


Direção editorial: Antonio Nicolau Youssef
Equipe de Colaboradores: Roberta Lombardi Martins,
Márcia Mendonça, Jordana Thadei, Monique Mattos,
Conceição Longo, Daniel Ribeiro, Yara Najman, Prezado professor ou professora,
Cândido Grangeiro, Tania Regina Zieglitz, Rosana Biani
A Coleção Meu Livro de Língua Portuguesa
Coordenação editorial: Ana Cristina Mendes Perfetti
Manual do Professor: Cultura Escrita
foi planejada tendo como guia a Base Nacional Co-
Edição de arte: Flávio Nigro, Jorge Okura mum Curricular (BNCC) estabelecida para essas dis-
Pesquisa iconográfica: Cláudio Perez ciplinas. Os conteúdos abordados e a proposta de
Lincenciamentos: Paula Claro trabalho que a coleção adota estão apresentados
Editoração eletrônica: Alfredo P. Santana, Juliana Cristina Silva,
Alan P. Santana, Flávio Balmant, Nelson Arruda,
neste Manual.
Thiago Oliver, Marcos Dorado dos Santos, Apresentamos também as orientações específi-
Selma Barbosa Celestino
Revisão desta edição: Carla Cássia Camargo,
cas relativas às práticas de sala de aula e estratégias
Renata Tavares, Sâmia Rios, Cristiane Santos Mansor, de ensino, distribuídas ao longo das páginas do livro
Edna Gonçalves Luna, Maria Inez de Souza,
Fernanda Rizzo Sanchez
do aluno, assim como a relação entre os conteúdos
Ilustrações: Adolar de Paula Mendes Filho, Alex Argozino, trabalhados e os objetos de conhecimento, compe-
Jótah, Roberto Weigand, Osvaldo Sequetin, tências gerais e específicas, consignados na BNCC.
Dawidson França, Giz de Cera, Fernanda Rinzler,
Maspi, Jorge Honda, All Maps Também ao longo das páginas do livro do aluno, es-
Capa: Flávio Nigro tão apontadas as habilidades da BNCC trabalhadas
Ilustração de capa: Adolar de Paula Mendes Filho em cada grupo de atividades apresentadas.
Entregamos este trabalho a você, com a certeza
de que ele será uma ferramenta de apoio eficiente
em suas aulas, dando vida à relação com os seus
alunos.
A autora

Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram


produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas
plantadas, com origem certificada.

Editora AJS Ltda. – Todos os direitos reservados


Endereço: R. Xavantes, 719, sl. 632
Brás – São Paulo – SP
CEP: 03027-000
Telefone: (011) 2081-4677
E-mail: editora@editoraajs.com.br
SUMÁRIO
1. VISÃO GERAL DA OBRA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . IV
A ESCOLA E O LIVRO DIDÁTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . IV
CONHECIMENTO E CULTURA DIGITAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . IV
CURRÍCULOS, DEMANDAS SOCIAIS E O LIVRO DIDÁTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .V
2. PRESSUPOSTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VI
LÍNGUA PORTUGUESA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VI
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VIII
LEITURA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .X
CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS E GRAMATICAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
ESCRITA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII
ORALIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XIV
3. RELAÇÃO COM A BNCC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XV
QUADROS DE CONTEÚDOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XVI
4. AVALIAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXXIII
5. ORGANIZAÇÃO DA OBRA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXXIII
6. REFERÊNCIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXXVIII
1. VISÃO GERAL DA OBRA
A ESCOLA E O LIVRO DIDÁTICO opções autorais, que buscam oferecer possibilidades
para que as situações de ensino e aprendizagem aten-
O livro didático e a BNCC dam a diferentes realidades educacionais e escolares.
Os livros didáticos, por si só, são artefatos culturais Os livros desta coleção foram concebidos levan-
bastante complexos. Artefatos, porque são produzidos do-se em conta a Base Nacional Comum Curricular,
industrialmente, ainda que também sejam produto de buscando o desenvolvimento das Competências Gerais
um grande esforço intelectual; culturais, por serem pró- e Específicas ali consignadas e respeitando os Objetos
prios de cada sociedade, tanto em seus aspectos ma- de Conhecimento e as Habilidades sugeridas para cada
teriais e visuais como em seus conteúdos; complexos, ano do Ensino Fundamental a que se referem.
a começar pelo grande número de profissionais envol-
vidos em sua elaboração, como atestam as páginas de CONHECIMENTO E
crédito de uma obra – uma enorme gama de saberes é CULTURA DIGITAL
aplicada e organizada ao longo da produção desses li-
vros. Os livros, por sua vez, inserem-se em um contexto Tornou-se lugar-comum afirmar que vivemos a Era
igualmente intrincado, o da educação. do Conhecimento, pois este se tornou o elemento cen-
Nesse importante contexto – o da educação –, as tral de nossa organização social e econômica. De fato,
políticas educacionais e os documentos amplamente desde o século XVIII, quando os pensadores iluministas
discutidos e elaborados pelos órgãos competentes – formularam um conjunto de proposições filosóficas, le-
como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – têm vando as sociedades chamadas ocidentais a se basea-
papel importante na definição dos perfis mais adequa- rem no racionalismo e no desenvolvimento da ciência, o
dos aos livros didáticos. conhecimento humano cresceu exponencialmente. Es-
tudiosos afirmam que o conhecimento humano dobra
O livro didático não existe sozinho. Para que ele a cada cinco anos e que há tendência a diminuir ainda
cumpra seu propósito, necessariamente deve haver ao mais esse tempo.
menos um leitor que interaja com o texto, um espaço
– nem sempre uma sala ou uma grande escola – e um Esses conhecimentos socialmente construídos hoje
contexto. Este envolve desde a realidade social, econô- são mais facilmente difundidos, graças às mais variadas
mica e cultural dos professores, alunos e sua comuni- tecnologias da informação. Um aparelho celular não só
dade até a esfera legal e institucional em que esse con- pode viabilizar um contato entre duas pessoas em pon-
junto de elementos se insere (escola privada ou pública, tos extremos da Terra, como ambas, acessando a inter-
federal, estadual, municipal, comunitária etc.). Disso de- net, podem, em poucos instantes, ter a informação que
corre, então, o acréscimo de um âmbito político, sem- desejam. De acordo com a BNCC, a cultura digital tem
pre relevante. Esses elementos todos, ao mesmo tempo se mostrado um grande desafio à educação:
que estão articulados, interferem uns nos outros.
Essa dinâmica não é exclusiva do Brasil, no entan- Há que se considerar, ainda, que a cultura digi-
to, em um país como o nosso, onde a realidade educa- tal tem promovido mudanças sociais significativas
cional é extremamente diversa, ela assume contornos nas sociedades contemporâneas. Em decorrência
ainda mais marcantes. Em relação a esta diversidade, do avanço e da multiplicação das tecnologias de
a BNCC traz parâmetros claros para as definições cur- informação e comunicação e do crescente acesso
riculares, garantindo a unificação dos conhecimen- a elas pela maior disponibilidade de computado-
tos trabalhados no Ensino Fundamental e, ao mesmo res, telefones celulares, tablets e afins, os estudan-
tempo, oferecendo espaços e eixos de adequação do tes estão dinamicamente inseridos nessa cultura,
currículo a regionalismos, demandas locais e culturas não somente como consumidores. Os jovens têm
diversificadas. se engajado cada vez mais como protagonistas da
cultura digital, envolvendo-se diretamente em no-
A produção dos livros didáticos deve, portanto, levar
vas formas de interação multimidiática e multimo-
em conta a BNCC, permitindo aos professores encontrar
dal e de atuação social em rede, que se realizam de
à sua disposição uma variedade de coleções, unificadas
modo cada vez mais ágil. Por sua vez, essa cultura
por suas referências à Base Comum e diversificadas pelas

IV
também apresenta forte apelo emocional e induz Nesse sentido, o livro didático pode desempenhar
ao imediatismo de respostas e à efemeridade das diferentes papéis. Independentemente da concepção,
informações, privilegiando análises superficiais e o estrutura, organização e seleção de conteúdos e do
uso de imagens e formas de expressão mais sinté- tipo de abordagem propostos por uma obra, o que de-
ticas, diferentes dos modos de dizer e argumentar termina o encaminhamento, o cumprimento dos obje-
característicos da vida escolar. (BNCC, 2017, p. 57) tivos e os resultados do processo, sem dúvida, é o uso
que dela se faz. Pode-se colocar nas mãos do professor
A escola precisa integrar os conhecimentos histo- o livro mais tradicional ou o mais inovador e não se
ricamente construídos e os saberes escolares com as obter os resultados esperados. Isso acontece porque o
novas tecnologias de comunicação de modo eficiente processo se efetiva mesmo na sala de aula, num espaço
e crítico, a fim de possibilitar a criação de um cidadão em que a concepção do professor prevalece sobre o
que saiba lidar de forma ética e democrática com esse escrito. É pelas mãos do professor que um livro assume
universo da cultura digital. O desafio da escola é de efetivamente sua condição de didático.
assegurar a democratização do acesso aos meios téc- É o professor que o atualiza quando transforma
nicos de comunicação, estimular e preparar as novas o que era uma virtualidade em uma aula. É o profes-
gerações para a apropriação ativa, consciente e crítica sor quem dá o tom e empresta a voz ao texto escri-
dessas novas tecnologias, tornando a aprendizagem to, criando novas virtualidades que, por sua vez, serão
dos saberes mobilizados no âmbito escolar significativa atualizadas pelos alunos, em um movimento contínuo
e incorporada à vida dos alunos. de alimentação de virtualidades educativas, chamadas
de ensino e de aprendizagem.
CURRÍCULOS, DEMANDAS É interessante observar que geralmente se fala
SOCIAIS E O LIVRO DIDÁTICO que o livro didático é “usado”, e não propriamente
O livro didático é um instrumento capaz de eliminar “lido”, indicando essa sua particularidade. Esse uso é
os limites existentes entre a ciência e o acesso aos direitos sistemático, pressupondo mais de uma leitura, tanto
de cidadania, pois auxilia a implementação das políticas do professor como do aluno, na sala de aula ou fora
de educação em geral, uma vez que se trata de um obje- dela. É só nessa condição que o livro didático de fato
to de pesquisa de valor considerável para o aluno, numa se realiza como tal, ou seja, com um recurso promotor
realidade em que pode se configurar como uma das úni- de aprendizagem.
cas fontes disponíveis. Como ressalta Lajolo, ele pode ser tomado como defi-
Na sala de aula, o livro didático configura-se como nidor único de conteúdos, estratégias e objetivos de deter-
um elemento prescritivo essencial para a prática didática minada disciplina ou, ao contrário, pode ser visto como um
do professor, pois o seu uso possibilita a concretização parceiro em um processo de ensino muito especial, cujo
dos currículos oficiais, juntamente com outros recursos, beneficiário final é o aluno (LAJOLO, 1996, p. 4).
tendo a condição de subvertê-los ou adaptá-los ao pres- É consenso, atualmente, que os livros didáticos não
crito, dadas as condições colocadas pelo contexto (CAS- são apenas veiculadores de informações, pois também
SIANO, 2004). difundem valores e representações do mundo, tanto por
Apresenta-se como um instrumento, muitas vezes, meio de textos verbais como de não verbais (fotografias,
insubstituível, uma vez que muitos outros recursos didáti- desenhos, obras de arte, gráficos etc.). Por isso, quando
cos não se organizam como um corpo de conhecimentos o professor analisa uma obra desse tipo, visando selecio-
sistematizados em que diferentes saberes, procedimentos nar aquela com a qual vai trabalhar ao longo de todo o
e valores possam ser mobilizados para a promoção do ano, é fundamental que realize uma avaliação de todos
ensino e da aprendizagem com objetivos tão delineados. esses elementos, considerando a realidade em que atua.

O melhor dos livros didáticos não pode com-


[...] o livro didático insere-se no processo de petir com o professor: ele, mais do que qualquer
formação da identidade nacional, seja pelos te- livro, sabe os aspectos do conhecimento que fa-
mas e conteúdos priorizados nos manuais didáti- lam mais de perto a seus alunos, que modalidades
cos, seja pelas metodologias neles indicadas, seja de exercício e que tipos de atividades respondem
pela perspectiva ideológica neles subjacentes [...] mais fundo em sua classe. [...] Nenhum livro, por
(HORIKAWA e JARDILINO, 2010, p. 156) melhor que seja, pode ser utilizado sem adaptações.

V
Como todo e qualquer livro, o didático também As avaliações promovidas pelo MEC represen-
propicia diferentes leituras para diferentes leitores tam importante contribuição para os professores no
e é em função da liderança que tem na utilização momento da escolha do livro didático. Mas só o pro-
coletiva do livro didático que o professor precisa fessor sabe qual livro melhor atende às necessidades
preparar com cuidado os modos de utilização de seus alunos e de sua escola, pois apenas ele co-
dele, isto é, as atividades escolares por meio das nhece a sua realidade, sua concepção de educação,
quais um livro didático vai se fazer presente no sua prática, seu compromisso com a formação inte-
curso em que foi adotado. (LAJOLO, 1996, p. 6) gral dos alunos.

2. PRESSUPOSTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS

LÍNGUA PORTUGUESA a formação de cidadãos críticos, participativos e cons-


cientes de seu papel na sociedade.
Com base na abordagem sociointeracionista de
aprendizagem e entendendo a linguagem e suas práti- De fato é dentro da e pela língua que indi-
cas como produtos culturais que organizam e estrutu- víduo e sociedade se determinam mutuamente.
ram as relações humanas, esta coleção procura oferecer O homem sentiu sempre – e os poetas frequen-
condições para o desenvolvimento e o aperfeiçoamen- temente cantaram – o poder fundador da lin-
to, de forma progressiva e contínua, das capacidades guagem, que instaura uma realidade imaginária,
cognitivas, linguísticas e discursivas dos alunos. anima as coisas inertes, faz ver o que ainda não
existe, traz de volta o que desapareceu. (BENVE-
Se a linguagem é comunicação, pressupõe NISTE, 1976)
interação entre as pessoas que participam do
ato comunicativo com e pela linguagem. Cada O desenvolvimento da vida social exigiu que os ho-
ato de linguagem não é uma criação em si, mens ampliassem o uso das formas verbais de comunica-
mas está inscrito em um sistema semiótico de ção. Com isso, foi necessário compreender o próprio fun-
sentidos múltiplos e, ao mesmo tempo, em um cionamento e alcance da linguagem (em sua dimensão
processo discursivo. Como resultado dessas re- verbal): daí os estudos sobre a organização das palavras,
lações, assume-se que é pela e com a linguagem a elaboração dos enunciados e os efeitos produzidos nos
que o homem se constitui sujeito social (“ser” discursos pela escolha e pelo uso de recursos linguísticos.
mediado socialmente pela linguagem) e por ela
De instrumento que ajudava a nomear as coisas, a
e com ela interage consigo mesmo e com os ou-
linguagem passou a ser identificada como elemento de
tros (“ser-saber-fazer” pela/com a linguagem).
produção de sentidos, capaz não apenas de representar,
Nesse “ser-saber-fazer” estão imbricados valo-
como também de criar realidades, exercendo um forte
res sensitivos, cognitivos, pragmáticos, culturais,
papel direcionador ou redirecionador das relações sociais.
morais e éticos constitutivos do sujeito e da so-
ciedade. (BNCC, 2017, p. 59) A linguagem, segundo definição de Émile Benve-
niste, é um sistema de signos socializado. “Socializado”
remete à função comunicativa da linguagem.
Considerando que é por meio da língua que as A expressão “sistema de signos” é empregada
pessoas se comunicam, têm acesso às informações, para definir a linguagem como um conjunto cujos ele-
expressam seus pontos de vista e produzem conheci- mentos se determinam em suas inter-relações, ou seja,
mento, entendemos que o seu domínio é fundamental um conjunto no qual nada significa por si, mas tudo
para que os alunos tenham acesso aos bens culturais e significa em função dos outros elementos.
participação efetiva no mundo letrado. Todas as línguas são casos particulares de um fe-
Esta coleção também incentiva o respeito às di- nômeno geral, a linguagem. Para o linguista francês, a
ferenças individuais e sociais e procura contribuir para língua é um sistema de signos que se aprende pelo seu

VI
próprio uso. Percebe-se, neste passo, por que a lingua- que aprende, os construtivistas consideram o aprendiz
gem é uma forma de ação, e, no caso da linguagem ver- um sujeito, protagonista do seu próprio processo de
bal, a leitura e a escrita são processos de conhecimento aprendizagem, alguém que vai produzir a transforma-
e patamares significativos da atividade social e cultural. ção que converte informação em conhecimento pró-
Lev Vygotsky (1896-1934) deu início a estudos da prio. Essa construção, pelo aprendiz, não se dá por si
teoria que, mais tarde, veio a ser nomeada “sociointera- mesma e no vazio, mas por meio de situações nas quais
cionismo”, cujo eixo pressupõe que todo conhecimento ele possa agir sobre o objeto de conhecimento, pensar
é construído socialmente, no âmbito das relações hu- sobre ele, recebendo ajuda, sendo desafiado a refletir,
manas. interagindo com outras pessoas. De suas investigações,
Piaget concluiu que a linguagem infantil pode ser divi-
Para Vygotsky, a linguagem tinha papel fundamen-
dida em egocêntrica e socializada.
tal na mediação entre as relações sociais e a aprendiza-
gem. O objeto de estudo de Vygotsky era o desenvol- Na fala egocêntrica, a criança fala para si, como se
vimento humano, a partir do processo histórico que o estivesse pensando alto. Não se preocupa em saber se
indivíduo estava vivendo. alguém a ouve. Geralmente fala do que está vendo ou
acontecendo com ela num determinado momento. Na
É oportuno, a essa altura de nosso diálogo com fala socializada, a criança tenta realizar uma espécie de
os colegas, relembrar que a marca principal, o traço di- comunicação com os outros.
ferencial da teoria da aprendizagem de Lev Vygotsky
em relação a outras teorias da aprendizagem ou do Dessa forma, a linguagem egocêntrica se distingue
da linguagem socializada em sua função. Por meio da
desenvolvimento é justamente a crença de que o co-
linguagem socializada, a criança tenta estabelecer tro-
nhecimento se constrói primeiramente pela interação
cas com os outros, faz perguntas, pedidos, transmite
interpessoal – e, posteriormente, tornar-se-á intrapes-
informações. Nesse momento se estabelece a troca ver-
soal (desenvolvimento real, autonomia, apropriação).
dadeira, discussão, ou mesmo colaboração, em busca
Vygotsky ensina que as funções psicológicas superio-
de um objetivo comum.
res, que são características do ser humano, estão an-
coradas, por um lado, nas características biológicas da Vygotsky aprecia o valor da descoberta de Piaget
espécie humana e, por outro lado, são desenvolvidas e, embasado em um exame detalhado das investigações
ao longo de sua história social. O grupo social fornece e conclusões desse autor, conclui que, para Piaget, “a
o material (signos e instrumentos) que possibilita o de- linguagem da criança pequena é, em sua maior parte,
senvolvimento das atividades psicológicas. egocêntrica”. Não serve aos fins nem às funções de co-
municação, serve somente para acompanhar a atividade
Isso significa que se deve analisar o reflexo do
e as sensações da criança.
mundo exterior no mundo interior dos indivíduos com
base na interação destes com a realidade. Para Piaget, a linguagem egocêntrica não desempe-
nha função importante na atividade infantil, pois o psicó-
Ainda segundo Vygotsky, para que o indivíduo se logo suíço crê que “atrofia e desaparece na idade escolar”.
constitua como pessoa, é fundamental que ele se insi-
Vygotsky, por outro lado, acredita que a lingua-
ra em determinado ambiente cultural. As mudanças ao
gem egocêntrica assume, desde a mais tenra idade,
longo de seu desenvolvimento estão ligadas à sua in-
uma função importante e definida na atividade infantil:
teração com a cultura e a história da sociedadeda qual
converte-se em um instrumento para pensar no sentido
faz parte.
estrito, ou seja, começa a exercer a função de planejar
Por isso, o aprendizado envolve sempre a interação a resolução da tarefa surgida no curso de sua atividade.
com outros indivíduos e a interferência direta ou indi-
Na teoria vygotskyana, o enfoque é sociointeracionis-
reta deles.
ta, já que para ele todo conhecimento é construído social-
Na teoria da aprendizagem denominada cognitivis- mente, no âmbito das relações humanas. A relação entre
mo, originada dos estudos do psicólogo suíço Jean Piaget, desenvolvimento e aprendizagem, do ponto de vista de
o aluno é um ser ativo no seu processo de aprendizado Vygotsky, está assentada no conceito de zona de desen-
– daí o nome “construtivismo”, metáfora que sugere volvimento proximal, definida como “a distância entre o
que o conhecimento é construído pelo aprendiz. nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar
Diferentemente dos empiristas, para quem a infor- pela solução independente de problemas, e o nível de de-
mação deveria ser fornecida da forma mais simples pos- senvolvimento potencial, determinado por meio da solu-
sível, uma de cada vez, a fim de não confundir aquele ção de problemas sob a orientação de um adulto ou em

VII
colaboração com companheiros mais capazes”. Vale dizer escrita alfabética que se relacionam a habilidades de: dife-
que, neste nível, o aprendiz não tem total autonomia, mas renciar desenhos e letras; conhecer as letras do alfabeto;
já tem elementos que possibilitam a realização de tarefas. compreender a posição determinada das letras no interior
Com base nesse conceito, tornam-se possíveis de- das palavras; relacionar grafema/fonema, para transformar
terminadas conclusões pedagógicas: som em letra; juntar letras para formar sílabas; juntar síla-
bas para formar palavras; juntar palavras para formar frases
• a aprendizagem não deve ser um ato solitário,
mas de interação com o outro; e frases para formar textos, assim como compreender, as
regras ortográficas. Também se relacionam ao processo de
• o professor, antes de ser mero transmissor de- alfabetização as capacidades motoras e cognitivas que en-
saberes, desempenha papel de mediador entre volvem as habilidades de ler e escrever seguindo a direção
aprendiz e conhecimento; correta da escrita na página, como a orientação da escrita
• a escola precisa levar em conta quanto de cola- de cima para baixo e da esquerda para a direita e as con-
boração o aluno necessita para chegar a produzir venções que indicam a delimitação de palavras (espaços
atividades de forma independente; em branco) e de frases (pontuação), fazer uso adequado
• o diálogo e a interação entre professor e aluno e de instrumentos de escrita (lápis, caneta, borracha, régua e
entre alunos devem ser permanentes, permean- outros) e aprendizagem de escrita de diferentes categoriza-
do o trabalho escolar. ções das letras (maiúsculas, minúsculas, imprensa, cursiva)
(SOARES e BATISTA, 2005).
ALFABETIZAÇÃO E O letramento consiste no “conjunto de conheci-
mentos, atitudes e capacidades envolvidas no uso da
LETRAMENTO língua em práticas sociais e necessários para uma parti-
As crianças, desde cedo, estão imersas no mundo le- cipação ativa e competente na cultura da escrita” (SOA-
trado, por isso trazem consigo para a escola experiências RES e BATISTA, 2005, p. 50). Os eventos de letramentos
diversas com a leitura e a escrita e suposições acerca de são concretizados com a leitura e a escrita de diferentes
seu funcionamento, que advêm de sua participação em gêneros textuais e escritos, em contextos formais e infor-
diferentes práticas sociais mobilizadas pela linguagem. mais, compreendidos como práticas sociais que ocorrem
Mesmo com avanços nos níveis de alfabetismo em função dos objetivos da situação comunicativa, da
da população e no acesso à educação básica, o índice relação entre interlocutores, do portador no qual os tex-
de analfabetismo funcional, segundo dados do Índice tos são publicados, dos espaços sociais em que circulam,
Nacional de Analfabetismo Funcional – INAF (2016), dos valores estéticos e éticos transmitidos.
chega a 27%. Isso quer dizer que, desse percentual, Em virtude disso, nesta coleção, concebem-se alfa-
muitas pessoas têm habilidades de escrever algo como betização e letramento como interfaces de um mesmo
seu nome, copiar alguma informação, porém não con- processo, no qual habilidades distintas são desenvolvi-
seguem interpretar nem usar a escrita e a leitura para das concomitantemente. A alfabetização e o letramento
outros fins que são solicitados usualmente numa socie- são processos que se entrelaçam e devem acontecer de
dade letrada. Segundo Maciel e Lúcio (2008), para que forma simultânea e indissociável, pois a apropriação do
interaja em práticas sociais efetivas em uma sociedade sistema de escrita alfabética (SEA) deve ocorrer intima-
letrada, o sujeito precisa apropriar-se do sistema alfa- mente nos usos sociais da língua, com a produção de
bético e ortográfico, que se obtém pelo processo de gêneros textuais orais e escritos. Desse modo, as ativi-
alfabetização, e da leitura e da escrita em diferentes dades de alfabetização constituem um meio para o es-
situações e contextos, cujo desenvolvimento de habili- tabelecimento de relações entre diferentes convenções e
dades ocorre no processo de letramento. notações e para a reflexão sobre estes nos processos das
A alfabetização consiste no ensino e no aprendizado práticas discursivas e sociais e de conhecimentos relevan-
da tecnologia da escrita alfabética-ortográfica, que envolve tes para a vida, de modo que as crianças possam falar,
um conjunto de conhecimentos e procedimentos relaciona- escutar, ler e escrever em diferentes contextos sociais.
dos tanto ao seu funcionamento de representação quan- A apropriação do sistema de escrita alfabética
to às capacidades motoras e cognitivas para manipulá-la (SEA) é o resultado esperado no processo de alfabeti-
(SOARES e BATISTA, 2005). Dessa forma, de acordo com zação. O SEA é concebido como um sistema notacional
Cafiero e Rocha (2008), a alfabetização envolve a apro- de sons (fonemas) e letras (grafemas), não um sistema
priação de conhecimentos e procedimentos do sistema de de códigos, pois é preciso que sejam compreendidos,

VIII
e não apenas memorizados, o seu funcionamento e suas A apropriação do sistema de escrita alfabética se
funções (MORAIS, 2012). Como Ferrero e Teberosky fundamenta nas hipóteses formuladas pelo aprendiz,
(1986) demonstraram, para entender como o SEA funcio- relacionadas às perguntas citadas, que oferecem infor-
na, os aprendizes precisam mobilizar duas questões: “O mações às etapas do processo de alfabetização. Emi-
que a escrita nota (ou representa)? Como ela cria no- lia Ferreiro e Ana Teberosky descreveram e explicaram
tações (representações)?” (MORAIS, 2014a). Para com- cada uma dessas etapas, apontando a existência de um
preendê-lo e explicá-lo, Morais (2012) criou um decálogo parâmetro evolutivo regular na construção de hipóte-
(dez princípios) sobre o SEA: ses sobre a escrita, por parte das crianças, levando o
professor a construir novo olhar sobre o processo de
1. Escreve-se com letras, que não podem ser alfabetização, para, assim, poder reavaliar e redirecio-
inventadas, que têm um repertório finito e que nar a sua prática. As etapas, segundo as autoras, com-
são diferentes de número e de outros símbolos; preendem três diferentes níveis: pré-silábico, silábico e
alfabético, sendo que o último é dividido em silábico-al-
2. As letras têm formatos fixos e pequenas
fabético e alfabético.
variações produzem mudanças na identidade das
mesmas (p, q, b, d), embora uma letra assuma for- No nível pré-silábico, a criança não estabelece rela-
matos variados (P, p, P, p); ções entre a escrita e a pronúncia, ainda representa a es-
crita por meio de desenhos, rabiscos ou letras aleatórias,
3. A ordem das letras no interior da palavra sem repetição e com o critério de no mínimo três. Nessa
não pode ser mudada; fase, a criança associa de maneira direta a palavra ao ob-
4. Uma letra pode se repetir no interior de jeto a que se refere, não distingue ainda objeto da pala-
uma palavra e em diferentes palavras, ao mesmo vra que o representa. Acredita que a palavra “cão” deva
tempo em que distintas palavras compartilham as ser maior que a palavra “formiga”, porque representa
mesmas letras; um objeto maior e mais pesado. Essa hipótese foi deno-
5. Nem todas as letras podem ocupar certas minada por Piaget de “realismo nominal”. A superação
posições no interior das palavras e nem todas as do realismo nominal se dá quando a criança compreende
letras podem vir juntas de quaisquer outras; que a palavra escrita, diferentemente do desenho, não
representa o objeto, mas o nome do objeto.
6. As letras notam ou substituem a pauta
Quando a criança percebe que há estabilidade na es-
sonora das palavras que pronunciamos e nunca
crita das palavras, isto é, que há uma forma única conside-
levam em conta as características físicas ou fun-
rada convencional para escrever corretamente cada pala-
cionais dos referentes que substituem;
vra, ela atinge a etapa subsequente: o nível silábico. Nesse
7. As letras notam segmentos sonoros meno- nível, a criança descobre a lógica da escrita por meio da
res que as sílabas orais que pronunciamos; correspondência entre a representação escrita das palavras
8. As letras têm valores sonoros fixos, apesar e as propriedades sonoras das letras, usando, ao escrever,
de muitas terem mais de um valor sonoro e cer- uma letra para cada emissão sonora, pois supõe que deve
tos sons poderem ser notados com mais de uma escrever tantos sinais quantas forem as vezes que mexe a
letra; boca, ou seja, para cada sílaba oral corresponde uma letra
ou um sinal escrito. Nesta fase, é comum o uso aleató-
9. Além de letras, na escrita de palavras,
rio dos símbolos gráficos, empregando ora letras “inven-
usam-se, também, algumas marcas (acentos) que
tadas”, ora apenas consoantes, ora vogais, repetindo-as
podem modificar a tonicidade ou o som das letras
conforme o número de sílabas das palavras.
ou sílabas onde aparecem;
Para essa etapa, sugere-se:
10. As sílabas podem variar quanto às combi-
nações entre consoantes e vogais (CV, CCV, CVV, • identificação, primeiramente, do próprio nome
CVC, V, VC, VCC, CCVCC...), mas a estrutura pre- e, depois, do nome dos colegas, evidenciando
dominante no português é a sílaba CV (consoante que nomes maiores nem sempre pertencem aos
– vogal) e todas as sílabas do português contêm, colegas maiores;
ao menos, uma vogal. • organização dos nomes (ou de outros textos),
(MORAIS, A. G. de. Sistema de escrita alfabética. São Paulo: seguindo critérios como som inicial, som final,
Melhoramentos, 2012. p. 51.) rimas, número de letras, entre outros;

IX
• organização de palavras-texto em ordem alfa- grafofonêmica entre as partes das palavras: contar
bética e ilustrada por meio de desenhos, para as letras e sílabas, pronunciar um a um os segmen-
serem expostas na sala de aula; tos que compõem a palavra, identificar ou produzir
• criação de jogos com os nomes; fonemas parecidos, adicionar ou subtrair segmen-
tos sonoros, comparar o tamanho das palavras e os
• trabalho com rótulos e embalagens de produtos
segmentos sonoros (rimas, fonemas, sílabas ou posi-
conhecidos; com recortes de jornais; com títulos
ção em que aparecem na palavra). Segundo Morais
que remetam a assuntos ou temas próprios do
(2014b), não se trata de treinar a consciência fono-
universo da criança etc.
lógica das crianças, artificialmente, mas permitir que
Já no nível silábico-alfabético a criança compreen- brinquem com as palavras, com trava-línguas, jogo
de que a escrita representa a fala e começa a perceber de rimas, entre outras. A tomada de consciência so-
que cada emissão sonora (sílaba) pode ser representa- bre os aspectos fonológicos da palavra e sua corres-
da, na escrita, por uma ou mais letras. Nesse período, é pondência grafofonêmica é uma condição necessária
comum a criança combinar só vogais ou só consoantes, para o aprendiz avançar em direção à hipótese alfa-
fazendo grafias equivalentes para palavras diferentes. bética, mas não é condição suficiente reconstruir os
Por exemplo, OA para “sopa” e para “bota”ou PT para dez princípios do SEA.
“pote” e para “pato”. Em alguns casos, ela combina Nesse processo, a intervenção do professor, como
vogais e consoantes em uma mesma palavra, em uma mediador das práticas de linguagem, deverá ser a de fa-
tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua es- cilitar a apropriação do sistema de escrita alfabética e aju-
crita socializável. Por exemplo, MAO para “macaco”. dar os aprendizes a construir os conhecimentos de modo
Para a superação dessa fase, sugere-se: gradativo, possibilitando a sistematização dos saberes
• fazer a leitura apontada do texto do aluno, para produzidos. O papel do professor é de utilizar estratégias
que ele perceba se o número de sons pronun- de leitura, a fim de motivar as crianças para o momento
ciados corresponde (ou não) ao que escreveu; da leitura dos diferentes gêneros textuais, como ativida-
de permanente em sua rotina diária, levantamento de
• propor a escrita de listas com finalidades diversas
conhecimentos prévios, engajamento das crianças nesses
(registrar o nome dos alunos ausentes/presentes,
momentos, relacionando as atividades de reflexão sobre
itens de uma feira, ingredientes de uma receita,
o SEA e a realização das correspondências som-grafia
cardápio do lanche, títulos de textos lidos etc.);
e a quantidade de letras das palavras, com as diferentes
• promover a escrita coletiva ou individual de práticas de linguagem em sala de aula.
parlendas, trava-línguas, charadas, provérbios,
entre outros. LEITURA
No nível alfabético, o aprendiz compreendeu que Tudo se reduz ao diálogo, à contraposição dialógi-
a escrita representa a pauta sonora das palavras, co- ca como centro. Tudo é meio, o diálogo é o fim. Uma
locando um grafema para cada um dos fonemas que só voz nada termina, nada resolve. Duas vozes são o
aparecem em cada sílaba, sem considerar as con- mínimo de vida. (BAKHTIN, 1979)
venções ortográficas. De acordo com Leite e Morais A prática da leitura é considerada um ato de cons-
(2012) “devemos estar atentos para o fato de que ter tituição do sentido, pois a linguagem é um fenômeno
alcançado uma hipótese alfabética não é sinônimo de profundamente social, histórico e ideológico, numa
estar alfabetizado. Se já compreendeu como o SEA relação direta com a construção do sujeito, porque
funciona, a criança tem agora que dominar as conven- todo discurso se constitui na fronteira entre aquilo
ções som-grafia de nossa língua.” que é seu e aquilo que é do outro, de acordo com a
Para superar as hipóteses de apropriação da es- concepção bakhtiniana da língua, ou seja, como um
crita, o aprendiz precisa desenvolver a consciência fo- processo. Bakhtin elege a enunciação como o motor
nológica que consiste num vasto conjunto de habili- essencial da língua, pois esta se constitui, segundo ele,
dades que permite a reflexão sobre as partes sonoras numa evolução ininterrupta, ou seja, num processo de
das palavras, assumindo uma atitude metacognitiva, criação contínua que se efetiva na e pela interação ver-
sobre o seu processo de alfabetização. Esse conjunto bal dos interlocutores.
de habilidades é variado quanto às operações que o Bakhtin, ao estabelecer relações entre língua e
aprendiz efetua ao refletir e realizar a correspondência vida, esclarece que “a língua penetra na vida pelos

X
enunciados que a realizam, e é também por meio dos O aluno deve ser considerado um receptor ativo
enunciados concretos que a vida penetra na língua”. e um produtor de diversos textos. Ao professor cabe
Assim, a utilização da língua se dá sempre sob a forma o papel de mediador no processo de desenvolvimento
de enunciados orais ou escritos, “concretos e únicos”, das capacidades cognitivas e metacognitivas, focando
utilizados pelos participantes em cada uma das ativida- o texto como o centro de todo processo de ensino e de
des humanas. aprendizagem e conduzindo o aluno a compreender o
Considera ainda que cada esfera de utilização processo de construção dos sentidos produzidos dialo-
da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de gicamente no convívio social.
enunciados — os gêneros do discurso, como denomi-
na, com características temáticas, composicionais e es-
A leitura é objeto historicamente reconhe-
tilísticas próprias. cido de aprendizagem em Língua Portugue-
Se, por um lado, Bakhtin destaca a individualidade sa. Se, para os outros componentes curricula-
do enunciado, por outro, reconhece os gêneros como res, ela é instrumento, em Língua Portuguesa
enunciados “relativamente estáveis” utilizados em dife- é tema central. O eixo Leitura compreende a
rentes situações de comunicação. aprendizagem da decodificação de palavras e
O dialogismo bakhtiniano define o texto como um textos (o domínio do sistema de escrita alfa-
“tecido de muitas vozes” ou de muitos textos ou dis- bética), o desenvolvimento de habilidades de
cursos, que se entrecruzam, completam-se, respondem compreensão e interpretação de textos verbais
uns aos outros ou polemizam entre si no interior do e multimodais e, ainda, a identificação de gêne-
texto. Por outro lado, o dialogismo diz respeito também ros textuais, que esclarecem a contextualização
às relações que se estabelecem entre o eu e o outro nos dos textos na situação comunicativa, o que é
processos discursivos instaurados historicamente pelos essencial para compreendê-los. São também
sujeitos que, por sua vez, instauram-se e são instaura- constituintes essenciais desse eixo, por sua re-
dos por esses discursos. levância para a compreensão e interpretação de
É no acontecimento da enunciação que a palavra se textos, o desenvolvimento da fluência e o enri-
torna concreta, como signo ideológico, e se transforma quecimento do vocabulário. (BNCC, p. 64)
de acordo com o contexto em que surge. É no aconteci-
mento da enunciação que ocorre polifonia, pois, segun- As atividades de leitura precisam se configurar em
do Bakhtin, “a palavra é o produto da relação recíproca práticas de compreensão e interpretação de textos
entre falante e ouvinte, emissor e receptor”. verbais, verbo-visuais e multimodais de diferentes gê-
Durante a leitura, o leitor depara-se com ideias que neros textuais, que tenham relação direta com o co-
podem refutar, confirmar e antecipar respostas e objeti- tidiano do aluno e seja de seu interesse, com temas
vos. A leitura de textos passa a ser a forma mais imedia- apropriados à faixa etária, imagens representativas e
ta de aquisição – confrontação de sentidos acumulados nível de textualidade com vocabulário e recursos ex-
historicamente pelo uso da linguagem. Isso significa pressivos adequados ao nível de proficiência leitora.
que, num mundo demarcado pela comunicação escri- Essas práticas precisam levar em consideração as es-
ta, cabe ao aluno, orientado pelo professor, a tarefa de tratégias de leitura, de modo que possam desenvolver
negociar os sentidos e os diferentes significados históri- diferentes habilidades que possibilitem a reconstrução
cos e culturais que lhe são apresentados nos textos que das condições de produção e recepção de diferentes
lê, do confronto de opiniões e pontos de vista funda- gêneros textuais, a reflexão sobre o seu conteúdo te-
mentados, discutido as diferentes perspectivas que se mático e sobre o léxico do texto.
encontram em jogo. Na BNCC, há uma separação entre os eixos leitura
Ao compreender o uso da linguagem como intera- e educação literária. Essa separação pode ser explicada
ção na sociedade, o aluno amplia seu conhecimento de da seguinte forma:
si e do outro, num processo dialógico, passa a utilizar as
diferentes linguagens como meio de comunicação, ou O eixo Educação literária tem estreita rela-
processo de construção de significados, tornando-se re- ção com o eixo Leitura, mas se diferencia deste
ceptor e produtor de diversos textos, entendidos como por seus objetivos: se, no eixo Leitura, predomi-
unidade básica da linguagem verbal oral e escrita. nam o desenvolvimento e a aprendizagem de

XI
habilidades de compreensão e interpretação de sino e aprendizagem de Língua Portuguesa “é garan-
textos, no eixo Educação literária predomina a tir a todos os alunos o acesso aos saberes linguísticos
formação para conhecer e apreciar textos literá- necessários para a participação social e o exercício da
rios orais e escritos, de autores de língua por- cidadania, pois é por meio da língua que o ser hu-
tuguesa e de traduções de autores de clássicos mano pensa, comunica-se, tem acesso à informação,
da literatura internacional. Não se trata, pois, no expressa e defende pontos de vista, partilha ou cons-
eixo Educação literária, de ensinar literatura, mas trói visões de mundo e produz conhecimento (BNCC,
de promover o contato com a literatura para a 2017, p. 63).
formação do leitor literário, capaz de apreender Nesta coleção, os conhecimentos linguísticos e
e apreciar o que há de singular em um texto cuja discursivos com os quais o aluno opera ao participar
intencionalidade não é imediatamente prática, das práticas mediadas pela linguagem são o objeto de
mas artística. (BNCC, p. 65) estudo. O trabalho com o sistema alfabético, como sis-
tema ortográfico e com aspectos gramaticais é consi-
derado instrumento de apoio para discussões e/ou re-
Desse modo, a educação literária tem como ob- flexões sobre a organização funcional da língua, como
jetivo possibilitar o desenvolvimento de habilidades meio de melhorar a qualidade da produção linguística,
de leitura e produção textual voltados à compreen- tornando-se uma ferramenta essencial na importante
são singular e plurissignificativa dos contextos de e indispensável tarefa de revisão, reescrita e/ou rees-
produção desses textos e das características desses truturação ou refacção de textos.
discursos. Além disso, possibilita apreciação esté-
Segundo Geraldi (1991, p. 74), “a análise linguís-
tica, reflexão sobre os recursos de sentido e as di-
tica não se limita à higienização do texto em seus as-
mensões estética e sociocultural dessas produções,
pectos gramaticais e ortográficos”, pois uma série de
compreendendo o texto literário como expressão de
elementos textuais podem ser reelaborados durante
identidades e de diversidade cultural. A leitura de
esse processo, por exemplo:
textos de gênero literário proporciona a vivência em
mundos ficcionais, assim como a ampliação da visão • as regularidades linguísticas dos gêneros;
de mundo, pela experiência de outras épocas, de ou- • as especificidades de produção;
tros espaços, de outras culturas, de outros modos de
vida e de outros seres humanos. Para a formação do • as questões semânticas;
leitor, cujas intencionalidades podem ser práticas ou • a função do texto;
artísticas, há a necessidade de criação de espaços e
• o interlocutor;
momentos de leitura e reflexão como “cantinho de
leitura da classe” e rodas de leitura e conversa, de • as questões ortográficas e morfossintáticas;
modo que possa selecionar e recomendar ou não o • as questões relacionadas às consciências grafo-
que leu. Essas ações se mostram relevantes para que fonêmica e silábica;
todas as crianças tenham contato com livros, revistas
e jornais, mesmo que, a princípio, seja para manuseá- • a coerência e a coesão;
-los, olhá-los, percorrê-los. • os recursos expressivos (metáforas, discurso dire-
to ou indireto, paráfrases, pontuação, citações).

CONHECIMENTOS No entanto, em função das características desta


fase de escolarização, é imprescindível que seja feito
LINGUÍSTICOS E GRAMATICAIS também um trabalho de análise da organização interna
Para que se compreenda a relevância da práti- da palavra, destacando os padrões silábicos e as rela-
ca de análise e reflexão sobre a língua, é importante ções fonema/grafema, por meio de atividades de troca,
reiterar a concepção de linguagem subjacente a esta acréscimo e supressão de letras e sílabas. Em atividades
proposta de ensino. Mais do que uma representação dessa natureza, é necessário discutir o sentido das pa-
do pensamento ou um instrumento de comunicação, lavras, pois, dessa forma, contribui-se para ampliação
a linguagem e entendida como forma ou processo de vocabular. É necessário não abrir mão de atividades que
interação humana (interação do sujeito com o mundo levem os alunos a observarem as propriedades do siste-
e com os outros). Nessa perspectiva, o objetivo do en- ma de escrita alfabética, como a estabilidade, a ordem,

XII
as repetições, as combinações possíveis, a quantidade Essa orientação da palavra em função do
de letras e de sílabas orais etc. interlocutor tem uma importância muito gran-
Isso não significa, de modo algum, relegar o sen- de. Na realidade, toda palavra comporta duas
tido discursivo e dialógico da linguagem ao segundo faces. Ela é determinada tanto pelo fato de que
plano. Trata-se de instrumentalizar o aluno para ga- procede de alguém, como pelo fato de que se
dirige para alguém. Ela constitui justamente o
rantir também sua autonomia. Sem o domínio do sis-
produto da interação do locutor e do ouvinte.
tema de escrita, a compreensão de seu caráter social
[...] A palavra é uma espécie de ponte lançada
e constitutivo pode até acontecer. Todavia, a liberdade
entre mim e os outros. Se ela se apoia sobre
ou independência intelectual, a capacidade de se go-
mim numa extremidade, na outra apoia-se so-
vernar por si mesmo, ainda estará comprometida. bre meu interlocutor. A palavra é o território
Para um trabalho de língua voltado para essa comum do locutor e do interlocutor. (BAKHTIN,
perspectiva, o papel do professor é fundamental, 2002. p. 113)
pois, como mediador competente, torna-se o respon-
sável pela transposição didática, pelo processo de for-
mação de um indivíduo capaz de dominar a língua, O texto compreende, em sua configuração, a arti-
de compreender e respeitar suas variedades sabendo culação de elementos inter e intradiscursivos.
escolher a mais adequada a cada situação concreta Os elementos interdiscursivos referem-se à ma-
de comunicação. neira como um determinado discurso estabelece uma
interação com outros discursos, que se lhe compõem
ou não.
ESCRITA Os elementos intradiscursivos, por sua vez, dizem
A prática de produção de textos visa à apropriação respeito ao modo como é estabelecida linguisticamen-
de diferentes linguagens, partindo de propostas signi- te essa interação, ou seja, o modo como é tecida a
complexa rede de sentidos que constitui o texto.
ficativas, reais e constantes e deve ser entendida como
um processo comunicativo e cognitivo realizado por O texto é uma síntese complexa de interação do
meio de atividades discursivas e dialógicas. discurso com ele mesmo e também entre interlocuto-
res, que se tornam, desse modo, coprodutores daquele
Para tanto, é necessário que essa prática se realize
discurso, uma vez que desvelam e identificam, a partir
em um espaço/tempo em que sejam consideradas as do nível intradiscursivo, inscrito na materialidade lin-
funções e a estrutura do texto, seja ele oral ou escrito, guística do texto, as contradições e/ou alianças interdis-
bem como as condições nas quais é produzido. cursivas estabelecidas e desenvolvidas por eles em toda
Os textos são, portanto, duplamente determina- a extensão intradiscursiva.
dos: pelos sentidos do discurso que aparecem no pró- Se é no texto que a linguagem se materializa em
prio texto e por formas, significados e construções de sua totalidade discursiva e concreta, a compreensão
um gênero específico. de texto leva a considerar, como Geraldi (1995, p. 37),
A superfície textual, o que está explícito em for- que para a produção de uma unidade textual é neces-
mas linguísticas, é um dos elementos da construção do sário que:
sentido do texto; não é, todavia, o único. Para com- a) se tenha o que dizer;
preender a profusão de informações e efeitos de senti- b) se tenha uma razão para dizer o que se tem
do que o uso da linguagem é capaz de produzir, temos, a dizer;
no nosso papel de coprodutores dos textos veiculados c) se tenha para quem dizer o que se tem a dizer;
pelos indivíduos, que nos remeter aos elementos que
d) o locutor se constitua como tal, enquanto sujei-
circundam os atos de linguagem. A cena enunciativa
to que diz o que diz para quem diz [...];
propõe ou impõe elementos que são fundamentais à
e) se escolham as estratégias para realizar (a), (b),
construção do(s) sentido(s) do texto da argumentação
(c) e (d).
que se faz em torno das questões propostas pelo locu-
tor ao seu interlocutor, dos jogos manipulativos que se Nessa perspectiva, é importante, desde o proces-
dão por meio da linguagem. Cabe aqui uma referência so: inicial de alfabetização, acompanhar e estimular os
às palavras de Bakhtin: alunos a escreverem nas mais diversas situações comu-

XIII
nicativas, refletindo com eles a respeito dos seguintes • clareza;
aspectos:
• segmentação de palavras;
• função da escrita;
• ortografia de acordo com a convenção;
• gênero textual;
• acentuação;
• interlocutor;
• uso adequado de letra maiúscula;
• recursos linguísticos;
• pontuação;
• recursos gráficos.
• concordâncias verbal e nominal;
Compreendido isso, será possível contribuir para a • recursos coesivos;
formação de produtores competentes, aptos a analisar
o próprio texto e verificar se está ambíguo, confuso, • seleção vocabular adequada ao interlocutor;
redundante ou incompleto. E, ainda, constatar se está • uso adequado da margem;
adequado ao interlocutor, ao objetivo a que se propõe,
• elementos que caracterizam o gênero etc.
ao suporte textual, ao momento da produção, ou seja,
ao contexto comunicativo. Não é necessário, todavia, que todos esses aspectos
Para escrever, deve-se ter um objetivo: situação co- sejam analisados sempre em todos os textos. O professor
municativa, os interlocutores (quem escreve/para quem poderá selecionar os aspectos a serem discutidos, consi-
escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); derando as necessidades individuais ou da turma.
a circulação (onde o texto vai circular); o portador (onde
o texto será publicado ou veiculado); a linguagem, a
organização, a estrutura; o tema e o assunto do texto. ORALIDADE
No processo de alfabetização, reescrever, reestru- A prática de oralidade é, sem dúvida, a mais utili-
turar ou refazer textos produzidos pelos alunos torna-se zada no processo comunicativo interacional humano, o
uma aliada fundamental para o sucesso da atividade que justifica um trabalho de análise e reflexão sobre os
de produção textual. É importante que, durante o pro- seus usos e formas.
cesso de análise da produção do aluno, o professor Ao chegar à escola, os alunos já dominam algu-
aborde não somente as inadequações cometidas, mas mas das variedades da fala, geralmente relacionadas às
os acertos e os aspectos positivos do texto. Os acertos instâncias privadas. Cabe, então, à escola desenvolver
são os indicativos de conteúdos que o aluno já domina, habilidades que lhes permitam usar a língua falada em
enquanto as inadequações indicam os conteúdos ainda instâncias públicas.
a serem apropriados. Esse processo auxilia o professor
Nesse sentido, a escrita torna-se uma boa aliada,
no estabelecimento de um diagnóstico pontual e pode
à medida que o professor vai relacionando-a com a lín-
gerar critérios para seu planejamento. Sugere-se que a
gua oral (em que situação comunicativa a fala se mostra
reescrita seja feita em dois níveis: coletivo e individual.
mais eficiente que a escrita? Quais os aspectos típicos
Na reescrita coletiva, o texto escolhido deve possi- da produção oral? Em que momentos da escrita poderá
bilitar a reflexão das dificuldades gerais da turma, tendo acontecer a transcrição da fala? Ou: é possível trans-
por objetivo discutir as ideias do texto, bem como sua crever a fala?). Outro aspecto relevante no estudo da
organização. fala é a possibilidade de identificar a imensa riqueza e
A reescrita individual deve ser feita pelo aluno com variedade de usos da língua. Ao serem trabalhadas as
a mediação do professor, pois tem o intuito de levar o noções de “gíria”, “dialeto”, “sotaque”, “padrão”, “va-
autor a perceber os conteúdos que ele domina e os que riante” e outras, prepara-se o aluno para compreender
ainda necessita apropriar-se. que a língua não é homogênea nem monolítica.
Alguns aspectos sobre os quais se pode refletir no Mais uma importante reflexão a respeito da orali-
momento da reescrita são: dade: a compreensão do texto oral “exige” outros níveis
• fuga do assunto; de interpretação, porque o produtor do discurso está
presente, o que possibilita a interferência do interlocu-
• unidade temática;
tor de maneira imediata, se assim o desejar e a situação
• sequência lógica (início, meio e fim); permitir. O que já não acontece no caso do texto escrito,

XIV
quando o autor está ausente, podendo, assim, exigir do pátio, no horário do lanche) – para a constata-
leitor inferências mais complexas. ção de que o discurso oral varia de acordo com
Em função dessas considerações, o professor preci- a situação de comunicação;
sa transformar a sala de aula em um ambiente dinâmico • contato com diferentes variedades linguísticas,
e repleto de vozes, em que a troca de ideias e o respeito para que possam tomar consciência de que a
mútuo estejam presentes a cada assunto tratado. língua é um fenômeno histórico e sociocultural;
Além disso, as atividades que levam as crianças a re-
• respeito às diferenças e rejeição a qualquer for-
fletirem sobre o que e como falar, em cada situação de
ma de preconceito, compreendendo seus usos
comunicação, constituem um processo de elaboração do
e implicações.
pensamento e da linguagem, não devendo ser ignoradas.
Durante as situações de leitura e escrita, o trabalho As atividades que visam à prática da língua, de
com a oralidade se faz presente. Entretanto, atividades uma maneira não artificializada, permitem às crianças
específicas envolvendo a prática de oralidade devem a expansão das possibilidades de uso da linguagem e a
ser previstas, para que o aluno não só reconheça as intensificação de suas relações pessoais.
características do discurso oral em diferentes situações
Eleger a língua oral como conteúdo exige o plane-
comunicativas, mas respeite as diversas formas e usos
jamento de ações pedagógicas que garantam, na sala
da língua falada.
de aula, atividades sistemáticas de fala, escuta e refle-
Para isso, a escola poderá oportunizar ao aluno: xão sobre a língua, tais como:
• relato de histórias vividas, lidas ou ouvidas;
• produção e interpretação de uma ampla varie-
• conto de “causos” e piadas; dade de textos orais;
• brincadeiras, explicitando as regras; • observação de diferentes usos da língua oral;
• apresentação de trabalhos das diferentes áreas
• reflexão sobre os recursos que a língua ofere-
de ensino para sua turma e para outras turmas
cepara alcançar diferentes finalidades comu-
da escola (ou, quem sabe, para a comunidade);
nicativas, diversificando o tipo de assunto e os
• escuta de gravações de telejornais para poste- aspectos formais que cada situação demanda
rior análise do discurso oral utilizado; (diante de diferentes interlocutores, diferentes
• gravação de conversas em situações comunica- intenções), de modo que os alunos transitem
tivas distintas – formal (debate de assunto pro- das situações mais informais e coloquiais para
posto pelo professor) e informal (conversas no outras, mais estruturadas e formais.

3. RELAÇÃO COM A BNCC


A Coleção foi desenvolvida objetivando atender gua Portuguesa, esse conjunto de habilidades é orga-
aos fundamentos pedagógicos da BNCC, com os quais nizado em cinco eixos: leitura, escrita, conhecimentos
os alunos são levados a mobilizar os conhecimentos linguísticos e gramaticais, oralidade e educação literária.
construídos na escola em situações que requerem apli- Embora se apresentem de maneira separada, essas ha-
cá-los para tomada de decisões pertinentes à vida práti- bilidades se interligam, pois o texto é o objeto das dife-
ca e às suas relações sociais. rentes práticas de linguagem mobilizadas nesses eixos.
Segundo a BNCC, a mobilização desses conheci- O volume 1 da Coleção apresenta os cinco eixos
mentos constitui-se como competências a serem de- temáticos, com ênfase na apropriação do sistema al-
senvolvidas pelos aprendizes. Para a garantia do de- fabético da escrita, visto que os alunos encontram-se
senvolvimento das competências gerais e específicas, na etapa de alfabetização. Reforçamos a consulta ao
cada componente curricular apresenta um conjunto de documento oficial, mas para facilitar a compreensão da
habilidades, que expressam as aprendizagens essenciais estrutura dos volumes segue uma lista das habilidades
asseguradas em diferentes contextos escolares. Em Lín- trabalhadas neste volume.

XV
PRIMEIRO ANO
Unidade 1 – Nomes, imagens e histórias

Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos Produção de Texto, gêneros e atividades

Alfabeto
Nome próprio
Tudo tem nome no Placas e ícones Letra inicial de palavra Lista de regras (combinados) para boa
mundo Letra de canção Número de letras de palavra convivência na sala de aula
Letra inicial e final de palavra
Letras vogais

Nomes de personagens
Letra inicial de palavra
Sílaba Narrativa visual: montagem de narrativa a partir de cenas
Imagens que contam Número de sílabas disponíveis em quadrinhos
Narrativa visual
histórias Número de letras de palavra
Número de letras de sílaba Contação de histórias: apresentação oral da história criada
Comparação sílabas/letras
Formações silábicas

Ordem alfabética e o contexto de uso


Alfabeto de imprensa minúsculo
Escrita de nome próprio em letra de imprensa
Texto de divulgação maiúscula e minúscula
Desenhos e letras
científica Letras consoantes
Número de letras e de sílabas de palavra
Palavras dentro de palavras
Análise sonora das palavras

Verso, estrofe e rimas


Nomes das letras
Certidão de nascimento Número de letras e de sílabas de palavra
E nasce o nome Registro Geral (RG) ou Localização de nomes em lista de chamada ou Produção de crachá de identificação
Carteira de identidade fichário
Letra inicial e final de palavra
Ordem alfabética

Unidade 2 – Brincadeiras e encantamentos


Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos Produção de Texto, gêneros e atividades

Leitura e escrita de palavras do texto


Palavras dentro de palavras
Número de sílabas e de letras
Número de versos e de estrofes
Rimas
Cantigas de ontem Cantiga Vídeo com coletânea de cantigas de roda,
e de hoje Alteração da primeira letra com consequente registradas pelos pais
Pintura
alteração da palavra
Formação de palavras com alfabeto móvel
Formação silábica
Alteração da segunda letra com consequente
alteração da palavra

XVI
Unidade 2 – Brincadeiras e encantamentos
Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos Produção de Texto, gêneros e atividades

A sílaba em diferentes posições na palavra


l em início de sílaba
Número de letras de palavras
Alteração da segunda letra com consequente
Brincando com alteração da palavra
Poema
palavras
p/b
Rimas (leitura e escrita)
t/d
Palavras dentro de palavras

f/v
Ordenação de sílabas para formação de palavra
Alteração da segunda letra com consequente
Relato de experiência
alteração da palavra Relato de
Brincar é uma arte vivida
p/b experiência
Pintura
Sílaba, número de letras da sílaba, número de
sílabas
Ordem alfabética

Palavras embaralhadas
Sílabas embaralhadas
Desenho legendado
Letras embaralhadas
O brinquedo na história Reportagem p/b
Elaboração de álbum com
Sílaba ca em diferentes posições nas palavras fotolegenda de brinquedos
Comparação entre palavras quanto ao número de
letras e de sílabas

Unidade 3 – Casas de muitos jeitos

Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos Produção de Texto, gêneros e atividades

Sons da letra r em diferentes posições nas palavras


Formações silábicas
Morando na
Poema/letra de canção r em final de sílabas Declamação de poemas
imaginação
r entre vogais (leitura)
z em início de palavra (leitura)

Anúncio de Campanha Sílabas iniciadas por c com som /k/ Spot (arquivo de áudio) de conscientização sobre
Textos por toda casa de conscientização r no meio da sílaba os cuidados contra o mosquito da dengue e
Bilhete l no meio da sílaba outras doenças

n em final de sílaba (leitura) Entrevista aos pais


Parlenda
Lá atrás da minha casa r no meio da sílaba (leitura e escrita) Coletânea de
Letra de canção
s no final da sílaba (leitura e escrita) parlendas

Alteração de sílabas com consequente alteração de palavra


Que casa Pesquisa de poemas na biblioteca
Poema r e rr
é essa? Sarau
h inicial (leitura)

XVII
Unidade 4 – Ouvindo e contando histórias

Gêneros de
Capítulos Conteúdos linguísticos Produção de Texto, gêneros e atividades
leitura

Leitura de sílabas
Número de sílabas Saudação
Histórias que
Fábula Palavras dentro de palavras O aluno assume o lugar de um personagem e cria sua própria
ensinam
Letras embaralhadas saudação
ch (leitura)

r e rr
r em diferentes posições nas palavras
lh
Uma voz da África Lenda Reconto oral de lenda
l e lh (leitura e escrita)
Palavras dentro de palavras
Nomes das letras do alfabeto

l em final de sílaba (leitura)


Escrita de palavras com r e l no meio da sílaba
Quem tem medo do Conto Elaboração de falas de personagens, a partir de cinco situações
nh
lobo mau? maravilhoso apresentadas
Sílabas e palavras com j
Formação de palavras com sílabas aleatórias

Escrita de palavras do texto


Sílabas embaralhadas
Formação de palavras a partir da substituição de uma
Histórias
Lenda letra Organização de sequência de imagens e reconto oral de lenda,
de gente
indígena l e lh com base nas imagens
e natureza
n em final de sílabas – supressão para formação de
nova palavra
Palavras dentro de palavras

XVIII
SEGUNDO ANO
UNIDADE 1 - Da pedra à tela
Produção
Gêneros Conteúdos de texto,
Capítulos Habilidades contempladas
de leitura linguísticos gêneros e
atividades

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhe-
cendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras
dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios
sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático,
bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice,
prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos,
checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em
textos multissemióticos.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação co-
municativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para
quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organi-
zação e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso,
informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
Sílabas corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
Número de (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor,
sílabas ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
Número de
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser
letras
compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo
Comunica- Comparação adequado.
Tirinha entre palavras HQ sem
ção pelas (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao
HQ quanto ao nú- texto verbal.
imagens tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
mero de sílabas
e de letras (EF15LP11) Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos
Vogais e con- de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de
soantes acordo com a situação e a posição do interlocutor.
Formação (EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e
silábica interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onomatopeias).
(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico
da humanidade.
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.
(EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagens
de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, ti-
ras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação
comunicativa e a finalidade do texto.
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para
criar novas palavras.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
(EF02LP05) Ler e escrever corretamente palavras com marcas de nasalidade (til, m, n).
(EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
(EF02LP17) Identificar e reproduzir, em relatos de experiências pessoais, a sequência dos fatos, utilizando
expressões que marquem a passagem do tempo (“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro
dia”, “antigamente”, “há muito tempo” etc.), e o nível de informatividade necessário.

XIX
(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecen-
do para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em
textos multissemióticos.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comu-
nicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê);
a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e
forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações
Sons de letras necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
iniciais de pa- (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
lavras corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
sez
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilus-
Sons da letra s trando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
Desenhar
Divulgação Segmentação
era Cena ilustrada. (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
Científica de palavras na
escrever do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
frase
(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
Formação de
dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
palavras com
humanidade.
sílabas aleató-
rias. (EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados
de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de
enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situação comunicativa e o
tema/assunto do texto.
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar
novas palavras.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
(EF02LP05) Ler e escrever corretamente palavras com marcas de nasalidade (til, m, n).
(EF02LP08) Segmentar corretamente as palavras ao escrever frases e textos.
(EF02LP10) Identificar sinônimos de palavras de texto lido, determinando a diferença de sentido entre eles, e
formar antônimos de palavras encontradas em texto lido pelo acréscimo do prefixo de negação in-/im-.
(EF02LP17) Identificar e reproduzir, em relatos de experiências pessoais, a sequência dos fatos, utilizando
expressões que marquem a passagem do tempo (“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro dia”,
“antigamente”, “há muito tempo” etc.), e o nível de informatividade necessário.

Ordem das le-


(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
tras na palavra
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhe-
Separação cendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
silábica
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras
Formação
dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios
silábica
sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático,
Número de le- bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice,
tras e de sílabas prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos,
das palavras checando a adequação das hipóteses realizadas.
Número de le- (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
Desenhos tras das sílabas
Divulgação Quadro- (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação co-
viraram Alfabeto minús-
científica -síntese. municativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para
letras culo
quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organi-
Palavras dentro zação e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso,
de palavras informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
Formação de (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
novas palavras corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
por retirada de
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor,
letras
ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
Sons da letra z
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser
Marcadores de
compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo
nasalização nas
adequado.
palavras.

XX
Ordem das le-
tras na palavra
Separação (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao
silábica tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
Formação (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
silábica dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico
Número de le- da humanidade.
tras e de sílabas (EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados
das palavras de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de
Número de le- enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situação comunicativa
Desenhos tras das sílabas e o tema/assunto do texto.
Divulgação Quadro-
viraram Alfabeto minús- (EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
científica -síntese.
letras culo vogais em todas as sílabas.
Palavras dentro
(EF02LP05) Ler e escrever corretamente palavras com marcas de nasalidade (til, m, n).
de palavras
Formação de (EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
novas palavras (EF02LP08) Segmentar corretamente as palavras ao escrever frases e textos.
por retirada de (EF02LP24) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, relatos de
letras experimentos, registros de observação, entrevistas, dentre outros gêneros do campo investigativo, que
Sons da letra z possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a
Marcadores de situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
nasalização nas
palavras.

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecen-
do para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em
textos multissemióticos.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comu-
nicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê);
a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e
forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações
Escrita de necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
palavras (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
Alfabetos corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
maiúsculo e (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilus-
minúsculo de trando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
imprensa (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
Conversa Linha do do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
Alfabetos
vai, tempo Mensagem com (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema
maiúsculo e
emoji Conversa de emojis. e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
minúsculo
vem whatsapp. (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informa-
manuscrito ções, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.).
ão (EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e
Aumentativos interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onomatopeias).
Ponto final, (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
exclamação e dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
interrogação. humanidade.
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.
(EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas características e voltando para o texto sempre que tiver
dúvidas sobre sua distribuição gráfica, espaçamento entre as palavras, escrita das palavras e pontuação.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
(EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
(EF02LP09) Usar adequadamente ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação.
(EF02LP11) Formar o aumentativo e o diminutivo de palavras com os sufixos -ão e -inho/-zinho.
(EF02LP13) Planejar e produzir bilhetes e cartas, em meio impresso e/ou digital, dentre outros gêneros do
campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
(EF02LP17) Identificar e reproduzir, em relatos de experiências pessoais, a sequência dos fatos, utilizando
expressões que marquem a passagem do tempo (“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro dia”,
“antigamente”, “há muito tempo” etc.), e o nível de informatividade necessário.
(EF02LP16) Identificar e reproduzir, em bilhetes, recados, avisos, cartas, e-mails, receitas (modo de fazer),
relatos (digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros.

XXI
Unidade 2 – Muitas letras, tantos nomes
Produção
Gêneros Conteúdos de texto,
Capítulos Habilidades contempladas
de leitura linguísticos gêneros e
atividades

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhe-
cendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos
sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre
as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem
como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio
etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação co-
municativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para
quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organi-
zação e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso,
informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor,
ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
Ordem alfa-
bética (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
Vogais e con- do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
soantes (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
Nomes próprios dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico
com k, y, w da humanidade.
Nomes próprios
com iniciais (EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do
maiúsculas texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais.
Todas as Poema Segmentação de Poema
letras (EF12LP04) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor ou já com
Poema visual palavras no verso
do poema certa autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem (digitais
Formação de ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e
novas palavras o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.
por inserção de (EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas e canções,
letras em outra
rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos
existente
Leitura em de sentido.
maiúsculas e (EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, sonoridades, jogos de
minúsculas palavras, reconhecendo seu pertencimento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo
e fruição.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos versificados, rimas, sonoridades, jogos de palavras, palavras, expres-
sões, comparações, relacionando-as com sensações e associações.
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para
criar novas palavras.
(EF02LP03) Ler e escrever palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas (f, v, t,
d, p, b) e correspondências regulares contextuais (c e q; e e o, em posição átona em final de palavra).
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
(EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
(EF02LP08) Segmentar corretamente as palavras ao escrever frases e textos.
(EF02LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, textos literários, de gêneros variados, desenvolven-
do o gosto pela leitura.
(EF02LP29) Observar, em poemas visuais, o formato do texto na página, as ilustrações e outros
efeitos visuais.

XXII
(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecen-
do para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comu-
nicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê);
a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e
forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações
necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilus-
trando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
Sons de c e ç Glossário de
De palavra Letra de expressões (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema
Usos de ç e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
em palavra canção com a palavra
Rimas. “mão”. (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
humanidade.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos versificados, rimas, sonoridades, jogos de palavras, palavras, expressões,
comparações, relacionando-as com sensações e associações.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílaba.
(EF02LP05) Ler e escrever corretamente palavras com marcas de nasalidade (til, m, n).
(EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
(EF02LP15) Cantar cantigas e canções, obedecendo ao ritmo e à melodia.
(EF02LP20) Reconhecer a função de textos utilizados para apresentar informações coletadas em atividades de
pesquisa (enquetes, pequenas entrevistas, registros de experimentações).
(EF02LP21) Explorar, com a mediação do professor, textos informativos de diferentes ambientes digitais de
pesquisa, conhecendo suas possibilidades.
(EF02LP22) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, pequenos relatos
de experimentos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, dentre outros gêneros do campo investigativo,
digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
(EF02LP23) Planejar e produzir, com certa autonomia, pequenos registros de observação de resultados de
pesquisa, coerentes com um tema investigado.

(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
Formação de (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comu-
palavras com nicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê);
letras aleatórias a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e
Substituição forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações
de letra para Acrósticos necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
Que nome
Acróstico formação de Mural de
se esconde (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
nova palavra acrósticos. corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
Antônimo
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
Sons da letra do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
g (leitura e es-
crita). (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
humanidade.
(EF12LP02) Buscar, selecionar e ler, com a mediação do professor (leitura compartilhada), textos que circulam
em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos versificados, rimas, sonoridades, jogos de palavras, palavras, expressões,
comparações, rel acionando-as com sensações e associações.

XXIII
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar
Formação de novas palavras.
palavras com (EF02LP03) Ler e escrever palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas (f, v, t, d, p,
letras aleatórias b) e correspondências regulares contextuais (c e q; e e o, em posição átona em final de palavra).
Substituição (EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
de letra para Acrósticos vogais em todas as sílabas.
Que nome
Acróstico formação de Mural de
se esconde (EF02LP06) Perceber o princípio acrofônico que opera nos nomes das letras do alfabeto
nova palavra acrósticos.
Antônimo (EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
Sons da letra (EF02LP10) Identificar sinônimos de palavras de texto lido, determinando a diferença de sentido entre eles, e
g (leitura e es- formar antônimos de palavras encontradas em texto lido pelo acréscimo do prefixo de negação in-/im-.
crita). (EF02LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, textos literários, de gêneros variados, desenvolvendo o
gosto pela leitura.

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecen-
do para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comu-
nicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê);
a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e
forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações
necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
(EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema
e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
(EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informa-
ções, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.).
Som da letra j Batalha de (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
rimas. dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
g com som de j
Poema Completar humanidade.
Rima, rima, Antônimo
rimador rimas das (EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor.
Quadrinhas Formação do quadrinhas
antônimo por (EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagens
lidas por outro
prefixo de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e
grupo.
histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação comuni-
cativa e a finalidade do texto.
(EF12LP10) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cartazes, avisos,
folhetos, regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do
campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos versificados, rimas, sonoridades, jogos de palavras, palavras, expressões,
comparações, relacionando-as com sensações e associações.
(EF02LP01) Utilizar, ao produzir o texto, grafia correta de palavras conhecidas ou com estruturas silábicas já
dominadas, letras maiúsculas em início de frases e em substantivos próprios, segmentação entre as palavras,
ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
(EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
(EF02LP10) Identificar sinônimos de palavras de texto lido, determinando a diferença de sentido entre
eles, e formar antônimos de palavras encontradas em texto lido pelo acréscimo do prefixo de negação in-/im-.
(EF02LP12) Ler e compreender com certa autonomia cantigas, letras de canção, dentre outros gêneros do
campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua
forma de organização à sua finalidade.
(EF02LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, textos literários, de gêneros variados, desenvolvendo o
gosto pela leitura.

XXIV
Unidade 3 – Você quer brincar comigo?
Produção
Gêneros Conteúdos de texto,
Capítulos Habilidades contempladas
de leitura linguísticos gêneros e
atividades

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhe-
cendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras
dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios
sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático,
bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio
etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação
comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever
para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, orga-
nização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso,
informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor,
Separação ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
silábica
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
Separação do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
Você sabe Coletânea
Adivinhas silábica do
o que é? de adivinhas (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
dígrafo rr
dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico
Sons de s da humanidade.
Usos de ss. (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler
globalmente, por memorização.
(EF12LP02) Buscar, selecionar e ler, com a mediação do professor (leitura compartilhada), textos que
circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses.
(EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas e canções,
rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos
de sentido.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
(EF02LP12) Ler e compreender com certa autonomia cantigas, letras de canção, dentre outros gêneros do
campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando
sua forma de organização à sua finalidade.
(EF02LP24) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, relatos de
experimentos, registros de observação, entrevistas, dentre outros gêneros do campo investigativo, que
possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a
situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

Sons da letra r
Letras
maiúsculas (EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
iniciais em cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reco-
nomes próprios nhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
Separação (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação
silábica comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever
Encontro para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, orga-
Trava a
vocálico e nização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso,
língua, Letra de Desafio de
encontro informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
trava- canção trava-línguas
consonantal
-lingua (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
Encontro
consonantal dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico
com r ou l da humanidade.
Ordem (EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas e canções,
alfabética rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos
de palavras de sentido.
iniciadas com a
mesma letra.

XXV
Sons da letra r
Letras
maiúsculas (EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados
iniciais em de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de
nomes próprios enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situação comunicativa
Separação e o tema/assunto do texto.
silábica (EF02LP01) Utilizar, ao produzir o texto, grafia correta de palavras conhecidas ou com estruturas silábicas
Trava a Encontro já dominadas, letras maiúsculas em início de frases e em substantivos próprios, segmentação entre as
língua, Letra de vocálico e palavras, ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação.
Desafio de
trava- canção encontro
trava-línguas (EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para
-lingua consonantal
criar novas palavras.
Encontro
consonantal (EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
com r ou l vogais em todas as sílabas.
Ordem (EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
alfabética
de palavras (EF02LP15) Cantar cantigas e canções, obedecendo ao ritmo e à melodia.
iniciadas com a
mesma letra.

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhe-
cendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação
comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever
para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, orga-
nização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso,
informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor,
ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
(EF15LP11) Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos de
Sons nasais fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo
com a situação e a posição do interlocutor.
Ponto de ex-
clamação e de Desafio de (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
Brincadeiras interrogação perguntas dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico
Parlendas
rimadas e repostas da humanidade.
Sons de g e j
rimadas.
Gue e gui (EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagens
Gua e guo de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, ti-
ras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação
comunicativa e a finalidade do texto.
(EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados
de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de
enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situação comunicativa
e o tema/assunto do texto.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
(EF02LP05) Ler e escrever corretamente palavras com marcas de nasalidade (til, m, n).
(EF02LP08) Segmentar corretamente as palavras ao escrever frases e textos.
(EF02LP09) Usar adequadamente ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação.
(EF02LP12) Ler e compreender com certa autonomia cantigas, letras de canção, dentre outros gêneros do
campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando
sua forma de organização à sua finalidade.

XXVI
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
Marcadores de (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
nasalização (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comu-
Encontros nicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê);
vocálicos a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e
Fala e escrita forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações
de encontros necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
vocálicos (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
Diminutivos corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
Inho, inha, (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilus-
zinho e zinha trando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
em diminutivos (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
Diminutivos dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
produzidos Retextualização humanidade.
Brincando Cantiga de
com outras de cantiga em (EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
de roda roda
terminações conto vogais em todas as sílabas.
ceg (EF02LP05) Ler e escrever corretamente palavras com marcas de nasalidade (til, m, n).
Palavras (EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
em sílabas (EF02LP08) Segmentar corretamente as palavras ao escrever frases e textos.
embaralhadas
(EF02LP11) Formar o aumentativo e o diminutivo de palavras com os sufixos -ão e -inho/-zinho.
Palavras dentro
(EF02LP12) Ler e compreender com certa autonomia cantigas, letras de canção, dentre outros gêneros do
de palavras
campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua
Formação forma de organização à sua finalidade.
de palavras
(EF02LP14) Planejar e produzir pequenos relatos de observação de processos, de fatos, de experiências pessoais,
com sílabas
mantendo as características do gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
aleatórias
(EF02LP15) Cantar cantigas e canções, obedecendo ao ritmo e à melodia.
m antes de p
e de b (EF02LP17) Identificar e reproduzir, em relatos de experiências pessoais, a sequência dos fatos, utilizando
expressões que marquem a passagem do tempo (“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro dia”,
“antigamente”, “há muito tempo” etc.), e o nível de informatividade necessário.
(EF02LP27) Reescrever textos narrativos literários lidos pelo professor.
(EF02LP28) Reconhecer o conflito gerador de uma narrativa ficcional e sua resolução, além de palavras,
expressões e frases que caracterizam personagens e ambientes.

Unidade 4 – Jogos e esportes para participar e brincar


Produção
Gêneros Conteúdos de texto,
Capítulos Habilidades contempladas
de leitura linguísticos gêneros e
atividades
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
Sinônimos e (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
antônimos corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
Usos do ponto (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilus-
de interrogação trando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
Uma corrida Dramatização
Fábula Uso do (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema
e tanto da fábula
travessão para e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
indicação de (EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como di-
diálogo reção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal,
Letra cursiva tom de voz.
(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
humanidade.
(EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde,
de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de
assombração etc.) e crônicas.

XXVII
(EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor.
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler
globalmente, por memorização.
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar
novas palavras.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
Sinônimos e vogais em todas as sílabas.
antônimos (EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
Usos do ponto (EF02LP09) Usar adequadamente ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação.
de interrogação (EF02LP10) Identificar sinônimos de palavras de texto lido, determinando a diferença de sentido entre eles,
Uma corrida Dramatização
Fábula Uso do e formar antônimos de palavras encontradas em texto lido pelo acréscimo do prefixo de negação in-/im-.
e tanto da fábula
travessão para (EF02LP11) Formar o aumentativo e o diminutivo de palavras com os sufixos -ão e -inho/-zinho.
indicação de (EF02LP12) Ler e compreender com certa autonomia cantigas, letras de canção, dentre outros gêneros do
diálogo campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua
Letra cursiva forma de organização à sua finalidade.
(EF02LP18) Planejar e produzir cartazes e folhetos para divulgar eventos da escola ou da comunidade, utili-
zando linguagem persuasiva e elementos textuais e visuais (tamanho da letra, leiaute, imagens) adequados ao
gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF02LP27) Reescrever textos narrativos literários lidos pelo professor.
(EF02LP28) Reconhecer o conflito gerador de uma narrativa ficcional e sua resolução, além de palavras,
expressões e frases que caracterizam personagens e ambientes.

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecen-
do para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em
textos multissemióticos.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comu-
nicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê);
a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e
forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações
necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilus-
trando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
Regra de Coletânea de
Quer jogar? Usos de c e qu (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema
jogo jogos
e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
(EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e
interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onomatopeias).
(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
humanidade.
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.
(EF12LP04) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor ou já com certa
autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem (digitais ou im-
pressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/
assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.
(EF12LP06) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, recados, avisos,
convites, receitas, instruções de montagem, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, que possam
ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação
comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar
novas palavras.
(EF02LP03) Ler e escrever palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas (f, v, t, d, p,
b) e correspondências regulares contextuais (c e q; e e o, em posição átona em final de palavra).
(EF02LP17) Identificar e reproduzir, em relatos de experiências pessoais, a sequência dos fatos, utilizando
expressões que marquem a passagem do tempo (“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro dia”,
“antigamente”, “há muito tempo” etc.), e o nível de informatividade necessário.

XXVIII
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comu-
nicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê);
a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e
forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações
necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilus-
trando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
Tonicidade do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
Esporte é
Reportagem localização da Legenda (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema
cultura
sílaba tônica e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
humanidade.
(EF12LP08) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegendas em
notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil,
dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do
texto.
(EF12LP11) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegendas em notícias,
manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil, digitais
ou impressos, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/
assunto do texto.
(EF02LP01) Utilizar, ao produzir o texto, grafia correta de palavras conhecidas ou com estruturas silábicas já
dominadas, letras maiúsculas em início de frases e em substantivos próprios, segmentação entre as palavras,
ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação.
(EF02LP03) Ler e escrever palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas (f, v, t, d, p,
b) e correspondências regulares contextuais (c e q; e e o, em posição átona em final de palavra).

(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sen-
tidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comu-
nicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê);
a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e
L com som de u
forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações
Singular e plural necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
Plural de (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para
palavras corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
terminadas em
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilus-
l e em ditongos
A história Texto trando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
finalizados Cartaz
do futebol expositivo (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendi-
com u
do pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
Sons de x e ch
e de g e j (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema
e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
Página de
dicionário (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da
Verbete.
humanidade.
(EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados
de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de
enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situação comunicativa e o
tema/assunto do texto.
(EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar
novas palavras.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.

XXIX
TERCEIRO ANO
Unidade 1 – Falando em natureza…
Produção de texto,
Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos
gêneros e atividades
Divulgação científica
Pau-brasil, Lh / li; r em início, meio e fim da sílaba; encontros consonantais
Quadro Pesquisa / Cartaz
quem já viu? com r
Poema
Flor amarela
Haicai Acentos agudo e circunflexo; hífen Haicai
da primavera
Dois-pontos; substantivos; adjetivos; plural de palavras terminadas
De verbete
Verbete enciclopédico em vogais; plural de palavras terminadas em r e z; plural de palavras Catálogo de árvores locais
em verbete
terminadas em l
E a fauna, Reportagem Sons da letra g; gue / gui; g / j; palavras derivadas; gêneros do substanti-
Texto expositivo
como fica? Texto expositivo vo; página de dicionário

Unidade 2 – Por dentro da cultura popular


Produção de texto,
Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos
gêneros e atividades
Vamos para H inicial; grafia de palavras derivadas; dígrafos com h: ch, lh, nh;
Anúncio Cartaz / Enquete
uma festa? letras cursivas

Texto expositivo Ch e x; sons da letra x; derivação de palavras; formação de palavras com


Delícias do Brasil sílabas aleatórias; formação silábica; sons nasais e marcadores de nasali- Canal de receitas culinárias da turma
Receita culinária zação; pronomes como recursos coesivos; verbo; ch, lh, nh

Poesia no cordão Cordel L e u em final de sílaba; diminutivos Sarau de cordéis

Número de letras na palavra; número de palavras na frase; número de sílabas


Ditos populares na palavra; classificação de palavras quanto ao número de sílabas; escrita de
Como diz o ditado… Regra de jogo
Fábula palavras a partir de letras embaralhadas; palavras dentro de palavras; traves-
são e aspas; dois-pontos; verbos do dizer; usos da inicial maiúscula

Unidade 3 – Aprendendo a conviver


Produção de texto,
Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos
gêneros e atividades
Crianças
HQ Usos da inicial maiúscula; o e u em final de palavras Estatuto da classe – direitos e deveres
têm direitos

Escolas de Singular e plural; gêneros do substantivo; plural de palavras terminadas


Fotorreportagem Telejornal / Carta pessoal
toda parte em consoantes; encontros vocálicos; ditongos; tritongo e hiato

Vamos brincar C e ç; página de dicionário; entrada do verbete; s e ss; s com som de z;


Textos instrucionais Entrevista / festival de brincadeiras
de quê? c e qu; verbos
Travessão; ponto de interrogação; diálogo; e e i em final de palavras;
Amizades
Conto onomatopeias; ponto de exclamação; verbo e tempos verbais presente, Conto
verdadeiras
passado e futuro; concordância verbal

Unidade 4 – Além da imaginação


Produção de texto,
Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos
gêneros e atividades
Ordem alfabética e uso do dicionário; adjetivos; oso em adjetivos; feminino
Contos e masculino; concordância nominal; pronomes e referenciação; pronomes
Conto de esperteza Conto de esperteza
de esperteza pessoais; plural de palavras terminadas em ão; ~ como marcador de
nasalização; marcadores temporais no texto; sujeito e predicado
Histórias Conto de Pronomes possessivos; pronomes demonstrativos; frases feitas e seus
Conto de botar medo
de arrepiar assombração / monstro sentidos; usos de n e m em final de sílabas iniciais ou intermediárias; am e ão
Ge / gue, gi / gui; qua e gua; sc; ordem alfabética de palavras; uso do
Dando a volta
Roteiro teatral dicionário – comparação entre diferentes dicionários; palavras com letras Roteiro e encenação
por cima
embaralhadas; reticências
Esa e eza; separação silábica em final de linha; classificação quanto
Histórias indígenas Reconto de um conto
ao número de sílabas; tonicidade; classificação quanto à tonicidade;
que enriquecem Conto indígena
monossílabos tônicos e átonos; acentuação dos monossílabos tônicos; Festival de contação de histórias
nossa cultura
derivação de palavras por sufixos e prefixos

XXX
QUARTO ANO
Unidade 1 – Histórias de heróis
Produção de texto,
Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos
gêneros e atividades
Adjetivos e locuções adjetivas / substantivos concretso e abstratos / Mito (grego)
Um herói invencível Mito grego
próprios e comuns / verbo (definição) Exposição de perfis de heróis míticos
Pronomes pessoais Mito (africano)
Heróis da natureza Mito africano
Dêiticos, catáforas, anáforas Festival de recontos orais
Pronomes pessoais do caso oblíquo HQ
Perfil de super-herói
Super-heróis Dêiticos com imagens Galeria de perfis de heróis de HQ
HQ de anti-herói
Interjeição e onomatopeia + ponto de exclamação (conhecidos e criados)

Unidade 2 – Saiu no jornal


Produção de texto,
Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos
gêneros e atividades
Primeira página de jornal
(impresso e digital);
Água, um Aposto Primeira página de jornal / chamadas de
chamadas de primeira
bem precioso Plural ãos, ões, ães jornal / manchetes
página de jornal (impresso
e digital)
Notícia de jornal impresso Podcast (locução, ritmo de fala, clareza etc.)
e a contraparte digital da Notícia
Ar puro é o Tempos verbais (presente, passado e futuro)
mesma notícia Gravação e audição de notícias em podcast
que interessa! Advérbios e adjuntos adverbiais
Carta de reclamação e Exposição de notícias da comunidade
solicitação Carta de reclamação e solicitação
Flexão dos substantivos e adjetivos (feminino e masculino / singular
Reportagem de divulgação científica
De olho no e plural)
Galeria de fotos Galeria de fotos de notícia da semana da
desmatamento Concordância verbal e nominal
comunidade (com legendas)
SC, C, Ç, -ICE e -ISSE
Entrevista oral (com Entrevista
O ambiente está
questões previamente Variação linguística (temporal, regional) Roteiro de entrevista
dentro de nós
elaboradas e escritas) Entrevista coletiva

Unidade 3 – Conversas no palco e por aí…


Produção de texto,
Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos
gêneros e atividades
O que é uma Texto dramático
Texto dramático Graus do adjetivo (comparativo e superlativo)
divisão justa? Dramatização
Texto dramático
Pontuação (vírgula, ponto de exclamação, ponto de interrogação, reti-
Retextualização de conto infantil
Quem tem Texto dramático cências, uso conjunto de mais de um tipo de pontuação)
O mistério do coração cinza: um thriller de
medo de quem? Conto Vocativo
brinquedo, de Julio Calvo Drago
Sentidos figurados
Dramatização
Crônica dialogada
Conversando a Discurso direto e indireto
Crônica dialogada Leitura expressiva da crônica dialogada
gente se entende Linguagem coloquial
Caderno de crônicas dialogadas em dupla

Unidade 4 – Bichos para conhecer e cuidar


Produção de texto,
Capítulos Gêneros de leitura Conteúdos linguísticos
gêneros e atividades
Propaganda Retomada de oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas
Bichinho de
institucional Acento agudo e circunflexo Jogo de tabuleiro e vídeo (modo de jogar)
estimação
Regras de jogo Graus do substantivo (aumentativo e diminutivo)
Aprendendo Reportagem com Pronomes demonstrativos
Comentário sobre reportagem
sobre animais comentário na internet S e Z / H inicial que não representa fonema
Gráfico
Gráficos por Ditongos
Infográfico / Gráfico Criação coletiva de um gráfico a partir de
todo lado X e CH
uma enquete com a turma

XXXI
QUINTO ANO
Unidade 1 – Alimentação e saúde: informe-se!
Gêneros de Produção de texto,
Capítulos Conteúdos linguísticos
leitura gêneros e atividades
Alimentação Notícia sobre alimentação e saúde
Correspondência fonema-grafema regulares
saudável versus Notícia Gravar uma notícia a partir de um roteiro como um repórter
e contextuais
obesidade infantil Produção de notícia
Campanha informativa sobre alimentação e saúde
Acentuação de palavra oxítonas, paroxítonas
Podcast
O poder Verbete enciclopédico e proparoxítonas
Gravação de campanha informativa sobre alimentação e saúde
das cores Texto didático Diferenças, na leitura, entre vírgula, ponto e vírgula
Resumo
e dois-pontos
Produção de um resumo para um painel na feira de ciências da escola
Notícia / Reportagem / Entrevistas
Descobrindo Reconhecer, na leitura, os efeitos de sentido do uso de Jornal falado
Reportagem
novos sabores parênteses, reticências e aspas Produção de uma reportagem com uma pequena entrevista
sobre alimentação / merenda escolar

Unidade 2 – Na trama dos poemas


Gêneros de Produção de texto,
Capítulos Conteúdos linguísticos
leitura gêneros e atividades
As histórias Diferenciar palavras primitivas, derivadas e compostas (prefixo e
Poema narrativo e Poema narrativo
que os sufixo) / significações de prefixos à palavra primitiva
cordel narrativo Declamação de Poemas
poemas contam Partir sempre dos sentidos para / exploração da forma / morfologia
Os sentimentos Verso / Rima Poema lírico
que os Soneto lírico X / CH “Roda de Rimas”, construindo uma lista de rimas para todos
sonetos cantam Verbos de ação / Modos (Indicativo principalmente) consultarem se quiserem (produção individual)
As palavras e as Poema visual – propor o uso de materiais e técnicas variadas –
Versificação / Rimas (Cont.)
imagens dos Poema visual desenho, colagem etc.
Polissemia
poemas visuais Varal de poemas visuais

Unidade 3 – Gente de todo o mundo, Brasil de todos


Gêneros de Produção de texto,
Capítulos Conteúdos linguísticos
leitura gêneros e atividades
Relatos de vida
Vivendo Grau dos adjetivos (superlativos)
Relato de imigrante Comentário crítico sobre os relatos – que acharam do relato;
no Brasil Pronomes (substituições em repetições de substantivos)
como pode ter sido a experiência da imigração etc.
Relato oral de um imigrante ou descendente de imigrantes
Idas e vindas:
Artigo de divulgação Ortografia / Derivação a partir de verbos (-ção / -ssão) / Verbo: Encontrar um imigrante ou descendente de, na família ou no
a imigração
científica regularidades ortográficas quando vira substantivo círculo de amigos (elaborar roteiro e gravar)
no Brasil
Fichamento
Infográfico
E foi preciso Adjetivos gentílicos ou pátrios Relatório de pesquisa/Entrevista oral
Conto (com narração
mudar de país Numerais (cardinais, ordinais, multiplicativos e fracionários) Infográfico
do jogo de futebol)
Relatório de pesquisa
Roteiro de apresentação de Seminário e material de apoio (a partir
do que foi feito) – cartaz e/ou slides, infográfico, fichamento
Uma nova vida Verbete Coesão textual: substituição lexical e pronominal
Exposição oral
Pesquisar quais populações povoaram a cidade e se mantêm essa
tradição em bairros específicos

Unidade 4 – Do livro para a tela


Gêneros de Produção de texto,
Capítulos Conteúdos linguísticos
leitura gêneros e atividades
Concordância verbal (verbos com pronomes pessoas sujeitos na frase)
Contando Conto Resenha de outro livro
Algumas conjunções e seus respectivos efeitos de sentido: oposição,
a história Resenha de livro Vlog
tempo, causa, condição e finalidade
Roteiro
Antes de
cinematográfico Relação texto-imagem Dramatização
virar filme…
Fotograma
Cartaz de filme de Podcast anunciando a mostra de cinema
Sessão pipoca: Explorar a relação texto-imagem
cinema Mostra de cinema na escola
é dia de cinema! Concordância verbal (verbos com sujeito composto)
Resenha de site Programação (sinopse etc.)

XXXII
4. AVALIAÇÃO
A avaliação não deve ser entendida como o mo- Nessa perspectiva de acompanhamento e avalia-
mento final de um período de atividades escolares, ção é relevante salientar que essa etapa do processo
mas como parte integrante do processo de ensino e de ensino e de aprendizagem é uma prática fundamen-
de aprendizagem. O processo de avaliação precisa ter tal para verificar o alcance das metas estabelecidas, as
como meta: compreender necessidades, avanços e di- aprendizagens realizadas pelos educandos e o impacto
ficuldades dos alunos; oferecer informações relevantes dessas aprendizagens na vida de cada um.
para o professor, sobre o desenvolvimento do ensino no A prática avaliativa necessita, portanto, integrar todo
cotidiano das aulas; possibilitar o planejamento da prá- o processo educativo. Seu resultado precisa ser a fonte de
tica docente bem como o redimensionamento das es- informação para nortear o processo de aprendizagem de
tratégias e procedimentos didáticos (MELO, 2007). Para cada educando ou do grupo e, ao mesmo tempo, instru-
englobar todo o processo de avaliação, esta precisa ser:
mento de regulação do planejamento e de verificação de
diagnóstica e formativa.
sua adequação às necessidades de aprendizagem.
A avaliação diagnóstica permite ao professor
Se o que se quer é formar usuários da língua, ca-
acompanhar o desempenho e o desenvolvimento de
pazes de utilizá-la para fins variados é importante que
seu aluno e redimensionar as suas estratégias e proce-
a avaliação, além de verificar o domínio dos vários as-
dimentos didáticos.
pectos do sistema de representação da escrita, volte-se
para o modo como os sujeitos participam das situações
(...) diagnosticar é coletar dados relevantes,
em que a leitura e a escrita estão envolvidas. Precisa
através de instrumentos que possibilitem iden-
verificar, por exemplo, a familiaridade com que os ava-
tificar os conhecimentos adquiridos pelo aluno,
liados lidam com textos reais e variados, desde o início
tendo em vista objetivos e capacidades que se
pretende avaliar, em relação a determinado obje- do processo de alfabetização.
to de conhecimento (por exemplo, a apropriação A avaliação é uma atividade ampla e complexa. É
de princípios alfabéticos ou de certas convenções importante que, ao exercê-la, o professor tenha em vis-
do sistema de escrita). (...) Para realizar o levan- ta não um instrumento usado para atribuir nota, mas o
tamento dessas informações o professor poderá domínio gradativo das atividades propostas. Para aten-
criar situações diversificadas, desde as mais for- der ao processo diagnóstico e formativo da avaliação,
mais, como a aplicação de testes, até aquelas me- é necessário o uso de diferentes instrumentos para que
nos formais, decorrentes das observações cotidia- se tenha noção completa sobre a evolução do processo
nas que faz quando os alunos realizam as tarefas educativo como: observação sistemática, registro das ati-
propostas em sala de aula. (FRADE; SILVA, 2005) vidades e evolução, provas operatórias, autoavaliação in-
dividual, como portfólio ou grade avaliativa, e colabora-
A avaliação formativa engloba todas as atividades tiva, em rodas de conversa entre os alunos e o professor.
desenvolvidas pelos educandos, inclusive sua autoava- A avaliação compreendida dessa forma auxilia o
liação, e permite atender tanto aos interesses dos pro- professor e a escola a tomarem decisões sobre proce-
fessores para tomar decisões programáticas, quanto dimentos pedagógicos, assim como os alunos e as suas
aos alunos por permitirem o acompanhamento de seu famílias a refletirem sobre o seu envolvimento no pro-
próprio desenvolvimento (VILLAS BOAS, 2006). cesso de aprendizagem e desempenho.

5. ORGANIZAÇÃO DA OBRA
O professor de natação não pode ensinar o não se trava com o seu professor de natação, mas
aluno a nadar na areia fazendo-o imitar seus ges- com a água. O diálogo do aluno é com o pensa-
tos, mas leva-o a lançar-se na água em sua com- mento, com a cultura corporificada nas obras e
panhia para que aprenda a nadar lutando contra nas práticas sociais e transmitidas pela linguagem
as ondas, [...] revelando que o diálogo do aluno e pelos gestos do professor. (CHAUÍ, 1980 p. 37)

XXXIII
Dominar a língua escrita é um direito de todo cida- e não verbal), multimodal. Os textos da tradição oral
dão e uma das formas de desenvolvimento da cidadania também foram contemplados, pelo fato de serem ade-
e de inclusão na sociedade letrada. O direito à educação quados a esta etapa de escolaridade e de facilitarem as
não se refere apenas a uma vaga na escola, mas à justa atividades que visam à relação entre o oral e o escrito.
distribuição de bens culturais e materiais e a um ensino de O trabalho com gêneros textuais tem como obje-
qualidade, que respeite as diferenças individuais e sociais. tivo o desenvolvimento de competências de leitura e
Nesta coleção, diferentes pressupostos teóricos de produção de textos orais e escritos, viabilizando o
serviram de base para a efetivação da proposta e para acesso do aluno aos gêneros que circulam socialmente,
a elaboração das atividades. como tirinhas, histórias em quadrinhos, placas de sina-
Para que se compreenda a perspectiva assumida, é lização, receitas, certidão de nascimento, carteira de
preciso esclarecer que, a partir da década de 1980, con- identidade, regras de jogos, manual de instrução, poe-
tribuições, advindas da Psicologia do Desenvolvimento, mas, pinturas, adivinhas, trava-línguas, parlendas de
da Sócio e da Psicolinguística, elucidaram alguns aspec- escolha, sinopse, cantigas, contos, fábulas, lendas etc.
tos a respeito do processo de aquisição da linguagem No Brasil, há muitos anos, aceita-se o conceito
por aprendizes em fase inicial de escolarização. de que o texto embasa o ensino e a aprendizagem de
Essas contribuições auxiliaram a reconstrução de con- Língua Portuguesa. Por muito tempo, considerava-se o
ceitos e práticas de ensino, de forma que, sem relegar os texto como objeto de ensino, mas, em sala de aula,
aspectos referentes ao domínio do código linguístico, o muitos educadores não apresentam “uma concepção
significado também fosse considerado como componente sociointeracionista de linguagem centrada na proble-
essencial no processo de aquisição da língua escrita. mática da interlocução” (BRANDÃO, 2001, p. 17).
Nesse contexto, o texto surge como o veiculador
O texto é o centro das práticas de linguagem
de significado, tornando-se, por excelência, o objeto de
e, portanto, o centro da BNCC para Língua Portu-
estudo da linguagem para práticas escolares de alfabeti-
guesa, mas não apenas o texto em sua modalida-
zação e de letramento.
de verbal. Nas sociedades contemporâneas, textos
Mas, como definir um texto? Bakhtin define texto não são apenas verbais: há uma variedade de com-
como sendo a menor unidade simbólica com significado posição de textos que articulam o verbal, o visual, o
completo, dentro de um determinado texto. gestual, o sonoro – o que se denomina multimoda-
Atualmente, já na fase inicial de escolarização, o tra- lidade de linguagens. Assim, a BNCC, para a Língua
balho sistemático com textos tem sido uma prática recor- Portuguesa, considera o texto em suas muitas mo-
rente na escola, explorando, entre outros aspectos, ques- dalidades: as variedades de textos que se apresen-
tões de intertextualidade, de interlocução, de contexto tam na imprensa, na TV, nos meios digitais, na pu-
de comunicação, de produção de recepção etc. Esses as- blicidade, em livros didáticos e, consequentemente,
pectos são fundamentais para a reconstrução do sentido considera também os vários suportes em que esses
do texto. Porém, para garantir que a compreensão se dê textos se apresentam. (BNCC, p. 59)
de forma global e autônoma, é necessário também que
os leitores iniciantes se apropriem do código por meio do O professor deve apresentar aos alunos os tipos
qual os discursos são materializados. e os gêneros textuais que fazem parte do dia a dia,
Em função disso, as atividades propostas neste ma- fazendo-os compreender que não se tratam somente
terial visam estimular e desenvolver habilidades de uso de composições escritas, pois os textos são produzidos
da língua, de modo que, aos poucos, os estudantes se diariamente, em todos os momentos de comunicação,
apropriem de seus recursos e de seu funcionamento, tor- tanto na forma escrita quanto na oral.
nando-se usuários competentes dela. Deve-se trabalhar o ensino de gêneros textuais por
meio de situações concretas de uso da língua, para que
ESTRUTURA DA COLEÇÃO os alunos consigam, com criatividade e consciência, es-
O texto é concebido como unidade significativa, a colher meios adequados aos fins que se deseja alcançar.
base sobre a qual os conhecimentos são construídos. É necessário ter a consciência de que a escola é um
Para tanto, a coleção foi pensada de forma a abranger “autêntico lugar de comunicação” e as situações esco-
uma rica diversidade textual, materializada em diferen- lares “são ocasiões de produção e recepção de textos”
tes linguagens: verbal, não verbal e/ou mista (verbal (SCHNEUWLY e DOLZ, 2004, p. 78).

XXXIV
linguísticas e discursivas, com base na compreensão ati-
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA va e crítica da realidade deles.
A coleção, composta por cinco volumes, destina-se Os textos verbais, visuais e multimodais que com-
a alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental l. Cada põem esta coleção foram selecionados de acordo com
volume é composto por quatro unidades com quatro ca- cada faixa etária, respeitando-se o nível de compreen-
pítulos em cada unidade. A cada unidade há a abordagem são dos alunos e buscando despertar nas crianças o
de temas contemporâneos que afetam a vida humana em prazer pela leitura.
escala local, regional e global, preferencialmente de forma
integradora, como: vida familiar e social, meio ambiente,
direitos humanos, diversidade cultural, educação alimentar
e nutricional, direitos da criança, consumo, entre outros. NOSSA LÍNGUA
A escolha por essa forma de organização favore-
ce a relação entre ideias e a reflexão sobre diferentes
formas, estruturas e pontos de vista, contribuindo para
a ampliação dos universos cultural, linguístico e social As atividades desta seção objetivam levar os alu-
dos alunos. nos a construir conhecimentos sobre o funcionamento
do sistema alfabético, bem como sobre aspectos lin-
guísticos e textuais.
SEÇÕES E ÍCONES Durante o desenvolvimento das atividades propos-
tas nesta seção, os alunos são conduzidos a continuar
compreendendo os textos, de maneira divertida, e as
sistematizações com efetivo uso da escrita garantem às
PARA LER crianças condição diferenciada na relação delas com o
mundo, um estado não necessariamente conquistado
por aquele que apenas domina o sistema de escrita al-
Esta seção objetiva que os alunos tenham um con- fabética. Aprender a ler e a escrever, neste livro, envolve
tato sistemático com a atividade de ler, coletiva ou in- o conhecimento das letras e o modo de decodificá-las e
dividualmente. associá-las, possibilitando aos alunos usar esse conhe-
cimento em benefício de formas de expressão e comu-
É importante levá-los a compreender que o ato
nicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas
de ler está relacionado a um objetivo de leitura, ou
em um determinado contexto cultural.
seja, lê-se para aprender sobre algum tema, para ob-
ter informações, para seguir instruções, para comuni- Por meio do esquema a seguir, ilustra-se a integra-
car alguma coisa a alguém, para se entreter, divertir-se ção das várias dimensões do aprender a ler e escrever
etc. no processo de alfabetização do letrando, proposto por
esta coleção:
Com base nos textos selecionados nas unidades,
leva-se para a prática da sala de aula a realidade da • Alfabetizar
leitura e ainda motivam-se os alunos a desenvolver o • Aprender a escrita
senso crítico e reflexões sobre os assuntos propostos. • Descobrir a escrita
Nesta coleção, a preocupação se refere à constru- • Usar a escrita
ção do conhecimento com base na leitura e a motivação
da criatividade.
Há crianças que chegam à escola sabendo
Todas as unidades do livro apresentam um tema que a escrita serve para registrar coisas inteligen-
e gêneros textuais que o mobilizam. A leitura inicia o tes, divertidas ou importantes. Essas são as que
processo de ensino e aprendizagem de cada capítulo, o terminam de alfabetizar-se na escola, mas come-
que favorece a contextualização dos alunos. çaram a alfabetizar-se muito antes, pela possibi-
Por meio de cada leitura proposta, demonstre aos lidade de entrar em contato, de interagir com a
alunos a função social, as características, os recursos lin- língua escrita. Há outras crianças que necessitam
guísticos, os aspectos culturais, a contribuição de cada da escola para apropriar-se da escrita.
gênero para ler e produzir textos na escola, procurando FERRERO, Emília. Com todas as letras. São Paulo: Cortez, 1999.
fazer com que os alunos desenvolvam suas capacidades

XXXV
As crianças dominam a linguagem mesmo antes A produção de textos, nesta seção, conduz as
de entrarem na escola, mas esse domínio é inconscien- crianças a escolher palavras, organizar suas ideias, re-
te. Mesmo usando o tempo verbal correto ao se expres- fletir sobre características internas da língua, definir
sar, elas não sabem declinar ou conjugar palavras. seus objetivos.
O desenvolvimento de atividades envolvendo a es- As propostas feitas ao final de cada capítulo di-
crita, apresentado nesta seção, é válido porque permite recionam os alunos ao tipo de interlocutor, ao objeti-
aos alunos sistematizarem esses conhecimentos de for- vo para a situação de produção e às características do
ma consciente, o que lhes permite avançar no desenvol- texto a que se propõe: para quem escrever, para que
vimento da fala. escrever, o que escrever, como escrever, onde escrever,
O objetivo principal das atividades propostas na que tipo de linguagem e que gênero de texto usar.
seção Nossa língua é o de contribuir para o desenvol- A aprendizagem da escrita de textos foi articulada
vimento da linguagem escrita das crianças. Essas ativi- com a aprendizagem da língua materna, priorizando
dades conduzem os alunos a momentos de interação aspectos descritivos e fatos linguísticos cuja abrangên-
social e estimulam a habilidade, a criatividade, a percep- cia excede o limite da frase.
ção auditiva e a participação ativa da turma.
Dessa forma, a produção textual envolve os estu-
Nesta seção, desenvolve-se uma proposta peda- dos linguísticos realizados nas demais seções, ou seja,
gógica que dê suporte ao pleno desenvolvimento dos os alunos incorporam na produção textual os conheci-
aspectos envolvidos na aprendizagem da leitura e da mentos adquiridos anteriormente.
escrita desde o início da escolaridade.
Realiza-se, portanto, a necessária integração en-
Para isso, é necessário distribuir o tempo pedagó- tre a atividade de produção de textos (linguística) e a
gico de forma equilibrada e individualizada, entre ativi- análise linguística voltada para a sistematização dos co-
dades que estimulem esses dois componentes: a língua nhecimentos, com ações articuladas, guardando entre
por meio de seus usos sociais e o sistema de escrita si relação que garanta a compreensão dos conteúdos e
com atividades que estimulem a consciência fonológica procedimentos envolvidos em todas as atividades reali-
e evidenciem de forma mais direta para as crianças as zadas nas seções anteriores.
relações existentes entre as unidades sonoras da pala-
vra e sua forma gráfica. Na seção Produção de texto, há momentos em
que os alunos devem tentar ler e interpretar o que o
outro escreveu. Essa leitura e interpretação desenvol-
vem a capacidade de eles se expressarem por meio de
DESAFIO oralidade. Trata-se de um momento em que escritores e
leitores devem ser valorizados e respeitados.
Essa interação é importante no sentido de fazer
É uma subseção que aparece pelo menos uma vez com que as crianças expressem seu modo de ver as coi-
em cada capítulo e consiste em convidar os alunos a rea- sas e escutem o colega para entendê-lo melhor. Deve-se
lizar atividades lúdicas que envolvem os conhecimentos realizar essa dinâmica sem enfatizar medos e melindres,
mobilizados nas seções Para ler e Nossa língua. com uma leitura cujo objetivo é o aprimoramento lin-
guístico e da estrutura textual. Isso significa orientar os
alunos a ler o texto produzido pelos colegas com os sen-
tidos a ele atribuídos pelo escritor e não impostos pelo
PRODUÇÃO DE TEXTO professor. É importante mostrar às crianças que o mes-
mo texto pode ter diferentes leitores, considerando-se
a diversidade social e cultural que os rodeia.
Esta seção visa ao desenvolvimento das ações de O trabalho de produção de textos, nesta coleção,
escrita dos alunos, desde as suas primeiras hipóteses. desenvolve-se com base no conceito de gênero textual
São oferecidas diversas atividades relacionadas aos te- abordado em cada capítulo.
mas das unidades, para serem trabalhadas em dupla, Todas as atividades propõem roteiros prévios sobre
em grupo ou individualmente. É o momento de os alu- o que deve ser elaborado. Os alunos precisam definir,
nos descobrirem para que serve a escrita, o que ela re- com base em seus conhecimentos e nos conteúdos apre-
presenta e como funciona. sentados nas seções anteriores, a escrita dos textos.

XXXVI
Produzir é realizar, criar, fabricar. As solicitações uma prática comum, atualmente, os registros do dia a
de produção, nesta seção, envolvem a elaboração de dia são mais fáceis de se encontrar em blogs ou redes
desenhos, palavras, frases ou um conjunto de regis- sociais. Na contemporaneidade, o costume de escrever
tros e expressões para transmitir ideias. Acredita-se cartas e postá-las nos correios tem sido substituído pelo
que produzir textos é inerente à criança. Antes mesmo meio eletrônico, pela facilidade com que se enviam e se
de conhecer letras, ela conta um fato, descreve um recebem e-mails ou mensagens via Whatsapp.
passeio, dita regras de uma brincadeira, ou seja, em Esse é um cenário que chegou para permanecer.
sua rotina, ela produz texto oral. Todavia, para uma participação social mais efetiva, nun-
Para elaborar individualmente um texto, com ca foi tão importante manejar e selecionar várias infor-
forma e conteúdos próprios, as crianças também pre- mações, interpretá-las de acordo com seus contextos
cisam trabalhar textos coletivamente, ou pequenos e transformá-las em conhecimento. As transformações
grupos, sob a orientação do professor, com base em pelas quais o mundo atual passa apontam para a ne-
gêneros textuais corretos e variados quanto à forma cessidade de uma sociedade mais inclusiva, em que a
(poesia, conto, música, trava-língua etc.). solidariedade e o respeito às diferenças sejam valores
Na avaliação, os alunos e professores podem cultivados por todos.
fazer uma avaliação coletiva e avaliativa sobre o que Acentua-se a importância da interface com o ou-
foi tratado. Isso permite o desenvolvimento da capa- tro, assim como a interface com pontos de vista dife-
cidade de expressão das crianças por meio de orali- rentes, ampliando-se as relações e, por conseguinte,
dade, assim como ter um papel ativo na compreen- os horizontes, de modo que possamos nos posicionar
são de seu processo de ensino e aprendizagem e de diante da realidade.
seus colegas. Cabe a escola e ao livro didático favorecer o desen-
volvimento da competência leitora, condição imprescin-
dível para o desenvolvimento pessoal e para a plena
ENCAMINHAMENTO participação social. O compromisso da escola com a
METODOLÓGICO formação de cidadãos que participarão de forma ativa
Para estabelecer diretrizes que apontem um enca- e crítica na sociedade deve ter na leitura e na produção
minhamento metodológico condizente com o que foi ex- de textos um lugar de destaque.
posto até esse momento, é preciso ressaltar que quanto Para compreender a função e o funcionamento da
maiores forem as oportunidades de uso e reflexão sobre escrita, as crianças precisam interagir com diferentes
a escrita, maiores serão as possibilidades de seu aprendi- gêneros textuais que circulam socialmente — placas,
zado. Desse modo, desde o início do processo, o aluno anúncios, rótulos, folhetos, receitas, instruções, carta-
precisa interagir com a linguagem escrita: ouvir histórias, zes, revistas, jornais, enciclopédias, catálogos, livros de
tentar ler e escrever. poemas, livros de contos etc. São importantes também
Antes de escreverem por si próprios, os alunos são as oportunidades de uso da escrita funcional: escrever
capazes de criar textos. Nesses casos, o professor as- (em dupla, individual ou coletivamente) bilhetes, reca-
sume a função de escriba e registra o texto do aluno dos, mensagens, convites, notícias, entre outros, como
no quadro ou em folhas grandes, mostrando como é ato de comunicação, para um leitor real.
feita a estruturação do texto por meio da análise dos Esse uso social da língua contribui para que as crian-
seguintes aspectos: ças a compreendam como um sistema de representação
que amplia as possibilidades de comunicação interpessoal.
• disposição gráfica no papel;
• coesão entre as partes do texto; Por isso, no ato da escrita, é necessário valorizar cada
tentativa do aluno, pois a experiência do sucesso aumenta
• seleção e organização das ideias e fatos;
a autoestima e garante a continuidade do esforço.
• segmentação das palavras;
É preciso orientá-lo durante a produção, pela in-
• uso de sinais de pontuação etc.
tervenção e mediação preventiva, tornando o “erro”
A circulação social de textos se configura em dife- observável para o aluno, que se incumbirá, ele mesmo,
rentes gêneros que se relacionam com as necessidades e da correção, pela compreensão do processo. A corre-
atividades socioculturais de um dado momento histórico ção posterior só tem efeito punitivo, desencorajando o
— por exemplo, se há duas décadas escrever diários era aluno a novas tentativas.

XXXVII
6. REFERÊNCIAS
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XL
MEURO de
LiV
LÍNGUA PORTUGUESA

2º-
ANO
ENSINO
F U N DA M E N TA L
L Í N G UA
PORTUGUESA

Samira Campedelli
Professora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
Bacharel e licenciada em Letras - Português pela Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
Mestre em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo.
Doutora em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo
e autora de livros didáticos para o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.

2ª- edição
São Paulo
2019
APRESENTAÇÃO
Título original: Meu Livro de Língua Portuguesa – 2o ano
© Editora AJS Ltda, 2019

Editores: Arnaldo Saraiva e Joaquim Saraiva


Direção editorial: Antonio Nicolau Youssef
Equipe de Colaboradores: Roberta Lombardi Martins,
Márcia Mendonça, Jordana Thadei, Monique Mattos,
Conceição Longo, Daniel Ribeiro, Yara Najman, QUERIDO ALUNO,
Cândido Grangeiro, Tania Regina Zieglitz, Rosana Biani
Coordenação editorial: Ana Cristina Mendes Perfetti ESTE LIVRO É SEU. FIZEMOS CADA
Manual do Professor: Cultura Escrita PÁGINA COM MUITO CARINHO PARA
Edição de arte: Flávio Nigro, Jorge Okura VOCÊ APRENDER E GOSTAR DE LÍNGUA
Pesquisa iconográfica: Cláudio Perez
PORTUGUESA.
Licenciamentos: Paula Claro
Editoração eletrônica: Alfredo P. Santana, Juliana Cristina Silva, NESTAS PÁGINAS VOCÊ ENCONTRARÁ
Alan P. Santana, Flávio Balmant, Nelson Arruda,
Thiago Oliver, Marcos Dorado dos Santos, TEXTOS INTERESSANTES, DESAFIOS À SUA
Selma Barbosa Celestino CRIATIVIDADE AO PRODUZIR TEXTOS DE
Revisão desta edição: Carla Cássia Camargo,
Renata Tavares, Sâmia Rios, Cristiane Santos Mansor,
SUA AUTORIA, SUGESTÕES DE LIVROS
Edna Gonçalves Luna, Maria Inez de Souza, MARAVILHOSOS PARA VOCÊ LER, ALÉM
Fernanda Rizzo Sanchez
DO PRAZER DE APRENDER A LER E
Ilustrações: Adolar de Paula Mendes Filho, Alex Argozino,
Jótah, Roberto Weigand, Osvaldo Sequetin, ESCREVER NOSSA LÍNGUA.
Dawidson França, Giz de Cera, Fernanda Rinzler,
Maspi, Jorge Honda, All Maps ESPERAMOS QUE VOCÊ APROVEITE
Capa: Flávio Nigro MUITO TUDO QUE APRENDER.
Ilustração de capa: Adolar de Paula Mendes Filho
O AUTOR

Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro


foram produzidas com fibras obtidas de árvores de
florestas plantadas, com origem certificada.

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SEÇÃO TRAZ PROPOSTAS DE
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FIQUE SABENDO - AQUI VOCÊ ENCONTRARÁ


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TEMAS E CONTEÚDOS QUE ESTÁ ESTUDANDO.

DESAFIO - ATIVIDADES QUE


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PROPOSTAS BEM INTERESSANTES.

SUGESTÃO DE LEITURA - AO FINAL DE CADA


CAPÍTULO, HÁ UMA OU MAIS SUGESTÕES DE
LEITURA, PARA AMPLIAR O SEU REPERTÓRIO.
SUMÁRIO
UNIDADE 1 - DA PEDRA À TELA . . . . . . . . . . . . 8
CAPÍTULO 1 - COMUNICAÇÃO PELAS IMAGENS . . . . . . . . . . . 10
PARA LER > MAGALI E QUINZINHO E MARINA MAURICIO DE SOUSA . . . . . . . . . . . . 10
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
> SÍLABAS > NÚMERO DE LETRAS E SÍLABAS > VOGAIS E CONSOANTES > FORMAÇÃO SILÁBICA
PRODUÇÃO DE TEXTO > HISTÓRIA EM QUADRINHOS . . . . . . . . . . . . . . . . . 19

CAPÍTULO 2 - DESENHAR ERA ESCREVER . . . . . . . . . . . . . 23


PARA LER > PINTURAS DAS CAVERNAS: REGISTRO, ENFEITE OU MÁGICA? LIA ZATZ . . . . . . 23
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28
> SONS INICIAIS DE PALAVRAS > S E Z > SONS DA LETRA S
> SEGMENTAÇÃO DE PALAVRAS > FORMAÇÃO DE PALAVRAS COM SÍLABAS ALEATÓRIAS
PRODUÇÃO DE TEXTO > CENA ILUSTRADA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33

CAPÍTULO 3 - DESENHOS VIRARAM LETRAS . . . . . . . . . . . . 35


PARA LER > O LIVRO DA ESCRITA RUTH ROCHA E OTÁVIO ROTH . . . . . . . . . . . . . . . 35
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
> ORDEM DAS LETRAS NA PALAVRA > SEPARAÇÃO E FORMAÇÃO SILÁBICA
> NÚMERO DE LETRAS E SÍLABAS > ALFABETO MINÚSCULO > FORMAÇÃO DE NOVAS PALAVRAS
> SONS DA LETRA Z > NASALIZAÇÃO NAS PALAVRAS
PRODUÇÃO DE TEXTO > QUADRO-SÍNTESE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47

CAPÍTULO 4 - CONVERSA VAI, EMOJI VEM . . . . . . . . . . . . . 49


PARA LER > LINHA DO TEMPO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
> ESCRITA DE PALAVRAS > ALFABETOS MAIÚSCULO E MINÚSCULO DE IMPRENSA
> ALFABETOS MAIÚSCULO E MINÚSCULO MANUSCRITO > ÃO > AUMENTATIVOS
PARA LER > CONVERSA DE WHATSAPP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
> PONTO FINAL, DE EXCLAMAÇÃO E DE INTERROGAÇÃO
PRODUÇÃO DE TEXTO > MENSAGEM COM EMOJIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66
UNIDADE 2 - MUITAS LETRAS, TANTOS NOMES.
NOMES . . . . 68
CAPÍTULO 5 - TODAS AS LETRAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . 70
PARA LER > O BICHO ALFABETO PAULO LEMINSKI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
> ORDEM ALFABÉTICA > VOGAIS E CONSOANTES > SEGMENTAÇÃO DE PALAVRAS NO VERSO DO POEMA
> FORMAÇÃO DE NOVAS PALAVRAS POR INSERÇÃO DE LETRAS
> NOMES PRÓPRIOS COM K, Y,
Y W > NOMES PRÓPRIOS COM INICIAIS MAIÚSCULAS
PARA LER > JOANINHA BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS . . . . . . . . . . . . . . . . 80
PRODUÇÃO DE TEXTO > POEMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83
CAPÍTULO 6 - DE PALAVRA EM PALAVRA . . . . . . . . . . . . . . 85
PARA LER > PÉ COM PÉ PALAVRA CANTADA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85
NOSSA LÍNGUA > O GRILO ALMIR CORREIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
> SONS DE C E Ç > USOS DE Ç > RIMAS
PRODUÇÃO DE TEXTO > GLOSSÁRIO DE EXPRESSÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . 94
CAPÍTULO 7 - QUE NOME SE ESCONDE? . . . . . . . . . . . . . . 97
PARA LER > O LIVRO DOS ACRÓSTICOS DORIVAL PEDRO LAVIROD . . . . . . . . . . . . . 97
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100
> FORMAÇÃO DE PALAVRAS COM LETRAS ALEATÓRIAS
> SUBSTITUIÇÃO DE LETRA PARA FORMAÇÃO DE NOVA PALAVRA > ANTÔNIMOS
PARA LER > O QUE É UM ACRÓSTICO ANNA DE CÁSSIA. . . . . . . . . . . . . . . . . 102
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103
> ACRÓSTICO > SONS DA LETRA G
PRODUÇÃO DE TEXTO > ACRÓSTICOS > MURAL DE ACRÓSTICOS . . . . . . . . . . . 106
CAPÍTULO 8 - RIMA, RIMA, RIMADOR . . . . . . . . . . . . . . 108
PARA LER > UMA TURMA INESQUECÍVEL DUDA MACHADO . . . . . . . . . . . . . . . 108
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112
> POEMA > SOM DA LETRA J > G COM SOM DE J > ANTÔNIMO
PARA LER > QUADRINHAS DA CULTURA POPULAR. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 115
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
> QUADRINHAS > RIMAS
PRODUÇÃO DE TEXTO > BATALHA DE RIMAS > COMPLETAR QUADRINHAS. . . . . . . . 118
UNIDADE 3 - VOCÊ QUER BRINCAR COMIGO? . . . . 122
CAPÍTULO 9 - VOCÊ SABE O QUE É? . . . . . . . . . . . . . . . 124
PARA LER > CHARADAS E ADIVINHAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128
> SEPARAÇÃO SILÁBICA > SEPARAÇÃO SILÁBICA DO DÍGRAFO RR > SONS DE S > USOS DE SS
PRODUÇÃO DE TEXTO > COLETÂNEA DE ADIVINHAS . . . . . . . . . . . . . . . . 136

CAPÍTULO 10 - TRAVA A LÍNGUA, TRAVA-LÍNGUA . . . . . . . . . 139


PARA LER > TRAVA-LÍNGUA WAGNER DA SILVA ROCHA E HENRIQUE PINHEIRO NAMURA . . . 139
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143
> SONS DA LETRA R > LETRAS MAIÚSCULAS INICIAIS EM NOMES PRÓPRIOS > SEPARAÇÃO SILÁBICA
> ENCONTROS VOCÁLICOS E CONSONANTAIS > ENCONTRO CONSONANTAL COM R OU L
PRODUÇÃO DE TEXTO > DESAFIO DE TRAVA-LÍNGUAS . . . . . . . . . . . . . . . . 147

CAPÍTULO 11 - BRINCADEIRAS RIMADAS. . . . . . . . . . . . . 150


PARA LER > CABRA-CEGA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153
> SONS NASAIS > PONTO DE EXCLAMAÇÃO E DE INTERROGAÇÃO
PARA LER > BATALHÃO, LHÃO, LHÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 154
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156
> SONS DE G E J > GUE E GUI > GUA E GUO
PRODUÇÃO DE TEXTO > DESAFIO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS RIMADAS . . . . . . . 163

CAPÍTULO 12 - BRINCANDO DE RODA . . . . . . . . . . . . . . 165


PARA LER > CANTIGA DE RODA > CIRANDA, CIRANDINHA . . . . . . . . . . . . . . 165
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169
> MARCADORES DE NASALIZAÇÃO > ENCONTROS VOCÁLICOS > DIMINUTIVOS
PARA LER > FUI NO TORORÓ > O CRAVO E A ROSA . . . . . . . . . . . . . . . . . 173
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176
> C E G > PALAVRAS EM SÍLABAS EMBARALHADAS > PALAVRAS DENTRO DE PALAVRAS
> FORMAÇÃO DE PALAVRAS COM SÍLABAS ALEATÓRIAS > M ANTES DE P E DE B
PRODUÇÃO DE TEXTO > RETEXTUALIZAÇÃO DE CANTIGA EM CONTO. . . . . . . . . . 180
UNIDADE 4 - JOGOS E ESPORTES
PARA BRINCAR E PARTICIPAR . . . . . . . . . . . . 182
CAPÍTULO 13 - UMA CORRIDA E TANTO . . . . . . . . . . . . . 184
PARA LER > A LEBRE E A TARTARUGA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188
> SINÔNIMOS E ANTÔNIMOS > USOS DO PONTO DE INTERROGAÇÃO
> USO DO TRAVESSÃO > LETRA CURSIVA
PRODUÇÃO DE TEXTO > DRAMATIZAÇÃO DA FÁBULA . . . . . . . . . . . . . . . . 197

CAPÍTULO 14 - QUER JOGAR? . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200


PARA LER > AMARELINHA > CABRA-CEGA > REGRA DE JOGO. . . . . . . . . . . . . 200
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205
> USOS DE C E QU
PARA LER > RESTA UM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 208
NOSSA LÍNGUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211
> USOS DE CA, CO, CU, QUE E QUI
PRODUÇÃO DE TEXTO > COLETÂNEA DE JOGOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214

CAPÍTULO 15 - ESPORTE É CULTURA. . . . . . . . . . . . . . . 217


PARA LER > PRIMEIRA OLIMPÍADA INDÍGENA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221
> TONICIDADE > LOCALIZAÇÃO DA SÍLABA TÔNICA
PRODUÇÃO DE TEXTO > LEGENDAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225

CAPÍTULO 16 - A HISTÓRIA DO FUTEBOL . . . . . . . . . . . . . 227


PARA LER > O PAI DO FUTEBOL BRASILEIRO MARCELO DUARTE. . . . . . . . . . . . . . 227
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230
> L COM SOM DE U > SINGULAR E PLURAL > PLURAL DE PALAVRAS TERMINADAS EM L E U
PARA LER > O PRIMEIRO TIME MARCELO DUARTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234
NOSSA LÍNGUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237
> SONS DE X E CH E DE G E J > VERBETE
PRODUÇÃO DE TEXTO > CARTAZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . 244

MATERIAL DE APOIO
ALFABETO MÓVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246
IMAGENS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259
1
UNIDADE
DA PEDRA À TELA

VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU QUAL FOI


A ORIGEM DA ESCRITA?
NESTA UNIDADE, VOCÊ VAI
DESCOBRIR COMO ELA CHEGOU À
FORMA QUE CONHECEMOS HOJE.

8 OITO

Objetivos de unidade
Nesta unidade, pretende-se desenvolver os seguintes objetivos:
 Ler e interpretar tirinhas e histórias em quadrinhos formadas apenas por imagens
 Identificar as características do gênero tirinhas/história em quadrinhos.
 Classificar as letras do alfabeto em vogais e consoantes.
 Compreender o conceito de sílaba.
 Produzir uma história em quadrinhos composta por imagens, seguindo um modelo.

8 OITO
1. OBSERVE AS CENAS
DESTA GRANDE IMAGEM
QUE ABRE A PRIMEIRA
UNIDADE DO SEU LIVRO
DE 2º ANO E CONVERSE
SOBRE CADA UMA DELAS
COM SEUS COLEGAS E O
PROFESSOR.

2. HOJE EM DIA, ALÉM DO ALFABETO DA LÍNGUA


PORTUGUESA, TAMBÉM UTILIZAMOS, PARA
NOS COMUNICAR NAS REDES SOCIAIS, CERTAS
IMAGENS CHAMADAS EMOJIS.
O QUE VOCÊ SABE SOBRE ESSE TIPO DE IMAGEM?

NOVE 9

Anotações:

NOVE 9
C A PÍ T ULO

1 COMUNICAÇÃO PELAS IMAGENS

PARA LER

Professor, explore o conhecimento


O TEXTO A SEGUIR É UMA TIRA.
prévio dos alunos sobre as persona-
gens. Este conhecimento é importante
1. VOCÊ JÁ LEU ALGUMA TIRA? QUAL?
para a construção de sentido da tira. Resposta pessoal.
Caso os alunos não as conheçam,
informe que são Magali e Quinzinho. 2. ONDE ENCONTRAMOS TIRAS PARA LER?
Magali é a menina comilona da turma Em jornais, gibis, revistas semanais, internet, livros.
da Mônica, e Quinzinho é apaixonado 3. OBSERVE AS PERSONAGENS DA TIRA. VOCÊ AS CONHECE? O QUE
por Magali.
SABE SOBRE ELAS? Resposta pessoal.

BNCC
(EF15LP01) Identificar a função
social de textos que circulam
em campos da vida social dos
quais participa cotidianamente
(a casa, a rua, a comunidade, a
escola) e nas mídias impressa,
de massa e digital, reconhecen-
SOUSA, MAURICIO DE. MAGALI E QUINZINHO. PORTAL TURMA DA MÔNICA. TIRAS, N. 272.
do para que foram produzidos,
onde circulam, quem os produ-
ziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expec-
tativas em relação ao texto que
vai ler (pressuposições anteci- MAURICIO DE SOUSA É O QUADRINISTA CRIADOR DA TURMA DA MÔNICA.
padoras dos sentidos, da forma ELE COMEÇOU A PRODUZIR HISTÓRIAS EM QUADRINHOS EM 1959, COM A
e da função social do texto), PUBLICAÇÃO DA HISTÓRIA DO CÃOZINHO BIDU E DE SEU DONO, O FRANJINHA.
apoiando-se em seus conheci- EM 1970, LANÇOU A MÔNICA. DEPOIS, CRIOU O CEBOLINHA, O CHICO BENTO,
mentos prévios sobre as condi-
ções de produção e recepção O CASCÃO, A MAGALI, O PELEZINHO E OUTRAS PERSONAGENS. COM O PASSAR
desse texto, o gênero, o suporte DO TEMPO, SEUS TRABALHOS SE TORNARAM CONHECIDOS TANTO NO BRASIL
e o universo temático, bem como QUANTO NO EXTERIOR.
sobre saliências textuais, recur-
sos gráficos, imagens, dados da
própria obra (índice, prefácio
etc.), confirmando antecipações 10 DEZ
e inferências realizadas antes e
durante a leitura de textos, che-
cando a adequação das hipóte-
ses realizadas.
(EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de re-
Pensando sobre a BNCC
cursos expressivos gráfico-visuais Desde muito pequenas as crianças têm contato com diversos textos que podem ser lidos com
em textos multissemióticos. ajuda das imagens. Em alguns casos, elas podem apenas ilustrar o que foi escrito. Em outras,
(EF15LP14) Construir o sentido complementam ou até substituem o texto. No caso das tiras ou histórias em quadrinhos, os re-
de histórias em quadrinhos e ti- cursos expressivos gráfico-visuais são extremamente relevantes para a compreensão do sentido
rinhas, relacionando imagens e da história. Por isso, é importante que as crianças tenham a oportunidade de pensar sobre esta
palavras e interpretando recursos
questão durante a atividade.
gráficos (tipos de balões, de le-
tras, onomatopeias).

10 DEZ
1. CONVERSE COM O PROFESSOR E OS COLEGAS SOBRE AS QUESTÕES A
SEGUIR.
Professor, explique aos alunos que há a assinatu-
A) QUEM É O AUTOR DA TIRA? COMO É POSSÍVEL SABER? ra de Mauricio de Sousa no último quadrinho da
Mauricio de Sousa. tira. O nome dele também aparece nos créditos e
na referência, abaixo da tira. Além disso, o boxe
B) VOCÊ CONHECE OUTRAS HISTÓRIAS DESSE AUTOR? QUAIS? de autoria, que costuma entrar após os textos de
Resposta pessoal. leitura neste livro, traz uma minibiografia dele.

2. A TIRA QUE VOCÊ LEU NÃO USA PALAVRAS, APENAS IMAGENS.


EXPLIQUE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR COMO VOCÊ CONSEGUIU
ENTENDÊ-LA.
Professor, explore o fato de, nesta tira, os ba-
lões apresentarem imagens, em vez de textos
3. RETOME A TIRA PARA RESPONDER. verbais, como geralmente acontece nas his-
tórias em quadrinhos. Observe se os alunos
A) OBSERVE A ROUPA E A COROA USADAS POR MAGALI. OBSERVE fazem a leitura das imagens dos quadrinhos e
TAMBÉM A ROUPA DE QUINZINHO. O QUE ISSO FAZ LEMBRAR? leia-os com eles, procurando atribuir sentido
aos balões.
Faz lembrar histórias de príncipes e princesas. Retome com os alunos que há uma palavra
no último quadrinho, a assinatura do autor, já
abordada na questão 1.

B) OBSERVE AGORA O LOCAL ONDE MAGALI ESTÁ. ISSO CONFIRMA SUA b. Espera-se que os alunos relacio-
RESPOSTA ANTERIOR? POR QUÊ? nem a torre aos contos de prínci-
pes e princesas.
Resposta pessoal. c. Espera-se que os alunos relacio-
nem a tira às histórias de prince-
sas presas em torres (Bela Ador-
mecida, Rapunzel etc.).

BNCC
C) AS CENAS LEMBRAM ALGUMA HISTÓRIA QUE VOCÊ CONHEÇA?
Atividades 1 a 3:
QUAL? (EF15LP09) Expressar-se em situa-
Resposta pessoal. ções de intercâmbio oral com clareza,
preocupando-se em ser compreen-
dido pelo interlocutor e usando a
palavra com tom de voz audível, boa
articulação e ritmo adequado
(EF15LP10) Escutar, com atenção,
falas de professores e colegas, for-
mulando perguntas pertinentes ao
tema e solicitando esclarecimentos
sempre que necessário.
ONZE 11

Prática pedagógica
Para que uma aprendizagem se torne significativa, não basta apenas responder às questões.
É preciso que haja um momento de reflexão sobre o que foi perguntado, por isso, durante a
leitura das perguntas, dê um tempo para que os alunos pensem e exponham o que pensam.
Situações de intercâmbio entre os alunos podem ser ricas quando há uma articulação entre as
falas, pois, à medida que ouvem as hipóteses, podem concordar, complementar ou discordar
dos outros alunos.

ONZE 11
4. AGORA, OBSERVE ESPECIALMENTE OS BALÕES.

Professor, aceite respostas como


A) O QUE QUINZINHO ESTÁ DIZENDO A MAGALI NO PRIMEIRO QUADRINHO?
“está apaixonado por…”, “quer
namorar…” etc. Nesta atividade e
nas duas próximas, peça aos alunos
que expliquem como chegaram à
resposta.

BNCC
Atividade 4:
(EF15LP14) Construir o sentido de Quinzinho está dizendo que ama Magali.
histórias em quadrinhos e tirinhas,
relacionando imagens e palavras e
interpretando recursos gráficos (tipos
B) O QUE QUINZINHO DIZ A MAGALI NO SEGUNDO QUADRINHO?
de balões, de letras, onomatopeias).
(EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de re-
cursos expressivos gráfico-visuais em
textos multissemióticos.
(EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos.

Pergunte aos alunos por que Ma- Ele diz a Magali que vai buscar uma escada.
gali pediu um sorvete a Quinzinho.
Depois, converse com eles sobre
a característica mais marcante da
C) O QUE MAGALI PEDE A QUINZINHO NO ÚLTIMO QUADRINHO?
personagem: a gula. Providencie
outras histórias da Magali para ler
com os alunos.

Ela pede um sorvete.

12 DOZE

Anotações:

12 DOZE
PARA LER
Aponte aos alunos elementos impor-
MARINA É OUTRA PERSONAGEM CRIADA POR MAURICIO DE SOUSA. tantes para o entendimento da his-
ELA GOSTA MUITO DE PINTAR. LEIA A HISTÓRIA E VEJA COMO MARINA USA tória. Faça com que eles participem
e levantem hipóteses a respeito de
ESSA HABILIDADE PARA RESOLVER UM PROBLEMA. cada quadro.

BNCC
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe-
cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto,
o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá-
cio etc.), confirmando antecipações
e inferências realizadas antes e du-
rante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP14) Construir o sentido de
histórias em quadrinhos e tirinhas,
relacionando imagens e palavras e
interpretando recursos gráficos (tipos
de balões, de letras, onomatopeias).
(EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de re-
cursos expressivos gráfico-visuais em
textos multissemióticos.
(EF15LP18) Relacionar texto com
ilustrações e outros recursos gráficos.

SOUSA, MAURICIO DE. MÔNICA, SÃO PAULO, N. 159, P. 50, DEZ. 1999.

TREZE 13

Prática pedagógica
Nesta atividade, mesmo que haja alunos que ainda não realizam a leitura convencional, todos
serão capazes de ler e compreender a história da Marina. Se possível, traga outros gibis para a
sala de aula, promovendo a leitura em duplas para que um complemente o outro e conversem
sobre o que entenderam das histórias.

TREZE 13
1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
Professor, ao propor a leitura de HQs, A) QUAL É O TÍTULO DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS QUE VOCÊ LEU?
compare o balão de título aos balões de ESCREVA-O ABAIXO:
fala, evidenciando os recursos gráficos
usados em cada um. Marina.
b. Espera-se que os alunos observem que
as letras são grandes e coloridas, estão
B) COMO VOCÊ SABE QUE ESTE É O TÍTULO?
dentro de uma espécie de balão com
fundo colorido que não indica fala de
nenhuma personagem e aparece no
C) HÁ OUTROS TEXTOS ESCRITOS EM PALAVRAS NESSA HISTÓRIA EM
primeiro quadrinho. QUADRINHOS?
Sim, a palavra FIM fechando a HQ.
D) COMO VOCÊ COMPREENDEU A HISTÓRIA?
Resposta pessoal. Espera-se que os alunos indiquem a leitura das imagens.
2. VAMOS LEMBRAR A HISTÓRIA.
Professor, destaque a importância de ler A) EM QUE LUGAR ELA ACONTECE?
as imagens mesmo quando há texto verbal.
Informe aos alunos que as imagens consti- Dentro da casa de Marina.
tuem a linguagem visual. A linguagem vi-
sual e a linguagem verbal (palavras) juntas
formam o sentido de um texto. B) ESCREVA O NOME DE TRÊS COISAS QUE MOSTRAM ISSO.
Cortina, janela, paredes.

C) EM QUANTO TEMPO A HISTÓRIA PARECE SE PASSAR?


Porque os quadrinhos mostram que a
menina teve uma ideia, pintou o quadro
X UM DIA. UMA SEMANA. UM ANO.
e o pendurou na janela; porque ela está
usando a mesma roupa; porque não vi- D) CONVERSE COM OS COLEGAS: COMO PODEMOS SABER ISSO?
mos, nem do lado de fora da casa nem
pela paisagem na janela, o dia virar noite E) QUANTAS PERSONAGENS HÁ NA HISTÓRIA EM QUADRINHOS?
ou a noite virar dia, indicando que hou-
vesse um dia seguinte na história. Uma. Somente Marina.

F) COMO É ESSA PERSONAGEM?


Marina é criança, tem cabelos cacheados, um pouco castanhos, um pouco
BNCC
ruivos, longos, pele branca, olhos grandes e negros e gosta de pintar.
Atividades 1 a 8:
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres- 3. NO PRIMEIRO QUADRINHO, MARINA ESTÁ NA JANELA. ELA PARECE SE SENTIR:
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe-
ZANGADA. X TRISTE. ALEGRE.
cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, 4. POR QUE ELA SE SENTE ASSIM?
o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências Porque o dia está escuro e chuvoso.
textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá-
cio etc.), confirmando antecipações 14 CATORZE
e inferências realizadas antes e du-
rante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos. Prática pedagógica
(EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de re- Um dos papéis do docente é oportunizar à criança situações de aprendizagem, experiên-
cursos expressivos gráfico-visuais em cias e descobertas que possam desenvolver suas habilidades em resolver problemas, fazer
textos multissemióticos. observações e dar justificativas verbais ou escritas. Para isso, é preciso colocá-las para falar,
(EF15LP14) Construir o sentido de se comunicar, trocar ideias, reconstruir pensamentos, reviver situações de aprendizagem,
histórias em quadrinhos e tirinhas, melhorar sua linguagem e capacidade de análise e justificativa.
relacionando imagens e palavras e
interpretando recursos gráficos (tipos
de balões, de letras, onomatopeias).

14 CATORZE
5. VOCÊ JÁ VIVEU UMA SITUAÇÃO PARECIDA COM A DE MARINA?
COMO SE SENTIU?
Resposta pessoal.
Sabe-se disso pelo balão em que
6. O QUE ACONTECE COM MARINA NESTE QUADRINHO? COMO SE SABE DISSO? aparece uma lâmpada, que geral-
mente representa um insight, uma
ideia inesperada em HQs.

BNCC
Atividades 9 e 10:
(EF02LP17) Identificar e reproduzir,
em relatos de experiências pessoais, a
sequência dos fatos, utilizando expres-
sões que marquem a passagem do
tempo (“antes”, “depois”, “ontem”,
“hoje”, “amanhã”, “outro dia”, “anti-
gamente”, “há muito tempo” etc.), e
o nível de informatividade necessário.
Ela tem uma ideia. (EF15LP11) Reconhecer características
da conversação espontânea presen-
cial, respeitando os turnos de fala,
7. NESSE E NOS OUTROS QUADRINHOS, MARINA PARECE SE SENTIR: selecionando e utilizando, durante a
conversação, formas de tratamento
adequadas, de acordo com a situação
ZANGADA. TRISTE. X ALEGRE. e a posição do interlocutor.

8. COMO MARINA RESOLVE SEU PROBLEMA?


Ela pinta uma tela e cobre a janela com ela, para não ver a chuva e a

escuridão do dia.

9. CONVERSE COM SEUS COLEGAS: O QUE VOCÊ ACHOU DA ESTRATÉGIA


DE MARINA?
Resposta pessoal.
10. ESCREVA O QUE VOCÊ FAZ EM CASA, EM DIAS DE CHUVA.
Resposta pessoal.

QUINZE 15

Anotações:

QUINZE 15
NOSSA LÍNGUA
VAMOS RELEMBRAR?
Professor, distribua um conjunto CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE O QUE SÃO SÍLABAS.
de letras (ou sílabas) móveis para
que os alunos formem primeiro as CONTORNE AS SÍLABAS DO NOME DA MENINA QUE PINTOU O QUADRO:
palavras e somente depois realizem
a atividade no livro.
M A R I N A

1. DENTRO DO NOME MARINA, EXISTEM OUTROS NOMES DE PESSOAS.


ENCONTRE DOIS DESSES NOMES E ESCREVA-OS NOS ESPAÇOS A SEGUIR.

Sugestões de resposta:
MARIA, MARI, ARI, MARA, ANA.

2. NA TELA PINTADA POR MARINA, HÁ SOL,


BORBOLETAS, CÉU, ÁRVORE, FLORES,
BNCC GRAMADO E PLANTAS. OBSERVE A ESCRITA
Atividades 1 a 3: DESSAS PALAVRAS:
(EF02LP02) Segmentar palavras em
sílabas e remover e substituir sílabas
iniciais, mediais ou finais para criar SOL BORBOLETAS CÉU ÁRVORE
novas palavras.
(EF02LP04) Ler e escrever corretamen- FLORES GRAMADO PLANTAS
te palavras com sílabas CV, V, CVC,
CCV, identificando que existem vogais
em todas as sílabas. AGORA, LEIA ESSAS PALAVRAS EM VOZ ALTA COM SEUS COLEGAS E O
PROFESSOR, BATENDO PALMAS PARA CADA SÍLABA.
OBSERVANDO AS PALAVRAS QUE VOCÊ LEU, PREENCHA O QUADRO ABAIXO:
PALAVRAS PALAVRAS NÚMERO NÚMERO
NÚMERO
DE UMA DE MAIS DE UMA DE DE
DE LETRAS
SÍLABA SÍLABA SÍLABAS LETRAS
SOL 3 BORBOLETAS 4 10

CÉU 3 ÁRVORE 3 6

FLORES 2 6

GRAMADO 3 7

PLANTAS 2 7

16 DEZESSEIS

Pensando sobre a BNCC


A consolidação da apropriação do sistema de escrita alfabética, o reconhecimento e a escrita
de palavras com estruturas silábicas menos complexas e a ampliação do léxico acontecem quando
os alunos são expostos a atividades escolares em que precisam confrontar o que sabem. Ao
precisar segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais
para criar novas palavras, os alunos estão refletindo sobre a estrutura silábica e ampliando o
que sabem sobre a formação de palavras.

16 DEZESSEIS
3. ANALISANDO O QUADRO QUE VOCÊ COMPLETOU, RESPONDA:
A) QUAL É A PALAVRA QUE TEM MAIS SÍLABAS?
BORBOLETAS.

B) QUAL É A PALAVRA QUE TEM MAIS LETRAS?


BORBOLETAS.

C) QUE PALAVRAS TÊM O MESMO NÚMERO DE SÍLABAS?


ÁRVORE E GRAMADO; FLORES E PLANTAS.

D) QUE PALAVRA TEM A SÍLABA COM O MAIOR NÚMERO DE LETRAS?


CONTORNE A SÍLABA NA PALAVRA QUE VOCÊ ESCREVER.
PLANTAS.

4. ORDENE AS LETRAS DE CADA QUADRO PARA DESCOBRIR COISAS


ENCONTRADAS NA CASA DE MARINA.

B C N O A
C I R O T N A
BANCO BNCC
Atividade 4:
CORTINA (EF02LP05) Ler e escrever correta-
mente palavras com marcas de na-
salidade (til, m, n).

L E A J N A

E D E P R A
JANELA

PAREDE

DEZESSETE 17

Anotações:

DEZESSETE 17
5. OBSERVE AS CORES USADAS POR MARINA PARA PINTAR A TELA:

COREL
BNCC
Atividade 5:
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
ESCREVA OS NOMES DAS CORES QUE APARECEM NA PALETA. OBSERVE O
NÚMERO DE LETRAS PARA ESCREVER O NOME DE CADA COR.

A M A R E L O

A Z U L

V E R D E

V E R M E L H O

R O S A

M A R R O M

18 DEZOITO

Anotações:

18 DEZOITO
PARA FAZER A PRÓXIMA ATIVIDADE, VAMOS RELEMBRAR AS VOGAIS E
CONSOANTES QUE FORMAM O ALFABETO:

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
Professor, retome o estudo do alfa-
beto com os alunos, fazendo a lei-
RECORTE AS LETRAS DO ALFABETO MÓVEL DO MATERIAL DE APOIO tura das letras e solicitando a cada
um que indique a letra inicial do seu
QUE ESTÁ NO FIM DESTE LIVRO. USE-AS SEMPRE QUE PRECISAR OU QUANDO
nome, sobrenome e de colegas da
O PROFESSOR SOLICITAR. turma. Peça-lhes que identifiquem
as vogais e pergunte como são cha-
PARA NÃO PERDÊ-LAS, GUARDE-AS EM UM ENVELOPE OU SAQUINHO. madas as demais letras que não são
vogais.
6. PREENCHA O QUADRO COM OS NOMES DAS CORES USADAS POR MARINA:

NOMES DE CORES
NOMES DE NOMES DE NOMES DE CORES
COM SÍLABAS
CORES CORES COM SÍLABA
FORMADAS POR
COMEÇADOS COMEÇADOS FORMADA POR
CONSOANTE +
POR POR UMA ÚNICA Professor, retome a leitura de LH
VOGAL +
VOGAL CONSOANTE VOGAL e também de R entre vogais, R em
CONSOANTE
final de sílaba e RR. Mostre aos alu-
nos que, ao separarmos uma palavra
AMARELO VERDE AMARELO VERDE escrita com RR, um R fica no final de
uma sílaba e o outro inicia a sílaba
AZUL VERMELHO AZUL VERMELHO seguinte. Retome S com som de Z,
usando as palavras azul e rosa como
exemplos para análise da escrita.
ROSA MARROM

MARROM

PRODUÇÃO DE TEXTO BNCC


Produção de texto:
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
textos curtos nas formas imprensa e
HISTÓRIA EM QUADRINHOS cursiva.
(EF12LP05) Planejar e produzir, em
IMAGINE QUE VOCÊ ESTÁ VIVENDO A MESMA SITUAÇÃO DE MARINA. colaboração com os colegas e com
VOCÊ ACORDA EM UM SÁBADO, DOMINGO OU FERIADO E ESTÁ COM a ajuda do professor, (re)contagens
MUITA VONTADE DE BRINCAR, MAS ESTÁ CHOVENDO. COMO VOCÊ de histórias, poemas e outros textos
versificados (letras de canção, qua-
RESOLVE ESSE PROBLEMA? drinhas, cordel), poemas visuais, tiras
VOCÊ VAI CONTAR ISSO EM UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS SEM e histórias em quadrinhos, dentre
outros gêneros do campo artístico-
PALAVRAS, DE UMA PÁGINA, PARA FAZER PARTE DE UM GIBI QUE FICARÁ -literário, considerando a situação
EXPOSTO NA BIBLIOTECA DA ESCOLA. comunicativa e a finalidade do texto.

DEZENOVE 19

Prática pedagógica
As crianças gostam muito de situações em que podem imaginar possibilidades de resolver
algum problema. Por isso, o professor deve aproveitar a proposta para valorizar o momento de
interação discursiva e intercâmbio oral no contexto escolar. Após contarem o que fariam em um
dia de chuva, converse com eles sobre a proposta (fazer a história usando apenas desenhos),
chamando atenção para o contexto de produção e os leitores (usuários da biblioteca da escola).
Apesar de não haver texto escrito, é importante garantir a coerência em relação ao tema proposto
e à resolução de problemas.

DEZENOVE 19
PLANEJAMENTO
1. REGISTRE ALGUNS DADOS IMPORTANTES SOBRE SUA HISTÓRIA EM
QUADRINHOS:
A) ONDE ELA SE PASSA?
B) EM QUANTO TEMPO A HISTÓRIA ACONTECE?
C) COMO A PERSONAGEM ESTARÁ VESTIDA?
D) QUAL É O SENTIMENTO DA PERSONAGEM NO INÍCIO DA HISTÓRIA?
BNCC
Produção de texto: E) QUE IDEIA ELA TEVE PARA RESOLVER O PROBLEMA?
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda
do professor, o texto que será pro- F) QUAL É O SENTIMENTO DELA NO FINAL DA HISTÓRIA?
duzido, considerando a situação co-
municativa, os interlocutores (quem COM ESSAS INFORMAÇÕES, VOCÊ JÁ PODE PENSAR NOS QUADRINHOS
escreve/para quem escreve); a fina- E NAS ILUSTRAÇÕES, PARA QUE MOSTREM O QUE VOCÊ PLANEJOU.
lidade ou o propósito (escrever para
quê); a circulação (onde o texto vai
2. PENSE EM OUTRAS COISAS IMPORTANTES NA PRODUÇÃO DE UMA
circular); o suporte (qual é o porta-
dor do texto); a linguagem, organi- HISTÓRIA EM QUADRINHOS DE UMA PÁGINA. REGISTRE TAMBÉM
zação e forma do texto e seu tema, NO CADERNO.
pesquisando em meios impressos
A) DE QUANTOS QUADRINHOS VOCÊ

DAWIDSON FRANÇA
ou digitais, sempre que for preciso,
informações necessárias à produção VAI PRECISAR PARA MOSTRAR A
do texto, organizando em tópicos os
dados e as fontes pesquisadas. SITUAÇÃO INICIAL?
(EF12LP05) Planejar e produzir, em
B) DE QUANTOS QUADRINHOS VAI
colaboração com os colegas e com
a ajuda do professor, (re)contagens PRECISAR PARA MOSTRAR A IDEIA
de histórias, poemas e outros textos QUE A PERSONAGEM TEVE?
versificados (letras de canção, qua-
drinhas, cordel), poemas visuais, tiras C) COMO VAI TERMINAR A HISTÓRIA?
e histórias em quadrinhos, dentre
outros gêneros do campo artístico-
DE QUANTOS QUADRINHOS VAI
-literário, considerando a situação PRECISAR PARA MOSTRAR ISSO?
comunicativa e a finalidade do texto.
DEPOIS DE PLANEJAR SUA HISTÓRIA
EM QUADRINHOS, DIVIDA A FOLHA
QUE SEU PROFESSOR VAI ENTREGAR
NA QUANTIDADE NECESSÁRIA
DE QUADRINHOS.
LEMBRE-SE: ELES NÃO PRECISAM SER
DO MESMO TAMANHO. VEJA QUAL
DELES PODE SER MENOR E QUAL
DELES PODE OU PRECISA SER MAIOR.

20 VINTE

Anotações:

20 VINTE
DESENVOLVIMENTO
1. CHEGOU A HORA DE REGISTRAR SUA HISTÓRIA EM QUADRINHOS.
NÃO SE ESQUEÇA DE QUE ELA SÓ TERÁ IMAGENS. ENTÃO, RELEIA
O ITEM 1 DO SEU PLANEJAMENTO PARA CRIAR O CENÁRIO
(ONDE ACONTECE A HISTÓRIA), OS FATOS (O QUE ACONTECE), AS
PERSONAGENS E SEUS SENTIMENTOS. AS ILUSTRAÇÕES DEVERÃO
MOSTRAR O QUE VOCÊ PLANEJOU.
2. RELEIA O ITEM 2 DO SEU PLANEJAMENTO E OBSERVE A QUANTIDADE
DE QUADRINHOS QUE VOCÊ DEIXOU PARA CADA PARTE DO TEXTO.
3. FAÇA OS DESENHOS OBSERVANDO A ORDEM EM QUE TUDO ACONTECE.
4. NÃO SE ESQUEÇA DE QUE O ROSTO DA PERSONAGEM DEVE MOSTRAR
SEUS SENTIMENTOS.

BNCC
REVISÃO (EF15LP06) Reler e revisar o texto
produzido com a ajuda do professor
1. RELEIA SUA HISTÓRIA EM QUADRINHOS E VEJA SE, PELAS IMAGENS, e a colaboração dos colegas, para cor-
É POSSÍVEL COMPREENDER O QUE SE PASSA A CADA QUADRINHO. rigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes,
acréscimos, reformulações, correções
LEMBRE-SE DE QUE NÃO HÁ PALAVRAS. POR ISSO, A ILUSTRAÇÃO
de ortografia e pontuação.
PRECISA TER DETALHES QUE CONTEM A HISTÓRIA. (EF15LP07) Editar a versão final do
texto, em colaboração com os colegas
2. TROQUE SUA HISTÓRIA EM QUADRINHOS COM A DE UM COLEGA.
e com a ajuda do professor, ilustran-
LEIA A DELE E VEJA SE ESTÁ COMPREENSÍVEL. ELE VAI LER A SUA E do, quando for o caso, em suporte
TAMBÉM DIRÁ O QUE ACHOU DELA. adequado, manual ou digital.

3. FAÇAM AS ALTERAÇÕES NECESSÁRIAS E, SOMENTE DEPOIS DISSO,


PINTEM AS ILUSTRAÇÕES.
4. QUANDO A HISTÓRIA EM QUADRINHOS ESTIVER PRONTA, CRIE UM
TÍTULO PARA ELA E DECIDA O MELHOR LUGAR PARA COLOCÁ-LO.
LEMBRE-SE DE ASSINAR SEU TRABALHO.

DIVULGAÇÃO
• SEU PROFESSOR VAI MONTAR UM GIBI
DA TURMA. EXPONHAM O GIBI NA
DAWIDSON FRANÇA

BIBLIOTECA DA ESCOLA POR ALGUNS


DIAS E INCENTIVEM OS COLEGAS DE
OUTRAS TURMAS A PRESTIGIAREM
SUA CRIAÇÃO.

VINTE E UM 21

VINTE E UM 21
AVALIAÇÃO
• CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
BNCC
(EF15LP09) Expressar-se em situa- A) O QUE VOCÊ ACHOU DE PRODUZIR UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS?
ções de intercâmbio oral com clareza,
preocupando-se em ser compreen- B) O QUE APRENDEU SOBRE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SEM
dido pelo interlocutor e usando a PALAVRAS?
palavra com tom de voz audível, boa
articulação e ritmo adequado. C) QUE PARTE DA PRODUÇÃO FOI MAIS DESAFIADORA PARA VOCÊ?
POR QUÊ?
D) COMO VOCÊ RESOLVEU O DESAFIO?

SUGESTÕES DE LEITURA

DIVULGAÇÃO
Professor, consulte a biblioteca ou
sala de leitura de sua escola. BRENMAN, ILAN; MORICONE, RENATO. TELEFONE SEM FIO.
SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 2012.
ALGUÉM CONTA UM SEGREDO PARA O REI, QUE CONTA
PARA O CAVALEIRO, QUE CONTA PARA O MERGULHADOR,
QUE CONTA... SERÁ QUE VOCÊ CONSEGUE ADIVINHAR O
QUE ELES ESTÃO COCHICHANDO?
DIVULGAÇÃO

FURNARI, EVA. BRUXINHA ZUZU E GATO MIÚ. SÃO


BNCC
PAULO: MODERNA, 2015.
Sugestão de leitura: ESSE LIVRO TRAZ AS ESTRIPULIAS DA BRUXINHA ZUZU
(EF15LP15) Reconhecer que os tex- – UMA PESSOINHA BEM ATRAPALHADA – CONTADAS
tos literários fazem parte do mundo POR IMAGENS, COMO AS QUE VOCÊ LEU NESTE
do imaginário e apresentam uma CAPÍTULO.
dimensão lúdica, de encantamento,
valorizando-os, em sua diversidade
cultural, como patrimônio artístico

DIVULGAÇÃO
da humanidade. BECK, ALEXANDRE. ARMANDINHO ZERO.
SÃO PAULO: MATRIX, 2013.
ARMANDINHO É UM MENINO DE
FLORIANÓPOLIS QUE, POR MEIO DE SUA
INTERPRETAÇÃO DO MUNDO, REVELA
UMA VISÃO CRÍTICA QUE SEMPRE NOS FAZ
REFLETIR. VALE A PENA CONHECÊ-LO!

22 VINTE E DOIS

Prática pedagógica
A prática de avaliação é parte importante no processo de ensino-aprendizagem. Muitas vezes,
esta tarefa está associada apenas ao trabalho do professor. Entretanto, as crianças também devem
participar do processo para que percebam o que puderam aprender e o que precisarão revisitar
para as futuras atividades. Torne a avaliação uma tarefa frequente dentro de sala de aula, tanto
por parte do docente quanto do discente.

22 VINTE E DOIS
C A PÍ TULO

2 DESENHAR ERA ESCREVER

PARA LER

HÁ MUITO, MUITO TEMPO, NÃO EXISTIA A ESCRITA. OS HOMENS


PRIMITIVOS DESENHAVAM CENAS NAS PAREDES DAS CAVERNAS ONDE Professor, leia o texto aos alunos
VIVIAM. SABE PARA QUÊ? LEIA O TEXTO PARA ENTENDER. uma ou duas vezes. Depois, propo-
nha uma leitura silenciosa do pri-
meiro parágrafo. Discuta-o com os
alunos. Proponha a leitura do segun-
do parágrafo e discuta-o também, e
PINTURAS DAS CAVERNAS: assim por diante.
REGISTRO, ENFEITE OU MÁGICA?
LIA ZATZ

CIDADES, PRÉDIOS, AVIÕES, FOGUETES, TELEVISORES,


COMPUTADORES, TABLETS, CELULARES, VIDEOGAMES, ÔNIBUS,
CARROS, MOTOS, BICICLETAS, LOJAS, MERCADOS, RUAS, ESCOLAS,
A ESCRITA, TUDO, TUDO O QUE NOS RODEIA HOJE, E QUE FAZ BNCC
PARTE DO NOSSO DIA A DIA, NÃO EXISTIA HÁ DEZ MIL ANOS. (EF15LP01) Identificar a função
social de textos que circulam em
HOMENS, MULHERES E CRIANÇAS VIVIAM EM CAVERNAS, campos da vida social dos quais
participa cotidianamente (a casa,
COMIAM OS ANIMAIS QUE CONSEGUIAM CAÇAR, OS FRUTOS a rua, a comunidade, a escola) e nas
E AS RAÍZES QUE ENCONTRAVAM E VESTIAM-SE COM PELES DE mídias impressa, de massa e digi-
tal, reconhecendo para que foram
ANIMAIS MORTOS. produzidos, onde circulam, quem
os produziu e a quem se destinam.
MAS TINHAM A MESMA NECESSIDADE QUE NÓS DE COMUNICAR (EF15LP02) Estabelecer expectati-
O QUE ESTAVAM PENSANDO E SENTINDO. DEVEM TER FEITO ISSO vas em relação ao texto que vai ler
(pressuposições antecipadoras dos
DE VÁRIAS FORMAS. UMA DELAS FOI DESENHANDO E PINTANDO. sentidos, da forma e da função so-
HOJE É CONHECIDA A EXISTÊNCIA, EM MUITOS LUGARES DO cial do texto), apoiando-se em seus
conhecimentos prévios sobre as
MUNDO, INCLUSIVE NO BRASIL, DE CAVERNAS E ROCHAS COM condições de produção e recepção
DESENHOS E PINTURAS DAQUELA ÉPOCA, CHAMADOS RUPESTRES. desse texto, o gênero, o suporte e
o universo temático, bem como
sobre saliências textuais, recursos
gráficos, imagens, dados da própria
obra (índice, prefácio etc.), confir-
VINTE E TRÊS 23 mando antecipações e inferências
realizadas antes e durante a leitura
de textos, checando a adequação
das hipóteses realizadas.
(EF12LP17) Ler e compreender,
Interdisciplinaridade em colaboração com os cole-
gas e com a ajuda do professor,
A interdisciplinaridade acontece quando um mesmo conteúdo aborda aspectos relacionados enunciados de tarefas escolares,
a áreas diferentes. diagramas, curiosidades, peque-
Disciplina: História nos relatos de experimentos, en-
Conteúdo: Linha do tempo da humanidade trevistas, verbetes de enciclopédia
De maneira bem sucinta, o professor pode conversar com a turma sobre a evolução do homem infantil, entre outros gêneros do
campo investigativo, consideran-
através do tempo.
do a situação comunicativa e o
tema/assunto do texto.

VINTE E TRÊS 23
O QUE NÃO SE SABE, COM CERTEZA, É O QUE AQUELAS PESSOAS
ESTAVAM QUERENDO MOSTRAR. VEJA, POR EXEMPLO, ESTA
PINTURA FEITA EM UMA CAVERNA:

FABIO COLOMBINI

PINTURA RUPESTRE. TOCA DO PINGA DO BOI, SERRA DA


CAPIVARA, PI.

É POSSÍVEL QUE A PESSOA QUE A FEZ QUISESSE DIZER:


CAÇAMOS DOIS ALCES.

MAS PODERIA TAMBÉM SER:


HOJE VAMOS CAÇAR ALCES.

OU ENTÃO:
MEU IRMÃO E MEU PAI FORAM CAÇAR ALCES.

OU AINDA:
EU AGORA JÁ SOU GRANDE E VOU PODER CAÇAR ALCES.

PODE SER TAMBÉM QUE ELA NÃO ESTIVESSE QUERENDO DIZER


NADA DISSO E FEZ O DESENHO APENAS PARA ENFEITAR SUA
CAVERNA. MAS TAMBÉM PODE SER QUE SEU DESENHO TIVESSE
ALGUMA COISA DE MÁGICO: COMO SE, DESENHANDO PESSOAS
CAÇANDO ANIMAIS, ISSO PUDESSE GARANTIR SEU SUCESSO NA
CAÇA, DAR-LHE SORTE.

24 VINTE E QUATRO

Pensando sobre a BNCC


De acordo com a BNCC, a leitura é o objeto de aprendizagem em Língua Portuguesa, ou seja,
enquanto nas outras disciplinas a leitura é um instrumento, neste componente ela é o tema cen-
tral. Desta forma, o Eixo de Leitura da BNCC compreende, entre outras coisas, a identificação de
gêneros textuais, entendendo a sua função, a situação comunicativa e o contexto de produção.
Portanto, o professor deve conversar com os alunos sobre a função do texto sobre os pictogramas,
propondo uma discussão sobre seu contexto de produção (quem escreve, para quem escreve, como
escreve) e por onde ele circula.

24 VINTE E QUATRO
SERIA A VONTADE DE DEIXAR REGISTRADO UM ACONTECIMENTO?
SERIA, TALVEZ, O MODO DE EXPRESSAR O PRAZER E A BELEZA DO
DESENHO? UMA TENTATIVA MÁGICA? OU, QUEM SABE, TUDO ISSO
MISTURADO?
NÃO SABEMOS E DIFICILMENTE SABEREMOS O QUE LEVOU AS
PESSOAS DESSA ÉPOCA A FAZER ESSES DESENHOS E PINTURAS.
MAS SABEMOS QUE ESTE FOI O PRIMEIRO PASSO QUE A
HUMANIDADE DEU NO CAMINHO DA ESCRITA.

JÓTAH
ZATZ, LIA. AVENTURA DA ESCRITA: HISTÓRIA DO DESENHO QUE VIROU LETRA.
SÃO PAULO: MODERNA, 2013.
BNCC
(EF02LP10) Identificar sinônimos de
ALCE: ANIMAL PESADO, DE PERNAS LONGAS, PESCOÇO E CAUDA CURTOS E CHIFRES. palavras de texto lido, determinando
a diferença de sentido entre eles, e
formar antônimos de palavras encon-
tradas em texto lido pelo acréscimo
LIA ZATZ NASCEU EM SÃO PAULO, EM 1952. DESENVOLVEU VÁRIOS PROJETOS do prefixo de negação in-/im-.
DE INCENTIVO À LEITURA, COMO O GRUPO PASTEL, QUE REALIZA DIVERSAS
ATIVIDADES: OFICINAS DE LITERATURA, LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
PARA EDUCADORES ETC. ALÉM DISSO, ESSE GRUPO CRIOU UMA LIVRARIA
ESPECIALIZADA EM LITERATURA INFANTOJUVENIL. LIA PARTICIPA TAMBÉM DO
PROJETO BIBLIOTECA VIVA, QUE MONTA BIBLIOTECAS E CAPACITA EDUCADORES
EM INSTITUIÇÕES QUE ATENDEM CRIANÇAS CARENTES.

VINTE E CINCO 25

Anotações:

VINTE E CINCO 25
1. QUEM ESCREVEU O TEXTO QUE VOCÊ LEU?
LIA ZATZ.
2. Professor, explique aos alunos
que, na maioria das vezes, os
textos têm autoria e são publi- 2. EM QUE LIVRO ELE FOI PUBLICADO?
cados em livros, revistas, jornais
etc. Mostre a eles onde, geral- NO LIVRO AVENTURA DA ESCRITA: HISTÓRIA DO DESENHO QUE VIROU LETRA.
mente, ficam essas informações
neste livro. 3. A AUTORA DO LIVRO AFIRMA QUE VIVER HÁ DEZ MIL ANOS ERA MUITO
3. Professor, converse com os alu- DIFERENTE DE VIVER HOJE. UMA DAS DIFERENÇAS QUE ELA APONTA É A
nos sobre a tecnologia e suas
contribuições à indústria têxtil. MORADIA. HÁ DEZ MIL ANOS, AS PESSOAS VIVIAM EM CAVERNAS.
Pergunte se ouviram falar de
roupas feitas de reaproveita- ESCREVA NO QUADRO A SEGUIR A DIFERENÇA ENTRE O QUE SE VESTIA
mento de garrafa pet. Peça-lhes HÁ DEZ MIL ANOS E O QUE SE VESTE HOJE.
que observem sua vestimenta e
procurem imaginar de que o
tecido é feito, informando que
produtos como petróleo, fibra
HÁ DEZ MIL ANOS HOJE
de vidro etc. podem compor os
tecidos que usamos hoje, sobre-
tudo os sintéticos. ROUPAS FEITAS DE COURO,
PELES DE ANIMAIS. ALGODÃO E TECIDOS
PRODUZIDOS COM MATERIAIS
RECICLADOS E SINTÉTICOS.

4. CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.


Espera-se que os alunos respondam A) O TÍTULO DO TEXTO É “PINTURAS DAS CAVERNAS: REGISTRO, ENFEITE
que o título em forma de pergunta
sugere um questionamento, que OU MÁGICA?”. EM SUA OPINIÃO, POR QUE A AUTORA USA UMA
não há uma resposta pronta. Ajude PERGUNTA COMO TÍTULO?
os alunos a perceber que é também
uma estratégia para despertar a B) POR QUE NÃO SABEMOS COM CERTEZA O QUE AS PINTURAS NA
curiosidade do leitor. CAVERNA QUEREM DIZER? Porque as pinturas podem ser interpretadas
de diversas maneiras.
5. NO FINAL DO TEXTO, A AUTORA AFIRMA QUE AS
PINTURAS NAS CAVERNAS FORAM O PRIMEIRO
PASSO DO HOMEM NO CAMINHO DA ESCRITA. ISSO
BNCC
É O MESMO QUE DIZER:
Atividades 1 a 5: ANTES DE EXISTIR A ESCRITA, OS HOMENS
(EF15LP03) Localizar informações X REGISTRAVAM SEUS COSTUMES POR DESENHOS.
explícitas em textos.

A ESCRITA SEMPRE EXISTIU, MAS OS HOMENS

JÓTAH
PREFERIAM DESENHAR.

26 VINTE E SEIS

Prática pedagógica
Aproveite para pedir aos alunos que já sabem ler que realizem a leitura das comandas das
atividades. Essa prática fará com quem eles comecem a ganhar fluência na leitura em voz alta e
estimulará outros alunos a fazerem o mesmo.

26 VINTE E SEIS
6. POR QUE OS SERES HUMANOS PINTAVAM ANIMAIS NAS PAREDES
DAS CAVERNAS?
PORQUE OS ANIMAIS FAZIAM PARTE DA VIDA DAS PESSOAS. ERAM
BNCC
CAÇADOS PELOS HOMENS PARA SERVIR DE ALIMENTO E SUA PELE ERA Atividades 7 a 9:
(EF15LP01) Identificar a função social
USADA COMO PROTEÇÃO. de textos que circulam em campos
da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a co-
7. O TEXTO QUE VOCÊ LEU:
munidade, a escola) e nas mídias im-
pressa, de massa e digital, reconhe-
SERVE PARA DIVERTIR O LEITOR. cendo para que foram produzidos,
onde circulam, quem os produziu e
SERVE PARA ENSINAR A FAZER ALGUMA COISA, COMO a quem se destinam.
UMA COMIDA.

X SERVE PARA ENSINAR SOBRE UM ASSUNTO.

8. AS IMAGENS PRESENTES NO TEXTO SERVEM PARA:

DIVERTIR O LEITOR.

X ILUSTRAR OU MOSTRAR O QUE O TEXTO EM PALAVRAS ESTÁ


EXPLICANDO.

CONFUNDIR O LEITOR.

9. LEIA ESTE OUTRO TEXTO PARA SABER MAIS SOBRE A ARTE RUPESTRE. Professor, se possível, selecione
alguns trechos do documentário
A caverna dos sonhos esquecidos
ARTE RUPESTRE (2010), de Werner Herzog. Esse
filme faz um relato da descoberta
PALÊ ZUPPANI da Caverna de Chauvet, no sul da
HÁ MILHARES DE França, onde estão os mais antigos
ANOS, O HOMEM DEIXOU registros rupestres dos seres huma-
IMAGENS GRAVADAS OU nos pré-históricos.
PINTADAS EM ROCHAS
E CAVERNAS QUE
REPRESENTAVAM O SEU
COTIDIANO E A VIDA DAS
COMUNIDADES LOCAIS. PINTURA RUPESTRE NO PARQUE NACIONAL
DA SERRA DA CAPIVARA (PIAUÍ), DECLARADO
ESSA MANIFESTAÇÃO PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE
ARTÍSTICA É CHAMADA PELA UNESCO.

VINTE E SETE 27

Anotações:

VINTE E SETE 27
DE ARTE RUPESTRE E PODE SER ENCONTRADA EM ABRIGOS,
CAVERNAS, PAREDES E TETOS ROCHOSOS, OU ATÉ EM SUPERFÍCIES
ROCHOSAS AO AR LIVRE, EM ÉPOCAS PRÉ-HISTÓRICAS (ALGUMAS
DATADAS DE 40 000 A.C.).
NO BRASIL, AS PINTURAS E GRAVURAS MAIS ANTIGAS, QUE
CHEGAM A TER 12 000 ANOS, FORAM ENCONTRADAS NO PARQUE
NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA, REGIÃO DE SÃO RAIMUNDO
NONATO (PIAUÍ). SÃO DESENHOS E ESBOÇOS DE ANIMAIS,
PESSOAS, PLANTAS E OBJETOS. MUITAS VEZES MOSTRAM CENAS
DA VIDA COTIDIANA E CERIMÔNIAS DE CULTO.

ARTE RUPESTRE. PORTAL BRASIL. CULTURA, 30 OUT. 2009. DISPONÍVEL EM:


<www.brasil.gov.br/cultura/2009/10/arte-rupestre>.
ACESSO EM: 5 JUL. 2018.

NOSSA LÍNGUA

BNCC 1. COM SEUS COLEGAS, FALE O NOME DAS IMAGENS ABAIXO E DEPOIS
Atividade 1: ESCREVA-OS NOS ESPAÇOS: ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
ILUSTRAÇÕES: FERNANDA RINZLER

mente palavras com sílabas CV, V,


CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
(EF02LP05) Ler e escrever correta-
mente palavras com marcas de na-
salidade (til, m, n).

SAPATO SEREIA ZEBRA

Professor, faça uma correção coletiva


com os alunos, registrando no quadro
de giz as palavras tais como eles as
soletrarem. Depois da escrita de cada
palavra, faça uma leitura de ajuste,
para o aluno revisar sua escrita. Se ne-
cessário, possibilite o uso de alfabeto
móvel para quem necessitar.

ZANGÃO SORVETE

28 VINTE E OITO

Prática pedagógica
Amplie a atividade, propondo que as crianças realizem a mesma atividade de escrita de palavras
com o uso de letras móveis. O professor poderá selecionar figuras previamente ou, então, fazer
um banco de imagens com figuras que os alunos encontrarem em revistas ou livros antigos. Esta
atividade permite que mesmo aqueles que não estejam escrevendo silabicamente pensem sobre
a escrita e avancem em suas hipóteses.
Escreva no quadro de giz as palavras destacadas no quadro usando uma cor diferente para S
(com som de Z) e Z. Peça a eles que leiam em voz alta as palavras e digam qual o som que têm

28 VINTE E OITO
2. NO QUADRO A SEGUIR, ESCREVA AS PALAVRAS DA ATIVIDADE 1, DE
ACORDO COM O SOM DA LETRA INICIAL:

PALAVRAS INICIADAS COM O PALAVRAS INICIADAS COM O


MESMO SOM DE SAPO MESMO SOM DE ZAGUEIRO

SAPATO, SEREIA, SORVETE ZANGÃO, ZEBRA

BNCC
A) AS LETRAS S E Z ESTÃO LOCALIZADAS NO INÍCIO, NO MEIO OU NO Atividades 2 e 3:
FIM DESSAS PALAVRAS? (EF02LP04) Ler e escrever correta-
Estão localizadas no início dessas palavras. mente palavras com sílabas CV, V,
B) O SOM DAS LETRAS S E Z NESSAS PALAVRAS É: CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.

IGUAL. X DIFERENTE.

3. NO TEXTO SOBRE AS PINTURAS NAS CAVERNAS VOCÊ LEU PALAVRAS COMO:

FAZER TELEVISORES DESENHO RAÍZES

BELEZA PRAZER COISA

LEIA AS PALAVRAS EM VOZ ALTA, OBSERVANDO O SOM DAS LETRAS


DESTACADAS.
A) CONFORME VOCÊ OBSERVOU, O SOM DAS LETRAS S E Z NESSAS
PALAVRAS É:

X IGUAL. DIFERENTE.

B) QUE SOM TEM A LETRA S NAS PALAVRAS TELEVISORES, DESENHO


E COISA?
SOM DE Z.

VINTE E NOVE 29

as letras destacadas. Pergunte se há outros casos em Língua Portuguesa de letras diferentes para
o mesmo som. Use os nomes dos alunos para exemplificar: Maurício e Gabriel (U e L), Márcia e
Silvana (S e C). Se achar pertinente, faça listas com palavras do cotidiano que escrevemos com S
ou Z e deixe afixada na sala para futuras consultas.

VINTE E NOVE 29
4. AGORA, LEIA OUTRAS PALAVRAS E, COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR,
FALE-AS, OBSERVANDO O SOM DA LETRA S:

SERPENTE TESOURA SAMAMBAIA

CAMISA AVISO SOLTEIRAS

ASA MESA SOLDADO

BLUSA SÍTIO SUL

A) CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR: O SOM DA LETRA S É


IGUAL NESSAS PALAVRAS? POR QUÊ? Não. Em algumas delas, o S tem
som de Z, e em outras tem som de S.
B) CONTORNE AS PALAVRAS DO QUADRO EM QUE A LETRA S TEM
SOM DE Z.
C) NAS PALAVRAS QUE VOCÊ CONTORNOU, A LETRA S COM SOM DE
Z FICA:

NO INÍCIO DA PALAVRA.

X NO MEIO DA PALAVRA.

D) AS LETRAS QUE APARECEM ANTES E DEPOIS DE S NESTAS PALAVRAS SÃO:

X VOGAIS.

CONSOANTES.

5. COMPLETE OS ESPAÇOS DE CADA ALTERNATIVA COM PALAVRAS DO


QUADRO CORRESPONDENTE.

A) A LETRA S ENTRE DUAS VOGAIS TEM SOM DE Z .

VOGAIS CONSOANTES S Z

30 TRINTA

Anotações:

30 TRINTA
B) A LETRA S EM INÍCIO DE PALAVRA TEM SOM IGUAL AO DE S
EM SONHO .

ZORRO SONHO

C) A LETRA Z EM INÍCIO DE PALAVRA TEM SOM IGUAL AO DE Z


EM ZEBRA .

ZEBRA SAPO
Professor, faça uma leitura da escrita
dos itens a e b, ajudando os alunos
a identificar as palavras. Para aqueles
6. AS FRASES A SEGUIR FORAM RETIRADAS DE UM DOS TEXTOS QUE VOCÊ que ainda apresentem escrita agluti-
LEU. REESCREVA ESSAS FRASES, COLOCANDO ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS. nada, pergunte onde termina cada
palavra e faça uma barra, ajudando-
A) NÃOASSISTIAMANOVELASNEMANDAVAMDEBICICLETA. -os a identificar onde devem entrar
os espaços.

BNCC
B) FEZODESENHOAPENASPARAENFEITARSUACAVERNA. Atividade 6:
(EF02LP08) Segmentar corretamente
as palavras ao escrever frases e textos.
(EF02LP02) Segmentar palavras em
sílabas e remover e substituir sílabas
iniciais, mediais ou finais para criar
novas palavras.

7. FORME PALAVRAS COM AS SÍLABAS:

VER – NA – DE – A – NI – CA – PIN – NHO


TU – SE – RA – DO – ES – MAIS

Respostas possíveis: VERDE – CAVERNA – DESENHO – SENHORA –

PINTURA – TUDO – ESTUDO – DEDO – ESSE – ANIMAIS – CANINA –

DEMAIS – ANA – SECA – DORA

TRINTA E UM 31

Pensando sobre a BNCC


Muitos alunos, quando começam a escrever, não observam que é necessário haver uma separação
entre as palavras, por esta razão, acabam escrevendo-as sem segmentação. Depois de entenderem
que devem separá-las com espaços, ainda passam a juntar as menores. Apenas depois de refletirem
sobre a linguagem escrita entendem que há palavras menores (a, o, te, lá...) que não devem ser
aglutinadas. Para ajudar esta falta de segmentação, é importante que os alunos possam realizar
atividades como a proposta para que pensem onde devem segmentar as palavras.

TRINTA E UM 31
PARA LER

A PINTURA QUE VOCÊ VAI LER FOI ENCONTRADA NO ESTADO BRASILEIRO


DO PIAUÍ.

FABIO COLOMBINI
CENA DE CAÇA EM PINTURAS RUPESTRES. PARQUE
NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA, PIAUÍ, PI, 2015.

1. VOCÊ SABE ONDE FICA O PIAUÍ? O QUE SABE SOBRE ELE?


Resposta pessoal.
Professor, ajude os alunos a iden-
tificar o Estado do Piauí no mapa;
2. VEJA O MAPA DO BRASIL E LOCALIZE O ESTADO DO PIAUÍ.
mostre que ele é banhado pelo
oceano e fica na região Nordeste Estados e capitais do Brasil
do Brasil. Compare o seu tamanho
ALLMAPS

a outros Estados vizinhos, explore


Boa
suas fronteiras e a distância de onde Vista
AMAPÁ
RORAIMA
você está. Se você está no Estado do Equador Macapá

Piauí, proponha a escrita dos nomes Belém São Luís


de cidades piauienses. Manaus
PARÁ
Fortaleza
RIO GRANDE
AMAZONAS MARANHÃO CEARÁ DO NORTE
Teresina Natal
PIAUÍ PARAÍBA João Pessoa
ACRE PERNAMBUCO Recife
Rio Porto Palmas
Branco Velho ALAGOAS Maceió
TOCANTINS SERGIPE
RONDÔNIA Aracaju
MATO GROSSO BAHIA
GOIÁS Salvador MAPA DOS
Cuiabá
DF
Brasília OCEANO ESTADOS E
ATLÂNTICO
OCEANO
Goiânia MINAS
GERAIS
CAPITAIS DO
MATO GROSSO
PACÍFICO DO SUL
Belo
ESPÍRITO SANTO BRASIL.
Campo SÃO Vitória
Horizonte
Grande PAULO RIO DE JANEIRO FONTE:
rnio Rio de Janeiro
Trópico
d e Capricó
PARANÁ
São Paulo ADAPTADO
Curitiba
SANTA CATARINA DE: ATLAS
RIO GRANDE
Florianópolis
GEOGRÁFICO
Capital de estado
Capital do país
DO SUL Porto Alegre
0 475
ESCOLAR. RIO
DE JANEIRO:
IBGE, 2012.

32 TRINTA E DOIS

Interdisciplinaridade
Disciplina: Geografia
Conteúdo: Mapa do Brasil
Conversar com as crianças sobre como podemos ler o mapa. Localizar o Estado onde moram,
pensar se é perto ou longe do Piauí, como poderiam chegar até lá, quais as características deste
Estado em comparação com o Estado onde vivem.

32 TRINTA E DOIS
3. ONDE A IMAGEM PARECE TER SIDO PINTADA? POR QUÊ?
3. Espera-se que os alunos indiquem
uma caverna, um rochedo etc. Ela
4. O QUE OS DESENHOS PARECEM MOSTRAR? foi pintada em uma pedra.
4. Espera-se que os alunos identi-
fiquem homens e animais, ho-
mens em situação de luta ou
captura de animais, instrumen-
tos de caça.
5. DE ACORDO COM O TRAÇADO, AS CORES USADAS E AS CENAS
MOSTRADAS, QUEM VOCÊ IMAGINA QUE REALIZOU AS PINTURAS?
EXPLIQUE SUA RESPOSTA AOS COLEGAS E AO PROFESSOR.

6. CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR: QUE OBJETOS VOCÊ Professor, caso os alunos indiquem
IMAGINA QUE FORAM USADOS PARA FAZER ESSA PINTURA? pincel, pergunte a eles se acham que
Resposta pessoal. os homens que viviam nas cavernas já
tinham inventado esse objeto. Ajude-
-os a considerar hipóteses plausíveis
para a época. Se possível, realize uma
busca na internet sobre o assunto.

PRODUÇÃO DE TEXTO

CENA ILUSTRADA
QUE TAL VOLTAR NO TEMPO E MONTAR UMA CENA DE UM ACONTECIMENTO BNCC
APENAS COM IMAGENS, PARA EXPOR EM UM VARAL PARA A TURMA? (EF15LP09) Expressar-se em situa-
ções de intercâmbio oral com clareza,
PLANEJAMENTO preocupando-se em ser compreen-
dido pelo interlocutor e usando a
palavra com tom de voz audível, boa
1. OBSERVE O MATERIAL DE APOIO QUE articulação e ritmo adequado.
SE ENCONTRA NAS PÁGINAS 259-263. (EF02LP17) Identificar e reproduzir,
em relatos de experiências pessoais,
2. JUNTE-SE A TRÊS COLEGAS E PENSEM a sequência dos fatos, utilizando
EM UM ACONTECIMENTO QUE PODE expressões que marquem a passa-
gem do tempo (“antes”, “depois”,
SER CONTADO COM AS IMAGENS QUE “ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro
VOCÊS TÊM. dia”, “antigamente”, “há muito tem-
po” etc.), e o nível de informatividade
3. RECORTEM AS FIGURAS E ENSAIEM necessário.
DAWIDSON FRANÇA

ALGUMAS CENAS COM ELAS. (EF15LP05) Planejar, com a ajuda


do professor, o texto que será pro-
duzido, considerando a situação co-
4. ESCOLHAM A MELHOR CENA PARA A municativa, os interlocutores (quem
MONTAGEM E COLAGEM. escreve/para quem escreve); a fina-
lidade ou o propósito (escrever para
TRINTA E TRÊS 33
quê); a circulação (onde o texto vai
circular); o suporte (qual é o porta-
dor do texto); a linguagem, organi-
zação e forma do texto e seu tema,
pesquisando em meios impressos
ou digitais, sempre que for preciso,
Anotações: informações necessárias à produção
do texto, organizando em tópicos os
dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de re-
cursos expressivos gráfico-visuais em
textos multissemióticos.
(EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos.

TRINTA E TRÊS 33
DESENVOLVIMENTO
• COLEM A CENA EM UMA FOLHA DE PAPEL QUE O PROFESSOR
VAI DISTRIBUIR A CADA GRUPO.
BNCC
(EF15LP06) Reler e revisar o texto REVISÃO
produzido com a ajuda do professor
e a colaboração dos colegas, para cor- 1. REVISEM A CENA MONTADA
rigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, COM AS IMAGENS E VEJAM
acréscimos, reformulações, correções
de ortografia e pontuação. SE ELA ESTÁ CLARA PARA OS

DAWIDSON FRANÇA
(EF15LP07) Editar a versão final do LEITORES – SEUS COLEGAS.
texto, em colaboração com os colegas
2. OS GRUPOS VÃO TROCAR AS
e com a ajuda do professor, ilustran-
do, quando for o caso, em suporte CENAS ENTRE SI PARA VERIFICAR
adequado, manual ou digital. SE ESTÃO COMPREENSÍVEIS.
OBSERVE SE O OUTRO GRUPO
COMPREENDE O QUE VOCÊ
E SEUS COLEGAS DE GRUPO
QUISERAM MOSTRAR.
3. FAÇAM AS ALTERAÇÕES QUE FOREM NECESSÁRIAS.

DIVULGAÇÃO
Professor, caso deseje convide ou-
tras turmas a apreciarem a produção 1. FAÇAM UM VARAL COM AS PRODUÇÕES DE TODOS OS GRUPOS.
dos alunos.
2. APRECIEM AS PRODUÇÕES DOS COLEGAS.

SUGESTÃO DE LEITURA

DIVULGAÇÃO
BNCC
Sugestão de leitura: BUSH, TIMOTHY. RUPI! O MENINO DAS
(EF15LP15) Reconhecer que os tex- CAVERNAS. SÃO PAULO: BRINQUE-BOOK, 2012.
tos literários fazem parte do mundo
do imaginário e apresentam uma RUPI, UM MENINO QUE VIVIA NA PRÉ-HISTÓRIA,
dimensão lúdica, de encantamento, NÃO CONSEGUE CAÇAR, ATÉ DESCOBRIR QUE
valorizando-os, em sua diversidade SEUS DESENHOS SÃO MÁGICOS!
cultural, como patrimônio artístico
da humanidade.

34 TRINTA E QUATRO

Prática pedagógica
Para valorizar ainda mais a produção dos alunos, sugira convidarem outras turmas para visitar
a exposição. Se possível, convide também os familiares. O professor pode coordenar a escrita
do convite de forma coletiva. Ensaie com eles o que podem falar sobre os desenhos produzidos.
Registre com fotos e vídeos e monte um mural de fotos.
Antes da leitura do texto de divulgação científica, pergunte aos alunos o que sabem e verifique
o conteúdo prévio deles sobre o tema.
Se possível, escreva as hipóteses.

34 TRINTA E QUATRO
C A PÍ TULO

3 DESENHOS VIRARAM LETRAS

PARA LER

1. VOCÊ FAZ IDEIA DE COMO SURGIU A ESCRITA? E O ALFABETO?


2. VOCÊ IMAGINA HÁ QUANTOS ANOS ISSO ACONTECEU? BNCC
3. O QUE VOCÊ SABE SOBRE A ESCRITA QUE USA HOJE? Atividades 1 a 3:
(EF15LP01) Identificar a função
LEIA O TEXTO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA A SEGUIR E DESCUBRA TUDO social de textos que circulam em
ISSO E MUITO MAIS. campos da vida social dos quais
participa cotidianamente (a casa,
a rua, a comunidade, a escola) e nas
mídias impressa, de massa e digital,
reconhecendo para que foram pro-
O LIVRO DA ESCRITA duzidos, onde circulam, quem os
RUTH ROCHA E OTÁVIO ROTH produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pressu-
ANTES QUE O HOMEM SOUBESSE ESCREVER, NÃO HAVIA HISTÓRIA. posições antecipadoras dos sentidos,
É CLARO, COMO É QUE A GENTE PODE SABER O QUE ACONTECIA, da forma e da função social do texto),
apoiando-se em seus conhecimentos
SE NINGUÉM ESCREVIA CONTANDO? prévios sobre as condições de produ-
ção e recepção desse texto, o gêne-
MAS A GENTE SABE QUE, HÁ QUARENTA MIL ANOS, O HOMEM ro, o suporte e o universo temático,
NÃO SÓ EXISTIA COMO PENSAVA E TINHA ATÉ QUALIDADES DE bem como sobre saliências textuais,
ARTISTA, POIS ELE PINTAVA NAS PAREDES DAS CAVERNAS TOUROS recursos gráficos, imagens, dados da
própria obra (índice, prefácio etc.),
E BISÕES, RENAS E CAVALOS. confirmando antecipações e inferên-
cias realizadas antes e durante a leitura
ERAM LINDAS PINTURAS E, POR ISSO, SABEMOS QUE QUEM de textos, checando a adequação das
AS PINTAVA ERA UM HOMEM DE VERDADE E NÃO UM ANIMAL hipóteses realizadas.
QUALQUER.
ESSAS PINTURAS, NO INÍCIO, ERAM FEITAS NO FUNDO DAS
CAVERNAS, E NÃO NA ESTRADA, ONDE OS HOMENS VIVIAM.
ISSO NOS FAZ PENSAR QUE ESSAS FIGURAS TINHAM UM
SIGNIFICADO MÁGICO.

TRINTA E CINCO 35

Anotações:

TRINTA E CINCO 35
MAIS TARDE, COMEÇARAM A APARECER DESENHOS QUE
COMUNICAVAM ALGUMA COISA. ERAM UMA TENTATIVA DE
ESCRITA, EMBORA FOSSEM MUITO SIMPLES.
QUANDO O HOMEM DESENHAVA UM BOI, QUERIA DIZER BOI;
QUANDO DESENHAVA UM JARRO, QUERIA DIZER JARRO; E QUANDO
DESENHAVA O SOL, QUERIA DIZER SOL.
ERA A ESCRITA PICTOGRÁFICA.

BNCC
(EF12LP17) Ler e compreender, em
colaboração com os colegas e com
a ajuda do professor, enunciados
de tarefas escolares, diagramas,
curiosidades, pequenos relatos de
experimentos, entrevistas, verbetes
de enciclopédia infantil, entre outros
gêneros do campo investigativo, con-
siderando a situação comunicativa e
o tema/assunto do texto.
DAWIDSON FRANÇA

ROCHA, RUTH; ROTH, OTÁVIO. O LIVRO DA ESCRITA. 6. ED.


SÃO PAULO: MELHORAMENTOS, 2010. P. 2, 4 E 5.

Professor, se possível visite o site da


autora:
RUTH ROCHA É AUTORA DE LITERATURA INFANTOJUVENIL, TRADUTORA,
http://www.ruthrocha.com.br/.
EDITORA E MEMBRO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS DESDE 2007. SUA OBRA
FOI TRADUZIDA PARA MAIS DE 25 IDIOMAS. ALGUNS DE SEUS TÍTULOS MAIS
Aproveite para buscar no acervo da
escola outros livros da autora para ler CONHECIDOS SÃO MARCELO, MARMELO, MARTELO E O REIZINHO MANDÃO.
para os alunos. ENTRE AS OBRAS ADAPTADAS PARA A VERSÃO INFANTOJUVENIL, DESTACA-SE
ODISSEIA, DE HOMERO.

OTÁVIO ROTH FOI GRAVADOR, DESIGNER GRÁFICO, ILUSTRADOR E PROFESSOR.


EM PARCERIA COM RUTH ROCHA, ADAPTOU A DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS
DIREITOS HUMANOS AO PÚBLICO INFANTIL.

36 TRINTA E SEIS

Prática pedagógica
Aproveite para pesquisar o acervo de livros da escola. Se for possível, uma boa leitura para
esse momento é o livro A aventura da escrita - história do desenho que virou letra, de Lia Zatz.
São Paulo: Moderna. O livro conta a história da escrita desde as pinturas rupestres até a escrita
atual.
O vídeo A construção da escrita, disponível em: <https://youtu.be/oXoGEHyGQzY>, acesso em:
8 jan. 2018, também ajuda a perceber que a escrita é um bem cultural socialmente constituído
e historicamente produzido.

36 TRINTA E SEIS
1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
A) DO QUE VOCÊ LEU NO TEXTO, O QUE JÁ CONHECIA? O QUE FICOU
SABENDO COM A LEITURA? Espera-se que os alunos compreen-
Resposta pessoal. dam que é uma escrita feita por meio
B) O TERMO PICTÓRICO SIGNIFICA “RELATIVO À PINTURA”. A PARTIR de imagens.
DESSA EXPLICAÇÃO E DAS INFORMAÇÕES DO TEXTO, VOCÊ
CONSEGUE DIZER, COM SUAS PALAVRAS, O QUE É UMA ESCRITA
PICTOGRÁFICA?
Resposta pessoal. Professor, faça perguntas que aju-
2. O TEXTO MENCIONA “QUARENTA MIL ANOS”. VEJA QUANTOS ZEROS dem os alunos a ter ideia de como
era o mundo e a vida nessa época.
HÁ EM 40 000 ANOS. AGORA, OBSERVE ESSE PERÍODO NA LINHA Pergunte sobre a existência de deter-
DO TEMPO. minados objetos, vestimentas, mora-
dias, alimentação etc. Esta reflexão
visa ajudá-los a ampliar sua noção de
40 000 anos 30 000 20 000 10 000 5 000 Hoje tempo decorrido.
atrás

• VOCÊ FAZ IDEIA DE COMO ERA O MUNDO HÁ 40 MIL ANOS?


Resposta pessoal.
3. COPIE ABAIXO O NOME DO LIVRO DE ONDE FOI RETIRADO O TEXTO QUE BNCC
VOCÊ LEU. Atividades 1 a 7:
O LIVRO DA ESCRITA. (EF15LP03) Localizar informações ex-
plícitas em textos.

4. QUEM SÃO OS AUTORES DO TEXTO QUE VOCÊ LEU?


RUTH ROCHA E OTÁVIO ROTH.

5. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR: POR QUE ESSAS


INFORMAÇÕES SÃO IMPORTANTES? 3. Professor, comente com os alu-
Resposta pessoal. nos que, nesta obra, o nome
do(s) autor(es), o nome do livro
6. OS AUTORES COMENTAM QUE HOUVE UMA TENTATIVA DE ESCRITA, e o suporte em que o texto foi
EMBORA MUITO SIMPLES. publicado (livro, revista, jornal
etc.) aparecem sempre no final
A) QUE TENTATIVA FOI ESSA? do texto, geralmente em letra de
formato ou tamanho diferente da
ERAM DESENHOS QUE COMUNICAVAM ALGUMA COISA. usada no texto. Acrescente que
o título do texto e o nome do(s)
B) QUE EXEMPLOS FORAM DADOS? autor(es) aparecem também no
início do texto.
OS DESENHOS DE BOI, JARRO E SOL. 4. Professor, espera-se que os alu-
nos reconheçam que o nome do
7. OS AUTORES EXPLICAM QUE A ESCRITA PICTOGRÁFICA ERA MUITO livro é importante para localizá-lo
posteriormente na biblioteca ou
SIMPLES. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR: POR QUE em livrarias.
ELES DIZIAM ISSO? Leve as crianças a entender que a escrita pictográfica não
conseguia representar tudo o que precisava ser comunicado.
TRINTA E SETE 37

Os alunos devem aproveitar o texto “O livro da escrita” para relacionar quais as funções que
a escrita possui e como ela consegue melhorar e otimizar a vida dos seres humanos, pensando
inclusive como seria o mundo sem a leitura e a escrita.
Por meio desta discussão, espera-se que os alunos possam perceber que a evolução da hu-
manidade dependeu e muito da invenção da escrita, uma vez que é por intermédio dela que
podemos nos apropriar de várias descobertas feitas pelos seres humanos ao longo dos anos sem
ter que descobrir ou inventar tudo novamente.

TRINTA E SETE 37
PARA LER

SE VOCÊ ESTÁ LENDO ESTE LIVRO AGORA, ESCRITO EM PALAVRAS, VOCÊ


JÁ SABE QUE A ESCRITA NÃO PAROU NOS PICTOGRAMAS.
O QUE SERÁ QUE ACONTECEU DEPOIS DA ESCRITA PICTOGRÁFICA? LEIA
A SEGUNDA PARTE DO TEXTO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA.

BNCC
(EF15LP09) Expressar-se em situa- O LIVRO DA ESCRITA
ções de intercâmbio oral com clareza, RUTH ROCHA E OTÁVIO ROTH
preocupando-se em ser compreendido
pelo interlocutor e usando a palavra COM O TEMPO, A ESCRITA FOI MUDANDO. AS PESSOAS PRECISAVAM
com tom de voz audível, boa articula- ESCREVER COISAS MAIS COMPLICADAS.
ção e ritmo adequado.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas ENTÃO, QUANDO DESENHAVAM UM BOI, NEM SEMPRE QUERIAM
em relação ao texto que vai ler (pres- REPRESENTAR UM BOI. PODIAM ESTAR REPRESENTANDO UMA
suposições antecipadoras dos senti- BOIADA, O GADO, OU SIMPLESMENTE CARNE.
dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe- QUANDO DESENHAVAM UM JARRO, PODIAM ESTAR REPRESENTANDO
cimentos prévios sobre as condições
MAIS DO QUE UM JARRO: PODIAM ESTAR REPRESENTANDO A
de produção e recepção desse texto,
o gênero, o suporte e o universo te- QUANTIDADE DE LÍQUIDO QUE PODIA CABER NUM JARRO.
mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
E QUANDO DESENHAVAM O SOL, PODIAM ESTAR REPRESENTANDO
dados da própria obra (índice, prefá- O DIA, A LUZ, OU ATÉ MESMO O CALOR.
cio etc.), confirmando antecipações
e inferências realizadas antes e du- ESSE TIPO DE ESCRITA JÁ PERMITIA CONTAR UMA PEQUENA
rante a leitura de textos, checando a HISTÓRIA, OU MANDAR UMA MENSAGEM SIMPLES.
adequação das hipóteses realizadas.
ERA A ESCRITA IDEOGRÁFICA.
JÓTAH

ROCHA, RUTH; ROTH, OTÁVIO. O LIVRO DA ESCRITA. 6. ED.


SÃO PAULO: MELHORAMENTOS, 2010. P. 4-8.

38 TRINTA E OITO

Anotações:

38 TRINTA E OITO
1. A MUDANÇA OCORRIDA COM A ESCRITA PICTOGRÁFICA ACONTECEU
PORQUE:

AS PESSOAS QUE A USAVAM ENJOARAM DELA.

X ELA JÁ NÃO SERVIA MAIS PARA COMUNICAR TUDO O QUE AS


PESSOAS PRECISAVAM.
BNCC
2. NA ESCRITA IDEOGRÁFICA, UMA PALAVRA PODERIA TER: Atividades 1 e 2:
(EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos.
UM ÚNICO SIGNIFICADO.

X MAIS DE UM SIGNIFICADO.

3. O TEXTO AFIRMA QUE AS PESSOAS PODIAM MANDAR UMA MENSAGEM


SIMPLES OU CONTAR UMA PEQUENA HISTÓRIA COM A ESCRITA
IDEOGRÁFICA. CONVERSE COM SEUS COLEGAS.
Espera-se que o aluno reconheça
EM SUA OPINIÃO, ESSE TIPO DE ESCRITA PERMITIA DIZER EXATAMENTE O que não, porque o desenho pode
sugerir várias ideias, dependendo
QUE SE QUERIA? POR QUÊ? do contexto que se imagina.

DESAFIO
• OBSERVE OS DESENHOS A SEGUIR E ESCREVA O QUE ELES
PODEM REPRESENTAR.
A)

Sugestão de resposta: A GALINHA BOTA UM OVO.

TRINTA E NOVE 39

Pensando sobre a BNCC


Para ampliarem a compreensão que possuem sobre os textos, é fundamental que os alunos
sejam capazes de relacionar os objetivos de leitura de textos da escola aos seus objetivos fora dela.
Além disso, ao formularem hipóteses sobre o conteúdo do texto com base em títulos, legendas,
imagens, devem verificar se o que foi levantado se confirmou ou não.

TRINTA E NOVE 39
B)

Sugestão de resposta: O GALO CANTA QUANDO O SOL


NASCE (OU QUANDO AMANHECE).
C)

Sugestão de resposta: O LOBO UIVA PARA A LUA.

NOSSA LÍNGUA

1. COMPLETE AS FRASES COM A PALAVRA CORRETA.

A) OS DESENHOS ANTIGOS NAS CAVERNAS SÃO CHAMADOS DE ARTE


RUPESTRE.
BNCC
Atividades 1 e 2:
(EF02LP08) Segmentar corretamen-
RATE – ARTE – ATRE
te as palavras ao escrever frases e
textos.
B) OS DESENHOS QUE COMUNICAVAM ALGUMA COISA ERAM UMA
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V, FORMA DE ESCRITA .
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
SECRITA – ESCRITA – ESCIRTA – SECIRTA

2. SEPARE AS SÍLABAS DAS PALAVRAS QUE VOCÊ USOU NA ATIVIDADE


ANTERIOR:
AR-TE ES-CRI-TA

40 QUARENTA

Prática pedagógica
Promova práticas de ensino em que os alunos tenham a oportunidade de refletirem, como na
atividade proposta, que não importa apenas usar as letras certas. A pessoa que escreve precisa se
preocupar também com a ordem em que deve usá-la, fazendo uma correspondência entre o fala-
do e o escrito. Proponha outras atividades em que as crianças tenham que escrever determinadas
palavras usando as letras que você disser. Realize a atividade em dupla.
Amplie a atividade fazendo um jogo de trilhas gigante em que eles possam passear pelas letras
do alfabeto. Eles podem ser os próprios pinos. Use um dado grande. Ao cair em determinada letra, a

40 QUARENTA
3. INDIQUE COMO SÃO FORMADAS AS SÍLABAS DAS PALAVRAS QUE VOCÊ
ESCREVEU. VEJA O MODELO A SEGUIR:

A - N I - M A I S
C = CONSOANTE
| | | | | | |
V = VOGAL
V C V C V V C

Professor, os alunos não precisam


reproduzir graficamente o esquema
apresentado. Basta que eles com-
preendam a formação silábica e a
diversidade de modos de formar sí-
labas (CV, V, VC, CVC, CCV, CVVC,
CCVCC etc.). Use outras palavras
para analisar a formação silábica.

4. AGORA, PREENCHA O QUADRO ABAIXO COM INFORMAÇÕES SOBRE AS


PALAVRAS QUE VOCÊ ESTÁ ANALISANDO E OUTRAS PALAVRAS.

NÚMERO NÚMERO NÚMERO DE


SEPARAÇÃO Professor, ajude o aluno a reconhecer
PALAVRA DE DE LETRAS EM
SILÁBICA as diferentes formações de cada sílaba.
LETRAS SÍLABAS CADA SÍLABA
ARTE 4 AR – TE 2 2 E 2

ESCRITA 7 ES – CRI – TA 3 2, 3 E 2

DIA 3 DI – A 2 2E1

SIMPLES 7 SIM – PLES 2 3E4

5. DE ACORDO COM O QUE VOCÊ ANALISOU SOBRE A QUANTIDADE DE


LETRAS DAS SÍLABAS DE DIFERENTES PALAVRAS, PODEMOS DIZER QUE:

TODAS AS SÍLABAS SÃO FORMADAS SEMPRE POR DUAS LETRAS.

X EXISTEM SÍLABAS DE UMA LETRA SÓ.

X AS SÍLABAS PODEM TER QUANTIDADES DIFERENTES DE LETRAS.

QUARENTA E UM 41

criança pode dizer se é uma vogal ou consoante e dizer alguma palavra que comece com aquela letra.
Pode-se variar a atividade usando apenas um campo semântico: animais, frutas, nomes.

QUARENTA E UM 41
6. ESCREVA AS PALAVRAS DO QUADRO ANTERIOR EM LETRAS MINÚSCULAS.
VAMOS ANTES RELEMBRAR AS LETRAS MINÚSCULAS?

Professor, observe com os alunos que a letra


que aparece em tamanho maior, nesse quadro,
aA bB cC dD eE fF
é a minúscula. Leia o alfabeto com eles, falan-
do o nome de cada letra apontada.
gG hH iI jJ kK
lL mM nN oO pP
BNCC qQ rR sS tT uU
Atividade 6:
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
textos curtos nas formas imprensa vV wW xX yY zZ
e cursiva.
arte escrita

dia simples

7. NAS DUAS COLUNAS ABAIXO VOCÊ VAI LER AS MESMAS PALAVRAS


ESCRITAS EM LETRAS MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS. LIGUE AS COLUNAS.
OBSERVE O EXEMPLO:
ARTE touros

CAVERNAS gado

DESENHOS arte

TOUROS cavalos

CAVALOS sol

BOI boi

SOL desenhos

GADO cavernas

42 QUARENTA E DOIS

Anotações:

42 QUARENTA E DOIS
8. ENCONTRE PALAVRAS DENTRO DAS PALAVRAS A SEGUIR. CONTORNE AS
PALAVRAS ENCONTRADAS E ESCREVA-AS NA LINHA:
A) QUALIDADE:
QUAL IDADE BNCC
Atividades 8 e 9:
B) CONTRAMÃO: (EF02LP08) Segmentar corretamente
CONTRA MÃO as palavras ao escrever frases e textos.

C) MELADO:

MEL LADO

D) BOIADA:
BOIA BOI
Professor, leia as palavras com os
9. NAS PALAVRAS A SEGUIR, RETIRE A LETRA INDICADA E FORME UMA alunos antes e depois das alterações,
explorando as mudanças decorrentes
NOVA PALAVRA: da retirada de uma letra.

A) RETIRE A LETRA N DE PENSAVA: PESAVA

B) RETIRE A LETRA R DE CALOR: CALO

C) RETIRE A LETRA R DE SOBRE: SOBE

D) RETIRE A LETRA H DE FALHA: FALA

E) RETIRE A LETRA S DE POSTE: POTE

F) RETIRE A LETRA N DE GRANDE: GRADE

LEIA OUTRO TRECHO DE TEXTO:

COMO VOCÊ JÁ SABE, DEMOROU MUITO TEMPO PARA QUE A


HUMANIDADE SUBSTITUÍSSE OS PICTOGRAMAS E IDEOGRAMAS
PELAS LETRAS QUE HOJE FORMAM O ALFABETO DA LÍNGUA
PORTUGUESA. VEJA COMO FOI ESSE PROCESSO.
[…] ACREDITA-SE QUE O ALFABETO TENHA SIDO CRIADO HÁ
QUASE 4 000 ANOS PELOS FENÍCIOS, POVO QUE VIVIA NO TERRITÓRIO
ONDE HOJE FICA O LÍBANO, NO LITORAL DO MAR MEDITERRÂNEO.

QUARENTA E TRÊS 43

Pensando sobre a BNCC


Dentro das unidades temáticas de ensino de Língua Portuguesa para o 2o ano, encontramos
o eixo de conhecimentos linguísticos e gramaticais. É fundamental que este eixo seja trabalhado
para consolidação da apropriação do sistema de escrita alfabética. Nestas atividades de troca,
substituição ou formação de novas palavras, os alunos podem adquirir, por meio da reflexão, uma
consciência silábica mais apurada.

QUARENTA E TRÊS 43
OS FENÍCIOS FAZIAM INTENSO COMÉRCIO MARÍTIMO. PARA
CONTROLAR MELHOR ESSE COMÉRCIO, PRECISAVAM ANOTAR
Professor, explique aos alunos que
a marcação […] indica que houve O QUE COMPRAVAM E O QUE VENDIAM. POR ISSO, CRIARAM
supressão de trecho do texto original. ALGUNS SINAIS, QUE DERAM ORIGEM ÀS ATUAIS CONSOANTES.
OS GREGOS, UM DOS POVOS QUE TINHAM RELAÇÕES COMERCIAIS
COM OS FENÍCIOS, APRENDERAM ESSES SINAIS E, COM O TEMPO,
ACRESCENTARAM OUTROS, AS VOGAIS.
[…]
Professor, retome a linha do tempo
A PALAVRA ALFABETO VEM DOS NOMES DAS DUAS PRIMEIRAS
apresentada anteriormente e explore LETRAS GREGAS: ALFA E BETA.
com os alunos a distância temporal
entre a escrita pictográfica e o surgi-
mento do alfabeto. Mostre o Líbano VISCONTI, MARIA CRISTINA; JUNQUEIRA, ZILDA A. ESCRITA: DAS PAREDES AO COMPUTADOR.
em um mapa-múndi ou proponha 7. ED. SÃO PAULO: ÁTICA, 2001. P. 23.
aos alunos que localizem o país no
mapa. Pergunte se já ouviram falar
do Líbano e o que sabem sobre esse = ALFA = BETA
país. Em determinadas regiões bra-
sileiras, é possível que haja colônias
libanesas que aqui estão já há algu- 10. LEIA AS PALAVRAS ABAIXO OBSERVANDO O SOM DAS LETRAS DESTACADAS:
mas gerações. Valorize a contribui-
ção cultural desses imigrantes para a
nossa cultura. DIZER CAPAZES FAZ BUZINA LUZ
Mostre ou proponha aos alunos que
localizem a Grécia no mapa e explore
conhecimentos próprios deles sobre a A) O SOM DA LETRA Z É IGUAL EM TODAS AS PALAVRAS? NÃO.
Grécia ou o povo grego.
B) EM QUAIS PALAVRAS O SOM DA LETRA Z É IGUAL AO DA LETRA S NA
PALAVRA ESTOJO?
FAZ, LUZ.

11. LEIA AS PALAVRAS E OBSERVE A PARTE DESTACADA:

AVIÃO – BISÃO

Professor, ressalte o som nasaliza- REPITA COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR A PARTE DESTACADA.
do da parte destacada, enfatizando
a sua pronúncia.
O SINAL (~), QUE APARECE ACIMA DAS VOGAIS A E O, CHAMA-SE TIL.
ELE INDICA QUE O SOM DAQUELA VOGAL É NASAL, DIFERENTE DE
QUANDO ELA ESTÁ SEM O SINAL.

44 QUARENTA E QUATRO

Anotações:

44 QUARENTA E QUATRO
A) COMO SE CHAMA O SINAL QUE APARECE ACIMA DA LETRA A?
TIL.
Professor, é provável que os alunos
B) PARA QUE ELE SERVE? não respondam “som nasal”. Aceite
respostas como “diferente de AO”,
PARA INDICAR QUE O SOM É NASAL. “saindo pelo nariz” etc. Caso eles
não deem essas respostas, faça o
exercício seguinte, que aborda a
12. AGORA, LEIA AS FRASES: pronúncia de AO e ÃO.

OS CIENTISTAS FORAM AO PARQUE DAS CAVERNAS.


OS CIENTISTAS PESQUISAM O BISÃO.

A) AS PARTES DESTACADAS SÃO FALADAS DO MESMO JEITO?


Espera-se que os alunos reconheçam que não.

B) EM QUE ESTAS PARTES SÃO DIFERENTES NA ESCRITA?


NA PRESENÇA DE ~ EM BISÃO.

C) EM QUAL DAS FRASES O SOM DA PARTE DESTACADA É NASALIZADO?


NA PALAVRA BISÃO.

13. LEIA OUTRAS PALAVRAS QUE APRESENTAM O MESMO SINAL (~): BNCC
Atividade 13:
(EF02LP05) Ler e escrever corre-
CAMINHÃO – AVIÕES tamente palavras com marcas de
nasalidade (til, m, n).

VAMOS VER COMO ISSO ACONTECE? LEIA AS PALAVRAS A SEGUIR.


ATENÇÃO À DIFERENÇA DE PRONÚNCIA DAS PALAVRAS COM E
SEM TIL:

ANA – ANÃ VILA – VILÃ


IRMA – IRMÃ LÁ – LÃ

QUARENTA E CINCO 45

Prática pedagógica
Promova outras atividades explorando as marcas de nasalidade nas palavras de uso comum
no cotidiano. Os alunos podem encontrá-las em jornais ou revistas e montar um painel. Além
disso, podem refletir sobre a escrita das palavras com e sem o M e N.

QUARENTA E CINCO 45
AGORA LEIA OUTRAS PALAVRAS QUE TAMBÉM TÊM VOGAIS COM SOM
NASAL, MAS NÃO TÊM TIL (~):

PENTE – ONÇA – INGÁ – ANJO – BAGUNÇA

LENTE – PINTOR – TANQUE


Escreva as palavras no quadro de giz
e leia-as com os alunos. Leia cada
palavra como se não houvesse as
letras N e M, evidenciando a função
NA PARTE DESTACADA DAS PALAVRAS, QUE LETRA APARECE APÓS
de nasalização destas letras. Mostre AS VOGAIS?
a diferença entre EM e ME, entre
A letra N.
ON e NO.
Separe as sílabas das palavras com os
alunos e mostre que M e N não só
estão após a vogal, mas também na
mesma sílaba. JOVEM – HOMEM – AMAM – FIM – SOM – PUM

NA PARTE DESTACADA DAS PALAVRAS, QUE LETRA APARECE APÓS


AS VOGAIS?
Para realizar a atividade, é importan-
te que o aluno seja capaz de ler cada A letra M.
frase. Escreva-as no quadro de giz
e leia-as com os alunos, mostrando A PRONÚNCIA NASALIZADA DE ALGUMAS VOGAIS É INDICADA PELO TIL (~)
as partes lidas. Convide os alunos
para ir ao quadro de giz mostrar a E POR N OU M EM FINAL DE SÍLABA.
palavra que você escolher, indicando
sempre a frase em que está. Faça as 14. NAS FRASES A SEGUIR, ESCOLHA AS PALAVRAS QUE COMPLETAM
intervenções necessárias, caso os alu-
nos não consigam ler determinadas
OS ESPAÇOS:
partes da palavra, recorra à palavra
de referência. A) A ANTA CAMINHAVA NA MARGEM DO RIO.

ATA – ANTA
BNCC
Atividade 14: B) FERNANDO CANTA NO CORAL DA ESCOLA.
(EF02LP08) Segmentar corretamen-
te as palavras ao escrever frases e
textos.
CATA – CANTA

46 QUARENTA E SEIS

Anotações:

46 QUARENTA E SEIS
C) A AVÓ DE SILVIA CONTA HISTÓRIAS TODAS AS NOITES.

COTA – CONTA

D) ANA MARIA CASOU-SE NA IGREJA DE SÃO BENTO .

BETO – BENTO BNCC


(EF02LP05) Ler e escrever correta-
mente palavras com marcas de na-
salidade (til, m, n).
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do
PRODUÇÃO DE TEXTO professor, o texto que será produzido,
considerando a situação comunicati-
va, os interlocutores (quem escreve/
NO INÍCIO DO CAPÍTULO, VOCÊ CONVERSOU COM OS COLEGAS A RESPEITO para quem escreve); a finalidade ou
o propósito (escrever para quê); a cir-
DO QUE SABIA SOBRE A HISTÓRIA DA ESCRITA ANTES DESTE ESTUDO. culação (onde o texto vai circular); o
AGORA É HORA DE COMPARAR O QUE VOCÊ SABIA E O QUE APRENDEU, suporte (qual é o portador do texto);
a linguagem, organização e forma do
REGISTRANDO SUA REFLEXÃO EM UM QUADRO-SÍNTESE. ELE SERVIRÁ PARA texto e seu tema, pesquisando em
VOCÊ RETOMAR OS ESTUDOS SEMPRE QUE QUISER. meios impressos ou digitais, sempre
que for preciso, informações necessá-
PLANEJAMENTO rias à produção do texto, organizan-
do em tópicos os dados e as fontes
pesquisadas.
1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR E RELEMBRE O QUE
(EF02LP24) Planejar e produzir, em
VOCÊ JÁ SABIA SOBRE A ESCRITA. colaboração com os colegas e com
2. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR E RELEMBRE O QUE a ajuda do professor, relatos de ex-
perimentos, registros de observação,
VOCÊ APRENDEU NESTE CAPÍTULO. entrevistas, dentre outros gêneros
3. ANALISE O QUADRO-SÍNTESE QUE VEM A SEGUIR, PARA VERIFICAR OS do campo investigativo, que possam
ser repassados oralmente por meio
DADOS QUE DEVERÁ PREENCHER. de ferramentas digitais, em áudio
ou vídeo, considerando a situação
DESENVOLVIMENTO E REVISÃO comunicativa e o tema/assunto/fina-
lidade do texto.
1. COM OS COLEGAS, ELABORE CADA DADO QUE DEVERÁ PREENCHER. (EF15LP09) Expressar-se em situa-
ções de intercâmbio oral com clareza,
VOCÊS VÃO DITAR E O PROFESSOR VAI REGISTRAR AS RESPOSTAS
preocupando-se em ser compreen-
NO QUADRO. dido pelo interlocutor e usando a
palavra com tom de voz audível, boa
2. FAÇAM A REVISÃO COLETIVA DO TEXTO DITADO PARA O PROFESSOR, articulação e ritmo adequado.
OBSERVANDO SE AS PALAVRAS TÊM TODAS AS LETRAS NECESSÁRIAS (EF15LP10) Escutar, com atenção,
E SE O TEXTO ESTÁ CLARO PARA UMA LEITURA POSTERIOR. falas de professores e colegas, for-
mulando perguntas pertinentes ao
LEMBRE-SE DE QUE VOCÊ VAI RELER O QUADRO QUANDO QUISER tema e solicitando esclarecimentos
VOLTAR AO TEMA ESTUDADO. sempre que necessário.

QUARENTA E SETE 47

Pensando sobre a BNCC


A produção oral com destino escrito é uma prática fundamental para o desenvolvimento de
habilidades no campo da escrita. Mesmo que estejam compartilhando a escrita do texto, as crianças
são obrigadas a escrever em função do contexto de produção (o que, para quem, como, de que
forma). Durante a produção, os próprios alunos vão fazendo uma revisão do texto ajustando-o de
acordo com a função que possui.
Caso os alunos tenham dificuldade em iniciar a escrita, o professor pode dar dicas orais ou
trazer outros modelos de quadro síntese.

QUARENTA E SETE 47
3. APÓS A REVISÃO, COMPLETEM O QUADRO COM AS RESPOSTAS DA
TURMA NO CADERNO.

DAWIDSON FRANÇA
A ESCRITA

O QUE EU JÁ SABIA O QUE EU APRENDI


BNCC
(EF15LP06) Reler e revisar o texto
produzido com a ajuda do professor
e a colaboração dos colegas, para cor-
rigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes,
acréscimos, reformulações, correções
de ortografia e pontuação.
(EF15LP07) Editar a versão final do
texto, em colaboração com os colegas
e com a ajuda do professor, ilustrando,
quando for o caso, em suporte ade-
quado, manual ou digital.
Sugestão de leitura
(EF15LP15) Reconhecer que os tex-
tos literários fazem parte do mundo SUGESTÃO DE LEITURA

DIVULGAÇÃO
do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento,
valorizando-os, em sua diversidade ROCHA, RUTH; ROTH, OTÁVIO.
cultural, como patrimônio artístico da O LIVRO DAS LETRAS. SÃO PAULO:
humanidade. MELHORAMENTOS, 2011.

VOCÊ CONHECEU UM POUCO DA HISTÓRIA


DO ALFABETO NESTE CAPÍTULO. QUE TAL
AGORA SABER UM POUCO DA HISTÓRIA
DAS LETRAS?

48 QUARENTA E OITO

Anotações:

48 QUARENTA E OITO
C A PÍ TULO

4 CONVERSA VAI, EMOJI VEM


Professor, é possível que os alunos
citem muitos recursos dos celulares,
como jogos, agenda telefônica, rá-
dio, câmera fotográfica e filmadora
etc. Comente também sobre outros
PARA LER recursos, como GPS, acesso à inter-
net, calculadora, dicionário, tradutor,
gravador de voz etc. Pergunte se eles
já usaram ou se já viram alguém usar
MUITAS PESSOAS USAM O TELEFONE CELULAR PARA SE COMUNICAR um ou mais recursos mencionados e
peça-lhes que descrevam esse uso.
COM OUTRAS. HOJE, O CELULAR É MAIS QUE UM TELEFONE E FAZ MUITO
MAIS DO QUE CHAMADAS POR VOZ.
1. VOCÊ SABE O QUE PODEMOS FAZER COM OS CELULARES ATUAIS?
2. SERÁ QUE OS CELULARES SEMPRE FIZERAM TUDO O QUE FAZEM HOJE?
BNCC
VEJA A SEGUIR UMA LINHA DO TEMPO QUE MOSTRA ALGUNS APARELHOS
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
DE CELULAR, DESDE SEU SURGIMENTO ATÉ OS DIAS DE HOJE. em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
LINHA DO TEMPO DO CELULAR texto), apoiando-se em seus conhe-
cimentos prévios sobre as condições
1973 — O CELULAR É INVENTADO. de produção e recepção desse texto,
o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências
CORBIS VIA GETTY IMAGES

textuais, recursos gráficos, imagens,


dados da própria obra (índice, prefá-
cio etc.), confirmando antecipações
e inferências realizadas antes e du-
rante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP04) Identificar o efeito de
O PRIMEIRO CELULAR E
sentido produzido pelo uso de re-
SEU INVENTOR, MARTIN
cursos expressivos gráfico-visuais em
COOPER. ESSE MODELO textos multissemióticos.
PESAVA CERCA DE
1 QUILOGRAMA. (EF15LP09) Expressar-se em situações
de intercâmbio oral com clareza, preo-
cupando-se em ser compreendido
DÉCADA DE 1990 — FOI NESSA DÉCADA QUE OS CELULARES pelo interlocutor e usando a palavra
COMEÇARAM A FICAR MAIS PARECIDOS com tom de voz audível, boa articula-
ção e ritmo adequado.
COM OS ATUAIS.
(EF15LP10) Escutar, com atenção,
falas de professores e colegas, for-
mulando perguntas pertinentes ao
DÉCADA: PERÍODO DE 10 ANOS.
tema e solicitando esclarecimentos
sempre que necessário.

QUARENTA E NOVE 49

Prática pedagógica
Aproveite para conversar com os alunos sobre a linha do tempo já vista anteriormente nos
textos anteriores sobre a escrita. Espera-se que os alunos consigam perceber que com o passar
do tempo, há uma evolução na história dos seres humanos.

QUARENTA E NOVE 49
1990 — FORAM VENDIDOS

BAKALUSHA/SHUTTERSTOCK
OS PRIMEIROS
CELULARES NO
BRASIL.

CELULARES USADOS NA DÉCADA DE 1990.

1996 — É FABRICADO

CHRIS WILLSON/ALAMY/LATINSTOCK
O PRIMEIRO
CELULAR COM
ACESSO À
INTERNET.

BNCC
(EF15LP14) Construir o sentido de
histórias em quadrinhos e tirinhas, PRIMEIRO MODELO DE CELULAR COM
relacionando imagens e palavras e ACESSO À INTERNET.
interpretando recursos gráficos (tipos
de balões, de letras, onomatopeias).
ANOS 2000 — OS CELULARES ESTÃO POR TODA PARTE E
(EF15LP18) Relacionar texto com
ilustrações e outros recursos gráficos. TÊM VÁRIAS FUNÇÕES: FAZER CHAMADAS,
FUNCIONAR COMO RÁDIO E TV, ENTRE
MUITAS OUTRAS.

GEORGEJMCLITTLE/SHUTTERSTOCK

MODELOS DE CELULAR ATUAIS.

50 CINQUENTA

Prática pedagógica
Como a tecnologia está em constante transformação na atualidade, é possível que muitos
objetos que os familiares dos alunos tenham usado, se tornaram obsoletos. Por isso, promova uma
pesquisa para que eles tragam objetos ou fotos dos objetos que foram usados pelos familiares,
mas hoje estão em desuso. Peça que comentem com os colegas por qual tecnologia aquela foi
substituída e o porquê.

50 CINQUENTA
1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
A) QUAL DOS APARELHOS MOSTRADOS NAS IMAGENS VOCÊ CONHECE?
Professor, oriente os alunos a falar
Resposta pessoal. claramente, a esperar a vez de falar
B) OBSERVE O PRIMEIRO APARELHO CELULAR QUE APARECE NA LINHA DO e a ouvir os colegas, interagindo para
TEMPO. O QUE VOCÊ IMAGINA QUE ERA POSSÍVEL FAZER COM ELE? esclarecer dúvidas, seja perguntando
Resposta pessoal. e solicitando mais informações, seja
C) O FORMATO DOS APARELHOS DE CELULAR MUDOU MUITO. POR QUE explicando algo que não tenha ficado
VOCÊ ACHA QUE ISSO ACONTECEU? claro para os colegas.
b. Professor, ajude os alunos a observar
o modelo do celular e a relacioná-lo
2. QUAIS SÃO AS DATAS QUE APARECEM NA LINHA DO TEMPO? ao ano do seu surgimento, levantan-
1973, DÉCADA DE 1990, 1990, 1996 E ANOS 2000. do hipóteses sobre o que a tecno-
logia da época favorecia. Chame a
atenção dos alunos para o peso do
celular e pergunte se acham que era
confortável carregá-lo.
3. TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E O PROFESSOR. c. Professor, espera-se que os alunos
reconheçam as muitas transfor-
A) O TEXTO QUE VOCÊ LEU É UMA LINHA DO TEMPO. PARA QUE SERVE mações sofridas pelos aparelhos
celulares, mas principalmente a de
UMA LINHA DO TEMPO? tamanho e a existência de tela para
visualização de imagens.
B) POR QUE VOCÊ ACHA QUE ESSE TEXTO SE CHAMA “LINHA DO TEMPO”?
Resposta pessoal.
4. OBSERVANDO A LINHA DO TEMPO, VOCÊ DIRIA QUE A COMUNICAÇÃO POR
TEXTO EM PALAVRAS E IMAGENS ESTÁ MAIS PERTO DOS DIAS DE HOJE OU
Professor, espera-se que os alunos percebam
DA ÉPOCA DO SURGIMENTO DO CELULAR? POR QUÊ? que serve para mostrar como um objeto, fato
ESTÁ MAIS PERTO DOS DIAS DE HOJE, POIS ESTÁ REPRESENTADA NA ou alguém se transformou durante um tempo
decorrido.
ÚLTIMA FOTO.

BNCC
Atividades 1 a 4:
(EF15LP09) Expressar-se em situações
de intercâmbio oral com clareza, preo-
cupando-se em ser compreendido pelo
DESAFIO interlocutor e usando a palavra com
tom de voz audível, boa articulação e
A LINHA DO TEMPO TAMBÉM PODE SER USADA PARA MOSTRAR ritmo adequado.
FATOS DA VIDA DE UMA PESSOA. (EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres-
ELABORE A LINHA DO TEMPO DE SUA VIDA, SELECIONANDO suposições antecipadoras dos sentidos,
ALGUMAS ÉPOCAS IMPORTANTES PARA VOCÊ, DESDE O SEU da forma e da função social do texto),
NASCIMENTO ATÉ HOJE. apoiando-se em seus conhecimentos
prévios sobre as condições de produção
e recepção desse texto, o gênero, o su-
porte e o universo temático, bem como
sobre saliências textuais, recursos grá-
CINQUENTA E UM 51 ficos, imagens, dados da própria obra
(índice, prefácio etc.), confirmando an-
tecipações e inferências realizadas antes
e durante a leitura de textos, checando
a adequação das hipóteses realizadas.
Anotações:
Desafio:
(EF02LP17) Identificar e reproduzir, em
relatos de experiências pessoais, a se-
quência dos fatos, utilizando expressões
que marquem a passagem do tempo
(“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”,
“amanhã”, “outro dia”, “antigamen-
te”, “há muito tempo” etc.), e o nível
de informatividade necessário.

CINQUENTA E UM 51
FAÇA UM DESENHO PARA INDICAR CADA ÉPOCA. DEPOIS,
ORGANIZE TODOS NA ORDEM DOS ACONTECIMENTOS.

BNCC
(EF02LP17) Identificar e reproduzir,
em relatos de experiências pessoais,
a sequência dos fatos, utilizando
expressões que marquem a passa-
gem do tempo (“antes”, “depois”,
“ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro
dia”, “antigamente”, “há muito tem-
po” etc.), e o nível de informativida-
de necessário.

AGORA QUE SUA LINHA DO TEMPO ESTÁ PRONTA, MOSTRE-A AOS


COLEGAS E RELATE A ELES O SIGNIFICADO DE CADA DESENHO.
PARA ISSO, USE PALAVRAS QUE AJUDEM A ORGANIZAR A ORDEM
DOS ACONTECIMENTOS, COMO PRIMEIRO, EM SEGUIDA, DEPOIS
DISSO, UM TEMPO DEPOIS ETC.

52 CINQUENTA E DOIS

Anotações:

52 CINQUENTA E DOIS
NOSSA LÍNGUA

1. AS IMAGENS ABAIXO MOSTRAM APARELHOS PARA A COMUNICAÇÃO


ENTRE AS PESSOAS. ESCREVA O NOME DE CADA UM DELES: BNCC

C) Atividade 1:
A)

RUSLAN IVANTSOV/SHUTTERSTOCK
(EF02LP04) Ler e escrever correta-

PAUL VELGOS/SHUTTERSTOCK
mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
(EF15LP18) Relacionar texto com
ilustrações e outros recursos gráficos.

TELEVISÃO TELEFONE

B) D)

NIK MERKULOV/SHUTTERSTOCK
BILLION PHOTOS/
SHUTTERSTOCK

RÁDIO CELULAR

ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

2. LEIA OS NOMES DOS APARELHOS DA ATIVIDADE ANTERIOR EM VOZ


ALTA. DEPOIS, PREENCHA OS ESPAÇOS COM A LETRA CORRESPONDENTE
A CADA IMAGEM:

C TELEFONE. B RÁDIO.

D CELULAR. A TELEVISÃO.

CINQUENTA E TRÊS 53

CINQUENTA E TRÊS 53
VOCÊ JÁ CONHECE O ALFABETO MAIÚSCULO E MINÚSCULO EM LETRAS
DE FORMA OU DE IMPRENSA? VAMOS RELEMBRÁ-LO!

A B C D E F
a b c d e f

G H I J K
BNCC
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
textos curtos nas formas imprensa e
cursiva.
g h i j k

L M N O P
l m n o p

Q R S T U
q r s t u

V W X Y Z
v w x y z

54 CINQUENTA E QUATRO

Prática pedagógica
Recitar o alfabeto e conhecer todas as suas formas é conteúdo necessário aos alunos do 2o ano,
uma vez que para escrever e ler, eles precisarão conhecer todas as letras, nomes e sons.
O alfabeto pode ser recitado por meio de músicas e cantigas porque, dessa forma, a ação
ganha sentido.

54 CINQUENTA E QUATRO
VEJA ESSE MESMO ALFABETO EM LETRAS CURSIVAS (TAMBÉM
CHAMADAS DE LETRAS DE MÃO OU MANUSCRITAS) MAIÚSCULAS.

A B C D E F
A B C D E F

G H I J K
G H I J K

L M N O P
L M N O P

Q R S T U
Q R S T U

V W X Y Z
V W X Y Z

CINQUENTA E CINCO 55

Anotações:

CINQUENTA E CINCO 55
E, AGORA, O ALFABETO EM LETRAS CURSIVAS MINÚSCULAS.

Professor, proponha aos alunos que re-


citem o alfabeto enquanto você mostra
cada letra. Depois, selecione intervalos
aleatórios do alfabeto e indique as letras
a b c d e f
para eles recitarem.

a b c d e f

BNCC
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
g h i j k
textos curtos nas formas imprensa
e cursiva. g h i j k

l m n o p
l m n o p

q r s t u
q r s t u

v w x y z
v w x y z

56 CINQUENTA E SEIS

Anotações:

56 CINQUENTA E SEIS
3. NO CAPÍTULO 3, VOCÊ ESTUDOU O SOM DE ÃO. REPITA COM SEUS
COLEGAS E O PROFESSOR. EM SEGUIDA, LEIA AS PALAVRAS ABAIXO.

TELEVISÃO CASARÃO CARRÃO AVIAÇÃO


MENINÃO CADERNÃO CADEIRÃO FEIJÃO
PULMÃO MÃO CHINELÃO CABELÃO
MACARRÃO GATÃO

EM ALGUMAS DESTAS PALAVRAS, A PARTE ÃO INDICA QUE A COISA


NOMEADA ESTÁ EM TAMANHO MAIOR, COMO EM:
ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

ILUSTRAÇÕES: DAWIDSON FRANÇA


PRATO – PRAT
PRATÃO

BNCC
Atividade 3:
COPÃO
COPO – COP
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
textos curtos nas formas imprensa
e cursiva.
(EF02LP11) Formar o aumentativo
CONTORNE, NO QUADRO ACIMA, AS PALAVRAS QUE INDICAM ALGUMA e o diminutivo de palavras com os
COISA EM TAMANHO MAIOR QUE O NATURAL. sufixos -ão e -inho/-zinho.

QUANDO AS PALAVRAS SÃO DITAS OU ESCRITAS DE FORMA A INDICAR


TAMANHO MAIOR QUE O NATURAL, DIZEMOS QUE ELAS ESTÃO NO
AUMENTATIVO.

4. CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR: O NOME AUMENTATIVO


LEMBRA ALGUMA COISA A VOCÊ? Espera-se que os alunos relacionem
o nome a aumento. Explore a pala-
5. REESCREVA AS FRASES A SEGUIR, PASSANDO A PALAVRA DESTACADA vra, evidenciando que as palavras no
aumentativo indicam tamanho maior.
PARA O AUMENTATIVO:
A) O MENINO GANHOU UM CACHORRO.
O MENINO GANHOU UM CACHORRÃO.

CINQUENTA E SETE 57

CINQUENTA E SETE 57
B) O CABELO DE ANA BATE NA CINTURA.
O CABELÃO DE ANA BATE NA CINTURA.

C) O MENINO VIU O DENTE DO CACHORRO.


O MENINO VIU O DENTÃO DO CACHORRO.

D) O GATO NUNCA APARECE QUANDO AQUELE RATO ESTÁ POR PERTO.


O GATO NUNCA APARECE QUANDO AQUELE RATÃO ESTÁ POR PERTO.

PARA LER

PIXABAY.COM
VOCÊ JÁ VIU ALGUÉM SE
COMUNICANDO PELO CELULAR, Aninha
USANDO A ESCRITA? online

VOCÊ FICOU COM ALGUM


PARA QUE AS PESSOAS SE MARCA-TEXTO MEU? 11:30

COMUNICAM ASSIM? RESPONDE RÁPIDO. 11:30

PFFFFF
EM QUE ISSO É DIFERENTE DE FALAR 11:30

BNCC AO CELULAR? RÁPIDO. 11:31

(EF15LP01) Identificar a função social ANAAAAA 11:31


de textos que circulam em campos da LEIA UMA CONVERSA POR
ANINHAAAAAAAAAAA 11:31
vida social dos quais participa cotidia- MENSAGEM DE CELULAR ENTRE DUAS
namente (a casa, a rua, a comunida- MENINAS. OBSERVE COMO OS TEXTOS EU NECESSITO DE UMA
de, a escola) e nas mídias impressa, de RESPOSTA RÁPIDA. 11:31
massa e digital, reconhecendo para APARECEM DENTRO DE QUADROS QUE PFFFFF 11:31
que foram produzidos, onde circu- MARCAM CADA PARTE ENVIADA POR
lam, quem os produziu e a quem se NÃO. 11:50
UMA DAS PESSOAS ENVOLVIDAS
destinam.
NA CONVERSA.
(EF15LP04) Identificar o efeito de sen-
tido produzido pelo uso de recursos
expressivos gráfico-visuais em textos
multissemióticos.

1. EXPLIQUE ORALMENTE SOBRE O QUE AS MENINAS CONVERSAM.


Sobre um objeto que uma delas procura saber com quem está.
2. NO TERCEIRO QUADRINHO, O QUE SIGNIFICA “PFFFFF”?

COM LICENÇA. X POR FAVOR. OBRIGADO.

58 CINQUENTA E OITO

Pensando sobre a BNCC


Cada vez mais cedo, as crianças são expostas ao universo Uma das habilidades que devem ser trabalhas, de acordo com
da leitura e escrita. Se antes, isso acontecia com o advento a BNCC, é justamente a de escrever mensagens em redes sociais
da televisão, hoje temos os celulares e tablets trazendo uma mantendo as características do gênero textual e dos portadores,
nova geração de leitores precoces. Por mais que a leitura considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
ainda não aconteça de forma convencional, muitos há sabem Para que os alunos sejam capazes de produzir suas próprias mensa-
identificar o sentido do texto analisando os emojis que são gens, é necessário que antes sejam convidados a analisarem modelos
acrescentados nas mensagens. de mensagens instantâneas como as propostas nesta sequência.

58 CINQUENTA E OITO
3. EXPLIQUE AOS COLEGAS COMO É POSSÍVEL SABER ISSO.
Pelas letras P e F e pelo contexto em que aparecem: depois de uma pergunta.
4. A MENINA QUE PERGUNTA SOBRE O MARCA-TEXTO PARECE: Professor, conduza as atividades a
seguir, coletivamente, pois há ques-
tões orais e escritas intercaladas.
ESTAR TRANQUILA.

DAWIDSON FRANÇA
ESTAR NERVOSA.
BNCC
Atividades 1 a 7:
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
ESTAR ALEGRE. em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe-
X ESTAR APRESSADA. cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto,
o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá-
5. COPIE UM TRECHO DA CONVERSA QUE MOSTRE ISSO: cio etc.), confirmando antecipações e
inferências realizadas antes e durante
RESPONDE RÁPIDO. / RÁPIDO. / EU NECESSITO DE UMA RESPOSTA RÁPIDA. a leitura de textos, checando a ade-
quação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos.
Atividade 5:
(EF12LP03) Copiar textos breves,
mantendo suas características e vol-
6. A MENINA QUE PERGUNTA PELO OBJETO ESCREVE PARA CHAMAR ANA tando para o texto sempre que tiver
COMO QUEM ESTÁ FALANDO. EM QUE PARTE DO TEXTO ISSO APARECE? dúvidas sobre sua distribuição gráfi-
ca, espaçamento entre as palavras,
ANAAAAA/ANINHAAAAAAAAAAA escrita das palavras e pontuação.

7. OBSERVE OS NÚMEROS QUE APARECEM EM CADA QUADRINHO.

A) ELES SÃO IGUAIS?


NÃO. Professor, converse com os alunos sobre o
prolongamento da letra A na escrita, como
recurso para representar o prolongamento
B) O QUE ELES INDICAM? que fazemos na oralidade. Explique que isso
é comum em bate-papos virtuais.
INDICAM A HORA EM QUE AS MENSAGENS FORAM ENVIADAS.

CINQUENTA E NOVE 59

Anotações:

CINQUENTA E NOVE 59
8. NESTA CONVERSA, A MENINA QUE PERGUNTA POR SEU OBJETO ESCOLAR
USA A EXPRESSÃO “POR FAVOR” SEMPRE QUE PEDE À AMIGA QUE
RESPONDA RÁPIDO.

QUE PALAVRAS OU EXPRESSÕES DEVEMOS USAR QUANDO:


A) PRECISAMOS ENTRAR EM UM LUGAR ONDE JÁ ESTÃO OUTRAS PESSOAS?

DESCULPE. POR FAVOR.

X COM LICENÇA. DE NADA.

B) PRECISAMOS PEDIR ALGO EMPRESTADO:

DESCULPE. X POR FAVOR.

COM LICENÇA. DE NADA.

C) PISAMOS NO PÉ DE ALGUÉM OU ESBARRAMOS SEM QUERER:

X DESCULPE. POR FAVOR.

COM LICENÇA. DE NADA.

D) ALGUÉM NOS AGRADECE POR ALGO:

DESCULPE. POR FAVOR.

COM LICENÇA. X DE NADA.


BNCC
Atividade 9:
(EF02LP16) Identificar e reproduzir,
9. IMAGINE QUE VOCÊ ESTÁ ESCREVENDO UMA MENSAGEM PARA UM
em bilhetes, recados, avisos, cartas, COLEGA PARA AGRADECER PELA TARDE QUE PASSARAM JUNTOS NO DIA
e-mails, receitas (modo de fazer), ANTERIOR. COMO VOCÊ ESCREVERIA ESSE AGRADECIMENTO?
relatos (digitais ou impressos), a for-
matação e diagramação específica Resposta pessoal.
de cada um desses gêneros.

60 SESSENTA

Anotações:

60 SESSENTA
NOSSA LÍNGUA

1. NO PRIMEIRO QUADRINHO DA CONVERSA, A MENINA FAZ UMA PERGUNTA


À AMIGA. QUE SINAL ELA USA PARA INDICAR QUE É UMA PERGUNTA?

. ! X ?
2. COMO SE CHAMA ESSE SINAL? BNCC
Atividades 1 a 4:
PONTO DE INTERROGAÇÃO.
(EF02LP09) Usar adequadamente
ponto final, ponto de interrogação
3. NO ÚLTIMO QUADRINHO, ANA RESPONDE À AMIGA. QUE PONTO ELA USA? e ponto de exclamação.
(EF15LP10) Escutar, com atenção,
X . ! ? falas de professores e colegas, for-
mulando perguntas pertinentes ao
4. ISSO INDICA QUE ANA: tema e solicitando esclarecimentos
sempre que necessário.
X (EF15LP13) Identificar finalidades da
AFIRMOU ALGO. PERGUNTOU ALGO. interação oral em diferentes contex-
tos comunicativos (solicitar informa-
ções, apresentar opiniões, informar,
ESPANTOU-SE COM ALGO. relatar experiências etc.).
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-

PARA LER dos, da forma e da função social do


texto), apoiando-se em seus conhe-
cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto,
o gênero, o suporte e o universo te-
PIXABAY.COM

mático, bem como sobre saliências


LEIA AGORA OUTRA TROCA Aninha textuais, recursos gráficos, imagens,
DE MENSAGENS DE TEXTO ENTRE online

ANINHA, MANDA FOTO


dados da própria obra (índice, prefá-
ANA E A AMIGA. OBSERVE OS DA FOLHA DE PROVAS
DA RITINHA?
cio etc.), confirmando antecipações
19:30
e inferências realizadas antes e du-
RECURSOS QUE ELAS USAM NA EU PERDI A
rante a leitura de textos, checando a
MINHA
CONVERSA. 19:31
adequação das hipóteses realizadas.

19:31
(EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de re-
cursos expressivos gráfico-visuais em
19:31
textos multissemióticos.
19:41

SESSENTA E UM 61

Prática pedagógica
Entre as habilidades propostas no eixo de conhecimentos linguísticos e gramaticais, é usar ade-
quadamente ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação. No 2o ano, poucas crianças
dominam esta habilidade no começo do ano. Entretanto, cabe ao professor propor atividades em
que possam analisar dentro dos textos estudados a função dos sinais de pontuação. Amplie a ati-
vidade, trazendo outros textos para serem analisados. Conclua com os alunos o uso de cada sinal
de pontuação, construindo um cartaz que possa ficar afixado na sala.

SESSENTA E UM 61
1. SOBRE O QUE AS AMIGAS CONVERSAM?
SOBRE A FOLHA DE PROVAS DA RITINHA.

2. PELA CONVERSA, ELAS SÃO:


BNCC
Atividades 1 a 5:
VIZINHAS. PRIMAS. X COLEGAS DE ESCOLA.
(EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos.
Atividades 6 a 8: 3. COPIE A PARTE DA CONVERSA QUE MOSTRA ISSO.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres- ANINHA, MANDA FOTO DA FOLHA DE PROVAS DA RITINHA?
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe- 4. ALÉM DE PALAVRAS, O QUE MAIS ELAS USAM NA CONVERSA?
cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, IMAGENS / CARINHAS / EMOTICONS.
o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
5. PARA QUE ELAS
ANINHA,
USAMMANDA
ISSO? FOTO
dados da própria obra (índice, prefá- DA OFOLHA
PARA MOSTRAR DE PROVAS
QUE ESTÃO SENTINDO.
cio etc.), confirmando antecipações
e inferências realizadas antes e du-
DA RITINHA? 19:30
rante a leitura de textos, checando a 6. AO ESCREVER:
adequação das hipóteses realizadas. EU PERDI A
(EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de re-
MINHA 19:31
cursos expressivos gráfico-visuais em
textos multissemióticos.
(EF15LP18) Relacionar texto com A AMIGA PARECE ESTAR:
ilustrações e outros recursos gráficos.
ANINHA, MANDA FOTO
DA FOLHA DE PROVAS
TRANQUILA. 19:31
TRISTE. X NERVOSA.
DA RITINHA? 19:30
7. O QUE REVELA ISSO?
EU PERDI A
A CARINHA MOSTRANDO OS DENTES.
MINHA 19:31
19:31
8. NESTA OUTRA MENSAGEM:
19:41

19:31

A AMIGA PARECE ESTAR:

TRANQUILA. X PREOCUPADA.
19:31 ZANGADA.

62 SESSENTA E DOIS 19:41

Prática pedagógica
Após essa sequência de exploração de mensagens, aproveite para explorar com os alunos
cartas, e-mails, receitas (modo de fazer), dando destaque para a formatação e diagramação
de cada um desses gêneros como sinaliza a habilidade (EF02LP16).

62 SESSENTA E DOIS
19:30

EU PERDI A
MINHA 19:31

9. CONVERSE COM OS COLEGAS: O QUE SIGNIFICA ESTA ÚLTIMA MENSAGEM


DA AMIGA? COMO PODEMOS SABER?
19:31
Significa que ela está se despedindo
e saindo da conversa. Podemos sa-
ber por causa das mãozinhas dando
adeus.

19:31

19:41
BNCC
AS IMAGENS MISTURADAS AO TEXTO, NESTA CONVERSA, SÃO Atividade 9 e Desafio:
CHAMADAS DE EMOJIS OU EMOTICONS. (EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
10. EXPLIQUE À TURMA: A QUE HORAS A AMIGA COMEÇA A MANDAR texto), apoiando-se em seus conhe-
MENSAGENS PARA ANA? COMO PODEMOS SABER ISSO? cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto,
19:30. Sabemos isso porque está escrito abaixo da mensagem. o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá-
cio etc.), confirmando antecipações
DESAFIO e inferências realizadas antes e du-
rante a leitura de textos, checando a
VEJA OUTROS EXEMPLOS EM QUE ELAS CONVERSAM USANDO adequação das hipóteses realizadas.
EMOTICONS. (EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de re-
cursos expressivos gráfico-visuais em
Você textos multissemióticos.

Eu tô super pro meu


e vc?
Professor, explore os emoticons
presentes na mensagem e ajude os
alunos a atribuírem sentido a eles,
Tbm estou super feliz para o de acordo com o contexto em que
aparecem.

seu
18:44

SESSENTA E TRÊS 63

Prática pedagógica
Amplie a atividade trazendo um banco de emojis mais famosos e pedindo para que eles
escrevam, em duplas, o sentimento que cada um deles retrata.

SESSENTA E TRÊS 63
1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E DESCUBRA SOBRE O QUE AS
MENINAS ESTÃO FALANDO.
BNCC
Atividade 1: 2. AGORA É SUA VEZ DE DECIFRAR ALGUNS EMOJIS.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres- A)
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe-
cimentos prévios sobre as condições FEBRE / COM FEBRE
de produção e recepção desse texto,
o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá- B)
cio etc.), confirmando antecipações
e inferências realizadas antes e du-
rante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas. ANIVERSÁRIO / BOLO / BOLO DE ANIVERSÁRIO
(EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de re-
cursos expressivos gráfico-visuais em
textos multissemióticos.
C)

BOLA / FUTEBOL / BOLA DE FUTEBOL

Professor, ajude os alunos a perce-


ber que as palavras ganham ou per- D)
dem sentido dependendo do contex-
to em que aparecem. Por exemplo:
se escrevo que “estou com Zzz…”, SONO / COM SONO / DORMIR / DORMINDO
a imagem formada pelas letras em
tamanhos diferentes, imitando o
ronco, ganham sentido de sono. Se
escrevo que “Paulo está Zzz”, a ima-
gem ganha o sentido de dormindo.
E)

EM CASA / CASA

64 SESSENTA E QUATRO

Anotações:

64 SESSENTA E QUATRO
3. COMO VOCÊ ESCREVERIA AS SEGUINTES MENSAGENS:
A) SERGINHO, HOJE EU NÃO VOU JOGAR FUTEBOL PORQUE ESTOU
COM FEBRE.
SERGINHO, HOJE EU NÃO VOU PORQUE ESTOU .

B) PAULO, VOCÊ QUER DORMIR AQUI EM CASA, DEPOIS DO


ANIVERSÁRIO DA CRIS?
PAULO, VOCÊ QUER AQUI EM DEPOIS DO DA CRIS? BNCC
Atividades 3 e 4:
(EF02LP13) Planejar e produzir bi-
lhetes e cartas, em meio impresso
4. QUE TAL VOCÊ CRIAR IMAGENS QUE POSSAM SE MISTURAR e/ou digital, dentre outros gêneros
ÀS PALAVRAS PARA UMA COMUNICAÇÃO COMO A DE ANA E do campo da vida cotidiana, consi-
derando a situação comunicativa e
SUA AMIGA? o tema/assunto/finalidade do texto.
SEUS DESENHOS DEVEM FICAR BEM CLAROS PARA QUE
TODOS ENTENDAM.

MOSTRE SEUS DESENHOS A QUATRO AMIGOS E VEJA OS


DELES TAMBÉM.

SESSENTA E CINCO 65

Prática pedagógica
Proponha aos alunos que tiverem problemas com segmentação que realizem a atividade
em dupla. Faça os agrupamentos de acordo com as hipóteses de escrita e quanto ao nível
de conhecimento sobre o sistema alfabético de ensino.

SESSENTA E CINCO 65
PRODUÇÃO DE TEXTO

Professor, cuide para que todos os USANDO OS EMOJIS QUE DECIFROU, OS QUE CRIOU E OUTROS QUE
alunos recebam mensagens. Se pre- CONHEÇA, VOCÊ VAI CRIAR UMA MENSAGEM PARA UM AMIGO DA CLASSE.
ferir, faça um sorteio de destinatários
das mensagens.

PLANEJAMENTO
1. PENSE NA MENSAGEM QUE DESEJA CRIAR.
2. SELECIONE OS EMOJIS QUE VOCÊ CONHECE OU CRIOU.
3. SE QUISER, PODE PEDIR UM EMOJI EMPRESTADO DE UM AMIGO
BNCC
TAMBÉM.
(EF02LP13) Planejar e produzir bi-
lhetes e cartas, em meio impresso e/
ou digital, dentre outros gêneros do
campo da vida cotidiana, consideran- DESENVOLVIMENTO
do a situação comunicativa e o tema/
assunto/finalidade do texto. 1. ESCREVA UM RASCUNHO (PRIMEIRA VERSÃO) DE SUA MENSAGEM
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do DEIXANDO ESPAÇO PARA OS EMOJIS.
professor, o texto que será produzido,
considerando a situação comunicati-
va, os interlocutores (quem escreve/ 2. OBSERVE A PONTUAÇÃO ADEQUADA SE FOR PERGUNTA.
para quem escreve); a finalidade ou
o propósito (escrever para quê); a cir-
culação (onde o texto vai circular); o REVISÃO
suporte (qual é o portador do texto);
a linguagem, organização e forma do
texto e seu tema, pesquisando em 1. REVISE A PARTE DO TEXTO ESCRITA EM PALAVRAS E VEJA SE NÃO HÁ
meios impressos ou digitais, sempre CORREÇÕES A FAZER.
que for preciso, informações necessá-
rias à produção do texto, organizan- 2. REVISE O TEXTO COMPLETO, FALANDO AS PALAVRAS OU EXPRESSÕES
do em tópicos os dados e as fontes
pesquisadas.
QUE FICARÃO NA PARTE SEPARADA PARA OS EMOJIS. VEJA SE O
(EF15LP06) Reler e revisar o texto
TEXTO FAZ SENTIDO OU SE PRECISA DE ALGUM AJUSTE.
produzido com a ajuda do professor
e a colaboração dos colegas, para cor- 3. REGISTRE OS EMOJIS NO LOCAL CERTO E RELEIA. SE NÃO HOUVER
rigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, NECESSIDADE DE MUDANÇAS, SUA MENSAGEM ESTÁ PRONTA.
acréscimos, reformulações, correções
de ortografia e pontuação.

DIVULGAÇÃO
1. ENTREGUE A MENSAGEM AO AMIGO PARA QUEM VOCÊ ESCREVEU E
ESPERE A RESPOSTA.

2. RESPONDA TAMBÉM À MENSAGEM QUE VOCÊ RECEBEU.

66 SESSENTA E SEIS

Prática pedagógica
Relembre aos alunos que sempre que escrevemos, estamos considerando o leitor em poten-
cial que temos, mesmo que ele seja o próprio escritor. Assim, é imprescindível que haja clareza
no texto porque, mesmo com o uso de imagens, a mensagem não pode deixar dúvida ao leitor.

66 SESSENTA E SEIS
AVALIAÇÃO
CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
A) O QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE O SURGIMENTO DOS CELULARES?
B) O QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE OS EMOJIS?
C) O QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE LER E PRODUZIR TEXTOS
COM EMOJIS?

DAWIDSON FRANÇA
BNCC
(EF15LP09) Expressar-se em situações
de intercâmbio oral com clareza, preo-
cupando-se em ser compreendido
pelo interlocutor e usando a palavra
com tom de voz audível, boa articu-
lação e ritmo adequado.
(EF15LP07) Editar a versão final do
texto, em colaboração com os colegas
e com a ajuda do professor, ilustran-
do, quando for o caso, em suporte
SUGESTÕES DE LEITURA E VÍDEO

DIVULGAÇÃO
adequado, manual ou digital.
Sugestão de leitura
LESTRADE, AGNÈS DE. A GRANDE FÁBRICA DE (EF15LP15) Reconhecer que os tex-
PALAVRAS. BELO HORIZONTE: ALETRIA, 2014. tos literários fazem parte do mundo
do imaginário e apresentam uma
IMAGINE UM LUGAR EM QUE AS PESSOAS QUASE dimensão lúdica, de encantamento,
NÃO FALAM PORQUE É PRECISO COMPRAR CADA valorizando-os, em sua diversidade
PALAVRA QUE SE QUER DIZER... cultural, como patrimônio artístico da
humanidade.
DIVULGAÇÃO

EMOJI – O FILME. DIREÇÃO:


ANTHONY LEONDIS, 2017.
ESTA É A AVENTURA DE UM EMOJI QUE VIVE NA
CIDADE SECRETA DE TEXTÓPOLIS, ESCONDIDA NOS
CELULARES. O NOME DELE É GENE, E ELE QUER
MUDAR UMA CARACTERÍSTICA DELE QUE É MUITO,
MAS MUITO COMPLICADA PARA UM EMOJI: A
CAPACIDADE DE TER MÚLTIPLAS EXPRESSÕES.

SESSENTA E SETE 67

Pensando sobre a BNCC


Na etapa de divulgação, professor, uma sugestão é criar um endereço de e-mail para a turma
e usá-lo para enviar a um colega, familiar ou alunos de outra turma. Assim, são atendidas as
habilidades: (EF02LP16) “Identificar e reproduzir, em bilhetes, recados, avisos, cartas, e-mails,
receitas (modo de fazer), relatos (digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de
cada um desses gêneros” e (EF15LP08) “Utilizar software, inclusive programas de edição de texto,
para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis”.

SESSENTA E SETE 67
2 MUITAS LETRAS,

UNIDADE
TANTOS NOMES

VOCÊ SABE RECONHECER A PRIMEIRA LETRA DO SEU NOME?


VAMOS VER MAIS UMA VEZ O NOSSO ALFABETO!

68 SESSENTA E OITO

Objetivos de unidade
Nesta unidade, pretende-se desenvolver os seguintes objetivos:
 Ler e interpretar poemas
 Identificar um poema, e suas características
 Organizar letras e palavras em ordem alfabética.
 Reconhecer a função da ordem alfabética.
 Reconhecer a importância do espaço na escrita.
 Produzir um poema de uma estrofe, com a presença de rimas e aliterações.

68 SESSENTA E OITO
1.1. QUAIS
QUAIS LETRAS
LETRAS DODO ALFABETO
ALFABETO
ENTRAM
ENTRAM NONO SEU
SEU NOME?
NOME? PINTE
PINTE OS
QUADROS EM QUE ELAS
OS QUADROS EM QUE ELAS APARECEM.
APARECEM.
2. COMPARE AS LETRAS DO SEU NOME
2. QUE VOCÊ PINTOU
COMPARE AS LETRASCOM DOAS DE UM
SEU
COLEGA.
NOME QUE VOCÊ PINTOU COM AS
DE UMSÃO
• QUAIS COLEGA.
IGUAIS?
•• QUAIS
QUAIS SÃO
SÃO DIFERENTES?
IGUAIS?
••QUAIS LETRAS
QUAIS SÃO DIFERENTES?
NÃO ENTRAM NEM
• QUAIS LETRAS NEM
NO SEU NOME NÃO NO NOMENEM
ENTRAM DO
SEU COLEGA?
NO SEU NOME NEM NO NOME DO
SEU COLEGA?
SESSENTA E NOVE 69

Anotações:

SESSENTA E NOVE 69
C A PÍ TULO

5 TODAS AS LETRAS

PARA LER

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ VAI LER UM TEXTO CHAMADO “O BICHO ALFABETO”.


1. POR QUE SERÁ QUE O AUTOR DEU ESSE TÍTULO AO TEXTO?
2. OBSERVE O TEXTO NA PÁGINA DO LIVRO. QUE TIPO DE TEXTO VOCÊ
IMAGINA QUE SEJA?

BNCC
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe-
cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto,
o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá-
cio etc.), confirmando antecipações
e inferências realizadas antes e du-
rante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.

70 SETENTA

Pensando sobre a BNCC


Uma das maneiras pela qual um leitor escolhe o livro é pelo título. O nome do livro e
a capa são as primeiras informações avaliadas pelo leitor. Se interessar, ele procura outras
informações, como o autor, a resenha ou uma sinopse. Por isso, é necessário que os alunos
desde cedo aprendam este comportamento leitor, criando hipóteses sobre o assunto do livro,
a partir do título do livro.

70 SETENTA
O BICHO ALFABETO
PAULO LEMINSKI

O BICHO ALFABETO
TEM VINTE E TRÊS PATAS
OU QUASE

POR ONDE ELE PASSA


NASCEM PALAVRAS
E FRASES

COM FRASES
BNCC
SE FAZEM ASAS (EF15LP09) Expressar-se em situa-
PALAVRAS ções de intercâmbio oral com cla-
reza, preocupando-se em ser com-
O VENTO LEVE preendido pelo interlocutor e usando
a palavra com tom de voz audível,
boa articulação e ritmo adequado.
O BICHO ALFABETO
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
PASSA versificados, rimas, sonoridades, jo-
gos de palavras, palavras, expressões,
FICA O QUE NÃO SE ESCREVE comparações, relacionando-as com
sensações e associações.

JÓTAH

LEMINSKI, PAULO. MELHORES POEMAS DE PAULO LEMINSKI.


SÃO PAULO: GLOBAL, 2006. P. 181.

PAULO LEMINSKI (1944-1989) NASCEU EM CURITIBA, PARANÁ. EM 1968,


CASOU-SE COM A ESCRITORA ALICE RUIZ. ALÉM DE POETA, FOI REDATOR DE
PUBLICIDADE E COMPOSITOR. ENTRE SUAS OBRAS, DESTACAM-SE CATATAU,
CAPRICHOS E RELAXOS.

SETENTA E UM 71

Prática pedagógica
Aproveite que o texto está escrito em letra de forma maiúscula e organize a leitura em jogral,
mostrando que os textos versados possuem ritmo e rimas.

SETENTA E UM 71
1. O TEXTO QUE VOCÊ LEU É:

BNCC UM CONTO.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos versifica-
dos, rimas, sonoridades, jogos de palavras,
palavras, expressões, comparações, relacio-
nando-as com sensações e associações.
UM TEXTO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA.

X UM POEMA.

2. Professor, é possível que os alunos indi-


quem a disposição do texto em versos 2. EXPLIQUE A SEUS COLEGAS E AO PROFESSOR O QUE VOCÊ OBSERVOU
e estrofes. Explore com eles outras ca- PARA RESPONDER À QUESTÃO. Resposta pessoal.
racterísticas do poema, como a metá-
fora (“nascem palavras e frases”). Não
é necessário, nem recomendado, usar 3. VOCÊ JÁ SABE QUE CADA LINHA DO POEMA SE CHAMA VERSO, E QUE
o termo metáfora neste momento, OS VERSOS AGRUPADOS SÃO CHAMADOS DE ESTROFES. OBSERVE AS
mas é importante que eles percebam ESTROFES E OS VERSOS DO POEMA E RESPONDA:
esse recurso poético.
3. b. Professor, destaque que as estrofes A) QUANTAS ESTROFES TEM O POEMA?
têm número diferente de versos.
4. Professor, comente que o poema não O POEMA TEM QUATRO ESTROFES.
apresenta muitas rimas.
5. a. Aparece logo depois da reprodução B) QUANTOS VERSOS HÁ EM CADA ESTROFE?
do texto, nas referências bibliográfi-
cas. Se houver necessidade, volte a A PRIMEIRA, A SEGUNDA E A QUARTA ESTROFES TÊM TRÊS VERSOS;
explicar que esse é o nome que se dá
às informações em que se localizam A TERCEIRA TEM QUATRO.
o autor, o título da obra, a cidade em
que se encontra a editora que a pu-
blicou, bem como seu nome, o ano
de publicação da obra e o número da
página em que o texto citado está. 4. QUE PALAVRAS DA TERCEIRA E DA QUARTA ESTROFES RIMAM?
c. Professor, observe se os alunos lo-
calizam essas informações no fim do LEVE E ESCREVE.
poema e, se apresentarem dificulda-
des, auxilie-os a encontrá-las.
Espera-se que os alunos reconheçam 5. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
que essas informações são importan-
tes para que o leitor possa, se quiser, A) ONDE APARECE O NOME DO LIVRO DO QUAL O POEMA FOI
encontrar esse livro em bibliotecas, se- REPRODUZIDO?
bos, livrarias etc. Além disso, trazem
informações sobre a esfera de produ-
ção e circulação da obra (suporte em B) SE VOCÊ QUISER LER O POEMA NO LIVRO ONDE ELE FOI PUBLICADO,
que foi publicado o texto, nome da EM QUE PÁGINA DEVE PROCURÁ-LO? COMO VOCÊ SOUBE DISSO?
editora, ano, edição, endereço do site NA PÁGINA 181, CONFORME CONSTA NAS REFERÊNCIAS.
em que está, data de acesso etc.).
C) ESSAS INFORMAÇÕES SOBRE O LIVRO DO QUAL O POEMA FOI COPIADO
SÃO IMPORTANTES PARA O LEITOR? POR QUÊ?

72 SETENTA E DOIS

Anotações:

72 SETENTA E DOIS
6. NO POEMA AFIRMA-SE QUE O BICHO ALFABETO TEM 23 PATAS. A QUE
ANIMAL O BICHO ALFABETO ESTÁ SENDO COMPARADO?
A UMA CENTOPEIA.

7. NA PÁGINA DO POEMA, HÁ ALGUMA PISTA SOBRE ESSE ANIMAL? QUAL?


8. Professor, leia o boxe Fique sa-
A ILUSTRAÇÃO DO POEMA. bendo com os alunos e comente
que o autor escreveu esse poema
antes da incorporação das letras
8. O QUE SERIAM AS 23 PATAS DO BICHO ALFABETO?
k, y e w ao alfabeto, por isso o
AS LETRAS DO ALFABETO. poema só se refere a 23 letras.
9. Professor, se necessário, aju-
de os alunos a perceber que o
9. TROQUE IDEIAS COM SEUS COLEGAS: O QUE SIGNIFICAM OS VERSOS poema faz alusão ao processo
DA SEGUNDA ESTROFE: “POR ONDE ELE PASSA / NASCEM PALAVRAS / de combinação de letras para a
E FRASES”? RESPOSTA PESSOAL. formação de palavras e de com-
posição de frases.

FIQUE SABENDO
ATUALMENTE, O ALFABETO DA LÍNGUA PORTUGUESA TEM 26 LETRAS, BNCC

MAS JÁ HOUVE ÉPOCA EM QUE ELE TINHA APENAS 23 LETRAS, POIS Atividades 6 a 8:
(EF15LP03) Localizar informações
AS LETRAS K, W, Y NÃO FAZIAM PARTE DELE. FOI EM 2009 QUE ELAS
explícitas em textos.
ENTRARAM OFICIALMENTE PARA A LISTA DE LETRAS DE NOSSO ALFABETO. Atividade 9:
POR ISSO, POUCAS PALAVRAS DA LÍNGUA PORTUGUESA USAM ESTAS (EF15LP09) Expressar-se em situa-
LETRAS. EM GERAL, ELAS APARECEM EM NOMES DE PESSOAS, UNIDADES ções de intercâmbio oral com clareza,
DE MEDIDAS E PALAVRAS ESTRANGEIRAS COMO WEB, KIWI, PLAY. preocupando-se em ser compreendido
pelo interlocutor e usando a palavra
com tom de voz audível, boa articula-
ção e ritmo adequado.
Você pensa que uma centopeia tem cem pés? (EF15LP02) Estabelecer expectativas
NÃO, NÃO TEM. EMBORA O NOME CENTOPEIA SIGNIFIQUE em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-
LITERALMENTE “CEM PÉS”, AS CENTOPEIAS POSSUEM ENTRE dos, da forma e da função social do
28 E 354 PERNAS, DEPENDENDO DA ESPÉCIE (EXISTEM texto), apoiando-se em seus conhe-
APROXIMADAMENTE 280). ELAS SE MOVIMENTAM cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto,
RAPIDAMENTE, SENDO A CENTOPEIA COMUM, QUE o gênero, o suporte e o universo te-
ENCONTRAMOS EM CASA, A MAIS RÁPIDA. ESTA, PORÉM, mático, bem como sobre saliências
TEM APENAS QUINZE PARES DE PERNAS. textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá-
cio etc.), confirmando antecipações e
VOCÊ PENSA QUE UMA CENTOPEIA TEM CEM PÉS? DISPONÍVEL EM: <HTTP://DUVIDACRUEL.UOL. inferências realizadas antes e durante
COM.BR/SANTA-INUTILIDADE/VOCE-PENSA-QUE-UMA-CENTOPEIA-TEM-CEM-PES.HTML>.
a leitura de textos, checando a ade-
ACESSO EM: 1 SET. 2017.
quação das hipóteses realizadas.

SETENTA E TRÊS 73

Pensando sobre a BNCC


Uma das unidades temáticas da BNCC é o eixo da educação literária. Por meio dela, são
propostas práticas de leitura e reflexão para apreciar textos literários orais. Dentre os objetos de
conhecimento, destacamos para esta atividade os elementos constitutivos do discurso poético
em versos: estratos fônicos e semântico, que podem ser trabalhados através da identificação dos
recursos rítmicos e sonoros, além do efeito de sentido de metáforas.

SETENTA E TRÊS 73
NOSSA LÍNGUA

AS LETRAS QUE FORMAM O ALFABETO REPRESENTAM OS SONS DA FALA.


COMBINANDO ESSAS LETRAS, PODEMOS ESCREVER TUDO O QUE
PENSAMOS E FALAMOS: NOMES DE PESSOAS, DE ANIMAIS, DE OBJETOS,
DE LUGARES ETC. PODEMOS ESCREVER LISTAS DE COMPRAS; MARCAR
PRODUTOS NAS PRATELEIRAS; ENVIAR CARTAS, BILHETES, RECADOS;
ESCREVER PIADAS, POEMAS, CONTOS ETC.
O ALFABETO TEM UMA ORDEM OU SEQUÊNCIA, CHAMADA DE ORDEM
ALFABÉTICA.
OBSERVE NOVAMENTE O ALFABETO, ESCRITO EM LETRAS DE IMPRENSA
MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS.

Aa Bb Cc Dd
BNCC
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
textos curtos nas formas imprensa
Ee Ff Gg Hh
e cursiva.

Ii Jj Kk Ll

Mm Nn Oo Pp

Qq Rr Ss Tt

Uu Vv Ww Xx

Yy Zz
74 SETENTA E QUATRO

Anotações:

74 SETENTA E QUATRO
AS LETRAS DESTACADAS – A, E, I, O, U / a, e, i, o, u – SÃO VOGAIS. AS
OUTRAS SÃO CONSOANTES.
NOSSO ALFABETO TEM 5 VOGAIS E 21 CONSOANTES.
COMBINANDO CONSOANTES COM VOGAIS, NÓS FORMAMOS PALAVRAS.
VEJA EXEMPLOS DE NOMES DE PESSOAS, DE OBJETOS E DE FRUTAS:

LARANJA RÉGUA EDUARDO


laranja régua Eduardo

AKEO CARLOS
Akeo Carlos

PARAFUSO BANANA YURI


parafuso banana Yuri

MILENA CANETA
Milena caneta

WILSON ABACAXI MARIA LÚCIA


Wilson abacaxi Maria Lúcia

CAQUI
BERENICE
caqui
Berenice

KYOKO TELEFONE
Kyoko telefone

SETENTA E CINCO 75

SETENTA E CINCO 75
NOSSA LÍNGUA

Professor, trabalhe explorando um 1. VAMOS FAZER UMA LISTA DOS NOMES DOS COLEGAS EM ORDEM
alfabeto afixado na classe. Comece ALFABÉTICA?
listando os nomes começados com a
primeira letra do alfabeto. Deixe que
os alunos os indiquem, ainda que fora
de ordem. Então, dentro desse peque-
no conjunto registrado no quadro de
giz, proponha que analisem qual
nome deve ser escrito primeiro, ob-
servando que todos começam com a
mesma letra e, portanto, deverão ob-
servar a segunda letra, a terceira etc.

BNCC
Atividade 1: 2. ANALISE OS NOMES DE SEUS COLEGAS.
(EF15LP01) Identificar a função A) ALGUM DELES TEM AS LETRAS K, W OU Y? QUAL?
social de textos que circulam em
campos da vida social dos quais Resposta pessoal.
participa cotidianamente (a casa,
a rua, a comunidade, a escola) e nas
mídias impressa, de massa e digital,
reconhecendo para que foram pro-
duzidos, onde circulam, quem os B) ESCOLHA CINCO NOMES DA LISTA DE SEUS COLEGAS DE CLASSE E
produziu e a quem se destinam.
ESCREVA O NOME DELES EM LETRAS MINÚSCULAS, MAS NÃO SE
ESQUEÇA DE QUE A PRIMEIRA LETRA DEVE SER MAIÚSCULA.
Resposta pessoal.

Professor, se necessário, faça a es-


C) ESCREVA O NOME DE SUA CIDADE EM LETRAS MINÚSCULAS. OBSERVE
crita coletiva do nome da cidade no
quadro de giz, em letra maiúscula, e QUAL OU QUAIS LETRAS DESSE NOME DEVEM SER MAIÚSCULAS.
deixe que os alunos o transcrevam no
livro em letra minúscula.
Resposta pessoal.

76 SETENTA E SEIS

Anotações:

76 SETENTA E SEIS
3. MARQUE OS OBJETOS NOS QUAIS NOMES DE PESSOAS APARECEM EM
ORDEM ALFABÉTICA. ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

PROFESSORA:
THIAGO OLIVER

MASPI
Escola COLIBRI

TURMA: MÊS: ANO:

NO NOME 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Professor, ajude os alunos a analisar a


função da ordem alfabética: facilitar a lo-
calização de um nome. Mostre também
que, em alguns casos, a ordem alfabética
não ajuda, como na lista de compras do
supermercado. Nesse caso, o melhor é
agrupar produtos pela sua função, e não
X X pelo nome.
THIAGO OLIVER

THIAGO OLIVER

Atividades 3 e 4:
(EF02LP03) Ler e escrever palavras com
correspondências regulares diretas entre
letras e fonemas (f, v, t, d, p, b) e corres-
pondências regulares contextuais (c e q; e
e o, em posição átona em final de palavra).
(EF12LP04) Ler e compreender, em cola-
boração com os colegas e com a ajuda do
professor ou já com certa autonomia, lis-
tas, agendas, calendários, avisos, convites,
receitas, instruções de montagem (digitais
ou impressos), dentre outros gêneros do
campo da vida cotidiana, considerando a
situação comunicativa e o tema/assunto do
texto e relacionando sua forma de organi-
zação à sua finalidade.
4. RELEIA O POEMA “O BICHO ALFABETO” E RESPONDA.
A) QUANTAS PALAVRAS HÁ NO TERCEIRO VERSO DO POEMA?
2 PALAVRAS.

B) QUANTAS PALAVRAS HÁ NO ÚLTIMO VERSO?


6 PALAVRAS.

SETENTA E SETE 77

Prática pedagógica
No início da alfabetização, algumas crianças podem apresentar dificuldade em diferenciar o conceito de letra, sílaba e pa-
lavra. Por isso, é bom lembrar que a aquisição do sistema de escrita alfabética é processual, ou seja, as crianças vão avançando
de forma gradativa. Os alunos vão aprender à medida em que forem expostos a situações de aprendizagem com contexto,
tais como: análise de palavras de uma lista (qual a maior, a menor, quantas letras tem, quantas palavras foram usadas para
escrever “pé-de-moleque”, por exemplo), em textos versificados (quais palavras rimam, qual sílaba se repete em cada rima,
quantas palavras formam o primeiro verso), na escrita de textos (como faço para escrever a palavra “melancia” se ela não cabe
inteira na linha?).

SETENTA E SETE 77
5. RELEIA OS TRECHOS DO POEMA E ESCREVA-OS COLOCANDO ESPAÇO ENTRE
AS PALAVRAS:
A) OBICHOALFABETOTEMVINTEETRÊSPATAS
O BICHO ALFABETO TEM VINTE E TRÊS PATAS.
BNCC
Atividades 5 e 6:
(EF02LP08) Segmentar corretamen-
B) PORONDEELEPASSANASCEMPALAVRASEFRASES
te as palavras ao escrever frases e
textos. POR ONDE ELE PASSA NASCEM PALAVRAS E FRASES.

6. FORME NOVAS PALAVRAS:


A) RETIRE A LETRA H DA PALAVRA BICHO: BICO

B) RETIRE A LETRA R DA PALAVRA FRASE: FASE

C) RETIRE A LETRA R DA PALAVRA RÉGUA: ÉGUA

D) RETIRE A LETRA C DA PALAVRA CAQUI: AQUI

E) RETIRE A LETRA R DA PALAVRA CARLOS: CALOS

Professor, oriente os alunos a con- 7. LIGUE A PARTE DO TEXTO EM LETRA MAIÚSCULA AO MESMO TEXTO EM
sultar o alfabeto em caso de dúvida LETRA MINÚSCULA:
sobre alguma letra ou proponha que
recorram a conhecimentos já conso-
lidados sobre as letras minúsculas. O BICHO ALFABETO tem vinte e três patas

FICA O QUE NÃO SE ESCREVE o bicho alfabeto

TEM VINTE E TRÊS PATAS nascem palavras e frases

NASCEM PALAVRAS E FRASES fica o que não se escreve

78 SETENTA E OITO

Anotações:

78 SETENTA E OITO
DESAFIOS
1. QUE BICHO É ESSE? OBSERVE A COR DE CADA LINHA. SIGA AS
TRILHAS E PREENCHA OS QUADRINHOS COM A LETRA INICIAL DO
NOME DE CADA DESENHO. QUANDO TERMINAR, LEIA A PALAVRA
QUE VOCÊ FORMOU.

B A L E I A
BNCC
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
ILUSTRAÇÕES: DAWIDSON FRANÇA

ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

2. AGORA QUE VOCÊ DESCOBRIU O NOME DO BICHO, LIGUE OS PONTOS


EM ORDEM ALFABÉTICA.

SETENTA E NOVE 79

Prática pedagógica
O reconhecimento da letra inicial das palavras é parte do processo de conscientização sono-
ra da palavra. Por isso, o professor pode promover no dia a dia da sala de aula, atividades que
valorizem esta reflexão. Começando inicialmente pelos nomes próprios e, depois, comparando
palavras que comecem com sons parecidos.

SETENTA E NOVE 79
PARA LER

Professor, o poema é um gênero


VOCÊ VAI LER UM POEMA DO POETA MINEIRO BARTOLOMEU CAMPOS
propício para a leitura oral. Leia-o uma DE QUEIRÓS. OBSERVE COMO ELE BRINCA COM AS PALAVRAS DO POEMA.
primeira vez, como um parâmetro para
os alunos, solicitando que observem a
sua entonação. Em seguida, proponha
uma leitura oral coletiva. Por fim, con- JOANINHA
vide leitores individuais voluntários a BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS
lerem o poema.
O BOI BOICOTA.

DAWIDSON FRANÇA
A VACA AVACALHA.
A ARANHA* ARRANHA.
*

A PULGA PULA.
O GRILO GRITA.
BNCC
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
A FOCA FOFOCA.
versificados, rimas, sonoridades, jo- A GIRAFA GIRA.
gos de palavras, palavras, expressões,
comparações, relacionando-as com E A GALINHA PREGA
sensações e associações.
(EF12LP18) Apreciar poemas e ou-
E ALINHA,
tros textos versificados, observando COM AGULHA E LINHA,
rimas, sonoridades, jogos de palavras,
reconhecendo seu pertencimento ao AS BOLINHAS DA JOANINHA.
mundo imaginário e sua dimensão de
encantamento, jogo e fruição.
(EF02LP26) Ler e compreender, com
certa autonomia, textos literários, de
gêneros variados, desenvolvendo o
gosto pela leitura.

QUEIRÓS, BARTOLOMEU CAMPOS DE. DE BICHOS E NÃO SÓ. SÃO PAULO: GLOBAL, 2016. P. 14.

BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS NASCEU EM 1944, NA CIDADE DE PARÁ


DE MINAS (MG), E MORREU EM 2012, EM BELO HORIZONTE (MG). FOI AUTOR DE
POEMAS E HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS E JOVENS, TENDO PUBLICADO MAIS DE
40 LIVROS. FOI TAMBÉM EDUCADOR E CRÍTICO DE ARTE, UM ATIVISTA A FAVOR
DA LEITURA E DA LITERATURA.

80 OITENTA

Pensando sobre a BNCC


De acordo com o desenvolvimento das habilidades destacadas na BNCC, cabe ao professor
a tarefa de enriquecer as práticas pedagógicas através da ampliação do repertório do aluno em
relação aos mais variados gêneros linguísticos, por isso, explore, não apenas o texto em destaque
(Joaninha), como também a bibliografia do autor. Lembre-se de sempre pensar no contexto de
produção dos textos (quem produziu, com que objetivo, como foi escrito e onde poderia circular).

80 OITENTA
1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
A) O POEMA QUE VOCÊ LEU PARECE SER DIVERTIDO, TRISTE OU MISTERIOSO?
a. Professor, espera-se que os alu-
B) QUE CARACTERÍSTICA DO POEMA FAZ VOCÊ PENSAR ASSIM? nos reconheçam um traço diver-
tido, cômico, no poema.
2. NO POEMA: b. Professor, espera-se que os alunos
identifiquem as brincadeiras com
as palavras, revelando ações ima-
A) PINTE DE AMARELO O TÍTULO E AS OUTRAS PALAVRAS QUE RIMAM
ginárias e engraçadas dos animais.
COM ELE.
B) PINTE DE VERDE A PALAVRA ARANHA E A OUTRA QUE RIMA COM ELA.

3. NESTE POEMA, AS RIMAS APARECEM:


3. Professor, ajude os alunos a per-
ceber que, em alguns versos, duas
EM VERSOS DIFERENTES. palavras rimam entre si, e não
com palavras de outros versos.
Mostre a eles esse recurso usado
NO MESMO VERSO. pelo autor.
4. Professor, a repetição de sons
no início da palavra chama-se
X EM VERSOS DIFERENTES E NO MESMO VERSO. aliteração. Não é necessário o
uso do termo com os alunos, mas
é importante que eles reconhe-
4. NESTE POEMA, O AUTOR USA TAMBÉM O RECURSO DE REPETIR SONS NO çam esse recurso como forma
INÍCIO DA PALAVRA. COPIE OS VERSOS EM QUE ISSO ACONTECE E GRIFE de “brincar” com a língua em
poemas.
A PARTE QUE SE REPETE.
O BOI BOICOTA.

A VACA AVACALHA.

A PULGA PULA.
BNCC
O GRILO GRITA. Atividades 1 a 4:
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
A FOCA FOFOCA. versificados, rimas, sonoridades, jo-
gos de palavras, palavras, expressões,
A GIRAFA GIRA. comparações, relacionando-as com
sensações e associações.
(EF12LP07) Identificar e (re)produzir,
em cantiga, quadras, quadrinhas, par-
lendas, trava-línguas e canções, rimas,
5. AGORA, RELEIA O POEMA E ENCONTRE OS NOMES DOS ANIMAIS aliterações, assonâncias, o ritmo de
fala relacionado ao ritmo e à melodia
DENTRO DAS PALAVRAS QUE DESCREVEM AÇÕES QUE O AUTOR das músicas e seus efeitos de sentido.
AFIRMA QUE ELES FAZEM. NO POEMA, CONTORNE O NOME DO
ANIMAL DENTRO DESSA PALAVRA.

OITENTA E UM 81

Anotações:

OITENTA E UM 81
PARA BRINCAR

O ESCRITOR CLAUDIO FRAGATA


BNCC CRIOU UM POEMA NO SEU LIVRO
(EF15LP17) Apreciar poemas visuais ALFABETO ESCALAFOBÉTICO EM QUE
e concretos, observando efeitos de FAZ UMA BRINCADEIRA COM A LETRA
sentido criados pelo formato do texto
na página, distribuição e diagramação
“E”. VAMOS VER COMO FOI QUE ELE
das letras, pelas ilustrações e por ou- BRINCOU COM ESSA LETRA?
tros efeitos visuais.
(EF12LP18) Apreciar poemas e ou-
tros textos versificados, observando
rimas, sonoridades, jogos de palavras,
reconhecendo seu pertencimento ao
mundo imaginário e sua dimensão de
encantamento, jogo e fruição.
FRAGATA, CLAUDIO. ALFABETO ESCALAFOBÉTICO.
(EF02LP29) Observar, em poemas vi- SÃO PAULO: JUJUBA, 2012, P. 12.
suais, o formato do texto na página,
as ilustrações e outros efeitos visuais.
1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E PROFESSOR.
Atividade 1:
(EF15LP09) Expressar-se em situações A) QUAL BRINCADEIRA O ESCRITOR FAZ COM O FORMATO DA LETRA “E”?
de intercâmbio oral com clareza, preo- ELE TRANSFORMA O RISCO CENTRAL DA LETRA “E” NA TROMBA DO ELEFANTE.
cupando-se em ser compreendido B) QUAIS PALAVRAS APARECEM EM LETRAS MAIORES?
pelo interlocutor e usando a palavra ELE E GIGANTE.
com tom de voz audível, boa articula- C) VOCÊ CONHECIA ESSE POEMA?
ção e ritmo adequado. RESPOSTA PESSOAL.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
versificados, rimas, sonoridades, jo-
gos de palavras, palavras, expressões,
comparações, relacionando-as com DESAFIOS
sensações e associações.
NO LIVRO ALFABETO ESCALAFOBÉTICO, O ESCRITOR CLAUDIO
FRAGATA BRINCOU COM O FORMATO DAS LETRAS PARA PRODUZIR
POEMAS VISUAIS.
QUE TAL VOCÊ PRODUZIR UM DESENHO MUITO LEGAL, BRINCANDO
COM A LETRA DO SEU NOME E ALGUMA PALAVRA QUE VOCÊ CONHEÇA
E POSSA SER FORMADA COM ELA.
PARA ISSO, USEM UMA FOLHA DE SULFITE E CAPRICHE. DEPOIS,
TROQUE SUA FOLHA COM UM COLEGA PARA QUE ELE POSSA
APRECIAR SEU DESENHO E APRECIE O DELES TAMBÉM.
COMBINE COM O PROFESSOR PARA EXPOR SEU DESENHO E DE
SEUS COLEGAS NO MURAL DA SALA DE AULA.

82 OITENTA E DOIS

Prática pedagógica
Caso haja um projetor ou uma sala multimídia disponível na escola, projete o poema visual
para realizar as atividades propostas, ensinando os alunos como voltar ao texto para buscar
informações específicas.

82 OITENTA E DOIS
PRODUÇÃO DE TEXTO
BNCC
QUE TAL VOCÊ E MAIS UM AMIGO BRINCAREM COM ALGUMAS (EF02LP02) Segmentar palavras em
sílabas e remover e substituir sílabas
PALAVRAS? NESTA ATIVIDADE, VAMOS CRIAR UM POEMA DE UMA ESTROFE,
iniciais, mediais ou finais para criar
NO QUAL BRINCAREMOS COM AS LETRAS DO ALFABETO. novas palavras.
(EF15LP15) Reconhecer que os tex-
tos literários fazem parte do mundo
PLANEJAMENTO do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento,
1. OBSERVE A LISTA DE PALAVRAS A SEGUIR. ELAS SÃO PARES QUE SE valorizando-os, em sua diversidade
FORMAM PELA RETIRADA, ACRÉSCIMO OU TROCA DE UMA LETRA: cultural, como patrimônio artístico
da humanidade.
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda
do professor, o texto que será pro-
duzido, considerando a situação co-
TELHA – TELA
municativa, os interlocutores (quem
escreve/para quem escreve); a fina-
PELO – BELO
lidade ou o propósito (escrever para
BOLHA – BOLA quê); a circulação (onde o texto vai
circular); o suporte (qual é o porta-
FOME – COME – SOME – TOME dor do texto); a linguagem, organi-
zação e forma do texto e seu tema,
MARTELO – MARCELO – MARMELO pesquisando em meios impressos
ou digitais, sempre que for preciso,
MARTA – CARTA – PARTA informações necessárias à produção
do texto, organizando em tópicos os
HORTA – CORTA – TORTA – PORTA dados e as fontes pesquisadas.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
LAMA – DAMA – MAMA – AMA versificados, rimas, sonoridades, jo-
gos de palavras, palavras, expressões,
comparações, relacionando-as com
sensações e associações.

SE QUISER, VOCÊ E SEU COLEGA DE DUPLA PODEM USAR OUTRAS


PALAVRAS, DESDE QUE POSSAM TROCAR, RETIRAR, ACRESCENTAR
APENAS UMA LETRA, FAZENDO SENTIDO NO POEMA.

2. PENSEM EM SITUAÇÕES QUE POSSAM SER INTERESSANTES (BONITA, Professor, se necessário, apresente
ENGRAÇADA, COMOVENTE ETC.) PARA UMA ESTROFE DE POEMA. um exemplo para os alunos:
QUERIA BRINCAR DE BOLA,

DESENVOLVIMENTO NÃO TINHA NENHUMA À MÃO.


PEGUEI ÁGUA, SABÃO
• REGISTRE COM SEU COLEGA A ESTROFE, COLOCANDO NELA AS E TALO DE MAMÃO.
PALAVRAS ESCOLHIDAS. PROCUREM FAZER RIMAS OU USAR SONS SOPREI BEM DE LEVINHO,
INICIAIS SEMELHANTES. FIZ BOLINHA DE SABÃO.

OITENTA E TRÊS 83

Pensando sobre a BNCC


Anteriormente, considerava-se a produção de texto uma tarefa complexa para crianças na fase
inicial da alfabetização. Hoje já se sabe que embora seja uma tarefa complexa, as crianças pequenas,
mesmo sem saber escrever convencionalmente são capazes de escrever, afinal, a escrita é algo que
se aprende fazendo. Portanto, situações em que possam praticar a escrita, revisá-las, reescrevê-la e
adequar ao contexto de produção, devem fazer parte do cotidiano do 2o ano.

OITENTA E TRÊS 83
REVISÃO
1. OBSERVEM SE AS PALAVRAS QUE VOCÊ E SEU COLEGA ESCOLHERAM
MOSTRAM COMO É POSSÍVEL “BRINCAR” COM A LÍNGUA PORTUGUESA.
2. AVALIEM SE O POEMA ESTÁ INTERESSANTE, ORIGINAL OU ENGRAÇADO.
3. VEJAM SE HÁ RIMAS OU SONS INICIAIS SEMELHANTES.
4. OBSERVEM SE OS VERSOS TÊM TAMANHOS EQUILIBRADOS.
5. REVISEM A ESCRITA DAS PALAVRAS.
6. FAÇAM AS ALTERAÇÕES NECESSÁRIAS.

DIVULGAÇÃO
Professor, organize o varal de poe- • TRANSCREVAM A NOVA ESTROFE PARA
mas com os alunos. Vocês podem
separá-los por diferentes categorias UMA FOLHA, COM LETRA LEGÍVEL E
(temas, estilos etc.). DE BOM TAMANHO PARA O LEITOR
ENXERGAR DE LONGE. SEU PROFESSOR
VAI FAZER UM VARAL DE POEMAS COM
AS ESTROFES DE CADA DUPLA.

BNCC
(EF15LP07) Editar a versão final do
SUGESTÕES DE LEITURA
texto, em colaboração com os colegas
FRAGATA, CLAUDIO. ALFABETO ESCALAFOBÉTICO.

DIVULGAÇÃO
e com a ajuda do professor, ilustrando,
quando for o caso, em suporte ade- SÃO PAULO: JUJUBA, 2014.
quado, manual ou digital.
VOCÊ NOTOU QUE, PARA ESCREVER QUALQUER
Sugestão de leitura:
PALAVRA, PRECISAMOS DAS LETRAS, UMA DEPOIS
(EF15LP15) Reconhecer que os tex- DA OUTRA? QUANDO AS LETRAS SE JUNTAM,
tos literários fazem parte do mundo
do imaginário e apresentam uma FORMAM PALAVRAS CURTAS, COMPRIDAS, DIFÍCEIS,
dimensão lúdica, de encantamento, FÁCEIS, ENGRAÇADAS, TRISTES... ESTE LIVRO VAI
valorizando-os, em sua diversidade MOSTRAR EXATAMENTE ISSO A VOCÊ!
cultural, como patrimônio artístico
da humanidade.
DIVULGAÇÃO

JOSÉ, ELIAS. O JOGO DAS PALAVRAS MÁGICAS.


8. ED. SÃO PAULO: PAULINAS, 2008.
ELIAS JOSÉ, ASSIM COMO PAULO LEMINSKI,
BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS E OUTROS
POETAS, TAMBÉM BRINCA COM AS PALAVRAS,
REVELANDO SONORIDADES, RITMO, MAGIA!

84 OITENTA E QUATRO

Anotações:

84 OITENTA E QUATRO
C A PÍ TULO

6 DE PALAVRA EM PALAVRA
BNCC
(EF15LP09) Expressar-se em situações de
intercâmbio oral com clareza, preocupan-
do-se em ser compreendido pelo interlo-
cutor e usando a palavra com tom de voz
audível, boa articulação e ritmo adequado.

PARA LER (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas


de professores e colegas, formulando per-
guntas pertinentes ao tema e solicitando
esclarecimentos sempre que necessário.
HÁ PALAVRAS PARA TUDO. QUANDO COMBINADAS, ALGUMAS (EF15LP02) Estabelecer expectativas em re-
PALAVRAS FICAM ATÉ ENGRAÇADAS! OPA! RIMOU! lação ao texto que vai ler (pressuposições
antecipadoras dos sentidos, da forma e da
NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI LER UMA LETRA DE CANÇÃO CHAMADA função social do texto), apoiando-se em
“PÉ COM PÉ”. ANTES, CONTE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR: seus conhecimentos prévios sobre as con-
dições de produção e recepção desse texto,
1. VOCÊ CONHECE LETRAS DE CANÇÕES? o gênero, o suporte e o universo temático,
bem como sobre saliências textuais, recur-
2. VOCÊ FAZ IDEIA DO QUE TRATA A LETRA DE CANÇÃO QUE VOCÊ sos gráficos, imagens, dados da própria
obra (índice, prefácio etc.), confirmando
VAI LER? antecipações e inferências realizadas antes
e durante a leitura de textos, checando a
3. JÁ OUVIU ESSA CANÇÃO DO GRUPO PALAVRA CANTADA? adequação das hipóteses realizadas.
LEIA-A E VEJA O QUE ELA APRONTA COM A PALAVRA PÉ! (EF02LP15) Cantar cantigas e canções,
obedecendo ao ritmo e à melodia.

PÉ COM PÉ
PALAVRA CANTADA
Professor, explique aos alunos que letra de can-
Acordei com o pé esquerdo ção é o nome dado à parte escrita em palavras
em uma música. É a parte que é cantada por
Calcei meu pé de pato alguém. A parte tocada pelos instrumentos é
Chutei o pé da cama escrita em notas musicais e chama-se melodia.

Botei o pé na estrada
Deu um pé de vento
Caiu um pé-d’água
JÓTAH

Professor, apresentamos a letra da


Enfiei o pé na lama canção em letras minúsculas, pois ela
traz muitas palavras repetidas e facilita
a transição da leitura da letra maiúscula
Perdi o pé de apoio para a da letra minúscula. Faça uma pri-
Agarrei num pé de planta meira leitura oral para os alunos e peça-
-lhes que acompanhem em seus livros,
Despenquei com pé descalço silenciosamente. Depois, proponha uma
Tomei pé da situação leitura coletiva. Se necessário, transcreva
o texto no quadro de giz. Caso os alunos
tenham dificuldades com alguma pala-
vra, transcreva-a no quadro de giz em
OITENTA E CINCO 85 letras maiúsculas, propondo a eles que
ditem as letras para você.

Prática pedagógica
Comente com as crianças que o grupo Palavra Cantada foi formado em 1994 e é composto por Paulo Tatit e Sandra Pe-
res. São especialistas na composição de músicas infantis e conquistaram gerações e mais gerações de crianças. Pergunte se
conhecem alguma canção da dupla. Incentive-os a buscarem mais informações sobre eles indo até a Sala de Informática da
escola. Vale descobrir novas músicas, vídeos ou informações sobre a história da dupla. Se tiver aula de música na escola, peça
ao professor que cante outras canções com a classe, analisando a letra. O professor pode ampliar a atividade, trazendo um
pedação da canção desordenada para os alunos arrumarem.

OITENTA E CINCO 85
Tava tudo em pé de guerra
Tudo em pé de guerra

Pé com pé, pé com pé, pé com pé,


Pé contra pé

Não me leve ao pé da letra


Essa história não tem pé nem
Cabeça

Vou dar no pé / Pé-quente

JÓTAH
Pé ante pé / Pé-rapado
BNCC Samba no pé / Pé na roda
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
versificados, rimas, sonoridades, jo- Não dá mais pé / Pé chato
gos de palavras, palavras, expressões, Pegar no pé / Pé de anjo
comparações, relacionando-as com
sensações e associações. Beijar o pé / Pé de meia
Meter o pé / Pé de moleque
Passar o pé / Pé de pato
Ponta de pé / Pé de chinelo
Bicho de pé / Pé de gente
Fincar o pé / Pé de guerra
De orelha em pé / Pé-atrás
Pé contra pé / Pé fora
A pé / Pé-frio
Rodapé / Pé

PERES, Sandra; TATIT, Paulo. Pé com pé. Palavra cantada.


Disponível em: <http://palavracantada.com.br/cifra/pe-com-pe/>. Acesso em: 8 jul. 2017.
Professor, acesse um buscador de
sua preferência, localize o clipe do
grupo musical, assista-o e cante Palavra Cantada
com os alunos, seguindo a letra
da canção.
O grupo Palavra Cantada existe desde 1994, quando os músicos Sandra Peres e
Paulo Tatit propuseram criar novas canções para crianças brasileiras. Além de CDs e
DVDs, o grupo faz shows e alegra crianças do Brasil e de outros países. O trabalho
mais recente do grupo foi um DVD de cantigas de roda, que procura mostrar o rico
repertório da cultura musical tradicional do Brasil.
Para saber mais sobre o grupo, visite o site <http://palavracantada.com.br/>
(acesso em: 24 jul. 2017).

86 OITENTA E SEIS

Anotações:

86 OITENTA E SEIS
1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
A) A LETRA DA CANÇÃO BRINCA COM UMA PALAVRA. QUE PALAVRA
É ESSA? A PALAVRA PÉ.
B) DE QUE MANEIRA A LETRA DA CANÇÃO BRINCA COM ESSA PALAVRA?
USANDO EXPRESSÕES EM QUE ESSA PALAVRA APARECE.
2. VEJA ALGUMAS EXPRESSÕES COM A PALAVRA PÉ. MARQUE AS QUE Professor, caso os alunos não conhe-
çam alguma das expressões, apresen-
VOCÊ CONHECE E DEPOIS EXPLIQUE AOS SEUS COLEGAS O QUE ELAS
te exemplos de uso contextualizado
QUEREM DIZER: Resposta pessoal. para que eles possam atribuir senti-
dos pelo contexto. Exemplos: “Mar-
DE ORELHA EM PÉ PÉ DE MOLEQUE quinhos estava de orelha em pé
na conversa dos colegas”; “Amanhã
eu entro em férias e já vou colocar o
PÉ NA ESTRADA PÉ-QUENTE pé na estrada”; “Ontem caiu um
pé-d’água e fiquei todo molhado”;
“Comi um pé de moleque na festa
PÉ-D’ÁGUA da escola”; “João é pé-quente, já
ganhou duas vezes na loteria”.

3. LEIA ALGUMAS FRASES COM EXPRESSÕES USADAS NA CANÇÃO. DEPOIS,


REESCREVA-AS TROCANDO CADA EXPRESSÃO DESTACADA PELA PALAVRA
OU EXPRESSÃO ADEQUADA.
A) MARCELO SAIU DO QUARTO PÉ ANTE PÉ.
BNCC
Atividades 1 a 3:

ILUSTRAÇÕES: DAWIDSON FRANÇA


APRESSADO (EF02LP15) Cantar cantigas e canções,
obedecendo ao ritmo e à melodia.
ESBARRANDO EM TUDO
SEM FAZER BARULHO

MARCELO SAIU DO QUARTO SEM FAZER BARULHO.

B) AS CRIANÇAS VOLTAM DA ESCOLA A PÉ.

CAMINHANDO
DE CARRO
DE ÔNIBUS

AS CRIANÇAS VOLTAM DA ESCOLA CAMINHANDO.

OITENTA E SETE 87

Pensando sobre a BNCC


É fundamental que os alunos sejam expostos a diferentes gêneros textuais para que sejam
capazes de avaliar e reconhecer suas características quanto a forma, conteúdo e função. Dessa
maneira, eles podem ampliar a capacidade que devem desenvolver em relação à interpretação
do conteúdo.

OITENTA E SETE 87
C) CUIDADO! JOSÉ ACORDOU COM O PÉ ESQUERDO.

ESTÁ ALEGRE
ESTÁ MAL-HUMORADO
ESTÁ TRISTE

CUIDADO! JOSÉ ESTÁ MAL-HUMORADO.


Espera-se que os alunos percebam
a semelhança entre letras de canção
e poemas, quadrinhas e outros gê- 4. A LETRA DE CANÇÃO TEM ALGO PARECIDO COM ALGUM OUTRO TEXTO
neros poéticos, devido à escrita em QUE VOCÊ JÁ LEU? QUAL?
versos, à presença de rimas etc.
Resposta pessoal.

5. NA LETRA DE CANÇÃO, O QUE É PARECIDO COM ESSES OUTROS TEXTOS?

X RIMAS.

TÍTULO.
BNCC
Atividades 4 a 6: X VERSOS.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
versificados, rimas, sonoridades, jo-
gos de palavras, palavras, expressões, USO DE IMAGENS E PALAVRAS NO TEXTO.
comparações, relacionando-as com
sensações e associações.
(EF15LP01) Identificar a função social X ESTROFES.
de textos que circulam em campos
da vida social dos quais participa
cotidianamente (a casa, a rua, a co- 6. A LETRA DE CANÇÃO QUE VOCÊ LEU FOI ESCRITA PARA:
munidade, a escola) e nas mídias im-
pressa, de massa e digital, reconhe-
cendo para que foram produzidos, ENSINAR A FAZER ALGO.
onde circulam, quem os produziu e
a quem se destinam.
NOTICIAR UM FATO OCORRIDO.

X DIVERTIR AS PESSOAS.

PEDIR UM FAVOR.

88 OITENTA E OITO

Anotações:

88 OITENTA E OITO
NOSSA LÍNGUA

NO INÍCIO DE FRASES, SEMPRE USAMOS LETRA MAIÚSCULA. EM


VERSOS PODEMOS ESCOLHER USAR OU NÃO USAR LETRA MAIÚSCULA.
NESTE POEMA, O AUTOR OPTOU POR COMEÇAR COM LETRA MAIÚSCULA.

1. LEIA ESTE POEMA:

O GRILO
ALMIR CORREIA

O GRILO
GRITOU NO SACO
GRITOU NO PAPO
DO SAPO
GRITOU NO POÇO
GRITOU NA CARA DO MOÇO
GRITOU NO MATO
GRITOU NO
SA
PATO.
E DE REPENTE
PRA ESPANTO DA GENTE
NÃO GRITOU MAIS.
TINHA GASTO AS CORDAS VOCAIS.
JÓTAH

CORREIA, ALMIR. POEMAS MALANDRINHOS. SÃO PAULO: ATUAL, 1991. P. 28.

OITENTA E NOVE 89

OITENTA E NOVE 89
2. LEIA ESTAS PALAVRAS QUE APARECEM NO POEMA:

CARA SACO POÇO MOÇO

A) FALE AS PALAVRAS QUE VOCÊ ACABOU DE LER.


B) CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR:

Não. Espera-se que o aluno demons-


O SOM DAS LETRAS DESTACADAS NESSAS PALAVRAS É O MESMO EM
tre perceber a diferença de sons en- TODAS ELAS? POR QUÊ?
tre as duas primeiras palavras e as
duas últimas, indicando a cedilha
como modificador do som. O SINAL QUE APARECE ABAIXO DA LETRA Ç CHAMA-SE CEDILHA
E SERVE PARA INDICAR QUE O SOM DA LETRA C DEVE SER LIDO
COMO EM SOPA, SEMENTE, SAPO, SILVIA, SORVETE, SURURU.
LEMOS Ç COMO CE-CEDILHA.

3. NA LETRA DA CANÇÃO “PÉ COM PÉ” TAMBÉM APARECEM PALAVRAS


ESCRITAS COM Ç. ESCREVA-AS ABAIXO:
DESCALÇO SITUAÇÃO CABEÇA
BNCC
4. COMPLETE:
Atividades 2 a 6:
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
SKYLINES/SHUTTERSTOCK

LJUPCO SMOKOVSKI/
SHUTTERSTOCK
textos curtos nas formas imprensa e
cursiva.
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílaba.
(EF02LP05) Ler e escrever correta-
A L I A N Ç A P A L H A Ç O
mente palavras com marcas de na-
salidade (til, m, n).
PHOTODISC

ERNESTO REGHRAN/
PULSAR IMAGENS

C R I A N Ç A A Ç U D E
ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

90 NOVENTA

Prática pedagógica
Toda vez que o professor for trabalhar com algum conteúdo que possui regras ortográficas,
como no caso do uso do “ç”, sugere-se que o docente realize atividades de reflexão do uso da letra
em situações cotidianas. Pode-se colocar os alunos em dupla para analisar, por exemplo, os sons da
letra c em Cecília, cesto, palhaço, praça, coração. Após a análise e reflexão dos alunos, o professor
deve sistematizar as regras e registrar no quadro. É importante que os alunos registrem no caderno
e também haja um quadro para futuras consultas na sala de aula.

90 NOVENTA
5. LEIA OUTRAS PALAVRAS ESCRITAS COM Ç:

ESPERANÇA AÇOUGUE CAÇADOR CAÇOAR COÇAR


DENTUÇO SOLUÇO MANHUAÇU CORTIÇO CORTIÇA
MELAÇO ROÇADO CAÇAMBA MOÇAMBIQUE
IGUAÇU JAGUNÇO BAGUNÇA AÇÚCAR

A) O SOM DE Ç NESTAS PALAVRAS:

X É O MESMO EM TODAS ELAS.

É DIFERENTE EM ALGUMAS DELAS.

B) ALGUMA DAS PALAVRAS QUE VOCÊ LEU COMEÇA COM Ç?

SIM. X NÃO.

6. AGORA RELEIA AS PALAVRAS DO QUADRO. ELAS ESTÃO ORGANIZADAS


EM TRÊS GRUPOS.

ÇA ÇO ÇU
ESPERANÇA AÇOUGUE MANHUAÇU
CAÇADOR CAÇOAR IGUAÇU
COÇAR DENTUÇO AÇÚCAR
CORTIÇA SOLUÇO
ROÇADO CORTIÇO
CAÇAMBA MELAÇO
MOÇAMBIQUE JAGUNÇO
BAGUNÇA

A) AS LETRAS QUE APARECEM APÓS Ç, EM TODAS AS PALAVRAS, SÃO:

X VOGAIS. CONSOANTES.

B) QUE LETRAS APARECEM APÓS Ç? A, O, U.

NOVENTA E UM 91

Anotações:

NOVENTA E UM 91
7. AGORA, LEIA AS PALAVRAS A SEGUIR:

DOCE FELICIDADE CEBOLA


CIÚME CICATRIZ CEGONHA

A) ESTAS PALAVRAS FORAM ESCRITAS COM:

X C. Ç.
BNCC
Atividade 7:
(EF02LP05) Ler e escrever B) AS VOGAIS QUE APARECEM APÓS A LETRA DESTACADA NESTAS
corretamente palavras com E i
marcas de nasalidade (til, m, n). PALAVRAS SÃO E .

C) O SOM DESSA LETRA NESTAS PALAVRAS É:

X IGUAL AO DE ÇA, ÇO, ÇU.

DIFERENTE DE ÇA, ÇO, ÇU.

VIMOS QUE:
NÃO COMEÇAMOS PALAVRAS COM Ç.
USAMOS Ç APENAS COM A, O, U.
O SOM DE Ç É IGUAL AO DA LETRA C NAS SÍLABAS CE E CI.
O SOM DE Ç É IGUAL AO DA LETRA S EM INÍCIO DE PALAVRAS
(SAPO, SAPATO).

8. RETOME O POEMA “O GRILO” E COPIE DELE DUAS PALAVRAS QUE


COMEÇAM IGUAIS:
GRILO GRITOU

9. NAS PALAVRAS QUE VOCÊ ESCREVEU, CONTORNE AS SÍLABAS QUE


COMEÇAM COM AS MESMAS LETRAS.

92 NOVENTA E DOIS

Pensando sobre a BNCC


O contato com diferentes textos versificados, permitirá que os alunos possam perceber que em
textos em versos, algumas características são frequentes (forma), presença de ritmo. Entretanto,
os temas podem variar, assim como a presença de rimas.

92 NOVENTA E DOIS
10. ESCREVA O NOME DO QUE É MOSTRADO EM CADA ILUSTRAÇÃO:
ILUSTRAÇÕES: DAWIDSON FRANÇA

BNCC
IGREJA GRUTA
Atividade 10:
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
textos curtos nas formas imprensa e
cursiva.
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílaba.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
versificados, rimas, sonoridades, jo-
gos de palavras, palavras, expressões,
comparações, relacionando-as com
sensações e associações.
GRAVATA GRADE
ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

11. OBSERVE QUE:

AS TERMINAÇÕES COM O MESMO SOM ESTÃO EM DESTAQUE


NO POEMA “O GRILO”. ELAS SE CHAMAM RIMAS.
NÃO É OBRIGATÓRIO HAVER RIMAS EM UM POEMA, MAS A
PRESENÇA DELAS O TORNA MAIS SONORO.

A) COPIE DO TEXTO AS RIMAS COM SONS NASAIS:


REPENTE GENTE

B) COPIE DO TEXTO AS RIMAS QUE APRESENTAM DUAS VOGAIS JUNTAS:

MAIS VOCAIS

NOVENTA E TRÊS 93

Anotações:

NOVENTA E TRÊS 93
PRODUÇÃO DE TEXTO

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ SE DIVERTIU COM UMA LETRA DE CANÇÃO


BNCC QUE USA VÁRIAS EXPRESSÕES COM A PALAVRA PÉ. QUE TAL FAZER UMA
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do PESQUISA SOBRE EXPRESSÕES COM A PALAVRA MÃO?
professor, o texto que será produzido,
considerando a situação comunicativa, DEPOIS DE REALIZADA A PESQUISA, VOCÊ E SEUS COLEGAS FARÃO UM
os interlocutores (quem escreve/para
GLOSSÁRIO DE EXPRESSÕES QUE USAM ESSA PALAVRA!
quem escreve); a finalidade ou o pro-
pósito (escrever para quê); a circulação VOCÊ SABE COMO É FORMADO UM GLOSSÁRIO?
(onde o texto vai circular); o suporte (qual
é o portador do texto); a linguagem, or- EM GERAL, UM GLOSSÁRIO É FORMADO POR PALAVRAS QUE PODEM
ganização e forma do texto e seu tema, GERAR DÚVIDA NO LEITOR DE UM TEXTO. NO GLOSSÁRIO, APARECE CADA
pesquisando em meios impressos ou
digitais, sempre que for preciso, infor- PALAVRA E SEU SIGNIFICADO, CONJUNTO CHAMADO DE VERBETE. O
mações necessárias à produção do texto, GLOSSÁRIO É ORGANIZADO SEMPRE EM ORDEM ALFABÉTICA.
organizando em tópicos os dados e as
fontes pesquisadas.
(EF02LP20) Reconhecer a função de
textos utilizados para apresentar infor-
mações coletadas em atividades de pes-
quisa (enquetes, pequenas entrevistas,
registros de experimentações).
(EF02LP21) Explorar, com a mediação
do professor, textos informativos de di-
ferentes ambientes digitais de pesquisa,
conhecendo suas possibilidades.
(EF02LP22) Planejar e produzir, em
DAWIDSON FRANÇA

colaboração com os colegas e com a


ajuda do professor, pequenos relatos
de experimentos, entrevistas, verbetes
de enciclopédia infantil, dentre outros
gêneros do campo investigativo, digitais
ou impressos, considerando a situação
comunicativa e o tema/assunto/finalida-
de do texto. PLANEJAMENTO
(EF02LP23) Planejar e produzir, com
certa autonomia, pequenos registros 1. ESTA PESQUISA SERÁ REALIZADA EM CASA. APRESENTE A PROPOSTA
de observação de resultados de pesqui- ÀS PESSOAS RESPONSÁVEIS POR VOCÊ, INFORMANDO O NOME
sa, coerentes com um tema investigado.
DA LETRA DE CANÇÃO QUE VOCÊ LEU E O QUE VIU NELA: AS
EXPRESSÕES COM A PALAVRA PÉ E O QUE ELAS SIGNIFICAM.
2. MOSTRE TAMBÉM A LETRA DE CANÇÃO. SE FOR POSSÍVEL, BUSQUE O
CLIP DA CANÇÃO NA INTERNET E CANTE COM SEUS RESPONSÁVEIS.
3. INFORME QUE VOCÊ PRECISA ESCREVER TRÊS EXPRESSÕES COM A
PALAVRA MÃO E REGISTRAR O SIGNIFICADO DE CADA UMA DELAS.

94 NOVENTA E QUATRO

Prática pedagógica
O trabalho que é realizado na escola ganha ainda mais força quando os familiares estão en-
volvidos no processo de aprendizagem do aluno. A escola precisa mexer com o capital cultural
e envolver toda a comunidade nas práticas diárias. O diálogo e a participação dos responsáveis
na escola fazem com que o objeto de ensino seja algo além dos muros da escola, caracteriza o
ensino como objeto social.
Para contemplar as habilidades (EF15LP08) “Utilizar software, inclusive programas de edição
de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos

94 NOVENTA E QUATRO
DESENVOLVIMENTO
1. ESCREVA, NO QUADRO ABAIXO, AS EXPRESSÕES QUE FOREM FALADAS
E SEUS SIGNIFICADOS:
1. Professor, caso não surjam mui-
tas expressões ou as expressões
EXPRESSÃO SIGNIFICADO
apresentadas não correspondam
ao que foi solicitado, considere
mão leve, dar uma mão, mão
de vaca, mão de ferro etc.
2. Professor, registre todas as ex-
pressões apresentadas. Se houver
expressões repetidas, acrescente
apenas o significado, caso ele seja
diferente do já apresentado. Oral-
mente, proponha aos alunos que
formem frases com as expressões
pesquisadas.
3. Professor, para o registro em or-
dem alfabética, analise com os
alunos as expressões registradas
no quadro de giz e ajude-os a
identificar a ordem, principal-
2. APRESENTE SUA LISTA À TURMA. SEU PROFESSOR VAI REGISTRAR mente de expressões começa-
NO QUADRO DE GIZ AS EXPRESSÕES E OS SIGNIFICADOS QUE das com a mesma letra ou com
VOCÊ APRESENTOU. a mesma palavra. Numere cada
uma para que ele registre na
3. QUANDO TODAS AS EXPRESSÕES E SIGNIFICADOS ESTIVEREM ordem definida.
REGISTRADOS, ESCREVA-OS NO CADERNO, COMPONDO VERBETES E
COLOCANDO-OS EM ORDEM ALFABÉTICA. LEMBRE-SE: OS VERBETES
SEMPRE APARECEM EM ORDEM ALFABÉTICA EM UM GLOSSÁRIO.

REVISÃO
BNCC
1. RELEIA CADA EXPRESSÃO E SEU SIGNIFICADO E AVALIE SE É PRECISO (EF15LP06) Reler e revisar o texto
RETIRAR OU ACRESCENTAR INFORMAÇÕES. produzido com a ajuda do professor
e a colaboração dos colegas, para cor-
2. EM SEGUIDA, OBSERVE SE A ESCRITA ESTÁ CORRETA E SE VOCÊ FINALIZOU rigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes,
CADA VERBETE COM PONTO FINAL. acréscimos, reformulações, correções
de ortografia e pontuação.
(EF15LP07) Editar a versão final do
DIVULGAÇÃO texto, em colaboração com os colegas
e com a ajuda do professor, ilustran-
• REÚNA-SE COM SEUS COLEGAS, TRANSCREVAM O GLOSSÁRIO EM do, quando for o caso, em suporte
UM CARTAZ E AFIXEM NA SALA DE AULA PARA CONSULTAREM adequado, manual ou digital.

QUANDO ENCONTRAREM ESSAS EXPRESSÕES OU QUANDO ESTIVEREM


PRODUZINDO UM TEXTO E QUISEREM USÁ-LAS.

NOVENTA E CINCO 95

disponíveis” e (EF02LP24) “Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do


professor, relatos de experimentos, registros de observação, entrevistas, dentre outros gêneros
do campo investigativo, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais,
em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto”,
a atividade de produção pode ser ampliada com a digitação, com ajuda do professor, e edição
do glossário em versão digital.

NOVENTA E CINCO 95
AVALIAÇÃO
1. O QUE VOCÊ APRENDEU COM
BNCC ESTA ATIVIDADE?
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do

DAWIDSON FRANÇA
professor, o texto que será produzido, 2. QUE DIFICULDADES ENCONTROU
considerando a situação comunicativa, PARA REALIZAR A PESQUISA COM
os interlocutores (quem escreve/para
ADULTOS? COMO AS RESOLVEU?
quem escreve); a finalidade ou o pro-
pósito (escrever para quê); a circulação 3. O QUE PRECISA SER FEITO DIFERENTE
(onde o texto vai circular); o suporte
(qual é o portador do texto); a lingua-
EM UMA PRÓXIMA VEZ? POR QUÊ?
gem, organização e forma do texto
e seu tema, pesquisando em meios
impressos ou digitais, sempre que for
preciso, informações necessárias à pro-
dução do texto, organizando em tópi- SUGESTÕES DE LEITURA E MÚSICA
cos os dados e as fontes pesquisadas.
DIVULGAÇÃO PALAVRA CANTADA. UM MINUTIIIINHO! SÃO
Sugestão de leitura
PAULO: 2012.
(EF15LP15) Reconhecer que os tex-
tos literários fazem parte do mundo VOCÊ GOSTOU DA LETRA DE CANÇÃO QUE
do imaginário e apresentam uma LEU E ESTUDOU NO INÍCIO DESTE CAPÍTULO?
dimensão lúdica, de encantamento, ESTE CD REÚNE OUTRAS COMPOSIÇÕES DO
valorizando-os, em sua diversidade
cultural, como patrimônio artístico da
PALAVRA CANTADA, QUE VÊM ENCANTANDO
humanidade. TANTO CRIANÇAS QUANTO ADULTOS HÁ MAIS
DE VINTE ANOS.

DIVULGAÇÃO
SILVESTRIN, RICARDO. É TUDO INVENÇÃO. SÃO
PAULO: ÁTICA, 2012.
COMO FOI INVENTADA A PRIMEIRA PIADA?
E O SAPATO? E A CANÇÃO? POEMAS PROPÕEM
RESPOSTAS DIVERTIDAS A ESSAS (E OUTRAS)
PERGUNTAS.
DIVULGAÇÃO

BANDEIRA, MANUEL. BERIMBAU E OUTROS


POEMAS. SÃO PAULO: GLOBAL, 2013.
MANUEL BANDEIRA (1886-1968) É CONSIDERADO
UM DOS MAIORES POETAS BRASILEIROS. NESTE
LIVRO, 29 POEMAS DESSE AUTOR TRANSPORTAM
O LEITOR AO MUNDO DA INFÂNCIA, AO
COTIDIANO E À FANTASIA.

96 NOVENTA E SEIS

Pensando sobre a BNCC


Aproveite as dicas literárias para desenvolver um trabalho de leitura com os alunos. Leve-os
até a biblioteca da escola ou a alguma biblioteca pública da região. Selecione previamente com
os responsáveis pelo espaço, livros com poemas. Solicite que os alunos escolham um livro para
levar para casa. Após a leitura individual, realize uma roda de leitor para que eles possam expor
o assunto, o que gostaram ou não e para quem indicam o texto.

96 NOVENTA E SEIS
C A PÍ TULO

7 QUE NOME SE ESCONDE?

PARA LER

NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI SE SURPREENDER COM O QUE AS PALAVRAS


PODEM FAZER!

O SAPO E A BORBOLETA BNCC


(EF15LP02) Estabelecer expectativas
SABIA QUE SOU MAIS BONITA? em relação ao texto que vai ler (pres-
A BORBOLETA DISSE AINDA AO SAPO: suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
POBRE BATRÁQUIO ASQUEROSO, texto), apoiando-se em seus conhe-
cimentos prévios sobre as condições
O QUE VOCÊ É ME CAUSA NOJO! de produção e recepção desse texto,
o gênero, o suporte e o universo te-
E O SAPO, COM TODA CALMA DO MUNDO, mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
ASSIM RESPONDEU À BORBOLETA: dados da própria obra (índice, prefá-
cio etc.), confirmando antecipações
BONITA É MINHA NATUREZA ANFÍBIA, e inferências realizadas antes e du-
O QUE, TAMBÉM, ME PROTEGE MAIS, rante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.
RIOS E SOLO ME DÃO GUARIDA,
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
BREJOS E ATÉ MESMO MATAGAIS! versificados, rimas, sonoridades, jo-
O QUE VOCÊ FAZ PARA SE DEFENDER? gos de palavras, palavras, expressões,
comparações, relacionando-as com
LIVRE, VIAJO SOBRE TODOS OS ANIMAIS!
sensações e associações.
E, NUM SEGUNDO, O SAPO PROJETOU (EF02LP06) Perceber o princípio acro-
TAMANHA LÍNGUA NO ESPAÇO, fônico que opera nos nomes das le-
JÓTAH

tras do alfabeto.
ACABANDO, ASSIM, COM O EMBARAÇO!

LAVIROD, DORIVAL PEDRO. O LIVRO DOS ACRÓSTICOS. OSASCO, SP: ORIENTE DAS ACÁCIAS, 1994.

BATRÁQUIO: ANIMAL QUE VIVE NA TERRA E NA ÁGUA, VERTEBRADO (QUE TEM VÉRTEBRAS) E DE
PELE NUA.
ASQUEROSO: O MESMO QUE NOJENTO.
ANFÍBIO: SER QUE VIVE NA TERRA E NA ÁGUA.
GUARIDA: PROTEÇÃO.
PROJETAR: LANÇAR, ATIRAR.
EMBARAÇO: SITUAÇÃO DESCONFORTÁVEL, DIFÍCIL.

NOVENTA E SETE 97

Anotações:

NOVENTA E SETE 97
FIQUE SABENDO

A DIFERENÇA ENTRE ANFÍBIOS E BATRÁQUIOS


A PALAVRA ANFÍBIO É USADA PARA ANIMAL OU VEGETAL, CAPAZ DE
VIVER TANTO EM TERRA COMO NA ÁGUA, ENQUANTO O BATRÁQUIO,
EMBORA VIVENDO TANTO EM TERRA COMO NA ÁGUA, É SEMPRE UM
ANIMAL. ALÉM DISSO, ANFÍBIO [...], AINDA QUER DIZER “QUE PODE
ANDAR TANTO SOBRE O SOLO COMO NA ÁGUA (DIZ-SE DE TANQUE,
CARRO, LANCHA ETC.)”.

BNCC MARINHEIRO, CARLOS. CIBERDÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA.


DISPONÍVEL EM: <https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/a-diferenca-entre-
(EF02LP26) Ler e compreender, com anfibios-e-batraquios/27103>. ACESSO EM: 5 JUL. 2018.
certa autonomia, textos literários, de
gêneros variados, desenvolvendo o
gosto pela leitura.
(EF15LP03) Localizar informações 1. O TEXTO QUE VOCÊ LEU TRATA DE:
explícitas em textos.
(EF15LP09) Expressar-se em situa-
ções de intercâmbio oral com clareza,
UMA CONVERSA AMIGÁVEL ENTRE A BORBOLETA E O SAPO.
preocupando-se em ser compreen-
dido pelo interlocutor e usando a
palavra com tom de voz audível, boa
articulação e ritmo adequado. X UMA CONVERSA OFENSIVA ENTRE A BORBOLETA E O SAPO.

UMA CONVERSA SEM IMPORTÂNCIA ENTRE A BORBOLETA


E O SAPO.

2. GRIFE NO TEXTO AS PARTES QUE COMPROVAM SUA RESPOSTA.

Professor, aproveite a oportunida- 3. DE QUEM É A FALA QUE VOCÊ GRIFOU?


de para discutir questões relaciona-
das a ofensas ou depreciações por DA BORBOLETA.
questões estéticas. Ajude os alunos
a se colocarem nos dois lugares e a
refletirem sobre os sentimentos de 4. CONVERSE COM SEUS COLEGAS:
quem ofende e de quem é ofendido.
Depois converse sobre os motivos A) O QUE VOCÊ ACHA DA ATITUDE DA BORBOLETA?
que levam alguém a ofender outra Resposta pessoal.
pessoa gratuitamente.
B) VOCÊ JÁ PRESENCIOU UMA SITUAÇÃO PARECIDA COM ESSA ENTRE
PESSOAS? COMO SE SENTIU? Resposta pessoal.

98 NOVENTA E OITO

Prática pedagógica
Nesta fase do processo de alfabetização, é muito importante trabalhar com acrósticos por-
que são textos pequenos que os alunos podem colocar em jogo uma série de conhecimentos
que estão sendo desenvolvidos nesta fase: relação entre letra inicial e escrita, nomes, escrita
de listas, características, entre outros.

98 NOVENTA E OITO
5. RELEIA O TRECHO A SEGUIR:

E, NUM SEGUNDO, O SAPO PROJETOU


TAMANHA LÍNGUA NO ESPAÇO,
Espera-se que os alunos acionem
ACABANDO, ASSIM, COM O EMBARAÇO! seus conhecimentos prévios sobre
os sapos, a longa língua e o fato de
se alimentarem de animais menores,
como insetos, para concluírem que
ESTE TRECHO DEIXA NO AR UMA IDEIA DE COMO ACABOU A HISTÓRIA. o sapo comeu a borboleta.
CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE O QUE ACONTECEU.

6. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.


A) VOCÊ OBSERVOU QUE NO TEXTO LIDO TODAS AS LETRAS INICIAIS
APARECEM DESTACADAS?
Resposta pessoal. Professor, espera-se que os alunos
B) POR QUE ELAS APARECEM ASSIM? reconheçam que é para formar uma
nova palavra, se lidas na vertical.
C) LEIA AS LETRAS DESTACADAS NO SENTIDO VERTICAL – DE CIMA
PARA BAIXO. O QUE SE FORMOU?
A EXPRESSÃO O SAPO E A BORBOLETA.
D) VOCÊ JÁ VIU OUTROS TEXTOS COMO ESSE, EM QUE AS PRIMEIRAS
LETRAS DE CADA VERSO FORMAM UMA PALAVRA, EXPRESSÃO
OU FRASE? Resposta pessoal.
Professor, proponha aos alunos
a criação de acrósticos com seus
OS TEXTOS EM QUE AS PRIMEIRAS LETRAS DESTACADAS DE CADA nomes.
VERSO, LIDAS NA VERTICAL, FORMAM UMA NOVA PALAVRA OU FRASE
SÃO CHAMADOS DE ACRÓSTICOS. DE MODO GERAL, SÃO POÉTICOS E
PODEM DESCREVER ALGO OU ALGUÉM.

7. AGORA, ANALISE CADA VERSO DESSE ACRÓSTICO E MARQUE A BNCC


OPÇÃO CORRETA: Atividades 6 e 7:
(EF15LP03) Localizar informações
X ESSES VERSOS CITAM CARACTERÍSTICAS DO SAPO E DA BORBOLETA. explícitas em textos.
(EF12LP02) Buscar, selecionar e ler,
com a mediação do professor (leitura
ESSES VERSOS ENSINAM ALGO. compartilhada), textos que circulam
em meios impressos ou digitais,
de acordo com as necessidades e
interesses.
ESSES VERSOS NOTICIAM UM FATO OCORRIDO. (EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-
NOVENTA E NOVE 99 dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe-
cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto,
o gênero, o suporte e o universo te-
Anotações: mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá-
cio etc.), confirmando antecipações
e inferências realizadas antes e du-
rante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.
(EF02LP06) Perceber o princípio acro-
fônico que opera nos nomes das le-
tras do alfabeto

NOVENTA E NOVE 99
NOSSA LÍNGUA

Professor, orgazine os alunos em 1. FORME PALAVRAS COM AS LETRAS DOS QUADROS ABAIXO. PARA ISSO,
duplas para realizar a atividade.
LIGUE AS LETRAS UMAS ÀS OUTRAS, EM SEQUÊNCIA DIRETA OU NÃO:
• DE CIMA PARA BAIXO;
• DE BAIXO PARA CIMA;
• DA ESQUERDA PARA A DIREITA;
• DA DIREITA PARA A ESQUERDA;
• NA DIAGONAL.
AO LADO DOS QUADROS, LISTE AS PALAVRAS ENCONTRADAS.
Professor, explique aos alunos que,
embora algumas palavras tenham ÁREA
acento, no diagrama elas não apa-
recem acentuadas.
A M E
Respostas possíveis:

S R C AR, MAR, MARÉ, SEDA, TECER, TREM,


TRÊS ETC.

D E T

BNCC A S L
Atividade 1:
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas. O P A ROLO

Respostas possíveis:
L D R TOLO, ARO, ROLA, LOTA, TALO,
TRAPO, PODA, PARTO, ALTO, VOLTA,

U O T RODA ETC.

V L A

100 CEM

Prática pedagógica
Sempre que a atividade for de formação de palavras, o professor poderá fazer adaptações
conforme a necessidade do aluno ou perfil da sala. O objetivo da atividade, preferencialmente,
deve ser mantido, mas as dicas para realização da atividade podem ser aumentadas ou diminuídas
a depender do conhecimento do aluno. Como sugestão, o professor pode agrupar as crianças na
realização, distribuir letras móveis, ditar a palavra que deve ser escrita com determinada quanti-
dade de letra. É fundamental que o professor consiga percorrer a classe durante a atividade para
orientar os alunos e verificar como eles estão no processo.

100 CEM
2. A PARTIR DAS PALAVRAS DESTACADAS ABAIXO, FORME OUTRAS,
FAZENDO O QUE SE PEDE:
a) Retire a letra s de sapo e coloque outra letra que forme nova palavra: Professor, os itens desta atividade
papo, tapo estão escritos em letra minúscula. Se
necessário, ajude os alunos a lerem
ou transcreva cada item com letra
b) Retire a letra l de calma e veja a nova palavra que se forma: maiúscula no quadro de giz.
cama

c) Retire a letra c de calma e coloque outra letra que forme nova palavra:
palma, Talma, Dalma

d) Retire a letra c de causa e coloque outra letra que forme nova palavra:
pausa

e) Retire a letra s de solo e coloque outra letra que forme nova palavra:
BNCC
colo, polo, tolo
Atividades 2 e 3:
(EF02LP02) Segmentar palavras em
f) Troque a primeira sílaba de brejo por outra sílaba também começada sílabas e remover e substituir sílabas
com b e forme nova palavra: iniciais, mediais ou finais para criar
beijo novas palavras.
(EF02LP10) Identificar sinônimos de
palavras de texto lido, determinando
3. NO ACRÓSTICO O SAPO E A BORBOLETA, SÃO DESCRITAS ALGUMAS a diferença de sentido entre eles, e
CARACTERÍSTICAS DESSES ANIMAIS. formar antônimos de palavras encon-
tradas em texto lido pelo acréscimo
A BORBOLETA ERA BONITA E LIVRE. O SAPO ERA CALMO. do prefixo de negação in-/im-.
VAMOS IMAGINAR QUE ELES FOSSEM O CONTRÁRIO DISSO:

BORBOLETA BONITA – BORBOLETA FEIA

BORBOLETA LIVRE – BORBOLETA PRESA

NERVOSO DAWIDSON FRANÇA


SAPO CALMO – SAPO

AS PALAVRAS QUE INDICAM O CONTRÁRIO


OU O OPOSTO DE OUTRA SÃO CHAMADAS DE
ANTÔNIMOS. ASSIM, DIZEMOS QUE FEIA É O
ANTÔNIMO DE BONITA.

CENTO E UM 101

Anotações:

CENTO E UM 101
HÁ ANTÔNIMOS PRODUZIDOS PELO ACRÉSCIMO DE UM PREFIXO
Professor, não é o caso de se explo- NO INÍCIO DA PALAVRA. VEJA ESTE EXEMPLO:
rar nomenclatura para afixos (morfe-
mas não autônomos) nesta fase de NORMAL – ANORMAL
escolaridade. Então, sugere-se que
você explique a noção de prefixo
como uma partícula que se acrescen- ÀS VEZES, PARA ACRESCENTAR O PREFIXO, A PALAVRA É ALTERADA.
ta no início da palavra para agregar a OBSERVE:
ela o seu significado.
AMIGO – INIMIGO

4. REESCREVA AS FRASES A SEGUIR, TROCANDO AS PALAVRAS DESTACADAS


Professor, incentive os alunos a usa- PELO SEU ANTÔNIMO:
rem letras cursivas na transcrição.
a) O carro de Marcelo está muito sujo.
O CARRO DE MARCELO ESTÁ MUITO LIMPO.

b) Ana e Maria Fernanda são inimigas de muitos anos.


ANA E MARIA FERNANDA SÃO AMIGAS DE MUITOS ANOS.
BNCC
Atividades 3 e 4: c) Ontem, o dia foi tão triste!
(EF02LP07) Escrever palavras, frases, ONTEM O DIA FOI TÃO ALEGRE (OU CONTENTE, FELIZ)!
textos curtos nas formas imprensa
e cursiva.
d) É possível que os objetos escolares tenham desaparecido.
(EF02LP10) Identificar sinônimos de
palavras de texto lido, determinando É IMPOSSÍVEL QUE OS OBJETOS ESCOLARES TENHAM DESAPARECIDO.
a diferença de sentido entre eles, e
formar antônimos de palavras en- e) A tarefa estava correta.
contradas em texto lido pelo acrés-
cimo do prefixo de negação in-/im-.
A TAREFA ESTAVA INCORRETA (OU ERRADA).

PARA LER

LEIA MAIS UM ACRÓSTICO.

Amável
coMpanheira

DAWIDSON FRANÇA
Inteligente
leGal
cArinhosa

CÁSSIA, ANNA DE. O QUE É UM ACRÓSTICO? ESTUDO KIDS. DISPONÍVEL EM:


<HTTPS://WWW.ESTUDOKIDS.COM.BR/O-QUE-E-UM-ACROSTICO/>. ACESSO EM: 8 JUL. 2017.

102 CENTO E DOIS

Pensando sobre a BNCC


Um dos objetos do conhecimento para o 2o ano trazido na BNCC diz respeito a identi-
ficação e formação de sinônimos e antônimos. Tais conteúdos devem ser trabalhados com
contexto, pois são aspectos importantes dentro do texto. Posso usar uma palavra sinônima,
por exemplo, para evitar repetições. Além disso, o antônimo também deve ser empregado
como forma de manter a coerência na história, evitando contrapor ideias a partir do que
foi caracterizado de uma personagem.

102 CENTO E DOIS


1. QUE PALAVRA SE FORMOU NO ACRÓSTICO?
A PALAVRA AMIGA.
BNCC
2. AS LETRAS DESTACADAS NESTE ACRÓSTICO APARECEM: Atividade 1:
(EF02LP03) Ler e escrever palavras
X NO INÍCIO DA PALAVRA. com correspondências regulares di-
retas entre letras e fonemas (f, v, t,
d, p, b) e correspondências regulares
X NO MEIO DA PALAVRA. contextuais (c e q; e e o, em posição
átona em final de palavra).

NO FIM DA PALAVRA.

3. NESTE ACRÓSTICO, O AUTOR:

FORMA O NOME DE UMA AMIGA.

X DESCREVE O QUE É SER AMIGA.

DAWIDSON FRANÇA
CONVERSA COM ALGUMA AMIGA.

NOS ACRÓSTICOS, A LETRA EM DESTAQUE PODE ESTAR EM


DIFERENTES POSIÇÕES NAS PALAVRAS.

NOSSA LÍNGUA

1. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E ANALISE O SOM DA LETRA G NAS


PALAVRAS QUE DÃO NOME ÀS FIGURAS: ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.
ILUSTRAÇÕES: DAWIDSON FRANÇA

galinha gota canguru

CENTO E TRÊS 103

Anotações:

CENTO E TRÊS 103


2. AGORA, LEIA AS PALAVRAS A SEGUIR E ASSINALE AQUELAS EM QUE O
SOM DA LETRA G É O MESMO DAS PALAVRAS ANTERIORES.

Professor, se considerar necessário, X FORMIGA X GOMA


escreva as palavras no quadro de giz
e leia-as com os alunos, destacando
os sons da letra G. Caso algum aluno
demonstre dificuldade em ler alguma GIRAFA X CÁGADO
palavra ou sílaba, ajude-o, recorren-
do a outra que lhe seja familiar ou
de referência.
X GORILA GIRINO

IMAGEM X BARRIGA

X ORANGOTANGO X AGULHA
BNCC
Atividade 2:
(EF02LP03) Ler e escrever palavras X GARRAFA GÊNIO
com correspondências regulares di-
retas entre letras e fonemas (f, v, t,
d, p, b) e correspondências regulares
contextuais (c e q; e e o, em posição A) ESCREVA A SEGUIR AS PALAVRAS QUE VOCÊ MARCOU ACIMA.
átona em final de palavra). FORMIGA GOMA

GORILA CÁGADO

ORANGOTANGO BARRIGA

GARRAFA AGULHA

B) QUE LETRAS VÊM DEPOIS DA LETRA G NESTAS PALAVRAS? A, O, U.

C) ESCREVA AS PALAVRAS QUE VOCÊ NÃO MARCOU:


GIRAFA GIRINO

IMAGEM GÊNIO

D) QUE LETRAS VÊM DEPOIS DA LETRA G NESTAS PALAVRAS? E, I.

104 CENTO E QUATRO

Prática pedagógica
Com algum tempo de antecedência, faça um banco de palavras com a letra G. No dia da
atividade do livro, promova um debate em que as crianças possam refletir sobre o som desta letra
em cada uma destas palavras. É importante que tenha todas as sílabas GA, GUE, GUI, GO, GU,
GE e GI. Sistematize e registre as conclusões que eles conseguiram chegar.

104 CENTO E QUATRO


QUANDO A LETRA G VEM ANTES DAS VOGAIS A ,
O E U , ELA FICA COM O MESMO SOM QUE
TEM NAS PALAVRAS GALINHA, GOTA E CANGURU, MAS SE DEPOIS
DA LETRA G ESTIVEREM AS VOGAIS E E I , ELA
TERÁ O MESMO SOM QUE TEM NAS PALAVRAS GÊNIO E GIRAFA.

3. LEIA AS PALAVRAS EM LETRAS MAIÚSCULAS E LIGUE CADA UMA DELAS


À MESMA PALAVRA ESCRITA EM LETRAS MINÚSCULAS.

FORMIGA agulha

GORILA formiga

GIRINO gênio

AGULHA girino
BNCC
GÊNIO gorila Atividades 3 e 4:
(EF02LP03) Ler e escrever palavras
com correspondências regulares di-
4. ENCONTRE OUTRAS PALAVRAS DENTRO DAS PALAVRAS ABAIXO: retas entre letras e fonemas (f, v, t,
d, p, b) e correspondências regulares
GALINHA – LINHA contextuais (c e q; e e o, em posição
átona em final de palavra).
GARRAFA – GARRA (EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V,
IMAGEM – AGEM CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
GIRAFA – GIRA

5. DESEMBARALHE AS SÍLABAS E DESCUBRA AS PALAVRAS:


A) TO – RO – GA GAROTO

B) LA – RA – GE – DEI GELADEIRA

C) NÁS – CA – TI – GI GINÁSTICA

D) CA – NA – GIN GINCANA

E) GA – DA – MAR – RI MARGARIDA

CENTO E CINCO 105

Anotações:

CENTO E CINCO 105


PRODUÇÃO DE TEXTO
VAMOS FAZER UM MURAL DE ACRÓSTICOS PARA MOSTRAR AOS COLEGAS
DE OUTROS ANOS ESCOLARES! FORME UMA DUPLA COM UM COLEGA
PARA ELABORAREM JUNTOS UM ACRÓSTICO.

PLANEJAMENTO
1. PENSE COM OS COLEGAS EM UM TEMA QUE POSSA SER INTERESSANTE
PARA UM ACRÓSTICO. AQUI VÃO ALGUMAS SUGESTÕES:
Professor, faça uma votação para a
definição do tema. Os alunos terão A) A ESTAÇÃO DO ANO DE QUE VOCÊS MAIS GOSTAM;
uma boa oportunidade de avaliar
seus acrósticos se todos trabalharem
B) UM TEMA QUE VOCÊS ESTEJAM ESTUDANDO EM
sobre o mesmo tema. OUTRAS DISCIPLINAS;
C) O TEMA DE UM PROJETO QUE ESTEJAM DESENVOLVENDO;
D) UMA PESSOA PARA HOMENAGEAR.
2. DEFINIDO O TEMA, PENSE COM SEU COLEGA DE DUPLA NA PALAVRA
QUE O ACRÓSTICO VAI FORMAR.
BNCC
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do 3. FEITO ISSO, LISTEM CARACTERÍSTICAS OU ALGO QUE QUEIRAM DIZER
professor, o texto que será produzido, SOBRE O TEMA.
considerando a situação comunicati-
va, os interlocutores (quem escreve/
para quem escreve); a finalidade ou DESENVOLVIMENTO
o propósito (escrever para quê); a cir- 1. ESCREVAM, NA VERTICAL, A PALAVRA OU FRASE QUE SERÁ FORMADA
culação (onde o texto vai circular); o
suporte (qual é o portador do texto);
COM AS LETRAS DESTACADAS.
a linguagem, organização e forma do 2. DEFINAM SE AS LETRAS DESTACADAS FICARÃO NO INÍCIO OU NO
texto e seu tema, pesquisando em
meios impressos ou digitais, sempre
MEIO DAS PALAVRAS OU VERSOS.
que for preciso, informações necessá- 3. PENSEM SE O ACRÓSTICO TERÁ APENAS UMA PALAVRA PARA CADA
rias à produção do texto, organizan-
LETRA DESTACADA OU UM VERSO.
do em tópicos os dados e as fontes
pesquisadas. 4. CONSULTEM A LISTA DE CARACTERÍSTICAS QUE VOCÊS PREPARARAM
(EF15LP06) Reler e revisar o texto E COMECEM A ESCREVER.
produzido com a ajuda do professor
e a colaboração dos colegas, para cor-
rigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes,
REVISÃO
acréscimos, reformulações, correções 1. SE VOCÊ E SEU COLEGA DE DUPLA ESCOLHERAM APENAS UMA
de ortografia e pontuação. PALAVRA, REVISEM A ESCRITA DA PALAVRA E AVALIEM SE ELA
(EF02LP06) Perceber o princípio acro-
REALMENTE DESCREVE O TEMA DO ACRÓSTICO.
fônico que opera nos nomes das le-
tras do alfabeto 2. SE VOCÊS ESCOLHERAM UM VERSO, VEJAM SE ELE ESTÁ BONITO,
COMOVENTE, ENGRAÇADO. REVISEM TAMBÉM A ESCRITA
DAS PALAVRAS.

106 CENTO E SEIS

Prática pedagógica
Na escola, o professor não é o único ser detentor de conhecimento. Pelo contrário, todos
os envolvidos no processo educacional são sujeitos ativos da sua aprendizagem. Assim como
as crianças, o professor também aprende durante a sua prática. Por isso, valorize os momentos
em que os alunos possam intercambiar informações e realizar atividades com seus pares, seja
em dupla, trio ou outros agrupamentos. Durante estes momentos, eles podem confrontar o que
sabem, trocar e avançar na compreensão do conteúdo estudado.

106 CENTO E SEIS


DIVULGAÇÃO
1. ORGANIZEM UM MURAL COM OS ACRÓSTICOS
PRODUZIDOS POR TODOS. ENFEITEM OS
ESPAÇOS ENTRE OS ACRÓSTICOS AFIXADOS DE
ACORDO COM O TEMA ESCOLHIDO.
2. CONVIDEM ALGUNS COLEGAS DE OUTRAS
TURMAS PARA VISITAR O MURAL.

DAWIDSON FRANÇA
3. CONVIDEM PAIS, IRMÃOS OU RESPONSÁVEIS
PARA UMA SEMANA DE VISITAÇÃO AO MURAL.

AVALIAÇÃO
CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
BNCC
A) O QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE ACRÓSTICOS? (EF15LP07) Editar a versão final do
texto, em colaboração com os colegas
B) HOUVE ALGUMA ETAPA DIFÍCIL NA PRODUÇÃO DOS ACRÓSTICOS?
e com a ajuda do professor, ilustrando,
QUAL? quando for o caso, em suporte ade-
quado, manual ou digital.
C) COMO VOCÊ E SEU COLEGA DE DUPLA SUPERARAM A DIFICULDADE?
(EF12LP18) Apreciar poemas e ou-
tros textos versificados, observando
rimas, sonoridades, jogos de palavras,
reconhecendo seu pertencimento ao
SUGESTÕES DE LEITURA mundo imaginário e sua dimensão de
encantamento, jogo e fruição.

DIVULGAÇÃO
BUARQUE, CHICO. CHAPEUZINHO AMARELO. Sugestão de leitura
SÃO PAULO: JOSÉ OLYMPIO, 2014. (EF15LP15) Reconhecer que os tex-
tos literários fazem parte do mundo
VOCÊ CONHECE A CHAPEUZINHO AMARELO, do imaginário e apresentam uma
AMARELA DE TANTO MEDO QUE SENTIA? É SÓ EM dimensão lúdica, de encantamento,
UMA TROCA DE SÍLABAS QUE ELA VAI SUPERAR valorizando-os, em sua diversidade
cultural, como patrimônio artístico
SEU MEDO. ESSE CLÁSSICO DA LITERATURA
da humanidade.
INFANTIL BRASILEIRA VAI SURPREENDER VOCÊ!
DIVULGAÇÃO

RUFATTO, LUIS. A HISTÓRIA VERDADEIRA DO


SAPO LUIZ. SÃO PAULO: DSOP, 2014.
VOCÊ JÁ PENSOU QUANTOS SAPOS UMA
PRINCESA PRECISA BEIJAR PARA CONSEGUIR
QUE ELE SE TRANSFORME EM UM PRÍNCIPE?
E SERÁ QUE ISSO DÁ CERTO MESMO? LEIA
ESTA HISTÓRIA PARA DESCOBRIR.

CENTO E SETE 107

Anotações:

CENTO E SETE 107


C A PÍ TULO

8 RIMA, RIMA, RIMADOR

PARA LER

O TÍTULO DO TEXTO QUE VOCÊ VAI LER É UMA TURMA INESQUECÍVEL.


Espera-se que os alunos reconheçam 1. QUE TURMA SERÁ QUE É ESSA?
que se trata de um gênero poético Resposta pessoal.
devido à organização em versos. 2. OBSERVE O TEXTO. PELA MANEIRA COMO ELE SE DISTRIBUI NA PÁGINA,
QUE TIPO DE TEXTO VOCÊ IMAGINA QUE SEJA?

LEIA O TEXTO E VEJA SE VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO CERTO.


BNCC
Atividades 1 e 2: UMA TURMA INESQUECÍVEL
(EF15LP01) Identificar a função DUDA MACHADO
social de textos que circulam em
campos da vida social dos quais
participa cotidianamente (a casa, a CONHECI UM GATO
rua, a comunidade, a escola) e nas CHAMADO LENCIN,
mídias impressa, de massa e digi-
tal, reconhecendo para que foram TODA VEZ QUE MIAVA
produzidos, onde circulam, quem ESPIRRAVA ATCHIM.
os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do CONHECI UMA VACA
ILUSTRAÇÕES: JÓTAH

texto), apoiando-se em seus conhe- CHAMADA QUILATE,


cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, DAVA UM LEITE BRANQUINHO
o gênero, o suporte e o universo te- SABOR CHOCOLATE.
mático, bem como sobre saliências
textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá-
cio etc.), confirmando antecipações
e inferências realizadas antes e du- CONHECI UM JUMENTO
rante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.
CHAMADO MERLIM,
(EF15LP10) Escutar, com atenção, COMIA POEIRA,
falas de professores e colegas, for- CUSPIA CAPIM.
mulando perguntas pertinentes ao
tema e solicitando esclarecimentos
sempre que necessário.
108 CENTO E OITO

Pensando sobre a BNCC


Considerando que um dos eixos do conhecimento trazidos pela BNCC compreenda o da
leitura, o docente deve aproveitar os textos menores para desenvolver autonomia e fluência da
leitura silenciosa do aluno. Antes e durante a leitura, o aluno cria hipóteses que serão verificadas
com a leitura do texto. Por isso, o professor pode perguntar o que entenderam do texto após
a leitura silenciosa. Em seguida, realiza a leitura em voz alta de forma compartilhada e orienta
na verificação de hipóteses levantadas.

108 CENTO E OITO


CONHECI UMA GIRAFA
CHAMADA AÍDA,
SÓ OLHAVA PRA CIMA
DE TÃO CONVENCIDA.

CONHECI UM ELEFANTE
CHAMADO FOFÃO,
PISAVA DE LEVE
CONHECI UMA ONÇA
COM PENA DO CHÃO.
CHAMADA RONRON,
SE PINTAVA TODINHA,
USAVA BATOM. BNCC
(EF02LP26) Ler e compreender, com
CONHECI, CONHECI, certa autonomia, textos literários, de

ILUSTRAÇÕES: JÓTAH
NÃO SEI MAIS, ESQUECI. gêneros variados, desenvolvendo o
gosto pela leitura.
EI, E VOCÊ TAMBÉM
(EF15LP07) Editar a versão final do
NÃO CONHECE NINGUÉM? texto, em colaboração com os co-
legas e com a ajuda do professor,
MACHADO, DUDA. HISTÓRIAS COM POESIA, ALGUNS BICHOS E CIA. 4. ED. SÃO PAULO: ilustrando, quando for o caso, em su-
EDITORA 34, 1997. P. 10-11. porte adequado, manual ou digital.
(EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos.

CARLOS EDUARDO LIMA MACHADO, OU DUDA MACHADO, É BAIANO.


POETA, COMPOSITOR E PROFESSOR UNIVERSITÁRIO, PARTICIPOU DA TROPICÁLIA,
IMPORTANTE MOVIMENTO CULTURAL NA HISTÓRIA DO BRASIL. FOI PARCEIRO DE
GILBERTO GIL E JARDS MACALÉ.

1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.


A) O QUE VOCÊ PENSOU SOBRE A TURMA INESQUECÍVEL ESTAVA
CERTO? POR QUÊ?
Resposta pessoal.
B) POR QUE SERÁ QUE A TURMA FOI CHAMADA DE “INESQUECÍVEL”?
Resposta pessoal.
C) O TEXTO ERA DO GÊNERO QUE VOCÊ TINHA PENSADO?
Resposta pessoal. Espera-se que os alunos identifiquem
D) QUE GÊNERO DE TEXTO É ESSE? COMO VOCÊ O IDENTIFICOU? que se trata de um poema.

CENTO E NOVE 109

Anotações:

CENTO E NOVE 109


2. CONTORNE A PARTE EM QUE LOCALIZAMOS O NOME DO AUTOR E DO
LIVRO EM QUE O POEMA FOI PUBLICADO.
Espera-se que os alunos apontem EXPLIQUE AOS COLEGAS: POR QUE É IMPORTANTE SABER QUEM É O
que os leitores se interessam pelo
autor e pela publicação para facili-
AUTOR E ONDE O TEXTO FOI PUBLICADO?
tar a localização do texto, no caso
de quererem acessá-lo novamente.
3. O POEMA ESTÁ DIVIDIDO EM ESTROFES. QUANTAS ESTROFES HÁ
NESSE POEMA?
SETE.

4. QUANTOS VERSOS HÁ EM CADA ESTROFE?


Espera-se que os alunos respondam HÁ 4 VERSOS EM CADA ESTROFE.
que não, pois eles apresentam caracte-
rísticas próprias, diferentes dos demais
animais da mesma espécie. 5. EM SUA OPINIÃO, OS BICHOS MENCIONADOS NO POEMA SÃO IGUAIS
AOS OUTROS? POR QUÊ?

BNCC
Atividades 2 a 7:
(EF15LP01) Identificar a função
social de textos que circulam
em campos da vida social dos
quais participa cotidianamente 6. ELES FAZEM COISAS VERDADEIRAS OU
(a casa, a rua, a comunidade, a INVENTADAS? COMO VOCÊ SABE?
escola) e nas mídias impressa,
de massa e digital, reconhecen- FAZEM COISAS INVENTADAS. SABEMOS DISSO
do para que foram produzidos,
onde circulam, quem os produ- PORQUE SÃO COISAS IMPOSSÍVEIS DE UM
ziu e a quem se destinam.
(EF15LP13) Identificar finalida- ANIMAL FAZER.
des da interação oral em dife-
rentes contextos comunicativos
(solicitar informações, apresentar
opiniões, informar, relatar expe-
riências etc.).
(EF15LP02) Estabelecer expecta-
7. DAS COISAS QUE ESSES BICHOS FAZEM,

JÓTAH
tivas em relação ao texto que vai
ler (pressuposições antecipadoras QUAL VOCÊ ACHA MAIS ESTRANHA?
dos sentidos, da forma e da fun-
ção social do texto), apoiando-se Resposta pessoal.
em seus conhecimentos prévios
sobre as condições de produção
e recepção desse texto, o gênero,
o suporte e o universo temático,
bem como sobre saliências tex-
tuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, 110 CENTO E DEZ
prefácio etc.), confirmando ante-
cipações e inferências realizadas
antes e durante a leitura de tex-
tos, checando a adequação das
hipóteses realizadas.
Prática pedagógica
(EF15LP09) Expressar-se em si-
tuações de intercâmbio oral com Amplie a atividade criando com a turma um quadro de palavras que rima. As crianças podem
clareza, preocupando-se em ser realizar a atividade em dupla ou de forma coletiva. Em seguida, desenvolva um jogo de trilhas com
compreendido pelo interlocutor e palavras em cada casinha. Na casa que o aluno cair, deverá dizer uma palavra que rima com ela.
usando a palavra com tom de voz
audível, boa articulação e ritmo
adequado.

110 CENTO E DEZ


8. ASSOCIE OS BICHOS ÀS SUAS CARACTERÍSTICAS, DE ACORDO COM
O POEMA.
Professor, oriente a atividade no sen-
USAVA BATOM. MERLIM tido de que os alunos identifiquem a
semelhança sonora entre as palavras
durante o trabalho de reconhecimen-
to das características dos bichos.

CUSPIA CAPIM. RONRON

DAVA LEITE SABOR CHOCOLATE. QUILATE

BNCC
Atividades 8 e 9:
(EF15LP19) Recontar oralmente, com
ERA CONVENCIDA. FOFÃO e sem apoio de imagem, textos lite-
rários lidos pelo professor.

PISAVA DE LEVE NO CHÃO. AÍDA

9. LEIA EM VOZ ALTA OS PARES DE PALAVRAS A SEGUIR.

LENCIN / ATCHIM
a. Em cada par de palavras, existe
QUILATE / CHOCOLATE uma coincidência de som.
c. Lencin/atchim; Quilate/chocolate;
Merlim/capim; Aída/convencida;
Fofão/chão; Ronron/batom; co-
AGORA, CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE ESTAS QUESTÕES: nheci/esqueci; também/ninguém.

A) QUAL É A SEMELHANÇA ENTRE AS PALAVRAS EM CADA PAR?

B) EXPLIQUE O QUE É UMA RIMA.


b. Professor, ajude os alunos a re-
C) IDENTIFIQUE ORALMENTE OS PARES DE PALAVRAS QUE RIMAM lembrar que rima é a repetição ou
a semelhança de um som no final
NO POEMA.
de dois (ou mais) versos.

CENTO E ONZE 111

Anotações:

CENTO E ONZE 111


NOSSA LÍNGUA

1. COPIE O NOME DO ANIMAL SOBRE O QUAL FALA A TERCEIRA ESTROFE DO


POEMA “UMA TURMA INESQUECÍVEL” E CONTORNE SUA PRIMEIRA LETRA.
J U M EN TO.

2. COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR, FALE O SOM DESSA LETRA.

3. AS IMAGENS A SEGUIR TÊM NOMES ESCRITOS COM A LETRA J. OBSERVE-AS


E LEIA AS PALAVRAS ABAIXO DELAS:
ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

NATALIA KUZMINA/
SHUTTERSTOCK

AJANCSO/SHUTTERSTOCK

ILLUSION9/SHUTTERSTOCK

DRAGONIKA/SHUTTERSTOCK
BNCC
Atividades 1 a 8: JIBOIA JACARÉ ANJO JUMENTO
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
VINICIUS TUPINAMBA/
SHUTTERSTOCK

AFRICA STUDIO/
SHUTTERSTOCK

CHADED PANICHSRI/
SHUTTERSTOCK

CHOCKDEE ROMKAEW/
SHUTTERSTOCK
vogais em todas as sílabas.

ACARAJÉ JOELHO JERIMUM JACA

4. QUE VOGAIS APARECEM DEPOIS DA LETRA J NESSAS PALAVRAS?


A, E, I, O, U.

5. NESSAS PALAVRAS, O SOM DA LETRA J É:

DIFERENTE EM ALGUMAS PALAVRAS.

X IGUAL EM TODAS ELAS.

112 CENTO E DOZE

Prática pedagógica
Ao concluir com os alunos que a letra J tem um único som, revise os sons da letra G. Em
seguida, proponha um ditado. Troque os ditados entre eles e peça para o colega escrever ao
lado se concorda com a escrita (deixa em branco) ou se discorda (escreve como acha que é).
Depois, cada ditado volta ao seu autor e o professor corrigi de forma coletiva na lousa. O autor
circula o jeito certo ao lado ou escreve a correção em uma terceira coluna.

112 CENTO E DOZE


6. COMPLETE O ESPAÇO COM UMA DAS EXPRESSÕES DO BOXE.
ENTÃO, PODEMOS CONCLUIR QUE:
A LETRA J APRESENTA O MESMO SOM ANTES DAS CINCO
VOGAIS (A, E, I, O, U).

O MESMO SOM – SONS DIFERENTES

7. NO QUADRO ABAIXO HÁ PALAVRAS ESCRITAS COM G E OUTRAS ESCRITAS 7. Professor, se necessário, escreva
as palavras no quadro de giz e
COM J. LEIA-AS E OBSERVE O SOM DESSAS LETRAS: proceda como orientado ante-
riormente.
8. Professor, avalie a necessidade
CANJICA JUCA GAMELA JANELA GELADEIRA de realizar a atividade coleti-
vamente. Pode-se propor sua
JECA JOCA GOTA GENTE JATOBÁ realização em grupos ou duplas
produtivas também.
GURI MANJERICÃO TARTARUGA GINÁSTICA

8. ESCREVA AS PALAVRAS DO QUADRO NAS COLUNAS CERTAS.

PALAVRAS ESCRITAS COM G PALAVRAS ESCRITAS COM J

GAMELA CANJICA

GELADEIRA JUCA

GOTA JANELA

GENTE JECA

GURI JOCA

TARTARUGA JATOBÁ

GINÁSTICA MANJERICÃO

A LETRA J TEM UM ÚNICO SOM E, POR ISSO, NÓS A FALAMOS DO


MESMO MODO EM TODAS AS PALAVRAS EM QUE ELA APARECE.

CENTO E TREZE 113

Anotações:

CENTO E TREZE 113


9. OBSERVE AGORA O SOM DA LETRA G NAS PALAVRAS QUE VOCÊ
COLOCOU NA COLUNA DA ESQUERDA NO EXERCÍCIO ANTERIOR E
COMPLETE A TABELA ABAIXO:
Professor, promova uma conversa
para que os alunos percebam que a
mesma letra pode ter sons diferen- G COM SOM IGUAL A: G COM SOM IGUAL A:
tes. Vocês podem escrever listas de GALO, GULA, GOLA CANJICA, MANJAR, JEJUM, JOIA
palavras com sons parecidos e dei-
xá-la exposta na sala para consulta.
GAMELA GELADEIRA

GOTA GENTE

GURI GINÁSTICA

TARTARUGA

Professor, escreva a regra em uma QUE VOGAIS APARECEM DEPOIS DA LETRA G NAS PALAVRAS QUE VOCÊ
folha colorida e deixe no mural da E i
turma para consultas. Se possível, COLOCOU NA COLUNA DA DIREITA? E .
deixe alguns exemplos de palavras
com GE e GI. PODEMOS CONCLUIR QUE:

QUANDO VEM ANTES DAS LETRAS E E I, A LETRA G TEM


SOM DE J .

10. AGORA, RELEIA O TÍTULO DO POEMA: “UMA TURMA INESQUECÍVEL”.

A PALAVRA INESQUECÍVEL É O MESMO QUE:

FÁCIL DE ESQUECER.

X DIFÍCIL DE ESQUECER.

11. VOCÊ JÁ ESTUDOU SOBRE OS ANTÔNIMOS OU PALAVRAS ANTÔNIMAS,


AQUELAS QUE SIGINFICAM O CONTRÁRIO DE OUTRAS.

A PALAVRA INESQUECÍVEL É ANTÔNIMO DE ESQUECÍVEL .

114 CENTO E CATORZE

Prática pedagógica
Aproveite a atividade de leitura da tira para solicitar que, em duplas produtivas, eles escre-
vam as quadrinhas que você ditar. Caso haja crianças que ainda não se encontram na hipótese
alfabética, entregue as frases, palavras ou letras para realizar a atividade, usando um suporte
diferente.

114 CENTO E CATORZE


12. QUE PARTE DA PALAVRA INESQUECÍVEL MOSTRA QUE ELA É O CONTRÁRIO
OU O ANTÔNIMO DA PALAVRA QUE VOCÊ ESCREVEU? IN
Professor, antes da realização da
AGORA, ESCREVA OS ANTÔNIMOS DE: atividade, consulte o dicionário na
INACABADO presença dos alunos e leia a acep-
A) ACABADO: ção mais apropriada à palavra efi-
caz, ressaltando esta função dos
B) COMPLETO: INCOMPLETO dicionários.

C) EFICAZ: INEFICAZ

PARA LER
BNCC
Atividade 12:
AGORA VOCÊ VAI LER CINCO QUADRINHAS.
(EF02LP10) Identificar sinônimos de
• POR QUE SERÁ QUE ESTES TEXTOS TÊM ESSE NOME? palavras de texto lido, determinando
a diferença de sentido entre eles, e
formar antônimos de palavras en-
EU NÃO LHE DISSE EU VIVO EM BUSCA DA DITA, contradas em texto lido pelo acrés-
cimo do prefixo de negação in-/im-.
QUE A AMIGA ALICE MAS A DITA NÃO APARECE. (EF12LP19) Reconhecer, em textos
1 2 versificados, rimas, sonoridades,
É A QUINTA FILHA QUANDO EU OLHO A DITA SOME
jogos de palavras, palavras, expres-
DE DORALICE? E FAZ QUE NÃO ME CONHECE! sões, comparações, relacionando-as
com sensações e associações.
(EF02LP12) Ler e compreender com
certa autonomia cantigas, letras de
BATATA NÃO TEM CAROÇO, canção, dentre outros gêneros do
campo da vida cotidiana, conside-
BANANEIRA NÃO TEM NÓ. rando a situação comunicativa e o
3 tema/assunto do texto e relacionan-
COMA LOGO O SEU ALMOÇO! do sua forma de organização à sua
finalidade.
BARRIGA CHEIA É MELHOR.

A SIRIEMA VÊ SE NÃO PASSA


DO MATO GROSSO ONDE EU PASSO.
4 5
CAIU NO POÇO VÊ SE NÃO CAÇA
QUEBROU O PESCOÇO. ONDE EU CAÇO!

CULTURA POPULAR.

CENTO E QUINZE 115

Anotações:

CENTO E QUINZE 115


1. CONTE O NÚMERO DE VERSOS DE CADA QUADRINHA E ESCREVA-O:
QUATRO.
Professor, explique aos alunos que
quadrinhas, piadas etc. geralmente 2. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
não têm autor e passam oralmente de
geração em geração, de uma região A) O QUE O NÚMERO DE VERSOS TEM A VER COM O NOME QUADRINHAS?
para outra; por isso, às vezes sofrem QUADRINHAS INDICAM QUE SÃO ESTROFES DE QUATRO VERSOS.
pequenas variações em suas versões.
B) ONDE PODEMOS ENCONTRAR QUADRINHAS ESCRITAS OU FALADAS?
3. Não. Elas são de autor desconheci- EM LIVROS, EM RODAS DE BRINCADEIRAS, NA INTERNET ETC.
do, que provavelmente não regis- 3. AO LER O POEMA “UMA TURMA INESQUECÍVEL”, VOCÊ IDENTIFICOU O
trou as quadrinhas como suas.
AUTOR DO POEMA. OBSERVE AS QUADRINHAS. ELAS TRAZEM NOME DE
UM AUTOR? POR QUE ISSO ACONTECE? CONVERSE COM SEUS COLEGAS
E O PROFESSOR SOBRE ESSAS QUESTÕES.

Professor, caso os alunos não conhe- 4. MARQUE ABAIXO AS CARACTERÍSTICAS DA QUADRINHA.


çam o termo prosa, esclareça que é
a escrita corrida, aquela que não é
feita em versos. X É ESCRITA EM VERSOS. TEM VÁRIAS ESTROFES.

X USA RIMAS. X TEM UMA ÚNICA ESTROFE.

É ESCRITA EM PROSA. X HÁ PRESENÇA DE RIMAS.

X TEM NÚMERO FIXO DE


VERSOS NA ESTROFE.
BNCC
Nossa língua: NOSSA LÍNGUA
(EF12LP19) Reconhecer, em textos
versificados, rimas, sonoridades,
jogos de palavras, palavras, expres-
sões, comparações, relacionando-as 1. VOCÊ JÁ SABE QUE AS RIMAS SÃO SONS FINAIS IGUAIS EM DUAS OU
com sensações e associações. MAIS PALAVRAS NAS ESTROFES DE UM TEXTO POÉTICO. TAMBÉM JÁ
SABE IDENTIFICAR RIMAS NOS TEXTOS.
RELEIA AS QUADRINHAS DA SEÇÃO PARA LER E CIRCULE EM CADA
UMA DELAS A PARTE DE UMA PALAVRA QUE RIMA COM OUTRAS.
2. CONVERSE COM SEUS COLEGAS:
A) AS PARTES QUE VOCÊ CIRCULOU TÊM SOM IGUAL. ELAS RIMAM. MAS
ELAS FORAM ESCRITAS COM AS MESMAS LETRAS?
NEM TODAS.
B) POR QUE ESSAS PARTES RIMAM? PORQUE MESMO AS LETRAS SENDO
DIFERENTES, ELAS TÊM O MESMO SOM
NO CONTEXTO.
116 CENTO E DEZESSEIS

Prática pedagógica
As quadrinhas são textos curtos formados de quatro versos. Justamente por ter estas caracterís-
ticas são ótimas para trabalhar a leitura com autonomia do aluno. Também é possível desenvolver
diversas atividades a partir dela, como ajudar o escrito e o falado, uma vez que algumas quadrinhas
são decoradas com certa facilidade pelas crianças.

116 CENTO E DEZESSEIS


3. AS QUADRINHAS QUE VOCÊ LEU ESTÃO ESCRITAS EM LETRAS
MAIÚSCULAS. ELAS ESTÃO NUMERADAS. RELEIA AS MESMAS
QUADRINHAS EM LETRAS MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS E COLOQUE
O NÚMERO DE CADA UMA NOS QUADRADINHOS:

Eu vivo em busca da Dita,


mas a Dita não aparece.
2
Quando eu olho a Dita some
e faz que não me conhece!

Batata não tem caroço,


bananeira não tem nó.
3
Coma logo o seu almoço!
Barriga cheia é melhor.

Eu não lhe disse


que a amiga Alice
1
é a quinta filha
de Doralice?

4. AGORA, LEIA ESTAS OUTRAS DUAS QUADRINHAS EM LETRAS


MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS E COLOQUE TAMBÉM O NÚMERO DE
CADA UMA NOS QUADRADINHOS:
Professor, escreva as quadrinhas no
quadro de giz e leia-as com os alunos,
Vê se não passa A siriema apontando cada parte lida. Convide
voluntários para ir até o quadro de
onde eu passo. do Mato Grosso giz e mostrar palavras que você te-
nha solicitado. Explore a grafia das
Vê se não caça caiu no poço letras minúsculas e mostre aos alunos
onde eu caço! quebrou o pescoço. que eles podem ler parte da palavra
e descobri-la por inteiro, principal-
mente quando já conhecem o texto
ou sabem do que ele trata.
5 4

CENTO E DEZESSETE 117

Anotações:

CENTO E DEZESSETE 117


5. NAS QUADRINHAS QUE VOCÊ LEU, AS PALAVRAS DITA, ALICE, DORALICE
E MATO GROSSO APARECEM NO MEIO DA FRASE E ESTÃO ESCRITAS
COM AS LETRAS INICIAIS MAIÚSCULAS. POR QUÊ?
Professor, relembre os alunos que
nomes de pessoas, ruas, praças, cida-
PORQUE SÃO NOMES DE PESSOAS E DE UM ESTADO.
des, estados, países etc. são escritos
sempre com a letra inicial maiúscula
e são chamados de nomes próprios.

PRODUÇÃO DE TEXTO

AGORA É SUA VEZ DE BRINCAR COM RIMAS.


BNCC NESTA ATIVIDADE VOCÊ VAI ENFRENTAR O DESAFIO DE COMPLETAR
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do ALGUMAS ESTROFES E DEPOIS RECITÁ-LAS PARA A TURMA.
professor, o texto que será produzido,
considerando a situação comunicati-
va, os interlocutores (quem escreve/ PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO
para quem escreve); a finalidade ou
o propósito (escrever para quê); a cir- 1. VOCÊ VAI LER DEZ ESTROFES QUE ESTÃO INCOMPLETAS. SUA FUNÇÃO
culação (onde o texto vai circular); o SERÁ COMPLETAR AS PARTES QUE FALTAM. PARA ISSO, TERÁ QUE
suporte (qual é o portador do texto);
a linguagem, organização e forma do OBSERVAR A RIMA.
texto e seu tema, pesquisando em
meios impressos ou digitais, sempre 2. A TURMA SERÁ DIVIDIDA EM DOIS GRANDES GRUPOS.
que for preciso, informações necessá-
rias à produção do texto, organizan- 3. SEU PROFESSOR VAI LISTAR PALAVRAS NO QUADRO. ESSAS PALAVRAS
do em tópicos os dados e as fontes COMPLETAM AS ESTROFES, MAS VOCÊ PODE USAR OUTRAS DE SUA
pesquisadas. PREFERÊNCIA, DESDE QUE FORMEM UMA RIMA.
(EF02LP01) Utilizar, ao produzir o
texto, grafia correta de palavras co- 4. TODOS DEVEM LER A LISTA DE PALAVRAS QUE O PROFESSOR COLOCOU
nhecidas ou com estruturas silábicas NO QUADRO.
já dominadas, letras maiúsculas em
início de frases e em substantivos pró- 5. UM GRUPO LÊ UMA ESTROFE, E O OUTRO DEVE COMPLETÁ-LA. VEJA
prios, segmentação entre as palavras,
ponto final, ponto de interrogação e UM EXEMPLO:
ponto de exclamação.
(EF12LP05) Planejar e produzir, em A MULHER LÁ DA VENDA
colaboração com os colegas e com
a ajuda do professor, (re)contagens SE CHAMA AÇUCENA.
de histórias, poemas e outros tex-
tos versificados (letras de canção, TODO DIA ELA ME OLHA
quadrinhas, cordel), poemas visuais,
tiras e histórias em quadrinhos, den- COM CARA DE PENA.
tre outros gêneros do campo artísti-
co-literário, considerando a situação
comunicativa e a finalidade do texto. CULTURA POPULAR.

6. LEIA AS ESTROFES QUE O PROFESSOR INDICAR PARA O SEU GRUPO.

118 CENTO E DEZOITO

Pensando sobre a BNCC


No eixo Escrita da BNCC, aparecem unidades temáticas relacionadas às estratégias antes da
produção do texto, durante e após. As habilidades trabalhadas antes da produção do texto dizem
respeito ao planejamento considerando a situação comunicativa, os interlocutores, a finalidade,
a circulação, o suporte, o tipo de linguagem que será empregada, a forma como o texto será
escrito e o assunto do texto. Com o tempo, os próprios alunos vão fazendo os ajustes na hora
do planejamento da produção em função dos quesitos apontados, mas para isso, precisam antes
vivenciar situações orientadas pelo professor.

118 CENTO E DEZOITO


7. TREINE A LEITURA, OBSERVANDO RITMO E ENTONAÇÃO.

ELA TEM UMA IRMÃ


QUE SE CHAMA AURORA .
QUANDO ELA CANTA
TODO MUNDO CHORA .
A OUTRA IRMÃ SE CHAMA VANESSA
E VIVE COM DOR DE CABEÇA .
BNCC
Atividade 7:

JÓTAH
(EF02LP26) Ler e compreender, com
certa autonomia, textos literários, de
gêneros variados, desenvolvendo o
gosto pela leitura.
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
A GATA PRINCESA textos curtos nas formas imprensa e
cursiva.
PULA NA MESA
(EF12LP10) Ler e compreender, em
E DERRUBA O SUCO DE FRAMBOESA . colaboração com os colegas e com a
ajuda do professor, cartazes, avisos,
SALTA NO BANCO folhetos, regras e regulamentos que

JÓTAH
organizam a vida na comunidade es-
E ARRANHA O TAMANCO . colar, dentre outros gêneros do cam-
po da atuação cidadã, considerando
a situação comunicativa e o tema/
assunto do texto.

CONHEÇO UM PALHAÇO
CHAMADO DONIZETE.
TEM SAPATO DE LAÇO

E ANDA DE PATINETE .

ELE SALTA, ELE CANTA,


ELE DANÇA .
ELE BALANÇA
JÓTAH

A PANÇA .

CENTO E DEZENOVE 119

Anotações:

CENTO E DEZENOVE 119


A AMIGA DELE

SE CHAMA IVETE .

TEM UM TEATRINHO

DE MARIONETE .

JÓTAH
O PALHAÇO DONIZETE
TEM UM CÃO PERDIGUEIRO.
JÓTAH

POR ONDE ELE PASSA

FAREJA CAÇA

O DIA INTEIRO !

CONHEÇO UM PALHAÇO
CHAMADO CAUÃ.
ELE DÁ UM ABRAÇO

E SALTA IGUAL RÃ .

O PALHAÇO CAUÃ
TEM UMA IRMÃ

QUE SÓ COME MAÇÃ .


IVAN

JÓTAH
O IRMÃO DELE SE CHAMA ,
E O PRIMO, LUAN .

120 CENTO E VINTE

Pensando sobre a BNCC


No eixo Escrita da BNCC, aparecem unidades temáticas relacionadas às estratégias antes da
produção do texto, durante e após. As habilidades trabalhadas após a produção de texto, dizem
respeito à revisão, reescrita (quando necessário) e edição do texto. No caso da revisão, os alunos
devem reler os textos, sendo orientado pelo professor e recebendo colaboração dos colegas, para
fazer cores, acréscimos, reformulações, correções ortográficas ou outras mudanças que podem
tornar o texto mais claro.

120 CENTO E VINTE


CONHEÇO UMA BRUXA
CHAMADA PIRRAÇA,
QUE SÓ COME CENOURA
NO MEIO DA PRAÇA .
QUANDO PERDE A VASSOURA ,
ELA CHORA E AMEAÇA .
JÓTAH

A BRUXA PIRRAÇA
FOI EMBORA PRA ROÇA

NUMA CARROÇA .
FOI COMER PASTEL BNCC
(EF15LP09) Expressar-se em situa-
E PERDEU O CHAPÉU .

JÓTAH
ções de intercâmbio oral com clareza,
preocupando-se em ser compreendido
pelo interlocutor e usando a palavra
com tom de voz audível, boa articula-
AVALIAÇÃO ção e ritmo adequado.
Sugestão de leitura
COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, REFLITA: (EF15LP15) Reconhecer que os tex-
tos literários fazem parte do mundo
A) O QUE VOCÊ ACHOU DA CRIAÇÃO E DA QUALIDADE DAS RIMAS? do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento,
B) COMO FOI A RECITAÇÃO? valorizando-os, em sua diversidade
cultural, como patrimônio artístico
da humanidade.

SUGESTÃO DE LEITURA
DIVULGAÇÃO

ROCHA, RUTH. QUEM TEM MEDO DO


RIDÍCULO? SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2012.
TODO ESCRITO EM QUADRINHAS, ESSE LIVRO
DIVERTIDO TRATA DO MEDO DE SER RIDÍCULO,
QUE TODO MUNDO TEM!

CENTO E VINTE E UM 121

Anotações:

CENTO E VINTE E UM 121


3 VOCÊ QUER

UNIDADE
BRINCAR COMIGO?
Adivinhas, trava-línguas e brincadeiras de roda:
nesta unidade, o assunto é a brincadeira.
Do que você gosta de brincar?

122 CENTO E VINTE E DOIS

Objetivos de unidade
Nesta unidade, pretende-se desenvolver os seguintes objetivos:
 Identificar as características das adivinhas.
 Reconhecer a função social das adivinhas.
 Inferir informações implícitas e os significados e os efeitos de sentido do uso de figuras de
linguagem em um texto.
 Valorizar os conhecimentos da cultura popular.
 Reescrever adivinhas, levando em consideração as características do gênero.

122 CENTO E VINTE E DOIS


1. Você conhece alguma adivinha? Conte aos colegas e veja quem
acerta a resposta.
2. Você sabe recitar a parlenda de alguma brincadeira? Reúna-se
com um colega que saiba a mesma que você e recitem a parlenda
na sala, explicando à turma de qual brincadeira ela faz parte.
3. Fale bem rápido: “Trago três pratos de trigo para três tigres
tristes”. Foi fácil ou difícil?

CENTO E VINTE E TRÊS 123

Anotações:

CENTO E VINTE E TRÊS 123


C A PÍ TULO

9 VOCÊ SABE O QUE É?

PARA LER

NESTE CAPÍTULO, VAMOS VER MUITAS ADIVINHAS OU CHARADAS.


PRONTO PARA COMEÇAR?
Espera-se que os alunos relacionem 1. O QUE É, O QUE É? VOCÊ JÁ OUVIU OU RESPONDEU A PERGUNTAS
a pergunta às charadas ou adivinhas,
com base em seus conhecimentos QUE COMEÇAM ASSIM?
prévios. Resposta pessoal.
2. O QUE ELAS INDICAM?

COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR, DESCUBRA AS RESPOSTAS!

BNCC
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V, O que é, o que é?
Jótah

CVC, CCV, identificando que existem


vogais em todas as sílabas. Passa a vida na janela
(EF02LP12) Ler e compreender com
certa autonomia cantigas, letras de e, mesmo dentro de casa,
canção, dentre outros gêneros do
campo da vida cotidiana, conside- está fora dela.
rando a situação comunicativa e o O botão.
tema/assunto do texto e relacionan-
do sua forma de organização à sua Cultura popular.
finalidade.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti- O que é, o que é?
dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe- Quando estamos em pé,
cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, ele está deitado.
o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências Se estamos deitados,
textuais, recursos gráficos, imagens,
dados da própria obra (índice, prefá- ele está em pé.
cio etc.), confirmando antecipações O pé.
e inferências realizadas antes e du-
rante a leitura de textos, checando a Cultura popular.
adequação das hipóteses realizadas.

124 CENTO E VINTE E QUATRO

Prática pedagógica
Amplie a atividade fazendo com que eles criem suas próprias charadas. Com ajuda dos fa-
miliares, peça que cada aluno sorteie uma palavra. O professor pode escolher palavras com as
quais tenha trabalhado nos últimos tempos, por exemplo. Em seguida, oriente-os a escreverem
adivinhas em casa. No dia marcado, cada criança lê o texto que escreveu e os amigos tentam
descobrir o que é. Importante o professor destacar que as charadas podem ser escritas em formato
de quadrinha, pergunta ou frase afirmativa, como nos exemplos das atividades.

124 CENTO E VINTE E QUATRO


AGORA, DESCUBRA AS RESPOSTAS PARA ESTAS OUTRAS ADIVINHAS E
LIGUE CADA UMA À SUA RESPOSTA.

is c
od g/
Ph
ot on
aik ck
u c h r s to
Arara.
o y N hu t te
esb S
Jam

Qual é a diferença entre


a galinha e o tecido?

Cultura popular.
Don Fink/Shutterstock

É um pássaro
brasileiro e
seu nome é Em dia
igual de trás de plantão.
para a frente.

Cultura popular.

1 2
1 Larisa Lofitskaya/Shutterstock;
2 Apurva Madia/Shutterstock

A letra A.
Em que dia a plantinha não
pode entrar no hospital?
Cultura popular.
Maxim Matsevich/Shutterstock

O que há
A galinha
no meio do
bota e o
coração?
tecido desbota.

Cultura popular.

CENTO E VINTE E CINCO 125

Anotações:

CENTO E VINTE E CINCO 125


1. AS ADIVINHAS TÊM UM AUTOR?

Professor, explique aos alunos que


as adivinhas são textos curtos da
cultura popular, comumente en-
contrados em forma de perguntas 2. QUEM VOCÊ ACHA QUE CRIA AS ADIVINHAS?
e versos, embora alguns sejam
encontrados em prosa. Não há um Resposta pessoal.
autor em especial. São enigmas
aprendidos geralmente na infância
e passados de geração a geração
por meio da oralidade.
3. VEJA ESTAS DUAS ADIVINHAS:

Voa sem asas,


corre sem pés.
Se você é esperto,
diga logo: o que é?
Cultura popular.

Professor, oriente os alunos na percepção de


que essas duas adivinhas estão organizadas
em versos rimados.
Doze gostam mais do dia,
outras doze, da noite escura.
Seguem umas atrás das outras,
é que ninguém as segura.
Respostas possíveis: “são semelhantes,
porque são perguntas; são diferentes, Cultura popular.
porque as adivinhas desta questão não
estão organizadas em versos.”
A) VOCÊ OBSERVOU ALGUMA SEMELHANÇA ENTRE ESSAS ADIVINHAS?
Resposta pessoal.

B) QUAIS SÃO AS RESPOSTAS DESSAS ADIVINHAS?


BNCC
O VENTO E AS HORAS, RESPECTIVAMENTE.
Atividades 1 e 2:
(EF02LP12) Ler e compreender com
certa autonomia cantigas, letras de 4. DECIFRE AS ADIVINHAS A SEGUIR E RESPONDA: ELAS SÃO SEMELHANTES
canção, dentre outros gêneros do OU DIFERENTES DAS QUE VOCÊ VIU NA QUESTÃO 3?
campo da vida cotidiana, conside-
rando a situação comunicativa e o A) O QUE MAIS PESA NO MUNDO?
tema/assunto do texto e relacionan-
do sua forma de organização à sua A BALANÇA.
finalidade.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas
126 CENTO E VINTE E SEIS
em relação ao texto que vai ler (pres-
suposições antecipadoras dos senti-
dos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhe-
cimentos prévios sobre as condições
de produção e recepção desse texto, Prática pedagógica
o gênero, o suporte e o universo te-
mático, bem como sobre saliências Organize com os alunos um jogo da memória com as adivinhas trazidas por eles
textuais, recursos gráficos, imagens, de casa ou com as adivinhas contidas no material. Digite as adivinhas e peça que eles
dados da própria obra (índice, prefá- ilustrem as respostas (além de escrever embaixo o que é). Brinque com a turma, pedindo
cio etc.), confirmando antecipações para cada jogador ler a adivinha que tirou.
e inferências realizadas antes e du-
rante a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.

126 CENTO E VINTE E SEIS


B) O QUE É, O QUE É? POR MAIS QUE SEJA CORTADO, FICA DO MESMO
TAMANHO.
BNCC
É O BARALHO. Atividade 4:
(EF02LP12) Ler e compreender com cer-
C) O QUE É, O QUE É? ENCHE UMA CASA, MAS NÃO ENCHE A MÃO. ta autonomia cantigas, letras de canção,
dentre outros gêneros do campo da vida
É O BOTÃO. cotidiana, considerando a situação co-
municativa e o tema/assunto do texto e
relacionando sua forma de organização
D) O QUE É, O QUE É? ENTRA NA BOCA DA GENTE TODO DIA, MAS A à sua finalidade.
GENTE NÃO COME. Atividades 5 e 6:
(EF15LP01) Identificar a função social
É O GARFO OU A COLHER.
de textos que circulam em campos da
vida social dos quais participa cotidia-
E) O QUE É, O QUE É? NA TERRA TEM DOIS, NO MAR TEM UM E NO namente (a casa, a rua, a comunida-
de, a escola) e nas mídias impressa,
MUNDO NÃO TEM NENHUM. de massa e digital, reconhecendo
É A LETRA R. para que foram produzidos, onde cir-
culam, quem os produziu e a quem
se destinam.
5. CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR. (EF15LP02) Estabelecer expectativas
em relação ao texto que vai ler (pressu-
A) VOCÊ GOSTA DESSA BRINCADEIRA DE ADIVINHAR? posições antecipadoras dos sentidos,
Resposta pessoal. da forma e da função social do texto),
B) EM SUA OPINIÃO, PARA QUE SERVEM AS ADIVINHAS? apoiando-se em seus conhecimentos
prévios sobre as condições de produ-
ção e recepção desse texto, o gêne-
6. MARQUE, ABAIXO, AS CARACTERÍSTICAS DAS ADIVINHAS OU CHARADAS: ro, o suporte e o universo temático,
bem como sobre saliências textuais,
recursos gráficos, imagens, dados da
SÃO TEXTOS LONGOS. própria obra (índice, prefácio etc.),
confirmando antecipações e inferên-
cias realizadas antes e durante a leitura
de textos, checando a adequação das
X SÃO TEXTOS CURTOS. hipóteses realizadas.
(EF15LP09) Expressar-se em situações
de intercâmbio oral com clareza, preo-
X DESAFIAM O LEITOR OU OUVINTE. cupando-se em ser compreendido pelo
interlocutor e usando a palavra com
tom de voz audível, boa articulação e
ritmo adequado.
X PODEM COMEÇAR COM UMA PERGUNTA.

X EM GERAL, DÃO PISTAS SOBRE A RESPOSTA. Espera-se que os alunos respondam que
servem para divertir as pessoas.

SÃO PUBLICADAS EM ENCICLOPÉDIAS E REVISTAS CIENTÍFICAS.

CENTO E VINTE E SETE 127


Professor, converse com os alunos
sobre onde encontramos charadas e
adivinhas. Valorize a cultura popular
e informe que atualmente há publi-
Anotações: cações desse gênero.

CENTO E VINTE E SETE 127


NOSSA LÍNGUA

1. DESCUBRA A RESPOSTA DE CADA ADIVINHA. EM SEGUIDA, REGISTRE


NO ESPAÇO DISPONÍVEL O QUE DESCOBRIU. ESCREVA CADA SÍLABA EM
UM QUADRINHO.

ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

O QUE É,
O QUE É?

AstroStar/Shutterstock

M.jareyPhoto/Shutterstock
Sempre quietas,
BNCC sempre agitadas,
Atividade 1: dormindo de dia,
(EF02LP12) Ler e compreender com cer- à noite acordadas.
ta autonomia cantigas, letras de canção, Cultura popular.
dentre outros gêneros do campo da
vida cotidiana, considerando a situação

Phubadee Na Songkhla/
Shutterstock
comunicativa e o tema/assunto do texto
e relacionando sua forma de organiza-
ção à sua finalidade. ES TRE LAS
(EF02LP02) Segmentar palavras em
sílabas e remover e substituir sílabas
iniciais, mediais ou finais para criar no-
vas palavras.
(EF15LP18) Relacionar texto com ilus-
trações e outros recursos gráficos
ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

O QUE É,
O QUE É?

Corel

Tateyama/Shutterstock
Para o país é sem par,
fonte de bem e progresso.
E a quem por ela andar,
desejo um feliz regresso.
Cultura popular.

Christian Lagerek/Shutterstock
ES TRA DA

128 CENTO E VINTE E OITO

Prática pedagógica
Nas adivinhas desta atividade, vemos a letra R sendo usada em diferentes momentos. Promova
uma conversa com os alunos a respeito de como a letra foi usada e de que forma foi realizada a
divisão silábica em cada uma delas. Amplie a atividade promovendo atividades práticas de divisão
das palavras em sílabas, sistematizando as regras.

128 CENTO E VINTE E OITO


ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

O QUE É, O QUE É?

Fominay rstock
/
aphoto
É peludo, com quatro patas,

Anjajuli/Shutterstock
Shut te
e tem frio o focinho.
Se o tratam bem, responde
com proteção e carinho.
Cultura popular.

Artush/Shutterstock
CA CHOR RO

ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

O QUE É,
O QUE É? / S hu
t te
rst
o ck

uz mik
iK
Tem uma porção An
d re

de dentes, mas não


tem boca.

Offscreen/Shutterstock
Cultura popular.

Jiri Hera/Shutterstock
SER RO TE

ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

O QUE É, O QUE É?
Alta Oosthuizen/
Shutterstock

Nunca deixei minha casa.


Casa assim poucos têm:
Tissiana Kelley/
Shutterstock

à medida que vou crescendo,


ela cresce também.
Cultura popular.

TAR TA RU GA
c
dis
oto
Ph

CENTO E VINTE E NOVE 129

Anotações:

CENTO E VINTE E NOVE 129


2. VOCÊ JÁ ESTUDOU SOBRE A ESCRITA E A LEITURA DE PALAVRAS COM R
NO INÍCIO DA PALAVRA, R NO MEIO DA PALAVRA E INÍCIO DA SÍLABA,
R NO MEIO DA SÍLABA E RR.
A) COLOQUE CADA PALAVRA DO EXERCÍCIO 1 DENTRO DO QUADRO
CERTO, DE ACORDO COM SUA ESCRITA.

R NO MEIO
R NO INÍCIO DA DA PALAVRA R NO MEIO
RR
PALAVRA E INÍCIO DA DA SÍLABA
SÍLABA

ESTRELAS, CACHORRO,
TARTARUGA ESTRADA SERROTE

B) AO RESPONDER ÀS ADIVINHAS DAS PÁGINAS ANTERIORES, VOCÊ


PRECISOU SEPARAR AS SÍLABAS DAS PALAVRAS, COLOCANDO CADA
SÍLABA EM UM QUADRINHO.

EXPLIQUE AOS COLEGAS COMO VOCÊ SEPAROU AS PALAVRAS:

SERROTE CACHORRO
Professor, antes de os alunos reali-
zarem a atividade, separe as sílabas
oralmente e conte os traços para cada SEPARE-AS NOVAMENTE. PARA AJUDAR, COLOCAMOS OS TRAÇOS
sílaba, ajudando-os a perceber que a PARA CADA LETRA DE CADA SÍLABA:
separação silábica na escrita nem sem-
pre corresponde ao modo como sepa- SERROTE: S E R - R O - T E
ramos as sílabas oralmente. Pergunte
por que em SERROTE há três traços
para a primeira sílaba falada, como CACHORRO: C A - C H O R - R O
forma de levantar hipóteses sobre a
escrita de RR. Faça o mesmo com a C) CONVERSE COM SEUS COLEGAS:
sílaba CHOR, de cachorro.
• O QUE ACONTECE COM RR NA SEPARAÇÃO DAS SÍLABAS?
FICA UM R EM CADA SÍLABA.
• QUAL DESSAS PALAVRAS TEM A MAIOR SÍLABA?
CACHORRO.
• QUE SÍLABA É ESSA? QUANTAS LETRAS ELA TEM?
CHOR – 4 LETRAS.
• INDIQUE AS CONSOANTES E AS VOGAIS DESSA SÍLABA.
CHOR – CCVC.
130 CENTO E TRINTA

Pensando sobre a BNCC


No eixo dos conhecimentos linguísticos e gramaticais da BNCC, aparecem unidades temáticas
relacionadas a apropriação do sistema alfabético de escrita e desenvolvimento da ortografia.
Dentro dessas unidades, encontramos os seguintes objetos de conhecimento: consciência gra-
fofonênica, consciência silábica, conhecimento do alfabeto e estruturas silábicas. Por isso, uma
das habilidades mais importantes que devem ser desenvolvidas para aprimoramento do sistema
alfabético é a capacidade de refletir sobre a escrita das palavras através de atividades como as
destacadas nas presentes páginas.

130 CENTO E TRINTA


D) SEPARE AS SÍLABAS DAS PALAVRAS A SEGUIR:

AMARELO: A MA RE LO

VARRER: VAR RER

AMARROTADO: A MAR RO TA DO

VERMELHO: VER ME LHO

PARTIR: PAR TIR

TERRA: TER RA

RELÓGIO: RE LÓ GIO
BNCC
3. OBSERVE NAS ADIVINHAS ABAIXO AS PALAVRAS EM QUE APARECE A Atividades 2, 3 e 4:
LETRA S E CONTORNE-AS. (EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
O QUE É, O QUE É? O QUE É, O QUE É? vogais em todas as sílabas.
(EF12LP01) Ler palavras novas com
Para o país é sem par, Sempre quietas, precisão na decodificação, no caso
de palavras de uso frequente, ler glo-
fonte de bem e progresso. sempre agitadas, balmente, por memorização.
E a quem por ela andar, dormindo de dia,
desejo um feliz regresso. à noite acordadas.
Cultura popular. Cultura popular.

4. COLOQUE NO QUADRO AS PALAVRAS CIRCULADAS NO EXERCÍCIO


ANTERIOR.

S EM FINAL DE S NO MEIO DA
S NO INÍCIO
SÍLABA OU DE PALAVRA E INÍCIO SS
DA PALAVRA
PALAVRA DA SÍLABA

SEM, SEMPRE PAÍS, QUIETAS, DESEJO PROGRESSO,


AGITADAS, REGRESSO
ACORDADAS

A) FALE AS PALAVRAS QUE VOCÊ ESCREVEU. EM QUAL DELAS O SOM


DA LETRA S É DIFERENTE DAS OUTRAS?
DESEJO.
CENTO E TRINTA E UM 131

Anotações:

CENTO E TRINTA E UM 131


B) CONVERSE COM SEUS COLEGAS: QUAL É O SOM DA LETRA S NESSA
PALAVRA?
SOM DE Z.
C) NAS PALAVRAS A SEGUIR, CIRCULE AQUELAS EM QUE A LETRA S TEM
SOM DE Z:

Professor, se necessário, retome os tra-


balhos com s inicial e s com som de z, CASA CANSADO SALA AVISO
desenvolvidos na Unidade 1, explorando
o fato de a existência de vogais antes e ENSABOADO BALSA BLUSA
depois de s indicarem o som de z.

ESCOLA CARTAS USADO

5. AGORA LEIA ESTAS PALAVRAS E OBSERVE A PARTE DESTACADA:

AÇÚCAR ASSOBIO TAÇA ASSA AÇO


ASSEMBLEIA AÇUDE ASSIM AÇOUGUE
OSSO CAROÇO ASSUNTO

A) FALE AS PALAVRAS QUE VOCÊ LEU, OBSERVANDO O SOM DAS LETRAS


DESTACADAS. O SOM DELAS É:

X IGUAL. DIFERENTE.

B) VOCÊ JÁ SABE QUE Ç SÓ É USADA PARA FORMAR SÍLABAS COM AS


VOGAIS A, O, U. AGORA, OBSERVE AS PALAVRAS ESCRITAS COM SS E
ESCREVA-AS ABAIXO:
ASSOBIO, ASSA, ASSEMBLEIA, ASSIM, OSSO, ASSUNTO.

C) QUE VOGAIS APARECEM DEPOIS DE SS?


A, E, I, O, U. TODAS AS VOGAIS.

132 CENTO E TRINTA E DOIS

Prática pedagógica
Com ajuda da turma, faça um levantamento das palavras mais usadas por eles que contenham
Ç ou SS. Sugestões: professora, passado, palhaço, faça, pescoço, assunto, açúcar, entre outras.
Em seguida, montem um cartaz cujo título seja: PARA NÃO ERRAR! Peça ajuda deles para ilustrar
cada uma das palavras e cole os desenhos ao lado da escrita da palavra, pois, desta forma, o
cartaz será uma elaboração coletiva com mais significado.

132 CENTO E TRINTA E DOIS


D) COMPLETE OS ESPAÇOS EM BRANCO:

Ç E SS TÊM SOM IGUAL , MAS Ç SÓ


PODE SER USADA ANTES DE A, O, U E SS
PODEM SER USADAS COM A, E, I, O, U (OU TODAS AS VOGAIS) .

6. COM BASE NOS DESENHOS, PREENCHA A CRUZADINHA.

A) C O R N E T A

B) A R M Á R I O Professor, proponha aos alunos


que identifiquem cada imagem da
página. Depois, fale as palavras com
C) C O L A R eles, separando as sílabas e desta-
cando a letra R em final de sílaba,
D) S O R V E T E onde ela aparece. Escolha duas ou
três palavras e peça aos alunos que
soletrem cada sílaba para que você
E) G A R F O as registre no quadro de giz. Escreva
como os alunos ditarem e, se houver
F) B E R Ç O alguma letra trocada, sobrando ou
faltando, proponha nova leitura da
U sílaba e uma análise da escrita. Só
então proponha o preenchimento da
cruzadinha, evidenciando que para
G) F O R M I G A cada quadrinho deverá ser escrita
uma letra.
H) C A R T A

A) B) C)

Ilustrações: Fernanda Rinzler


BNCC
Atividade 6:
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
D) E) F) mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.

G) H)
ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.

CENTO E TRINTA E TRÊS 133

Anotações:

CENTO E TRINTA E TRÊS 133


7. COM UM COLEGA, PROCURE NO DIAGRAMA SEIS PALAVRAS GRAFADAS
COM RR. DEPOIS, ESCREVA AS PALAVRAS QUE VOCÊ ENCONTROU.

B B C O R R I D A A

N E V H Y Q L O R D

L Z A S C Z A T S N
Professor, amplie a atividade pedindo
para as crianças criarem seus caças-pala- T E S B A R R O D B
vras usando um banco de palavras com a
letra R. Troque entre os alunos.
P R W C R X R Q L R

E R E B R T O J R G

R O R J O L Z F M R

R O Y Y Ç P O I D R

A S N C A R R E T A

R X V L O S R W Z S

CORRIDA, BARRO, ERRAR, BEZERRO, CARROÇA, ARROZ.

134 CENTO E TRINTA E QUATRO

Prática pedagógica
Após a reflexão feita com os alunos sobre o som da letra S quando usada em dupla (SS) e
a relação dos sons de S e Ç, proponha aos alunos que criem um caça-palavras usando apenas
palavras com SS ou Ç. Se necessário crie um banco de palavras. Deixem que realizem em pares e
depois troquem com um colega para um caçar as palavras na atividade do outro.

134 CENTO E TRINTA E QUATRO


8. AINDA EM DUPLA, AGORA ENCONTRE E CIRCULE NO DIAGRAMA SEIS
PALAVRAS GRAFADAS COM SS. EM SEGUIDA, ESCREVA AS PALAVRAS
ENCONTRADAS.

A J V A S S O U R A G F M

S M G B Y R K J D S N I V

B D R O I S P A B S Ç D N

H U W L M X A T I A P D C

G E S S O K S S E D I V S

K N X P H B S V K O H A S

T V Q I W P E S S O A P W

W R R Q A S I H B N X O S

C N W S S Y O S S O L Ç I

X A P R E S S A D O R T R Professor, você pode sugerir aos alu-


nos que construam uma frase usan-
do as palavras. Avalie o momento de
K Y B N O R T U W Z B S E seus alunos.

VASSOURA, PESSOA, OSSO, APRESSADO, PASSEIO, ASSADO.

CENTO E TRINTA E CINCO 135

Anotações:

CENTO E TRINTA E CINCO 135


DESAFIO
Professor, a proposta que segue é uma VAMOS ORGANIZAR UM CAMPEONATO DE ADIVINHAS?
sugestão. O campeonato pode ser orga-
nizado de outras maneiras. O importante 1. A TURMA SERÁ ORGANIZADA EM DOIS GRUPOS: GRUPO A E
é realizar a atividade do campeonato, de GRUPO B. DURANTE O CAMPEONATO, HAVERÁ SORTEIOS PARA
modo que os alunos possam conhecer o
maior número possível de adivinhas, des-
DEFINIR OS PARTICIPANTES DE UM GRUPO E DE OUTRO.
pertando o gosto por elas e valorizando 2. SORTEIA-SE UM INTEGRANTE DO GRUPO A, PARA APRESENTAR
a cultura popular.
UMA ADIVINHA PARA UM INTEGRANTE SORTEADO DO GRUPO B
RESPONDER.
3. DEPOIS, UM INTEGRANTE DO GRUPO B FAZ UMA PERGUNTA A UM
INTEGRANTE DO GRUPO A.
4. QUANDO HOUVER ACERTO, O GRUPO QUE DESCOBRIU A RESPOSTA
BNCC PARA A ADIVINHA GANHARÁ 1 PONTO. QUANDO A RESPOSTA
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda ESTIVER ERRADA, O GRUPO QUE PERGUNTOU GANHARÁ O PONTO.
do professor, o texto que será pro-
duzido, considerando a situação co- 5. SERÁ ELIMINADO DA DISPUTA QUEM RESPONDER FORA DE
municativa, os interlocutores (quem SUA VEZ.
escreve/para quem escreve); a fina-
lidade ou o propósito (escrever para 6. QUANDO UM INTEGRANTE DO GRUPO PERGUNTAR UMA VEZ E
quê); a circulação (onde o texto vai RESPONDER UMA VEZ, DEVE-SE RETIRAR SEU NOME DO SORTEIO.
circular); o suporte (qual é o porta-
dor do texto); a linguagem, organi- 7. GANHARÁ O GRUPO QUE OBTIVER MAIS PONTOS.
zação e forma do texto e seu tema,
pesquisando em meios impressos
ou digitais, sempre que for preciso,
informações necessárias à produção
do texto, organizando em tópicos os
dados e as fontes pesquisadas. PRODUÇÃO DE TEXTO
(EF12LP07) Identificar e (re)produ-
zir, em cantiga, quadras, quadrinhas,
parlendas, trava-línguas e canções, QUE TAL PESQUISAR OUTRAS ADIVINHAS OU CHARADAS PARA FAZER
rimas, aliterações, assonâncias, o
ritmo de fala relacionado ao ritmo e UMA COLETÂNEA?
à melodia das músicas e seus efeitos
de sentido. PLANEJAMENTO
(EF02LP24) Planejar e produzir, em
colaboração com os colegas e com 1. FAÇA UM LEVANTAMENTO DE PESSOAS QUE POSSAM CONHECER
a ajuda do professor, relatos de ex- ADIVINHAS. REGISTRE O NOME DELAS ABAIXO.
perimentos, registros de observação,
entrevistas, dentre outros gêneros do
campo investigativo, que possam ser
repassados oralmente por meio de
ferramentas digitais, em áudio ou
vídeo, considerando a situação co-
municativa e o tema/assunto/finali- 2. COMBINE UM ENCONTRO COM UMA DELAS.
dade do texto.
136 CENTO E TRINTA E SEIS

Prática pedagógica
Depois de já terem realizados muitas atividades de criação de adivinhas, agora chegou a hora
de buscar novos desafios fora da sala de aula. Oriente-os a pesquisarem pela escola, sempre
usando as palavras mágicas “por favor”, “com licença” e “obrigado”. Avise com antecedência
as pessoas da escola que as crianças farão a pesquisa, assim funcionários e professores podem
pesquisar adivinhas para ajudá-los.

136 CENTO E TRINTA E SEIS


DESENVOLVIMENTO
1. COM PAPEL E CANETA NA MÃO, PEÇA À PESSOA ENTREVISTADA QUE
FALE DUAS OU TRÊS ADIVINHAS.
2. ESCOLHA UMA OU DUAS PARA REGISTRAR.
3. TENTE RESPONDER À ADIVINHA OU CHARADA. SE NÃO CONSEGUIR,
PERGUNTE A RESPOSTA À PESSOA QUE A FALOU E REGISTRE-A TAMBÉM.
4. AGRADEÇA À PESSOA QUE COLABOROU COM SUA TAREFA.

REVISÃO
1. RELEIA AS ADIVINHAS QUE VOCÊ REGISTROU E VEJA SE ESTÃO COMO BNCC
A PESSOA FALOU. SE PRECISAREM DE ALGUM AJUSTE, PEÇA A PESSOA (EF12LP02) Buscar, selecionar e ler,
QUE AS REPITA. com a mediação do professor (leitura
compartilhada), textos que circulam
2. EM SEGUIDA, RELEIA MAIS UMA VEZ AS ADIVINHAS PARA VERIFICAR SE em meios impressos ou digitais,
AS PALAVRAS TÊM TODAS AS LETRAS NECESSÁRIAS, SE A ESCRITA ESTÁ de acordo com as necessidades e
interesses.
COMPREENSÍVEL E, NO CASO DE HAVER UMA PERGUNTA, SE O PONTO DE
(EF15LP06) Reler e revisar o texto
INTERROGAÇÃO FOI USADO NO LUGAR CERTO. produzido com a ajuda do professor
e a colaboração dos colegas, para cor-
DIVULGAÇÃO rigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes,
acréscimos, reformulações, correções

França
de ortografia e pontuação.
1. APRESENTE O

Dawidson
(EF15LP07) Editar a versão final do
RESULTADO DE texto, em colaboração com os colegas
SUA PESQUISA e com a ajuda do professor, ilustrando,
AOS COLEGAS E quando for o caso, em suporte ade-
quado, manual ou digital.
PEÇA-LHES QUE
RESPONDAM ÀS
SUAS ADIVINHAS.
2. CONFIRA A
RESPOSTA DELES
COM A QUE VOCÊ
REGISTROU.
3. PEGUE DUAS FOLHAS
DE PAPEL: EM UMA
DELAS, ESCREVA
A ADIVINHA; NA
OUTRA, A RESPOSTA.

CENTO E TRINTA E SETE 137

Anotações:

CENTO E TRINTA E SETE 137


4. ORGANIZE COM SEUS COLEGAS UM MURAL DE ADIVINHAS FORA DA
SALA, PARA QUE ALUNOS DE OUTRAS TURMAS POSSAM BRINCAR
COM ELAS. COLOQUE POR CIMA A FOLHA COM A ADIVINHA E POR
BAIXO A FOLHA DE RESPOSTA.
A PESSOA DEVE LER A ADIVINHA E LEVANTAR A FOLHA PARA
CONFERIR A RESPOSTA.

AVALIAÇÃO
1. VOCÊ APRENDEU ADIVINHAS NOVAS?
2. O QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE ELAS?
BNCC
Avaliação: 3. O QUE VOCÊ ACHOU DA ATIVIDADE DE PESQUISAR ADIVINHAS?
(EF15LP09) Expressar-se em situa- HOUVE ALGUMA DIFICULDADE EM REALIZÁ-LA? COMO VOCÊ
ções de intercâmbio oral com clareza,
preocupando-se em ser compreen-
RESOLVEU ISSO?
dido pelo interlocutor e usando a
palavra com tom de voz audível, boa
articulação e ritmo adequado.
Sugestão de leitura:
(EF15LP15) Reconhecer que os tex- SUGESTÕES DE LEITURA
tos literários fazem parte do mundo

Divulgação
do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento, PAMPLONA, Rosane. A princesa que tudo sabia...
valorizando-os, em sua diversidade menos uma coisa. São Paulo: Brinque-Book, 2005.
cultural, como patrimônio artístico
da humanidade. Adivinhas, charadas, enigmas… Não é que aquela
princesa sabia tudo mesmo? Mas um garoto
descobriu a única pergunta que ela não sabia
responder. Que pergunta era essa?
Divulgação

SOMBRA, Fábio. Arara, tucano, bordados no pano.


São Paulo: Moderna, 2013.
Todas as adivinhas deste livro se referem a aves
brasileiras. Será que você as conhece?

138 CENTO E TRINTA E OITO

Anotações:

138 CENTO E TRINTA E OITO


C A PÍ TULO

10 TRAVA A LÍNGUA, TRAVA-LÍNGUA

PARA LER

VOCÊ SABE O QUE SÃO TRAVA-LÍNGUAS? SE CONHECER ALGUM, RECITE Professor, essa música poderá ser
PARA SEUS COLEGAS. cantada com a turma; a melodia é
semelhante à de “Dona Aranha”
A SEGUIR, VOCÊ VAI LER UMA LETRA DE CANÇÃO QUE FALA SOBRE (A Dona Aranha / subiu pela parede
TRAVA-LÍNGUAS. CANTE-A COM SEUS COLEGAS E PROFESSOR. [...]).
Para ouvir a interpretação,
acesse o vídeo disponível em:
TRAVA-LÍNGUA < h t t p : / / w w w.y o u t u b e . c o m /
watch?v=aEPwyajpsk8>. Acesso em:
Wagner da Silva Rocha e Henrique Pinheiro Namura 18 nov. 2017.
Ooooooooooooooooooooooooo
Trava-línguas é uma brincadeira,
Divertida e fácil de brincar,

Jótah
É só enrolar a língua
Fazendo ela dançar. Hei! (2x) BNCC
(EF12LP07) Identificar e (re)produzir,
O rato roeu a roupa do rei de Roma. em cantiga, quadras, quadrinhas, par-
lendas, trava-línguas e canções, rimas,
Em Roma a roupa do rei o rato roeu. aliterações, assonâncias, o ritmo de
fala relacionado ao ritmo e à melodia
A aranha arranha a rata, a rata arranha das músicas e seus efeitos de sentido.
A aranha, a aranha e a rata arranham a ratazana.

Um prato de trigo para um tigre.


Dois pratos de trigo para dois tigres.
Três pratos de trigo para três tigres.

Trava-línguas é uma brincadeira,


Divertida e fácil de brincar,
É só enrolar a língua
Fazendo ela dançar.

CENTO E TRINTA E NOVE 139

CENTO E TRINTA E NOVE 139


Um ninho de mafagafos com
Sete mafagafinhos, quem
Desmafaguifar um ninho de mafagafos, bom
Desmafaguifador será!

O tempo perguntou pro tempo


Quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu pro tempo:

Jótah
Tenho o tempo que o tempo tem.

O pelo no peito do pé de Pedro é preto.


O pelo no peito do pé de Pedro é preto.

Trava-línguas é uma brincadeira,


Divertida e fácil de brincar,
É só enrolar a língua
Fazendo ela dançar.

Oooooooooooooooooooooooooo

Olha o sapo dentro do saco,


O saco com o sapo dentro,
O sapo batendo papo,
E o papo soltando vento.

Por que pia pardal pardo?


Porque pio e piarei,
Porque sou o pardal pardo,
Porque pio para o rei.

Tem pena a pata do pato do Patati.


A pata do pato do Patati tem pena.
Tem pena a pata do pato do Patatá.
A pata do pato do Patatá tem pena.

140 CENTO E QUARENTA

Prática pedagógica
Os trava-línguas fazem parte do folclore brasileiro. São textos orais da cultura popular, assim como
as parlendas, adivinhas e contos. O desafio dos trava-línguas é recitá-los sem errar a pronúncia. Se o
leitor tenta aumentar o ritmo, muito provavelmente terá maiores dificuldades em conseguir repro-
duzi-los sem errar. Este tipo de texto é uma maneira de usar a leitura com a função de divertimento.

140 CENTO E QUARENTA


Trava-línguas é uma brincadeira,
Divertida e fácil de brincar,
É só enrolar a língua
Fazendo ela dançar. Hei! (2x)

Jótah
Ooooooooooooooooooooooooo

ROCHA, WAGNER DA SILVA; NAMURA, HENRIQUE PINHEIRO. TRAVA-LÍNGUA. IN: PATATI PATATÁ.
NA CIDADE DOS SONHOS. SÃO PAULO: SOM LIVRE, 2011. 1 CD. FAIXA 4. V. 7.

OS PALHAÇOS PATATI E PATATÁ ESTÃO EM ATIVIDADE DESDE 1985. A DUPLA Professor, retome outras letras de canção
TEM COMO INTÉRPRETES WAGNER DA SILVA ROCHA (PATATI) E HENRIQUE que já tenham sido estudadas e ajude os
PINHEIRO NAMURA (PATATÁ). alunos a identificar o estribilho ou refrão.

1. A LETRA DA MÚSICA APRESENTA UMA ESTROFE QUE SEMPRE SE REPETE.


É O ESTRIBILHO OU REFRÃO.
BNCC
A) QUAL É ESSA ESTROFE?
Atividade 1:
TRAVA-LÍNGUAS É UMA BRINCADEIRA, / DIVERTIDA E FÁCIL DE (EF12LP17) Ler e compreender, em
colaboração com os colegas e com
BRINCAR, / É SÓ ENROLAR A LÍNGUA / FAZENDO ELA DANÇAR. a ajuda do professor, enunciados
de tarefas escolares, diagramas,
curiosidades, pequenos relatos de
experimentos, entrevistas, verbetes
de enciclopédia infantil, entre outros
gêneros do campo investigativo,
considerando a situação comunica-
B) ESSA ESTROFE: tiva e o tema/assunto do texto.
(EF15LP01) Identificar a função social
APRESENTA OUTRO TRAVA-LÍNGUA. de textos que circulam em campos da
vida social dos quais participa cotidia-
namente (a casa, a rua, a comunida-
de, a escola) e nas mídias impressa, de
X EXPLICA COMO FALAR UM TRAVA-LÍNGUA. massa e digital, reconhecendo para
que foram produzidos, onde circu-
lam, quem os produziu e a quem se
EXPLICA O QUE NÃO É UM TRAVA-LÍNGUA. destinam.

C) CONVERSE COM OS COLEGAS: POR QUE ESSA ESTROFE SE REPETE AO


LONGO DA MÚSICA?
PARA REFORÇAR A IDEIA DO QUE É UM TRAVA-LÍNGUA.
D) VOCÊ CONCORDA COM A DEFINIÇÃO QUE ESSA ESTROFE APRESENTA? Espera-se que os alunos concordem,
POR QUÊ? CONVERSE COM SEUS COLEGAS. porque o trava-língua é um texto fei-
to propositalmente para “enrolar”
a língua.
CENTO E QUARENTA E UM 141

Anotações:

CENTO E QUARENTA E UM 141


2. OBSERVE AS PARTES DESTACADAS COM CORES NA LETRA DA CANÇÃO.
A) POR QUE ESTÃO EM CORES DIFERENTES DO REFRÃO OU ESTRIBILHO?
PORQUE SÃO TRAVA-LÍNGUAS.

B) EM SUA OPINIÃO, POR QUE O TRAVA-LÍNGUA DO RATO VEM PRIMEIRO?


PORQUE PROVAVELMENTE É O MAIS CONHECIDO DE TODOS.

C) QUAIS SÃO OS OUTROS TRAVA-LÍNGUAS PRESENTES NESSA LETRA?


O DA ARANHA, O DO PRATO DE TRIGO, O DO NINHO DE MAFAGAFOS,

O DO TEMPO, O DO PEITO DO PÉ DE PEDRO, O DO SAPO,

O DO PARDAL PARDO E O DO PATO DO PATATI.

D) EM SUA OPINIÃO, QUAL É O MAIS FÁCIL? POR QUÊ?


Resposta pessoal.

BNCC
Atividade 3:
(EF12LP07) Identificar e (re)produzir,
3. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
em cantiga, quadras, quadrinhas, par-
lendas, trava-línguas e canções, rimas,
aliterações, assonâncias, o ritmo de
A) VOCÊ JÁ HAVIA ESCUTADO ESSA MÚSICA?
fala relacionado ao ritmo e à melodia ONDE?
das músicas e seus efeitos de sentido. Resposta pessoal.
B) VOCÊ CONHECE OUTROS TRAVA-LÍNGUAS?
FALE-OS A SEUS COLEGAS E AO PROFESSOR.
Resposta pessoal.

142 CENTO E QUARENTA E DOIS

Pensando sobre a BNCC


O eixo da Oralidade compreende práticas de produção de textos orais em diferentes
contextos discursivos. Neste sentido, é importante desenvolver a interação oral no contex-
to escolar, desenvolvendo identidade psicossocial em sala de aula por meio de conversas.
Aproveite o momento de levantamento de hipóteses para estimular que os alunos consigam expres-
sar-se com confiança, garantindo que o interlocutor consiga compreender suas ideias expostas de
maneira audível, com boa articulação e ritmo adequado, além, é claro, de ser uma ideia coerente.

142 CENTO E QUARENTA E DOIS


NOSSA LÍNGUA

1. RELEIA O PRIMEIRO TRAVA-LÍNGUA DA LETRA DA CANÇÃO.

O rato roeu a roupa do rei de Roma.


Em Roma a roupa do rei o rato roeu.

A) QUE SOM SE REPETE NESTE TRAVA-LÍNGUA? Professor, aceite diferentes respostas


que identifiquem o som de R.
O SOM DE R FORTE (OU R EM INÍCIO DE SÍLABA, OU R DE RITA).

B) EM QUE PARTE DA PALAVRA ELE APARECE: NO INÍCIO, NO MEIO OU


NO FIM?
NO INÍCIO.

C) O SOM É O MESMO EM TODAS AS PALAVRAS INICIADAS COM A


LETRA R?
SIM.

D) COPIE AS PALAVRAS EM QUE A PRIMEIRA LETRA ESTÁ ESCRITA


COM MAIÚSCULA:
O, Em, Roma.

E) POR QUE AS PALAVRAS O E EM FORAM ESCRITAS COM A PRIMEIRA Espera-se que os alunos percebam que
LETRA MAIÚSCULA? CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR. é porque estão no início da frase.

EM INÍCIO DE FRASES USAMOS SEMPRE LETRA MAIÚSCULA,


MESMO QUE O RESTANTE DA FRASE ESTEJA ESCRITO EM MINÚSCULAS.
BNCC
2. NO TRAVA-LÍNGUA DO RATO, VOCÊ VIU QUE A PALAVRA ROMA Atividade 2:
APARECE ESCRITA COM A PRIMEIRA LETRA MAIÚSCULA NO FINAL DA (EF12LP07) Identificar e (re)produzir,
em cantiga, quadras, quadrinhas,
PRIMEIRA FRASE E NO MEIO DA SEGUNDA. parlendas, trava-línguas e canções,
RELEIA AGORA O TRAVA-LÍNGUA DO PÉ DO PEDRO: rimas, aliterações, assonâncias, o
ritmo de fala relacionado ao ritmo e
à melodia das músicas e seus efeitos
O pelo no peito do pé de Pedro é preto. de sentido.

CENTO E QUARENTA E TRÊS 143

Anotações:

CENTO E QUARENTA E TRÊS 143


NELE, A PALAVRA PEDRO ESTÁ NO MEIO DA FRASE E APARECE ESCRITA
COM A PRIMEIRA LETRA MAIÚSCULA.
POR QUE AS PALAVRAS ROMA E PEDRO FORAM ESCRITAS DESSA
MANEIRA NOS TRAVA-LÍNGUAS?
PORQUE ROMA É NOME DE CIDADE E PEDRO É NOME DE PESSOA.

BNCC
Atividade 2: NOMES DE CIDADES, BAIRROS, PAÍSES, PRAÇAS, RUAS ETC.,
(EF02LP01) Utilizar, ao produzir o E NOMES E SOBRENOMES DE PESSOAS SÃO CHAMADOS DE
texto, grafia correta de palavras co-
nhecidas ou com estruturas silábicas
NOMES PRÓPRIOS E SEMPRE SÃO ESCRITOS COM LETRA INICIAL
já dominadas, letras maiúsculas em MAIÚSCULA, MESMO QUE O RESTANTE DO TEXTO ESTEJA EM
início de frases e em substantivos pró- MINÚSCULAS.
prios, segmentação entre as palavras,
ponto final, ponto de interrogação e
ponto de exclamação.
3. NAS FRASES ABAIXO, CONTORNE AS LETRAS QUE DEVERIAM ESTAR
EM MAIÚSCULAS:

há dois anos rita mora na china.


no verão, cristina vai para o rio de janeiro.
o tio de joão mora na praça cairo.

4. VOCÊ VAI RELER PALAVRAS DA LETRA DE CANÇÃO “TRAVA-LÍNGUA”:


roupa: rou - pa roeu: ro - eu

rei: rei brincadeira: brin - ca - dei - ra

peito: pei - to língua: lín - gua

A) SEPARE AS PALAVRAS EM SÍLABAS.


B) CONTORNE A SÍLABA EM QUE DUAS VOGAIS FICARAM JUNTAS.

QUANDO SEPARAMOS AS SÍLABAS DE UMA PALAVRA E


DUAS VOGAIS FICAM NA MESMA SÍLABA, DIZEMOS QUE TEMOS
UM ENCONTRO DE VOGAIS. ESSE ENCONTRO É CHAMADO DE
ENCONTRO VOCÁLICO.

144 CENTO E QUARENTA E QUATRO

Prática pedagógica
Brinque de forca com os alunos usando um campo semântico (frutas, animais, personagens,
objetos ou cidades). Além das dicas em relação a quantidade de letras e tema, também fale se a
palavra contém encontro consonantal ou vocálico. Escolha palavras que contenham estes encon-
tros. Troque de lugar com eles para que assumam o papel de dar dicas aos colegas.

144 CENTO E QUARENTA E QUATRO


5. AGORA QUE VOCÊ JÁ SABE O QUE É UM ENCONTRO VOCÁLICO,
CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE O QUE PODE SER UM
ENCONTRO CONSONANTAL.
Professor, ajude os alunos a analisar
6. NAS PALAVRAS ABAIXO, SEPARE AS SÍLABAS E CONTORNE OS ENCONTROS a expressão encontro consonantal,
CONSONANTAIS: explorando a palavra consonantal.
Se necessário, retome a definição de
prato: pr a - t o tigre: ti - gre encontro vocálico, para que eles pos-
sam aproveitar o conhecimento na
triste: tris - te trava: tra - va construção da definição e no enten-
dimento do encontro consonantal.
preto: pre - to brincar: brin - car

7. MONTE TRÊS TRAVA-LÍNGUAS COM AS PALAVRAS DADAS. TODAS


APRESENTAM UM ENCONTRO CONSONANTAL.
a) Branca, procura, brinco, branco.
Branca procura o brinco branco.
BNCC
Atividade 6:
b) Princesa, preto, branco, brinco, praça, procura. (EF02LP02) Segmentar palavras em
A princesa de preto procura o brinco branco na praça. sílabas e remover e substituir sílabas
iniciais, mediais ou finais para criar
novas palavras.
(EF02LP07) Escrever palavras, frases,
textos curtos nas formas imprensa
c) Três, trigo, pratos, tigres, três, tristes.
e cursiva.
Três pratos de trigo para três tigres tristes. (EF02LP04) Ler e escrever correta-
mente palavras com sílabas CV, V,
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
8. A PARTIR DAS PALAVRAS DADAS, CRIE NOVAS PALAVRAS, ACRESCENTANDO
R OU L. EM SEGUIDA, ESCREVA-AS NAS LINHAS CORRESPONDENTES.
PALAVRAS ACRESCENTE R PALAVRAS ACRESCENTE L

BANCO branco CARA clara

MAGO magro FOCO floco

PATO prato FECHA flecha

TEM trem PANO plano

PEÇO preço PUMA pluma

PEGO prego FOR flor

CENTO E QUARENTA E CINCO 145

Anotações:

CENTO E QUARENTA E CINCO 145


9. LEIA AS PISTAS E ESCREVA O NOME.

DICA:
AS RESPOSTAS SÃO ESCRITAS COM L OU R NO MEIO DE UMA
DAS SÍLABAS.

A) DOCE DE CHOCOLATE DE FESTAS INFANTIS:


BNCC
(EF02LP07) Escrever palavras, frases, BRIGADEIRO
textos curtos nas formas imprensa
e cursiva. B) UMA PESSOA QUE NÃO É FORTE:
FRACA

C) PEÇA DE ROUPA QUE VESTIMOS DA CINTURA PARA CIMA:


BLUSA

D) MEIO DE TRANSPORTE DE DUAS RODAS E PEDAIS:


BICICLETA

10. AGORA, ESCOLHA UMA OU MAIS PALAVRAS DAS QUE VOCÊ ESCREVEU
NA ATIVIDADE ANTERIOR E ESCREVA UMA FRASE:

11. RELEIA ALGUMAS PALAVRAS DA LETRA DE CANÇÃO QUE VOCÊ LEU NO


INÍCIO DO CAPÍTULO:
Professor, escreva as palavras no
quadro de giz e leia-as com os alu-
nos, mostrando cada parte lida.
brincadeira língua aranha
dançar ninho pé sapo rei

Professor, se necessário, realize a A) CONSULTE O ALFABETO NO SEU LIVRO OU NA SALA DE AULA E


atividade coletivamente, analisando ESCREVA AS PALAVRAS EM ORDEM ALFABÉTICA:
a letra inicial de cada palavra, para
a organização da ordem alfabética. ARANHA – BRINCADEIRA – DANÇAR – LÍNGUA – NINHO – PÉ – REI –
Nesse caso, basta a observação da
primeira letra de cada palavra. SAPO

146 CENTO E QUARENTA E SEIS

Pensando sobre a BNCC


Um dos conhecimentos imprescindíveis para a apropriação do sistema alfabético de escrita é
garantido através do conhecimento do alfabeto. Através desta habilidade, a criança poderá, por
exemplo, realizar a leitura de palavras, frases e textos independente da letra em que esteja sendo
usada (forma, cursiva, maiúscula e minúscula).

146 CENTO E QUARENTA E SEIS


B) EXPLIQUE AOS COLEGAS O QUE VOCÊ OBSERVOU NAS PALAVRAS
PARA COLOCÁ-LAS EM ORDEM ALFABÉTICA.
C) AGORA LEIA OUTRAS PALAVRAS DA LETRA DE CANÇÃO. COLOQUE-AS Professor, ajude os alunos a identi-
ficar esse procedimento para a orde-
EM ORDEM ALFABÉTICA. nação alfabética.

Roma rato rei

rato – rei – Roma

pena pata pio

pata – pena–pio

trigo tigres tristes três

tigres – três – trigo – tristes Professor, analise as palavras mos-


trando que todas elas começam
com a mesma letra e que algumas
D) CONVERSE COM SEUS COLEGAS: NESSAS PALAVRAS, ALÉM DA LETRA têm a primeira e a segunda letras
INICIAL, O QUE MAIS VOCÊ PRECISOU OBSERVAR PARA COLOCÁ-LAS iguais, sendo necessário verificar a
EM ORDEM ALFABÉTICA? terceira letra.
d. Espera-se que os alunos percebam
a necessidade de verificar a segun-
da letra quando todas as palavras
começam com a mesma letra.

PRODUÇÃO DE TEXTO

QUE TAL FAZERMOS UM DESAFIO DE TRAVA-LÍNGUAS?

PLANEJAMENTO
Professor, em site de música de
1. APRENDA A CANTAR A CANÇÃO DA DUPLA PATATI PATATÁ. sua preferência, acesse a canção e
apresente-a aos alunos, solicitando
2. PESQUISE TRAVA-LÍNGUAS DIFERENTES DAQUELES QUE APARECEM que a cantem algumas vezes, até
NA LETRA. NA APRESENTAÇÃO, APENAS O REFRÃO SERÁ IGUAL. OS memorizarem.
TRAVA-LÍNGUAS SERÃO PESQUISADOS POR TODOS DA TURMA.

CENTO E QUARENTA E SETE 147

Anotações:

CENTO E QUARENTA E SETE 147


3. FAÇA COM UM COLEGA A PESQUISA DOS TRAVA-LÍNGUAS QUE
SERÃO UTILIZADOS, PERGUNTANDO A UM ADULTO:
A) VOCÊ SABE O QUE SÃO TRAVA-LÍNGUAS?

B) QUANDO ERA CRIANÇA, ESSA ERA UMA BRINCADEIRA COMUM?

C) COMO ERA ESSA BRINCADEIRA?

6. Professor, proponha às duplas D) FALE ALGUNS TRAVA-LÍNGUAS QUE VOCÊ CONHECE.


que apresentem os trava-línguas
selecionados. A partir disso, faça
uma votação dos trava-línguas
4. LEVEM PARA A SALA DE AULA CÓPIAS DOS TRAVA-LÍNGUAS QUE
que deverão substituir os da RECOLHERAM.
canção estudada.
7. Professor, faça um revezamento
5. VERIFIQUEM SE OUTRAS DUPLAS TROUXERAM TRAVA-LÍNGUAS
nas participações, de modo que DIFERENTES OU REPETIDOS.
os alunos experimentem diferen-
tes papéis (palhaços e coro). 6. SELECIONEM COLETIVAMENTE OS TRAVA-LÍNGUAS QUE VÃO SUBSTITUIR
OS DA LETRA DA MÚSICA.
7. DEPOIS DE SELECIONAR OS TRAVA-LÍNGUAS, ESCOLHAM QUEM
REPRESENTARÁ O PATATI E QUEM REPRESENTARÁ O PATATÁ. OS
APRESENTADORES DEVEM SER ENGRAÇADOS E SABER SEUS TRAVA-
BNCC LÍNGUAS NA PONTA DA LÍNGUA. ESCOLHAM TAMBÉM QUEM FICARÁ
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda NO CORO.
do professor, o texto que será pro-
duzido, considerando a situação co-
municativa, os interlocutores (quem
escreve/para quem escreve); a fina-
Dawidson França

lidade ou o propósito (escrever para


quê); a circulação (onde o texto vai
circular); o suporte (qual é o porta-
dor do texto); a linguagem, organi-
zação e forma do texto e seu tema,
pesquisando em meios impressos
ou digitais, sempre que for preciso,
informações necessárias à produção
do texto, organizando em tópicos os
dados e as fontes pesquisadas.
(EF02LP15) Cantar cantigas e can-
ções, obedecendo ao ritmo e à
melodia.
(EF12LP07) Identificar e (re)produzir,
em cantiga, quadras, quadrinhas, par- 8. CARACTERIZEM-SE PARA A APRESENTAÇÃO FICAR MAIS ENGRAÇADA.
lendas, trava-línguas e canções, rimas,
aliterações, assonâncias, o ritmo de
VOCÊS PODEM PINTAR O ROSTO E USAR ADEREÇOS DE PALHAÇOS.
fala relacionado ao ritmo e à melodia
9. ENSAIEM BASTANTE E, QUANDO ESTIVEREM PRONTOS, AVISEM
das músicas e seus efeitos de sentido.
AO PROFESSOR.

148 CENTO E QUARENTA E OITO

Prática pedagógica
Após a realização da avaliação sobre o que os alunos aprenderam sobre trava-línguas e o
que deu certo ou precisa ser melhorado, elabore coletivamente um quadro síntese sobre este
tipo de texto.

148 CENTO E QUARENTA E OITO


DESENVOLVIMENTO E DIVULGAÇÃO
1. APRESENTEM OS NOVOS TRAVA-LÍNGUAS, CONFORME PLANEJADO.

2. A APRESENTAÇÃO PODE SER FEITA COLETIVAMENTE, COM DOIS


COLEGAS FALANDO OS TRAVA-LÍNGUAS, OU EM QUATRO GRUPOS
DIFERENTES.

AVALIAÇÃO
1. O QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE TRAVA-LÍNGUAS?

2. COMO VOCÊ AVALIA A ATIVIDADE DO DESAFIO DE TRAVA-LÍNGUAS:


O QUE DEU CERTO E O QUE PODE MELHORAR?

SUGESTÕES DE LEITURA

Divulgação
Ciça. Trinca-Trova. São Paulo: Globo, 2014.
A autora se inspirou no universo da poesia popular, BNCC
em trovas, trava-línguas e parlendas, para criar 14 Sugestão de leitura:
poemas muito divertidos. (EF15LP15) Reconhecer que os tex-
tos literários fazem parte do mundo
do imaginário e apresentam uma
dimensão lúdica, de encantamento,
valorizando-os, em sua diversidade
cultural, como patrimônio artístico
da humanidade.
Divulgação

Rosinha. ABC do trava-língua. São Paulo: Editora do


Brasil, 2012.
Rosinha é uma ilustradora pernambucana que, nesta
obra, registrou um trava-língua para cada letra do
alfabeto, articulando palavras e imagens. Vale muito
conhecer e brincar de falar depressa e sem titubear!

CENTO E QUARENTA E NOVE 149

Anotações:

CENTO E QUARENTA E NOVE 149


C A PÍ TULO

11 BRINCADEIRAS RIMADAS

Professor, incentive os alunos a apre- PARA LER


sentarem as brincadeiras conhecidas.
Caso não se lembrem, pergunte so-
bre brincadeiras em que um grupo de CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
crianças fica em roda e espera um dos
membros do grupo terminar uma fala 1. VOCÊ JÁ PARTICIPOU DE BRINCADEIRAS QUE SÃO ACOMPANHADAS
para correr ou parar etc., brincadei-
ras em que uma fala rimada ajuda a
POR FALAS RIMADAS?
escolher a ordem em que cada par- 2. VOCÊ SABE DIZER UMA DESSAS BRINCADEIRAS? QUAL? CONTE AOS
ticipante vai brincar etc.
COLEGAS COMO SE BRINCA E O QUE SE FALA ENQUANTO SE BRINCA.

LEIA O TEXTO A SEGUIR. ELE ACOMPANHA UMA BRINCADEIRA. VEJA SE


VOCÊ A CONHECE.

Professor, a utilização da palavra cê


em vez de você em situações orais CABRA-CEGA
e informais de uso da língua, será
trabalhada nas atividades propostas
após a leitura. – CABRA-CEGA, DE ONDE CÊ VEIO?
– VIM DO NORTE!
– QUE CÊ TROUXE PRA MIM?
– FARINHA!
BNCC
(EF15LP05) Planejar, com a – ME DÁ UM POUQUINHO?
ajuda do professor, o texto que
será produzido, considerando a – NÃO SOBROU NEM PRO MEU VIZINHO.
situação comunicativa, os inter-
locutores (quem escreve/para
(Depois de falar, todos devem girar em

Dawidson França
quem escreve); a finalidade ou o
propósito (escrever para quê); a volta da cabra-cega, que é um pegador de
circulação (onde o texto vai circu- olhos vendados. A partir daí, a cabra-cega
lar); o suporte (qual é o portador
do texto); a linguagem, organiza-
pode pegar qualquer um e descobrir quem
ção e forma do texto e seu tema, pegou, sem tirar a venda. Quem foi pego
pesquisando em meios impressos vira cabra-cega.)
ou digitais, sempre que for pre-
ciso, informações necessárias à
NÓBREGA, MARIA JOSÉ; PAMPLONA, ROSANE. SALADA, SALADINHA: PARLENDAS. SÃO PAULO:
produção do texto, organizando MODERNA, 2005. P. 47.
em tópicos os dados e as fontes
pesquisadas.
150 CENTO E CINQUENTA
(EF02LP12) Ler e compreender
com certa autonomia cantigas,
letras de canção, dentre outros
gêneros do campo da vida coti-
diana, considerando a situação
comunicativa e o tema/assunto do Prática pedagógica
texto e relacionando sua forma de Nesta proposta, os alunos poderão refletir sobre o contexto de produção do texto. As reflexões
organização à sua finalidade.
propostas são importantes para o desenvolvimento de habilidades dos alunos enquanto leitores. Se
possível, visite a biblioteca da escola e peça que escolham um livro para levar para casa e realizar a
leitura silenciosa. Promova uma roda de leitor em que os alunos possam contar o motivo pelo qual
escolheram o livro, qual a função que ele tem (informar, divertir, ensinar) e para quem indicam. Faça
desta prática uma atividade frequente entre as crianças.

150 CENTO E CINQUENTA


MARIA JOSÉ NÓBREGA NASCEU EM SÃO PAULO. DO TEMPO DE MENINA,
GUARDOU A MEMÓRIA DE MUITAS BRINCADEIRAS, ADIVINHAS, PARLENDAS,
TRAVA-LÍNGUAS, QUE HOJE COMPARTILHA COM AS FILHAS E COM O PÚBLICO
EM GERAL.
ROSANE PAMPLONA TAMBEM NASCEU EM SÃO PAULO E SE LEMBRA DE b. Professor, ajude os alunos a per-
ceber outras pistas da fonte de
BRINCADEIRAS DA INFÂNCIA, COMO PULAR CORDA, CIRANDAR, GATO E RATO
publicação da parlenda: número
E CABRA-CEGA. da página, nome da editora etc.
c. Professor, informe que os nomes
dos autores são indicados colocan-
1. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR. do-se primeiro o sobrenome, em
maiúsculas, e depois o nome, em
A) ONDE ESSE TEXTO FOI PUBLICADO? maiúscula inicial e minúsculas.
EM UM LIVRO.
B) VOLTE À PÁGINA 150 E PASSE UM TRAÇO EMBAIXO DAS PALAVRAS
QUE INDICAM O TÍTULO DE ONDE O TEXTO FOI PUBLICADO.

C) CONTORNE O NOME DAS AUTORAS DA PUBLICAÇÃO. d. Para que os leitores saibam


quem escreveu o texto, quando
D) PARA QUE O TEXTO TRAZ INFORMAÇÕES COMO ESSAS? ele foi publicado, qual editora o
publicou etc.
E) SE O LEITOR DO TEXTO QUISER ENCONTRÁ-LO NO LIVRO ONDE f. Espera-se que os alunos indiquem
ELE FOI PUBLICADO ORIGINALMENTE, EM QUE PÁGINA ELE os créditos da obra, que aparecem
sempre abaixo dos textos.
DEVE PROCURAR?
g. Espera-se que os alunos reconhe-
NA PÁGINA 47.
çam a importância desses dados
F) EXPLIQUE AOS COLEGAS COMO VOCÊ CHEGOU A ESSA INFORMAÇÃO. para a localização da obra, futu-
ramente, para a verificação do seu
G) CONVERSE SOBRE A IMPORTÂNCIA DAS INFORMAÇÕES SOBRE OS tempo de publicação, da obra, da
TEXTOS LIDOS (AUTORES, ONDE FOI PUBLICADO, POR QUAL EDITORA, editora pela qual foi publicada e,
sobretudo, e quem é o autor.
QUANDO ETC.).

2. O TEXTO QUE VOCÊ LEU FOI ESCRITO PARA:

Dawidson França
CONTAR UMA HISTÓRIA.
BNCC
Atividade 1:

ACOMPANHAR UMA BRINCADEIRA. (EF12LP17) Ler e compreender,


em colaboração com os colegas
e com a ajuda do professor,
enunciados de tarefas escola-
INFORMAR A ORIGEM DA BRINCADEIRA. res, diagramas, curiosidades,
pequenos relatos de experimen-
tos, entrevistas, verbetes de en-
ciclopédia infantil, entre outros
X ENSINAR A BRINCAR. gêneros do campo investigativo,
considerando a situação comuni-
cativa e o tema/assunto do texto.
CENTO E CINQUENTA E UM 151 Atividade 2:
(EF15LP01) Identificar a função
social de textos que circulam em
campos da vida social dos quais
participa cotidianamente (a casa, a
Anotações: rua, a comunidade, a escola) e nas
mídias impressa, de massa e digi-
tal, reconhecendo para que foram
produzidos, onde circulam, quem
os produziu e a quem se destinam.

CENTO E CINQUENTA E UM 151


3. RELEIA O TRECHO:

– CABRA-CEGA, DE ONDE CÊ VEIO?


– VIM DO NORTE!

A) A PALAVRA CÊ, NO PRIMEIRO VERSO, É O MESMO QUE:

X VOCÊ. O SENHOR.

Professor, observe se os alunos reco- A SENHORA. EU.


nhecem que o uso de palavras como
cê ou ocê é apropriado em situações
informais, como na escrita de um
B) CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR: EM QUE SITUAÇÕES É
bilhete, numa brincadeira ou numa ADEQUADO USAR CÊ? Resposta pessoal.
conversa com um colega. Ressalte
que em situações formais, orais ou 4. NO TEXTO QUE VOCÊ LEU, HÁ UMA PARTE ESCRITA EM LETRAS
escritas, deve-se usar você.
MAIÚSCULAS E OUTRA ESCRITA EM LETRAS MAIÚSCULAS E
MINÚSCULAS. RELEIA-AS E LIGUE CADA PARTE À SUA FUNÇÃO:

Trecho em
Orienta como brincar.
letras maiúsculas

BNCC
Atividade 3:
Trecho em letras Mostra a parte falada
(EF15LP11) Reconhecer caracterís-
ticas da conversação espontânea maiúsculas e minúsculas da brincadeira.
presencial, respeitando os turnos de
fala, selecionando e utilizando, du-
rante a conversação, formas de trata- 5. OBSERVE A ILUSTRAÇÃO QUE ACOMPANHA O TEXTO. ESSA IMAGEM:
mento adequadas, de acordo com a
situação e a posição do interlocutor.
Atividade 4:
X MOSTRA O QUE O TEXTO ESTÁ ENSINANDO.
(EF02LP09) Usar adequadamente
ponto final, ponto de interrogação
e ponto de exclamação. MOSTRA COMO AS CRIANÇAS SE SENTEM BRINCANDO.

MOSTRA CRIANÇAS QUE NÃO QUISERAM BRINCAR.

6. VOCÊ CONHECE OUTROS DIZERES PARA ESSA BRINCADEIRA? APRESENTE


AOS COLEGAS.
Resposta pessoal.
152 CENTO E CINQUENTA E DOIS

Pensando sobre a BNCC


Uma das habilidades que deve ser contemplada no 2o ano do Ensino Fundamental é usar
adequadamente ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação. Embora o ensino da
pontuação deva acontecer de maneira contextualizada, o professor deve garantir que o aluno
reconheça esta marca gráfica no texto e saiba nomeá-los de forma correta. O professor pode
escolher um texto bem escrito, fazer cópias para os alunos e realizar a leitura dirigida analisando
as marcas gráficas e o efeito que os sinais de pontuação têm no texto.

152 CENTO E CINQUENTA E DOIS


NOSSA LÍNGUA

1. RELEIA E COMPARE AS PALAVRAS A SEGUIR:

BNCC

VIM MIM UM NEM Atividades 1 a 4:


(EF15LP01) Identificar a função
social de textos que circulam em
campos da vida social dos quais
ELAS TÊM SONS NASAIS. PASSE UM TRAÇO EMBAIXO DAS LETRAS QUE participa cotidianamente (a casa, a
rua, a comunidade, a escola) e nas
INDICAM QUE DEVEMOS FALAR ESSAS PALAVRAS COM SOM NASAL. mídias impressa, de massa e digi-
tal, reconhecendo para que foram
2. COPIE DO TEXTO AS PALAVRAS QUE RIMAM: produzidos, onde circulam, quem
os produziu e a quem se destinam.
POUQUINHO E VIZINHO (EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos.

A) CONTORNE, NAS PALAVRAS QUE VOCÊ ESCREVEU ACIMA, A PARTE


QUE RIMA.
B) A PARTE QUE VOCÊ CONTORNOU EM CADA UMA DESSAS PALAVRAS
TEM SOM NASAL. QUE LETRAS INDICAM A NASALIZAÇÃO DO SOM?
NH
3. Professor, caso o aluno responda
“interrogação”, prossiga pergun-
3. OBSERVE O SINAL QUE APARECE NO FINAL DO PRIMEIRO VERSO: tando o que é uma interrogação,
até que ele seja capaz de relacionar
o ponto à entonação de pergunta,
como este trecho deve ser lido.
– CABRA-CEGA, DE ONDE CÊ VEIO? 4. Professor, proponha aos alunos
que leiam sua resposta. Enfatize a
entonação de pergunta. Escreva
no quadro de giz o mesmo trecho
O QUE ELE INDICA? sem o ponto de interrogação e
leia os dois modos de escrever o
INDICA QUE É UMA PERGUNTA. verso, evidenciando a diferença
na leitura.

4. COPIE DO TEXTO OUTRO VERSO EM QUE ELE APAREÇA:


QUE CÊ TROUXE PRA MIM? / ME DÁ UM POUQUINHO?

CENTO E CINQUENTA E TRÊS 153

Anotações:

CENTO E CINQUENTA E TRÊS 153


5. RELEIA ESTES TRECHOS:

– VIM DO NORTE! – FARINHA!

Respostas possíveis: “indica exclama-


ção. Indica que o trecho deve ser lido O QUE O SINAL NO FINAL DELES INDICA?
com entusiasmo (ênfase, espanto,
alegria, raiva etc.)”.

OS SINAIS ? (PONTO DE INTERROGAÇÃO) E ! (PONTO DE


EXCLAMAÇÃO) SERVEM PARA INDICAR COMO O TEXTO DEVE SER LIDO:
EM TOM DE PERGUNTA, EM TOM DE ESPANTO OU DE ENTUSIASMO ETC.

PARA LER

AGORA VOCÊ VAI LER O TEXTO “BATALHÃO, LHÃO, LHÃO”.

BATALHÃO, LHÃO, LHÃO


BATALHÃO, LHÃO, LHÃO
APROVEITA A OCASIÃO!
QUEM QUISER BRINCAR COMIGO
VEM AQUI ME DÊ A MÃO!

BATALHÃO, LHÃO, LHÃO


QUEM NÃO ENTRA É UM BOBÃO!
ABACAXI, XI, XI,
QUEM NÃO SAI É UM SACI!
UM, DOIS, TRÊS,

Jótah
QUEM SAIR VIRA FREGUÊS!

Cultura Popular.

154 CENTO E CINQUENTA E QUATRO

Prática pedagógica
Relembre com os alunos algumas parlendas que eles conhecem. Sugira que escrevam em
duplas algumas delas e exponha-as no mural da sala. Faça também um quadro síntese sobre o
que descobriram sobre as parlendas em relação a sua forma e conteúdo.

154 CENTO E CINQUENTA E QUATRO


1. O TEXTO “BATALHÃO, LHÃO, LHÃO” TEM A FUNÇÃO DE:

X CONVIDAR AMIGOS PARA BRINCAR.

ENSINAR A BRINCAR.

INFORMAR A ORIGEM DA BRINCADEIRA.

2. ELE É DITO: BNCC


Atividades 1 a 6:
X ANTES DE UMA BRINCADEIRA. (EF15LP01) Identificar a função social
de textos que circulam em campos da
vida social dos quais participa cotidia-
DURANTE UMA BRINCADEIRA. namente (a casa, a rua, a comunida-

Jótah
de, a escola) e nas mídias impressa, de
DEPOIS DE UMA BRINCADEIRA. massa e digital, reconhecendo para
que foram produzidos, onde circu-
lam, quem os produziu e a quem se
3. DE ACORDO COM O TEXTO, O QUE UMA PESSOA QUE QUER BRINCAR destinam.
COM QUEM ESTÁ DECLAMANDO DEVE FAZER? (EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos.
DAR A MÃO À PESSOA QUE ESTÁ DECLAMANDO.

4. IDENTIFIQUE NA PRIMEIRA ESTROFE AS PALAVRAS QUE RIMAM E


ESCREVA-AS ABAIXO.
BATALHÃO – OCASIÃO – MÃO

5. HÁ ALGUMA PALAVRA, NA SEGUNDA ESTROFE, QUE RIME COM ESSAS?


COPIE-A.
BOBÃO

6. OS TEXTOS QUE VOCÊ LEU NESTE CAPÍTULO SÃO CHAMADOS DE PARLENDAS.


MARQUE ABAIXO ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DESSES TEXTOS:

SÃO CANTADOS. X TÊM RIMAS. X SÃO DECLAMADOS.

X SERVEM PARA ACOMPANHAR BRINCADEIRAS OU PARA VER QUEM


VAI BRINCAR.

SÃO LONGOS E ESCRITOS EM PROSA.

X SÃO CURTOS E ESCRITOS EM VERSOS.

CENTO E CINQUENTA E CINCO 155

Anotações:

CENTO E CINQUENTA E CINCO 155


NOSSA LÍNGUA

VOCÊ JÁ ESTUDOU PALAVRAS ESCRITAS COM G E J. JÁ VIU QUE A LETRA G,


EM ALGUMAS PALAVRAS, TEM O MESMO SOM DA LETRA J. MAS A LETRA G
TAMBÉM TEM OUTROS SONS. VAMOS CONHECÊ-LOS?
Professor, escreva as palavras no
quadro de giz e incentive a leitura 1. COM SEUS COLEGAS, LEIA AS PALAVRAS DO QUADRO:
pelos alunos, acompanhando com a
mão cada parte lida. Conforme o nível
de leitura dos alunos e de reconheci- ÁGUA CEGA GELO MANGUEIRA SANGUE ALGUM
mento de letras minúsculas, veja se é
possível escrever em letras minúsculas
manuscritas.
água cega gelo mangueira sangue algum

GÊNIO LOGO LAGOS REGIÕES JOGAR PERIGO

gênio logo lagos regiões jogar perigo

2. CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.


Professor, releia as palavras, uma a A) NAS PALAVRAS QUE VOCÊ ACABOU DE LER, A LETRA G É FALADA DO
uma, com os alunos, analisando o MESMO MODO? NÃO.
som da letra G.
B) NO QUADRO A SEGUIR, AGRUPE AS PALAVRAS CONFORME O SOM
DA LETRA G.

SOM DE G COMO EM
SOM DE G COMO EM GATO
GEMA / GINÁSTICA

Professor, reserve um tempo para os ÁGUA / água; CEGA / cega; GELO / gelo; GÊNIO / gênio;
alunos realizarem a tarefa sozinhos, MANGUEIRA / mangueira; REGIÕES / regiões.
mas corrija-a coletivamente no qua-
dro de giz, para que todos acompa-
SANGUE / sangue;
nhem. Oriente-os e ajude-os a revisar ALGUM / algum;
a atividade. Leia cada coluna com os LOGO / logo; LAGOS / lagos;
alunos, destacando os sons da letra JOGAR / jogar; PERIGO / perigo.
G. É importante ter certeza que eles
percebam a diferença sonora da letra
G em cada situação.

156 CENTO E CINQUENTA E SEIS

Prática pedagógica
Selecione algumas palavras da atividade para realizar um BINGO com a turma. Peça que cada
aluno escolha uma palavra com G e escreva no quadro. Após a escrita de 20 palavras ou mais,
ofereça tabelas com 6 campos para que eles escrevam 6 palavras do banco de palavras que está
na lousa.

156 CENTO E CINQUENTA E SEIS


C) DAS PALAVRAS QUE VOCÊ COLOCOU NA COLUNA DA ESQUERDA, COPIE
AQUELAS EM QUE HÁ DUAS OU MAIS VOGAIS DEPOIS DA LETRA G:
ÁGUA / água; MANGUEIRA / mangueira; SANGUE / sangue.

D) NESSAS PALAVRAS, QUE LETRA VEM DEPOIS DE G? A letra U.

E) LEIA COM SEU PROFESSOR AS PALAVRAS QUE VOCÊ ESCREVEU. EM


QUAIS DELAS A LETRA U NÃO É FALADA?
BNCC
MANGUEIRA / mangueira; SANGUE / sangue.
Atividades 2 e 3:
(EF02LP04) Ler e escrever correta-
3. AGORA OBSERVE AS IMAGENS E LEIA AS PALAVRAS A SEGUIR: mente palavras com sílabas CV, V,
ELEMENTOS NÃO PROPORCIONAIS ENTRE SI.
CVC, CCV, identificando que existem
vogais em todas as sílabas.
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(EF02LP05) Ler e escrever correta-
mente palavras com marcas de na-
salidade (til, m, n).

GUINCHO ÁGUIA GUINDASTE


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Fabio Colombini

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GUEPARDO MANGUE CARANGUEJO

A) QUE LETRAS APARECEM DEPOIS DA LETRA U? As letras E e I.

B) O SOM DAS PARTES DESTACADAS NESTAS PALAVRAS É SEMELHANTE


AO SOM DA LETRA G EM:

X GULA, GOTA, MANGA. GELO, GINCANA.


Professor, mostre aos alunos que há
palavras em que a letra U, mesmo em
C) ENTÃO, PARA QUE A LETRA G, ANTES DA LETRA E E DA LETRA I, TENHA gue e gui é pronunciada, como em
“aguentar”, “sanguíneo” etc. Não há
O MESMO SOM QUE TEM EM MANGA, GOTA E GULA, COLOCAMOS uma regra para saber quando a letra
U é pronunciada ou não. É preciso
A LETRA U ANTES DE E OU DE I. conhecer a palavra.

CENTO E CINQUENTA E SETE 157

Anotações:

CENTO E CINQUENTA E SETE 157


4. LEIA EM VOZ ALTA AS DUPLAS DE PALAVRAS DE CADA QUADRINHO.

GATO GELO
GUARANÁ GUEPARDO

GIRAFA AMIGO
GUITARRA ENXÁGUO

QUE LETRA ACRESCENTADA NA SEGUNDA PALAVRA DE CADA QUADRINHO


PROVOCOU A MUDANÇA NO SOM DA SÍLABA DESTACADA?
A LETRA U.

5. AGORA, COM A AJUDA DE SEU PROFESSOR, LEIA AS PALAVRAS A SEGUIR.

GUARANÁ

ENXÁGUO

AGUADO

GUARANI

RÉGUA

A) CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR: NESTAS PALAVRAS,


Espera-se que o aluno perceba que A LETRA U FOI FALADA?
a letra U está seguida de A e de O, SIM.
e não de E e I.
B) O QUE EXPLICA ISSO?

Professor, registre no quadro de giz ENTÃO, CONCLUÍMOS QUE A LETRA U, QUANDO VEM DEPOIS DA
algumas palavras com gue e gui e LETRA G, COMPONDO AS SÍLABAS GUE, GUI, GUA E GUO, ÀS VEZES É
gua e guo (como caranguejo, gui-
tarra, água e enxáguo). Faça a leitura
PRONUNCIADA E ÀS VEZES NÃO É.
dessas palavras chamando a atenção
para a diferença na pronúncia das sí-
labas com gua, gue, gui e guo.
158 CENTO E CINQUENTA E OITO

Prática pedagógica
Amplie a oportunidade das crianças pensarem sobre a escrita com GUE, GUI, GUA e GUO,
trazendo atividades que eles tenham que dar conta da quantidade certa de letra. Por exemplo,
cruzadinhas ou escrita de palavras com quantidade certa de letras.

158 CENTO E CINQUENTA E OITO


6. COMPLETE AS PALAVRAS COM GUE OU GUI. DEPOIS, SEPARE-AS EM
SÍLABAS:
Professor, alerte os alunos para o
AÇOU GUE – A-ÇOU-GUE fato de que, ao separarmos as sí-
labas, gue e gui permanecem na
mesma sílaba.
CARAN GUE JO – CA-RAN-GUE-JO

GUI CHÊ – GUI-CHÊ

JO GUI NHO – JO-GUI-NHO BNCC


Atividade 6:
(EF02LP08) Segmentar corretamente
FO GUE TE – FO-GUE-TE as palavras ao escrever frases e textos.

GUI DÃO – GUI-DÃO

SAN GUE – SAN-GUE

GUI ZO – GUI-ZO

7. ALGUMAS PALAVRAS DA QUADRINHA A SEGUIR ESTÃO APAGADAS.


LEIA A QUADRINHA E PROCURE NO QUADRO DE PALAVRAS AQUELAS
QUE A COMPLETAM:
JOGUEI MEU LENCINHO NO MAR

Dawidson França
PRA PEGAR PEIXINHO DOURADO

NÃO PEGUEI PEIXINHO DOURADO

MAS PEGUEI UM NAMORADO.

PEGAR JOGUEI PEGUEI


XINGUEI CHEGUEI JOGAR

CENTO E CINQUENTA E NOVE 159

Anotações:

CENTO E CINQUENTA E NOVE 159


PARA BRINCAR

1. VOCÊ VAI LER DUAS PARLENDAS QUE SÃO RECITADAS PARA DIFERENTES
SITUAÇÕES EM BRINCADEIRAS DIVERSAS. ESCREVA O NÚMERO DA
PARLENDA À FRENTE DA DESCRIÇÃO DE SUA FUNÇÃO.

BNCC DEPOIS, INDIQUE UMA BRINCADEIRA PARA RECITÁ-LAS E BRINQUE COM


Atividade 1: SEUS COLEGAS.
(EF02LP08) Segmentar corretamente
as palavras ao escrever frases e textos.
PARLENDA 1 PARLENDA 2
Galinha choca A galinha do vizinho
comeu minhoca! bota ovo amarelinho.
Saiu pulando Bota um!
que nem pipoca! Bota dois!
Bota três!
Cultura popular.
Bota quatro!
Bota cinco!
Bota seis!
Bota sete!
Bota oito!
Bota nove!
Bota dez!
Jótah

Cultura popular.

2 RECITADA PARA FAZER UMA CONTAGEM ENQUANTO UM GRUPO


SE ESCONDE OU TROCA DE LUGAR.

1 RECITADA QUANDO ALGUÉM PERDE OU SAI DO JOGO.

160 CENTO E SESSENTA

Interdisciplinaridade
Disciplina: Matemática
Conteúdo: Números para contagem
O professor poderá trazer outras canções ou brincadeiras que sejam utilizadas números para
marcar tempo, contar ou elencar.

160 CENTO E SESSENTA


2. COMPLETE AS QUADRINHAS COM NOMES DE PESSOAS DA CLASSE OU
DA ESCOLA, QUE TENHAM A LETRA G. CRIE TAMBÉM UMA RIMA PARA A
PALAVRA BOTÃO: Professor, ouça e registre as rimas
indicadas pelos alunos, mas ajude-
-os a escolher uma palavra que não
ROSEIRA, DÁ-ME UMA ROSA; só termine com o mesmo som, mas
também faça sentido na quadrinha.
CRAVEIRO, DÁ-ME UM BOTÃO; Retome o estudo sobre as letras que
indicam nasalização, se necessário.
, DÁ-ME UM ABRAÇO
QUE EU TE DOU MEU coração .

Cultura popular.

Jótah
Professor, reúna o máximo de no-
mes escritos com G, dos alunos da
turma ou dos funcionários da escola
e/ou pessoas conhecidas da comuni-
EU AMO A LETRA G dade. Retome os estudos sobre letra
inicial maiúscula em nomes próprios.
POR ELA TENHO PAIXÃO Aqui valem nomes com qualquer
som da letra G. Analise cada som
COM ELA POSSO ESCREVER com os alunos, destacando as letras
que acompanham a letra G e que
DO MEU CORAÇÃO. determinam esse som.

Cultura popular.

3. SEU PROFESSOR VAI ESCREVER NO QUADRO DE GIZ UMA LISTA DE


PALAVRAS ESCRITAS COM G. EM SEGUIDA, ELE VAI APONTAR UMA
PALAVRA DA LISTA. Professor, esta atividade não é
um ditado. Ela visa fazer uma aná-
BATA PALMAS QUANDO A LETRA U, DENTRO DE GUA, GUE, GUI FOR lise sonora. Portanto, o aluno não
FALADA NA PALAVRA QUE O PROFESSOR APONTOU. precisa escrever as palavras. Lista
de palavras para o professor: água,
QUEM BATER PALMA NA HORA ERRADA SAI DO JOGO. VENCE QUEM mangue, aguenta, guincho, guia,
sangue, Paranaguá, guiso, pinguim,
FICAR ATÉ O PROFESSOR TER APONTADO TODAS AS PALAVRAS DA LISTA.
seguir, guerra, enxaguar, enxágue,
igual, guisado.
CENTO E SESSENTA E UM 161

Anotações:

CENTO E SESSENTA E UM 161


DESAFIO
VEJA SE VOCÊ CONHECE ESTA OUTRA BRINCADEIRA QUE
ENVOLVE RIMAS:
Professor, informe aos alunos que
estas e outras brincadeiras orais
e rimadas fazem parte da cultura
popular e são passadas de geração O chefe pergunta: O que há de novo?
a geração.
Quem levanta a mão responde: Muita galinha e pouco ovo!

AGORA É SUA VEZ DE IDENTIFICAR A RESPOSTA CERTA, CONSULTANDO


O BANCO DE RESPOSTAS NO FINAL DA ATIVIDADE.

1. O que é isso? (O que é isso?)


Chouriço, para você comer no serviço.

2. Que horas são? (Que horas são?)


Hora de comer pão e lamber sabão.

3. O que você vai fazer lá? (O que você vai fazer lá?)
Vou apanhar maracujá.

4. O que está fazendo aí? (O


O que está fazendo a

aí?)
?)
Segurando a calça para não cair.

BANCO DE RESPOSTAS:
Segurando a calça para não cair.
Hora de comer pão e lamber sabão.
Vou apanhar maracujá.
Chouriço, para você comer no serviço.

162 CENTO E SESSENTA E DOIS

Prática pedagógica
A tarefa de produzir um texto é complexa. Mesmo que haja um planejamento mediado pelo professor, as crianças tendem a
colocar energia apenas em um aspecto de cada vez. Não há problemas de que façam isso nesta fase, desde que tenham oportu-
nidade de revisitarem seus textos para revisá-los adequando o que for necessário. Oriente que em primeiro lugar, pensem em uma
pergunta e resposta rimadas. Antes do momento da revisão, analise as produções e veja o que mais apareceu para ser arrumado.
Retome o conteúdo (provavelmente será a pontuação), se possível, faça uma revisão de forma coletiva e depois circule entre os
grupos para garantir que entenderam onde precisa ser melhorado.

162 CENTO E SESSENTA E DOIS


PRODUÇÃO DE TEXTO

AGORA É SUA VEZ DE CRIAR PERGUNTAS E RESPOSTAS PARA A


BRINCADEIRA COM RIMAS. DEPOIS DE PRONTAS, VOCÊS PODERÃO
DESAFIAR OS COLEGAS.

PLANEJAMENTO BNCC
1. Junte-se a mais três amigos para criar perguntas e respostas rimadas. (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do
professor, o texto que será produzido,
considerando a situação comunicati-
2. Pensem em perguntas simples, do dia a dia, que vocês ouvem sempre. va, os interlocutores (quem escreve/
para quem escreve); a finalidade ou
3. Registrem as perguntas no caderno. Ajude seus colegas ou peça ajuda o propósito (escrever para quê); a cir-
para escrever, se precisar. culação (onde o texto vai circular); o
suporte (qual é o portador do texto);
4. Pensem em respostas engraçadas, divertidas e que rimem. Apresentem a linguagem, organização e forma do
texto e seu tema, pesquisando em
ao grupo. meios impressos ou digitais, sempre
que for preciso, informações necessá-
5. O grupo deve escolher a pergunta e a resposta mais interessantes e rias à produção do texto, organizan-
ajustá-las, modificá-las, se for necessário, para fazer a rima. do em tópicos os dados e as fontes
pesquisadas.
6. Registrem no caderno. (EF15LP06) Reler e revisar o texto
produzido com a ajuda do professor
e a colaboração dos colegas, para cor-
rigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes,
DESENVOLVIMENTO acréscimos, reformulações, correções
de ortografia e pontuação.
1. Se vocês tiverem feito mais de quatro pares de perguntas e respostas, (EF12LP05) Planejar e produzir, em
escolham as quatro melhores. colaboração com os colegas e com
a ajuda do professor, (re)contagens
2. Ensaiem a leitura delas, garantindo o ritmo certo para quando forem ler de histórias, poemas e outros tex-
tos versificados (letras de canção,
aos colegas. quadrinhas, cordel), poemas visuais,
tiras e histórias em quadrinhos, den-
tre outros gêneros do campo artísti-
REVISÃO co-literário, considerando a situação
comunicativa e a finalidade do texto.
1. Verifiquem se vocês usaram a pontuação correta para perguntas: ponto
de interrogação (?).

2. Verifiquem se a rima que vocês fizeram é interessante (divertida,


engraçada etc.).

3. Verifiquem se não falta nenhuma palavra na pergunta e na resposta.

CENTO E SESSENTA E TRÊS 163

Anotações:

CENTO E SESSENTA E TRÊS 163


DIVULGAÇÃO
1. Apresentem suas perguntas aos demais
colegas e deem um tempo para que eles
respondam. Uma boa resposta, que rime
com a pergunta, vale como certa, mesmo
que não seja a resposta que vocês preparam.
2. Em seguida, leiam aos colegas a resposta
que vocês prepararam.
3. Tentem responder às perguntas feitas
pelos colegas.

BNCC
AVALIAÇÃO
(EF15LP07) Editar a versão final do 1. Escolham as quatro melhores perguntas e respostas. Seu professor vai
texto, em colaboração com os colegas registrá-las no quadro. Copie-as para se lembrar delas futuramente.
e com a ajuda do professor, ilustran-
do, quando for o caso, em suporte 2. Converse com seus colegas:
adequado, manual ou digital.
Sugestão de leitura: a) O que vocês aprenderam sobre brincadeiras rimadas?
(EF15LP15) Reconhecer que os tex- b) O que acharam deste capítulo?
tos literários fazem parte do mundo
do imaginário e apresentam uma c) Vocês usaram a pontuação certa no momento de escrever as perguntas
dimensão lúdica, de encantamento, e respostas?
valorizando-os, em sua diversidade
cultural, como patrimônio artístico d) Para que palavra foi mais difícil encontrar uma rima?
da humanidade.

SUGESTÃO DE LEITURA

Divulgação
BAROUKH, Josca Ailine; ALMEIDA, Lucila Silva.
Parlendas para brincar. São Paulo: Panda Books, 2014.
Brincar de roda, pular corda, bater palmas
e outras brincadeiras são acompanhadas de
parlendas. Vamos relembrá-las?

164 CENTO E SESSENTA E QUATRO

Pensando sobre a BNCC


Trabalhar a letra cursiva exige treino de coordenação motora, entretanto, seu conteúdo vai
além do treino motor. O reconhecimento e a capacidade de associar letras de forma e cursiva
ajudam a criança a se tornar cada vez mais segura de realizar as atividades escolares com rapidez
e autonomia.

164 CENTO E SESSENTA E QUATRO


C A PÍ TULO

12 BRINCANDO DE RODA
BNCC
(EF02LP17) Identificar e reproduzir,
em relatos de experiências pessoais,
a sequência dos fatos, utilizando
expressões que marquem a passa-
PARA LER gem do tempo (“antes”, “depois”,
“ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro
dia”, “antigamente”, “há muito tem-
po” etc.), e o nível de informativida-
A BRINCADEIRA DE RODA É MUITO COMUM ENTRE CRIANÇAS. DIZEM QUE de necessário.
ESSA BRINCADEIRA TEM ORIGEM NA ANTIGUIDADE, QUANDO AS PESSOAS (EF02LP14) Planejar e produzir pe-
SE REUNIAM EM RODA PARA A TOMADA DE DECISÕES E TAMBÉM PARA quenos relatos de observação de
ATIVIDADES DE LAZER. A BRINCADEIRA DE RODA SEMPRE É ACOMPANHADA processos, de fatos, de experiências
pessoais, mantendo as característi-
DE UMA MÚSICA E DE UMA COREOGRAFIA, QUE É UMA ESPÉCIE DE DANÇA cas do gênero, considerando a situa-
ENSAIADA POR QUEM PARTICIPA. ção comunicativa e o tema/assunto
do texto.
CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
(EF02LP15) Cantar cantigas e can-
ções, obedecendo ao ritmo e à
1. VOCÊ JÁ BRINCOU DE RODA?
Resposta pessoal. melodia.
2. QUE CANTIGAS ACOMPANHARAM ESSA BRINCADEIRA?
Resposta pessoal.
3. ONDE VOCÊ BRINCOU DE RODA?
Resposta pessoal.
LEIA A SEGUIR ALGUMAS LETRAS DE CANTIGAS DE RODA.
Professor, explore com os alunos a
expressão cultura popular. Com-
Cantiga 1 pare-a aos créditos de textos com
autoria definida, para que percebam
Ciranda, cirandinha, Ciranda, cirandinha, que ela indica inexistência de uma
autoria definida. Isso será explorado
vamos todos cirandar. vamos todos cirandar. futuramente.

Vamos dar a meia-volta, Vamos dar a meia-volta,


volta e meia vamos dar. volta e meia vamos dar.

O anel que tu me deste O anel que tu me deste


era vidro e se quebrou. era vidro e se quebrou..
Dawidson França

O amor que tu me tinhas O amor que tu me tinhas


era pouco e se acabou. era pouco e se acabou..

Cultura popular.

CENTO E SESSENTA E CINCO 165

Anotações:

CENTO E SESSENTA E CINCO 165


Cantiga 2
Se esta rua, se esta rua fosse minha,
eu mandava, eu mandava ladrilhar
com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante,
para o meu, para o meu amor passar.

Nesta rua, nesta rua tem um bosque


que se chama, que se chama solidão.
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
que roubou, que roubou meu coração.
BNCC Se eu roubei, se eu roubei teu coração,
(EF02LP15) Cantar cantigas e can-
ções, obedecendo ao ritmo e à é porque tu roubaste o meu também.
melodia.
Se eu roubei, se eu roubei teu coração,
é porque, é porque eu te quero bem.

Jótah
Se esta rua, se esta rua fosse minha,
eu mandava, eu mandava ladrilhar
com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante,
para o meu, para o meu amor passar.

Nesta rua, nesta rua tem um bosque


que se chama, que se chama solidão.
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
que roubou, que roubou meu coração.

Se eu roubei, se eu roubei teu coração,


é porque tu roubaste o meu também.
Se eu roubei, se eu roubei teu coração,
é porque, é porque eu te quero bem.

Cultura popular.

166 CENTO E SESSENTA E SEIS

Prática pedagógica
Faça cópias das quatro cantigas e recorte-as em palavras para que os alunos possam ordená-las.
Se a criança já estiver alfabética, o professor pode dar a ela uma cantiga escrita em letra cursiva, para
que ele ajuste o falado ao escrito usando a nova letra. Se a criança ainda não estiver alfabética, o
professor poderá variar a atividade trabalhando com a cantiga escrita em letra de forma, separada
por palavras ou frases.

166 CENTO E SESSENTA E SEIS


Cantiga 3
Sapo-cururu, Sapo-cururu,
na beira do rio. na beira do rio.
Quando o sapo canta, ó maninha, Quando o sapo canta, ó maninha,
é que está com frio. é que está com frio.

A mulher do sapo A mulher do sapo


é quem está lá dentro é quem está lá dentro
fazendo rendinha, ó maninha, fazendo rendinha, ó maninha,
pro seu casamento. pro seu casamento.

Jótah
Cultura popular.

Cantiga 4
Samba Lelê está doente, Samba Lelê está doente,
está com a cabeça quebrada. está com a cabeça quebrada.
Samba Lelê precisava Samba Lelê precisava
de umas dezoito lambadas. de umas dezoito lambadas.

Samba, samba, samba, ô Lelê. Samba, samba, samba, ô Lelê.


Pisa na barra da saia, ô Lalá. (bis) Pisa na barra da saia, ô Lalá. (bis)
Jótah

Cultura popular.

CENTO E SESSENTA E SETE 167

Anotações:

CENTO E SESSENTA E SETE 167


1. LEIA A SEGUIR O NOME DE CADA UMA DAS CANTIGAS. NUMERE-OS DE
ACORDO COM A LETRA DA CANÇÃO.

2 “Se esta rua fosse minha” 4 “Samba Lelê”

1 “Ciranda, cirandinha” 3 “Sapo-cururu”

2. DAS LETRAS DAS CANTIGAS DE RODA QUE VOCÊ LEU, QUAIS TRATAM
BNCC DE AMOR?
Atividade 2:
“Se esta rua fosse minha” e “Ciranda, cirandinha”.
(EF15LP03) Localizar informações
explícitas em textos.
Atividade 4: 3. DESSAS LETRAS DE CANTIGAS, QUAL TRATA DE ANIMAIS?
(EF02LP15) Cantar cantigas e can- “Sapo-cururu”.
ções, obedecendo ao ritmo e à
melodia.
4. MARQUE AS CARACTERÍSTICAS DAS LETRAS DE CANTIGAS DE RODA:

X São escritas em versos.

X Têm a função de acompanhar


movimentos de grupos em círculos.

X Apresentam repetições de palavras.

São produzidas para informar ou


ensinar algo às crianças.

X Apresentam rimas, que as deixam


a. Espera-se que os alunos respon- mais divertidas.
dam que não e justifiquem que se
trata de uma brincadeira popular,
que tem origem muito antiga. São escritas em linhas corridas (prosa).
b. Professor, esclareça que adultos
também podem brincar de roda.
X Geralmente se organizam em estrofes.
c. Professor, aproveite a discussão
para abordar o excesso de uso de
brinquedos eletrônicos individuais 5. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR.
e a pouca convivência presencial
com os amigos. a) É possível saber quem é o autor de uma cantiga de roda? Por quê?
Espera-se que os alunos reco- b) Quem utiliza mais as cantigas de roda? Por quê? As crianças, porque as
nheçam que não, porque hoje cantigas de roda fazem parte das brincadeiras infantis tradicionais.
em dia há uma oferta maior c) Em sua opinião, as crianças de hoje brincam de roda tanto quanto as
de brinquedos industrializados
crianças de antigamente? Por quê? O que você pensa sobre isso?
e tecnológicos, que concorrem
com as brincadeiras tradicionais.
168 CENTO E SESSENTA E OITO

Pensando sobre a BNCC


Pensando no eixo da oralidade, as atividades de língua portuguesa têm importante papel em
ensinar as crianças como funciona o discurso oral. Por isso, nos momentos de expor o que pensa
sobre determinado assunto, estimule os alunos a praticarem a ação de ouvir para concordar, dis-
cordar ou complementar o que os colegas estão falando. É fundamental que eles saibam participar
de situações comunicativas em que respeitem os turnos das falas.

168 CENTO E SESSENTA E OITO


6. CONTE AOS COLEGAS.
a) Você já ouviu uma plateia pedir bis em um show ou apresentação?
Resposta pessoal.
b) O que significa pedir bis?
Resposta pessoal.
c) Releia este trecho da cantiga de roda “Samba Lelê”:

Samba, samba, samba, ô Lelê.


Pisa na barra da saia, ô Lalá. (bis)

O que significa a palavra bis entre parênteses? Professor, como muito provavel-
Significa que essa parte deve ser repetida. mente os alunos já ouviram e can-
taram ou mesmo brincaram de roda
com essa cantiga, devem ter perce-
bido que essa parte se repete. Se
necessário, cante a cantiga com eles
NOSSA LÍNGUA novamente, ajudando-os a inferir que
a palavra BIS indica que aquela parte
deve ser repetida.

1. LEIA AS PALAVRAS ABAIXO COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR E


OBSERVE AS SÍLABAS COM SONS NASAIS.

CI R A N DA A N JO SA M BA TA N TO BNCC
Atividade 1:
CA SA M EN TO DO EN T E TA M BÉM L A M BA DA S
(EF02LP05) Ler e escrever correta-
mente palavras com marcas de na-
salidade (til, m, n).
a) Contorne as sílabas que apresentam som nasal.

b) Complete o quadro abaixo:

PALAVRAS EM QUE O SOM PALAVRAS EM QUE O SOM


NASAL É FEITO COM A LETRA N NASAL É FEITO COM A LETRA M

ciranda – anjo – tanto – samba – também – lambadas.


casamento – doente.

CENTO E SESSENTA E NOVE 169

Anotações:

CENTO E SESSENTA E NOVE 169


c) Nas palavras em que o som nasal é feito com a letra N, a sílaba nasal fica:

X no início da palavra.
Professor, informe aos alunos que
as palavras terminadas em N, na lín-
gua portuguesa, são menos comuns
(dê como exemplos hífen, pólen, X no meio da palavra.
nêutron).

no fim da palavra.

BNCC
d) Nas palavras em que o som nasal é feito com a letra M, a sílaba nasal fica:
Atividade 1:
(EF02LP05) Ler e escrever correta- X no início da palavra.
mente palavras com marcas de na-
salidade (til, m, n).
X no meio da palavra.

X no fim da palavra.

Professor, explique que, também e) Converse com os colegas e o professor: Por que as sílabas nasais da
antes de P usamos a letra M. Dê segunda coluna foram escritas com M?
exemplos: campo, tampa, tímpa-
no, limpo, tempo etc. Porque logo após essas sílabas vem a letra B, e antes de B usamos a letra M.
2. LEIA AS PALAVRAS ABAIXO E OBSERVE A PARTE DESTACADA:

POUCO ACABOU
BEIRA

As partes destacadas mostram duas vogais que ficam na mesma sílaba.


Professor, proponha aos alunos que Quando você fala essas palavras, você pronuncia o U e o I?
observem outras palavras cujo diton-
go, geralmente, não fazemos na ora-
lidade (cadeira, feira, outro, louro,
couro, entrou, fechou, Moreira, Pe- NA ESCRITA, É IMPORTANTE QUE AS DUAS VOGAIS APAREÇAM.
reira etc.). Esclareça que, oralmente, a
exigência da pronúncia do ditongo não
é tão rígida, mas na escrita ela deve
ser respeitada.
170 CENTO E SETENTA

Prática pedagógica
Realize com os alunos um ditado comentado. Selecione um poema com algumas palavras
com M ou N (nasais) e no decorrer do ditado, vá parando para discutirem se a palavra ditada é
escrita com M ou N. Permita que as crianças levantem hipóteses sobre a letra e justifiquem com
a regra. Todos devem registrar a palavra corretamente. O objetivo deste ditado não é analisar o
que sabem, mas ensinar a pensar sobre qual letra usar.

170 CENTO E SETENTA


3. SEU PROFESSOR VAI DITAR ALGUMAS FRASES. ESCREVA-AS ABAIXO:

A) Ana comprou feijão na feira.


Professor, dite as seguintes frases,
sem ênfase excessiva nos ditongos:
B) Marcos tentou empinar a pipa. “Ana comprou feijão na feira.” /
“Marcos tentou empinar a pipa.” /
“Lia tem outro cachorro.” / “Você
C) Lia tem outro cachorro. me deixa ir primeiro?” / “Quantas
ameixas você comprou?”. Corrija
D) Você me deixa ir primeiro? coletivamente o ditado no quadro
de giz, verificando se os ditongos
foram preservados na escrita. Ve-
E) Quantas ameixas você comprou? rifique também o uso do ponto de
interrogação.

4. OBSERVE AS PARTES DESTACADAS DAS PALAVRAS ABAIXO:

CIRANDA CIRANDINHA
BNCC
Atividades 3 e 4:
a) A palavra cirandinha dá ideia de algo do mesmo tamanho, maior ou (EF02LP07) Escrever palavras, frases,
menor que ciranda?