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Índice

1. Introdução..................................................................................................................1
2. Conceito de Empresa..................................................................................................2
2.1. Quem são os stakeholders do negócio...........................................................2
2.2. Tipos de empresa................................................................................................2
2.3. Classificação das Empresas................................................................................3
2.4. Como escolher negocio adequado......................................................................4
2.4.1. Mapeando as oportunidades........................................................................4
2.5. O ciclo de vida das empresas..............................................................................5
3. Oportunidades de Negócio.........................................................................................6
3.1. Identificando oportunidades de negócios...........................................................8
3.1.1. Reunindo forças.........................................................................................10
3.2. Qual é o Mercado?............................................................................................11
3.3. Qual é o Produto ou Serviço?...........................................................................12
3.4. Qual é o Melhor Caminho................................................................................13
4. A Viabilidade Financeira Do Negócio....................................................................13
4.1. Como definir o investimento inicial.................................................................14
4.2. Classificação do capital quanto a sua propriedade...........................................14
4.3. As potencialidades e os riscos do negócio........................................................15
4.3.1. Risco..........................................................................................................15
4.3.2. Retorno financeiro de uma empresa..........................................................15
5. Identificando Oportunidades....................................................................................16
5.1. Oportunidades na internet.................................................................................16
5.2. Modelos de Negócios na WEB.........................................................................16
6. Conclusões e Considerações....................................................................................20
7. Bibliografia..............................................................................................................21
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1. Introdução

A oportunidade de negócios surge com vista a satisfação de determinadas necessidades


por parte de vários empreendedores. Saber identificá-las é primordial para os
empreendedores, para tanto se torna necessário definir o que é empreendedor, “o
empreendedor é a pessoa que inicia e ou opera um negócio para realizar uma ideia ou
projecto pessoal assumindo riscos e responsabilidades e inovando continuamente.

Empreender para muitos é uma tarefa arriscada, e na verdade, é. Ousar num mercado
que já é dominado por grandes empresas são características de pessoas que têm coragem
de arriscar e força para continuar seguindo mediante as desventuras de um mercado
globalizado. “Um dos principais atributos do empreendedor é identificar oportunidades,
agarrá-las e buscar os recursos para transformá-las em negócio lucrativo.”
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2. Conceito de Empresa

De acordo com Santos (1982), a empresa é comummente definida pelos economistas


como uma unidade básica do sistema económico, cuja principal função é produzir bens
e serviços. Para conseguir fabricar seus produtos, ou oferecer seus serviços, a empresa
combina diversos factores de produção, ou seja, os recursos naturais, o capital e o
trabalho necessários para o desempenho da função produção.

Segundo [CITATION Ida \p 41 \l 2070 ] , No nosso quotidiano, estamos continuamente


fazendo transacções com empresas. Quase todas as nossas necessidades são satisfeitas
por intermédio de empresas. Dependemos delas para comprar, pagar, comer, viajar, nos
divertir, vender, alugar, cuidar de nossa saúde, descansar etc.

A empresa como organização tem objectivos, podem ser desdobrados em directos ou


indirectos. Os objectivos directos são, geralmente, a produção ou a venda de
mercadorias ou a prestação de serviços.

De acordo com [CITATION Ida \p 41 \l 2070 ], A empresa também cumpre outro objectivo
indirecto, o atendimento das necessidades da comunidade em que está localizada, isto é,
o atendimento das necessidades do cliente ou consumidor. A empresa tem várias
finalidades sociais: criação de oportunidades de emprego, disseminação da actividade
económica distribuição dos ganhos (via pagamento de salários), pagamento a
fornecedores de serviços, pagamento de impostos, responsabilidade social, etc.

2.1. Quem são os stakeholders do negócio

Para [CITATION Ida \p 42 \l 2070 ], Pode ser definido como Stakeholder, o indivíduo
ou grupo que possui participação, investimentos e tem interesse em determinada
empresa. São aqueles que influenciam ou são influenciados pelos objectivos da
empresa, e a mesma não sobreviveria sem eles. Nomeadamente: o accionista, o
empregado o cliente, o fornecedor e a sociedade.

2.2. Tipos de empresa

Para [CITATION Ida \p 43 \l 2070 ], As empresas existem para produzir algo e prestar
algum serviço à sociedade. Na realidade, as empresas são organizações destinadas à
produção de alguma coisa. Existem vários tipos de empresa, de acordo com seu ramo de
actividade. Elas podem ser produtoras de bens ou prestadoras de serviços.
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2.3. Classificação das Empresas

Quanto ao ramo de actividade

a) Empresas industriais: São as que produzem bens de consumo ou bens de


produção mediante a transformação de matérias-primas em mercadorias ou
produtos acabados. As empresas industriais que produzem bens de consumo
oferecem seus produtos aos consumidores finais, enquanto aquelas que produzem
bens de produção são geralmente fornecedoras de outras empresas industriais ou
comerciais.[CITATION Ida \p 44 \l 2070 ]
b) Empresas comerciais: São empresas que vendem mercadorias ou produtos
acabados directamente ao consumidor (comércio varejista) ou aquelas que
compram do produtor para vender ao varejista (comércio atacadista).[CITATION
Ida \p 45 \l 2070 ]
c) Empresas prestadoras de serviços: São empresas que oferecem trabalhos
especializados, como transporte, educação, saúde, comunicação, lazer, serviços de
manutenção etc. Não produzem mercadorias, mas actividades profissionalizadas.

Quanto ao tamanho das empresas

Segundo [CITATION Ida \p 46 \l 2070 ], Quanto ao seu porte, as empresas podem ser
classificadas em grandes, médias e pequenas segundo critérios universalmente aceitos,
como o número de empregados, o volume de vendas, o valor dos activos, o volume de
depósitos etc. Governo, bancos e entidades de classe utilizam critérios variados para
classificar as empresas de acordo com o seu tamanho, para efeito de registo, isenções,
apoio técnico, obtenção de crédito etc. O Sebrae utiliza a classificação de empresas pelo
número de empregados, o parâmetro mais utilizado.

Classificação (porte) Número de empregados


Indústria Comércio e serviços
Pequena empresa 20 a 99 10 a 19
Média empresa 100 a 499 50 a 99
Grande empresa 500 ou mais 100 ou mais

Microempresas e suas vantagens

Para [CITATION Ida \p 48 \l 2070 ], É considerada microempresa aquela empresa cuja


facturação mensal não ultrapassa 96.000Ufr (unidades fiscais referência).
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A microempresa tem a vantagem de precisar de poucos documentos e papéis relativos


ao negócio realizado. Com deveres legais simplificados, é dispensada da escrituração
dos livros fiscais, sua contabilidade pode ser feita na empresa ou por um escritório
externo de contabilidade.

As microempresas apresentam declaração de imposto de renda anualmente e


mensalmente devem recolher a contribuição do INSS de seus empregados e a
contribuição da empresa do INSS. Devem ser mantidos na empresa os livros de registo
dos empregados e deve estar escrito no Ministério do trabalho.

2.4. Como escolher negocio adequado

De acordo com [CITATION Ida \p 50 \l 2070 ] , Os ramos de negócio são variados, alguns
surgem aleatoriamente como oportunidades e áreas inexploradas, mas antes de escolher
o negocio a que fazer algumas questões: quanto capital a investir, o retorno esperado,
natureza de actividade, objectivos do negócio, quanto tempo você pode ficar sem
salário?

2.4.1. Mapeando as oportunidades

Segundo [CITATION Ida \p 51 \l 2070 ], As oportunidades para se iniciar um novo negócio


podem ser resumidas em quatro vertentes:

 Invenção de um produto ou serviço


 Desenvolvimento de uma nova tecnologia
 Desenvolvimento de um novo mercado
 Desenvolvimento de novos benefícios.

As pequenas empresas possuem características que facilitam sua entrada no mercado, a


saber:

 Propriedade e operação independente


 Pequeno investimento de capital financeiro
 Tamanho pequeno em seu mercado
 Escopo de operação localizado e definido.

Construir um novo negócio ou comprar um negócio já existente?


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Segundo [CITATION Ida \p 52 \l 2070 ], O empreendedor pode optar em comprar um


negócio em vez de iniciar seu próprio negócio ou juntar-se a negócio da família. Tal
decisão deve levar em consideração as vantagens (pros) e desvantagens (contras) que
podem ser consideradas em quatro considerações básicas para tomada de decisão sobre
a compra de um negócio já existente:

 Redução da riqueza
 Aquisição de operações em andamento
 Relacionamentos já consolidados
 Preço de negócio.
2.5. O ciclo de vida das empresas

Segundo [CITATION Ida \p 53 \l 2070 ] , Todas grandes empresas e os grupos


multifuncionais começaram como pequenas empresas. O êxito fez coque elas
crescessem. Todas grandes empresas e os grupos multinacionais começaram como
pequenas empresas. Para chegar ao seu tamanho descomunal as grandes corporações
passaram por fases no ciclo de vida que são:

1. Fase Pioneira: É a fase inicial da organização, quando os fundamentos empresárias


iniciam o negócio.

Por ser ainda pequena os seus processos são facilmente supervisionados e controlados.
Como são poucos procedimentos preestabelecidos, a capacidade da empresa para
realizar inovações e mudanças é bastante elevada.

2. Fase de expansão: É a fase em que a organização cresce e expende as suas


actividades intensificando as suas operações e aumentando o número dos seus
funcionários.
3. Fase de regulamentação: o gradativo crescimento das actividades da organização,
ela é obrigada a estabelecer normas de coordenação entre os diversos departamentos
ou sectores que vão surgindo, bem como definir rotinas e processos de trabalho.
4. Fase de Burocratização: Com o desenvolvimento das operações e com a nova
dimensão, a organização passa a necessitar de uma rede de regulamentação
burocrática.
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5. Fase de Reflexibilidade: È a fase de readaptação a flexibilidade, de reencontro com


a capacidade inovadora perdida, por meio de introdução consciente de sistema
organizacional flexíveis.[CITATION Ida \p 53 \l 2070 ]

Quadro do ciclo de vida das empresas

Aspectos Pioneira Expansão Regulamentaçã Burocratizaçã Flexibilizaçã


o o o
Meta Produção Eficiência Expansão do Consolidação Resolução de
principal e vendas das mercado da empresa problemas e
operações inovação
Estrutura da Informal Centralizad Descentralizada Quadro de Rede
organização a funcional e geográfica pessoal e de equipes
linhas de
produtos
Estilo da Individualizad Directivo Delegai-o Observador, Participante
alta a e monitorador
administraçã empresarial
o
Sistemas de Resultados Modelos e Centro de lucro Planos e Metas
controle do mercado centros de centros de múltiplas
preço investimento dirigidas
Remuneraçã Posse Salários Bónus Participação Bónus de
o da e propriedade gratificaçõe individuais nos lucros e equipe
gerência s e opção de
aumentos acções

3. Oportunidades de Negócio

Conforme [CITATION Ida \p 56 \l 2070 ], As oportunidades para iniciar um negócio


poderão estar em algumas áreas.

a) Manufacturas existem vários processos de matérias-primas em produtos acabados,


a montagem de partes em conjunto, a fabricação de máquinas e equipamentos etc.

Quase sempre, uma empresa requer um pesado investimento inicial em instalações para
fábrica e maquinaria, pessoal especializado e grandes volumes de compras de matérias
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básicos e suprimentos para possibilitar a produção. Ex: Cartazes de propaganda,


produtos químicos, roupas masculinas e femininas, roupas e serviços correlatos.

b) Atacados são os intermediários entre os produtos e os varejistas - quando se trata de


negócios com produtos de consumo ou entre produtos e a indústria, o comércio, os
profissionais liberais e os outros compradores- quando se trata de bens de capital,
isto é, destinados ao mercado industrial. Um atacadista precisa de três itens:
 Um armazém ou depósito com base para distribuição ao mercado;
 Um grande investimento em estoque:
 Uma equipa de vendas. Ex: Flores, tintas, frutas, jóias, etc.
c) O varejo

Assim como os atacadistas, os varejistas também são intermediários nos canais de


distribuição que conduzem os produtos até o consumidor final. A diferença é que os
varejistas vendem ao consumidor e satisfazem as suas necessidades vendendo-lhe
mercadorias ou serviços.

O Varejista compra os produtos dos fabricantes ou dos atacadistas e os oferece ao


público em geral. Ex: Bares, lojas de calçados, lojas de material de construção, etc.

As Empresas Varejistas requer boa localização, pois existem empresas varejistas que
não requerem localização física.

Existem quatro tipos de Varejistas Nonstore:

 Empresa de vendas directas: vedem directamente ao consumidor por meio de


representantes de vendas. Ex: Avon vendem de porta a porta.
 Empresas de vendas por mala-directa: promovem mercadoria por meio de
catálogos, brochuras ou outros tipos de divulgações. Distribuem a lista de produtos
por meio de mala-directa, lista de clientes. O cliente compra por meio de ordem
enviados por correio ou por faz ou internet. É chamado marketing directo.
 Empresa com máquinas distribuídos em locais públicos: instalam máquinas em
locais onde passam regularmente, muitas pessoas -como entalações ferroviários,
rodoviários, aeroportos, cinemas- para vender refrigerante, cigarros, bombons e
diversas mercadorias de baixo valor unitário.
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 Vendedores Ambulantes- se aplica às agências de seguros e revistas, cujos


vendedores- vão até ao cliente ou trabalham em quiosques improvisados em shops
ou em área de boa circulação de público.[CITATION Ida \p 57 \l 2070 ]
d) Serviços

São actividades, benefícios ou satisfações que são oferecidos para a venda ou conexão
com venda de determinados bens. Os negócios envolvendo serviços não requerem
grandes investimentos em equipamentos e estoques, como na manufactura, no atacado,
e no varejo. Também podem ser desenvolvidos em casa, garagens ou em uma sala que
sirva de local para negócio. Temos como exemplo de serviços corte e costura,
consultorias, oficinas mecânicas, etc.[CITATION Ida \p 59 \l 2070 ]

3.1. Identificando oportunidades de negócios

De acordo com [CITATION Ida \p 65 \l 2070 ] , A identificação de uma oportunidade é o


primeiro passo que impulsiona o empreendedor para o desenvolvimento de um produto
ou serviço que propiciará o negócio

Segundo Longenecker et all (1997) apud [CITATION Ida \p 66 \l 2070 ], uma vez que os
novos negócios começam com ideias, deve-se considerar as circunstâncias em que essas
novas ideias tendem a proliferar.

Segundo [CITATION Ida \p 66 \l 2070 ], Uma pesquisa desenvolvida pela The NFIB
Foundation e patrocinada pela American Express apontou que quatro categorias
usualmente são identificadas como fontes de ideias para criação de negócios:

1. Experiência pessoal: uma base para as ideias de novos negócios é a experiência


pessoal, que é obtida tanto em casa quanto no trabalho. Do conhecimento
adquirido de empregos atuais ou recentes, alguns empregados vêem a
possibilidade de modificar produtos existentes, aprimorando um serviço ou
reproduzindo um conceito de negócios em um local diferente.
2. Hobbies: às vezes, os hobbies crescem além de sua condição de hobbies e se
tornam negócios, sendo frequentemente transformados em novos negócios por
executivos de empresas, ao se aposentarem.
3. Descoberta acidental: qualquer pessoa pode topar com uma ideia útil no
decorrer do dia-a-dia.
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4. Busca deliberada: uma ideia de novo negócio pode também emergir de uma
busca deliberada de um empreendedor em perspectiva – uma exploração
proposital para encontrar uma nova ideia. Os empreendedores podem estudar as
suas próprias capacidades e então olhar para novos produtos ou serviços que são
capazes de produzir, ou primeiro podem procurar as necessidades de mercado.

Pesquisar e saber vislumbrar onde estão as oportunidades constituem os primeiros


passos para identificar um bom negócio. existem dois pontos de partida para quem
busca uma oportunidade:

 Iniciar um negócio que já se tem em mente e descobrir onde ele é viável.


Algumas variáveis críticas são básicas: se a ideia é montar uma escola de
desporto para crianças, deve-se saber qual é o desporto preferido numa certa
região, qual é o número de clientes potenciais, se há facilidade de transporte
para chegar à escola etc.
 Procurar nichos de mercado e, a partir daí, desenhar um plano de negócios.
Outras variáveis críticas são importantes: conhecer as necessidades e as
expectativas do público-alvo do negócio, vocações do local, incentivos
governamentais oferecidos etc.[CITATION Ida \p 67 \l 2070 ]

Segundo [CITATION Ida \p 68 \l 2070 ], Se o empreendedor identificou um nicho de


mercado em que ninguém atua, deve redobrar sua atenção e analisá-lo cuidadosamente.
Talvez não haja competidores à vista porque também não há clientes potenciais.

Uma estratégia para minimizar a probabilidade de insucesso é investir em negócios que


possuem um forte diferencial competitivo, oferecem serviços pioneiros e requerem um
mínimo de capital. Como diz o director presidente do Sebrae, Sérgio Moreira, não
importa o cenário. Com estabilidade ou turbulência, o que se exige do empreendedor é
ter foco no mercado e possuir capacidades gerências. Ele ainda complementa que, em
primeiro lugar, o empreendedor precisa saber o que e para quem vender; antes de
montar o negócio, é vital mapear e ter o perfil do comprador, ou seja, enxergar a
clientela. Em segundo lugar, saber administrar; não adianta ter um bom produto/serviço
se não existe planeamento das operações e controle dos custos. Em terceiro lugar, ousar;
sem criatividade, sem coragem para inovar a empresa não vai para a frente. Finalmente,
actuar em rede, cooperar, associar-se para adquirir mais competitividade; o pequeno
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negócio, hoje, não sobrevive isoladamente. É vital competir e cooperar, cooperar e


competir.

Contudo, nem todas as oportunidades de negócios são adequadas para o empreendedor.


O empreendedor deve fazer uma introspecção para auto-avaliação, para ver se as
oportunidades de negócios são compatíveis com suas características pessoais. Em
segundo lugar, o empreendedor deve ter um objectivo maior em mente.

Precisa trabalhar com uma visão de futuro, ou seja, com um quadro mental daquilo que
pretende chegar a ser como referência. Em terceiro lugar, a decisão de abrir um novo
negócio deve ser uma consequência e não a causa desse futuro idealizado, a escolha do
seu negócio deve ser uma decisão que decorre de algo maior sua visão de futuro e
deverá abrigar essa e outras decisões ao longo do tempo.[CITATION Ida \p 69 \l 2070 ]

3.1.1. Reunindo forças

Rogério Cher destaca seis factores vitais. os seis C’s para se abrir um novo negócio:

1. Convergência: se o negócio envolve sócios, eles devem ter unidade de


pensamento, identidade de valores e comunhão de objectivos. Os sócios não
precisam pensar de modo igual a respeito de tudo, ter os mesmos estilos de
trabalho, mas devem ter compatibilidades e convergências sobre valores
pessoais, postura diante da vida e da empresa;[CITATION Ida \p 70 \l 2070 ]
2. Complementaridade: as diferenças entre os sócios proprietários são
corriqueiras, mas não devem implicar filosofias opostas ou valores antagónicos;
devem ser características que se complementam e qualidades que se somam;
3. Companheirismo: a amizade não garante sucesso ao novo negócio e o insucesso
pode acabar com ela. Deve haver um limite entre amizade e a sociedade. O que
deve prevalecer entre os sócios é o respeito mútuo e a solidariedade em todos os
momentos, bons ou ruins;
4. Confiança: toda sociedade implica necessariamente confiança entre os
participantes. Se não há confiança, nada feito. As decisões precisam ser
consensuais e isso requer crédito na opinião dos sócios;
5. Compreensão: entendimento e tolerância permitem que os sócios aprendam uns
com os outros a ouvir e a compreender intenções e receios. Isso também se
aplica aos demais funcionários;
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6. Circunstância: é preciso saber analisar bem as condições pessoais, familiares e


financeiras dos participantes para constituir a sociedade.

Conforme [CITATION Ida \p 71 \l 2070 ] , Empreendedor é a pessoa que inicia ou que


desenvolve um negócio em que se arrisca a perder o capital nele aplicado e os anos de
intenso esforço, para caminhar com mais segurança por um terreno nebuloso e ainda
desconhecido, você precisa de informações.

A informação reduz a incerteza e melhora o desempenho. Ela é a arma estratégica da


empresa moderna e o empreendedor deve logo de início saber usá-la. E bem.

Stephen Covey tornou-se famoso por enunciar sete hábitos que tornam uma pessoa
muito eficiente, a saber:

1. Ser proactivo: adoptar princípios de visão pessoal. Ser proactivo significa


antecipar-se aos problemas, ter iniciativa e responsabilidade;
2. Começar com o objectivo em mente: adoptar princípios de liderança pessoal.
Começar com o objectivo na mente e focar metas e resultados;
3. Primeiro o mais importante: adoptar princípios de administração pessoal. Em
primeiro lugar, o mais importante. Estabelecer prioridades e saber executá-las;
4. Pensar em ganhar/ganhar: adoptar princípios de liderança interpessoal. Adoptar
o pensamento de ganhar/ganhar, de vencer/vencer para alcançar benefícios
mútuos: de sua parte e da parte dos outros. Respeito e reciprocidade;
5. Procurar primeiro compreender para depois ser compreendido. adoptar
princípios de comunicação enfática. Compreender as pessoas para depois pensar
em ser compreendido por elas;
6. Sinergizar: adoptar princípios de cooperação criativa. Saber ultrapassar
conflitos e criar cooperação para alcançar resultados multiplicados;
7. Afinar sempre o instrumento: adoptar princípios de auto-renovação equilibrada.
Promover a renovação constante. Isso significa mudar e mudar sempre para
melhorar continuamente. Afinar constantemente seu instrumento.

Os três primeiros princípios referem-se à conquista da vitória interna. Os três princípios


seguintes relacionam-se com a vitória em público. E o último princípio refere-se à
renovação para recomeçar de dentro para fora.

3.2. Qual é o Mercado?


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Segundo [CITATION Ida \p 73 \l 2070 ], Nem sempre a oferta e a procura sao equivalents
ou equilibrados.uma delas pode ser maior que a outra . assim o mercado é de oferta
quando os ofertantes dispõem de produtos ou servicos em quantidade maior que a sua
procura pelos compradores ou consumidores o .o mercado é de procura quando os
consumidores ou compradores querem comprar mais do que existe em termos de oferta
e disponibilidade .

Segundo [CITATION Ida \p 74 \l 2070 ], O mercado é a area de operações da empresa.é


nele que se travam as batalhas nao só para o cliente disputado entre varios concorrentes,
mas também para de descobrir as necessidades do cliente, a fim de projectar
mercadorias e serviços adequados a essas necessidades fazendo com que ele escolha
o seu produto ou serviço e não dos concorrentes.

O estudo do mercado, ou pesquisa do mercado, é o levantamento e a investigação dos


fenômenos que ocorrer no processo de trocas e de intercâmbios de mercadorias ou do
produtor ou consumidor. O estudo do mercado é feito mediante o levantamento de
informações em todas as fontes possiveis. As fontes de informação sobre mercado pode
ser diretas ou indiretas.[CITATION Ida \p 76 \l 2070 ]

 Fontes diretas de informação são os próprio fornecedores ou consumidores que


são consultados diretamente pela empresa por meio de contactos pessoais.
 Fontes indiretas de informação são os anuários do IBGE( Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatistica), revistas, técnicas especializadas em empresa com
pesquisa de mercado e opinião.

O estudo do mercado é importante para sinalizar empresa e balizar o seu


comportamento diante de seus fornecedores e aos seus clientes ou consumidores.

3.3. Qual é o Produto ou Serviço?

Segundo [CITATION Ida \p 77 \l 2070 ] , O produto fabricado ou o serviço prestando


constitui o resultado final de todas as operações da empresa. A empresa como uma
totalidade trabalha para produzir um determinado produto ou prestar um determinado
serviço. O produto/ serviç representa aquilo que a empresa sabe fazer e produzir.

Como cliente estima o preço Como a empresa determina o preço

• Objectivos desejados pelo cliente • Objectivos almejados pela empresa


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• Grau de utilidade do produto/serviço • Custos de produção e de vendas

• Grau de qualidade percebida • Margem de lucro pretendida

• Valor determinado pela empresa • Valor que o cliente atribui

• Nível de serviço e de atendimento • Restrições legais quanto ao preç

• Preço dos similares concorrentes • Preços fixados pela concorrência

O talento empreendedor é uma questão de atitude. É a capacidade de estar


constantemente atento ao que acontece no mundo, enxergar o futuro, perceber as
oportunidades, encará-las como desafio e dispor-se a correr risco.

3.4. Qual é o Melhor Caminho

De acordo com [CITATION Ida \p 78 \l 2070 ], Para definir qual sera o ramo do seu negócio
sugeri- mos algumas considerações iniciais para que o futuro empreendedor possa
esclarecer melhor o seu caminho futuro.

 O desejo de abrir um negócio e a escolha do tipo de actividade constituem apenas


o começo de um longo processo que se inicia antes de lançar ao mercado.
 A a vontade de abrir um negócio geralmente surge a partir de umas seguintes
condições: recursos financeiros, excedentes ou ganhos recentes que se pretende
investir, assumir risco e responsabilidades, experiência
 Determinar antecipadamente qual será o investimento que você poderá fazer a
curto e a médio prazo
 Procure um negócio que tenha relação com suas experiências pessoais e
profissionais.
 Faça uma análise preliminar do mercado antes de tomar qualquer medida pratica.
4. A Viabilidade Financeira Do Negócio

Segundo [CITATION Ida \p 80 \l 2070 ] , O sucesso de qualquer negócio – seja uma


empresa industrial, comercial ou de serviço depende de várias decisões que o
empreendedor deve tomar antes de iniciá-lo. Que são as seguintes:

 Identificar e tentar potencializar as orportunidades do mercado


 Reconhecer e procurar neutralizar as ameaças do mercado
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 Descobrir como criar valor para o cliente e como gerar riqueza para empresa

Segundo[CITATION Ida \p 82 \l 2070 ] , A primeira etapa do estudo de viabilidade


económica é a definição dos custos da empresa.

Existem dois tipos de custos: os fixos e os variáveis:


 Custos fixos são aqueles que independemente do volume de produção ou do
nível de actividade da empresa, por isso são planos e constantes. Envolvem
aluguéis, seguros, manutenção, depreciação, salários dos chefes, do pessoal de
escritório etc.
 Custos variáveis são os que estão directamente relacionados com o volume de
produção ou com o nível de actividade da empresa. Variam proporcionalmente
com a produção.
A partir dos custos fixos e variáveis, pode-se calcular o chamado ponto de equilíbrio.
Segundo [CITATION Ida \p 83 \l 2070 ], O ponto de equilíbrio pode ser definido como o
valor e/ou a quantidade vendida que não apresenta nem lucro nem prejuízo para a
empresa. É o patamar de operação da empresa em que as receitas se igualam com as
despesas, proporcionando um ponto de equilíbrio entre elas. Trata-se, pois, de um ponto
neutro em que não existe lucro ou prejuízo.

4.1. Como definir o investimento inicial

Segundo [CITATION Ida \p 84 \l 2070 ], Um dos aspectos mais importantes na constituição


de uma empresa é a fixação do capital. É com o capital inicial que a empresa tem
condições de reunir os recursos empresariais necessários ao seu funcionamento, sejam
eles recursos humanos, materiais ou financeiros.

A fixação do capital é o que determina o volume de recursos empresariais com o qual a


empresa pode contar. A fixação do capital depende do ramo de negócio em que a
empresa vai se engajar, isto é, do produto que vai produzir ou do serviço que vai prestar
e do mercado que vai atender.
4.2. Classificação do capital quanto a sua propriedade
 Capital próprio: composto dos itens do não-exigível, ou seja, é o capital
pertencente aos proprietários ou accionistas da empresa;
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 Capital de terceiros: corresponde às exigibilidades da empresa, como os


empréstimos e acções preferenciais (de participação limitada nos lucros da
empresa).[CITATION Ida \p 86 \l 2070 ]

4.3. As potencialidades e os riscos do negócio


Segundo [CITATION Ida \p 86 \l 2070 ], As decisões podem ser tomadas dentro de três
condições ou situações:
 Incerteza: o tomador de decisão tem pouco ou nenhum conhecimento ou
informação em que possa basear-se para atribuir probabilidade a cada estado da
natureza ou a cada evento futuro.
 Risco: o tomador de decisão tem informação suficiente para predizer os diferentes
estados da natureza. Mas a qualidade dessa informação e a sua interpretação pelas
diversas pessoas podem variar amplamente e cada uma delas pode atribuir diferentes
probabilidades, conforme sua crença ou intuição, experiência anterior, opinião etc.;
 Certeza: o tomador de decisões tem completo conhecimento das consequências ou
dos resultados das várias alternativas de cursos de acção para resolver o problema. É
a decisão mais fácil de tomar, pois cada alternativa pode ser associada com os
resultados que produzir. Todavia, essa é uma situação excepcional, que foge à regra.
4.3.1. Risco
O risco do negócio é sempre uma possibilidade de perda.
Tipos de risco
a) Risco económico: É a incerteza ou a variabilidade relativa dos resultados da
empresa que depende do ramo de actividade, do tipo de operação, do tipo de serviço
ou produto (seja ele um bem de consumo seja de produção, durável ou perecível) e
das características da demanda do mercado.
b) Risco financeiro: Está relacionado com a remuneração do capital de terceiros e
corresponde à variabilidade dos retornos para o accionista ordinário. [CITATION Ida \p
87 \l 2070 ]
4.3.2. Retorno financeiro de uma empresa
O retorno financeiro de uma empresa é o lucro. O lucro é sempre uma possibilidade de
ganho. Aumentar o lucro e diminuir os custos são as duas grandes preocupações do
empreendedor.[CITATION Ida \p 89 \l 2070 ]
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O lucro pode ser aumentado de várias maneiras:


 Com um volume maior de receitas;
 Com redução dos custos;
 Com investimento em activos mais rentáveis, que produzam maiores receitas.
Os custos podem ser reduzidos de duas maneiras:
 Pagando-se menos pelos itens ou serviços utilizados;
 Administrando-se os recursos com maior eficiência.
5. Identificando Oportunidades
5.1. Oportunidades na internet

Segundo [CITATION JCA08 \p 71 \l 2070 ], A explosão da internet ocorreu nos Estados


Unidos motivado pelos jovens empreendedores que criaram um site para os negócios
cujo principal objectivo era conseguir captar o dinheiro inicial. A história da internet
começou a estourar, isto é, muitas empresas de internet começaram a falir devido a falta
de receitas. Os empreendedores começaram a ter desafios, ou seja, precisam justificar os
investimentos maciços recebidos e a ausência de receitas.

Conforme [CITATION JCA08 \p 72 \l 2070 ] , De certa forma, qualquer negócio, por mais
promissor que pareça, deve ser criado de forma planeada, consistente, com o
crescimento adequado, com empreendedores interessados em criar negócios viáveis,
auto-sustentáveis e não apenas uma marca veiculada em forma de site na internet.

Conforme [CITATION JCA08 \p 72 \l 2070 ] , As oportunidades de internet devem ser


analisadas de forma criteriosa como qualquer outra oportunidade de negócio. Os
empreendedores em negócios viáveis devem ter em mente que só o trabalho árduo e
competente trará a recompensa financeira, pessoal e profissional gerando empregos e
novas formas de fazer negócios, inovando e promovendo o crescimento do país.

5.2. Modelos de Negócios na WEB

Segundo [CITATION JCA08 \p 72 \l 2070 ] , Um modelo de negócio descreve como a


empresa irá gerar receita e quais os custos e investimentos necessários para o alcance do
objectivo, tendo em vista o baixo custo de se criar um site na internet como modelos de
negócios. Dos modelos da Web podemos destacar:

1. Intermediação de negócios
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Este modelo aproxima compradores e vendedores, isto é, as aproximações podem ser


feitas entre empresas conhecidas por: Business to Business (B2B); entre empresas e
consumidores finais, Business to Consumer (B2C); ou entre pessoas, Consumer to
Consumer (C2C). a principal fonte da receita é a cobrança de parte do valor das
transacções efectuadas. [CITATION JCA08 \p 73 \l 2070 ]

É subdivido em:

a) Portais Verticais (B2B)

Neste modelo a empresa cria um ambiente que atrai compradores e vendedores de um


segmento específico, além de propiciar um ambiente de comercialização entre
empresas, os portais verticais possuem conteúdos como guias de compras, directório de
produtos e fornecedores, notícias de segmento, artigos específicos, classificados,
comunidade de profissionais.

b) Compra Colectiva

Tem como principal objectivo unir compradores, pessoas físicas ou jurídicas e organizar
pedido com alto volume, permitindo que as empresas ou pessoas passam a ter poder de
negociação de grandes compradores. O intermediador fica com parte do valor
transaccionado.[CITATION JCA08 \p 74 \l 2070 ]

c) Distribuidor

Baseia – se na criação no gerenciamento de catálogos de produtos de grandes


fornecedores, disponibilizados para revendedores de todos os portes. Este modelo
funciona entre empresas, o conhecido B2B. O benefício para os fornecedores é obtido
pela facilidade e rapidez da divulgação de seus produtos e da automatização do processo
de compras, o que reduz custos. Exemplo: NECX. [CITATION JCA08 \p 74 \l 2070 ]

d) Shopping Virtual

Este modelo tem como principal fonte de receita: a cobrança de uma taxa da loja e de
uma quantia de manutenção (no caso da loja ser criada pelo shopping); a cobrança de
hospedagem de lojas construídas por outras empresas, com venda de propaganda e a
cobrança de taxa transaccional. Exemplo: YAHOO! Stores; Mirácula e Lokau
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e) Sites de Comparação

Este modelo é baseado em ferramentas inteligentes especializadas em colectar e


comparar preços de produtos e serviços. Baseiam – se em busca simultâneas online
(exemplo: Miner, MetaBusca) ou em bancos de dados (Buscapé, DealTime, MySimon,
RoboShopper, ShopFind)[CITATION JCA08 \p 75 \l 2070 ]

f) Leilão

O site cobra uma taxa de sucesso do vendedor, geralmente varia com o preço do produto
a ser leiloado, cobra por dar maior destaque a determinado produto. Existem varias
regras de leilão, a mais comum baseia – se na definição de um preço mínimo para o
produto e a pessoa ou empresa que der maior lance leva o produto.

Exemplos: Lokau, Arremate, Ebay, Leilao online; AuctionNet, Onsale.

g) Leilão Reverso

É um modelo em que o comprador diz o que quer comprar e o quanto quer pagar pelo
produto, e o resto fica por conta do site. Baseia – se na demanda e não na oferta,
funciona para produtos de difícil acesso (produtos regionais, passagens áreas e hotéis).
Este tipo de site possui duas formas de cobrar aos fornecedores: por meio de taxa fixa
independente do volume de e-mails que o fornecedor recebe e pelo número de emails
recebidos. Exemplos: Bargan, TopNegocios; Princeline, Respond.com, eWantend,
MyGeek.com

h) Classificados

Este tipo de site pertence a alguma empresa de midia, tais como: jornais e revistas, já
que possuem conteúdos de classificados. [CITATION JCA08 \p 76 \l 2070 ]

O site pode cobrar por anúncio ou por transacção.

Exemplo: Listel

i) Site de permuta

Os usuários deste site, procuram comprar algo com algum produto que possuem. O site
cobra uma taxa de sucesso das duas partes que fazem o negócio.
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Exemplo: Permutando

2. Comercialização de Propaganda

Segundo [CITATION JCA08 \p 76 \l 2070 ] , É feito pelos portais horizontais ou


especializados. É uma extensão do modelo tradicional de propaganda e foi um dos
primeiros modelos a se consolidar na internet, é rica em conteúdos e serviços tais como:
email, horoscópio, noticias personalizadas, chats (bate-papo).

As mensagens de propaganda são inseridas dentro do conteúdo e dos serviços em


formas de anúncios no site formato de banners que significa o número de vezes que
aparece na tela.

O facto crítico de sucesso para este modelo de negócios é alta visitação do site (portais
horizontais) ou a visitação altamente especializada (portais especializados) o que
permite cobrança de um valor mais elevado para a propaganda.

Exemplo: UOL, Terra, Cade, Starmedia, AOL, Yahoo.

3. Mercado Virtual

Segundo [CITATION JCA08 \p 77 \l 2070 ], Baseia – se na construção de revendas ou de


empresas de busca na Web, que vendem produtos ou serviços. As vendas são efectuadas
em processos automáticos e algumas vezes em leilão. Exemplo: casos em que a empresa
foi criada no mundo virtual.

a) Empresas puramente virtuais

Empresas que não existem no mundo real e foram criadas a partir da Web. Este tipo de
empresas necessita de muita exposição para criar marca e gerar visitação. Exemplo:
Amazon.com, Submarino.

b) Brick and Mortar (Tijolo e Cimento)

São empresas de busca que já estão presentes no mundo real e passam a actuar no
mundo virtual. A grande vantagem é que estas empresas já possuem posicionamento,
marca e, principalmente, clientes. As empresas virtuais e reais diferem nas operações e
convergem nas campanhas de comunicação e costumam ter muita sinergia. Exemplo:
Americanas, Sé Supermercados.

4. Fabricantes
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[CITATION JCA08 \p 78 \l 2070 ], Segundo São fabricantes que passam a expor e


comercializar seus produtos na Web. Uma das grandes vantagens deste tipo de empresa
é que um pequeno investimento pode reduzir custos ou aumentar vendas, gerando
capital para novos investimentos. Os fabricantes possuem clientes activos e bem
definidos, o que não exige alto investimento em marketing, mas exige uma série de
tecnologias que podem ajudar a empresa a melhorar sua performance financeira.

6. Conclusões e Considerações

Os empreendedores devem ser extremamente observadores ao que ocorre ao seu redor.


É através da percepção que eles têm que decidir o rumo do negócio a ser elaborado. No
decorrer da pesquisa, vimos que os autores frisam a característica da percepção nos
empreendedores, estar de olho nos acontecimentos que os circundam é fundamental no
processo de elaboração de oportunidades.
As características descritas para identificação de oportunidades demonstram como é
arriscado e oneroso iniciar um empreendimento. O investidor tem que analisar bastante
as oportunidades que o mercado apresenta. O verdadeiro empreendedor deve estar
pronto para assumir o desafio por muitos anos e não só criar uma oportunidade e passa –
la para frente. Qualquer negócio por mais inovador que possa ser, precisa se basear em
receita e lucros, caso contrário dificilmente levará ao sucesso.

Um bom empreendedor deve antes avaliar os riscos de fazer negócios na Internet e


buscar melhores alternativas para reduzir os custos e maximizar os lucros. Muitas
empresas com o surgimento negócios online não conseguiam identificar as
oportunidades e nem conseguiam planear bem os seus negócios o que levaram a
falência de muitas empresas. As Inovações importantes têm tanta probabilidade de
surgir a partir de uma análise de sintomas de mudança (tais como, o sucesso inesperado
do que fora considerada uma insignificante mudança no produto ou no preço), como de
surgir da aplicação maciça do conhecimento novo resultante de uma grande descoberta
científica.

O empreendedor deve desenvolver hábitos prospectivos e proactivos, pois dessa forma


terá a visão, e logo em seguida iniciar o negócio, ter ambição, ser audacioso. Deve
analisar as empresas como unidades de negócios para observar o mercado no qual
visualiza uma oportunidade para poder acompanhar suas transformações e tendências.
Como também deve analisar os movimentos demográficos para visualizar o que ocorre
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com a população de determinada região e aproveitar o máximo que ela possa fornecer à
empresa.

7. Bibliografia

Chiavenato, I. (2007). Empreendedorismo: Dando asas ao espírito empreendedor (2ª


ed.). São Paulo: Saraiva.
Dornelas, J. A. (2008). Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus.