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MINISTÉRIO DA DEFESA 4ª Seção

EXÉRCITO BRASILEIRO
CMNE - 7ª RM - 7ª DE RECIFE-PE,
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/7
(Pq R MB - 7ª RM/1947) 21 de fevereiro de
PARQUE DE MANUTENÇÃO BATALHA DE CASA FORTE
2013.

ORDEM DE SERVIÇO Nr 002 - S4

PLANO BÁSICO DE GESTÃO AMBIENTAL (Revisão 2013)

1. FINALIDADE
- Regular, no âmbito do Parque Regional de Manutenção/7, o Plano Básico de Gestão Ambiental.

2. REFERÊNCIAS
- Portaria Nº 1.138, de 22 de novembro de 2010 - Política de Gestão Ambiental do EB.
- Portaria Nº 1.275, de 28 de dezembro de 2010 - Diretriz para Adequação do EB à Política Nacional
de Resíduos Sólidos (PNRS).
- Portaria Nº 571-Cmt Ex, de 06 de novembro de 2001 – Diretriz Estratégica de Gestão Ambiental do
Exército Brasileiro.
- Portaria Nº 386, de 09 de junho de 2008 – Instruções Gerais para o Sistema de Gestão Ambiental
no Âmbito do Exército (IG 20-10).
- Portaria Nº 050-EME, de 11 de julho de 2003 – Orientação para a Elaboração dos Planos Básicos
de Gestão Ambiental.
- NBR ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental.
- Plano de Gestão 2013-2014, do Pq R Mnt/7.
- Portaria Nº 001-DEC, de 26 de setembro de 2011 - Instruções Reguladoras para o Sistema de
Gestão Ambiental no âmbito do Exército Brasileiro (IR 50-20).
- Portaria Nº 075-EME, de 30 de julho de 2004 – Normas para Elaboração e Avaliação dos Planos
Básicos.

3. OBJETIVOS
a. Objetivos a atingir:
Contribuir com o esforço governamental na implementação da Política Nacional do Meio
Ambiente.
Estimular o público interno no desenvolvimento de uma mentalidade de prevenção, preservação e
recuperação do meio ambiente, sempre alinhado com a missão, a visão, os valores e as crenças da
Organização Militar.
Promover o senso de responsabilidade individual e gerencial com relação à proteção ambiental,
através da capacitação e treinamentos dos seus quadros em gestão ambiental, para atender às exigências
da Força no contexto do mundo moderno.

b. Ações a realizar:
- Revisar o Plano Básico de Gestão Ambiental, apresentando versão consolidada para 2013;
- Realizar instruções para os integrantes da OM visando desenvolver a consciência sócio-
ambiental voltada para a preservação e a conservação do meio ambiente;
- Proporcionar a capacitação e o treinamento de recursos humanos em gestão ambiental para
atender às exigências da Força Terrestre no cumprimento da legislação ambiental;
- Realizar ações de recuperação do meio ambiente, sempre que possível, nas áreas degradadas em
consequência das atividades e empreendimentos militares;
- Realizar o plantio de árvores na área do quartel;
- Dar o destino ambientalmente adequado aos dejetos líquidos, aos resíduos sólidos e aos resíduos
gasosos do quartel;
- Estudar a possibilidade de reduzir a quantidade de resíduos produzidos pelo Parque.
4. INFORMAÇÕES GERAIS
a. Responsabilidades:
O militar, individualmente e coletivamente, é responsável por cumprir as normas ambientais,
contribuindo para a convivência harmoniosa com o meio ambiente (Art 27 das IRSGA). O Sistema de
Gestão Ambiental (SGA) do Parque possui, ainda, as seguintes funções para os integrantes da OM:
- Representante Ambiental – (Subdiretor e Ch AGO) responsável pela supervisão da gestão
ambiental na OM e da atividade do CA. Tem por missão acompanhar a implementação do “Sistema de
Gestão Ambiental” em todos os setores da organização, promovendo o esclarecimento das dúvidas,
“cobrando” o cumprimento do plano de ação e reportando ao Diretor qualquer necessidade de
intervenção por parte do mesmo. É, ainda, o responsável por verificar a propriedade do funcionamento
do programa e do seu processo de aprimoramento contínuo.
- Oficial de Controle Ambiental - OCA – (S4/Fiscal Administrativo) é o responsável pela
coordenação e supervisão das práticas ambientais desenvolvidas no Pq R Mnt/7.
- Auxiliar do Oficial de Controle Ambiental – é o auxiliar do S4 designado para a carteira de
Gestão Ambiental, sendo o responsável direto pelos indicadores do Sistema de Gestão Ambiental.
- Gerente Ambiental de Setor - É o militar mais antigo de cada Pelotão/Seção/instalação/Oficina
responsável pelo transporte, o armazenamento, a coleta, o tratamento, a destinação final, a eliminação
de expurgos e resíduos, bem como medidas passíveis de evitar danos ou degradação ao meio ambiente,
que estejam em suas esferas de competência.
 Comissão de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (CGRSS) – a comissão
composta pelo Médico Perito da OM, dentista, auxilar(es) de saúde e atendente(s) é responsável pela
coleta, controle e destinação dos resíduos provenientes do Serviço de Saúde da OM.

b. Matriz de responsabilidades:

Oficial de
Representante Gerentes Demais
Atividades/Funções Diretor Controle
Ambiental Ambientais integrantes
Ambiental
1. Estabelecer a orientação geral R S I I I
2. Desenvolver a política ambiental A A RE C C
3. Desenvolver objetivos, metas e programas
A A A RE C
ambientais
4. Monitorar o desempenho global do SGA A A RE C C
5. Assegurar o cumprimento do regulamento I I A RE C
6. Disseminar informações relativas à gestão
A A R E C
ambiental
7. Assegurar melhorias contínuas I I A RE C
8. identificar expectativas dos clientes
I I A RE C
internos e externos
9 identificar expectativas dos fornecedores I I A RE C
10. desenvolver e manter procedimento
I I A RE C
contábeis
11 cumprir os procedimento definidos I I A RE C
12 supervisionar a gestão ambiental na OM e
R E C C C
a atividade do OCA
13. Planejar a capacitação das equipes A A RE C C
(R) Responsável, (E) Executante, (A) tem autoridade sobre a execução da atividade, (C) Contribui, (I) é informado, (S)
Substituto eventual do responsável .
c. Correlações com os demais sistemas de gestão da OM (Sistema de Gestão Integrada):

Sistema integrado Interação Detalhamento


O Sv Seg Trabalho Segurança e Saúde dos Estabelece os níveis de responsabilidade e ações de
integrantes da OM segurança e saúde, em prol do bem estar dos integrantes
da OM.
O Sv Mnt Maq e Eqp Conservação dos Bens Móveis da Regula os princípios e responsabilidades referentes à
OM manutenção e recuperação de máquinas e equipamentos
da OM, de forma a reduzir a necessidade de substituição
completa de equipamentos, reduzindo a geração de
resíduos sólidos, bem como o desperdício de insumos
por má eficiência do equipamento.
O Sv Mnt Aquartelamento Conservação das áreas de Regula as ações de manutenção das instalações físicas,
jardins/poda, Mnt Bens Imóveis das áreas de jardins e do controle de vetores de doenças,
da OM, cisternas, poços controlando e reduzindo a geração de resíduos, bem como
artesianos, filtros, caixas d’água, salvaguardando o estado de saúde dos integrantes da OM
e controle de pragas.
O Sv economia de água e Redução e economia de água e Regula as ações individuais e coletivas de redução de
eletricidade eletricidade. consumo, tarifação, e desperdício de água e eletricidade
na OM
O Sv SPED Redução da utilização de Minimiza a necessidade de impressão de documentos
insumos gráficos (papel, tonner, e físicos na OM
tinta de impressão).
O Sv Gestão à Vista Visualização dos temas de gestão Apresenta os indicadores e práticas de gestão ambiental
ambiental em cada do setor/dependência
setor/dependência da OM.
OI - (Programa de Instrumento que regula e Regula todas as instruções de Quadros referentes aos
Capacitação Técnica e sistematiza a realização de efetivos da OM, de forma a disponibilizar as
Tática do Efetivo instruções e palestras para o instruções/informações necessárias a execução de todas
Profissional CTTEP) efetivo da OM. as ações da OM
O I - Plano de Combate a Manutenção das instalações. Regula as ações preventivas e emergenciais envolvendo o
Incêndio risco de incêndio, contribuindo para a conservação dos
bens imóveis, bens móveis, e acima de tudo com a saúde
dos integrantes da OM
NGA Cap 4.9 Coleta do Lixo. Regula a coleta de lixo na OM
I.GP.01 – Planejamento de Solicitação de recursos. solicitação de recursos para recolhimento de resíduos da
Produção ETE, Jateamento, PQS, Licença de Operação da ETE, e
Selo do INMETRO para Mnt Extintores

c. Ações de Gestão Ambiental:

Vegetais
Coleta de resíduos orgânicos não recicláveis
Não vegetais
Metais
Papel
Plástico
Vidro
Coleta de resíduos não orgânicos recicláveis Saúde
Construção
Madeira
Lâmpada fluorescente
Baterias e pilhas
Resíduos da ETE
Resíduos de óleos lubrificantes
Coleta de resíduos não orgânicos não recicláveis Pó Químico da recarga de extintores
Microesferas de vidro
Resíduo de óleo vegetal
Instruções
Realização de controle de vetores (roedores e insetos)
Podas de árvores e serviços de jardinagem
Diversos Redução de sobras dos processos industriais
Limpeza de caixas d’água, cisternas e filtros
Caixa de decantação água/óleo
Redução de consumo de água e eletricidade

5. REGISTROS DAS INFORMAÇÕES


a. As seções com alvará de funcionamento/licença de operação [Mnt Armt (ETE) e Mnt Extintores]
deverão manter afixados em local de fácil visualização os documentos que autorizam o funcionamento,
devendo ser publicado em BI cada renovação de autorização de funcionamento.
b. As “Não-Conformidades”, incidentes, reclamações ou Oportunidades de Melhoria dos processos
das ações de gestão ambiental constantes do item anterior devem ser registradas por quem as observar e
encaminhadas para o OCA, de forma a subsidiar o estudo das causas e das ações preventivas/corretivas
(análise crítica), bem como proporcionar um histórico do processo de melhoria contínua da gestão
ambiental no Parque/7.
b. O registro do tratamento das “Não-Conformidades”, incidentes, reclamações, ou Oportunidades
de Melhoria (análise crítica) deve ser mantido para consulta em back-up físico e eletrônico na rede
interna do Parque.
d. O Aux OCA deve manter o registro atualizado dos fornecedores e contratados (serviços
terceirizados) relacionados à Gestão Ambiental.
e. O Aux OCA deve manter o registro das ações realizadas, dos treinamentos e das auditorias do
SGA do Parque.

6. ATRIBUIÇÕES
- De acordo com o Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) anexo.

7. OBJETIVOS, METAS, INDICADORES DA GESTÃO AMBIENTAL, ALOCAÇÃO DE


RECURSOS E PRIORIDADES
- Conforme anexo.

8. PRESCRIÇÕES DIVERSAS
a. S1
Publicar, anualmente, em Boletim Interno, os militares para as seguintes funções:
- Representante Ambiental
- Oficial de Controle Ambiental
- Auxiliar do Oficial de Controle Ambiental
 Comissão de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (CGRSS)

b. Fiscalização Administrativa
- Deverá ser observado o que preconiza o decreto federal nº 5.940, da de 25 de outubro de 2006,
no que tange a destinação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da
administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, às associações e cooperativas dos
catadores de materiais recicláveis.
- vistoriar o sistema de escoamento de águas pluviais e do sistema de escoamento de esgotos, para
verificar a separação dos mesmos;
- renovação da licença operacional e o cadastro dos poços artesianos com mais de 20 metros,
conforme prescrevem as orientações das Resoluções e Portarias da Agência Estadual de Meio Ambiente
e Recursos Hídricos (CPRH) (www.cprh.pe.gov.br);
- apoiar com recursos financeiros e pessoal a adaptação das instalações, a realização dos cursos e
treinamentos de capacitação necessários ao aprimoramento da gestão ambiental neste Parque, bem
como a confecção de todo o material de divulgação da Gestão Ambiental (Banners, folders, quadros de
aviso, dentre outros).
- Realizar a manutenção das áreas ajardinadas a cargo da Equipe de Manutenção de Áreas Verdes.

c. Divisão Técnica
- fiscalizar a funcionalidade do sistema de escoamento de líquidos da ETE e realizar esforços
junto à Seç Mnt Armt para a renovação do Alvará de Funcionamento da ETE, junto ao CPRH;
- solicitar recursos para recolhimento dos resíduos sólidos da ETE, do jateamento e do PQS;
- solicitar recursos e supervisionar as ações para renovação do Selo INMETRO da Seção de
Manutenção de Extintores e Fogões;
- supervisionar, por meio da avaliação de fornecedores (Oficinas e Seç Sup) o recolhimento dos
resíduos da Produção/Manutenção.

d. Seção de Comunicação Social


- Divulgar as boas práticas ambientais no “site” do Pq R Mnt/7.

e. Seção de Saúde
- Os militares pertencentes à Seção de Saúde, deverão realizar treinamento adequado para o
manuseio e transporte dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), principalmente no que se refere aos
materiais perfurocortantes ou potencialmente infectantes, devendo-se sempre ser observada a utilização
de equipamento de proteção individual (luvas, botas, máscaras, óculos de proteção).

f. Chefe do Almoxarifado e da Seção de Suprimento


- Pesquisar e apresentar à Direção a viabilidade de aquisição e uso de material reciclado para as
atividades do Pq R Mnt/7.

g. Seção Licitação, Aquisições e Contratos (SALC)


- Os editais de contratação de empresas, para a realização de obras, elaborados pela OM deverão
conter requisitos que visem à gestão dos resíduos de construção civil para a efetiva redução dos
impactos ambientais. A empresa contratada deverá elaborar e implementar um projeto de
gerenciamento de resíduos sólidos da construção civil, com base na Resolução CONAMA nº 307, de 5
de julho de 2002.

h. Pelotão de Obras
- Deve ser contínua e minuciosa a verificação de vazamentos na rede de água da OM;
- A higienização dos reservatórios de água deve ser feita no mínimo uma vez a cada 06 (seis)
meses;
- Especial atenção deve ser dada à lavagem e desinfecção dos reservatórios de água potável
consumida pela tropa, particularmente as caixas d’água que atendam às cozinhas militares, que devem
ser higienizadas a cada seis meses, em conformidade com o que prevê a Portaria nº 854, de 4 de julho
de 2005, da Secretaria de Logística, Mobilização, Ciência e Tecnologia do Ministério da Defesa
(SELOM/MD), que aprova o Regulamento Técnico de Boas Práticas em Segurança Alimentar nas
organizações militares.

i. Aprovisionamento
- O óleo de cozinha usado deverá ser destinado para a reciclagem, devendo ser acondicionado em
recipientes que não permitam vazamento. É proibido o lançamento do óleo usado na rede de esgoto,
pois causa incrustações nas tubulações, entupimentos e vazamentos, poluindo e aumentando a carga de
tratamento do efluente.
j. Cia Mnt / C Sv
- Desenvolver uma política de educação ambiental e de preservação ecológica no âmbito das SU.

k. S3
- Prever instruções de Gestão Ambiental e Conservação do Meio-Ambiente para o Efetivo
Profissional no CTTEP, e para os diversos cursos executados na OM (CFST, CFC, EIPOT, CFSd).
- Convidar autoridades conhecedoras do assunto Gestão Sustentável e Conservação do Meio-
Ambiente, para ministrar palestras sobre o uso racional dos recursos, para o público interno (Oficiais,
Sargentos, Cabos e soldados).

l. OCA
- Sistematizar a forma de acompanhamento, controle e disponibilidade de dados para os
Objetivos, Metas e Indicadores do SGA (Anexo “K”);
- Propor ao S3 a realização de visitas de “Benchmark” a instituições de referência em Gestão
Ambiental, bem como a realização de palestras por autoridades no assunto;

m. Aux OCA
- Manter em dia e em ordem toda a documentação eletrônica e física (instruções de trabalho,
calendário de atividades, atas de reunião, listas de verificação, etc) e a Pasta do Sistema de Gestão
Ambiental na Rede interna do Parque (SGA/Seções), dentre outras estabelecidas pelo OCA;
- Realizar vistorias nos locais de coleta e armazenamento, informando ao OCA os problemas
encontrados;
- Manter atualizados os indicadores do SGA;
- Alimentar o site do Parque com assuntos relativos à Gestão Ambiental;
- Realizar estudos e propostas de melhoria dos processos e da infraestrutura do SGA do Parque.

n. Ch Seç Infor
- Apoiar o OCA na criação das Contas e do grupo do SGA (se for o caso);
- Apoiar o OCA na manutenção da Pasta do SGA na rede interna (SGA/Seções).

9. MELHORIA CONTÍNUA
a. Responsabilidade de confecção, revisão anual e revalidação de documentos:
Documento Responsável
Projeto de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PGRS (incluindo aqueles OCA
classificados como perigosos)
Requisitos legais e regulamentares referentes à Gestão Ambiental Aux OCA
Quadro resumo do Plano de coleta seletiva de resíduos Aux OCA
Projeto Ambiental do Pq R Mnt/7 (modelo) OCA
Diagnóstico Ambiental por seção Ch Seção
Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) Ch Seç Sau
Planos de Contingência OCA
Cronograma de atividades geral OCA
Formulário de Ação Corretiva/Preventiva/Melhoria Aux OCA
Registro das Ações Corretivas e Preventivas (por ano) Aux OCA
Objetivos, metas e indicadores da Gestão Ambiental OCA
Visão de Futuro OCA
b. Com o objetivo de aprimorar o presente processo, deverá ser realizada avaliação do plano no mês
de dezembro 2013, aperfeiçoando as ações.
c. Dentro da filosofia de melhoria contínua do desempenho ambiental, o Pq R Mnt/7 deverá buscar a
prevenção da poluição, incrementando seus programas de reciclagem, reduzindo o total de resíduos
sólidos e líquidos, e destinando corretamente os subprodutos dos processos da Organização Militar.
Ainda, deverá ser capaz de aprimorar e monitorar os processos que incluam o uso de água tratada e
energia, reduzindo a pressão sobre fontes de recursos naturais não renováveis, limitando o volume de
emissões para a atmosfera e cortando custos, além de melhorar o nível de qualidade de vida da
comunidade.
d. As ações corretivas, preventivas e sugestões de melhorias deverão ser encaminhadas através de
DIEx, via SPED, à Fiscalização Administrativa.

10. ANEXOS
 Anexo”A” - Projeto de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PGRS

 Anexo “B” - Requisitos legais e regulamentares referentes à Gestão Ambiental


 Anexo “C” - Quadro resumo do Plano de coleta seletiva de resíduos
 Anexo “D” – Diretrizes para Elaboração de Projeto Ambiental do Pq R Mnt/7 (modelo)
 Anexo “E” – Formulário de Aspectos e Impactos Ambientais (Modelo de Ficha)
 Anexo “F” - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS)
 Anexo “G” - Cronograma de atividades geral
 Anexo “H” – Calendário de atividades geral
 Anexo “I” - Registro das Ações Corretivas e Preventivas (por ano) – realizado em livro Ata
 Anexo “J” - Objetivos, metas e indicadores da Gestão Ambiental
 Anexo “K” - Visão de Futuro

__________________________________________
ALEXANDRE MARTINS CASTILHO – Ten Cel
Diretor do Parque Regional de Manutenção/7
(ANEXO “B” à ORDEM DE SERVIÇO Nr 002-S4)
Requisitos legais e regulamentares referentes à Gestão Ambiental
1. Legislação federal
- Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, Título VIII - Da Ordem Social - Capítulo VI - Do Meio
Ambiente.
- Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010 - Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a
Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências.
- Decreto nº 5.940, de 25 de outubro de 2006 - Institui a separação dos resíduos recicláveis
descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal
- Decreto Federal nº 4.411, de 7 de outubro de 2002 - Atuação das Forças Armadas e da Polícia
Federal nas unidades de conservação.
- Lei Complementar nº 117, de 2 de Setembro de 2004 - Altera a Lei Complementar nº 97, de 9 de
junho de 1999, que dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças
Armadas, para estabelecer novas atribuições subsidiárias.
- Lei nº 9.985, de 18 de Julho de 2000 - Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza
(SNUC).
- Lei nº 9.795, de 27 de Abril de 1999 - Política Nacional de Educação Ambiental.
- Lei nº 9.605, de 12 de Fevereiro de 1998 - Lei dos crimes ambientais.
- Lei nº 9.433, de 8 de Janeiro de 1997 - Política Nacional de Recursos Hídricos.
- Lei nº 6.938, de 31 de Agosto de 1981 - Política Nacional do Meio Ambiente.
- Lei nº 4.771, de 15 de Setembro de 1965 - Institui o novo Código Florestal.
2. Resolução:
- Resoluções do CONAMA
- Resoluções do CNRH
3. Legislação municipal
- Decreto Municipal no 18.082, de 13 Nov 98 – Regulamenta a lei nº 16.377/98, que trata do
transporte e disposição de resíduos de construção civil e outros resíduos não abrangidos pela coleta
regular.
- Decreto Municipal no 18.480, de 21 Fev 00 – Regulamenta a lei nº 16.478/99, que trata da
obrigatoriedade da correta separação e identificação de Resíduos Produzidos nos Serviços de Saúde.
4. Normas no âmbito do Exército Brasileiro:
- Portaria Nº 1138 - de 22 de novembro de 2010 - Política de Gestão Ambiental do EB.
- Portaria Nº 1275 - de 28 de dezembro de 2010 - Diretriz para Adequação do EB à Política Nacional
de Resíduos Sólidos (PNRS).
- Portaria Nº 1275 - de 28 de dezembro de 2010 - Diretriz para Adequação do EB à Política Nacional
de Resíduos Sólidos (PNRS).
- Portaria Nº 386, de 9 de Junho de 2008 - Instruções Gerais de Meio Ambiente.
- Portaria Nº 014-DEP, de 8 de fevereiro de 2008. Normas para a Promoção da Educação Ambiental
nos Estabelecimentos de Ensino e nas Organizações Militares Subordinados e/ou Vinculados ao
Departamento de Ensino e Pesquisa.
- Portaria Nº 934, de 20 de dezembro de 2007 - Determina a atualização do Sistema de Gestão
Ambiental do Exército Brasileiro.
- RISG (R-1), Título IV, Capítulo IX – Do Controle Ambiental.
- SIMEB 2008 - Proteção e Instrução sobre meio ambiente.SIMEB 2008 - Atividades de Instrução
em Unidades de Conservação.
- Port nr 570, de 06 Nov 01 – Política de Gestão Ambiental do Exército Brasileiro (PGAEB).
- Port nr 571, de 06 Nov 01 – Diretriz Estratégica de Gestão Ambiental do Exército Brasileiro
(DEGAEB).
- Port nr 050-EME, de 11 Jul 03 – Orientação para Elaboração dos Planos de Gestão Ambiental.

5. NGA do Esc Sp:


- Diretriz do Comandante do Exército.
- Plano de Gestão Ambiental do CMNE.
- Diretriz nº 02/2007 – CMNE.
(ANEXO “C” à ORDEM DE SERVIÇO Nr 002-S4)

QUADRO RESUMO DO PLANO DE COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS DO Pq R Mnt/7

FREQUÊNCIA
TIPO DE RESÍDUO RESPONSÁVEL ARMAZENAMENTO DESCARTE
Coleta Destinação
MANUTENÇÃO DAS ÁREA DE
VEGETAL ÁREAS D Semanal ÁREA DE ESPERA COLETA DA
VERDES PREFEITURA
ORGÂNICO NÃO
A cada 02 TAMBORES NA ÁREA DE POCILGA
NÃO VEGETAL APROVISIONAMENTO D
(dois) dias RESÍDUOS AUTORIZADA
RECICLÁVEL (alimentar)
NÃO
ENC MAT / C Sv Mnt e Terças e EMPRESA
VEGETAL D COLETA DE LIXO DA OM
SEÇÕES Sextas CONTRATADA
(não alimentar)
DEPÓSITO EM
ALIENAÇÃO
METAIS SEÇÕES D Semestral FRENTE A SEÇÃO DE
(FISC ADM)
METALURGIA
PAPEL SEÇÕES D Quinzenal
RECICLÁVEL
PLÁSTICO SEÇÕES D Mensal COLETA
COLETORES
SELETIVA DA
TÊXTEIS SEÇÕES D Trimestral SELETIVOS DA OM
PREFEITURA
VIDRO SEÇÕES D Semestral
SAÚDE SEÇÃO DE SAÚDE D Quinzenal SEÇÃO DE SAÚDE HMAR
ÁREA DE
SEÇÃO DE SERVIÇOS SEÇÃO DE SERVIÇOS
CONSTRUÇÃO D Mensal COLETA DA
GERAIS GERAIS
PREFEITURA
ÁREA DE
MADEIRA CARPINTARIA D Mensal CARPINTARIA COLETA DA
PREFEITURA
POSTO DE
LÂMPADA SEÇÃO DE SERVIÇOS SEÇÃO DE SERVIÇOS ENTREGA
D Semestral
FLUORESCENTE GERAIS GERAIS VOLUNTÁRIA -
EMLURB

OUTROS POSTO DE
BATERIAS E SEÇÃO RECOLHIMENTO
SEÇÕES D Anual
PILHAS COMUNICAÇÕES DE EMPRESAS
LOCAIS
ESTAÇÃO DE
RESÍDUOS DA SEÇÃO DE EMPRESA
D Anual TRATAMENTO DE
ETE FOSFATIZAÇÃO CONTRATADA
EFLUENTES
RESÍDUOS DE PEL MNT VTR e
PEL MNT VTR, SEÇÃO DE EMPRESA
ÓLEOS D Semestral SEÇÃO DE
TRANSPORTE, SEÇ MNT MAQ CADASTRADA
LUBRIFICANTES TRANSPORTE
DISK ÓLEO
RESÍDUO DE
COZINHA D Mensal COZINHA VEGETAL
ÓLEO VEGETAL
USADO
Legenda:
D = Diária

1. FINALIDADE
- Promover a coleta seletiva do material reciclável através de uma adequada destinação dos resíduos
sólidos.
- Coleta seletiva consiste na separação do resíduo passível de reaproveitamento para reciclagem e
sua aposição em recipientes distintos para cada tipo de material.

2. EXECUÇÃO
- O início do processo de segregação dos resíduos ocorrerá na fonte geradora, ou seja, na própria
seção que o produz, para isso cada chefe de seção deverá implementar recipientes devidamente
identificados para aposição do resíduo reciclável, por categoria. Sem essa providência a coleta seletiva
não funcionará.
- É importante não misturar resíduo reciclável com orgânico, bem como misturar os resíduos
recicláveis entre si, procedimentos esses que inviabilizam a coleta seletiva, ocasionado o retrabalho;
- Na frequência estipulada, ou conforme necessidade, o chefe de seção e os militares de serviço
deverão providenciar o recolhimento do resíduo produzido pela repartição para os locais apropriados;
- A Reserva de Material deverá identificar, intercaladamente, as lixeiras existentes ao longo da
alameda principal, alameda da DT e pavilhão de comando, que também servirão de recipientes, para a
aposição dos diversos materiais recicláveis.

3. MATERIAL ORGÂNICO NÃO RECICLÁVEL


Especial atenção deve ser dada ao resíduo orgânico não reciclável, em virtude do potencial
risco para a saúde dos integrantes da OM e para a vizinhança do Parque, devendo-se atentar
para as seguintes medidas:
- São resíduos orgânicos não recicláveis (exemplos): folhas de árvores, filtro de café usado, papel
higiênico, restos de alimentos;
- Diariamente o resíduo orgânico não reciclável NÃO ALIMENTAR deverá ser acondicionado em
sacos de lixo e colocado no coletor metálico nos fundos da OM, sob coordenação do Sgt de Dia à Cia
Cmdo Sv, para recolhimento pelo veículo especializado;
- Uma vez por semana, ou conforme necessidade, a Reserva de Material coordenará o recolhimento
dos resíduos recicláveis DAS ÁREAS COMUNS para os depósitos específicos. Quando os depósitos
estiverem cheios, o Cmt Cia informará o Fiscal Administrativo para que seja realizada a destinação
final dos resíduos;

4. OUTRAS OBSERVAÇÕES:
Nas 6ª feiras e de acordo com a determinação do Fiscal Administrativo, a Seção de Transporte
deverá escalar viaturas com os respectivos motoristas, para o recolhimento e transporte de resíduos
extras gerados por ocasião da manutenção do aquartelamento.

________________________________________
ALEXANDRE MARTINS CASTILHO – Ten Cel
Diretor do Parque Regional de Manutenção/7
(ANEXO “D” à ORDEM DE SERVIÇO Nr 002-S4)

DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO AMBIENTAL (PA)


1. FINALIDADE
A finalidade deste Anexo é orientar e fornecer subsídios para a elaboração dos Projetos Ambientais
(PA), elaborados pela OM. Os Projetos Ambientais podem ser propostos pela OM e visam garantir as
ações ambientais no âmbito da OM, para o funcionamento do SIGAEB, atendendo ao preconizado pela
Política de Gestão Ambiental do EB, instituída pela Portaria nº 1138, de 22 de novembro de 2010.

2. OBJETIVO DO PROJETO AMBIENTAL


O Projeto Ambiental é um documento produzido pela OM cujo objetivo é apresentar o detalhamento
das ações, serviços e atividades relativas à implantação de determinado projeto de melhoria ambiental
na OM, cujo conteúdo mínimo se encontra apresentado neste Anexo.

3. CONTEÚDO MÍNIMO DO PROJETO AMBIENTAL


O Projeto Ambiental deverá apresentar o seguinte conteúdo mínimo:
a. TÍTULO DO PROJETO
b. OM EXECUTANTE
c. COORDENADOR / EQUIPE TÉCNICA
d. OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS
e. METAS A SEREM ATINGIDAS
f. PARCERIAS E/OU EMPRESAS PARTICIPANTES (se for o caso)
g. DETALHAMENTO DAS AÇÕES A REALIZAR
h. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES
i. PLANTAS, DESENHO OU FOTOS (se for o caso)
j. RECURSOS FINANCEIROS NECESSÁRIOS (Orçamento detalhado em termos de material,
mão-de-obra e serviços de terceiros, principalmente)
k. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
l. OUTRAS INFORMAÇÕES JULGADAS NECESSÁRIAS

4. EXEMPLOS DE ATIVIDADES DOS PROJETOS AMBIENTAIS


Os Projetos Ambientais podem abranger uma ou mais das seguintes atividades, dentre outras:
a. RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
b. GESTÃO AMBIENTAL DE CAMPOS E ÁREAS DE INSTRUÇÃO
c. GESTÃO AMBIENTAL DE ESTANDES DE TIRO
d. EDUCAÇÃO AMBIENTAL
e. PLANTIO DE MUDAS / REFLORESTAMENTO
f. GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
g. GESTÃO DE RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
h. GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇAO
i. GESTÃO DE RESÍDUOS PERIGOSOS
j. COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS
k. RECICLAGEM E/OU COMPOSTAGEM
l. CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO DE RECURSOS HUMANOS
m. ECONOMIA / REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA
n. ECONOMIA / REDUÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA
o. USO DE FONTES DE ENERGIA ALTERNATIVA
p. TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO
q. TRATAMENTO DE EFLUENTES OLEOSOS
r. TRATAMENTO DE ESGOTO INDUSTRIAL
s. APOIO À IMPLANTAÇÃO DA A3P (AGENDA AMBIENTAL DA ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA)
t. MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO (ERGONOMIA,
SAÚDE E SEGURANÇA)
(ANEXO “E” à ORDEM DE SERVIÇO Nr 002-S4)
Formulário de Aspectos e Impactos Ambientais
Seção ___________________________
Processo ________________________ Frequência x (Severidade + Efeito + Riscos Legais) = Escore de Significância
impactos ambientais: Use o “X” Frequencia Severidade do impacto Efeito do impacto Riscos legais
ASPECTOS (Fatores) Sim Não Se “sim” descreva (detalhar em observações) escore de significância
PAT CAP CAS CSL DEP DHA DPC DQV c Fr Nfr oca b m a rev pre irr b m a
Emissões para a atmosfera
Emissões acidentais
Emissões de escapamento/chaminé/coifa
Outras
Resíduos perigosos
Armazenamento
Reciclagem/Reuso
Resíduos não perigosos
Armazenamento
Reciclagem/Reuso
Vazamento não intencional
Na atmosfera
Nas águas
No solo
Poluição das águas
Pontual
Não Pontual
Outras
Energia consumida
Materiais consumidos
Afeta curso natural
Distúrbio do solo
Alteração hidrológica
Alteração da vegetação
Afeta patrimônio cultural
patrimônio histórico
sítios arqueológicos
patrimônio das comunidades tradicionais
transtornos/incômodos causados
Ruído
Odor
Outros

Legenda
PAT = Poluição Atmosférica C = Contínuo (diário): 1,0 ponto Rev = Reversível
B = baixo (2 ou 1 pontos) pequeno dano à saúde e/ou ao ambiente, impacto pequeno ou inexistente
CAP = Contaminação de águas profundas Fr = Frequente (semanal): 0,8 ponto M = médio (3 ou 4 pontos) Dano moderado à saúde humana e/ou ao ambiente Pre = Parcialmente Irreversível
CAS = Contaminação de Águas Superficiais Nfr = Não frequente (mensal): 0,5 ponto A = alto (5pontos) Séria; provável dano grave e de grandes dimensões Irr = Irreversível
CSL= Contaminação do solo Oca = Ocasional (anual): 0,2 ponto B = Baixo risco: (2 ou 1 pontos)
DEP = Degradação de Espécias M = Médio risco (3 ou 4 pontos) (preocupação com legislação/imagem pública, etc.)
DHA = Degradação do Habitat A = Alto risco (5 pontos) (crime ambiental, violação de alvarás, etc)
DPC = Degradaçãodo Patrimônio Cultural
DQV = Degradação da Qualidade de Vida

Importante: Após assinalar “sim” comente sobre o produto ou característica do aspecto. Exemplo: Se o processo causa “Distúrbio do solo”, preencha colocando “óleo derramado” ou então “resíduo de querosene” (ou o que se aplicar)no campo seguinte.
Nos impactos assinale com um “x” nos campos dos impactos observados ou potenciais.
(ANEXO “G” à ORDEM DE SERVIÇO Nr 002-S4)

Cronograma de atividades Geral

ATIVIDADE RESPONSÁVEL PRAZO


1. Solicitar recursos ao DEC para realização dos
Fiscal Administrativo 20 mar 13
cursos na área ambiental

2. Realizar instruções de quadros sobre Gestão


OCA 10 mai 13
Ambiental para todo o efetivo do Parque
3. Realizar a análise físico-química e bacteriológica
das águas dos poços artesianos do quartel e da que Fiscal Administrativo 15 jun 13
chega à caixa d’água do rancho
4. Cumprir, no mínimo, 25% das atividades previstas
OCA/Seções 30 jun 13
no calendário de atividades geral
5. Utilização de recursos do próprio quartel para
Diretor
realização de cursos, caso não tenha recebido do 30 jul 13
Fiscal Administrativo
DEC.
6. Preparar processo de contratação de uma empresa
Fiscal Administrativo/
para realizar a retirada dos tanques de combustíveis 20 set 13
SALC/Almox
enterrados do quartel

7. Atualizar os banners sobre gestão ambiental do


OCA 15 nov 13
Parque

8. Cumprir, no mínimo, 50% das atividades do


OCA/Seções 30 dez 13
calendário de atividades geral.
(ANEXO “H” à ORDEM DE SERVIÇO Nr 002-S4)
(ANEXO “J” à ORDEM DE SERVIÇO Nr 002-S4)

Objetivos, metas, e indicadores da Gestão Ambiental

- Objetivo Meta Indicador


Reduzir os dias com entulhos de corte e poda
vegetais 10% Dias com entulhos na OM/ano
na OM
Coleta de
resíduos não vegetais
Reduzir as sobras 5% Sobras de “A”/Sobras de “A-1”
orgânicos não (alimentares)
recicláveis
não vegetais
Manter acondicionamento correto 90% Dias com acondicionamento correto/ano
(outros)
metais Alienação de material semestral 100% Realização de leilão de resíduos/ano
Acondicionamento e destinação Existência de material não separado,
papel 50%
quinzenal acondicionado e destinado/ano
plástico Acondicionamento e destinação mensal 50% Idem
Acondicionamento e destinação
têxteis 75% Idem
trimestral
Acondicionamento e destinação
Coleta de vidro 50% Idem
semestral
resíduos não
orgânicos Acondicionamento e destinação
saúde 100% Idem
recicláveis quinzenal
construção Acondicionamento e destinação 100% Idem
madeira Acondicionamento e destinação mensal 80% Idem
lâmpada fluorescente Acondicionamento e destinação semestral 100% Idem
Material eletrônico Acondicionamento e destinação semestral 100% Idem
Acondicionamento e destinação
baterias e pilhas 100% Idem
anual
Acondicionamento e destinação
resíduos da ETE 100% Destinação correta
anual
resíduos de óleos Acondicionamento e destinação
100% Destinação correta
lubrificantes semestral
Coleta de
resíduos não Pó Químico da recarga Acondicionamento e destinação
100% Destinação correta
orgânicos não de extintores anual
recicláveis
microesferas de Acondicionamento e destinação
100% Destinação correta
vidro anual
resíduo de óleo
Acondicionamento e destinação mensal 100% Destinação correta
vegetal
Realizar instrução para IIB, CFST, CFC,
Instruções Cb/Sd NB, Of/Sten/Sgt e Novos Integrantes 75% Realização
(06 instruções, no mínimo)
Realização de controle Realizar o controle, com 5 visitas técnicas
de vetores (roedores e /ano para Aprov, Cantina, Alojamentos e 100% Realização de visitas/ano
insetos) PNR
Podas de árvores e Realizar ao menos 1poda de árvores na OM
50% Realização de podas/ano
serviços de jardinagem e nos PNR por semestre
Redução de sobras dos
Reduzir as sobras dos processos industriais 10% Sobras “A”/Sobras “A-1”
processos industriais
Diversos Realizar ao menos 1 limpeza por semestre
Limpeza de caixas
em todas as caixas dágua/cisternas e filtros 50% Realização de limpezas/ano
dágua, cisternas e filtros
da OM
Caixa de decantação Realizar a coleta e destinação
75% Realização da coleta e destinação/ano
água/óleo correta por trimestre
Controlar o consumo de água por dia visando
Sistema de redução de
a solução de problemas assim que os 5% Consumo de “A”/Consumo de “A-1”
consumo de água
mesmos ocorram
Controlar o consumo de eletricidade por dia
Sistema de redução de
visando a solução de problemas assim que os 5% Consumo de “A”/Consumo de “A-1”
consumo de eletricidade
mesmos ocorram
(ANEXO “K” à ORDEM DE SERVIÇO Nr 002-S4)

VISÃO DE FUTURO

I - uso de equipamentos de climatização mecânica, ou de novas tecnologias de resfriamento do ar, que


utilizem energia elétrica, apenas nos ambientes onde for indispensável;
II - automação da iluminação do prédio, projeto de iluminação, interruptores, iluminação natural,
iluminação tarefa, uso de sensores de presença;
III - maximização do aproveitamento da iluminação e ventilação naturais;
IV - uso exclusivo de lâmpadas fluorescentes compactas ou tubulares de alto rendimento, associadas
com reatores eletrônicos com alto fator de potência. Exceção a este caso se aplica às instalações com
sensores de presença, onde serão empregadas lâmpadas incandescentes devendo ser empregadas
preferencialmente em ambientes de passagem, tais como corredores;
V - energia solar térmica, ou outra energia limpa para aquecimento de água nos processos industriais
(tratamento superficial de armamento) ,banheiros (chuveiros) e aprovisionamento (lavagem de panelas);
VI - sistema de medição individualizado (por pavilhão/seção) de consumo de água e energia;
VII - sistema de reuso de água e de tratamento de efluentes;
VIII - aproveitamento da água da chuva, agregando ao sistema hidráulico elementos que possibilitem a
captação, o armazenamento, o tratamento quando necessário, a distribuição, e seu aproveitamento de
maneira adequada ( a exemplo da área de jardins e campo de futebol);
IX - utilização de materiais que sejam reciclados, reutilizados e biodegradáveis, e que reduzam a
necessidade de manutenção; e
X - comprovação da origem da madeira a ser utilizada na execução da obra ou serviço.

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