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Matéria: 400

Professor: João Pedro


BIZUS de
Constitucional e Administrativo
Direito
BIZUS
Prof. João Pedro

APRESENTAÇÃO

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Sumário

1. Constitucional .......................................................................................................................... 4
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2. Administrativo ....................................................................................................................... 31
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1. Constitucional

1) Silêncio eloquente = se apresenta naquelas situações em que a falta de


uma regulamentação constitucional específica possa ser atribuída a uma
escolha intencional do constituinte de não prever determinada hipótese
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normativa.

2) As normas decorrentes de tratados e convenções internacionais sobre


direitos humanos, regularmente internalizadas no ordenamento jurídico
brasileiro, apresentam STATUS SUPRALEGAL, ainda que não tenham
sido aprovadas segundo o rito previsto para o processo legislativo das
emendas à Constituição.
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3) A matéria constante de PROPOSTA DE EMENDA rejeitada ou havida


por prejudicada NÃO PODE ser objeto de nova proposta NA MESMA
SESSÃO LEGISLATIVA.

4) A matéria constante de projeto de lei rejeitado somente poderá


constituir objeto de novo projeto, na mesma sessão legislativa,
mediante proposta da maioria absoluta dos membros de qualquer
das Casas do Congresso Nacional.

5) É vedada a reedição, na mesma sessão legislativa, de medida


provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia
por decurso de prazo.

6) Considere que lei editada sob a égide de determinada Constituição


apresentasse inconstitucionalidade formal, apesar de nunca de ter sido
declarada inconstitucional. Nessa situação, com o advento de nova
ordem constitucional, a referida lei não poderá ser recepcionada pela
nova constituição, ainda que lhe seja materialmente compatível, dado o
vício insanável de inconstitucionalidade. REQUISITOS PARA A
RECEPÇÃO DE UMA NORMA:

a) deve estar em vigor no momento em que a nova constituição for


promulgada;
b) não pode ter sido declarada inconstitucional pelo ordenamento
anterior;
c) deve ter compatibilidade formal e material com a constituição
anterior, sob a qual foi editada;
d) deve ser apenas materialmente compatível com a nova constituição,
pouco importando se é formalmente compatível com a mesma.

7) As medidas provisórias terão sua votação iniciada na Câmara dos


Deputados.

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8) O início da tramitação de proposta de emenda constitucional cabe tanto


ao Senado Federal quanto à Câmara dos Deputados, pois a CF confere a
ambas as casas o poder de iniciativa legislativa.

9) Embora produza efeitos contra todos e tenha eficácia vinculante, a


declaração de inconstitucionalidade em ação direta não desconstitui,
automaticamente, as sentenças das ações individuais transitadas em
julgado em sentido contrário.
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10) As normas que alteram padrão monetário e, devido a essa


alteração, estabelecem critérios de conversão de valores se
aplicam de imediato, não podendo a existência de ato jurídico perfeito
se opor a elas.

11) A lei nova não pode reger os efeitos futuros gerados por contratos a ela
anteriormente celebrados, sob pena de afetar a própria causa - ato ou
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fato ocorrido no passado - que lhes deu origem. Essa projeção


retroativa da lei nova, mesmo tratando-se de retroatividade mínima,
incide na vedação constitucional que protege a incolumidade do ato
jurídico perfeito.

12) Não existe direito adquirido em face de:

(i) uma nova Constituição (texto originário);


(ii) atualização monetária (mudança de moeda);
(iii) criação ou aumento de tributos;
(iv) mudança de regime jurídico estatutário.

13) Retroatividade da lei:

a) Máxima: atinge fatos e consequentes efeitos já consumados sob a


vigência de lei anterior;
b) Média: não atinge fatos, mas tão somente efeitos iniciados antes da
nova lei, mas ainda pendentes após entrada em vigor;
c) Mínima: atinge somente efeitos pendentes iniciados após o advento
da nova lei.

14) O teto para o funcionalismo estadual somente pode ser fixado por meio
de emenda à Constituição estadual, não sendo permitido mediante
lei estadual.

15) Apesar de o art. 37, inciso XI; e §12º, determinarem que o subsídio dos
membros do Poder Judiciário ficará limitado ao valor de 90,25% do
subsídio dos ministros do STF, o Supremo, na ADI 3854-1, em decisão
liminar, decidiu que essa interpretação não se aplica a JUÍZES e
DESEMBARGADORES. Estes continuam com teto de 100% do subsídio
dos ministros do Supremo. Contudo, cuidado, pois este limite de
90,25% continua aplicável para os demais servidores do Poder

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Judiciário (art. 37, XI, CF), bem como para os servidores dos três
poderes, caso adotado o "teto único" do art. 37, §12º CF/88.

16) Tribunais de Justiça podem exercer controle abstrato de


constitucionalidade de leis municipais utilizando como parâmetro
normas da Constituição Federal, desde que se trate de normas de
reprodução obrigatória pelos Estados.
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17) A rigor, não há que se falar em reprodução obrigatória das


cláusulas pétreas nas Constituições Estaduais, todavia, norma da
constituição Estadual não pode atentar contra as mesmas.

18) Se não houver ressalva expressa no seu próprio texto, a Constituição


nova atingirá os efeitos pendentes de situações jurídicas consolidadas
sob a égide da Carta anterior.
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19) O poder constituinte derivado reformador efetiva-se por emenda


constitucional, de acordo com os procedimentos e limitações previstos
na CF, sendo passível de controle de constitucionalidade pelo Supremo
Tribunal Federal.

20) Apesar da ilimitabilidade enquanto característica, é possível falar em


limitações políticas inerentes ao exercício do poder constituinte.
Contudo, tais limitações não são de ordem supranacional.

21) Em se tratando de Constituição formal, consideram-se constitucionais as


normas que constarem do texto magno, sejam elas emanadas do poder
constituinte originário ou do de reforma.

22) Tendo em vista os limites autônomos ao poder constituinte derivado


decorrente, devem as Constituições estaduais observar os princípios
constitucionais extensíveis, tais como aqueles relativos ao processo
legislativo.

23) Somente o poder constituinte originário é ilimitado. O poder


constituinte derivado revisor, reformador e decorrente estão sujeitos ao
controle de constitucionalidade. As emendas constitucionais podem,
portanto, ser objeto de controle de constitucionalidade, já que devem
observar os limites impostos pelo poder originário.

24) A Carta Magna de 1988 não consagrou limitação temporal para o poder
derivado reformador. Tal limitação veio apenas para o poder revisor.

25) Elementos da Constituição:

a) elementos orgânicos , que contêm normas que regulam a


estrutura do Estado e do Poder, que se concentram,
predominantemente, nos Títulos II (Da organização do Estado), IV (Da
organização dos Poderes e Sistemas de Governo), Capítulos II e III, do

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Título V (Das Forças Armadas e da Segurança Pública) e VI (Da


Tributação e do Orçamento);
b) elementos limitativos, que se manifestam nas normas que
consagram o elenco dos direitos e garantias fundamentais (do
Título II da Constituição - Dos Direitos e Garantias Fundamentais),
excetuando-se os Direitos Sociais, que entram na categoria seguinte;
c) elementos socioideológicos, consubstanciados nas normas
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que revelam o caráter de compromisso das Constituições


modernas entre o Estado individualista e o Estado Social,
intervencionista, como as do Capítulo II do Título II (Direitos Sociais)
e as dos Títulos VII (Da Ordem Econômica e Financeira) e VIII (Da
Ordem Social);
d) elementos de estabilização constitucional, consagrados nas
normas destinadas a assegurar a solução de conflitos
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constitucionais, a defesa da Constituição, do Estado e das


instituições democráticas, como os encontrados nos
arts. 34 a 36, CF, os arts. 59, I e 60 (processo de emendas à
Constituição), art. 102, I, a (controle de constitucionalidade);
e) elementos formais de aplicabilidade , que são os que se
acham consubstanciados nas normas que estabelecem regras de
aplicação das normas constitucionais, assim, o preâmbulo, o
dispositivo que contém as cláusulas de promulgação, as disposições
constitucionais transitórias e o § 1º, art. 5º, que determina que as
normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm
aplicabilidade imediata.

26) A CF não positivou expressamente a regra de que as leis não podem


atingir fatos ocorridos no passado, adotando, na verdade, a teoria
subjetiva de proteção dos direitos adquiridos em face de leis
novas.

27) As heteroconstituições são constituições decretadas fora do Estado em


que irão vigorar. É feita por um país, mas será aplicada em outro. Nesse
caso, há uma limitação da figura do poder constituinte como vontade
política do povo capaz de constituir o Estado por meio de uma
constituição.

28) A garantia da irretroatividade da lei, prevista no art. 5º, XXXVI, da


Constituição da República, não é invocável pela entidade estatal que a
tenha editado.

29) Para diferenciar as normas de eficácia “contidas” das “limitadas”:

a) em regra, sempre que houver expressões como “salvo disposição em


lei” será norma de eficácia contida.
b) em regra, sempre que tiver expressões como “a lei disporá” será
norma de eficácia limitada.

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c) enquanto não houver lei a disciplinar norma de eficácia contida, esta


poderá ocorrer de forma plena. Na norma de eficácia limitada ocorre o
contrário, pois é impossível o seu exercício enquanto não houver a sua
regulamentação.

30) Não cabe habeas corpus para o trancamento de processo por crime de
responsabilidade atribuído ao presidente da República, uma vez que as
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sanções para tal espécie de infração são de índole político-


administrativa.

31) Métodos de interpretação:

Científico-espiritual: a interpretação da constituição deve estar em


consonância com a realidade da vida, com a concretude da existência. O
texto constitucional merece apreciação global e não apenas parcial
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(Rudolf Smend).
Tópico-problemático: a interpretação constitucional deve ter caráter
prático. Deve ter viés pragmático e não teórico, considerando o caráter
polissêmico (vários sentidos) da constituição e o caso concreto (Theodor
Viehweg).
Normativo-estruturante: diferencia programa normativo
(enunciado prescritivo da norma) de domínio normativo (realidade
social) contextualizando-os (Friedrich Muller).
Hermenêutico-concretizador: a pré-compreensão é um juízo
abstrato sobre a norma constitucional e o problema concreto é a
situação de fato para a qual a norma se dirige. A norma surge do
resultado dessa comparação; é produto da atividade hermenêutica
(Konrad Hesse).

32) A CF goza de supremacia tanto do ponto de vista material quanto do


formal.

33) Os postulados normativos não se confundem com os princípios e as


regras, sendo qualificados como metanormas ou normas de segundo
grau voltadas a estabelecer critérios para a aplicação de outras normas.

34) Para doutrina majoritária, a vedação ao retrocesso é garantida como


cláusula pétrea.

35) A competência do Foro Especial definido exclusivamente em


Constituição Estadual não prevalece sobre a competência
do Tribunal do Júri para os crimes dolosos contra vida, apenas para os
demais crimes. Caso a prerrogativa esteja também prevista na
Constituição Federal, prevalecerá o foro privilegiado sobre a
competência do júri.

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36) Quando o Executivo e o Judiciário expedem atos normativos de caráter


não legislativo – regulamentos e regimentos, respectivamente –, não o
fazem no exercício da função legislativa, mas no desenvolvimento de
"função normativa". O exercício da função regulamentar e da função
regimental não decorrem de delegação de função legislativa; não
envolvem, portanto, derrogação do princípio da divisão dos Poderes.

37) O poder constituinte difuso manifesta-se quando uma decisão do STF


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altera o sentido de um dispositivo constitucional, sem, no entanto,


alterar seu texto.

38) De acordo com o conceito de Constituição-moldura, o texto


constitucional deve apenas apresentar limites para a atividade
legislativa, cabendo ao Poder Judiciário avaliar se o legislador agiu
conforme o modelo configurado pela Constituição.
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39) Para o STF, a norma que estabelece o direito à aposentadoria especial


dos servidores públicos tem eficácia limitada.

40) O estabelecimento da educação como um direito de todos e um dever


do Estado e da família é uma norma constitucional programática, que
exige, do poder público, a consecução do programa de atuação
planejado pelo constituinte.

41) O direito à educação trata-se de uma norma de eficácia limitada


aplicabilidade institutiva ou programática.

42) Há direitos fundamentais cuja titularidade é reservada aos estrangeiros


(ex: não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou
de opinião).

43) A liberdade de crença é norma constitucional de eficácia contida.

44) Os munícipios não possuem o poder constituinte derivado


decorrente. As leis orgânicas municipais não possuem status de
constituição do município.

45) Ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e
fundamentada de AUTORIDADE JUDICIÁRIA competente, salvo nos
casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos
em lei.

46) Constituição flexível prescinde de alguma forma de controle de


constitucionalidade.

47) A dimensão subjetiva dos direitos fundamentais está atrelada, na sua


origem, à função clássica de tais direitos, assegurando ao seu titular o
direito de resistir à intervenção estatal em sua esfera de liberdade
individual.

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48) A doutrina moderna classifica os direitos civis e políticos como direitos


fundamentais de primeira geração.

49) São exemplos de direitos de primeira geração ou dimensão: direito à


liberdade e direito à propriedade.

50) A derrotabilidade de uma norma constitucional ocorrerá caso uma


norma jurídica deixe de ser aplicada em determinado caso concreto,
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permanecendo, contudo, no ordenamento jurídico para regular outras


relações jurídicas.

51) O pluralismo político, fundamento da República Federativa do Brasil, é


pautado pela tolerância a ideologias diversas, o que exclui discursos de
ódio, não amparados pela liberdade de manifestação do pensamento.

52) Os direitos fundamentais são comuns a todos os seres humanos,


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respeitadas suas particularidades.

53) A democracia brasileira é SEMIDIRETA, OU REPRESENTATIVA OU


PARTICIPATIVA.

54) As disposições meramente declaratórias, que instituem direitos,


imprimem existência legal aos direitos reconhecidos, e as disposições
assecuratórias, que instituem as garantias, limitam o poder, em
defesa dos direitos.

55) Os Direitos e Garantias Fundamentais são divididos em cinco


grupos, que são:

- DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS;


- DOS DIREITOS SOCIAIS;
- DA NACIONALIDADE;
- DOS DIREITOS POLÍTICOS;
- DOS PARTIDOS POLÍTICOS.

56) O poder constituinte originário gera e organiza os poderes do Estado,


instaurando o próprio Estado constitucional.

57) A proteção dos limites materiais ao poder de reforma constitucional não


alcança a redação do texto constitucional, visando sua existência a
evitar a ruptura com princípios que expressam o núcleo essencial da CF.

58) Considere que lei editada sob a égide de determinada Constituição


apresentasse inconstitucionalidade formal, apesar de nunca de ter sido
declarada inconstitucional. Nessa situação, com o advento de nova
ordem constitucional, a referida lei não poderá ser recepcionada pela
nova constituição, ainda que lhe seja materialmente compatível, dado o
vício insanável de inconstitucionalidade. A lei para ser recepcionada,
precisa ter compatibilidade formal e material com relação a Constituição

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que estava em vigor quando a lei foi editada. A lei que nasce
inconstitucional permanece inconstitucional.

59) Proposta de emenda constitucional a respeito da extinção do voto


obrigatório pode ser objeto de deliberação do Congresso Nacional.

60) A CF contempla hipótese configuradora do denominado fenômeno da


recepção material das normas constitucionais, que consiste na
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possiblidade de a norma de uma constituição anterior ser recepcionada


pela nova constituição, com status de norma constitucional.

61) Caso a União não edite as normas gerais, de acordo com a Constituição
Federal os Estados-membros e o Distrito Federal poderão exercer
competência legislativa plena, para atenderem a suas peculiaridades.
Esta competência é intitulada "suplementar supletiva" e é prevista para
os Estados tendo em vista a impossibilidade de eles editarem uma
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norma complementar se não há norma geral. Referida competência é,


de fato, indelegável.

62) Embora, conforme a CF, a lei orgânica municipal esteja subordinada aos
termos da Constituição estadual correspondente, esta última Carta
não pode estabelecer condicionamentos ao poder de auto-organização
dos municípios.

63) O que define se uma lei é de abrangência nacional (destinada a todos os


entes federativos) ou federal (destinada apenas a união) não é a
previsão em seu texto neste ou naquele sentido, mas sim o CONTEÚDO
da referida lei.

64) A despeito do seu papel auxiliar em relação a algumas competências


das assembleias legislativas, os tribunais de contas dos estados têm
igualmente a atribuição de fiscalizá-las, não podendo as Constituições
estaduais vedar-lhes tal incumbência.

65) Se a competência para a prestação de determinado serviço público for


atribuída aos estados federados de forma privativa, então a prestação
desse serviço não poderá ser exercida pela União nem pelos municípios.

66) Os estados-membros, mediante LEI COMPLEMENTAR, podem instituir


regiões metropolitanas, constituídas por agrupamentos de municípios,
para integrar a organização, o planejamento e a execução de funções
públicas de interesse comum.

67) Caso o Poder Judiciário local esteja sendo coagido, o Tribunal de Justiça
respectivo deverá solicitar ao STF que requisite a intervenção. O STF,
se entender cabível, requisitará a intervenção federal ao
Presidente da República, que estará obrigado a decretá-la, pois
se cuida de hipótese de requisição.

68) Além das competências legislativas remanescentes, a Constituição


Federal de 1988 enumerou algumas competências aos estados-

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membros, como, por exemplo, a criação, a incorporação, a fusão e o


desmembramento de municípios, por meio de lei estadual, dentro do
período determinado por Lei Complementar Federal.

69) Compete privativamente à União legislar sobre: direito civil, comercial,


penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e
do trabalho.
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70) São de observância obrigatória para os Estados, devendo ser


reproduzidas nas Constituições estaduais, as normas constitucionais
federais relativas às imunidades parlamentares.

71) Em relação ao processo legislativo e às garantias processuais penais do


chefe do Poder Executivo federal, temos que nem todas as primeiras
são de observância obrigatória pelos Estados, ao passo que as garantias
são exclusivas do Presidente da República.
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72) A Constituição Estadual não pode prever regras sobre crimes de


responsabilidade do Governador, tal competência incumbe somente à
União.

73) A intervenção da União nos Municípios localizados em territórios federais


NÃO poderá ocorrer em caso de necessidade de pôr termo a grave
comprometimento da ordem pública. Essa é uma causa de
intervenção da União nos Estados.

74) À luz das normas constitucionais de repartição de competências


legislativas entre os entes federativos cabe à União estabelecer normas
gerais em matéria de legislação tributária, cabendo aos Estados o
exercício da competência suplementar.

75) A competência da União e dos municípios é expressa, sendo a


competência dos Estados remanescente ou residual.

76) A forma de federalismo adotada no Brasil é conhecida como


federalismo de segregação e centrífugo, sendo os estados-
membros dotados de autogoverno.

77) Compreende-se na esfera de autonomia dos estados a concessão de


anistia de infrações disciplinares de seus respectivos servidores,
podendo concedê-la a Assembleia Constituinte Estadual, principalmente
no que se refere às punições impostas sob o regime da Constituição
anterior por motivos políticos, medida concedida pela CF.

79) Compete privativamente à União legislar sobre requisições civis e


militares, em caso de iminente perigo e em tempo de guerra.

80) O registro, o acompanhamento e a fiscalização das concessões de


direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais, em

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seus respectivos territórios, são de competência comum da União, dos


estados, do DF e dos municípios.

81) Sendo a competência para legislar sobre direito eleitoral privativa da


União, a lei por ela editada que vede a transferência de servidor
estadual no período que antecede as eleições não ofende, segundo o
STF, a autonomia dos estados-membros.
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82) A despeito de a CF fixar os números mínimo e máximo de deputados


federais por unidade da Federação, é ao Congresso Nacional que cabe,
dentro dessa margem, fixar o efetivo número desses parlamentares por
estado e pelo DF, mediante a edição de lei complementar, sem
possibilidade de delegação de tal tarefa a outro órgão estatal.

83) A lei orgânica municipal será aprovada por dois terços dos membros da
câmara municipal, após dois turnos de discussão e votação, podendo
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ser declarada constitucional ou inconstitucional, em abstrato, tanto pelo


TJ do respectivo estado quanto pelo STF.

84) São bens indisponíveis ao domínio patrimonial da União as ilhas


costeiras que contenham sede de municípios.

85) Na hipótese de uma lei estadual estabelecer restrições ao ingresso,


armazenamento e comercialização de produtos agrícolas importados no
âmbito do estado-membro, estará caracterizada invasão da
competência privativa da União para legislar sobre comércio exterior.

86) A intervenção federal para pôr termo a grave comprometimento da


ordem pública independe de provimento do Poder Judiciário.

87) Cabe exclusivamente ao Supremo Tribunal Federal requisição de


intervenção para assegurar a execução de decisões da Justiça do
Trabalho ou da Justiça Militar, ainda quando fundadas em direito
infraconstitucional.

88) Compete ao DF legislar sobre normas suplementares de proteção ao


patrimônio histórico, cultural, artístico e paisagístico, sobre normas
instituidoras de tributos de sua competência e sobre assuntos de
interesse local.

89) Embora as leis orgânicas municipais estejam sujeitas às constituições


dos respectivos estados-membros, estas últimas não têm o poder de
disciplinar assunto considerado de interesse local.

90) Os Estados-membros são competentes para explorar e regulamentar a


prestação de serviços de transporte intermunicipal.

91) Por suas características organizatórias, os entes federados podem


apresentar, na prática, diferentes níveis materiais de asseguramento
dos direitos fundamentais formalmente reconhecidos.

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92) Conforme a moderna teoria constitucional, postulados normativos


são normas metódicas, ou de segundo grau, que devem ser
utilizados na interpretação e aplicação de princípios e regras presentes
na constituição.

93) O terço constitucional de férias não poder ser tributado pelas


contribuições previdenciárias.
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94) Apesar de Brasília ser a capital federal, a CF admite a transferência


temporária da sede do governo federal, por meio de lei ordinária
exarada pelo Congresso Nacional, com a sanção do presidente da
República.

95) A norma que prevê a gratuidade dos transportes coletivos urbanos aos
que tenham mais de sessenta e cinco anos de idade possui eficácia
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plena e aplicabilidade imediata.

96) Lei municipal de iniciativa parlamentar que estabeleça isenção ou


benefício de natureza fiscal não contém vício de iniciativa consistente na
invasão da seara privativa do chefe do Poder Executivo, pois a
competência para legislar sobre matéria tributária pertence
concorrentemente ao Poder Legislativo e ao Poder Executivo, ainda que
o diploma legal tenha repercussão na matéria orçamentária.

97) São bens da União as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios.

98) Compete ao Presidente da República, em caráter privativo, manter


relações com Estados estrangeiros e conceder a acreditação diplomática
a seus embaixadores, os quais devem submeter suas credenciais
pessoalmente ao chefe de Estado.

99) A comutação de penas é de competência privativa do presidente da


República, com caráter amplamente discricionário, sendo limitada
apenas por vedações decorrentes da CF.

100) Considere que o presidente da República, na presença de policiais que o


escoltavam, tenha cometido uma tentativa de homicídio contra um
servidor. Nessa situação, mesmo tendo presenciado o delito, os policiais
não poderão efetuar a prisão em flagrante do presidente da República.

101) Concessão de ANISTIA = Congresso Nacional, com sanção do


Presidente da República.

102) Compete privativamente ao Presidente da República: conceder


indulto e comutar penas.

103) O presidente da República pode dispor, mediante decreto autônomo,


acerca da organização e do funcionamento da administração federal,

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vedados o aumento de despesa e a criação ou extinção de


órgãos públicos.

104) É da competência privativa do presidente da República a proposição de


lei de diretrizes orçamentárias.

105) O presidente da República pode delegar a ministro de Estado a


competência para aplicar pena de demissão a servidores públicos
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federais.

106) Compete privativamente ao presidente da República vetar projetos de


lei, total ou parcialmente, devendo o veto ser apreciado em sessão
conjunta e só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos
deputados e senadores, em votação aberta.

107) Não é da competência originária do STF conhecer de ações


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populares, ainda que o réu seja autoridade que tenha na Corte o seu
foro por prerrogativa de função para os processos previstos na
Constituição.

108) A imunidade por atos estranhos ao exercício da função do Presidente da


República refere-se EXCLUSIVAMENTE às infrações de NATUREZA
PENAL, não impedindo a apuração, na vigência do seu mandato, da
responsabilidade civil, administrativa, fiscal ou tributária do Presidente
da República.

109) Caso cometa infrações comuns, o presidente da República não estará


sujeito a prisão enquanto não sobrevier sentença condenatória.

110) Os ministros de Estado poderão prover os cargos públicos de sua pasta,


desde que o presidente da República delegue a competência para tanto.

111) O candidato a presidente da República será eleito quando alcançar a


maioria absoluta dos votos, não se computando os votos em branco e
os nulos.

112) As infrações penais comuns praticadas pelo presidente da República


deverão ser julgadas pelo STF, depois de a acusação ser admitida por
dois terços da Câmara dos Deputados.

113) É da competência exclusiva do Congresso Nacional convocar


plebiscito, caso em que é desnecessária a sanção do presidente da
República.

114) É da competência exclusiva do Congresso Nacional: resolver


definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que
acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional.

115) Em se tratando de crimes de responsabilidade, os membros do Conselho


Nacional de Justiça serão processados e julgados pelo Senado Federal.

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116) Compete privativamente ao Senado Federal: autorizar operações


externas de natureza financeira, de interesse da União, dos Estados, do
Distrito Federal, dos Territórios e dos Município.

117) Compete exclusivamente ao Congresso Nacional julgar anualmente as


contas prestadas pelo presidente da República e apreciar os relatórios
sobre a execução dos planos de governo.
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118) O que a CPI PODE fazer:


- convocar ministro de estado;
- tomar depoimento de autoridade federal, estadual ou municipal;
- ouvir suspeitos (que têm direito ao silêncio para não se
autoincriminar);
- ouvir testemunhas, que podem sofrer condução coercitiva (que têm o
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compromisso de dizer a verdade, obrigadas a comparecer);


- ir a qualquer ponto do território nacional para investigações e
audiências públicas;
- prender em flagrante delito;
- requisitar informações e documentos de repartições públicas e
autárquicas;
- requisitar funcionários de qualquer poder para ajudar nas
investigações, inclusive policiais;
- pedir perícias, exames e vistorias, inclusive busca e apreensão (vetada
em domicílio);
- determinar ao tribunal de contas da união a realização de inspeções e
auditorias;
- quebrar sigilo bancário, fiscal e de dados (inclusive telefônico, ou seja,
extrato de conta e não escuta ou grampo).

120) O que a CPI NÃO PODE fazer:


- condenar;
- determinar medida cautelar, como prisões, indisponibilidade de bens,
arresto, sequestro;
- determinar interceptação ou escuta telefônica e quebra de sigilo de
correspondência;
- impedir que o cidadão deixe o território nacional e determinar
apreensão de passaporte;
- expedir mandado de busca e apreensão domiciliar; e
- impedir a presença de advogado do depoente na reunião (advogado
pode: ter acesso a documentos da CPI; falar para esclarecer equívoco
ou dúvida; opor a ato arbitrário ou abusivo; ter manifestações
analisadas pela CPI até para impugnar prova ilícita);
- determinar a anulação de atos do poder executivo (sob pena de
violação à separação dos poderes);

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- determinar a quebra de sigilo judicial (CPI não pode quebrar segredo


de justiça).
- apreciar atos de natureza judicial (sob pena de violar a separação dos
poderes).

121) É inconstitucional norma da Constituição Estadual que preveja que


compete privativamente à Assembleia Legislativa julgar as contas do
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Poder Legislativo estadual. Seguindo o modelo federal, as contas do


Poder Legislativo estadual deverão ser julgadas pelo TCE, nos termos do
art. 71, II c/c art. 75, da CF/88.

122) Incorre em vício de inconstitucionalidade formal a norma jurídica


decorrente de emenda parlamentar em projeto de lei de iniciativa
reservada ao chefe do Poder Executivo, de que resulte aumento de
despesa.
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123) Considere que, por decisão da Justiça Eleitoral, seja decretada a perda
de mandato de Deputado Federal e que, no momento do respectivo
trânsito em julgado, o parlamentar em questão estivesse licenciado pela
Câmara dos Deputados, há noventa dias, sem remuneração, para tratar
de interesse particular. Nessa hipótese, nos termos da Constituição
Federal, a licença, ainda que concedida regularmente, não representa
óbice à perda do mandato, que será declarada pela Mesa da Câmara
dos Deputados, de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus
membros, ou de partido político representado no Congresso Nacional,
assegurada ampla defesa.

124) Nos termos da Constituição da República, (I) a fixação dos subsídios de


Presidente e Vice-Presidente da República e (II) a fixação dos subsídios
dos Ministros do Supremo Tribunal Federal consistem em matérias de
competência ambas do Congresso Nacional, a primeira
independentemente de sanção do Presidente da República e a segunda,
mediante sanção.

125) Compete privativamente ao Presidente da República:

- sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir


decretos e regulamentos para sua fiel execução;
- celebrar tratados, convenções e atos internacionais, sujeitos a
referendo do Congresso Nacional;
- declarar guerra, no caso de agressão estrangeira, autorizado pelo
Congresso Nacional ou referendado por ele, quando ocorrida no
intervalo das sessões legislativas, e, nas mesmas condições, decretar,
total ou parcialmente, a mobilização nacional;
- celebrar a paz, autorizado ou com o referendo do Congresso Nacional.

126) Os deputados federais e estaduais, apesar de gozarem de imunidade


processual, podem ser processados penalmente por crime cometido
antes da diplomação, não sendo cabível, nesse caso, a sustação do
andamento do processo pela respectiva casa legislativa.

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127) Não há inconstitucionalidade formal por vício de iniciativa de proposta


de emenda à Constituição Federal inaugurada por parlamentar que
estenda aos profissionais de saúde das Forças Armadas a possibilidade
de cumulação de cargo, pois a reserva de iniciativa do Chefe do Poder
executivo em dispor sobre regime jurídico de servidores públicos não
alcança a emenda constitucional.
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128) Se o Deputado ou Senador for condenado a mais de 120 dias em regime


fechado: a perda do cargo será uma consequência lógica da
condenação. Neste caso, caberá à Mesa da Câmara ou do Senado
apenas declarar que houve a perda (sem poder discordar da decisão do
STF), nos termos do art. 55, III e § 3º da CF/88.

129) Não violará a competência privativa da União para legislar sobre


propaganda a aprovação, por câmara municipal, de lei que proíba a
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realização de eventos patrocinados por distribuidoras de bebidas


alcoólicas ou cigarros em imóveis do município.

130) Não perderá o mandato o Deputado ou Senador: investido no cargo de


Ministro de Estado, Governador de Território, Secretário de Estado, do
Distrito Federal, de Território, de Prefeitura de Capital ou chefe de
missão diplomática temporária.

131) Muito embora a medida provisória, a partir da sua publicação, não


possa ser retirada pelo presidente da República da apreciação do
Congresso Nacional, nada obsta que seja editada uma segunda medida
provisória que ab-rogue a primeira para o fim de suspender-lhe a
eficácia.

132) Cabe ao Senado:

- estabelecer limites globais e condições para o montante da dívida


mobiliária dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
- fixar, por proposta do Presidente da República, limites globais para o
montante da dívida consolidada da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios;
- dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito
externo e interno da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios, de suas autarquias e demais entidades controladas pelo
Poder Público federal;
- autorizar operações externas de natureza financeira, de interesse da
União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios.

133) Medida provisória não pode tratar de processo civil (ex: honorários
advocatícios).

134) Em se tratando de crimes de responsabilidade, os membros do Conselho


Nacional de Justiça serão processados e julgados pelo Senado Federal.

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135) A imunidade a que tem direito o parlamentar não lhe possibilita sustar
processo de fiscalização eventualmente instaurado contra ele em
tribunal de contas.

136) O envio de informações ao TCU relativas a operações de crédito


originárias de recursos públicos não é coberto pelo sigilo bancário. O
acesso a tais dados é imprescindível à atuação do TCU na fiscalização
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das atividades do BNDES.

137) Os ATOS administrativos podem ser SUSTADOS diretamente pelo


TCU, sendo comunicados à Câmara dos Deputados e ao Senado
Federal.

138) Os CONTRATOS administrativos serão SUSTADOS pelo Congresso


Nacional, que solicitará ao Executivo a anulação desses atos. Obs.:
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Caso as medidas não sejam adotadas em 90 dias, o TCU adquirirá


competência para decidir a respeito, podendo determinar a SUSTAÇÃO
DO ATO.

139) No Poder Legislativo da União, há três órgãos deliberativos, já que a


Câmara dos Deputados, o Senado Federal e o Congresso Nacional são
detentores de competências, regimentos internos, mesas e serviços
próprios.

140) Se a medida provisória não for apreciada em até quarenta e cinco


dias contados de sua publicação, entrará em regime de urgência,
subsequentemente, em cada uma das Casas do Congresso Nacional,
ficando sobrestadas, até que se ultime a votação, todas as demais
deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando.

141) Habeas data serve para assegurar o conhecimento de informações


relativas ao impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de
entidades governamentais ou de caráter público, podendo ser impetrado
inclusive por pessoa jurídica nacional ou estrangeira.

142) É da competência exclusiva (mediante decreto, dispensada a sanção do


Presidente da República) do Congresso Nacional: apreciar os atos de
concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão.

143) O quórum de votação de proposta em cada casa do Congresso Nacional


e em suas comissões é de maioria simples de votos, ao passo que o
quórum de instalação das sessões é de maioria absoluta de seus
membros.

144) O STF possui entendimento consolidado de que é possível a participação


de Assembleia Legislativa na nomeação de dirigentes de autarquias ou
fundações públicas.

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145) A licitude da entrada forçada em domicílio, sem mandado judicial,


depende de haver fundadas razões, que devem ser posteriormente
informadas, de que ocorre situação de flagrante delito dentro da casa,
sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou
da autoridade e de nulidade dos atos praticados.

146) Violará a CF a previsão contida em Constituição estadual de que as


contas dos presidentes das câmaras municipais sejam julgadas pelo
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Poder Legislativo municipal, com parecer prévio do respectivo tribunal


de contas. É inconstitucional norma da CE que preveja que compete às
Câmaras Municipais o julgamento das contas dos seus Presidentes. A
CF/88 somente autoriza que as Câmaras Municipais julguem as contas
dos Prefeitos. No caso das contas dos Presidentes das Câmaras de
Vereadores, estas devem ser julgadas pelo TCE.

147) CPI Municipal não tem poderes quebra Sigilo Bancário.


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148) Desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional


não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse
caso, os autos serão remetidos dentro de vinte e quatro horas à Casa
respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva
sobre a prisão.

149) Será inconstitucional a norma de constituição estadual que conferir


competência privativa à assembleia legislativa para analisar e julgar as
contas do Poder Legislativo.

150) Constitui prerrogativa constitucional dos Tribunais de Contas o acesso a


dados relacionados a operações financiadas com recursos públicos, as
quais não estão protegidas pelo direito à inviolabilidade da intimidade e
da vida privada das pessoas consolidado, por exemplo, na garantia ao
sigilo bancário.

151) A celebração de convenções e acordos coletivos de trabalho constitui


direito dos trabalhadores da iniciativa privada que não se estende aos
servidores públicos, por exigir a presença de partes formalmente
detentoras de autonomia negocial, característica não vislumbrada nas
relações estatutárias.

152) O aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas


organizações sindicais.

153) Em se tratando de crimes de responsabilidade, os membros do Conselho


Nacional de Justiça serão processados e julgados pelo Senado Federal.

154) Ao ocupante da Presidência da República compete privativamente


nomear, para compor determinado Tribunal Regional Eleitoral, dois
juízes escolhidos entre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo tribunal de justiça desse estado.

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155) De acordo com a Constituição Federal de 1988, os órgãos da justiça


eleitoral são: o Tribunal Superior Eleitoral, os Tribunais Regionais
Eleitorais, os Juízes Eleitorais e as Juntas Eleitorais.

156) O Conselho Nacional de Justiça não tem qualquer competência sobre o


STF e seus ministros.

157) A competência do STF para processar e julgar demanda contra o CNJ


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restringe-se às ações tipicamente constitucionais.

158) Os Tribunais Regionais do Trabalho compõem-se de, no mínimo, sete


juízes, recrutados, quando possível, na respectiva região, e nomeados
pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e
menos de sessenta e cinco anos.

159) Compete aos Tribunais Regionais Federais: processar e julgar,


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originariamente os juízes federais da área de sua jurisdição, incluídos os


da Justiça Militar e da Justiça do Trabalho, nos crimes comuns e de
responsabilidade, e os membros do Ministério Público da União,
ressalvada a competência da Justiça Eleitoral.

160) A justiça comum, federal ou estadual, é competente para julgar a


abusividade de greve de servidores públicos celetistas da Administração
pública direta, autarquias e fundações públicas.

161) Entre outras atribuições, cabe ao CNJ avocar processos disciplinares em


curso e representar ao MP nos casos de crimes contra a administração
pública ou de abuso de autoridade.

162) O ato de vitaliciamento de membro do Ministério Público, por ter


natureza de ato administrativo, está sujeito ao controle de legalidade
pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

163) O Conselho Nacional de Justiça tem competência constitucional para


controlar o cumprimento dos deveres funcionais dos juízes, cabendo-lhe
elaborar relatório semestral sobre os processos e as sentenças
prolatadas, por unidade da Federação, nos diferentes órgãos do Poder
Judiciário.

164) Segundo a jurisprudência do STJ, o benefício da assistência judiciária


gratuita gera efeitos ex nunc e, uma vez concedido, afasta a
necessidade de renovação do pedido em cada instância.

165) De acordo com a Constituição Federal, ao Poder Judiciário é assegurada


autonomia administrativa e financeira, sendo que os tribunais
elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados
conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes
orçamentárias. Se essas propostas orçamentárias forem encaminhadas
em desacordo com os limites estipulados pela Constituição Federal, o

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Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de


consolidação da proposta orçamentária anual.

166) O ato de remoção, disponibilidade e aposentadoria do magistrado, por


interesse público, fundar-se-á em decisão por voto da maioria
absoluta do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de
Justiça, assegurada ampla defesa.
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167) Juízes estaduais e Membros do Ministério Público dos Estados serão


julgados perante os Tribunais de Justiça, nos crimes comuns e de
responsabilidade, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral.

168) É vedado, tanto a magistrados quanto a membros do Ministério Público,


exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastaram, antes de
decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou
exoneração.
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169) O ato de remoção, disponibilidade e aposentadoria do magistrado, por


interesse público, fundar-se-á em decisão por voto da maioria absoluta
do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça, assegurada
ampla defesa.

170) É de competência exclusiva do Congresso Nacional, mediante decreto


legislativo, resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos
internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao
patrimônio nacional.

171) Os tribunais de justiça possuem a prerrogativa de, fundamentada e


objetivamente, devolver a lista sêxtupla encaminhada pela Ordem dos
Advogados do Brasil para preenchimento de vaga destinada à advocacia
quando faltar a algum dos indicados requisito constitucional para a
investidura.

172) Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar,


singularmente, os crimes militares cometidos contra civis.

173) Compete ao Presidente da República o esclarecimento sobre em que


consiste a contrariedade ao interesse público no veto político a projeto
de lei aprovado pelo Congresso Nacional.

174) É lícita a prisão em flagrante de governador de estado da


Federação que cometa tentativa de homicídio, uma vez que os
governadores não gozam da prerrogativa extraordinária da imunidade a
esse tipo de prisão.

175) O STF possui entendimento consolidado de que é possível a participação


de Assembleia Legislativa na nomeação de dirigentes de autarquias ou
fundações públicas.

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176) Compete ao CNJ receber e conhecer das reclamações em desfavor de


órgãos prestadores de serviços notariais e de registro, sem prejuízo da
competência disciplinar e correcional dos tribunais de justiça.

177) A licitude da entrada forçada em domicílio, sem mandado judicial,


depende de haver fundadas razões, que devem ser posteriormente
informadas, de que ocorre situação de flagrante delito dentro da casa,
sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou
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da autoridade e de nulidade dos atos praticados.

178) É inconstitucional norma da CE que preveja que compete às Câmaras


Municipais o julgamento das contas dos seus Presidentes. A CF/88
somente autoriza que as Câmaras Municipais julguem as contas dos
Prefeitos. No caso das contas dos Presidentes das Câmaras de
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179) Compete à justiça comum estadual processar e julgar os pedidos de


retificação de dados cadastrais da justiça eleitoral.

180) Os tribunais regionais eleitorais podem anular diplomas ou decretar a


perda de mandatos eletivos tanto estaduais quanto federais.

181) Às assembleias legislativas dos estados assegura-se a prerrogativa para


a instauração de CPI com poderes para a solicitação de informações aos
órgãos da administração direta e indireta e para requerer a
apresentação de dados protegidos por sigilo bancário.

182) A publicidade assegurada constitucionalmente alcança os autos do


processo, e não somente as sessões e audiências, razão pela qual
padece de inconstitucionalidade disposição normativa que determine
abstratamente segredo de justiça em todos os processos em curso
perante vara criminal.

183) O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a possibilidade do uso do


habeas data como meio de os contribuintes obterem informações suas
em poder dos órgãos de arrecadação federal ou da administração local.

184) O TSE, órgão máximo da justiça eleitoral, atua como revisor de decisões
de tribunais regionais e, nas eleições presidenciais, como instância
originária.

185) Cabe ao Tribunal Superior Eleitoral responder, em caráter vinculativo,


às consultas que lhe forem feitas em tese (e não em caráter
concreto) por autoridade com jurisdição federal ou órgão nacional de
partido político.

186) A competência do presidente da República para conferir condecorações


e distinções honoríficas não se insere entre aquelas passíveis de
delegação a ministro de Estado.

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187) Não é possível admitir-se, em reclamação, qualquer dúvida a respeito


das questões de fato apontadas pela juíza para determinar o uso das
algemas durante a realização das audiências.

188) De acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal, caso o


processo de aprovação de uma proposta de emenda à Constituição
esteja incompatível com as disposições constitucionais que disciplinam o
processo legislativo, apenas o parlamentar — deputado federal ou
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senador — terá legitimidade para impetrar mandado de segurança com


a finalidade de coibir os atos praticados durante o processo de
aprovação.

189) O sistema de controle de constitucionalidade brasileiro não admite que


pessoas privadas figurem no polo passivo de ação direta de
inconstitucionalidade.
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190) Se o ato normativo impugnado repercute sobre a esfera jurídica de toda


uma categoria profissional, é ilegítima a impugnação da norma pela via
abstrata por associação representativa de apenas uma parte dos
membros dessa categoria.

191) Cabe ADPF sobre ato de efeitos concretos como decisões judiciais.

192) Se a norma pré-constitucional já era inconstitucional no regime anterior


e existe um precedente do STF que reconhece essa
inconstitucionalidade, nesse caso não cabe ADPF, mas reclamação.

193) Decreto legislativo editado pelo Poder Legislativo para sustar ato
normativo do Poder Executivo por exorbitância do poder regulamentar
pode ser apreciado em controle abstrato de normas, oportunidade em
que o tribunal competente deverá analisar se tal ato normativo
efetivamente extrapolou a lei objeto de regulamentação para, somente
depois disso, decidir sobre a constitucionalidade do referido decreto
legislativo.

194) O amicus curiae, muito embora tenha assegurado o direito de ter seus
argumentos apreciados pelo Tribunal, não tem direito a formular
pedido ou aditar o pedido já delimitado pelo autor da ação.

195) A edição da Súmula Vinculante exige reiteradas decisões sobre a


matéria constitucional aventada.

196) A decisão que declara a inconstitucionalidade da lei ou do ato normativo


em ação direta não pode ser objeto de ação rescisória.

197) É admissível, segundo entendimento do STF, o controle abstrato de


constitucionalidade de lei orçamentária anual, independentemente do
caráter abstrato ou concreto do seu objeto.

198) O AGU não está obrigado a defender tese jurídica se sobre ela a Corte já
fixou entendimento pela sua inconstitucionalidade.

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199) Normas constitucionais do Ato de Disposições Constitucionais


Transitórias − ADCT que tiveram sua eficácia exaurida não podem ser
usadas como paradigma para o controle de constitucionalidade.

200) Quando o parlamentar impetra um MS é um controle concreto, que


tem como principal finalidade assegurar um direito líquido e
certo de quem participa do processo legislativo, que é o
parlamentar.
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201) Pode o STF, por decisão da maioria absoluta de seus membros, deferir
pedido de medida liminar na arguição de descumprimento de preceito
fundamental.

202) Deferida medida cautelar pelo conselho especial de tribunal de justiça


em ação direta de inconstitucionalidade estadual e, consequentemente,
suspensa a eficácia da lei municipal assim impugnada, ficam as demais
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instâncias judiciais impedidas de aplicar a lei em questão nos processos


de sua competência, valendo a mesma proibição ao tribunal de contas
no respectivo ente federativo que, eventualmente, tenha sob sua
responsabilidade feitos envolvendo o diploma suspenso.

203) LEI não pode ser objeto de reclamação. Somente ATO


ADMINISTRATIVO ou DECISÃO JUDICIAL.

204) O Município poderá propor, incidentalmente ao curso de


processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento
de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão
do processo.

205) Não cabe arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF)


contra decisão judicial transitada em julgado.

206) ADPF não é cabível contra atos políticos (sanção ou veto).

207) ADPF não é cabível contra normas secundárias e de caráter


tipicamente regulamentar.

208) De regra, será liminarmente indeferida pelo relator petição inicial de ADI
que tenha como objeto norma cuja constitucionalidade já tenha sido
expressamente declarada pelo plenário do STF, ainda que em sede de
recurso extraordinário.

209) Ato normativo já revogado é passível de impugnação por ADPF.

210) O controle de constitucionalidade de lei municipal em face da


Constituição Federal pode ser realizado por via difusa, não se admitindo
o controle concentrado por ação direta de inconstitucionalidade, uma
vez que só cabe ADI em face de ato normativo federal ou estadual.

211) A ADPF não se destina ao controle de constitucionalidade do direito pré-


constitucional, mas à provocação da Corte Constitucional, pela via

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concentrada, para deliberação sobre sua recepção ou não, conforme o


entendimento da jurisprudência.

212) Viola a cláusula de reserva de plenário a decisão de órgão fracionário de


tribunal que, embora não declare expressamente a
inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público,
afasta sua incidência, no todo ou em parte.
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213) As ações diretas interventivas podem se apresentar na modalidade


concentrada e concreta.

214) Não se aplica o prazo em dobro na ação de controle concentrado, mas


se aplica para a interposição do recurso extraordinário independente de
qual seja a ação ou o processo.

215) O amicus curiae pode recorrer, interpondo agravo regimental, contra a


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decisão do relator que inadmitir sua participação no processo.

216) A decisão (“despacho”) que admite a participação do amicus curiae no


processo é irrecorrível.

217) No caso de violação dos chamados princípios sensíveis, a intervenção


federal depende de provimento, pelo Supremo Tribunal Federal, de
representação do Procurador-Geral da República. Tal representação,
também denominada como ação direta de inconstitucionalidade
interventiva, mesmo que, no mérito, seja julgada procedente, não
produz decisão dotada de eficácia contra todos e efeito vinculante.

218) Cabe ação direta de inconstitucionalidade contra resolução do Senado


Federal que, ao suspender a execução de lei declarada inconstitucional
pelo STF, extrapole os limites da decisão a que faz referência.

219) Pela teoria da inconstitucionalidade por reverberação normativa, a


norma dependente daquela declarada inconstitucional em processo
anterior também estará eivada do vício da inconstitucionalidade, haja
vista a relação de instrumentalidade existente entre elas.

220) Tribunais de Justiça podem exercer controle abstrato de


constitucionalidade de leis municipais utilizando como parâmetro
normas da Constituição Federal, desde que se trate de normas de
reprodução obrigatória pelos Estados.

221) A observância da cláusula da reserva de plenário não é necessária na


hipótese de reconhecimento da constitucionalidade (princípio da
presunção de constitucionalidade das leis), inclusive em se
tratando de interpretação conforme, e não se aplica às decisões de
juízes singulares, das turmas recursais dos juizados especiais, nem ao
caso de não-recepção de normas anteriores à Constituição.

222) É livre o exercício das profissões, podendo a lei exigir inscrição em


conselho de fiscalização profissional apenas quando houver potencial

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lesivo na atividade, o que não ocorre com a profissão de músico, por


exemplo.

223) As associações legalmente constituídas e em funcionamento há pelo


menos um ano poderão impetrar, em nome próprio, mandado de
segurança coletivo em favor de seus associados, independentemente da
autorização expressa destes.
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224) Caso determinada autoridade aja no exercício de competência delegada,


eventual mandado de segurança que questione o ato praticado deve ser
impetrado contra essa autoridade, e não contra a que tenha delegado a
prática do ato.

225) Crimes Imprescritíveis: - Racismo; - Ação de Grupos Armados.

226) Crimes Inafiançáveis: - Racismo; - Ação de Grupos Armados; - Tráfico;


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- Terrorismo; - Tortura; - Crimes Hediondos.

227) Crimes Insuscetíveis de Graça e Anistia: - Tráfico; - Terrorismo; -


Tortura; - Crimes Hediondos.

228) Os direitos sociais são direitos fundamentais que, assim como os


direitos individuais, têm aplicação imediata. Por esse motivo, sempre
que omissão regulatória por parte do poder público representar entrave
ao fiel exercício desses direitos, será cabível mandado de injunção.

229) As medidas cautelares criminais diversas da prisão são onerosas


ao implicado e podem ser convertidas em prisão se descumpridas. É
cabível a ação de habeas corpus contra coação ilegal decorrente da
aplicação ou da execução de tais medidas.

230) Habeas corpus é remédio jurídico destinado exclusivamente à tutela


da liberdade de locomoção, razão por que descabe, nessa via,
analisar questões que não representem ameaça a esse direito, como a
suspensão dos direitos políticos ou a condenação ao pagamento
das custas processuais.

231) A alegação de suspeição ou impedimento de magistrado pode ser


examinada em sede de habeas corpus quando independente
de dilação probatória.

232) Conforme jurisprudência do STF, é viável a utilização do habeas


corpus para discutir questões relacionadas à pena pecuniária
estabelecida em substituição à reprimenda corporal (CP, art. 43, I,
c/c art. 45, § 1º), porquanto, diferentemente da pena de multa, que
possui natureza jurídica distinta, aquela pode ser revertida em pena
privativa de liberdade, caso descumprida injustificadamente pelo
condenado (CP, art. 44, § 4º).

233) O habeas corpus é cabível para arguir nulidade absoluta, ainda que a
sentença penal condenatória já tenha transitado em julgado.

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234) Não cabe habeas corpus contra decisão condenatória a pena de multa,
ou relativo a processo em curso por infração penal a que a pena
pecuniária seja a única cominada.

235) Não cabe habeas corpus originário para o Tribunal Pleno de decisão de
Turma, ou do Plenário, proferida em habeas corpus ou no respectivo
recurso.
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236) Não cabe habeas corpus quando já extinta a pena privativa de


liberdade.

237) Os processos de habeas data terão prioridade sobre todos os atos


judiciais, EXCETO habeas-corpus e mandado de segurança.

238) O pedido de habeas data poderá ser renovado se a decisão denegatória


não lhe houver apreciado o mérito.
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239) No habeas data, o requerimento será apresentado ao órgão ou entidade


depositária do registro ou banco de dados e será deferido ou indeferido
no prazo de 24 horas.

240) No mandado de segurança, o ingresso de litisconsorte ativo não será


admitido após o despacho da petição inicial.

241) O pedido de mandado de segurança poderá ser renovado dentro do


prazo decadencial, se a decisão denegatória não lhe houver
apreciado o mérito.

242) Com exceção do habeas corpus, os demais remédios exigem capacidade


postulatória e somente poderão ser propostos ou impetrados por
advogado. O habeas corpus, o habeas data e a ação popular de boa-fé
são remédios constitucionais gratuitos.

243) Ação Popular: Caso não requerida, até o despacho saneador, a


produção de prova testemunhal ou pericial, o juiz ordenará vista às
partes por 10 (dez) dias, para alegações, sendo-lhe os autos conclusos,
para sentença, 48 (quarenta e oito) horas após a expiração desse
prazo; havendo requerimento de prova, o processo tomará o rito
ordinário.

244) O habeas data não se revela meio idôneo para se obter vista de
processo administrativo.

245) A jurisprudência admite a impetração de habeas corpus por pessoa


jurídica, em favor de pessoa física a ela ligada.

246) Em habeas corpus é inadmissível a alegação do princípio da


insignificância no caso de delito de lesão corporal cometido em âmbito
de violência doméstica contra a mulher.

247) Não cabe habeas corpus contra decisão monocrática de ministro de


tribunal.

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248) O recurso extraordinário não é meio próprio ao revolvimento da prova,


também não servindo à interpretação de normas estritamente legais.

249) Quando o direito ameaçado ou violado couber a várias pessoas,


qualquer delas poderá requerer o mandado de segurança.

250) O titular de direito líquido e certo decorrente de direito, em condições


idênticas, de terceiro poderá impetrar mandado de segurança a favor do
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direito originário, se o seu titular não o fizer, no prazo de 30 (trinta)


dias, quando notificado judicialmente.

251) Se o Ministério Público requerer o arquivamento do inquérito policial por


falta de elementos probatórios mínimos à instauração da persecução
penal e o Estado-juiz, acolhendo o pleito ministerial, promover o
arquivamento, não poderá a vítima, seus sucessores ou interessados
impetrar mandado de segurança contra tal decisão judicial.
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252) Da sentença que conceder ou negar habeas data cabe apelação, mas
com efeito meramente devolutivo.

253) No Brasil, o alistamento eleitoral e o voto são facultativos para os


analfabetos, os maiores de setenta anos de idade e os maiores de
dezesseis e menores de dezoito anos de idade.

254) A Constituição Federal de 1988 define os cargos que são privativos de


brasileiros natos e proíbe que legislação infraconstitucional estabeleça
distinções entre brasileiros natos e naturalizados.

255) O cancelamento da naturalização por meio de sentença judicial


transitada em julgado acarreta a perda dos direitos políticos.

256) Vice-governador de estado que não tenha sucedido ou substituído o


governador durante o mandato não precisará se desincompatibilizar
do cargo atual no período de seis meses antes do pleito para concorrer
a outro cargo eletivo.

257) O analfabeto, embora inelegível, possui a faculdade de alistar-se e de


votar.

258) Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que tiver


cancelada sua naturalização, por sentença judicial, em virtude
de atividade nociva ao interesse nacional.

259) O militar alistável com menos de dez anos de serviço, poderá


candidatar-se para cargo político, mas deverá afastar-se da atividade.

260) É permitida a análise pelo Poder Judiciário somente dos aspectos de


legitimidade jurídica concernentes ao ato expulsório, não cabendo,
portanto, o julgamento da nocividade da permanência do estrangeiro
em território nacional.

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261) A seu critério exclusivo e na forma de lei, a União poderá assumir


débitos, oriundos de precatórios, de Estados, Distrito Federal e
Municípios, refinanciando-os diretamente.

262) A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios aferirão


mensalmente, em base anual, o comprometimento de suas respectivas
receitas correntes líquidas com o pagamento de precatórios e
obrigações de pequeno valor.
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263) O Presidente do Tribunal competente que, por ato comissivo ou


omissivo, retardar ou tentar frustrar a liquidação regular de precatórios
incorrerá em crime de responsabilidade e responderá, também, perante
o Conselho Nacional de Justiça.

264) Compete privativamente à União legislar sobre propaganda comercial.


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265) Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar


concorrentemente sobre custas dos serviços forenses.

266) Compete privativamente à União legislar sobre sistemas de consórcios


e sorteios.

267) A fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo


Municipal, mediante controle externo, e pelos sistemas de controle
interno do Poder Executivo Municipal, na forma da lei. O controle
externo da Câmara Municipal será exercido com o auxílio dos
Tribunais de Contas dos Estados ou do Município ou dos Conselhos
ou Tribunais de Contas dos Municípios, onde houver.

268) Compete privativamente à União legislar sobre comércio exterior e


interestadual.

269) Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar


concorrentemente sobre produção e consumo.

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2. Administrativo

270) As minutas de editais de licitação, bem como as dos contratos, acordos,


convênios ou ajustes devem ser previamente examinadas e aprovadas
por assessoria jurídica da Administração. Trata-se de parecer vinculante
e obrigatório pelo entendimento do STF.
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271) A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que


prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação
de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.

272) O atraso injustificado na execução do contrato sujeitará o contratado


à multa de mora, na forma prevista no instrumento convocatório ou
no contrato.
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273) A nulidade de contrato administrativo por ausência prévia de licitação


gera, para o contratado de boa-fé, direito a indenização pelos serviços
por ele prestados.

274) Os reajustes de preços previstos no próprio contrato não caracterizam


uma necessidade de alteração contratual e, por isso, podem ser
registrados por simples apostila, sem necessidade de celebração
de aditamento.

275) Os limites para alteração quantitativa do contrato do valor de supressão


poderá exceder 25% do valor inicial caso haja acordo entre as
partes.

276) Nas hipóteses de inexecução total ou parcial do contrato,


a administração pode, entre outras formas de sanção,
suspender temporariamente a participação do contratado em licitação
e impedi-lo de contratar com a administração, por prazo não superior
a dois anos.

277) A inadimplência do contratado, com referência aos encargos


trabalhistas, fiscais e comerciais não transfere à Administração Pública a
responsabilidade por seu pagamento, nem poderá onerar o objeto do
contrato ou restringir a regularização e o uso das obras e edificações,
inclusive perante o Registro de Imóveis.

278) O reajustamento dos contratos em que seja parte órgão ou entidade


da Administração Pública direta ou indireta da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios somente poderá ser realizado em
periodicidade igual ou superior a um ano, contado a partir da
data limite para apresentação da proposta ou do orçamento a
que essa se referir.

279) Via de regra, a publicação resumida do instrumento de contrato ou de


seus aditamentos na imprensa oficial, que é condição indispensável

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para sua eficácia, será providenciada pela Administração até o quinto


dia útil do mês seguinte ao de sua assinatura, para ocorrer no prazo de
vinte dias daquela data, qualquer que seja o seu valor, ainda que sem
ônus.

280) O prazo de convocação poderá ser prorrogado uma vez, por igual
período, quando solicitado pela parte durante o seu transcurso e
desde que ocorra motivo justificado aceito pela Administração.
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281) A teoria do fato do príncipe somente se aplica se a autoridade


responsável pelo fato do príncipe for da mesma esfera de governo em
que se celebrou o contrato (União, Estados e Municípios); se for de
outra esfera, aplica-se a teoria da imprevisão.

282) Em regra, o aumento do piso salarial da categoria, em dissídio


coletivo, não se constitui fato imprevisível capaz de autorizar a
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revisão do contrato.

283) A declaração de nulidade do contrato opera retroativamente


impedindo a produção dos efeitos jurídicos que o ajuste ordinariamente
deveria produzir e desconstituindo os já produzidos.

284) O contrato administrativo é sempre consensual e, em regra, formal,


oneroso, comutativo e realizado intuitu personae.

285) O aumento no preço dos combustíveis não caracteriza hipótese que


justifique o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato.

286) Quando do pagamento de fatura, a administração pública não pode


preterir a ordem cronológica de sua exigibilidade.

287) O prazo de convocação poderá ser prorrogado uma vez, por igual
período, quando solicitado pela parte durante o seu transcurso e
desde que ocorra motivo justificado aceito pela Administração.

288) A execução de cada etapa será obrigatoriamente precedida da conclusão


e aprovação, pela autoridade competente, dos trabalhos relativos às
etapas anteriores, à exceção do projeto executivo, o qual poderá ser
desenvolvido concomitantemente com a execução das obras e
serviços, desde que também autorizado pela Administração.

289) STF já teve a oportunidade de declarar a inconstitucionalidade de lei


estadual estabelecendo que todos os contratos administrativos
celebrados pelo governo do Estado dependeriam de registro prévio no
tribunal de contas do Estado.

290) É obrigatório ao poder público, nos contratos de gestão, o


estabelecimento de metas de desempenho para o aumento da
eficiência do ente contratante.

291) A administração REJEITARÁ, no todo ou em parte, obra, serviço ou


FORNECIMENTO executado em desacordo com o contrato.

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292) Os contratos sujeitos à Lei 13.303/2016 (que dispõe sobre o estatuto


jurídico das empresas públicas e sociedades de economia mista):

a) não podem ser alterados unilateralmente;


b) não podem ser rescindidos unilateralmente;
c) não ensejam ocupação provisória de bens móveis, imóveis, pessoal e
serviços vinculados ao objeto do contrato;
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d) não comportam atenuação em favor da entidade administrativa da


exceção do contrato não cumprido.

293) A rescisão de contrato administrativo por ato unilateral do contratado


motivado por culpa exclusiva da administração pública não é possível,
restando ao contratado buscar o acordo com a administração ou
recorrer à justiça.
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294) A nulidade não exonera a Administração do dever de indenizar o


contratado pelo que este houver executado até a data em que ela for
declarada e por outros prejuízos regularmente comprovados,
CONTANTO QUE NÃO LHE SEJA IMPUTÁVEL, promovendo-se a
responsabilidade de quem lhe deu causa.

295) Quando irregularmente ocupado o bem público, não há que se falar em


direito de retenção pelas benfeitorias realizadas, tampouco em direito a
indenização pelas acessões, ainda que as benfeitorias tenham sido
realizadas de boa-fé.

296) A alienação é regida pelo direito privado, não se caracterizando a


alienação de bem público como ato de império, pois, nesse caso, a
administração pública não atua em condição de superioridade sobre o
particular.

297) Na administração pública federal, a alienação de material pode ser


realizada mediante dispensa de prévia licitação.

298) A concessão ou alienação de terras públicas situadas em faixa de


fronteira depende de autorização prévia do Conselho de Defesa
Nacional.

299) Os terrenos de marinha são exemplos de bens dominicais.

300) Os terrenos dos cemitérios municipais são bens públicos de uso


especial, razão pela qual não podem ser alienados, mas simplesmente
concedidos aos particulares para as sepulturas, na forma do respectivo
regulamento local.

301) A demarcação de terras tradicionalmente ocupadas pelos índios se dá


por processo administrativo, o qual deverá, ao final, ser
homologado por decreto do presidente da República.

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302) Pelo princípio da indisponibilidade do interesse público, caso o agente


tenha agido com dolo ou culpa, a administração é obrigada a propor
ação regressiva.

303) A responsabilidade civil do Estado por atos jurisdicionais vem sendo


aceita, segundo a jurisprudência do STF, em caso de comprovada falta
objetiva na prestação judiciária.
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304) A TEORIA DO RISCO INTEGRAL é aplicável no Brasil em situações


excepcionais:

a) acidentes de trabalho (infortunística);


b) indenização coberta pelo seguro obrigatório para automóveis
(DPVAT);
c) atentados terroristas em aeronaves;
d) dano ambiental;
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e) dano nuclear.

305) Há responsabilidade do Estado por ato jurisdicional em caso de erro


judiciário, prisão além do tempo fixado na sentença e condutas dolosas
praticadas pelo juiz que causem prejuízos à parte ou a terceiros.

306) O excesso de poder, espécie de abuso de poder, ocorre quando o


agente público ultrapassa os limites impostos a suas atribuições.

307) A prerrogativa da administração de impor sanções a seus servidores,


independentemente de decisão judicial, decorre imediatamente do
poder disciplinar e mediatamente do poder hierárquico.

308) Só por LEI se pode sujeitar a exame psicotécnico a habilitação de


candidato a cargo público.

309) O fenômeno da deslegalização, também chamada de delegificação,


significa a retirada, pelo próprio legislador, de certas matérias do
domínio da lei, passando-as para o domínio de regulamentos de
hierarquia inferior.

310) O poder de polícia administrativa, que incide sobre as atividades, os


bens e os próprios indivíduos, tem caráter eminentemente preventivo.

311) Ainda que a lei ofereça ao agente público mais de uma alternativa para
o exercício do poder de polícia, a autoridade terá limitações quanto ao
meio de ação.

312) O exercício do poder de polícia reflete o sentido objetivo da


administração pública, o qual se refere à própria atividade
administrativa exercida pelo Estado.

313) O exercício do poder regulamentar é privativo do chefe do Poder


Executivo da União, dos estados, do DF e dos municípios.

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314) O atos ordinatórios, a exemplo das portarias, encontram seu


fundamento no Poder Hierárquico e devem observância aos atos
normativos, aos quais são hierarquicamente inferiores.

315) O regulamento de execução é hieraquicamente subordinado a uma lei


prévia, além de ser ato de competência privativa do Chefe do Poder
Executivo.
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316) O poder regulamentar da Administração pública, também denominado


de poder normativo, não abrange, exclusivamente, os regulamentos;
ele também se expressa por outros atos, tais como por meio de
instruções, dentre outros.

317) Os atos pelos quais a Administração pública exerce o seu poder


regulamentar, assim como a lei, também emanam atos com efeitos
gerais e abstratos.
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318) A polícia administrativa nem sempre é prestada de forma gratuita pela


Administração, havendo situações que implicam em onerosidade de seu
exercício.

319) O objeto da medida de polícia, isto é, o meio de ação, sofre limitações,


mesmo quando a lei lhe dá várias alternativas possíveis.

320) A impossibilidade de licenciamento de veículo enquanto não pagas as


multas de trânsito corresponde a exemplo da utilização de meios
indiretos de coação, absolutamente válido no exercício do poder de
polícia.

321) A expressão Administração Pública, em sentido formal, orgânico ou


subjetivo designa o conjunto de órgãos e agentes estatais no
exercício da função administrativa, independentemente do poder a
que pertençam, se são pertencentes ao Poder Executivo, Judiciário ou
Legislativo. Por sua vez, administração pública, considerada com base
no critério material ou objetivo se confunde com a função
administração, devendo ser entendida como a atividade exercida
pelo estado.

322) É possível a alienação de bens móveis desafetados da administração


pública direta se houver demonstração de interesse público,
avaliação prévia do bem e prévia licitação.

323) A alienação de bens imóveis desafetados da administração pública


direta para outro órgão da administração pública far-se-á por
contratação direta, uma vez que a licitação é dispensada.

324) A duração ordinária dos contratos administrativos relativos à prestação


de serviços continuados poderá ser prorrogada por iguais e sucessivos
períodos, limitada a, no máximo, sessenta meses, sob pena de nulidade
e consequente responsabilidade da administração.

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325) A administração pública pode aplicar, cumulativamente, ao contratado a


sanção de multa e a de impedimento temporário de licitar e contratar
com a administração, ainda que se trate de inexecução parcial do
contrato.

326) Em se tratando de parcerias público-privadas, a exigência de garantia


perde a condição de cláusula exorbitante porque pode ser prevista
também para o ente público.
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327) De acordo com a teoria do risco, a demonstração de culpa não é


necessária para se impor ao Estado responsabilidade objetiva.

328) Na contratação de serviços sob o regime diferenciado de contratações


públicas, é possível o estabelecimento de remuneração variável
vinculada ao desempenho da contratada, com base, por exemplo, em
metas ou padrões de qualidade, conforme definido no instrumento
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convocatório e no contrato.

329) No tocante à documentação relativa a qualificação técnica, deve ser


sempre admitida a comprovação de aptidão mediante certidões ou
atestados de obras ou serviços similares de complexidade tecnológica e
operacional equivalente ou superior.

330) No caso de desapropriação cujo objetivo seja o repasse dos bens a


terceiros, os bens desapropriados manterão sua condição de bens
públicos enquanto não se der a sua transferência aos beneficiados.

331) A administração pública, considerando o interesse público e com


fundamento no poder discricionário, pode atribuir nova lotação a
servidor público, hipótese em que se admite que a motivação do ato
seja posterior à remoção.

332) O órgão competente para apreciar recurso administrativo em processo


disciplinar está autorizado a modificar a decisão recorrida, inclusive para
agravar a situação do recorrente.

333) No pregão, ao contrário das demais modalidades de licitação, a


adjudicação do objeto da licitação ao vencedor antecede à homologação
do procedimento.

334) No caso de parceria a ser firmada entre a administração pública e


organização da sociedade civil, se não houver transferências
voluntárias de recursos, deverá ser utilizado o instrumento jurídico
estabelecido em lei denominado acordo de cooperação.

335) Somente as pessoas administrativas, seja qual for seu nível federativo
ou sua natureza jurídica, podem participar do capital das empresas
públicas.

336) De acordo com o princípio fundamental da descentralização, é possível


descentralizar atividades da administração federal para empresas
privadas. Descentralização por OUTORGA ou SERVIÇOS transfere a

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titularidade do serviço, e a por DELEGAÇÃO ou COLABORAÇÃO


transfere a sua mera execução.

337) É inconstitucional norma local que estabeleça a competência do


tribunal de contas para realizar exame prévio de validade de contratos
firmados com o Poder Público.

338) É possível a participação estatal em sociedades privadas, com capital


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minoritário e sob o regime de direito privado.

339) Autarquias têm sua criação e sua extinção submetidas a reserva legal,
podendo ter sua organização regulada por decreto.

340) Órgãos superiores:

a) não gozam de autonomia administrativa nem financeira;


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b) estão sujeitos à subordinação e ao controle hierárquico de uma


chefia;
c) são considerados, dentre outras hipóteses, órgãos de comando.

341) Os recursos destinados ao consórcio público devem ser devidamente


previstos na lei orçamentária de cada consorciado ou em seus créditos
adicionais, sob pena de exclusão do consórcio, após prévia suspensão.

342) É denominado contrato de rateio o ajuste celebrado, em cada exercício


financeiro, entre entes participantes de consórcio público, para fins de
alocação de recursos necessários ao desempenho das atividades do
consórcio.

343) Considerando que servidor público de determinada autarquia federal


tenha solicitado ao setor técnico daquela entidade a emissão de parecer
para subsidiar sua tomada de decisão, caso seja adotado como
fundamento para a decisão, o referido parecer passará a integrar o ato
administrativo decisório.

344) O ato administrativo somente poderá ser realizado de forma válida se o


agente responsável pela sua elaboração tiver poder legal para praticá-
lo.

345) O ato praticado por agente não competente para fazê-lo poderá ser
convalidado discricionariamente pela autoridade competente para sua
prática, caso em que ficará sanado o vício de incompetência.

346) Os atos administrativos negociais são também considerados atos de


consentimento, uma vez que são editados a pedido do particular como
forma de viabilizar o exercício de determinada atividade ou a utilização
de bens públicos.

347) Atos enunciativos não são passíveis de revogação.

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348) Os efeitos prodrômicos do ato administrativo são efeitos atípicos que


existem enquanto perdura a situação de pendência na conclusão desse
ato.

349) Competência, finalidade, forma, motivo e objeto são requisitos


fundamentais do ato administrativo, sem os quais este se torna nulo.

350) Instrução é ato administrativo unilateral editado pelos Ministros de


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Estado.

351) O ato que aplica determinada sanção a um servidor público configura


exemplo de ato constitutivo, que se caracteriza por criar, modificar ou
extinguir direitos.

352) O não respeito à FORMA vicia o ato, tornando-o passível de invalidação.


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353) A autoexecutoriedade, como atributo, admite exceções, como nas


hipóteses de cobrança de multa, tributos, de servidão administrativa e
de desapropriação.

354) Ato anulável: tem vício sanável quando ao elemento competência e


forma.

355) Os atos administrativos de homologação do resultado e de adjudicação


do objeto classificam-se quanto à forma de exteriorização, como
deliberação, sendo impossível revogá-los após a celebração do
correspondente contrato administrativo.

356) As contas bancárias de entes públicos que contenham recursos de


origem pública prescindem de autorização específica para fins do
exercício do controle externo.

357) Pela presunção de legitimidade dos atos administrativos, o recurso


administrativo, como regra, tem efeito apenas devolutivo, ainda que
possa o administrador, mesmo de ofício, conceder efeito suspensivo ao
ato.

358) Os recursos administrativos devem ser feitos por escrito.

359) Ainda relacionada com o motivo, há a teoria dos motivos


determinantes, em consonância com a qual a validade do ato se
vincula aos motivos indicados como seu fundamento, de tal modo que,
se inexistentes ou falsos, implicam a sua nulidade. Por outras
palavras, quando a Administração motiva o ato, mesmo que a lei não
exija a motivação, ele só será válido se os motivos forem verdadeiros.

360) A competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos


administrativos a que foi atribuída como própria, salvo os casos de
delegação e avocação legalmente admitidos.

361) Enquanto no ato complexo as manifestações de dois ou mais órgãos se


fundem para formar um único ato, no ato composto se pratica um ato

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administrativo principal que depende de outro ato para a produção


plena dos seus efeitos.

362) Conforme o STF, o Poder Judiciário não detém competência para


substituir banca examinadora de concurso público para reexaminar o
conteúdo das questões e os critérios de correção utilizados, admitindo-
se, no entanto, o controle do conteúdo das provas ante os limites
expressos no edital.
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363) Para o STF, o ato administrativo de concessão de aposentadoria trata-se


de ato administrativo complexo, que somente se aperfeiçoa com o
exame de sua legalidade e consequente registro no tribunal de contas
competente.

364) O instituto do tombamento provisório não é uma fase procedimental


antecedente do tombamento definitivo, mas uma medida assecuratória
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da eficácia que este último poderá, ao final, produzir. A caducidade do


tombamento provisório, por excesso de prazo, não é prejudicial ao
tombamento definitivo.

365) A coisa tombada não poderá sair do país, senão por curto prazo,
sem transferência de domínio e para fim de intercâmbio cultural, a juízo
do Conselho Consultivo do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional.

366) As limitações administrativas, modalidade de intervenção do Estado na


propriedade privada, caracterizam-se por serem imposições gerais e
abstratas que visam a um número indeterminado de propriedades,
tendo por fundamentos a função social da propriedade e a supremacia
do interesse público sobre o particular.

367) A desapropriação para fins de reforma agrária, prevista na CF, incide


sobre imóveis rurais que não estejam cumprindo sua função social,
sendo o expropriante exclusivamente a União Federal, e a indenização
paga por meio de títulos, e não em dinheiro.

368) A desapropriação é forma de aquisição originária da propriedade, por


isso será válida ainda que a indenização seja paga a quem não seja o
proprietário do bem.

369) A desapropriação do espaço aéreo ou do subsolo só se tornará


necessária, quando de sua utilização resultar prejuízo patrimonial do
proprietário do solo.

370) A desapropriação poderá abranger a área contígua necessária ao


desenvolvimento da obra a que se destina, e as zonas que se
valorizarem extraordinariamente, em consequência da realização do
serviço. Em qualquer caso, a declaração de utilidade pública deverá
compreendê-las, mencionando-se quais as indispensáveis à continuação
da obra e as que se destinam à revenda.

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371) É possível a desapropriação de bem que esteja sujeito à enfiteuse.

372) Segundo o entendimento do STJ, tanto na desapropriação para fins de


reforma agrária, quanto na desapropriação por utilidade pública, é
cabível a imissão provisória na posse pelo poder público.

373) A ação judicial principal destinada à responsabilização de agente público


pela prática de ato de improbidade administrativa deve seguir rito
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ordinário e ser proposta pelo MP ou pela pessoa jurídica


interessada, sendo vedada a transação, o acordo ou a conciliação.

374) Para o STJ, em casos de fracionamento de compras e contratações com


o objetivo de se dispensar ilegalmente o procedimento licitatório, o
prejuízo ao erário é considerado presumido (in re ipsa), na medida em
que o Poder Público, por força da conduta ímproba do administrador,
deixa de contratar a melhor proposta, o que gera prejuízos aos cofres
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públicos.

375) Atos de improbidade administrativa ferem o dever de probidade dos


administradores públicos e sujeitam esses administradores a punições
nas esferas administrativa e penal.

376) Agente público que se recusar a prestar a declaração de bens dentro do


prazo determinado em lei deverá ser punido com a pena de demissão a
bem do serviço público.

377) Em se tratando de ação de improbidade administrativa, sendo imputada


ao réu conduta lesiva ao erário, configura-se o periculum in mora,
requisito para a concessão de medida cautelar de indisponibilidade
patrimonial.

378) Excetuados os casos de empreendimentos executados e explorados sob


o regime de concessão, é proibido exigir, no objeto da licitação, a
obtenção de recursos financeiros para tornar viável a execução do
empreendimento.

379) A licitação será dispensável se o valor para obras e serviços de


engenharia corresponder a até 10% do valor limite da licitação na
modalidade convite.

380) Obras e serviços de engenharia só poderão ser licitados se houver


projeto básico aprovado pela autoridade competente e disponível para
exame dos interessados em participar do processo licitatório.

381) O primeiro critério de desempate de licitação conduzida em igualdade


de condições aos participantes é a exigência de os bens e serviços,
objetos da licitação, serem produzidos no país.

382) O termo de referência é um instrumento usado na modalidade pregão


tanto na forma presencial quanto na eletrônica.

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383) No pregão, não se exige dos licitantes a aquisição do edital ou a


apresentação de garantia de proposta.

384) Obras e serviços somente poderão ser licitados se dispuserem de


projeto básico aprovado por autoridade competente.

385) Declarado o vencedor da licitação, na modalidade pregão qualquer


licitante poderá manifestar, imediata e motivadamente, a intenção de
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recorrer, sendo-lhe concedido o prazo de três dias para apresentar as


razões do recurso.

386) No pregão, os membros da equipe de apoio deverão ser, em sua


maioria, servidores que ocupem cargo efetivo ou emprego na
administração e que pertençam, preferencialmente, ao quadro
permanente do órgão ou entidade responsável pelo evento.
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387) Declarado o vencedor da licitação, na modalidade pregão qualquer


licitante poderá manifestar, imediata e motivadamente, a intenção
de recorrer, sendo-lhe concedido o prazo de três dias para apresentar
as razões do recurso.

388) No pregão, o prazo de validade das propostas será de 60 (sessenta)


dias, se outro não estiver fixado no edital.

389) Em decorrência do princípio da economicidade, as compras devem ser


subdivididas na quantidade de parcelas que forem necessárias para
aproveitar as oportunidades do mercado.

390) Até o dia útil imediatamente anterior à data de recebimento das


propostas, os órgãos integrantes do sistema de controle interno poderão
solicitar, para exame, cópia do edital de licitação.

391) Cada unidade da Administração, no pagamento das obrigações relativas


ao fornecimento de bens, locações, realização de obras e prestação de
serviços, deve obedecer, para cada fonte diferenciada de recursos, a
estrita ordem cronológica das datas de suas exigibilidades, salvo quando
presentes relevantes razões de interesse público e mediante prévia
justificativa da autoridade competente, devidamente publicada.

392) Modalidades Licitatórias: Concorrência; Tomada de Preços;


Concurso; Carta Convite; Leilão e Pregão.

393) Tipos de Licitação: Menor preço; Melhor Técnica; Técnica e Preço e


Maior lance ou oferta.

394) Na licitação para registro de preços não é necessário indicar a dotação


orçamentária, que somente será exigida para a formalização do contrato
ou outro instrumento hábil.

395) Desde que devidamente justificada a vantagem, a ata de registro de


preços, durante sua vigência, poderá ser utilizada por qualquer

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órgão ou entidade da administração pública federal que não tenha


participado do certame licitatório, mediante anuência do órgão
gerenciador.

396) Na lei de licitações, o prazo para recurso e representação será de cinco


dias úteis. Já para o pedido de reconsideração são 10 dias.

397) Os serviços sociais autônomos, tais como SESI e SENAI, ainda que de
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âmbito nacional, sujeitam-se à jurisdição da justiça estadual.

398) Permissão de Serviço Público = CONTRATO ADMINISTRATIVO.

399) O serviço de uso de linha telefônica é um típico exemplo de serviço


singular, visto que sua utilização é mensurável por cada usuário,
embora sua prestação se destine à coletividade.
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400) Na extinção da concessão de serviço público por encampação, a


retomada do serviço pelo poder concedente se dá por motivo de
interesse público, necessariamente mediante lei autorizativa específica.

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