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WEB STANDARDS

práticas e padrões
recomendados pelo W3C

Técnico em Informática para Internet Web standards: práticas e padrões recomendados pelo W3C 13
WEB STANDARDS
PRÁTICAS E PADRÕES
RECOMENDADOS PELO W3C
Devido à grande quantidade de linguagens de
programação voltadas para a criação de sites web
(para vários tipos de navegadores e dispositivos de
acesso), tornou-se fundamental uma padronização, a
fim de garantir o seu funcionamento uniforme e se-
guro. Para tal efeito, em 1994 foi criado o Consórcio
WWW, ou W3C.

O W3C é uma
organização de
padronização
apoiada por
mais de 400
empresas. Entre
elas, estão as
gigantes Samsung,
Apple, Microsoft,
Mozilla, Oracle,
Amazon e Netflix.
22 Web standards: práticas e padrões recomendados pelo W3C Técnico em Informática para Internet
O principal objetivo do gru- tes, de permitir que os desenvolve-
po, que não visa a lucro, é promo- dores criem experiências interativas
ver a evolução contínua da web, no mais ricas (alimentadas pelo vasto
seu máximo potencial, pelo estudo armazenamento de dados) e dispo-
e pela padronização de protocolos níveis em qualquer dispositivo.
que garantam a interoperabilidade Embora os limites da platafor-
entre sites, sistemas operacionais,ma continuem a evoluir, os líderes
softwares e diferentes dispositivosdo setor estão em comum acordo
que sirvam para acessá-los. Todo sobre como o HTML5 será a base
esse processo deve sempre acom- dessa plataforma. Mas a força total
panhar a evolução da própria inter-da plataforma depende de muitas
net, atendendo às necessidades de outras tecnologias que a W3C e seus
usabilidade e de acessibilidade dosparceiros estão criando, incluindo
usuários, cada vez mais exigentes. CSS, SVG, WOFF, a pilha da web se-
De acordo com o próprio site mântica, XML e uma variedade de
da W3C, os seus padrões definem APIs.
uma plataforma aberta da web para Vamos dar uma olhada nos
o desenvolvimento de aplicativos principais padrões em desenvolvi-
que têm o potencial, sem preceden- mento.

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DESENVOLVIMENTO
WEB E APLICAÇÕES
Na categoria de desenvolvimento web
e aplicações, o W3C define diversos padrões
para a construção e a renderização de pági-
nas, incluindo HTML, CSS, SVG, Ajax e ou-
tras tecnologias, chamadas web apps. Esta
seção também inclui informações sobre o
modo como tornar as páginas acessíveis a
pessoas com deficiências, múltiplos idiomas
e utilização em dispositivos móveis.
Entre os padrões dessa divisão, desta-
cam-se:

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HTML e CSS
São tecnologias fundamentais para a cons-
trução de páginas web: o HTML para a formação da
estrutura; e o CCS para os estilos e leiaute, incluin-
do fontes (letras). Elas disponibilizam recursos
para melhorar o desenvolvimento de páginas, além
de ferramentas úteis.

JavaScript
Conta com APIs padronizadas para o desen-
volvimento de aplicações web e voltadas para uso no
navegador do cliente, tais como localização geográ-
fica, acesso a áudio e vídeo, elementos para uso em
dispositivos móveis e possibilidade de uso de scripts
para aumentar a interatividade com o usuário.

Gráficos
Os grandes atores são os for-
matos gráficos de imagens
tipo fotografia (com o padrão
PNG) e o formato vetorial
(com o padrão SVG), além da
API Canvas.

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Áudio e vídeo
Alguns padrões incluem apresentações de áu-
dio e vídeo em HTML e SVG. Também existem estudos
de formatos para capturar outras aplicações, incluindo
descrições de vídeo.

Acessibilidade
Nesta seção, são disponibilizados padrões e
ferramentas para proporcionar acessibilidade para
pessoas com deficiência (PCDs).

Internacionalização
A missão é desenvol-
ver tecnologias que possam
funcionar corretamente para
diferentes culturas e idiomas.
O lema é escrever o código uti-
lizando o padrão Unicode, que
comporta qualquer tipo de es-
crita existente.

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6 Web standards: práticas e padrões recomendados pelo W3C Técnico em Informática
63para Internet
Web móvel
O W3C procura garantir o padrão “uma web” (one
web), que deve estar disponível em qualquer dispositivo.
Existe ajuda para os desenvolvedores entenderem como
criar conteúdo que proporcione uma melhor experiência
no uso de uma grande variedade de dispositivos, contex-
tos e localizações.

Privacidade
A web é uma ferramenta poderosa para vá-
rios tipos de transações e comunicações. É muito
importante pensar na segurança e na privacidade
já na fase de desenvolvimento das aplicações.

Matemática na web
Em relatórios comerciais, educação, pes-
quisas científicas e muitos outros campos, o
uso de fórmulas matemáticas é fundamental. A
biblioteca MathML, da W3C, aplicada ao código
HTML, pode ser de grande ajuda na área.

Como você pode notar,


alguns desses padrões são
bastante específicos, mas
outros são de grande valor
para um bom desenvolvedor.
Os que definem linguagem,
como HTML, CSS e
JavaScript, são intrínsecos
a um desenvolvedor web.
Já o domínio em padrões
e técnicas que envolvam
acessibilidade, privacidade
e web móvel pode ser um
diferencial interessante
para o profissional.
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WEB DOS
DISPOSITIVOS
Um dos grandes focos da W3C são tec-
nologias que permitam o acesso a qualquer
dispositivo, em qualquer lugar e a qualquer
hora. Na tecnologia, estão incluídos quais-
quer dispositivos móveis, internet das coi-
sas (IoT), impressoras, eletroeletrônicos,
automóveis etc.
Nesta categoria, estão disponíveis os
seguintes padrões:

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Web móvel
A W3C incentiva o uso da tecno-
logia “uma web”, que trata de proporcio-
nar a melhor experiência para o usuário
de dispositivos móveis tendo em conta
as suas capacidades, a sua localização
e outras informações de contexto.

Navegação
por voz
A interface de fala da W3C
é uma suíte de especificações
que integra a tecnologia web
com interações da fala.

Acesso Web e TV
multimodos Com a conexão dos televiso-
res à internet, tecnologia conhecida
Cada vez mais o acesso
como smart TV, a experiência dos
aos dispositivos conectados inclui,
usuários tornou-se mais imersiva.
além dos teclados, o uso de toques,
Eles podem interagir com aplica-
gestos e voz. A tecnologia de multi-
ções com a tecnologia web embu-
modos da W3C ajuda os desenvol-
tida, tais como navegadores, toca-
vedores na adaptação dos novos
dores de mídia e até jogos. Neste
modos de interação.
caso, a W3C ajuda no rápido desen-
volvimento dessas soluções.

Independência de dispositivos
e adaptação de conteúdos
Neste caso, definem-se padrões para a independência de características
relacionadas a tamanhos, capacidades e formatos na experiência do usuário.
Esses padrões garantirão a melhor usabilidade de qualquer dispositivo.

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ARQUITETURA WEB
O foco da padronização em arquitetura
web é o correto uso das bases e dos
princípios que sustentam a web, incluindo
as URIs (uniform resource identifiers) e o
próprio HTTP.
Seguem os padrões a serem aplicados:

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Princípios
de arquitetura
Ajudam a desenvolver tecnologia a partir
de normas e de guias de questões já resolvidas
(relativas a problemas específicos).

Identificadore
Servem como guia para nomear e manipular
os vários elementos no desenvolvimento web.

Protocolos
São veículos de troca de informações. O
HTTP é o protocolo básico da web. Também são
trabalhados os protocolos XML e SOAP com re-
lação aos serviços web.

Metaformatos
A linguagem de marcação extensível, ou
XML, é usada para construir novos formatos de
modo simples e barato. Existem muitas ferramen-
tas que manipulam os conteúdos nesta linguagem.

Internacionalização
Existe um grande trabalho com a comunida-
de para descrever a internacionalização dos identi-
ficadores e das características gerais da web.

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WEB SEMÂNTICA
Além dos clássicos documentos web, a
W3C está ajudando a construir uma base tec-
nológica para tratar das informações contidas
nos mais variados tipos de bancos de dados
existentes. A ideia principal é desenvolver sis-
temas que possam acessar essas informações
e tratar delas de forma segura.
A web semântica refere-se à visão da
W3C com relação à web dos dados inter-
conectados. A tecnologia permite aos pro-
gramadores criar bases de dados na web,
construir vocabulário e escrever regras para
manipular esses dados.
Os seguintes padrões estão disponíveis:

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Linked data Vocabulários
São os dados interconectados. É a web dos da- Os dados brutos são or-
dos, de datas, propriedades químicas de elementos, ganizados e enriquecidos com
classificação da flora e da fauna do planeta, enfim, mais significado, permitindo
qualquer tipo de dado que se possa imaginar. Envolve que sejam mais úteis para as
as possibilidades para, da melhor maneira possível, in- pessoas e até mesmo para as
terconectar esses dados e publicá-los nos mais varia- máquinas.
dos tipos de sites.

Query, ou consulta
Os dados brutos são extraídos e depois prepara-
dos para serem apresentados. Se a web pode ser vista
O padrão HTML5
como uma base de dados global, então é fácil entender
foi desenvolvido
por que é necessária uma linguagem de consulta para
de olho na web
eles. A linguagem SPARQL é a base para uso na web
semântica, trazendo
semântica.
tags que, mais que
definirem estrutura
Inferência e organização
da informação,
Está próxima do topo do modelo da web semân- atribuem
tica. Seria a introdução de regras inteligentes. A W3C significado a elas.
trabalha com regras e, aqui, com a linguagem delas e É o caso de <nav>,
com a sua troca em diferentes sistemas. tag dispensável
estruturalmente,
mas que,
Aplicações verticais semanticamente,
indica um elemento
A W3C trabalha com diferentes tipos de empre- de navegação.
sas, dos mais variados ramos de negócios, para me-
lhorar a colaboração, a pesquisa e o desenvolvimen-
to, bem como a inovação com o uso da tecnologia da
web semântica. Um exemplo é a ajuda na tomada de
decisões em pesquisas clínicas, integrando bases de
dados médicas e biológicas de instituições.

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TECNOLOGIA XML
A linguagem de marcação estendida
(XML) inclui vários padrões, como EXI, ou
Intercâmbio Eficiente de XML, e XLST, entre
outros. Veja:

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Essência do XML
A XML é composta de um conjunto de tecnologias es-
senciais, como o infoset e namespaces. Eles abordam os pro-
blemas na utilização em contextos de aplicativos específicos.

Intercâmbio eficiente
Os padrões XML estão presentes na computação cor-
porativa e fazem parte da base web. Já que são altamente
interoperáveis e de fácil acesso, os programadores querem
utilizá-los em uma ampla gama de aplicativos. Entretanto, em
algumas configurações com pouca memória ou com recursos
reduzidos, a experiência mostra que o XML é mais eficiente.

Schema, ou esquemas
Descrições formais de vocabulário criam flexibilidade
em ambientes de autoria e cadeias de controle de qualidade.
As tecnologias de esquemas de XML e de SML e a vinculação
de dados da W3C fornecem as ferramentas para o controle de
qualidade de dados da XML.

Segurança
A manipulação de dados com XML precisa do trio inte-
gridade, autenticação e privacidade. Assinaturas e criptogra-
fia podem ajudar a criar um ambiente seguro para XML.

Transformação
Frequentemente, alguém precisa transformar algum
conteúdo XML em outro tipo de formato. As tecnologias XLST e
XPath proporcionam recursos poderosos para criar diferentes
representações de conteúdos em XML.

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Query, ou consulta
No contexto da linguagem de marcação estendida, o
XQuery é uma linguagem de consulta para extrair dados, simi-
lar à que é utilizada em SQL.

Componentes
O ecossistema XML tem ferramentas adicionais para
criar um ambiente propício para utilizar e manipular documentos
XML. Isso inclui folhas de estilo e componentes, tais como,
XInclude, XPointer, fragmentos XML, etc.

Processamento
O modelo de processamento
determina quais operações podem
ser executadas e em qual ordem em
um documento XML.

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Internacionalização
A W3C trabalha com a comu-
nidade para promover a ampla utili-
zação do XML em todos os idiomas
possíveis.

Publicação
O XML surgiu na comunidade de publicações
técnicas. Assim, use o XLS-FO para publicar
documentos XML grandes ou complexos, que sejam
multilíngues, em HTML, PDF ou outros formatos. Inclua
diagramas SVG e fórmulas matemáticas no documento.

XML e JSON (JavaScript


Object Notation) são
dois padrões usados
para representar
informações,
especialmente objetos.
O XML é mais antigo
e mais sofisticado,
podendo incluir regras
próprias e customizadas
para sua formação. HTML
é um tipo de XML, pois
usa tags e valores
para eles. JSON, por
outro lado, é bastante
simples, direto e
prático, definindo
apenas o objeto, suas
propriedades e seus
valores.

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SERVIÇOS WEB
Serviços web envolvem o desenvolvi-
mento baseado em mensagens, frequente-
mente encontrado na web e em softwares
mais sofisticados. Os serviços web baseiam-
-se em tecnologias como HTTP, XML, SOAP,
SPARQL, entre outras.

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Pagamentos
A W3C busca integrar tecnologias de pagamentos
sem interrupções na plataforma da web aberta (open web).
Como resultados, teremos novas oportunidades de negó-
cios, uma melhora na experiência do usuário nas transa-
ções on-line, a redução da ocorrência de fraudes e um au-
mento da interoperabilidade entre soluções tradicionais e
futuras inovações em formas de pagamento.

Segurança
A transferência de dados entre domínios ou entre
aplicações requer transações bem-definidas, seguras e
técnicas de autenticação de documentos. Aqui, temos mo-
delos de segurança de XML com os componentes de assi-
natura e criptografia XML.

Internacionalização
A internacionalização dos serviços web inclui des-
crições dos serviços, idiomas e locais de uso. Eles incluem
a leitura facilitada de mensagens trocadas pelos serviços.

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NAVEGADORES
E FERRAMENTAS
DE AUTORIA
A usabilidade e o crescimento da web
dependem da sua universalidade. Preci-
samos conseguir publicar conteúdo inde-
pendentemente de software, computador,
idioma, conexão (via cabo ou Wi-Fi) ou até
mesmo alguma deficiência física.
Devemos ser capazes de acessar a
web a partir de qualquer dispositivo que
possa se conectar à internet, seja ele fixo ou
móvel, seja ele pequeno ou grande. A W3C
facilita a mistura de todo esse universo com
o uso de padrões internacionais. Esses pa-
drões devem garantir a constante melhoria
da web, que é aberta a todos nós.

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Navegadores e
tocadores de mídia
Existem vários tipos de ferramentas que nos permi- A ideia geral da
tem ouvir e ver conteúdo na web, como navegadores, toca- padronização é
dores de mídia, plataformas de publicação, redes sociais, que qualquer site
fóruns e sites de compartilhamento de mídias e arquivos. em cuja criação
se tenham seguido
determinadas regras
possa ser acessado
Ferramentas de autoria por qualquer
dispositivo, em
e mídias sociais qualquer lugar do
mundo e em qualquer
idioma. Ele sempre
A web não é uma mídia apenas para leitura. Existe
será visualizado com
uma grande variedade de ferramentas para criar e publicar
a melhor experiência
conteúdo, sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS),
possível para o
páginas de perfis de mídias sociais e aplicativos, ferramen-
usuário, mesmo que
tas de blogs e sites, fóruns e espaços para compartilha-
este tenha alguma
mento de vídeos, arquivos e fotografias, entre outros.
deficiência.

O próprio site da W3C tem várias fer-


ramentas para validação de páginas, tais
como o Unicorn e o W3C Cheat Sheet. Tam-
bém são de grande ajuda os tutoriais e as
FAQs (perguntas frequentes). Os programa-
dores tendem a criar os seus próprios pa-
drões de codificação, mas isso pode levar
a problemas. Assim, as melhores práticas
apontam para a adoção das regras desse
grande consórcio.

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AJAX Voltar ao conteúdo

Asynchronous Javascript and XML, que,


em português, significa “JavaScript e XML
assíncronos”. É um conjunto de técnicas
de programação que permite a criação
de páginas mais criativas e com maior
Glossário interação com o usuário.

API Voltar ao conteúdo

Application Programming Interface, ou


“interface de programação de aplicativos”,
em português. Trata-se de um conjunto de
rotinas e padrões de programação para
acesso a um aplicativo de software ou
plataforma baseado na web.

Voltar ao conteúdo CSS


Cascading Style Sheets. É uma “folha de estilo” composta
por “camadas” e utilizada para definir a apresentação
(aparência) em páginas da internet que adotam para o
seu desenvolvimento linguagens de marcação (como
XHTML – Extensible HyperText Markup Language. É uma
linguagem de construção de páginas na internet criada a
partir da linguagem HTML juntamente com a linguagem
XML, transformando-se em uma linguagem padronizada
para web – XML e HTML).

HTML Voltar ao conteúdo

HyperText Markup Language, ou


“linguagem de marcação de hipertexto”,
em português. É uma linguagem de
marcação utilizada na construção
de páginas na web. Permite que
documentos HTML possam ser
interpretados por navegadores.

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HTML5 Voltar ao conteúdo

HyperText Markup Language Version 5,


ou “linguagem de marcação de hipertexto
versão 5”, em português. É uma evolução
do HTML.

JAVASCRIPT Voltar ao conteúdo

É uma linguagem de programação basea-


da em scripts que torna os sites mais di-
nâmicos e interativos.

NAMESPACES Voltar ao conteúdo

Espaços de nomes. É um delimitador abstrato


que fornece um contexto para os itens que
armazena (nomes, termos técnicos, conceitos).
Isso permite uma desambiguação para itens
que têm o mesmo nome, mas que residem em
espaços de nomes diferentes.

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PDF Voltar ao conteúdo

Portable Document Format, ou “formato portátil


de documento”, em português. É um formato
de arquivo criado pela empresa Adobe Systems
para que qualquer documento possa ser
visualizado, independentemente do programa
que o tenha originado.

PNG Voltar ao conteúdo

Portable Network Graphics, ou “gráfico de rede


portátil”. É um formato de dados utilizado para
imagens. Surgiu em 1996 como substituto
para o formato GIF, devido ao fato de este
incluir algoritmos patenteados.

SCRIPT Voltar ao conteúdo

Conjunto de instruções para executar


uma função em determinado aplicativo ou
sistema operacional.

SQL Voltar ao conteúdo

Structured Query Language, ou “linguagem


estruturada de consulta”, em português.
Essa foi a forma encontrada para que a
comunicação com um banco de dados pudesse
ser feita de uma maneira descomplicada e ágil
para que pudesse ser facilmente entendida e
aprendida pelos desenvolvedores.

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SOAP Voltar ao conteúdo

Simple Object Access Protocol, ou


“protocolo simples de acesso a objetos”,
em português. É um protocolo para troca
de informações estruturadas em uma
plataforma descentralizada e distribuída.

SPARQL Voltar ao conteúdo

Protocol and RDF Query Language. É


uma linguagem de consulta.

SVG Voltar ao conteúdo

Scalable Vector Graphics, ou “gráficos


vetoriais escalonáveis”, em português. Trata-
se de uma linguagem XML que descreve,
de forma vetorial, desenhos e gráficos
bidimensionais, quer de forma estática, quer
de forma dinâmica ou animada.

UNICODE URI
É um padrão que permite Uniform resource identifier.
aos computadores É uma cadeia de caracteres
representar e manipular, compacta usada para
consistentemente, textos identificar ou denominar
de qualquer sistema de um recurso na internet.
escrita existente.

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WEB Voltar ao conteúdo

Teia ou rede. Com o surgimento da internet, o


termo passou a designar a rede que conecta
computadores por todo o mundo: World Wide
Web (WWW).

WEB APPS Voltar ao conteúdo

São aplicações voltadas


para uso na web.

XLST XML
Extensible Stylesheet Extensible Markup
Language for Language, ou “linguagem
Transformation, ou extensível de marcação
“linguagem de folhas genérica”, em português.
de estilo extensível para É uma recomendação
transformações”, em para gerar linguagens
português. É uma linguagem de marcação para
de marcação XML usada necessidades especiais.
para criar documentos Com XML, é possível
XSL, que, por sua vez, descrever diversos tipos
definem a apresentação de dados, sendo seu
dos documentos XML objetivo principal facilitar
nos browsers e em outros o compartilhamento
aplicativos que os suportem. de informações pela
internet.

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