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MANUAL DE OFICINA

Sede e Direzione:
V.le Ing. F. Cassani, 15
24047 Treviglio (BG)
Tel. 0363/4211
www.same-tractors.com

DORADO S70
DORADO S75
DORADO S90
DORADO S100
Power Shuttle

DORADO V70
DORADO V75
DORADO V90
DORADO V100
Power Shuttle
INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO
Este manual de oficina foi preparado quer para a instrução dos técnicos de reparação,
quer como guia prático para melhorar a qualidade das reparações.
O manual fornece aos técnicos de reparação conhecimentos precisos sobre o tractor,
indicações sobre como fazer o diagnóstico correcto de avarias e fazer intervenções em
segurança, descrevem-se os métodos e as condições necessárias para um controlo
adequado das dimensões e/ou do estado das peças sujeitas a reparação e, por fim,
indicam-se os produtos a usar, os binários de aperto, os dados de regulação ou ajuste.
O material fornecido neste manual é de natureza técnica reservada e destina-se aos
Concessionários, que serão atempadamente informados sobre variações de natureza
meramente técnica a que os tractores estão sujeitos, através do envio de fascículos
com modificações, actualizações, acréscimos relativos a dispositivos opcionais.
É proibido aos técnicos e seus colaboradores difundir, reproduzir ou comunicar a
terceiros as noções aqui descritas sem a autorização escrita do fabricante, que é o
proprietário exclusivo e que se reserva o direito de actuar de acordo com a legislação
em vigor.

00-1
SEGURANÇAS GERAIS

NOTAS DE SEGURANÇA
As reparações feitas correctamente são muito importantes para o regular funcionamento dos
tractores entregues ao concessionário para a reparação ou revisão.
As técnicas de controlo e as reparações aconselhadas e descritas neste manual são métodos
eficazes e seguros para obter um bom funcionamento.
Algumas operações requerem a utilização de ferramentas especiais e específicas; podem ser
encomendadas junto do fabricante, que as estudou especificamente para o fim a que se
destinam.
NÃO USE FERRAMENTAS IMPROVISADAS; de facto, podem criar condições de perigo e nem
sempre correspondem às funções para as quais são concebidas e usadas.
Para prevenir acidentes com os operadores, os símbolos e são usados para assinalar as
precauções de segurança. As advertências que acompanham estes símbolos devem ser sempre
seguidas atentamente.
Se aparecer ou previr uma situação de perigo, considere antes de mais a segurança e tome as
acções necessárias.

SEGURANÇAS GERAIS
1 - Mesmo que conheça perfeitamente a composição, o funcionamento e os
comandos do tractor, preste muita atenção quando fizer manobras ou
deslocações; lembre-se que o tractor entregue ao concessionário deve
ser reparado ou inspeccionado e, por isso, pode haver reacções
imprevisíveis.
2 - Antes de começar os trabalhos, limpe bem o tractor para remover lama, pó
e cascalho. Limpe bem a cabina para eliminar qualquer vestígio de óleo,
neve ou gelo dos degraus, dos puxadores e dos corrimões normalmente
usados para subir e descer.
3 - Quando subir ou descer do tractor, mantenha sempre três pontos de
contacto (de aderência ou de apoio) para não perder o equilíbrio e cair.
4 - Durante as operações de diagnóstico de avarias, preste atenção;
normalmente, esta fase é realizada por duas pessoas, que não devem
nunca estar à frente das rodas do tractor quando o motor está a trabalhar.
5 - Quando fizer verificações e reparações, use sempre roupas aderentes,
óculos e luvas adequadas às operações a realizar (limpeza, descarga de
líquidos, reparações).
Não se aproxime das partes em movimento com cabelos compridos
soltos, pois podem ficar presos e criar danos graves.
6 - Não deixe que pessoas estranhas se aproximem do tractor; estas devem
permanecer a uma distância de segurança.
7 - Mantenha-se afastado das partes em movimento; com o motor ligado,
algumas peças ficam pouco visíveis e, mesmo que estejam protegidas,
podem representar um potencial perigo de enredamento.
8 - Quando ligar o motor, certifique-se que o ambiente está bem ventilado
para evitar a concentração de gases tóxicos; aplique sempre dispositivos
de evacuação forçada de fumo no tubo de escape.

00-3
SEGURANÇAS GERAIS

9 - Nunca ponha o motor a trabalhar sem as protecções montadas; todas as


operações de reparação e/ou regulação devem ser feitas com o motor
desligado.
10 - Não faça reabastecimentos de combustível, óleo ou líquido de
refrigeração com o motor ligado.
11 - Durante os abastecimentos de combustível ou lubrificante, não fume e
certifique-se de que não existem chamas livres nas proximidades. Não
recarregue o acumulador a bordo do tractor.
12 - Antes de verificar ou retirar o acumulador, desligue o motor e tire a chave
de ignição.
13 - Retire o acumulador e faça a recarga num local bem ventilado e com uma
temperatura superior a 0°C.
14 - Durante as verificações e a recarga do acumulador, não fume e não se
aproxime com chamas vivas, já que o hidrogénio libertado durante as
reacções químicas pode explodir.
15 - O líquido (electrólito) contido no acumulador é perigoso para a pele e
sobretudo para os olhos; por este motivo, quando fizer as verificações do
acumulador, use sempre luvas e óculos de segurança com protecções
laterais.
Se, acidentalmente, entrar em contacto com o electrólito, lave
imediatamente e com insistência as partes contaminadas com água; se a
contaminação atingir também o vestuário, substitua-o o mais depressa
possível.
Se, acidentalmente, ingerir electrólito, beba muita água, leite, óleo vegetal
e anti-ácidos, tais como magnésio, bicarbonato, etc. e procure
rapidamente um médico.
16 - Se tiver de fazer operações nos circuitos eléctricos, desligue os terminais
do acumulador.
IMPORTANTE!
Desligue primeiro o terminal negativo (--) e depois o terminal positivo (+);
após as operações, ligue primeiro o pólo positivo (+) e depois o negativo (-
-).
17 - Se tiver de fazer trabalhos de soldadura em arco (permitidos
excepcionalmente a alfaias ligadas ao tractor), desligue os terminais do
acumulador, todos os conectores das centralinas electrónicas e o
alternador.
18 - Quando abastecer ou mudar os lubrificantes, use sempre luvas
impermeáveis.
19 - Não use vestuário contaminado por óleo do motor ou óleo dos circuitos
hidráulicos; o contacto prolongado com a pele pode ser prejudicial e
provocar alergias.
20 - O óleo do motor e o óleo dos circuitos hidráulicos devem ser considerados
resíduos especiais; recupere os lubrificantes e elimine-os de acordo com
as normas em vigor.
21 - Antes de intervir nos circuitos hidráulicos e pneumáticos, descarregue as
pressões residuais.

00-4
SEGURANÇAS GERAIS

22 - Antes de intervir nos circuitos hidráulicos e no motor, aguarde que o óleo e


a água arrefeçam.
23 - Durante as operações de remoção e montagem de alguns grupos, é
necessário apoiar o tractor; use cavaletes, macacos ou blocos adequados
ao peso a suportar e ponha-os em triângulo para evitar viragens.
24 - Para levantar componentes pesados, use uma roldana ou uma grua.
Certifique-se que os cabos metálicos, as correntes ou faixas de fibra não
estão gastos e os ganchos não estão danificados.
25 - Use sempre equipamento de elevação que possa suportar facilmente o
peso dos grupos a remover e ligue-os correctamente.
26 - Quando levantar ou suportar um grupo ou uma parte do tractor, proceda
lentamente para evitar oscilações perigosas e colisões com outras peças.
27 - Nunca trabalhe em peças ou grupos suspensos na roldana ou na grua.
28 - Se retirar os parafusos de grupos que possam cair, deixe sempre dois
parafusos em posições opostas para segurança; retire estes parafusos só
depois de prender o grupo a um suporte de elevação ou depois de pôr
blocos de suporte.
29 - Se derramar óleo ou combustível no chão durante as operações de
remoção ou desmontagem, limpe o mais depressa possível para evitar
quedas dos operadores e incêndios.
30 - Se retirar cablagens ou cabos eléctricos, certifique-se que na fase de
montagem ficam colocados com as fixações originais, para evitar danos
devido às vibrações do tractor.
31 - Para verificar o alinhamento entre dois orifícios, nunca meta os dedos ou
as mãos; use pinos em material suave.
32 - Na fase de instalação de grupos ou peças, use sempre os binários de
aperto indicados nas tabelas gerais; os binários de aperto indicados nos
parágrafos relativos à montagem são binários específicos cujos valores
foram determinados experimentalmente e devem ser respeitados.
33 - Em caso de instalação de peças sujeitas a fortes vibrações ou que rodem
a alta velocidade, tenha especial atenção no controlo final da instalação.

00-5
PRECAUÇÕES A TOMAR DURANTE OS TRABALHOS

PRECAUÇÕES A TOMAR DURANTE OS TRABALHOS

★ Quando desmontar ou montar uma peça, respeite sempre as seguintes


precauções gerais.

1. PRECAUÇÕES PARA A DESMONTAGEM


• Salvo indicação em contrário, baixe as alfaias até ao solo.
• Depois de desligar os tubos do sistema hidráulico e do sistema de
alimentação de combustível, instale tampas para evitar a entrada de
impurezas.
• Antes de remover um cilindro, introduza completamente o pistão e
bloqueie-o nesta posição com uma braçadeira.
• Use um recipiente com capacidade suficiente para a recuperação de óleo,
líquido refrigerante ou combustível.
• Antes de retirar uma peça do tractor, verifique as marcas de alinhamento
que indicam a posição de montagem correcta. Se necessário, faça mais
marcas para evitar uma montagem incorrecta.
• Durante a desmontagem dos conectores, segure bem os conectores para
evitar forçar os cabos eléctricos.
• Se necessário, marque os cabos eléctricos e os tubos para evitar trocas
durante a montagem.
• Verifique o número e a altura dos calços e ponha-os num local seguro.
• Para levantar o tractor ou partes dele, use alfaias adequadas ao peso do
componente.
• Quando usar argolas para remover peças do tractor, certifique-se que não
estão deformados; aperte-os completamente e depois alinhe a direcção
do olhal com o gancho de elevação.
• Antes de retirar uma peça, limpe bem a zona envolvente e, depois cubra-
a para evitar a entrada de sujidade e pó.

2. PRECAUÇÕES PARA A MONTAGEM


• Aperte porcas e parafusos de acordo com os binários de aperto
especificados.
• Monte os tubos flexíveis e as cablagens tendo cuidado para não prendê-
los ou torcê-los.
• Substitua as juntas, os anéis OR, as cavilhas e os anéis de paragem de
segurança por peças novas; certifique-se que as hastes das cavilhas
estão afastadas e dobradas e que as cavilhas estão bem fixas.
• Depois de montar os anéis elásticos, certifique-se que estão bem fixos.
• Quando tiver de vedar roscas, limpe a peça removendo o óleo e a massa,
depois aplique poucas gotas de adesivo para cobrir uniformemente a
rosca.

00-6
PRECAUÇÕES A TOMAR DURANTE OS TRABALHOS

• Para aplicar os vedantes, limpe a superfície, retire os restos de óleo e


massa, certifique-se que não está amolgada ou suja, depois aplique o

vedante de modo uniforme, contornando completamente eventuais furos.


• Limpe todas as peças, retire sujidade, oxidações, depósitos de carbono,
rebarbas e amolgadelas.
• Aplique uma fina camada de óleo do motor em todas as partes móveis.
• Quando montar os conectores do sistema eléctrico, retire os vestígios de
óleo, pó ou água que possam ter entrado entre os contactos e ligue-os
correctamente; quando previsto, force os conectores até encaixarem
perfeitamente.
• Na fixação de peças entre si, aperte os parafusos de maneira uniforme,
seguindo uma sequência cruzada e alternada.

3. PRECAUÇÕES A TOMAR NO FINAL DAS OPERAÇÕES DE


DESMONTAGEM/MONTAGEM
• Se tiver descarregado o líquido de refrigeração, aperte o bujão de
drenagem e deite líquido novo até atestar. Ligue o motor para fazer circular
o líquido no sistema de refrigeração e depois ateste.
• Quando desmontar aparelhos hidráulicos, deite óleo até ao nível indicado.
Ligue o motor para fazer circular o óleo nos circuitos hidráulicos e depois
ateste.
• Quando retirar a eventual bomba de caudal variável, ligue o tubo de
drenagem e encha a carcaça pelo bujão.
• Depois de montar de novo caixas articuladas, articulações de cilindros e
eixos de transmissão, faça uma lubrificação completa.

00-7
INSTRUÇÕES PARA A ELEVAÇÃO

INSTRUÇÕES PARA A ELEVAÇÃO

Os grupos do tractor com peso superior a 25 kg ou de grandes dimensões devem ser apoiados ou removidos com
um suporte de elevação e cabos metálicos ou faixas em poliéster.
Na secção relativa à Remoção e Instalação dos grupos, a nota sobre o peso a levantar é indicada com o símbolo

CABOS METÁLICOS - FAIXAS


• Use cabos ou faixas em poliéster adequados ao peso das partes a levantar; consulte as seguintes tabelas:

CABOS METÁLICOS BRAÇADEIRAS EM POLIÉSTER


(standard do tipo «S» ou «Z» torcidos) (com olhais - simples)
Capacidade (kg) Capacidade (kg)
Ø cabo Largura
mm 60° 90° (mm) 60° 90°

8 650 620 500 25 500 400 860 700


10 1000 1740 1420 50 1000 800 1730 1410
12 1450 2500 2050 62 1250 1000 2160 1760
14 2000 3460 2820 75 1400 1120 2420 1980
16 2600 4500 3670 100 2000 1600 3460 2820
18 3300 5710 4660 150 2500 2000 4330 3530

NOTA. A capacidade é calculada com um coeficiente de segurança.


• Ligue os cabos e as faixas ao gancho de elevação na parte central; o engate dos cabos nas extremidades pode fazer
com que a carga deslize durante a elevação.
• Nunca pendure uma carga pesada num único cabo; use sempre dois ou três cabos simétricos.
A suspensão num único cabo pode fazer com que a carga rode e o cabo fique destorcido, ou que a carga deslize da
posição de enrolamento; estas possibilidades podem provocar acidentes graves.
• Não levante uma carga pesada quando as duas secções dos cabos tiverem um grande ângulo de suspensão.
A carga permitida (kg) diminui quando o ângulo aumenta; a tabela abaixo indica a variação de carga permitida (em
função do ângulo de suspensão), para dois cabos Ø 10 mm com uma capacidade de 1000 kg cada.

2000
Capacità di carico: kg

1900
1700
2000
1400

1000
1000
500

30° 60° 90° 120° 150°


Angolo di sospensione: ␣

00-8
ESTRUTURA DO MANUAL

ESTRUTURA DO MANUAL

SECÇÃO 00 Contém as normas de segurança gerais, o modo de leitura e actualização


do manual, os símbolos usados e os produtos necessários ao reparador,
binários de aperto padrão e uma tabela com os valores para a conversão
das unidades de medida.

SECÇÃO 10 Contém as descrições técnicas e os funcionamentos mecânicos e


hidráulicos dos grupos que compõem o tractor, o nome dos
componentes, esquemas hidráulicos e dados técnicos relativos às
características gerais.

SEZIONE 20 Contém os funcionamentos eléctricos e electrónicos dos sistemas que


compõem o tractor, os procedimentos de activação, a lista dos alarmes e
as instruções de utilização do software necessário para a configuração
do tractor e do motor e para a leitura de diagnóstico das eventuais
avarias.

SECÇÃO 30 Contém os modos de intervenção, controlos e regulações que podem ser


feitos em grupos externos; para as operações descritas nesta secção
não é preciso retirar os grupos que formam o corpo do tractor e a cabina.

SECÇÃO 40 Contém as informações e os esquemas relativos aos sistemas eléctricos


e electrónicos do tractor.

ATENÇÃO!
O manual não contém as partes relativas ao motor, sendo para isso necessário
consultar os seguintes manuais:
307.1103.1.5 Italiano
307.1103.5.5 Alemão
307.1103.3.5 Inglês
Motor 1000/3/4/6
307.1103.2.5 Francês
307.1103.4.5 Espanhol
307.1103.7.5 Português

00-9
MÉTODO DE CONSULTA DO MANUAL

MÉTODO DE CONSULTA DO MANUAL

1. Remoção e instalação dos grupos montados


(1) Quando remover ou instalar grupos montados, a ordem detalhada dos trabalhos e as técnicas a usar são
descritas nas operações de remoção; se a ordem dos trabalhos de instalação for exactamente contrária à da
remoção, não é descrita.
(2) Qualquer técnica especial usada apenas na instalação é indicada com o símbolo 1 ; o mesmo símbolo
aparece no final de cada fase importante da operação de remoção para indicar a que peça se refere a
informação.
Ex.:REMOÇÃO DO GRUPO: ............................................. Título da operação
: ............................................................................. Normas de segurança a adoptar durante a operação
descrita.
1 - Tire a peça (1): ........................................................ Fase do procedimento
★: ................................................................................. Técnica ou ponto importante a recordar quando se faz
uma operação de desmontagem
2 - Desligue (2) ............. 1 : .................................... Indica que existem informações técnicas a usar durante
a instalação
.......... : .............................................................. Recuperação do óleo, líquido ou combustível e
quantidade a recuperar
Ex.:INSTALAÇÃO DO GRUPO:......................................... Título da operação
• Instale seguindo a ordem inversa à remoção

1 : .......................................................................... Técnica a usar durante a instalação.


★: ................................................................................. Técnica ou ponto importante a recordar quando se
instala.
• .......... : ............................................................ Enchimento de óleo ou líquido e quantidades
2. Tome as precauções gerais durante a remoção ou a instalação dos grupos e siga também as «PRECAUÇÕES A
TOMAR DURANTE OS TRABALHOS».
Certifique-se sempre que estas precauções são cumpridas.

3. Lista das ferramentas especiais


(1) Para saber os pormenores das descrições, código e quantidade de cada ferramenta (T1, T2, etc.) mencionada
nos procedimentos operativos, consulte a lista «FERRAMENTAS ESPECIAIS».

4. Binários de aperto
1 - Nos procedimentos operativos, o símbolo mostra um binário de aperto específico que foi determinado na
fase experimental e deve ser absolutamente respeitado.
2 - Se não aparecer nenhum símbolo, os valores de binário a utilizar estão indicados na Secção 00 deste manual.

00-10
COMO LER E ACTUALIZAR O MANUAL

COMO LER E ACTUALIZAR O MANUAL

1. ACTUALIZAÇÃO DO MANUAL
Qualquer acréscimo, correcção ou modificação deve ser enviada aos Centros Autorizados.
Antes de começar qualquer trabalho de reparação ou revisão, veja as informações mais actualizadas, pois podem
conter dados suplementares em relação à edição anterior.

2. MÉTODO DE ARQUIVO DAS ACTUALIZAÇÕES


1- Verifique o número de página e insira-o por ordem progressiva como grupo ou como página no manual base.
Exemplo:

30 5

Numero di pagina progressivo


Numero del gruppo descritto
2 - Páginas adicionais: estão indicadas com um traço (-) e um número progressivo após o número de página.
Exemplo:
30-5
30-5-1
Pagine aggiuntive
30-5-2
30-6
NOTA. A disposição das páginas adicionais não deve sobrepor-se às páginas existentes.
3 - Páginas de actualização da edição: estão indicadas com um número progressivo dentro de um círculo; este
símbolo está posicionado por baixo do número de página. Exemplo:
30-5
30-5-1 Pagina esistente
30-5-1 Pagina di aggiornamento

30-5-2 Pagina esistente

NOTA. Todas as páginas adicionais e de actualização estão indicadas na lista das páginas que compõem
o manual; esta lista é enviada com cada actualização e deve substituir a anterior.

3. SÍMBOLOS USADOS NO MANUAL


Para facilitar a consulta do manual, as informações importantes para a segurança dos operadores e a qualidade do
trabalho a realizar estão indicadas com os símbolos mostrados na tabela seguinte.

Símbol Símbol
Artigo Notas Artigo Notas
os os
São necessárias medições de Lubrificaçã Partes que devem ser lubrificadas
segurança durante a execução do o com adesivos, lubrificantes, etc.
trabalho
Segurança É necessário adoptar medidas
especiais de segurança durante o Pontos onde se deve adicionar
t r a b al h o , j á q u e ex i s t e u ma Óleo, água ó l e o, á g ua o u c o mbu st í v el e
pressurização interna respectivas quantidades
É necessário adoptar precauções P o n t o s po r o n d e se d ev e
★ técni cas especi ai s ou outras
Atenção precauções durante o trabalho para
d es c a r r e g a r ó l e o , á g u a o u
Drenagem combustí vel e quanti dades a
respeitar os valores standard descarregar
Peso dos grupos principais. Partes onde é necessária uma
Peso Tenha atenção na escolha de cabos Binário de atenção especial quanto ao binário
de elevação, é necessário um aperto de aperto durante a instalação ou a
suporte para poder trabalhar, etc. montagem

00-11
BINÁRIOS DE APERTO

BINÁRIOS DE APERTO

1. PARAFUSOS E PORCAS
Os binários de aperto específicos de elementos importantes e os apertos especiais a fazer estão indicados
nos parágrafos de montagem.
★ Os binários de aperto indicados referem-se à montagem de parafusos e porcas sem lubrificação, eventualmente
com rosca coberta com trava-roscas anaeróbicos.
Os valores indicados referem-se a apertos em materiais em aço ou ferro fundido; para materiais macios como
alumínio, cobre ou materiais plásticos, chapas ou painéis, os binários de aperto devem ser reduzidos em 50%.

CLASSE DO PARAFUSO
MEDIDA DO
PARAFUSO 8.8 10.9 12.9
Nm lb.ft. Nm lb.ft. Nm lb.ft.
M6x1 8,0 – 8,8 5.9 – 6.5 11,8 – 13,0 8.7 – 9.6 13,8 – 15,2 10.2 –11.2

M8x1,25 19,4 – 21,4 14.3 – 15.8 28,5 – 31,5 21.0 – 23.2 33,3 – 36,9 24.5 – 27.2

M10x1,5 38,4 – 42,4 28.3 – 31.2 56,4 – 62,4 41.6 – 46.0 67,4 – 74,4 49.7 – 54.8
ENTRE-EIXOS GROSSO

M12x1,75 66,5 – 73,5 49.0 – 54.2 96,9 – 107 71.4 – 78.9 115 – 128 84.8 – 94.3

M14x2 106 – 117 78.1 – 86.2 156 – 172 115,0 – 126,8 184 – 204 135.6 – 150.3

M16x2 164 – 182 120.9 – 134.1 241 – 267 117.6 – 196.8 282 – 312 207.8 – 229.9

M18x2,5 228 – 252 168.0 – 185.7 334 – 370 246.2 – 272.7 391 – 432 288.2 – 318.4

M20x2,5 321 – 355 236.6 – 261.6 472 – 522 347.9 – 384.7 553 – 611 407.6 – 450.3

M22x2,5 441 – 487 325.0 – 358.9 647 – 715 476.8 – 527.0 751 – 830 553.5 – 611.7

M24x3 553 – 611 407.6 – 450.3 812 – 898 598.4 – 661.8 950 – 1050 700.2 – 773.9

M27x3 816 – 902 601.4 – 664.8 1198 – 1324 882.9 – 975.8 1419 – 1569 1045.8 – 1156.4

M8x1 20,8 – 23,0 15.3 – 17.0 30,6 – 33,8 22.6 – 24.9 35,8 – 39,6 26.4 – 29.2

M10x1,25 40,6 – 44,8 29.9 – 33.0 59,7 – 65,9 44.0 – 48.6 71,2 – 78,6 52.5 – 57.9

M12x1,25 72,2 – 79,8 53.2 – 58.8 106 – 118 78.1 – 87.0 126 – 140 92.9 – 103.2
ENTRE-EIXOS FINO

M12x1,5 69,4 – 76,7 51.1 – 56.5 102 – 112 75.2 – 82.5 121 – 134 89.2 – 98.8

M14x1,5 114 – 126 84.0 – 92.9 168 – 186 123.8 – 137.1 199 – 220 146.7 – 162.1

M16x1,5 175 – 194 129 – 143 257 – 285 189.4 – 210.0 301 – 333 221.8 – 245.4

M18x1,5 256 – 282 188.7 – 207.8 375 – 415 276.4 – 305.9 439 – 485 323.5 – 357.4

M20x1,5 355 – 393 261.6 – 289.6 523 – 578 385.5 – 426.0 611 – 676 450.3 – 498.2

M22x1,5 482 – 532 355.2 – 392.1 708 – 782 521.8 – 576.3 821 – 908 605.1 – 669.2

M24x2 602 – 666 443.7 – 490.8 884 – 978 651.5 – 720.8 1035 – 1143 762.8 – 842.4

00-12
BINÁRIOS DE APERTO

2. UNIÕES
★ Os binários de aperto indicados referem-se à montagem das uniões em qualquer material.

Uniões de extremidades Uniões de extremidades Uniões de extremidades


Uniões de extremidades em em em
rectas
“T” “L” 90°

Rosca Chave Binário Chave Binário Chave Binário Chave Binário


Nm ±10% Nm ±10% Nm ±10% Nm ±10%
17 14 14 14 14 14
M10x1,25 14 14
19 14 17 14 17 14
M12x1,25 19 30 17 30 17 30 17 30
M14x1,5 19 40 19 40 19 40 19 40
ROSCAS MÉTRICAS

M16x1,5 22 48 22 48 22 48 22 48
M18x1,5 24 58 24 58 24 58 24 58
M20x1,5 27 65 27 65 27 65 27 65
M22x1,5 30 73 30 73 30 73 30 73
M26x1,5 36 95 36 95 36 95 36 95
M27x2 36 100 36 100 36 100 36 100
M33x2 41 160 41 160 41 160 41 160
M42x2 50 250 50 250 50 250 50 250
M48x2 60 305 60 305 60 305 60 305

17 13
G 1/8” 14 13 14 13 14 13
19 13
19 37
ROSCAS EM POLEGADAS

G 1/4” 19 37 19 37 19 37
22 37
G 3/8” 24 53 24 53 24 53 24 53
27 73
G 1/2” 27 73 27 73 27 73
30 73
G 3/4” 36 100 36 100 36 100 36 100
41 160
G 1” 41 160 41 160 41 160
46 160
G 1 1/4” 50 250 50 250 50 250 50 250
G 1 1/2” 60 305 60 305 60 305 60 305

00-13
BINÁRIOS DE APERTO

3. TAMPAS

Tampas de cabeça hexagonal Tampas roscadas com hexágono encaixado

Binário Binário
Rosca Chave Nm ±10% Chave Nm ±10%
M6x1 10 10 – –
M8x1 13 12 – –
M10x1 13 14 5 14
M10x1,25 13 14 – –
M10x1,5 13 14 – –
M12x1,25 17 30 – –
M12x1,5 17 30 6 30
M12x1,75 17 30 – –
M14x1,5 19 40 6 40
ROSCAS MÉTRICAS

M14x2 19 40 – –
M16x1,5 22 48 8 48
M16x2 22 48 – –
M18x1,5 17 58 10 58
M18x2,5 17 58 – –
M20x1,5 19 65 – –
M22x1,5 – – 12 73
M24x1,5 22 80 12 80
M24x2 22 80 – –
M27x2 22 100 – –
M28x1,5 – – 17 110
M30x1,5 22 130 – –
M32x1,5 – – 19 150
M35x1,5 – – 22 180
M40x1,5 – – 24 225

G 1/8” 14 13 – –
ROSCAS EM POLEGADAS

G 1/4” 19 37 – –
G 3/8” 22 53 – –
G 1/2” 19 73 – –
G 5/8” 22 85 – –
G 3/4” 22 100 – –

G 1” 22 160 – –

00-14
BINÁRIOS DE APERTO

4. UNIÕES COM VEDAÇÃO A 37°

Rosca Chave Binário Rosca Chave Binário


Nm ±10% Nm ±10%
7/16” - 20 14 13 1 3/16” - 12 36 138
1/2” - 20 16 19 1 5/16” - 12 38 155
9/16” - 18 17 28 1 5/8” - 12 50 215
3/4” - 16 22 47 1 7/8” - 12 60 290
7/8” - 14 27 76 2 1/2” - 12 75 345
32 110
1 1/16” - 12
36 110

5. UNIÕES PARA TUBOS COM OLHAL


★ Estes binários de aperto referem-se ao aperto da união com anilhas de cobre de retenção novas.
Bocais para uniões Bocais para uniões Bocais para uniões
de uma via de três vias de quatro vias

Rosca Chave Binário Chave Binário Chave Binário


Nm ±10% Nm ±10% Nm ±10%
M8x1 – – 12 14 – –
M8x1,25 13 14 – – – –
M10x1 – – 14 20 14 20
M10x1,25 13 20 – – – –
M12x1,25 17 30 – – – –
M12x1,5 – – 17 30 17 30
M14x1,5 19 40 19 40 19 40
M16x1,5 22 48 22 48 22 48
M18x1,5 22 58 24 58 24 58
M20x1,5 27 65 – – – –
M22x1,5 – – 27 73 27 73
M24x1,5 32 80 – – – –
M26x1,5 – – 32 95 32 95
M28x1,5 36 110 – – – –
M30x1,5 – – 36 130 36 130
M35x2 41 180 – – – –
M38x1,5 46 200 46 200
M42x2 50 250 – – – –
M45x1,5 – – 55 280 55 280
M50x2 60 320 – – – –
M52x1,5 – – 60 320 60 320
M65x2 – – 75 450 75 450

00-15
MATERIAIS TRAVA-ROSCAS, ADESIVOS, VEDANTES E DE LUBRIFICAÇÃO

MATERIAIS TRAVA-ROSCAS, ADESIVOS, VEDANTES E


DE LUBRIFICAÇÃO

FUNÇÃO DENOMINAÇÃO DESCRIÇÃO

Loctite 222 Produto anaeróbico adequado à vedação fraca de parafusos e porcas de fixação, de
Cor: púrpura regulação e de precisão.
fluorescente opaco Deve ser usado depois de retirar qualquer vestígio de lubrificante com o activador específico.

Produto anaeróbico adequado para prevenir o desaperto de qualquer tipo de parafusos e


Loctite 242 porcas e como substituição de bloqueios mecânicos.
TRAVA-ROSCAS

Cor: azul
Usado para a travagem de média resistência.
fluorescente
Deve ser usado depois de retirar qualquer vestígio de lubrificante com o activador específico.

Loctite 243 Produto alternativo ao tipo 242 que, sendo compatível com óleo, não necessita da activação
Cor: azul
de superfícies ligeiramente lubrificadas.
fluorescente opaco

Produto anaeróbico para a travagem de alta resistência de peças roscadas, parafusos e


Loctite 270 prisioneiros que normalmente não devem ser desmontados.
Cor: verde
A remoção das peças pode ter que ser feita com aquecimento a cerca de 80°C.
fluorescente
Deve ser usado depois de retirar qualquer vestígio de lubrificante com o activador específico.
DESENGORDURANTES E

Produto para o desengorduramento e a limpeza de peças antes da aplicação de produtos


Loctite 703 anaeróbicos Loctite; após a secagem espontânea, permite uma polimerização uniforme dos
trava-roscas
ACTIVADORES

Produto específico para o tratamento de superfícies pouco activas no que diz respeito s
produtos anaeróbicos de polimerização lenta (série 5 e 6).
Loctite 747
Pode também ser usado para acelerar a polimerização em caso de baixas temperaturas ou
no caso de ampla folga entre as peças.

Produto anaeróbico super-rápido adequado à vedação entre superfícies metálicas, permite


Loctite 510 eliminar as juntas tradicionais, já que pode preencher espaços até 0,4 mm.
Cor: Vermelho
Não tendo qualquer ajuste, não requer o reinício dos binários de aperto.

Produto anaeróbico usado como vedante líquido para a vedação de uniões roscadas com
Loctite 542 medida inferior a 3/4” gas; polimeriza rapidamente e as peças podem ser desmontadas com
Cor: castanho
as ferramentas normais.
(para superfícies e uniões)

Produto anaeróbico de vedação e bloqueio para vedar circuitos de refrigeração e de fluidos


Loctite 554 industriais.
Cor: Vermelho
Polimeriza lentamente e é adequado também para a utilização em ligas não ferrosas
VEDANTES

Produto anaeróbico de vedação e bloqueio usado para vedar tubagens e uniões roscadas
Loctite 572 até 2” de diâmetro.
Cor: branco
Polimeriza muito lentamente na maior parte das superfícies metálicas.

Produto anaeróbico tixotrópico adequado à vedação de superfícies metálicas.


Assegura um contacto total entre as superfícies com folga máxima de 0,10 mm, preenchendo
Loctite 573 também os micro-espaços devidos a imperfeições de planaridade.
Cor: Verde
Polimeriza muito lentamente na maior parte das superfícies metálicas e requer a utilização de
activador.

Produto anaeróbico usado como vedante líquido para a vedação de uniões roscadas de
Loctite 576 grandes dimensões (até 2”).
Cor: castanho escuro Polimeriza muito lentamente e é adequado também para as ligas não ferrosas e de peças que
prevêem desmontagens posteriores.

00-16
MATERIAIS TRAVA-ROSCAS, ADESIVOS, VEDANTES E DE LUBRIFICAÇÃO

FUNÇÃO DENOMINAÇÃO DESCRIÇÃO

Adesivo instantâneo cianoacrílico adequado para colar entre si superfícies ácidas e porosas
INSTANTÂNEOS

Loctite 401 de uma vasta gama de materiais, tais como cerâmica, madeira, borracha e plástico (excepto
ADESIVOS

Cor: incolor poliolefinas). Polimeriza em poucos segundos por efeito da humidade atmosférica presente
nas superfícies a colar, independentemente das condições ambientais.

Loctite 495 Adesivo instantâneo cianoacrílico adequado para colar borracha, materiais de plástico,
Cor: incolor mesmo em diversas combinações, incluindo os metais.

Silastic 738 Adesivo/vedante de silicone monocomponente, não ajustável, pronto a usar.


(Dow Corning) Polimeriza num sólido de consistência viscosa quando reage com a humidade do ar e
DE SILICONE
VEDANTES

Cor: branco permite eliminar as juntas tradicionais em junções elásticas, preenchendo também folgas
leitoso superiores a um milímetro.

Adesivo/vedante de silicone monocomponente, ajustável, pronto a usar.


Dirko Transparent Polimeriza rapidamente formando um sólido viscoso quando começa a polimerização por
Cor: transparente
efeito da humidade do ar e resiste também a temperaturas elevadas.
POLIURETANO
VEDANTES

Adesivo e vedante à base de pré-polímero de poliuretano altamente viscoso, adequado para


Betaseal HV3 colagens elásticas permanentes de alta resistência.
(Gurit Essex)
DE

Polimeriza lentamente e é usado para a colagem de vidros nas respectivas estruturas, redes
Cor: Preto
metálicas de protecção, chapas, etc. após o desengorduramento com primário.

Produto anaeróbico de rápida polimerização e alta resistência mecânica.


Loctite 601 É adequado para vedar e bloquear acoplamentos cilíndricos de deslizamento livre com
Cor: verde
folgas até 0,10 mm, para a fixação de eixos em rotores, carretos, rolamentos, polias,
fluorescente
casquilhos, etc.

Loctite 638 Adesivo estrutural anaeróbico de polimerização rápida e de altíssima resistência mecânica;
BLOQUEADORES

Cor: verde adequado para a fixação de acoplamentos cilíndricos de deslizamento livre de ligas não
fluorescente ferrosas.

Adesivo estrutural anaeróbico de polimerização rápida e de alta resistência mecânica;


Loctite 648 adequado para o bloqueio de acoplamentos cilíndricos de deslizamento livre, bloqueio
Cor: verde permanente de peças roscadas, vedação de sistemas de refrigeração, fixação de
fluorescente rolamentos, etc. É um produto alternativo ao Loctite 601 para utilização com temperaturas de
funcionamento mais altas.

Produto anaeróbico vedante e bloqueador para acoplamentos cilíndricos entre peças


Loctite 986/AVX metálicas. Polimeriza lentamente e oferece uma boa resistência mecânica e à temperatura,
Cor: vermelho
além de uma excelente resistência à pressão química.
fluorescente
Deve ser usado após a activação das peças.

Massa Massa multifunções de Lítio usado para lubrificar juntas, prevenir a oxidação e facilitar as
(NLGI 2 EP
ASTM D217: 265/295) operações de montagem.
LUBRIFICANTES

Composto lubrificante anti-desgaste, contendo bissulfeto de Molibdénio, usado puro ou


Molikote diluído percentualmente com óleo do motor nas fases de montagem de casquilhos de
(Dow Corning)
bancada dos motores endotérmicos.

Composto de PH neutro usado para proteger os pólos e os terminais dos acumuladores da


Vaselina
oxidação e da corrosão.

Óleo do motor Usado para a diluição do lubrificante anti-desgaste Molikote nas fases de montagem dos
10W - 30 motores endotérmicos.

00-17
TABELA DE CONVERSÃO DAS UNIDADES DE MEDIDA

TABELA DE CONVERSÃO DAS UNIDADES DE MEDIDA

CONVERSÃO DE UNIDADES INGLESAS EM CONVERSÃO DE UNIDADES MÉTRICAS EM


INGLESAS
inch x 25,40 = mm
foot x 0,305
mm x 0,0394 = inch
=m m x 3,281 = foot
yard x 0,914
Eng.miles x 1,609 = km m x 1,094 = yard
Sq.in. x 6,452 = cm² km x 0,622 = Eng.miles
Sq.ft. x 0,093
cm² x 0,155 = Sq.in.
= m² m² x 10,77 = Sq.ft.
Sq.yard x 0,835
Cu.in. x 16,39 = cm³ m² x 1,197 = Sq.yard
Cu.ft. x 28,36
cm³ x 0,061 = Cu.in.
= m³ m³ x 0,035 = Cu.ft
Cu.yard x 0,763
Imp.gall. x 4,547 m³ x 1,311 = Cu.yard
US gall. x 3,785 litros x 0,220 = Imp.gall.
= litros
pint x 0,568 litros x 0,264 = US gall.
quart x 1,137 litros x 1,762 = pint
US.gpm x 3,785 = /min litros x 0,880 = quart
oz. x 0,028 /min x 0,2642 = US.gpm
= kg
lb. x 0,454 kg x 35,25 = oz.
lb.ft. x 0,139 = kgm kg x 2,203 = lb.
lb.in. x 17,87 = kg/m kgm x 7,233 = lb.ft.
psi x 0,070 = kg/cm² kg/m x 0,056 = lb.in.
lb./Imp.gall x 0,100 kg/cm² x 14,22 = psi
= kg/
lb./US.gall x 0,120 kg/ x 10,00 = lb./Imp.gal.
lb./cu.ft. x 16,21 = kg/m³ kg/ x 8,333 = lb./US.gal.
lb.ft. x 1,356 = Nm kg/m³ x 0,062 = lb./cu.ft.
psi x 1,379 = bar Nm x 0,737 = lb.ft.
bar x 14,503 = psi
MÉTRICAS

00-18
ÍNDICE

SECÇÃO 10

ÍNDICE

1. TRANSMISSÃO.................................................................. 1 4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL ...................................... 27


• INTRODUÇÃO .................................................................... 1 • 4.1 HIDRÁULICO DIANTEIRO........................................... 27
• DESCRIÇÃO........................................................................ 2 • 4.2 TDF FRONTAL............................................................. 31
• 1.1 GRUPO DO INVERSOR ............................................... 3
5. SISTEMA HIDRÁULICO .................................................. 39
• 1.2 GRUPO HML................................................................ 4
• DESCRIÇÃO...................................................................... 39
• 1.3 GRUPO DA CAIXA DE VELOCIDADES (Versão com
HML)5 • 5.1 ESQUEMA HIDRÁULICO (versão base)..................... 40
• 1.4 GRUPO DA CAIXA DE VELOCIDADES E INVERSOR • 5.2 BOMBA DE ENGRENAGENS DO CIRCUITO DA
(Versão sem HML)........................................................ 6 DIRECÇÃO45
• 1.5 HASTE DE COMANDO DO MINI-REDUTOR ................ 7 • 5.3 BOMBA DE CARRETOS DO CIRCUITO DO
HIDRÁULICO.............................................................. 46
• 1.6 HASTE DE COMANDO DAS MUDANÇAS................... 8
• 5.4 DIRECÇÃO ASSISTIDA.............................................. 48
• 1.7 GRUPO DAS GAMAS E DO TRAVÃO DE MÃO........... 9
• 5.5 GRUPO DE BYPASS DO PERMUTADOR ................. 49
• 1.8 HASTE DE COMANDO DAS GAMAS E ALAVANCA DO
TRAVÃO DE • 5.6 GRUPO DE ELECTROVÁLVULAS DO INVERSOR .... 51
MÃO ........................................................................... 10 • 5.7 DISTRIBUIDOR DE SERVIÇOS AUXILIARES ............ 52
• 1.9 GRUPO DE ACTIVAÇÃO DA TRACÇÃO DUPLA....... 11 • 5.8 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DA LIGAÇÃO DE
• 1.10UNIDADE DIFERENCIAL............................................ 12 3 PONTOS DO HIDRÁULICO .................................... 55
• 1.11 GRUPO DOS TRAVÕES E PONTE TRASEIRA • 5.9 GRUPO DE ELECTROVÁLVULAS DOS SERVIÇOS .. 56
(Versão estreita) ......................................................... 13 • 5.10VÁLVULA DE TRAVAGEM DO REBOQUE................. 57
• 1.12GRUPO DOS TRAVÕES E PONTE TRASEIRA • 5.11DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO.... 61
(Versão larga) ............................................................. 14

2. TDF TRASEIRA ................................................................. 15


• 2.1 GRUPO DA EMBRAIAGEM DE COMANDO DA TDF. 16
• 2.2 TDF DE 2 VELOCIDADES .......................................... 19
• 2.3 TDF DE 2 VELOCIDADES E TDF SYNCRO ............... 20
• 2.4 TDF DE 3 VELOCIDADES .......................................... 21

3. PONTE DA FRENTE......................................................... 23
• 3.1 PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) ............................ 23

10-i
1. TRANSMISSÃO INTRODUÇÃO

1. TRANSMISSÃO

INTRODUÇÃO
• Esta série de tractores está disponível nas seguintes versões:
a - Transmissão de 5 mudanças sincronizadas com 3 gamas e mini-redutor (30AV + 15IND)
b - Transmissão de 5 mudanças sincronizadas com 3 gamas mecânicas e HLM (45AV + 45IND)
• No corpo traseiro da transmissão está também o mecanismo da TDF traseira, disponível nas seguintes versões:
a - TDF de 2 velocidades (540 - 540ECO)
b - TDF de 3 velocidades (540 - 540ECO - Syncro)
c - TDF de 3 velocidades (540 - 540ECO - 1000)
• Todas as versões são de tipo mecânico com carretos não sincronizados e comando electro-hidráulico do engate.

4 3 2 1

D0021070

GRUPOS PRINCIPAIS
1 - Corpo de união e grupo HML
2 - Grupo da caixa de velocidades, inversor e mini-redutor
3 - Grupo das mudanças de gamas e do diferencial
4 - TDF traseira

10-1
1. TRANSMISSÃO DESCRIÇÃO

DESCRIÇÃO
• A transmissão recebe o movimento do motor endotérmico e, através do grupo do inversor (1), o grupo da caixa de
velocidades e do mini-redutor (2), o grupo HML (3), e o grupo de comando de gamas (4) transmite o movimento ao
par cónico (5).
O movimento é depois transmitido às redutoras (6) e, em seguida, às rodas (7).
Entre o par cónico (3) e a redutora (6) está montado o dispositivo de travagem (8), que tem a função de travão de
serviço, enquanto que o travão de estacionamento está montado no eixo (9) de saída da tracção dupla.

2
1
AV MR

IN

E V L SR 5

6
3 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª

7
9 4

D0032490

10-2
1. TRANSMISSÃO 1.1 GRUPO DO INVERSOR

1. TRANSMISSÃO
1.1 GRUPO DO INVERSOR

1 2
3

12

11

D0035590
10 9 8

1- Volante 7- Eixo de comando da TDF traseira


2- Disco amortecedor 8- Pistão da marcha-atrás
3- Sensor de rotações do inversor 9- Embraiagem da marcha-atrás
4- Suporte 10 - Embraiagem da marcha à frente
5- Eixo de comando da marcha-atrás 11 - Flange
6- Eixo de comando da marcha à frente 12 - Pistão da marcha à frente

10-3
1. TRANSMISSÃO 1.2 GRUPO HML

1.2 GRUPO HML

1 2 3 4 5 6 7 8 9

11
15 14 13 12 10 D0035550

1- Tampa 9 - Coroa dentada


2- Cilindro da embraiagem da mudança L 10 - Carreto planetário
3- Embraiagem da mudança M 11 - Carreto satélite
4- Pistão da mudança M 12 - Veio distribuidor
5- Eixo de saída 13 - Disco de reacção da mudança M
6- Cilindro da embraiagem da mudança H 14 - Pistão da mudança L
7- Embraiagem da mudança H 15 - Embraiagem da mudança L
8- Porta-satélites

10-4
1. TRANSMISSÃO 1.3 GRUPO DA CAIXA DE VELOCIDADES (Versão com HML)

1.3 GRUPO DA CAIXA DE VELOCIDADES (Versão com HML)

2 3 4
1 5

8 9

10

15 14 13 12 11
16

18 17

D0035560

1- Eixo de entrada da marcha-atrás 7- Eixo de comando da TDF traseira 13 - Carreto mandado da 4ª mudança
2- Sensor de rotações 8- Eixo de saída das mudanças HML 14 - Carreto mandado da 3ª mudança
3- Roda fónica 9- Eixo de saída do grupo HML 15 - Sincronizador da 2ª e 3ª mudança
4- Carreto mandante da marcha-atrás 10 - Eixo primário 16 - Carreto mandado da 2ª mudança
5- Eixo de entrada da marcha à frente 11 - Carreto mandado da 5ª mudança 17 - Carreto mandado da 1ª mudança
6- Carreto mandante da marcha à frente 12 - Sincronizador da 4ª e 5ª mudança 18 - Sincronizador da 1ª mudança

10-5
1. TRANSMISSÃO 1.4 GRUPO DA CAIXA DE VELOCIDADES E INVERSOR (Versão sem HML)

1.4 GRUPO DA CAIXA DE VELOCIDADES E INVERSOR (Versão sem HML)

1 2 4
3
5 6 7 8
9
10

11

12

17 16 15 14 13
18

20 19

D0035570

1- Eixo de entrada da marcha-atrás 8- Carreto mandante do mini-redutor 15 - Carreto mandado da 4ª mudança


2- Sensor de rotações 9- Eixo de entrada das mudanças 16 - Carreto mandado da 3ª mudança
3- Roda fónica 10 - Eixo de comando da TDF traseira 17 - Sincronizador da 2ª e 3ª mudança
4- Carreto mandante da marcha-atrás 11 - Eixo de saída das mudanças 18- Carreto mandado da 2ª mudança
5- Eixo de entrada da marcha à frente 12 - Eixo primário 19 - Carreto mandado da 1ª mudança
6- Carreto mandante da marcha à frente 13 - Carreto mandado da 5ª mudança 20 - Sincronizador da 1ª mudança
7- Sincronizador do mini-redutor 14 - Sincronizador da 4ª e 5ª mudança

10-6
1. TRANSMISSÃO 1.5 HASTE DE COMANDO DO MINI-REDUTOR

1.5 HASTE DE COMANDO DO MINI-REDUTOR

2 3 1

7
4

D0035600

1- Alavancas de comando do mini-redutor


2- Cavilha
3- Haste de transmissão do mini-redutor
4- Veio distribuidor
5. Esfera
6- Haste de suporte das forquilhas
7- Sensor de engate do mini-redutor
8- Forquilha do mini-redutor

10-7
1. TRANSMISSÃO 1.6 HASTE DE COMANDO DAS MUDANÇAS

1.6 HASTE DE COMANDO DAS MUDANÇAS

3
7 8 9 10 11 12

5 6
4

1ª 2ª 3ª 4ª 5ª

D0035580

1- Veio distribuidor 8- Veio distribuidor


2- Alavanca de transmissão 9- Forquilha da 2ª e 3ª mudança
3- Alavanca das mudanças 10 - Parafuso
4- Haste de comando das mudanças 11 - Veio distribuidor
5. Esfera 12 - Forquilha da 4ª e 5ª mudança
6- Forquilha da 1ª mudança
7- Parafuso

10-8
1. TRANSMISSÃO 1.7 GRUPO DAS GAMAS E DO TRAVÃO DE ESTACIONAMENTO

1.7 GRUPO DAS GAMAS E DO TRAVÃO DE ESTACIONAMENTO

1 2 3 4 5 6

12 11 10 9 8 7 D0035610

1- Veio distribuidor de engate da gama rápida/média 8 - Discos do travão de mão


2- Carreto mandado da gama média 9 - Carreto mandado para tracção dupla e
3- Carreto mandado da gama lenta travão de mão
4- Veio distribuidor de engate da gama lenta 10 - Placa de reacção
5- Carreto mandante para tracção dupla e 11 - Carreto intermediário da gama lenta
travão de mão 12 - Carreto intermediário da gama média
6 - Pinhão
7 - Eixo da tracção dupla/travão de mão

10-9
1. TRANSMISSÃO 1.8 HASTE COMANDO GAMAS E ALAVANCA DO TRAVÃO DE ESTACIONAMENTO

1.8 HASTE COMANDO GAMAS E ALAVANCA DO TRAVÃO DE ESTACIONAMENTO

9 10 11 12 13

3 4
5 6 7

14 15
17
15

19

A
16 17 18 A-A
D0028290

1- Espaçador 6- Suporte 11 - Veio distribuidor 16 - Distanciador


2- Haste de transmissão das gamas 7- Veio distribuidor 12 - Forquilha da gama lenta 17 - Came
3- Alavanca das gamas 8- Haste de comando das gamas 13 - Esfera 18 - Distanciador
4- Mola 9- Forquilha das gamas rápida/média 14 - Alavanca do travão de mão 19 - Haste de comando do travão de mão
5- Espaçador 10 - Parafuso 15 - Flange

10-10
1. TRANSMISSÃO 1.9 GRUPO DE ENGATE DA TRACÇÃO DUPLA

1. TRANSMISSÃO
1.9 GRUPO DE ENGATE DA TRACÇÃO DUPLA

2 3 4

6
A

6 5

D0028300
A-A

1- Eixo de saída da tracção dupla


2- Mola
3- Veio distribuidor
4- Disco de tracção
5- Tubo de comando da tracção dupla
6- Veio distribuidor

10-11
1. TRANSMISSÃO 1.10 GRUPO DO DIFERENCIAL

1.10 GRUPO DO DIFERENCIAL

2
4
1
5
6

10 9 D0021530

1- Pinhão
2- Rolamento do pinhão
3- Suporte do diferencial
4- Veio distribuidor de bloqueio do diferencial
5- Carreto planetário
6- Carreto satélite
7- Coroa do diferencial
8- Suporte do diferencial
9- Carreto planetário
10 - Caixa do diferencial

10-12
1. TRANSMISSÃO 1.11 GRUPO DOS TRAVÕES E PONTE TRASEIRA (Versão estreita)

1. TRANSMISSÃO
1.11 GRUPO DOS TRAVÕES E PONTE TRASEIRA (Versão estreita)

5 6 7 8

1 2 3 4

10

12 11 D0028310

1- Semi-eixo 7- Disco de reacção


2- Anel de vedação 8- Disco de atrito
3- Rolamento 9- Pistão
4- Rolamento 10 - Semi-eixo
5- Carreto planetário 11 - Suporte do diferencial
6- Coroa dentada 12 - Porta-satélites

10-13
1. TRANSMISSÃO 1.12 GRUPO DOS TRAVÕES E PONTE TRASEIRA (Versão larga)

1. TRANSMISSÃO
1.12 GRUPO DOS TRAVÕES E PONTE TRASEIRA (Versão larga)

10

6 7 8 9

4 5

1 2 3

11

13 12 D0021520

1- Semi-eixo 8- Disco de reacção


2- Anel anti-pó 9- Disco de atrito
3- Rolamento 10 - Pistão
4- Anel de vedação 11 - Semi-eixo
5- Rolamento 12 - Suporte do diferencial
6- Carreto planetário 13 - Porta-satélites
7- Coroa dentada

10-14
2. TDF TRASEIRA

2. TDF TRASEIRA

DESCRIÇÃO
A tomada de força traseira é um dispositivo que permite transmitir às alfaias um binário motor a uma velocidade de rotação
predefinida.
O movimento rotativo é transmitido directamente pelo motor e a activação da TDF é controlada pelo operador com o botão
no lado direito do posto do operador.
O engate da TDF traseira, para as velocidades 540, E40ECO e 1000, é controlado pelo grupo da embraiagem da TDF e é
de tipo electro-hidráulico enquanto que, para a TDF Syncro (apenas para os tractores dotados), é efectuado através de um
comando mecânico.
A TDF traseira é fornecida em 3 versões com duas ou três velocidades de rotação:
a- TDF 540-540 ECO
b- TDF 540-540 ECO Syncro
c- TDF 540-540 ECO-1000
A característica da velocidade Syncro é ser directamente proporcional à velocidade de rotação das rodas traseiras
segundo uma relação fixa entre as rotações do veio da TDF e as rotações das rodas.

Tabela de relações de velocidade da TDF

Velocidade da TDF
Relação Relação
Tipo de TDF rotações do motor/
mecânica rotações da TDF Velocidade do Velocidade real
motor

540 14/51 3,6429 1967 604

540 ECO 18/52 2,8889 1560 762

1000 23/47 2,0435 2043 1077

Tabelas de relações de velocidade da TDF Syncro

Rotações do veio da TDF Syncro por cada rotação do semi-eixo


Modelo
30 km/h 40 km/h

70-75-90-100 CV (Versão S - V) 9,47 9,45

70-75-90-100 CV (Versão S baixa) – 8,925

Rotações do veio da TDF Syncro por metro de deslocação


Versões Pneus
30 km/h 40 km/h

360/70 R 24” 2,79 2,78

380/70 R24” 2,69 2,69

S-V 420/70 R 24” 2,55 2,55


13.6 R 28” 2,47 2,47

420/70 R 28” 2,35 2,35

380/70 R 20” – 2,79

S baixa 11.2 R 24” – 2,76

320/70 R 24” – 2,76

10-15
2. TDF TRASEIRA 2.1 GRUPO DA EMBRAIAGEM DE COMANDO DA TDF

2.1 GRUPO DA EMBRAIAGEM DE COMANDO DA TDF

5
7

8 9

D0021880

1- Cubo
2- Embraiagem de activação da TDF
3- Corpo
4- Caixa da embraiagem
5- Embraiagem do travão da TDF
6- Mola de retorno do pistão
7- Cilindro do acumulador
8- Mola do acumulador
9- Pistão do acumulador

10-16
2. TDF TRASEIRA 2.1 GRUPO DA EMBRAIAGEM DE COMANDO DA TDF

FUNCIONAMENTO

1- Quando a TDF é activada


• Quando o operador comanda a activação da TDF, a electroválvula (1) é activada e o óleo sob pressão que chega da
válvula de regulação (2) flui para o tubo a.
• O óleo sob pressão que chega da válvula de regulação (2) é enviado para a câmara b do acumulador (3).
• Com o aumento de pressão na câmara b, a força da pressão no pistão (4) comprime a mola (5).
O aumento do curso do pistão (4) corresponde a um aumento da pressão na câmara b e na câmara c do pistão (6).
Por isso, a pressão de activação da embraiagem é modulada na gama de pressão entre 2 e 11 bar.
• O movimento do pistão (6) para a esquerda, para além de activar a embraiagem (7) desengata o travão (8), permitindo
assim a rotação da TDF.

4
5
c 3 2

b
a 1

D0021540
7 6 8

10-17
2. TDF TRASEIRA 2.1 GRUPO DA EMBRAIAGEM DE COMANDO DA TDF

2- Quando a TDF é desactivada


• O desengate da TDF é feito desactivando a electroválvula (1).
• O óleo sob pressão no tubo a é enviado para o circuito de descarga através da electroválvula (1).
• Com a diminuição de pressão no tubo a, a força da mola empurra o pistão (3) para baixo e a força da mola (9) empurra
o pistão (6) para a direita, colocando-o de novo na posição de repouso.
• Ao mesmo tempo, o movimento do pistão (6) comprime a embraiagem (8), provocando a travagem da TDF.

4
5
3 2

b
a 1

D0021550 7 6 8

10-18
2. TDF TRASEIRA 2.2 TDF DE 2 VELOCIDADES

2. TDF TRASEIRA
2.2 TDF DE 2 VELOCIDADES

2 3 4 5 6 12 13 14

7
15
8

16
10 17

11

D0021600

1- Eixo de entrada da TDF 6- Rolamento (70 CV) 11 - Carreto selector 15 - Haste de selecção da
2- Veio distribuidor 7- Rolamento (75-90-100 CV) 12 - Forquilha de selecção velocidade
3- Rolamento (55-70 CV) 8- Carreto mandado 13 - Alavanca 16 - Patim
4- Rolamento (75-90-100 CV) 9- Rolamento 14 - Sensor da velocidade 17 - Alavanca de selecção da
5- Eixo mandante 10 - Eixo de saída seleccionada velocidade

10-19
2. TDF TRASEIRA 2.3 TDF DE 2 VELOCIDADES E TDF SYNCRO

2.3 TDF DE 2 VELOCIDADES E TDF SYNCRO

2 3 4 5 16 17

1
6

15

18
9 10
19

14

10
13 12 11

D0021590

1- Eixo de entrada da TDF 8- Eixo de saída 15 - Haste de selecção da velocidade


2- Veio distribuidor 9- Veio distribuidor de selecção 16 - Forquilha
3- Rolamento 10 - Carreto mandante da TDF Syncro 17 - Sensor da velocidade seleccionada
4- Eixo mandante 11 - Carreto mandado (velocidade baixa) 18 - Patim
5- Rolamento 12 - Carreto mandado (velocidade alta) 19 - Alavanca de selecção da velocidade
6- Carreto mandado do tubo da TDF Syncro 13 - Eixo de entrada da TDF Syncro
7- Rolamento 14 - Carreto intermediário da TDF Syncro

10-20
2. TDF TRASEIRA 2.4 TDF DE 3 VELOCIDADES

2.4 TDF DE 3 VELOCIDADES

2 3 4 5 13 14

1
6

12

15
16

9
11 10

D0029720

1- Eixo de entrada da TDF 9- Veio distribuidor de selecção


2- Veio distribuidor 10 - Carreto mandante (540 E)
3- Rolamento 11 - Carreto mandado (540)
4- Eixo mandante 12 - Haste de selecção da velocidade
5- Rolamento 13 - Forquilha
6- Carreto mandado (1000) 14 - Sensor da velocidade seleccionada
7- Rolamento 15 - Patim
8- Eixo de saída 16 - Alavanca de selecção da velocidade

10-21
PÁGINA DEIXADA
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
3. PONTE DA FRENTE 3.1 PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

3. PONTE DA FRENTE
3.1 PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

B B

T1
= =

A A
X

0
T1+2
D0028320

DADOS TÉCNICOS
VIA C ÂNGULO DE DIRECÇÃO X

Versão sem travões 933 50°

Versão estreita com travões 1011 60°

Versão larga com travões 1124 60°

RELAÇÃO MECÂNICA (rotações da roda dianteira/rotações da roda traseira)


VERSÕES 30 km/h 40 km/h

S baixa 70-75-90-100 CV – 1,4944

V 70-75-90-100 CV 1,5851 1,5822

S 70-75-90-100 CV 1,5851 1,5822

10-23
3. PONTE DA FRENTE 3.1 PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

3.1.1 REDUTORA FINAL (Versão com travões)

7 8 9
6 10
5
11
4

3
12
2
13

14
15
21
16

19 17
20
19
18 D0028330

1- Bujão do nível do óleo 9- Caixa articulada 17 - Anel anti-pó


2- Tampa 10 - Cavilha superior 18 - Cavilha inferior
3- Porta-satélites 11 - Anel anti-pó 19 - Rolamento de esferas
4- Coroa dentada 12 - Rolamento superior 20 - Carreto satélite
5- Anel de vedação 13 - Semi-eixo 21 - Cavilha
6- Disco de atrito 14 - Rolamento de rolos
7- Disco de aço 15 - Anel de vedação
8- Pistão do travão 16 - Rolamento inferior

10-24
3. PONTE DA FRENTE 3.1 PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

3.1.2 REDUTORA FINAL (Versão sem travões)

5 6
4 7

3
8

2 9

10
11
17
12

15
16 13
15 D0028340

14

1- Bujão do nível do óleo 10 - Rolamento de rolos


2- Tampa 11 - Anel de vedação
3- Coroa dentada 12 - Rolamento inferior
4- Anel de vedação 13 - Anel anti-pó
5- Caixa articulada (porta-satélites) 14 - Cavilha inferior
6- Cavilha superior 15 - Rolamento de esferas
7- Anel anti-pó 16 - Carreto satélite
8- Rolamento superior 17 - Cavilha
9- Semi-eixo

10-25
3. PONTE DA FRENTE 3.1 PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

3.1.3 PINHÃO, DIFERENCIAL E BLOQUEIO DO DIFERENCIAL

2
1

3
4
5
19 23
6 22

18 21

7 24
7

17

8
16 3 9
10
20 D0028350

11
15
12

13
14

1- Corpo da ponte 9- Rolamento 17 - Rolamento


2- Coroa do diferencial 10 - Espaçador 18 - Carreto solar
3- Carreto satélite 11 - Rolamento 19 - Suporte do diferencial
4- Carreto solar 12 - Anel de vedação 20 - Pistão
5- Suporte do diferencial 13 - Espaçador 21 - Mola do amortecedor
6- Dispositivo de bloqueio do diferencial 14 - Anilha 22 - Mola de retorno
7- Semi-eixo 15 - Pinhão 23 - Alavanca de engate do bloqueio do diferencial
8- Rolamento 16 - Suporte do diferencial 24 - Patim

10-26
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.1 HIDRÁULICO FRONTAL

4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL

DESCRIÇÃO
Esta série de tractores pode estar equipada com hidráulico frontal e TDF frontal.
Estes dispositivos permitem ligar alfaias suplementares (por exemplo podadoras de videiras, pulverizadores, etc.) que
precisam de ser transportadas para a parte da frente do tractor e ser accionadas com uma tomada de força de velocidade
constante.
Além do hidráulico frontal e da tomada de força, estão também disponíveis na parte da frente do tractor 6 ou 10 ligações
rápidas que são usadas para alimentar as alfaias suplementares.

4.1 HIDRÁULICO FRONTAL


DESCRIÇÃO
O hidráulico frontal é de tipo de efeito simples.
Para comandar a subida, accione o distribuidor n.°2 (1) com a alavanca no lado direito ao posto do operador.
FUNCIONAMENTO
1 - Quando se comanda a subida
O óleo sob pressão que chega do distribuidor (1) passa pela válvula (2) de regulação da velocidade de descida e é
enviado para os cilindros (3).
Por isso, os cilindros (3) começam a encolher e as barras (4) do hidráulico levantam-se.

3 1

2
P
v0= 0.7 L A A A
p0= 130 bar T
B B B
70 bar

Q regol.
9 L/min

D0028520

10-27
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.1 HIDRÁULICO FRONTAL

2- Quando o hidráulico está na posição de trabalho


Na posição de trabalho, o circuito de comando do hidráulico está fechado.
Para evitar danificar a ponte da frente, no circuito de comando do hidráulico está montada uma válvula de pressão
máxima (5) e um acumulador (6).
Estes dispositivos têm como objectivo absorver eventuais picos de pressão provocados por solavancos da alfaia
durante a deslocação, o que permite ao mesmo tempo manter a posição de trabalho.

1
3 5 6

2
P
v0= 0.7 L A A A
p0= 130 bar T
B B B
70 bar
Q regol.
9 L/min

D0028530
4

3- Quando se comanda a descida


Quando se comanda a descida, o óleo no circuito de comando do hidráulico é descarregado através do distribuidor
(1).
Embora o operador possa regular a velocidade de descida do hidráulico com a alavanca do comando, como
segurança foi inserida a válvula de regulação (2) da velocidade de descida, que limita o fluxo do óleo para o
distribuidor diminuindo a velocidade de descida independentemente da carga suspensa nas barras (4).

1
3 5 6

2
P
v0= 0.7 L A A A
p0= 130 bar T
B B B
70 bar
Q regol.
9 L/min

D0028540
4

10-28
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.1 HIDRÁULICO FRONTAL

4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL


4.1 HIDRÁULICO FRONTAL
4.1.1 COMPONENTES PRINCIPAIS

3
3

4 1

D0028360

4 5

COMPONENTES
1 - Barras inferiores
2 - Cilindros de elevação
3 - Suporte dos cilindros
4 - Suporte de articulação
5 - Grupo do amortecedor

10-29
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.1 HIDRÁULICO FRONTAL

4.1.2 GRUPO DO AMORTECEDOR

T1

T2 T3
2
P2 P2

P3 1 P3

P1
ESQUEMA HIDRÁULICO

T3 T1

T2
v0= 0.7 L
p0= 130 bar
3

P1
P2
1
P3
70 bar

P1

2
D0028370

COMPONENTES LIGAÇÕES
1 - Válvula de retenção P1 - Do distribuidor de serviços auxiliares traseiro
2 - Válvula de pressão máxima P2 - Para o cilindro do hidráulico direito (lado da
3- Acumulador cabeça)
P3 - Para o cilindro do hidráulico esquerdo (lado da
cabeça)
T1 - Descarga
T2 - Para o cilindro do hidráulico direito (lado base)

10-30
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.2 TDF FRONTAL

4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL


4.2 TDF FRONTAL
DESCRIÇÃO
A tomada de força frontal é um dispositivo que permite transmitir às alfaias um binário do motor a uma velocidade de
rotação predefinida.
O movimento rotativo é transmitido directamente pelo motor através de uma junta elástica montada na polia da cambota.
A activação da TDF é controlada pelo operador com o interruptor no lado direito do painel de painel de instrumentos
frontal.
Por isso, a activação da TDF é feita pelo grupo da embraiagem e é de tipo electro-hidráulico.
A TDF frontal é fornecida com uma relação de velocidade fixa entre as rotações do motor e a velocidade de rotação do veio
da TDF (23/40=1/2,13).
A TDF frontal é também completamente independente do circuito hidráulico do tractor e, em caso de inutilização
prolongada, pode ser desligada do motor, reduzindo os consumos.

3 P A 4
32 cm3
0.8-8.0 bar A

16 bar P T
L L
ø1

4 bar 25 micr.

ø1.2

P T

Front PTO housing


D0028380

1- Filtro de aspiração (200 µm)


2- Bomba (máx 7 /min)
3- Embraiagem da TDF
4- Grupo da electroválvula da TDF

10-31
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.2 TDF FRONTAL

4.2.1 BOMBA DE ALIMENTAÇÃO DA TDF

P
2
1
3

2 3
ESQUEMA HIDRÁULICO

S
D0028390

COMPONENTES LIGAÇÕES
1 - Tampa da bomba P - Descarga para o grupo da electroválvula
2 - Carreto mandado S - Aspiração
3 - Carreto mandante
4 - Corpo da bomba

10-32
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.2 TDF FRONTAL

4.2.2 GRUPO DA ELECTROVÁLVULA DE COMANDO DA TDF

T
A

ESQUEMA HIDRÁULICO

1 A

A 1

2 P T 5
4 25 micr.

3 L

16 bar
ø1

4 bar

ø1.2

2
P T

5 4 3 D0028400

COMPONENTES LIGAÇÕES
1 - Electroválvula de accionamento da TDF P - Alimentação
2 - Válvula de regulação da pressão de lubrificação T - Descarga
3 - Estrangulador A - Para o grupo da embraiagem da TDF
4 - Válvula de segurança L - Lubrificação
5 - Filtro (15 µm)
PRESSÕES DE FUNCIONAMENTO
TDF desligada: máx. 5 bar
TDF ligada: mín. 15 bar - máx. 18 bar

10-33
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.2 TDF FRONTAL

4.2.3 EMBRAIAGEM DE COMANDO DA TDF

2
A
1 3

B 4
B

A
6 5

L 7

P
8 9

B-B D0028410

A-A

COMPONENTES LIGAÇÕES
1 - Carreto mandante P - Comando da embraiagem
2 - Embraiagem de activação da TDF L - Lubrificação
3 - Corpo
4 - Caixa da embraiagem
5 - Embraiagem do travão da TDF
6 - Mola de retorno
7 - Cilindro do acumulador
8 - Molas do acumulador
9 - Pistão do acumulador

10-34
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.2 TDF FRONTAL

FUNCIONAMENTO

1- Quando a TDF é activada


• Quando o operador comanda a activação da TDF, a electroválvula (1) é activada e o óleo sob pressão que chega da
válvula de regulação (2) flui para o tubo a.
• O óleo sob pressão que chega da válvula de regulação (2) é enviado para a câmara b do acumulador (3).
• Com o aumento de pressão na câmara b, a força da pressão no pistão (4) comprime a mola (5).
O aumento do curso do pistão (4) corresponde a um aumento da pressão na câmara b e na câmara c do pistão (6).
Por isso, a pressão de activação da embraiagem é modulada na gama de pressão entre 2 e 11 bar.
• O movimento do pistão (6) para a esquerda, para além de activar a embraiagem (7) desengata o travão (8), permitindo
assim a rotação da TDF.

4
5
c 2
3
b
a 1

D0028420

7 6 8

10-35
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.2 TDF FRONTAL

2- Quando a TDF é desactivada


• O desengate da TDF é feito desactivando a electroválvula (1).
• O óleo sob pressão no tubo a é enviado para o circuito de descarga através da electroválvula (1).
• Com a diminuição de pressão no tubo a, a força da mola empurra o pistão (3) para baixo e a força da mola (9) empurra
o pistão (6) para a direita, colocando-o de novo na posição de repouso.
• Ao mesmo tempo, o movimento do pistão (6) comprime a embraiagem (8), provocando a travagem da TDF.

4
5
3
2

b
a
1

9 D0028430

7 6 8

10-36
4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL 4.2 TDF FRONTAL

4. HIDRÁULICO E TDF FRONTAL


4.2 TDF FRONTAL
4.2.4 TDF FRONTAL

9 10
12 13

6 7 8
11

CONDIÇÃO DE TDF DESLIGADA

3
2

15

14

D0028550

COMPONENTES
1 - Suporte frontal 6- Bujão 11 - Anel de vedação
2 - Flange 7- Anel de retenção 12 - Junta elástica
3 - Veio da TDF 8- Eixo de entrada 13 - Polia
4 - Anel de vedação 9- Bomba de alimentação da TDF 14 - Tampa
5 - Espaçador 10 - Grupo da embraiagem 15 - Carreto mandado

10-37
PÁGINA DEIXADA
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
5. SISTEMA HIDRÁULICO DESCRIÇÃO

5. SISTEMA HIDRÁULICO

DESCRIÇÃO
Esta série de tractores está equipada com um sistema hidráulico dividido em dois componentes principais:
A - Circuito da direcção e serviços.
B - Circuito do hidráulico e distribuidor dos serviços auxiliares.
Cada um destes circuitos é assistido por uma bomba hidráulica de carretos que tem o objectivo de converter a energia
fornecida pelo motor endotérmico em energia hidráulica.
O caudal das bombas é distribuído aos dispositivos que controlam e enviam o óleo sob pressão para os actuadores que,
por sua vez, convertem a energia hidráulica em energia mecânica.

6 7 8 9

A 10 11

B
5

4 12

13

18

2 14
3 17 16 15

D0028440

1- Filtro de aspiração 10 - Distribuidor de comando da ligação de 3 pontos


2- Bomba de carretos do circuito da direcção 11 - Distribuidor de serviços auxiliares
3- Bomba de carretos do hidráulico 12 - Distribuidor de comando do hidráulico
4- Direcção assistida 13 - Cilindro de comando do hidráulico
5- Cilindro de direcção 14 - Distribuidor de serviços auxiliares de 6 vias frontal
6- Dispositivo de activação da tracção dupla 15 - Válvula do travão hidráulico do reboque
7- Dispositivo de activação do bloqueio do diferencial 16 - Lubrificação do eixo secundário e HML
8- Embraiagem de activação da TDF traseira 17 - Ejector
9- Grupo de electroválvulas dos serviços 18 - Grupo de electroválvulas HML

10-39
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.1 ESQUEMA HIDRÁULICO (versão base)

5.1 ESQUEMA HIDRÁULICO (versão base)

5.1.1 CIRCUITO DA DIRECÇÃO E SERVIÇOS

8 1 L/min max 1 L/min max 12


AV RM
7
10
6 p0= 10 bar
v0= 0.16 lt

7.5 bar
9

RM
AV
40 bar
11
L R 4 bar
4 2
5

S2 3 1 S1
0.5 bar

M12x1.5
300 mm
P
T

100 bar

15
P
3
32 cm
4 14
1.5-11 bar

ø5
M12x1.5

1- Filtro de aspiração (90 µm) 270 cm


3
0.5 L/min max
2- Bomba hidráulica (16 cc/rotação) 0.5-1 L/min

3- Filtro de descarga (19 µm - β >1000) 3


4- Alarme acústico
5- Direcção assistida 13 M12x1.5

ø4.0

ø4.5
3.4 bar

2.4 bar

M12x1.5
6- Válvula de compensação da direcção

M12x1.5
19±mm (c)
þ > 1000

ø1.1

11 bar
7- Cilindro da direcção A A A
8- Permutador
9- Grupo de bypass do permutador P T P T P T
(12.1-38.1 L/min)
16 cm /giro 3

10 - Acumulador 500 mm 500 mm

11 - Grupo das electroválvulas do inversor

ø2
12 - Grupo do inversor
2 16 17
13 - Grupo da válvula de manutenção e das Sx Dx 18 bar

electroválvulas de serviços
14 - Dispositivo de bloqueio do diferencial traseiro 700-2200 RPM
i = 53/49
5 bar

15 - Embraiagem de activação da TDF traseira


16 - Lubrificação do eixo secundário M12x1.5

17 - Lubrificação do grupo do inversor ø1.2


18 - Ejector -0.5 bar

18
1 Tomada de pressão não instalada
na máquina 1 90 mm
D0036240

10-40
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.1 ESQUEMA HIDRÁULICO (versão base)

5.1 ESQUEMA HIDRÁULICO (versão full optional)

5.1.2 CIRCUITO DA DIRECÇÃO, SERVIÇOS E HML

1 L/min max 1 L/min max 14


7 L M H AV RM
6 10 11 12

9
0.7 L/min max

p0= 10 bar
L R v0= 0.16 lt L M H
8
5 M12x1.5 M12x1.5 M12x1.5

RM
AV
40 bar
A A 13
4 bar
4 2
P T P T
500 mm 500 mm
S2 3 1 S1
0.5 bar

T 0.5 bar

M12x1.5
150 bar 300 mm
P

1- Filtro de aspiração (90 µm)


P
4 2- Bomba hidráulica (19 cc/rotação)
19
3- Filtro de descarga (19 µm - β >1000)
ø5
3 4- Alarme acústico
M12x1.5

32 cm

16 1.5-11 bar
5- Direcção assistida
17 18
3
270 cm
6- Cilindro de direcção
7- Permutador
3 8- Grupo de bypass do permutador e válvulas
0.5 L/min max
HML
0.5-1 L/min
9- Acumulador
3.4 bar

2.4 bar

10 - Embraiagem da mudança L
19±mm (c)
þ > 1000

15 11 - Embraiagem da mudança M
M12x1.5

ø4.0

ø4.5
12 - Embraiagem da mudança H

M12x1.5
M12x1.5
ø1.1
13 - Grupo das válvulas do inversor
11 bar

A A A
14 - Grupo do inversor
15 - Grupo da válvula de manutenção e das
P T P T P T
(14.3-45.2 L/min)

electroválvulas de serviços
19 cm /giro 3

500 mm 500 mm 500 mm


16 - Dispositivo de engate da tracção dupla
20 21
17 - Dispositivo de bloqueio do diferencial da ponte
da frente
2
Sx Dx 18 bar 18 - Dispositivo de bloqueio do diferencial da ponte
traseira
700-2200 RPM
i = 53/49
5 bar
19 - Embraiagem de activação da TDF traseira
20 - Lubrificação do grupo da caixa de velocidades
M12x1.5 HML
ø1.2 21 - Lubrificação do grupo do inversor
-0.5 bar
22 - Ejector
22

1 90 mm
D0036230

10-41
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.1 ESQUEMA HIDRÁULICO (versão base)

1 Tomada de pressão não instalada


na máquina

5.1.3 CIRCUITO DO HIDRÁULICO E DISTRIBUIDOR DE SERVIÇOS AUXILIARES (Versão base)

210 bar

ø1.2
T

3
B A B A

T T
T

Lif Lower

6 bar

P E N P

Neutral
180 bar

T T

2
Sx Dx

Rear transmission housing


D0028470

1- Filtro de aspiração (160 µm)


2- Bomba hidráulica (22,5 cc/rotação) (rotação direita)
3- Distribuidor de serviços auxiliares de 4 vias
4- Distribuidor de comando do hidráulico
5- Cilindro de comando do hidráulico

1 Tomada de pressão não instalada na máquina

10-42
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.1 ESQUEMA HIDRÁULICO (versão base)

5.1.4 CIRCUITO DO HIDRÁULICO E DISTRIBUIDOR DE SERVIÇOS AUXILIARES (Versão com distribuidor auxiliar frontal de 4 vias)

14 14
Left stabilizer Right stabilizer
13 ø1 ø1 16
P
Right tie rod
6 7 190 bar

5-40 L/min.
LS RS

Q reg.
5 T2 T1
A A
15
v0= 0.7 L
p0= 130 bar
B
1
145 bar

P T T P 1
4 P2 A
N
RT1
Front LH side A T3 B
70 bar
T A A
2
RT2
A
B P3 P T T P
P1
P2 B
A
8 3

A
1 B
Q regol.
9 L/min
N T
Front RH side
ø1.8
P1
185 bar
180 bar

9 T P N

6 bar
P
T P

Residual
flow
P
10
Y1
Priority
0-25 L/min.
flow
Y2 N
3
18
17
210 bar
T B E
A
2 R2
12 11 19
Sx 14 11 P
B
11 bar

R1 A

Rear transmission housing


D0028480

1- Filtro de aspiração (160 µm) 7 - Grupo de válvulas do amortecedor 12 - União de travagem do reboque 18. Válvula de segurança
2- Bomba hidráulica (14+11cc/rotação) (rotação direita) 8 - Válvula de regulação da velocidade de descida do 13 - Tirante de regulação hidráulica 19 - Cilindro de comando do hidráulico
3. Regulador de fluxo hidráulico frontal 14 - Cilindro de regulação da barra
4- Distribuidor auxiliar de 4 vias frontal 9 - Torneira 15 - Distribuidor de comando da ligação de 3 pontos 1 Tomada de pressão não instalada na máquina
5- Válvula unidireccional 10 - Válvula de travagem hidráulica do reboque 16 - Distribuidor de serviços auxiliares de 6 vias
6- Hidráulico frontal 11 - Pressostato de baixa pressão do travão do reboque 17 - Distribuidor de comando do hidráulico

10-43
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.1 ESQUEMA HIDRÁULICO (versão base)

5.1.5CIRCUITO DO HIDRÁULICO E DISTRIBUIDOR DE SERVIÇOS AUXILIARES

(Versão com distribuidor auxiliar frontal de 6 vias)

Front RH side

Left stabilizer Right stabilizer


1 11 ø1 12 ø1 12
P
Front RH side
Right tie rod
4 5 190 bar
14

5-40 L/min.
T
LS RS

Q reg.
T2 T1
A A
13
3 v0= 0.7 L
E p0= 130 bar
B
1
145 bar
2 0 1
P T T P 1
DSE
P2 A

A3 RT1
T3 B
Front RH side 4 70 bar
2
A A
RT2
B3 T E Pr T A
P3 P T T P
Priority

P1
flow

P2 B
VDP
T 3
6
0-25 L/min.

190 bar
R A
RV1 Residual Q regol. N
flow P T
9 L/min
ø1.8
P1
185 bar
2 0 1

A2
7 T P N
1
Front RH side 5 6 bar

T P
B2
2 0 1

A1
P
Front LH side 6
8
Y1
B1
Y2 N
HPC
16
15
210 bar
T B E
A
2 R2
10
9 P 17
Sx 14 11 B
11 bar

R1 A

Rear transmission housing


1 - Filtro de aspiração (160 µm) D0028490 5 - Grupo de válvulas do amortecedor 9 - Pressostato de baixa pressão do travão do 13 - Distribuidor de comando da ligação de 3 17 - Cilindro de comando do hidráulico
2 - Bomba hidráulica (14 + 11 cc/rotação) 6 - Válvula de regulação da descida do reboque pontos
(rotação direita) hidráulico frontal 10 - União para travagem do reboque 14 - Distribuidor de serviços auxiliares de 6 vias
3 - Distribuidor auxiliar de 6 vias 7 - Torneira 11 - Tirante de regulação hidráulica 15 - Distribuidor de comando do hidráulico 1 Tomada de pressão não instalada na
4 - Hidráulico frontal 8 - Válvula do travão hidráulico do reboque 12 - Cilindro de regulação da barra 16 - Válvula de segurança máquina

10-44
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.2 BOMBA DE CARRETOS DO CIRCUITO DA DIRECÇÃO

5. SISTEMA HIDRÁULICO
5.2 BOMBA DE CARRETOS DO CIRCUITO DA DIRECÇÃO

D0021760

CARACTERÍSTICAS min
VERSÃO SEM HML
Cilindrada: 16 cc/rotação
VERSÃO COM HML
Pressão máxima de funcionamento: 155 bar
Cilindrada: 19 cc/rotação
Caudal máximo: 38,1 /min a 2200 rotações/ Pressão máxima de funcionamento: 155 bar

10-45
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.3 BOMBA DE CARRETOS DO CIRCUITO DO HIDRÁULICO

5.3 BOMBA DE CARRETOS DO CIRCUITO DO HIDRÁULICO


5.3.1 BOMBA PARA VERSÕES BASE (22,5 cc/rotação)

D0021770

CARACTERÍSTICAS
Cilindrada: 22,5 cc/rotação
Pressão máxima de funcionamento: 190 bar
Caudal máximo: 53,5 /min a 2200 rotações/min
Sentido de rotação: direita

10-46
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.3 BOMBA DE CARRETOS DO CIRCUITO DO HIDRÁULICO

5.3.2 BOMBA PARA VERSÕES COMPLETAS (14+11 cc/rotação)

A B

ESQUEMA HIDRÁULICO

14 11

A B

D0028500

CARACTERÍSTICAS
Cilindrada: 14+11 cc/rotação
Pressão máxima de funcionamento: 190 bar
Caudal máximo: 33,3+26,2 /min a 2200 rotação/min
Sentido de rotação: direita

10-47
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.4 DIRECÇÃO ASSISTIDA

5.4 DIRECÇÃO ASSISTIDA

L R

T P

ESQUEMA HIDRÁULICO

2WD: 100÷105 bar


4WD: 150÷155 bar

R
P

D0021680

FUNCIONAMENTO
• A direcção assistida é constituída por um distribuidor e por um doseador rotativo; o funcionamento destas unidades
é hidrostático.
• Quando o volante é accionado, o distribuidor envia o óleo que chega da bomba (por meio do doseador rotativo) a um
ou outro cilindro de direcção.
O doseador rotativo garante que o volume do óleo fornecido ao cilindro é proporcional ao ângulo de rotação do
volante.
• Em caso de avaria da bomba da unidade de direcção, o doseador funciona automaticamente como uma bomba
manual, garantindo a viragem de emergência.

CARACTERÍSTICAS

VERSÃO CALIBRAGEM DA VÁLVULA DE PRESSÃO MÁXIMA CILINDRADA


2RM 100÷105 bar 80 cc/rotação
4RM 150÷155 bar 80 cc/rotação

10-48
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.5 GRUPO DE BYPASS DO PERMUTADOR

5.5 GRUPO DE BYPASS DO PERMUTADOR

5.5.1 VERSÃO SEM HML

2
E

X
P
Z

P1
1

P2

View X

E View Z

T P2 P1

D0036270

LIGAÇÕES COMPONENTES
P- Alimentação 1 - Acumulador
P1 - Para o grupo de electroválvulas do inversor 2 - Válvulas de pressão máxima
P2 - Para o grupo de electroválvulas dos serviços
E- Do permutador
T- Para o ejector

10-49
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.5 GRUPO DE BYPASS DO PERMUTADOR

5.5.2 VERSÃO COM HML

5
E
T P
1
X 4

P1
3
M L

P2

View X
View Z
E L M H

A A
P
P T P T

0.5 bar

T P2 P1 T1 T2
D0035620

LIGAÇÕES COMPONENTES
P- Alimentação 1- Electroválvula de comando da mudança L
E- Do permutador 2- Electroválvula de comando da mudança H
H- Para a embraiagem da mudança H 3- Acumulador
M- Para a embraiagem da mudança M 4- Válvula de comando biestável
L- Para a embraiagem da mudança L 5- Válvula de pressão máxima
T- Para o ejector
P1 - Para o grupo de electroválvulas do inversor
P2 - Para o grupo de electroválvulas dos serviços

10-50
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.6 GRUPO DE ELECTROVÁLVULAS DO INVERSOR

5.6 GRUPO DE ELECTROVÁLVULAS DO INVERSOR

3
1

4
X
5

AV RM

4 2

AV RM S2 3 1 S1

300 mm

D0035630 View X
P T1 T2

ESQUEMA HIDRÁULICO

LIGAÇÕES COMPONENTES
P - Alimentação 1 - Electroválvula proporcional
RM - Para a embraiagem da marcha-atrás 2 - Electroválvula da marcha-atrás
AV - Para a embraiagem da marcha à frente 3 - Electroválvula da marcha à frente
4 - Tomada de pressão da marcha à frente
5 - Tomada de pressão da marcha-atrás
6 - Tomada de pressão de lubrificação do inversor

10-51
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.7 DISTRIBUIDOR DE SERVIÇOS AUXILIARES

5.7 DISTRIBUIDOR DE SERVIÇOS AUXILIARES


5.7.1 VERSÃO DE 4 VIAS TRASEIRA E FRONTAL

ESQUEMA HIDRÁULICO

1 2 1 2
B A B A

B B
T
P
A A E
P N
N
180 bar

T
4 3
3 4
D0021860

1. Elemento de flutuação
2. Elemento de efeito duplo
3. Válvula de pressão máxima
4. Parafuso de transformação efeito duplo/simples

5.7.2 VERSÃO DE 6 VIAS TRASEIRA

1 2 3 4 ESQUEMA HIDRÁULICO
6
B A B A B A
T

B B B
190 bar

T
A A A
P N P N
145 bar

Q reg.

5-40 L/min.

6
1 2 5 3 5 4
5
D0021870

1. Regulador de caudal
2. Elemento de efeito duplo
3. Elemento de efeito duplo
4. Elemento de flutuação
5. Parafuso de transformação efeito duplo/simples
6. Válvula de pressão máxima

10-52
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.7 DISTRIBUIDOR DE SERVIÇOS AUXILIARES

5.7.3 VERSÃO DE 6 VIAS FRONTAL

2
1
1

A1 A2 P A3

P
HPC

B1 B2 B3 3

4 2 3

B1 A1 B2 A2 B3 A3
T DSE
RV1
190 bar

2 2 2

0 0 0
HPC E E
R
Residual

1 1 1
flow

VDP Priority
flow Pr

0-25 L/min.
T

P T

1 4 1
ESQUEMA HIDRÁULICO D0028510

1. Elemento de efeito duplo


2. Válvula de pressão máxima
3. Válvula de transformação efeito simples/duplo
4. Regulador de caudal

10-53
PÁGINA DEIXADA
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.8 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DA LIGAÇÃO DE 3 PPONTOS HIDRÁULICA

5. SISTEMA HIDRÁULICO

5.8 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DA LIGAÇÃO DE 3 PPONTOS HIDRÁULICA


3 4 5
1 2 C
A 6
B

ESQUEMA HIDRÁULICO
Left stabilizer Right stabilizer
LS RS 8
A A COMPONENTES
T RS 7 5 1 - Electroválvula geral
2 - Válvula de segurança
6 P T T P
3 - Electroválvula de comando de
P1 LS
fecho do tirante
RT1 4 - Electroválvula de comando de
Right tie rod
A A
3 alongamento do tirante
RT2
4 5 - Electroválvula de comando de
P T T P alargamento do estabilizador
P2 direito
2 6 - Electroválvula de comando de
RT2 P2 RT1 alargamento do estabilizador
esquerdo
ø1.8
P1 7 - Electroválvula de comando de
P B N 185 bar

fecho do estabilizador esquerdo


T P N
C-C A C 7 10 8 - Electroválvula de comando de
6 bar fecho do estabilizador direito
T P 9 9 - Válvula de manutenção da pressão
8
1 10 - Estrangulador
LIGAÇÕES
P - Alimentação do distribuidor
T - Descarga
N - Para o distribuidor de serviços
auxiliares traseiro
P1 - Tomada de pressão
RT1 -Para o tirante do lado da base
RT2 -Para o tirante do lado da cabeça
LS - Para o cilindro do estabilizador
P1 esquerdo
10 RS - Para o cilindro do estabilizador
direito

A-A

B-B
D0028560
9

10-55
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.9 GRUPO DE ELECTROVÁLVULAS DE SERVIÇOS

5.9 GRUPO DE ELECTROVÁLVULAS DE SERVIÇOS

4 ESQUEMA HIDRÁULICO 3
5
11 12 10 PTO 9

DT DF L2

B-B

6 7 8 1
18 bar

C-C T L1

3
8 7 5
9

PTO LIGAÇÕES
10 P - Alimentação
DT - Para o engate da tracção dupla
DF
DF - Para o bloqueio do diferencial
PTO - Para a embraiagem de activação da TDF traseira
11 L1 - Para a lubrificação do grupo HML e eixo secundário
L2 - Para a lubrificação da TDF
A T - Descarga
1 2
COMPONENTES
L2 1 - Válvula de retenção
DT
2 - Bujão
L1
3 - Válvula unidireccional de restrição
4 - Mola da válvula de regulação do circuito de lubrificação
B B 5 - Válvulas de regulação do circuito de lubrificação
12 6 - Mola da válvula reguladora da pressão de serviços
P 7 - Válvula reguladora de pressão de serviços
C C 8 - Válvula de retenção
9 - Electroválvula de comando de activação da embraiagem
da TDF
A
10 - Electroválvula de comando de activação do bloqueio do
A-A diferencial
11 - Electroválvula de comando da desactivação da tracção
D0021890 dupla

10-56
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.10 VÁLVULA DE TRAVAGEM DO REBOQUE

5. SISTEMA HIDRÁULICO
5.10 VÁLVULA DE TRAVAGEM DO REBOQUE
VERSÃO ITÁLIA

FUNÇÃO
A válvula de travagem do reboque é montada quando é necessário fazer a travagem hidráulica do reboque.

FUNCIONAMENTO

3 P

2 B N 4

D0021840

1. Alavanca de activação da válvula na posição “1”


• Quando a alavanca (1) estiver na posição “1” (válvula activada) e não se carregar nos pedais do travão, no bocal
B está disponível uma pressão de 12,5 bar (181.3 psi).
• Esta pressão é constantemente fornecida ao reboque para desbloquear o travão de estacionamento.
Nesta condição, o pressostato (2) detecta uma pressão superior à pressão de calibragem e, por isso, a luz
avisadora (3) no painel de instrumentos apaga-se.
• Quando o operador puxa o travão de mão, é também accionada a alavanca (4).
Por isso, a pressão no bocal B é anulada e o pressostato (2), ao detectar a falta de pressão, acende a luz
avisadora (3) no painel de instrumentos.
• A pressão no bocal B é directamente proporcional à pressão no circuito dos travões do tractor.

2. Alavanca de activação da válvula na posição “O”


• Quando a alavanca (1) está na posição “O” (válvula desactivada), não existe pressão no bocal B.
Por isso, o pressostato (2) detecta a falta de pressão e acende a luz avisadora (3) no painel de instrumentos.
Nesta condição, a pressão existente no bocal B é sempre nula, independentemente da pressão no circuito dos
travões do tractor.

10-57
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.10 VÁLVULA DE TRAVAGEM DO REBOQUE

Y1

P o

1
o
N
E
Y2
B

ESQUEMA HIDRÁULICO
P

Y1
Y2
N

E
B T D0021810

LIGAÇÕES
P - Alimentação da válvula
N - Ao distribuidor de serviços auxiliares
B - Ao travão do reboque
T - Descarga
Y1-Y2 - Ligação ao sistema de travagem do tractor
E - Pressostato do travão de estacionamento

CARACTERÍSTICAS
• Pressão máxima de utilização no bocal N: 200 bar (2900 psi)
• Pressão mínima constante no bocal B: 12,5±2 bar (181.3±29 psi)
• Pressão máxima no bocal B: 135±5 bar (1885±72.5 psi)
• Caudal de alimentação: 20÷80 /min (5.3 -- 79.7 US.gpm)

10-58
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.10 VÁLVULA DE TRAVAGEM DO REBOQUE

VERSÃO EXPORT

FUNÇÃO
A válvula de travagem do reboque é montada quando é necessário fazer a travagem hidráulica do reboque.

FUNCIONAMENTO

B N

D0021820

• Quando os travões no bocal B não são accionados, não existe pressão.


• Quando o operador acciona os travões do tractor, a pressão no circuito controla a válvula de travagem e a pressão
no bocal B cresce proporcionalmente à pressão no circuito dos travões do tractor.

10-59
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.10 VÁLVULA DE TRAVAGEM DO REBOQUE

Y1

Y2
B

ESQUEMA HIDRÁULICO

P T
Y1

Y2
N B

D0021830

LIGAÇÕES
P - Alimentação da válvula
N - Ao distribuidor de serviços auxiliares
B - Ao travão do reboque
T - Descarga
Y1-Y2 - Ligação ao sistema de travagem do tractor
LS - Sinal Load Sensing

CARACTERÍSTICAS
• Pressão máxima de utilização no bocal N: 200 bar (2900 psi)
• Pressão mínima constante no bocal B: 0 bar (0 psi)
• Pressão máxima no bocal B: 130 +0 5 bar (1885 +0 72.5 psi)
• Caudal de alimentação: 20÷80 /min (5.3 -- 79.7 US.gpm)

10-60
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.11 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO

5. SISTEMA HIDRÁULICO
5.11 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO

19
B

11
F F
D D

E E

C C
B-B

P A-A

16 15
ESQUEMA HIDRÁULICO

11 10 2 19
LIGAÇÕES
A P - Alimentação do distribuidor
A - Comando do hidráulico
210 bar

ø1.2
COMPONENTES
A A ø2 T
1 - União
13 12 17
ø2
2 - Veio distribuidor da válvula de regulação da
14 7 velocidade de descida
C-C (Valvematic)
D-D
T 3 - Perno
17 T T
Lift Lower 4 - Mola da válvula de regulação da velocidade de
0.7x4
18 ø1.5
ø1 descida
8 5 - Espaçador
18 6 bar
6 - Mola de retorno do veio distribuidor de
7 P comando do hidráulico
4 7 - Veio distribuidor de comando do hidráulico
5
TT 8 - Pistão de comando da válvula unidireccional
3 D0021900 9 - Haste
16 12 10 - Válvula unidireccional
6 11 - Válvula de entrada
2 12 - Válvula de comando-permissão
9 10
13 - Mola da válvula de comando-permissão
14 - Espaçador
1
15 - Mola da válvula de permissão
E-E
16 - Válvula de permissão
A
17 - Válvula unidireccional
18 - Estrangulador

10-61
19 - Válvula de segurança

PÁGINA DEIXADA
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.11 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO

5. SISTEMA HIDRÁULICO
5.11 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO
FUNÇÃO
O distribuidor de comando do hidráulico tem a função de enviar óleo sob pressão ao cilindro de comando do hidráulico,
permitindo a subida e descida das alfaias.
Nele estão as seguintes válvulas:
• Válvula unidireccional (1)
• Válvula de regulação da velocidade de descida (Valvematic) (2)
• Válvula de entrada (3)
• Válvula de permissão (4)
• Válvula de comando/permissão (5)

1
2

4 D0021710

10-63
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.11 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO

FUNCIONAMENTO

1. Quando o hidráulico não é accionado (posição de ponto morto)


• O óleo sob pressão que vem da bomba (1) chega ao tubo a.
Uma vez que todas as passagens estão fechadas, a pressão aumenta e, quando a força exercida na válvula de
permissão (2) vence a força da mola (3), a válvula (2) é deslocada para a direita e permite a passagem do óleo de
descarga.

2 3
D0021720

10-64
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.11 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO

2. Quando se comanda a descida


• Quando o veio distribuidor (4) é deslocado para a direita, começa a descida do hidráulico, que se pode dividir em
duas fases:
• FASE 1
Ao deslocar o veio distribuidor (4) para a direita, põe-se em comunicação:
- o tubo b com o tubo c, fazendo com que o pistão (6) se desloque para a direita.
- o tubo d com o tubo h de descarga, fazendo com que a pressão diminua no tubo e.

6 e

c
b
d
4

2
D0021730

10-65
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.11 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO

• FASE 2
Ao deslocar o pistão (6) para a direita, a esfera (7) também é deslocada para a direita, pondo em comunicação a
câmara m da válvula de retenção (8) com o tubo e.
Por isso, a pressão na câmara m diminui e a força exercida no pistão (6) pela pressão na câmara n desloca a
válvula (8) para a direita, pondo em comunicação o tubo p com o tubo e e permitindo a passagem do óleo e a
descida do hidráulico.
Para regular a velocidade de descida, é utilizada a válvula de regulação (9) que, ao deslocar-se para baixo, limita
a passagem de óleo entre a porta t e o tubo p.

t n 6 e 7 8

D0021740

10-66
5. SISTEMA HIDRÁULICO 5.11 DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO

3. Quando se comanda a subida


• Quando o veio distribuidor (4) é deslocado para a esquerda, abrem-se as passagens entre os tubos b e d, f e g, a e e.
Quando as forças exercidas pela pressão no tubo e vence a força exercida pela pressão na câmara m, a válvula (8)
é deslocada para a direita e o óleo pode passar para o tubo p e daqui, pela válvula (9), para a porta t e para o cilindro
(10) do hidráulico.
Para aumentar a velocidade de subida, ou o caudal de óleo no cilindro (10) do hidráulico, foi instalada em paralelo ao
veio distribuidor (4) uma válvula unidireccional (11), que fornece óleo apenas durante a fase de subida

t e 8

10 m

p b
4

d
11 f

g
a

D0021750

10-67
ÍNDICE

SECÇÃO 20

ÍNDICE

1. INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO ............................... 1 • • 4.3.6 NOTAS INFORMATIVAS SOBRE O PROCEDIMENTO


• 1.1
ALL ROUND TESTER ......................................................... 1 DE CALIBRAGEM DAS EMBRAIAGENS ............... 39
• •
1.1.1 DESCRIÇÃO DO KIT............................................... 1 • • 4.3.7 NOTAS INFORMATIVAS SOBRE OS PARÂMETROS
• •
1.1.2 NOTAS PARA A CORRECTA UTILIZAÇÃO ............ 2 DE
• •
1.1.3 DESCRIÇÃO DO TESTER ........................................ 2 CALIBRAGEM DAS EMBRAIAGENS ..................... 40
• •
1.1.4 NOTAS GERAIS PARA A LIGAÇÃO E • • 4.3.8 NOTAS INFORMATIVAS SOBRE COMO MUDAR OS
ARRANQUE DO TESTER ........................................ 3 PARÂMETROS DURANTE A CALIBRAGEM
• • 1.1.5 SELECÇÃO DA LÍNGUA DE VISUALIZAÇÃO .......... 3 MANUAL ................................................................ 41
• • 1.1.6 CONFIGURAÇÃO DAS PORTAS DE SÉRIE ........... 5 • • 4.3.9 CALIBRAGEM AUTOMÁTICA DAS EMBRAIAGENS
DO
2. LIGAÇÃO DOS TESTERS ÀS CENTRALINAS ................. 7 INVERSOR ............................................................. 41
• • 4.3.10 CALIBRAGEM MANUAL DAS EMBRAIAGENS DO
• 2.1 LIGAÇÃO DO ART® PARA AS CENTRALINAS INVERSOR ............................................................. 44
DO HIDRÁULICO E DO MOTOR ........................................ 7
• 4.4 SUBSTITUIÇÃO DO PAINEL DE INSTRUMENTOS ..........48
3. INTRODUÇÃO AO SISTEMA ELECTRÓNICO DO • • 4.4.1 PROGRAMAÇÃO DO TIPO DE TRACTOR ............ 48
TRACTOR .......................................................................... 9 • • 4.4.2 INSERÇÃO DA CONSTANTE DAS RODAS........... 50
• • 4.4.3 PROGRAMAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADES DE
• 3.1 CENTRALINA DO MOTOR ................................................. 9 MEDIDA DA VELOCIDADE 52
• • 3.1.1 SISTEMA DE GESTÃO ELECTRÓNICA DO MOTOR.
9 • 4.5 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO ......54
• • 3.1.2 SISTEMA DE GESTÃO ELECTRÓNICO DO PRÉ- • • 4.5.1 CALIBRAGEM DA ALTURA MÁXIMA
AQUECIMENTO .................................................... 10 DO HIDRÁULICO ................................................... 54

• 3.2 CENTRALINA DO INVERSOR .......................................... 10 5. ALARMES......................................................................... 57


• • 3.2.1 SISTEMA DE GESTÃO ELECTRÓNICA DO
INVERSOR HIDRÁULICO...................................... 10 • 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR
• • 3.2.2 SISTEMA DE GESTÃO ELECTRÓNICA (CÓD. 2.8519.054.0/60) 57
DO GRUPO HML .................................................. 12 • • 5.1.1 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO PAINEL
DE INSTRUMENTOS ............................................. 57
• 3.3 PAINEL DE INSTRUMENTOS .......................................... 13 • • 5.1.2 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO PAINEL
• 3.4 CENTRALINA DO HIDRÁULICO ELECTRÓNICO ............ 14 DE INSTRUMENTOS (LUZ AVISADORA DE PRÉ-
• 3.5 SISTEMA CANBUS .......................................................... 15 AQUECIMENTO) .................................................... 57
• • 5.1.3 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO ART .. 58
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR ........................................... 17 • 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR
• 4.1 INTRODUÇÃO .................................................................. 17 (CÓD. 2.8519.030.0/60) ....................................................81
• • 5.2.1 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO
• 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR .............. 17
PAINEL DE INSTRUMENTOS................................ 81
• • 4.2.1 CONFIGURAÇÃO DO TIPO DE MOTOR
• • 5.2.2 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO ART .. 85
INSTALADO .......................................................... 17
• • 4.2.2 AFINAÇÃO DA ALAVANCA DO ACELERADOR • 5.3 ALARMES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS (CÓD.
MANUAL 19 2.8339.248.0) 135
• • 4.2.3 AFINAÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR........... 22 • • 5.3.1 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS ATRAVÉS DA
• • 4.2.4 CONFIGURAÇÃO DO TIPO DE PRÉ-AQUECIMENTO LUZ AVISADORA DE
24 “ALARME” ........................................................... 135
• • 4.2.5 CONFIGURAÇÃO DO PARÂMETRO DAS RODAS 26 • • 5.3.2 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO ART 136
• • 4.2.6 AFINAÇÃO DAS ROTAÇÕES DO RALENTI.......... 28 • 5.4 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO
• • 4.2.7 CANCELAMENTO DOS ALARMES ...................... 29 (CÓD. 0.011.2992.4/30) ..................................................141
• 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR ......... 31 • • 5.4.1 LISTA DE ALARMES POR INTERMITÊNCIA NO
• • 4.3.1 INICIALIZAÇÃO DA CENTRALINA........................ 31 BOTÃO DE COMANDO DO HIDRÁULICO .......... 141
• • 4.3.2 CONFIGURAÇÃO DO TIPO DE CAIXA DE • • 5.4.2 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO ART 142
VELOCIDADES 33
• • 4.3.3 CALIBRAGEM DO PEDAL DA EMBRAIAGEM...... 35
• • 4.3.4 CONFIGURAÇÃO DOS DISPOSITIVOS
OPCIONAIS........................................................... 36
• • 4.3.5 CANCELAMENTO DOS ALARMES ...................... 38

20-i
1. INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO 1.1 ALL ROUND TESTER

1. INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO
1.1 ALL ROUND TESTER
Para poder fazer uma análise correcta das avarias, pôr o tractor a trabalhar e verificar o correcto funcionamento dos
componentes eléctricos dos sistemas do hidráulico e do motor, está à disposição do operador um instrumento chamado
All Round Tester (adiante chamado ART).
Com o ART, o técnico é capaz de:
- visualizar os erros (avarias) verificados;
- calibrar ou afinar os sensores;
- visualizar os dados detectados pelas diferentes centralinas electrónicas (por ex. estado dos sensores) que gerem os
sistemas.
A troca de dados entre o ART e as centralinas é feita com uma tomada de diagnóstico instalada na cablagem que compõe
o tractor.
Por este motivo, o ART é fornecido com vários tipos de cabos de interface, que devem ser utilizados segundo o tipo de
tractor e as modalidades descritas nos respectivos manuais de oficina ou no CD contido no kit.
1.1.1 DESCRIÇÃO DO KIT
O ART é fornecido aos concessionários num estojo com os seguintes elementos:

1
9 2
7 8

4
6 5 3
F0057690

Pos Código Descrição Qtd


5.9030.730.6/30 Estojo completo 1
1 5.9030.730.0 All Round Tester 1
Cabo para diagnóstico do hidráulico traseiro tipo BOSCH EHR4 1
2 5.9030.681.3/10 Cabo para diagnóstico e programação do regulador electrónico, primeiro modelo 1
Cabo para diagnóstico do sistema SBA primeiro modelo 1
3 5.9030.681.7 Cabo adaptador para conector do radar 1
4 5.9030.681.5 Cabo adaptador para conector do sensor de velocidade das rodas 1
5 5.9030.681.4 Cabo para tomada de diagnóstico * 1
6 0.011.6178.4 Cabo adaptador para ligação à tomada de diagnóstico no braço 1
Cabo para ligação à tomada de diagnóstico da zona das centralinas do motor, caixa de
7 0.011.5445.4 1
velocidades e hidráulico
8 0.010.2154.2 Caixa da porta EEPROM 1
9 307.1056.8/60 CD ROM 1

* O cabo foi modificado a partir de 01/01/06 para permitir a ligação do ART a todas as centralinas. Contacte o SAT para mais
informações.

20-1
1. INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO 1.1 ALL ROUND TESTER

1.1.2 NOTAS PARA A CORRECTA UTILIZAÇÃO


O ART está protegido contra inversões de polaridade da bateria, picos de tensão positivos ou negativos de duração muito
curta (1 mseg).
Não tente ligar o ART a tomadas não adequadas e não utilize ligações externas ou extensões.
O visor é sempre retroiluminado para permitir a visibilidade em qualquer condição de iluminação.
O botão lateral permite regular o contraste. Se no visor não aparecer nada, é possível que o botão esteja colocado de uma
forma que torne invisíveis os dados visualizados no ecrã.
O tester funciona correctamente com temperaturas entre 0 e 40°C e convém desligá-lo a cada 30 minutos para aumentar
o ciclo de vida do aparelho.
Antes de desligar o ART da tomada de diagnóstico, coloque a chave de ignição em “O” (OFF).

1.1.3 DESCRIÇÃO DO TESTER

F0057700

O ART é composto por:


1 - Visor de cristais líquidos com retroiluminação
2 - Teclado alfanumérico com 16 teclas
3 - Botão de regulação do contraste do visor.
Permite regular o contraste. Se no visor não aparecer nada, é possível que o botão esteja colocado de uma forma que
torne invisível o campo de leitura.
4 - Porta paralela (a utilizar para ligação do ART a sistemas com unidades de controlo electrónicas fornecidas sem
microprocessadores).
5 - Porta de série (para ligar o ART a sistemas com centralinas electrónicas fornecidas com microprocessadores).

20-2
1. INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO 1.1 ALL ROUND TESTER

1.1.4 COMO LIGAR O APARELHO


Para ligar o tester ao sistema electrónico do tractor, proceda do seguinte modo:
1 - desligue o tractor e retire a chave de ignição;
2 - ligue o ART a uma tomada de diagnóstico;
3 - posicione a chave de ignição em “I” (ON).

Quando se liga o ART, visualiza-se o ecrã onde o S + L + H T E S T E R


aparelho testa o nível de carga da bateria. Se o nível de - - - - - - - - - - - - - - - -
tensão for inferior a 10V, a tensão não é suficiente para
ligar o ART às centralinas, enquanto que se a tensão for
superior a 15V pode ficar danificado. V E R S I O N E x x x
Após alguns segundos, o tester tenta a ligação ao
sistema electrónico e mostra um ecrã (que varia
segundo o modelo do tractor ou do conector de T E S T B A T T E R I A
ligação) onde o técnico pode ligar-se a uma centralina e I N C O R S O !
analisar o funcionamento dos componentes.
T E N S I O N E x x . x V

C O P Y R I G H T 1 9 9 1
E L . E N . S A S
M I L A N O

- - - - - - - - - - - - - - - -

1.1.5 SELECÇÃO DA LÍNGUA DE VISUALIZAÇÃO


O ART tem a possibilidade de visualizar as informações em várias línguas (configuração de fábrica: ITALIANO).
Para modificar a língua, proceda do seguinte modo.
1 - Desligue o tractor e retire a chave de ignição
2 - Ligue o ART a uma tomada de diagnóstico
3 - Carregue na tecla A do teclado e posicione a chave de ignição em “I” (ON).

4 - Digite a password 1 2 3 F.

P A S S W O R D :

20-3
1. INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO 1.1 ALL ROUND TESTER

5 - Carregue na tecla 1. C O N F I G U R A Z I O N E

M E N U

1 - S E L . L i n g u a

2 - P o r t e S e r i a l i

S C E L T A

E U S C I T A

6 - Carregue na tecla C e depois na tecla


correspondente à língua que deseja. S E L E Z I O N E L I N G U A
No exemplo descrito, carregou-se na tecla 2 e
depois escolheu-se o Inglês. D i s p o n i b i l i
7 - Carregue duas vezes na tecla E para sair
8 - Posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e 1 - I T A L I A N O
desligue o ART da tomada de diagnóstico.
2 - E N G L I S H
3 - D E U T S C H
4 - F R A N C A I S
5 - P O R T U G U E S
6 - E S P A N O L
A T T U A L E : I t a l i a n o
N U O V A : E N G L I S H

C p e r c a m b i a r e
E U S C I T A

20-4
1. INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO 1.1 ALL ROUND TESTER

1.1.6 CONFIGURAÇÃO DAS PORTAS DE SÉRIE


Os sistemas electrónicos dos tractores que podem ser ligados ao ART são diferentes entre si e utilizam pinos diferentes
da tomada de diagnóstico para a ligação às centralinas.
Por este motivo, é necessário configurar as portas de série para garantir a compatibilidade do ART com todos os sistemas
electrónicos SAME.
Para poder modificar a configuração das portas de série, proceda do seguinte modo.
1 - Desligue o tractor e retire a chave de ignição
2 - Ligue o ART a uma tomada de diagnóstico
3 - Carregue na tecla A do teclado e posicione a chave de ignição em “I” (ON)

4 - Digite a password 1 2 3 F.

P A S S W O R D :

5 - Carregue na tecla 2. C O N F I G U R A Z I O N E

M E N U

1 - S E L . L i n g u a

2 - P o r t e S e r i a l i

S C E L T A

E U S C I T A

20-5
1. INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO 1.1 ALL ROUND TESTER

6 - Active todas as portas de série carregando sete C O N F I G . S E R I A L I


vezes na tecla 1.
7 - Carregue duas vezes na tecla E para sair. A t t u a l e 1 0 0 0 1 1 1
8 - Posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e N u m . S e r . 7 6 5 4 3 2 1
desligue o ART da tomada de diagnóstico. N U O V A 1 1 1 1 1 1 1

1 - A b i l i t a P o r t e
0 - D i s a b i l i t a P .

E U S C I T A

20-6
2. LIGAÇÃO DO TESTER ÀS CENTRALINAS2.1 LIGAÇÃO ART® PARA AS CENTRALINAS DO HIDRÁULICO E DO

2. LIGAÇÃO DO TESTER ÀS CENTRALINAS


ATENÇÃO
Antes de ligar o ART®, desligue o motor e retire a chave de ignição.

2.1 LIGAÇÃO ART® PARA AS CENTRALINAS DO HIDRÁULICO E DO MOTOR

X11

F0120900

1- Ligue o cabo (1) (cód. 5.9030.861.4) ao ART® (2) (cód. 5.9030.730.0).


2- Insira o conector (3) no conector X11 posicionado no interior do painel de instrumentos no lado direito.
3- Verifique se os conectores (3) e X11 estão bem ligados.
4- Insira a chave de ignição e coloque-a na posição “I” (ON) para ligar o tester.
5- Aquando da ligação, o ART® efectua o teste da bateria e, de seguida, aparece o seguinte ecrã:
T E S T D I S P O N I B I L I
M E N U

1 - E N G I N E E C U
2 - R E A R L I F T
3 - H M L _ & _ R E V
4 - C L U S T E R

S C E L T A _

6 - O operador deve carregar na tecla correspondente à centralina em que quer trabalhar.

ATENÇÃO
Evite ligar o motor se não for necessário para as operações seguintes.

20-7
PÁGINA DEIXADA
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
3. INTRODUÇÃO AO SISTEMA ELECTRÓNICO DO TRACTOR 3.1 CENTRALINA DO MOTOR

3. INTRODUÇÃO AO SISTEMA ELECTRÓNICO DO TRACTOR

O sistema electrónico desta série é fornecido com várias centralinas que gerem as respectivas funções.
Cada centralina controla um ou mais sistemas do tractor.
O sistema electrónico do tractor contém uma tomada que deve ser utilizada para a calibragem, o diagnóstico e a
programação das centralinas; ligando o All Round Tester ® (adiante chamado ART) à tomada, o operador pode programar
as características de funcionamento do tractor segundo as opções disponíveis (tipo de motor, etc.), verificar o correcto
funcionamento dos sensores e dos botões de comando, calibrar os sensores e localizar avarias.
Com o ART, é também possível ter acesso à lista dos alarmes memorizados na forma de breves mensagens descritivas.
Com estas mensagens descritivas, o técnico pode localizar avarias e, por meio de páginas de teste e informações no visor,
verificar o funcionamento dos componentes do sistema.

3.1 CENTRALINA DO MOTOR


A centralina do motor tem como objectivo monitorizar o correcto funcionamento dos seguintes sistemas:
1 - Gestão electrónica do motor
2 - Gestão electrónica do pré-aquecimento
A centralina assinala ao operador a avaria dos componentes por ela geridos com a luz avisadora “MEM” a piscar no painel
de instrumentos.

3.1.1 SISTEMA DE GESTÃO ELECTRÓNICA DO MOTOR


O controlo electrónico do motor é feito com base nos comandos transmitidos pelo operador com o acelerador manual ou
o pedal do acelerador e, em função do sinal recebido pelo sensor de rotações do motor (pick up) e da temperatura do
líquido de arrefecimento, controla as rotações enviando um sinal de tensão modulada (PWM) ao actuador.

ENGINE ECU
6 33 28 5 3 2 47 46 10 11 12 67 45 23 1 25
1 - Centralina do motor
2 - Botão Hold/memory
3 - Sensor de rotações do motor
(Pick-up)
F6 4 - Actuador
15A

X87 X41 X7 X6 X49 X9 X10 X8


+15
5 - Sensor de temperatura do
3 1 2 3 2 1 4 2 1 4 2 1 1 2 2 1 1 2 3 2 1
freq. freq.
t
freq. líquido
de arrefecimento
pos. pos.

6 - Pedal do acelerador
9 8 7 6 5 4 3 2 7 - Acelerador manual
D0035910

20-9
3. INTRODUÇÃO AO SISTEMA ELECTRÓNICO DO TRACTOR 3.2 CENTRALINA DO INVERSOR

3.1.2 SISTEMA DE GESTÃO ELECTRÓNICO DO PRÉ-AQUECIMENTO


O controlo electrónico do pré-aquecimento é feito com base nos sinais que chegam à centralina do motor pelo sensor de
temperatura do líquido de arrefecimento, pelo botão de comando do pré-aquecimento e pela chave de ignição.

ENGINE ECU
3 2 56 49 57 51 65 45 23 1 25
1 Kohm

1 - Centralina do motor
+30
F6
2 - Botão de pré-aquecimento
15A

+50

3 - Painel de instrumentos (luz


125A

F104

avisadora de pré-aquecimento)
RL42B

+15
15 5K
RL42A

4 - Relé de alimentação do
RL42

X49 RL41 87a 87 86 85 30 X46


3 5 4 7 6 X33
1 2
2 1 dispositivo de pré-aquecimento
S

+15
S1
C

49

31
PREHEATING

t
5 - Dispositivo de pré-aquecimento
OFF
ON 6 - Relé de comando do arranque
7 6 5 4 3 2 7 - Sensor de temperatura do líquido
D0035920

3.2 CENTRALINA DO INVERSOR


A centralina do inversor tem como objectivo monitorizar o correcto funcionamento do sistema do inversor hidráulico e do
sistema HML.

3.2.1 SISTEMA DE GESTÃO ELECTRÓNICA DO INVERSOR HIDRÁULICO


O sistema do inversor hidráulico tem a função de gerir o engate e o desengate da embraiagem e de fazer a inversão do
movimento do eixo de entrada da caixa de velocidades no modo automático, em função das ordens transmitidas pelo
operador.
A centralina compara o comando de selecção de mudanças transmitido pelo operador e, em função do regime do motor,
do sinal do sensor de velocidade das rodas, acciona uma electroválvula proporcional e uma electroválvula de três
posições e engata automaticamente a mudança comandada.
Alternativamente, o operador pode modular o arranque através do pedal da embraiagem sobrepondo-se ao controlo
automático.
A centralina mostra ao operador as informações sobre o funcionamento e as eventuais avarias do sistema através de um
visor inserido no painel de instrumentos.

20-10
3. INTRODUÇÃO AO SISTEMA ELECTRÓNICO DO TRACTOR 3.2 CENTRALINA DO INVERSOR

X45
V
1 23
1 P
2
3
1 0 2

X50
3.9 Ohm

3.9 Ohm

3.9 Ohm
V
1

2 2 1 4 3 2
P 3
X100
MR 24
3 1 22
COMFORT
CLUTCH

REVERSE SIGNAL OUT


REVERSE SIGNAL IN

X18 REVERSE
+12 VCC

ECU
GND

GND

1
4 freq 2 2 1 6 5 3 2 1 67 66 63 62 60 59 56 55 51 49 48 47 46 45 44 43 37 35 34 33 28 27 25 24 23 22 18 16 15 12 8 5 4 3 2 1

X92 X22 X93


5 1
2
t

X42
6
P
1

7.5A

P2
1
7 2
+30

AV
1
8 2

F7
RM 10A

9 1
2
15A

F8
X86 +15

10
P
1

X41
3
11 1
freq 2

X36
X29

X99 X94 X30 X96 5K 3K


1
12 2 3 2 1 7 2 4 1 3 6 6 7 5 3 7 2 4 1 3 6 4 3 2 1 X97 1 2 4 14 13 17 16 8
pos
DOUBLE TRACTION

DIFFERENTIAL
GND

GND
30b
49

+15
+30
R

L
49
R

30b

+15
+30

X27
3
13 1
OFF OFF 20
2 ON ON

15 17 19
freq

X37
16 18
21
1
14 2 GND6
D0036180

1- Sensor de pressão do travão esquerdo 13 - Sensor de velocidade do motor


2- Sensor de pressão do travão direito 14 - Electroválvula de comando da tracção dupla
3- Sensor do mini-redutor 15 - Sensor de presença do operador
4- Sensor do inversor 16 Interruptor de comando da tracção dupla
5- Sensor de temperatura do óleo 17 - Botão Stop-Go
6 Pressostato do alarme do circuito dos serviços 18 - Interruptor do bloqueio do diferencial
7- Electroválvula proporcional 19 - Interruptor de permissão da embraiagem
8- Solenóide de selecção de marcha à frente 20 - Sensor de posição do pedal da embraiagem
9- Solenóide de selecção de marcha-atrás 21 - Painel de instrumentos
10 - Pressostato de óleo da embraiagem 22 - Alavanca das mudanças
11 - Sensor de rotações das rodas 1 23 - Alavanca do inversor
12 - Electroválvula de comando do bloqueio do 24 - Centralina de conversão do sinal da velocidade do
diferencial inversor

20-11
3. INTRODUÇÃO AO SISTEMA ELECTRÓNICO DO TRACTOR 3.2 CENTRALINA DO INVERSOR

3.2.2 SISTEMA DE GESTÃO ELECTRÓNICA DO GRUPO HML


O controlo electrónico do grupo HML é feito com base nos comandos transmitidos pelo operador quando carrega nos
botões de aumento ou redução na alavanca das mudanças.
Em função destes comandos, a centralina do motor activa ou desactiva as electroválvulas das mudanças H e L.

REVERSE ECU 47 56 57 58 2 64 1 65 24 34 60 23 45 44
F7
10A +15

X92
1
X41 1 - Centralina do inversor
t
7 2 - Sensor de velocidade das rodas
freq

2
1 2 3

2
3K 3 - Electroválvula de comando da
6
velocidade L
4 - Electroválvula de comando da
X22 H L
3 4 2 2 1 2 1 velocidade H
5 - Alavanca das mudanças
6 - Painel de instrumentos
5 4 3 (pressão do circuito de serviços)
D0035930

20-12
3. INTRODUÇÃO AO SISTEMA ELECTRÓNICO DO TRACTOR 3.3 PAINEL DE INSTRUMENTOS

3.3 PAINEL DE INSTRUMENTOS

O painel de instrumentos montado nestes tractores foi concebido e programado para gerir e mostrar as indicações
necessárias ao operador para controlar o funcionamento do tractor nas várias condições de utilização, mostrar o
desempenho em tempo real e assinalar, através do visor situado do lado direito, as avarias detectadas pela centralina do
motor e transmissão.
O painel de instrumentos é constituído por um único corpo onde estão integrados três visores que fornecem informações
com mensagem de texto e instrumentos analógicos que mostram, por exemplo, as rotações do motor, o nível de gasóleo,
etc.
O corpo do painel inclui várias luzes avisadoras que mostram o estado de activação dos vários sistemas do tractor ou as
eventuais avarias (ex. filtros do óleo entupidos, etc.).

F0111070

3.4 CENTRALINA DO HIDRÁULICO ELECTRÓNICO


O controlo electrónico do hidráulico é feito com base nos comandos transmitidos pelo operador e no modo de
funcionamento programado pelo operador no painel de controlo no lado direito do posto do operador.
Os tipos de controlo que o operador pode escolher são:
- controlo de posição
- controlo de esforço.
O sistema compara o comando transmitido pelo operador com os sinais transmitidos pelo sensor de posição e pelo
sensor de esforço e actua o comando accionando um distribuidor equipado com duas electroválvulas proporcionais.
Depois, o distribuidor envia o óleo sob pressão para um cilindro que levanta e baixa a alfaia ligada ao hidráulico.
Para mais informações sobre o funcionamento do hidráulico, consulte o manual de utilização e manutenção do tractor.

20-13
3. INTRODUÇÃO AO SISTEMA ELECTRÓNICO DO TRACTOR 3.4 CENTRALINA DO HIDRÁULICO ELECTRÓNICO

1 2 3 4 5 6

12 11 10 9 8 7

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 X66
X11
F5

1 2 7
+15
10A 2

+15
F7 DW
10A

1 3 2
3

UP

1 3 2
4

EV EV
UP DW S1 P P1 M V H X67
1 2 1 2 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 5 1 2 4 3
pos. 2 8 7 3 1
1 Khom

1 Khom

1 Khom

1 Khom

4.7 Khom 4.7 Khom 4.7 Khom 4.7 Khom

13 12 11 10 9 8 7 6
5
D0035940

1- Centralina do hidráulico 8- Potenciómetro de regulação de esforço/posição


2- Tomada de diagnóstico 9- Potenciómetro de regulação da posição
3- Botão de comando da descida do hidráulico 10 - Sensor de posição
4- Botão de comando da subida do hidráulico 11 - Sensor de esforço
5- Interruptor de comando da subida/descida do 12 - Electroválvula de descida do hidráulico
hidráulico 13 - Electroválvula de subida do hidráulico
6 - Potenciómetro de altura máxima
7 - Potenciómetro da velocidade de descida

20-14
3. INTRODUÇÃO AO SISTEMA ELECTRÓNICO DO TRACTOR 3.5 SISTEMA CANBUS

3.5 SISTEMA CANBUS

A rede CANBUS é um sistema de comunicação que permite transmitir informações entre duas ou mais centralinas
electrónicas com “mensagens digitais”, isto é, informações codificadas que são introduzidas na rede e utilizadas pelas
outras centralinas, permitindo a troca de informações.
Exemplos de informações introduzidas na rede CANBUS podem ser a corrente absorvida por um solenóide, o regime do
motor ou simplesmente o estado de um pressostato ou de um botão.
Deste modo, é possível gerir electronicamente um maior número de sistemas com um menor número de sensores em
relação aos sistemas tradicionais, simplificando a estrutura das cablagens eléctricas e tornando a localização de avarias
mais rápida.
A programação de cada centralina permite ler apenas os dados estritamente necessários ao funcionamento do sistema
que controla, ignorando os outros.
Nos tractores desta série, a rede CANBUS liga entre si as seguintes centralinas:
1 - centralina da transmissão
2 - tomada suplementar CANBUS.
3 - centralina do motor
4 - painel de instrumentos
A linha CANBUS é constituída por dois fios entrelaçados, chamados CAN H e CAN L, para os quais são transmitidas as
“mensagens digitais”.
As mensagens digitais são geradas com um sistema de tensões chamado “diferencial”, que garante uma elevada
imunidade às interferências electromagnéticas devidas ao ambiente circundante.
Os fios do CANBUS ligam a barra e o painel de instrumentos, formando a rede base à qual são depois ligadas todas as
outras centralinas.
A barra e o painel de instrumentos podem ser identificados como centralinas de terminação (isto é, que “fecham” a própria
rede). A cada uma destas centralinas, entre os fios do CANBUS, está ligada uma resistência de 120 Ohm.
Assim, o conjunto da rede tem uma resistência total de 60 Ohm gerada pelas duas resistências de 120 Ohm ligadas em
paralelo.

4 1
INSTRUMENT REVERSE
CLUSTER ECU
CAN CAN
CONTROLLER CONTROLLER

120 Ohm 120 Ohm

T L H T H L

5K 4 3 2 32 30 31
REVERSE
ECU

G2
CAN-H
13
CAN-L
14

ENGINE ECU 31 30 1 2 3 4 X95


L H H L

+15 ISO PLUG


CAN
CONTROLLER

ENGINE ECU
2
3 D0036220

20-15
PÁGINA DEIXADA
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.1 INTRODUÇÃO

4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR

4.1 INTRODUÇÃO
Este capítulo descreve as operações necessárias para restabelecer o funcionamento correcto de todos os sistemas
electrónicos do tractor.
Sempre que se substitui uma unidade de controlo electrónica ou um componente electrónico que necessita de ser
calibrado, é preciso afinar o tractor.
Estas operações devem ser feitas por um técnico qualificado, de acordo com as instruções abaixo.

4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR


NOTA
Estes procedimentos referem-se aos tractores com motor EURO2 que equipam a centralina cód.
2.8519.054.0/60 com software versão EC0054AH e a sonda como dispositivo de pré-aquecimento.

Sempre que se substituir a centralina do motor, o operador deve realizar as seguintes operações:
1 - Programação do tipo de motor instalado
2 - Afinação da alavanca do acelerador manual
3 - Afinação do pedal do acelerador
4 - Configuração do tipo de pré-aquecimento.
5 - Configuração do parâmetro das rodas (apenas para tractores homologados para 30 km/h)
6 - Afinação das rotações do ralenti
7 - Cancelamento dos alarmes
Para fazer a configuração e as calibragens, ligue o ART ao conector no lado esquerdo do painel de instrumentos,
seleccione a partir do menu “TEST DISPONIBILI” a centralina do motor e siga as instruções.

4.2.1 CONFIGURAÇÃO DO TIPO DE MOTOR


INSTALADO M E N U P R I N C I P A L E

1 - No menu principal, carregue na tecla “1” para aceder


ao menu “MOTORE”.
1 M O T O R E
2 H M L
3 P R E R I S C A L D O
4 A L L A R M I
5 C A L I B . R U O T E
6 R U O T E
7 P T O

S C E L T A _

E U S C I T A

20-17
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

2 - No menu “MOTORE”, carregue na tecla “1” para M O T O R E


aceder ao menu “CONFIGURAZIONE”.

1 C O N F I G U R A Z I O N E

2 T A R A T U R A

3 M O N I T O R

S C E L T A _

E U S C I T A

3 - No menu “CONFIGURAZIONE”, carregue na tecla C O N F I G U R A Z I O N E


“1” para aceder ao menu “TIPO MOTORE”.

1 T I P O M O T O R E

2 T A R . H A N D G A S S

3 T A R . P E D A L E

4 T A R . G I R I M I N .

S C E L T A _

E U S C I T A

4 - No menu “TIPO MOTORE”, carregue na tecla “0” até T I P O M O T O R E


chegar ao ecrã dos motores “EURO 2” e seleccione E U R O 1
o motor correcto para o tractor que está a configurar 1 - 5 5 A / W -- 6 0 W
com base na seguinte tabela.
2 - 6 3 A / 6 3 -- W
3 - 6 7 C V -- A ( 3 C )
Potência do
Descrição no ART C V -- W ( 4 C )
motor 4 - 7 0
5 - 7 0 C V -- W ( 3 C )
70 CV 70 CV (3C-BFV70)
6 - 7 5 A V 4 C ( D O )
75 CV 74 CV (4C-BF75) 7 - 8 0 C V -- W ( G O )
90 CV 87 CV (4C-F90) 8 - 8 0 C V -- W ( 2 5 Y )
9 - 8 5 C V -- A ( G O )
100 CV 95 CV (4C-F100) 0 - A L T R O

S C E L T A _

E U S C I T A

20-18
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

5 - Depois de seleccionar o motor correcto, aparece um P R O G R A M M A Z I O N E


ecrã com as informações características do tipo de
motor. Depois, carregue na tecla “C” para confirmar - M O T :
a selecção ou a tecla “E” para anular a operação.
8 7 C V - W
1 0 0 0 . 4 W T I
G I R I M I N . 6 9 0
G I R I M A X . 2 3 5 0
S T A T I S M O 4 0
C O R R . M I N I M A 1 0 0

C C O N F E R M A

E U S C I T A

6 - Se carregar na tecla “C”, aparece uma mensagem P R O G R A M M A Z I O N E


que confirma a memorização do dado.
Carregue na tecla “E” para regressar ao menu - M O T :
“CONFIGURAZIONE” e afinar a alavanca do
8 7 C V - W
acelerador manual partindo do ponto 3.
1 0 0 0 . 4 W T I
G I R I M I N . 6 9 0
G I R I M A X . 2 3 5 0
S T A T I S M O 4 0
C O R R . M I N I M A 1 0 0

C C O N F E R M A
P A R A M E T R O
P R O G R A M M A T O
E U S C I T A
4.2.2 AFINAÇÃO DA ALAVANCA DO
ACELERADOR MANUAL M E N U P R I N C I P A L E

1 - No menu “PRINCIPALE”, carregue na tecla “1” para


aceder ao menu “MOTORE”.
1 M O T O R E
2 H M L
3 P R E R I S C A L D O
4 A L L A R M I
5 C A L I B . R U O T E
6 R U O T E
7 P T O

S C E L T A _

E U S C I T A

20-19
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

2 - No menu “MOTORE”, carregue na tecla “1” para M O T O R E


aceder ao menu “CONFIGURAZIONE”.

1 C O N F I G U R A Z I O N E

2 T A R A T U R A

3 M O N I T O R

S C E L T A _

E U S C I T A

3 - No menu “CONFIGURAZIONE” carregue na tecla C O N F I G U R A Z I O N E


“2” para aceder ao menu “TAR. HANDGAS”.

1 T I P O M O T O R E

2 T A R . H A N D G A S S

3 T A R . P E D A L E

4 T A R . G I R I M I N .

S C E L T A _

E U S C I T A

4 - Carregue na tecla “B” para seleccionar o valor “MIN” T A R A T U R A H A N D G A S


cor respondente à posiç ão da al avanca do
acelerador no máximo. V A L O R E :
9 9 6 m V

L I V E L . T A R A T . :
M I N : 9 6 0 m V
M A X : 4 5 0 0 m V
P O S I Z I O N A R E L A
L E V A A L M A S S I M O

B P A R A M E T R O
C C O N F E R M A

E U S C I T A

20-20
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

5 - Coloque a alavanca do acelerador na posição T A R A T U R A H A N D G A S


máxima e carregue na tecla “C” para confirmar o
valor. V A L O R E :
9 9 6 m V

L I V E L . T A R A T . :
M I N : 9 9 6 m V
M A X : 4 5 0 0 m V

P A R A M E T R O
P R O G R A M M A T O

E U S C I T A

6 - Carregue na tecla “B” para seleccionar o valor T A R A T U R A H A N D G A S


“MAX” correspondente à posição da alavanca do
acelerador no mínimo. V A L O R E :
NOTA. 4 5 0 0 m V
O valor máximo aceitável pela centralina é de 4600
mV. Programe sempre um valor ligeiramente
L I V E L . T A R A T . :
inferior.
M I N : 9 9 6 m V
M A X : 4 5 0 0 m V
P O S I Z I O N A R E L A
L E V A A L M I N I M O

B P A R A M E T R O
C C O N F E R M A

E U S C I T A

7 - Coloque a alavanca do acelerador no mínimo e T A R A T U R A H A N D G A S


carregue na tecla “C” para confirmar o valor.
8 - Carregue na tecla “E” para regressar ao menu V A L O R E :
“CONFIGURAZIONE” e afine o pedal do acelerador 4 4 2 2 m V
partindo do ponto 3.
L I V E L . T A R A T . :
M I N : 9 9 6 m V
M A X : 4 4 2 2 m V

P A R A M E T R O
P R O G R A M M A T O

E U S C I T A

20-21
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

4.2.3 AFINAÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR


M E N U P R I N C I P A L E
1 - No menu “PRINCIPALE”, carregue na tecla “1” para
aceder ao menu “MOTORE”.

1 M O T O R E
2 H M L
3 P R E R I S C A L D O
4 A L L A R M I
5 C A L I B . R U O T E
6 R U O T E
7 P T O

S C E L T A _

E U S C I T A

2 - No menu “MOTORE”, carregue na tecla “1” para M O T O R E


aceder ao menu “CONFIGURAZIONE”.

1 C O N F I G U R A Z I O N E

2 T A R A T U R A

3 M O N I T O R

S C E L T A _

E U S C I T A

3 - No menu “CONFIGURAZIONE” carregue na tecla C O N F I G U R A Z I O N E


“3” para aceder ao menu “TAR. PEDALE”.

1 T I P O M O T O R E

2 T A R . H A N D G A S S

3 T A R . P E D A L E

4 T A R . G I R I M I N .

S C E L T A _

E U S C I T A

20-22
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

4 - Carregue na tecla “B” para seleccionar o valor T A R A T U R A P E D A L E


“MAX.” correspondente à posição do pedal do
acelerador completamente carregado. V A L O R E :
1 1 5 2 m V

L I V E L . T A R A T . :
M A X : 3 9 9 4 m V
M I N : 1 1 9 1 m V

B P A R A M E T R O
C C O N F E R M A

E U S C I T A

5 - Carregue completamente no pedal do acelerador e T A R A T U R A P E D A L E


carregue na tecla “C” para confirmar o valor.
V A L O R E :
3 8 3 7 m V

L I V E L . T A R A T . :
M A X : 3 8 3 7 m V
M I N : 1 1 9 1 m V

P A R A M E T R O
P R O G R A M M A T O

E U S C I T A

6 - Carregue na tecla “B” para seleccionar o valor T A R A T U R A P E D A L E


“MIN.” correspondente à posição do pedal do
acelerador solto. V A L O R E :
1 1 5 2 m V

L I V E L . T A R A T . :
M A X : 3 8 3 7 m V
M I N : 1 1 9 1 m V

B P A R A M E T R O
C C O N F E R M A

E U S C I T A

20-23
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

7 - Certifique-se que o pedal do acelerador está na T A R A T U R A P E D A L E


posição de repouso e carregue na tecla “C” para
confirmar o valor. V A L O R E :
8 - Carregue três vezes na tecla “E” para regressar ao 1 1 9 1 m V
“MENÙ PRINCIPALE” e afine as rotações do ralenti
partindo do ponto 1 (ver parágrafo “4.2.6 AFINAÇÃO L I V E L . T A R A T . :
DAS ROTAÇÕES DO RALENTI”).
M A X : 3 8 3 8 m V
M I N : 1 1 9 1 m V

P A R A M E T R O
P R O G R A M M A T O

E U S C I T A

4.2.4 CONFIGURAÇÃO DO TIPO DE PRÉ-


AQUECIMENTO M E N U P R I N C I P A L E

1 - No menu principal, carregue na tecla “3” para aceder


ao menu “PRERISCALDO”.
1 M O T O R E
2 H M L
3 P R E R I S C A L D O
4 A L L A R M I
5 C A L I B . R U O T E
6 R U O T E
7 P T O

S C E L T A _

E U S C I T A

P R E R I S C A L D O
2 - No menu “PRERISCALDO”, carregue na tecla “1”
para aceder ao menu “CONFIGURAZIONE”.
1 C O N F I G U R A Z I O N E

2 P R O V E

3 M O N I T O R

S C E L T A _

E U S C I T A

20-24
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

C O N F I G U R A Z I O N E
3 - Carregue uma vez na tecla “B” para seleccionar o
parâmetro TERMO AVV.
T E R M O A V V . N O N A B I

M O T O R E A R I A
T I P O P R E R I S C 1
T E M P . A V V I O 2 0 C

A V A L O R E D E F A U L T
F I N C R E M E N T A V A L
D D E C R E M E N T A V A L
B S C E L T A P A R A M
C C O N F E R M A

E U S C I T A

C O N F I G U R A Z I O N E
4 - Carregue na tecla “F” para mudar o valor de NONABI
para ABIL.
T E R M O A V V . A B I L
5 - Carregue na tecla “C” para confirmar a
configuração.
M O T O R E A R I A
T I P O P R E R I S C 1
T E M P . A V V I O 2 0 C

A V A L O R E D E F A U L T
F I N C R E M E N T A V A L
D D E C R E M E N T A V A L
B S C E L T A P A R A M
C C O N F E R M A

E U S C I T A

C O N F I G U R A Z I O N E
6 - Carregue na tecla “B” para seleccionar o parâmetro
“MOTORE”.
T E R M O A V V . A B I L
7 - Carregue na tecla “F” para mudar o valor de ARIA
para ACQUA.
M O T O R E A C Q U A
8 - Carregue na tecla “C” para confirmar a T I P O P R E R I S C 1
configuração. T E M P . A V V I O 2 0 C

A V A L O R E D E F A U L T
F I N C R E M E N T A V A L
D D E C R E M E N T A V A L
B S C E L T A P A R A M
C C O N F E R M A

E U S C I T A

20-25
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

C O N F I G U R A Z I O N E
9 - Se o tipo de pré-aquecimento definido for diferente
de 2, carregue na tecla “B” para seleccionar o
parâmetro “TIPO PRERISC”. T E R M O A V V . A B I L

10 - Carregue na tecla “F” para mudar o valor de 1 para 2.


M O T O R E A C Q U A
11 - Carregue na tecla “C” para confirmar a T I P O P R E R I S C 1
configuração. T E M P . A V V I O 2 0 C
12 - Carregue duas vezes na tecla “E” para regressar ao
menu principal e configure o parâmetro das rodas A V A L O R E D E F A U L T
(ver parágrafo “4.2. 5 CONFIGURAÇÃO DO F I N C R E M E N T A V A L
PARÂMETRO DAS RODAS”).
D D E C R E M E N T A V A L
B S C E L T A P A R A M
C C O N F E R M A

E U S C I T A

4.2.5 CONFIGURAÇÃO DO PARÂMETRO DAS


RODAS M E N U P R I N C I P A L E
NOTA.Esta configuração só deve ser feita para
os tractores homologados para 30 km/
h. 1 M O T O R E
2 H M L
1 - No menu principal, carregue na tecla “0” ou ”5” para
3 P R E R I S C A L D O
aceder ao menu “PASSWORD”.
4 A L L A R M I
2 - No menu “PASSWORD” carregue nas teclas “0 - 6 - 5 C A L I B . R U O T E
6 - 6” em sequência para visualizar o menu
6 R U O T E
“PRINCIPALE”.
7 P T O

S C E L T A _

E U S C I T A

3 - Carregue na tecla “B” uma vez para seleccionar o C O N F I G U R A Z I O N E


parâmetro “LIMITAZ”.

L I M I T A Z 4 0 k m / h

C A L I B R . R U O T 2 0 0 0

A R E S E T B - P A R A M .
F - I N C R . D - D E C R .
C C O N F E R M A

E U S C I T A

20-26
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

4 - Carregue uma vez na tecla “D” para mudar o valor de C O N F I G U R A Z I O N E


“40 km/h” para “30 km/h”.
5 - Carregue na tecla “C” para confirmar o parâmetro.
L I M I T A Z 3 0 k m / h

C A L I B R . R U O T x x x x

A R E S E T B - P A R A M .
F - I N C R . D - D E C R .
C C O N F E R M A

E U S C I T A

6 - Carregue na tecla “B” para seleccionar o parâmetro C O N F I G U R A Z I O N E


“CALIBR. RUOT” e carregue na tecla “A”.

L I M I T A Z 3 0 k m / h

C A L I B R . R U O T x x x x

A R E S E T B - P A R A M .
F - I N C R . D - D E C R .
C C O N F E R M A

E U S C I T A

7 - Carregue no parâmetro “RUOTE” escrevendo o Pneu Valor constante (K)


valor “K” correspondente ao pneu traseiro montado. 11.2R-24" 4113
8 - Carregue na tecla “C” para confirmar o parâmetro. 11.2R-28" 3750
12.4R-24" 3924
9 - Carregue duas vezes na tecla “E” para regressar ao
12.4R-28" 3591
menu principal.
13.6R-28" 3474
320/70R-20" 4557
360/60R-24" 4115
360/70R-24" 3924
380/70R-20" 4155
380/70R-24" 3783
380/70R-28" 3474
41x14.00-20" 4302
420/70R-24" 3591
420/70R-28" 3309
9.5R-28" 3888

20-27
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

4.2.6 AFINAÇÃO DAS ROTAÇÕES DO RALENTI


M E N U P R I N C I P A L E
1 - Ligue o motor e espere que o motor atinja uma
temperatura entre 70 e 78 °C (para verificar a
temperatura do motor, carregue na tecla ”1” no
menu “PRINCIPALE” e depois na tecla “3” para 1 M O T O R E
aceder ao ecrã de informações). 2 H M L
2 - No menu “PRINCIPALE”, carregue na tecla “1” para 3 P R E R I S C A L D O
aceder ao menu “MOTORE”. 4 A L L A R M I
5 C A L I B . R U O T E
6 R U O T E
7 P T O

S C E L T A _

E U S C I T A

3 - No menu “MOTORE”, carregue na tecla “1” para M O T O R E


aceder ao menu “CONFIGURAZIONE”.

1 C O N F I G U R A Z I O N E

2 T A R A T U R A

3 M O N I T O R

S C E L T A _

E U S C I T A

4 - No menu “CONFIGURAZIONE” carregue na tecla C O N F I G U R A Z I O N E


“4” para aceder ao menu “TAR. GIRI MIN.”.

1 T I P O M O T O R E

2 T A R . H A N D G A S S

3 T A R . P E D A L E

4 T A R . G I R I M I N .

S C E L T A _

E U S C I T A

20-28
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

5 - Certifique-se que todos os componentes, quer G I R . M I N .


eléctricos (faróis, etc.) quer hidráulicos (TDF, etc.)
estão desactivados e que a alavanca do acelerador - D I S A T T I V A R E I
está no mínimo.
D I S T R I B U T O R I
- D I S A T T I V A R E L A
V E N T I L A Z . C A B I N A
- T . O L I O M O T O R E
7 0 / 7 8
C C O N F E R M A
- - - - M O N I T O R - - - - -

G I R I M O T O R E 6 5 0
D E L T A G I R I 8 5

E U S C I T A

6 - Acelere o motor algumas vezes, depois volte ao G I R . M I N .


mínimo e, quando o valor “DELTA GIRI” descer
abaixo do valor “40”, carregue na tecla “C” para - D I S A T T I V A R E I
confirmar o valor.
D I S T R I B U T O R I
NOTA. - D I S A T T I V A R E L A
O valor “DELTA GIRI” deve ser inferior a 40.
V E N T I L A Z . C A B I N A
Quanto mais baixo for o valor seleccionado, mais
regular será o funcionamento do motor em ralenti. - T . O L I O M O T O R E
7 0 / 7 8
7 - Carregue três vezes na tecla “E” para regressar ao
C C O N F E R M A
menu principal e configure a presença do grupo
HML (ver parágrafo “4.2.4 CONFIGURAÇÃO DO - - - - M O N I T O R - - - - -
TIPO DE PRÉ-AQUECIMENTO”).
G I R I M O T O R E 6 5 0
D E L T A G I R I 2 7
P A R A M E T R O
P R O G R A M M A T O
E U S C I T A
4.2.7 CANCELAMENTO DOS ALARMES
M E N U P R I N C I P A L E
1 - No menu principal, carregue na tecla “4” para aceder
ao menu “ALLARMI”.

1 M O T O R E
2 H M L
3 P R E R I S C A L D O
4 A L L A R M I
5 C A L I B . R U O T E
6 R U O T E
7 P T O

S C E L T A _

E U S C I T A

20-29
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.2 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO MOTOR

2 - No menu “ALLARMI”, carregue na tecla “2” para A L L A R M I


aceder ao menu “STORICO ALLARMI”.

1 I N I Z I A L I Z .
2 M O N I T O R

S C E L T A _

E U S C I T A

3 - Carregue na tecla “A” para cancelar a lista dos S T O R I C O A L L A R M I


alarmes.
4 - Carregue na tecla “E” para regressar ao menu
principal.
5 - Posicione a chave de ignição em O (OFF) e depois
novamente em I (ON) e repita o procedimento dos
pontos 3 e 4 para verificar se ainda existem alarmes.

C . A . = C i r c . A p e r t o
C . C . = C o r t o C i r c .
A - R E S E T M E M . A L L .

E U S C I T A

20-30
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR


Sempre que substituir a centralina do inversor, o operador deve realizar as seguintes operações:
1- inicialização da centralina;
2- calibragem do pedal da embraiagem;
3- configuração dos dispositivos opcionais;
4- cancelamento dos alarmes;
5- calibragem automática das embraiagens do inversor;
6- calibragem manual das embraiagens do inversor;
7- calibragem das embraiagens HML (apenas para versões com HML).
Para fazer estas operações, ligue o ART ao conector situado no lado esquerdo do painel de instrumentos, seleccione no
menu “TEST DISPONIBILI” a centralina do inversor e siga as instruções.

As operações de inicialização da centralina, de calibragem do pedal da embraiagem e de configuração dos


dispositivos opcionais que são necessárias após a substituição da centralina ou da EPROM, devem ser
efectuadas com o motor desligado e as alavancas da caixa de velocidades e das gamas em ponto morto.

4.3.1 INICIALIZAÇÃO DA CENTRALINA


NOTA
Este procedimento deve ser realizado sempre M E N U ‘
que se substituir a centralina completa ou a
EPROM. [ 1 ] C a l i b r a z i o n i
[ 2 ] T e s T
1 - No menu principal carregue na tecla “0” para poder
inserir a password. [ 3 ] M o n i t o r
[ 4 ] T a r a t . F r i z .
[ 5 ] A l l a r m i

2 - Carregue nas teclas “1-2-3-4-5” em sequência.


M E N U ‘

[ 1 ] C a l i b r a z i o n i
[ 2 ] T e s T
[ 3 ] M o n i t o r
[ 4 ] T a r a t . F r i z .
[ 5 ] A l l a r m i

P A S S W O R D : 1 2 3 4 5

20-31
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

3 - Carregue na tecla “1” para aceder ao menu


“CALIBRAZIONI”. M E N U ‘

[ 1 ] C a l i b r a z i o n i
[ 2 ] T e s T
[ 3 ] M o n i t o r
[ 4 ] T a r a t . F r i z .
[ 5 ] A l l a r m i
[ 6 ] C e n t r a l i n a _ A
[ 7 ] C e n t r a l i n a _ B
[ 8 ] T a b . T a r a t u r a
[ 9 ] > | S t o p & G o >

4 - No menu “CALIBRAZIONI” carregue na tecla “0”


para poder inserir a password. C A L I B R A Z I O N E

[ 1 ] P e d . f r i z i o n e
[ 2 ] M o d e l & O p t i o n s
[ 3 ] T . F . % P o s / % C O P
[ 4 ] I n n . H M L S v / S t
[ 5 ] S o g l i e T / P H M L
[ 6 ] P a r a m . F R I Z I O s
[ 7 ] E 2 p r o m

[ E ] U S C I T A

5 - Carregue nas teclas “1-2-3-4-5” em sequência e


aguarde que o ecrã se actualize. C A L I B R A Z I O N E
6 - Coloque a chave de ignição em “O” (OFF) e
novamente em “I” (ON) e proceda com a
[ 1 ] P e d . f r i z i o n e
configuração do modelo.
[ 2 ] M o d e l & O p t i o n s
[ 3 ] T . F . % P o s / % C O P
[ 4 ] I n n . H M L S v / S t
[ 5 ] S o g l i e T / P H M L
[ 6 ] P a r a m . F R I Z I O s
[ 7 ] E 2 p r o m

P A S S W O R D : 1 2 3 4 5

[ E ] U S C I T A

20-32
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

7 - A inicialização da centralina ocorreu correctamente C A L I B R . F R I Z I O N E


se o valor “Attuale – 000%” for “095” e o valor
“Attuale – 100%” for “190”. P r e m i a f o n d o l a
NOTA f r i z i o n e e p r e m i
Caso os valores não estejam correctos, é necessário [ B ] p e r m e m o r i z -
repetir o procedimento de inicialização. z a r e l o 0 % , p o i
r i l a s c i a l a e
p r e m i [ A ] p e r
m e m o r i z z a r e i l
i l 1 0 0 % !

A t t u a l e - 0 0 0 % - 0 9 5
M i s . s e n s o r e - > 1 7 5
A t t u a l e - 1 0 0 % - 1 9 0

[ E ] U S C I T A

4.3.2 CONFIGURAÇÃO DO TIPO DE CAIXA DE


VELOCIDADES
NOTA M E N U
Este procedimento deve ser realizado sempre que se
substituir a centralina completa ou a EPROM. [ 1 ] C a l i b r a z i o n i
1 - No menu principal carregue na tecla “1” para aceder [ 2 ] T e s T
ao menu “CALIBRAZIONI”. [ 3 ] M o n i t o r
[ 4 ] T a r a t . F r i z .
[ 5 ] A l l a r m i

2 - No menu “CALIBRAZIONE” carregue na tecla “2” C A L I B R A Z I O N E


para aceder ao menu “Model&Option”.
[ 1 ] P e d . f r i z i o n e
[ 2 ] M o d e l & O p t i o n s

[ E ] U S C I T A

20-33
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

3 - No menu “MODELLO TRATTORE” carregue na tecla M O D E L L O T R A T T O R E


“1” para aceder ao menu “SceltaModello”.
[ 1 ] S c e l t a M o d e l l o
[ 2 ] O p t i o n a l s

[ E ] U S C I T A

4 - No menu “SceltaModello” carregue na tecla “B” ou S C E L T A M O D E L L O


“D” para seleccionar o modelo correcto.
S c e g l i t i p o
Caixa de
Motor velocidades No ART t r a t t r i c e :

30+15
velocidades 5 X 3 + ECO MINI
Regulador
electrónico 45+45 M o d e l l o :
velocidades 5 X 3 + ECO HML
x x x x x x x x x x
5 - Carregue na tecla “B” para memorizar o dado.

[ F ] I n s . N r o . M o d e .
[ C ] - [ D ] + ( l i s t a )
[ A ] A b b . [ B ] M e m o

[ E ] U S C I T A

20-34
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

4.3.3 CALIBRAGEM DO PEDAL DA


EMBRAIAGEM
NOTA M E N U ‘
Este procedimento deve ser realizado sempre que se
substituir a centralina completa ou a EPROM. [ 1 ] C a l i b r a z i o n i
[ 2 ] T e s t
1 - No menu principal carregue na tecla “1” para aceder
ao menu “CALIBRAZIONI”. [ 3 ] M o n i t o r
[ 4 ] T a r a t . F r i z .
[ 5 ] A l l a r m i

2 - No menu “CALIBRAZIONI” carregue na tecla “1”


para aceder ao menu “PED. FRIZIONE”. C A L I B R A Z I O N E

[ 1 ] P e d . f r i z i o n e
[ 2 ] O p t i o n a l

[ E ] U S C I T A

3 - Carregue a fundo no pedal da embraiagem e C A L I B R . F R I Z I O N E


carregue na tecla “B” para memorizar o dado
(enquanto se carrega no pedal, o valor “Mis. P r e m i a f o n d o l a
sensore” deve diminuir continuamente em função
f r i z i o n e e p r e m i
da velocidade com que se carrega no pedal).
[ B ] p e r m e m o r i z -
z a r e l o 0 % , p o i
r i l a s c i a l a e
p r e m i [ A ] p e r
m e m o r i z z a r e i l
i l 1 0 0 % !

A t t u a l e - 0 0 0 % - 0 9 5
M i s . s e n s o r e - > 1 9 8
A t t u a l e - 1 0 0 % - 1 9 0

[ E ] U S C I T A

20-35
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

4 - Solte completamente o pedal da embraiagem e C A L I B R . F R I Z I O N E


carregue na tecla “A” para memorizar o dado
(enquanto se solta o pedal, o valor “Mis. sensore” P r e m i a f o n d o l a
deve aumentar continuamente em função da
f r i z i o n e e p r e m i
velocidade com que se solta o pedal).
[ B ] p e r m e m o r i z -
5 - Caso seja substituída a EPROM ou a centralina z a r e l o 0 % , p o i
completa, proceda com a “4.3.4 CONFIGURAÇÃO
r i l a s c i a l a e
DOS DISPOSITIVOS OPCIONAIS” partindo do
ponto 2. p r e m i [ A ] p e r
m e m o r i z z a r e i l
i l 1 0 0 % !

A t t u a l e - 0 0 0 % - 0 9 8
M i s . s e n s o r e - > 1 7 8
A t t u a l e - 1 0 0 % - 1 9 0

[ E ] U S C I T A

4.3.4 CONFIGURAÇÃO DOS DISPOSITIVOS


OPCIONAIS
NOTA M E N U
Este procedimento deve ser realizado sempre que se
substituir a centralina completa ou a EPROM. [ 1 ] C a l i b r a z i o n i
1 - No menu principal carregue na tecla “1” para aceder [ 2 ] T e s T
ao menu “CALIBRAZIONI”. [ 3 ] M o n i t o r
[ 4 ] T a r a t . F r i z .
[ 5 ] A l l a r m i

2 - No menu “CALIBRAZIONE” carregue na tecla “2”


para aceder ao menu “Model&Option”. C A L I B R A Z I O N E

[ 1 ] P e d . f r i z i o n e
[ 2 ] M o d e l & O p t i o n s

[ E ] U S C I T A

20-36
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

3 - No menu “MODELLO TRATTORE” carregue na tecla M O D E L L O T R A T T O R E


“2” para aceder ao menu “Optionals”.
[ 1 ] S c e l t a M o d e l l o
[ 2 ] O p t i o n a l s

[ E ] U S C I T A

4 - Prima as teclas correspondentes à opção a activar S C E G L I L ‘ ‘ O P Z I O N


ou desactivar. D A D I S / A B I L I T A R E
ATENÇÃO!
• Certifique-se de que a opção “4 - Mod SVF” está
P a g . : 0 a :
activada.
X = A b i l i t a t a
ATENÇÃO!
• NÃO carregue na tecla “C” pois os valores de - = D i s a b i l i t a t a
configuração da centralina são reiniciados e
colocados nos valores predefinidos. [ 1 ] M i n i R i d u t t -
• Se o operador premir erradamente a tecla “C” [ 2 ] G r u p p o _ H M L -
proceda da seguinte forma: [ 3 ] S t o p A n d G o -
a - NÃO saia do ecrã visualizado.
[ 4 ] M o d S - V - F -
b - Posicione a chave de ignição em O (OFF).
Deste modo, a centralina é desligada e é anulada a
acção da tecla “C”.
NOTAS
• Active a função Stop & Go apenas se o botão de [ B ] M e m o [ C ] R e N e w
comando estiver montado no painel de [ E ] U S C I T A
instrumentos dianteiro.
• Não active simultaneamente a presença do HML e
S C E G L I L ‘ ‘ O P Z I O N
do mini-redutor.
D A D I S / A B I L I T A R E
5 - Carregue na tecla “B” para memorizar os
parâmetros e duas vezes na tecla “E” para regressar
ao menu principal. P a g . : 0 a :
6 - Cancele os alarmes. X = A b i l i t a t a
NOTAS - = D i s a b i l i t a t a
• Antes de mudar de ecrã, carregue sempre na tecla
“B” para memorizar os dados. [ 1 ] M i n i R i d u t t -
• O incumprimento desta operação pode [ 2 ] G r u p p o _ H M L X
comprometer as informações de configuração da [ 3 ] S t o p A n d G o -
centralina, obrigando o operador a proceder à
inicialização e à activação da centralina.

[ B ] M e m o [ C ] R e N e w
[ E ] U S C I T A

20-37
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

4.3.5 CANCELAMENTO DOS ALARMES


1 - No menu principal carregue na tecla “5” para aceder
M E N U ‘
ao menu “ALLARMI”.

[ 1 ] C a l i b r a z i o n i
[ 2 ] T e s t
[ 3 ] M o n i t o r
[ 4 ] T a r a t . F r i z .
[ 5 ] A l l a r m i

2 - No menu “ALLARMI” carregue na tecla “C” para L I S T A A L L A R M I - 0


cancelar todos os alarmes presentes. ( D A P I U ‘ R E C E N T E )
3 - Posicione a chave de ignição em 0 (OFF) e depois em
I (ON) e repita o procedimento para se certificar de N e s s u n A l l a r m e
que não há alarmes.

[ F ] C a m b i a p a g i n a
[ C ] C a n c e l l a a l l .
[ E ] U S C I T A

20-38
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

4.3.6 NOTAS INFORMATIVAS SOBRE O PROCEDIMENTO DE CALIBRAGEM DAS EMBRAIAGENS


A calibragem das embraiagens do inversor deve ser feita pelo técnico nos seguintes casos:
a- Foi feita a substituição de uma ou de ambas as embraiagens do inversor
b- Foi substituída a electroválvula proporcional de comando do engate das embraiagens
c- Quando, após o assentamento das embraiagens (com um tractor novo ou revisto), ou após anos de utilização, o
engate ou a mudança de direcção no modo automático (sem se utilizar o pedal da embraiagem) for demasiado
brusco ou não imediato.

O técnico tem a possibilidade de fazer dois tipos de calibragem.


• A calibragem automática, durante a qual a centralina detecta com total autonomia os parâmetros característicos de
engate das embraiagens
• A calibragem manual, durante a qual o técnico tem a possibilidade de variar os parâmetros e obter, assim, uma
personalização da curva de engate das embraiagens.
Em qualquer dos casos, o procedimento de calibragem manual das embraiagens deve ser realizado após a calibragem
automática e depois de se ter testado o tractor.
A calibragem das embraiagens do inversor (tanto a calibragem manual como a calibragem automática) está subdividida
em três fases, nas quais são detectados, no modo automático ou manual, os valores “óptimos” para o funcionamento
correcto do inversor.
A diferença existente entre a calibragem automática e a calibragem manual é que na calibragem automática a duração das
fases de calibragem é inteiramente controlada pela centralina e o técnico não pode modificar de nenhum modo os
parâmetros, enquanto que na calibragem manual o processo é totalmente controlado pelo técnico, que pode procurar os
valores óptimos para o funcionamento do inversor variando os parâmetros através do teclado do ART.

As fases em que se subdivide a calibragem são:


• FASE 0: esta fase é utilizada pela centralina para detectar a condição em que se executam as fases seguintes (por
exemplo, é memorizada a temperatura do óleo da transmissão).
Em ambos os modos de calibragem, o início da fase é comandado pelo técnico com a deslocação da
alavanca do inversor da posição de ponto morto para a posição de marcha à frente ou atrás (em função da
embraiagem que deve ser calibrada).
O fim da fase ocorre no modo automático ao fim de cerca de 10-15 segundos, enquanto que, no modo
manual, deve ser interrompida pelo técnico colocando a alavanca do inversor na posição de ponto morto
quando os valores “FillOilTmpK” e “FillOilRPMK” se tornam quase constantes no ART.

• FASE 1: esta fase é utilizada pela centralina para medir a pressão de engate da embraiagem que se está a calibrar.
Durante o procedimento automático, o técnico verá variar em automático o valor “Prx.Frz.Av” (ou o valor
“Prx.Frz.In” em função da embraiagem que se está a calibrar), enquanto que durante a calibragem manual,
o técnico pode variar estes valores carregando nas teclas:
- A para aumentar a pressão de engate da marcha à frente
- B para diminuir a pressão de engate da marcha à frente
- C para aumentar a pressão de engate da marcha-atrás
- D para diminuir a pressão de engate da marcha-atrás
Além disso, pode fazer uma calibragem semi-automática da embraiagem accionando a alavanca do
inversor na direcção da embraiagem que se deve calibrar. Deste modo, a centralina detectará de forma
automática o valor do parâmetro, que poderá ser igual/diferente do obtido durante a calibragem automática.
NOTA
Recomendamos ao técnico que engate uma dezena de vezes a embraiagem em calibragem e que
faça uma média entre os últimos 3 ou 4 valores obtidos e que insira manualmente este valor.

20-39
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

• FASE 2: esta fase é utilizada pela centralina para medir o tempo de enchimento da embraiagem que se está a calibrar.
Durante o procedimento automático, o técnico verá variar em automático o valor “Adj.Frz.Av” (ou o valor
“Adj.Frz.In” em função da embraiagem que se está a calibrar), enquanto que durante a calibragem manual,
o técnico pode variar estes valores carregando nas teclas:
- A para aumentar o tempo de enchimento da embraiagem da marcha à frente
- B para diminuir o tempo de enchimento da embraiagem da marcha à frente
- C para aumentar o tempo de enchimento da embraiagem da marcha-atrás
- D para diminuir o tempo de enchimento da embraiagem da marcha-atrás
Além disso, pode fazer uma calibragem semi-automática da embraiagem accionando a alavanca do
inversor na direcção da embraiagem que se deve calibrar. Deste modo, a centralina detectará de forma
automática o valor do parâmetro, que poderá ser igual/diferente do obtido durante a calibragem automática.
NOTA
Recomendamos ao técnico que engate uma dezena de vezes a embraiagem em calibragem e que
faça uma média entre os últimos 3 ou 4 valores obtidos e que insira manualmente este valor.

4.3.7 NOTAS INFORMATIVAS SOBRE OS PARÂMETROS DE CALIBRAGEM DAS EMBRAIAGENS


Durante a calibragem das embraiagens, tanto em automático como em manual, são detectados e visualizados no ART os
seguintes parâmetros:
• tT
• tR
• pT
• Prx.Frz.Av e Prx.Frz.In
• Adj.Frz.Av e Adj.Frz.In
Estes parâmetros, que não são unidades físicas (pressão, tempo ou temperatura) são constantes que permitem à
centralina corrigir a curva de engate das embraiagens em função das características mecânicas e ambientais em que a
centralina se encontra a operar durante a calibragem.
As condições ambientais às quais se efectua a calibragem são identificadas pelos parâmetros “tT, tR, e pT” que
representam respectivamente o valor de correcção em função da temperatura teórica do óleo da transmissão (a
temperatura teórica é de 40°C) e o desvio do regime teórico do motor (o regime do motor deverá ser de 1500 rpm) e da
pressão em função da temperatura do óleo. Estes valores são detectados pela centralina sempre que se efectua a
calibragem das embraiagens e permitem corrigir a curva de engate.
As características mecânicas das embraiagens são identificadas pelos parâmetros “Prx.Frz.Av” e “Adj.Frz.Av” para a
embraiagem da marcha à frente, e “Prx.Frz.In” e “Adj.Frz.In” para a embraiagem da marcha-atrás.
Os parâmetros “Prx.Frz.Av” e “Prx.Frz.In” representam a pressão à qual as embraiagens começam a transmitir binário
motor às rodas.
NOTA
Este valor, que está relacionado com a pressão, não é um valor físico, mas um valor calculado em função da
corrente que é transmitida à electroválvula proporcional que comanda o engate da embraiagem. Eventuais
diferenças entre o valor indicado no ART e o valor eventualmente detectado através dos manómetros, não são
imputáveis a avarias dos componentes.

Os parâmetros “Adj.Frz.Av” e “Adj.Frz.In” representam a relação entre o tempo teórico de enchimento da câmara do
cilindro da embraiagem (este valor é 1.00) e o tempo real necessário para fazer este enchimento.
NOTA
Este valor, que está relacionado com o tempo, não é um valor físico, mas um valor que pode variar em função das
características mecânicas dos componentes da embraiagem. Por exemplo, um estrangulamento excessivo do
pistão de uma das embraiagens poderá causar o aumento do parâmetro, pois é necessário mais tempo para fazer
o enchimento da câmara do pistão.

20-40
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

4.3.8 NOTAS INFORMATIVAS SOBRE COMO MUDAR OS PARÂMETROS DURANTE A CALIBRAGEM


MANUAL
Quando o técnico faz a calibragem automática das embraiagens, a centralina calcula os parâmetros de funcionamento
segundo um algoritmo que permite definir as melhores condições.
Nalguns casos, estes parâmetros, ainda que estejam correctos do ponto de vista hidráulico e mecânico, tornam as
reacções do tractor bruscas durante os engates das embraiagens.
O técnico pode, antes de mais, ficar com uma ideia do tipo de reacção, fazendo em automático (isto é, sem utilizar o pedal
da embraiagem) algumas inversões de marcha e arranques com o tractor parado nas duas direcções a vários regimes do
motor (ex.: 1000, 1500, 2000 e máx.) e nas condições de calibragem (para mais detalhes, consulte os procedimentos de
calibragem).
As reacções que pode obter são:
• Engate brusco e muito rápido.
O tractor engata a mudança pretendida pelo técnico muito rapidamente e, em vez de se começar a deslocar
gradualmente, arranca com um solavanco (para simplificar a reacção, seria aquela que se obteria num automóvel,
soltando repentinamente o pedal da embraiagem).
• Engate brusco e retardado.
O tractor engata a mudança pretendida pelo técnico e começa a deslocar-se lentamente e, depois, atinge
bruscamente a velocidade máxima correspondente às condições de teste.
• Engate correcto mas retardado.
O tractor engata a mudança pretendida pelo técnico, mas executa o comando em demasiado tempo e sem
solavancos.
As acções correctivas a realizar são:
• Engate brusco e muito rápido: reduzir o parâmetro da pressão e, se necessário, aumentar o parâmetro do tempo.
• Engate brusco e retardado: aumentar o parâmetro da pressão. Caso o resultado não seja satisfatório, aumentar
ligeiramente o parâmetro do tempo.
• Engate correcto mas retardado: aumentar o parâmetro da pressão.

NOTA
• Se AUMENTAR o parâmetro da pressão em 0.1, REDUZA o parâmetro do tempo em 0.2.
• Se REDUZIR o parâmetro da pressão em 0.1, AUMENTE o parâmetro do tempo em 0.2.

4.3.9 CALIBRAGEM AUTOMÁTICA DAS 2 - Posicione o tractor numa superfície plana de asfalto
EMBRAIAGENS DO com pelo menos 50 m de percurso livre e faça as
INVERSOR operações seguintes:
a - Coloque a alavanca do inversor na posição de
NOTA
ponto morto.
Este procedimento só deve ser realizado caso, depois
de se ter testado o tractor, o técnico note que os b - Coloque o regime do motor a 1500 rpm.
engates das embraiagens do inversor são demasiado c - Coloque a caixa de velocidades na 4ª
bruscos ou lentos no arranque com o tractor parado velocidade com a alavanca de selecção da
ou durante uma inversão de marcha sem utilizar o g a ma no modo no rma l ( ) o u na 2ª
pedal da embraiagem. velocidade com a alavanca de selecção da
gama no modo rápido ( ).
1 - Ligue o motor e coloque a temperatura do óleo da
d - Se estiver presente o grupo HML: seleccione a
transmissão a cerca de 40°C.
velocidade M ( ).

20-41
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

3 - No menu principal carregue na tecla “4” para aceder


ao menu “Tarat.Friz.”. M E N U ‘

[ 1 ] C a l i b r a z i o n i
[ 2 ] T e s t
[ 3 ] M o n i t o r
[ 4 ] T a r a t . F r i z .
[ 5 ] A l l a r m i

4 - No menu “TARATURA” carregue na tecla “3” para M E N U T A R A T U R A


aceder ao menu de selecção da gama engatada.
[ 1 ] T a r a t u r a M a n u
[ 2 ] T a r a t u r a A u t o
[ 3 ] F o r z a G a m m a

[ E ] U S C I T A

5 - Carregue na tecla “F” para seleccionar a gama [ F ] T o g g l e G a m m a


activada e, de seguida, prima a tecla “E” para
memorizar o dado e sair do menu.
VL: gama rápida
RD: gama normal

M a r G i M n x x

[ E ] U S C I T A

20-42
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

6 - No menu “TARATURA” carregue na tecla “2” para M E N U T A R A T U R A


aceder ao menu de calibragem automática das
embraiagens. [ 1 ] T a r a t u r a M a n u
[ 2 ] T a r a t u r a A u t o
[ 3 ] F o r z a G a m m a

[ E ] U S C I T A

7 - Carregue numa tecla qualquer do ART. M e t t e r t r a t t o r e :


Seleccione o sentido de marcha que deseja calibrar - i n p i a n o
(por exemplo a marcha À FRENTE). - 1 5 0 0 R P M
- T m p . O l i o = 4 0 G . C
* ) R A P P 4 t a - M - N R
* ) R A P P 2 d a - M - V L

P r e m i u n t a s t o
e p o i s c e g l i l a
d i r e z i o n e c h e
d e s i d e r i c a l i -
b r a r e ! A t t e n d i
c h e l a t a r a t u r a
t e r m i n i e p o i
m e t t i i n f o l l e
l a m a c c h i n a

8 - O tractor começa a mover-se aos solavancos e os T A R A T U R A I N V E R S .


valores mostrados no ecrã mudam até serem F = 0 3 1 2 A U R n 4 0
encontrados os valores ideais. t T = 0 . 0 0 p T = 0 . 0 0
Quando o tractor se deslocar de modo contínuo, t R = 0 . 0 0
coloque a alavanca do inversor na posição de ponto
morto e carregue na tecla “E”.
P r x . F r z . A v . 0 0 . 0
P r x . F r z . I n . 0 0 . 0

A d j . F r z . A v . 0 . 0 0
A d j . F r z . I n . 0 . 0 0

C o r r e c t i o n X X X X X
F i l l g . T i m e + 0 0 0 0 0
E v P - C u r r n t X X X X X
[ E ] U S C I T A

20-43
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

9 - Se a calibragem tiver sido feita correctamente, F I N E T A R A T U R A


aparece a mensagem “Terminata OK!”.
NOTA T e r m i n a t a O K !
Se a calibragem não tiver sido feita correctamente,
aparece a mensagem “Terminata KO!” e deve repetir-
se o procedimento. P r x . F r z . A v . 0 5 . 5
10 - Carregue na tecla “E” para regressar ao menu P r x . F r z . I n . 0 5 . 5
“TARATURA” e repita o procedimento partindo do
ponto 4 para o outro sentido de marcha e para a A d j . F r z . A v . 0 . 6 0
outra gama. A d j . F r z . I n . 0 . 6 0

[ E ] U S C I T A

4.3.10 CALIBRAGEM MAN. EMBRAIAGEN INVERSOR


NOTA
1 - Ligue o motor e coloque a temperatura do óleo da
• Este procedimento só deve ser realizado caso, transmissão a cerca de 40°C.
depois de se ter feito a calibragem automática, o
técnico note que os engates das embraiagens do 2 - Posicione o tractor numa superfície plana de asfalto
inversor são demasiado bruscos ou lentos no com pelo menos 50 m de percurso livre e faça as
arranque com o tractor parado ou durante uma operações seguintes:
inversão de marcha sem utilizar o pedal da a - Coloque a alavanca do inversor na posição de
embraiagem. ponto morto.
• Antes de começar a calibragem, leia atentamente os b - Coloque o regime do motor a 1500 rpm.
parágrafos seguintes: c - Coloque a caixa de velocidades na 4ª
4.3.6 NOTAS INFORMATIVAS SOBRE O
velocidade com gama normal ( ) ou na 2ª
PROCEDIMENTO DE CALIBRAGEM DAS
EMBRAIAGENS velocidade com gama rápida ( ).
4.3.7 NOTAS INFORMATIVAS SOBRE OS PARÂMETROS d - Se estiver presente o grupo HML: seleccione a
DE CALIBRAGEM DAS EMBRAIAGENS velocidade M ( ).
4.3.8 NOTAS INFORMATIVAS SOBRE COMO MUDAR OS
PARÂMETROS DURANTE A CALIBRAGEM MANUAL.

3 - No menu principal carregue na tecla “4” para aceder


ao menu “Tarat.Friz.”. M E N U ‘

[ 1 ] C a l i b r a z i o n i
[ 2 ] T e s t
[ 3 ] M o n i t o r
[ 4 ] T a r a t . F r i z .
[ 5 ] A l l a r m i

20-44
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

4 - No menu “TARATURA” carregue na tecla “3” para M E N U T A R A T U R A


aceder ao menu de selecção da gama engatada.
[ 1 ] T a r a t u r a M a n u
[ 2 ] T a r a t u r a A u t o
[ 3 ] F o r z a G a m m a

[ E ] U S C I T A

5 - Carregue na tecla “F” para seleccionar a gama [ F ] T o g g l e G a m m a


activada e, de seguida, prima a tecla “E” para
memorizar o dado e sair do menu.
VL: gama rápida
RD: gama normal

M a r G i M n x x

[ E ] U S C I T A

6 - No menu “TARATURA” carregue na tecla “1” para M E N U T A R A T U R A


aceder ao menu de calibragem manual das
embraiagens. [ 1 ] T a r a t u r a M a n u
[ 2 ] T a r a t u r a A u t o
[ 3 ] F o r z a G a m m a

[ E ] U S C I T A

20-45
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

7 - Carregue numa tecla qualquer para iniciar o M e t t e r t r a t t o r e :


procedimento automático. - i n p i a n o
- 1 5 0 0 R P M
- T m p . O l i o = 4 0 G . C
* ) R A P P 4 t a - M - N R
* ) R A P P 2 d a - M - V R

[ P r e m i t a s t o ]

8 - Inicie a FASE 0 da calibragem deslocando a T A R A T U R A I N V E R S .


alavanca para a mudança que deve ser calibrada e F = 0 0 0 0 M U R n 4 0
aguarde que os parâmetros “tT, tR e pT”” se t T = 0 . 0 0 p T = 0 . 0 0
estabilizem. t R = 0 . 0 0
9 - Coloque novamente a alavanca do inversor na [ 1 ] F 1 4 ] 5 ] 6 ] 7 ] s F
posição de “Folle”.
P r x . F r z . A v . 0 0 . 0
NOTA
P r x . F r z . I n . 0 0 . 0
A FASE 0 pode ser repetida várias vezes depois de se
ter realizado a FASE 1 e a FASE 2 colocando a alavanca [ 2 ] F 2 8 ] L / 0
do inversor na posição de ponto morto e carregando A d j . F r z . A v . 0 . 0 0
na tecla “0”. A d j . F r z . I n . 0 . 0 0
[ F ] S a l v a i d a t i
A ] - B ] + C ] - D ] +
C o r r e c t i o n X X X X X
F i l l g . T i m e * * * * * *
E v P - C u r r n t X X X X X
[ E ] U S C I T A

NOTA T A R A T U R A I N V E R S .
• Calibre completamente uma mudança antes de F = 0 0 0 0 M U R n 4 0
passar à calibragem da outra. t T = 0 . 0 0 p T = 0 . 0 0
• Anote o parâmetro já memorizado antes de o t R = 0 . 0 0
modificar. [ 1 ] F 1 4 ] 5 ] 6 ] 7 ] s F
10 - Inicie a FASE 1 para a mudança a calibrar P r x . F r z . A v . 0 0 . 0
carregando na tecla “1”. P r x . F r z . I n . 0 0 . 0
[ 2 ] F 2 8 ] L / 0
A d j . F r z . A v . 0 . 0 0
A d j . F r z . I n . 0 . 0 0
[ F ] S a l v a i d a t i
A ] - B ] + C ] - D ] +
C o r r e c t i o n X X X X X
F i l l g . T i m e * * * * * *
E v P - C u r r n t X X X X X
[ E ] U S C I T A

20-46
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.3 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO INVERSOR

11 - Modifique os parâmetros “Prx.Frz.Av.” ou T A R A T U R A I N V E R S .


“Prx.Frz.In.” em função da mudança a calibrar num F = 0 0 0 0 M U R n 4 0
dos seguintes modos. t T = 0 . 0 0 p T = 0 . 0 0
SEMI-AUTOMÁTICO t R = 0 . 0 0
a - Engate a mudança a calibrar e aguarde que o tractor [ 1 ] F 1 4 ] 5 ] 6 ] 7 ] s F
faça um movimento na mudança em calibragem, por P r x . F r z . A v . 0 0 . 0
um tempo máximo de 15 seg.
P r x . F r z . I n . 0 0 . 0
b - Coloque novamente a alavanca do inversor na
[ 2 ] F 2 8 ] L / 0
posição de “Folle”.
A d j . F r z . A v . 0 . 0 0
c - Carregue na tecla “F” para memorizar o parâmetro.
A d j . F r z . I n . 0 . 0 0
d - Carregue na tecla “E” para sair da FASE 1.
[ F ] S a l v a i d a t i
A ] - B ] + C ] - D ] +
C o r r e c t i o n X X X X X
F i l l g . T i m e * * * * * *
E v P - C u r r n t X X X X X
[ E ] U S C I T A

MANUAL T A R A T U R A I N V E R S .
a - Carregue respectivamente nas teclas: F = 0 0 0 0 M U R n 4 0
A para aumentar o parâmetro da marcha à frente t T = 0 . 0 0 p T = 0 . 0 0
B para diminuir o parâmetro da marcha à frente t R = 0 . 0 0
C para diminuir o parâmetro da marcha-atrás [ 1 ] F 1 4 ] 5 ] 6 ] 7 ] s F
D para diminuir o parâmetro da marcha-atrás P r x . F r z . A v . 0 0 . 0
b - Carregue na tecla “F” para memorizar o parâmetro. P r x . F r z . I n . 0 0 . 0
c - Carregue na tecla “E” para sair da FASE 1. [ 2 ] F 2 8 ] L / 0
A d j . F r z . A v . 0 . 0 0
A d j . F r z . I n . 0 . 0 0
[ F ] S a l v a i d a t i
A ] - B ] + C ] - D ] +
C o r r e c t i o n X X X X X
F i l l g . T i m e * * * * * *
E v P - C u r r n t X X X X X
[ E ] U S C I T A

NOTA T A R A T U R A I N V E R S .
• Anote o parâmetro já memorizado antes de o F = 0 0 0 0 M U R n 4 0
modificar. t T = 0 . 0 0 p T = 0 . 0 0
12 - Inicie a FASE 2 carregando na tecla “2”. t R = 0 . 0 0
13 - Modifique manualmente os parâmetros [ 1 ] F 1 4 ] 5 ] 6 ] 7 ] s F
“Adj.Frz.Av.” ou “Adj.Frz.In” em função da mudança P r x . F r z . A v . 0 0 . 0
que se está a calibrar carregando respectivamente P r x . F r z . I n . 0 0 . 0
nas teclas:
[ 2 ] F 2 8 ] L / 0
A para aumentar o parâmetro da marcha à frente
A d j . F r z . A v . 0 . 0 0
B para diminuir o parâmetro da marcha à frente
A d j . F r z . I n . 0 . 0 0
C para diminuir o parâmetro da marcha-atrás
[ F ] S a l v a i d a t i
D para diminuir o parâmetro da marcha-atrás
A ] - B ] + C ] - D ] +
14 - Carregue na tecla “F” para memorizar o parâmetro.
C o r r e c t i o n X X X X X
15 - Carregue na tecla “E” para sair da FASE 2.
F i l l g . T i m e * * * * * *
E v P - C u r r n t X X X X X
[ E ] U S C I T A

20-47
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.4 SUBSTITUIÇÃO DO PAINEL DE INSTRUMENTOS

4.4 SUBSTITUIÇÃO DO PAINEL DE INSTRUMENTOS


Sempre que substituir o painel de instrumentos, o técnico deve realizar as operações de:
1 - programação do tipo de tractor
2 – inserção da constante das rodas
3 – programação das unidades de medida da velocidade
A programação do tipo de tractor e a programação da constante das rodas serve para informar a electrónica da centralina
sobre os parâmetros que deve utilizar para apresentar as informações correctas.
Para fazer a configuração, ligue o ART ao conector no lado esquerdo do painel de instrumentos, seleccione a partir do
menu “TEST DISPONIBILI” o painel de instrumentos (CLUSTER) e siga as instruções.

4.4.1 PROGRAMAÇÃO DO TIPO DE TRACTOR


M E N U P R I N C I P A L E
1 - No menu inicial carregue na tecla “E” para aceder ao
“MENU PRINCIPALE”. - - - - - - - - - - - - - - - -

1 - M O N I T O R
2 - C A L I B R A Z I O N I
3 - T E S T
4 - L I S T A A L L A R M I

[ E ] U S C I T A

2 - No menu principal, carregue na tecla “2” para aceder M E N U P A R A M E T R I


ao “MENU PARAMETRI”. - - - - - - - - - - - - - - - -
3 - Carregue na tecla “1” e no ART.
1 - P A R A M E T R I

[ E ] U s c i t a

20-48
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.4 SUBSTITUIÇÃO DO PAINEL DE INSTRUMENTOS

4 - Carregue na tecla “3”. M E N U C A L I B R A Z I O N I


- - - - - - - - - - - - - - - -

1 - R U O T E [ m m ] X X X X
2 - A L L A R M E C I N G 0
3 - C O N F I G U R A Z . 0 1
4 - V E L [ 1 = M P H ] 0
5 - O R O L . [ 1 = 1 2 h ] 0
6 - M A X T E M P 1 0 5

[ E ] U S C I T A

5 - Carregue em “2” e, de seguida, carregue na tecla “E” C O N F I G U R A Z .


para memorizar o dado e na tecla “C” para confirmar
o valor e regressar ao menu principal.
A t t u a l e : 0 1

N u o v o : X X

[ D ] C a n c e l l a
[ E ] U s c i t a

20-49
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.4 SUBSTITUIÇÃO DO PAINEL DE INSTRUMENTOS

4.4.2 INSERÇÃO DA CONSTANTE DAS RODAS


M E N U P R I N C I P A L E
1 - No menu inicial carregue na tecla “E” para aceder ao
“MENU PRINCIPALE”. - - - - - - - - - - - - - - - -

2 - No menu principal, carregue na tecla “2”. 1 - M O N I T O R


2 - C A L I B R A Z I O N I
3 - T E S T
4 - L I S T A A L L A R M I

[ E ] U S C I T A

3 - Carregue na tecla “1” . M E N U P A R A M E T R I


- - - - - - - - - - - - - - - -

1 - P A R A M E T R I

[ E ] U s c i t a

4 - Carregue na tecla “1”. M E N U C A L I B R A Z I O N I


- - - - - - - - - - - - - - - -

1 - R U O T E [ m m ] X X X X
2 - A L L A R M E C I N G 0
3 - C O N F I G U R A Z . 0 1
4 - V E L [ 1 = M P H ] 0
5 - O R O L . [ 1 = 1 2 h ] 0
6 - M A X T E M P 1 0 5

[ E ] U S C I T A

20-50
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.4 SUBSTITUIÇÃO DO PAINEL DE INSTRUMENTOS

5 - Carregue no parâmetro “RUOTE” e escreva o valor R U O T E


correspondente ao tipo de pneu traseiro montado
segundo a tabela seguinte:
A t t u a l e : X X X X
Pneu Valor constante (K)
11.2R-24" 4113
11.2R-28" 3750
N u o v o : x x x x
12.4R-24" 3924
12.4R-28" 3591
13.6R-28" 3474
320/70R-20" 4557
360/60R-24" 4115
360/70R-24" 3924
380/70R-20" 4155
380/70R-24" 3783
[ D ] C a n c e l l a
380/70R-28" 3474
[ E ] U s c i t a
41x14.00-20" 4302
420/70R-24" 3591
420/70R-28" 3309
9.5R-28" 3888

6 - Carregue na tecla “E” para memorizar o dado e na


tecla “C” para confirmar o valor e regressar ao menu
principal.

20-51
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.4 SUBSTITUIÇÃO DO PAINEL DE INSTRUMENTOS

4.4.3 PROGRAMAÇÃO DAS UNIDADES DE


MEDIDA DA M E N U P R I N C I P A L E
VELOCIDADE - - - - - - - - - - - - - - - -
1 - No menu inicial carregue na tecla “E” para aceder ao
“MENU PRINCIPALE”. 1 - M O N I T O R
2 - C A L I B R A Z I O N I
2 - No menu principal, carregue na tecla “2”.
3 - T E S T
4 - L I S T A A L L A R M I

[ E ] U S C I T A

M E N U P A R A M E T R I
3 - Carregue na tecla “1” .
- - - - - - - - - - - - - - - -

1 - P A R A M E T R I

[ E ] U s c i t a

M E N U C A L I B R A Z I O N I
4 - Carregue na tecla “4”.
- - - - - - - - - - - - - - - -

1 - R U O T E [ m m ] X X X X
2 - A L L A R M E C I N G 0
3 - C O N F I G U R A Z . 0 1
4 - V E L [ 1 = M P H ] 0
5 - O R O L . [ 1 = 1 2 h ] 0
6 - M A X T E M P 1 0 5

[ E ] U S C I T A

20-52
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.4 SUBSTITUIÇÃO DO PAINEL DE INSTRUMENTOS

V E L O C I T A
5 - Digite o valor “0” se desejar visualizar a velocidade
segundo o sistema métrico (km/h) ou o valor “1” se
desejar visualizar a velocidade segundo o sistema
anglo-saxónico (mph). A t t u a l e : 0
6 - Carregue na tecla “E” para memorizar o dado e na
tecla “C” para confirmar o valor e regressar ao menu
principal. N u o v o : X

[ D ] C a n c e l l a
[ E ] U s c i t a

20-53
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.5 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

4.5 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO


Sempre que substituir a centralina do hidráulico, o operador deve calibrar a altura do hidráulico.
Para fazer a calibragem, ligue o ART ao conector no lado esquerdo do painel de instrumentos, ligue o motor, seleccione no
menu "TEST DISPONIBILI" a centralina do hidráulico e siga as instruções.

4.5.1 CALIBRAGEM DA ALTURA MÁXIMA


DO HIDRÁULICO S O L L E V A T O R E
NOTA. = = = = = = = = = = = = = = = =
Estas operações devem ser feitas com o motor a
funcionar em ralenti, o travão de mão engatado e as
mudanças em ponto morto.
1 - No menu inicial da centralina, carregue na tecla “C” S o f t w a r e 1 . 3 2 C
para aceder ao menu “INIZIALIZZAZIONE”. D a t a d d / m m / a a

P a r a m e t r i p e r
T R A T T O R E 1 0 N

= = = = = = = = = = = = = = = =
= = = = = = = = = = = = = = = =
[ C ] C A M B I O P A R A M .
[ E ] C O N T I N U A

2 - Carregue na tecla “2” para seleccionar o hidráulico I N I Z I A L I Z Z A Z I O N E


tipo “10S” e prima “C” para continuar e entrar no = = = = = = = = = = = = = = = =
menu principal. P a r a m e t r i
A t t u a l i p e r 1 0 _

C a m b i o p a r a m e t r i

1 - S o l l e v a t o r e 1 0 N

2 - S o l l e v a t o r e 1 0 S

= = = = = = = = = = = = = = = =
[ C ] C O N T I N U A

20-54
4. ACTIVAÇÃO DO TRACTOR 4.5 SUBSTITUIÇÃO DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

3 - No menu principal, carregue na tecla “1” para M E N U P R I N C I P A L E


seleccionar o menu "Calibrazioni". = = = = = = = = = = = = = = = =

1 C a l i b r a z i o n i
2 M o n i t o r
3 P r o v e
4 A l l a r m i

S C E L T A _

= = = = = = = = = = = = = = = =
E U S C I T A

4 - No menu "Calibrazioni", carregue na tecla “1” para M e n u C a l i b r a z i o n i


seleccionar o menu “Alt. Mass”. = = = = = = = = = = = = = = = =

1 - A l t . M a s s .

P e r s o n a l i z z a z i o n
v e l o c i t a s a l i t a
2 - V e l . s a l

= = = = = = = = = = = = = = = =
E U S C I T A

5 - Desbloqueie o hidráulico e rode o botão de 1 - A l t . M a s s .


regulação da altura máxima completamente para a = = = = = = = = = = = = = = = =
direita.
6 - Com o botão de elevação colocado no guarda-
lamas, levante completamente as barras do A t t u a l e : x x x x
hidráulico.
7 - Quando o hidráulico tiver chegado ao fim do curso, N u o v o : x x x x
carregue na tecla de comando da descida até ler um
valor cerca de 20÷30 unidades inferior ao valor lido
no fim do curso, depois carregue na tecla “C” para
memorizar o dado.

[ A ] A n n u l l a
[ C ] C o n f e r m a

20-55
PÁGINA DEIXADA
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR (CÓD. 2.8519.054.0/60)

5. ALARMES
Este capítulo descreve todos os alarmes detectados pelas centralinas electrónicas do tractor.

5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR (CÓD. 2.8519.054.0/60)


A centralina do motor assinala ao operador a avaria dos componentes por ela geridos através do visor situado no lado
direito do painel de instrumentos. Para assinalar as avarias, são usadas intermitências com códigos que identificam
apenas o dispositivo que tem o problema sem especificar o tipo. Para uma análise mais aprofundada da avaria detectada,
ligue o ART à tomada de diagnóstico e consulte o menu “4.2 HISTÓRICO DE ALARMES”.

5.1.1 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO PAINEL DE INSTRUMENTOS

Intermitê Dispositivo em questão Descrição do alarme Reacção da centralina


ncias

M1 A l a r m e d e v e l o c i d a d e A centralina detecta que o motor A centralina pára o motor


excessiva ultrapassou as 3200 rpm.

M2 Actuador A centralina detecta um problema no A centralina pára o motor


actuador

M3 Pedal do acelerador A centralina detecta um problema no A centralina pára o motor


pedal do acelerador

M4 Sensor de rotações do motor A centralina detecta um problema no A centralina pára o motor


(Pick-up) sensor de rotações do motor (Pick-up)

M5 EEPROM A centralina detecta uma avaria na O motor continua a trabalhar mas


memória EEPROM com os valores predefinidos

O motor trabalha correctamente


M6 Sensor de velocidade das A centralina detecta um problema no mas as rotações máximas são
rodas sensor de rotações das rodas
limitadas a 1500 rpm

M7 Alarme das correias Alarme predisposto mas não utilizado

A centralina detecta um problema na


M8 Acelerador manual alavanca do acelerador manual O motor funciona correctamente

M9 Electroválvulas HML e TDF Alarme predisposto mas não utilizado

Sensor de 2 velocidades das A centralina detecta um problema no O motor trabalha correctamente


M10 mas as rotações máximas são
rodas segundo sensor de rotações das rodas limitadas a 1500 rpm

A centralina detecta que o parâmetro


Erro de configuração ou de configuração de velocidade foi O motor trabalha correctamente
incongruência dos sinais dos
M11 sensores das rotações das modificado ou que os sinais das mas as rotações máximas são
r o t a ç õ e s d a s r o d a s n ã o s ã o limitadas a 1500 rpm
rodas congruentes

Botão de comando da TDF Alarme predisposto mas não utilizado


M12 traseira

5.1.2 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO PAINEL DE INSTRUMENTOS (LUZ AVISADORA DE


PRÉ-AQUECIMENTO)

Intermitê
Descrição do alarme
ncias

2 A centralina detecta que o dispositivo de pré-aquecimento está activo mesmo quando não deveria estar.

3 A centralina detecta que o dispositivo de pré-aquecimento não está activo mesmo quando deveria estar.

20-57
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR (CÓD. 2.8519.054.0/60)

5.1.3 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO ART

Visualização no ART Código Descrição do alarme Reacção da centralina Página

A centralina detecta que o O motor continua a trabalhar


Acc.manuale C.A. M8 potenciómetro do acelerador correctamente mas o acelerador 20-72
manual está desligado. manual não funciona.

A centralina detecta que o O motor continua a trabalhar


Acc.manuale C.C. M8 potenciómetro do acelerador correctamente mas o acelerador 20-71
manual está em curto-circuito. manual não funciona.

O motor funciona, mas não são


A centralina detecta um problema
Allarme Generico no hardware. comandadas as lâmpadas e as 20-77
electroválvulas.

Attuatore C.A. M2 A centralina detecta que o actuador O motor não arranca. 20-62
não está ligado.

Attuatore C.C. M2 A centralina detecta que o actuador O motor pára e já não é possível 20-63
está em curto-circuito. ligá-lo.

Alarme predisposto mas não


Blocco EV HL PTO utilizado –

Alarme predisposto mas não


Candeletta C.A. utilizado –

Alarme predisposto mas não


Candeletta1 C.A. utilizado –

Alarme predisposto mas não


Candeletta2 C.A. utilizado. –

A centralina detecta uma avaria na O motor continua a trabalhar mas


EEPROM guasta M5 memória EEPROM. com os valores predefinidos. 20-68

A centralina detecta que o


parâmetro de velocidade máxima O motor continua a trabalhar
Err.Configuraz. M11 correctamente mas as rotações 20-76
de deslocação não corresponde à máximas são fixas em 1500 rpm.
configuração do tractor.

EV H C.A. Alarme predisposto mas não –


utilizado

EV H C.C. Alarme predisposto mas não –


utilizado

EV L C.A. Alarme predisposto mas não –


utilizado

EV L C.C. Alarme predisposto mas não –


utilizado

EV Pre. C.A. Alarme predisposto mas não –


utilizado.

EV PTO C.A. Alarme predisposto mas não –


utilizado

EV PTO C.C. Alarme predisposto mas não –


utilizado

Flash guasta A centralina detecta uma avaria na A centralina não activa os sistemas 20-77
memória Flash e não é possível ligar o motor.

20-58
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR (CÓD. 2.8519.054.0/60)

Visualização no ART Código Descrição do alarme Reacção da centralina Página

Alarme predisposto mas não


Lampada cin.C.A. –
utilizado

Alarme predisposto mas não


Lampada M C.A. –
utilizado

Alarme predisposto mas não


Lampada Pre.C.A. –
utilizado

Alarme predisposto mas não


LampadaHold C.A. –
utilizado

Alarme predisposto mas não


LimitParamEEPROM. –
utilizado.

A centralina detecta que o


O motor pára e já não é possível
PedaleAccel.C.A. M3 potenciómetro do acelerador ligá-lo. 20-64
manual está desligado.

A centralina detecta que o O motor pára e já não é possível


PedaleAccel.C.C. M3 potenciómetro do pedal do 20-65
acelerador está em curto-circuito. ligá-lo.

Alarme predisposto mas não


Press.olio bassa utilizado. –

Alarme predisposto mas não


PulsantPTOguasto M12 utilizado –

Alarme predisposto mas não


Relay Cand. C.A. –
utilizado

Alarme predisposto mas não


Relay EVPre.C.A. –
utilizado.

Alarme predisposto mas não


RelayCand.1 C.A. –
utilizado

Alarme predisposto mas não


RelayCand.2 C.A. –
utilizado.

Alarme predisposto mas não


RelayCand.Guasto –
utilizado

Alarme predisposto mas não


RelayEVPreGuasto –
utilizado.

Alarme predisposto mas não


RelCand.1 Guasto –
utilizado

Alarme predisposto mas não


RelCand.2 Guasto –
utilizado.

A centralina detecta uma diferença


de velocidade superior a 2 km/h O mot or continua a trabalhar
entre os sensores de rotações das
Sen.Vel.Log.Err. M11 rodas quando um dos dois correctamente mas as rotações 20-75
máximas são fixas em 1500 rpm.
sensores detecta uma velocidade
de deslocação superior a 5 km/h.

A centralina detecta que o segundo O mot or continua a trabalhar


Sens.Vel.2 C.A. M10 sensor de velocidade das rodas correctamente mas as rotações 20-74
está desligado. máximas são fixas em 1500 rpm.

20-59
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR (CÓD. 2.8519.054.0/60)

Visualização no ART Código Descrição do alarme Reacção da centralina Página

A centralina detecta que o segundo


O motor continua a trabalhar
Sens.Vel.2 Inter M10 sensor de velocidade das rodas correctamente mas as rotações 20-73
está avariado ou a cablagem está
danificada. máximas são fixas em 1500 rpm.

A centralina detecta que o sensor


Sensor.RPM C.A. M4 de rotações do motor (pick-up) está O motor pára e já não é possível 20-66
ligá-lo.
desligado.

A centralina detecta que o sensor


Sensor.RPMinterm M4 de rotações do motor (pick-up) está O motor pára e já não é possível 20-67
avariado ou a cablagem está ligá-lo.
danificada.

A centralina detecta que o sensor O motor continua a trabalhar


Sensor.Vel. C.A. M6 de velocidade das rodas está correctamente mas as rotações 20-69
desligado. máximas são fixas em 1500 rpm.

A centralina detecta que o sensor


O motor continua a trabalhar
Sensor.VelInterm M6 de velocidade das rodas está correctamente mas as rotações 20-70
avariado ou a cablagem está
danificada. máximas são fixas em 1500 rpm.

A centralina detecta que o sensor O sistema de pré-aquecimento é


SensoreTemp.C.A. de temperatura do líquido de sempre activado quando se liga o 20-79
arrefecimento está desligado. motor.
A centralina detecta que o sensor O sistema de pré-aquecimento é
SensoreTemp.C.C. de temperatura do líquido de sempre activado quando se liga o 20-80
arrefecimento está avariado. motor.

Alarme predisposto mas não


SensPosSoll C.A. utilizado –

Alarme predisposto mas não


SensVel.cin.C.A. utilizado. –

A centralina detecta que o motor


Sovravelocita M1 ultrapassou as 3200 rpm. O motor pára. 20-61

Alarme predisposto mas não


Strum.Temp. C.C. utilizado –

20-60
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Sovravelocità
CÓDIGO DO ALARME: M1

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o motor ultrapassou as 3200 rpm.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor pára.
NOTA
Este alarme é assinalado quando, durante uma descida, o operador utiliza o motor como travão excedendo, assim, o limite
de rotações.

VERIFICAÇÃO
• Posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e, de seguida, novamente em “I” (ON) e volte a ligar o motor.

20-61
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Attuatore C.A.
CÓDIGO DO ALARME: M2

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o actuador não está ligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor não arranca.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “X9” do actuador e “ENGINE ECU” na centralina do motor não estão
oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 1 do conector “X9” e ao pino 46 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “X9” e ao pino 47 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Verifique o funcionamento correcto do actuador (para informações técnicas, consulte o grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4
1 14 20 23

45

46 47

45 23 14 20 46 47 ENGINE ECU

F6
15A

1 2 X9

+15

D0035950

20-62
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Attuatore C.C.
CÓDIGO DO ALARME: M2

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o actuador está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor pára e já não é possível ligá-lo.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “X9” do actuador e “ENGINE ECU” na centralina do motor não estão
oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 1 do conector “X9” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X9” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester aos
pinos 1 e 2 do conector “X9” e, com o teste de resistência, verifique se existem curto-circuitos (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 1 do conector “X9” e certifique-se de que não existem curto-circuitos para uma alimentação positiva (leitura no
tester: 0V).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X9” e certifique-se de que não existem curto-circuitos para uma alimentação positiva (leitura no
tester: 0V).
• Verifique o funcionamento correcto do actuador (para informações técnicas, consulte o grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4
1 14 20 23

45

46 47

45 23 14 20 46 47 ENGINE ECU

F6
15A

1 2 X9

+15

D0035950

20-63
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

PedaleAccel.C.A.
CÓDIGO DO ALARME: M3

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o potenciómetro do acelerador manual está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor pára e já não é possível ligá-lo.

VERIFICAÇÃO
NOTA
Se aparecerem também os alarmes “Sensor.RPM C.A.“, “Sensor.RPM C.A.” “Acc.manuale C.A.” e “Sensor.Vel. C.A.”, o
problema está na interrupção do cabo de saída do pino 33 do conector “ENGINE ECU”. Outra confirmação desta avaria
pode ser a impossibilidade de meter mudanças do grupo HML, se disponível.
• Certifique-se que os contactos no conector “X6” do potenciómetro do acelerador manual e “ENGINE ECU” na
centralina do motor estão bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON), certifique-se que o potenciómetro do acelerador manual está
correctamente alimentado (tensão entre o pino 1 (positivo) e o pino 3 (negativo) do conector “X6” de cerca de 5 V).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “X6” e ao pino 5 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Verifique o funcionamento correcto do potenciómetro do acelerador manual (para informações técnicas, consulte o
grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-64
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

PedaleAccel.C.C.
CÓDIGO DO ALARME: M3

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o potenciómetro do pedal do acelerador está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor pára e já não é possível ligá-lo.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “X6” do potenciómetro do pedal do acelerador e “ENGINE ECU” na
centralina do motor estão bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X6” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ECU PS” desligado da centralina, ligue um tester ao pino
2 e ao pino 3 do conector “X6” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos (leitura no
tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 1 e ao pino 2 do conector “X6” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos (leitura
no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X6” e à massa no chassis e certifique-se que não existem curto-circuitos para uma alimentação
positiva (leitura no tester: 0V).
• Verifique o funcionamento correcto do potenciómetro do acelerador manual (para informações técnicas, consulte o
grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-65
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Sensor.RPM C.A.
CÓDIGO DO ALARME: M4

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de rotações do motor (pick-up) está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor pára e já não é possível ligá-lo.

VERIFICAÇÃO
NOTA
Se aparecerem também os alarmes “Sensor.RPM C.A.” “Ac.manual C.A.”, “PedalAcel.C.A.” e “Sensor.Vel. C.A.”, o
problema está na interrupção do cabo de saída do pino 33 do conector “ENGINE ECU”. Outra confirmação desta avaria
pode ser a impossibilidade de meter mudanças do grupo HML, se disponível.
• Certifique-se que os contactos no conector “X10” do sensor de rotações do motor (Pick-up) e “ENGINE ECU” na
centralina do motor estão bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 1 do conector “X10” e ao pino 10 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “X10” e ao pino 33 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor de rotações do motor (para informações técnicas, consulte o grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-66
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Sensor.RPMinterm
CÓDIGO DO ALARME: M4

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de rotações do motor (pick-up) está avariado ou a cablagem está danificada.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor pára e já não é possível ligá-lo.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “X10” do sensor de rotações do motor (Pick-up) e “ENGINE ECU” na
centralina do motor estão bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 1 do conector “X10” e ao pino 10 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “X10” e ao pino 33 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 1 do conector “X10” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X10” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester aos
pinos 1 e 2 do conector “X10” e e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos (leitura no
tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 1 do conector “X10” e certifique-se de que não existem curto-circuitos para uma alimentação positiva (leitura no
tester: 0V).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor de rotações do motor (para informações técnicas, consulte o grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960
20-67
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

EEPROM guasta
CÓDIGO DO ALARME: M5

DESCRIÇÃOL
A centralina detecta uma avaria na memória EEPROM.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar mas com os valores predefinidos.

VERIFICAÇÃO
• Programe a centralina com os valores correctos, cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em "O" (OFF)
e, de seguida, novamente em "I" (ON) e verifique se o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-68
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Sensor.Vel. C.A.
CÓDIGO DO ALARME: M6

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de velocidade das rodas está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar correctamente mas as rotações máximas são fixas em 1500 rpm.

VERIFICAÇÃO
NOTA
Se aparecerem também os alarmes “Sensor.RPM C.A.“, “Sensor.RPM C.A.” “Acc.manuale C.A.” e “PedaleAccel.C.A.”, o
problema está na interrupção do cabo de saída do pino 33 do conector “ENGINE ECU”. Outra confirmação desta avaria
pode ser a impossibilidade de meter mudanças do grupo HML, se disponível.

• Certifique-se que os contactos no conector “X41” do sensor de velocidade das rodas e “ENGINE ECU” na centralina
do motor estão bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “X41” e ao pino 11 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 3 do conector “X41” e ao pino 2 do conector
“REVERSE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0
Ohm).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor de velocidade das rodas (para informações técnicas, consulte o grupo
40)
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-69
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Sensor.VelInterm
CÓDIGO DO ALARME: M6

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de velocidade das rodas está avariado ou a cablagem está danificada.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar correctamente mas as rotações máximas são fixas em 1500 rpm.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “X41” do sensor de velocidade das rodas e “ENGINE ECU” na centralina
do motor não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “X41” e ao pino 11 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 3 do conector “X41” e ao pino 2 do conector
“REVERSE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0
Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X41” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 1 do conector “X41” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 e ao pino 3 do conector “X10” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos (leitura
no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X41” e à massa no chassis e certifique-se que não existem curto-circuitos para uma alimentação
positiva (leitura no tester: 0V).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor de velocidade das rodas (para informações técnicas, consulte o grupo
40)
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-70
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Acc.manuale C.C.
CÓDIGO DO ALARME: M8

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o potenciómetro do acelerador manual está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar correctamente mas o acelerador manual não funciona.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “X7” do potenciómetro do acelerador manual e “ENGINE ECU” na
centralina do motor estão bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 4 do conector “X7” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 4 e ao pino 2 do conector “X7” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos (leitura
no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 4 e ao pino 1 do conector “X7” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos (leitura
no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector "ENGINE ECU" desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 4 do conector “X7” e à massa no chassis e certifique-se que não existem curto-circuitos para uma alimentação
positiva (leitura no tester: 0V).
• Verifique o funcionamento correcto do potenciómetro do acelerador manual (para informações técnicas, consulte o
grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-71
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Acc.manuale C.A.
CÓDIGO DO ALARME: M8

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o potenciómetro do acelerador manual está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar correctamente mas o acelerador manual não funciona.

VERIFICAÇÃO
NOTA
Se aparecerem também os alarmes “Sensor.RPM C.A.“, “Sensor.RPM C.A.”, “PedalAcel.C.A.” e “Sensor.Vel. C.A.”, o
problema está na interrupção do cabo de saída do pino 33 do conector “ENGINE ECU”. Outra confirmação desta avaria
pode ser a impossibilidade de meter mudanças do grupo HML, se disponível.
• Certifique-se que os contactos no conector “X7” do potenciómetro do acelerador manual e “ENGINE ECU” na
centralina do motor estão bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON), certifique-se que o potenciómetro do acelerador manual está
correctamente alimentado (tensão entre o pino 1 (positivo) e o pino 2 (negativo) do conector “X7” de cerca de 5 V).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 4 do conector “X7” e ao pino 6 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Verifique o funcionamento correcto do potenciómetro do acelerador manual (para informações técnicas, consulte o
grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-72
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Sens.Vel.2 Inter
CÓDIGO DO ALARME: M10

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o segundo sensor de velocidade das rodas está avariado ou a cablagem está danificada.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar correctamente mas as rotações máximas são fixas em 1500 rpm.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “X87” do segundo sensor de velocidade das rodas e “ENGINE ECU” na
centralina do motor não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON), certifique-se que o segundo sensor de velocidade das rodas está
correctamente alimentado (tensão entre o pino 1 (positivo) e o pino 3 (negativo) do conector “X87” de cerca de 12 V).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “X87” e ao pino 12 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X87” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester aos
pinos 1 e 2 do conector “X87” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos (leitura no
tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester aos
pinos 2 e 3 do conector “X87” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos (leitura no
tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X87” e certifique-se de que não existem curto-circuitos para uma alimentação positiva (leitura no
tester: 0V).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor de velocidade das rodas (para informações técnicas, consulte o grupo
40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-73
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Sens.Vel.2 C.A.
CÓDIGO DO ALARME: M10

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o segundo sensor de velocidade das rodas está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar correctamente mas as rotações máximas são fixas em 1500 rpm.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “X87” do segundo sensor de velocidade das rodas e “ENGINE ECU” na
centralina do motor não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON), certifique-se que o segundo sensor de velocidade das rodas está
correctamente alimentado (tensão entre o pino 1 (positivo) e o pino 3 (negativo) do conector “X87” de cerca de 12 V).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “X87” e ao pino 12 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor de velocidade das rodas (para informações técnicas, consulte o grupo
40)
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-74
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Sen.Vel.Log.Err.
CÓDIGO DO ALARME: M11

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma diferença de velocidade superior a 2 km/h entre os sensores de rotações das rodas quando um
dos dois sensores detecta uma velocidade de deslocação superior a 5 km/h.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar correctamente mas as rotações máximas são fixas em 1500 rpm.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “X41” do primeiro sensor de velocidade das rodas, “X87” do segundo
sensor de velocidade das rodas e “ENGINE ECU” na centralina do motor estão bem fixos e não estão oxidados.
• Verifique o funcionamento correcto dos sensores de velocidade das rodas (para informações técnicas, consulte o
grupo 40)
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-75
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Err.Configuraz.
CÓDIGO DO ALARME: M11

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o parâmetro de velocidade máxima de deslocação não corresponde à configuração do tractor.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar correctamente mas as rotações máximas são fixas em 1500 rpm.

VERIFICAÇÃO
• Este alarme aparece quando se substitui a centralina do motor por uma nova e antes de activar o tractor.
Se o alarme aparecer também após a configuração, certifique-se de que os dois sensores de velocidade das rodas
funcionam correctamente e de que estão correctamente ligados.
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina

1 5 6 10 11 12 23 0.014.4780.4

45

25 28 33
45 23 10 1 25 5 6 12 33 28 11 ENGINE ECU

F6
15A

X10 1 2 3 4 3 2 1 X7 2 3 1 X6
+15
freq.

pos. pos.

G2
3 6 7 5

X41 3 2 1 3 1 2 X87
freq. freq.

0.014.4782.4
D0035960

20-76
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Allarme Generico
CÓDIGO DO ALARME: não assinalado

DESCRIÇÃO
A centralina detecta um problema no hardware.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor funciona, mas não são comandadas as lâmpadas e as electroválvulas.

VERIFICAÇÃO
• Desligue o motor e retire a chave de ignição durante pelo menos 1 hora.
• Posicione a chave de ignição em “I” (ON), cancele todos os alarmes e verifique se o alarme ainda está presente; nesse
caso, substitua a centralina.

Allarme Generico
DESCRIÇÃO
A centralina detecta um problema no hardware.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor funciona, mas não são comandadas as lâmpadas e as electroválvulas.

VERIFICAÇÃO
• Desligue o motor e retire a chave de ignição durante pelo menos 1 hora.
• Posicione a chave de ignição em “I” (ON), cancele todos os alarmes e verifique se o alarme ainda está presente; nesse
caso, substitua a centralina.

Flash guasta
CÓDIGO DO ALARME: não assinalado

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria na memória Flash

REACÇÃO DA CENTRALINA
A centralina não activa os sistemas e não é possível ligar o motor.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-77
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

Flash guasta
DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria na memória Flash

REACÇÃO DA CENTRALINA
A centralina não activa os sistemas e não é possível ligar o motor.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

EEPROM guasta
DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria na memória EEPROM.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O motor continua a trabalhar mas com os valores predefinidos.

VERIFICAÇÃO
• Programe a centralina com os valores correctos, cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em "O" (OFF)
e, de seguida, novamente em "I" (ON) e verifique se o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-78
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

SensoreTemp.C.A.
CÓDIGO DO ALARME: não assinalado no painel de instrumentos

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de temperatura do líquido de arrefecimento está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema de pré-aquecimento é sempre activado quando se liga o motor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os conectores “X49” do sensor de temperatura do motor e “ENGINE ECU” da centralina do motor
estão bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 1 do conector “X49” e ao pino 3 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “X49” e ao pino 2 do conector
“ENGINE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor (para informações técnicas, consulte o grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 3 23

45

25

45 23 1 25 3 2 ENGINE ECU

G1
1 27

F6
15A

1 2 X49
t
+15

0.013.8397.4
0.013.8398.4
D0035970

20-79
5. ALARMES 5.1 ALARMES DA CENTRALINA DO MOTOR

SensoreTemp.C.C.
CÓDIGO DO ALARME: não assinalado no painel de instrumentos

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de temperatura do líquido de arrefecimento está avariado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema de pré-aquecimento é sempre activado quando se liga o motor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os conectores “X49” do sensor de temperatura do motor e “ENGINE ECU” da centralina do motor
estão bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 e ao pino 3 do conector “ENGINE ECU” e, com
um aparelho de teste de resistência, certifique-se que os fios não estão em curto-circuito entre si (leitura no tester em
conformidade com as características técnicas do sensor. Para mais informações, consulte o grupo 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina do motor, ligue um
tester ao pino 1 do conector “X49” e à massa no chassis e certifique-se que não existem curto-circuitos à massa (leitura
no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “ENGINE ECU” desligado da centralina do motor, ligue um
tester ao pino 2 do conector “X49” e à massa no chassis e certifique-se que não existem curto-circuitos à massa (leitura
no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 3 23

45

25

45 23 1 25 3 2 ENGINE ECU

G1
1 27

F6
15A

1 2 X49
t
+15

0.013.8397.4
0.013.8398.4
D0035970

20-80
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR (CÓD. 2.8519.030.0/60)

5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR (CÓD. 2.8519.030.0/60)


A centralina do inversor assinala ao operador a avaria dos componentes por ela geridos através do visor situado no lado
direito do painel de instrumentos.
Para assinalar as avarias, são usados códigos que identificam o dispositivo ou o sistema que tem o problema.
Para uma análise mais aprofundada da avaria detectada, ligue o ART à tomada de diagnóstico e consulte o menu “5.
ALARMES”.

5.2.1 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS NO PAINEL DE INSTRUMENTOS

Código
no
painel Visualização Descrição do alarme Reacção do sistema Página
de no ART
instrum
entos
A centralina detecta que o estado
do solenóide da electroválvula da Na versão com HML, o sistema
T11 EvL Stato Non OK bloqueia o funcionamento do 20-89
mudança L não corresponde ao
necessário. grupo HML.

A centralina detecta um curto- Na versão com HML, o sistema


circuito da linha de comando da
T12 EvL Corto Circ. electroválvula de comando da bloqueia o funcionamento do 20-90
grupo HML.
mudança L.
A c e n t r a l i n a d e t e c t a q u e a Na versão com HML, o sistema
T13 EvL Circ. Aperto electroválvula de comando da bloqueia o funcionamento do 20-91
mudança L está desligada grupo HML.
O sistema bloqueia
A centralina detecta que o sensor c o m p l e t a m e n t e o
T14 Sens. RPM Aperto de rotações do motor está 20-92
desligado. funcionamento do grupo do
inversor e HML.
O sistema continua a trabalhar,
A centralina detecta que o sensor
Sns.TmpOlio Apt. de temperatura do óleo de mas o tractor será brusco 20-93
durante as mudanças ou os
transmissão está desligado. engates de direcção.
T15
A centralina detecta que o sensor O sistema continua a trabalhar,
mas o tractor será brusco
Sns.TmpOlio C.C. d e t e m p e r a t u r a d o ó l e o d e durante as mudanças ou os 20-94
transmissão está em curto-circuito.
engates de direcção.
O sistema bloqueia
A centralina detecta que a alavanca c o m p l e t a m e n t e o
T16 DevioDirez. N.V. do i nv ers or es t á a va ria da o u 20-95
desligada. funcionamento do grupo do
inversor e HML.
A centralina detecta que o estado
Na versão com HML, o sistema
T17 GuastoPrxProprz. do solenóide da electroválvula da bloqueia o funcionamento do 20-96
mudança M não corresponde ao
necessário. grupo HML.

O sistema continua a trabalhar,


mas a mudança de direcção é
A centralina detecta que o sensor r e g u l a d a e m f u n ç ã o d a s
T24 Sens. VEL Aperto de velocidade das rodas está 20-97
desligado. rotações do motor e não em
função da velocidade de
deslocação.
A centralina detecta que o botão de O sistema continua a trabalhar
desactivação da embraiagem
T27 PulsanteFrizione (confort clutch) está em curto- c o r r e c t a m e nt e , m a s nã o é 20-98
possível utilizar o botão de
circuito à massa (equivalente a um desactivação da embraiagem.
botão sempre premido).

20-81
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR (CÓD. 2.8519.030.0/60)

A centralina detecta que o estado


do solenóide da electroválvula da Na versão com HML, o sistema
T31 EvH Stato Non OK bloqueia o funcionamento do 20-99
mudança H não corresponde ao grupo HML.
necessário.
A centralina detecta um curto-
Na versão com HML, o sistema
T32 EvH Corto Circ. circuito da linha de comando da bloqueia o funcionamento do 20-100
electroválvula de comando da
mudança H. grupo HML.

A c e n t r a l i n a d e t e c t a q u e a Na versão com HML, o sistema


T33 EvH Circ. Aperto electroválvula de comando da bloqueia o funcionamento do 20-101
mudança H está desligada grupo HML.

A centralina detecta que o sensor O sistema continua a trabalhar,


mas o tractor será brusco
T34 Sens. INV Aperto de velocidade do inversor está durante as mudanças ou os 20-102
desligado.
engates de direcção
O sistema bloqueia
A centralina detecta que o sensor c o m p l e t a m e n t e o
Pos. Pedale Apt. de posição do pedal da 20-103
embraiagem está desligado. funcionamento do grupo do
inversor e HML.
A centralina detecta que o sensor O sistema bloqueia
Pos.Ped.C.C./Apt de posição do pedal da completamente o 20-104
T35 embraiagem está em curto-circuito funcionamento do grupo do
à massa. inversor e HML.
A centralina detecta que o sensor O sistema bloqueia
de posição do pedal da
Pos. Pedale N.V. embraiagem está em curto-circuito completamente o 20-105
funcionamento do grupo do
para uma alimentação positiva ou inversor e HML.
não foi calibrado correctamente.
A centralina detecta que o botão de O sistema continua a trabalhar
T41 Puls.HML+premuto aumento da mudança do grupo c o m a m u d a n ç a H e n ã o é 20-106
HML está sempre premido. possível mudá-la.
A centralina detecta que o botão de O sistema continua a trabalhar
T42 Puls.HML-premuto diminuição da mudança do grupo c o m a m u d a n ç a L e n ã o é 20-107
HML está sempre premido. possível mudá-la.
A centralina detecta que o estado O sistema bloqueia
do solenóide da electroválvula completamente o
T44 EvP Stato Non OK proporcional do inversor não funcionamento do grupo do 20-108
corresponde ao necessário. inversor e HML.
A centralina detecta uma
incongruência nas informações O sistema bloqueia
Pos.Ped."B" Apt. recebidas pelo sensor de posição completamente o 20-109
do pedal da embraiagem e do pedal funcionamento do grupo do
da embraiagem carregado relativas inversor e HML.
à posição do pedal da embraiagem.
A centralina detecta uma
incongruência nas informações O sistema bloqueia
T45 Pos.Ped."B" C.C. recebidas pelo sensor de posição completamente o 20-110
do pedal da embraiagem e do pedal funcionamento do grupo do
da embraiagem carregado relativas inversor e HML.
à posição do pedal da embraiagem.
A centralina detecta uma
incongruência nas informações O sistema bloqueia
Pos.Ped."B" xxxx recebidas pelo sensor de posição completamente o 20-111
do pedal da embraiagem e do pedal funcionamento do grupo do
da embraiagem carregado relativas inversor e HML.
à posição do pedal da embraiagem.
A centralina detecta que o estado
do solenóide da electroválvula da O sistema bloqueia
T51 EvR Stato Non OK completamente o 20-112
marcha-atrás não corresponde ao funcionamento do tractor.
necessário.

20-82
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR (CÓD. 2.8519.030.0/60)

A centralina detecta um curto- O sistema bloqueia


T52 EvR Corto Circ. circuito da linha de comando da c o m p l e t a m e n t e o 20-113
electroválvula da marcha-atrás. funcionamento do tractor.
A centralina detecta que a
electroválvula de selecção do O sistema bloqueia
T53 EvR Circ. Aperto sentido de marcha (ou marcha- c o m p l e t a m e n t e o 20-114
atrás nas versões sem HML) está funcionamento do tractor.
desligada
A centralina detecta um curto- O sistema bloqueia
circuito da linha de comando da
T54 EvP Corto Circ. electroválvula proporcional do c o m p l e t a m e n t e o 20-115
funcionamento do tractor.
inversor.
O sistema bloqueia
Rele''HML St.N.V A centralina detecta uma avaria c o m p l e t a m e n t e o 20-116
interna.
funcionamento do grupo HML.
O sistema bloqueia
C.C. CircuitoHML A centralina detecta uma avaria c o m p l e t a m e n t e o 20-116
interna.
funcionamento do grupo HML.
O sistema bloqueia
Rele''REV St.N.V A centralina detecta uma avaria c o m p l e t a m e n t e o 20-116
interna.
funcionamento do grupo HML.
O sistema bloqueia
T55 C.C. CircuitoREV A centralina detecta uma avaria c o m p l e t a m e n t e o 20-117
interna.
funcionamento do tractor.
O sistema bloqueia
Guasto REV Group A centralina detecta uma avaria c o m p l e t a m e n t e o 20-117
interna.
funcionamento do tractor.
O sistema bloqueia
A centralina detecta uma avaria
Alim.Amplif.Opr. interna. completamente o 20-117
funcionamento do tractor.
O sistema bloqueia
A centralina detecta uma avaria
Alim.SensoreFrz. interna. completamente o 20-118
funcionamento do tractor.
A centralina detecta que a O sistema bloqueia
T56 EvP Circ. Aperto electroválvula proporcional do c o m p l e t a m e n t e o 20-119
inversor está desligada funcionamento do tractor.
A centralina detecta que não há O sistema bloqueia
T61 Manca PrxServizi pressão suficiente no circuito de c o m p l e t a m e n t e o 20-120
serviços. funcionamento do tractor.
A centralina detecta uma
incongruência entre o estado O sistema bloqueia
T62 Pressione Propz. lógico e o estado lido do sinal da c o m p l e t a m e n t e o 20-121
pressão após a electroválvula funcionamento do tractor.
proporcional do inversor.
O sistema bloqueia
T63 Guasto E2PROM A centralina detecta um erro nos c o m p l e t a m e n t e o 20-122
parâmetros contidos na E2PROM.
funcionamento do tractor.
Se a avar ia nã o fo r de ti po
A centralina detecta que o sensor mecânico/hidráulico, o sistema
T71 Sens.INV in C.C. de velocidade do inversor está em 20-123
curto-circuito. continua a trabalhar
correctamente.
A centralina detecta que o sensor O sistema bloqueia
T72 Sens.RPM in C.C. de rotações do motor está em c o m p l e t a m e n t e o 20-124
curto-circuito. funcionamento do tractor.

20-83
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR (CÓD. 2.8519.030.0/60)

O sistema activa o buzzer de


A c e n t r a l i n a d e t e c t a u m a forma intermitente e o sistema
Slitt. Friz. INV derrapagem não aceitável de uma 20-125
das embraiagens do inversor. continua a trabalhar
correctamente.
T73
A centralina detecta que foi
O sistema continua a trabalhar
Manovra > 10Km/h efectuado um pedido de inversão correctamente e é emitido um 20-125
de m archa a um a ve locidade
superior a 10 km/h. sinal sonoro contínuo.

A centralina detecta que o sensor O sistema bloqueia


T74 Manca PrxProprz do pressostato de serviços está em c o m p l e t a m e n t e o 20-126
curto-circuito à massa. funcionamento do tractor.

A centralina detecta uma avaria O sistema bloqueia


T75 Rele''HML St.N.V completamente o 20-126
interna. funcionamento do grupo HML.

A centralina detecta uma avaria O sistema bloqueia


T76 Rele''REV St.N.V completamente o 20-127
interna. funcionamento do tractor.

A centralina detecta uma avaria O sistema bloqueia


T77 Allarme grave completamente o 20-127
interna não identificável. funcionamento do tractor.
A centralina detecta que o estado O sistema bloqueia
do solenóide da electroválvula da
T91 EVA stato non ok marcha à frente não corresponde c o m p l e t a m e n t e o 20-128
funcionamento do tractor.
ao necessário.
A centralina detecta um curto- O sistema bloqueia
T92 EVA corto circ. circuito da linha de comando da c o m p l e t a m e n t e o 20-129
electroválvula da marcha à frente. funcionamento do tractor.
A centralina detecta que a
electroválvula de selecção do O sistema bloqueia
T93 EVA circ.aperto sentido de marcha (ou marcha- c o m p l e t a m e n t e o 20-130
atrás nas versões sem HML) está funcionamento do tractor.
desligada
A centralina detecta que o sensor
de presença do operador (sensor O tractor só se pode deslocar
T94 Sens.Sedile KO utilizando o pedal da 20-131
da ca de ir a) es tá a var iado ou embraiagem.
desligado.
A centralina detecta que o sensor O sistema continua a trabalhar
T95 Trasd.PrxFreniDX de pressão direito do circuito dos mas é desactivada a função 20-132
travões está avariado ou desligado. “Stop & Go”.
A centralina detecta que o sensor
O sistema continua a trabalhar
T96 Trasd.PrxFreniSX de pressão esquerdo do circuito mas é desactivada a função 20-133
dos travões está avariado ou
desligado. “Stop & Go”.

20-84
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR (CÓD. 2.8519.030.0/60)

5.2.2 LISTA DE ALARMES VISUALIZADOS NO ART

Código
no
Visualização painel
no ART de Descrição do alarme Reacção do sistema Página
instrum
entos
O sistema bloqueia
A centralina detecta uma avaria
Alim.Amplif.Opr. T55 interna. c o m p l e t a m e n t e o 20-117
funcionamento do tractor.
O sistema bloqueia
A centralina detecta uma avaria
Alim.SensoreFrz. T55 interna. c o m p l e t a m e n t e o 20-118
funcionamento do tractor.
O sistema bloqueia
A centralina detecta uma avaria
Allarme grave T77 interna não identificável. c o m p l e t a m e n t e o 20-127
funcionamento do tractor.
O sistema bloqueia
A centralina detecta uma avaria
C.C. CircuitoHML T55 completamente o 20-116
interna. funcionamento do grupo HML.

A centralina detecta uma avaria O sistema bloqueia


C.C. CircuitoREV T55 completamente o 20-117
interna. funcionamento do tractor.

A centralina detecta que a alavanca O sistema bloqueia


completamente o
DevioDirez. N.V. T16 do i nv ers or es t á a va ria da o u funcionamento do grupo do 20-95
desligada.
inversor e HML.
A centralina detecta que a
electroválvula de selecção do O sistema bloqueia
EVA circ.aperto T93 sentido de marcha (ou marcha- c o m p l e t a m e n t e o 20-130
atrás nas versões sem HML) está funcionamento do tractor.
desligada
A centralina detecta um curto- O sistema bloqueia
EVA corto circ. T92 circuito da linha de comando da c o m p l e t a m e n t e o 20-129
electroválvula da marcha à frente. funcionamento do tractor.
A centralina detecta que o estado O sistema bloqueia
do solenóide da electroválvula da
EVA stato non ok T91 marcha à frente não corresponde c o m p l e t a m e n t e o 20-128
funcionamento do tractor.
ao necessário.
A c e n t r a l i n a d e t e c t a q u e a Na versão com HML, o sistema
EvH Circ. Aperto T33 electroválvula de comando da bloqueia o funcionamento do 20-101
mudança H está desligada grupo HML.
A centralina detecta um curto-
circuito da linha de comando da Na versão com HML, o sistema
EvH Corto Circ. T32 bloqueia o funcionamento do 20-100
electroválvula de comando da grupo HML.
mudança H.
A centralina detecta que o estado
Na versão com HML, o sistema
EvH Stato Non OK T31 do solenóide da electroválvula da bloqueia o funcionamento do 20-99
mudança H não corresponde ao
necessário. grupo HML.

A c e n t r a l i n a d e t e c t a q u e a Na versão com HML, o sistema


EvL Circ. Aperto T13 electroválvula de comando da bloqueia o funcionamento do 20-91
mudança L está desligada grupo HML.
A centralina detecta um curto- Na versão com HML, o sistema
circuito da linha de comando da
EvL Corto Circ. T12 electroválvula de comando da bloqueia o funcionamento do 20-90
grupo HML.
mudança L.

20-85
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR (CÓD. 2.8519.030.0/60)

A centralina detecta que o estado


do solenóide da electroválvula da Na versão com HML, o sistema
EvL Stato Non OK T11 bloqueia o funcionamento do 20-89
mudança L não corresponde ao grupo HML.
necessário.
A centralina detecta que a O sistema bloqueia
EvP Circ. Aperto T56 electroválvula proporcional do c o m p l e t a m e n t e o 20-119
inversor está desligada funcionamento do tractor.
A centralina detecta um curto-
O sistema bloqueia
EvP Corto Circ. T54 circuito da linha de comando da c o m p l e t a m e n t e o 20-115
electroválvula proporcional do
inversor. funcionamento do tractor.

A centralina detecta que o estado O sistema bloqueia


do solenóide da electroválvula completamente o
EvP Stato Non OK T44 proporcional do inversor não funcionamento do grupo do 20-108
corresponde ao necessário. inversor e HML.
A centralina detecta que a
electroválvula de selecção do O sistema bloqueia
EvR Circ. Aperto T53 sentido de marcha (ou marcha- c o m p l e t a m e n t e o 20-114
atrás nas versões sem HML) está funcionamento do tractor.
desligada
A centralina detecta um curto- O sistema bloqueia
EvR Corto Circ. T52 circuito da linha de comando da c o m p l e t a m e n t e o 20-113
electroválvula da marcha-atrás. funcionamento do tractor.
A centralina detecta que o estado O sistema bloqueia
do solenóide da electroválvula da
EvR Stato Non OK T51 marcha-atrás não corresponde ao c o m p l e t a m e n t e o 20-112
funcionamento do tractor.
necessário.
O sistema bloqueia
A centralina detecta um erro nos
Guasto E2PROM T63 parâmetros contidos na E2PROM. c o m p l e t a m e n t e o 20-122
funcionamento do tractor.
O sistema bloqueia
A centralina detecta uma avaria
Guasto REV Group T55 interna. c o m p l e t a m e n t e o 20-117
funcionamento do tractor.
A centralina detecta que o estado
Na versão com HML, o sistema
GuastoPrxProprz. T17 do solenóide da electroválvula da bloqueia o funcionamento do 20-96
mudança M não corresponde ao
necessário. grupo HML.

A centralina detecta que o sensor O sistema bloqueia


Manca PrxProprz T74 do pressostato de serviços está em c o m p l e t a m e n t e o 20-126
curto-circuito à massa. funcionamento do tractor.
A centralina detecta que não há O sistema bloqueia
Manca PrxServizi T61 pressão suficiente no circuito de c o m p l e t a m e n t e o 20-120
serviços. funcionamento do tractor.
A c e n t r a l i n a d e t e c t a q u e f o i O sistema continua a trabalhar
efectuado um pedido de inversão
Manovra > 10Km/h T73 de m archa a um a ve locidade correctamente e é emitido um 20-125
sinal sonoro contínuo.
superior a 10 km/h.
O sistema bloqueia
A centralina detecta que o sensor c o m p l e t a m e n t e o
Pos. Pedale Apt. T35 de posição do pedal da 20-103
embraiagem está desligado. funcionamento do grupo do
inversor e HML.
A centralina detecta que o sensor
O sistema bloqueia
de posição do pedal da completamente o
Pos. Pedale N.V. T35 embraiagem está em curto-circuito 20-105
para uma alimentação positiva ou funcionamento do grupo do
inversor e HML.
não foi calibrado correctamente.

20-86
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR (CÓD. 2.8519.030.0/60)

A centralina detecta uma


incongruência nas informações O sistema bloqueia
Pos.Ped."B" Apt. T45 recebidas pelo sensor de posição completamente o 20-109
do pedal da embraiagem e do pedal funcionamento do grupo do
da embraiagem carregado relativas inversor e HML.
à posição do pedal da embraiagem.
A centralina detecta uma
incongruência nas informações O sistema bloqueia
Pos.Ped."B" C.C. T45 recebidas pelo sensor de posição completamente o 20-110
do pedal da embraiagem e do pedal funcionamento do grupo do
da embraiagem carregado relativas inversor e HML.
à posição do pedal da embraiagem.
A centralina detecta uma
incongruência nas informações O sistema bloqueia
Pos.Ped."B" xxxx T45 recebidas pelo sensor de posição completamente o 20-111
do pedal da embraiagem e do pedal funcionamento do grupo do
da embraiagem carregado relativas inversor e HML.
à posição do pedal da embraiagem.
A centralina detecta que o sensor O sistema bloqueia
de posição do pedal da completamente o
Pos.Ped.C.C./Apt T35 20-104
embraiagem está em curto-circuito funcionamento do grupo do
à massa. inversor e HML.
A centralina detecta uma
incongruência entre o estado O sistema bloqueia
Pressione Propz. T62 lógico e o estado lido do sinal da c o m p l e t a m e n t e o 20-121
pressão após a electroválvula funcionamento do tractor.
proporcional do inversor.
A centralina detecta que o botão de O sistema continua a trabalhar
Puls.HML+premuto T41 aumento da mudança do grupo c o m a m u d a n ç a H e n ã o é 20-106
HML está sempre premido. possível mudá-la.
A centralina detecta que o botão de O sistema continua a trabalhar
Puls.HML-premuto T42 diminuição da mudança do grupo c o m a m u d a n ç a L e n ã o é 20-107
HML está sempre premido. possível mudá-la.
A centralina detecta que o botão de
O sistema continua a trabalhar
desactivação da embraiagem c o r r e c t a m e nt e , m a s nã o é
PulsanteFrizione T27 (confort clutch) está em curto- 20-98
circuito à massa (equivalente a um possível utilizar o botão de
desactivação da embraiagem.
botão sempre premido).
O sistema bloqueia
Rele''HML St.N.V T55 A centralina detecta uma avaria c o m p l e t a m e n t e o 20-116
interna.
funcionamento do grupo HML.
O sistema bloqueia
Rele''HML St.N.V T75 A centralina detecta uma avaria c o m p l e t a m e n t e o 20-126
interna.
funcionamento do grupo HML.
O sistema bloqueia
Rele''REV St.N.V T55 A centralina detecta uma avaria c o m p l e t a m e n t e o 20-116
interna.
funcionamento do grupo HML.
O sistema bloqueia
Rele''REV St.N.V T76 A centralina detecta uma avaria c o m p l e t a m e n t e o 20-127
interna.
funcionamento do tractor.
O sistema continua a trabalhar,
A centralina detecta que o sensor m a s o t r a c t o r s e r á b r u s c o
Sens. INV Aperto T34 de velocidade do inversor está 20-102
desligado. durante as mudanças ou os
engates de direcção
O sistema bloqueia
A centralina detecta que o sensor
Sens. RPM Aperto T14 de rotações do motor está completamente o 20-92
funcionamento do grupo do
desligado. inversor e HML.

20-87
O sistema continua a trabalhar,
mas a mudança de direcção é
A centralina detecta que o sensor
Sens. VEL Aperto T24 de velocidade das rodas está r e g u l a d a e m f u n ç ã o d a s 20-97
rotações do motor e não em
desligado. função da velocidade de
deslocação.
Se a a vari a não for de t ipo
A centralina detecta que o sensor mecânico/hidráulico, o sistema
Sens.INV in C.C. T71 de velocidade do inversor está em 20-123
curto-circuito. continua a trabalhar
correctamente.
A centralina detecta que o sensor O sistema bloqueia
Sens.RPM in C.C. T72 de rotações do motor está em c o m p l e t a m e n t e o 20-124
curto-circuito. funcionamento do tractor.
A centralina detecta que o sensor
O tractor só se pode deslocar
Sens.Sedile KO T94 de presença do operador (sensor u t i l i z a n d o o p e d a l d a 20-131
da ca de ir a) es tá a var iado ou
desligado. embraiagem.

A c e n t r a l i n a d e t e c t a u m a O sistema activa o buzzer de


forma intermitente e o sistema
Slitt. Friz. INV T73 derrapagem não aceitável de uma c o n t i n u a a trabalhar 20-125
das embraiagens do inversor.
correctamente.
O sistema continua a trabalhar,
A centralina detecta que o sensor m a s o t r a c t o r s e r á b r u s c o
Sns.TmpOlio Apt. T15 de temperatura do óleo de 20-93
transmissão está desligado. durante as mudanças ou os
engates de direcção.
O sistema continua a trabalhar,
A centralina detecta que o sensor
Sns.TmpOlio C.C. T15 de temperatura do óleo de mas o tractor será brusco 20-94
durante as mudanças ou os
transmissão está em curto-circuito. engates de direcção.
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR (CÓD. 2.8519.030.0/60)

PÁGINA DEIXADA
INTENCIONALMENTE EM BRANCO

20-89
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvL Stato Non OK


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T11

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o estado do solenóide da electroválvula da mudança L não corresponde ao necessário.

REACÇÃO DA CENTRALINA
Na versão com HML, o sistema bloqueia o funcionamento do grupo HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “L” da electroválvula de
comando da mudança L não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “L” e à massa no chassis e certifique-se que não existe corrente (leitura no tester: 0 V).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 23

45
44
24 25 64 65

25 45 44 23 1 2 24 64 65 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
15 16 2

H L
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0035980

20-89
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvL Corto Circ.


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T12

DESCRIÇÃO
A centralina detecta um curto-circuito da linha de comando da electroválvula de comando da mudança L.

REACÇÃO DA CENTRALINA
Na versão com HML, o sistema bloqueia o funcionamento do grupo HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “L” da electroválvula de
comando da mudança L não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 do conector “L” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 23

45
44
24 25 64 65

25 45 44 23 1 2 24 64 65 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
15 16 2

H L
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0035980

20-90
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvL Circ. Aperto


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOST13

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a electroválvula de comando da mudança L está desligada

REACÇÃO DA CENTRALINA
Na versão com HML, o sistema bloqueia o funcionamento do grupo HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “L” da electroválvula de
comando da mudança L não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU”desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “L” e ao pino 65 do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe
continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 23

45
44
24 25 64 65

25 45 44 23 1 2 24 64 65 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
15 16 2

H L
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0035980

20-91
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Sens. RPM Aperto


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T14

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de rotações do motor está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo do inversor e HML.
NOTA
Caso também esteja presente o alarme “Sens. INV Aperto” analise primeiro este alarme e, de seguida, se o alarme
permanecer activo, proceda com esta análise.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X27” do sensor de rotações
do motor não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o funcionamento correcto do sensor de
rotações do motor (para mais informações,
consulte a secção 40).
0.014.4780.4
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o
c o n e c t o r “ R E V E RS E E C U” de s l i g a d o da
1 2 15 23
centralina, certifique-se que o sensor de rotações
do motor está correctamente alimentado (tensão
entre o pino 1 (positivo) e o pino 3 (negativo) do
conector “X27” de cerca de 12 V).
45
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
c o n e c t o r “ R E V E RS E E C U” de s l i g a d o da 44
centralina, ligue um tester ao pino 2 do conector 24 25 59
“X27” e ao pino 59 do conector “REVERSE ECU”
e, com o teste de resistência, certifique-se que 25 45 44 23 1 24 59 15 2 REVERSE ECU
existe continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
nesse caso, substitua a centralina 1 2 3

X93
7.5A

F18 F7
10A

4 5 6

+15 +15
G2
7 20 2 3
0.014.4782.4

X27 1 2 3 2 1 X18
freq. freq.

D0035990

20-92
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Sns.TmpOlio Apt.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T15

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de temperatura do óleo de transmissão está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar, mas o tractor será brusco durante as mudanças ou os engates de direcção.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X92” do sensor de
temperatura do óleo da transmissão não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de temperatura do óleo da transmissão (para mais informações,
consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 do conector “X92” e ao pino 47 do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que
existe continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 25 23

45
44
24 47

25 45 44 23 1 24 47 2 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
8 3

2 1 X92

0.014.4782.4
D0036000

20-93
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Sns.TmpOlio C.C.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T15

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de temperatura do óleo de transmissão está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar, mas o tractor será brusco durante as mudanças ou os engates de direcção.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X92” do sensor de
temperatura do óleo da transmissão não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de temperatura do óleo da transmissão (para mais informações,
consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “X92” e à massa no chassis e certifique-se que não existe corrente (leitura no tester: 0 V).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 do conector “X92” e à massa na transmissão e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem
curto-circuitos (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 25 23

45
44
24 47

25 45 44 23 1 24 47 2 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
8 3

2 1 X92

0.014.4782.4
D0036000

20-94
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

DevioDirez. N.V.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T16

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a alavanca do inversor está avariada ou desligada.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo do inversor e HML.

NOTA
Caso também esteja presente o alarme “Sens. INV Aperto” ou “Sens. RPM Aperto” analise primeiro estes
alarmes e, de seguida, se o alarme permanecer activo, proceda com esta análise.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X100” da alavanca do
inversor não estão oxidados e estão bem fixos.
• Posicione a chave de ignição em “O” (OFF),
desloque a alavanca do inversor para uma outra
posição e, de seguida, posicione-a novamente em
“I” (ON) e verifique se o alarme ainda está presente. 0.014.4780.4
Caso exista pelo menos uma posição em que o
alarme não é visualizado, a avaria deve ser 1 4 5 23
atribuída à alavanca do inversor.
• Verifique o correcto funcionamento da alavanca do
inversor (para mais informações, consulte a 45
secção 40).
44
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da 24 25 49
centralina, ligue um tester ao pino 1 do conector
“X100” e ao pino 4 do conector “REVERSE ECU” e, 25 45 44 23 1 24 4 49 5 REVERSE ECU

com o teste de resistência, certifique-se que existe


continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da
centralina, ligue um tester ao pino 2 do conector
7.5A

F18 F7
10A

“X100” e ao pino 5 do conector “REVERSE ECU” e,


com o teste de resistência, certifique-se que existe
continuidade (leitura no tester: 0 Ohm). +15 +15

G21
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
3 1 2 4
conector “REVERSE ECU” desligado da
centralina, ligue um tester ao pino 4 do conector
“X100” e ao pino 49 do conector “REVERSE ECU”
X100
e, com o teste de resistência, certifique-se que 3 1 4 2
existe continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
3.9 Ohm

3.9 Ohm

3.9 Ohm

• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de


FW
RV

ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”


(ON) e verifique se o alarme ainda está presente; 0.013.0675.4
nesse caso, substitua a centralina.
D0036010

20-95
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

GuastoPrxProprz.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T17

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o pressostato da electroválvula proporcional está em curto-circuito à massa.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X86” do pressostato da
electroválvula proporcional não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) ligue um tester ao conector “X86” e à massa na transmissão e, com o
teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Verifique o correcto funcionamento do pressostato da electroválvula proporcional (para mais informações, consulte o
grupo 40).
• Substitua a electroválvula proporcional por uma nova.
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 25 23

45
44
24 62

25 45 44 23 1 24 62 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
22

X86 1
P

0.014.4782.4
D0036020

20-96
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Sens. VEL Aperto


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T24

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de velocidade das rodas está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar, mas a mudança de direcção é regulada em função das rotações do motor e não em função
da velocidade de deslocação.
NOTA
O sensor de velocidade das rodas também está ligado em paralelo à centralina do motor e ao painel de
instrumentos.
Antes de proceder com a análise da avaria, verifique se existem outros alarmes relativos ao sensor de
velocidade das rodas na centralina do motor e, eventualmente, analise primeiro estes.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X41” do sensor de
velocidade das rodas não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON),
certifique-se que o sensor de velocidade das rodas
está correctamente alimentado (tensão entre o pino
1 (positivo) e o pino 3 (negativo) do conector “X41”
de cerca de 12 V). 0.014.4780.4
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue
1 2 15 23
um tester ao pino 2 do conector “X41X41” e ao pino
60 do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de
resistência, certifique-se que existe continuidade
eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
45
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de
velocidade das rodas (para mais informações, 44
consulte a secção 40). 24 25 60
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” 25 45 44 23 1 24 60 2 REVERSE ECU
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
nesse caso, substitua a centralina.
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
7 6 3

X41 1 2 3
freq.

0.014.4782.4
D0036040

20-97
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

PulsanteFrizione
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T27

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o botão de desactivação da embraiagem (confort clutch) está em curto-circuito à massa
(equivalente a um botão sempre premido).

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar correctamente, mas não é possível utilizar o botão de desactivação da embraiagem.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X22” da alavanca da caixa
de velocidades não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 1 do conector “X22” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 12 23

45
44
24 25 57 58

25 45 44 23 1 24 57 58 12 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

X22 3 4 1 2
+15 +15
CONFORT
CLUTCH
HML-
HML+

D0036030

20-98
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvH Stato Non OK


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T31

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o estado do solenóide da electroválvula da mudança H não corresponde ao necessário.

REACÇÃO DA CENTRALINA
Na versão com HML, o sistema bloqueia o funcionamento do grupo HML.

NOTA
Nas versões sem HML este alarme não deverá aparecer.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “H” da electroválvula de
comando da mudança H não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester ao
pino 2 do conector “H” e à massa no chassis e certifique-se que não existe corrente (leitura no tester: 0 V).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 23

45
44
24 25 64 65

25 45 44 23 1 2 24 64 65 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
15 16 2

H L
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0035980

20-99
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvH Corto Circ.


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T32

DESCRIÇÃO
A centralina detecta um curto-circuito da linha de comando da electroválvula de comando da mudança H.

REACÇÃO DA CENTRALINA
Na versão com HML, o sistema bloqueia o funcionamento do grupo HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “H” da electroválvula de
comando da mudança M não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 do conector “H” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 23

45
44
24 25 64 65

25 45 44 23 1 2 24 64 65 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
15 16 2

H L
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0035980

20-100
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvH Circ. Aperto


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T33

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a electroválvula de comando da mudança H está desligada

REACÇÃO DA CENTRALINA
Na versão com HML, o sistema bloqueia o funcionamento do grupo HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “H” da electroválvula de
comando da mudança M não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 do conector “H” e ao pino 64 do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que
existe continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 23

45
44
24 25 64 65

25 45 44 23 1 2 24 64 65 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
15 16 2

H L
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0035980

20-101
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Sens. INV Aperto


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T34

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de velocidade do inversor está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar, mas o tractor será brusco durante as mudanças ou os engates de direcção

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor, “X93” da centralina de
conversão do sinal de velocidade do inversor e “X18” do sensor de velocidade do inversor não estão oxidados e estão
bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON),
certifique-se que a centralina de conversão do sinal
de velocidade do inversor está correctamente
0.014.4780.4
alimentada (tensão entre o pino 6 (positivo) e o pino 1
e 3 (negativos) do conector “X93” de cerca de 12 V). 1 2 15 23
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue
um tester ao pino 2 do conector “X93” e ao pino 15
do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de
resistência, certifique-se que existe continuidade 45
eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm). 44
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON), 24 25 59
certifique-se que o sensor de velocidade das rodas
está correctamente alimentado (tensão entre o pino 25 45 44 23 1 24 59 15 2 REVERSE ECU
2 (positivo) do conector “X18” e a massa na
transmissão de cerca de 12 V).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue
um tester ao pino 1 do conector “X18” e ao pino 5 do
1 2 3
conector “X93” e, com o teste de resistência,
certifique-se que existe continuidade eléctrica X93
7.5A

F18 F7
10A

(leitura no tester: 0 Ohm). 4 5 6

• Verifique o correcto funcionamento do sensor de


velocidade do inversor (para mais informações, +15 +15
G2
consulte a secção 40). 7 20 2 3
0.014.4782.4
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
nesse caso, substitua a centralina.
X27 1 2 3 2 1 X18
freq. freq.

D0035990

20-102
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Pos. Pedale Apt.


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T35

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de posição do pedal da embraiagem está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo do inversor e HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X97” do sensor de posição
do pedal da embraiagem não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 4 do conector “X97” e ao pino 46 do conector
“REVERSE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0
Ohm).
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de posição do pedal da embraiagem (para mais informações, consulte
a secção 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 24 3 23

45
44
46 25 48 33

25 45 44 23 1 24 46 28 48 3 33 REVERSE ECU

X97 1 2 3 4
7.5A

F18 F7
10A

pos

+15 +15

G2
24 25 27 3

X45 1 3 2 1 3 2 X50
p p

0.014.4782.4 V V

D0036050

20-103
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Pos.Ped.C.C./Apt
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T35

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de posição do pedal da embraiagem está em curto-circuito à massa.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo do inversor e HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X97” do sensor de posição
do pedal da embraiagem não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina,
0.014.4780.4
ligue um tester ao pino 4 do conector “X97” e à
massa no chassis e, com o teste de resistência, 1 24 3 23
certifique-se que não existem curto-circuitos (leitura
no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, 45
ligue um tester ao pino 2 e ao pino 4 do conector 44
“X97” e, com o teste de resistência, certifique-se
46 25 48 33
que não existem curto-circuitos (leitura no tester:
infinito).
25 45 44 23 1 24 46 28 48 3 33 REVERSE ECU
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de
posição do pedal da embraiagem (para mais
informações, consulte a secção 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” X97 1 2 3 4
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
7.5A

F18 F7
10A

pos

nesse caso, substitua a centralina.


+15 +15

G2
24 25 27 3

X45 1 3 2 1 3 2 X50
p p

0.014.4782.4 V V

D0036050

20-104
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Pos. Pedale N.V.


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T35

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de posição do pedal da embraiagem está em curto-circuito para uma alimentação
positiva ou não foi calibrado correctamente.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo do inversor e HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X97” do sensor de posição
do pedal da embraiagem não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON),
certifique-se que o sensor de velocidade das rodas
está correctamente alimentado (tensão entre o pino
1 (positivo) e o pino 2 (negativo) do conector “X97”
0.014.4780.4
de cerca de 5 V).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o 1 24 3 23
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina,
ligue um tester ao pino 1 e ao pino 4 do conector
“X97” e, com o teste de resistência, certifique-se
que não existem curto-circuitos (leitura no tester: 45
infinito). 44
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o 46 25 48 33
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina,
ligue um tester ao pino 1 do conector “X97” e à 25 45 44 23 1 24 46 28 48 3 33 REVERSE ECU
massa no chassis e certifique-se que não existe
corrente (leitura no tester: 0 V).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina,
ligue um tester ao pino 4 do conector “X97” e à X97 1 2 3 4
massa no chassis e certifique-se que não existe
7.5A

F18 F7
10A

pos

corrente (leitura no tester: 0 V).


• Verifique o correcto funcionamento do sensor de +15 +15

velocidade das rodas (para mais informações, G2


consulte a secção 40). 24 25 27 3

• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de


ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
nesse caso, substitua a centralina.
X45 1 3 2 1 3 2 X50
p p

0.014.4782.4 V V

D0036050

20-105
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Puls.HML+premuto
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T41

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o botão de aumento da mudança do grupo HML está sempre premido.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar com a mudança H e não é possível mudá-la.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X22” da alavanca da caixa
de velocidades não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento dos botões da alavanca da caixa de velocidades (para mais informações, consulte
a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 e ao pino 3 do conector “X22” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos
(leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 3 do conector “X22” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 12 23

45
44
24 25 57 58

25 45 44 23 1 24 57 58 12 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

X22 3 4 1 2
+15 +15
CONFORT
CLUTCH
HML-
HML+

D0036030

20-106
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Puls.HML-premuto
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T42

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o botão de diminuição da mudança do grupo HML está sempre premido.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar com a mudança L e não é possível mudá-la.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X22” da alavanca da caixa
de velocidades não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento dos botões da alavanca da caixa de velocidades (para mais informações, consulte
a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 e ao pino 4 do conector “X22” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos
(leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 4 do conector “X22” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 12 23

45
44
24 25 57 58

25 45 44 23 1 24 57 58 12 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

X22 3 4 1 2
+15 +15
CONFORT
CLUTCH
HML-
HML+

D0036030

20-107
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvP Stato Non OK


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T44

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o estado do solenóide da electroválvula proporcional do inversor não corresponde ao
necessário.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo do inversor e HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “P2” da electroválvula
proporcional do inversor não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 1 do conector “P2” e à massa no chassis e, com
o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 25 23

45
44
24 43 67

25 45 44 23 1 24 43 67 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
12 13

2 1 P2

0.014.4782.4
D0036060

20-108
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Pos.Ped."B" Apt.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T45

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma incongruência nas informações recebidas pelo sensor de posição do pedal da embraiagem e do
pedal da embraiagem carregado relativas à posição do pedal da embraiagem.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo do inversor e HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X96” do sensor do pedal da
embraiagem premido não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento do sensor do
ped al da em br ai a g em pr em i do ( pa r a m a is
informações, consulte a secção 40). 0.014.4780.4
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue 1 25 18 23
um tester ao pino 3 (fio de cor preta) do conector
“X96” e à massa no chassis e, com o teste de
resistência, certifique-se que existe continuidade
(leitura no tester: 0 Ohm). 45
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o 44
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, 24
ligue um tester ao pino 2 do conector “X96” (fio de
cor vermelha/preta) e ao pino 18 do conector 25 45 44 23 1 24 18 REVERSE ECU
“REVERSE ECU” e, com o teste de resistência,
certifique-se que existe continuidade (leitura no
tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
7.5A

F18 F7
10A

nesse caso, substitua a centralina.


+15 +15

1 2 3 4 X96

D0036070

20-109
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Pos.Ped."B" C.C.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T45

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma incongruência nas informações recebidas pelo sensor de posição do pedal da embraiagem e do
pedal da embraiagem carregado relativas à posição do pedal da embraiagem.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo do inversor e HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X96” do sensor do pedal da
embraiagem premido não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento do sensor do pedal da embraiagem premido (para mais informações, consulte a
secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 do conector “X96” (fio de cor vermelha/preta) e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-
se que não existem curto-circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 25 18 23

45
44
24

25 45 44 23 1 24 18 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

1 2 3 4 X96

D0036070

20-110
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Pos.Ped."B" xxxx
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T45

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma incongruência nas informações recebidas pelo sensor de posição do pedal da embraiagem e do
pedal da embraiagem carregado relativas à posição do pedal da embraiagem.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo do inversor e HML.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X96” do sensor do pedal da
embraiagem premido não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento do sensor do
ped al da em br ai a g em pr em i do ( pa r a m a is
informações, consulte a secção 40). 0.014.4780.4
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue 1 25 18 23
um tester ao pino 3 (fio de cor preta) do conector
“X96” e à massa no chassis e, com o teste de
resistência, certifique-se que existe continuidade
(leitura no tester: 0 Ohm). 45
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o 44
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, 24
ligue um tester ao pino 2 do conector “X96” (fio de
cor vermelha/preta) e ao pino 18 do conector 25 45 44 23 1 24 18 REVERSE ECU
“REVERSE ECU” e, com o teste de resistência,
certifique-se que existe continuidade (leitura no
tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
7.5A

F18 F7
10A

nesse caso, substitua a centralina.


+15 +15

1 2 3 4 X96

D0036070

20-111
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvR Stato Non OK


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T51

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o estado do solenóide da electroválvula da marcha-atrás não corresponde ao necessário.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “RM” da electroválvula da
marcha-atrás não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “RM” e à massa no chassis e
certifique-se que não existe corrente (leitura no tester: 0 V).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 44 22 23

45

24 25 66

25 45 44 23 1 2 24 22 66 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
14 17 31

AV RM
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0036080

20-112
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvR Corto Circ.


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T52

DESCRIÇÃO
A centralina detecta um curto-circuito da linha de comando da electroválvula da marcha-atrás.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “RM” da electroválvula da
marcha-atrás não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 do conector “RM” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 44 22 23

45

24 25 66

25 45 44 23 1 2 24 22 66 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
14 17 31

AV RM
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0036080

20-113
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvR Circ. Aperto


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T53

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a electroválvula de selecção do sentido de marcha (ou marcha-atrás nas versões sem HML) está
desligada

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “RM” da electroválvula da
marcha-atrás não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 1 do conector “RM” e ao pino 66 do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que
existe continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 44 22 23

45

24 25 66

25 45 44 23 1 2 24 22 66 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
14 17 31

AV RM
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0036080

20-114
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvP Corto Circ.


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T54

DESCRIÇÃO
A centralina detecta um curto-circuito da linha de comando da electroválvula proporcional do inversor.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “P2” da electroválvula
proporcional do inversor não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 1 e ao pino 2 do conector “P2” e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos
(leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 25 23

45
44
24 43 67

25 45 44 23 1 24 43 67 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
12 13

2 1 P2

0.014.4782.4
D0036060

20-115
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Rele''HML St.N.V
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T55

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo HML.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

C.C. CircuitoHML
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T55

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo HML.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

Rele''REV St.N.V
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T55

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo HML.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-116
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

C.C. CircuitoREV
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T55

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

Guasto REV Group


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T55

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

Alim.Amplif.Opr.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T55

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-117
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Alim.SensoreFrz.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T55

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-118
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EvP Circ. Aperto


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T56

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a electroválvula proporcional do inversor está desligada

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “P2” da electroválvula
proporcional do inversor não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da
electroválvula (para mais informações, consulte a
secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o 0.014.4780.4
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina,
ligue um tester ao pino 1 do conector “EVP” e ao pino 1 25 23
67 do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de
resistência, certifique-se que existe continuidade
(leitura no tester: 0 Ohm).
45
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, 44
ligue um tester ao pino 2 do conector “EVP” e ao pino 24 43 67
43 do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de
resistência, certifique-se que existe continuidade
25 45 44 23 1 24 43 67 REVERSE ECU
(leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
nesse caso, substitua a centralina.
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
12 13

2 1 P2

0.014.4782.4
D0036060

20-119
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Manca PrxServizi
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T61

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que não há pressão suficiente no circuito de serviços.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

NOTA
Verifique se, com o motor ligado, a luz avisadora de obstrução do filtro do óleo hidráulico situada no painel de instrumentos
está acesa. Neste caso, antes de prosseguir com a análise da avaria eléctrica, substitua o filtro de óleo e, eventualmente,
verifique a pressão de exercício do circuito (pressão normal: 18 bar).

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X42” do pressostato de
serviços não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e os
c onec tore s “REVERSE ECU” de sliga do da
centralina e “5K” desligado do painel de
instrumentos, ligue um tester ao conector “X42” e à 0.014.4780.4
massa no chassis e, com o teste de resistência,
certifique-se que não existem curto-circuitos à 1 25 23
massa (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
45
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
nesse caso, substitua a centralina. 44
24 56

25 45 44 23 1 24 56 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
10

0.014.4782.4
G33
1

X42 1
P

0.011.7711.3
D0036090

20-120
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Pressione Propz.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T62

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma incongruência entre o estado lógico e o estado lido do sinal da pressão após a electroválvula
proporcional do inversor.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X86” do pressostato da
electroválvula proporcional não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) ligue
um tester ao conector “X86” e ao pino 62 do
conector “REVERSE ECU” e, com o teste de 0.014.4780.4
resistência, certifique-se que existe continuidade
(leitura no tester: 0 Ohm). 1 25 23
• Verifique o correcto funcionamento do pressostato
da e le ct ro vá lv ula pro porc io na l (pa ra ma is
informações, consulte o grupo 40).
45
• Substitua a electroválvula proporcional por uma
nova. 44
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de 24 62
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente; 25 45 44 23 1 24 62 REVERSE ECU
nesse caso, substitua a centralina
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
22

X86 1
P

0.014.4782.4
D0036020

20-121
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Guasto E2PROM
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T63

DESCRIÇÃO
A centralina detecta um erro nos parâmetros contidos na E2PROM.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Inicie a centralina e active o tractor seguindo as instruções fornecidas no capítulo “Substituição da centralina do
inversor”.
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-122
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Sens.INV in C.C.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T71

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de velocidade do inversor está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
Se a avaria não for de tipo mecânico/hidráulico, o sistema continua a trabalhar correctamente.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor, “X93” da centralina de
conversão do sinal de velocidade do inversor e “X18” do sensor de velocidade do inversor não estão oxidados e estão
bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON),
certifique-se que a centralina de conversão do sinal
de velocidade do inversor está correctamente
alimentada (tensão entre o pino 6 (positivo) e o pino 1 0.014.4780.4
e 3 (negativos) do conector “X93” de cerca de 12 V).
1 2 15 23
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue
um tester ao pino 2 do conector “X93” e, com o teste
de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos (leitura no tester: infinito). 45
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de 44
velocidade do inversor (para mais informações, 24 25 59
consulte a secção 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de 25 45 44 23 1 24 59 15 2 REVERSE ECU
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
nesse caso, substitua a centralina.
1 2 3

X93
7.5A

F18 F7
10A

4 5 6

+15 +15
G2
7 20 2 3
0.014.4782.4

X27 1 2 3 2 1 X18
freq. freq.

D0035990

20-123
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Sens.RPM in C.C.
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T72

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de rotações do motor está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X27” do sensor de rotações
do motor não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o funcionamento correcto do sensor de
rotações do motor (para mais informações, consulte
a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue 0.014.4780.4
um tester ao pino 2 do conector “X27” e à massa na
transmissão e, com o teste de resistência, certifique- 1 2 15 23
se que não existem curto-circuitos (leitura no tester:
infinito).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor de
rotações do motor (para mais informações, consulte 45
a secção 40). 44
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de 24 25 59
ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente; 25 45 44 23 1 24 59 15 2 REVERSE ECU
nesse caso, substitua a centralina.

1 2 3

X93
7.5A

F18 F7
10A

4 5 6

+15 +15
G2
7 20 2 3
0.014.4782.4

X27 1 2 3 2 1 X18
freq. freq.

D0035990

20-124
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Slitt. Friz. INV


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T73

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma derrapagem não aceitável de uma das embraiagens do inversor.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema activa o buzzer de forma intermitente e o sistema continua a trabalhar correctamente.
NOTA
Quando este alarme é detectado, o tractor continua a funcionar correctamente, mas a tracção em esforço ou a
velocidade de deslocação podem reduzir-se significativamente.
Neste caso, o operador deve parar o tractor o quanto antes para evitar danos graves na mecânica do inversor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que as pressões de exercício do inversor estão dentro da norma. Caso as pressões correspondam à
norma, substitua as embraiagens do inversor.
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

Manovra > 10Km/h


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T73

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que foi efectuado um pedido de inversão de marcha a uma velocidade superior a 10 km/h.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar correctamente e é emitido um sinal sonoro contínuo.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-125
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Manca PrxProprz
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T74

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor do pressostato de serviços está em curto-circuito à massa.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

NOTA
Verifique se, com o motor ligado, a luz avisadora de obstrução do filtro do óleo hidráulico situada no painel de
instrumentos está acesa. Neste caso, antes de prosseguir com a análise da avaria eléctrica, substitua o filtro de
óleo e, eventualmente, verifique a pressão de exercício do circuito (pressão normal: 18 bar).

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X42” do pressostato de
serviços não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e os conectores “REVERSE ECU” desligado da centralina e “5K”
desligado do painel de instrumentos, ligue um tester ao conector “X42” e ao pino 56 do conector “REVERSE ECU” e,
com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

Rele''HML St.N.V
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T75

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do grupo HML.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-126
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Rele''REV St.N.V
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T76

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

Allarme grave
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOST77

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria interna não identificável.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-127
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EVA stato non ok


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T91

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o estado do solenóide da electroválvula da marcha à frente não corresponde ao necessário.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “AV” da electroválvula da
marcha à frente não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “AV” e à massa no chassis e
certifique-se que não existe corrente (leitura no tester: 0 V).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 44 22 23

45

24 25 66

25 45 44 23 1 2 24 22 66 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
14 17 31

AV RM
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0036080

20-128
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EVA corto circ.


CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T92

DESCRIÇÃO
A centralina detecta um curto-circuito da linha de comando da electroválvula da marcha à frente.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “AV” da electroválvula da
marcha-atrás não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 2 do conector “AV” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 44 22 23

45

24 25 66

25 45 44 23 1 2 24 22 66 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
14 17 31

AV RM
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0036080

20-129
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

EVA circ.aperto
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T93

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a electroválvula de selecção do sentido de marcha (ou marcha-atrás nas versões sem HML) está
desligada

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema bloqueia completamente o funcionamento do tractor.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “AV” da electroválvula da
marcha à frente não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique a resistência interna do solenóide da electroválvula (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, ligue um tester
ao pino 1 do conector “AV” e ao pino 22 do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que
existe continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.014.4780.4

1 2 44 22 23

45

24 25 66

25 45 44 23 1 2 24 22 66 REVERSE ECU
7.5A

F18 F7
10A

+15 +15

G2
14 17 31

AV RM
1 2 1 2

0.014.4782.4
D0036080

20-130
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Sens.Sedile KO
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T94

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de presença do operador (sensor da cadeira) está avariado ou desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O tractor só se pode deslocar utilizando o pedal da embraiagem.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X99” do sensor da cadeira
do operador não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de
presença do operador (para mais informações,
consulte a secção 40).
0.014.4780.4
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, 1 15 23
ligue um tester ao pino 2 do conector “X99” e à
massa no chassis e, com o teste de resistência,
certifique-se que não existem curto-circuitos à
massa (leitura no tester: infinito) 45
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o 44
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina, 24 25 27 51
ligue um tester ao pino 2 do conector “X99” e ao pino
51 do conector “REVERSE ECU” e, com o teste de 25 45 44 23 1 24 27 51 33 REVERSE ECU
resistência, certifique-se que existe continuidade
(leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da centralina,
ligue um tester ao pino 2 do conector “X99” e à
massa no chassis e certifique-se que não existe
7.5A

F18 F7
10A

corrente (leitura no tester: 0 V).


• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de +15 +15

ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”


(ON) e verifique se o alarme ainda está presente;
nesse caso, substitua a centralina.

X99 1 2 3

D0036100

20-131
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Trasd.PrxFreniDX
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T95

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de pressão direito do circuito dos travões está avariado ou desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar mas é desactivada a função “Stop & Go”.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X50” do sensor de pressão
direito não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de
pressão (para mais informações, consulte a
secção 40).
0.014.4780.4
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da 1 24 3 23
centralina, ligue um tester ao pino 3 do conector
“X50” e à massa no chassis e, com o teste de
resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito) 45
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o 44
conector “REVERSE ECU” desligado da 46 25 48 33
centralina, ligue um tester ao pino 3 do conector
“X50” e ao pino 3 do conector “REVERSE ECU” e, 25 45 44 23 1 24 46 28 48 3 33 REVERSE ECU
com o teste de resistência, certifique-se que existe
continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da
centralina, ligue um tester ao pino 3 do conector X97 1 2 3 4
“X50” e à massa no chassis e certifique-se que não
7.5A

F18 F7
10A

pos

existe corrente (leitura no tester: 0 V).


• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de +15 +15

ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”


G2
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente; 24 25 27 3
nesse caso, substitua a centralina.

X45 1 3 2 1 3 2 X50
p p

0.014.4782.4 V V

D0036050

20-132
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO INVERSOR

Trasd.PrxFreniSX
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS T96

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de pressão esquerdo do circuito dos travões está avariado ou desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O sistema continua a trabalhar mas é desactivada a função “Stop & Go”.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “REVERSE ECU” da centralina do inversor e “X45” do sensor de pressão
direito não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de
pressão (para mais informações, consulte a
secção 40).
0.014.4780.4
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da 1 24 3 23
centralina, ligue um tester ao pino 3 do conector
“X45” e à massa no chassis e, com o teste de
resistência, certifique-se que não existem curto-
circuitos à massa (leitura no tester: infinito) 45
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o 44
conector “REVERSE ECU” desligado da 46 25 48 33
centralina, ligue um tester ao pino 3 do conector
“X45” e ao pino 48 do conector “REVERSE ECU” e, 25 45 44 23 1 24 46 28 48 3 33 REVERSE ECU
com o teste de resistência, certifique-se que existe
continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o
conector “REVERSE ECU” desligado da
centralina, ligue um tester ao pino 3 do conector X97 1 2 3 4
“X45” e à massa no chassis e certifique-se que não
7.5A

F18 F7
10A

pos

existe corrente (leitura no tester: 0 V).


• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de +15 +15

ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I”


G2
(ON) e verifique se o alarme ainda está presente; 24 25 27 3
nesse caso, substitua a centralina.

X45 1 3 2 1 3 2 X50
p p

0.014.4782.4 V V

D0036050

20-133
PÁGINA DEIXADA
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
5. ALARMES 5.3 ALARMES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS (CÓD. 2.8339.248.0)

5.3 ALARMES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS (CÓD. 2.8339.248.0)


O painel de instrumentos assinala ao operador a avaria dos componentes por ele geridos através do visor situado no lado
direito. Para assinalar as avarias, são usados códigos que identificam o dispositivo que tem o problema.

5.3.1 LISTA DOS ALARMES VISUALIZADOS ATRAVÉS DA LUZ AVISADORA DE “ALARME”

Código no
painel de Visualização
Descrição do alarme Página
instrumento no ART
s

I18 18 O painel de instrumentos detecta que o sensor de temperatura do 20-137


líquido de arrefecimento está em curto-circuito à massa.

O painel de instrumentos detecta que o sensor de temperatura do


I19 19 líquido de arrefecimento está em curto-circuito para uma alimentação 20-138
positiva.

O painel de instrumentos detecta que o sensor do nível de


I20 20 combustível está em curto-circuito para uma alimentação positiva. 20-139

O painel de instrumentos detecta que o alternador está avariado ou


I21 21 desligado (não recebe o sinal “W”). 20-140

I22 22 Alarme predisposto mas não utilizado –

I23 23 Alarme predisposto mas não utilizado –

I24 24 Alarme predisposto mas não utilizado –


I25 25 Alarme predisposto mas não utilizado –

I26 26 Alarme predisposto mas não utilizado –

I32 32 Alarme predisposto mas não utilizado –

I33 33 Alarme predisposto mas não utilizado –

I34 34 Alarme predisposto mas não utilizado –

I35 35 Alarme predisposto mas não utilizado –


I36 36 Alarme predisposto mas não utilizado –

I37 37 Alarme predisposto mas não utilizado –

20-135
5. ALARMES 5.3 ALARMES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS (CÓD. 2.8339.248.0)

5.3.2 LISTA DE ALARMES VISUALIZADOS NO ART

Código no
Visualização painel de Descrição do alarme Página
no ART instrumento
s

O painel de instrumentos detecta que o sensor de temperatura do


18 I18 líquido de arrefecimento está em curto-circuito à massa. 20-137

O painel de instrumentos detecta que o sensor de temperatura do


19 I19 líquido de arrefecimento está em curto-circuito para uma alimentação 20-138
positiva.

O painel de instrumentos detecta que o sensor do nível de


20 I20 20-139
combustível está em curto-circuito para uma alimentação positiva.

O painel de instrumentos detecta que o alternador está avariado ou


21 I21 20-140
desligado (não recebe o sinal “W”).

22 I22 Alarme predisposto mas não utilizado –

23 I23 Alarme predisposto mas não utilizado –

24 I24 Alarme predisposto mas não utilizado –

25 I25 Alarme predisposto mas não utilizado –

26 I26 Alarme predisposto mas não utilizado –

32 I32 Alarme predisposto mas não utilizado –

33 I33 Alarme predisposto mas não utilizado –


34 I34 Alarme predisposto mas não utilizado –

35 I35 Alarme predisposto mas não utilizado –

36 I36 Alarme predisposto mas não utilizado –

37 I37 Alarme predisposto mas não utilizado –

38 I38 Alarme predisposto mas não utilizado –

39 I39 Alarme predisposto mas não utilizado –


40 I40 Alarme predisposto mas não utilizado –

20-136
5. ALARMES 5.3 ALARMES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS (CÓD. 2.8339.248.0)

18
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS I18

DESCRIÇÃO
O painel de instrumentos detecta que o sensor de temperatura do líquido de arrefecimento está em curto-circuito à massa.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “3K” do painel de instrumentos e “X48” do sensor de temperatura do
líquido de arrefecimento não estão oxidados e estão bem fixos.
• Verifique o correcto funcionamento do sensor de temperatura (para mais informações, consulte a secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “3K” desligado do painel de instrumentos, ligue um tester
ao conector “X48” e à massa no chassis e, com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos
(leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.
ENGINE OIL PRESSURE

FUEL LEVEL
AIR FILTER

+12/15

+12/30

+12/30

TEMP.
GND

GND

5 6 8 14 15 21 13 20 21
0.014.4780.4 3K 5K GND6

F8 F18
7.5A
15A

+15 +30

G1
2 3 28

GND3 X51 X46 X48


2 1

P t
P

0.013.8397.4
0.013.8398.4
D0036110

20-137
5. ALARMES 5.3 ALARMES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS (CÓD. 2.8339.248.0)

19
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS I19

DESCRIÇÃO
O painel de instrumentos detecta que o sensor de temperatura do líquido de arrefecimento está em curto-circuito para
uma alimentação positiva.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “3K” do painel de instrumentos e “X48” do sensor de temperatura do
líquido de arrefecimento não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “3K” desligado do painel de instrumentos, ligue um tester ao
conector “X48” e à massa no chassis e certifique-se que não existe corrente (leitura no tester: 0 V).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.
ENGINE OIL PRESSURE

FUEL LEVEL
AIR FILTER

+12/15

+12/30

+12/30

TEMP.
GND

GND

5 6 8 14 15 21 13 20 21
0.014.4780.4 3K 5K GND6

F8 F18
7.5A
15A

+15 +30

G1
2 3 28

GND3 X51 X46 X48


2 1

P t
P

0.013.8397.4
0.013.8398.4
D0036110

20-138
5. ALARMES 5.3 ALARMES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS (CÓD. 2.8339.248.0)

20
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS I20

DESCRIÇÃO
O painel de instrumentos detecta que o sensor do nível de combustível está em curto-circuito para uma alimentação
positiva.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “3K” do painel de instrumentos e “X27” do sensor de nível de combustível
não estão oxidados e estão bem fixos.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON) e o conector “3K” desligado do painel de instrumentos, ligue um tester ao
pino 3 do conector “X27” e à massa no chassis e certifique-se que não existe corrente (leitura no tester: 0 V).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.
ENGINE OIL PRESSURE
FUEL RESERVE

FUEL LEVEL
AIR FILTER

SERVICE
+12/15

+12/30

+12/30

TEMP.
GND

GND

4 5 6 8 14 15 19 21 13 20 21
0.014.4780.4 GND6
3K 5K

F8 F18
7.5A
15A

+15 +30

G1
17 18

GND3

X53
1 2 3

0.013.8397.4
0.013.8398.4

D0036120

20-139
5. ALARMES 5.3 ALARMES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS (CÓD. 2.8339.248.0)

21
CÓDIGO NO PAINEL DE INSTRUMENTOS I21

DESCRIÇÃO
O painel de instrumentos detecta que o alternador está avariado ou desligado (não recebe o sinal “W”).

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “3K” do painel de instrumentos e “W” do alternador não estão oxidados e
estão bem fixos.
• Verifique o funcionamento correcto do alternador.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF) e o conector “3K” desligado do painel de instrumentos, ligue um tester
ao conector “W” do alternador e ao pino 24 do conector “3K” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe
continuidade (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.
+12/15

+12/30
+12/30
GND

3K 1324 14 15 21
5K

F8 F18
7.5A
15A

+15 +30

G1 0.014.4780.4
4

0.013.8397.4
0.013.8398.4
D+

B+

B-
W

-
0.013.8399.4
G

0.013.8400.4
+

0.013.8401.4
0.013.8402.4
D0036130

20-140
5. ALARMES 5.4 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO (CÓD. 0.011.2992.4/30)

5.4 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO (CÓD. 0.011.2992.4/30)


A centralina do hidráulico assinala ao operador a avaria dos componentes por ela geridos com uma luz avisadora no botão
de comando do hidráulico no lado direito do posto do operador.
Para assinalar as avarias, são usadas intermitências com códigos que identificam exactamente o componente e o tipo de
avaria.

5.4.1 LISTA DE ALARMES POR INTERMITÊNCIA NO BOTÃO DE COMANDO DO HIDRÁULICO

Aceso
Apagado 0,3 0,3 0,3 1,0 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 1,0

Intermit Visualização
Descrição do alarme Reacção do sistema Página
ências no ART
A centralina detecta que a
O hidráulico não funciona no
11 EVUP DISCONN. electroválvula de comando de modo automático. 20-143
elevação está desligada.

A c e n t r a l i n a d e t e c t a q u e a O hidráulico não funciona no


12 EVUP C.C. electroválvula de comando da 20-144
elevação está em curto-circuito. modo automático.

A centralina detecta que a


13 EVDW DISCONN. electroválvula de comando da O hidráulico não funciona no 20-145
modo automático.
descida está desligada.
A centralina detecta que a
O hidráulico não funciona no
14 EVDW C.C. electroválvula de comando da modo automático. 20-146
descida está em curto-circuito.

15 EPROM CECK A centralina detecta uma avaria na O hidráulico entra em bloqueio 20-153
memória EPROM total

21 POS.SENS.C.C. A centralina detecta que o sensor O hidráulico não funciona no 20-148


de posição está em curto-circuito. modo automático.

22 POS.SENS.DIS. A centralina detecta que o sensor O hidráulico não funciona no 20-149


de posição está desligado. modo automático.

23 GEN.FAIL.CPU A centralina detecta uma avaria na O hidráulico não funciona no 20-150


unidade electrónica de controlo. modo automático.

41 DRAFT SENS N.C. A centralina detecta que o sensor O hidráulico não funciona no 20-151
de esforço está desligado. modo de esforço controlado.

42 DRAFT SENS C.C. A centralina detecta que o sensor O hidráulico não funciona no 20-152
de esforço está em curto-circuito. modo de esforço controlado.

O hidráulico funciona
A centralina detecta uma avaria na c o r r e c t a m e n t e m a s o s
45 EEPROM CHECK 20-153
memória EEPROM parâmetros de funcionamento
referem-se à versão base.

A centralina detecta que a tensão O hidráulico não funciona no


50 NO V. SENSOR de alimentação dos sensores não 20-154
está correcta. modo automático.

20-141
5. ALARMES 5.4 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO (CÓD. 0.011.2992.4/30)

5.4.2 LISTA DE ALARMES VISUALIZADOS NO ART

Visualização Intermit
no ART ências Descrição do alarme Reacção do sistema Página

A centralina detecta que o sensor O hidráulico não funciona no


DRAFT SENS C.C. 42 de esforço está em curto-circuito. modo de esforço controlado. 20-152

A centralina detecta que o sensor O hidráulico não funciona no


DRAFT SENS N.C. 41 de esforço está desligado. modo de esforço controlado. 20-151

O hidráulico funciona
A centralina detecta uma avaria na c o r r e c t a m e n t e m a s o s
EEPROM CHECK 45 20-153
memória EEPROM parâmetros de funcionamento
referem-se à versão base.

EPROM CECK 15 A centralina detecta uma avaria na O hidráulico entra em bloqueio 20-147
memória EPROM total

A c e n t r a l i n a d e t e c t a q u e a O hidráulico não funciona no


EVDW C.C. 14 electroválvula de comando da 20-146
modo automático.
descida está em curto-circuito.
A centralina detecta que a
O hidráulico não funciona no
EVDW DISCONN. 13 electroválvula de comando da modo automático. 20-145
descida está desligada.

A c e n t r a l i n a d e t e c t a q u e a O hidráulico não funciona no


EVUP C.C. 12 electroválvula de comando da 20-144
elevação está em curto-circuito. modo automático.

A centralina detecta que a


EVUP DISCONN. 11 electroválvula de comando de O hidráulico não funciona no 20-143
modo automático.
elevação está desligada.
A centralina detecta uma avaria na O hidráulico não funciona no
GEN.FAIL.CPU 23 20-150
unidade electrónica de controlo. modo automático.
A centralina detecta que a tensão
O hidráulico não funciona no
NO V. SENSOR 50 de alimentação dos sensores não modo automático. 20-154
está correcta.

POS.SENS.C.C. 21 A centralina detecta que o sensor O hidráulico não funciona no 20-148


de posição está em curto-circuito. modo automático.

POS.SENS.DIS. 22 A centralina detecta que o sensor O hidráulico não funciona no 20-149


de posição está desligado. modo automático.

20-142
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

EVUP DISCONN.
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:11

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a electroválvula de comando de elevação está desligada.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo automático.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “EV UP” e na centralina do hidráulico "LIFT ECU" estão bem fixos e não
estão oxidados.
• Verifique a resistência interna do solenóide de comando da subida do hidráulico (para mais informações, consulte a
secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 1 do conector “EV UP” e ao pino 2 do conector
“LIFT ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “EV UP” e à massa no chassis e,
com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.011.2025.4

1 2 4 5
1 4 5 7 2 LIFT ECU

G13
4 5 1 2

F7
10A

S1 1 2 3 1 2 EV UP
+15
F

D0036150

20-143
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

EVUP C.C.
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:12

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a electroválvula de comando da elevação está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo automático.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “EV UP” e na centralina do hidráulico "LIFT ECU" estão bem fixos e não
estão oxidados.
• Verifique a resistência interna do solenóide de comando da descida do hidráulico (para mais informações, consulte a
secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 1 do conector “EV UP” e à massa no chassis e,
com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.011.2025.4

1 2 4 5
1 4 5 7 2 LIFT ECU

G13
4 5 1 2

F7
10A

S1 1 2 3 1 2 EV UP
+15
F

D0036150

20-144
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

EVDW DISCONN.
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:13

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a electroválvula de comando da descida está desligada.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo automático.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “EV DW” e na centralina do hidráulico "LIFT ECU" estão bem fixos e não
estão oxidados.
• Verifique a resistência interna do solenóide de comando da subida do hidráulico (para mais informações, consulte a
secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 1 do conector “EV DW” e ao pino 3 do conector
“LIFT ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “EV DW” e à massa no chassis e,
com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.011.2025.4

1 3 4 5
1 4 5 7 3 LIFT ECU

G13
4 5 1 3

F7
10A

S1 1 2 3 1 2 EV DW
+15
F

D0036160

20-145
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

EVDW C.C.
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:14

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a electroválvula de comando da descida está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo automático.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “EV DW” e na centralina do hidráulico "LIFT ECU" estão bem fixos e não
estão oxidados.
• Verifique a resistência interna do solenóide de comando da descida do hidráulico (para mais informações, consulte a
secção 40).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 1 do conector “EV DW” e à massa no chassis e,
com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.011.2025.4

1 3 4 5
1 4 5 7 3 LIFT ECU

G13
4 5 1 3

F7
10A

S1 1 2 3 1 2 EV DW
+15
F

D0036160

20-146
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

EPROM CHECK
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:15

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria na memória EPROM

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico entra em bloqueio total

VERIFICAÇÃO
• Posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e, de seguida, novamente em “I” (ON) e verifique se o alarme ainda está
presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-147
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

POS.SENS.C.C.
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:21

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de posição está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo automático.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “P” do sensor de posição e “LIFT ECU” na centralina do hidráulico estão
bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON), certifique-se que o sensor de posição está correctamente alimentado
(tensão entre o pino 3 (positivo) e o pino 1 (negativo) do conector “S1” de cerca de 10 V).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON), ligue um tester ao pino 2 do conector “P” e à massa no chassis e certifique-
se que não existem curto-circuitos para uma alimentação positiva (leitura no tester: 0V).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor (para informações técnicas, consulte o grupo 40)
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.011.2025.4

1 4 5 6
1 4 5 7 6 LIFT ECU

G13
4 5 1 6

F7
10A

S1 1 2 3 1 2 3 P
+15
F F

D0036170

20-148
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

POS.SENS.DIS.
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:22

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de posição está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo automático.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “P” do sensor de esforço e “LIFT ECU” na centralina do hidráulico estão
bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “P” e ao pino 6 do conector “LIFT
ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “EV UP” e à massa no chassis e,
com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor (para informações técnicas, consulte o grupo 40)
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.011.2025.4

1 4 5 6
1 4 5 7 6 LIFT ECU

G13
4 5 1 6

F7
10A

S1 1 2 3 1 2 3 P
+15
F F

D0036170

20-149
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

GEN.FAIL.CPU
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:23

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria na unidade electrónica de controlo.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo automático.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-150
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

DRAFT SENS N.C.


CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:41

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de esforço está desligado.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo de esforço controlado.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “S1” do sensor de esforço e “LIFT ECU” na centralina do hidráulico estão
bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “S1” e ao pino 7 do conector “LIFT
ECU” e, com o teste de resistência, certifique-se que existe continuidade eléctrica (leitura no tester: 0 Ohm).
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 2 do conector “EV UP” e à massa no chassis e,
com o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor (para informações técnicas, consulte o grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.011.2025.4

1 2 4 5
1 4 5 7 2 LIFT ECU

G13
4 5 1 2

F7
10A

S1 1 2 3 1 2 EV UP
+15
F

D0036150

20-151
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

DRAFT SENS C.C.


CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:42

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que o sensor de esforço está em curto-circuito.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo de esforço controlado.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector “S1” do sensor de esforço e “LIFT ECU” na centralina do hidráulico estão
bem fixos e não estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON), certifique-se que o sensor de esforço está correctamente alimentado
(tensão entre o pino 3 (positivo) e o pino 1 (negativo) do conector “S1” de cerca de 10 V).
• Com a chave de ignição na posição “I” (ON), ligue um tester ao pino 2 do conector “S1” e à massa no chassis e
certifique-se que não existem curto-circuitos para uma alimentação positiva (leitura no tester: 0V).
• Verifique o funcionamento correcto do sensor (para informações técnicas, consulte o grupo 40).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.011.2025.4

1 4 5
1 4 5 7 LIFT ECU

F7 G13
10A

4 1 5

+15
1 2 3 S1
F

D0036140

20-152
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

EEPROM CHECK
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:45

DESCRIÇÃO
A centralina detecta uma avaria na memória EEPROM

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico funciona correctamente mas os parâmetros de funcionamento referem-se à versão base.

VERIFICAÇÃO
• Cancele todos os alarmes e calibre o sensor de posição do hidráulico. Posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e, de
seguida, novamente em “I” (ON) e verifique se o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

20-153
5. ALARMES 5.2 ALARMES DA CENTRALINA DO HIDRÁULICO

NO V. SENSOR
CÓDIGO DA INTERMITÊNCIA:50

DESCRIÇÃO
A centralina detecta que a tensão de alimentação dos sensores não está correcta.

REACÇÃO DA CENTRALINA
O hidráulico não funciona no modo automático.

VERIFICAÇÃO
• Certifique-se que os contactos no conector "P" e “S1” e na centralina do hidráulico “LIFT ECU” estão bem fixos e não
estão oxidados.
• Com a chave de ignição na posição “O” (OFF), ligue um tester ao pino 3 do conector “P” e à massa no chassis e, com
o teste de resistência, certifique-se que não existem curto-circuitos à massa (leitura no tester: infinito).
• Com a chave de ignição na posição "I" (ON), certifique-se que o sensor de posição do hidráulico está correctamente
alimentado (tensão entre o pino 3 (positivo) e o pino 1 (negativo) do conector “P” de cerca de 10 V).
• Cancele todos os alarmes, posicione a chave de ignição em “O” (OFF) e depois novamente em “I” (ON) e verifique se
o alarme ainda está presente; nesse caso, substitua a centralina.

0.011.2025.4

1 4 5 6
1 4 5 7 6 LIFT ECU

G13
4 5 1 6

F7
10A

S1 1 2 3 1 2 3 P
+15
F F

D0036170

20-154
ÍNDICE

SECÇÃO 30
ÍNDICE

TAMPAS DIANTEIRAS.................................. 1 • GRUPO DO PINHÃO DO DIFERENCIAL.....................37


Remoção .................................................................... 1 Remoção .................................................................. 37
Instalação ................................................................... 2 Instalação ................................................................. 37
• DISPOSITIVO DE BLOQUEIO DO DIFERENCIAL ......38
RODAS........................................................... 3 Remoção .................................................................. 38
• RODAS DIANTEIRAS .....................................................3 Instalação ................................................................. 40
Remoção .................................................................... 3 Regulação................................................................. 41
Instalação ................................................................... 3 • PAR CÓNICO................................................................44
• RODAS TRASEIRAS.......................................................4 Desmontagem ......................................................... 44
Remoção .................................................................... 4 Regulação de posicionamento do pinhão e pré-carga
Instalação ................................................................... 4 dos rolamentos......................................................... 48
Regulação da pré-carga dos rolamentos do diferencial
ARCO DE SEGURANÇA ............................... 5 53
Remoção .................................................................... 5 Regulação da folga pinhão-coroa ............................ 57
Instalação ................................................................... 5 Conclusão da montagem ......................................... 57
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL .................... 6 • DIFERENCIAL...............................................................59
• DEPÓSITO PRINCIPAL ..................................................6 Desmontagem ......................................................... 59
Remoção .................................................................... 6 Montagem ............................................................... 60
Instalação ................................................................... 8 PLATAFORMA .............................................61
• DEPÓSITO SUPLEMENTAR ..........................................9 Remoção .................................................................. 61
Esvaziamento ............................................................. 9 Instalação ................................................................. 68
Remoção .................................................................. 10
Instalação ................................................................. 11 CABINA.........................................................69
Remoção .................................................................. 69
RADIADOR .................................................. 12 Instalação ................................................................. 77
Remoção .................................................................. 12
Instalação ................................................................. 13 EIXO DA TRACÇÃO DUPLA .......................78
Remoção .................................................................. 78
SUPORTE DIANTEIRO................................ 14 Instalação ................................................................. 78
Remoção .................................................................. 14
Instalação ................................................................. 16 MOTOR.........................................................79
Preparação para a separação da transmissão......... 79
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) ............ 17 Preparação para a remoção ..................................... 79
• PONTE COMPLETA......................................................17 Separação ou remoção ............................................ 80
Remoção .................................................................. 17 Instalação ................................................................. 82
Instalação ................................................................. 19
• CILINDRO DA DIRECÇÃO ...........................................20 MOTOR DE ARRANQUE .............................83
Remoção .................................................................. 20 Remoção .................................................................. 83
Instalação ................................................................. 22 Instalação ................................................................. 85
• CAIXA DE ARTICULAÇÃO E SEMI-EIXO....................23
Remoção .................................................................. 23
DISCO AMORTECEDOR .............................86
Remoção .................................................................. 86
Instalação ................................................................. 27
Instalação ................................................................. 86
Regulação da pré-carga dos rolamentos................. 28
• REDUTORA EPICICLOIDAL ........................................31 GRUPO DO INVERSOR ...............................87
Remoção .................................................................. 31 • GRUPO COMPLETO ....................................................87
Instalação ................................................................. 32 Remoção .................................................................. 87
Desmontagem ......................................................... 33 Instalação ................................................................. 89
Montagem ............................................................... 36 Desmontagem ......................................................... 90

30-i
ÍNDICE

Montagem ................................................................91 Remoção ................................................................ 175


• GRUPO DA TAMPA ..................................................... 93 Instalação ............................................................... 178
Desmontagem ..........................................................93 • BOMBA DO CIRCUITO DO HIDRÁULICO E
Montagem ................................................................93 DISTRIBUIDOR DE SERVIÇOS AUXILIARES .......... 179
• GRUPO DA EMBRAIAGEM DA MARCHA À FRENTE94 Remoção ................................................................ 179
Desmontagem ..........................................................95 Instalação ............................................................... 181
Montagem ................................................................97
GRUPO DE VÁLVULAS DE SERVIÇOS ....182
• GRUPO DA EMBRAIAGEM DA MARCHA-ATRÁS .... 99
Remoção ................................................................ 182
Desmontagem ........................................................100
Instalação ............................................................... 185
Montagem ..............................................................103
Desmontagem ....................................................... 186
GRUPO HML ............................................. 106 Montagem ............................................................. 188
• GRUPO COMPLETO.................................................. 106
VÁLVULA DE TRAVAGEM HIDRÁULICA DO
Remoção .................................................................106
Instalação ................................................................110 REBOQUE ..................................................189
Verificação da folga axial da redutora.....................111 Remoção ................................................................ 189
• GRUPO DA EMBRAIAGEM ....................................... 112 Instalação ............................................................... 190
Desmontagem ........................................................112 HIDRÁULICO
Montagem ..............................................................119 (VERSÃO COM REGULADOR
• GRUPO PORTA-SATÉLITES ..................................... 125
Desmontagem ........................................................125
MECÂNICO) ............................................... 191
Montagem ..............................................................127 • GRUPO COMPLETO.................................................. 191
Remoção ................................................................ 191
GRUPO DA CAIXA DE VELOCIDADES E Instalação ............................................................... 194
INVERSOR ................................................. 129 Desmontagem ....................................................... 195
• GRUPO COMPLETO (Versão sem HML) ................. 129 Montagem .............................................................. 201
Remoção .................................................................129 • CASQUILHOS ............................................................ 202
Instalação ................................................................134 Substituição ........................................................... 202
• GRUPO COMPLETO (Versão com HML) ................. 135 • DISTRIBUIDOR DE COMANDO DO HIDRÁULICO.. 203
Remoção .................................................................135 Remoção ................................................................ 203
União à transmissão................................................138 Instalação ............................................................... 204
Desmontagem ........................................................139 Desmontagem ....................................................... 205
• EIXO DE ENTRADA DAS MUDANÇAS..................... 142 Montagem ............................................................. 208
Desmontagem.........................................................142 • CILINDRO DO HIDRÁULICO .................................... 210
Montagem ..............................................................145 Desmontagem ........................................................ 210
• EIXO PRIMÁRIO......................................................... 146 Montagem ............................................................. 211
Desmontagem ........................................................146 • SENSOR DE ESFORÇO MECÂNICO........................ 213
Montagem ..............................................................147 Remoção ................................................................ 213
• EIXO SECUNDÁRIO Instalação ............................................................... 213
(Versão com HML) ..................................................148 Desmontagem ....................................................... 214
Desmontagem ........................................................148 Montagem ............................................................. 215
Montagem ..............................................................154 • ALAVANCAS DE COMANDO DO HIDRÁULICO...... 217
• EIXO SECUNDÁRIO (Versão sem HML) .................. 160 Regulações............................................................. 217
Montagem ..............................................................165 DISTRIBUIDOR DE SERVIÇOS AUXILIARES
• HASTE DE SELECÇÃO DAS MUDANÇAS ............... 170
Desmontagem ........................................................170
220
Remoção ................................................................ 220
Montagem ..............................................................170
Instalação ............................................................... 222
• HASTE DE COMANDO DO MINI-REDUTOR ........... 171
Desmontagem.........................................................171 PONTE TRASEIRA .....................................223
Montagem ..............................................................171 • PONTES DIREITA E ESQUERDA.............................. 223
• DISPOSITIVO DE ENGATE DA TRACÇÃO DUPLA.. 172 Preparação para a remoção da ponte do lado direito .
Remoção .................................................................172 223
Instalação ................................................................172 Preparação para a remoção da ponte do lado
Desmontagem ........................................................173 esquerdo ................................................................ 225
Montagem ...............................................................174 Remoção da ponte traseira completa.................... 226
BOMBAS HIDRÁULICAS .......................... 175 Instalação ............................................................... 227
Desmontagem (Versão larga) ................................. 228
• BOMBAS DO CIRCUITO DA DIRECÇÃO E
Montagem .............................................................. 231
ELECTROVÁLVULAS................................................. 175
Desmontagem (Versão estreita) ............................. 233

30-ii
ÍNDICE

Montagem ............................................................. 236 GRUPO DA MUDANÇA DE GAMAS E


• GRUPO PORTA-SATÉLITES......................................238 DO DIFERENCIAL TRASEIRO ..................272
Desmontagem ....................................................... 238 • GRUPO COMPLETO ..................................................272
Montagem ............................................................. 238 Desmontagem ........................................................ 272
TRAVÕES................................................... 239 Montagem ............................................................. 272
• TRAVÕES DA PONTE TRASEIRA..............................239 • TDF DE COMANDO DAS BOMBAS ..........................273
Substituição dos discos ......................................... 239 Desmontagem ....................................................... 273
• PISTÃO DE TRAVAGEM.............................................240 Montagem ............................................................. 275
Desmontagem ....................................................... 240 • UNIDADE DIFERENCIAL ...........................................276
Montagem ............................................................. 240 Remoção ................................................................ 276
• TRAVÕES DA PONTE DA FRENTE ...........................242 Instalação ............................................................... 278
Remoção ................................................................ 242 Desmontagem ....................................................... 279
Instalação ............................................................... 243 Montagem ............................................................. 281
Desmontagem do pistão ........................................ 244 • PINHÃO.......................................................................282
Montagem do pistão .............................................. 244 Desmontagem ....................................................... 282
• TRAVÃO DE ESTACIONAMENTO .............................245 Montagem ............................................................. 285
Remoção dos patins de atrito ................................ 245 • HASTE DE SELECÇÃO DAS GAMAS........................286
Instalação dos patins de atrito ............................... 247 Desmontagem ....................................................... 286
Desmontagem ....................................................... 249 Montagem ............................................................. 287
Montagem ............................................................. 249 • EIXO DE SAÍDA DA TRACÇÃO DUPLA E
• BOMBAS DE COMANDO DOS TRAVÕES ................250 TDF SINCRONIZADA .................................................288
Remoção ................................................................ 250 Desmontagem ....................................................... 288
Instalação ............................................................... 251 Montagem ............................................................. 292
• PAR CÓNICO..............................................................293
LIGAÇÃO DE 3 PONTOS .......................... 252 Preparação para as afinações................................ 293
Remoção ................................................................ 252 Regulação da pré-carga dos rolamentos do diferencial
Instalação ............................................................... 254 295
Regulação do posicionamento do pinhão.............. 297
PUXO.......................................................... 255 Regulação da folga pinhão-coroa .......................... 299
Remoção ................................................................ 255
Instalação ............................................................... 255 PAINEL DE INSTRUMENTOS ...................300
Remoção ................................................................ 300
TDF TRASEIRA.......................................... 256 Instalação ............................................................... 302
• EIXO DE ENTRADA DA TDF ......................................256
Remoção ................................................................ 256 GUIA HIDRÁULICA ....................................303
Instalação ............................................................... 257 Remoção ................................................................ 303
• EMBRAIAGEM DE COMANDO DA TDF....................258 Instalação ............................................................... 304
Remoção ................................................................ 258
Instalação ............................................................... 259
Desmontagem ........................................................ 260
Montagem ............................................................. 264
• EIXO DE SAÍDA DA TDF
(VERSÃO DE 2 MUDANÇAS + SYNCRO) .................265
Desmontagem ....................................................... 265
Montagem ............................................................. 269
• EIXO DE COMANDO DA TDF SYNCRO....................270
Desmontagem ....................................................... 270
Montagem ............................................................. 271

30-iii
PROTECÇÕES DA FRENTE

PROTECÇÕES DA FRENTE

Remoção
2 1
Desligue a chave de ignição e puxe o travão de mão.
1 - Carregue na alavanca de engate (1) e levante o capot
do motor (2).

F0067490

2 - Levante a protecção lateral (3) para libertar a cavilha


(4) do suporte e retire a protecção.
3 - Repita a operação para o outro lado.

4
F0118310

4 - Rode a alavanca de desengate (5) para cima, liberte a


protecção da frente (6) e desligue os conectores (7) 5
dos faróis.

F0118320

5 - Desloque os dois botões (8) para dentro e retire o


capot do motor (2).

2
8

F0118330

30-1
PROTECÇÕES DA FRENTE

6 - Retire a haste (9) de suporte do capot do motor.


9

F0118340

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

30-2
RODAS RODAS DA FRENTE

RODAS

RODAS DA FRENTE
Remoção
Desligue a chave de ignição e puxe o travão de mão. B
1 - Levante o tractor e ponha por baixo da ponte da frente
dois cavaletes “A”.
★ Ponha calços de segurança “B” entre a ponte e o
suporte da frente.

A
D0021130

2 - Desaperte todos os parafusos (1) deixando um no


lugar por razões de segurança.
3 - Retire a roda (2). 1
2
4 - Faça as mesmas operações na outra roda.

F0098670

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

30-3
RODAS RODAS TRASEIRAS

RODAS TRASEIRAS

Remoção
1 - Ponha um macaco “A” por baixo da caixa de
velocidades traseira.
★ Ponha o macaco “A” virado para a roda que vai
tirar.
2 - Levante o tractor até que o pneu da roda que vai retirar
fique suspenso. A

F0098680

3 - Retire todos os parafusos (1).


4 - Retire a roda (2).
2
1

F0098690

5 - Ponha por baixo da caixa traseira um cavalete “B”


com asas laterais de segurança e baixe o macaco até
prender o cavalete.
6 - Verifique se a posição do cavalete está correcta e
retire o macaco.
7 - Repita todas as operações na outra roda.

F0098700

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

30-4
ARCO DE SEGURANÇA

ARCO DE SEGURANÇA

Remoção
Desligue a chave de ignição e puxe o travão de mão. 1
1 - Ponha o arco de segurança (1) na posição vertical e
fixe com as cavilhas (2).
2 - Ligue o arco (1) e estique ligeiramente o cabo.
2 2

F0067570

3 - Desaperte os parafusos (3) e retire-os.


4 - Retire as cavilhas (2) o arco (1).
1

F0067580

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

30-5
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL DEPÓSITO PRINCIPAL

DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL
DEPÓSITO PRINCIPAL
Remoção
1 - Não fume nem se aproxime com chamas vivas
durante as operações de remoção, instalação e
abastecimento.
2 - Limpe imediatamente qualquer combustível
2
derramado para evitar que escorra.
1
3 - Desligue o cabo do terminal negativo (-) da bateria
e puxe o travão de mão.

• Para versões com depósito suplementar


1 - Esvazie completamente o depósito suplementar e o
depósito principal antes da remoção.
F0067590

(Para mais informações, consulte "DEPÓSITO


SUPLEMENTAR").

• Para todas as versões


2
2 - Retire as protecções da frente. 1
(Para mais informações, consulte "PROTECÇÕES DA
FRENTE").
3 - Retire a protecção (1) e desligue os conectores (2) do
sensor de filtro do ar entupido.

F0093900

4 - Desaperte as braçadeiras (3).

F0093910

5 - Retire os parafusos (4) (n.° 4) e o tubo (5) de aspiração


do ar.

4 4

F0093920

30-6
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL DEPÓSITO PRINCIPAL

6 - Retire a união (6) do tubo de aspiração de


combustível. 1 10
★ Tape o tubo para evitar a entrada de impurezas.
★ Substitua as anilhas de cobre sempre que as
desmontar.
9
7 - Desaperte as braçadeiras (7) e desligue o tubo (8) de
retorno do combustível e de ventilação (9).
6
★ Tape o tubo para evitar a entrada de impurezas.
8 - Desligue o conector (10) do sensor do nível de
combustível. 8
7
F0118350

• Para versões com depósito suplementar


9 - Desaperte a braçadeira (11) e desligue o tubo (12) de
aspiração do combustível do depósito suplementar.
10 - Desligue o conector (13) da bomba de trasfega.

13

11

12
F0118360

11 - Desaperte as braçadeiras (14) e retire o porta


rolamento (15).

15

14

F0118370

30-7
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL DEPÓSITO PRINCIPAL

• Para todas as versões


12 Desligue o conector (16) da buzina.

16

F0118380

13 - Desaperte a braçadeira (17) e desligue o tubo (18) do


depósito (19).

17

18 19

F0118390

14 - Retire as porcas (20).

20

F0118400

15 - Retire o depósito (19) completo.


19

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

1
★ Substitua as anilhas de cobre sempre que as
desmontar.

União: 25±1 Nm (18.4±0.7 lb.ft.) F0118410

30-8
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL DEPÓSITO SUPLEMENTAR

DEPÓSITO SUPLEMENTAR

Esvaziamento Dal motore


1 - Não fume nem se aproxime com chamas vivas Al motore Sfiato

durante as operações de remoção, instalação e


abastecimento. Pieno

Ritorno libero
2 - Limpe imediatamente qualquer combustível
derramado para evitar que escorra.
3 - No final das operações de esvaziamento, Vuoto
desligue o cabo do terminal negativo (-) da bateria
Serbatoio
e puxe o travão de mão. principale
Serbatoio
supplementare
Aspirazione

D0036560

1 - Com uma bomba adequada, aspire todo o


combustível do depósito principal (1) pelo bocal de
abastecimento.

Combustível: máx 50 (13.2 gal.am.)

F0098750

2 - Desligue o tubo (2) do depósito principal, retire-o do


suporte do depósito (3) e insira-o num recipiente de
capacidade suficiente para recolher o combustível 3
que está no depósito suplementar.
Combustível: máx 30  (7.9 gal.am.)

F0118341

3 - Ponha a chave de ignição em “I” (ON) sem ligar o


motor para permitir a trasfega do combustível que
está no depósito suplementar.

30-9
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL DEPÓSITO SUPLEMENTAR

Remoção
1 - Esvazie completamente o depósito principal e o
depósito suplementar.
(Para mais informações, consulte "Esvaziamento"). 1
2 - Retire os parafusos (1) (n.°4).

F0098770

3 - Retire os parafusos (2) (1 de cada lado) e a protecção


do depósito (3).

3
F0118430

4 - Desaperte a braçadeira (4) e desligue o tubo (5) de


aspiração do combustível.

F0118440

5 - Desaperte as braçadeiras (6) e desloque a união (7)


para cima.

6
F0098800

30-10
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL DEPÓSITO SUPLEMENTAR

6 - Retire os parafusos (8) (1 de cada lado) e a faixa (9) de


suporte do depósito suplementar (10).

10

F0098810

7 - Retire as porcas (11) e desligue o depósito


suplementar (10) da transmissão.

10

11
F0098820

8 - Retire as uniões (12) e o depósito suplementar (10).


1 12
★ Substitua as anilhas de cobre sempre que as 12
desmontar.

10 F0098830

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

1
Uniões: 25±1,25 Nm (18.4±0.92 lb.ft.)

30-11
RADIADOR

RADIADOR

Remoção
Desligue a chave de ignição e puxe o travão de mão.
1 - Retire as protecções da frente.
(Para mais informações, consulte "PROTECÇÕES DA
FRENTE").
• Para todas as versões
2 - Retire o depósito de combustível.
(Para mais informações, consulte "DEPÓSITO DE
COMBUSTÍVEL").

3 - Retire o bujão (1) e drene completamente o líquido de


refrigeração. 1
Líquido de refrigeração:
máx. 11  (3 gal. am.)

F0070430

4 - Retire os 3 parafusos (2) e a protecção da ventoinha


(3). 5
5 - Retire o parafuso (4) e a protecção (5). 2
4

3 2

F0098840

6 - Retire os parafusos (6) e desligue o tubo (7) de


recuperação de líquido de refrigeração do radiador.
6

F0118450

30-12
RADIADOR

7 - Desaperte as braçadeiras (8) e (9) e desligue os porta


rolamentos (10) e (11).
10
9

8 11
F0118460

8 - Retire os 2 parafusos (12) e o radiador (13) completo.

13
12
12
F0098870

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

1
1 - Ateste o circuito de refrigeração.

Líquido de refrigeração:
máx. 11  (3 gal. am.)
2 - Ligue o motor durante alguns minutos para fazer
circular o líquido de arrefecimento e verifique as
juntas.
3 - Desligue o motor e ateste o nível.

30-13
SUPORTE DA FRENTE

SUPORTE DA FRENTE

Remoção
1 - Retire as protecções da frente.
(Para mais informações, consulte "PROTECÇÕES DA
FRENTE").
2 - Retire o radiador.
(Para mais informações, consulte "RADIADOR").
3 - Retire o eixo de comando da tracção dupla.
(Para mais informações, consulte "EIXO DE
TRACÇÃO DUPLA").
A
D0020700

4 - Levante a parte a frente do tractor até levantar os


pneus do solo e ponha um cavalete “A” por baixo do
bloco do motor.

5 - Retire os parafusos (1) e a protecção da ventoinha (2).


1

F0098880

6 - Desligue os tubos (3) e (4), retire as 2 porcas (5) e vire a


protecção (6) para trás.
★ Tape os tubos para evitar a entrada de impurezas.
★ Assinale os tubos para evitar trocá-los na fase de
5
8
montagem.
• Para versões “S”
4
7 - Retire a união (8) do tubo do lado direito. 6
★ Tape o tubo e o orifício para evitar a entrada de
impurezas. 9
3
8 - Retire o parafuso (9) e a respectiva porca.
F0098890
F0067760

30-14
SUPORTE DA FRENTE

9 - Retire a união (10) do tubo do lado esquerdo.


★ Tape o tubo e o orifício para evitar a entrada de
impurezas.
10
10 - Retire o parafuso e a respectiva porca e a braçadeira
(11) do tubo.
11 - Retire o tubo (12) para o lado direito do tractor.

11
12
F0067770

• Para todas as versões


12 -Retire a união (13) e desligue o tubo (14) de comando
do bloqueio do diferencial.
★ Tape o tubo e o orifício para evitar a entrada de
impurezas.

14

13

F0098900

13 - Ponha um guincho “B” por baixo do suporte da frente


(15).
15

B
F0098910

14 - Retire os 4 parafusos superiores (16) e os dois


parafusos inferiores. 1

16
16

16
F0098920

30-15
SUPORTE DA FRENTE

15 - Retire o suporte dianteiro completo (15)


15

F0098930

16 - Recupere e anote a posição dos calços (17) montados


entre o suporte dianteiro (15) e o cárter do motor (18).
2
★ Mantenha separados os calços direitos e
esquerdos. 15

17

18

F0098940

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

1
Parafusos: 240±12 Nm (177±9 lb.ft.)

2
★ Se o motor ou o cárter do motor forem substituídos ou
se os calços não tiverem sido divididos ou se se C
perderem, ponha novamente calços do seguinte
modo:
D0020710

1 - Antes de montar o suporte dianteiro, ponha uma


régua na superfície do monobloco e, com um
paquímetro, meça a distância “C” entre esta
superfície e a superfície do cárter do óleo.
2 - Monte o conjunto de calços de forma que a
tolerância de alinhamento seja de ±0,1 (0.004
pol.).
3 - Bloqueie o suporte com o método alternado.

30-16
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) PONTE COMPLETA

PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)


PONTE COMPLETA
Remoção
Desligue o cabo do terminal negativo (-) da bateria e
puxe o travão de mão.
1 - Retire o eixo de comando da tracção dupla.
(Para mais informações, consulte "EIXO DE
TRACÇÃO DUPLA").
• Para versões sem TDF frontal
2 - Retire o depósito de combustível.
(Para mais informações, consulte "DEPÓSITO DE
COMBUSTÍVEL"). A
• Para todas as versões D0021480

3 - Levante a parte da frente do tractor até que os pneus


não toquem no solo e posicione um cavalete “A” por
baixo do motor.
4 - Retire as rodas da frente.
(Para mais informações, consulte "RODAS").
3
5 - Desligue os tubos (1) e (2), retire as 2 porcas (3) e vire a
protecção (4) para trás.
★ Tape os tubos para evitar a entrada de impurezas.
2
★ Assinale os tubos para evitar trocá-los na fase de
montagem. 4

1
F0098891

• Para versões “S”


6 - Retire a união (5) do tubo do lado direito.
★ Tape o tubo e o orifício para evitar a entrada de
impurezas. 5

7 - Retire o parafuso (6) e a respectiva porca.

F0067762

8 - Retire a união (7) do tubo do lado esquerdo.


★ Tape o tubo e o orifício para evitar a entrada de
impurezas.
7
9 - Retire o parafuso (8) e a respectiva porca e tire o tubo
(9) para o lado direito do tractor.

8
9
F0067772

30-17
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) PONTE COMPLETA

10 - Retire a união (10) e desligue o tubo (11) de comando


do bloqueio do diferencial.
★ Tape o tubo e o orifício para evitar a entrada de
impurezas.

11

10

F0098901

• Para versões sem TDF frontal


11 - Retire as porcas (12) e a tampa (13).
12
• Para versões com TDF frontal
12 - Retire o veio da TDF frontal

13
F0098950

• Para todas as versões


13 - Retire a porca (14) e o parafuso. 1

14

F0098960

14 - Ponha um guincho por baixo da ponte (15).

15

F0098970

30-18
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) PONTE COMPLETA

15 - Com um extractor de batente, retire a cavilha (16).

16

F0098980

16 - Retire a ponte (15) completa.

15

F0098990

17 - Recupere os espaçadores (17).

17

17

F0099000

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.
1 - Depois de instalar a ponte, ligue o motor e vire 14
completamente o volante várias vezes nos dois
sentidos para sangrar o ar do circuito de direcção.

1
★ Monte a porca (14) e o respectivo parafuso na parte
superior.

F0098960

30-19
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) CILINDROS DA DIRECÇÃO

CILINDROS DA DIRECÇÃO

Remoção
Desligue o cabo do terminal negativo (-) da bateria e
puxe o travão de mão.
1 - Retire a ponte da frente.
(Para mais informações, consulte "PONTE DA
FRENTE (Versão 4RM)").

2 - Retire o cavilhão (1) e desaperte a porca (2).


★ Substitua o cavilhão sempre que o desmontar.

2
1

F0099010

3 - Com um malho macio e a porca (2), desligue a cavilha


(3) da caixa articulada (4). 1
4 - Retire a porca (2) e a cavilha (3) da caixa articulada (4). 3
★ Repita a operação para o outro lado.
4

F0099020

5 - Desaperte as uniões (5), retire o parafuso (6) e os


tubos (7).
★ Tape os furos e os tubos para evitar a entrada de
impurezas.
6 7

F0099030

30-20
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) CILINDROS DA DIRECÇÃO

• Para versões “V”


6 - Retire uma das articulações (8).
1 8

F0099040

7 - Retire a articulação (8) restante, inserindo uma chave


sextavada de 10mm na sede no interior da haste.
1
★ Marque o lado de montagem de uma das
articulações para evitar trocá-las na fase de
montagem.

F0099050

• Para versões “S”


8 - Retire as articulações esquerda (9) e direita (10).
9
1 10
★ Marque o lado de montagem de uma das articulações
para evitar trocá-las na fase de montagem.

F0099180

9 - Retire a união (11) do lado direito, os parafusos (12) e


o cilindro (13) completo.

12
11

13
F0099060

30-21
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) CILINDROS DA DIRECÇÃO

Instalação
• Instale na ordem inversa à desmontagem.

1
1 - Aperte a porca (2) de acordo com o binário
recomendado.

Porca: 98±5 Nm (72.2±3,7 lb.ft.)


2
2 - Se necessário, continue a apertar a porca (2) até
alinhar a abertura da porca com o furo na cavilha.

3 - Bloqueie a posição com uma cavilha nova. F0099070

2
Articulações (8), (9) e (10): 9
131÷145 Nm (96.5–106.9 lb.ft) 14

Articulações (8), (9) e (10): Loctite 242

Porca (14): 97÷145 Nm (71.5–106.9 lb.ft.)

D0028570

30-22
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) CAIXA ARTICULADA E SEMI-EIXO

CAIXA ARTICULADA E SEMI-EIXO

Remoção
Desligue o cabo do terminal negativo (-) da bateria e
puxe o travão de mão.
1 - Retire a roda do lado que deseja.
(Para mais informações, consulte "RODAS").
2 - Retire o bujão (1) e descarregue completamente o
óleo que está na caixa articulada.
★ Substitua as anilhas de cobre sempre que as
desmontar. 1
Óleo da redutora: cerca de 0,5 (0.13 gal.am.) F0099080

3 - Retire os parafusos (2) e a tampa (3).

2
3

F0099090

4 - Retire o cavilhão (4) e desaperte a porca (5).


1
★ Substitua o cavilhão sempre que o desmontar.

5
4

F0099011

5 - Com um malho macio e a porca (5), desligue a cavilha


(6) da caixa articulada (7).
6 - Retire a porca (5) e a cavilha (6) da caixa articulada (7). 6

F0099021

30-23
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

7 - Retire o anel elástico (8).

F0099100

8 - Retire os parafusos (9).

9
9

F0099110

9 - Aperte um parafuso (9) nos dois furos previstos e tire a


cavilha inferior (10).
10 - Recupere os calços (11).

9 10 11
F0099120

11 - Retire os parafusos (12).

12

F0099130

30-24
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

12 - Ligue a caixa articulada (7) a um guincho e tire o perno


superior (13).
13 - Recupere os calços (14).
13

14

F0099140

14 - Retire a caixa de articulação (7) completa.


★ Recupere o anel interno (15) do rolamento inferior
e o anel anti-pó (16).

15
7
16
F0099150

15 - Recupere o anel interno (17) do rolamento superior e o


anel anti-pó (18).
18

17

F0099160

16 - Retire o semi-eixo (19).

19
F0099170

30-25
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

17 - Verifique o estado da junta OR (20) e, se necessário,


substitua-a.
20

F0099190

• Apenas se necessário
18 - Retire os anéis externos dos rolamentos (15) e (17).
2
17

15

D0021961

19 - Retire do corpo da ponte (21) o anel de vedação (22), o


anel elástico (23) e o rolamento de rolos (24). 22 23
3

24

21

D0021941

18 - Retire a caixa articulada (7) e o anel de vedação (25).


★ Preste atenção à orientação do anel de vedação.
25
7

D0028580

30-26
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

1
Porca: 98±5 Nm (72.2±3.7 lb.ft.)
★ Se a ranhura não corresponder ao furo da cavilha,
aperte mais até alinhar.

2
★ Apenas no caso de substituição dos rolamentos (15) e
(17) ou da caixa articulada (7) ou do corpo da ponte
(21), regule a pré-carga dos rolamentos. (Para mais
informações, consulte "Afinação da pré-carga dos
rolamentos" neste capítulo). 21

3 23
24
1 - Com uma ferramenta adequada, monte o rolamento
de rolos (24) no corpo da ponte (21) e fixe com o anel
elástico (23).

F0073203

2 - Com uma ferramenta adequada “A”, monte o anel de


vedação (22) no corpo da ponte (21).

22

21
F0073214

A 276.5
5 x 30°
ø 45.8
ø 60
ø 25

ø 45
.5
R7

200 8 18.5 50
D0028601

30-27
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

Afinação da pré-carga dos rolamentos

9 10 8

7 5

3
1 2

6
12
13 11 D0028590

1 - Monte o semi-eixo (2) no corpo da ponte (1).

F0099171

2 - Com uma ferramenta adequada, monte no corpo da


ponte (1) os anéis externos dos rolamentos (3) e (4).
★ Monte no furo superior o anel externo mais baixo e
no furo inferior o anel externo mais alto. 3

D0021960

30-28
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

3 - Monte no lado superior do corpo da ponte (1) o anel


interno do rolamento (3) e o anel anti-pó (5) e o anel
anti-pó (6) e o anel interno do rolamento (4) no lado 5
inferior.
3

4
1 6
F0099200

4 - Posicione a caixa articulada (7) e bloqueie-a na


posição montando a cavilha superior (8) sem calço e 10
apertando os parafusos (10). 8

F0099210

5 - Monte a cavilha inferior (11) e um calço (12) de 0,5 mm


e fixe com os parafusos (13).

12
11
13
F0099220

6 - Desaperte os parafusos (10), levante a cavilha


superior (8) e insira um conjunto de calços (9) de cerca
10
de 1,5 mm e volte a apertar os parafusos (10). 8 9

F0099230

30-29
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM)

7 - Posicione um comparador “A” de base magnética no


corpo da ponte e ponha o apalpador na perpendicular
em relação à cavilha inferior (11), pré-carregando-o
cerca de 2 mm.
A
11

F0099240

8 - Fazendo alavanca entre o corpo da ponte (1) e a caixa


articulada (7), meça a folga “G” dos rolamentos.
9 - Calcule o conjunto de calços a inserir entre a cavilha 10
superior (10) e a caixa articulada (7) para que os 1 7
rolamentos fiquem com uma pré-carga de 0,10÷0,15
mm.

Exemplo 1
• Folga detectada: 0,07
Conjunto de calços definitivo: 1,5 – 0,10 – 0,07=1,33
mm
que arredondado dá: 1,30 com pré-carga de
0,13 mm F0099250

• Folga detectada: 0,18 mm


Conjunto de calços definitivo: 1,50 – 0,10 – 0,18=1,22
mm
que arredondado dá: 1,20 mm com pré-carga de 0,12
mm

10 - Desaperte os parafusos (10), volte a montar o


conjunto de calços (9) na medida calculada e aperte
definitivamente os parafusos (10). 10
9

F0099231

30-30
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) REDUTORA EPICICLOIDAL

REDUTORA EPICICLOIDAL

Remoção

NOTA
Nas versões sem travão, a operação de remoção da
redutora corresponde à remoção da caixa articulada.
(Para mais informações, consulte “"CAIXA ARTICULADA E
SEMI-EIXO").
Desligue o cabo do terminal negativo (-) da bateria e
puxe o travão de mão.
1 - Retire a roda do lado que deseja.
(Para mais informações, consulte "RODAS").
2 - Retire o bujão (1) e descarregue completamente o
óleo que está na caixa articulada.
1
Óleo da redutora: cerca de 0,5 (0.13 gal.am.)
★ Substitua as anilhas de cobre sempre que as
desmontar.

1
F0099260

3 - Retire os parafusos (2) e a tampa (3).


2

F0099270

4 - Retire o anel elástico (4).

F0099280

30-31
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) REDUTORA EPICICLOIDAL

5 - Retire todas as porcas (5) e a redutora (6) completa.


5
6

F0099290

6 - Recupere a junta OR (7).


★ Verifique o estado da junta OR (7) e, se necessário,
substitua-a.

F0099300

7 - Retire o disco de aço (8) e o disco de atrito (9) da


redutora (6).
8 9

6
F0099310

Instalação
• Instale na ordem inversa à remoção.

Óleo da redutora: cerca de 0,5 (0.13 gal.am.)

30-32
PONTE DA FRENTE (Versão 4RM) REDUTORA EPICICLOIDAL

Desmontagem

8 7 3 10 14 15 1 2

5 6

4 12

9 10 11