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Curso On-Line de Saúde e Segurança

no Trabalho
“Acreditar no futuro, - IGC 4 -

apostar na modernização

protagonizar a mudança”
Módulo 04 – Planeamento em Sistemas de
Saúde e Segurança do Trabalho

Eng. Carlos Pedro Tavares – Executive Partner Rio de Janeiro, 11 de Março de 2018

www.lateorke.com | marketing@lateorke.com Knowledge and Innovation


Planeamento em Sistemas 1.
de Saúde e Segurança do Âmbito e Importância do
Planeamento
Trabalho
Princípios e Práticas da Avaliação de
Risco

Princípios Gerais de Prevenção de


Risco

Informação e Sistemas de Trabalho


Seguros

Autorizações de Trabalho em Sistemas


de Elevado Risco

2 Knowledge and Innovation


martavasconcelos@estescoimbra.pt IGC_11Ed/2016 2
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
PLANEAMENTO (DE ACORDO COM HSG 65)

Planeamento significa o processo onde os objectivos e


métodos de implementação da política de SST são decididos:
– Está relacionada com a alocação de recursos (exemplo:
dinheiro, tempo de investimento) para alcançar objectivos e decidir
prioridades.
Varia entre tópicos gerais de acordo com a orientação de toda
a organização em relação a assuntos específicos com
estabelecimento de normas e o controlo de riscos específicos.

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IGC_11Ed/2016 3
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
PLANEAMENTO

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IGC_11Ed/2016 4
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
PLANEAMENTO
O processo de planeamento da SST começa com a
descoberta:
– Da correcta informação sobre a existência de um sistema
de gestão de SST;
– Casos de estudo adequados com os quais se podem fazer
comparações;
– Pessoas competentes que podem fazer análises e tomar
decisões sensatas.

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IGC_11Ed/2016 5
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
PLANEAMENTO
Decisões posteriores poderão ser necessárias para
estabelecer se o sistema é:
– Adequado à organização e ao leque de riscos/perigos;
– Funcional como se previa e está a alcançar os objectivos
pretendidos;
– Garante uma relação equilibrada entre o custo e o
benefício e proporciona o controlo do risco no local de
trabalho.

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IGC_11Ed/2016 6
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
ESTABELECER, IMPLEMENTAR E MANTER OS REQUISITOS

HSG65 – Gestão de sucesso em SST:


– O planeamento é parte de um dos principais elementos de
sucesso de gestão em SST;
– Parte importante do SGSST de uma organização;
– Organizações de sucesso adoptam uma abordagem planeada
e sistemática à implementação da Política;
– O objectivo é minimizar os riscos criados com as actividades
laborais, produtos e serviços;
– Usam-se metodologias adequadas de identificação de perigos
e avaliação de riscos;
– …

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IGC_11Ed/2016 7
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
ESTABELECER, IMPLEMENTAR E MANTER OS REQUISITOS

HSG65 – Gestão de sucesso em SST


– …
– Os processos de planeamento incluem a identificação de
requisitos legais;
– É usado para estabelecer um programa planeado para a
implementação da SST que inclui a definição de objectivos.

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IGC_11Ed/2016 8
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
ESTABELECER, IMPLEMENTAR E MANTER OS REQUISITOS
Ligação de informação
Ligação de controlo Política
Desenvolvimento
da política

Organização Desenvolvimento
organizacional

Planeamento e
Auditoria implementaçã
o

Avaliação de Desenvolvimento de
desempenho técnicas de planeamento,
avaliação e revisão

Revisão do
desempenho Ciclo de feedback para a
melhoria contínua

Fonte: Hughes&Ferret; International Health and Safety at Work, Elsevier, 2010

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IGC_11Ed/2016 9
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
ESTABELECER, IMPLEMENTAR E MANTER OS REQUISITOS

INTEGRAÇÃO DA NORMA OHSAS 18001 vs ISO 9001 vs ISO 14001

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IGC_11Ed/2016 10
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
DEFINIÇÃO DE OBJECTIVOS
– Definição de objectivos fornece um alvo a apontar para:
 Estabelecer orientações específicas para os participantes;
 Motivação, através de um progresso estruturado e uma realização
bem sucedida.
– Objectivos devem ser preparados para a organização
como um todo, para cada função e para cada nível;
– Os objectivos relativos a toda a organização devem ser
definidos pelas chefias de topo;
– É importante que os objectivos definidos para toda a
organização, funções e níveis sejam devidamente
documentados e divulgados.
– …

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IGC_11Ed/2016 11
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
DEFINIÇÃO DE OBJECTIVOS
– …
– Compromissos legais e organizacionais devem ser
indicados na política de SST e traduzidos nos objectivos de
toda a organização, funções e níveis;
– Os objectivos devem expressar as acções requeridas que
levarão à redução de acidentes;
– Objectivos devem incluir considerações sobre opções
tecnológicas;
– Bons objectivos irão reflectir os requisitos financeiros,
operacionais e de negócio da organização e tomar em
conta o ponto de vista das partes interessadas.

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IGC_11Ed/2016 12
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
DEFINIÇÃO DE OBJECTIVOS
S (Specific) – Específicos
M (Measurable) – Mensuráveis
A (Archievable) – Alcançáveis
R (Realistic) – Realistas, consistentes e flexíveis
T (Time-Bound) – Limitado no tempo

Tipos de objectivos e metas


– Melhoria
– Manutenção
– Investigação

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IGC_11Ed/2016 13
Definição de objetivos de SST
―Um objetivo específico tem uma maior oportunidade de ser alcançado do que um objectivo
geral
―Para definir um objetivo especifico é necessário determinar:
 Quem: é envolvido
[S]
 O que: é para ser alcançado
Específicos
 Onde: identificar a localização
 Quando: devem ser definidos prazos
 Quais: identificar os requisitos ou os constrangimentos
 Porquê: razões específicas, propósitos e benefícios de alcançar este objetivo
[M] ―Estabelecer um sistema fidedigno para avaliar o progresso para alcançar o objectivo
Mensurávei ―Evitar usar palavras como “entender” como objetivo uma vez que o entendimento pode ser
s muito difícil de se medir
―Muitos objetivos são realistas. No entanto, o tempo que se demora para os alcançar pode
ser irrealista (exemplo: é realista para uma pessoa perder 10kg de peso. Contudo, é irrealista para uma
[A] pessoa perder 10kg de peso numa semana)
Alcançáveis ―Quaisquer barreiras ao sucesso do objetivo dever ser identificado
―Cada barreira identificada pode ser analisada para determinar como pode ser contornado e
em que prazo
[R] ―Disponibilidade de recursos determinará quão realista um objetivo pode ser alcançado num
Realista prazo de tempo particular
―Num projeto de curto-prazo os objetivos referidos para serem eficazes devem ter definidos
[T] datas limites
Limitado no ―Para requisitos onde o trabalho está a decorrer, objetivos de apoio para alcançar o nível de
tempo desempenho podem ser necessários, onde o objetivo pode ser a verificação periódica
(exemplo: inspecção às temperaturas de alimentos)

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IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
DEFINIÇÃO DE OBJECTIVOS

Requisitos
Riscos Objectivos legais
e

Meios
Metas Partes
interessadas

Plano
(actividades a desenvolver)

Meios
Responsáveis Prazos
(humanos, técnicos, financeiros)

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IGC_11Ed/2016 15
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
IDENTIFICAÇÃO E ACTUALIZAÇÃO DOS REQUISITOS LEGAIS

A organização deve comprometer-se com a conformidade da


legislação de SST e com a declaração da sua política.
A legislação define as normas mínimas que devem ser
respeitadas pelos empregadores e trabalhadores da mesma
forma.
Requisitos legais têm em conta quando riscos são avaliados e
sistemas de trabalho são estabelecidos.

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IGC_11Ed/2016 16
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
IDENTIFICAÇÃO E ACTUALIZAÇÃO DOS REQUISITOS LEGAIS

Organizações devem colocar sistemas em funcionamento que


garantam que os requisitos legais foram identificados e que
são actualizados sempre que sejam alterados.

Acesso

Análise da Comunicar
Cumprir
relevância Distribuir

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IGC_11Ed/2016 17
1. Descrição Resp. Doc.

1. Consulta informática do Diário da República ( I e II séries) com


GS
periocidade semanal.

2. 2. Verifica a aplicabilidade dos requisitos legais à organização,


GS
arquiva os que não são aplicáveis e regista a consulta.
RG
Mensalmente o representante da gestão verifica o registo.
3. Efectua um resumo da aplicabilidade dos requisitos legais e
outros, indicando os sectores onde os mesmos se aplicam.
GS
Explica a forma de aplicação na ficha de aplicação de requisitos
RS
legais e outros. Em conjunto com os responsáveis do sector,
3. definem as acções necessárias ao cumprimento.
4. O GS distribui a ficha de aplicação de requisitos legais e outros
aos directores dos departamentos onde estes se aplicam,
GS
acompanhado do protocolo de distribuição de documentos. Os
RS
directores distribuem aos responsáveis de sector e estes aos
DD
4. colaboradores implicados. O protocolo de distribuição de
documentos deve ser devolvido ao GA e devidamente assinado.
5. Se o requisito implicar a obtenção de autorização ou licenças,
o sector de projecto deve instruir todo o processo com a PSG-
RSP
5. colaboração do GS que deve actualizar o registo Conformidade 05
Legal.
6. Serão efectuadas acções de formação dirigidas aos GS
IT-07-
colaboradores que irão implementar as medidas relativas ao RS
03
6. cumprimento dos requisitos legais ou outros. RH

7. Implementam as acções necessárias ao cumprimento dos


RS
requisitos legais ou outros.

7. GS – Gestor de Segurança | RG – Representante da Gestão | RS – Responsáveis de Sector | RSP –


Responsáveis do Sector de Projecto | DD – Directores de Departamento | RH – Recursos Humanos

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IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
PLANEAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO

Levantamento da Situação Definição do Projecto de


Actual Implementação

Sensibilização da Gestão Planeamento

Implementação e
Definição da Política de SST
Funcionamento

Definição da Equipa de Verificação e Acções


Projecto Correctivas

Formação da Equipa de
Certificação
Projecto em SGSST

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IGC_11Ed/2016 19
IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
PLANEAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO

HIERARQUIA DOCUMENTAL DO SGSST

Nível 1 Manual de SST com Política e Objectivos


Manual SST
Nível 2 Procedimentos do Sistema ou Operacionais
de Gestão da SST
Procedimentos SST
Nível 3 Procedimentos Operativos
e/ou Instruções de Trabalho
Instruções de Trabalho SST
Nível 4 Formulários
e
Formulários e Registos de SST Registos de SST.

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IGC_11Ed/2016 20
Planeamento em Sistemas 2.
de Saúde e Segurança do Âmbito e Importância do
Planeamento
Trabalho
Princípios e Práticas da Avaliação
de Risco

Princípios Gerais de Prevenção de


Risco

Informação e Sistemas de Trabalho


Seguros

Autorizações de Trabalho em Sistemas


de Elevado Risco

21 Knowledge and Innovation


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PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

Doença profissional
– … toda e qualquer deficiência
e/ou enfraquecimento da saúde
humana, causada por uma
exposição contínua a condições
inerentes ao trabalho ...”

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IGC_11Ed/2016 22
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

FACTORES DE DOENÇA PROFISSIONAL

Tempo
de exposição

Doença
Profissional
Exposição
Características ao agente
pessoais

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IGC_11Ed/2016 23
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

AGENTES PRODUTORES DE DOENÇAS PROFISSIONAIS

Físicos: ruído, calor, radiações…


Químicos: substâncias cancerígenas, produtos inflamáveis e
tóxicos…
Biológicos: bactérias, virus…
Psicosociais: organização do trabalho, carga horária…
Ergonómicos: posturas, carga física ou mental…

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IGC_11Ed/2016 24
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

ACIDENTE DE TRABALHO

Acontecimento imprevisto, não desejado, que


resulta em danos físicos ao trabalhador ou resultam
em danos patrimoniais significativos.

Ocorre num instante e a qualquer momento

É inesperado

Não planeado

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IGC_11Ed/2016 25
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

ACIDENTE DE TRABALHO

Acidente de trabalho
– Aquele que se verifique no local e no
tempo de trabalho e produza directa ou
indirectamente lesão corporal,
perturbação funcional ou doença
de que resulte redução na capacidade
de trabalho ou de ganho ou a morte.

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IGC_11Ed/2016 26
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

ACIDENTE DE TRABALHO

Acidente (HSE HSG65)


– É um acontecimento indesejado que
causa ferimentos ou doenças em
pessoas, danos ou perdas materiais
significativas, nas instalações,
equipamentos ou no ambiente e/ou
perdas de oportunidades de negócios.
– São ainda considerados acidentes todos
aqueles que sejam ocorridos nos
percursos de casa-trabalho-casa (Commuting
Accidents - in itinere).

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IGC_11Ed/2016 27
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

ACIDENTE DE TRABALHO

Quase acidente (Near miss, ao que habitualmente chamamos incidente)


– Este é um incidente que pode resultar num acidente;
– O conhecimento destes “quase acidentes” é muito
importante como investigação para prevenção de futuros
acidentes;
– Aproximadamente entre cada 10
“quase acidentes” ocorre 1(um)
acidente.

Vídeo pedagógico sobre incidente na aterragem

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IGC_11Ed/2016 28
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

ACIDENTE DE TRABALHO

Ocorrência perigosa
– Este é um quase acidente que poderia levar uma séria
lesão ou perda de vida.
– Ocorrências perigosas terão que ser comunicadas às
autoridades.
– Exemplos como queda de gruas, colapso de estruturas ou
outras.
Queda de chapas
metálicas no
Estádio da Luz no
dia 9/02/2014 no
dérbi SLB Vs SCP,
5 minutos depois
da evacuação de
60.000 pessoas

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IGC_11Ed/2016 29
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

ACIDENTE DE TRABALHO VS DOENÇA PROFISSIONAL

Acidente de trabalho Doença profissional


Forma de
Súbito Lenta e progressiva
ocorrência
Causas que o Externa
Externas
provoca (mas com entrada do agente)
Médico Médico
Tratamento
(de choque) (segundo a patologia)
Forma de
Imprevisível (?) Previsível
conhecimento

Nota: Em ambos deve existir relação causa e trabalho por conta de outrém

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IGC_11Ed/2016 30
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

AVALIAÇÃO DE RISCOS

Adequada e suficiente significa:


– Identificar riscos significativos;
– Identificar medidas necessárias para cumprir com a
legislação;
– Manter apropriada e válida por um razoável período de
tempo.

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IGC_11Ed/2016 31
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

SIGNIFICADO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCO

Perigo
Algo com o potencial de causar dano
(perda)

– “O potencial para causar dano,


incluindo doença profissional e
lesão, danos à propriedade,
instalações, produtos ou
ambiente, perdas de produção ou
aumentar a probabilidade”
Fonte: HSG65, HSE(UK)

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IGC_11Ed/2016 32
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

SIGNIFICADO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCO

Risco
É a probabilidade de um dano potencial de um perigo ocorrer:
– “a probabilidade de acontecimentos indesejáveis
ocorrerem durante um dado período de tempo, em
consequência de um acontecimento perigoso, durante
actividades laborais ou por produtos e serviços gerados de
actividades laborais”.
Fonte: HSG65, HSE(UK)

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IGC_11Ed/2016 33
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

SIGNIFICADO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCO

Perigo – abertura no pavimento


(situação com um potencial para o dano)

Risco – queda do
trabalhador (combinação
da probabilidade e da
consequência da
ocorrência de um
determinado
acontecimento perigoso)
Controlo – varandim ou tampa

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IGC_11Ed/2016 34
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Perigo e Avaliação de risco
Sequência Modos Meio
Materiais Equipamentos
produtiva operatórios envolvente

Riscos

Prever Identificar Avaliar

Hierarquizar
Elencar

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IGC_11Ed/2016 35
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Triângulo de acidentes

1 Acidente grave

10 Acidentes ligeiros

30 Acidentes causam danos

Incidentes sem danos ou


600 lesões visíveis (quase
acidentes)
(F.E. Bird, 1969)

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IGC_11Ed/2016 36
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Avaliação de riscos
– “Avaliar o risco(s) decorrente do perigo(s), deve identificar
medidas preventivas e de protecção, tendo em conta a
adequação de todos os controlos existentes, e decidir se o
risco é, ou não, aceitável”.

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IGC_11Ed/2016 37
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Avaliação de riscos
Envolve 5 passos fundamentais (UK HSE INDG163):
1. Identificação dos perigos;
2. Identificação das populações expostas ao risco;
3. Avaliação dos riscos provenientes dos perigos;
4. Identificação das medidas adequadas e implementação
das mesmas;
5. Acompanhamento e Revisão de Riscos

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IGC_11Ed/2016 38
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO

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IGC_11Ed/2016 39
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
(Passo) 1 - Identificação dos perigos
Análise dos aspectos do trabalho que podem causar danos.

Não esquecer: um perigo pode


ser qualquer coisa (material ou
equipamento de trabalho, método ou práticas
de trabalho) com potencial para
causar dano

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IGC_11Ed/2016 40
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Orientações para identificar os perigos de interesse:
– Circule pelo local de trabalho e observe tudo o que possa
causar danos;
– Consulte os trabalhadores e/ou os seus representantes
sobre os problemas que lhes tenham surgido;
– Tenha em conta os perigos a longo prazo para a saúde (ex:
níveis elevados de ruído ou exposição a substâncias prejudiciais), bem
como riscos mais complexos ou menos óbvios (ex: factores de
risco psicossociais ou decorrentes da organização do trabalho);
– Consulte os registos de acidentes de trabalho e de
problemas de saúde da empresa.
– …

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IGC_11Ed/2016 41
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
– …
– Procure obter informações de outras fontes, como:
 Manuais de instruções ou fichas de dados dos fabricantes e
fornecedores;
 Sítios web sobre saúde e segurança no trabalho;
 Organismos nacionais, associações comerciais ou sindicatos;
 Regulamentos e normas técnicas.

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IGC_11Ed/2016 42
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
(Passo) 2 - Identificação das populações expostas ao risco
É importante que fique claro, relativamente a cada perigo,
quais as pessoas que poderão ser afectadas.

Deste modo, será mais fácil identificar a melhor forma de gerir


o risco.
É um direito dos trabalhadores conhecer os riscos aos quais
estão sujeitos nos seu postos de trabalho (Obrigação de formar e
informar).

Armazém Pessoal da limpeza Público

Transeuntes Contratados

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IGC_11Ed/2016 43
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Trabalhadores que merecem uma atenção especial:
– Trabalhadores com deficiência;
– Trabalhadores migrantes;
– Trabalhadores jovens e idosos;
– Mulheres grávidas e lactantes;
– Pessoal inexperiente ou sem formação;
– Trabalhadores da manutenção;
– Trabalhadores imunocomprometidos;
– Trabalhadores com problemas de saúde, como bronquite;
– Trabalhadores sob medicação susceptível de aumentar a
sua vulnerabilidade ao dano.

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IGC_11Ed/2016 44
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
(Passo) 3 - Avaliação dos riscos provenientes dos perigos
Apreciação dos riscos existentes (gravidade e probabilidade dos
mesmos, etc.) e classificação desses riscos por ordem de
importância.
Essa hierarquização determinará as prioridades de intervenção
no sentido do seu controlo.

Não esquecer: um risco é a


possibilidade elevada ou
reduzida, de alguém sofrer
dano provocado pelo perigo.

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IGC_11Ed/2016 45
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Esta etapa consiste na avaliação dos riscos decorrentes de
cada perigo.
Para o efeito, deve considerar-se:
– Probabilidade de um perigo ocasionar dano;
– Gravidade provável do dano;
– Frequência da exposição dos trabalhadores (e o número de
trabalhadores expostos).

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IGC_11Ed/2016 46
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO

Gravidade dos danos

Pouco grave Grave Muito grave


Muito
Probabilidade de

Desprezável Aceitável Moderado


improvável
ocorrência

Improvável Aceitável Moderado Considerável

Provável Moderado Considerável Intolerável

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IGC_11Ed/2016 47
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Um processo…
– Directo;
– Baseado na observação.
… pode ser suficiente para identificação de muitos perigos ou
actividades do local de trabalho (nomeadamente para actividades que
acarretam perigos pouco relevantes ou locais de trabalho cujos riscos são bem conhecidos ou
facilmente identificáveis e com meios de controlo facilmente disponíveis).

Provavelmente, este é o caso da maior parte das empresas


(principalmente pequenas e médias empresas).

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IGC_11Ed/2016 48
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Em seguida…
… devem ser definidas prioridades para o tratamento dos
riscos.

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IGC_11Ed/2016 49
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
(Passo) 4 - Identificação das medidas adequadas e
implementação das mesmas:
Identificação das medidas adequadas de eliminação
(preferencialmente) ou controlo dos riscos.
Esta etapa consiste em decidir de que forma eliminar ou
controlar os riscos.
Nesta fase, há que avaliar se:
– É possível eliminar o risco;
– De que forma é possível controlar os riscos de modo a que
estes não comprometam a segurança e a saúde das
pessoas expostas.

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IGC_11Ed/2016 50
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Na prevenção e no controlo dos riscos, importa ter em conta os
seguintes princípios gerais de prevenção:
– Evitar os riscos;
– Substituir o que é perigoso pelo que é isento de perigo ou
menos perigoso;
– Combater os riscos na origem;
– Conferir às medidas de protecção colectiva prioridade em
relação às medidas de protecção individual (ex: controlar a exposição
a vapores através de ventilação do local em vez de recorrer a máscaras
respiratórias);
– Adaptar-se ao progresso técnico e às mudanças na informação;
– Procurar melhorar o nível de protecção.

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IGC_11Ed/2016 51
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Aplicação das medidas preventivas e de protecção através da
elaboração de um plano de prioridades (provavelmente não será
possível resolver de imediato todos os problemas).

Definir a quem compete fazer o quê, quando, prazo de


execução das tarefas e meios afectados à aplicação de
medidas.
É importante envolver os trabalhadores e os seus
representantes no processo.
Em riscos elevados e de impossível controlo imediatos deve-se
considerar criar medidas provisórias ou mesmo suspender a
actividade.

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IGC_11Ed/2016 52
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Matriz de avaliação de riscos (exemplo)

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IGC_11Ed/2016 53
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Hierarquia do controlo do risco
1. Eliminação;
2. Substituição:
3. Alteração do método/padrão de trabalho;
4. Reduzir ou limitar o tempo de exposição;
5. Medidas de controlo por engenharia (isolamento, encapsulamento e ventilação);
6. Boa limpeza e arrumação;
7. Sistemas em segurança no trabalho;
8. Formação e informação;
9. EPI´s;
10. Bem-estar;
11. Monitorização e supervisão;
12. Revisão.
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IGC_11Ed/2016 54
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Para que as medidas sejam eficazmente aplicadas, é
necessário elaborar um plano que especifique:
– Medidas a aplicar;
– Quem faz o quê e quando;
– Quando deve a aplicação estar concluída (é essencial definir
prioridades para os trabalhos destinados a eliminar);
– Prevenir riscos.

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IGC_11Ed/2016 55
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
(Passo) 5 – Acompanhamento e Revisão de Riscos (actualizar
riscos se necessário).

Importa não descurar a realização de controlos regulares


destinados a verificar a aplicação efectiva ou a eficácia das
medidas de prevenção e protecção, bem como a identificação
de novos problemas.

A avaliação de riscos deve ser revista regularmente para


assegurar que se mantém actualizada.

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IGC_11Ed/2016 56
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Deve ser revista em função de:
– Natureza dos riscos;
– Grau provável de mudança na actividade laboral;
– Na sequência das conclusões da investigação de um
incidente.

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IGC_11Ed/2016 57
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Requisitos para a equipa que executa a avaliação de riscos
– Todos necessitam de formação em avaliação de riscos;
– O líder deve ter experiência em SST;
– Todos necessitam de ser competentes para avaliar riscos na
área sob exame;
– Todos têm que conhecer as suas próprias limitações;
– Incluir o gestor da linha na equipa;
– Pelo menos um membro da equipa com competências em
fazer registos manuais.

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IGC_11Ed/2016 58
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Casos especiais na avaliação de riscos
– Trabalhadores menores;
– Trabalhadoras grávidas e lactantes;
– Trabalhadores com mobilidade condicionada;
– Trabalhadores isolados.

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IGC_11Ed/2016 59
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Trabalhadores menores
– Têm menos de 18 anos;
– Sujeitos à pressão dos pares e são inexperientes;
– Ansiosos por agradar;
– Nível e abordagem do assunto apropriado em sessões de
formação.
Uma avaliação de riscos especial deve ser feita incluindo os
seguintes detalhes:
– A actividade laboral;
– Processos ou equipamentos proibidos;
– Formação a ministrar em SST;
– As disposições de supervisão.
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IGC_11Ed/2016 60
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Grávidas e lactantes
Há restrições ao tipo de trabalho que podem executar
Riscos incluem:
– Movimentação manual de cargas;
– Agentes químicos e biológicos;
– Radiações ionizantes;
– Fumadores passivos;
– Falta de instalações para descanso;
– Variações de temperatura;
– Tempo prolongado em pé ou sentado;
– Stress e violência laboral.

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IGC_11Ed/2016 61
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Trabalhadores com mobilidade condicionada
Uma avaliação de riscos especial deve ser feita incluindo os
seguintes detalhes:
– Disposições de emergência incluindo o accionamento do
alarme;
– Adequado acesso às saídas de emergência através de cadeira
de rodas.

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IGC_11Ed/2016 62
PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Trabalhadores isolados
– Avaliação de riscos especiais;
– Devem ser adaptadas a trabalhadores isolados;
– Deve ser dada formação específica;
– Possibilidade de transportar todos os elementos materiais do
trabalho sozinho;
– Visitas periódicas por parte do supervisor;
– Estar em contacto regularmente por telefone;
– Disposições de primeiros socorros;
– Disposições de emergência.

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IGC_11Ed/2016 63
Planeamento em Sistemas 3.
de Saúde e Segurança do Âmbito e Importância do
Planeamento
Trabalho
Princípios e Práticas da Avaliação de
Risco

Princípios Gerais de Prevenção de


Risco

Informação e Sistemas de Trabalho


Seguros

Autorizações de Trabalho em Sistemas


de Elevado Risco

64 Knowledge and Innovation


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PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

1. Eliminar os perigos;
2. Avaliar os riscos;
3. Combater os riscos na origem;
4. Adaptar o trabalho ao homem;
5. Atender ao estado de evolução da técnica;
6. Substituir o que é perigoso pelo que é isento de perigo ou
menos perigoso;
7. Integrar a prevenção num todo coerente;
8. Prioridade da protecção colectiva face à individual;
9. Formação e informação.
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IGC_11Ed/2016 65
PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

Eliminar os perigos
– Eliminação dos perigos inerentes a qualquer produto ou
componente do trabalho ;
– Fase de projecto;
– Lay-out fabril;
– Automatização de determinada tarefa;
– Substituição de uma
matéria-prima perigosa

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IGC_11Ed/2016 66
PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

Avaliar riscos
– Perigos que não podem ser eliminados ou segregados
transformam-se em riscos para os trabalhadores;
– Identificação e avaliação de riscos;
– Base da actividade preventiva nas empresas;
– Determinar as acções a desenvolver;
para o controlo dos riscos.

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IGC_11Ed/2016 67
PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

Combater riscos na origem


– Aplica-se ao controlo de riscos;
– Eficácia da prevenção associada à sua aplicação na fonte
do risco;
– Controlar o risco na origem evita a
sua propagação e a interacção com
outros riscos.

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IGC_11Ed/2016 68
PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

Adaptar o trabalho ao Homem


– Humanização do trabalho, com respeito pelas capacidades
e características do ser humano;
– Melhoria das condições físicas de trabalho (ergonomia).
 Ferramentas;
 Equipamentos;
 Métodos e processos de trabalho.

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IGC_11Ed/2016 69
PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

Atender ao estado de evolução da técnica


– Evolução da tecnologia associada aos processos de
fabrico;
– Evolução técnica da prevenção ;
– Novos riscos;
– Oportunidades de melhoria inerentes
à inovação técnica e tecnológica.

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IGC_11Ed/2016 70
PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

Substituir o que é perigoso pelo que é isento de perigo ou


menos perigoso
– Evitar as situações de risco mesmo que controlado;
– Substituição de equipamentos, ferramentas ou matérias-
primas por outras menos perigosas.

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IGC_11Ed/2016 71
PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

Integrar a prevenção num todo coerente:


– Intervenções na área de higiene e segurança do trabalho
não se limitarem a medidas técnicas desenquadradas;
– Actuar ao nível humano, organizacional;
– Gerir a segurança e saúde ao nível da empresa,
planeando, agindo e medindo o desempenho.

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IGC_11Ed/2016 72
PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

Prioridade da protecção colectiva fase à individual


– Protecção individual deve ser último recurso ou de
protecção complementar.

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IGC_11Ed/2016 73
PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO

Formação e Informação
– Informação
 Os trabalhadores devem ser informados sobre os riscos
existentes nos seus locais de trabalho, as consequências
possíveis e as medidas de prevenção e protecção.
– Formação
 Processo estruturado de
transmissão de conhecimento;
 Criar competências, ajustar
atitudes e comportamentos
adequados.

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IGC_11Ed/2016 74
PRINCÍPIOS GERAIS DA PREVENÇÃO

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Sinalização de segurança (ISO 7010)

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IGC_11Ed/2016 75
PRINCÍPIOS GERAIS DA PREVENÇÃO

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO

Forma geométrica e cor Cor dos pictogramas


Significado dos sinais Exemplo
de fundo e margens e contrastes

Proibição Preto

Aviso Preto

Obrigação Branco

Emergência Branco

Combate a incêndios e
sistemas de Branco
segurança

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IGC_11Ed/2016 76
PRINCÍPIOS GERAIS DA PREVENÇÃO

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO

Cor Significado Exemplo

Proibição
Identificação e localização de
Perigo - alarme
dispositivos de corte ou de
Vermelho Equipamentos de combate a
paragem de emergência,
incêndios
extintores, botões de alarme, etc.
Comando de sistemas de segurança

Amarelo ou Comportamento de atenção,


Sinal de aviso
alaranjado precaução ou verificação

Comportamento, atitude ou acção


Azul Sinal de obrigação
obrigatória

Identificação e localização de
Meios de evacuação e salvamento
caminhos de evacuação, saídas,
Verde Equipamentos de primeiros socorros
equipamentos e postos de
Situações de segurança
primeiros socorros, etc

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IGC_11Ed/2016 77
PRINCÍPIOS GERAIS DA PREVENÇÃO

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
As placas devem ter áreas (A m2) não inferiores às
determinadas em função da distância (dm) a que devem ser
vistas, com um mínimo de 6m.

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IGC_11Ed/2016 78
PRINCÍPIOS GERAIS DA PREVENÇÃO

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Em grandes superfícies deve ser possível identificar os sinais
de qualquer ponto onde estejamos localizados (sinais de grandes
dimensões colocados a um nível elevado ou suspensos no tecto).

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IGC_11Ed/2016 79
PRINCÍPIOS GERAIS DA PREVENÇÃO

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Tipo 1 Tipo 2

‒ Uma única face ‒ Sinal de duas faces opostas


‒ Aplicação paralela à parede ‒ Aplicação perpendicular à
‒ Visível apenas de frente parede
‒ Visível dos dois lados (mas
não de frente)

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IGC_11Ed/2016 80
PRINCÍPIOS GERAIS DA PREVENÇÃO

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO
Tipo 3 Tipo Panorâmico

‒ Sinal de duas faces opostas. ‒ Faces formam um ângulo


‒ Suspenso no tecto. de 45º (com a parede).
‒ Visível dos dois lados (mas não ‒ Sinal com melhor
de frente). visibilidade (zona de
visibilidade de 180º).

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IGC_11Ed/2016 81
PRINCÍPIOS GERAIS DA PREVENÇÃO

IMPORTÂNCIA DO PLANEAMENTO

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IGC_11Ed/2016 82
Planeamento em Sistemas 4.
de Saúde e Segurança do Âmbito e Importância do
Planeamento
Trabalho
Princípios e Práticas da Avaliação de
Risco

Princípios Gerais de Prevenção de


Risco

Informação e Sistemas de
Trabalho Seguros

Autorizações de Trabalho em Sistemas


de Elevado Risco

83 Knowledge and Innovation


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FONTES DE INFORMAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO

FONTES DE INFORMAÇÃO
Fontes internas Fontes externas
‒ Registos de acidente de trabalho ‒ Legislação de SST
ou doença profissional e relatórios ‒ Publicações de SST (ex: códigos de práticas
de investigação aprovados, guias de orientação, panfletos, jornais,
‒ Registos de absentismo livros e páginas internet)

‒ Relatórios de inspecção e ‒ Normas internacionais, europeias e


auditoria levados a cabo pela britânicas
própria organização ou entidades ‒ Jornais e revistas de SST
externas
‒ Informação publicada por associações
‒ Avaliação de riscos, registos de comerciais, organizações laborais ou
manutenção e formação uniões comerciais
‒ Documentos que fornecem ‒ Publicações técnicas e legais
informações sobre os especializadas
trabalhadores
‒ Informação e dados dos fabricantes e
‒ Relatórios de verificação ou teste fornecedores
dos equipamentos
‒ Enciclopédias e internet

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IGC_11Ed/2016 84
SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO
DEVERES DOS EMPREGADORES
A Recomendação da OIT R164 requer que os
empregadores:
‒ Garantam e zelem pela manutenção do local de trabalho,
equipamentos e máquinas;
‒ Usem os métodos de trabalho que são seguros e sem risco
para a saúde como é razoavelmente praticável;
‒ Dêem formação e instruções, tendo em
conta as funções e capacidades das
diferentes categorias dos
trabalhadores.

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IGC_11Ed/2016 85
SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO
PAPEL DOS GESTORES

– Fornecer sistemas de segurança no trabalho;


– Garantir que os trabalhadores são adequadamente
formados nos sistemas de segurança específicos do
trabalho e que são competentes para desempenhar o seu
trabalho com segurança;
– Garantir supervisão suficiente que garanta que o sistema
de trabalho é seguido e o trabalho é executado com
segurança.

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IGC_11Ed/2016 86
SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO
PAPEL DE PESSOAS COM COMPETÊNCIAS NA SST
Uma pessoa competente ou Técnico de SST deve:
– Assistir os gestores para criarem linhas orientadoras para
os sistemas de segurança no trabalho;
– Preparar documentação adequada;
– Apoiar a gestão na adequação da produção
de sistemas de segurança.

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IGC_11Ed/2016 87
SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO
ENVOLVIMENTO DO TRABALHADOR
Inclui:
– Consulta aos trabalhadores que expostos aos riscos, tanto
directamente como através dos seus representantes;
– Discussão sobre o sistema proposto com aqueles que
trabalhão sobre ele e o chefiarão;
– Compreender que os trabalhadores
têm a responsabilidade de seguir os
procedimentos de segurança
do trabalho.

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IGC_11Ed/2016 88
SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TRABSEG
1. Avaliar a tarefa (complexidade, registos de acidentes, etc);
2. Identificar os perigos e riscos significativos associados à
tarefa;
3. Definir métodos seguros de desempenho de tarefas
(incluindo procedimentos de emergência) – métodos documentais
se necessários;
4. Implementar um sistema de segurança no trabalho (sistema
escrito de segurança para ser assinado);
5. Monitorizar o sistema de segurança no trabalho e revê-lo,
se necessário;
6. Formar os trabalhadores sobre procedimentos de
segurança e registar a formação (Criação de evidências).

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IGC_11Ed/2016 89
SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TRABSEG
Os sistemas de segurança do trabalho são particularmente
importantes para:
– Manutenção do trabalho;
– Empreiteiros/prestadores de serviços;
– Trabalhadores isolados;
– Operações por veículos;
– Operações de limpeza.

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IGC_11Ed/2016 90
SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TRABSEG
Procedimentos de trabalho são sistemas de segurança do
trabalho formais e escritos e normalmente usados na
construção civil.
O sistema de segurança do trabalho deve ser baseado numa
análise minuciosa do trabalho ou operação por forma a ser
coberta pelo sistema.
Após a introdução do sistema de segurança do trabalho os
seguintes controlos são requeridos:
– Processos de controlo ou engenharia (ex: guarda corpos);
– Procedimentos documentados;
– Controlos comportamentais requerendo a um determinado
padrão de comportamento por parte dos indivíduos.
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IGC_11Ed/2016 91
SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TRABSEG
Procedimentos para trabalhadores isolados podem incluir:
– Visitas periódicas do supervisor;
– Contacto telefónico regular;
– Dispositivos automáticos de alarme para alertar outros
problemas;
– Verificações se o trabalhador isolado regressou em
segurança;
– Disposições especiais sobre primeiros
socorros para lidar com pequenas lesões;
– Disposições de emergência.

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IGC_11Ed/2016 92
SISTEMAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TRABSEG
Para trabalhadores que se encontram em viagens para o
exterior, garantir que:
– Potenciais riscos para a saúde foram precavidos;
– Documentação necessária foi obtida;
– Cobertura de um seguro adequado foi obtido;
– Verificar os avisos das embaixadas sobre
alguns avisos que possam ter sido
feitos por distúrbios;
– Bagagem mínima contendo os
pertences mínimos.

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IGC_11Ed/2016 93
Planeamento em Sistemas 5.
de Saúde e Segurança do Âmbito e Importância do
Planeamento
Trabalho Princípios e Práticas da Avaliação de
Risco

Princípios Gerais de Prevenção de


Risco

Informação e Sistemas de Trabalho


Seguros

Autorizações de Trabalho em
Sistemas de Elevado Risco

94 Knowledge and Innovation


martavasconcelos@estescoimbra.pt IGC_11Ed/2016 94
AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

Autorizações de trabalho são:


– Sistemas de segurança no trabalho formais;
– Necessitam de uma assinatura de uma
pessoa responsável;
– Geralmente necessitam equipamento
que só se encontra acessível se a
pessoa responsável o aceder.

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IGC_11Ed/2016 95
AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

Devem ser usadas quando há um risco alto ou de sério risco,


tais como:
– Espaços confinados;
– Carga eléctrica (em especial a alta voltagem);
– Trabalhos em atmosferas alteradas;
– Manutenção de algumas máquinas.

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IGC_11Ed/2016 96
AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

As pessoas responsáveis, são geralmente:


– Gestores do estaleiro;
– Máximo responsável – geralmente o engenheiro chefe;
– Pessoa autorizada – dá as autorizações;
– Pessoa competente – recebe as autorizações;
– Operativos – supervisionados por pessoa competente
– Especialistas (ex: engenheiro electrotécnico);
– Engenheiros – usualmente responsáveis do trabalho;
– Empreiteiros/prestadores de serviço.

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IGC_11Ed/2016 97
AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

Em espaços confinados (ex: câmaras subterrâneas, silos, trincheiras,


esgotos, túneis)…

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IGC_11Ed/2016 98
AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

AUTORIZAÇÕES DE TRABALHO

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IGC_11Ed/2016 99
Perigos Controlos
― Falta de oxigénio e asfixia ― Autorizações de trabalho
― Presença de fumos ― Avaliação de riscos
― Fracos acessos e saídas de evacuação ― Formação e informação para todos os
― Afogamento trabalhadores que acedam a espaços
confinados
― Claustrofobia
― Equipamentos elétricos (têm que ser à ― Disposições de emergência no local
prova de fogo) ― Formação em emergência
― Presença de poeiras ― Proibição de entrada a pessoas não
autorizadas
― Calor e altas temperaturas
― Incêndio e/ou explosão ― Planeamento eficaz
― Fraca luz natural/artificial ― Um sistema de segurança no trabalho
escrito/autorização de trabalho
― Risco não percebido
― Avaliação de risco para avaliar, controlar e
― Inexistência de sistemas de segurança no reduzir os riscos
trabalho
― Um programa de formação eficaz para
― Fracas comunicações todos os trabalhadores envolvidos
― Falhas de comunicações com os
empreiteiros/prestadores de serviços
― Falta de familiaridade
― Fraco desenho

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BRASIL PORTUGAL
Carlos Costa Tavares Victor Martinho
Executive Partner Market Manager
Tel: (+55) 21 969 122 880 | (+55) 85 8526 1567 Tel: (+351) 967632998 | (+351) 916 229

LATEORKE OIL & GAS


Av. Beira Mar, 3960
60165-121 Fortaleza MOÇAMBIQUE ANGOLA
BRASIL Titos Guivalar | Alcides Cintura Luis Carneiro
marketing@lateorke.com Market Manager Market Manager
www.lateorke.com Tel: (+258) 829 605 890 | (+258) 827 638 680 Tel: (+244) 912 200 327 | (+244) 921 202

MÓDULO 1 – HSE 101

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