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Poderes do Feminino

Apostila II – Curso Yoni Eggs


Por Aysha Almeé (Deva Lasya)
www.ayshaalmee.com.br

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Outros orgãos no ventre que as gemas atuam

Os Rins

Os rins representam o âmbito da parceria.


O homem perfeito é o andrógino, ou seja, aquele que fundiu os aspectos
masculinos e femininos de sua alma numa unidade (casamento alquímico).
Todas as substâncias absorvidas pelo corpo acabam por se transformar
em sangue. O trabalho principal dos rins é servir de filtragem. Para exercê-lo, eles
têm que saber reconhecer quais substâncias são benéficas ao organismo e
podem ser usadas, e quais são resíduos tóxicos, e portanto venenosas, que
precisam ser eliminadas. Os rins têm à sua disposição vários mecanismos para
cumprir essa difícil tarefa. Para simplificar o tema, devido à sua complexidade
fisiológica, vamos falar de duas funções básicas. O primeiro passo do processo
de filtragem funciona segundo o modelo de um filtro mecânico, no qual são retidos
pedaços de determinado tamanho. Os poros desse filtro têm o tamanho exato
para reter as menores moléculas das proteínas (albumina). O segundo passo do
processo, bastante mais complicado, se baseia na mescla de dois princípios, o da
osmose e o do contrafluxo. Em essência, a osmose consiste na compensação
entre a pressão e a concentração de dois fluidos, separados um do outro por uma
membrana semipermeável. Durante o processo, o princípio do contrafluxo faz com
que ambos os líquidos, cuja concentração é diversa, sempre tornem a passar
perto um do outro; a consequência disto é o fato de os rins poderem, caso
necessário, excretar urina altamente concentrada (por exemplo, urina matinal). O
objetivo final deste equilíbrio osmótico é assegurar ao corpo a capacidade de reter
os sais vitais ao organismo, dos quais, entre outras coisas, depende o equilíbrio
entre os ácidos e a base.
As pessoas leigas em medicina muitas vezes nem sequer estão cientes do
significado vital desse equilíbrio ácido/base, definido numericamente em termos
de valores do pH. Assim, todas as reações bioquímicas (por exemplo, a produção
de energia e a síntese de proteínas) dependem de um valor de pH determinado
por limites muito estáveis. é assim que o sangue se mantém no centro exato entre
o básico e o ácido, entre Yin e Yang. Analogicamente, toda união conjugal de
certa forma almeja harmonizar e equilibrar ambos os pólos, o masculino (ácido,
Yang) e o feminino (básico, Yin). Tal como os rins, que devem garantir o equilíbrio
entre ácido e básico, a união tem de funcionar analogicamente no sentido da
obtenção da totalidade: um parceiro, através do relacionamento, concretiza a
sombra do outro. é assim que a outra metade (ou a metade "melhor") compensa
através de sua existência algo que lhe faz falta.
Os cálculos renais acontecem como resultado da sedimentação e da
cristalização de determinadas substâncias presentes na urina em quantidade
excessiva (por exemplo, ácido úrico, fosfato de cálcio, óxido de cálcio, óxido de
cálcio. Além de várias condições ambientais responsáveis pelos cálculos, a

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formação de pedras nos rins está intensamente relacionado à quantidade de
líquidos ingerida; grandes quantidades de líquidos diminuem a concentração
dessas substâncias e acarretam sua solubilidade. Se, mesmo assim, se formar
um cálculo, ele interrompe o fluxo e pode ocasionar um ataque de cólicas. A cólica
renal é uma tentativa bastante sensível dessa parte do corpo de eliminar a
obstrução provocada pelo cálculo, através de movimentos peristálticos dos
ureteres. Esse processo extremamente doloroso pode ser comparado ao do parto.
A cólica deixa a pessoa muito inquieta e há um impulso para ela se movimentar.
Se a cólica não for bem sucedida na remoção da pedra, o médico aconselha o
paciente a adicionar saltos à sua movimentação para provocar o deslocamento
do cálculo. Além disso, a terapia renal tenta acelerar o "nascimento" da pedra por
meio de relaxamento, aplicações térmicas e ingestão de líquidos.
No nível psíquico, é fácil ver as correlações. A pedra bloqueadora é feita
de substâncias que, em última análise, teriam de ser expelidas por não
contribuírem mais para o desenvolvimento do corpo. Ela corresponde a um
acúmulo de assuntos que já deveríamos ter solucionado há tempos, visto não
serem úteis para nossa evolução. Quando nos apegamos a assuntos sem
importância ou ultrapassados, eles bloqueiam a corrente do desenvolvimento e
ocasionam uma estagnação. O sintoma da cólica também obriga aquele
movimento que, na verdade, tentamos impedir devido ao nosso apego. O médico
exige do paciente exatamente a atitude correta: saltar. Só um salto para além do
que é velho pode mobilizar outra vez o fluxo da vida e livrar-nos dos velhos temas
(a pedra).
As estatísticas revelam que o homem sofre com maior frequência do que a
mulher de cálculos renais. Os homens nnao sabem lidar tão bem com os temas
ligados à harmonia e à união conjugal quanto as mulheres, que se sentem em seu
elemento natural no que se refere a tal questão. Contudo, as mulheres têm mais
dificuldade com o problema da auto-afirmação, que é de índole mais agressiva, e
este é um princípio com que os homens se sentemmais à vontade. Estas
correlações estão estatisticamente demonstradas na maior incidência de cálculos
biliares em mulheres. As medidas terapêuticas tomadas nos casos de cólicas
renais descrevem muito bem os princípios que são úteis na solução de problemas
conjugais.

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A Bexiga
A bexiga é o reservatório em que todas as substâncias expelidas pelos rins,
como a urina, esperam a oportunidade para sair do corpo. A pressão provocada
pela grande quantidade de urina nos força a urinar, e esse ato causa grande alívio.
Todos estamos cientes, contudo, por experiência própria, de que a necessidade
de urinar está muitas vezes relacionada com determinadas situações. Trata-se de
situações em que a pessoa está sob pressão psíquica, seja um exame, uma
terapia ou outras ocasiões relacionadas com o medo ou com condições de
estresse. A pressão, sentida primeiro pela psique, é empurrada para baixo, para
a bexiga, e é então sentida como pressão física.
A pressão sempre exige de nós que nos "entreguemos". Quando isso não
acontece no nível psíquico, somos obrigados a deixar que aconteça através da
bexiga. é assim que se torna patente como é grande a pressão de determinada
situação, como ela pode tornar-se dolorosa se nnao conseguirmos nos
descontrair, e como, em contrapartida, é um alívio relaxar. Além do mais, esta
forma específica de somatização nos permite transformar qualquer tensão que
estejamos suportando passivamente em pressão ativa; neste processo, podemos
interromper ou manipular quase todas as situações, basta dizer "tenho que ir ao
banheiro". Quem precisa ir ao toalete sente a pressão e, ao mesmo tempo, exerce
uma pressão. Isso qualquer estudante sabe (bexiga "de grilo" do primeiro ano
escolar) tão bem como qualquer paciente: a pessoa usa esse sintoma específico
com grande objetividade, embora de forma inconsciente.

O Fígado e as Vias Biliares


Algumas vezes sofremos de afecções hepato-biliares. O fígado está
associado a todo um cortejo de sintomas, inclusive à enxaqueca, e dizemos
também que ele é o responsável pelo nosso humor. Que todos estes distúrbios
ao nível do fígado vão influenciar nosso comportamento. Uma certa tristeza, uma
certa melancolia podem estar relacionadas o um problema hepático. A palavra
melancolia deriva do grego e significa “bile negra”, isto é, uma bile tóxica que pode
provocar uma série de sintomas, tais como vômitos, icterícia, problemas alérgicos,
calafrios.
Observemos, inicialmente, as perturbações, os problemas, as causas, que
fazem do nosso fígado um órgão doente, sejam estas causas físicas ou
psicológicas. No pensamento hebraico, o fígado é representado pela palavra
Caved e ele significa ao mesmo tempo peso, potência, riqueza. É neste lugar do
corpo que a luz pode ser estocada e todas as emoções – medo, cólera, ciúme -
impedem que a luz o habite. Uma expressão francesa, ronger le foie, roer o fígado,
fala bem destas emoções.

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Na simbologia antiga, o fígado estava também ligado à visão. Era sobre o
fígado aberto de certos animais que os antigos praticavam a arte divinatória, a
predição do futuro.
Assim, o fígado pode estar doente se nutre exclusivamente de realidades
materiais e tem também necessidade das Escrituras, de informações, de luz. Com
isso, a saúde de torna melhor, o que permite ao ser humano encontrar a visão
justa. Esta interpretação pode soar estranha, mas quando temos o fígado doente,
temos uma visão sombria do mundo, uma visão “biliosa”do mundo. É este o sinal
de que nosso fígado precisa de luz, de que nós precisamos, como Natanael,
reencontrar, sob a figueira, uma informação que nos ajude no nosso caminho de
transformação.
As doenças do fígado são, às vezes, confundidas com as doenças da
vesícula biliar. Cremos que estamos doentes do fígado quando é a vesícula biliar
que tem problemas.
Para os antigos, a vesícula biliar era a sede do discernimento. No Antigo
Testamento, O Livro de Tobias nos conta que é com a bile, com o “fel”de um
grande peixe das profundezas do rio Tigre que Tobias, o filho, curará os olhos de
seu pai. Este peixe das profundezas significa o mergulho no inconsciente. É
preciso olhar o que em nós produz a bile, a tristeza e a infelicidade.
Para os antigos, a maior parte das doenças do fígado ou da vesícula biliar
era considerada como uma recusa a ver claramente, uma recusa ao
discernimento, uma recusa à retidão profunda. Este bloqueio na tomada da justa
decisão torna a situação mais pesada, torna o fígado mais pesado. Aquilo que
deveria ser uma riqueza de visão torna-se um peso, torna-se uma sombra.

O Pâncreas
Na palavra pâncreas reencontramos o prefixo grego pan, que quer dizer
todo, e kreas, que significa carne. Quando o pâncreas está doente, podemos dizer
que toda a nossa matéria, toda a nossa carne, está doente.
O pâncreas é responsável pela producão de insulina, cuja função principal
é a regulação da quantidade de açúcar no sangue. Lembramos que o açúcar, a
glicose, é uma importante fonte de energia para o nosso corpo. Por outro lado, o
suco pancreático é indisponsável à digestão.
Ele faz o trabalho da transformação. Então, todas as provações por que
passamos atingem o pâncreas e solicitam dele a liberação de uma quantidade de
energia necessária à realização do que foi proposto. Poderíamos explorar mais
este local de nosso ventre e imaginar que sentimos com nossas mãos seus pontos
mais endurecidos, mais dolorosos. Poderíamos novamente fazer circular o Sopro
dentro dele.
Os Terapeutas de Alexandria, bom como a terapêutica chinesa,
consideravam a doença como um bloqueio de energia. É a energia que não
circula, algo que permanece bloqueado. Algumas vezes, o que permanece

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bloqueado é uma memória, uma morte, uma provação que não conseguimos
digerir, que não pode ser assimilada e da qual não podemos nos libertar.

Problemas Menstruais
O sangramento mensal é uma expressão da feminilidade, da fecundidade
e da receptividade. A mulher está inteiramente à mercê desse ritmo. Ela tem de
se submeter, apesar das limitações que lhe impõe. Com essa submissão
abordamos um tema central à feminilidade: a capacidade de doação, de entrega.
Ao falarmos em feminilidade aqui, estamos nos referindo àquele princípio
abrangente que inclui o pólo feminino do mundo, ao qual os chineses denominam
Yin, que os alquimistas simbolizam com a Lua e a psicologia profunda expressa
através do símbolo da água.
O fato de não "se reconciliar" com a própria feminilidade é que serve de
pano de fundo para a maioria dos distúrbios menstruais e, respectivamente, para
vários outros sintomas do âmbito sexual. A aptidão para se entregar, o fato de
estar de acordo sempre é uma tarefa difícil para os seres do ego. é preciso
sacrificar um pouco do ego, é preciso sacrificar uma de nossas partes, assim
como o sangramento mensal faz com as mulheres. Com o sangue, a mulher
sacrifica um pouco de sua força vital. A menstruação é uma pequena gravidez e
um pequeno "nascimento". Na medida em que uma mulher não concorda com
essas "regras", surgem os problemas ou disfunções menstruais. Elas indicam que
uma instância (muitas vezes, inconsciente) da mulher não quer de fato se
entregar: as regras, o homem, o sexo. é exatamente a esse "mas-eu-não-quero"
que os tampões e os absorventes higiênicos apelam.
Quem consegue relaxar-se no orgasmo também é capaz de relaxar no que
se refere à menstruação. Assim como adormecer, o orgasmo é um tipo de
"pequena morte", pois é um processo em que tecidos se desgastam e são
expelidos. No entanto, morrer nada mais é do que um desafio para nos
desapegarmos do nosso ávido egocentrismo e de nossos jogos de poder, e para
meramente deixarmos acontecer.
O orgasmo é a união do eu com o tu, o que pressupõe uma abertura nos
limites do eu. A equivalência entre morte, orgasmo e menstruação deve ficar bem
clara: trata-se da capacidade de entrega, da disposição de sacrificar uma parte do
ego.

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Centro Cardíaco – O timo
Na anatomia humana, o timo é um órgão linfático que está localizado na
porção antero-superior da cavidade torácica. Limita-se superiormente pela
traquéia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos
pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. É vital contra a autoimunidade.
Ao longo da vida, o timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido
adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.

Histologia

Externamente, o timo é envolto por uma cápsula de tecido conjuntivo, de


onde partem septos que dividem o órgão em numerosos lóbulos. Cada lóbulo
apresenta uma capa, o córtex, que é mais escura, e uma polpa interior, a medula,
que é mais clara. A zona cortical, mais periférica, é onde se encontram pró-
timócitos, timócitos e linfócitos Tem diferenciação e maturação; nesta área os
capilares são mais fechados para impedir a saída de linfócitos T não maduros
para o organismo. A zona medular, mais interna, é onde se encontram pro-
linfócitos T e linfócitos T maduros, prontos para se dirigir a órgãos linfóides
secundários onde completarão sua ativação, também encontra-se corpúsculo de
Hassall.

Fisiologia

Em termos fisiológicos, o timo elabora várias substâncias: timosina alfa,


timopoetina, timulina e o fator tímico circulante. A timosina mantém e promove a
maturação de linfócitos e órgãos linfóides como o baço e linfonodos. Existe ainda
uma outra substância, a timulina, que exerce função na placa motora (junção dos
nervos com os músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo
considerada grande responsável por uma doença muscular chamada miastenia
grave.

Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Timo

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Glândula TIMO - A chave da imunidade e da energia vital

No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu",
fica uma pequena glândula chamada timo. Seu nome em grego, thýmos, significa
energia vital.
Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce
quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais
ainda quando adoecemos.
Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia
através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho.
Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que
durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos
perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu "tamanho
anormal" poderiam causar problemas.
Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância,
continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as
glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à
consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas
as ligações, faz conexões para fora e para dentro.
Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de
defesa na mesma hora.
Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores,
gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.
Amor e ódio o afetam profundamente.
Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias.
Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e
enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes.
Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos
os poderes, lembrando a fé que remove montanhas.

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O teste do pensamento

Um teste simples pode demonstrar essa conexão.


Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e
peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa " estou feliz".
Depois repita pensando " estou infeliz".
A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e
enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de
legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...)
Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas.
Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu
paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abcessos
causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações
gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em
contato com elas e chega ao resultado.
As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido
demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na
Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas.
O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba
ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de
falar, jeito de escutar, estado de espírito..."
Fiquei de coração apertadinho", por exemplo, revela uma situação real do
timo, que só por reflexo envolve o coração.
O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais
a ver com o timo do que com o coração- e é nesse chacra que, segundo os
ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano.
"Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?". Daí que, se você quiser,
pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade. Como?
Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.
a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve
ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o
calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.
b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas
com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas
fracas.
Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto
observa a vibração produzida em toda a região torácica.
O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer
em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou
seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de
reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.
Ótimo, íntimo, Cheio de estímulo. Bendito Timo.

Da jornalista e pesquisadora naturista Sonia Hirsch. Postado por: Mick Bernard. Extraído de:

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http://mickbernard.blogspot.com/2007/09/glandula-timo-chave-da-imun

A glândula Timo e as técnicas de cura da medicina holística


tradicional (parte 1)

Desde 1988 venho me questionando sobre a relação entre o Amor


metafísico (que vivenciei uma única - e inesquecível! - vez) e o Amor físico (que
experimentei centenas de vezes!). E já se passaram mais de 20 anos da minha
experiência mística e holística com o Amor Cósmico e de lá para cá sempre me
indaguei sobre aquele fenômeno maravilhoso e misterioso que se manifestou no
centro do meu peito em 1988. Eu sabia desde o primeiro dia da experiência que
tive, que havia pelo menos dois planos de experiência/vivência acontecendo
simultaneamente: o físico e o metafísico. E que o plano metafísico (dos chacras)
era a raiz da energia humana - o nosso lado transcendente. E o plano físico era o
meio, o caminho de realização física e material - o nosso lado imanente. Mas, o
que me intrigava era saber qual parte do plano físico estava de fato ligado ao
plano metafísico do chacra cardíaco. Hoje, após todos esses longos anos de
incertezas e questionamentos tenho que admitir que a resposta está nas
glândulas, principalmente a glândula TIMO. Ela tem um papel vital no processo
de regulação do humor; no processo imunológico e; no processo de refinamento
das emoções entre tantas outras funções.
Gostaria de sugerir um desafio acadêmico aos médicos e pesquisadores
em geral que possuem mentes abertas: pesquisem a relação entre a glândula
timo, o chacra cardíaco e o sistema imunológico. Acredito que nessa relação estão
as respostas para várias doenças tais como a AIDs, o Câncer, etc. Essa hipótese
está baseada numa vivência mística que tive em 1988. Eu vivenciei em meu peito
o fenômeno da interligação dos planos energéticos sutil (dos chacras) e concreto
(glândulas timo, pineal e outras). Assim, parto de uma experiência íntima para a
formulação de uma hipótese e não o caminho contrário (da hipótese para o teste
ou experiência) que é muito comum nos processos de pesquisa científica. Sugiro
aos médicos e todas as pessoas (pesquisadoras ou não) ligadas às áreas de
saúde que estudem o conteúdo do livro MEDICINA VIBRACIONAL: A MEDICINA
DO FUTURO do médico-pesquisador Dr. Richard Gerber. Nesse livro vocês
encontrarão subsídios técnicos e científicos para buscarem uma conexão entre a
TIMO, o CHACRA e o SISTEMA IMUNOLÓGICO.
A ciência precisa alargar seus horizontes como já vem fazendo muito bem
nos campos de conhecimento da genética, física quântica e a astrofísica. Mas,
mesmo assim precisamos urgentemente de hipóteses metafísicas para
descortinarmos um mundo de fenômenos sutis responsáveis por boa parte das
doenças crônicas. Sinto intuitivamente que quando os cientistas decidirem testar
a hipótese da causalidade descendente (do plano metafísico para o plano físico,
ou do plano qualitativo para o plano quantitativo) daremos um passo gigantesco
fenomenal para explicarmos uma série de doenças de origem ainda
desconhecida. A ciência moderna ainda não sabe penetrar no mundo essencial
qualitativo das energias sutis das emoções humanas. Essa crítica foi realizada em

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minha monografia de dissertação de mestrado defendida em 1992 na
COPPE/UFRJ. Em outras palavras, as energias descobertas pela ciência ainda
são insuficientes para identificarem um conjunto de fenômenos causadores de
anomalias no campo energético do sistema complexo e multidimensional da
consciência e das transformações que ocorrem na relação entre psique e corpo
físico.
Uma coisa eu descobri e constatei em minhas experiências íntimas
(vivências): a forma como vemos um objeto (seja ele físico ou metafísico) afeta o
objeto observado (essa tese é também uma afirmativa da física quântica
moderna). Isso implica dizer que o universo guarda segredos no próprio modo e
ato de se observar um fato ou fenômeno. Ou seja, não existe neutralidade no
campo científico e nem no campo do senso comum. O tempo todo estamos
afetando o mundo e somos afetados pelos outros a nossa volta. Existe uma
fronteira invisível entre o que nos é desconhecido e o que já é conhecido. A
transição de um lado para o outro acontece em planos da percepção em que
estamos agindo ou construindo - de um modo geral estamos inconscientes na
ocasião da transição. As doenças, enquanto fenômenos naturais são também
criadas pela forma como nos conduzimos na relação que temos com as
multidimensionalidades das energias que circulam entre o homem e a natureza.
Somos seres extremamentes sensíveis, plurais e abertos para o cosmos. Nesse
contexto, todos os fenômenos nos afetam (direta ou indiretamente) sem que
tenhamos sensibilidade para vermos as suas origens no nascimento deles. Por
exemplo, as explosões solares (muito comuns na superfície do sol) afetam os
sistemas de radar dos pássaros, baleias, seres humanos, celulares, satélites etc.
Então a nossa realidade nos guarda o maior mistério que é a essência ou
qualidade dos fenômenos. O essencial é invisível porque não se mede
quantitativamente. As doenças são visíveis pelos seus efeitos, o princípio delas é
desconhecido na sua origem. Nesse sentido, precisamos adotar uma nova
abordagem científica que seja compatível com o objeto ou fenômeno observado.
Pois, só vemos o que nos é compatível com o nosso nível de consciência. O
comum é o centro da curva normal (na área da estatística), os extremos são
incompreensíveis e invisíveis para o nosso olhar viciado.
Eu vou revelar aqui uma descoberta que fiz em 1988: o que chamamos de
impressões digitais são na verdade centros de energia (chacras (ou chakras)
menores), verdadeiros receptores ou antenas captadoras de energias sutis
cósmicas. Pergunto, então: quantos dos meus leitores alcançarão essa verdade
vivenciada por mim em 1988? O Amor tão falado por Jesus Cristo está situado no
centro do peito e tem uma relação direta com a glândula TIMO. Por isso, que
alguns autores e pesquisadores afirmam que a falta de amor no mundo é a maior
desgraça que afeta a paz e a saúde humana em todos os tempos. Ou seja, quando
esse chacra principal não está funcionando bem a glândula timo também não está
em sua potencialidade nos resguardando na sua relação com o sistema
imunológico. E ai ficamos vulneráveis - sem defesa!

Bernardo Melgaço da Silva - Prof. e Pesquisador do Núcleo de Estudos Sobre Ciência, Espiritualidade e
Filosofia - NECEF/URCA (Universidade Regional do Cariri): http://bernardomelgaco.blogspot.com/

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Extraído de: http://www.followscience.com/article/science/a-glandula-timo-e-as-t

Exercícios específicos para o Timo

EXERCÍCIO 1 [Estimulação do Timo]

• Fazer pequenas “batidinhas’ com a polpa dos dedos no esterno (localizado


aproximadamente a 2 dedos abaixo da clavícula). Faça estas “batidinhas” ao redor
desta região, explorando e sentindo estas vibrações. Sinta o aquecimento
produzido nesta região.

EXERCÍCIO 2 [Abraçar o ombro]

• Em pé, tronco ereto, com o braço direito “abrace” o ombro esquerdo [ver fig.].

• Coloque a mão um pouco abaixo do ombro esquerdo e vá “caminhando” com


os dedos em direção à escápula esquerda o máximo que puder. Faça o mesmo
com o braço esquerdo. Sinta a presença do Timo.

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EXERCÍCIO 3 [Contraindo e expandindo o Timo]

• De pé, braços soltos ao longo do corpo, volte as palmas das mãos para fora e
girando os braços, una o dorso das mãos em frente ao abdômen e expire todo o
ar dos pulmões.

• A seguir, desfaça a posição e abrindo os braços leve-os para trás, abrindo o


peito e inspirando. Abra os braços até que as palmas das mãos se encontrem
atrás [nas costas], e se unam na altura do osso sacro. Faça algumas vezes este
movimento.

EXERCÍCIO 4 [Mãos na nuca e cotovelos abertos]

• Erga os braços e coloque as mãos entrelaçadas sobre a nuca, os cotovelos


abertos. Abra o peito inspirando e levando os cotovelos para trás, sem tirar as
mãos da nuca.

• Sinta a expansão produzida por este movimento simples, permita-se saborear


a sensação de espaço, liberdade, desobstrução.

• Ao expirar, junte os cotovelos à frente suavemente. Coloque sua atenção no

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timo. Faça algumas vezes. Quando perceber que alguém próximo a você se
encontra acabrunhado, comprimido por problemas, aconselhe este movimento.

FINALIZAÇÃO [Garras de urso e movimento da gangorra]

• Enganche suas mãos [como garras de urso] em frente ao peito. Abra bem os
braços deixando-os paralelos ao peito.

• Inicie um movimento com os cotovelos, levando um em direção ao “Céu” (pra


cima) e outro em direção à “Terra” (pra baixo). Eleve primeiro o cotovelo direito (o
esquerdo desce em direção à Terra), depois suba o esquerdo (lembra uma
gangorra) e o direito desce em direção à Terra.

• Faça com os músculos das costas relaxados, não aplique força. Não permita
nenhuma tensão muscular.

Estimule o timo o máximo que puder, faça amizade com esta glândula. Ela produz
alegria e dependemos dela para equilibrar o sistema imunológico.

Trecho extraído de: http://www.ogrupo.org.br/glandula_timo.asp

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Ativação da Glândula Timo - O chacra Cardíaco
por Marinez Tito Salgado - marineztss1@hotmail.com

O Timo é a Glândula das “maravilhas” situada ao nível do coração, atrás


do esterno (osso achatado, situado na parte anterior da caixa torácica e que está
ligado às costelas). No feto ela é grande, estende-se da região do pescoço até o
diafragma (região de abdômen); durante a infância ela começa diminuir e após a
puberdade ela diminui mais ainda. Possui a forma piramidal, mesmo ao atrofiar-
se, e sua falta afeta a Glândula Pineal (o Pai cerebral).
É o Chakra da expressão do Amor e da compaixão, no entanto, seu giro
energético divergente acarreta ao coração de carne e pulmões prejuízos, assim
como às artérias coronárias. Quando esta glândula está ativa, o organismo não
envelhece.
São exercícios importantes para estimular o Timo e também para que ele
não petrifique em idade avançada, perdendo assim o estímulo da amorosidade.
Ela é intimamente ligada à música, favorecendo assim a pessoa que canta e a
que emite sons mântricos.

1º) Exercício: feche a mão totalmente e role as juntas (as falanges proximais e
médias) por sobre o Timo, na região central do peito, entre os mamilos e em sua
direção, com certa pressão para ativar este centro energético e sua Glândula.
Esses movimentos ativam o Timo e liberam a estagnação do Coração.

2º) Exercício: a pronúncia da vogal “A” muito lentamente e aberta, com


consciência, trabalha a amorosidade no ser e faz vibrar a Glândula e a região ao
redor, como o Chakra laríngeo, transformando todas as estagnações que neles
houver. É o Cardíaco sendo acionado e elevando-se ao seu Chakra superior, o
Chakra do verbo.

Esses são exercícios terapêuticos que favorecem o coração de carne , o


Timo, a Tireoide, as Paratireoides, assim como seus Chakras correspondentes:
Chakra Cardíaco e Chakra laríngeo.

Extraído de: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=21513

Aysha Almeé (Deva Lasya) (11) 99889-9869 www.ayshaalmee.com.br


Chacra Cardíaco (4º Chacra)

Compaixão

Localiza-se bem no centro do peito, entre os mamilos.


É associado ao timo e é nele que se concentra a energia do Amor
Incondicional, a nossa fonte vital. É responsável também pela saúde e vitalidade
do corpo físico, o coração e os pulmões.
Desenvolvido, cria um canal de amor que pode ser utilizado para o trabalho
assistencial.

Nome Sânscrito: ANAHATA ("Invicto"; "Inviolado", intocado ou inaudível.)


Mantra: Yam.
Localização: Coração. Centro do peito.
Cor: Verde (cura e energia vital); Rosa (Amor).
Glândula: Timo.
Elemento: Ar.
Zodíaco: Leão e Balança.
Planetas: Vênus, Saturno e o astro Sol.
Massagem: Para as mulheres, no sentido horário e para os homens no
sentido anti horário.
Funções: Energiza o sangue e o corpo físico. Estimular a imunidade e o
bom funcionamento do coração e dos pulmões, desenvolver a capacidade de
amar, perdoar e sentir compaixão.
Disfunções: Problemas respiratórios e cardíacos, medos ou ilusões a
respeito do amor.
Cristais: Esmeralda, Jade verde, Quartzo e Turmalina verde ou rosa.
Qualidades Positivas: Amor incondicional, Compaixão, Equilíbrio,
Harmonia e Paz.
Qualidades Negativas: Desequilíbrio, Instabilidade emocional, Problemas
de coração e circulação.
Temas: Elo entre os três primeiro chacras (ligados a matéria, sexo e
relacionamentos) e os três últimos (ligados à espiritualidade), o quarto centro deve
integrá-los, elevando nosso grau de consciência e de auto-estima.
Para isso, precisamos reconhecer e tratar dores decorrentes de ciúmes,
ressentimentos e abandonos.
Como Ativar: Terapias voltadas para as curas emocionais e meditações
dirigidas.
Para Refletir: Liberte-se da idéia de que você ou os outros deveriam ser
diferentes para merecer amor. Aceite o que cada um é.

Aysha Almeé (Deva Lasya) (11) 99889-9869 www.ayshaalmee.com.br


Fontes consultadas:

Livro: A Doença como Caminho, Thorwald Dethelefsen, ed Cultrix

Livro: O corpo e seus símbolos, Jean-Yves Leloup, ed Vozes

http://pt.wikipedia.org/wiki/Timo

http://mickbernard.blogspot.com/2007/09/glandula-timo-chave-da-imun

http://www.followscience.com/article/science/a-glandula-timo-e-as-t

http://www.ogrupo.org.br/glandula_timo.asp

http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=21513

http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=articl

http://claudia.abril.com.br/materias/2091/?pagina2

http://portaldosanjos.ning.com/group/reikiaenergiaespiritual/forum/topic/show?id=3406316%3ATopi
c%3A401724&xgs=1&xg_source=msg_share_topic

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