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SEMANA SOS QUARENTENA - LIVE 5 

O melhor caminho que conheço para ter uma 


vida com filhos mais leve, organizada e feliz  
 

Olá!  Meu  nome  é  Nanda  Perim,  sou  psicóloga,  educadora  parental  integrativa, 
especialista  emocional,  autora  e  principalmente  mãe  do  Théo,  de  6  anos,  e  do 
Gael, de 4 anos. 

O  foco  desta  live  são  as  reações  automáticas  e  sobre  como  lidar  com  elas para 
ter  uma  vida  com  filhos  mais  leve  e organizada.  Já mostrei este caminho a mais 
de 1.300 famílias! 

Antes  da  maternidade,  achamos  que  vamos  dar  bronca,  palmada,  colocar  de 
castigo  enquanto  sem  ter  ainda  a  mínima  consciência  de  que  a  criança  precisa 
de  respeito,  amor  e  carinho,  e  não  ficar  levando  tapas.  Quando  o  Théo,  meu 
primeiro  filho,  nasceu,  eu  olhei  pra  ele  e  tive  certeza  que não faria nada daquilo 
que eu pensava ser o certo.  

Conforme  ele  foi  crescendo  e  chegando  aos  2  anos,  tudo  começou  a ficar mais 
complicado.  Eu  estava  desesperada  porque  ele  já  fazia  escândalos  ao  sair  de 
um  restaurante,  chorar  muito,  se  recusar  a  sentar  na  cadeirinha,  atacar  longe  e 
quebrar o celular, que eu achei que ajudaria a distrair.  

“E se eu não vou bater ou castigar, o que eu vou fazer?”  

Não  dava  para  continuar  passando  por  aquelas  situações.  Então,  fui  estudar 
mais  sobre  o  assunto,  me  formei,  li  muitos  livros  e  fui  colocando  as  coisas  que 
eu li e aprendi em prática.  

Boa leitura! 
 

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


educadora  parental,   especialista  emocional,  autora  e  mãe de dois. A venda 
dessa cartilha é PROIBIDA. /
SEMANA SOS QUARENTENA - LIVE 5 
O melhor caminho que conheço para ter uma 
vida com filhos mais leve, organizada e feliz  

 
Os 3 pilares da educação 

Fui  exercitando  não  só com o Théo mas também com o Gael, que tinha acabado 


de  nascer.  À  medida  que  coloquei  as  coisas  em  prática,  pensei  que,  se  eu 
soubesse  disso  antes,  minha  maternidade  teria  começado  diferente;  não  teria 
passado pelas birras e escândalos do Théo.   

Apesar  de  estar  feliz  por  descobrir  tantas  coisas  novas  e  muito  importantes, 
estava  frustrada  por  ter  descoberto  tão  tarde.  Fiquei  obcecada  em  passar  todo 
esse  aprendizado  adiante  porque  percebi  que todo mundo precisava ter acesso 
a esse tipo de informação.  

Por  isso,  criei o Blog PsiMama. Conforme ele crescia, fui percebendo que eu não 


era  a  única  que  tinha  a  sensação  de  estar  perdida  e  sem  saber  como  agir. 
Lembro  que  minha  principal  preocupação  eram  as  crianças  porque  eu  via  as 
mães  e  os  pais no parquinho carregando as crianças à força para ir embora; elas 
sofrendo e chorando. 

Mas,  ao  começar  a  colocar  conteúdos  no  blog,  senti  falta  de  ter  uma 
organização,  e as pessoas ficavam perdidas. Passei a fazer workshops e, mesmo 
assim,  ainda  não  estava  sendo  o  suficiente.  As  pessoas  me  pediam  cursos  mas 
aquele  era  o  único  modelo  que  eu  conhecia.  Aliás,  ao  assistir  cursos  nesse 
modelo,  eu  mesma  sentia  dificuldade  de  aprender,  absorver  e  aplicar  toda 
aquela informação da forma que era transmitida.  

Até que começaram os desafios de perder peso e a grande sacada era aprender 
e cumprir uma meta por dia.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Realmente  aprender,  a  fundo,  uma  coisa  de  cada  vez  e  aplicar.  Se  muita 
informação  é  dada  de  uma  vez,  é  mais  difícil  a  compreensão.  Então,  a  proposta 
do meu curso é você ouvir uma aula por dia, aprender a fundo aquilo e exercitar.  

Por  isso,  transformei  esse  curso  na  minha  missão  de  vida.  Acredito  que  iremos 
melhorar  o  mundo  através  da  melhora  da  infância,  da  forma  que  tratamos  as 
crianças. 

Percebi  que,  para  desconstruir  o  que  vinha  sendo  ensinado,  quebrar  esses 
ciclos  da  violência,  agressividade  e  cuidar  e  educar  os  nossos  filhos  de  uma 
outra  forma,  existem  3  pilares:  conhecimento,  autoconhecimento  e 
relacionamento. 

Conhecimento  é  você  ter  acesso  a  novas  informações,  coisas  que  nunca  tinha 
pensado  antes  e  que fazem você enxergar a criança de uma outra forma. Dentro 
de  conhecimento  existem  duas  vertentes:  o  conhecimento  de  “desconstrução”, 
que  é  tudo  que  fui  mostrando  para  vocês  até  chegar  aqui  e  o conhecimento de 
“ferramentas”, que é o que vou ensinar no curso, como colocar tudo em prática. 

Autoconhecimento  significa  olhar  para dentro, exercitar a paciência, entender os 


gatilhos,  as  feridas  emocionais,  os  contextos  quando  você  começa  a  sentir  a 
raiva chegando, saber de fato identificar o que é seu e o que não é. 

E,  por  fim,  o  relacionamento,  quando  você  junta  todo  o  novo  conhecimento 
adquirido  e  passa  a  saber  o  que  fazer,  com  o  autoconhecimento,  onde  você 
passa  a  saber,  entender e controlar tudo sobre si e isso naturalmente transforma 
a sua forma de agir e o seu relacionamento com a criança.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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vida com filhos mais leve, organizada e feliz  

O que são reações automáticas? 

Hoje,  vamos  relacionar  as  reações  automáticas  a  um  animal.  Nosso  objetivo  é 
nos  tornarmos  a  girafa,  “engirafar”,  porque  é  o  símbolo  da  comunicação  não 
violenta.  Precisamos  ter  ouvidos  de  girafa  para  realmente  escutar,  começar  a 
ouvir  a  criança  antes  de  querer  falar.  Pescoço  de  girafa  para  ver  tudo  de  cima, 
entender  como  chegou  até  ali  e  analisar  todo  o  contexto  que  leva  a  criança  a 
fazer determinadas coisas e parar de levar os comportamentos da criança para o 
lado  pessoal.  E  o  coração  da  girafa,  que  é  o  maior  entre  os  mamíferos  para 
termos muito amor, carinho e empatia com as nossas crianças. 

É  muito  importante  reforçar,  antes  de  começar  a  apresentar  cada  animal,  que 
você  não  É  nenhuma  dessas  reações  automáticas,  você  ESTÁ. Nosso objetivo é 
“engirafar”,  mas  não  é  SER  girafa.  Alguns  momentos  estaremos  girafa,  em outro 
leão, depois voltamos para girafa. É um equilíbrio constante. 

É  um  comprometimento  que  você  deve  assumir  para  si  mesmo,  mergulhar  de 
cabeça  e  abrir  seu  coração  para  o  que  iremos  falar.  Você  verá  a  diferença 
acontecendo no dia a dia. São repertórios aprendidos, não um temperamento.  

O  que  é  a  reação  automática?  Quando  entramos  em  um  conflito  ou  em  uma 
situação  de  stress,  que  o  nosso  corpo  se  sente  em  perigo,  ele  aciona  o  que 
vamos  chamar  de  cérebro  primitivo.  De  forma didática, nosso cérebro é dividido 
em  3  partes:  a  primeira  parte  é mamífero, neocórtex, raciocínio rápido, memória, 
onde  ficam  todos  os  nossos  sentidos.  A segunda parte é a amígdala e a terceira 
é cérebro primitivo, do instinto de sobrevivência.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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É  o  cérebro  primitivo  que,  se  um  leão  vier  para  cima  de  você,  vai  te  dar  forças 
nos  braços  para  lutar  ou  jogar  adrenalina  nas  suas  pernas  para  você  correr  o 
mais  rápido  que  puder  daquela  situação.  Quando  isso acontece, é o que chamo 
de  “dinossauro  saindo  da  jaula”.  Esse  dinossauro  não  fala,  não  raciocina,  não 
tem lógica; ele só reage.  

As  crianças  que  são  criadas  em  ambientes  mais  violentos,  agressivos  e  que 
sentem  que  precisam  estar  constantemente  se  defendendo  do  ambiente  em 
que  vivem,  têm  esse  cérebro  primitivo  mais  aflorado.  A  amígdala,  que  é  a  parte 
do  cérebro  que  o  primitivo,  é  muito  maior  na  vida  das  crianças  que  crescem 
tendo  que  fugir,  se  defender,  lutar.  E  esse  padrão  é  um repertório aprendido, ou 
seja, se a criança sente que tem que matar um leão por dia, ela vai ficar cada vez 
melhor em matar leões.  

E  quanto  mais  ela  aprender  a  desenvolver  esse  “dinossauro”,  a  lutar  ou  a  fugir, 
mais  essa  vai  ser  a  forma  pela  qual  ela  vai  saber  lidar  com  a  vida.  Pode  ser  o 
único jeito que essa pessoa saiba se comunicar e lidar com as suas relações. 

Muitos  de  nós  temos  essa  amígdala  mais  desenvolvida  e  temos  um  dinossauro 
que  sai  o  tempo  inteiro  da  jaula  e  não  tem  conversa.  E  quando  falamos  de 
reações  automáticas,  elas  tiram  o  cérebro  racional, a parte do cérebro mamífero 
de  cena.  O  cérebro  primitivo  é  de  fuga  ou luta. Ele que vai dizer se vai correr ou 
lutar  contra  o  leão.  A  maioria  de  nós  tem  um  desses  padrões.  Ou  você  tem  o 
padrão de lutar ou de fugir. 

Além  disso,  nossos  padrões  são  diferentes  para  momentos  de  estresse  e  para 
momentos de calma.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Você  pode  ser  uma  pessoa  que  no  seu  dia  a  dia  tem  um  nível  de  reação 
controlado,  consegue  ser  firme  e  gentil,  mas  explode  em  alguns  momentos. 
Iremos  aprender  exatamente  isso,  que  existe  uma  diferença  entre  a  sua  reação 
no seu dia e a dia e na sua reação com gatilhos e feridas emocionais. 

É  muito  importante  que  você  entenda  que  as  coisas  que  acontecem  ao  seu 
redor  que  mais te provocam e te irritam são as partes que mais foram reprimidas 
em  você.  Exemplo:  se,  quando  criança,  você  adorava  fazer  palhaçada  e  caretas 
e  as  pessoram  reprimiram  você  por  esse comportamento, quando você se torna 
adulto isso te irrita muito.  

O  que  foi  reprimido  em  você,  algo  que  você  queria  fazer  ou  ser  e  não 
conseguiu,  então ninguém poderá fazer porque isso vai te lembrar que você não 
pôde,  lembrar  como  dói,  o  tanto  de  coisas  que  você  queria  ter  feito  ou ter sido, 
enquanto essência, e que não pôde praticar na sua vida.  

Faz  sentido  que  você  analise  com  muito  carinho  quando  algum comportamento 
dos  seus  filhos  começar  a  te  irritar  ou  incomodar  muito.  Analisar  qual  é  a  parte 
que  te  cabe  nisso,  para  você  conseguir  libertar  seus  filhos  de  ficar  recebendo 
esse  monte  de  projeções,  repreensões.  Descobrir  o  que te incomodava quando 
criança,  que  seus  pais  ou  professores  te  reprimiam,  acessar  essa  informação  e 
saber lidar com elas. 

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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vida com filhos mais leve, organizada e feliz  
 

Os tipos de reações automáticas 

Quando  comecei  a  fazer  lives,  meu  irmão  dizia  que  um  dia  eu  conseguiria  ser 
engraçada  na  internet  como  eu  geralmente  sou  pessoalmente,  mas  eu  não 
conseguia.  Eu  sempre  estava  séria,  usava  termos  técnicos,  só  dava  um  sorriso 
ou  outro.  Fui  estudando,  me  autoconhecendo,  fazendo imersões até que um dia 
eu  consegui  acessar  uma  lembrança  de  quando  eu  era  criança  e  estudava  em 
uma  escola  muito  rígida  e  séria.  Os  professores  implicavam  muito  comigo 
porque eu era boba, fazia palhaçada o tempo inteiro na aula.  

E,  quando eles faziam isso, os alunos se sentiam no direito de implicar também e 
eu  era zombada por todo mundo. Diziam que eu tinha que colocar uma melancia 
na  cabeça  para  aparecer.  Então,  agora  quando  mais  velha,  eu  comecei  a  me 
desfazer  disso  e,  ao  invés  de  reprimir  os  outros  que  não  me  deixaram,  eu  vou 
me  libertar  e  passar  a  fazer  isso.  Hoje  em  dia,  muita  gente  me  acha boba e não 
se identifica, mas eu preciso ser eu mesma.  

Quando  você  começa  a  analisar  os  gatilhos,  de  onde  vem,  a  perceber  que 
algumas  coisas  nas  pessoas  te  irritam  muito,  você  vai  descobrir  coisas  incríveis 
sobre  você,  vai  melhorar  muito  o  seu  relacionamento  com  você  e  entrar  em 
contato  com  o  que  você  é  de  verdade,  o  que  você  gosta  de  fazer,  o  que  te  faz 
feliz.  

Eu  sou  feliz  sendo  uma  pessoa  boba,  brincalhona,  que  aparece  de  pijama  na 
live.  Eu  gosto  disso;  quem  se  incomoda  com  isso  precisa  descobrir o que causa 
essa reação. 

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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A  responsabilidade  minha é não reprimir meus filhos de coisas que eu ainda não 
analisei  e  me libertei. Te proponho a usar suas reações automáticas, usar análise 
de  gatilhos.  Quando  começar  a  perceber  que  algo  é  um  gatilho  muito  grande 
para  você,  pergunte-se  porque  você  está  se  sentindo  assim.  O  passado ajuda a 
te  libertar  e  você  vai  entender  que  a  principal forma de você descobrir a origem 
dessas suas questões é analisando quais pensamentos estão passando pela sua 
cabeça quando você reage de certas maneiras. 

As reações automáticas são: 

Leão:  uma  autora  dessa  linha  chama  de  padrão  da  superioridade  e  são  as 
pessoas  que  acreditam  que  fazem  melhor  que  as  outras  pessoas.  O  mundo  é 
cheio  de  incompetentes  que  não  conseguem  fazer  nada  direito. Com isso, você 
se  sobrecarrega  muito  já  que  você  faz  melhor,  e  para  ter  um  superior  é 
necessário  ter um inferior. A pessoa que é leão tende a fazer todo mundo a volta 
dela a se sentir incompetente porque é isso que o leão faz parecer.  

Esse  padrão  faz  a  criança se sentir muito burra, incompetente. Quando a criança 


se  chama  de  burra,  ela  se  acha  incapaz  de  fazer  o  dever.  Geralmente  um  dos 
pais, o cuidador principal, é leão. E, pela forma que o leão critica, ele tem certeza 
de  que  está  encorajando  e  motivando:  “você  é  uma  criança  tão  inteligente,  por 
que  você  não  se  esforça?”,  e  a  criança  só  entende  que  é  incompetente  e  que 
não se esforça. 

Como  chegar  a  esse  padrão?  A  pessoa  geralmente  chega  porque  foi  tão 
criticada e tão humilhada na vida dela que decidiu que pra ser amada ela precisa 
ser muito boa no que faz, precisa ser melhor que todo mundo.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Para  se  posicionar  na  vida,  se  sentir  amada, essa pessoa se coloca em um lugar 


de superioridade.  

Muitas  vezes,  o  leão não tem essa autoconfiança. Pode até ter baixa autoestima, 


ser  totalmente  insegura,  mas  a  crença  que  precisa  ser  superior  para  se  sentir 
amado faz com que se posicione assim, não é necessariamente o que acredita.  

Quando  o  leão está sendo leão, o pensamento que está vindo na cabeça dele é: 
“estão  pensando  que  eu  sou  incompetente”,  e ele está fugindo de acharem que 
ele  é  burro,  incompetente,  fugindo  de  se  sentir  manipulado,  dependente  dos 
outros. 

Quando  você  for  identificar  o  seu  padrão,  é  muito  importante  analisar  os 
pensamentos  que  vem  na  sua  cabeça.  Quando  a  criança  está  se  comportando 
daquele jeito, o que vem na sua cabeça? 

Camaleão:  o  padrão  da  satisfação.  A  pessoa  que,  para  evitar  conflitos  e  se 
estressar,  diz  “sim”  para  absolutamente  tudo  e  todos.  Coloca-se  sempre  em 
último,  mas  tem  um  detalhe  muito  importante  nesse  padrão:  quando  você  diz 
sim  para  tudo,  vamos  supor  que  você  está  irritado  com  seu  marido  e  a  pessoa 
olha  pra  você  e  fala  “tá  bom,  tudo  bem.  Se  é  o  que  você  quer,  então  faremos”, 
chegará  um  ponto  em  que  você  explode,  não  aguenta  mais  porque  você  se 
sente  ignorada,  negligenciada,  sente  que  não  faz  diferença  na  vida  dessa 
pessoa.  

A  criança  filha  do  camaleão  geralmente  se  comporta  muito  mal,  que  bate,  joga 
comida  na  parede,  porque  ela  pediu  e  ninguém  ouviu.  Então  ela  começa  a 
berrar ou até a desistir.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Há  crianças  depressivas  porque  se  sentem  ignoradas.  E  o  camaleão  acaba 


sendo  uma  pessoa  mais  depressiva  também  porque  sempre  se  coloca  por 
último, o que ela quer nunca é priorizado, sempre tentando agradar todo mundo. 

O  padrão  da  satisfação,  diferente  do  padrão  do  leão,  é  um padrão bem-visto na 


nossa  sociedade.  As  pessoas  têm  orgulho  de  ser  assim,  ter  dificuldade de dizer 
não.  Nossa  cultura promove camaleões como se fosse altruísta. E não é altruísta; 
ele só está evitando conflito, tanto que a outra pessoa se sente ignorada.  

O  que  é  uma  criança  bem  educada,  obediente?  É  a  criança  que  satisfaz  todo 
mundo.  Que  é  vista  mas não é ouvida, a criança que não tem que querer, tem só 
que  dizer  sim  para  o  querer  do  outro.  A  nossa  cultura  tradicional  quer  que  toda 
criança  seja  um  camaleão.  Mas,  quando  a  criança  chega  no  mercado  de 
trabalho,  as  empresas  querem  que  ela  seja  um  leão:  superior,  produtivo,  líder, 
melhor  que  todo  mundo.  E  isso  não  bate.  Não  tem  como  crescer  camaleão  e 
virar leão do nada. 

Ser  camaleão  é  muito  ruim  porque  é  prender  a  não  ser  considerado,  a  não 
ouvirem  o  que  você  quer.  Se  você  considera  que  o  filho  do  camaleão  se  sente 
ignorado, rejeitado, qual padrão esse filho do camaleão vai se desenvolver?  

O  padrão  que  você  vai  identificar  nos  seus  pais  vai  dizer  muito  de  como  seu 
padrão  é  uma  reação  a  isso,  é você reagindo das reações automáticas dos seus 
pais. 

Tartaruga:  padrão  do  conforto,  entrar  do  casulo.  Não  quer  brigar.  Diferente  do 
camaleão, o padrão da tartaruga vai fazer tudo para cair fora do estresse.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Entre  educar  a  criança  quando  está na hora de devolver o celular e a criança diz 


que  não  vai  devolver  ao  entrar  em  um  embate,  a  tartaruga  vai  preferir  deixar  a 
criança  continuar  com  o  celular  para  não  brigar.  Não  é  porque  quer  agradar  a 
criança,  ela  só  não  quer  se  estressar,  ela  sabe  que  se  pegar  o  celular  a  criança 
vai  começar  a  gritar,  vai ter que educar a criança e dá muito trabalho. Ela prefere 
não educar. 

Já  o  camaleão  deixaria  a  criança  com  o  celular para não contrariar a vontade da 


criança. 

A  maior  diferença  da  reação  automática  não  está  na  forma  que  você  age,  mas 
como  você  se  sente,  o  que  passa na sua cabeça, o que te motiva a agir daquela 
forma. 

Os  filhos  de  tartaruga  geralmente  são  crianças  que  pedem  ajuda  para  comer, 
não  querem  descascar  a  banana,  se  sujam  o  chão  e  não  querem  limpar.  Essa 
criança  entende  que  a  forma  que  ela  consegue  a  atenção  desse  adulto  é 
através  de  serviços.  O  camaleão faz para agradar, não vai fazer da mesma forma 
da  tartaruga.  A  tartaruga  faz  para resolver o problema logo. Ter a atenção do pai 
e mãe vai ser através de atos de serviço.  

A  relação  do  camaleão  com  a  criança  é  diferente,  por  exemplo:  criança  está 
pulando  no  sofá.  O  camaleão  vai  falar:  a  criança  vai  se  machucar  e quando isso 
acontecer,  tudo  bem.  Se  é  isso  que  ela  quer,  deixa  fazer.  A tartaruga fala: desce 
daí, não quero me estressar com você.  

É  interessante  entender  como  o  padrão  da  tartaruga  é  bem  quisto  pela  nossa 
cultura também.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Aprendemos a ser tartarugas: pessoas que não demonstram estar tristes, bravas. 
Todas  as  emoções,  que  quando  surgem, você se enfia dentro do seu casco e só 
sai  quando  estiver  bem  de  novo.  Você  vai  buscar  conforto  então  vai  ficar 
fazendo  o  que  for  necessário  para  ter  esse  conforto.  As  pessoas  de  tartaruga 
tendem  a  ser  muito  criativas.  Criam  formas  incríveis  para ficar no conforto delas. 
Mas não é um padrão legal. 

Águia:  é  muito  especial.  A  maior  parte  dos  pais  e  mães  que  me  procuram  são 
Águia.  

Temos,  por  ordem  de  quantidade  nos  meus  cursos,  quase  nenhum  camaleão, 
porque  é  tão  negligente  que  nem  procura  pelo curso. Muitas tartarugas vêm me 
dizer  que  não  querem  se  estressar,  entrar  no  casco  e  não  sair  nunca  mais,  e  a 
criança  lhe  atrapalha  nisso.  Leões  muito  agoniados  com  a  “incompetência”  dos 
filhos.  Eles  procuram  o  curso  para  a  criança  ser  mais  superior  como  eles  são. 
Mas o tipo que mais aparece para nós é o das Águias. 

São  aquelas  que  falam  para  mim  que  a  criança  desafiam  muito,  testam,  peitam. 
Sempre  o  adulto  vem  querendo  aprender  a  ter  controle,  fala  que  o  filho  não 
obedece.  A  águia  luta  por  poder.  A  vida  dela  é  um  grande  cabo  de  guerra.  A 
mão  dela  sangra,  mas  ela  não  larga  a  corda.  As  águias  vêm  para  o  meu  curso 
querendo aprender a fazer o filho obedecer.  

As  águias  que  não  querem  ficar  na  educação  tradicional,  não  querem  bater, 
castigar,  mas  ainda  querem  ser  hierarquicamente  superiores  dentro  da  casa,  a 
autoridade  da  casa,  acreditam  que  é  muito  importante  que  ela  tenha  o  poder  e 
disputa poder todo o tempo. 

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


educadora  parental,   especialista  emocional,  autora  e  mãe de dois. A venda 
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O melhor caminho que conheço para ter uma 
vida com filhos mais leve, organizada e feliz  
 

Enquanto  o  leão,  quando  vai  fazer  alguma  coisa,  pensa:  “me  dá  aqui  que  eu 
faço”,  porque  acredita  que  faz  melhor,  a  águia  faz  porque  ela  está  agoniada  da 
forma  como  está  sendo  feito,  quer  controlar.  Não  é  que  acha  que  faz  melhor, 
quer controlar, está acostumada a estar com a mão na massa.  

Enquanto  o  leão  acha  que  vai  fazer  melhor,  a  águia  está  agoniada  porque  se 
alguém  está  fazendo,  ela  está  perdendo  poder.  No  cabo  de  guerra,  está 
perdendo  força,  perdendo  corda.  Enquanto  leão  luta  para  ser  melhor,  superior, 
que  sempre  dá  aula,  as  melhores  dicas,  ensinar  o  mundo  a  ter  a  competência 
que ele tem, a águia está para ter controle sobre as coisas. É bem diferente. 

A sua autoanálise + um presente 

Quando  você  for  fazer  a  análise  da  sua  reação automática, tente identificar qual 


pensamento  vem  à  sua  cabeça:  essa  criança  está  tentando  me  testar,  acha  que 
manda  em  mim,  esse  menino  é  um  incompetente.  Não  quero  me  estressar,  não 
quero  conflito.  Como  você pensa e como você sente, o que você sente que está 
acontecendo  ali  de  verdade,  essa  sua  percepção  da  realidade  vai  dizer a forma 
como você vai reagir a essa realidade. 

Se  você  tem  dúvida,  pode  ser  que  você  seja  os  dois.  Esses  nomes  são  só  para 
entender  as  diferenças,  mas  pode  reagir  em  alguns  momentos  de  um  jeito, 
outros  momentos  de  outro.  Com  algumas  pessoas  você  reage  de  um  jeito, com 
outras não. Depende do que a situação te remete.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Lembre-se  do  que  falamos  sobre  feridas  emocionais:  coisas  que  aconteceram 
que  te  marcaram  tanto,  que  fazem  você  reagir  com  um  pensamento  na  sua 
cabeça.  Você  não  consegue  reagir  com  a  cabeça  de  quem  você  é  hoje,  você 
recupera o sentimento da época que aquilo aconteceu e te marcou. 

Quando  você  está  começando  a  fazer  um  cabo  de  guerra  com  a  sua  criança 
porque  você  está  se  sentindo  testado,  não  é  sobre  a  criança,  é  sobre  você.  O 
exercício  que  você  vai  fazer  é  o  de  voltar  para  o  momento  presente.  Eu  estou 
me  sentindo  testado,  não  é  a  criança  que  está  me  testando.  Estou  me  sentindo 
desafiada porque me lembra de épocas que eu fui desafiada.  

O  exercício  que  você  vai  fazer  para  sair  da  reação  automática  e  voltar  para  o 
racional  é  lembrar  do  momento  presente.  Olhar  para  a  sua  criança  e  pensar  o 
que  ela  verdadeiramente  está  vivendo  naquele momento. E aí você vai começar 
a  perceber  as  reações  da  criança.  A  criança  não  tem  reação  automática,  só 
reage  a  sua. Não se esqueça disso. Veja o que você está pensando e o que está 
sentindo e volte para o momento presente. 

Vamos  abrir  a  próxima  turma do curso. Temos 23.000 inscritos na semana S.O.S. 


Quarentena. Nossa primeira aula já foi assistida por 26.000 pessoas, mas eu não 
consigo  ter  essa  quantidade  de  pessoas  no  curso  porque  temos  um  número 
limitado de vagas.  

Será  nesta  segunda-feira,  dia  13  de  julho.  Para  criar  esse curso, tive que estudar 
muito, estou sempre investindo muito nas informações que eu trago para vocês.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Então,  esse  curso  tem  um  investimento  para  eu  continuar  estudando,  me 
atualizando,  e  me  dedicando  exclusivamente  a  isso,  abrindo  mão  de  fazer 
mentorias e atendimentos. 

Quando você entra para o nosso curso, o que você vai receber? 

Basicamente,  é  o  curso  que  você  gostaria  que  seus  pais  tivessem  feito  e  que 
seus filhos merecem que você faça. 

Percebemos  que,  quando  os  pais  participam  do  curso  onde  falo  mais 
direcionado  e  com  foco  nas  mães,  os  exemplos  eram  meus,  as  vivências  eram 
minhas,  era  a  minha  voz,  a  grande  maioria  eram  mães  e  os  pais  não  se 
identificavam com aquela mensagem, se sentiam fora do lugar deles. Então, meu 
marido  gravou  a  versão  para  os  pais  e  dessa  forma  eles  se  identificam  com  os 
exemplos que ele dá, assim como a linguagem usada. 

O  audiobook  que  eu  gravei  para  as mães e também uma versão feita só para os 


pais, pelo Saed. É um curso 2 em 1: um para as mães e outro para os pais. 

Você terá 2 anos de acesso à plataforma do curso.  

4 semanas: 1 atividade de relaxamento + 5 áudios aula por semana (10-15min).  

Áudios  e  vídeo  bônus:  birras  em  bebês,  rotina  de  sono,  adaptação  escolar, 
rótulos, etc., além de todas as aulas da semana S.O.S. Quarentena. 

Bônus  2:  Aldeia  Psimama.  É  a  nossa  comunidade,  é  o  lugar  onde  você  vai  tirar 
as  dúvidas,  desabafar,  bater  papo,  criar  relações,  rede  de  apoio,  dividir 
experiências com todos. É um lugar para você se sentir em uma comunidade.  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Nós  que  fazemos  educação  não  violenta  sabemos  que  nos  sentimos  um  peixe 
fora  d'água,  e  por  isso  criamos  uma  aldeia  de  pessoas  para  não  nos  sentirmos 
tão perdidos.  

São  60  dias  para  tirar  suas  dúvidas  e  interagir  com  outros  pais  e  mães,  assim 
como assistir a lives exclusivas. 

Bônus  3:  Disciplina  positiva  no  casamento,  um  curso  que  gravei  para  ajudar  a 
melhorar  a  comunicação  entre  o casal, sermos não violentos também na relação 
conjugal.  

Bônus 4: 4 reações automáticas, mais a fundo no assunto que falamos hoje. 

Será  um  autoconhecimento  que  vai  te  permitir  transformar  seus  padrões 
indesejados!  Você  irá  aproveitar  seus  pontos  fortes  e  trabalhar  seus  pontos 
fracos, aprofundando e descoberta interior. Também com 2 anos de acesso. 

Bônus especial só para quem se inscrever na segunda-feira: 

Vou  fazer  uma  live  com  uma  sessão  de  inteligência  emocional,  reprogramação 
das  feridas  emocionais,  o  que  elas  são,  como  e  quando  aconteceram,  como 
identificar,  ressignificar,  parar  de  projetar  no  mundo  as  nossas  feridas 
emocionais.  

São  3  sessões  de  reprogramação  emocional  gravadas  para  te  ajudar  a 


desbloquear  a  sua  capacidade  de  dar  seu  melhor  aos  seus  filhos,  com  um 
material Completo em PDF para apoio. Também 2 anos de acesso. 

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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Garantia  incondicional:  7  dias  ou  seu  dinheiro  de  volta.  Não  quero  que  faça 
investimento  no  curso  e  fique insatisfeita; a ideia é que você faça o investimento 
feliz,  que  fique  orgulhosa  do  investimento  que  fez.  Por  isso,  você  vai  ter  ¼  do 
curso inteiro para assistir e decidir se é para você ou não. 

As inscrições começam nesta segunda-feira, às 8h da manhã!  

Vamos  mandar  o  link  para  quem  se  inscreveu  na  S.O.S.  Quarentena.  Se  ainda 
não  tiver  feito  sua  inscrição,  o  link  está  no  canal  do  telegram  e  na  bio  do 
Instagram.  

As  vagas  do  curso  estarão  abertas  até  17/07,  mas  geralmente  acabam  antes. 
Temos  26.000  pessoas  acompanhando o desafio e interessadas, e muito menos 
vagas  que  isso.  Por  conta  do  bônus  da  segunda-feira,  muita  gente  compra  na 
segunda, consequentemente diminuindo as vagas; 

Não deixe para os últimos dias! Garanta sua vaga e nos vemos lá! 

Espero que tenham amado!  

Com carinho, 

Nanda Perim 

nandaperim@psimama.com.br  

Jan  2020.  Autoria  e  direitos  reservados  @Nanda  Perim,  psicóloga, 


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