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Manual de Tronco Comum

Ética Social
Código: 01-A0203

Universidade Católica de Moçambique(UCM)


Centro de Ensino à Distância (CED)
Direitos de autor (copyright)
Este manual é propriedade da Universidade Católica de Moçambique (UCM), Centro de Ensino à Distância
(CED) e contém reservados todos os direitos. É proibida a duplicação e/ou reprodução deste manual, no seu todo
ou em partes, sob quaisquer formas ou por quaisquer meios (electrónicos, mecânico, gravação, fotocópia ou
outros), sem permissão expressa de entidade editora (Universidade Católica de Moçambique – Centro de Ensino
à Distância). O não cumprimento desta advertência é passível a processos judiciais.

Elaborado Por: Matateu Armando Salvador

Bacharel em Recursos Humanos (Ba) e Comunicação e Licenciado em Direcão e Gestão Educacional

pela Faculdade de Ciência de Educação - Universidade Católica de Moçambique- UCM

Universidade Católica de Moçambique (UCM)


Centro de Ensino à Distância (CED)
Rua Correia de Brito No 613 – Ponta-Gêa
Beira – Sofala

Telefone: 23 32 64 05
Cell: 82 50 18 440
Moçambique

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E-mail: ced@ucm.ac.mz
Website: www.ucm.ac.mz
Agradecimentos
A Universidade Católica de Moçambique (UCM) – Centro de Ensino à Distância (CED) e o autor do presente
manual, Matateu Armado Salvador, agradecem a colaboração de todos que directa ou indirectamente
participaram na elaboração deste manual. À todos sinceros agradecimentos.
Ética Social Código: 01-A0203 i

Índice
Visão geral 1
Bem vindo a Ética Social .............................................................................................................................. 1
Objectivo do curso ........................................................................................................................................ 1
Quem deveria estudar este módulo ............................................................................................................... 2
Como está estruturado este módulo .............................................................................................................. 2
Ícones de actividade ...................................................................................................................................... 3
Acerca dos ícones ................................................................................................................... 3
Habilidades de estudo ................................................................................................................................... 3
Precisa de apoio? .......................................................................................................................................... 4
Tarefas (avaliação e auto-avaliação) ............................................................................................................. 4
Avaliação ...................................................................................................................................................... 5

Unidade N0 01-A0203 7
Tema: A Ética e Sua origem / Conceito de Ética Social .............................................................................. 7
Introdução .......................................................................................................................................... 7
Sumário..........................................................................................................................................................7
Exercícios ................................................................................................................................................... 12

Unidade N0 02-A0203 12
Tema: Caracteristicas da moral (Ético) ....................................................................................................... 12
Introdução ...................................................................................................................................... 123
Sumário ....................................................................................................................................................... 13
Exercícios ................................................................................................................................................... 15

Unidade N0 03-A0203 15
Tema: Ética e livre vontade do agir humano ............................................................................................. 15
Introdução ........................................................................................................................................ 15
Sumário ....................................................................................................................................................... 16
Exercícios ................................................................................................................................................... 18

Unidade N0 04-A0203 19
Tema: Relação vontade e liberdade do homem na sociedade ................................................................ 19
Introdução ........................................................................................................................................ 19
Sumário ....................................................................................................................................................... 19
Exercícios ................................................................................................................................................... 21

Unidade N0 05-A0203 21
Tema: Liberdade de agir e Principais soluções da liberdade ...................................................................... 21
Introdução ........................................................................................................................................ 21
Sumário ....................................................................................................................................................... 22
Exercícios ................................................................................................................................................... 27

Unidade N0 06-A0203 27
Tema: Conhecimento como Valor ético ..................................................................................................... 27
Introdução ........................................................................................................................................ 27
Ética Social Código: 01-A0203 ii

Sumário ....................................................................................................................................................... 28
Exercícios ................................................................................................................................................... 30

Unidade N0 07-A0203 31
Tema: Responsabilidade social no acto Humano........................................................................................ 31
Introdução ...................................................................................................................................... 311
Sumário ....................................................................................................................................................... 31
Exercícios ................................................................................................................................................... 34

Unidade N0 08-A0203 35
Tema: O bem e os sistemas morais (Éticos) ............................................................................................... 35
Introdução ........................................................................................................................................ 35
Sumário ....................................................................................................................................................... 35
Exercícios ................................................................................................................................................... 38

Unidade N0 09-A0203 38
Tema: Consciência e o valor ético .............................................................................................................. 38
Introdução ........................................................................................................................................ 38
Sumário ....................................................................................................................................................... 39
Exercícios ................................................................................................................................................... 45

Unidade N0 10-A0203 46
Tema: Autonomia e auteticidade moral/ compromisso social - a profissão educativa ............................... 46
Introdução ........................................................................................................................................ 46
Sumário ....................................................................................................................................................... 46
Exercícios ................................................................................................................................................... 50
Ética Social Código: 01-A0203 1

VISÃO GERAL

BEM VINDO A ÉTICA SOCIAL

Muitos autores definem a Etica Social como sendo teoria normativa relacionada com
a conduta e os costumes humanos ou conjunto de normas de conduta que deverão
ser postas em prática dentro duma sociedade ou meio social e duma maneira mais
ampla, podemos considerar como a ciência do agir do homem emquanto individuo
na sociedade. Pretende-se assim definir porque na generalidade “ Agimos para
atingir um fim ou consiguir um fim ou um bem e, cada acção tem um meio e o fim
último de cada agir humano pressumi-se que seja para atingir a Felicidade do
Humana” dentro na sociedade onde vive.

OBJECTIVO DO CURSO
Quando terminar o estudo de Ética Social, o estudante terá:

 Noções sobre os valores éticos e morais o ( Bem e Mal) e irá conhecer os


elementos que determinam e que contribuem no seu agir humano dentro da
sociedade.
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QUEM DEVERIA ESTUDAR ESTE

MÓDULO

Este módulo foi concebido para todos aqueles que frequentam os cursos à distância,
oferecidos pela Universidade Católica de Moçambique (UCM), através do seu
Centro de Ensino à Distância (CED).

COMO ESTÁ ESTRUTURADO ESTE MÓDULO

Todos os módulos dos cursos produzidos por UCM - CED encontram-se estruturados
da seguinte maneira:

Páginas introdutórias

 Um índice completo.
 Uma visão geral detalhada do curso / módulo, resumindo os aspectos-chave
que você precisa conhecer para completar o estudo. Recomendamos vivamente
que leia esta secção com atenção antes de começar o seu estudo.
Conteúdo do curso / módulo

O curso está estruturado em unidades. Cada unidade incluirá uma introdução,


objectivos da unidade, conteúdo da unidade incluindo actividades de
aprendizagem, um resumo da unidade e uma ou mais actividades para auto-
avaliação.

Outros recursos

Para quem esteja interessado em aprender mais, apresentamos uma lista de recursos
adicionais para você explorar. Estes recursos podem incluir livros, artigos ou sites
na internet.

Tarefas de avaliação e/ou Auto-avaliação

Tarefas de avaliação para este módulo encontram-se no final de cada unidade.


Sempre que necessário, dão-se folhas individuais para desenvolver as tarefas, assim
como instruções para as completar. Estes elementos encontram-se no final do
módulo.

Comentários e sugestões

Esta é a sua oportunidade para nos dar sugestões e fazer comentários sobre a
estrutura e o conteúdo do curso / módulo. Os seus comentários serão úteis para nos
ajudar a avaliar e melhorar este curso / módulo.
Ética Social Código: 01-A0203 3

ÍCONES DE ACTIVIDADE

Ao longo deste manual irá encontrar uma série de ícones nas margens das folhas.
Estes icones servem para identificar diferentes partes do processo de aprendizagem.
Podem indicar uma parcela específica de texto, uma nova actividade ou tarefa, uma
mudança de actividade, etc.

ACERCA DOS ÍCONES


Os icones usados neste manual são símbolos africanos, conhecidos por adrinka. Estes
símbolos têm origem no povo Ashante de África Ocidental, datam do século XVII e
ainda se usam hoje em dia.

Pode ver o conjunto completo de ícones deste manual já a seguir, cada um com uma
descrição do seu significado e da forma como nós interpretámos esse significado
para representar as várias actividades ao longo deste módulo.

HABILIDADES DE ESTUDO

Caro estudante, procure olhar para você em três dimensões nomeadamente: o lado
social, profissional e estudante, daí ser importante planificar muito bem o seu tempo.

Procure reservar no mínimo 2(duas) horas de estudo por dia e use ao máximo o
tempo disponível nos finais de semana. Lembre-se que é necessário elaborar um
plano de estudo individual, que inclui, a data, o dia, a hora, o que estudar, como
estudar e com quem estudar (sozinho, com colegas, outros).

Evite o estudo baseado em memorização, pois é cansativo e não produz bons


resultados, use métodos mais activos, procure desenvolver suas competências
mediante a resolução de problemas específicos, estudos de caso, reflexão, etc.

O manual contém muita informação, algumas chaves, outras complementares, daí ser
importante saber filtrar e apresentar a informação mais relevante. Use estas
informações para a resolução das exercícios, problemas e desenvolvimento de
actividades. A tomada de notas desempenha um papel muito importante.

Um aspecto importante a ter em conta é a elaboração de um plano de


desenvolvimento pessoal (PDP), onde você reflecte sobre os seus pontos fracos e
fortes e perspectivas o seu desenvolvimento.

Lembre-se que o teu sucesso depende da sua entrega, você é o responsável pela sua
própria aprendizagem e cabe a ti planificar, organizar, gerir, controlar e avaliar o seu
próprio progresso.
Ética Social Código: 01-A0203 4

PRECISA DE APOIO?

Caro estudante, temos a certeza de que por uma ou por outra situação, o material
impresso, lhe pode suscitar alguma dúvida (falta de clareza, alguns erros de natureza
frásica, prováveis erros ortográficos, falta de clareza conteudística, etc). Nestes
casos, contacte o tutor, via telefone, escreva uma carta participando a situação e se
estiver próximo do tutor, contacte-o pessoalmente.

Os tutores têm por obrigação, monitorar a sua aprendizagem, dai o estudante ter a
oportunidade de interagir objectivamente com o tutor, usando para o efeito os
mecanismos apresentados acima.

Todos os tutores têm por obrigação facilitar a interação, em caso de problemas


específicos ele deve ser o primeiro a ser contactado, numa fase posterior contacte o
coordenador do curso e se o problema for da natureza geral, contacte a direcção do
CED, pelo número 825018440.

Os contactos só se podem efectuar, nos dias úteis e nas horas normais de expediente.

As sessões presenciais são um momento em que você caro estudante, tem a


oportunidade de interagir com todo o staff do CED, neste período pode apresentar
dúvidas, tratar questões administrativas, entre outras.

O estudo em grupo, com os colegas é uma forma a ter em conta, busque apoio com
os colegas, discutam juntos, apoiem-me mutuamnte, reflictam sobre estratégias de
superação, mas produza de forma independente o seu próprio saber e desenvolva
suas competências.

Juntos na Educação à Distância, vencedo a distância.

TAREFAS (AVALIAÇÃO E AUTO-

AVALIAÇÃO)

O estudante deve realizar todas as tarefas (exercícios, actividades e auto-avaliação),


contudo nem todas deverão ser entregues, mas é importante que sejam realizadas.As
tarefas devem ser entregues antes do período presencial.

Para cada tarefa serão estabelecidos prazos de entrga, e o não cumprimento dos
prazos de entrega , implica a não classificação do estudante.

As trabalhos devem ser entregues ao CED e os mesmos devem ser dirigidos ao


tutor/docentes.

Podem ser utilizadas diferentes fontes e materiais de pesquisa, contudo os mesmos


devem ser devidamente referenciados, respeitando os direitos do autor.

O plagiarismo deve ser evitado, a transcrição fiel de mais de 8 (oito) palavras de um


autor, sem o citar é considerado plágio. A honestidade , humildade cintífica e o
respeito pelos direitos autorais devem marcar a realização dos trabalhos.
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AVALIAÇÃO

Vocé será avaliado durante o estudo independente (80% do curso) e o período


presencial (20%). A avaliação do estudante é regulamentada com base no chamado
regulamento de avaliação.

Os trabalhos de campo por si desenvolvidos , durante o estudo individual,


concorrem para os 25% do cálculo da média de frequência da cadeira.

Os testes são realizados durante as sessões presenciais e concorrem para os 75% do


cálculo da média de frequência da cadeira.

Os exames são realizados no final da cadeira e durante as sessões presenciais, eles


representam 60% , o que adicionado aos 40% da média de frequência, determinam a
nota final com a qual o estudante conclui a cadeira.

A nota de 10 (dez) valores é a nota mínima de: (a) admissão ao exame, (b) nota de
exame e, (c) conclusão do módulo.

Nesta cadeira o estudante deverá realizar: 3 (três) trabalhos; 2 (dois) testes escritos e
1 (um) exame escrito.

Não estão previstas quaisquer avaliação oral.

Algumas actividades práticas, relatórios e reflexões serão utilizadas como


ferramentas de avaliação formativa.

Durante a realização das avaliações , os estudantes devem ter em consideração: a


apresentação; a coerência textual; o grau de cientificidade; a forma de conclusão
dos assuntos, as recomendações, a indicação das referências utilizadas, o respeito
pelos direitos do autor, entre outros.

Os objectivos e critérios de avaliação estão indicados no manual. Consulte-os.

Alguns feedbacks imediatos estão apresentados no manual.


Ética Social Código: 01-A0203 7

UNIDADE N 0 01- A0203

TEMA: A ÉTICA E SUA ORIGEM / CONCEITO DE ÉTICA SO CIAL

INTRODUÇÃO

É extremamente importante saber a origem e o conceito da Ética. A sua


orrigem conforme o que pretendemos apresentar a segui, leva-nos a perceber
que é da Filosofia no sentido da procura do conhecimento do bem para ao
homem como fim último. Pela dimensão da ética esta começa a ter diferentes
campos de aplicação surgindo diferenetes éticas ( Social, Profissional, Moral,
militar, ambiental, animal,etc.) Nesta unidade não procuramos abordar a
ramificação da Ética como tal, mas somente da Ética Social, como uma ciência
especifica.

Porque não si pode falar duma maneira simples haverá necessidade de voltar a
sua origem, e fazer uma reflexão relativo aos aspectos éticos duma maneira
interligadas, para facilitar a compreensão da essência do estudo da cadeira.

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Conhecer a origem da Ética Social


 Conceitualizar a Ética Social.
 Reflectir sobre vários aspectos ligados a Ética Social.
Objectivos

Sumário
Origem da Ética

Para conhecermos a Ética Social como ciência temos que ir a sua origem. A
Ética tem origem filosófica, devido ao problema do principio - Principio Fisico
- dos Jónios/Gregos ( Teles, Anaximenes e Amaximandro) que se
preocuparam pela origem da Natureza o ques lhes levou a varias experiências
do quotediano cruzando diferentes ideias.

Com estudo da Filosofia, as reflexões sobre origem da Natureza, os Jónios


concluiram que cada povo tem suas maneiras, interpretações, seus hábitos,
Costumes, etc sobre diferentes ocorrencia da natureza. Com issa conclusão, os
Jónios/Gregos preocuparam-se sempre em procurar encontrar certas maneiras
Ética Social Código: 01-A0203 8

que eram universais. No Séc. VI a.c observaram, estudaram, escreveram e


depois de tudo procuram criticas os costumes do viver do homem
comparativamente.

Etimologia da Palavra Etica

Provém do Grego e latin : éthos + mos= Ética ( Hábitos, costumes, Valores)

Conceituação: O que é Ética Social?

Segundo Máriton Silva Lima constitucionalista, filósofo, professor de


português e de latim, diz que partindo das palavras éthos e mos (grega e latina,
respectivamente) definimos a ética como a ciência que trata do emprego que o
homem deve fazer de sua liberdade, para conseguir o seu fim último.

Na nossa nota introdutoria tentamos apresentar a ideia sintetizada sobre a


Ética, no entanto, a ideia mais estruturada e ampla fica a seguinte, que é a
teoria normativa relacionada com a conduta e os costumes humanos.

Podemos ainda apresentar difentes conceitos sobre a Ética, as de concepção


filosófica foram as mais antigas e, estas, conceitua a Ética como sendo a
filosofia moral; Como sendo o estudo sobre o comportamento humano; e o
estudo que tem a ver com o comportamento, hábitos costumes sociais.

Estas concepções filosoficas austentam o aparecimento do estudo da ética se de


certa maneira aceitarmos de que a “ciência” Ética provém da filosofia. Dentre
estas definições apresentadas centram-se na ideia principal de que a “Ética
Social procura estudar a origem e a natureza da lei moral vivida em cada
sociedade, ou valor de bem e mal da conduta do agir do homem na sociedade ”.

Apesar da Ética estar relacionada com conduta e costumes, encontra-se em co-


relação com a Moral que completa, procurando estabelece regras que são
assumidas pela pessoa na sociedade.

Nesta óptica de ideia, a Moral passa a ser uma reflexão Teológica, estudo do
Transcedente ( Divino) que vai estabelecer a balança equitativa do bem estar
social do Homem na Sociedade, através dos seus actos comportamentais aceite
dentro do seu meio social.

Pode completar a ideia acima, na medida em que percebe-se que a Ética social
procura dar conta da importância da dimensão do agir social do homem e
propor uma nova compreensão do ambiente de relacionamento no lugar onde
convivemos, mudando o nosso comportamento, a nossa maneira de ser e
contribuindo para as boas relacionamento. Relaciona-se de certa maneira
também aos hábitos e costumes dependentes e interdependentes do
comportamento entre individuos enquanto social e proviniente ou habitante
dum certo grupo de pessoas.

Portanto, estabelece-se aqui uma estreita relação do Agir do homem com a


Sociedade, levando deste modo o estudo da ética a cada realidade contextual
Ética Social Código: 01-A0203 9

da da comunidade, da sua sociedade e sem fazer distenções as leis do


imperativo categorias do agir Humano. Ex; Não matar.

Podemos dizer a partir do suporte acima que, quando a sociedade é conduzida


pelos homens de bem, os valores sociais são pela ordem do bem, implica que,
existem as classificação e responsabilidade nos actos, há busca do bem para
as pessoas, pela ética positiva, engrandecendo os costumes versados na paz, no
amor e na união, exercitados pelos bons hábitos, então, estamos perante a
Ética Social.

Cientificidade da ética Social

O estudo da ética não se relaciona com o belo/ Estética ( Arte) mas sim procura
avaliar se os hábitos e os costumes vividos pelo certo individuo dentro da
sociedade são Bom ou Maus. Não são os costumes, nem hábitos por si só mas
os hábitos manifestados pelos individuos.

É nesta vertente em que alguns analistas levam a cientificidade a ética,


( Ciencia não universal) porque cada sociedade tem os seus hábitos, seus
costumes. Admite-se também que a Ética Social tem uma linguagem exótica,
descritiva, a utilização da linguagem “é”que avalia o comportamento é de certa
maneira analistica levando a não cientificidade universal das sua reflexões.

Ex; A Moça é Bonita / não é Bonita.

A Ética Social apenas estabelece regras, maneiras de se comportar enquanto


que as outras ciências têm várias maneiras e podem evoluir e variar as sua
visões universais de critica em relação a certos pontos de estudos, através de
experiências e definir certas teorias.

O Facto ético:

Entende-se como facto ético a avaliação do Bom e Mau, o que constitui um


facto de experiência e, é a partir desta que a ética se desenvolve . Pode ser
também considerada uma capacidade inata de julgar moralmente o que é Bom
e mau. O facto ético está presente em todos individuos, nenhuma pessoa pode
escapar, todas as pessoas participam a realidade que deve ser aceite por todos,
caso contrário porque alguma coisa falta.

A Ética social não é uma abstração, ela basea-se na realidade, num facto e na
vida real do Homem “ Experiências comum da vida Humana dentro duma
sociedade ”e para estudar estas realidades é preciso o facto ético que é
obrigatoriamente um “Dever” ou existência de algo “Tem Que”. Os factos
éticos que podem ser experimentais ou observados, são:

- Ponto de vista ético ( Comportamento): Temos o caso dos actos que cada um
deve fazer; que cada um não deve fazer; aquilo que depende da minha vontade,
( se é positivo ou negativo). No ponto de vista ético comportamental
destinguimos os aspectos da liberdade individual sem julgamento do outrem.
Ética Social Código: 01-A0203 10

- Relações da ética e outras ciências humanas: Pretende-se verificar como


facto ético as relações que existem com as outras ciências, tais como;

 Antropologias- ( social, Cultural e filosófica) pelo facto desta ciências


estudarem os costumes e suas origem, como se expandem os hábitos e
costumes e a ética poder verificar os relacionamentos dos costumes
Bom e Maus dentro das sociedades.

 A Psicologia que também procura relacionar-se com ética na medida


em que procura estudar o homem no seu comportamento Bom e Mau,
sobretudo no agir Social.

 Relaciona-se também com outras ciências - a Sociologia, Etinomia,


Política, etc. ciências estas que, estudam a vida politica social do
homem e a ética vai determinar o que deve ser e como deve ser.

- Ética e Metafisica: É um facto ético porque procura fazer perceber de que


cada conduta humana tem, pode ter ou pode ser Bom ou Mau, além do
pensamento moral que se recai a Teologia, verifioca-se que a conduta pode ter
sua influencia exterior. Neste facto ético, procura-se analisar o comportamento
Bom e Mau como se deve fazer e aplicar um julgamento absoluto.

As Leis Humanas

Se o pressuposto principal do estudo da ética social centra-se nas distinção dos


hábitos e costumes Bons e Maus relaciona-os ao agir do homem dentro da
sociedade, de certa maneira leva-nos a perceber que existem universalmente
Bom e Maus hábitos ou costumes, denominados por leis humanas categórica
ou por Lei do imperativo categórico.

Neste entender, a Ética Social trata das obrigatoriedade mais profunda ou


interior da pessoa como social. Não se pode a ética ser considerada como uma
lei exterior mais sim uma lei interior do Homem ou uma critica interior, uma
consciência que ou de julgar se o comportamento a assumir pelo homem na
sociedade é Bom ou Mau.

A Lei podo ser entendida como sendo a formação exterior da obrigação


humana e, esta lei pode mudar segundo as necessidades das pessoas porque
trata-se da formação aceite por todos.

Enquanto a Lei como tal, pode alterar mediante a força do sociedade, as leis
Humanas que constituem a Lei do imperativo categórica que sustenta o agir
Humano não muda prevalece, pois associam-se ao facto ético.

Para percebermos a diferença sobre a Ética social e a Lei, no que tange as Leis
humanas, podemos partir da distençào entre o Crime e o Pecado no facto ético.

O juiz ao julgar deve tomar em conta a Lei não a ética, isto para distinguir o
Crime do Pecado. Perceber-se-à o Crime como algo ou infração cometida
perante uma lei ja estabelecida dentro duma sociedade e o Pecado como algo
Ética Social Código: 01-A0203 11

cometida contra a lei fundamental da moral e verdadeira mas não se deve


escrever como lei- é acto ético percebido pela Ética Social.

O direito Humano e a ética social

Cada um de nós é portador de uma dignidade que não se vende, não se


transfere e não se abdica, este é o seu direito - Direito de viver, um direito de
certo modo Bom. Esta dignidade que constitui direito humano, leva-nos a
amar, filhos, Pai, membros da familia, povo, raça e nação (Lv 19, 18; Mt 22,
39; Rm 13, 8-10).

A Declaração Universal dos Direitos do Homem afirma esta dignidade em


variados aspectos, como base da liberdade, da justiça e da paz (arts.1, 22 a 28).

Como membro da sociedade, a pessoa tem a obrigação de contribuir para o


bem comum ou o bem de todos. O simples factos de contribuir para o bem
comum estamos a agir mediante um valor ético social, cumpridos com os
deveres de cidadão ou de sócio, a pessoa conserva a liberdade para atender a
seus interesses particulares e do outrem.

Se do trabalho vive o homem então, este, constitui seu direito e, passa


automaticamente a ser um bem do ser humano, quer dizer que, é por meio dele
que o ser humano, homem e mulher, completa o seu comportamento na
maneira de agir e se realiza como pessoa e como membro de uma comunidade
e na familia. Isso significa que o valor do trabalho humano não é o seu gênero
mas o facto de aquele que o executa ser uma pessoa social.

Alguns estudos recentes sustentam que o meio laboral molda o individuo e


outros analista defende que os cargos do trabalho mudam a conduta do
individuo, não pelas lei e regulamentos impostos mas sim, como um facto ético
que ajuda a complementar o homem na sociedade, nos nossos hábitos, em
virtudes, na aceitação de certos costumes. Ficam assim reguladas as relações
do trabalho com as pessoas e os grupos intermediários ou comunidades.

Quer dizer, se a individuo é pertença duma organização, tem seu direito de


trabalhador é tendente à sociedade, logo constitui uma pessoas, compreende-
se que deve exigir solidariedade/ Sociaslização entre as pessoas membros da
sociedade, assumindo certos valores éticos aceite nesta sociedade.

Este princípio é fundamental para o destino comum da humanidade. Isso nos


envolve nas relações humanas fundamentais, não só no nível pessoal, mas nos
níveis pessoa-pessoa, ser humano-meio ambiente, nas relações com os mais
diversos grupos comunitários e organizações sociais, com os diferentes níveis e
instâncias de poder.
Ética Social Código: 01-A0203 12

EXERCÍCIOS

1 – O que entendes por facto ético? Diga o que observamos no facto


ético?

Resposta: Entende-se como facto ético a avaliação do Bom e Mau. Pode


Auto-avaliação
ser também considerada uma capacidade inata de julgar moralmente o
que é Bom e mau.Observamos: Comportamento, Relações da ética e
outras ciências humanas e Ética e Metafisica

UNIDADE N 0 02- A0203

TEMA: CARACTERISTICAS DA MORAL (ÉTICO)

INTRODUÇÃO

A Ética Social abarca duas dimensões de estudo a primeira da própria ética que
se relaciona com os hábitos e costumes e, a segunda que constitui a parte social
do homem. Implica dizer que o estudo da ética social como ciência tem sua
especificidade que tenta abarcar os dois elementos ( O ético e o Social) deste
modo ajuda a distinguir-se das outras éticas tais como; a Ética Filosófia e Ética
Profissional, Ética militar e das outras ciências que se assemelham no seu
objecto do estudo. Para melhor compreender o estudo da Ética social vamos
apresentar as caracteristicas principais do moral ético.

Ao completar esta unidade, o estudante será capaz de:

Objectivos  Descrever as caracteristicas principais do moral Ético.


 Distinguir as diferentes caracteristicas analisadas
Ética Social Código: 01-A0203 13

Sumário

As caractristicas da moral ético são aspectos principais que moldam a agir


humano apesar de alguns destes não serem conhecidos pelo próprio homem,
podem ser manifestados sem que este ponha em conta. O nosso agir, o nosso
comportamento, o costumes considerados Bom ou Mau fazem parte extrinseco
do homem e, outras elementos da manifestação podem ser intrinseco é o caso
da consciência, intiligência, etc. Das caracretisticas do moral éticos mais
usuais são:

1.Ética irredutivelmente deferente dos outros aspectos confundiveis com


as Leis: - é utilizada sobretudo pelas correntes utilitarista. A ética não se deve
realizar ao mandato de algem;

2. Ética relativo a Liberdade: - O Bem é em relação aos actos livres


humanos, aqui podemos notar a liberdade, os valores morais a apresentarem-se
no agir para a liberdade do individuo.

3. O acto moral é Pessoal: - O ético é um aspecto humano. A moralidade


encontra-se no individuo não no seu acto a exercer certa algo.

4. O acto é humano: - A linguagem comum leva-nos a usar os adjectivos


“Bom e Mau. Ao empregarmos os tais adjectivos significa que moralmente e
humano ou desumano e universalmente. O acto humano é co-extensivo
quando abrange todos os seres humanos e individuos ou quando o valor moral
humano extende-se a todos ( Familia, grupo social); O mundo moral extende-
se a todos seres e todos também partilham que lhes fazem seres humanos.

5. A ética relativo as normas: - A atribuição de valor moral aos actos


humanos e seres actores é feita mediante a sua confrontação com as normais.
Se se julga que se devem reagir à conduta humana, estes deve confrontar-se a
realidade da norma, podemdo ser duma forma implicita ou explicitamente.
Neste caso denominamos confrontação implicita, quando a confrontação é
indireita - ouvir de alguem ou falar de costas e a confrontação é explicita
quanto a confrontaçào é ditreita. Falar de cara ou de frente do individuo.

6. Ética Incondicional: - É absoluto e irrecusável em si. Si é Bom deve-se


fazer. A inconsciência moral é categórico ( o Bom tem uma categória) não é
hipotético nem distintivo. A obrigação não diz faz aquilo nem isso. Isso
aparece claramente nas coisas onde o valor moral aparece como obrigatório,
como dever.

7. Ética Transcidente: - Este carácter incondicional que encontramos no ético


aparece revendido aos valores morais que faz com que seja transcendente.
Significa que nada é superior ao valor moral - Deus.

As diferentes concepções do fundamentação ética

a. A Ética como arte


Ética Social Código: 01-A0203 14

No facto ético há um aspecto de ciência e outra como arte. Augusto Comte


afirma que a verdadeira ciência é a ciência natural que é baseada nas ciências
experimentais, dá exemplo da Biologia, Fisica, Matemática, etc. Mas para ele,
a Ética Social é uma ciência no sentido amplo. Considera uma ciência pois, é
um conjunto sistemático de conhecimentos seguros das coisas e das suas
origem ou causas.

A Ética para ele estuda a propósito da vida humana como fim a quem serve a
vida humana?- Qual é a causa? = sendo assim, é uma ciência ampla.

A Ética estuda também os principios e as leis que governam o uso dos meios
para este fim. Tenta estabelecer conclusões com a certeza demonstrativas e a
conclusão deve ser fundamentadas. A Ética Social possui um centro sólido,
um núcleo de verdades seguras.

Ela tem componentes, objecto é necessária ser tratada como ciência de factos
sociais morais; como ciência de capacidade humana de julgar o Bom e Mal.
Este facto moral, precisa de uma ciência para estabelecer e para estudar e, é
desta maneira que a ciência da Ética é posta como Arte.

Arte - significa uma realidade completa.Considerar a ética como arte seria


criar costumes e criar uma forma de vida boa; é aplicações das regras,
concretizar e individualizar as regras para o bem.

b. Ética e metafisica

A Ética Social ou também denominada Ética nornativa, estuda as regras do


Bom e Mau, estabelece um código de regras para vida moral enquanto que, a
Meta-ética é o exame critico do conceito ético, é julgamento e processo de
relacionamento que se usa na Ética. A Ética e metafisica ocupa-se na lógica e
da linguagem do conhecimento das coisas no geral ( Social)

c. Teoria Emotiva da ética

Esta visão sustenta-se por 2 correntes que são:

i. Materialista ( Humer)- Que defende a ética como ciência moral e não


é um objecto próprio do entendimento humano mas, um objecto do gosto
e sentimento. “ Só aquilo que sinto e que gosto, isto é que é objecto da
Ética”

ii. Positivista( Comte) – Na nossa linguagem não podemos utilizar ou


usar conceito que não tem base na experiência cientifica laboratorial; A
ética é uma filosofia que trata de linguagem aceitável que se sustenta na
base de lógica. Sustenta-se como sendo a analise de factos da vida que o
homem está a apresenta através da fala. Admite que, todas as áreas do
aspecto humano têm a sua maneira de falar, no entanto, a ética é uma
forma de falar humano, é uma linguagem humana de Bom e do mal.
Todas esta concepções do Comte, levam a admitir que a ética tem como
base a Emoção – Gosto, Sentimento, etc. pelas coisas da sociedade e, para
Max Weber sustentando a mesma corrente, diz que, as opiniões de
Ética Social Código: 01-A0203 15

qualquer estudo em ciências sociais incluindo a ética têm uma ligação


instrumentais com os valores morais de cada sociedade.

A teoria emotiva que sustenta a Ética Social, dá mais relevo a fala, o


sentimento, o gosto e, categoriza a linguagem de imperativo velado ( não
mentir). De Finance, diz também que o conhecimento ético é um
conhecimento próprio da ética e, basea-se na realidade e só enfatiza as
próprias expressões = Tem sentido cognitivo.

EXERCÍCIOS

1 – Descrever as duas caracteristicas principais do moral Ético a sua


escolha.

Resposta: 1

Auto-avaliação 1. Ética relativo a Liberdade: - O Bem é em relação aos actos livres


humanos, aqui podemos notar a liberdade, os valores morais a
apresentarem-se no agir para a liberdade do individuo.

2. O acto moral é Pessoal: - O ético é um aspecto humano. A


moralidade encontra-se no individuo não no seu acto a exercer certa
algo.

UNIDADE N 0 03- A0203


TEMA: ÉTICA E LIVRE VONTADE

DO AGIR HUMANO

INTRODUÇÃO

O estudo da livre vontade do agir do humano é um dos aspecto principal de


analise ético, pois qualquer manifestação, a aceitação de certos costume
reflecte-se pelo simple execução dos factos o que implica que, o homem
consente a partir da sua consciência e pela facto ético, avalia no seu interior e
executa algo como um fim dotado de valor ético Bom ou Mau.

A simples livre vontade do agir humano que se considera como algo


individual, provas mostram que os seus efeitos apesar de ser dum fim Bom ou
Mau mediante o acto, esta livre vontade, podem ser e ter impacto colectivo ou
pode afectar uma sociedade inteira.
Ética Social Código: 01-A0203 16

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Conceituar a livre vontade e


 Distinguir diferentes fases de livre vontade do agir
Objectivos humana.

Sumário

O Conceito de Livre vontade

Segundo Chouchard a vontade é um esforço mental que incita à acção; é o


Poder que o homem possui de representar a si mesmo e de realizar ou não
realizar qualquer algo. A vontade é algo intrinseco no homem, apenas pode ser
observado na medida em que este demonstra com um certo impacto de
continuidade na execução do facto ético, através de emoção, vivacidade e
acções energética apresentada na sua manifestação, etc.

Acto voluntário Humano

A acto voluntario é sempre um acto iluminado pelo entendimento, inteligência


é apresenta a vontade perante os objectivos desejável, os motivos de
apetibilidade, etc. A vontade de agir humano é livre de determinação, pode
derigir ou apartar-se ou separar –se do objecto propósto, pode também eleiger
um objecto entre vários escolhidos. O acto de livre vontade pode receber
influencias modificadoras e estas alterar ou determinar as condições. Os
elementos que podem diminuir são:

- Quando o nosso conhecimento não alcança claramente o juizo, pode


modificar o acto, (Ex Ignorância, dúvida);

- Quando a vontade e atraido, aumenta a paixão aumenta também a força de


inclinação de tal modo que a razão fica induzido e o raciocinio diminui e;

- Quando o Bem é aliado a ameaça ou desviado ( Medo), pode chegar a


distruir a raiz da vontade ou estado livre sobre o acto.
Ética Social Código: 01-A0203 17

Tipos de acto voluntários:

- Voluntário positivo – Fazer ou querer algo simplesmente;

- Voluntário Negativo – não fazer e não querer nada ou algo e;

- Acto voluntário neutro – não há voluntariedade, por issso nem é negativo


nem positivo.

Niveis do querer ou voluntariedade:

1. Nivel actual – Querer algo imediatamente;


2. Nivel virtual – Uma intenção que uma vez feita continuam a influenciar a
caminhada do individuo, podendo cultivar a virtude ou ideia inicial;
3. Nivel habitual – Intenção que foi feita mas, não influencia o acto
intencional
4. Nivel Interpretativo- Intenção que não foi realizada mas, pode ser feita se
a pessoa dar conta do caso.

As 4 fases de livre vontade ou acto voluntário do agir humano:

a) Fase de concepção – o homem tem que conceber a seu bem e a livre


vontade de agir perante algo que o convêm, caso contrário não;
b) Fase de deliberação – Pensar e contarbalançar, implica que qualquer acção
humana é um facto ético consciente;
c) Fase de decidir – Para efectuar algo, deve ser comandado pelo intelecto
depois de avaliado, a decisão é a fase de concretização da acção ou não para
a execução e;
d) Fase de execução – acto de fazer a acção.

Sabemos que o estudo da ética centra-se nas teoria normativa relacionada


com a conduta e os costumes humanos que garantam o bem comum. Os
psicológos consideram que a concepção de qualquer acto ético deve ser da
vontade do individuo e, nesta versão, a livre vontade é o contrário de Abúlia,
que consiste no infraquecimento da vontade ou ausência da vontade.

A Abúlia pode ser inata próprio dos males, passiva dos que não fazem
verdadeiramente esforço para viver e pode-se manifestar no estado doentio
dum individuo. Dentre estados de Abulia, podemos constatar as mais
Ética Social Código: 01-A0203 18

frequentes no homem, limitando-lhe a livre vontade de agir e influenciando de


certa maneira a sua conduta, temos os seguintes:

a) As Melancolia ( Melacolico/Psicopata/ Obsecados) – que consiste no


infraquecimento do humor, nota-se pela tristeza aguda, um profundo
pessimismo e, pela perca de iniciativa;
b) Da psicastênia – neurose, doenças mentais que se caracterizam por
falta de resolução dúvida, ou por elevadas preocupações constante sem
soluções;
c) Obsessão – é a ideia presistente que fica sempre no individuo e
assaltante no espirito do individuo, acompanhado de um sentimento penoso
de ansiedade e;
d) Depressão – a inflexão da enérgia na pessoa e é, acompanhada de
tristeza, enfraquecimento fisico, mental e também espiritual (Insónia), as
depressões vedam no individuao a realização do Bem moral e influencia a
familia, a comunidade, ou grupo de pessoas.

Como Podemos superar a Abúlia e elevar a livre vontade de agir?

Chouchord diz: que qualquer individuo pode incentivar a livre vontade de agir,
através de:

- Exercicio paulatina e consistente de acto de responsabilidade;


- Criar hábitos de agir sozinho;
- Treino contínuo da vontade de fazer as coisas e;
- Questionar os actos no agir.

EXERCÍCIOS

1 – Fale sobre o acto voluntário humano.

Resposta: A acto voluntario é sempre um acto iluminado pelo


entendimento, inteligência que apresenta a vontade , os objectivos
Auto-avaliação
desejável, os motivos de apetibilidade. Avontade de agir humano é
livre de determinação pode derigir ou apartar-se ou separar –se do
objecto proposto, pode também eleger um objecto entre vários
escolhidos. O acto de livre vontade pode receber influencias
modificadoras e estas alterar ou determinar as condições
Ética Social Código: 01-A0203 19

UNIDADE N 0 04- A0203

TEMA: RELAÇÃO VONTADE E LIBERDADE DO HOMEM NA


SOCIEDADE

INTRODUÇÃO

Não de pode falar da liberdade sem que antes se faça a reflexão sobre a
vontade Humana. Na analise sobre o acto humano voluntario sempre se faz no
intuido de que este tenha exercido perante a sua liberdade, caso contrario será
pelo coersão de alguem que detenha um Poder ou que a tenha ameaçado para a
pratica desta acção.

Portanto, a essência principal nos reflexos de assumir a responsabildade dos


actos ético, centra-se no principio de que o homem é dotada de vontade e que
os actos executados conscientenente são resultante da sus liberdade quer seja
de escolha deste ou aquele acto, hábito ou costume ou de se expressar perante
algo.

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Analisar a relação existente entre vontade e liberdade.


Objectivos
 Reflectir sobre vários aspectos ligados a Ética Social.

Sumário
Relação vontade e liberdade como acto de ética Social

Os antropológos que também se debruçam no estudo dos povos e seus


costumes, defendem que o homem é um ser doptado de vontade (Homo
Voleus) O que equivale dizer Homem livre, homem dedicado. Esta concepção
antropológica procura atribuir qualidade que se encontram em todo o Homem –
“ vontade é a base do Homem” e “ a vontade do homem deve ser livre”

O querer ou vontade é forma de inclinação, é uma maneira de ser e estar,


tendência do apitites, qualquer inclinação para o Bem, neste caso, ao
relacionarmos com a ética social constata-se que o Bem é o objecto, algo que
sustenta, que provoca, que estimula a inclinação do agir do homem dentro da
sociedade, um agir perante a liberdade do seu conhecimento e consciência.
Ética Social Código: 01-A0203 20

Pode ser considerado um Bem querer de assumir um hábito ou costume pelo


qualquer individuo dentro da sociedade como algos de liberdade de escolha.
Portanto, a vontade e a liberdade passam a ser um facto ético, logo são dois
considerados elementos que se relacionam e passam a ser considerados é algo
social e que determinam o agir social.

A vontade pode ser:

Nesta analise Baptistt distingue algumas propriedades da vontade, que são:

- Vontade Humana – aquela que pertence ao Homem “ a vontade é o


homem”;
- Vontade Mundavidade – aquela que é sempre referida ao mundo dos
seres que se encontram no mundo;
- Vontade alienação – Aquela que se descobre em qualquer coisa que
não devia querer;
- Vontade Volubilidade – aquela que não se concentra para um único
objecto mais sim para vários
- Vontadade Conformismo – aquela que é adaptada facilmente ao que
queremos dos outros, distingue-se da vontade colectiva e individual;
- Vontade Transcendência – a que se refer as coisas espirituais, a
ansiedade de viver as virtudes e fazer bem aos outros e
- Vontade liberdade – aquela que se provém da autonomia individual
associada a responsabiliadade pelos actos éticos independentes.

Em vontade humana não pode-se deduzir que existem Boas Vontades e Nem
más vontades, pois cada individuo na sociedade tem seus apitite depedendo dos
hábitos e costumes vividos. No entanto, as vontades define a conduta no acto
livre de agir, pois, estes resultam de processo mentais que se manifestam no
exterior da pessoa e da capacidade avaliativa do individuo que vai pensar, vai
agir em relação ao impulso social.

Portanto, podemos dizer que a arte de agir é preciso refletir, e admite-se que
todos actos humanos ou pessoas constituem um comportamento que se
manifesta num seio social que pode ter suas implicações positivas ou negativa
( Boas/Más).

Sustenta a afirmação o seguinte: Só posso dizer que o fulamo é bom ou Mau


depois de conviver tempo com este, mas há que admiter que toda pessoa é boa
as circunstâncias, os costumes e hábitos ( Meio Social) podem influenciar
pode influenciar a sua conduta livre de agir
Ética Social Código: 01-A0203 21

EXERCÍCIOS

1 – Distinguimos 4 fases de livre vontade do agir humano

Resposta: Fases de: 1. Concepção – o homem tem que conceber a seu


bem e a livre vontade de agir perante algo que o convem, caso
Auto-avaliação contraio não; 2. Deliberação – Pensar e contarbalançar, implica que
qualquer acção humana é um facto ético consciente; 3. Decidir – Para
efectuar algo deve ser comandado pelo intelecto depois de avaliado, a
decisão é a fase de concretização da acção ou não para a execução e 4.
Execução – acto de fazer a acção.

UNIDADE N 0 05- A0203

TEMA: LIBERDADE DE AGIR E PRINCIPAIS SOLUÇÕES DA


LIBERDADE

INTRODUÇÃO

Partiremos de principios de que os actos voluntarios que define o agir do


homem dentro da sociedade são individuais e podem ser influenciados por
certas circunstâncias do meio mas, não excluimos a hipótese de que estes
sempre são livres ( da Liberdade que o Homem goza na natura) e, também são
responsabilizados a certo individuo, por ser este o executor.

A liberdade neste caso faz parte do elemento fundamental da analise em Ética


Social pois, contribui no agir Humano, no facto ético – através da capacidade
individual da avaliação dos seus actos ( Bom /Maus) e por ser algo de livre
vontade perante esta liberdade no agir.

A ideia central que fica é que, todos elementos relacionados a Vontade, a


liberdade do agir humano são constituentes ou são elementos de analise em da
Ética Social, pois só admitimos que este costume, hábito ou valor é de boa
conduta se se o homem agir livremente na sua aceitação como tal e, se o
homem for livre perante a sua vontade e consciência em assumir.
Ética Social Código: 01-A0203 22

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Definir o conceito de liberdade.


 Ter noções sobre as implicações da liberdade de agir.
Objectivos
 Interpretar os principios de determinismo da liberdade.

Sumário

Conceito de Liberdade

Os filosofos não refletiram sobre o conceito da Liberdade, porque sempre


consideraram que todas as coisas estão sujeitas ao Divino., neste caso o
Homem está isento das suas responsabilidade, quer dizer o Homem está livre
ou é um ser que goza de Liberdade.

Os escolasticas definiram a Liberdade como sendo (Immunita a coactional =


Ausência de constrangimento). Estes constrangimentos podem ser de ordem
fisica, moral, política, social e psicologicos, que são denominados como tipos
de Liberdade.

Analistas recentes conceitua a Liberdade como sendo o acto do homem fazer


aquilo que quer e que acha ser mais conviniente. Ou simplemente a liberdade é
ausência de coerção.

Segundo (Zapanac; 1969) a coerção é uma actividade ou acção


desempenhado por varios individuos as vezes a coerção leva-nos a agir de
outra maneira. Este pensador admite que cada individuo, cada grupo, ou
sociedade tem expressão coersiva.

Tipos de Liberdade:

 Liberdade fisica- Ausência de pressão fisica ou constrangimentos


fisicos;
 Liberdade Moral – Isenção de ordem moral ou força moral Ex;
ameaças;
 Liberdade Social – Ausência de determinismos sociais;
 Liberdade Politica – Isenção de determinismo político;
Ética Social Código: 01-A0203 23

 Liberdade Psicológica – os psicológos apresentam como sendo a


capacidade que o homem tem de fazer ou não fazer tendo todas as
condições necessárias de agir.

O pensamento outroro sobre a liberdade surge com o estudo da ética, na


tentativa de entender o fim último do agir humano, mas sempre os pensadores
não tiram a ideia de que o homem faz parte da natureza e consiquentemente
deve estar sujeito as leis gerais que governam a natureza e pode ter vários
comportamentos conforme as leis do condicionamento.

Santo Agostinho sustentou sobre a liberdade do homem no seu agir social


atarvés de passagem biblica” Deus revela que o Homem tem livre escolha da
vontade”. Mas como o problema fundamental não era Teocentrico, a liberdade
passa a ser analisada no contexto das relações humanas revelando assim como
um valor ético e um facto ético do homem e social.

No periodo Moderno e Contemporêneo, o centro de atenção passa a ser o


homem e aceita-se que este é livre e que a liberdade deve ser tratada como um
fenómeno social e as sua consequências como problemas sociais originadas
pela acção do agir voluntário e livre do homem.

Algumas implicação da liberdade no agir do Homem

1 Poder

O poder pode ser entendida como sendo exercido desde às formas mais sutis
até aos níveis mais explícitos e comumente identificáveis ao outrem pelo facto
de ser livre no agir, geralmente é uma tarefa de simples identificação da acção
ética - Bom, do Individuos forte sobre os individuos fracos para manter ordem
social. “ Liberdade é Poder.”

Mas a pessoa em situação desvantajosa e livre nos seus agir pode identificar
em que aspectos tem poder, pode usar de certos hábitos ou costumes Bons ou
Maus para sair da posição desvantajosa.

O Poder é aceite socialmente é passa a ser uma forma de poder nas mãos de
quem o detém, Poder este, que pode ser exercido da forma genuína ou da
forma abusiva, dependendo do caso e, quando se procede de forma abusiva,
este exercicio pode ter a percepção irronea e como facto ético, a liberdade
excessiva sobre os individuos fracos passa a ser denomimado por abuso de
poder caracterizado como actos éticos (Mau) ou valor ético negativo perante a
sociedade. Algumas formas de abuso de poder :

Abuso de autoridade

Constitui-se abuso quando uma autoridade, no uso de suas funções, pratica


qualquer atentado contra a liberdade de locomoção, a inviolabilidade do
domicílio, a liberdade de consciência e de crença, o livre exercício do culto
religioso, a liberdade de associação, os direitos e garantias legais assegurados
ao exercício de certas actividades sociais. O abuso de autoridade leva o autor à
Ética Social Código: 01-A0203 24

sanções civil e penal, com base na lei e mediante ao costumes desta sociedade,
pelo facto de ser considerado acto ético Mau.

Abuso de poder econômico - Segundo alguns analistas socias consideram o


abuso do poder econômico o principal geradores de injustiça social. Constitui
abuso do poder econômico toda forma de atividade na eliminação da
concorrência entre companhias, empresas, associações, etc., no domínio dos
mercados para o aumento aumento arbitrário dos lucros.

Apesar de existirem leis comerciais que impoem certos procedimentos


normativos para garantir a boa execução desta actividade, elas também
determina procedimentos contra os infractores destas normas. Quer dizer, o
abuso de poder económico se faz sentir pela Maus actos eticos perante o
consumidor, o emprego, o mercado, e outros. Nesta ordem de ideia, o abuso de
poder econômico é um procedimento de excesso de liberdade no comercio que
podem influenciar toda a sociedade.

Assédio moral no trabalho - “ O assédio moral no ambiente de trabalho é a


exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e
constrangidoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no
exercício de suas funções. Este tipo de assédio é mais comum em relações
hierárquicas autoritárias e desiguais, em que predominam condutas negativas -
Maus, relações desumanas e anti-éticas de longa duração, de um ou mais
chefes dirigidas a um ou mais subordinados, desestabilizando a vítima em
relação ao ambiente de trabalho e à organização.” O assedio pode ser de varias
formas, mais todas enquadram-se nas condutas Mau e que se pressupõem a
liberdade do agir perante excesso de poder.

O assédio sexual - é um tipo de coerção de caráter sexual praticada por uma


pessoa em posição hierárquica superior em relação a um subordinado,
normalmente em local de trabalho ou ambiente acadêmico. O assédio sexual
caracteriza-se por alguma ameaça, insinuação de ameaça ou hostilidade contra
o subordinado, com fundamento em sexismo.

O assédio sexual também pode ocorrer fora do ambiente de trabalho, em


situações em que a vítima pode ser constrangida publicamente com gestos ou
palavras, ou ainda impedida de reagir por se encontrar impossibilitada de
deixar o local, como no caso dos transportes coletivos lotados. Outra forma de
assédio sexual é o acto de seduzir ou induzir a vítima a práticas sexuais não
consensuais quando esta encontra-se sob efeito de alguma substância que altere
seu auto-controle, como o álcool por exemplo. Quando o assédio chega às vias
de facto, nestas circunstâncias, caracteriza-se o abuso sexual ou a violação.

Esta conduta pode não ter grande excesso de uso de Poder pelo simples factos
de acentual sobremaneira a ameança mais sempre na óptica de actos éticos
Maus ela se faz presente pois, a pessoa assediada não se entrega de livre
vontade, levando deste modo a privacidade da sua liberdade no acto de agir.

Coerção é o acto de induzir, pressionar ou compelir alguém a fazer algo pela


força, intimidação ou ameaça. Portanto, esta facilmente entende-se que tira a
liberdade do outrem. Algumas pessoas que se austentam excesso da liberdade
usa-na como forma comumente para motivação de pessoas ou equipes para ao
Ética Social Código: 01-A0203 25

trabalho, sem que ter em conta que agem sob condutas negativas e
consequentimente tem um efeito sobre suas vítimas.

A violência verbal - Consiste nas expressões deliberadamente transgressores


e agressivos, apresentado pelo certos individuos nos limites do espaço
interpessoal. Tem qualidades que a diferenciam de outros tipos de ação
violenta praticados por pessoas ou grupos de pessoas e se desencadeia em
conseqüência das condições de vida ou convívio. Sua manifestação mais
evidente são os altos índices de agressões após discussões acirradas; a mais
constante é a infracção dos códigos elementares de conduta civilizada.

A observação da conduta moral da humanidade, revela um processo de


progressiva interiorização, existe uma clara evolução, sobre o carácter
agressivo na expresividade, devido ao excesso da liberdade de Expressão,
voltado ao mundo actual.

Portanto, os fundamentos da moralidade não se deduzem de um princípio


metafísico, mas daquilo que é mais peculiar ao homem, o desrespeito e a
violência vão contra todos os princípios éticos, seja esta moral, verbal ou física,
e, parafraseando Isaac Asimov em sua obra de ficção científica Fundação: a
violência é o último recurso do incompetente.

Principais soluções da Liberdade:

a) Determinista: As correntes filosoficas nega que o homem seja livre.


Não é livre por razões intrinsecas da natureza do homem e extrinsecas do
próprio homem;
b) Determinismo Extrinseco Metológico: Nega que o homem seja livre
por razões de mitos, costumes, hábitos, fados ou tudo que faz parte dos
mitos;
c) Determinismo Extrinseco Teologico: Defende que o homem não está
livre por razões Teológicas ( Deus) ou devido o problema de
Omnipotência , Omnisciência e Omnispresença;
d) Determinismo intrinseco Fisiológico:(Lambros) ele vê nos
movimentos da vontade simples reacção e, estas reacções estam
determinados por combinações quimicas e os tecidos humanos;
e) Determinismo Intrinseco Sociológico:(Marcuse) Defende que o agir
humano é determinadopelas pressões que a sociedade humana exerce
sobre o individuo e pela suas estruturas sobre o individuo;
f) Determinismo Intrinseco Psicológico:(Leibnitzi/Freud) Defendem
que a acção da vontade do homem é determinada pelo intelecto e pelos
seus conhecimentos . Em relação a Liberdade dizem que os instintos é que
comandam o homem a liberdade de agir;
Ética Social Código: 01-A0203 26

g) Determinismo Intrinseco Metafisico:(S.Pinoza/Schopenhauer),


consederam a vontade humana um momento e um modo da vontade
suprema e da substância Divina;
h) Determinismo Intrinseco Politico:(Maquivel/Hobbis), a vontade
humana depende da vontade do suberano ou das classes governantes.

As soluções deterministas sobre a liberdade do agir do homem dam ênfase as


forças que se encontram fora do dele e, se é assim, estas forças não dam
liberdade ao homem. Quando admite o determinismo Teológico incentiva-se a
Predeterminação que é a capacidade de Deus saber tudo sobre as decições
livres do Homem sem impedir a sua liberdade e Predistenção que se considera
Deus como a causa para a escolha dos actos livremente.

No determinismo duro, não admite a liberdade do homem pois, olha para


naquilo que ocorre no mundo relacionado-o com as casualidade fisica. Admite
que a escolha livre não é livre mais sim ignorância, porque o individuo não
sabe as causas que lhe levam a esta escolha.

O Determinismo Meigo, diz que o homem está livre da complusão-Coersão e


a decisão da escolha do seu agir vem do interior e atraido pelo meio.

O Auto- Determinismo, diz que nada acontece sem causa necessária ou livre,
estas causas são as que determinam a liberdade de acção do individuo.

As soluções indeterministas ( que acentuam o intelecto do homem) Afirmam


que o homem é totalmente livre, é um ser que conhece e pode avaliar a escolha
dos actos ético. Sempre procura conhecer o ser/saber se “É” ou “Não é” livre.

Consequencias da Liberdade

- A liberdade humana faz com que o acto ético seja pessoal, único e não de
outra pessoa ( Vontade de conhecimento) e

- As Emoções podem facilitar ou limitar a liberdade da deliberação quando


essa forem mais. Essas deliberações não são elementos decisivos do acto
humano, mas sim elementos adicionais.

O Homem age livermente, pois ele tem capacidade de controlar os todos os


actos humanos e participa os actos exterior e interiores. Quer dizer, no acto,
existem deliberações do individuo para em seguida decidir o seu acto ético
voluntariamente e livremente.
Ética Social Código: 01-A0203 27

EXERCÍCIOS

1 – Diga qual é a essencia das soluções indeterministas ?-


Argumente.

Resposta: A essência é o intelecto/Razão do homem. A solução


Auto-avaliação
indeterminista acentuam o intelecto do homem. Afirmam que
o homem é totalmente livre, é um ser que conhece e pode
avaliar a escolha dos actos ético. Sempre procura conhecer o
ser/saber se “É” ou “Não é” livre.

UNIDADE N 0 06- A0203

TEMA: CONHECIMENTO COMO VALOR ÉTICO

INTRODUÇÃO

O Conhecimento foi desde muito um dos elementos principais no estudo da


Ética Social pois, no centro de atenção do homem esta o conheciemento do
fim último das coisas. Quase todos os filosofo procuram a partir das sua
reflexões evidenciar o estudo do saber- o conhecimento, atendendo que o
conhecimento é Virtudes e, é que nos leva a Felicidade. Para estes pensadores
a afirmação o Homem virtuoso é feliz estava no hepicentro, mais como atigir a
virtualidade? Podia ser através de saber distinguir o Bem do Mal e considerar
que todas condutas Boas eram as virtuosas.

Até a data, inumeras são as buscas de conhecimentos. Em quase todas as


áreas de Ciências procura-se o conhecimento-saber e algumas delas duma
forma anti-ética, lezando e ferindo certos grupos de pessoas até mesmos
sociedade inteiras.

Portanto, o conhecimento deve ser tomada no seu contexto real como um valor
ético e social pois, a virtude leva-nos a felicidade e a ignorância a morte, no
entanto é preciso procurar conhecer duma forma virtuosa.

Podemos verificar nesta nota introdutória que fizemos mensão de 2 elementos


de valor ético, a primeira que se refere a Conhecimento = virtude como acto
ectico bom e a ignorância como acto ético Mau. Quer uma, quer outra, não
Ética Social Código: 01-A0203 28

deixam de ser éticos embora cada um com sua implicações para o agir humno
como individuo assim como constituente duma sociedade.

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

Objectivos  Analisar o valor ético do conhecimentos.


 Ter noção de que do auto-contro como estratégia de conheciemnto
virtuoso.

Sumário
Eticamente, o conhecimento é uma advertência ou reflexão. No acto de procura
de conhecimento ou virtude a pessoa sabe o que está a deliberar sobre o que
está a decider ou pretender, a pessoa está consciente de si mesmo. Antes de
efectuar o procedimento de procura de conhecimento excita a acção da
consciência que adverte a mente humana. A advertência estara ligada ao
intelecto do homem. Por isso que, a ignorância pode ser enquadrada no acto
Mau pois, pressupõem a não reflexão ou não conhecer factos éticos.

O conhecimento é a transmissão da verdade e, só pode ocorrer ou acontecer si


existir algo. Em ética este algo transmitido procura moldar a conduta humana
na realidade de agir, cuidar e moldar do homem em todas a suas dimensões
usando o intelecto, procurando conhecimento ou virtude para atingir a
perfeição como fim próprio.

Implica que, existem muitas coisas que se devem transmitir, os analista


sustentam que encontramos conhecimento em todas as coisas, razão o qual
tudo constitui algo para conhecer, neste caso, o conhecimento é virtude que
passa a ser o fim do estudo da Ética Social. Admite-se que, se o Homem agir
perante o conhecimento das coisas, este terá actos éticos Bons, é virtuoso e
feliz. Portanto, isso leva ao paralelismo seguinte:

 Conhecimento____Virtude_____ Liberdade_____Felicidade

 Ignorância ____Vicios______Escravidão_____Infelicidade
Ética Social Código: 01-A0203 29

O esquema demonstra que, a Felicidade do Homem não é obra do acaso, é


fruto de conhecimento virtuoso ou dos valores éticos Bons que não depende de
exterior do individuo para criar um esforço próprio do agir humano na procura
de conhecer as as coisas mas sim da capacidade de avaliar em relaçào os
factos que lhe ocorrem em volta dele. A raiz da Felicidade é o conhecimento e
ao homem virtuoso não pode acontecer nenhum Mal pois, age com
conhecimento das coisas e com auto-dominio.

Auto- Dominio

O auto –Dominio ou auto-Controlo segundo (Saura Calixto,1995) é o


controlo das emoções e acções que dá segurança para tomar decisões para
combater a ansiedade e impulsividade. As suas caranteristicas principais são;

 a aquisição da maxima independência do controlo externo do que


conhece;

 serve para optimizar as condutas em função de um objecto concreto e;

 Potencia a reflexão e decisão racional ou cognitiva.

Diz-se que o conhecimento do individuo leva a felicidade pois, este conhece o


seu agir e sempre age com auto-dominio mas, este conhecimento individual
pode ser influenciado por atitudes, costumes, hábitos de pessoas dentro da sua
sociedade, razão o qual a cognição deve ser tratado como elemento de estudo
na ética e como um valor ético, quando nos leva a felicidade.

A cognição social segundo (Leon Festinger,1957) é um valores éticos que


provém de conhecimento do individuo, esta, podem ser influenciada por
costumes, hábitos, etc. E, cada individuo dentro da sociedade tem o seu modo
de agir depedendo das suas capacidade cognitiva adequirida. Fala-se de;

 dissonância cognitiva, como o conhecimento de algo por um individuo


que pode influenciar o comportamento do outrem ;
 dissonância cognitiva, como estado interno desagradável que as
pessoas têm perante o conhecimento de certo valor ético (
costume, hábito) que este tende a reduzir sempre que possível através
do conhecimento do acto (Mau), para consiguir equilibrar e;
 conssonância é o equilibrio do conhecimento.

A cognição ou conhecimento no seio individual ou social, involve:

 percepção de desejo;
 Julgamento;
 intenção de conhecer;
 deliberação através do consentimento individual ou social do acto a
afectuar;
 o Juizo pratico através da escolha,;
 comando da razão usando os meios da consciências e;
Ética Social Código: 01-A0203 30

 percepção de alcance ou do gozo do facto ético.

Portanto, a conssonância cognitiva neste caso, seria a capacidade de


conhecimento do Homem do seu comportamento ou conduta em equilibrio
com o conhecimento dos valore ético (costumes e hábitos) Bons ou Maus
vividos dentro da sociedade.

Estratégia de Auto-Dominio:

1. Se o individuo conhece e pretende atingir a Felicidade, a conduta assertiva


deve ser a sua virtude, pois cria uma desefa adequada dos próprios direitos e
actos éticos e de mesma forma, distingui a partir do conhecimento os Valores
éticos Maus, decidindo a sua tomada de acção ou acto ético perante o seu auto-
Dominio sem prejudicar o outrem;

2. Conduta agressiva; é uma defesa inadequada do próprio individuo


sobretudo quando conhece ou não o direito, o valor ético do facto,etc. Pode o
individuo agir também perante ignorância perante o acto. Quer seja o não
conhecer, quer seja pela ignorância, as duas posições sempre tendem a conduta
Má dentro do contexto social e

3.Conduta não agressiva é quando reconhecemos que há violação dos


direitos e valores éticos das pessoas, por não expressar ou orientá-los, embora
constatamos, não libertamo-lhes para as expressar, fazendo com que os outros
não percebam da reacção peranto o facto ocorrido dentro da sociedade, mas
pode-se corrigir em casos oportunos.

O conhecimento é um valor ético social pois, o agir humano, embora livre e


voluntário, deve ser virtuoso, cheio de conhecimento para poder discernir
valores Bons e Maus, desenvolver e divulgar os actos Bons garantindo a sus
continuidade e evolução, seleccionar Bons valores,etc. com certa segura e
sustentabilidade como valores ou actos Bons e Maus mediante o contexto real
duma determinada sociedade.

EXERCÍCIOS

1 – Aponte as caracteristicas do Auto-dominio.

Resposta: - A aquisição da maxima independencia do controlo


externo do que conhece; serve para optimizar as condutas em
Auto-avaliação função de um objecto concreto e Potencia a reflexão e decisão
racional ou cognitiva.
Ética Social Código: 01-A0203 31

UNIDADE N 0 07- A0203

TEMA: RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ACTO HUMANO

INTRODUÇÃO

Qualquer agir humano inclui a imputabilidade da responsabilidas de. A


responsabilidade não se escolhi do conjunto de todos aqueles elementos que
compõem a facto e actos éticos. A imputabilidade nete caso é vista como uma
condição dos actos morais através da qual se pode atribuir aos sujeitos racional
e livre a sua causa, isto quer dizer, os homens são livres e consequentemente
são atribuidos a imputabilidade pelos seus actos.

De todas as meneiras sugestivas apresentadas sobre a responsabilidade, não se


pode deixar de lado a realidade verificada em quase todas as sociedade o facto
de admitir-se que todos individuos são e tem responsabildade ou mesmo
podem ser imputadas responsabilidade perante a execução dum acto ético.Na
responsabilidade moral e social considera-se que todos actos executados sejam
da responsabiliade dum individuio duma sociedade.

A responsabilidade social é algo muito mais ainda pois, esta, aparece


associados a liberdade, a vontade, ao conhecimento e outros elementos de
valores éticos que um grupo social assume no seu seio como elementos de de
factos éticos para a conservação e preservação das camadas etária da sua
população.

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Compreender os fundamentos que influenciam a


responsabilidade social.
Objectivos  Compreender o porquê do humano ser elemento responsável.

Sumário
Conceito responsabilidade

Conforme a constituição da palavra Responsabilidade significa Responder algo


( Respons + habilidade= Responder + algo).
Ética Social Código: 01-A0203 32

Responsabilidade - é a propriedade reciproca no sujeito moral através da qual


se deve sentir a causa ou autor do acto mora, deve-se sentir ainda as
consequências e o individuo deve responder de uma forma diante da sua
consciência e dos demais individuos.

No acto responsável tem que o individuo responder a causa e as consequências


e a resposta deve estar sobre a sua consciência.

O sentido da responsabilidade

Segundo Hortelano(1970;268) o sentido da responsabilidade é uma atitude do


homem total que o impele a colocar-se em situação de radical disponibilidade
quanto aos imperativos morais. É caracteristica do homem adulto e consciente
é, como toda a atitude verdadeiramente existencial , é um fenómeno complexo.
Inclui os seguintes aspectos:

1. Zelo da verderdade – O homem responsável não se deixa levar de


preconceitos ou verbais. Procura descobrir as autênticas exigências
morais sejam quais forem , mesmo que não estejam de acordo com os
nossos gostos ou desejos. Cumpre-nos ser radicalmente sinceiro para
aceitar os verdadeiros valores que encontramos no nosso caminho;
2. Atenção positiva aos sinais do tempo; -O homem responsável deve
ser extraordinariamnete sensivel à determinadas situações em que vive,
já que por meio das circunstâncias se manifesta de modo concreto os
planos da vida;
3. Consciência dos próprios limites; - A autêntica responsabilidade não
deve ser orgulhosa. Há-de ter consciência de próprios limites e aceitar
com humildade a responsabuilidade em grupo, dentro da qual se há-se
sentir verdadeiramente activa;
4. Superação da anquilose moral; - O homem responsável tem que
evitar a todo o custo a anquilose da consciência, como faculdade
estável, devida ao desprezo habitual das suas exigências morais. Esta
anquilose pode produzir negligências, percipitações ou má fé.

Os principios do duplo efeito da responsabilidade

Na responsabilidade moral assim como social evidencia-se geralmente a


analise do acto ético e respectivas consequência a advir dos seguintes
principios:

- O acto Bom deve ser Bom ou pelo menos indeferente;


- O bom entendimento não deve ser adquirido por meio dum efeito mau;
- O efeito Mau nunca deve ser entendido por si so mesmo e
Ética Social Código: 01-A0203 33

- Uma razão grave proporcionada deve existir no efeito Mau e o mal deve
ser menor.

Constituentes da responsabilidade

1. A responsabilidade como auto-responsabilidade: O sujeito deve ser


percebido como a causa, a origem da acção moral e social e, este, deve ser
considerado consciente e livre nas suas ação, até que se prove contrário.
2. A responsabilidade como Diologicidade: esta diologicidade pode ser
vertical ou Horizontal.

 É dialogocidade vertical, quando se sublinha um contrato com o


transcidental, e o homem tem essa capacidade. Os Teologos
afirmam que o ser Divino é quem inicia o Dialogo e o homem deve
dar resposta, comprometendo-se e agindo sub responsabilidade das
orientações Divina para a sociedade e,
 É dialogocidade Horizontal, quando o homem abri-se com o outro
homem na procura de realização e assumindo a responsabilidade do
seu actos em relação ao outro dentro do grupo, da comunidade e
sociedade.

3. Responsabilidade como dever: Trata-se da função de assumir missão a


realizar, é uma função que temos que responder quer seja na realização do
seu “Eu” e como em relação da preservação do seu meios onde se encontra
incerido. ( Familia, comunidade, sociedade, etc.)

Analise da responsabilidade social

Podemos dizer que o homem é o sujeito da responsabilidade social, pois é


ele que detem a liberdade, vontade, efectua a escolha da vontade, avaliando
aquilo que se efectua dentro da sociedade em relação ao Bem e ao Mal,
através do seu conhecimento. Neste caso, a pessoa humano é que tem
capacidade de distinção e responsabilidade de responder pelas coisas e
formas de agir das sociedades.

O homem, além das suas funções racionais (Inteligência, conhecimento e


responsabilidade, etc.), é um ser completo devido as suas composições e
capacidade de analise em prol da sociedade. Desenvolve as suas
capacidade, orienta –se para moldar a sua personalidade integrada aos
valores éticos e morais de modo que a vida deste esteja orientada para a
procura da sua própria vida e fazer sentido em relação aos outros.

Em todas as dimensões a responsabilidade social é vista como uma nova


estratégia para aumentar e potencializar o progresso e desenvolvimento.
Nas organização, nos grupos sociais a responsabilidade social é um
movimento que passou a fazer parte de uma cobrança da sociedade e de
parte do mercado global que diferencia e valoriza as costumes e hábitos em
Ética Social Código: 01-A0203 34

virtude de seu comprometimento social.

Quer dizer, o comportamento ético e a transparência integram o conceito de


responsabilidade social. Certas pesquisas realizadas em quase muitos
paises do mundo, concluiram que o progresso e desenvolvimento das
sociedade actuais é influenciado pela responsabilidade social e
transparência e, que entre estes dos elementos deve existir uma relação
sinergética entre eles por um lado e por outro, se a sociedade como um
todo, exige a postura ética e a transparência, procura levar as organizações
e grupos sociais a se comprometer com as causas sociais.

Sustenta-se pelo simples facto de que um pacto de responsabilidade social e


transparência recíproca que às vezes parte de um individuo com as
organizações ou grupos sociais não pedem favorecer apenas a este
individuo ou a seu grupo, mas que se volte a uma participação activas do
individuo com o fim de representar valores éticos dentro de toda sua
sociedade.

Portanto, a responsabilidade social em ética é algo que procura incutir os


costumes, hábitos duma sociedade a partir de assimilação do valores das
coisas de modo que cada elemento da sociedade tenha a capacidade de
acreditar livremente e voluntáriamente. - cabe dizer que é algo aceite por
todos, assumida pela sociedade e pelo conssonância em todas as dimensões
sociais.

EXERCÍCIOS

1 – Indique os principios do duplo efeito da responsabilidade

Resposta:
Auto-avaliação - O acto Bom deve ser Bom ou pelo menos indeferente;
- O bom entendimento não deve ser adquirido por meio dum
efeito mau;
- O efeito Mau nunca deve ser entendido por si so mesmo e
- Uma razão grave proporcionada deve existir no efeito Mau e o
mal deve ser menor.
Ética Social Código: 01-A0203 35

UNIDADE N 0 08- A0203

TEMA: O BEM E OS SISTEMAS MO RAIS ( ÉT ICOS)

INTRODUÇÃO

Em geral, a ética social procura levar a uma analise sobre o Bem, fazendo
destinção ao termo oposto –Mau. Mais não pode exitir o Bem sem que haja
uma ideia a contrária a primeira e so assim é que podemos distinguir que
aquele acto é Bom ou é Mau comparativamente ao outro.

O Bem aparenta ser relativo mas, na lógica e na generalidade o Bem é bem


em si mesmo e tem o seu valor Bom para quase muitas pessoas,
independentemente das circunstâncias, das concepções embora que uma e
outra sociedade possa disacreditar, mas sempre passaram a admitir a existência
dum outro hábito ou costume equiparável ao Bem solicitado, como um
imperativo.

Esta existência de avaliação generalizada do valor do Bom é sustentada pelas


influencias de varias comparações efectuadas em diferentes sociedade
sobretudo nos seus costumes e hábitos. Nestes estudos comparativos, verificou-
se que vários sistemais morais tende a mostrar que o Bem é bem para maior
parte das sociedades e é Bom todo acto ético que é executado pelo homem no
sentiodo de garantir a preservação, a progressão e a evolução da humanidade.

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Conceituar do Bem
 Classificar o Bem
Objectivos
 Compreender os sistemas morais ou éticos
(a)

Sumário
Conceito do Bem

Etimologicamente a palavra Bem provém do latim (Bene= tudo que é bom


/justo,licito/valioso/conforme/moral). O que significa susceptivel de
apropriação como propriedade ou riqueza.
Ética Social Código: 01-A0203 36

De finance afirma que o Bem é como uma cor, ninguem é capaz de definir o
Bem. Para definir é preciso fazer uma descrição ou uma comparação.
Questiona ainda; - Qual a definição reduz a realidade do Bem? E reduz o Bem
ético a uma realidade séria?

Para ele as definições comparadas são tentativas porque o Bem é Bem como
uma realidade.

Para compreender o Bem, Arestótes analisou a metafisica é verificou que o


Bem é o fim, é uma perfeição e uma analogia das coisas e o Homem so pode
chegar a um bem como finalidade livremente sem constrangimento ( Violencia
/Coersão).

O Bem Moral/Ético

Podemos classificar o Bem em:

1. Bem Metafisico: a própria existências das coisas realciona-se com o


belo, activo, cognocidade e vontade, logo tudo que aparece na natureza
é bom;
2. Bem Fisico: do ser concreto, da visão das coisas, compara-se ao
oposto Ex; Doença,tristeza,etc.;
3. Bem Mora/Etico: trata-se da vida dos costumes bom ou Modus
vivendi bom;
4. Bem verdadeiro: é um bem real , não é abstrato e é concreto das
coisas;
5. Bem aparente: trata-se de um bem superficial ( aparência/dedutivo);
6. Bem útil: é aquele que tem uma certa utilidade;
7. Bem agradável; é um bem que satisfaz um certo aspecto;
8. Bem adequado; a que corresponde o fim total e;
9. Bem intrinseco; que corresponde a qualidade da natureza de um ser
humano.

Analise do Bem

De finance diz que o Bem ético não é uma coisa por si só mais é uma acção a
praticar e este bem torna-se um conhecimento social ( Para fazer parte das
pessoas e ser analizado o bem e atribuido a sua qualidade).

Na analise de Bem Social deve automaticamente fazer-se a inclusão da moral,


pois a moral existe onde há bem. Quer dizer, existe um único Bem que é
Perfeição do ser e como procura de suprir algos Maus. Também podemos
notar que a Bem é aperfeiçoado através de acções praticas.
Ética Social Código: 01-A0203 37

O Bem do imperativo aprioristica é considerado o bem último e a principal (


fazer sempre bem e não mal), deve ser adequado a vontade humana ( Querer
realizar e não querer não realizar).

A pessoa humana é obrigado a procurar o Bem, considera-se que o homem


não possui o bem, ele procura para possuir o Bem pela analise das coisas, na
tribuição dos valores, etc. O bem não pode ser atraente, pois estaria a nos
conduzir a procura apenas da minha satisfação, não satisfação social.

No imperativo aprioristica, leva-nos a analizar a natureza do dever moral


(fazer algo) que não é uma necessidade lógica, fisica nem psicológica, trata-se
da necessidade interna de fazer um oposto ao mal. É uma necessidade que nos
guia e reconhecer com o uso próprio da liberdade.

O Bem deve ser vista como um fim, De fiance, afirma que toda acção boa a
praticar tem uma finalidade de perfeição, quer seja para o individuo, quer seja
para a sociedade, pois esta sociedade é que avalia.

Sistemas Morais/éticos

A moral é uma ciência do Bem que se realciona com a ética e, o fim da moral é
dirigir as acções humanas de tal modo que o homem assuma o Bem Supremo e,
a Ética Social levam-nos a analisar os costumes é hábitos e distinguir os bons
do maus dentro da Sociedade.

Em Ética Social a pessoa como actor é o centro das analise e a essência que
se pretende é que o homem alcança o Bem e se tornem feliz. O Bem para o
homem passa a ser aquela que condiciona todo o comportamento e deve ser
considerada como a razão do ser da vida na sociedade e o comportamento das
pessoas devia depende das ideias do Bem para garantir o melhor ambiente
social.

As ideias que surgem sobre o Bem, dão origem ao aparecimento de sistemas


Morais e éticos.

1. Sistemas Morais /éticos hedonismo – Hindoistas ( Hedone=Prazer):


Defende que o Bem está no prazer máximo. Para Arestótes o homem só
alcança prazer quando evita os desejos, porque os desejos perturbam a mente e
o prazer está na paz da mente. Outros pensadores (epicurista) também
consideram o prazer como o Bem natural e esta nos faz aceitar ou fugir das
coisas. De salientar que estes pensadores admitem que o prazer é o fim
acompanhado de Bem e, este prazer não pode ser desejado. Poratanto, o Bem
faz-se para satisfazer o prazer próprio do individuo ou duma sociedade.

Argumentos contra, fundamentam-se pelo facto do Bem duma sociedade nào


ser considerado sificiente ou igual ao prazer individual e nem chega a ser bem
social, para estes a essência do bem é de servir uma sociedade através de
amor verdadeiro. Ainda rejeitam a ideia do bem individual, alegando que
aqueles que fazem o bem na sociedade só por prazer de si mesmo, não
merecem a sociedade pois, são egoistas.
Ética Social Código: 01-A0203 38

2. Sistemas Moral Utilitarista: defende que a maior Felicidade para pessoa é


ter a maior Felicidade para a maior número de pessoas. A Felicidade não se
pode calcular qualitativamente mas quantitativamente. É melhor ser um ser
humano insatisfeito do que alimentar satisfação inexistente ( O homem é
racional e tem capacidade de escolha do bem desejado para a sua satisfação
individual e social). Admite-se que a Felicidade que provém da procura do
bem não deve ser de poucas pessoas mas de muitas ( Altuitismo = Prazer de
todos) este principio é sustentável a fins públicos e faz distinção das qualidades
de valores de Bem e do Mal individual.

Argumentos contra, circundam em função do abandono do seu prazer/bem


individual para atender os outros e defender que o utilitarismo inspira-se ao
colectivismo e é dificil de atinguir o bem comum deve ser considerado como
um sistema quase inrealizável.

EXERCÍCIOS

1 – Apresente uma definição de Bem segundo De finance.

Resposta: De finance diz que o Bem ético não é uma coisa por si
Auto-avaliação só mais é uma acção a praticar e este bem torna-se um
conhecimento social ( Para fazer parte das pessoas e ser analizado
o bem e atribuido o qualidade)

UNIDADE N 0 09- A0203

TEMA: CONSCIÊNCIA E O VALOR ÉTICO

INTRODUÇÃO

A consciência é equiparada a razão enquanto dar a conhecer o Bem e o mal ,


associa-se a vontade livre do agir humano e enquanto acata o Bem e rejeita o
Mal. É um algo inato, que nasce com o individuo num aspecto rudimental
duma maneira simples ou adquirido pelo facto desta tender a evoluir nos
aspectos da interação dos factos vividos. É uma propriedade ou estado
psicológico, a sua categorização é muito complexa, mas esta existe no
Ética Social Código: 01-A0203 39

intelecto do homem e ajuda ano acto ético, na medida em que auxilia a vontade
a comprir a lei moral e pode ser conquistada progressivamente.

A formação da consciencia é uma conjuntura de associação de varios factores


tais como; o conhecimento, a observação, a aprendizagem e a interação social.
A capacidade da consciência leva-nos a distinção dos valores éticos Bom e
Maus, responsáveis, actos positivo e negativos no seio duma moldura
Humana, independentemente das circunstâncias criadas. Ao completar esta
unidade, você será capaz de:

 Definir o conceito de Consciencia .


 Explicar a origem da consciência.
 Relacionar a consciência com a agir Humano.
Objectivos 

Sumário
Etimologia da palavra

Consciência provém do latim = Cum ( Com) + Scintia ( Conhecimento)

Conscience ou conscienze.

Definição da consciência

Consciência é a capacidade que o homem tem de conhecer de modo imediato,


os seus estados, sentimentos, impressões , intuições, etc.

Significa que consciência o acto pelo qual o homem reconhece pessoalmente o


que deve fazer na ordem moral e como procedeu anteriormente nesta mesma
ordem ( Hortelano 1970:44)

No sentido ético, considera-se consciência como a capacidade de julgar sobre


os valores do acto humano em termo de Bem e Mal.

De finace, apresenta também a sua definição, para ele a consciência é a


reflexão que o homem faz sobre a responsabilidade, isso significa que o
homem tem capacidade de julgar que alguns actos são feitos e devem ser
feitos, são errados, podem ser feitos como também não devem ser e outras
ainda devem ser considerados neutros.

A natureza da consciência é o intelecto, adciona-se também a componentes de


ordem afectiva. Em relação ao inetlecto, porque a pessoa humana tem
necessidade de certos objectivos na vida e esses podem ser exterior a si, o
Ética Social Código: 01-A0203 40

homem é consciente em relação a si mesmo ou dá-se conta de, para realizar


certas coisas. A consciência amadurecer com a experiência vivida.

Quer dizer, o acto de conhecer maduro ou simplesmente a consciência madura


sempre formula perguntas para identificar a causa de agir quer antes, quer
depois, isso acto refere-se a razão, a intelegência e pelo espirito humano de
querer conhcer o algo .

A Origem da consciência humano desde sempre admitiu-se que seja inata e


adequirida.

 Tem carácter inata pois, o homem é por natureza um homem que


conhece e a medida que cresce se desenvolve a sua consciência e;
 tem carácter adequirida, porque o homem basea-se as realidades da
sociedade para amadurecer a sua consciência perante os seus acto.
Quer dizer o Homem nasce com a consciência e desenvolve com andar
do tempo.

Como é que a consciência guia a conduta Humana?

A moralidade é que conduz a conduta do homem, se se considerarmos a


moralidade como a capacidade ou todo o valor do acto livre do homem sem
incluir as acções livres. Também a moralidade pode ser entendida como a
certeza ou erros, os costumes e hábitos Bons ou Maus dos actos humanos, que
podem ser;

 Subjectivos, quando olhomos a pessoa-autor no aspecto subjectivo,


naquilo que faz ou diz, a respeito dele próprio, como faz e como age
perante algo e
 Objectivo, que é aquele que é avaliado depois da acção que a pessoa
anteriormente fez.

Tipos de consciência

- Consciência antecidente: - é a que tomamos antes de agir ou fazer algo,


este tipo de conciência guia-nos para a futura reacções e acções;
- Conciência consequente: - é aquela que tomamos depois de executar um
acto;
- Consciência Moral: - que é dependente da consciência psicologica e
reflectiva;
- Consciência Moral contínuo: - que considera-se como sendo aquela que
ilumina a mente humano e identifica à verdade do ser humano;
- Consciencia Psicológica: - áquela que nos dá conta da influência externa
do facto ético. Este tipo de conscência dá-nos conta duma realidade, não só,
denuncia, distingue o medo e omite factos de reações do homem.
Ética Social Código: 01-A0203 41

Ex: Apesar da pessoa ter o medo no intimo sob a consciênciaa moral, leva-
lhe a distinguir, perceber e poder agir identificando a realidade que lhe leva
a medo.
- Consciência reflexiva: Aquela que nos leva a reflitir sobre os nossos
instintos. Aqui (Id,Ego e Supergo) estão todos e são controlados pela
consciência, a base deste controlo é o sistema nervoso humano, tem a
capacidade reflexiva que esta a sua volta e, é diferente entre as pessoas,
mesmo que estes tenham mesmos costumes , hábitos, etc.

Em ética a capacidade reflexida que nos leva ao agir pressupõe-se a vontade e


a liberdade e outros elementos e, o raciocinio faz parte na determinação do
agir, pois este conciste na deternimação do conhecimento lógico. Este
raciocinio pode ser dedutivo ou indutivo, depedentemente da situação.
Dizemos que é raciocio do conhecimento é;
 Raciocinio Indutivo; - quando parte do particular para o geral. Ex., um
hábito particular levarmos a pensar que é geral ou conhecido por todos,
implica que a partir deste hábito nos agimos pensando que todos
estaram de acordo com a nossa reação e
 Raciocinio dedutivo; - quando parte do geral apara o particular.

O que pode influênciar a consciência?

1. A ignorância; Esta pode ser invencível, vencível afecta consideravelmente


a responsabilidade. Considera-se;

 Ignorância invencível, aquela na qual o individuo faz algo sem ser


culpado. Ex; Não conhecer certa Lei, e,
 Ignorância vencível, aquela que não tira a responsabilidade mas
pode ser superada pelo individuo. Ex: Médico que receita
medicamento a um doente sem precaver as circunstâncias.

2. A Paixão: é a emoção forte da parte do apitite sensitivo que impede o


processo de deliberaçào do individuo, esta paixão pode ser anticidente e
consequente;

 É paixão anticidente, aquela que destrói a responsabilidade e, na


vida real este tipo de paixão diminui a ressponsabilidade, e
 É paixão consequente , aquela paixão que se procura obter pela
existência de algo desejada.
Ética Social Código: 01-A0203 42

3. Medo: é a percepção do mal que nos avizinha e o medo pode diminuir a


responsabilidade. É normal ter medo. O medo pode ser intelectual e
emocional.
4. A Força: a força externa ou interna pode diminuir a responsabilidade,
temos que entender que qualquer coisa feita a força não é voluntária e é
amoral.
5. O hábito: A maneira constante de agir adequerida pela repetição do mesmo
hábito. O hábito pode ser cultivado e influencia negativamente na
responsabilidade devido ao relaxamento.

Existem outros elementos que podem influenciar e enfraquecer a


responsabilidade, temos o caso do Alcool, a Droga,etc. que podem afectar o
psiquico e o fisico e alterar o estado da consciência do individuo levando a
reagir mal ou a destruição mental, consequentemente a falta de
responsabilidade pelos actos.

Há um aspecto de pouco relevo que grandemente pode relaciona-se a


ignorância, pode ser do Erro. Analista de responsabilidade social, defendem
que o erro é origenada pela falta de perconceitos, conceitos influenciados
dentro de grupos sociais, de amigos, falta de leitura ,etc.

O erro Influencia negativamente aquilo que dveria ser percebido como


verdade e consequentemente afecta a responsabilidade do individuo. Admite-se
que o erro pode ser vencido através de investigação individual ou colectiva,
orientação e outros mecanismos.

Classificação das consciências

Para classificar a consciência depende do seu ajuste com a realidade vivida e


do agir do homem. A classificação também podem ser denominados de forças
constragentes à consciência, dentre estes, podemos encontrar:

1. Consciência erronea/Invensível – Quando não está de acordo. Não tem a


possibilidade de superar o erro ou o individuo encontra-se sem
possibilidade de vencer o erro. Pode vir a ser considerada consciência
vencível erronea, quando o individuo tem a possibilidade de superar o erro.
2. Consciência duvidosa – O individuo não está certo sobre a moral ou
valores éticos, assumi-se como erro culável e não culpável. Diz-se
regorosamente não existe consciência duvidosa porque quem age consciente
não duvida.
Ética Social Código: 01-A0203 43

3. Consciência lasser- aquele que não interessa no que é bom, exclui aquilo
que é bom e deixa sempre passar, quer dizer o individuo age sem nenhum
esforço para o bem.
4. Consciência Cega – O individuo age também duma maneuira cega, exclui
aquilo que é bom, defende muito os actos que constituem cegeira e é
influenciado pelos pequenos abusos frequentes.
5. Consciência perplexa- trata-se duma consciência que está diante a uma ou
mais opções e não sabe qual delas é certa.
6. Consciência escurpulosa – é a fixação neurótica, trata-se de ansiedade e
pode ser uma neurose compulsiva. Nestas circunstâncias o individuo pode
piorar quando sinte praticamente obrigada a agir ou apresentar alguns
aspectos comportamentais diferentes, podendo ser passageiras depedendo
também da fase em que este se encontra. ( geralmente ocorre nos
idosos)

Aspectos da natureza do juizo da consciência do Homem

O aspecto da consciencia não é posta em dúvida. Há diversas opiniões em


relação a isso.

Alguns Sentimentalista, defendem que a consciência é uma especie de estado


que nos dá a conhecer o Bem e o Mal e o juizo da consciência está no homem.
São criticado pelo simples factos de serem simplesista e deduzizem o juizo a
sensibilidades instintivas, pois os instintos não podem ser a guia da ética e nem
da moral, o instinto é algo cego e o Bem ou Mal depende da razão do
julgamento do homem, apesar da natureza humana ser institiva.

Os Evolucionistas, defende que a natureza do juizo da consciência é


adequirida pela experiência, aperfeiçoamento e pela educação. Pela influencia
social começa o homem a compreender o que é Bom e Mau. As normas, as leis
e maneiras de viver, vão transformar estas nomais de forma extrema para o
homem assumir a si mesmo, interiorizar e tornar consciente. “ a consciência é
a voz da liberdade e manifesta-se pela pessoa social”.Esta visão, também é
criticada pelo simples factos de reduzir o homem a própria sociedade adapta-se
a realidade pópria da sociedade.

Os Racionalista, apresenta a sua visão, admitem que a natureza do juizo da


consciência é a razão ou intelecto e que as leis morais e éticas são criação da
razão humana. Exite uma obrigatoriedade sobre o juizo da consciência
humano fazer uma distinção entre razão teórica e prática. Neste caso, a razão
teórica entende-se como capacidade natural de distinguir a verdade e o erro
enquanto a razão prática, o movimento originário e espontâneo da razão bem
essencial ou principal.
Ética Social Código: 01-A0203 44

A rezão formula regras de acção e nos leva a seu comportamento impondo a


verdade por meio do imperativo categórico das obrigações dum principio
social.

Quer dizer, boa vontade de agir do homem consiste em conformar-se com as


leis e devem ser cumpridas sem sentimento. As acções do homem se impõem
por si só independentemente da vantagem que esta pode originar. O juizo da
consciencia do homem é a principal e autonóma devido ao seu intelecto e não
provém duma conduta ou norma superior, nasce do homem e o fim, é a razão.
Conclui-se que é preciso agir sob imperativos porque, a razão humanoa criada
é para definir o Bem e Verdade, quer dizer, nesta concepção dá-se mais relevo
a própria consciência em relação aos sentimentos.

As doutrinas metafisicas, admitem que a natureza de juizo da consciencia do


homem é a razão que interpreta e aplica a lei moral e, é da autória divina, por
ser imiente, porque o homem sente que está dentro dela e é transcidental, por
estar além do homem e das instâncias sociais.

A partir destas concepções, podemos verificar que o principio ético considera


que a a natureza do juizo da consciência do agir humano não se pode reduzir
só a pessoa humana , mas sim, a vários elementos despostos à natureza, as leis,
os costumes, hábitos, a capacidade, a cultural, desejos,conhecimentos,etc.

Como formar Juizo de consciência

1. A doutina do Tucionismo ( Os mais perfeitos) defendem que para


formar o juizo da consciência deve partir da dúvida e, esta, deve ser resolvida
em favor da solução mais segura.

 Por um lado, para agir é preciso formarmos vários juizos de


consciência e escolher uma que tenhamos a certeza do valor ou da
realidadede o qual pretendemos, nete caso estariamos perante o
tucionismo absoluto e
 por outro lado, podemos agir se termos a maior probabilidade que o
acto é licito, Bom, aceite pela maioria e em si mesmo, neste caso,
estariamos perante o tucionismo mitigado.

2. A doutrina Probabiliorismo ( o Mais provável) defendem que só si


pode pôr o acto o seu valor positivo e não valor negativo, implica que sempre
temos que formar o Juizo da consciência positiva e, caso os dois actos
estiverem equilibrados podemos também agir. Esta doutrina evidencia o facto
de que o acto pode ser realizado desde que se trate duma probabilidade
verdadeira e sólida, basea-se no seguinte; - Uma lei duvisosa não é
obrigatória e uma obrigação duvidosa é uma obrigação nula.

Durante a formação do juizo de consciência, o individuo se constatar que se


encontra duvidoso perante o acto então não devemos agir, ou pode usar, certos
mecanismos;
Ética Social Código: 01-A0203 45

 Método directo, procurar estudara realidade ou perguntar, esclarecer


todas as dúvidas que venham em volta deste acto, com todos os meios
que estejam ao nosso alcance ou
 Método indireito, que conciste em acto prático, fazer aquilo que lhe
aparenta ser mais certo e não obrigar a obrigação duvidosa.

Portanto, no facto ético que consiste na capacidade de julgar se o acto é Bom


ou Mau, tem que partir do juizo da consciência de como queremos agir. Apesar
de percebermos que o acto humano é individual e as emoções são exterior, a
pessoa tem a capacidade racional de formar opinão perante algo, esta
capacidade, deve englobar as seguintes percepções ou qualidades:

- não realizar o Bem como algo particular;


- O Bem deve ser relativo a liberdade;
- O Bem deve ser pessoal com reflexos sociais;
- O Bem deve ser humano e voluntário;
- O Bem deve ser relativo as normas e;
- O Bem deve ser incondicionado.

EXERCÍCIOS

1 – Fale da formação do juizo de consciência segundo os


Racionalista.

Resposta: Os Racionalista apresenta a sua visão, admitem que a


Auto-avaliação
natureza do juizo da consciência é a razão ou intelecto, e que as
leis morais e éticas são criação da razão humana. Exite uma
obrigatoriedade desta do juizo da consciência humano fazer uma
distinção entre razão teórica e prática. Nete caso a razão teórica
entende-se como capacidade natural de distinguir a verdade e o
erro enquanto a razão prática o movimento originário e
espontâneo da razão bem essencial ou principal.
Ética Social Código: 01-A0203 46

UNIDADE N 0 10- A0203

TEMA: AUTONOMIA E AUTENTICIDADE MORAL/


COMPROMISSO SOCIAL - A PROFISSÃO EDUCATIVA

INTRODUÇÃO

O estudo da autonomia e autenticidade moral na ética social tenta nos mostrar


o como a agir do Homem, deve ser e ter interferência do seio social e dos
demais elementos da natureza, sem que tire o direito da sua autonómia como
dever vital. Sabe-se que a capacidade racional que encontramos no homem e
as circunstâncias naturais é que determina diferentes modos vivendo das
sociedades de modo a garantir a sua sobrevivência.

A autonómia e autenticidade moral limita as sociedade a certas condutas éticos


e anti-éticas, levando o homem a viver sob forte dependência do meio natural e
comprometendo-se com os ansios do bem estar e social.

Este culto de conduta imposta pela maneira de viver do homem, deve ser
desenvolvida pela pratica ética que vai ser implementada conjuntamenmte
duma maneira directa ou indireita através de processo educacional paraticados
pelos todos que compõem a sociedade de modo a ajudar a progressão e a
preservação da especie Humana.

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Descrever como o individuo deve viver conscientemente.


 Compreender as visões actuais das concepções éticas nas
Objectivos actividade educativa.

Sumário

Autonomia e Autenticidade Moral

Autonomia provém do grego ( αutos+ υorog = Ser + Leis/ Regras)


Ética Social Código: 01-A0203 47

Considera-se a autonómia a estrutura da lei Humana ou a realidade humana


enquanto tem a capacidade de ser e agir, com o centro o Sujeito como
responsabilidade de ser e da acção.

Para melhor perceber a problemática de autonómia e autencidade, a questão


que se coloca no principio é a seguinte.- Como o Homem deve viver a sua
consciência?

O que importa não é que o individuo seja o que a Lei diz, mas ele deve ter uma
conduta autonóma, madura e responsável. Para amaturidade o individuo deve
relacionar –se com o mundo e outros individuos e, é na maturidade em que o
homem deve ter uma reflexão filosófica e Ética, o desejo de conhecer,
comunicar com outras experiência vivida e viver na abertura com o Deus.

Quando assim compreender , então o homem forma a sua autonómia e


auteticidade perante o seu ser, a sua maneira de agir e determina a sua postura
dentro da Sociedade.

Existe enumeros factores significativos que podem podem influenciar a


autonómia e autecidade moral e ética dum individuo no seu modo de viver,
dentre estes se destaca-se os seguintes:

 Aumento rápido do conhecimento cientifico;


 A industrialização;
 Urbanização ( Crescimento das cidades , Unidades das cidades e
Expansão das cidades)
 Aumento rápido da população ( Problemas demográficos)
 Repartição de trabalhos nos sectores;
 O aumento da informação;
 O desenvolvimento dos tempos livres;
 Mobilidade ( Horizontal – Mudança que o Homem executa e vertical-
possibilidade limitadas entre os estratos sociais);
 Separação da vida em vários factores;
 Influencias dificeis de controlo,etc.

Estes factores que infleuncia a autonómia e autencidade do agir do homem


alguns são acentuados e muito notórios e outro aparecem com influência lenta,
provocando mudanças progressiva no pensar e agir do homem em épocas
difrentes. De salientar que, cada factor é dependente do outro e vária a sua
influencia dependendo dos região e dos povos - rico, pobres, costumes e
hábito, etc.

Os efeitos de mudanças progressivas interferem nas cilizações e modos de


pensar, consequentemenete na autonómia do agir humano, perante os factos. E
isto pode observar-se em:
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- Quanto mais existe a diversidade de pensar, existe um modo de pensar e


aumenta o pensar do homem emm relação o seu passado, presente e Futuro (
Quer dizer o pensar é dinâmico), sofre mudanças devido a liberdade da pessoa
humana perante os seus actos;

- O modo concreto do pensar - a antiga maneira de pensar tinha uma linha


diferente da actual, o pensar estava ligado ao Divino, na vida actual tudo tem
explicação;

- O modo antropológico do pensar ( Centralizado no homem) onde o homem


pensa como gerente dos actos, passou a ter outra concepção de manipulação
dos sentimentos humano através de comunicação e outros meios;

- Nos sistemas de valores, há mudança na escala de valores, verifica-se uma


estima reduzida de valores, o que era transcidente e fascinante provocando
medo, sacrificado, hoje a realidade mostra contrário e ultrapassado;

- Existência de nova relação entre problemas e Mistérios. Hoje percebe-se que


a mentalidade moderna muda e realiza os problemas.

A manifestação da nova consciência Ética

A realidade actual da Ética social manifesta-se através das demonstrações de


fascinio, consternação e desejos,

1. Fascinação; - O homem apresenta uma caracteristica de “ querer saber


tudo” e a liberdade da pessoa humana provoca conflitos devido a
abertura excessiva ( de Poder, conhecimento, autónomia,etc);
2. Consternação; - O homem fica admirado da natureza, do mundo, dos
sucessos que alcança e é também um medo. Quer dizer, vive num
mundo dúvidoso sem capacidade de reflexão sobre os valores bom e;
3. Desejo de fuga; - o homem vive com o espirito de fuga da
funcionalidade da sociedade nova, procura formar novos estases
devido a Stress, e procura descansar e refugiar a mente e parte fisica
do orgânismo através de uso de Drogas, Alcool, sem que considerem
estes como costumes e hábitos maus e prejudiciais ao prório homem.

O homem além de actuar na base das novas manifestações da consciência, ele


tem esperança e procura a partir da ética resvanecer e incutir valores Éticos e
morais através do processo educativo, quer dizer o homem procura algo que
lhe liberte, ele tem desejo de vencer a alienação, procura relações humanas
que podem ser libertadores, há também um desejo de senso da vida própria (
Chamar a sua consciência a actos Bons) embora, haja um fundo escuro.
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Compromisso social – A actividade educativa

A pratica da actividade educativa é um compromisso social, tem o seu valor


ético em relação a transmissão de voress éticos e morais que garantam a
subrevivências duma sociendade.

Sabemos que o objectivo principal da actividade educativa é a


desenvolvimento integral do homem, é este homem que está no centro das
atenção nas analises das ciências socias. Os objectivos da actividade educativa
são vários mas todas se compromete principalmente com o preparação e o
desenvolvimento das actividade da sociedade.

Toda actividade educativa realizada nas sociedades pressupõem a reflexão


sobre o que educar?, como agir no processo educativo? e finalmente, que agir
pretendemos que os nosso educando possam nos trazer na sociedade?

A preparação, a implementação da actividade educativa requer uma


cientificidade, logo implica uma delimitação do campo e valores à partida,
assim como, sua aprovação, negação para superação dos problemas que o
instituem, isto, implica demonstrar as pressuposições que si impõem de forma
evidente e espontânea a transferência dos valores do senso comum que podem
constituir barreira no processo de transmissão de valores aceitavelmente a nivel
universal como valores ético Bom, sem deixar de mencionar os maus de modo
que os educando possam ter a responsabilidade e capacidade de analise e
liberdade na construção do seu conhecimento.

Podemos sustentar ainda que, a pratica de actividades da educação, não


inglobam não só o estudo das diferentes aspectos da realidade do individuo
mas também o estado do nível de civilizaçào e cultura que caracteriza as
sociedades simultaneamente com o estudo das técnicas, instrumentos, das
situações reais das relações ao objecto previamente definido para a
contribuição do Bem estar colectivo..

As ciências educativas ou simplesmenta a actividade educativa tem valor ético,


assim como qualquer outra ciência de outras áreas tem sua deontologia para
garantir a execução de actos Bons. A prática compõem-se de factos e
observações que são necessárias conceber para que essa actividade, composta
de colecção de factos eactos, ordem elementos analiticos que permitam
aproximá-las, compará-la para deles deduzir principios seguros, regras
definidas para que a educação ou actividade se torne uma ciência quase
positiva em vez de estar abandonado a visão extreta e mudar os caprichos e a
arbitráriedade daqueles que a dirigem bem afastada da linha recta que havia de
ser, quer por preconceitos de uma rotina cega, quer pelo espirito de má fé,
involvendo novos sistema positivos e de inovações.

Portanto, a prática da actividade educativa centra-se na vida ética prática, pois


estabelece relações sociais, estabelece estruturas de poder que determinam as
possibilidades de progressão teóricas, práticas e concretas no campo da
Educação, tudo isto, verifica-se na madida em que retomamos a ideia da ética
filosófica a natureza de Juizo da consciência em que diz: “- Não é a
conciência que determina o ser mas o ser que determina a Consciência”. Quer
Ética Social Código: 01-A0203 50

dize, a actividade educativa é um compromisso ético social, do homem para


homem e do homem, para as sociedade,etc., de modo a incutir os capacidade
e conhecimento de na escolha de valores aceitáveis – Bom para desenvolver
a capacidade de agir dentro da sociedade.

EXERCÍCIOS

1 – A sua escolha, fale sobre um dos aspectos de manifestação da


nova consciência ética.

Resposta: Consternação; - O homem fica admirado da natureza,


do mundo, dos sucessos que alcança e, é também um
medo. Quer dizer vive num mundo dúvidoso sem
Auto-avaliação
capacidade de reflexão sobre os valores Bom.
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EXERCÍCIOS A RESOLVER
Faça uma reflexão em cinco (10) páginas no mínimo sobre os seguintes temas:

 Trabalho1 para primeira sessão presencial – Código: T-ES-01

 Tema 1,2 e 3

(a) Descreva como é que a Ética Social passa a ter estatuto de ciência social.
(b) Fale do facto ético do seu dia-à-dia. Descreva dando exemplos concreto.
(c) Faça uma descrição relacionando o direito com a ética Social, dando
exemplos reais.
(d) Descreva um episódio vivido sobre a moral Boa e Má.

 Trabalho2 para segunda sessão presencial – Código: T- ES -02

 Temas 4,5 e 6

(a) Desenvolva os niveis de querer ou voluntários do agir humano, dando


exemplos concretos.
(b) Demonstre através duma dissertação como é que a vontade se relaciona
com a liberdade.
(c) Descreva com exemplos reais os tipos de liberdade que conheces.
(d) Fale sobre Poder, sobretudo de abuso de autoridade e assédio sexual como
uma acto ético Mau. Deia exemplo.

 Trabalho3 para terceira sessão presencial – Código: T- ES -03

 Temas 7,8,9e 10

(a) Desenvolva o conceito do Bem Moral/ético, dando devido exemplo.


(b) Ignorância, Paixão, Medo e Força podem influenciar a consciência do agir
humano. Descreva cada uma das situação apresentadas dando exemplo da influencia
Positiva assim como negativa.
(c) Fale sobre a manifestação de nova consciência (Fascinação, Consternação
e Desejo) dando exemplos vividos.
(d) Desenvolva o aspecto de compromisso social e a actividade educacional
no contexto actual.
Ética Social Código: 01-A0203 52

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 BOTTOMORE,T e NISBERT, Roberto, História de Analise Sociologica, Zahar


editores S.A. Rio de Janeiro,1978;

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Lisboa 2003.

 FICHER, Gustave, Psicologia social e do Ambiente, Prespectiva Ecologica,Lisboa


1994;

 Hortelano,A. Moral responsável, edição Paulista, Lisboa 1970;

 MORIN, Edigar, Introdução ao Pensamento ético, edição Paulista, Lisboa, 1989;

 SOUZA, Ricardo Timm. Ética como fundamento: uma introdução à Ética


contemporânea. São Leopoldo, Nova Harmonia, 2004;

 Teles e Henriques, Introdução a ética filosofia, Porto Editora, Lisboa, 1989;


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