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Norma Técnica Sabesp

NTS 293

Cadastro técnico de redes de água e esgoto

Especificação

São Paulo
Dezembro- 2012
NTS 293 : 2012 Norma Técnica Sabesp

SUMÁRIO

1. OBJETIVO ...................................................................................................................................... 1
2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS ..................................................................................................... 1
3. DEFINIÇÕES .................................................................................................................................. 2
4. CONDIÇÕES GERAIS ................................................................................................................... 6
5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS ......................................................................................................... 6
5.1 Avaliação da Documentação Cadastral ................................................................................... 7
5.2 Entrega de Base Cartográfica ................................................................................................... 8
5.3 Avaliação em Campo da Documentação Cadastral ................................................................ 8
5.4 Lançamento da Documentação Cadastral no SIGNOS .......................................................... 9
5.5 Indexação da Documentação Cadastral ................................................................................. 14
5.6 Publicação dos Dados ............................................................................................................. 19
5.7 Atestado de Recebimento de Cadastro .................................................................................. 21

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Norma Técnica Sabesp NTS 293 : 2012

Cadastro técnico de redes de água e esgoto

1. OBJETIVO
Esta norma tem como objetivo definir os procedimentos das áreas de Cadastro
Técnico da Sabesp, de forma a padronizar as atividades dessas áreas em todas as
Unidades de Negócio.

Além dos seus procedimentos internos, também são apresentadas as necessidades do


Cadastro Técnico que precisam ser atendidas pelas suas áreas de interface, de forma
que a base de dados do SIGNOS possa conter todas as informações cadastrais,
inclusive toda e qualquer alteração cadastral ocorrida em campo

2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS
Esta norma técnica utiliza elementos dos seguintes documentos normativos em vigor,
os quais devem ser consultados em sua versão mais recente sempre que necessário e
conforme citados no texto:

NBR 13133, Execução de levantamento topográfico

NBR 14166- Rede de Referência Cadastral

NBR 5426 - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos.

NBR 5427 -Guia para utilização da norma ABNT NBR 5426 - Planos de amostragem e
procedimentos na inspeção por atributos.

NTS 092 - Condições Gerais para Levantamentos Topográficos e Geodésicos.

NTS 093 - Transporte de Coordenadas Classe I.

NTS 094 - Transporte de Coordenadas Classe II.

NTS 095 - Nivelamento Geométrico IN.

NTS 096 - Nivelamento Geométrico de Precisão.

NTS 097 - Implantação de Pontos de Coordenadas com utilização de Sistemas de


Posicionamento Global por Satélites.

NTS 098 - Implantação de Curva de Nível.

NTS 099 - Levantamento Planimétrico de Linha

NTS 101 - Levantamento Planialtimétrico Cadastral de Faixas.

NTS 102 - Levantamento Planialtimétrico Cadastral de Áreas.

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NTS 103 - Levantamento Planimétrico Cadastral de Faixas.

NTS 104 - Levantamento Planimétrico Cadastral de Áreas.

NTS 106 - Levantamento Planialtimétrico Complementar de Ruas Novas.

NTS 107 - Cadastramento de redes e peças especiais pertencentes a sistemas


coletores de esgotos e de abastecimento de água.

NTS 291 – Elaboração de Base Cartográfica.

NTS 291 – Elaboração de documentação cadastral digital.

NTS 294 - Rasterização e Indexação de documentos.

NTS 295 - Controle de Qualidade no SIGNOS.

NTS 296 - Conversão de Dados.

Especificação Técnica, Regulamentação de Preços e Critérios de Medição.

3. DEFINIÇÕES
Ponto Geográfico
Termo utilizado na Sabesp, principalmente para usuários do SGM, para identificar
complexos, como Estações de Tratamento de Água ou Esgotos, Estações Elevatórias
de Água ou Esgotos, Centros de Reservação de Água (Reservatório) e Boosters, que
abrangem diversas instalações de rede numa mesma propriedade.

Bem Patrimonial (BP)


Termo contábil comum, também utilizado na Sabesp, para identificar todo e qualquer
bem que, por sua natureza, valor ou função, motivar variações no Ativo Imobilizado.
Neste caso, bem patrimonial é o número de identificação contábil das instalações dos
sistemas de adução e distribuição de água, o sistema de coleta e afastamento de
esgotos da Sabesp.

Vetorização
Processo de desenho das informações de documentos em papel ou imagens raster,
por meio de linhas, elipses, retângulos, textos e outras informações em objetos do
SIGNOS, do TECGIS ou conjunto de dados que possam ser entendidos por um
software de CAD.

Rasterização ou escanerização
Tarefa de tornar um documento em papel em uma imagem digital ou raster(pixels ou
pontos) por meio de um scanner ou por fotografia digital.

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Indexação
Criação de um vínculo entre um documento digital e os objetos do SIGNOS, de forma
que seja possível localizar rapidamente o arquivo do documento a partir do objeto
existente no SIGNOS.

Alternativa
Termo utilizado pelos usuários do SIGNOS para indicar as versões do cadastro do
SIGNOS. Para assegurar a integridade e a segurança dos dados no SIGNOS, o sistema
possui um controle de versões que impede a livre edição dos dados. Assim, os dados
só podem ser editados quando estão copiados em uma alternativa ou uma versão do
cadastro. A versão copiada é chamada de “pai” e a cópia é chamada de “filha”. O
controle de versões possui N níveis de hierarquia, permitindo criar N gerações de
alternativas. Após a conclusão e aprovação das edições, as alternativas “filha”
sobrescrevem a versão “pai”, sempre seguindo obrigatoriamente esta ordem.

Topo
Termo utilizado pelos usuários do SIGNOS. Vem da palavra inglesa “top” indicando o
local mais alto na hierarquia de alternativas do SIGNOS, ou seja, quando os dados
estão no TOPO significa que estas são, naquele momento, as informações avaliadas e
aprovadas pelas áreas de Cadastro Técnico, disponíveis aos usuários do SIGNOS ou do
SIGNOSnet sobre o sistema de adução e distribuição de água e o sistema de coleta e
afastamento de esgotos. Os dados que estão no Topo não podem ser editados
diretamente. Para editar dados deve-se utilizar obrigatoriamente alternativas ou
versões.

Fundir
Termo utilizado pelos usuários do SIGNOS para uma função do controle de versões do
SIGNOS. Para assegurar que uma alternativa “filha” esteja compatível com a
alternativa “pai” antes de sobrescrever a alternativa superior, o SIGNOS possui esta
função, Fundir, que atualiza qualquer alteração da versão “pai” na versão “filha”
preservando as atualizações nesta versão. Caso haja conflito entre as alterações nas
alternativas “pai” e “filha”, o SIGNOS irá questionar qual alteração deve ser
preservada, “pai” ou “filha”, mantendo apenas a opção desejada.

QA/QC
São consultas pré-definidas do SIGNOS para verificar a qualidade dos dados, incluindo
verificações de topologia, conectividade, valores, padrões e regras de negócio.

TIFF - Tagged Image File Format


Formato de arquivo de imagem (popularmente chamado de bitmap no Brasil) utilizado
em aplicações de manipulação de imagem, tais como: Photoshop, DTP e scanners e
também muito utilizado para o intercâmbio de imagens entre as diversas plataformas
(hardware: PC, Macintosh e software: Linux, Windows).

PDF - Portable Document Format (Formato de Documento Portátil)


Formato de arquivo, desenvolvido pela Adobe Systems, para descrever documentos
que contenham texto, gráficos e imagens num formato independente de dispositivo e
resolução.

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DWG
Formato de arquivo de desenhos em 2D e 3D nativa do software AutoCad. Este
formato (assim como o arquivo de extensão .dxf)é muito importante pois quase todos
os programas do tipo CAD conseguem ler e alguns escrever nesta extensão.

FTP - File Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Arquivos)


Meio rápido e versátil de transferir arquivos.

Número de cruzamento
Objeto do SIGNOS criado no grupo de Redes para indicar os cruzamentos de vias, que
é a localização geográfica mais usual no cotidiano da Sabesp, onde são indexados os
documentos de cadastro das peças e tubulações das imediações de cada cruzamento.

Dúvida Cadastral
Utiliza-se a funcionalidade Dúvida Cadastral existente no SIGNOSnet para cadastrar
inconsistências encontradas na base de dados do SIGNOS. Essa funcionalidade pode
ser utilizada por qualquer pessoa com acesso à rede da Sabesp.

Mapas Temáticos
Utiliza-se o Módulo do SIGNOS para elaboração de mapas temáticos para se criar
mapas que realizem análises integradas entre diferentes dados.

Relatório de Gestão de Obras


Utiliza-se o relatório para acompanhar, junto aos administradores dos contratos, a
entrega da documentação cadastral por parte das empresas contratadas.

Relatório do SIGES
Utiliza-se o relatório para acompanhamento dos serviços que geraram alteração
cadastral nos sistemas de abastecimento e coleta.

Relatório do CSI
Utiliza-se o relatório para acompanhamento dos serviços que geraram alteração
cadastral proveniente dos Escritórios Regionais.

Relatório do SIGAO
Utiliza-se o relatório para acompanhamento dos serviços que geraram alteração
cadastral proveniente dos Polos de Manutenção.

Relatório do SGM
Utiliza-se o relatório para acompanhamento dos serviços que geraram alteração
cadastral nas adutoras e pontos geográficos.

Relatório de Intervenções Programadas


Utiliza-se o relatório para planejamento e acompanhamento dos serviços a serem
realizados em adutoras e pontos geográficos.

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SIGNOS
Sistema de Informações Geográficas da Sabesp, implantado na Diretoria Metropolitana
no ano de 2004 e, atualmente, o único sistema de cadastramento de redes e peças
utilizado pelas áreas de Cadastro Técnico. Possui ferramentas de edição de objetos, o
que possibilita o cadastramento direto no sistema, permitindo acessar todas as
informações cadastrais por meio da rede interna da Sabesp;

Tecgis
Aplicativo baseado na linguagem do Software AutoCAD, o qual permite o
cadastramento de redes e peças no padrão exigido pelo modelo de dados do SIGNOS,
porém, sem a necessidade de estar conectado à rede interna da Sabesp. Este
aplicativo é voltado para utilização por parte das contratadas que executam obras e
devem entregar o cadastro técnico de acordo com os padrões estabelecidos pela
Norma Técnica pertinente;

VisualSAM
Aplicativo utilizado pela área de Cadastro Técnico da MA (Adução) para
armazenamento de todos os seus documentos cadastrais, o qual é disponibilizado para
visualização e download para toda a Sabesp;

Siscad
Aplicativo utilizado pela área de Cadastro Técnico da MT (Tratamento de Esgotos) para
armazenamento de todos os seus documentos cadastrais, o qual é disponibilizado para
visualização e download para toda a Sabesp.

Controle de Qualidade no SIGNOS


Utiliza-se a funcionalidade QA/QC para identificação de irregularidades na topologia
dos objetos existentes na base de dados do SIGNOS;

Importação e conversão de dados


Quando as áreas de Cadastro Técnico recebem informações cadastrais digitais,
elaborados em Tecgis, fazem-se necessárias a importação e a conversão desses dados
no SIGNOS. Em ocorrendo erros nestas etapas, o SIGNOS emitirá um relatório de
erros indicando os problemas encontrados nos arquivos de conversão;

Carregamento em Lote
Quando as áreas de Cadastro Técnico recebem informações cadastrais digitais, seja
em qualquer formato existente, faz-se necessária a indexação dos dados aos seus
respectivos objetos no SIGNOS (número de cruzamento e/ou demais singularidades).
Em ocorrendo erros neste carregamento, o SIGNOS emitirá um relatório de erros
indicando os problemas encontrados nos arquivos-fonte;

Digital
Quando a informação cadastral é apresentada nos diversos sistemas corporativos
existentes, tais como: SIGNOS, SIGNOSnet, VisualSAM, SGM;

Analógico
Quando a informação cadastral é apresentada em forma de papel, como por exemplo:
caderneta de campo, croqui IPT, planilha de esgoto, As built, planta de caminhamento

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de rede, planta para cadastro imobiliário, etc. Isso é necessário por questões jurídicas,
pois os juízes ainda não aceitam informações digitais nos processos judiciais.

Raster
Devido à existência de um sistema de informações geográficas, toda a documentação
cadastral analógica é transformada em informação rasterizada e indexada no SIGNOS,
permitindo que os clientes internos possam consultá-la sem a necessidade de
deslocamento até a unidade proprietária da documentação cadastral.

4. CONDIÇÕES GERAIS
Basicamente, os elementos e trechos dos cadastros das redes de água e esgotos
devem ser digitalizados, obedecendo-se suas posições relativas aos elementos
cartográficos dos documentos fonte e adequados às correspondentes posições
relativas na base cartográfica digital existente/fornecida pela Sabesp. Essas
adequações se fazem necessárias devido às diferenças geométricas existentes entre a
cartografia dos documentos fonte e da base cartográfica digital.

O posicionamento dos elementos gráficos, inclusive os textos, deve ser


compatibilizado considerando a existência de outros elementos, como cartografia, rede
de água e rede de esgoto.

O lançamento desses elementos deve ser feito utilizando-se o aplicativo TecGIS


fornecido pela Sabesp ou o SIGNOS.

No lançamento desses elementos sempre deve ser mantida a continuidade das redes.
Além dos elementos gráficos, devem ser digitalizadas todas as informações
alfanuméricas existentes nesses documentos fontes.

5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Considerando que o início desta Interface se dá em outras áreas, influenciando a
gestão das áreas de Cadastro Técnico, faz-se necessário o acompanhamento das
obras e/ou serviços contratados por elas, por meio do Relatório de Gestão de Obras,
Empreendimentos e Manutenções. Este relatório deve ser entregue pelas áreas
contratantes à área de Cadastro Técnico correspondente, contendo, pelo menos, a
relação atual de obras contratadas, o nome da contratada, número e o prazo de cada
contrato, a extensão de redes novas prevista, a extensão de redes executadas, a
extensão de redes abandonadas ou desativadas e a extensão de redes cadastradas no
SIGNOS.

Conforme determina a Especificação Técnica, Regulamentação de Preços e Critérios de


Medição, as empresas contratadas devem entregar as informações cadastrais no
máximo até 30 dias após cada medição. As medições seguintes só serão realizadas
após a aprovação do cadastro recebido referente às medições anteriores. Assim, o
Relatório de Gestão de Obras, Empreendimentos e Manutenções deve ser atualizado e
entregue mensalmente, e as extensões executadas e não cadastradas no SIGNOS
serão apresentadas como pendência ao Administrador do Contrato, que deve tomar as
providências contratuais cabíveis.

As áreas de Cadastro Técnico que não receberem as informações atualizadas


mensalmente devem realizar as ações necessárias para recuperação das mesmas

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junto às áreas contratantes ou até mesmo diretamente à empresa contratada


responsável pela execução das obras e/ou serviços.

Os documentos de cadastro de obras e/ou serviços devem obedecer rigorosamente a


NTS292.

Quando a documentação cadastral for proveniente de obras de Adução ou de


Afastamento (interceptores, coletores-tronco principal ou secundário, emissários e
linhas de recalque) executadas por contratadas, devem ser elaboradas as
documentações cadastrais digitais tais como, croqui de amarração, planta geral de
redes com perfil reduzido, planta e perfil (ou planta de caminhamento, de acordo com
cada caso) e detalhamento mecânico (quando for o caso).

Toda a documentação cadastral deve ser enviada com a assinatura do Responsável


pela execução da obra e/ou serviço e pela assinatura do fiscal da Sabesp que o
acompanhou e aprovou-o.

5.1 Avaliação da Documentação Cadastral


Após a inserção das informações de origem da documentação cadastral no sistema de
gerenciamento de documentos de cada área de Cadastro Técnico, será necessária sua
avaliação visual e digital.

A documentação cadastral deve ser entregue nos formatos digitais DWG, PDF ou TIFF,
de acordo com a NTS 292. Mesmo no formato digital, a empresa contratada não
eliminará a necessidade de entregar a documentação formato analógico, com as
devidas assinaturas, conforme mencionado no item anterior.

A avaliação visual será feita pelo Cadastro Técnico utilizando-se os requisitos


constantes no Capítulo 2 da Especificação Técnica, Regulamentação de Preços e
Critérios de Medição, o qual dispõe sobre as regras estabelecidas para a elaboração de
cadastros de rede de água, rede de esgotos, adutoras e obras não-lineares.

A avaliação digital será feita através da verificação dos objetos e dos layers
existentes no documento digital, assegurando que o produto recebido esteja de acordo
com a Especificação Técnica para Elaboração de Documentos Cadastrais Digitais.

Se a avaliação visual apontar qualquer divergência com as exigências da Especificação


Técnica, Regulamentação de Preços e Critérios de Medição e/ou a avaliação digital não
obtiver 100% de acerto em sua análise, as áreas de Cadastro Técnico têm a
responsabilidade de retornar a documentação cadastral ao Administrador do Contrato
para as devidas providências junto à empresa contratada.

Toda documentação cadastral deve vir acompanhada do relatório resumo, contendo a


totalização das extensões das tubulações e do número de peças (singularidades)
existentes na documentação entregue.

Se a documentação cadastral for proveniente de recuperação de dados e a avaliação


visual apontar divergências com as exigências da Especificação Técnica,
Regulamentação de Preços e Critérios de Medição, a própria área de Cadastro Técnico

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deve providenciar nova documentação, de acordo com o padrão exigido pelas normas
da Sabesp, podendo utilizar a documentação recuperada como referência.

5.2 Entrega de Base Cartográfica


Após a avaliação da documentação cadastral recuperada ou enviada pelo
Administrador do Contrato, as áreas de Cadastro Técnico devem verificar a existência
de base cartográfica no SIGNOS. Se for constatada a falta de base cartográfica no
SIGNOS e também na documentação digital enviada, as áreas de Cadastro Técnico
devem retornar a documentação ao Administrador do Contrato, informando sobre a
falta de informações para lançamento da documentação cadastral e solicitando
providências junto à empresa contratada.

A elaboração da base cartográfica deve seguir as exigências da NTS 291, com objetivo
de entregá-la de acordo com o modelo de dados do SIGNOSem vigor. Essa base
cartográfica deve ser enviada pelo Cadastro Técnico à área de Cartografia para
avaliação e aprovação.

Após a entrega do material, se o mesmo for reprovado, a área de Cartografia deve


retornar a documentação ao Administrador do Contrato e informar a área de Cadastro
Técnico responsável.

Após a aprovação da base cartográfica a empresa contratada fará o carregamento


desta no SIGNOS. Assim concluído, a área de Cartografia irá executar o controle de
qualidade nos dados criados no SIGNOS, de acordo com a NTS 295, e repassar as
inconsistências observadas à contratada para esclarecimentos e correções.

Quando a verificação da falta de base cartográfica se der por recuperação de


documentos cadastrais, as áreas de Cadastro Técnico devem solicitar à área de
Cartografia seu levantamento e sua elaboração no SIGNOS. Assim que a base
cartográfica estiver disponível no SIGNOS, a área de Cartografia deve informar à área
de Cadastro Técnico solicitante, de forma que a documentação cadastral possa ser
lançada de acordo com as normas da Sabesp.

5.3 Avaliação em Campo da Documentação Cadastral


Após a conferência visual e/ou digital da documentação cadastral enviada pelo
Administrador do Contrato e da aprovação da base cartográfica entregue (quando
necessária), as áreas de Cadastro Técnico devem fazer a comparação dos dados
cadastrais apresentados com o que existe em campo, utilizando-se uma amostra
definida conforme NBR 5426 e 5427 de todo o produto. Para essa conferência, as
seguintes informações devem ser validadas:

- Amarração das peças (singularidades);


- Posição da rede;
- Extensão entre as peças (singularidades);
- Diâmetro da rede;
- Material da rede;
- Identificação das peças (singularidades);
- Sistema de Coordenadas;
- Cota das redes e peças (singularidades)
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Algumas das informações acima só podem ser obtidas se a conferência ocorrer com a
vala aberta ou com dados obtidos junto ao fiscal da obra ou com a tubulação
aparente. Quando não existirem estas condições, a área de Cadastro Técnico pode
utilizar técnicas e equipamentos de detecção para realizar a conferência do
caminhamento da tubulação e o posicionamento das conexões das redes de água e de
esgotos.

As áreas de Cadastro Técnico têm um prazo de 10 (dez) dias corridos para a


conferência em campo da amostra escolhida. Se a mesma apontar qualquer
divergência com a documentação cadastral enviada, as áreas de Cadastro Técnico têm
a responsabilidade de retornar todo o produto ao Administrador do Contrato,
indicando os documentos que apresentaram problemas e o tipo de problema
encontrado, para que a empresa contratada tome as devidas providências.

Quando a documentação cadastral for proveniente de recuperação de dados por parte


das áreas de Cadastro Técnico, a própria área deve realizar o recadastramento em
campo das instalações, conferindo-se em campo 100% do produto, pois não há como
solicitar correções para a área de origem da informação.

5.4 Lançamento da Documentação Cadastral no SIGNOS


O lançamento no SIGNOS deve ser realizado após a aprovação da conferência em
campo da documentação cadastral, podendo ser feito de duas formas:
- SIGNOS – com a documentação cadastral (digital ou analógica) e utilizando-se as
ferramentas de edição existentes no SIGNOS, será possível fazer o lançamento da
base cartográfica, das redes e peças;

- Aplicativo Tecgis – utilizando-se as ferramentas de edição existentes no aplicativo


Tecgis (baseado na linguagem do AutoCAD), a empresa contratada pode fazer o
lançamento das redes e peças, possibilitando, assim, fazer o carregamento dos dados
diretamente no SIGNOS.

5.4.1 Utilização do SIGNOS


Para o lançamento da documentação diretamente no SIGNOS, a empresa contratada
deve disponibilizar funcionários habilitados para edição dos dados, os quais serão
avaliados pela área de Cadastro Técnico correspondente, antes do início do trabalho.
Após avaliação e aprovação, deve ser solicitado o login e a senha de acesso ao
sistema para esses funcionários junto à área que administra o SIGNOS.

As áreas de Cadastro Técnico e Cartografia devem criar a(s) alternativa(s) no Gestor


de Alternativas do SIGNOS, abaixo da árvore da respectiva área de Cadastro Técnico e
da Cartografia, sempre com os dados atualizados com o TOPO do SIGNOS.

Se a documentação cadastral for proveniente de recuperação de informações, o


lançamento no SIGNOS será realizado pela área de Cadastro Técnico correspondente.

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Figura 1 – Gestor de Versões do SIGNOS

Assim que a vetorização estiver concluída, deve ser executado o controle de qualidade
nos dados criados no SIGNOS, de acordo com a NTS 295.

Os erros apontados no controle de qualidade não devem ultrapassar o percentual


máximo de todo o produto, definido pelas normas NBR 5426 e 5427. Se os erros
ultrapassarem esse valor, o produto deve ser reencaminhado para a vetorização, com
objetivo de corrigir todos os erros apontados no controle de qualidade. Caso os erros
estejam dentro da faixa de tolerância definida pelas normas, a contratada deve
corrigir todos os erros apontados no SIGNOS.

Também como ferramenta de controle de qualidade dos dados enviados pelo


Administrador do Contrato, as áreas de Cadastro Técnico podem utilizar a
funcionalidade do SIGNOS chamada Atestados, o qual totaliza as tubulações e peças
(singularidades) vetorizadas por número de contrato. Esse relatório deve ser
comparado com o relatório resumo encaminhado pelo Administrador do Contrato e, se
houver alguma divergência, o trabalho deve ser interrompido até que a área de
Cadastro Técnico correspondente verifique junto ao Administrador do Contrato os
motivos das diferenças levantadas. Somente quando os dois relatórios apresentarem
as mesmas informações, a vetorização será considerada concluída e pode ser emitido
e Atestado de Cadastro.

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Figura 2 – Acesso ao Relatório no SIGNOS

Figura 3 – Relatório extraído por meio do SIGNOS

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5.4.2 Utilização do aplicativo Tecgis


Para o lançamento de informações cadastrais no SIGNOS em ambiente externo à rede
da Sabesp, a empresa contratada deve obrigatoriamente utilizar o aplicativo Tecgis,
tendo em vista que o mesmo já está preparado para que seus produtos possam ser
utilizados pelo SIGNOS. A empresa contratada deve entregar toda documentação
cadastral num único arquivo digital proveniente do aplicativo Tecgis.

Este arquivo digital com as informações cadastrais deve ser elaborado conforme o
Manual do Tecgis, o qual contém as regras necessárias para a criação correta da base
cadastral a ser utilizada pelo SIGNOS.

A importação e conversão no SIGNOS do arquivo com as informações cadastrais em


formato digital serão efetuadas pela empresa contratada, supervisionada pelos
técnicos da Sabesp, nas áreas de Cadastro Técnico ou pelo próprio Cadastro Técnico.

Figura 4 – Acesso à funcionalidade de Importação do SIGNOS

Figura 5 – Tela de configuração para importação e conversão no SIGNOS

Após a conclusão da importação e conversão dos dados no SIGNOS, a funcionalidade


apresenta o relatório de erros, para que o usuário possa visualizá-los e corrigi-los. Os
erros apontados na carga não devem ultrapassar o percentual máximo de todo o

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produto, definido pelas normas NBR 5426 e 5427. Se os erros ultrapassarem esse
valor, o produto deve ser reencaminhado para a vetorização, com objetivo de corrigir
todos os erros apontados no controle de qualidade. Caso os erros estejam dentro da
faixa de tolerância definidos pelas normas, a contratada deve corrigir todos os erros
apontados no SIGNOS.

Também como ferramenta de controle de qualidade dos dados enviados pelo


Administrador do Contrato, as áreas de Cadastro Técnico podem utilizar a
funcionalidade do SIGNOS chamada Atestados, o qual totaliza as tubulações e peças
(singularidades) vetorizadas por número de contrato. Esse relatório deve ser
comparado com o relatório resumo encaminhado pelo Administrador do Contrato e, se
houver alguma divergência, o trabalho deve ser interrompido até que a área de
Cadastro Técnico correspondente verifique junto ao Administrador do Contrato os
motivos das diferenças levantadas. Somente quando os dois relatórios apresentarem
as mesmas informações, a vetorização será considerada concluída e pode ser emitido
e Atestado de Cadastro.

Figura 6 – Acesso ao Relatório e/ou Atestado no SIGNOS

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Figura 7 – Relatório extraído por meio do SIGNOS

5.5 Indexação da Documentação Cadastral


Toda documentação cadastral deve ser rasterizada e/ou indexada no SIGNOS. Isso
deve ser feito com objetivo de dar a possibilidade aos clientes internos e externos das
áreas de Cadastro Técnico de consultar dados cadastrais específicos que não são
incluídos na vetorização dos dados no SIGNOS (amarração, observações de campo,
etc.).

Quando a documentação cadastral for proveniente de recuperação de informações e a


mesma não possuir documentação digital, será necessário rasterizar a documentação
de acordo com a NTS 294, Páginas de Caderneta e demais Documentos.

Se a documentação cadastral recuperada estiver no formato digital (DWG), os


arquivos devem ser convertidos para TIFF e/ou PDF, de forma que possam ser
disponibilizados de acordo com a NTS 294, Páginas de Caderneta e demais
Documentos.

Após a documentação cadastral ter sido convertida para o formato aceito pelo SIGNOS
(TIFF e/ou PDF), os arquivos devem ser transferidos para o servidor de arquivos do
SIGNOS (FTP de Documentos Externos). Essa transferência deve ser feita pela
Sabesp, tendo em vista a política de segurança da área de TI.
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Para ter acesso ao FTP de Documentos Externos, cada área de Cadastro Técnico deve
ter pelo menos um funcionário com direitos de edição no servidor. Esse acesso pode
ser obtido por meio de solicitação pelo sistema WebCycle, utilizando o endereço
abaixo:
http://webcycle.sabesp.com.br

Após a obtenção dos direitos de edição ao FTP de Documentos Externos, será


necessário abrir o endereço abaixo para visualizar as pastas existentes e fazer a
transferência dos arquivos convertidos.
ftp://signosnet.sabesp.com.br/documentos/

Figura 8 – Tela do FTP de Documentos Externos do SIGNOS


A transferência dos arquivos deve seguir a NTS 294, Páginas de Caderneta e demais
Documentos, no qual apresenta a estrutura de pastas necessária para que os arquivos
fiquem organizados de acordo com o padrão adotado desde o princípio.

A seguir, deve ser feita uma análise em todos os trechos de redes e peças, para se
verificar a existência de número de cruzamento em cada intersecção de logradouros.

Se porventura for verificada a falta de Número de Cruzamento em qualquer


intersecção ao longo dos trechos envolvidos nos documentos cadastrais, o mesmo
deve ser criado de acordo com a NTS 294, Páginas de Caderneta e demais
Documentos.

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Toda a documentação cadastral digital deve estar indexada no SIGNOS, sendo que,
para um mesmo número de cruzamento, podem ser indexados diversos documentos,
já que a documentação pode conter mais de uma intersecção de logradouros.

A indexação da documentação cadastral digital pode ser realizada de duas formas:


Indexação Individual ou Manual e Indexação em Lote, conforme apresentado abaixo.

5.5.1 Indexação Individual ou Manual


A indexação individual ou manual é aquela em que o usuário faz a indexação da
documentação cadastral digital digitando os dados diretamente no objeto Documento
Externo do SIGNOS.

Neste momento, o usuário já deve ter em mãos os dados necessários para inclusão da
documentação cadastral digital correspondente ao número de cruzamento
selecionado, conforme apresentado abaixo.

Figura 9 – Tela de criação do objeto Documento Externo do SIGNOS


- Descrição – campo calculado, ou seja, que não necessita de preenchimento, pois o
sistema concatena as informações de outros campos;
- Documento – pasta do FTP de Documentos Externos do SIGNOS onde se encontra
o documento cadastral digital (TIFF ou PDF);
- Tipo – campo do tipo lista, o qual apresenta os diversos tipos de documentos a
serem indexados, tais como: As Built, Caderneta, Folha de Cadastro, Croqui, Imagem,
Vídeo, etc.;

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- Número do Documento – número presente nos diversos tipos de documentos,


conforme listado acima, na opção Tipo;
- Número da Página – número da página existente nos diversos tipos de
documentos, conforme listado acima. Um Número de Documento possui vários
Números de Páginas;
- Fonte – campo do tipo lista, o qual apresenta os diversos tipos de cadastros que
geram os documentos, tais como: CEON – documentação cadastral proveniente de
obras e/ou serviços executados por contratadas; MO Própria – documentação
cadastral proveniente de obras e/ou serviços executados pela própria Sabesp; Perfil –
documentação cadastral proveniente de obras de adução ou afastamento, Revisão -
documentação cadastral proveniente de confirmação de cadastros antigos ou que
possivelmente sofreram alteração por motivos de crescimento das cidades.

Para as áreas de Cadastro Técnico MC, ML, MN, MO, MS, RA, RB, RG, RJ, RM, RN, RR,
RS, RT e RV, toda a documentação cadastral deve ser indexada a partir do objeto
Número de Cruzamento, o qual possui o atributo Documento Externo, onde será feita
a indexação propriamente dita.

No caso das áreas de Cadastro Técnico de Adução (MA) e Tratamento de Esgotos


(MT), os As Builts ou Perfis devem ser indexados em seus respectivos objetos, ou
seja, quando um documento representar uma adutora ou um coletor-tronco, a
indexação se dará nesses objetos cadastrados no SIGNOS.

Na imagem abaixo, pode-se verificar a forma de indexação da documentação cadastral


digital proveniente de uma adutora, ou seja, quando a indexação é feita diretamente
no objeto e não no objeto Número de Cruzamento.

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NTS 293 : 2012 Norma Técnica Sabesp

Figura 10 – Tela de demonstração do objeto Documento Externo do SIGNOS para uma


adutora

5.5.2. Indexação em Lote


A Indexação em Lote é aquela em que a indexação é feita utilizando-se um banco de
dados padronizado e uma funcionalidade disponível no SIGNOS para esse fim. Ela é
voltada para trabalhos de indexação em grandes quantidades de documentos
cadastrais digitais.

Para a realização deste tipo de indexação, o usuário necessitará elaborar um banco de


dados estruturado baseado no Microsoft Access, onde deve incluir todos os dados
necessários para a conclusão correta do trabalho, conforme a NTS 294, Páginas de
Caderneta e demais Documentos.

Para as áreas de Cadastro Técnico MC, ML, MN, MO, MS, RA, RB, RG, RJ, RM, RN, RR,
RS, RT e RV, o banco de dados deve ser preenchido utilizando o Número de
Cruzamento e o número da documentação cadastral correspondente. Assim, o sistema
fará a indexação automaticamente, utilizando as informações acima para criação do
objeto Documento Externo do SIGNOS.

No caso das áreas de Cadastro Técnico de Adução (MA) e Tratamento de Esgotos


(MT), os documentos externos serão indexados diretamente aos objetos de redes e
peças que o compõe. Assim, o banco de dados deve ser preenchido com as
coordenadas dos objetos contidos nos As Builts ou Perfis. No caso do objeto Tubulação
de Adução, a coordenada deve ser obtida em qualquer ponto de seu trecho, não se
aproximando muito de suas extremidades. Para as peças (singularidades), a
coordenada deve ser obtida por meio do ponto de inserção do objeto no SIGNOS.

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Após a carga das imagens indexadas como documentos externos no SIGNOS, a área
de cadastro técnico deve realizar uma última conferência, comparando o cadastro no
documento com o cadastro no SIGNOS.

As divergências apontadas nesta conferência não devem ultrapassar o percentual


máximo de todo o produto, definido pelas normas NBR 5426 e 5427. Se o número de
erros apontados ultrapassarem esse valor, o produto deve ser refeito, corrigindo todos
os erros apontados no controle de qualidade. Caso os erros estejam dentro da faixa de
tolerância definidos pelas normas, devem ser corrigidos todos os erros apontados no
SIGNOS e na documentação cadastral.

5.6 Publicação dos Dados


A publicação de todos os dados produzidos pelas áreas de Cadastro Técnico se dá por
meio do envio das informações contidas em alternativas no SIGNOS para o TOPO.

O TOPO (ou top) do SIGNOS é o local mais alto na hierarquia de alternativas do


SIGNOS, ou seja, enviar os dados para essa alternativa TOPO significa disponibilizá-
los a qualquer usuário do SIGNOS e do SIGNOSnet.

Figura 11 – Tela de gerenciamento de alternativas do SIGNOS

Para envio dos dados, o sistema exige a atualização das alternativas hierarquicamente
abaixo do TOPO, de modo que qualquer conflito entre os dados sejam resolvidos antes
do seu envio ao TOPO. Essa atualização é executada pela função Fundir Modificações e
deve ser realizada para todas as alternativas existentes na árvore do Gerenciamento

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de Versões, desde o TOPO até a alternativa em que as informações cadastrais foram


inseridas.

Figura 12 – Menu do gerenciamento de alternativas do SIGNOS para fundir


modificações

Quando a função Fundir Modificações for executada, é possível que aconteçam


Conflitos. O Conflito é gerado sempre que uma mesma informação é alterada em
alternativas diferentes. Quando a função Fundir Modificações traz as informações para
a alternativa de interesse, o sistema compara as informações entre os dados
existentes nessa alternativa com os dados que estão vindo das alternativas acima
dela. Para que as informações possam ser enviadas de volta ao TOPO, os Conflitos
devem ser resolvidos, identificando em qual alternativa o dado deve permanecer
conforme cadastrado.

Após a resolução dos conflitos, se porventura ocorrerem, as informações devem ser


enviadas para o TOPO do SIGNOS, de forma a ficarem disponíveis a todos os usuários.

Figura 13 – Menu do gerenciamento de alternativas do SIGNOS para enviar


modificações
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Norma Técnica Sabesp NTS 293 : 2012

5.7 Atestado de Recebimento de Cadastro


Além da disponibilização das informações cadastrais, as área de Cadastro Técnico
devem atestar se os dados enviados pelas contratadas atendem às exigências da
Sabesp. Para isso, estas áreas emitem, por meio do SIGNOS, o Atestado de
Recebimento de Cadastro, documento que certifica a entrega, a quantidade e a
qualidade das informações cadastrais provenientes de serviços e/ou obras executadas
por contratadas e só pode ser emitido pelas áreas de Cadastro Técnico após a entrega
e a aprovação completa dos produtos.

Para os casos de recuperação de informações cadastrais, não será necessária a


emissão do Atestado de Recebimento de Cadastro.

Figura 14 – Acesso ao Atestado de Recebimento de Cadastro no SIGNOS

A imagem abaixo apresenta a tela de configuração para elaboração do Atestado de


Recebimento de Cadastro, cuja funcionalidade existe no SIGNOS.

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Figura 15 – Exemplo de Atestado de Recebimento de Cadastro extraído do SIGNOS

Após a elaboração do Atestado de Recebimento de Cadastro, com a devida assinatura


do gerente da área de Cadastro Técnico, o sistema de gerenciamento de documentos
da área correspondente deve atualizar o trâmite da documentação cadastral. Em
seguida, o Atestado deve ser encaminhado ao Administrador do Contrato,
formalizando o aceite do cadastro da obra e/ou serviço.

5.7.1 Área de Cadastro Técnico de Adução


A área de Cadastro Técnico de Adução tem como característica anexar a
documentação cadastral de adutoras em seus respectivos objetos e não nos Números
de Cruzamento, ou seja, se a documentação cadastral contiver linhas adutoras e
peças (singularidades), todos os trechos e peças no SIGNOS terão essa documentação
indexada.
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Figura 16 – Apresentação do menu flutuante com documentos externos no SIGNOS

5.7.2 Área de Cadastro Técnico de Tratamento de Esgotos


A área de Cadastro Técnico de Tratamento de Esgotos tem como característica anexar
sua documentação cadastral no sistema SISCAD – Sistema de Controle e Cadastro de
Plantas da Unidade de Negócios de Tratamento de Esgotos da Metropolitana. O
SIGNOS possui uma integração com esse sistema, permitindo localizar
automaticamente, por meio das coordenadas da área apresentada na tela, todos os
documentos existentes.

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Figura 17 – Apresentação do acesso ao sistema SISCAD por meio do SIGNOS

Figura 18 – Apresentação da tela com os dados da documentação cadastral no


SISCAD

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Cadastro técnico de redes de água e esgoto

Considerações finais:

1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser
alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser
enviados ao Departamento de Acervo e Normalização Técnica - TXA;
2) Tomaram parte da comissão de edição desta Norma.

UNIDADE
ÁREA DE NOME
TRABALHO
M MAG.11 Daniel de Almeida S. Gonçalves
M MAG.11 Marcelo Pereira da Costa
M MPD Nagip César Abrahão
R ROC Nilton Gomes Moraes
T TXA Airton Checoni David
T TXA Reinaldo Putvinskis

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Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo


Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T
Superintendência de Pesquisa Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – TX
Departamento de Acervo e Normalização Técnica - T X A

Rua Costa Carvalho, 300 - CEP 05429-900


São Paulo - SP - Brasil

- Palavras Chave: Cadastro técnico, Rede de água, Rede de esgoto

- 24 páginas

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