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Verbos e suas transitividades:

Observe nestes outros exemplos o emprego correto do pronome átono


com
Alguns verbos transitivos diretos.
Quando vem antes do verbo ou quando este termina em vogal ou ditongo
oral,
a forma usada é o (e suas flexões):

Esperou-os até tarde. — O pai estava esperando-os. — Deus a


conserve com saúde, Vovó. — Minhas explicações não o
satisfizeram.

Quando o verbo termina em -m, -ão, -õe usa-se a forma no (e suas


flexões): Consideram-no sábio. — Minhas explicações
satisfizeram-nos. —
Dão muitas desculpas: dão-nas exageradamente. — Põe as chaves
no bolso; põe-nas no bolso.

Se o verbo termina em -r, -s ou -z, a forma do pronome é lo (e suas


flexões), e suprimem-se essas letras:

Tentaram sequestrar o Governador; tentaram sequestrá-lo.


— Diz as coisas francamente; di-las francamente. — Pôs as
chaves no bolso; pô-las no bolso.

São verbos transitivos diretos de uso frequente (objeto direto = o e


suas flexões):
abençoar amolar facilitar
aborrecer apreciar favorecer
abraçar auxiliar humilhar
acompanhar castigar ouvir
acusar chamar prejudicar
admirar condenar prezar
adorar conhecer proteger
afligir conservar respeitar
ajudar defender satisfazer
alegrar eleger socorrer
almejar esperar suportar
ameaçar estimar

VTI

Anote agora estes verbos transitivos indiretos com a preposição a (objeto


indireto = lhe):

acudir a escrever a pertencer a


agradar a falar a (ou com) repugnar a
bastar a importar a resistir a
caber a incumbir a responder a
competir a interessar a restar a
convir a ligar a sobreviver a
cumprir a obedecer a telefonar a
corresponder a ocorrer a tocar a
desagradar a parecer a valer a
Há verbos mais exigentes: não se contentam com um só objeto, e
pedem dois ao mesmo tempo, um direto e um indireto. Daí o nome de
BIOBJETIVOS que lhes dão alguns. O mais típico desses verbos é dar (dar
alguma coisa a alguém; dá-la a alguém; dar-lhe alguma coisa). Anote os
mais comuns:
aconselhar entregar pagar
acrescentar enviar participar
agradecer exibir passar
anunciar explicar pedir
apresentar expor perdoar
atribuir franquear perguntar
augurar impingir permitir
causar impor propor
ceder indicar proporcionar
comunicar informar provar

conceder jurar recordar

conferir legar referir

contar lembrar remeter

dedicar levar reservar

deixar mandar restituir

destinar manifestar roubar

determinar ministrar solicitar

devolver mostrar subtrair

dirigir narrar testemunhar

dispensar negar tirar

distribuir oferecer tomar

ditar ofertar trazer

dizer opor vender

ensinar outorgar

Nem só a preposição a introduz o objeto indireto: muitas outras


preposições
fazem esse papel.

apelar para gostar de


carecer de incidir em
cogitar de ou em incorrer em
concordar com lembrar-se de
confiar em lutar com e por
consistir em optar por
constar de participar de ou em
contentar-se com, de ou em prescindir de
contribuir para queixar-se de
convencer-se de resultar em
crer em simpatizar com
cuidar de sonhar com
esforçar-se em, para ou por tratar de

– Agradar, no sentido de “acariciar”, “mimar”, “fazer agrados”, é


transitivo direto: “Agradava demais o caçula; agradava-o demais.”
Quando significa “causar prazer” é transitivo indireto, com a preposição
a: “O concerto agradou a todos; agradou-lhes.”

– Aspirar, no sentido de “atrair o ar aos pulmões”, “sorver”,


“cheirar”, é transitivo direto: “Aspirava o ar puro da mata, aspirava-o
com prazer.”
Já no sentido de “desejar ardentemente”, “almejar”, é transitivo indireto,
com a preposição a, mas não admite o pronome lhe: “Aspirava a um alto
cargo; aspirava a ele com todo o seu empenho.”

– Ligar, “unir”, é transitivo direto: “Uma ponte liga as duas cidades;


liga-as.” É bitransitivo no sentido de “associar”: “Não ligou esse fato ao
casamento; não o ligou a ele.”
Mas quando significa “dar importância a” é transitivo indireto, com a
preposição a: “Ninguém ligava ao bêbedo; ninguém ligava a ele.”

– Prover, “nomear”, é transitivo direto: “O Presidente proveu o


deputado no cargo de Ministro.”
Na acepção de “acudir”, “atender”, é transitivo indireto, com a
preposição a:
“Provia a todas as necessidades da casa; provia a elas.”
2. Custar apresenta duas regências mais comuns, com certa mudança
de sentido.
Na acepção de “demorar”, “tardar”, constrói-se, no Brasil,
usualmente, com a preposição a: Custei a compreender; Custaste a
responder-me. Veja estes exemplos de bons autores:

“Custas a vir.” (Cecília Meireles)


“Como custa a passar um quarto de hora!” (Paulo Mendes
Campos)
“O telegrama custou tanto a chegar.” (Carlos Drummond deAndrade)
“Custei a conciliar o sono.” (Gastão Cruls)
“Os meninos custavam a dormir.” (Autran Dourado)
“As noites são mais frias, / e custam a passar.” (Olavo Bilac)
Na acepção de “ser difícil”, “ser penoso”, constrói-se com pronome
objeto indireto seguido de verbo no infinitivo (sujeito):

“Custou-me (custou-lhe, custou-nos) admitir a derrota.”

Literária é a construção com objeto indireto de pessoa seguido de


preposição
a mais infinitivo:

“Custava-me a ouvir tais blasfêmias.” (Machado de Assis)

3. Esquecer e lembrar, transitivos diretos, também se usam como


pronominais transitivos indiretos com a preposição de:
– “Nunca esqueci aquele caso.”
– “Nunca me esqueci daquele caso.”
– “Lembrou seu nome para o cargo.”
d) “Lembrou-se do seu nome para o cargo.”
4) Listas de Regência Verbal e Nominal
Dando prosseguimento em nosso estudo de regência verbal e nominal, apresentarei a seguir duas listas:
uma lista de regência nominal e outra lista de regência nominal. Use-as como material de
consulta, retornando a esse artigo sempre que for necessário.

4.1) Lista de Regência Nominal

A regência nominal é bem variável, pois os nomes admitem muitas preposições, mas segue abaixo uma lista
dos principais:
acostumado a, com curioso de
afável com, para desgostoso com, de
afeiçoado a, por desprezo a, de, por
aflito com, por devoção a, por, para, com
alheio a, de devoto a, de
ambicioso de dúvida em, sobre, acerca de
amizade a, por, com empenho de, em, por
amor a, por falta a, com, para
ansioso de, para, por imbuído de, em
apaixonado de, por imune a, de
apto a, para inclinação a, para, por
atencioso com, para incompatível com
aversão a, por junto a, de
ávido de, por preferível a
conforme a propenso a, para
constante de, em próximo a, de
constituído com, de, por respeito a, com, de, por, para
contemporâneo a, de situado a, em, entre
contente com, de, em, por último a, de, em
cruel com, para único a, em, entre, sobre
4.2) Lista de Regência Verbal

A transitividade é muito ampla e não se esgota naqueles verbos listados nas gramáticas tampouco aqui
neste artigo, mas vemos que os concursos se baseiam nestes verbos mais comuns, os quais são listados a
seguir.

Agora, vamos para uma lista de verbos que mais caem em concursos para depois treinarmos com
questões:

a) Agradar: transitivo direto, com o sentido de “fazer agrado”, “fazer carinho”.

Ela agradou o filho.

Transitivo indireto, com a preposição a, com o sentido de “ser agradável”.

O assunto não agradou ao homem.

b) Ajudar, satisfazer, presidir, preceder: transitivos diretos ou indiretos, com a preposição a.

Satisfiz as exigências.                                            ou                   Satisfiz às exigências.

c) Amar, estimar, abençoar, louvar, parabenizar, detestar, odiar, adorar, visitar:  transitivos
diretos.

Estimo o colega.                                    Adoro meu filho.

d) Aspirar: transitivo direto quando significa “sorver”, “inspirar”, “levar o ar aos pulmões”:            
            Aspiramos o ar frio da manhã.

Transitivo indireto, com a preposição a, quando significa “desejar”, “almejar”:

Ele aspira ao cargo.

e) Assistir: é transitivo direto no sentido de “dar assistência”, “amparar”.

O médico assistiu o paciente.

Mas também é aceito como transitivo indireto, com a preposição a, neste mesmo sentido:                  O
médico assistiu ao paciente.

Transitivo indireto, com a preposição a, com o sentido de “ver”, “presenciar”.


Meu filho assistiu ao jogo.

Transitivo indireto, com a preposição a, com o sentido de “caber”, “competir”.

Esse direito assiste ao réu.

Intransitivo, com a preposição em, com o sentido de “morar”.

Seu tio assistia em um sítio. (o termo “em um sítio” é o adjunto adverbial de lugar)

Neste sentido, admite o pronome relativo “onde”: Este é o local onde assisto (onde moro).

f) Avisar, informar, prevenir, certificar, cientificar:

São normalmente transitivos diretos e indiretos, admitindo duas construções.

Avisei o gerente do problema.

Avisei-o do problema.

Avisei ao gerente o problema.

Avisei-lhe o problema.

Avisei o gerente de que havia um problema.

Avisei ao gerente que havia um problema.

Cuidado! Veja que tanto o objeto direto quanto o indireto podem ser expressos também por pronomes
oblíquos átonos ou orações subordinadas substantivas.

g) Atender: é transitivo direto, podendo ser também transitivo indireto no sentido de dar atenção a,
receber alguém, seguir, acatar:

Não costuma atender os meus conselhos.

O ministro atendeu os funcionários que o aguardavam.

Não atendeu à observação que lhe fizeram.

Transitivo indireto no sentido de responder, prestar auxílio a:


Os bombeiros atenderam a muitos chamados.

O médico atendeu aos afogados na praia.

h) Chegar: É intransitivo, no sentido de movimento a um destino, exigindo a preposição “a”. Com ideia de
movimento de um lugar origem, usa-se a preposição “de”. Deve-se evitar a preposição “em”, muito usada
na linguagem coloquial, mas não é admitida na norma culta.

Cheguei a Fortaleza.                                                                    Cheguei de Fortaleza.

Esse verbo admite o advérbio “aonde” ou a locução “para onde”, não admitindo apenas “onde”.

Note que, nas orações anteriores, os termos “a Fortaleza” e “de Fortaleza” são adjuntos adverbiais de lugar.

Transitivo indireto, quando transmite valor de limite:

Seu estudo chegou ao extremo do entendimento.

i) Chamar: é transitivo direto com o sentido de “convocar”.

Chamei-o aqui.

Transitivo direto ou indireto, indiferentemente, com o sentido de “qualificar”, “apelidar”; nesse caso, terá
um predicativo do objeto (direto ou indireto), introduzido ou não pela preposição de.

                                              Chamei-o louco.                                                            Chamei-o de louco.

                                              Chamei-lhe louco.                                                    Chamei-lhe de louco.

A palavra louco, nos dois primeiros exemplos, é predicativo do objeto direto; nos dois últimos, predicativo
do objeto indireto.

j) Custar: é intransitivo, quando indica preço, valor.

Os óculos custaram oitocentos reais.

Obs.: adjunto adverbial de preço ou valor: oitocentos reais.

Transitivo indireto, com a preposição a, significando “ser custoso”, “ser difícil”; com esse sentido,
normalmente estará seguido de um infinitivo:

Custou ao aluno entender a explicação do professor.


Obs: A expressão “entender a explicação do professor” é sujeito oracional e “ao aluno” é o objeto indireto.
(Isso custou ao aluno)

k) Esquecer, lembrar, recordar: são transitivos diretos, sem os pronomes oblíquos átonos (me, te, se,
nos, vos):

Ele esqueceu o livro.                        Lembrou a situação.                                  Recordou o fato.

Transitivos indiretos com pronomes oblíquos átonos, exigindo preposição de.

Ele se esqueceu do livro.        Lembrou-se da situação.      Recordou-se do fato.

No sentido figurado, há ainda a possibilidade de o sujeito do verbo “esquecer” não ser uma pessoa, mas
uma coisa:

Esqueceram-me as palavras de elogio.

Esqueceu-se verificar o número da placa.

Essa mesma regência vale para “lembrar”, isto é, há na língua o registro de frases como “Não me lembrou
esperá-la”, em que “lembrar” significa “vir à lembrança”. O sujeito de “lembrou” é “esperá-la”, ou seja, esse
fato (o ato de esperá-la) não me veio à lembrança.

Os verbos Lembrar e recordar também podem ser transitivos diretos e indiretos:          

Lembrei ao aluno o dia do teste.

l) Implicar: é transitivo direto quando significa “pressupor”, “acarretar”.

Seu estudo implicará aprovação.

Transitivo direto e indireto, com a preposição em, quando significa “envolver”.

Implicaram o servidor no processo.

Transitivo indireto, com a preposição com, quando significa “demonstrar antipatia”, “perturbar”.

Sempre implicava com o vizinho.

m) Morar, residir, situar-se, estabelecer-se pedem adjuntos adverbiais com a preposição em, e


não a:
Morava na Rua Onofre da Silva.

Cabe aqui observar que o vocábulo “onde” não pode receber preposição com este verbo. A estrutura
“aonde moro” está errada gramaticalmente, o correto é: onde moro.

n) Namorar: transitivo direto:

Ela namorou aquele artista.

o) Obedecer e desobedecer: transitivos indiretos, com a preposição a.

Obedeço ao comando.                                      Não desobedeçamos à lei.

p) Pedir, implorar, suplicar: transitivos diretos e indiretos, com a preposição a (mais


raramente, para):

            Pediu ao dirigente uma solução.

Só admitem a preposição para quando existe a palavra licença (ou sinônimos), clara ou oculta.

                      Ele pediu para sair. (ou seja: pediu licença para)

q) Perdoar e pagar: são transitivos diretos, se o complemento é coisa.

Perdoei o equívoco. Paguei o apartamento

Transitivos indiretos, com a preposição a, se o complemento é pessoa.

Perdoei ao amigo.      Paguei ao empregado.

Podem aparecer os dois complementos, sendo o verbo transitivo direto e indireto:

O Brasil pagou a dívida ao FMI.

O FMI perdoará a dívida aos países pobres.

Note que, se no último exemplo retirássemos a preposição “a” e inseríssemos a preposição de, o verbo
passa a ser apenas transitivo direto e o termo preposicionado passa a ser o adjunto adnominal que
caracteriza o núcleo deste termo. Veja:

O FMI perdoará a dívida dos países pobres.


Observação: “perdoará” é verbo transitivo direto, o termo “a dívida dos países pobres” é o objeto direto,
cujo núcleo é “dívida” e “dos países pobres” é o adjunto adnominal.

r) Preferir: é transitivo direto: Prefiro biscoitos.

Transitivo direto e indireto, com a preposição a: Prefiro vinho a leite.

Cuidado, pois o verbo “preferir” não aceita palavras ou expressões de intensidade, nem  do que ou que.
Assim, está errada a construção como “Prefiro mais vinho do que leite”.

s) Presidir: transitivo direto ou indireto:

O chefe presidiu a cerimônia.                                      O chefe presidiu à cerimônia.

t) Querer: é transitivo direto, significando “desejar, ter intenção de, ordenar, fazer o favor de”:

Ele quer a verdade.

Transitivo indireto, significando “gostar, ter afeição a alguém ou a alguma coisa”. É normal o advérbio
“bem” ficar subentendido ou explícito. Assim, é exigida a preposição a:

 A mãe quer muito ao filho.  (…quer bem ao filho)

u) Responder: é transitivo direto, em relação à própria resposta dada.

Responderam que estavam bem.

Transitivo indireto, em relação à coisa ou pessoa que recebe a resposta.

Respondi ao telegrama.

Às vezes, aparece como transitivo direto e indireto:

Respondemos aos parentes que iríamos.

v) Visar: é transitivo direto quando significa “pôr o visto”, “rubricar”:

Ela visou as folhas.

Transitivo direto quando significa “mirar”:

Visavam um ponto na parede.


Transitivo indireto, com a preposição a, quando significa “pretender”, “almejar”:

Visava à felicidade de todos.

Aqui não é aceito o pronome “lhe” como complemento, empregando-se, assim, as formas “a ele” e “a ela”.

Algumas gramáticas aceitam a regência deste verbo na acepção de “pretender, almejar” como verbo
transitivo direto, quando logo após houver um verbo no infinitivo:
– Respeitar, “tratar com respeito”, é transitivo direto: “Respeite
os mais velhos; respeite-os.”
Significando “dizer respeito”, “interessar”, “referir-se”, é transitivo
indireto, com a preposição a: “No que respeita a essa questão...; no
que respeita a ela; no que lhe respeita...”

– Servir, “prestar serviços”, tanto pode ser transitivo direto


quanto indireto: “Jacó servia Labão; servia-o”; “Jacó servia ao pai de
Raquel; servia a ele.”
No sentido de “convir”, porém, é apenas transitivo indireto: “Este
emprego não lhe serve.”

Há certos verbos biobjetivos com os quais podem alternar os dois


objetos (de pessoa e de coisa). Um modelo é avisar: avisa-se alguma
coisa a alguém ou avisa-se alguém de alguma coisa. Anote mais estes:
advertir incumbir
certificar indenizar
cientificar poupar
Defectivos
São aqueles que não apresentam conjugação completa. Tal “defeito”
ocorre no presente do indicativo e do subjuntivo e no imperativo. Por isso,
mesmo defectivo, o verbo poderá ser conjugado inteiramente nos outros
tempos e modos verbais. Os defectivos são estes (destaco os que mais
aparecem em prova, até porque isso é uma gramática, não um dicionário):

– Verbos que só não possuem a 1a pessoa do singular


do presente do indicativo e, consequentemente,
nenhuma das pessoas do presente do subjuntivo
nem as formas do imperativo negativo, nem a 3a
pessoa do singular, 1 a pessoa do plural e 3a pessoa do
plural do imperativo afirmativo:
abolir, aturdir,soer, banir, colorir (colorar não é defectivo),
delinquir, demolir, emergir/imergir (polêmico; veja a
conjugação dele mais à frente em Verbos Notáveis),
explodir, feder (polêmica: o dicionário Aulete entende que é
regular), haurir, puir, ruir, exaurir, retorquir, extorquir,
ungir,viger…
– Verbos que, no presente do indicativo, só se conjugam
nas 1a e 2a pessoas do pl não possuindo forma alguma
no presente do subjuntivo nem no imperativo
negativo; só há a 2a pessoa do plural do imperativo
afirmativo:
precaver-se, reaver, adequar* (polêmica: segundo o
dicionário Houaiss, tem conjugação completa: adéquo,
adéquas, adéqua… ou adequo, adequas,
adequa. – com o u tônico), aguerrir, combalir,falir, florir,remir,
ressarcir…
A - CORRETO - 

1) Quando o sujeito composto é formado por núcleos sinônimos ou quase


sinônimos, o verbo pode ficar no plural ou no singular.

Por Exemplo:

Descaso e desprezo marcam / marca seu comportamento.

B - ERRADA. 

3) Quando os núcleos do sujeito composto são unidos por "ou" ou "nem", o


verbo deverá ficar no plural se a declaração contida no predicado puder ser
atribuída a todos os núcleos.

Por Exemplo:

Drummond ou Bandeira representam a essência da poesia brasileira.

Nem o professor nem o aluno acertaram a resposta.

Quando a declaração contida no predicado só puder ser atribuída a um dos


núcleos do sujeito, ou seja, se os núcleos forem excludentes, o verbo deverá
ficar no singular.

Por Exemplo:

Roma ou Buenos Aires será a sede da próxima Olimpíada.

Você ou ele será escolhido. (Só será escolhido um)

C - ERRADA 

Mesma explicação da letra B.

D - ERRADA
 Quando o sujeito é composto e anteposto ao verbo, a concordância se faz
no plural:

Exemplos:

Pai e filho    conversavam longamente.

  Sujeito

Pais e filhos   devem conversar com frequência.

  Sujeito

E - ERRADA 

Mesma explicação letra B. Só pode ficar no plural.

Espero ter ajudado..

Abraço