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Centro de Emprego e Formação Profissional de Vila Nova de Gaia

Ação de formação

Designação: Técnico de Ação de Educativa

N.º:20.0293
UFCD: Atividades Lúdico-Expressivas
Código N.º: 10660
Carga Horária: 25 H
Modalidade de formação: Vida Ativa
Índice

1. Técnico/a de Ação Educativa ………………………………………………………………………. 1


1.1. Definição ……………………………………………………………………………………….. 1
1.2. Deveres/obrigações …………………………….…………………………………………….. 1
2. Definição de Atividade Lúdica …………………….……………………………………………….. 2
3. Definição de tempo livre ………………………………………………………………:::………….. 3
4. Importância do jogo na educação da criança …………………………………………………….. 5
4.1. Jogo na teoria de Piaget …………………………………………..………………………….. 5
5. Importância do faz de conta .……………………………………………………………………….. 7
6. Importância do contacto com a natureza para o desenvolvimento da criança ……………….. 8
7. Atividades Lúdico-Expressivas …………………………………………………………………….. 9
7.1. Técnicas de pintura …………………………………………………………………..……….. 9
7.2. Técnicas de modelagem …………………………………………………………………….. 10
7.3. Técnicas de raspagem ……………………………………………………………..……….. 10
7.4. Corte, recorte e colagem …………………………………………….……………..……….. 10
7.5. Bricolage …………………………………………………………………………………….... 14
7.6. Jogos de movimento ……………………………………………………………………….... 15
7.6.1. Jogos com bolas ………………………………………………..……………….... 15
7.6.2. Jogos com arcos ……………………………………………………………….... 15
7.6.3. Jogos tradicionais …………………………………………………………...….... 16
7.7. Jogos de mesa e suas regras ………………………….................................................... 17
7.8. Canções de cancioneiro popular ………………………………………………………….... 18
7.8.1. Canções de roda …………………………....................................................... 18
7.9. Dramatização de histórias …………………………...................................................... 19
Webgrafia …………………………......................................................................................... 20
Anexo I ………………………................................................................................................. 21
Anexo II ………………………................................................................................................ 22
Anexo III ………………………............................................................................................... 23
Anexo IV ………………………............................................................................................... 24
1. Técnico/a de Ação Educativa

1.1. Definição

O/A Técnico/a de Ação Educativa cuida de crianças com idade até aos 6 anos, incluindo
crianças com necessidades específicas de educação, durante as suas atividades quotidianas e de
tempos livres, garantindo a sua segurança e bem-estar e promovendo o seu desenvolvimento
adequado.

1.2. Deveres/obrigações

O trabalho do/a Técnico/a de Ação Educativa centra-se em:

 Colaborar e/ou executar a planificação das atividades pedagógicas e lúdicas nos diversos
contextos em que atua, tendo em conta as necessidades educativas e a idade das crianças
ao seu cuidado;
 Cuidar de crianças em creches, jardins-de-infância e estabelecimentos similares;
 Cuidar de crianças em Atividades de Tempo Livres (ATL);
 Cuidar de crianças com necessidades específicas de educação, colaborando na
programação, no desenvolvimento e no acompanhamento das suas atividades quotidianas
e de tempos livres;
 Assegurar as condições de higiene, segurança e organização do local onde as crianças se
encontram, bem como, dos brinquedos e outros materiais utilizados;
 Informar os encarregados de educação e/ou o/a Educador/a de Infância sobre eventuais
problemas de saúde ou outros respeitantes às rotinas diárias da criança.
2. Definição de Atividade Lúdica

Vários autores atestam a importância da atividade lúdica no processo de ensino-


aprendizagem.
É considerada atividade lúdica uma brincadeira, um jogo, ou qualquer outra atividade de lazer
que promova a diversão.
Quando as crianças participam em atividades lúdicas, devidamente orientadas, adquirem
novos conhecimentos e desenvolvem competências de uma forma natural e agradável. Este
sentimento promove o interesse pela aprendizagem e assegura a sua alegria e bem-estar.
É no contexto lúdico em que a criança desenvolve a expressão oral e corporal, em que se
integra na sociedade e no qual constrói o seu próprio conhecimento.
A ludicidade é um meio de expressão de sentimentos, pensamentos e perceções da criança.
Através desta atividade, a criança desenvolve-se psicológica, cultural, social, mental e
fisicamente, ou seja, o brincar proporciona um desenvolvimento integral do ser humano.
3. Definição de tempo livre

O tempo livre é fundamental no processo de desenvolvimento humano. É consensual que a


necessidade do lazer é imprescindível.
Contudo, em O tempo das crianças e as crianças deste tempo, Nídio apresenta vários
“tempos”.

Por Alberto Nídio, em Os tempos sociais e o mundo contemporâneo.


Um debate para as ciências sociais
Universidade do Minho

Viver o tempo da infância, o tempo descomprometido, é deixar que as crianças tenham tempo
para se surpreender com as coisas da vida, vivê-las à sua maneira, reiterá-las as vezes que for
preciso.
Segundo Marta Marques, psicóloga da educação, as crianças precisam de tempo para não
fazerem nada. É neste tempo de não fazerem nada que cada criança tem a oportunidade de
explorar o mundo interior e exterior, estimula também a criatividade/imaginação, aprende a
resolver problemas (porque é confrontada com o não fazer nada) e desenvolve competências
emocionais (lidar com o aborrecimento). Quando as crianças se confrontam com este
aborrecimento, é assim que surge a pergunta “o que vou fazer?”, motivando assim para fazerem
algo que as motive verdadeiramente. É aqui que surge o debate acerca das tecnologias; se as
crianças estiverem demasiado entretidas com aparelhos tecnológicos muito dificilmente irão
conseguir descobrir os seus interesses.
4. Importância do jogo na educação da criança

Quando a criança joga, pode ser um momento mágico e precioso.


Entende-se por jogo a atividade física ou mental fundada em sistema de regras que definem
a perda ou o ganho. Aqui a caraterística principal são as regras. No entanto, apesar das regras o
jogo é uma atividade prazerosa.

4.1. Jogo na teoria de Piaget

Para Piaget (1990), o início das atividades lúdicas está em sintonia com o desenvolvimento
da inteligência, relacionando-se com os estágios do desenvolvimento cognitivo. Assim, a cada
etapa do desenvolvimento está relacionado um tipo de jogo que acontece da mesma forma para
todos os sujeitos.
Para este autor, a classificação dos jogos é feita segundo três classes que estão em relação
estreita com três fases dos estádios de desenvolvimento defendidos por ele.
Dos quatro estádios, salienta-se os seguintes:
 Estádio sensório-motor (desde o nascimento até aos 2 anos): nesta fase a criança
brinca sozinha e não utiliza as regras porque não tem a noção delas;
 Estádio pré-operatório (dos 2 anos aos 6/7 anos): surge o jogo simbólico quando a
criança brinca e aos poucos o conceito de regra começa a aparecer nas suas
brincadeiras;
 Fase das operações concretas (dos 7 aos 11/12 anos): a criança nesta altura já é
um ser social e, quando joga em grupo, a existência de regras é fundamental.

Deste modo, Piaget (1990) classificou então os jogos segundo a evolução das estruturas
mentais em três categorias:
 Jogos de exercício (desde o nascimento até aos 2 anos – a repetição de
movimentos e gestos pelo simples prazer que a criança tem em executá-los, como
por exemplo emitir sons, agitar os braços e as pernas, andar, sacudir objetos, correr;
 Jogos simbólicos (dos 2 anos aos 6/7 anos) – a principal caraterística deste jogo
“consiste em satisfazer o eu por meio de uma transformação do real em função dos
seus desejos”, isto é, assimila a realidade através do jogo simbólico; através do jogo
faz de conta, a criança atribui significado ao símbolo (objeto) de forma a dar-lhe mais
prazer (ex.: transformar uma vassoura em cavalo); o prazer está no processo;
 Jogos de regras (dos 7 aos 11/12 anos) – nesta idade, a criança apenas achará
uma atividade interessante se envolver regras; as regras é que estimulam a
concentração no jogo e ao mesmo tempo regulam o comportamento das crianças;
nos jogos com regras, o prazer é alcançado nos resultados obtidos e no cumprimento
das regras.
5. Importância do faz de conta

O que torna o jogo uma atividade importante para o desenvolvimento infantil não é a ação
espontânea da criança, mas sim é capacidade que esta tem em imaginar situações, em imitar
papéis sociais e ainda a interação que existe durante as atividades lúdicas, os conteúdos
abordados e as regras de conduta implícitas a cada situação.
Ao criar e recriar uma atividade lúdica, a criança desempenha papéis e comportamentos dos
adultos, onde experimenta valores, hábitos, atitudes e situações para as quais na vida real não
está preparada, dando-lhes significados imaginários.

“Na brincadeira faz-de-conta, os objetos perdem a sua força determinadora sobre o


comportamento da criança, que começa a agir independentemente daquilo que ela vê. Uma colher
se transforma em um avião, um cabo de vassoura em um cavalo. Na brincadeira a criança aprende
a comportar-se não somente pela perceção imediata dos objetos, ou pela situação que a afeta de
imediato, mas pelo significado desta ação.” (Vygotsky, 1989)

No desenvolvimento infantil, a brincadeira de faz-de-conta tem um papel fundamental no


aperfeiçoamento e evolução para a preparação da criança para uma nova etapa do
desenvolvimento psíquico. Como afirma Elkonin (1998), a brincadeira de faz-de-conta atua sobre
o desenvolvimento psíquico e na formação da personalidade da criança.

No faz-de-conta, a criança já consegue, através da fala, representar de forma organizada o


que aprendeu no convívio com o meio, apoiando-se em objetos e ações externas.
6. Importância do contacto com a natureza para o desenvolvimento da criança

De acordo com a Sociedade Portuguesa de Pediatria, “as vantagens de brincar ao ar livre


verificam-se a vários níveis. Ao favorecer a atividade física, constitui uma estratégia na prevenção
da obesidade. Intelectualmente, estimula a aquisição de competências, treino da atenção e
capacidade de resolução de problemas. No plano emocional e social, brincar proporciona diversas
situações em que é testada a relação com os pares, permitindo desenvolver a resiliência. Além
disso, ao transferir para a brincadeira objetos ou fenómenos da realidade externa, a criança
constrói as bases para a compreensão de si própria e do mundo, expressando os seus medos e
frustrações, mas também a sua criatividade”.
7. Atividades Lúdico Expressivas

7.1. Técnicas de Pintura

 Pintura impressa
Pinte uma superfície, utilizando guache e, a seguir, coloque uma folha por cima; pressione
com as mãos e depois retire-a novamente. A pintura da mesa passará para o papel de
forma invertida.
 Pintura no papel amassado
Amasse e desamasse o papel, depois pinte por cima.
 Pintura espelhada
Pinte com cola colorida ou guache, dobre a folha ao meio e abra novamente. A pintura
ficará igual dos dois lados da folha.
 Pintura com esponja
Recorte uma esponja em pedaços, do tamanho que desejar, humedeça no guache e
pressione sobre o papel. Repita a atividade até formar a pintura que deseja.
Se usar várias cores de tinta, é preciso separar um pedaço de esponja para cada cor para
não misturar.
 Pintura com carimbos de legumes
Legumes como batatas, cenouras e beterrabas também podem ser instrumentos de arte.
Corte-os na forma que quiser (carinha feliz, estrela, coração e etc), mergulhe na tinta e
carimbe as folhas.
 Pintura salpicada
Humedeça uma escova dos dentes em guache e deslize o polegar de forma a tinta salpicar
para a folha.
 Pintura com as mãos
Use as mãos como carimbos e crie diferentes formas, tais como animais, árvores, peixes,
entre outros.
 Técnica do sopro
Pingue pequenas porções de tinta sobre a folha de papel e sopre através de uma palhinha.
Quanto mais soprar mais espalhada ficará a tinta.
7.2. Técnicas de modelagem

 Plasticina
Deixar inteira liberdade para a criança experimentar as criações que desejar;
experimentar diferentes utensílios com os quais se possam dar formas ou fazer efeitos
na plasticina: espátulas, pauzinhos de gelado, pauzinhos de chupa-chupa.
 Barro
Amassar por amassar: amassar o barro para o tornar mais maleável. Trata-se de uma
atividade eminentemente expressiva e que proporciona agradáveis sensações táteis;
Exploração livre: sugerir à criança para experimentar diferentes formas simples que
sejam possíveis de dar ao barro: rolo, bola;
Criação: deixar inteira liberdade para a criança experimentar as criações que desejar;
Experimentar diferentes utensílios com os quais se possam dar formas ou fazer efeitos
no barro: espátulas, pauzinhos de gelado, pauzinhos de chupa-chupa.

7.3. Técnica de raspagem

É uma técnica que consiste em cobrir (pintar) totalmente com várias cores uma folha de
desenho a lápis de cera. Depois cobre-se (pinta-se) com guache preto por cima das cores do lápis
de cera e deixa-se a secar. Finalmente, raspa-se com uma ponta metálica por cima do guache a
figura que se pretende e esta sairá com as cores do lápis de cera.

7.4. Corte, recorte e colagem

Estas atividades potenciam a imaginação e a criatividade das crianças, assumindo um papel


fundamental na fase adulta.
Pensa-se que, futuramente, saibam enfrentar os problemas de forma muito mais simples e
com maior facilidade de adaptação e contorno/resolução das adversidades. Isso porque, antes de
começar a colar, a criança deve fazer uma série de escolhas e decisões sobre o material a ser
utilizado.
Também a colagem é uma técnica de arte, através da qual é possível apresentar noções de
simetria, formas e figuras geométricas.
Qualquer material pode ser utilizado para realizar tais tarefas: papéis, revistas, botões, palitos,
etc.
Seguem-se alguns exemplos, baseados em artista:

 A noite estrelada, de Van Gogh, em colagem:

 Matisse e a técnica de colagem:

 Paul Klee e figuras geométricas


 A técnica de colagem de Picasso

 Colagem de círculos de Kandinsky

 Autorretrato
 Paisagens com recortes de jornal

 Colagem com fios de lã

 Descobrindo o rosto humano


7.5. Bricolage

Entende-se por bricolage o conjunto de pequenas tarefas ou trabalhos manuais domésticos.

 Outono

 Amor Materno, em tela

 Estantes com caixotes de madeira


7.6. Jogos de movimento

7.6.1. Jogos com bolas

 Batata quente
É excelente para despertar a atenção e coordenação das crianças menores.
Sentadas em círculo, com uma bola em mãos, elas devem começar a cantar
“batata quente, quente, quente, quente… queimou!”. No término da música,
aquela que estiver ficado com a bola deverá ir para o centro.

 Bola ao alvo
Antes de começar a brincadeira, prepara-se alguns alvos: uma pirâmide de latas,
por exemplo. Pode ser no chão, em paredes ou objetos pendurados. Posicionar
as crianças em filas diante de cada um dos alvos para que façam suas tentativas.
A cada acerto, será somado um ponto. Assim que terminarem a sequência dos
alvos, vence a criança que tiver a maior pontuação.

 Montanha russa
Organizar as crianças em duas filas iguais e entregar a bola àquela que estiver à
frente. Ela deve passar a bola para quem estiver atrás, movimentando os seus
braços num sentido ascendente, ou seja, colocando as mãos acima da cabeça.
A segunda irá passar a bola para quem estiver atrás de si, mas, agora, em
sentido descendente, ou seja, entre as pernas. E assim, alternadamente.
Quando chegar a bola chegar à última criança da fila, ela deverá correr e passar
a ser a primeira, e assim em diante, até que a primeira torne ao seu lugar inicial.
Quem completar o ciclo primeiro vence o jogo.

7.6.2. Jogos com arcos

 Arco em falta
Distribuir os arcos aleatoriamente pelo chão. Iniciar com menos um arco em
relação ao número de participantes. As crianças devem caminhar entre os
arcos e, ao sinal do professor “Coelho vai para a toca!”, devem entrar no arco.
A criança que ficar sem arco, sai do jogo. Os arcos devem ser eliminados um a
um a cada rodada.

 Trilha circular
Escolhe-se duas crianças, segundo critérios já estabelecidos (sorteio, etc).
Dado o sinal do início, os dois participantes apanham o arco e colocam-no no
chão à direita, à esquerda ou à sua frente, como quiserem. De seguida, o
orientador ordena à coluna que se movimente, de acordo com as sugestões:
Rodar por fora do arco.
Rodar aos pares, um fora e um dentro do arco.
Saltar sobre o arco com um pé.
Saltar com os dois pés juntos, dentro e fora do arco.

7.6.3. Jogos tradicionais

 Jogo da Macaca
Desenha-se a macaca com o giz. O primeiro jogador pega na pedra e começa a
jogar, atirando a pedra para uma casa da macaca. Ao pé-coxinho, percorre a
macaca sem pisar os riscos e apanha a pedra ao passar por ela. Joga até que a
pedra tenha sido atirada para todas as casas. Se ao atirar a pedra não cair na
casa certa, ou cair fora da macaca, perde o jogo e dá a vez a outro jogador.

 Corrida de sacos
É marcado um percurso no chão com uma linha de partida e uma meta.
Os concorrentes colocam-se atrás da linha de partida. Ao sinal de partida, cada
um entra no seu saco, segura as bordas com as mãos e desloca-se, aos saltos,
em direção à meta. Ganha aquele que chegar primeiro.

 Saltar à corda
Formam-se duas equipas. Dois jogadores seguram a corda, um em cada ponta,
e fazem-na girar. Outro jogador entra na corda que gira e tenta fazer o maior
número de saltos. Quem fizer mais saltos sem pisar a corda ganha. O jogador
pode saltar de várias maneiras: ao pé-coxinho, com os dois pés juntos, entre
outros.

7.7. Jogos de mesa e suas regras

 Jogo das Damas1

 Xadrez2

 Jogos com Cartas3

1
Anexo I – consultar regras
2
Anexo II – consultar regras
3
Anexo III – consultar tipos de jogos e regras
7.8. Canções de cancioneiro popular

Cancioneiro define-se como sendo uma coleção de cantigas ou de antigas poesias (líricas
e outras).

7.8.1. Canções de roda4

O conceito de música tradicional é tratado como o resultado da tradição de um povo,


canções transmitidas oralmente que têm, assim, um cariz de anonimato. Diaz (citado por
Resende, 2008) refere que “se pode considerar Música Tradicional toda aquela que, servindo
para diferentes actividades (dança, baile, canção) tem uma antiguidade remota e chega aos
nossos dias graças ao esforço individual e colectivo da comunidade que a interpreta”.

“ainda no útero, os bebés conseguem ouvir música, respondendo-lhe com pontapés e outros
movimentos. Enquanto recém-nascidas ou já como bebés mais velhos, as crianças continuam
a ser fortemente afetadas pela
música. (…) De facto, a música é
um importante aspeto da infância
precoce, pelo facto das crianças
mais novas estarem tão abertas a
ouvir e a fazer música, e a moverem-se ao seu som. A música torna-se mesmo uma outra
linguagem, através da qual os jovens fazedores de música aprendem coisas sobre si mesmos
e sobre os outros. A música insere as crianças na sua própria cultura e ritos comunitários”.
Hohmann e Weikart (2007)

4
Anexo IV – exemplos de canções de roda
7.9. Dramatização de histórias

O texto dramático é escrito para ser representado. Portanto, dramatizar assume-se como
sinónimo de representar.

Qualquer dramatização de histórias, seja ela de um conto, de uma fábula, de obras literárias,
requerer:
 Conteúdo: personagens e argumento;
 Montagem: texto, decoração, efeitos especiais, construções, etc;
 Técnica de representação aprendida por parte da criança/jovem;
 Representação frente a um público espectador.
Webgrafia

۰ http://www.iptrans.com.pt/
۰ file:///C:/Users/Utilizador/Downloads/1561-5412-1-PB%20(1).pdf
۰ http://mentalskills.pt/a-importancia-de-brincar-e-o-tempo-livre/
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۰ https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/130511/artespedinfplcha1ed
014.pdf?sequence=1&isAllowed=y
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۰ https://www.portoeditora.pt/espacoprofessor/paginas-especiais/educacao-pre-
escolar/opiniao-pre/brincar-ao-ar-livre-e-saudavel-e-divertido
۰ https://www.educasempre.com/2012/03/30-tecnicas-de-pintura.html
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۰ https://sites.google.com/site/albertobarrossousa/pedagogia/educacao-pela-
arte/expressao-plastica/materiais-e-tecnicas-de-mdelagem
۰ https://www.criandocomapego.com/atividades-de-recorte-e-colagem-para-fazer-com-
as-criancas/
۰ https://www.notapositiva.com/old/pt/trbestbs/areaintegr/jogos_infantis_d.htm
۰ http://www.fpdamas.pt/Downloads/REGRAS%20DAS%20DAMAS%20CL%C3%81SSICA
S.pdf
۰ http://www.fpx.pt/web/files/formacao/REGRAS-Portugues-2017.pdf
۰ http://sites.uac.pt/mea/files/2014/01/am-13-14-13A.pdf
۰ https://dicionario.priberam.org/cancioneiro
۰ https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/11015/1/tese.pdf