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1 TÍTULO

- Procedimento de Rastreabilidade.

2 OBJETIVO

- Fornecer orientações práticas para a condução da rastreabilidade de com os


objetivos de:

2.1. Garantir os requisitos mínimos que integram as demandas da legislação


brasileira e internacional no que se trata da rastreabilidade;

2.2. Atender aos padrões internacionais para a rastreabilidade;

2.3. Contribuir para a gestão de riscos e identificação de falhas e melhorias na


segurança dos produtos dentro da cadeia permitindo um recolhimento (recall)
rápido do produto no caso de não-conformidades;

2.4. Aumentar a confiabilidade da informação de rastreabilidade extraída e


produzida pelos elos da cadeia;

2.5. Melhorar a organização e eficiência do negócio;

2.6. Favorecimento de uma utilização sustentável dos recursos;

2.7. Definir as exigências e responsabilidades dos operadores da cadeia de de


suprimentos na rastreabilidade de produtos destinados à processamento e/ou
distribuição e/ou comercialização;

2.8. Especificar as etapas e documentos envolvidos no processo de


rastreabilidade;

2.9. Definir a sistemática para o processo de rastreabilidade e tecnologias da


informação são conceitos indissociáveis permitindo o acesso a toda informação e
proporcionando a habilidade de seguir a movimentação de um produto por
estágios específicos de produção, processamento e distribuição;
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2.10. Através da rastreabilidade é possível recuperar o histórico ou a localização


de um produto, utilizando o seu identificador único (ID), disponível através da
impressão de números de identificação em etiquetas nos diferentes tipos de
produtos e embalagens;

2.11. Relacionada com o tratamento e com a emissão dos produtos, fazendo


relação com a origem do produto até o cliente e do cliente até o produto, para
isso se faz necessário o uso do Sistema Rastreador, desenvolvido pela empresa
PariPassu, que fornece apoio à gestão, que proporciona a visualização de toda
informação da origem do produto;

3 CAMPO DE APLICAÇÃO

3.1. Este procedimento se aplica ao setor de produção da NOME DA


EMPRESA;

3.2. Para que o processo de rastreabilidade seja efetivo é necessário atender


os seguintes pré-requisitos: DESCREVER O QUE SE APLICA EM
RELAÇÃO À GESTÃO DE FORNECEDORES;

3.3. Para o fornecedor poder fazer parte da equipe NOME DA EMPRESA, faz-
se necessário um acompanhamento in loco com apoio do técnico
responsável, onde é realizado um desenvolvimento de orientações e
recomendações;

3.4. Esse acompanhamento é fundamental, pois através de suas visitas


fornece informações e recomendações específicas sobre a
produção/fabricação da matéria-prima ou produto.

(Exemplo: no caso de alimentos frescos, o técnico orientará sobre a relação


de insumos agrícolas registrados de acordo com cada cultura através das
recomendações da ANVISA);

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4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

Portarias de rastreabilidade ou recall de produtos de Órgãos Anuentes.

(Exemplo: no caso de alimentos, Portaria 1739, de 30 de outubro de 2013 e RDC


24/2015).

5 DEFINIÇÕES

Para a utilização deste documento são necessárias as seguintes definições:

(Exemplo: no caso de alimentos:

Alimento: Todo produto ou substância destinado à alimentação humana ou


susceptíveis de serem consumidos por seres humanos.

Cadeia de suprimentos: Sequência dos estágios ou operações envolvidas na


produção, processamento, distribuição e manuseio de alimentos, desde a produção
primária até o consumo.
Nota: definição baseada na ISO/DIS, 22005).

Código de rastreabilidade: Código que designa a identidade e o histórico de um


lote dentro da cadeia de alimentos.

Dados: informações coletadas e registradas.

Destino: para onde o produto é enviado (próximo estágio da cadeia – “um passo à
frente”).

Distribuidor: Aquele responsável pelo intermédio comercial do produto (em boas


condições) produzido entre o produtor e outro distribuidor ou varejo.

Embalagem: A embalagem é um recipiente ou envoltura que armazena produtos


temporariamente, individualmente ou agrupando unidades, tendo como principal
função protegê-lo e estender o seu prazo de vida (shelf life), viabilizando sua
distribuição, identificação e consumo.
Nota: definição da Associação Brasileira de Embalagem, 2018;

Gestão de riscos: O processo de examinar a possibilidade da implementação


técnica e de custos aceitáveis em relação às politicas e medidas para reduzir riscos
por meio de consulta com todas as partes envolvidas, determinando, verificando e
revisando políticas e medidas adequadas.
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Identificação: especificar e definir um código único para lotes, produtos


individualizados, operadores e locais.

Lote: Conjunto de unidades de um produto que tenham sido produzidos e/ou


processados e/ou embalados em circunstâncias semelhantes.
Nota: adaptado, definição da ISO 9001: 2015.

Não conformidade: Uma não conformidade está relacionada a processos que


geraram resultado insatisfatório, ou seja, produtos não conformes, que não atendem
determinado requisito, como, por exemplo, no caso de conjunto de normas ISO.
Nota: adaptado, definição baseada na ISO 9001:2015.

Origem: local de produção ou de onde o produto foi enviado (estágio anterior da


cadeia – “um passo atrás”).

Processamento: transformação do alimento para torná-los menores, prontos ou


semi-prontos para o consumo. Estes métodos contemplam:
- Fracionamento por picagem etc.
- Acondicionamento em embalagens
- Higienização.
- ___________

Produto: resultado de um processo.

Produtor/Fabricação: responsável pela produção ou fabricação.

Rastreabilidade: habilidade para acompanhar o movimento do produto em todos os


estágios de produção, fabricação, processamento e distribuição.

Aptidão para seguir a história, aplicação ou localização de um objeto e pode


relacionar-se com:

x A origem dos materiais e componentes;


x O histórico do processamento;
x A distribuição e localização do produto ou dos serviços após a entrega.
Nota: definição baseada na ISO 9001:2015.

Rótulo ou etiqueta: rótulo é toda inscrição, legenda e imagem ou, toda matéria
descritiva ou gráfica que esteja escrita, impressa, estampada, gravada ou colada
sobre a embalagem do produto.

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Embalagem é o recipiente destinado a garantir a conservação e facilitar o


transporte e manuseio dos produtos. Alguns tipos de embalagens são: vidro,
plástico, papelão.
Nota: definição de Anvisa.

Sistema de rastreabilidade: organização de dados e operações capaz de manter a


informação desejada sobre o produto e seus componentes através de toda ou parte
de sua cadeia de produção e utilização.
Nota: definição da ISO/DIS, 22005.

Varejo: estrutura responsável pelo intermédio comercial entre o alimento em boas


condições produzido pelo produtor e o consumidor.

6. RESPONSABILIDADES

6.1 Os membros da Equipe de Boas Práticas são responsáveis por implementar,


acompanhar e verificar o cumprimento deste procedimento;

6.2 A área de NOME DA ÁREA é responsável por colocar as informações no


Sistema de Rastreabilidade; (DESCREVER AS ÁREAS RESPONSÁVEIS E
ETAPAS CASO HAJA MAIS DE UMA)

7. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

7.1. Rastreabilidade quando em pleno funcionamento gera maior transparência


nas relações entre os pares, colaboração para a melhoria do produto e dos
processos, oportunidade de aumento na eficiência de automação logística e sem
dúvida o aspecto de maior relevância, a possibilidade de conectar-se com o
consumidor final, de forma mais humana e interativa. Todos estes pontos são
requisitos que compõem alicerces básicos para a sustentabilidade do negócio;

7.2. O produto precisa estar devidamente identificado: o que estamos rastreando;

7.3. A origem deve ser conhecida: de onde vem o produto que está sendo
rastreado;

7.4. O destino deve estar definido: para onde este produto está sendo
embarcado ou enviado;

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7.5. Através do sistema de rastreabilidade é possível acompanhar o recebimento


do produto através de controle de romaneio, que especifica a origem, data de
recebimento, quantidade de produto, tipo de produto;

7.6. A implementação de sistemas que identifiquem, através do programa de


rastreabilidade de forma singular e inequívoca, produtos, mostrando desde o
plantio, unidades de expedição, localizações e serviços, possibilita
a gestão eficiente das cadeias de valor multi-setoriais, através do acesso integral
a toda a informação relativa ao percurso físico dos produtos;

7.7. Através de soluções de armazenagem e logística,facilitando a organização


dos produtos em lotes onde é observado as datas de validade, é possível
o controle total da informação sobre a rastreabilidade dos produtos, de forma
pormenorizada e rigorosa, incluindo sobre os processos de
recepção, armazenamento, produção e expedição;

7.8. Através dessas informações é gerado o código de rastreabilidade, que conte,


vinculo com a origem, ou seja, os dados do produtor;

7.9. A empresa através desse código acompanha e monitora o produto para


saber quando houver problemas;

7.10. O controle com rastreabilidade possibilita recuperar, o histórico de


localização de um produto utilizando o seu código (ID), disponível através da
impressão do Sistema Rastreador, desenvolvido pela empresa PariPassu;

7.11. Com o apoio do código de rastreabilidade é possível acompanhar e sanar


as não conformidades quando ocorridas através do processo de gestão por
origem;

7.12. As etapas de inclusão das Informações nos Sistemas PariPassu


encontram-se descritos no Anexo xx – Fluxo Gestão da Informação de
Rastreabilidade;

7.13. O Sistema de Rastreabilidade é testado mensalmente utilizando-se o


RQ XX - Exercício de Rastreabilidade, pela equipe de Boas Práticas;

7.14. Para Gestão de Rastreabilidade, a NOME DA EMPRESA utiliza os


Rastreador e PANORAMA da empresa PariPassu. Os manuais e orientações
gerais de uso das soluções estão documentados no ANEXO XX – Orientações
PariPassu;

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7.15. A empresa PariPassu realiza treinamentos remotos e/ou presenciais com a


empresa NOME DA EMPRESA, e estes são registrados no RQ XX –
Treinamentos;

8 MONITORIZAÇÃO

O que? Como? Quando? Quem?


Observação da realização
dos lançamentos no
Controles relacionados Sistema PariPassu RQ 24
Equipe de Boas
ao uso do Sistema de – Relatório de Controle de Diariamente
Práticas
Rastreamento Rastreabilidade e RQ 25 –
Controle de Produção
Diária;
Observação Visual da
execução dos
treinamentos, com
Realização dos
preenchimento do ANEXO Equipe de Boas
treinamentos dos A cada evento
12 – Atas de Reunião e Práticas
colaboradores
ANEXO 13 – Lista de
Presença de
Treinamentos;

9 VERIFICAÇÃO

O que Como Quando Quem


Observação visual do
Sistema PariPassu RQ
Controle do
24 – Relatório de Anual Gestor da Produção
Rastreamento
Controle de
Rastreabilidade;
Observação do
preenchimento do RQ 25
Controle de Produção Anual Gestor da Produção
– Controle de Produção
Diária;

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Observação do
Exercícios de preenchimento do RQ XX
Mensal Gestor de Qualidade
Rastreabilidade – Exercício de
Rastreabilidade;
Observação visual do
preenchimento ANEXO
12 – Atas de Reunião e Gestor da Produção
Treinamentos Mensal
ANEXO 13 Lista de
Presença de
Treinamentos;

10 AÇÃO IMEDIATA / AÇÕES CORRETIVAS

10.1 Ação Imediata / Ações corretivas para controles relacionados ao uso do


sistema:

10.1.1 Treinamento da equipe do setor de recebimento que lança as informações no


Sistema PariPassu;

10.1.2 Discutir as falhas com os colaboradores;

10.1.3 Alteração do quadro de colaboradores;

11 CONTROLE DE REGISTRO

Os registros da qualidade gerados pelas atividades deste procedimento são


controlados da seguinte forma:
Tempo de
Identificação / código Armazenamento Disposição Descarte
Retenção
Anexo 12 - Atas de Pasta
Escritório 2 anos Lixo
reuniões específica
Anexo 13- Lista de
Pasta
Presença de Escritório 2 anos Lixo
específica
Treinamentos
RQ 24 - Relatório do
Pasta
Controle de Escritório 2 anos Arquivo Morto
específica
Rastreabilidade

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RQ 25 - Controle de Pasta
Escritório 2 anos Arquivo Morto
Produção Diária específica
Anexo XX – Fluxo
Pasta
Gestão de Escritório 2 anos Arquivo Morto
específica
Rastreabilidade
RQ XX – Exercício de Pasta
Escritório 2 anos Arquivo Morto
Rastreabilidade específica

12 ANEXO

Anexo 12 - Atas de reuniões;


Anexo 13- Lista de Presença de Treinamentos;
RQ 24 – Relatório do Controle de Rastreabilidade;
ANEXO XX – Orientações PariPassu
RQ 25 – Controle da Produção Diária;
Anexo XX – Fluxo Gestão de Rastreabilidade;
RQ XX – Exercício de Rastreabilidade;

13 REGISTROS DAS ALTERAÇÕES

REVISÃO DATA DESCRIÇÃO DA ALTERAÇÃO APROVADO POR:

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