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Aula 1 – Funções de Várias Variáveis

Determine e esboce graficamente o domínio das funções:


1-

2–
3–

4–
5–

6–
7–

8–
Esboce o gráfico das funções:
1-

2-
3-

4–
5–

6–
7–

8–
9–

Aula 3 – Derivadas Parciais


1–
(a) A taxa de variação da temperatura quando a longitude varia, com a latitude e o
tempo fixados; a taxa de variação quando apenas a latitude varia; a taxa de variação
quando apenas o tempo varia.
(b) Positiva, negativa, positiva

2–
(a) fT (-15, 30) ≈ 1,3; para uma temperatura de -15 ºC e velocidade do vento de 30 km/h,
o índice de sensação térmica sobe para 1,3ºC para cada grau de elevação da
temperatura. fv(-15, 30) ≈ -0,15; para uma temperatura de -15ºC e velocidade do vento
de 30 km/h, o índice de sensação térmica cai para 0,15ºC para cada km/h de aumento da
velocidade do vento.
(b) Positiva, negativa
(c) 0
3-
(a) ∂h / ∂v representa a taxa de variação de h quando fixamos t e consideramos h como
uma função de v, que descreve a rapidez com que as alturas das ondas mudam quando a
velocidade do vento muda por um tempo fixo. ∂h / ∂t representa a taxa de variação de h
quando fixamos v e consideramos h como uma função de t, que descreve a rapidez com
que as alturas das ondas mudam quando a duração do tempo muda, mas a velocidade do
vento é constante.
𝑓(40+ℎ,15)−𝑓(40,15)
(b) Por definição , 𝑓𝑣 (40,15) = lim , que podemos aproximar
ℎ→0 ℎ
considerando h = 10 e h = -10 e usando os valores dados na tabela:
𝑓(50,15)−𝑓(40,15) 36−25 𝑓(30,15)−𝑓(40,15) 16−25
𝑓𝑣(40,15) ≈ = = 1,1, 𝑓𝑣(40,15) ≈ = = 0,9
10 10 −10 −10

Calculando a média desses valores, temos fv(40, 15) ≈ 1. Assim, quando um vento de 40
nós estiver soprando por 15 horas, a altura das ondas deverá aumentar em cerca de 1 pé
para cada nó que a velocidade do vento aumentar (com a mesma duração de tempo).
𝑓(40,15+ℎ)−𝑓(40,15)
Similarmente, 𝑓𝑣 (40,15) = lim , que podemos aproximar
ℎ→0 ℎ
considerando h = 5 e h = -5 e usando os valores dados na tabela:
𝑓(40,20)−𝑓(40,15) 28−25 𝑓(40,10)−𝑓(40,10) 21−25
𝑓𝑣(40,15) ≈ = = 0,6, 𝑓𝑣(40,15) ≈ = = 0,8
5 5 −5 −5

Calculando a média desses valores, temos ft (40, 15) ≈ 0,7. Assim, quando um vento de
40 nós está soprando por 15 horas, as alturas de onda aumentam em cerca de 0,7 m por
cada hora adicional que o vento sopra.
(c) Para valores fixos de v, os valores da função f (v, t) parecem aumentar em
incrementos menores e menores, tornando-se quase constantes à medida que t aumenta.
Assim, a taxa de mudança correspondente é quase 0 quando t aumenta, sugerindo que
𝜕ℎ
lim = 0.
𝑡→∞ 𝜕𝑡
4-
f(x,y) = 16 – 4x2 - y2 → fx(x,y) = -8x e fy(x,y) = -2y → fx(1, 2) = -8 e fy(1, 2) = -4. O
gráfico de f é o parabolóide z = 16 – 4x2 - y2 e o plano vertical y = 2 o intercepta na
parábola z = 12 – 4x2, y = 2 (a curva C1). A inclinação da linha tangente a essa parábola
em (1, 2, 8) é fx(1, 2) = -8. Da mesma forma, o plano x = 1 cruza o parabolóide na
parábola z = 12 - y2, x = 1 (a curva C2) e a inclinação da linha tangente em (1, 2, 8) é
fy(1, 2) = -4.

5–
f(x,y) = (4 – x2 -4y2)1/2 → fx(x,y) = -x(4 – x2 -4y2)1/2 e fy(x,y) = -4y(4 – x2 -4y2)1/2 →
1
fx(1, 0) = − 3 e fy(1, 0) = 0. O gráfico de f é a metade superior do elipsóide

z2 + x2 + 4y2 = 4 e o plano vertical y = 0 o intercepta o gráfico no semicírculo
x2+ z2 = 4, z ≥ 0 e a inclinação da linha tangente T1 a este semicírculo em (1, 0, √3) é
1
fx(1, 0) = − 3. Da mesma forma, o plano x = 1 intercepta o gráfico na semi elipse z2+

4y2 = 3, z ≥ 0 e a inclinação da linha tangente T2 a esta semi elipse em (1, 0, √3) é
fy(1, 2) = 0.
6)
1–

2–

3–

4–

5–

6–

7–

8–

7) – Erroneamente os exercícios do item 7) foram apresentados iguais ao item 6).

8)
1–
2–

3–

4–

9)
1–

Então, uxy = uyx.


2–

Então, uxy = uyx.

3–

Então, uxy = uyx.

4–

Então, uxy = uyx.

Aula 4 – Planos Tangentes


1–
a)

b)
c)

d)

e)

f)

2–
a)

b)
c)

d)

e)

3–
a)

b)
4–
Da tabela, f (40, 20) = 28. Para estimar fv(40, 20) e ft(40, 20) seguimos o
procedimento usado no Exercício 4 da Aula 3.
Como 𝑓𝑣 (40,20) = lim 𝑓(40+ℎ,20)−𝑓(40,20)

, nós aproximamos essa quantidade
ℎ→0
com h = ± 10 e usamos valores indicados na tabela:
𝑓(50,20)−𝑓(40,20) 40−28 𝑓(30,20)−𝑓(40,20) 17−28
𝑓𝑣(40,20) ≈ = = 1,2, 𝑓𝑣(40,20) ≈ = = 1,1,
10 10 −10 −10

A média destes valores dá fv(40, 20) ≈ 1,15.


𝑓(40,20+ℎ)−𝑓(40,20)
Da mesma forma, 𝑓𝑡 (40,20) = lim ℎ
, então usamos h = 10 e
ℎ→0
h = -5 :
𝑓(40,30)−𝑓(40,20) 31−28 𝑓(40,15)−𝑓(40,20) 25−28
𝑓𝑣(40,20) ≈ = = 0,3, 𝑓𝑣(40,20) ≈ = = 0,6,
10 10 −5 −5

A média destes valores dá ft(40, 15) ≈ 0,45. A aproximação linear, então, é


f(v,t) ≈ f(40, 20) + fv(40, 20)(v - 40) + ft(40, 20)(t - 20) ≈
28 + 1,15(v - 40) + 0,45(t - 20)
Quando v = 43 e t = 24, estimamos que f(43, 24) ≈ 28 + 1,15 (43 - 40) +
0,45(24 - 20) = 33,25, então esperamos que as alturas das ondas seja
aproximadamente 33,25 pés.

Aula 6 – Vetor Gradiente


1 - Primeiro desenhamos uma linha passando por Dubbo e Sydney. Nós aproximamos a
derivada direcional em Dubbo na direção de Sydney pela taxa média de variação de
temperatura entre os pontos onde a linha intercepta as linhas de contorno mais próximas
a Dubbo. Na direção de Sydney, a temperatura muda de 30º C para 27º C. Estimamos a
distância entre esses dois pontos para ser de aproximadamente 120 km, então a taxa de
27−30
variação de temperatura máxima na direção dada é de aproximadamente de 120 =
−0,025º C/km.

2 –
a)

𝜋
Se u é um vetor unitário na direção de 𝜃 = 6 , então, pela definição:
b)

2𝜋
Se u é um vetor unitário na direção de 𝜃 = , então, pela definição:
3

c)

𝜋
Se u é um vetor unitário na direção de 𝜃 = 4 , então, pela definição:

3-
i)

ii)

4-
a)

, e um

vetor unitário na direção de v é: , então

b)
, e um vetor unitário na direção de 𝑣 = 〈3,5〉 é:

, então

c)
,e

um vetor unitário na direção de v é: , então

Aula 7 – Valores Máximos e Mínimos e Pontos de Sela

1–
a) Inicialmente, nós calculamos D(1, 1) = fxx(1, 1) fyy(1, 1) - [fxy(1, 1)]2 =
(4)(2) - (1)2 = 7. Como D(1, 1) > 0 e fxx(1, 1) > 0, f tem um mínimo local
em (1, 1), através do teste da segunda derivada.
b) Inicialmente, nós calculamos D(1, 1) = fxx(1, 1) fyy(1, 1) - [fxy(1, 1)]2 =
(4)(2) - (3)2 = -1. Como D(1, 1) < 0, f tem um ponto de sela em (1, 1),
através do teste da segunda derivada.

2–

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