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Sistemas operativos Actuais

Sistemas Operacionais
Universidade Pedagógica (UP)
22 pag.

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JOÃO ERCIDIO MILISSE

SISTEMAS OPERATIVOS

LICENCIATURA EM CONTABILIDADE

UNIVERSIDADE SAVE

MAXIXE
2020

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II

JOÃO ERCIDIO MILISSE

LICENCIATURA EM CONTABILIDADE

SISTEMAS OPERATIVOS

Trabalho apresentado na cadeira de Introdução a informática

para servir de elemento de avaliação

Docente: Eng Miguel Feliciano Gungulo

UNIVERSIDADE SAVE

MAXIXE
2020

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III

Índice
1.INTRODUÇÃO ................................................................................................................................... 1
1.1 Objectivo geral ........................................................................................................................ 2
1.1.1 Objectivos específicos ..................................................................................................... 2
1.2 Metodologia ............................................................................................................................ 2
1.3 Estrutura do trabalho ............................................................................................................... 2
2 REFERENCIAL TEÓRICO ........................................................................................................... 3
2.1 Sistema Operacional ................................................................................................................ 3
2.2 Funções do Sistema Operacional ............................................................................................ 4
2.3 Componentes de um SO .......................................................................................................... 6
2.4 Objectivos de um SO............................................................................................................... 7
2.5 Arquitetura dos sistemas operacionais .................................................................................... 8
2.6 Características desejáveis de um S.O ...................................................................................... 9
2.7 Estruturas do Sistemas Operativo ........................................................................................... 9
2.7.1 Estrutura monolítica ...................................................................................................... 10
2.7.2 Estrutura hierárquica ..................................................................................................... 10
2.7.3 Estrutura microkernel .................................................................................................... 11
2.7.4 Estrutura máquinas-virtuais........................................................................................... 11
2.8 Níveis do SO: ........................................................................................................................ 11
2.9 Categorias de Sistemas Operativos ....................................................................................... 12
2.10 Evolução dos SO ................................................................................................................... 14
2.11 Sistemas Operacionais Atuais ............................................................................................... 14
2.11.1 Linux GNU/Linux ou simplesmente Linux................................................................... 14
2.11.2 Windows........................................................................................................................ 15
2.11.3 Amoeba ......................................................................................................................... 15
2.11.4 Minix ............................................................................................................................. 16
2.12 Sistemas operacionais param computadores mais usados na actualidade ............................. 16
2.12.1 Microsoft Windows ....................................................................................................... 16
2.12.2 Mac OS X ...................................................................................................................... 17
2.12.3 Ubuntu ........................................................................................................................... 18
3 CONCLUSÃO .............................................................................................................................. 19
3.1 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................................. 19

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1.INTRODUÇÃO

O presenta trabalho apresenta o conceito de Sistemas operativos que são um conjunto de


programas que complementam as funções básicas da BIOS, transformando o computador, aos
olhos dos utilizadores, numa máquina inteligível e utilizável e também pode-se dizer que Os
sistemas operativos são interfaces entre aplicações e hardware, Um sistema operativo
implementa um tipo de máquina virtual, os sistemas operativos funcionam como Fornecedor
de serviços, o sistema operativo exporta instalações normalmente usadas como padrões
interfaces, de forma que programas possam ser simples e portáveis, também o sistema
operativo controla o acesso a hardware, e aloca recursos físicos (memória, disco, tempo de
CPU) para melhor funcionamento., este é responsável por Vigiar o sistema operativo,
monitorar o hardware e intervém para solucionar condições excepcionais que interrompem o
normal funcionamento, prove a segurança do computador sistema operativo medeia acesso a
recursos e concede ou nega cada pedido. Sistemas Operativos virtual que é mais fácil
programar do que no hardware.

No presente trabalho iremos abordar ainda os diferentes tipos de Sistemas operativos e


suas categorias, Grandes Computadores (MainFrames), Servidores, Multiprocessadores,
Computadores pessoais (desktop),Tempo real, Sistemas operacionais embutidos.

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1.1 Objectivo geral


 O presente trabalho tem como objectivo esclarecer, ao estudante de modo a ter uma
visão mais ampla do contexto sobre os sistemas operacionais

1.1.1 Objectivos específicos


 Aprender o funcionamento dos sistemas operacionais
 Descrever as principais funcionalidades dos sistemas Operacionais
 Aprofundar conhecimentos na disciplina de informática

1.2 Metodologia
O presente trabalho foi elaborado através de pesquisa bibliográfica que, e um apanhado geral
sobre os principais trabalhos já realizados (livros, revistas e publicações), revestidos de
importância, por serem capazes de fornecer dados atuais e relevantes relacionados com o
temas. Quanto aos procedimentos de colecta de dados, foram realizados com base em
pesquisas bibliográficas, acessos a artigos elaborados para a Internet e artigos de revistas
especializadas, disponíveis ao público em geral.

1.3 Estrutura do trabalho


Este trabalho está organizado em 3 capítulos, distribuídos da seguinte maneira:
O Capitulo 1 traz a introdução do trabalho, apresentando a contextualização sobre o tema de
pesquisa, objectivos e método de pesquisa.
O Capítulo 2 apresenta a fundamentação teórica, com conceitos de sistemas operacionais
O capítulo 3 apresenta as conclusões do trabalho, seguido das referências bibliográficas.

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2 REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Sistema Operacional


Um sistema operacional (SO) é um conjunto de programas que auxiliam a
inicialização do hardware, controle dos dispositivos, gerencie o escalonamento de tarefas com
finalidade de manter o sistema de forma integra. De acordo com Tanenbaum e Woodhull
(1999, p. 17) “o programa de sistema mais fundamental é o sistema operacional, que controla
todos os recursos do computador e fornece a base sobre a qual os programas aplicativos
podem ser escritos”.

Apesar da complexidade que um sistema operacional apresenta ter, ele nada mais é que um
conjunto de rotinas, que são executadas pelo processador. A principal função do SO é fazer o
controlo do funcionamento de todos os recursos do computador, gerenciando e
compartilhando as funcionalidades exercidas tanto pelos processadores, como memórias e
também dispositivos de entrada e saída. O SO tem como objectivo também funcionar como
uma interface entre o usuário e o computador. Machado e Maia (2004, p. 1).

Actualmente, a diversidade de tipos de sistemas operacionais que se encontram


disponíveis é ampla. Cada qual com sua complexidade e funções específicas. Estas funções
variam e dependem da necessidade do seu uso em si. Segundo Machado e Maia (2004, p. 13)

Os tipos de sistemas operacionais e sua evolução estão relacionados


directamente com a evolução do hardware e das aplicações por ele
suportadas. Muitos termos inicialmente introduzidos para definir
conceitos e técnicas foram substituídos por outros, na tentativa de
reflectir uma nova maneira de interacção ou processamento.
Como exemplo de SO para computadores pode-se citar o Windows1 da empresa
Microsoft2, Mac OS X 3da Apple4 e de código aberto Ubuntu5 baseado em Linux6, enquanto

1
Sistema operacional produzido pela empresa Microsoft para uso em computadores pessoais.
2
Empresa multinacional de serviços e software norte-americana. Mais informações em: www.microsoft.com
3
Série de sistema operacionais desenvolvidos e comercializados pela empresa Americana Apple.
4
Empresa multinacional de electrónicos e software norte-americana. Mais informações em: www.apple.com
5
Sistema operacional de código aberto, construído a partir do núcleo Linux.
6
Sistema operacional criado no modelo de software livre.

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para mobiles, conhecidos como firmewares, incluem-se o Android desenvolvido pelo Google
(GOOGLE 2015), Apple IOS da empresa Apple (APPLE 2015), Windows Phone da empresa
Microsoft (MICROSOFT 2015). Além dos dispositivos citados anteriormente, SO estão
presentes em uma grande parte dos electrónicos hoje em dia, como televisores, micro-ondas e
videogames.
Ainda Machado e Maia (2004, p. 13 e 14):
A evolução dos sistemas operacionais para computadores pessoais e
estações de trabalho popularizou diversos conceitos e técnicas, antes
só conhecidos em ambientes de grande porte. A nomenclatura, no
entanto, não se manteve a mesma. Surgiram novos termos para
conceitos já conhecidos, que foram apenas adaptados para uma nova
realidade.

Para Tanenbaum (2009), um sistema de um computador moderno é composto


basicamente por um ou mais processadores, uma memória principal, discos magnéticos,20
interfaces de rede e um conjunto de dispositivos de entrada e saída. Isto forma um sistema
extremamente complexo, pois deve tomar conta de todos estes componentes, fazendo com
que eles trabalhem de maneira correta e otimizada.

Há algum tempo ficou claro que deveria encontrar-se uma maneira de afastar o
usuário da complexidade do hardware. A forma encontrada, que vem evoluindo
gradualmente, foi a de criar uma camada de software em cima do hardware, para que se
possam gerenciar todos os componentes do sistema, apresentando-se ao usuário com uma
interface simples de entender e de programar, essa camada de software nada mais é do que o
sistema operacional (MACHADO, 2002).

2.2 Funções do Sistema Operacional


Gerenciamento da memória;
Gestão do sistema de armazenamento e de arquivos;
Gestão e configuração de dispositivos;
Gestão e suporte a outros programas;
Interface com o usuário;
Programação de tarefas;
Segurança do sistema;
Controle da rede Monitoração do desempenho.

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Para Tanenbaum (2009) a principal função do sistema operacional é esconder toda a


complexidade do sistema, oferecendo ao programador um conjunto de instruções mais
convenientes para o desenvolvimento de seu trabalho. Na grande maioria dos sistemas
operacionais um usuário requisita ao computador que realize uma determinada tarefa, como
por exemplo, executar uma aplicação para imprimir um documento, e o sistema operacional
gerencia o software e o hardware para que a tarefa requisitada seja realizada.

Deitel (2005) afirma que, acima do sistema operacional ficam os demais aplicativos
do sistema, como os interpretadores de comando, compiladores e editores. Tais programas
não fazem parte do sistema operacional, apesar de muitos fabricantes fornecerem eles
juntamente. O sistema operacional é a porção de software que roda em modo kernel 7ou modo
supervisor, que tem como objectivo proteger o hardware da acção directa do usuário final da
máquina, acção essa que pode ser desastrosa. Os demais componentes do sistema rodam no
chamado, modo usuário e dependem do sistema operacional para terem acesso às funções dos
hardwares da máquina.

Segundo Machado (2002), para grande parte dos usuários, o sistema operacional é
uma “caixa-preta” entre as aplicações e o hardware sobre o qual funciona, esse sistema
assegura o resultado correto dado as entradas adequadas. Sistemas operacionais são
primordialmente gerenciadores de recursos, sejam eles de hardware ou de software.

A interface entre o sistema operacional e os programas de usuário é feita através de


uma série de instruções estendidas que o sistema operacional proporciona. Essas instruções
são tradicionalmente conhecidas como chamadas de sistema, que podem ser implementadas
de várias maneiras e variam de sistema operacional para sistema operacional, embora os
conceitos tenham a tendência a serem na maioria dos casos semelhantes (TANENBAUM,
2009).

Segundo Oliveira (2001), os sistemas operacionais liberam os desenvolvedores de


software da obrigação de lidar com detalhes de hardware e outras operações. O sistema
oferece uma série de chamadas a interfaces de programação de aplicativos – também
conhecidas como API8 – que os programadores utilizam para fazer manipulações do hardware

7
Módulo central de um sistema operacional. É a parte do sistema que é carregada em primeiro lugar, pois
fornece todos os serviços essenciais do sistema.
8
Sigla em inglês: Application Programming Interface. Consiste em um conjunto de rotinas, protocolos e
ferramentas criadas para a construção de softwares.

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e outras operações. A API fornece chamadas ao sistema pelas quais um programa instrui o
sistema operacional a trabalhar, cabe ao desenvolvedor saber as rotinas que deve chamar para
executar as tarefas específicas que deseja. Se um sistema operacional apresentar um ambiente
propício ao desenvolvimento rápido e fácil de aplicações, ele e seu hardware têm maior
probabilidade de aceitação no mercado. Um exemplo claro disso é o MS-DOS9 que
incentivou o desenvolvimento de milhares de aplicações, o que, por sua vez incentivou o
mercado a adquirir computadores IBM10 e compatíveis.

2.3 Componentes de um SO
Segundo Deitel (2005), os componentes centrais de um sistema operacional são os
seguintes:

 Escalonador de processo, que determina quando e por quanto tempo um processo é


executado em um processador;
 Gerenciador de memória, que determina quando e como a memória é alocada aos
processos e o que fazer quando a memória principal estiver cheia; Processo de
particionamento e alocação da memória para os programas e de mantê-los separados
um do outro na memória; Particionamento da Memória: cada partição contém um
programa; Primeiro Plano e Segundo Plano: alocam programas de alta prioridade no
primeiro plano (receberão mais tempo de CPU); Armazenamento Virtual: utilização
de memória virtual; Protecção da Memória: definição dos limites de cada programa na
memória, usado em multiprogramação.

 Gerenciador de entrada e saída, que atende as solicitações de entrada e saída dos


dispositivos de hardware;
 Gerenciador de comunicações interprocessos ou IPC, que permite que os processos
se comuniquem uns com os outros.
 Gerenciador de sistemas de arquivos, que organiza as colecções nomeadas de dados
em dispositivos de armazenamento e fornece uma interface para acessar os dados
nesses dispositivos.
 Gestão e Configuração de Dispositivos Reconhecimento de novos dispositivos pelo
computador, instalação automática de drivers para esses dispositivos e verificação de

9
Sigla em inglês: Microsoft Disk Operating System. Sistema operacional para computadores pessoais lançado
no ano de 1981, pela empresa norte-americana Microsoft
10
Empresa multinacional de tecnologia e consultoria norte-americana. Mais informações em: www.ibm.com

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conflitos com outros dispositivos; Suportado pela maioria dos dispositivos e sistemas
operacionais atuais; Quando se conecta e liga um sistema Plug’n Play, o principal
árbitro entre o software e o hardware, a BIOS (sistema básico de entrada e saída), é o
primeiro componente a assumir o controlo; Com base em identificadores (códigos
permanentemente gravados na ROM), a BIOS reconhece os dispositivos instalados; O
sistema operacional assume o controlo dos dispositivos;
 Gestão e suporte a programas, geralmente possuem uma interface própria com o
usuário; Assumem o controlo da tela, teclado e mouse; Precisam usar o kernel para se
comunicarem com dispositivos de E/S, memória, unidades de discos e outros
dispositivos do computador; MS-DOS (Disk Operating System)Usa uma interface de
linha de comando: A tela apresenta prompt ao usuário C:\ que aparece na tela quando
o computador é iniciado, refere-se à unidade de disco > é o prompt, um símbolo que
indica que o sistema está à espera de alguma instrução; O usuário digita comandos
Amplamente substituído pelas interfaces gráficas Não é amigável (user-friendly)

2.4 Objectivos de um SO
 Executar programas do utilizador e tornar mais fácil a resolução de problemas.
 Tornar fácil o uso da máquina e integre todos os components dum sistema de
computação.
 Utilizar o hardware do computador duma forma eficiente.

Para Tanenbaum (2009), um sistema operacional eficiente alcança um nível alto de


rendimento e baixo tempo de retorno. O rendimento mede a quantidade de trabalho que um
processador pode concluir em certo período de tempo, como uma das funções do sistema
operacional é fornecer serviços a muitas aplicações, um sistema eficiente minimiza o tempo
gasto oferecendo esses serviços.

Um sistema operacional robusto tem tolerância a falhas e é confiável, logo não falhará
devido a erros isolados de aplicações ou até mesmo de hardware e caso venha a falhar, deverá
minimizar perdas. O sistema também deve ser escalável, isto é, ser capaz de usar recursos à
maneira que são acrescentados e o seu poder deve crescer à medida que estes recursos são
adicionados (DEITEL, 2005).

Tanenbaum (2009) afirma que um sistema operacional deve ser extensível,


adaptando-se bem a novas tecnologias e indo além de seu projecto inicial, deve ser portável

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de modo tal que possa operar em muitas configurações de hardware e seguro para impedir que
usuários e softwares acessem serviços ou recursos sem autorização. Outra característica
importante para um sistema operacional é a interactividade, ou seja, o sistema deve permitir
que aplicações respondam rapidamente as acções do usuário ou a eventos, tornando-se assim
um sistema utilizável que tem potencial para atender a uma grande porção de usuários.

2.5 Arquitetura dos sistemas operacionais


Para Deitel (2005), os sistemas operacionais actuais têm uma tendência a serem muito
complexos, pois prestam uma quantidade enorme de serviços e suportam uma variedade
muito grande de recursos de hardware e software. Uma arquitectura bem elaborada ajuda o
projetista e os desenvolvedores a gerenciar essa complexidade organizando os componentes
do sistema operacional e especificando privilégios com que cada componente é executado.

A arquitectura do tipo monolítica é a mais antiga, mais tradicional e a mais utilizada.


Nela, cada componente do sistema operacional é contido no núcleo e pode comunicar-se
directamente com qualquer outro componente através de chamadas de sistema. O sistema
operacional Linux é em sentido amplo, caracterizado como um sistema operacional
monolítico. Essa intercomunicação directa entre componentes é o que torna esses tipos de
sistema altamente eficientes. Entretanto, pelo fato de que os núcleos monolíticos agrupam
todos os componentes juntos, dificulta o isolamento de algum problema para identificação de
erros. Além disso, como todo o código é executado com acesso irrestrito ao sistema, esses
tipos de sistemas são particularmente mais susceptíveis a danos provocados por códigos
sujeitos a erros e maliciosos (TANENBAUM, 2009).

Deitel (2005) afirma que à medida que os sistemas operacionais ficaram maiores e
mais complexos, projectos puramente monolíticos mostraram-se intratáveis, então surgiu à
abordagem dos sistemas operacionais em camadas. Neste tipo de sistema os componentes que
realizam tarefas semelhantes são agrupados em camadas, cada camada comunica-se
exclusivamente com as camadas imediatamente acima e abaixo dela. Camadas em nível mais
baixo prestam serviços as de nível mais alto, usando uma interface que oculta sua
implementação. Neste tipo de implementação, uma requisição de um processo pode passar
por varias camadas antes de ser atendida, e essas chamadas adicionais de métodos podem
comprometer o desempenho do sistema comparando com os sistemas monolíticos. Muitos dos

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sistemas operacionais atuais incluindo o Windows XP e o Linux implementam um certo nível


de camadas

Tanenbaum (2009) explica que um sistema operacional de micronúcleo fornece


somente um número pequeno de serviços na tentativa de manter o núcleo pequeno e escalável.
Nesses sistemas, a maioria dos componentes do sistema operacional é executada fora do
núcleo com um nível de privilégio mais baixo. Micronúcleos exibem um alto grau de
modularidade, o que os torna extensíveis, portáveis e escaláveis. Desta forma, um ou mais
componentes podem vir a falhar sem que isso cause uma falha em todo o sistema. Entretanto
esse nível de modularidade ocorre à custa de um nível maior de comunicação entre processos,
o que pode degradar o desempenho do sistema. Actualmente os sistemas operacionais Linux e
Windows, por exemplo, contêm componentes modulares.

2.6 Características desejáveis de um S.O


 Eficiência;
 Baixo tempo de resposta, pouca ociosidade da UCP e alta taxa de processamento;
 Confiabilidade;
 Pouca incidência de falhas e exactidão dos dados computados;
 Facilidade de correcção ou incorporação de novas características;
 Pequena dimensão;
 Simplicidade e baixa ocupação da memória;
 Concorrência;
 Capacidade de manutenção de tarefas concorrentes;
Compartilhamento de recursos;
Gerência de recursos de hardware e software compartilhados.

2.7 Estruturas do Sistemas Operativo


Quando se constrói um sistema operativo, observam-se, pelo menos, dois tipos de requisitos:
 Requisitos do Utilizador: Sistema Fácil de utilizar e aprender, rápido e adequado às
tarefas para as quais se destina.
 Requisitos do Software: Manutenção, forma de funcionamento, restrições de
utilização, eficiência, tolerância aos erros e flexibilidade.

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Quanto à forma como estão estruturados, um Sistema Operativo podem ter as seguintes
Estruturas:

 Monolítica;
 Hierárquica (Dijkstra);
 Máquina Virtual;
 Cliente-Servidor.

2.7.1 Estrutura monolítica


Esta é a estrutura dos primeiros sistemas operativos.
Esta estrutura é constituída, basicamente, por um único programa dividido em sub-rotinas.
As características fundamentais deste tipo de estrutura são:
Construção de um programa final, com base nos módulos compilados separadamente, que se
unem através de um ligador (linker);
Boa definição de parâmetros de ligação entre as diferentes rotinas existentes, baixando o nível
de interdependência entre os módulos dos programas;
Falta de protecções e privilégios ao executar as rotinas que permitem manejar diferentes
aspectos dos recursos do computador como a memória, o disco, etc.
Geralmente são feitos à medida, pelo que são eficientes e rápidos na sua execução e gestão,
mas carecem de flexibilidade para suportar diferentes ambientes de trabalho ou tipos de
aplicação (monotarefa).

2.7.2 Estrutura hierárquica


Antes de mais, para entender melhor o porquê desta estrutura, vamos definir “Dijkstra”, que é
aquilo que revolucionou esta estrutura.
O algoritmo de Dijkstra, cujo nome se origina de seu inventor, o cientista da computação
Edsger Dijkstra, soluciona o problema do caminho mais curto num grafo (conjunto de pontos,
chamados vértices conectados por linhas, chamadas de arestas) dirigido ou não dirigido com
arestas de peso não negativo, em tempo computacional .
Um exemplo prático do problema que pode ser resolvido pelo algoritmo de Dijkstra é: alguém
precisa se deslocar de uma cidade para outra. Para isso, ela dispõe de várias estradas, que
passam por diversas cidades. Qual delas oferece uma trajectória de menor caminho?
Concluído isto, podemos avançar para a estrutura hierárquica:

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Conforme foram crescendo as necessidades dos utilizadores e o aperfeiçoamento dos


sistemas, tornou-se necessária uma maior organização do software do sistema operativo.
Então, desenvolveu-se um SO em que uma parte do sistema continha, por sua vez, outras sub-
partes, organizadas em forma de níveis. Ou seja, dividiu-se o SO em pequenos blocos muito
bem definidos, com uma interface clara, para permitir a ligação com outros blocos (daí o tal
algoritmo de Dijkstra, onde eu posso escolher várias estradas para chegar ao destino).
Resultou então um SO com uma estrutura hierárquica, ou de níveis. Este SO foi pioneiro na
Holanda por Edsger Dijkstra, utilizado inicialmente para fins didáticos.

2.7.3 Estrutura microkernel


Trata-se de um tipo de sistema operativo que disponibiliza uma interface a cada processo,
mostrando ao utilizador uma máquina idêntica ao hardware existente. Tem como objectivo
integrar diferentes sistemas operativos (Windows XP, Mac, Linux) dando ao utilizador
sensação de várias máquinas diferentes.
O núcleo destes sistemas operativos denomina-se monitor virtual e tem por objectivo a
multiprogramação. Apresenta aos níveis superiores tanto as máquinas virtuais quanto as que
são solicitadas. Estas máquinas não são mais que uma réplica da máquina real em que cada
uma executa um S.O. diferente, a máquina estendida do utilizador.

2.7.4 Estrutura máquinas-virtuais


Este tipo de sistema é o mais recente, podendo ser executado na maioria dos computadores.
O núcleo kernel tem como missão estabelecer a comunicação entre os clientes e os servidores.
Este modelo oferece uma grande flexibilidade aos serviços fornecidos ao utilizador final, uma
vez que o núcleo serve apenas as funções mais básicas.
Estes servidores devem ter mecanismos de segurança e de protecção, que por sua vez serão
filtrados pelo núcleo que controla o Hardware. A expressão Micro-kernel, em si, caracteriza
os sistemas cujas funcionalidades do sistema saíram do Kernel.

2.8 Níveis do SO:


Nível 0 -- Gestão do CPU (alocação dos Processos e multiprogramação)
Nível 1 -- Gestão da memória;
Nível 2 -- Comunicação dos processos do utilizador;
Nível 3 -- Entrada e saída;
Nível 4 -- Programas do utilizador;
Nível 5 -- Operador (utilizador).

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2.9 Categorias de Sistemas Operativos


Os sistemas operacionais podem ser classificados segundo diversos parâmetros e aspectos,
como tamanho de código, velocidade, suporte a recursos específicos, acesso à rede, etc. A
seguir são apresentados alguns tipos de sistemas operacionais usuais (muitos sistemas
operacionais se encaixam bem em mais de uma das categorias apresentadas):
Batch (de lote): os sistemas operacionais mais antigos trabalhavam “por lote”, ou seja, todos
os programas a executar eram colocados em uma fila, com seus dados e demais informações
para a execução. O processador recebia os programas e os processava sem interagir com os
usuários, o que permitia um alto grau de utilização do sistema. Atualmente, este conceito se
aplica a sistemas que processam tarefas sem interação direta com os usuários, como os
sistemas de processamento de transações bancárias. Além disso, o termo “em lote” também é
usado para designar um conjunto de comandos que deve ser executado em sequência, sem
interferência do usuário. Exemplos clássicos desses sistemas incluem o IBM OS/360 e o
VAX/VMS, entre outros.
De rede: um sistema operacional de rede deve possuir suporte à operação em rede, ou seja, a
capacidade de oferecer às aplicações locais recursos que estejam localizados em outros
computadores da rede, como arquivos e impressoras. Ele também deve disponibilizar seus
recursos locais aos demais computadores, de forma controlada. A maioria dos sistemas
operacionais atuais oferece esse tipo de funcionalidade.
Distribuído: em um sistema operacional distribuído, os recursos de cada computador estão
disponíveis a todos na rede, de forma transparente aos usuários. Ao lançar uma aplicação, o
usuário interage com sua interface, mas não sabe onde ela está executando ou armazenando
seus arquivos: o sistema é quem decide, de forma transparente ao usuário. Sistemas
operacionais distribuídos já existem há muito tempo (por exemplo, o Amoeba
Tanenbaum1991); recentemente, os ambientes de computação em nuvem têm implementado
esse conceito. Em uma aplicação na nuvem, o usuário interage com a interface da aplicação
em um computador ou telefone, mas não tem uma visão clara das máquinas onde seus dados
estão sendo processados e armazenados.
Multiusuário: um sistema operacional multiusuário deve suportar a identificação do “dono”
de cada recurso dentro do sistema (arquivos, processos, áreas de memória, conexões de rede)
e impor regras de controlo de acesso para impedir o uso desses recursos por usuários não

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autorizados. Essa funcionalidade é fundamental para a segurança dos sistemas operacionais de


rede e distribuídos.
Grande parte dos sistemas atuais são multiusuários.
Servidor: um sistema operacional servidor deve permitir a gestão eficiente de grandes
quantidades de recursos (disco, memória, processadores), impondo prioridades e limites sobre
o uso dos recursos pelos usuários e seus aplicativos. Normalmente um sistema operacional
servidor também tem suporte a rede e multiusuários.
Desktop: um sistema operacional “de mesa” é voltado ao atendimento do usuário doméstico e
corporativo para a realização de atividades corriqueiras, como edição de textos e gráficos,
navegação na Internet e reprodução de mídia. Suas principais características são a interface
gráfica, o suporte à interatividade e a operação em rede. Exemplos de sistemas desktop são os
vários sistemas Windows (XP, Vista, 7, 10, etc.), MacOS e Linux.
Móvel: um sistema operacional móvel é usado em equipamentos de uso pessoal compactos,
como smartphones e tablets. Nesse contexto, as principais prioridades são a gestão eficiente
da energia (bateria), a conectividade nos diversos tipos de rede (wifi, GSM, Bluetooth, NFC,
etc) e a interação com uma grande variedade de sensores (GPS, giroscópio, luminosidade, tela
de toque, leitor de digitais, etc). Android e iOS são bons exemplos desta categoria.
Embarcado: um sistema operacional é dito embarcado (embutido ou embedded) quando é
construído para operar sobre um hardware com poucos recursos de processamento,
armazenamento e energia. Aplicações típicas desse tipo de sistema aparecem em sistemas de
automação e controladores automotivos, equipamentos eletrônicos de uso doméstico (leitores
de DVD, TVs, fornos de microondas, centrais de alarme, etc.). Muitas vezes um sistema
operacional embarcado se apresenta na forma de uma biblioteca a ser ligada ao programa da
aplicação durante sua compilação. LynxOS, TinyOS, Contiki e VxWorks são exemplos de
sistemas operacionais embarcados.
Tempo real: são sistemas nos quais o tempo é essencial. Ao contrário da ideia usual, um
sistema operacional de tempo real não precisa ser necessariamente ultrarrápido; sua
característica essencial é ter um comportamento temporal previsível, ou seja, seu tempo de
resposta deve ser previsível no melhor e no pior caso de operação. A estrutura interna de um
sistema operacional de tempo real deve ser construída de forma a minimizar esperas e
latências imprevisíveis, como tempos de acesso a disco e sincronizações excessivas.
Exemplos de sistemas operacionais de tempo real incluem o QNX, RT-Linux e VxWorks.
Muitos sistemas embarcados têm características de tempo real, e vice-versa. Existem sistemas
de tempo real críticos (hard real-time systems), nos quais a perda de um prazo pelo sistema

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pode perturbar seriamente o sistema físico sob seu controle, com graves consequências
humanas, econômicas ou ambientais. Exemplos desse tipo de sistema seriam o controle de
funcionamento de uma turbina de avião ou de um freio ABS. Por outro lado, nos sistemas de
tempo-real não-críticos (soft real-time systems), a perda de um prazo é perceptível e degrada
o serviço prestado, sem maiores consequências. Exemplos desse tipo de sistema são os
softwares de reprodução de mídia: em caso de atrasos, podem ocorrer falhas na música que
está sendo tocada.

2.10 Evolução dos SO


Os sistemas operacionais vêm passando por um processo gradual de operação.
A evolução dos SO é directamente ligada a evolução dos computadores e passou por algumas
gerações:
1ª Geração – Válvulas e Painéis de Programação
2ª Geração – Transistores e Sistemas de lote
3ª Geração – CIs e MultiProgramação
4ª Geração – Computadores Pessoais (Atual)

2.11 Sistemas Operacionais Atuais

2.11.1 Linux GNU/Linux ou simplesmente Linux


É um popular sistema operacional livre, composto pelo núcleo (kernel) Linux e pelas
bibliotecas e ferramentas do projeto GNU. É um sistema do tipo Unix que implementa o
padrão POSIX. O Linux hoje funciona em dezenas de plataformas, desde mainframes até um
relógio de pulso, passando por várias arquiteturas: Intel, StrongARM, PowerPC, Alpha etc.,
com grande penetração também em dispositivos embarcados, como handheld, PVR, vídeo-
jogos e centrais de entretenimento etc. O Linux tem um kernel híbrido monolítico. Drivers de
dispositivo e extensões do kernel tipicamente rodam com acesso total ao hardware, embora
alguns rodem em espaço de usuário. Ao contrário dos kernels monolíticos padrão, os drivers
de dispositivo são facilmente configurados como módulos, e carregados e descarregados
enquanto o sistema está rodando. Também ao contrário de kernels monolíticos padrão, drivers
de dispositivo podem ser pré-inseridos sob certas condições. Essa última característica foi
adicionada para corrigir o acesso a interrupções de hardware, e para melhorar o suporte a
multiprocessamento simétrico.

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2.11.2 Windows
Microsoft Windows é um sistema operacional extremamente popular, criado pela Microsoft,
empresa fundada por Bill Gates e Paul Allen. O Windows é um produto comercial, com
preços diferenciados para cada versão, embora haja uma enorme quantidade de cópias ilegais
instaladas, porque ele é o sistema operacional mais copiado do mundo. Apesar do sistema ser
conhecido pelas suas falhas críticas na segurança e como plataforma de vírus de computador e
programas-espiões (spywares), o impacto deste sistema no mundo atual é simplesmente
incalculável devido ao enorme número de cópias instaladas. Conhecimentos mínimos desse
sistema, do seu funcionamento, da sua história e do seu contexto são, na visão de muitos,
indispensáveis, mesmo para os leigos em informática. Os primeiros Windows, como o 1.0,
2.0 e 3.x, só são compatíveis em partições formatadas com o sistema de ficheiros FAT, ou
como é chamado, FAT16. No salto do 3.1 para o 95B (Windows 95 OSR 2/OSR 2.1), os HD's
poderiam ser formatados em FAT32. Inicialmente lançado com o Windows NT, a tecnologia
NTFS é agora o padrão de facto para esta classe. Com a convergência de ambos sistemas, o
Windows XP passou também a preferir este formato. A principal linguagem de programação
usada para se escrever o código-fonte das várias versões do Windows é a linguagem C++. Até
à versão 3.11, o sistema rodava em 16 bits, daí em diante, em 32 bits. As últimas versões
(como o XP, o 2003 e o futuro Windows Vista (nome de código Longhorn) está preparado
para a tecnologia 64 bits. Esse sistema deverá incluir o sistema de arquivos WinFS, que
acabou retirado do Windows Vista.

2.11.3 Amoeba
O sistema operacional distribuído Amoeba é o fruto da investigação de Andrew S.
Tanenbaum, na Universidade Vrije na Holanda, . O objetivo do projeto era construir um
sistema de timesharing que aparentasse ao utilizador que uma tarefa seria executada numa
única máquina mesmo que estivesse realmente a correr em múltiplas máquinas. A última
versão do projeto foi a 5.3 em 12 de fevereiro de 2001. Depois de seu desenvolvimento, o
Amoeba precisava de uma linguagem de programação de scripts, foi então que começou o
desenvolvido do Python, evolucionado do ABC e Modula.

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2.11.4 Minix
O Minix é uma versão do Unix, porém, gratuita e com o código fonte disponível. Isso
significa que qualquer programador experiente pode fazer alterações nele. Ele foi criado
originalmente para uso educacional, para quem quisesse estudar o Unix "em casa". No
entanto, vale citar que ele foi escrito do “zero” e apesar de ser uma versão do Unix, não
contém nenhum código da AT&T e por isso pode ser distribuído gratuitamente.

Visão do sistema operativo como interface entre utilizador e os recursos dos sistemas

Fonte: Adaptado da internet

2.12 Sistemas operacionais param computadores mais usados na actualidade


 Microsoft Windows;
 Mac OS X;
 Ubuntu.

2.12.1 Microsoft Windows


A empresa Microsoft desenvolveu o sistema operacional Windows em meados da década de
80. Durante todos esses anos após o primeiro Windows, muitas outras versões foram criadas.
As mais recentes são Windows 8 (2012), Windows 7 ( 2009), Windows Vista(2007).
O Windows vem instalado na maioria dos computadores novos. Isto faz com que ele seja um
dos sistemas operativo mais popular.

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Fig.1Interface de sistema operativo Windows

Fonte: Microsoft 2020

2.12.2 Mac OS X
Este é o sistema operacional desenvolvido pela Apple Inc. Ele vem instalado em todos os
computadores Mac. Todas as versões recentes são conhecidas como Mac OS X e os nomes
específicos de cada uma delas são: Mavericks, lançada em 2013; Mountain Lion, em 2012;
Lion, em 2011 e Snow Leopard que foi criada em 2009.
A Apple também oferece uma versão chamada Mac OS X Server que está desenhado para
executar nos servidores.
Fig.2 Interface do sistema operativo Mac OS X

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Fonte: Aplle 2020

2.12.3 Ubuntu
É um sistema operacional de código aberto. Isto significa que pode ser modificado e
distribuído por qualquer pessoa ao redor do mundo. Uma das suas vantagens é que ele é de
código aberto, ou seja, que não é necessário pagar por ele e ainda é possível escolher entre as
diferentes versões que existem. Nos computadores domésticos, o Linux apesar de ser gratuito
é muito pouco utilizado, mas a maioria de servidores, nas empresas, usam Linux porque é
fácil de personalizar. As versões mais populares são Ubuntu, Debian, Linux Mint e fedora.

Fig.3 Interface do Sistema operativo Ubumtu

Fonte: Adaptado da internet

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3 CONCLUSÃO
Ao realizar este trabalho científico constatei que pode-se notar a vantagem de um SO em
diferentes pontos de vista. Por um lado, os serviços que o sistema fornece e por outro lado, a
interface disponível param os utilizadores e programadores. E, o terceiro ponto, são os seus
componentes e as interconexões. Identifiquei que o sistema operativo é o Núcleo do
mecanismo que faz o computador funcionar Intermediário entre as solicitações dos usuários e
dos programas que gerência e orienta o hardware do computador e as transferências de dados
para as unidades de disco, dai a sua fundamental importâncias no ramo da tecnologia

3.1 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


APPLE DEVELOPER. Disponível em: <http://developer.apple.com/>. Acesso em: 25 abr.
2020.
Computer Hope disponível em http://www.computerhope.com/os.htm acedido em 30, de
Abril de 2020
DEITEL, Harvey M. Sistemas Operacionais. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2005

MACHADO, Maia F. Arquitetura de Sistemas Operacionais. São Paulo: Editora LTC,2002.

OLIVEIRA, R. Sistemas Operacionais. Rio de Janeiro: Editora Sagra Luzzato, 2001.

TANENBAUM, A., Organização Estruturada de Computadores, 5ª Edição, 2006.


TANENBAUM, A. Sistemas Operacionais Modernos. 2ª Edição 2006.
TANEMBAUM, Andrew S.; WOODHULL, Albert S. Sistemas Operacionais: Projeto e
Implementação. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 1999.

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