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CENTRO UNIVERSITÁRIO SUDOESTE PAULISTA-UNIFSP

ICE-Instituição Chaddad de Ensino S/C Ltda.

PSICOLOGIA

BRUNA CAMARÃO VIEIRA MARTINS


EDUARDO DINIZ LIBANEO
NÁGILA MARIA LABELLA TELLES
TÉCIO ARAÚJO DOS SANTOS

MEMÓRIAL: USO DE SUBSTÂNCIA PSICOATIVAS


LÍCITAS E ILÍCITAS E GENOGRAMA

ITAPETININGA – SP

2020
BRUNA CAMARÃO VIEIRA MARTINS

EDUARDO DINIZ LIBANEO


NÁGILA MARIA LABELLA TELLES
TÉCIO ARAÚJO DOS SANTOS

MEMÓRIAL: USO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS


LÍCITAS E ÍLICITAS E GENOGRAMA

Trabalho apresentado ao Centro


Universitário Sudoeste Paulista, UNIFSP,
como requisito parcial do primeiro
bimestre da disciplina Psicodiagnóstico.
Orientadora: Prof Ms. Gabriela Campos
a

dos Santos.

ITAPETININGA – SP

2020
INTRODUÇÃO

A investigação de substâncias que modifica o humor consecutivamente sempre


permaneceu presente e posta em diferentes classes da humanidade. O uso de drogas
psicoativas é um tanto antigo quão o próprio homem que as usa, com diversos
desígnios, nos mais diversos contextos. A despeito da maior concentração de utentes
encontra-se dentre os adolescentes, seu uso advém nas diversas fases e condições sócio-
econômicos e culturais. As causas que visam os indivíduos a procurarem essas
substâncias poderiam ser partilhadas em quatro grupos básicos, segundo Otavio
psicólogo palestrante: diminuição da ansiedade e emoções desagradáveis de depressão;
acréscimo das percepções corpórea; acréscimo da função física e psicológica e
diminuição das percepções incertas como a dor, insônia, cansaço ou suplantando
precisões fisiológicas como o sono e fome; maneira de transcender as demarcações do
corpo e o nível tempo-espaço, à qual permanecemos sucumbidos.

Já, Danilo psicólogo palestrante relata que, pode-se observar três junções
fundamentais para a utilização de drogas psicoativas sendo eles: escapar da
transitoriedade e da ansiedade existencial, busca de transcendência e procura de prazer.

Continuando a perscrutar os conceitos de Danilo psicólogo palestrante, não tem


sociedade sem drogas. O uso de substratos psicoativas obedece a um processo milenar e
universal e o estudo de suas analogias com o ser humano consente tirar conclusões a
respeito da formação de uma sociedade, seus costumes e crenças e suas interpretações
existenciais e religiosas. Para este psicólogo palestrante este acontecimento não está
centrado nos circuitos onde o tráfico acontece, todavia se localiza no núcleo da
sociedade e é motivado por ela mesma, por meio de seus tipos de estrutura, pela iníqua
repartição da renda, leis de mercado, ambição e pela ilegalidade frente às pretensões
verdadeira da comunidade.

Pesquisas epidemiológicas a respeito da drogadição tem notado números


estatísticos surpreendente de que, nas derradeiras décadas, tem acrescido o uso de
drogas em todo o mundo, até mesmo no Brasil. Mediante a complexidade do fenômeno
drogadição, as especulações quanto ao quadro mundial do uso das drogas incidem em
ampliada proporção.

Segundo Otavio palestrante, o conceito de drogas estabelecidas tem muito mais


ênfase nas drogas ilícitas segundo o conceito preliminar da OMS, sobre as drogas mais
complexa e ampla, seguida da visão das drogas licitas, porém segundo o palestrante, o
açúcar, o café, a cafeína e outras substâncias que causam dependência também causa a
morte, bem como na questão de dependentes nos tornamos dependentes de pessoas,
objetos e animais que também pode vir causar a morte.

Um estudo veiculado no Brasil para distinção de utentes de drogas psicoativas


revelou que (88%) faz uso de cigarro, (88%) faz uso de bebida alcoólica, (96%) faz uso
de maconha, (54%) faz uso de solventes, (25%) faz uso de anfetaminas e (51%) faz uso
de sedativos.

O excesso de drogas faz referência a qualquer utilização das mesmas que infrinja
princípios igualitários ou válidos vigorantes em um certo nível social, pode ser
respectivo a drogas ilícitas ou ao consumo impróprio de drogas lícitas ( bebida alcoólica
e remédios sem indicação médica), mesmo com a busca e do efetivo consumo de
drogas, a situação da qualidade abrange a maioria dos seres humanos.

DESENVOLVIMENTO

Segundo Otavio palestrante, para ser delimitado como usuário, é fundamental


que o sujeito manifeste uma associação de elementos de estrutura genética, psicológica
e social, onde suas práticas relativas com o consumo de drogas são anteriores às demais
atividades, já Danilo palestrante, destaca que o vício é o resultado de uma vontade sem
medida, onde o sujeito vive uma dependência totalitária com a droga, que é difundida
para todas as outras circunstâncias que ele seja capaz de marcar de forma precisa.

De tal modo, pode-se acreditar que a droga persiste sem o seu utente e, perante
este “objeto”, o homem pode achar diferentes formas de estabelecer relações e
semelhanças, de acordo com sua ideologia, período sócio-histórico e vulnerabilidade
pessoal, esta influência mútua por sua vez, permaneceria absolutamente abarcada com
sua história perante as experiências de solidão e de ausência, de suas experiências sobre
a ausência atrasada, marcadores ativos do aspecto da submissão humana.

Observando essa complicação, o vício da droga ilícita só aconteceria em uma


conexão restrita em meio a três fatores: o produto, a personalidade e o contexto sócio-
histórico.

Olievenstein (1990), descreveu seu conhecimento clínica onde, ininterruptas


vezes, no dia anterior à saída do paciente (minutos antes de se deparar com os três
fatores básicos da dependência) este mostrava reincidência nos sintomas, este autor
considera o seguinte para esta circunstância de gravidade clínica: “Compreendemos que
é da falta da falta que o sujeito tem medo. Porque sem esta falta, é o enfrentamento com
falta fundamental, arcaica, que pode ser encontrado”.

Em meio as substâncias psicoativas estimadas passíveis de dependência ou


excesso, segundo a teoria do DSM-V (2018), encontramos os opioides, sedativos,
hipnóticos e ansiolíticos, álcool, anfetaminas, cocaínas, nicotina, maconha,
alucinógenos, inalantes,feniciclina e arilcicloexaminas análogas e substâncias mistas.

Otavio e Danilo psicólogos palestrante diz que a despeito da forte dependência


psíquica, não se nota a síndrome de abstinência após a interrupção do consumo do crack
ou cocaína, o que possibilita dizer que a alta potencialidade para motivar a dependência,
não se relaciona com a droga em si, mas com a personalidade do utente.

O exercício de Redução de Danos, em campo, determina sustentar e fortalecer as


relações culturais e comunitárias dos utentes, referindo-se a uma dialética de território e
rede. Esta dialética na prática vem se expondo como uma série de ações presumíveis e
eficaz que ajuda a Política de Atenção Integral ao Utente de Álcool e Outras Drogas, em
conformidade com os conceitos da Reforma Sanitária (SAMPAIO; FREITAS, 2010).

Desta maneira o emprego das técnicas realizadas com a RD é um exercício


teórico-prático que corresponde a mais uma experiência de instrumentalizar a ideia de
Clínica Ampliada, respeitando às demandas esperada pela Reforma Sanitária.

A política de RD apresenta-se como fonte norteador das habilidades e atenções


utilizadas nos processos dirigentes pelo cuidado aos utentes de álcool e outras drogas.
Segundo os psicólogos palestrantes, os CAPS-AD exercem papeis estratégicos de
planejamento da rede em sua área de atuação, tentando trabalhar com os diferentes
recursos sociais e de saúde atuais e buscar a atenção absoluta e a inclusão social dos
utentes e seus familiares.

Nelas, os exercícios necessitam conter uma base de compreensão ampliada de


Redução de Danos admitindo, deste modo, sua ocupação com a prevenção e a ascensão
dos direitos de cidadania dos utentes.

Segundo o psicólogo Otavio (palestrante) a substância que tem na maconha é


usada nas demandas religiosas, deste modo na analogia com o conjunto sócio-político-
econômicas (transformações religiosas, tecnologia, melhorias, estresse, dificuldades
reais de orientação e de administração da condição familiar, pode contribuir para
prováveis irregularidades e contravenções em relação às drogas.

GENOGRAMA

A prática de aplicar o genograma familiar evidência ser uma procedência


importante de averiguação sobre as dinâmicas familiares, para além do manifesto.
Portanto, quando idealizado no ambiente de uma sessão terapêutica, ele pode auxiliar a
contar as afinidades familiares, as estruturas vinculadas, as tarefas e os papéis
preenchidos por cada um do membro dentro dessa família ou de um grupo.

Portanto, a probabilidade de averiguação com a utilização do genograma excede


assuntos da família nuclear e promove o acesso à figura da comunicação psíquica inter e
transgeracional. Ao investigar as relações e dinâmicas das famílias no interior do espaço
interno da psicoterapia grupal, a intervenção por meio do genograma explana fatores até
então incríveis e permite novas descobertas e agregações, modificando aquilo que era
tão-somente aflitivo em alguma coisa com um novo significado, capaz de ser
evidenciado e verbalizado no jogo intersubjetivo.

O genograma pode ser apresentado como um recurso ajustável, produtivo, que se


concilia a diversos referenciais teóricos e possibilita liberdade de adequação de acordo
com o assunto de performance familiar, associado a sugestão de maneira curativa e
preventiva.

CONCLUSÃO
REFERÊNCIA
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION; DSM-V Manual Diagnóstico e
Estatísco de Transtornos Mentai. 5º edição. Artmed. 2018

OLIVENSTEIN, C. A. A clínica do toxicômano, a falta da falta. Porto Allegre: Artes


Médicas: 1990

SAMPAIO, C.; FREITAS, D. S. Redução de danos e SUS: enlaces, contribuições e

interfaces. 2010. Disponível em:

<http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/rdchristianedeisi.pdf>. Acesso

em: Maio. de 2020.