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OS FUNDAMENTOS E IMPACTOS DAS

NOVAS NR’s

GERENCIAMENTO DE RISCOS
OCUPACIONAIS – GRO E
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO
DE RISCOS - PGR
JAQUES SHERIQUE
ENGENHEIRO MECÂNICO E DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Data: 11 de Março de 2020


Local: SECONCI
Horário: 12:30 hs
OBJETIVOS DA REVISÃO DAS NRs

Revisão sistêmica em ambiente tripartite sob o tripé de


Simplificação, Desburocratização e Harmonização.

- Reduzir a quantidade de acidentes e doenças ocupacionais

- Alcançar um sistema normativo íntegro, harmônico,


moderno e com conceitos claros

- Garantir proteção e segurança jurídica para todos


- Reduzir o “Custo Brasil”

- Favorecer a geração de emprego e renda


RISCOS OCUPACIONAIS

MECÂNICOS

ERGONÔ-
AMBIENTAIS
MICOS
(F/Q/B)
CAT=60% CAT=30% CAT=10%
Fluxograma da Prevenção

I. Gerenciamento II. Controle III. Proteção

Erro Incidente

+ Risco/Perigo

Falha
Acidente
SAI O PPRA E ENTRA O GRO
PGR QUEM GANHA É A SST

Em reunião realizada no final de dezembro


de 2019, a Comissão Tripartite Paritária
Permanente – CTPP, fórum de discussão
tripartite dos temas de segurança e saúde
no trabalho, ligada à Secretaria do
Trabalho da Secretaria Especial de
Previdência e Trabalho do Ministério da
Economia, aprovou os novos textos de três
normas regulamentadoras vigentes (NR
07, 09 e 18) e a criação de uma nova, que
tratará do Gerenciamento de Riscos
Ocupacionais (GRO).
GRO - PGR

Esta nova NR (GRO), será muito importante


para a segurança e saúde no trabalho, pois ela
regulamentará as diretrizes mestras para a
criação de um Programa de Gerenciamento de
Riscos (PGR) para todos os segmentos
econômicos.
FIM DO PPRA

O Programa de Prevenção de Riscos


Ambientais, conhecido pela sigla de PPRA
deixará de existir após ter cumprido o
seu papel por aproximadamente 25 anos,
no seu lugar foi introduzido o Programa
de Gerenciamento de Riscos – PGR,
muito mais abrangente e atual.
EXCLUÍDO DA NR 15 E NR 16

O PGR tem com objetivo estabelecer


as diretrizes e requisitos para as
ações de prevenção em Segurança e
Saúde no Trabalho para fins de
prevenção e gerenciamento dos
riscos, não cabendo sua utilização
para fins de caracterização de
atividades ou operações insalubres
ou perigosas.
METODOLOGIA

Este Programa define a implementação de


ações de prevenção em SST em todas suas
atividades, evitando os riscos que possam ser
originados no trabalho, bem como avaliando os
riscos que não possam ser evitados,
implementando medidas de prevenção, sendo
ouvidos os trabalhadores, de acordo com a
ordem de prioridade estabelecida na NR-01 e
sempre adaptando se o trabalho ao trabalhador.
IDENTIFICAÇÃO + AVALIAÇÃO

O processo de Avaliação de Risco deve conter o


planejamento da prevenção contemplando as
etapas de Identificação de perigos e riscos
associados e de Avaliação de riscos.

A identificação de perigos e riscos associados


deve incluir a identificação das fontes ou
circunstâncias, a descrição dos riscos gerados
pelos perigos e a indicação de trabalhadores e
outras pessoas sujeitos aos riscos.
OBJETIVOS DA REVISÃO DAS
NRs

A descrição de riscos deve indicar os eventos e/ou


exposições com potencial de causar danos, não sendo
possível indicar os eventos com potencial de causar
danos, a descrição do risco deve indicar as suas
consequências possíveis. A identificação dos perigos e
riscos associados deve ser realizada antes do início do
funcionamento da organização, para as atividades
existentes, nas mudanças e introdução de novos
processos ou atividades de trabalho, por ocasião da
execução de atividades não rotineiras e não
programadas, exceto quando as precauções necessárias
e suficientes tenham sido adotadas e finalmente para
subsidiar a elaboração dos procedimentos em casos de
acidentes de trabalho, emergências, acidentes
ampliados e outras situações adversas.
FONTES E CIPA

A identificação dos perigos e riscos associados deve


abordar as fontes de risco externas ao local de trabalho
que possam afetar a saúde e segurança no trabalho.

A empresa deve avaliar os riscos relativos as suas


atividades de forma a manter informações suficientes
para adoção de medidas de prevenção, considerando as
exigências legais aplicáveis à situação, as avaliações de
riscos e análises de incidentes, acidentes ou doenças
relacionadas ao trabalho na organização, os registros da
organização sobre implementação e efetividade de
ações preventivas e a percepção de riscos por parte dos
trabalhadores, incluindo manifestações da Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, quando
houver.
LITERATURA

A avaliação de riscos pode considerar as informações


disponíveis na literatura técnica e científica pertinente,
avaliações de riscos e análises de incidentes, acidentes
ou doenças relacionadas ao trabalho em processos de
trabalho análogos, internos ou externos à organização e
dados previdenciários e de saúde pública relativa à
saúde dos trabalhadores na organização e no seu ramo
de atividade econômica.
REVISÃO PERIÓDICA

A avaliação de riscos deve ser revista após a


adoção de medidas preventivas, para
avaliação de riscos residuais, após inovações
e modificações nas tecnologias, ambientes,
processos, condições, procedimentos e
organização do trabalho e quando
identificadas inadequações ou insuficiência
das medidas preventivas.
PROBABILIDADE X SEVERIDADE X
PREVENÇÃO

A avaliação dos riscos deve considerar os fatores que


afetem a probabilidade e a severidade dos danos que
possam ocorrer, levando em conta a efetividade das
medidas de prevenção já existentes e ser realizada com
abordagens qualitativas, semi-quantitativas,
quantitativas ou combinação dessas, dependendo do
risco e dos requisitos legais, desde que produza
informações suficientes para a classificação dos riscos e
para planejamento das ações de prevenção necessárias.
MATRIZ DE RISCO EMPREGADOR

O nível de risco deve ser determinado pela combinação


da severidade dos possíveis danos com a probabilidade
ou chance de sua ocorrência, utilizando-se matrizes de
risco ou outros procedimentos equivalentes, a critério
do empregador e a gradação da severidade dos danos
deve levar em conta a magnitude da consequência, o
número de pessoas afetadas, podendo ser expressa por
descritor qualitativo ou valor numérico e na
possibilidade de mais de um dano para um mesmo
evento de risco, a gradação da severidade deve ser
feita para cada risco gerado, sendo que a gradação da
probabilidade do dano pode ser expressa, igualmente,
por descritor qualitativo ou valor numérico.
MATRIZ DE TOLERABILIDADE DE RISCOS
GRAVIDADE PROBABILIDADE

A (0,5) B (1) C (3) D (6) E (10)


DESCRIÇÃO / CARACTERÍSTICAS Extremamente Remota Pouco Provável Freqüente
Remota Provável

CATEGO Conceitualmente Não esperado Possível de Esperado Esperado


RIA possível, mas ocorrer durante a ocorrer até ocorrer mais ocorrer muitas
extremamente vida útil do uma vez de uma vez vezes durante
Segurança das
Segurança Pessoal Meio Ambiente Imagem improvável na empreendimento, durante a vida durante a vida a vida útil do
Instalações
vida útil. Não há apesar de já ter útil do útil do empreendimen
referências ocorrido no empreendimen empreendimen to.
históricas. mundo. to. to.
Danos devidos a
Catastrófica

Provoca morte ou Danos irreparáveis a


situações ou Impacto 150 300 500
IV lesões graves em equipamentos ou 25 50
valores Nacional
uma ou mais instalações NÃO NÃO NÃO
(50) considerados e/ou MODERADO MODERADO
pessoas intra ou (reparação lenta ou TOLERÁVEL TOLERÁVEL TOLERÁVEL
acima dos níveis Internacional
extra-muros. impossível)
máximos aceitáveis
Lesões de Danos devido a
gravidade situações ou
Crítica

moderada em Danos severos a valores 120 200


III Impacto 10 20 60
pessoas intra- equipamentos ou considerados NÃO NÃO
(20) Regional MODERADO MODERADO MODERADO
muros. Lesões instalações. aceitáveis entre TOLERÁVEL TOLERÁVEL
leves em pessoas níveis médio e
extra-muros. máximo.
Danos devido a
Danos leves aos
Lesões leves em situações ou
Marginal

equipamentos ou
II empregados e valores 2,5 5 15 30 50
instalações (os danos Impacto
terceiros. Ausência considerados
(5) são controláveis e/ou Local TOLERÁVEL TOLERÁVEL MODERADO MODERADO MODERADO
de lesões extra - aceitáveis entre
de baixo custo de
muros níveis mínimo e
reparo).
médio.
Desprezível

Sem lesões, ou
no máximo casos Sem danos ou danos 0,5 1 3 6 10
I Sem danos ou com
de primeiros insignificantes aos Sem
danos mínimos ao TOLERÁVEL TOLERÁVEL TOLERÁVEL TOLERÁVEL MODERADO
(1) socorros, sem equipamentos ou impacto
meio ambiente.
afastamento instalações.
MODELO DE APR

ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS


Empresa:
Data:
Setor:
Local:
APR N.: xx/2020
Elaborado por:

AVALIAÇÃO
FONTE POSSÍVEIS QUALITATIVA
ETAPAS RISCO CAUSAS MEDIDAS DE CONTROLE RESPONSÁVEL
GERADORA CONSEQÜÊNCIAS
P G CR
Atenção durante o deslocamento,
uso de luvas de vaqueta, botas de
Queda de
No Deslocamento Lesões Traumáticas B III 3 segurança com biqueira de aço,
1 - Recebimento das Peças
protetor auricular e óculos de
peças no local de Acidente Empregado
segurança
trabalho
Atenção durante o deslocamento,
Esmagamento da
Impacto de No Deslocamento A III 3 verificando possíveis obstáculos no
mão e dedos
caminho
Atenção durante o içamento, uso de
luvas de vaqueta, botas de
segurança com biqueira de aço,
protetor auricular e óculos de
Queda de
2 – Içamento das Acidente No Içamento Lesões Traumáticas B III 3 segurança.
Peças
peças com o uso de Inspecionar constantemente as
Empregados e Setor
talha para a inspeção condições de segurança, desgastes
de Manutenção
visual e exame ou defeitos na corrente, cabo de
dimensional aço e equipamento
Procurar melhor postura e fazer o
Torção, lombalgia,
Postura mínimo esforço físico, para que não
Ergonômico Na Inspeção dores nos braços e B III 3
Inadequada comprometa a sua saúde e
costas
segurança
Atenção durante o içamento, uso de
Queda de
Acidente No Deslocamento Lesões Traumáticas B III 3 luvas de vaqueta e botas de
3 - Transportar as Peças
segurança com biqueira de aço
peças para a cabine de
Procurar melhor postura e fazer o Empregado
testes com o uso da Torção, lombalgia,
Postura mínimo esforço físico, para que não
talha Ergonômico No Deslocamento dores nos braços e B III 3
Inadequada comprometa a sua saúde e
costas
segurança
4 - Descarregar as Atenção durante o içamento, uso de
Queda de Na Bancada de Lesões Traumáticas
peças transportadas Acidente B III 3 luvas de vaqueta, botas de Empregado
Peça Inspeção e cortes
com o uso da talha na segurança com biqueira de aço
LEGENDA DA APR

Probabilidade: A = Extremamente Remota; B = Remota;


C = Pouco Provável; D = Provável; E = Frequente

Gravidade: I = Desprezível; II = Marginal; III = Crítica; IV


= Catastrófica

Classificação do Risco: 1 = Crítico; 2 = Sério; 3 =


Moderado; 4 = Menor; 5 = Desprezível
PROBABILIDADE X PREVENÇÃO

A gradação da probabilidade de ocorrência do dano


deve levar em conta um ou mais dos seguintes fatores:
as medidas preventivas existentes em relação àquelas
exigidas legalmente ou melhores práticas disponíveis; a
comparação do perfil de exposição ocupacional com
valores de referência estabelecidos legalmente ou, na
falta deles, valores recomendados pela comunidade
científica; acidentes ou doenças relacionadas ao
trabalho ocorridos na organização ou em situações de
trabalho similares e as exigências da atividade de
trabalho e as capacidades e competências dos
trabalhadores envolvidos.
INVENTÁRIO DE RISCOS

Os riscos estimados devem ser


classificados em termos de sua
importância para fins de adoção de
medidas preventivas e os dados das
avaliações dos riscos devem ser
consolidados em documento
denominado Inventário de Riscos.
INVENTÁRIO DE RISCOS

O Inventário de Riscos deve contemplar, no mínimo, as seguintes


informações:
- Caracterização sucinta dos processos e ambientes de trabalho,
- Caracterização das funções e atividades,
- Critérios adotados para avaliação dos riscos e tomados de
decisão,
- Dados disponíveis relativos a monitoramentos de exposições a
agentes ambientais, de acidentes e danos à saúde relacionados
ao trabalho,
- Descrição dos riscos, com identificação dos trabalhadores
expostos, fatores determinantes dos riscos e das medidas de
controle existentes e
- Avaliação dos riscos, incluindo sua estimativa e classificação em
termos da importância para fins preventivos.
PLANO DE AÇÃO

O Inventário de Riscos deve ser mantido atualizado, por


um período mínimo de 20 anos a partir do registro
correspondente, considerando o disposto em
normatização específica.
A empresa deve elaborar planos de ações para cada um
dos riscos avaliados tomando as medidas necessárias e
suficientes para eliminar ou reduzir os riscos sempre que
houver exigências legais aplicáveis, níveis de risco que
assim o determinem, evidências epidemiológicas ou na
literatura técnica indicativas de possíveis danos à saúde
relacionados às fontes identificadas e evidências, na
organização ou em processos de trabalho e produção
análogos, de relação entre o trabalho e danos à saúde
dos trabalhadores.
CRONOGRAMA X PROTEÇÃO

Para cada ação preventiva devem ser definidos


cronograma, responsáveis, recursos humanos, materiais
e financeiros e formas de acompanhamento e aferição de
resultados. Quando comprovada pelo empregador a
inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção
coletiva ou quando estas não forem suficientes ou se
encontrarem em fase de estudo, planejamento ou
implantação ou ainda em caráter complementar ou
emergencial e temporário, devem ser adotadas as
medidas preventivas necessárias, aplicando-se, medidas
de caráter administrativo e de organização do trabalho e,
secundariamente, proteção baseada em Equipamentos de
Proteção Individual - EPI.
TERCEIROS X CONTROLE

Além das medidas para eliminar ou reduzir os riscos


existentes a organização deve adotar medidas para
controlar os riscos nas mudanças planejadas, temporárias
ou permanentes, que possam dar origem a riscos
relevantes e na aquisição de produtos e serviços,
incluindo funções e processos terceirizados. A
implementação das ações preventivas e respectivos
ajustes devem ser registrados. O Desempenho das ações
preventivas deve ser acompanhado de forma planejada e
contemplar a verificação da execução das ações
planejadas, as inspeções dos locais e equipamentos de
trabalho e o monitoramento das condições ambientais e
exposições a agentes nocivos, quando aplicável.
AJUSTES X CONTROLE EM SAÚDE

As ações preventivas deverão ser corrigidas quando os


dados obtidos no acompanhamento indicarem
deficiências em seu desempenho. A empresa deve
desenvolver ações de controle em saúde de seus
trabalhadores, para proteção da saúde, integradas às
demais ações de prevenção em SST, de acordo com os
riscos gerados pelo trabalho. O controle da saúde dos
trabalhadores deve ser um processo preventivo
planejado, sistemático e continuado de obtenção e
análise de dados individuais e coletivos em exames
médicos clínicos e complementares, analisados em
conjunto com os dados sobre os agravos à saúde e a
exposição a agentes e condições nocivas no trabalho.
INVESTIGAÇÃO DOS ACIDENTES

As ações de prevenção em SST devem incluir a


investigação de acidentes e doenças relacionadas ao
trabalho. As análises de acidentes e doenças relacionadas
ao trabalho devem considerar as situações geradoras dos
eventos, levando em conta as atividades efetivamente
desenvolvidas, meio ambiente, materiais e organização
da produção e do trabalho, identificar os fatores
imediatos, subjacentes e latentes relacionados com o
evento e fornecer evidências para subsidiar e revisar as
medidas de prevenção existentes.
RESPOSTAS AOS CENÁRIOS DE EMERGÊNCIA

A organização deve estabelecer, implementar e manter


planos de respostas aos cenários de emergências, de
acordo com os riscos, as características e as
circunstâncias das atividades. Os planos de respostas aos
cenários de emergências devem incluir a designação dos
integrantes da equipe de emergência, inclusive dos
responsáveis pela elaboração, revisão periódica e
execução das ações; os meios e recursos necessários
para os primeiros socorros, encaminhamento de
acidentados e abandono; a capacitação e informação a
todas as pessoas envolvidas nos cenários de
emergências; o teste periódico da capacidade da resposta
a emergências e as medidas necessárias para os cenários
de emergências de grande magnitude.
IMPLEMENTAÇÃO X INVENTÁRIO X PLANO DE AÇÃO

A empresa deve implementar, por


estabelecimento, o Programa de
Gerenciamento de Riscos (PGR), sendo que
a critério da organização, o PGR pode ser
implementado por unidade operacional ou
setor. O PGR deve conter, no mínimo, os
seguintes documentos:

Inventário de Riscos e

Plano de Ação.
ELABORAÇÃO X ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

Os documentos integrantes do PGR devem ser


elaborados por pessoa designada pela
organização, respeitadas as atribuições
profissionais e o disposto nas demais normas
regulamentadoras, e serem mantidos no
estabelecimento à disposição da Inspeção do
Trabalho.
MEI X MICROEMPRESAS X EPP

O microempreendedor individual - MEI está dispensado de elaborar o


PGR, a dispensa da obrigação de elaborar o PGR não alcança a
organização contratante do MEI, que deverá incluí-lo nas suas ações
de prevenção e no seu PGR. As microempresas e empresas de
pequeno porte, observado o disposto no item 1.7.1 da NR1, que
optarem pela utilização de ferramenta de avaliação de risco a ser
disponibilizada pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho,
poderão estruturar o PGR considerando o relatório produzido por
esta ferramenta e o plano de ação.
FIM

MUITO OBRIGADO
Jaques Sherique
Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho
Presidente da SOBES
Coordenador da Câmara de Engenharia de Segurança do CREA-RJ

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