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AMÉLIA CRISTINA SILVÉRIO RIBEIRO

ANA SAMARA DOS SANTOS ROCHA


DAYANE FREITAS SANTOS REZENDE
LAIS RODRIGUES AMORIM
LEYDIANE EVANGELISTA HONÓRIO
VANIA RESENDE DE MOURA ANDRADE

RELAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA NO COTIDIANO DA SALA


DE AULA

PRODUÇÃO TEXTUAL EM GRUPO

Anápolis
2020
AMÉLIA CRISTINA SILVÉRIO RIBEIRO
ANA SAMARA DOS SANTOS ROCHA
DAYANE FREITAS SANTOS REZENDE
LAIS RODRIGUES AMORIM
LEYDIANE EVANGELISTA HONÓRIO
VANIA RESENDE DE MOURA ANDRADE

RELAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA NO COTIDIANO DA SALA


DE AULA

in
PRODUÇÃO TEXTUAL EM GRUPO

Trabalho de produção textual interdisciplinar apresentado


como requisito parcial para a obtenção de média
bimestral na disciplina de avalição na educação, história
da educação, teorias e praticas do currículo, sociologia
da educação, educação formal e não formal, didática e
práticas pedagógicas.

Orientador: Prof. Paulo

Anápolis
2020
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO....................................................................................................... 3
2 DESENVOLVIMENTO........................................................................................... 4
2.1.1 Título Nível 3 – Seção Terciária..................................................................... 7
3 CONCLUSÃO........................................................................................................ 8
REFERÊNCIAS.............................................................................................................9
INTRODUÇÃO

Esta etapa deve conter parágrafos que falem sobre a


importância do tema escolhido, sua relevância e aplicabilidade.
DESENVOLVIMENTO

Nesta Produção Textual Interdisciplinar trabalharemos a


temática: relação teórica e prática no cotidiano da sala de aula. A educação
vem, ao longo dos anos, sendo alvo de intensos debates e discussões,
criticada em razão do baixo nível de qualidade. Ao questionar sobre o Sistema
de Ensino é necessário em um primeiro momento compreender a história da
educação.
Na antiguidade a herança cultural deixada pela civilização
ocidental pelas principais cidades estados da Grécia Antiga Esparta e Atenas
constitui-se como princípio de organização social e educativa que serviu de
modelo para diversas sociedades no decorrer dos séculos.
O modelo de educação espartano baseava-se na disciplina
rígida, no autoritarismo, no ensino de artes militares e códigos de conduta, no
estímulo da competitividade. Já Atenas tinha no conhecimento seu ideal
educativo mais importante como a retórica, era valorizado em função da prática
da democracia entre iguais.
A partir de meados do século XIX, o modelo hierarquizado e
autoritário de educação que caracterizou as instituições escolares até então,
passou a ser questionado. John Dewey filósofo norte-americano defendia a
democracia e a liberdade de pensamento como instrumentos para a maturação
emocional e intelectual das crianças. Ele também foi fundamental no
movimento progressista na educação, acreditando fortemente que a melhor
educação envolve o ‘aprender fazendo’.
Com críticas a pedagogia tradicional e a forma como os
conteúdos curriculares eram impostos aos alunos, esse e outros educadores
passaram a reivindicar a participação ativa dos alunos no processo de
aprendizagem.

A realidade dos avanços tecnológicos, aliada às mudanças dos


paradigmas econômicos e produtivos, leva-nos a um amplo
questionamento educacional, que envolve questionar não somente as
instituições como também as práticas de ensino. A visão educacional
historicamente consolidada, baseada no conceito-chave de que o
professor transmite um conjunto fixo de informações aos estudantes,
tem sido substituída por um enfoque educacional voltado aos
processos de construção, gestão e disseminação do conhecimento,
com ênfase no “aprender a aprender” e no aprendizado ao longo da
vida (DUDZIAK, 2003)

Educar é uma ação intencional, exige um processo de


atividades que deve ser desenvolvida de tendências pedagógicas e teorias que
vão norteiam a prática docente, para isso é necessário planejar, traçar os
objetivos, métodos, recursos e avaliações no cotidiano escolar.
É importante lembrar que um bom professor não se constitui
apenas de teoria, embora ela tenha sua importância. Um professor vai se
formando na relação teoria e prática, pois é a partir da ação e da reflexão que o
professor se constrói enquanto indivíduo em pleno estado de mudança.
O projeto principal deste trabalho é apesentar os pressupostos
teóricos e práticos da situação geradora de aprendizagem.

Carolina e Pedro são estudantes do curso de Pedagogia e


acabaram de concluir o estágio nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na
universidade em que estudam, após a conclusão deste momento da formação
inicial, acontece uma atividade de compartilhamento de experiências, em
duplas, tendo em vista que o futuro professor perceba as diferentes
concepções docentes que compõem o cotidiano da escola. Dando início à
atividade, Carolina fala para o colega que ao chegar na sala de aula em que
efetivaria o estágio, a professora Lourdes pediu para ela se sentar na última
carteira, para não atrapalhar o andamento das atividades. A estudante pontuou
que a sala de aula é organizada em fileiras e os alunos não podem conversar
sem a autorização da professora. Carolina também sinaliza que a professora
pede para os alunos memorizarem os conteúdos, porque isso é sinal de
aprendizagem, não sendo permitidos questionamentos no momento de suas
explicações. A metodologia adotada pela professora se concretiza por meio da
exposição de conteúdos, por isso, ela verbaliza e escreve os saberes a serem
adquiridos na lousa, explicando, na sequência, como os exercícios serão
realizados. Carolina também relata que o processo avaliativo se dá com a
aplicação de uma prova ao final do bimestre, sendo tal instrumento avaliativo
reconhecido como revelador de aprendizagens Pedro fica surpreso com a
experiência de Carolina, muito diferente da sua. Ele pontua que a professora
Melissa, regente da sala em que esteve no momento do estágio, foi bastante
receptiva, envolvendo-o prontamente nas atividades já planejadas. Mas, para
isso, era preciso que Pedro tivesse clareza dos objetivos a serem atingidos, o
que ele entendeu ao ler o plano de aula da professora regente, que se colocou
à disposição para as dúvidas do estagiário. Ao falar sobre a organização da
sala, Pedro disse que os alunos se dispõem de diferentes formas, em duplas,
trios ou quartetos, pois fazem muitas atividades em grupo e até
individualmente, quando o interesse da professora é conhecer como cada
aluno compreende os conteúdos trabalhados em sala. Pedro também destacou
que a professora inicia a aula perguntando aos alunos o que eles conhecem
dos temas em estudo, apresentando-os sempre a partir da realidade das
crianças. O futuro professor também observou que a professora organiza,
juntamente com os alunos, projetos, sendo a pesquisa um elemento essencial
no incentivo ao caráter investigador e criativo dos alunos. Pedro conta que ao
final do estágio questionou a professora sobre como seria a avaliação da
turma, já que não presenciou nenhuma prova. A professora relatou que é um
processo realizado de forma contínua que visa analisar os avanços que os
alunos tiveram e os desafios que precisam ser superados no processo de
ensino e de aprendizagem, mas ela explicou também que se utiliza da prova,
quando necessário, para saber se os alunos estão compreendendo os
conteúdos das diversas áreas do conhecimento.
Após Carolina e Pedro trocarem essa experiência de
compartilhamento de vivências, foi solicitado também, como mais uma
atividade que compõe o período do estágio curricular, que eles apresentassem
um texto reflexivo sobre as ações das professoras, o qual deveria estar
fundamentado nas disciplinas que estudaram ao longo daquele semestre na
universidade. O objetivo é que eles estabeleçam a relação teoria e prática a
partir da identificação dos pressupostos teóricos que embasam a ação de
ensinar, de aprender e de avaliar de ambas as professoras.
A professora Lurdes se embasa na tendência tradicional para
sua pratica de ensinar, esta abordagem é caracterizada por se preocupar mais
com a variedade e quantidade de conceitos e informações do que com a
formação do pensamento reflexivo do aluno sua ênfase é na memorização, o
aluno é limitado a ouvir os conteúdos prontos. Pois o professor é o detentor do
saber e ensina a todos os alunos da mesma forma, para ela aprender é
memorizar e para isso utiliza a repetição de conteúdos em exercícios e as
avaliações são quantitativas e excludentes.
Já a pratica de ensino da professora Melissa é embasada
tendência critico-social dos conteúdos e, pois sua aula começa pela
constatação da prática real, havendo, em seguida, a consciência dessa prática
no sentido de referi-la aos termos do conteúdo proposto, na forma de um
confronto entre a experiência e a explicação do professor e também na
tendência Renovada Progressista atividades adequadas à natureza do aluno e
às etapas do seu desenvolvimento, acentua-se a importância do trabalho em
grupo. Para ela aprender e a trocas de conhecimento e interação entre o meio
natural, social, cultural e sua a avaliação é diagnóstica.
Assim, é importante definir que os futuros professores Carolina
e Pedro Não podem esquecer-se de adotar uma estratégia de ensino, para isso
é importante conhecer os alunos e suas peculiaridades. Para isso devem-se
realizar avaliações diagnósticas, que visem á análise dos conhecimentos
prévios dos alunos antes do início de qualquer atividade.
A fase do estágio permite aos poucos perceber como se da à
prática da instituição, pois coincide com a realidade do cotidiano dos alunos e
isso, deverá sempre acontecer de maneira bem fundamentada e para isso é
preciso considerar cada realidade onde ocorrerá a prática pedagógica, com
suas características emocionais, culturais, socioeconômicas e tudo que o
ambiente proporciona.
Portanto e dever da instituição escolar e do educador,
promoverem medidas que estimulem seus alunos no aprendizado assim como
atividades dinâmicas e participativas que poderão desenvolver seu potencial de
socialização, indo além somente da própria avaliação, mas como um preparo
para a vida social.
CONCLUSÃO

Responde-se aos objetivos sem, no entanto, justificá-los.


REFERÊNCIAS

https://novaescola.org.br/conteudo/1711/john-dewey-o-pensador-que-pos-a-
pratica-em-foco acesso em 09/04/20

http://mediacoes.ese.ips.pt/index.php/mediacoesonline/article/viewFile/68/pdf_2
8 acesso em 09/04/20

Tendências Pedagógicas na Prática Escolar de José Carlos Libâneo.


Disponível em:
https://praxistecnologica.files.wordpress.com/2014/08/tendencias_pedagogicas
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Educação formal, não formal e informal: da trilogia aos cruzamentos, dos


hibridismos a outros contributos de Ana Bruno. Disponível em:
http://mediacoes.ese.ips.pt/index.php/mediacoesonline/article/view/68/pdf_28

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