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1.

Singulares

As empresas singulares são aquelas que apenas têm um indivíduo como proprietário, o
qual, para além de deter a totalidade do capital, contribui com o seu trabalho na
direção da empresa.

O empresário individual pode assumir uma responsabilidade limitada se optar pelo


estatuto de Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada (Maria Manuela
E.I.R.L). Neste caso, há uma separação entre os patrimónios particular e comercial e
apenas este responderá pelas dívidas contraídas pela empresa.

Empresário em nome individual

Uma empresa individual ou um empresário em nome individual consiste numa empresa


titulada apenas por um só indivíduo ou pessoa singular, que afeta bens próprios à
exploração do seu negócio.

O Empresário em Nome Individual pode exercer a sua atividade na área comercial,


industrial, de serviços ou agrícola.

O Proprietário e gestor são uma e a mesma pessoa, que é pessoalmente responsável


por todas as atividades da empresa. Responde ilimitadamente perante os credores
pelas dívidas (incluindo dívidas fiscais e no caso de falência) contraídas no exercício da
sua atividade.

Nem sempre estas empresas individuais assumem uma forma jurídica regular e raras
as vezes têm contabilidade organizada.

Apesar da sua muito pequena dimensão e aparente fragilidade, as empresas em nome


individual são muito numerosas, mesmo nas economias consideradas mais
desenvolvidas.

A firma deverá ser constituída pelo nome civil completo ou abreviado do proprietário,
seguido ou não da atividade a que se dedica.
Exemplos
Maria José Abreu
M. J. Abreu
Maria José Abreu – Artesanato

VANTAGENS
• Ser proprietário único é poder manter um controlo pronto, direto e completo
sobre a empresa e as suas atividades.

DESVANTAGENS
• A dimensão da empresa fica sempre limitada ao volume de recursos que o
único proprietário pode dispor;
• O único proprietário é responsável, perante a lei, por todas as dívidas da
empresa, podendo ser citado judicialmente.

EIRL

Esta figura foi criada em Portugal em 1986 e, com a criação da figura de sociedades
unipessoais, o Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada (EIRL) passa a
ser escassa importância.

É titulada por um único indivíduo ou pessoa singular e é composto por um património


autónomo ou de afetação especial ao estabelecimento através do qual uma pessoa
singular explora a sua empresa ou atividade, mas ao qual não é reconhecida
personalidade jurídica.

O capital social não pode ser inferior a € 5.000 e pode ser realizado em numerário,
coisas ou direitos que possam ser alvo de penhora. Contudo, a parte em dinheiro não
pode ser inferior a 2/3 do capital mínimo.

Existe uma separação entre o património pessoal do empreendedor e o património


afeto à empresa, pelo que os bens próprios do empreendedor não se encontram afetos
à exploração da atividade económica.
Pelas dívidas resultantes da atividade económica respondem apenas os bens a ela
afetos. Em caso de falência do empreendedor, e caso se prove que não decorria uma
separação total dos bens, o falido responde com todo o seu património pelas dívidas
contraídas.

As entradas em espécie deverão constar de um relatório elaborado por revisor oficial


de contas, que deverá instruir o pedido de registo, ou que deverá ser apresentado ao
notário no caso de constituição por escritura pública. A constituição do estabelecimento
é obrigatoriamente registada no Registo Comercial e publicada no Diário da República.

Deverá ser destinada uma fração dos lucros anuais não inferior a 20% a um fundo de
reserva, até que este represente metade do capital do estabelecimento.

A firma deve ser composta pelo nome civil, por extenso ou abreviado, do
empreendedor. Este nome pode ser acrescido, ou não, da referência ao ramo de
atividade, mais o aditamento obrigatório Estabelecimento Individual de
Responsabilidade Limitada ou E.I.R.L.

Constitui–se mediante documento particular, estando dispensado de celebração de


Escritura Pública.

Exemplos
R. F. Andrade, E.I.R.L.
R. F. Andrade, comércio de equipamentos, E.I.R.L.

2. Coletivas

Sociedades comerciais

As sociedades comerciais são a estrutura típica da empresa nas economias de


mercado, embora a empresa possa revestir outras formas jurídicas.

A sociedade comporta duas realidades diferentes que se justapõem:


o Sociedade como contrato, através do qual se prosseguem determinados
objetivos e que supõe a participação de pessoas;
o Sociedade como instituição, a sociedade que resulta do ato de constituição, que
será uma estrutura devidamente organizada.

O contrato de sociedade é definido no Código Civil como:


«aquele em que duas ou mais pessoas se obrigam a contribuir com bens ou serviços
para o exercício em comum de certa atividade económica, que não seja a de mera
fruição, a fim de repartirem os lucros resultantes dessa atividade».

A sociedade tem, assim, como características:


o Uma pluralidade de pessoas como seu substrato;
o A ideia de colaboração entre as pessoas numa atividade com vista a um
objetivo que é o lucro;
o Conjugação de bens, isto é, um fundo comum que constituirá o património
social;
o Uma organização que seja a base de realização dos objetivos.

De referir que os sócios das sociedade, tanto podem ser pessoas singulares, como
pessoas coletivas, como por exemplo outras sociedades.

Esta noção de sociedade que nos é dada pelo Código Civil é relevante para o Direito
Comercial, pois a sociedade comercial é uma espécie de sociedade.
O contrato de sociedade para que seja válido, além dos requisitos de validade gerais,
deve conter os seguintes requisitos:

o Capacidade das partes;


o Objeto possível e legal;
o Mútuo consentimento.
o Adotar a forma escrita.

As sociedades são pessoas coletivas que, à semelhança das pessoas físicas, têm
personalidade jurídica, isto é, são sujeitos de direitos e obrigações. As sociedades
compram, vendem, intentam ações em Tribunal.
Mas, porque são pessoas fictícias, não podem, como as pessoas físicas, agir, por si.
São os seus representantes que praticam atos, que agem em nome da sociedade.

São, assim, duas as condições para que se possa qualificar a sociedade como
comercial:

o O fim (exercício do comércio);


o A forma (adoção de um dos tipos previstos na lei).

Sociedade em nome coletivo

Este tipo de sociedade não exige um montante mínimo obrigatório para o capital
social, visto que os sócios respondem ilimitadamente pelas obrigações sociais da
empresa.

É uma sociedade de responsabilidade ilimitada em que os sócios respondem


ilimitada e subsidiariamente em relação à sociedade e solidariamente entre si perante
os credores sociais.

O sócio para além de responder individualmente pela sua entrada, responde pelas
obrigações sociais, subsidiariamente em relação à sociedade e solidariamente com os
outros sócios, ou seja, o seu património pessoal pode ser afetado.

A firma pode ser composta pelo nome, completo ou abreviado, o apelido ou a firma
de todos, alguns ou, pelo menos, de um dos sócios, seguido do aditamento obrigatório
por extenso "e Companhia", abreviado e "Cia" ou qualquer outro que indicie a
existência de mais sócios, nomeadamente "e Irmãos";

Exemplos
Marques & Pereira
Marques & Cª
Marques E Companhia
Sociedade por quotas

É uma sociedade de responsabilidade limitada ou seja apenas o património da


sociedade responde perante os credores pelas dívidas da sociedade. Este tipo de
sociedade é composta por dois ou mais sócios, não sendo admitidas contribuições de
indústria e a firma deve terminar pela palavra "Limitada" ou sua abreviatura (Lda).

Na Sociedade por Quotas o capital social está dividido em quotas e a cada sócio fica a
pertencer uma quota correspondente à sua entrada. Os sócios são solidariamente
responsáveis por todas as entradas convencionadas no contrato social.

As sociedades por quotas até 2011 eram obrigadas a apresentar um capital social
superior a 5.000€. Desde esse ano deixou de haver um limite mínimo para o capital
social, podendo os sócios fixar livremente o valor do capital. O capital social é
representado por quotas, que poderão ter ou não um valor idêntico (mas nunca
inferior a € 1 cada), ou seja, na pratica o capital social mínimo nunca será inferior a €.
2.

No caso de a realização do capital social ser superior ao mínimo legal, não tem de ser
integralmente realizado no momento da constituição, podendo ser diferidas entradas
em dinheiro que não ultrapassem 50% do capital social por um período máximo de
cinco anos a contar da data da constituição da sociedade.

Contudo, o capital realizado em dinheiro à data da constituição deve perfazer o capital


mínimo fixado na lei e deve ser depositado em instituição de crédito, numa conta em
nome da futura sociedade.

Só o património social responde para com os credores pelas dívidas da sociedade,


salvo acordo em contrário, sendo que nesse caso se pode estipular que um ou mais
sócios, além de responderem para com a sociedade respondem também perante os
credores sociais até determinado montante (responsabilidade que pode ser solidária
com a sociedade ou subsidiária em relação a esta e a efetivar apenas na fase de
liquidação).
A firma deve ser formada:
a) Com ou sem sigla, pelo nome ou firma de todos, algum ou alguns
sócios, aditando-lhes ou não expressão que dê a conhecer o objeto
social;
b) Por denominação particular, aditando-lhe ou não expressão que dê a
conhecer o objeto social;
c) Pela reunião de a) e b);
d) Deve terminar sempre pela expressão "Limitada" ou pela abreviatura
"Lda".

Exemplos
Alves, Pereira & Freitas, Lda.
A.P.F. - Alves, Pereira & Freitas, Lda.
TexLar – Comércio de Têxteis, Lda .

Sociedade em comandita

Cada um dos sócios comanditários responde apenas pela sua entrada. Os sócios
comanditados respondem pelas dívidas da sociedade nos termos da sociedade em
nome coletivo.

O traço distintivo reside na circunstância de terem duas espécies de sócios, com


regimes de responsabilidade diferentes:

o Os sócios comanditados assumem responsabilidade pelas dívidas da sociedade,


nos mesmos termos dos sócios das sociedades em nome conectivo;
o Os sócios comanditários não respondem por quaisquer dívidas da sociedade, à
semelhança do que acontece com os sócios das sociedades anónimas.
Respondem, apenas, pelas suas entradas.

Mas dentro deste tipo de sociedades, e pelo que toca às participações sociais, surgem-
nos dois subtipos:
o Nas sociedades em comandita simples: as participações de ambas as espécies
de sócios, comanditados e comanditários, denominam-se partes sociais; e, tal
como as participações homólogas das sociedades em como coletivo, não são
representadas por quaisquer títulos;

o Nas sociedades em comandita por ações: as participações dos sócios


comanditados são igualmente partes sociais; mas as participações dos sócios
comanditários são ações tituladas e regidas pelos preceitos próprios do regime
das sociedades anónimas, tal como é decalcada no das Sociedades Anónimas o
seu regime organizacional. Não pode constituir-se com menos de 5 sócios
comanditários.

Nas sociedades em comandita um capitalista provê um empresário comercial dos


meios de que este carece para impulsionar o seu negócio. Realmente, tal fenómeno
ocorre tanto no mútuo, como na associação ou conta em participação e na sociedade
em comandita, apenas com diversificação do grau de envolvimento do capitalista no
empreendimento comercial.

A firma é formada pelo nome ou firma de um, pelo menos, dos sócios comanditários e
o aditamento “ Em Comandita” ou “& Comandita” (para a comandita simples) / "Em
Comandita por Ações" ou "& Comandita por Ações".

Subsidiariamente, aplica-se o regime das sociedades anónimas a este tipo de


sociedade.

Sociedade anónima

É uma sociedade de responsabilidade limitada em que os sócios limitam a sua


responsabilidade ao valor das ações por si subscritas, pelo que os credores da
sociedade só se podem fazer pagar pelo património da sociedade.
O elemento fundamental deste tipo de sociedades é o capital, que é o titulado por um
grande número de pequenos acionistas ou por um pequeno número de grandes
acionistas com poder financeiro. Assim, é o tipo de sociedade adequado à realização
de grandes investimentos.

O capital social está dividido em ações que se caracterizam pela facilidade de


transmissão.

O número mínimo de sócios, normalmente chamados acionistas, é cinco, não sendo


admitidos sócios de indústria. É possível constituir uma sociedade anónima com um só
sócio, desde que este seja uma sociedade (os sócios das sociedades podem ser
pessoas singulares ou pessoas coletivas, nomeadamente sociedades).
O capital social não pode ser inferior a €. 50 000 e encontra-se dividido em ações, cujo
valor nominal não pode ser inferior a um cêntimo.

As ações têm todas o mesmo valor nominal e são representadas por títulos. Os
subscritores das ações deverão realizar, o mínimo de 30% do valor nominal das ações.

A subscrição das ações pode ser pública ou particular. Pública quando qualquer pessoa
tem a faculdade de subscrever uma ou mais ações para o capital social e particular
quando o capital social for subscrito apenas pelos sócios fundadores.

As ações podem ser:


o Nominativas: transmitem-se pela declaração do seu titular escrito no título.
o Ao portador: a transmissão opera-se por mera transferência do título para
outrem.

A firma das sociedades anónimas


A firma pode ser composta pelo nome (ou firma) de algum ou de todos os sócios, por
uma denominação particular ou uma reunião dos dois. Em qualquer dos casos, tem
que ser seguida do aditamento obrigatório "Sociedade Anónima" ou abreviado - "S.A.".

Os órgãos da sociedade anónima são:


o Assembleia geral - órgão deliberativo.
o Conselho de Administração – órgão executivo.
o Conselho Fiscal – órgão fiscalizador.

A assembleia geral é convocada pelo presidente da mesa através de publicação com


antecedência de um mês.

No caso de as ações serem todas nominativas, o contrato social pode estipular que as
convocatórias das assembleias gerais sejam feitas por carta registada.

As deliberações da assembleia geral são tomadas por maioria de votos, salvo se o


contrato ou a lei exigir maior número de votos.
Em regra, a cada ação corresponde um voto, mas o contrato pode estabelecer de
modo diferente.

As deliberações da assembleia geral são reduzidas a escrito, em atas.

A administração e a fiscalização da sociedade anónima podem organizar-se segundo


uma de duas formas:

Conselho de Administração e Conselho Fiscal, ou Direção, Conselho Geral e Revisor


Oficial de Contas.

A administração é normalmente eleita pela assembleia geral e cabe-lhe gerir as


atividades da sociedade.

Os lucros apurados no final do exercício são distribuídos pelo número de ações.


Chama-se-lhe dividendo que é o rendimento de cada ação.

Cada ação detida dá direito a um voto na Assembleia Geral (constituída por todos os
acionistas e que reúne, pelo menos, uma vez por ano) e também à receção de um
dividendo (parcela dos lucros apurados no ano anterior).

A sociedade chama-se anónima porque estas ações (sendo títulos representativos de


participação no capital da empresa) podem mudar frequentemente de mãos e, a cada
momento, nem sempre se sabe muito bem quem é que as possui. A esmagadora
maioria das empresas de grande dimensão assumem esta forma jurídica.
VANTAGENS
• É encarada pela lei como uma entidade totalmente distinta dos indivíduos a
quem pertence.
• Este processo de financiamento da sociedade anónima implica normalmente
que nem os possuidores da empresa possam ser os gestores, permitindo uma
certa divisão das funções de decisão, oferta de capital e de aceitação de risco.
• Para os acionistas, o aspeto mais importante de uma sociedade por ações, é a
responsabilidade limitada que esta forma jurídica lhes assegura.
• A grande vantagem da sociedade anónima é a de poder atrair o dinheiro
(financiamento) de um número muito grande de indivíduos (mesmo pessoas de
recursos medianos ou mesmo pequenos).
• Do ponto de vista da empresa:
1. Poder reunir-se e realizar-se uma grande quantidade de capital,
permitindo financiar a constituição de unidades de grande dimensão e a
posterior expansão das suas atividades.
2. Como as ações são fácil e diretamente transferíveis de um possuidor
para outro, a sociedade por ações pode ter uma vida praticamente
independente das mudanças mais ou menos frequentes dos seus
proprietários acionistas.

DESVANTAGENS
• Do ponto de vista do investidor
1. A sociedade anónima, muito embora seja uma forma alternativa de
aplicação de poupanças, pode ter as suas desvantagens. Uma delas é a
influência do acionista individual sobre a gestão da empresa ser
normalmente pequena.
2. Tributação dos rendimentos da atividade empresarial. A empresa paga
impostos sobre os lucros que obtém (IRC), tal como os acionistas
pagam imposto sobre os dividendos que recebem (IRS).
Sociedade unipessoal

É constituída por um único sócio, pessoa singular ou coletiva, que é o titular da


totalidade do capital social, sendo seu mínimo de €. 1. Apenas o património social
responde pelas dívidas da sociedade.

A sociedade unipessoal por quotas pode resultar de:

a. Concentração do capital de uma sociedade por quotas num único sócio;


b. Transformação de um estabelecimento individual de responsabilidade limitada;
c. Constituição de raiz de uma sociedade unipessoal por quotas.

A firma, para além das regras relativas às Sociedades por Quotas, deve-se ter em
conta o seguinte: antes da expressão "Limitada" ou da abreviatura "Lda." deve constar
a expressão "Sociedade Unipessoal" ou "Unipessoal".

Uma pessoa singular só pode ser sócia de uma única sociedade unipessoal por quotas.
Uma sociedade por quotas não pode ter como sócio único outra sociedade unipessoal
por quotas.

Exemplos
João José Freitas, Unipessoal, Lda
J.J.F. – João José Freitas, Comércio de Automóveis, Sociedade Unipessoal, Lda
Jocas – Comércio de Automóveis, Unipessoal

Sociedades civis

Além de sociedades comerciais, existem Sociedades civis: aquelas que não têm por
fim a prática de atos do comércio, nem adotaram um dos tipos previstos na lei
comercial.

Distingue-se entre sociedades civis sob a forma comercial e sociedades civis simples:
Sociedades civis sob forma comercial
Caracterizam-se pela circunstância de não terem por objeto a prática de atos de
comércio nem o exercício de quaisquer atividades previstas no Código Comercial. No
entanto, a lei comercial portuguesa admite a possibilidade dessas sociedades civis
adotarem as formas comerciais para efeito de estruturação das quatro formas que
pode revestir a sociedade comercial.

Neste caso, passam a chamar-se sociedades civis sob forma comercial e ficam, sujeitas
às disposições do Código das Sociedades Comerciais. No entanto, não ficam sujeitas a
um conjunto de obrigações específicas das sociedades comerciais. São pessoas
coletivas com personalidade jurídica.

Sociedades civis simples


São aquelas que não têm por objeto a prática de atos comerciais e estão sujeitas ao
regime do Código Civil. Estas sociedades civis simples, distinguem-se das sociedades
civis sob forma comercial, dada a forma que revestem, que está relacionada com a sua
organização formal.
Encontram-se subordinadas ao regime da lei civil (Código Civil).

No que toca à responsabilidade dos sócios, segue-se o modelo de responsabilidade dos


sócios das sociedades em nome coletivo. Para além da responsabilidade dos bens de
entrada, existe responsabilidade pessoal e solidaria pelas dívidas sociais.