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CONDOMÍNIO RESIDENCIAL PORTO ARENA

REGIMENTO INTERNO

Alameda das Mansões, 701 Candelária - Natal/RN


CONDOMÍNIO RESIDENCIAL PORTO ARENA
REGIMENTO INTERNO

TÍTULOS PÁG.

CAP I → DAS DISPOSIÇOES PRELIMINARES (Art. 1º ao 5º) ........................... 04


CAP II → DOS HORÁRIOS (Art. 6º ao 13) .............................................................. 08
CAP III → DO USO DAS PARTES COMUNS (Art. 14) ......................................... 10
CAP. IV → DAS GARAGENS E ÁREAS DE CIRCULAÇÃO DOS VEÍCULOS
(Art. 15) .........................................................................................................................15
CAP. V → DO ESTACIONAMENTO EXTERNO (Art. 16 ao 23) ........................ 19
CAP. VI → DA ÁREA DE LAZER (Art. 24) ............................................................ 21
CAP. VII → DO SALÃO DE FESTAS (Art. 25) ...................................................... 21
CAP. VIII → DO SALÃO DE JOGOS E DA BRINQUEDOTECA (Art. 26 ao
27) .................................................................................................................................. 25
CAP. IX → CHURRASQUEIRAS E PISCINAS (Art. 28).......................................26
CAP. X → QUADRA DE ESPORTES (Art. 29 ao31) .............................................. 29
CAP. XI → DA ÁREA DE RESGATE E DA COBERTURA (Art. 32) ................. 30
CAP. XII → DO ACONDICIONAMENTO E COLETA DE LIXO (Art. 33 ao 35)
.......................................................................................................................................
30
CAP. XIII → DO CARRINHO DE COMPRAS (Art. 36) ....................................... 31
CAP. XIV → DA SEGURANÇA (Art. 37) ................................................................ 32
CAP. XV → DA INDENIZAÇÃO POR DANOS CAUSADOS (Art. 38 ao 39)...... 35
CAP. XVI → DOS FUNCIONÁRIOS (Art. 40 ao 43) ............................................. 35
CAP. XVII → DO USO PRIVATIVO DO APARTAMENTO (Art. 44 ao 47) ......36
CAP. XVIII → DOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO (Art. 48 ao 51) ........................37
CAP. XIX → DAS MUDANÇAS E REFORMAS (Art. 52 ao 65) ......................... 39
CAP. XX → DO GÁS ENCANADO E ELÉTRICO (Art. 66)................................ 42
CAP. XXI → ACADEMIA DE GINÁSTICA (Art. 67 ao 123) .............................. 44
A) DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO (Art. 75). ............................................. 45
B) DA UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE ÁUDIO E VÍDEO (Art. 76 ao
78) ................................................................................................................................ 45
C) DA VISTORIA E FISCALIZAÇÃO (Art. 79 ao 83).............................................. 45

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TÍTULOS PÁG.

D) DAS CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO E DEVERES DOS FREQUENTADORES


(Art.84 ao 95) ................................................................................................................. 47
E) DO PERSONAL TRAINER (Art. 96 ao100) ........................................................... 50
F) DOS IMPEDIMENTOS (Art. 101 ao 103) ............................................................... 51
G) DO ATESTADO MÉDICO (Art. 104) ..................................................................... 51
H) DAS PENALIDADES (Art. 105 ao 116) ................................................................. 51
I) DISPOSIÇÕES FINAIS (Art. 117 ao 123) ................................................................ 52
CAP. XXII → ELEIÇÕES CONDOMINIAIS (Art. 124 ao 136) ............................ 53
CAP. XXIII → DAS COMISSÕES (Art. 137) ........................................................... 63
CAP. XXIV → DAS ASSEMBLEIAS CONDOMINIAIS (Art. 138 ao 142)........... 64
CAP. XXV → DA ADMINISTRAÇÃO (Art. 143 e 144) ......................................... 65
CAP. XXVI → DA RECONDUÇÃO DOS CARGOS ELETIVOS (Art. 145)........ 66
CAP. XXVII → DAS CONTRATAÇÕES (Art. 146) ............................................... 66
CAP. XXVIII → FUNDO DE RESERVA (Art. 147 ao 149) ................................... 67
CAP. XXIX → DAS PENALIDADES REGIMENTAIS (Art. 150) ........................67
CAP. XXX → DAS DISPOSIÇÕES FINAIS (Art. 151 ao art. 160) ....................... 69

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Capítulo I

DAS DISPOSIÇOES PRELIMINARES

Art. Este Regimento tem por finalidade manter a comodidade, a tranquilidade,


a1ºhigiene, a segurança e a boa convivência dos condôminos e demais moradores,
e disciplinar a conduta e o comportamento de todos os usuários: proprietários,
inquilinos, dependentes, visitantes, empregados, funcionários, prestadores de
serviço e hóspedes neste Condomínio, mediante o respeito às determinações
legais, que abrangem as relações condominiais, particularmente o Código Civil
vigente, as normas ainda em vigor da Lei nº 4.591, de 16 de dezembro de 1964 e
outras posteriores, como também as determinações da Convenção do
Condomínio Residencial Porto Arena. O presente Regimento poderá ser alterado,
a qualquer tempo, no todo ou em parte, conforme determina o subitem 44.5, letra
I, título II, da Convenção Condominial.

Art. 2º Em caso de venda, transferência da propriedade ou da posse, direta ou


indireta, ou da constituição de direitos sobre as unidades autônomas, os novos
adquirentes, seja da propriedade ou da posse, ficarão automaticamente obrigados
a observar todas as disposições deste Regimento, ainda que nenhuma referência
ao mesmo tenha sido feita no Contrato ou Escritura, pública ou particular, através
da qual se efetive a transferência e a aquisição da propriedade ou da posse.

Art. 3º Os ocupantes, a qualquer título, que não sejam proprietários ou titulares


dos direitos aquisitivos das unidades que ocupam, não terão perante o
Condomínio, qualquer representação, ficando o proprietário, responsável pelas
infrações cometidas pelos mesmos. No caso de locação, o proprietário da unidade
autônoma poderá outorgar procuração ao seu inquilino pelo tempo que durar o
contrato de aluguel, para fins de ser representado nas Assembleias Gerais do
Condomínio, com direito a voto. Ainda neste caso, o proprietário obriga-se a
fazer constar no Contrato de Locação, cláusula, através da qual seu inquilino se
responsabilize por todos os pagamentos e taxas do Condomínio, ficando o
proprietário como corresponsável.

Art. São direitos de cada condômino e demais moradores:


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a) Usar e dispor da sua unidade como lhe aprouver, respeitadas as disposições da
Convenção e deste Regimento, de forma a não prejudicar igual direito dos
condôminos e demais moradores e a não comprometer a segurança, a higiene e o
bom nome do Condomínio;

b) Usar as coisas comuns, conforme as suas destinações, até onde não impeça o
uso e gozo dos demais moradores e sobre elas exercer todos os direitos que lhes
confere a Lei, a Convenção e este Regimento;

c) Ter livre acesso à Convenção, ao Regimento Interno e a todos os Livros Caixa


do Condomínio;

c.1) Até o último dia útil do mês subsequente, o Síndico deverá disponibilizar
aos condôminos e demais moradores o demonstrativo do mês anterior,
mediante o registro “mensal das despesas efetuadas e das receitas auferidas,
apresentando aos condôminos, quando solicitado, a documentação
correspondente, que deverá estar digitalizada e arquivada, juntamente com o
restante dos documentos do Condomínio em área específica para este fim, nas
instalações do Condomínio”, conforme consta no subitem 35.2, letra G, título
II, da Convenção do Condomínio.

c.2) O acesso à documentação supracitada, dar-se-á através do login e senha


contidos no boleto da taxa condominial, no site da Empresa Administradora.

c.3) Todos os livros, contas, recibos, extratos, e demais receitas e despesas


existentes em papel ou não, deverão ser digitalizadas no prazo inequívoco de
60 (sessenta) dias, a contar da data de aprovação do Regimento Interno, a
cargo do Gerente do Condomínio, ficando o Síndico responsável pela
disponibilização dos meios necessários à execução desta medida;

c.4) Todas as contas serão públicas, ficando disponível a qualquer condômino


e demais moradores, a verificação dos livros, bem como a obtenção de uma
cópia digital, junto à Gerência Condominial;

c.5) O Gerente do Condomínio ficará responsável pelo backup dos arquivos


digitais, que obrigatoriamente, deverá adotar a rotina de cópia diária, tipo
“diferencial” em HD (HardDisk) externos, mídias digitais e arquivos virtuais

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(discos virtuais), onde o Síndico deverá disponibilizar os meios necessários à
execução da medida.

Art. 5º São deveres dos condôminos e demais moradores, seus prepostos e


familiares, empregados, funcionários, prestadores de serviço e visitantes:

a) Observar o disposto neste Regimento, cumprindo-o e levando, formalmente,


ao conhecimento do Síndico e do Conselho Consultivo qualquer transgressão ao
mesmo;

b) Observar, dentro do Condomínio, os princípios da moralidade, decência e


respeito;

c) Prestigiar e fazer cumprir as decisões do Síndico, do Subsíndico e da


Assembleia Geral e a esta comparecerem, a fim de que as decisões tomadas
expressem, realmente, a vontade condominial;

d) Cada condômino e demais moradores deverá contribuir para as despesas


especificadas no orçamento e aprovadas em Assembleia Geral na proporção da
fração ideal do terreno, correspondente à sua unidade;

e) Contribuir, na proporção fixada para sua unidade autônoma, com o numerário


suficiente para as despesas gerais, necessárias à conservação e ao funcionamento
do Condomínio, inclusive com taxas extras, quando for o caso, aprovadas pela
Assembleia Geral;

f) Zelar pela higiene, segurança, preservação de costumes e propiciar as


condições favoráveis a uma boa convivência no Condomínio;

g) Instruir os seus empregados e prestadores de serviço, no sentido do fiel


cumprimento das recomendações deste Regimento, bem como para que evitem
sujar paredes e pisos dos corredores, ao transportarem o lixo e/ou ao desenvolver
qualquer outra atividade;

h) Tratar com respeito os funcionários e prestadores de serviço do Condomínio e


encaminhar ao Síndico, Subsíndico e ao Conselho Consultivo toda reclamação ou
sugestão;

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i) Registrar, em livro de ocorrências disponível na Portaria, qualquer sugestão,
crítica ou denúncia de atos irregulares;

j) Informar o seu endereço, fornecendo sempre o número do apartamento, de


forma a facilitar a distribuição da correspondência. Na falta deste dado, não
poderá o morador, em juízo ou fora dele, responsabilizar o Condomínio por
possíveis atrasos ou extravios da mesma;

k) Comunicar ao Gerente do Condomínio o seu domicílio para recepção de


correspondências, quando não residir no apartamento de sua propriedade, sob
pena de não poder alegar, em juízo ou fora dele, a não recepção das
correspondências, nem tampouco o desconhecimento do seu conteúdo;

l) Comunicar ao Gerente do Condomínio um endereço para contato, quando se


ausentar do apartamento por mais de 15 (quinze) dias. Em caso de urgência,
devidamente comprovada e com prerrogativa da Lei, o Síndico está autorizado a
tomar as devidas providências para ingressar no apartamento;

m) Notificar, imediatamente, ao Síndico e/ou ao Subsíndico a incidência de


doença infectocontagiosa grave no seu apartamento, quando for o caso;

n) Permitir a entrada em sua unidade habitacional, do Síndico, do Subsíndico


e/ou do Gerente do Condomínio e das pessoas que os acompanharem, mediante
prévia comunicação, desde que se torne necessária à inspeção e a execução de
medidas emergenciais, que se relacionem com o interesse coletivo, no que diz
respeito à saúde, à segurança e/ou sinistro;

o) Providenciar o conserto ou substituição de qualquer peça ou aparelho


pertencente ao Condomínio, que tenha sido danificado por pessoas de sua
relação, seja morador ou esteja em visita ao Condomínio;

p) Fazer constar como parte integrante dos contratos de locação, venda, alienação
ou cessão de uso de suas unidades a terceiros, um exemplar deste Regimento,
com cláusula de obrigatoriedade ao seu cumprimento, cuja infringência possa
motivar a respectiva rescisão contratual;

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q) Notificar à Gerência Condominial o(s) número(s) da(s) placa(s) do(s)
veículo(s) que fará(ão) uso da(s) garagem(ns), o que constará em quadro próprio,
elaborado pelo Gerente do Condomínio e guardado na Portaria do edifício;

r) Encaminhar providências, em até 24 horas, para conserto de vazamentos


ocorridos na canalização secundária, que sirva privativamente à sua unidade
autônoma, bem como infiltrações nas paredes, no teto ou no piso da mesma,
respondendo pelos danos que, por ventura, esses vazamentos e infiltrações
venham a causar ao Condomínio ou às unidades de outros condôminos e demais
moradores.

Capítulo II

DOS HORÁRIOS

Art. 6º No período das 22h às 8h da manhã cumpre aos moradores guardar


silêncio, evitando a produção de ruídos ou sons (medidos em decibéis), que
possam perturbar o sossego e o bem estar dos outros moradores, conforme
decibéis descritos na Legislação em vigor.
Parágrafo único. Os ruídos ou sons serão provados por filmes ou testemunhas,
além de outros meios de provar admitidos pelo direito.

Art. 7º Em qualquer horário, o uso de aparelhos sonoros ou musicais deve ser


feito de modo a não perturbar os vizinhos, observadas as disposições das posturas
municipais existentes e demais legislações vigentes.

Art. 8º Fica estabelecido o horário de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das


14h às 18h, para realização de mudanças e aos sábados das 8h às 12h. O Porteiro
somente permitirá o acesso ao Condomínio, de tais mudanças, rigorosamente, a
partir dos horários estabelecidos. Aos domingos e feriados NÃO serão permitidas
mudanças.

Art. 9º A execução de reformas, nos apartamentos ou em outras áreas do


Condomínio, só poderá ser feita, obedecendo, rigorosamente, os seguintes
horários: de segunda a sexta feira, das 08h às 12h e das 14h às 18h; e aos
sábados das 08h às 12h. Aos domingos, feriados, dias de Carnaval e da Semana
Santa, e fora destes horários, só serão permitidas obras de emergência, solicitadas

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por escrito e após a devida autorização do Síndico. A execução de serviços fora
destes horários deverá ser, imediatamente, comunicada ao Porteiro e registrada
no livro de ocorrências para providências regulamentares.

§ 1º - Os dias de Carnaval serão compreendidos de segunda a quarta-feira, até as


12h (meio dia) e os da Semana Santa, sexta-feira e sábado.

§ 2º - É permitida a realização de reformas e pinturas, aos domingos e feriados,


(das 08h às 12h), desde que não provoquem qualquer tipo de barulho ou ruído.
(Ex: furadeira, makita, martelo, etc.).

Art. 10. Fica determinado que, após as 22h, as portas do salão de jogos e da
brinquedoteca, serão fechadas pelo Porteiro e reabertas às 06h da manhã.

Parágrafo único: O horário de abertura e fechamento da academia obedecerá ao


que define o item “a”, art. 13, deste Regimento, complementado pelas normas
constantes do cap. XXI, art. 75, itens “a” e “b”, § único, específicas para a
Academia de Ginástica.

Art. 11. O horário de cessão do salão de festas é limitado até a meia-noite (00h).
Para festividades em que sejam utilizados aparelhos sonoros, estes deverão ser
usados com moderação. A partir das 22h, os usuários deverão baixar o som,
deixando-o apenas em volume de som ambiente (nos índices medidos em
decibéis, conforme descriminados na Legislação vigente e decididos em
Assembleia) e, a partir das 24h, o som deverá ser totalmente desligado e as
atividades encerradas.

Art. 12. Nos apartamentos, atividades sociais tais como: reuniões e outras
comemorações que ultrapassem a hora limite da 00h (meia-noite), provocando
incômodo a algum condômino e demais moradores, deve o responsável acatar a
solicitação do reclamante, fazendo cessar, de imediato, toda e qualquer
ocorrência de barulho que tenha motivado a reclamação.

Art. 13. A utilização da área de lazer deve obedecer aos seguintes horários:

a) Academia – das 6h às 10h e das 16h às 22h, de segunda à sexta; das 8h às


12h, aos sábados e feriados, podendo ainda os referidos horários sofrerem
alterações, de acordo com o contrato firmado com a Empresa prestadora do

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serviço de Educação Física, devidamente deliberado pelos condôminos e demais
moradores em Assembleia;
b) Brinquedoteca – das 6h às 20h;
c) Churrasqueira – das 8h às 22h;
d) Piscina – das 6h às 22h;
e) Play-groud – das 6h às 22h;
f) Quadra de esportes – das 8h às 22h;
g) Salão de jogos – das 6h às 22h.

Capítulo III

DO USO DAS PARTES COMUNS

Art.14. Os moradores poderão usar e gozar das partes comuns do Condomínio,


até onde não impeçam idêntico uso ou gozo por parte dos outros moradores,
constituindo-se em obrigações a ser cumpridas, no tocante à entrada social, à
entrada de serviço, aos elevadores, etc., o que adiante se dispõe:

a) Os mobiliários do salão de festa, salão de jogos, recepção, guarita,


churrasqueiras e piscinas são de uso exclusivo dos mesmos, não sendo possível a
sua retirada dos lugares, para os quais foram destinados;

b) Toda circulação de fornecedores, portando materiais e/ou instrumentos de


trabalho, será pela entrada das garagens e elevador de serviço;

c) Todas as pessoas estranhas ao Condomínio, quaisquer que sejam, deverão ser


identificadas pela Portaria e somente terão acesso ao apartamento desejado, após
a concordância do respectivo morador;

d) Não será permitida a entrada, no edifício, de pedintes, propagandistas,


vendedores e ambulantes;

e) O trânsito de operários e de outras pessoas estranhas ao Condomínio, nas áreas


comuns do mesmo, só será permitido no trajeto portaria/apartamento e vice-versa
e sob a anuência do morador ou funcionário do Condomínio, e dessa forma,
ficará quem tiver autorizado, inteiramente responsável pelos danos e atos
praticados por terceiros que adentrem ao Condomínio;

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f) Os moradores e visitantes do Condomínio, que estejam trajando roupas de
banho, após a prática de exercícios físicos ou portando grandes volumes,
(equipamentos esportivos, veículos infantis, animais, compras e afins), deverão
utilizar-se, exclusivamente, do elevador de serviço;

g) É proibido o uso de elevadores por crianças menores de 08 anos, quando


desacompanhadas;

h) Além das múltiplas e específicas funções que podem cumprir, tanto o elevador
de serviço, quanto o social, bem como do tempo necessário para a manutenção e
limpeza por parte de pessoas credenciadas, cargas ou descargas, é expressamente
proibido manter a porta deles aberta e/ou intermediar, ou seja, suspender sob
qualquer circunstância o deslocamento, salvo pessoas portadoras de deficiência
física que necessitam de um lapso temporal maior de deslocamento.

i) As restrições ao uso do elevador social, aqui relacionadas, cessarão desde que


o elevador de serviço esteja em manutenção, apresente defeito técnico ou esteja
sendo utilizado em atividades exclusivas ao mesmo (coleta de lixo, entrega de
água, mudanças, transporte de materiais de construção, etc.). Neste caso, material
e equipamento de obra, impossibilitados de serem transportados pelo elevador
social, e havendo disponibilidade de espaço nas dependências do Condomínio,
poderão ser colocados neste espaço, até que o elevador de serviço volte a
funcionar.

j) É proibido aos condôminos, demais moradores e às pessoas que lhes prestam


serviços, transformar locais destinados ao acesso, tais como: hall, garagem,
entradas e escadas, em pontos de reuniões, aglomerações, brincadeiras, encontros
e outros, obstruindo a circulação, exceto quando estiverem em serviço ou
autorizadas pelo Condomínio, em conformidade com o subitem 6.1, letra B,
título II, da Convenção do Condomínio;

k) Não é permitido depositar objetos ou materiais em qualquer área de uso


comum, isto é, na entrada, passagens, escadas, elevadores, vestíbulos, garagens,
etc., sem a permissão do Síndico, exceto quando em trânsito dos apartamentos.
Os volumes depositados serão removidos pelo Gerente do Condomínio (para a
devida devolução), cabendo ao condômino e demais moradores infratores
pagarem as punições cabíveis;

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l) A permanência de bicicletas, velocípedes e patinetes nas áreas comuns
somente será permitida em lugar, previamente determinado pela Assembleia dos
Condôminos e demais moradores do Condomínio, para esse fim, não sendo de
responsabilidade do Condomínio qualquer dano eventual, causado em
decorrência dos referidos objetos, sendo terminantemente vedada guarda, mesmo
que provisória, dos mesmos nas entradas dos halls, por proibição do Corpo de
Bombeiros, estando sujeito o infrator, ao pagamento de multa, caso seja expedida
multa pelos órgãos fiscalizadores;

m) É expressamente proibido aos condôminos, demais moradores ou às pessoas


estranhas aos serviços, acessar ou se imiscuir em dependências reservadas aos
equipamentos e instalações que guarnecem o edifício, tais como: casa de
máquinas dos elevadores, bombas de água, gerador, medidores de luz e de gás,
hidrômetros, cobertura, área de resgate, telhado, etc.;

n) É proibido jogar pela janela, na área comum do Condomínio: lixo, fragmentos


de lixo, líquidos, e/ou qualquer objeto que possa atentar contra a saúde, higiene e
segurança dos condôminos e demais moradores;

o) É proibido afixar cartazes, avisos ou letreiros nas áreas comuns, exceto os que
forem autorizados por decisão dos condôminos e demais moradores em
Assembleia, com prévio conhecimento do Gerente do Condomínio;

p) É proibido pisar ou brincar nas partes que compõem o jardim, bem como nele
intervir, adicionando ou removendo plantas ou mudando-lhes o arranjo de lugar,
à revelia da Gerência Condominial;

q) É proibido colocar, estender, bater ou secar tapetes, toalhas, lençóis e/ou


quaisquer objetos na sacada, parapeito, varanda ou nas janelas de proteção, ou
ainda, objetos que sejam visíveis do exterior, exceto iluminações, no período
natalino;

r) É proibido inserir na fachada ou janelas dos apartamentos anúncios, placas ou


letreiros, conforme determina a Convenção do Condomínio;

s) É permitido ao proprietário e demais moradores, sozinho ou juntamente com


seus vizinhos, instalar (em) câmeras de segurança no hall de entrada do
apartamento de seu andar, desde que as imagens das referidas câmeras captem,

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exclusivamente, imagens das áreas comuns, sendo, por conseguinte, vedado
qualquer captação de imagens do interior dos apartamentos;

t) É proibido parar ou estacionar em frente às áreas de acesso do edifício, bem


como, sobre as calçadas, rampas e áreas de circulação das garagens;

u) São proibidos jogos ou quaisquer práticas que possam causar danos ao prédio,
notadamente nas partes comuns e áreas livres, a não ser nos locais que para tal
venha a ser especialmente determinado;

v) É terminantemente proibido, o trabalho de funcionários não autorizados,


previamente, pelo Síndico ou pelo Gerente do Condomínio, nas áreas comuns,
exceto dos funcionários do Condomínio;

w) É proibido aos moradores e às demais pessoas não autorizadas, adulterarem


ou removerem os lacres de quaisquer dos relógios/medidores de água, energia ou
gás, sob pena de ser autuado por infração à Legislação Penal vigente, conforme
sanções previstas na Convenção Condominial, sendo, por conseguinte,
autorizado ao Condomínio a suspensão do fornecimento do serviço até a
regularização, conserto ou instalação de novo relógio/medidor, acompanhado do
competente lacre;

x) É proibido atirar restos de comida, materiais gordurosos, plásticos,


absorventes, similares, etc., nos aparelhos sanitários ou ralos dos apartamentos,
respondendo o condômino e demais moradores responsáveis pelo entupimento de
tubulações e demais danos causados, em decorrência do referido dano doloso ou
culposo;

y) É vedada a instalação de qualquer proteção tipo "grade", na varanda, sacada,


janelas ou áreas de serviço, onde somente poderá ser utilizado o sistema de
proteção tipo “tela ou rede de proteção”. Todas estas instalações deverão
obedecer aos limites internos de cada apartamento, sendo vedada a instalação do
sistema de proteção tipo rede ou tela para o lado de fora, em conformidade com
os modelos padronizados pelo Condomínio;

y.1) Em qualquer das janelas dos apartamentos e das áreas de serviço, área de
circulação da Torre B (Enseada) e área técnica de cada andar, por medida de
segurança, poderão ser instaladas telas de proteção, na cor preta;

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z) O fechamento da varanda dos apartamentos é opcional e deverá ser feito,
conforme projeto arquitetônico padrão aprovado na Assembleia Geral Ordinária,
realizada no dia 14 de setembro de 2013, podendo ser acrescida a tela de
proteção ou não;

aa) As máquinas condensadoras só poderão ser colocadas nas áreas técnicas,


locais que fazem parte da área comum e foram destinados pela Construtora
ECOCIL, exclusivamente, para instalação do referido equipamento, conforme
consta no Manual do Proprietário;

aa.1) A área técnica é um espaço exclusivo para instalação das máquinas


condensadoras, sendo proibida sua utilização para outro fim qualquer;

bb) No caso dos apartamentos que dividem a mesma área técnica, deverá ser
mantido um espaço entre as máquinas condensadoras, em conformidade com o
que determina o manual da máquina a ser instalada, de modo que, cada
apartamento terá direito à metade do espaço disponível;

cc) Também ficam proibidas as instalações de equipamentos de transmissão ou


radioamadores, nas dependências dos apartamentos ou nas áreas comuns,
conforme determinação aprovada na Convenção do Condomínio;

dd) É vedada a instalação, em qualquer das torres do Condomínio, de antenas de


transmissão de rádios, telefones celulares, internet ou qualquer tipo de
transmissão de dados, sonora, radiodifusão, informática, telemática, sem que
haja, previamente, um estudo de impacto ambiental, estético e saúde dos
moradores, bem como, mediante a aprovação da maioria dos presentes em
Assembleia designada, exclusivamente para este fim;

ee) Caso existam antenas no alto de quaisquer das torres do Condomínio, deverá
ser instituída uma Comissão com o número mínimo de 03 (três) membros,
exclusivamente, para analisar e emitir parecer favorável ou desfavorável sobre a
viabilidade ambiental, estética e de saúde para manter os referidos equipamentos,
devendo ainda, uma Assembleia designada, exclusivamente, para essa finalidade,
decidir sobre a manutenção ou retirada das antenas.

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Capítulo IV

DAS GARAGENS E ÁREAS DE CIRCULAÇÃO DOS VEÍCULOS

Art. 15. As garagens do Condomínio destinam-se, exclusivamente, à guarda de


veículos pertencentes aos seus moradores. A seguir, especifica-se o seu uso e
vedações:

a) Cada condômino e demais moradores têm direito à(s) sua(s) respectiva(s)


vaga(s) de garagem, previamente definida(s) e especificada(s) na Escritura
Pública e no Contrato de Compra e Venda. Tratando-se do seu uso, deve ser
obedecido, rigorosamente, o espaço delimitado para os veículos, ficando os
condôminos e demais moradores cientes de que, existindo algum veículo mal
estacionado, ou seja, fora da área demarcada, será chamado pelo Gerente do
Condomínio e na sua ausência pelo Vigilante/Rondante, a comparecer à garagem
para corrigir, de imediato, a posição do veículo;

b) Não poderá, em nenhuma hipótese, qualquer veículo ultrapassar o limite da(s)


sua(s) respectiva(s) vaga(s), previamente delimitada(s), sob pena de pagamento
de multa por obstaculização da área comum de circulação;

c) Quando solicitado pelo Condomínio, em situações que se fizerem necessárias,


cada condômino e demais moradores devem informar a(s) característica(s) do(s)
seu(s) veículo(s) ou daqueles que terão acesso à(s) sua(s) vaga(s) de garagem;

d) No caso de locação do apartamento, o locatário terá direito à(s) respectiva(s)


vaga(s) da garagem do imóvel locado, devendo o proprietário transferir
expressamente ao locatário, as obrigações, contidas neste Regimento Interno e na
Convenção do Condomínio;

e) Por motivo de segurança, todos os motoristas que adentrarem o Condomínio


devem manter redobrada atenção à circulação de crianças, adultos e portadores
de deficiência, em velocidade máxima de até 20 km/h, bem como, em qualquer
circunstância NÃO utilizar farol alto;

e.1) Na rampa de acesso às garagens do piso superior, a velocidade obrigatória


será de até o máximo de 10 km/h;

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e.2) Para favorecer a segurança dos condôminos e demais moradores e
prevenir acidentes, na área de circulação das garagens, a Gerência
Condominial deverá instalar redutores de velocidade, no prazo máximo de 60
(sessenta) dias, a contar da data de aprovação deste Regimento;

f) Danificações causadas por veículos nas instalações físicas, equipamentos ou


em outro veículo, no interior das garagens, são de inteira responsabilidade do
proprietário do veículo causador do dano, devendo o mesmo ressarcir o prejuízo,
da melhor forma, acordada entre as partes;

g) É expressamente proibido nas garagens:

g.1) A execução de qualquer serviço que cause poeira, sujeira ou produza


gazes ou vapores tóxicos (montagem de móveis, pintura, serviços de solda,
etc.), mesmo que este seja feito nos limites da vaga, correspondente ao
apartamento;

g.2) Realizar lavagem ou conserto de veículos e outros objetos em qualquer


área do Condomínio, inclusive na garagem, excetuando-se os de caráter
emergencial, que não causem transtornos e sujeira;

g.3) Fazer reparo em veículos ou similares, a não ser em casos de emergência


e, unicamente, para que esses possam ser deslocados;

g.4) Experimentação de buzinas ou equipamentos de som, como: rádios, toca


fitas, CDs, entre outros;

g.5) A guarda e/ou estacionamento de veículos que, pelo seu tamanho ou


dimensão, prejudiquem a circulação no interior do estacionamento e/ou que
extrapolem os limites da vaga do condômino e demais moradores, que assim
fizer uso;

g.6) A guarda e/ou estacionamento dentro da garagem, de carros de altura


superior a 02 (dois) metros ou que, pela sua dimensão, prejudiquem a
circulação deste e de outros veículos no interior da garagem;

g.7) O estacionamento de veículos de visitantes, parentes ou amigos dos


moradores, na garagem do edifício, salvo quando o condômino e demais

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moradores não estiverem ocupando a(s) vaga(s) que lhe cabe, não havendo,
portanto, vagas internas para visitantes;

g.8) O estacionamento de bicicletas em qualquer área comum, salvo quando


houver bicicletário;

g.9) O estacionamento de motocicletas em qualquer área comum, que não a


respectiva garagem do apartamento;

g.10) Alugar ou ceder sua vaga na garagem, sob qualquer hipótese, a pessoas
não residentes no Condomínio;

g.11) A permanência de crianças na garagem, desacompanhadas;

g.12) A entrada de caminhões na garagem;

g.13) Edificações, colocação de grades, cavaletes, divisórias, correntes, faixas


e bicicletas nas demarcações das vagas.

h) O Condomínio não se responsabiliza por estragos, de qualquer natureza,


roubo, incêndio, etc., ocorridos na garagem, mas adotará as medidas necessárias
à apuração dos responsáveis;

i) A qualquer hora, do dia ou da noite, deverão ser mantidas fechadas as entradas


e as saídas de veículos e de pedestres, abrindo-se somente para o acesso dos
condôminos, demais moradores e pessoas autorizadas, após a devida
identificação;

j) É permitida a entrada de táxis no edifício somente com a autorização do


morador, o qual se responsabilizará por danos causados pelos taxistas ao
Condomínio ou aos automóveis de moradores. Os locais de embarque e
desembarque desses táxis serão as vagas de carga e descarga, e sua permanência
no interior do Condomínio restringe-se aos 15 minutos, sob pena de aplicação de
multa ao morador que autorizou seu ingresso, de acordo com as penalidades
previstas na Convenção do Condomínio. O morador responsável pela solicitação
do táxi, também poderá disponibilizar sua vaga para embarque e desembarque e,
no caso dos portadores de deficiência, com dificuldade de locomoção, a
exigência do tempo será desconsiderada, em razão da própria deficiência física;

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k) Todos os veículos em serviço que acessarem as dependências do Condomínio
necessitam de registro em livro específico para tal fim, junto à Portaria, com
identificação do morador que autorizou, número da placa e marca do veículo,
nome completo e CPF (Cadastro de Pessoa Física) do condutor, empresa à qual
pertence e o horário de entrada e de saída do Condomínio. No caso da entrada do
veículo ser diária, será feito um registro inicial e anotado o horário de entrada e
saída, diariamente;

l) Os veículos de terceiros, adentrados clandestinamente ou por cessão


temporária ou permanente na garagem do edifício, não estarão sob a
responsabilidade do Condomínio. No caso de sinistro de qualquer natureza,
inclusive os sucedidos envolvendo a segurança em geral do Condomínio,
causados pelo veículo infrator, será de total responsabilidade do condômino e
demais moradores que autorizou o acesso do veículo infrator ou a este relacionar-
se;

m) No caso de hóspedes ou moradores temporários, que porventura necessitem


usar a vaga de garagem do respectivo apartamento, o condômino e demais
moradores deverão notificar ao Condomínio com antecedência (02 dias úteis),
ficando estes hóspedes ou moradores temporários, submetidos a todas as normas
estabelecidas no Regimento Interno, bem como na Convenção do Condomínio;

n) Quando solicitado pelo Condomínio, os usuários deverão retirar seus veículos


da garagem para limpeza, manutenção ou reparo do prédio;

o) Os funcionários do Condomínio são responsáveis pela limpeza, boa


apresentação e higiene do estacionamento, devendo os condôminos, demais
moradores e seus convidados zelar, igualmente, pela sua manutenção;

p) As vagas de garagem são para uso exclusivo de veículos, sendo proibida a sua
utilização como depósito de materiais de qualquer natureza;

q) É proibida a utilização de vagas que não pertençam às unidades habitacionais


dos veículos, a não ser que autorizada pelo proprietário, com documento
específico, a ser arquivado na Gerência Condominial;

r) Os funcionários do Condomínio não poderão estacionar seus veículos nas


vagas dos estacionamentos interno e externo, destinados ao uso dos moradores e

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visitantes, respectivamente, exceto se deliberado em Assembleia, porém, as
motos dos funcionários do Condomínio estarão liberadas para o uso do
estacionamento externo, não devendo, porém, ocupar vaga destinada aos
veículos;

s) É proibida a guarda e/ou estacionamento de veículos que, pelo seu tamanho ou


dimensão, prejudiquem a circulação no interior do estacionamento e/ou que
extrapolem os limites da vaga do condômino e demais moradores, que assim
fizer uso e invadam as áreas comuns de circulação;

t) A utilização do estacionamento interno, por visitantes, só será permitida, caso


haja disponibilidade de vagas da unidade habitacional a ser visitada;

u) Em caso de cruzamento de veículos nas áreas internas, inclusive na rampa,


deve-se dar preferência aos veículos que estão saindo.

Capítulo V

DO ESTACIONAMENTO EXTERNO

Art. 16. O estacionamento externo do Condomínio deverá ser utilizado por


veículos de visitantes, durante o período de 10 horas, podendo ser utilizado por
condôminos e demais moradores, neste mesmo período, por no máximo 01 hora.
Nos dias em que o salão de festas estiver sendo utilizado e/ou houver

comemorações nos apartamentos, o período de utilização do estacionamento será


até o final dos respectivos eventos. Para liberação da entrada, o visitante deverá
identificar-se junto à Portaria.

Art. 17. O acesso de veículos de visitantes ao estacionamento externo, somente


será permitido, se houver disponibilidade de vaga e comunicação/autorização do
condômino e demais moradores, informando o nome do visitante, a placa do
veículo e identificação da torre e apartamento a ser visitado, não sendo admitida,
em hipótese alguma, autorização permanente ou para dias posteriores, ou quando
ficar caracterizado mero favorecimento a conhecidos, sem qualquer conotação de
visita, assumindo a responsabilidade o Condomínio, pela autorização da entrada.
Art. 18. A utilização do estacionamento externo será rotativa, pelo período
máximo de 10 horas, exceto no pernoite, sem nenhuma forma de reserva prévia,

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portanto, o acesso às vagas dar-se-á por ordem de chegada, desde que, atendidas
as condições previstas no art. 17, supracitado.

Parágrafo único: O período do pernoite será da 00h (meia-noite) às 06 horas.

Art. 19. Na guarita principal deverão ser anotados os horários de entrada e saída
dos visitantes que utilizaram o estacionamento externo do Condomínio.

Art. 20. Durante o pernoite, as vagas do estacionamento externo poderão ser


utilizadas por condôminos e demais moradores de unidades que disponham
somente de UMA vaga no estacionamento interno, sendo limitado a 01 (um)
veículo por unidade habitacional e por ordem de chegada.

Art. 21. Os veículos dos visitantes deverão ser estacionados nos espaços
disponibilizados, e não será permitido que os limites demarcados para cada
veículo sejam ultrapassados, especialmente as laterais das vagas reservadas para
pessoas portadoras de deficiência (cadeirantes ou não), que necessitam da
abertura total da porta (do motorista ou do passageiro). Estes espaços não podem
ser obstruídos, principalmente quando a sinalização/demarcação indicar que
aquela é uma área de acessibilidade, destinada aos deficientes físicos – Lei nº
10.098, de 19 de dezembro de 2000, assim como, às pessoas idosas (acima de 60
anos) – Lei 10.741/2003, de 1º de outubro de 2003.

Parágrafo único: Para fazer uso das vagas reservadas, com a prerrogativa de
área de acessibilidade, o visitante (deficiente físico ou idoso), deverá identificar o
veículo com documento próprio (Cartão de identificação do Deficiente ou do
Idoso), fornecido pela Secretaria de Mobilidade (SEMOB) ou Instituição
congênere.

Art. 22. Uma vez ocupadas todas as vagas reservadas aos visitantes, não será
permitido o estacionamento de outros veículos, sob nenhuma alegação.

Art. 23. É de responsabilidade de cada condômino e demais moradores orientar


seus visitantes, quanto ao uso correto das vagas, respondendo por eventuais
infrações dos mesmos, nos termos deste Regimento Interno.

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Capítulo VI

DA ÁREA DE LAZER

Art. 24. Aos condôminos residentes e demais moradores é permitido o uso da


área de lazer, obedecendo às seguintes disposições:

a) Os moradores devem manter bem conservadas as instalações e os


equipamentos da área de lazer, bem como evitar incômodos ou constrangimentos
às outras pessoas, que estejam fazendo uso desses espaços, destinados ao
divertimento, ao lazer e ao bem estar dos seus usuários;

b) Não será permitida a permanência de pessoas não autorizadas por morador, na


área de lazer (salão de festas, salão de jogos, piscinas, jardins, academia,
churrasqueiras, quadra poliesportiva, brinquedoteca e demais áreas comuns);

c) Na área de lazer, a permanência de crianças menores de 10 anos somente


deverá ocorrer em companhia de seus pais, parentes ou responsáveis, inclusive
no playground;

d) As crianças e os adultos poderão usufruir da área de lazer, sendo, todavia,


vedado os jogos que possam pôr em risco a segurança dos moradores, da área
verde, bem como dos veículos estacionados nas garagens;

e) O uso de playground tipo “casinha do Tarzan” e seus acessórios são


destinados às crianças, até 12 anos de idade;

f) Não será permitido aos funcionários do Condomínio, prestadores de serviço,


empregados domésticos, babás ou diaristas, utilizar-se de qualquer espaço da
área de lazer, exceto quando no cumprimento dos seus deveres e no exercício de
suas funções.

Capítulo VII

DO SALÃO DE FESTAS

Art. 25. Ao condômino residente e demais moradores é permitido o uso do salão


de festas, obedecendo às seguintes disposições:

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a) O uso do salão de festas dar-se-á mediante reserva com, no mínimo, 72 horas
de antecedência, assinatura de termo de responsabilidade, entrega da lista de
convidados e autorização de cobrança de 10% (dez por cento) de 01 (um)
salário mínimo, vigente no dia, a ser pago na ocasião da próxima taxa
condominial;

b) O salão de festas tem capacidade máxima para 50 (cinquenta) pessoas em


cada evento, incluindo crianças, a partir dos 03 anos de idade, não sendo
permitida a entrada de convidados, após esse número ser atingido;

c) Moradores inadimplentes não poderão fazer reserva do salão de festas;

d) A requisição do salão de festas é um ato exclusivo dos moradores do


Condomínio e sua utilização deve se destinar à promoção de atividades sociais,
como festas, recepções e outras comemorações. As reservas terão que ser feitas
junto à Gerência Condominial, em horário comercial (de segunda-feira a sexta-
feira, das 8h às 12h, das 14h às 18h e aos sábados, das 8h ao meio dia);

e) É vedada a cessão do salão de festas, para comemorações particulares dos


condôminos e demais moradores, nas seguintes datas tradicionais: véspera e dia
de natal, véspera e dia de ano novo, carnaval e copa do mundo, salvo nos casos
de confraternização promovida pelo Condomínio;

f) Será(ão) afixada(s) no(s) quadro(s) de aviso(s) do Condomínio as reservas nos


dias para os quais foram requeridas, para conhecimento dos condôminos e
demais moradores;

g) O salão de festas, obrigatoriamente, deverá ser disponibilizado aos


condôminos e demais moradores, com vistorias detalhadas e formalizadas por
representante do Condomínio e por condômino e demais moradores solicitantes,
no ato da entrega e do recebimento, para atestar a situação do salão de festas,
antes e depois do uso. A documentação das vistorias deve ficar arquivada na
Gerência Condominial. Inicia e cessa, respectivamente, a responsabilidade do
condômino e demais moradores, na recepção e devolução das chaves do salão de
festas do/ao Gerente do Condomínio ou de/a alguém por ele designado;

h) O requisitante assumirá, para todos os efeitos legais, a responsabilidade pela


manutenção do respeito e das boas normas de conduta e conveniência social no

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decorrer das atividades, comprometendo-se, na medida do possível, a reprimir
abusos e excessos e afastar pessoas, cuja presença seja considerada
inconveniente;

i) As mesas, cadeiras e demais assessórios do salão de festas são de uso exclusivo


do mesmo;

j) É proibido colar adesivos nas paredes, no teto, pendurar adornos ou qualquer


decoração nos sprinklers, bem como colocar qualquer tipo de decoração nas
áreas externas, exceto nos locais apropriados para esta finalidade;

k) É necessária a presença de, pelo menos, um condômino ou um dos demais


moradores, maior de idade, responsável pelo uso do salão de festas, durante a
realização de todo o evento;

l) O salão de festas estará disponibilizado para utilização em qualquer dia da


semana, devendo obedecer ao seguinte horário: 08h à 00h, cabendo tolerância de

30 minutos para limpeza e desocupação do salão. Não sendo observado o horário


determinado para encerramento total das atividades e movimentação de pessoas
no salão de festas, o Condomínio, representado pelo Gerente ou pelo Porteiro,

desligará a energia do local e registrará o fato em livro de ocorrência na Portaria,


para efeito das punições devidas;

m) O uso do salão de festas não se estende à circulação livre de seus


participantes e convidados por todas as áreas comuns do Condomínio, devendo o
condômino e demais moradores usuários orientar seus convidados nesse sentido;

n) Fica restrito ao recinto do salão de festas o consumo de bebidas e comidas,


bem como o uso do som;

o) É expressamente proibido o uso de bebidas alcoólicas por menores de 18


anos, em quaisquer locais de uso comum ou eventos realizados dentro do
Condomínio;

p) O salão de festas pode ser utilizado até a 00h (meia noite), com o volume do
som moderado, sendo que, a partir das 22h, o som deve ser ambiente;

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q) O prazo para a devolução do salão de festas será, no máximo, até as 10h do
dia seguinte, observando-se que, em caso de reserva para uso, logo em seguida, o
primeiro reservante deverá ser notificado, em um prazo mínimo de 72h de
antecedência, de que a devolução dar-se-á após o evento;

r) Cabe ao Condomínio a responsabilidade pela limpeza, desde que NÃO haja


excessos, tais como: vômitos, entupimentos de pias, de vasos sanitários e
situações, que demonstrem o mau uso, o que será tratado como descumprimento
a este Regimento;

s) Não será permitida a reserva do salão de festas e churrasqueira,


simultaneamente, pelo mesmo condômino e demais moradores, exceto em
eventos sociais realizados pelo Condomínio;

t) Será de responsabilidade do requisitante, independente de quem use o salão de


festas, a reposição e a restauração do local nas mesmas condições recebidas e
vistoriadas, sendo o condômino e demais moradores requisitantes, responsáveis
diretos pela reposição e restauração de qualquer dano ocorrido nas instalações,
móveis e/ou equipamentos existentes no local;

u) A recusa ao pagamento ou à mora, por período superior a 15 (quinze) dias, a


partir da data da notificação relativa ao ressarcimento das despesas, havidas com
necessidade de reparação por danos causados pelo condômino, demais moradores
ou pelos seus convidados e prestadores de serviços, no salão de festas ou outro
local do Condomínio, acarretará o acréscimo de uma multa de 20% (vinte por
cento) no montante dos danos apurados e a cobrança judicial do débito, com
pagamento de custas e honorários advocatícios, bem como a perda do direito de
requisição do salão de festas, até o cumprimento de suas obrigações pecuniárias;

v) Em caso de fatos graves relacionados ao uso do salão de festas, poderá o


Corpo Diretivo (Síndico, Subsíndico e Conselho Consultivo) convocar
Assembleia específica para deliberar suspensão do direito de uso por 03 (três) a
12 (doze) meses, além das punições já previstas na Convenção do Condomínio;

w) É proibido o uso do salão de festas para fins político partidário, eventos


religiosos e comerciais.

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Capítulo VIII

DO SALÃO DE JOGOS E DA BRINQUEDOTECA

Art. 26. No salão de jogos a prática de esportes, brincadeiras, jogos e outras


formas de lazer e divertimento, só serão permitidas com a moderação necessária
e inerente ao jogo disponível no referido espaço, podendo a Gerência
Condominial fixar regras necessárias ao bom convívio, desde que anuídas em
Assembleia específica.

Art. 27. Ao condômino e demais moradores é permitido o uso do salão de jogos


e da brinquedoteca, obedecendo às seguintes disposições:

a) A preservação, zelo e guarda dos jogos e equivalentes, existentes no salão de


jogos, ficarão sob a responsabilidade dos condôminos e demais moradores que
estiverem fazendo uso dos mesmos, e, para controle, será feito o registro em livro

próprio pelo Gerente do Condomínio, como forma de possibilitar ressarcimento


de eventuais danos, causados pelos condôminos, demais moradores usuários e/ou
convidados;

b) O salão de jogos estará disponibilizado para utilização em qualquer dia da


semana, devendo obedecer ao seguinte horário: 06h às 22h. Em respeito aos
outros condôminos e demais moradores, não haverá tolerância de horário. Não
sendo observado o horário determinado para encerramento total das atividades e
movimentação de pessoas no salão de jogos, o Condomínio, representado pelo
Gerente ou pelo Porteiro, desligará a energia do local;

c) A brinquedoteca poderá ser utilizada das 06h às 22h;

d) A abertura do salão de jogos e/ou da brinquedoteca deverá ser solicitada, junto


à Portaria, por um condômino ou por um dos demais moradores, maior de idade,
o qual deverá informar quando desocupará o espaço solicitado, para que volte a
ser fechado;

e) Em caso do solicitante se ausentar, o mesmo deverá informar ao Porteiro para


fechar o ambiente ou indicar novo responsável, procedendo aos devidos registros
e vistoria;

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f) Não será permitido consumo de alimentos ou bebidas no interior do salão de
jogos e/ou na brinquedoteca;

g) Qualquer dano causado no salão de jogos ou na brinquedoteca deverá ser


custeado pelo causador do dano e cobrado junto com a taxa condominial.

Capítulo IX

CHURRASQUEIRAS E PISCINAS

Art. 28. Para a utilização das churrasqueiras deverão ser observadas as seguintes
disposições: (Naquilo que couber, seguem-se as mesmas regras fixadas no art. 25
– Salão de Festas – deste Regimento)

a) Qualquer das churrasqueiras poderá ser utilizada para a realização de festas,


bem como eventos ou reunião de moradores ou do Condomínio, sendo permitida
ainda, a presença de convidado(s) dentro do limite estabelecido – vide item h)
deste artigo;

b) O uso das churrasqueiras dar-se-á, mediante solicitação e reserva, junto à


Gerência Condominial, com até 72 horas de antecedência, assinatura de Termo
de Responsabilidade, entrega da lista de convidados e pagamento de caução no
percentual de 15% (quinze por cento) do salário mínimo vigente, que deverá ser
ressarcido, caso o ambiente seja devolvido limpo e organizado, tudo nos mesmos
termos das regras insculpidas no art. 25, itens c) e s), deste Regimento, inclusive
para pequenas reuniões;

c) Moradores inadimplentes NÃO poderão fazer reserva das churrasqueiras;

d) Cada condômino e demais moradores poderá reservar apenas 01 (uma) das


churrasqueiras, somente 01 (uma) vez por mês, exceto se os mesmos não
tiverem reservado a churrasqueira por mais de 03 (três) vezes, no período de um
ano;

e) Somente poderá fazer reserva da churrasqueira, condômino e demais


moradores maior de 18 anos, devendo ainda, estar presente como responsável
pelo local um condômino ou um dos demais moradores, também maior de 18
anos.

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f) Será de inteira responsabilidade do requisitante a reposição ou restauração por
danos ocorridos nas instalações e/ou equipamentos;

g) É necessário apresentar à Gerência Condominial, previamente, uma lista de


convidados não moradores que será mantida na Portaria, durante toda a
realização do evento;

h) Fica limitado o número de convidados para eventos em qualquer das


churrasqueiras, ao máximo de 25 (vinte e cinco) pessoas, incluído neste total,
moradores e crianças a partir dos 03 anos de idade, não sendo permitida, sob
nenhuma hipótese a entrada de convidados, após esse número ser atingido;

i) Serão disponibilizadas para uso de cada churrasqueira: 04 (quatro) mesas e 16


(dezesseis) cadeiras de apoio, que necessitam ser solicitadas no ato da reserva.
As mesas e cadeiras da área da piscina ficam destinadas aos demais moradores,
não sendo permitido o seu uso pelos reservantes;

j) As mesas de apoio devem ser utilizadas dentro do recinto das churrasqueiras


ou obedecer a uma distância mínima de 03 (três) metros da borda da piscina;

k) Os banheiros das churrasqueiras não poderão ser utilizados por quem não
detiver sua reserva de uso;

l) O consumo de bebida e alimentos é restrito à área da churrasqueira reservada.

m) É proibido o uso de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos;

n) As churrasqueiras podem ser utilizadas até as 22h. Às sextas-feiras, sábados e


vésperas de feriados o horário poderá se estender até a 00h (meia noite), sem uso
do som, devendo o Porteiro desligar os disjuntores, após o uso dos condôminos e
demais moradores;

o) As churrasqueiras deverão ser entregues, imediatamente, após o uso;

p) As piscinas serão utilizadas pelos moradores do Condomínio, sendo permitido


o ingresso de visitantes (06 pessoas), a convite, não sendo consideradas como
local extensivo às atividades ou eventos autorizados para o salão de festas;

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q) É vedada sua utilização por prestadores de serviços dos condôminos, dos
demais moradores ou por funcionários do Condomínio;

r) As piscinas poderão ser utilizadas das 06h às 22h;

s) Crianças menores de 08 anos só poderão utilizar as piscinas sob supervisão de


um adulto;

t) É de inteira responsabilidade dos pais, a entrada nas piscinas, de crianças


menores de 08 anos, desacompanhadas;

u) É de inteira responsabilidade dos pais, a entrada e/ou permanência nas


piscinas de crianças ou adolescentes menores de 18 anos.

v) Às segundas-feiras, sextas-feiras e vésperas de feriados, as piscinas


permanecerão fechadas, para fins de limpeza, manutenção e tratamento da água;

w) Os equipamentos e demais pertences das piscinas não poderão ser removidos


pelos condôminos, demais moradores ou convidados, pois constituem patrimônio
do Condomínio, ficando sob a guarda e responsabilidade do mesmo;

x) Não é permitido colocar qualquer tipo de cadeira, mesas ou qualquer objeto


dentro das piscinas, ainda que na borda molhada, exceto as espreguiçadeiras do
Condomínio que poderão ser utilizadas na borda molhada;

y) Só é permitido o uso das piscinas, após o banho de ducha e com trajes de


banho em tecidos apropriados (lycra, nylon, tactel);

z) É vedada dentro das piscinas a utilização de óleos bronzeadores, garrafas,


vidros, objetos cortantes, etc.

aa) A permanência de pessoas molhadas fica restrita à área das piscinas e o


acesso dessas pessoas ao apartamento deverá ser, obrigatoriamente, pelo elevador
de serviço, não sendo permitido, porém, molhar o elevador nem o hall de acesso;

bb) É, terminantemente, proibida a prática de jogos esportivos ou de outras


atividades, que possam interferir no direito dos que querem desfrutar das piscinas

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com tranquilidade e segurança. São proibidas, também, as pranchas e boias que
apresentem perigo aos demais usuários das piscinas;

cc) É permitido o uso de bebidas alcoólicas nas mesas em volta das piscinas,
desde que não sejam em garrafas e copos de vidro. Fica, terminantemente,
proibido o uso de bebidas e de qualquer tipo de alimento, no interior e/ou nas
bordas das piscinas;

dd) Qualquer condômino e demais moradores poderá solicitar ao Gerente do


Condomínio ou ao Porteiro, providências no sentido de retirar usuário(s) que
estiver(em) manifestando gestos ou atitudes atentatórias à moral e aos bons
costumes.

Capítulo X

QUADRA DE ESPORTES

Art. 29. A preservação, zelo e guarda dos equipamentos existentes e/ou usados,
na quadra de esportes, ficarão sob a responsabilidade dos condôminos e demais
moradores, que estiverem fazendo uso dos mesmos e, para controle, será feito o
registro em livro próprio para possibilitar o ressarcimento dos danos, quando for
o caso.

Art. 30. A quadra de esportes será para uso exclusivo dos esportes para a qual foi
projetada, devendo ser utilizada, respeitando-se os horários já estabelecidos neste
Regimento – vide artigo 13.

Art. 31. Ao condômino, demais moradores e aos convidados é permitido o uso


da quadra de esportes, mediante o cumprimento das seguintes disposições:

a) Cada condômino e demais moradores só poderão reservar a quadra de esportes


02 (dois) dias por semana (terças e quintas), por período máximo de 02 horas. A
referida reserva dar-se-á no prazo de 48 horas, antes do uso da quadra. As
reservas de dias e horários de uso rotineiros deverão ser renovadas
semanalmente. Em caso de solicitação por mais de um condômino e demais
moradores, a preferência será dada ao solicitante que tiver utilizado a quadra há
mais tempo.

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b) O condômino e demais moradores que reservarem o horário, poderão trazer
até 15 (quinze) convidados adultos para jogos, entre 18h e 22h;

c) A quadra será destinada, diariamente, das 8h às 18h, para uso das crianças do
Condomínio, limitando-se ao máximo de 15 (quinze) entre residentes e
convidadas;

d) A abertura da quadra de esportes deverá ser solicitada na Portaria, por um


condômino ou por um dos demais moradores, maiores de idade e o solicitante
deverá informar quando desocupará a mesma, para que ela volte a ser fechada;

e) É proibido o uso de calçados de solado rígido, com travas ou cravos, além


daqueles com solado de borracha preta;

f) É proibido o uso da quadra de esportes com skates, patins, bicicletas, patinetes


e outros equipamentos que não sejam para a prática esportiva de futsal, vôlei,
handball ou basquete;

g) É proibido se apoiar no alambrado ou tela/rede de proteção;

h) É proibido colocar objetos, como: mesas, bancos ou qualquer outro utensílio


com peso, nos apoios da quadra de esportes.

Capítulo XI

DA ÁREA DE RESGATE E DA COBERTURA

Art. 32. É, terminantemente, proibido o acesso, permanência e qualquer forma


de utilização desta área, que não seja para os seus devidos fins, isto é, resgate de
moradores em situação de emergência, exceto para realização de serviços ou
atividades de limpeza, mediante autorização da Gerência Condominial.

Capítulo XII

DO ACONDICIONAMENTO E COLETA DE LIXO

Art. 33. Acondicionar o lixo residencial em sacos plásticos (nunca em sacos de


papel ou depositados sem embalagem adequada), devidamente fechados,

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colocando-os nos recipientes apropriados e tendo o devido cuidado para que não
haja respingos no chão da área comum.

Art. 34. O lixo residencial, depois de acondicionado em saco e lacrado, deverá


ser colocado dentro dos recipientes apropriados, localizados na área de serviço
do hall de cada andar e será recolhido, diariamente, às 9h e 16h, de segunda a
sexta e aos sábados às 11h, pelos Auxiliares de Serviços Gerais (ASG) do
Condomínio.

Art. 35. Os condôminos são responsáveis pelo fiel cumprimento destas


recomendações, inclusive por parte de seus empregados ou prestadores de
serviço, devendo instruí-los e orientá-los a não sujar paredes e pisos dos
corredores, ao transportarem o lixo.

a) O lixo seco (papelão, sacos plásticos, papel) deve ser colocado ao lado da
lixeira e o Porteiro informado, imediatamente, para que seja recolhido e
destinado à reciclagem, devendo o Condomínio, disponibilizar lixeiras de
reciclagem ecológica para lixos especiais, tais como pilhas e eletrônicos, assim
que houver coleta seletiva realizada pela Prefeitura Municipal de Natal.

b) Todo e qualquer entulho de obra deve ter sua destinação sob responsabilidade
do proprietário, não cabendo ao Condomínio sua retirada.

Capítulo XIII

DO CARRINHO DE COMPRAS

Art. 36. Os carrinhos de compras só poderão ser utilizados no elevador de


serviço, sendo obrigação dos usuários recolocá-los no local destinado à sua
guarda, de forma que, em hipótese alguma o referido carrinho fique preso no
andar do condômino e demais moradores usuários, no elevador de serviço ou em
outras áreas. Os mesmos só poderão ser utilizados, exclusivamente, para
transporte de compras.

§ 1º - O prazo máximo de permanência para utilização do carrinho de compras


por cada condômino e demais moradores será de, no máximo, 30 minutos, a
contar da liberação da trava.

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§ 2º - Quando o elevador de serviço estiver transportando o lixo, mudanças, em
manutenção ou quebrado, o carrinho de compras poderá ser utilizado no elevador
social.

Capítulo XIV

DA SEGURANÇA

Art. 37. Constituem dispositivos para efetivação da segurança, os abaixo


descritos:

a) É proibido ter ou usar instalações ou qualquer tipo de material, que venham


afetar a saúde, a segurança e a tranquilidade dos outros condôminos e demais
moradores ou, ainda, que possam onerar as despesas do seguro comum do
Condomínio;

b) É proibido fazer em sua propriedade qualquer instalação que importe em


sobrecarga mecânico-elétrica, alteração da estrutura do edifício ou obra no
apartamento, sem autorização do Gerente do Condomínio, que, por sua vez,
consultará o Engenheiro responsável pela construção. No caso de parecer
desfavorável, fica o Gerente do Condomínio impedido de conceder tal
autorização;

b.1) Caso a obra solicitada venha afetar apartamentos vizinhos, somente será
permitida, se também obtiver a autorização do condômino e demais moradores
diretamente atingidos;

c) A Gerência Condominial providenciará o recolhimento do entulho não retirado


pelo condômino e demais moradores e a cobrança dos custos será efetuada, junto
com as taxas condominiais da unidade, acrescida de multa. Esses materiais
devem estar acondicionados em sacos ou recipientes fechados, de forma a evitar
sujeira ou danos nas áreas comuns, principalmente o elevador de serviço, e
depositados em caçambas coletoras previamente solicitadas (e estacionadas nas
proximidades da lixeira do Condomínio), devendo correr todos os ônus por conta
do condômino e demais moradores solicitantes. Na eventualidade de ocorrer
alguma sujeira nos locais por onde transitarem os materiais e entulhos, o
condômino e demais moradores se responsabilizarão pela limpeza. Em caso de
dano nas áreas e equipamentos do Condomínio, em detrimento do trânsito desses

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materiais, o condômino e demais moradores responsáveis pela obra também
deverão assumir todas as despesas detectadas;

d) É proibido manter ou guardar, em qualquer parte do Condomínio, substâncias


odoríferas ou que causem perigo à segurança do edifício ou de seus moradores,
tais como produtos químicos, inflamáveis, explosivos, agentes químicos
suscetíveis de afetar a saúde, a segurança ou a tranquilidade dos moradores, bem
como é proibido o uso de fogos de artifício e bombas nas unidades autônomas,
nas áreas internas e comuns do Condomínio;

e) É proibido fazer uso de fogão e aquecedores que não sejam provenientes do


gás encanado fornecido pelo Condomínio ou elétrico, sendo vedado,
terminantemente, o emprego de outros tipos, que não sejam considerados como
de uso doméstico, tais como: gasolina, querosene, diesel, carvão, etc.

f) É proibido praticar qualquer ato que resulte incômodo, perigo ou perturbação


do sossego dos condôminos e demais moradores, que atentem contra a
salubridade e a segurança do edifício;

g) Observar as normas de segurança dos elevadores, determinadas pela


Legislação vigente ou ainda, pelo fabricante/empresa de manutenção, não
devendo ultrapassar os limites de peso estabelecidos para esses equipamentos;

h) Não será permitida a entrada de pessoas estranhas no Condomínio, sem prévio


consentimento dos condôminos e demais moradores. Os visitantes deverão
aguardar na Portaria, até que o Porteiro tenha obtido a necessária autorização
para o seu acesso;

i) No caso de Pedreiro e/ou outros prestadores de serviços esporádicos, sua(s)


entrada(s) fica(m) condicionada(s) à autorização do condômino e demais
moradores solicitantes do serviço;

j) Encomendas não entregues pelos Correios ou que possuam tamanho maior


daquele permitido nas entradas das caixas de correspondência do Condomínio,
deverão ser retiradas pelos moradores na Portaria ou na Gerência Condominial,
mediante protocolo. Nestes casos, o Gerente do Condomínio e/ou o Porteiro,
avisará ao condômino e demais moradores sobre a chegada da correspondência
pelo interfone e/ou notificação depositada na caixa de correio;

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k) As correspondências entregues pelos Correios serão distribuídas nas
respectivas caixas, destinadas para esse fim, devidamente sinalizadas com a
numeração dos apartamentos, desde que seu tamanho esteja de acordo com as
referidas correspondências;

l) As correspondências e/ou objetos entregues por particulares serão deixadas(os)


na Portaria e consignadas em livro de registro próprio, sendo o condômino

avisado sobre a referida entrega, imediatamente, por interfone e notificação


depositada na caixa de correio do apartamento correspondente;

m) Os funcionários do Condomínio, durante o seu horário de serviço, deverão


exercer a máxima vigilância no sentido de impedir o roubo de carros e seus
equipamentos, bem como o surgimento de avarias nos mesmos, devendo de
imediato, comunicar ao Gerente do Condomínio, acerca de quaisquer ocorrências
havidas na garagem, citando, sempre que possível, o nome do(s) causador(es) das
mesmas para ressarcimento dos prejuízos correspondentes;

n) Os moradores que contratarem empregados domésticos ou prestadores de


serviço deverão fazer a competente autorização de entrada em termo próprio,
deixando com o Gerente do Condomínio, que ficará obrigado a atualizar,
imediatamente, a informação, junto à Portaria;

o) Por qualquer motivo de ausência prolongada, o condômino e demais


moradores deverão verificar, no seu apartamento, se os equipamentos elétricos,
passíveis de provocar curto circuito, estão desligados; se as torneiras e/ou
registros estão fechadas e se o registro do gás está desligado;

p) Cada condômino e demais moradores deve manter em perfeito estado de


funcionamento as esquadrias externas das janelas, bem como as da varanda, de
forma que não apresentem nenhum risco aos moradores do Condomínio e aos
transeuntes. Caso venha ocorrer algum acidente provocado pela não observância
deste item, é sobre o dono do apartamento causador do acidente, que recairá toda
a responsabilidade civil e criminal, assim como o ônus do prejuízo ou dano de
qualquer natureza;

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q) Os moradores deverão manter fechadas as portas dos seus apartamentos e, em
nenhuma hipótese, o Condomínio será responsabilizado por furtos ocorridos
neles, podendo, entretanto, contribuir para a apuração dos fatos.

Capítulo XV

DA INDENIZAÇÃO POR DANOS CAUSADOS

Art. 38. Todo e qualquer dano ou prejuízo em qualquer área comum do


Condomínio, provocado por um condômino, demais moradores ou por pessoa
sob sua responsabilidade, direta ou indireta, como por exemplo: dependente,
convidado, visitante, empregado particular ou prestador de serviço, entre outros,
deve ser inteiramente indenizado pelo causador do dano ou o responsável pela
sua unidade habitacional.

Art. 39. No caso da responsabilidade do dano não ser assumida, caberá ao


Síndico, ao Subsíndico ou ao Conselho Consultivo, apurar os fatos para
identificar os responsáveis e providenciar a quantificação do prejuízo,
promovendo coleta de preços. De posse desses orçamentos, o Síndico, por

escrito, deverá notificar o condômino e demais moradores responsáveis para que,


no prazo de 05 (cinco) dias úteis, efetive o pagamento dos serviços e/ou
materiais necessários, ou deposite a importância apurada, na conta bancária do
Condomínio. Decorrido esse prazo e não havendo o responsável (condômino ou
demais moradores) tomado as devidas providências, deverão ser aplicadas as
sanções previstas no cap. XXVIII, art. 150, deste Regimento – DAS
PENALIDADES REGIMENTAIS.

Capítulo XVI

DOS FUNCIONÁRIOS

Art. 40. Compete ao Síndico ou a alguém por ele designado, fiscalizar e


acompanhar os serviços prestados pelos funcionários do Condomínio, fazendo
com que os serviços a eles afetos sejam executados de maneira satisfatória.

Art. 41. É proibido ocupar os funcionários do Condomínio para serviços


particulares, durante o horário de expediente destes, e, no caso de serviços

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prestados pelos mesmos, fora do horário de expediente, fica claro que o
Condomínio não terá nenhuma responsabilidade, seja civil, criminal ou
trabalhista, acerca da relação de trabalho.

Art. 42. Na guarita não é permitida a permanência de outra(s) pessoa(s) que não
seja(m) o(s) próprio(s) Porteiro(s) e/ou o Gerente do Condomínio e, caso o
condômino e demais moradores venha a fazê-lo, sofrerá advertência.

Art. 43. Os funcionários têm a obrigação de comunicar ao Síndico, ao


Subsíndico, ao Conselho Consultivo e ao Gerente do Condomínio, qualquer
dano, anormalidade ou irregularidade observada ou que tomem conhecimento.

Capítulo XVII

DO USO PRIVATIVO DO APARTAMENTO

Art. 44. É proibido utilizar, alugar, ceder ou explorar, no todo ou em parte, os


apartamentos, para fins que não sejam estritamente residenciais.

Art. 45. Não é permitido sublocar, sob qualquer pretexto, quartos ou outras
dependências dos apartamentos.

Art. 46. É proibido mudar a forma da fachada externa, correspondente a cada


apartamento, tal como: decorar as paredes, esquadrias externas, colocar toldos,
utilizar pintura em cores ou tonalidades diferentes das usadas no edifício. A
instalação de grades, esquadrias ou tela de proteção, seja na varanda, nas janelas
ou nas áreas de serviço, só poderá ser feita após autorização do Síndico, que
verificará se está de acordo com o projeto arquitetônico padrão, aprovado na
Assembleia Geral Ordinária, realizada no dia 14 de setembro de 2013.

Art. 47. É proibido praticar qualquer ato que resulte em incômodo, perigo ou
perturbação do sossego dos condôminos e demais moradores, e que atente contra
a salubridade e a segurança dos condôminos, demais moradores e/ou do
Condomínio.

Parágrafo único: Os condôminos, demais moradores, visitantes, funcionários,


prestadores de serviço e empregados, fumantes, deverão respeitar os espaços
comuns, não podendo fumar neles. Os condôminos, demais moradores e os

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visitantes devem evitar fumar nas varandas das unidades habitacionais, sobretudo
nas janelas, haja vista o risco de incêndio, ocasionado por pontas de cigarros,
assim como, a salubridade e o direito ao ar puro dos outros condôminos e demais
moradores.
Capítulo XVIII

DOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

Art. 48. Os animais de estimação permitidos no Condomínio devem observar as


seguintes determinações:

a) Não serão permitidos animais silvestres sem autorização, por escrito, do


Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (IBAMA);

b) Os animais selvagens não serão permitidos, sob nenhuma hipótese;

c) Será permitida a criação de animais de pequeno e médio porte (exceto Pit


Bull), de temperamento dócil, que não perturbem o sossego dos condôminos e
demais moradores e que possam ser transportados no colo do condutor ou de
forma que o animal não tenha contato com o piso das áreas comuns;

c.1) A definição da medida do porte dos cães deverá obedecer à classificação


da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC);

c.2) Os critérios estabelecidos no item c), deste capítulo, não serão aplicados
aos cães guias certificados, cuja permanência no Condomínio será acatada,
mediante entrega de documento comprobatório à Gerência Condominial,
devidamente autenticado, e que o seu proprietário apresente a comprovação da
condição de portador de deficiência ou com mobilidade reduzida, nos termos
elencados pelo Decreto nº 5.296/2004. O documento comprobatório, acima
citado, deverá ser emitido por Centros qualificados pelo Instituto Nacional de
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – IMETRO – Decreto nº
5.904/2006);

d) Serão tolerados até 02 (dois) animais por unidade autônoma do condômino,


bem como por unidade dos demais moradores, com permanência restrita à
referida área, sendo proibida a circulação dos mesmos nas áreas comuns, exceto
os cães guias certificados;

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e) Todos os animais de estimação só poderão ser transportados pelo elevador de
serviço. Caso o elevador esteja com defeito, em manutenção, sendo utilizado
para a coleta do lixo ou transporte de mudança, os animais poderão ser
conduzidos, excepcionalmente, pelo elevador social, devendo o condutor
certificar-se de que a presença do animal não incomoda quem já está naquele
elevador, para proceder ao deslocamento, em conformidade com o que determina
o item f), deste capítulo;

f) Quando em trânsito pelas áreas comuns do Condomínio, inclusive no elevador


de serviço, os cães deverão ser transportados com coleira, no colo do condutor ou
em carrinho adaptado ou similares, para esta finalidade. No caso dos gatos, o
transporte deverá ser feito no colo do condutor ou em caixa apropriada;

g) Todos os animais de estimação (notadamente cães e gatos) devem estar com as


vacinas e vermifugação em dia, devendo o comprovante ser enviado ao
Gerente/Síndico do Condomínio, anualmente, sendo submetido às penalidades
previstas na Convenção o condômino e demais moradores, que não repassar a
devida informação.

g.1) Os proprietários de animais terão o prazo de 60 (sessenta) dias, após a


entrada em vigor deste Regimento, para apresentar a carteira de vacinação.

g.2) Todos os animais deverão ser cadastrados junto a Gerência Condominial.

Art. 49. É vedado, sob pena de notificação/multa:

a) Manter a posse ou guarda de animais peçonhentos ou animais de grande porte


ou de temperamento agressivo;

b) Permitir, sob nenhuma hipótese, nas dependências do Condomínio ou no


interior dos apartamentos, a presença de animais com histórico de ataques às
pessoas;

c) O acesso e a permanência de quaisquer animais (cães, gatos, etc.), nas


dependências sociais do Condomínio, sob qualquer pretexto, especialmente, no
hall das torres, nas piscinas, no salão de festas, nas churrasqueiras, no Fitness
Center, áreas adjacentes e garagens, assim como, passear com os mesmos pelas

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demais áreas comuns do Condomínio, ainda que esteja com coleira, focinheira ou
outro dispositivo de controle, exceto no trecho de deslocamento, compreendido
entre a unidade habitacional e o portão da guarita;

d) Permitir que animais domésticos façam necessidades fisiológicas em


quaisquer das dependências do Condomínio, ainda que seu condutor proceda à
higienização do local e, ocorrendo uma situação imprevista, o condutor deverá
fazer a limpeza, imediatamente.

e) Deixar alimentos, bebidas ou abrigos de qualquer natureza, para animais de


rua, nas dependências do Condomínio.

Art. 50. Todos e quaisquer danos causados pelos animais nas áreas comuns do
Condomínio, serão indenizados pelo condômino e pelos demais moradores das
unidades, onde o animal é criado ou por aquele que o mantém de alguma forma.

Art. 51. Ocorrendo alguma infringência às regras aqui estabelecidas, cabe ao


Síndico notificar e/ou multar o condômino e demais moradores, responsáveis
pela infração.

Capítulo XIX

DAS MUDANÇAS E REFORMAS

Art. 52. Comunicar as mudanças ao Gerente do Condomínio, por escrito ou


email, com a assinatura do proprietário ou administrador do apartamento. Ato
contínuo à mudança, atualizar os dados cadastrais junto ao Condomínio. Deverá
o novo proprietário ou inquilino, apresentar documentação de transmissão de
propriedade e posse do apartamento ou contrato de locação, sendo imperioso o
arquivamento de uma cópia do mesmo na Gerência Condominial.

Art. 53. Ao fazer o transporte de móveis e utensílios, deve-se respeitar os limites


dos elevadores de serviço e da altura do pé direito das garagens e solicitar à
Gerência Condominial, necessariamente, a colocação de protetores nos mesmos.

Parágrafo único: Havendo necessidade de transportar alguma peça pela fachada,


por meio de cordas ou outra forma não convencional, só será permitido quando a

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operação for realizada por firmas ou pessoas, comprovadamente habilitadas para
tal fim, necessitando, neste caso, de uma autorização prévia do Gerente do
Condomínio, a fim de que seja providenciado o devido isolamento das áreas
adjacentes, para que seja procedido o transporte.

Art. 54. É preciso ter cuidado quando do transporte de móveis, evitando batidas
ou quedas, que possam estragar ou danificar espelhos, pisos ou paredes,
alvenarias, fachadas, lustres, cimentados, jardins e outros, cabendo a fiscalização
à Gerência Condominial.

Art. 55. É preciso ter o devido cuidado para que não aconteçam acidentes,
ocasionados por queda de quaisquer peças ou objetos, evitando-se que sejam
colocados em risco bens materiais ou que ocorram acidentes de qualquer
natureza.

Art. 56. Os danos causados ao edifício, decorrentes das mudanças, serão de


inteira responsabilidade dos condôminos e demais moradores envolvidos. Para
isso, ficará o Gerente do Condomínio responsável por fiscalizar e controlar as
referidas mudanças e destacar funcionário para acompanhar as mudanças.

Art. 57. Somente será permitido o transporte de mudanças nos elevadores de


serviço e, em caso de defeito ou manutenção dos mesmos, a mudança será
suspensa até a definição do diagnóstico do problema.

Parágrafo único: Caso o elevador social esteja em manutenção, será dada a


preferência de uso aos moradores/usuários, no elevador de serviço.

Art. 58. Todas as reformas a serem efetuadas nos apartamentos, deverão ser
comunicadas, por escrito, ao Gerente do Condomínio, com prazo mínimo de 02
(dois) dias, obedecendo-se os horários permitidos neste Regimento, conforme
art. 9º (cap. II – Dos Horários), e, estimando prazo para início e conclusão da
obra. Deverá constar no documento, ainda, a quantidade de pessoas que terão
acesso à obra, seus nomes e profissão. O referido documento deverá ser
arquivado, junto à Gerência Condominial.

Art. 59. Somente o elevador de serviço poderá ser utilizado para transporte de
materiais de obra e serviços ou transporte de prestadores de serviços ou

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entregadores. Estando o elevador de serviço em manutenção ou com defeito, o
procedimento será o mesmo definido para o transporte de mudanças (vide art. 53
ao 57, deste capítulo), acrescido de uma maior fiscalização por parte da Gerência
do Condomínio, especificamente para o transporte de materiais de obra e
serviços. Para tanto, o condômino e demais moradores responsável pela obra
deverá comunicar ao Gerente do Condomínio, quando for necessário o referido
transporte, para as devidas providências.

Parágrafo único: É vedada a utilização dos elevadores de serviço para o


transporte de mudanças ou materiais de construção sem a devida proteção.

Art. 60. Qualquer tipo de alteração de paredes, piso, forro de gesso com tiro de
laje, serviços de alvenaria, a ser realizada, deverá possuir uma Anotação de
Responsabilidade Técnica (ART), registrada no Conselho Regional de
Engenharia e Agronomia (CREA) e/ou Conselho de Arquitetura e Urbanismo
(CAU), de acordo com a Norma Brasileira (NBR) 16280/2014, da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), cuja cópia e projeto deverão ser
arquivados junto à Gerência Condominial, antes do início da obra.

Art. 61. Qualquer obra que não cumpra a NBR 16280/2014 da ABNT não
poderá ser iniciada e, em caso de descumprimento, o Síndico terá legitimidade
ativa para pleitear o desfazimento de qualquer obra proibida, em execução ou
concluída, através de ação própria contra o condômino transgressor. (Convenção
do Condomínio – título II, letra D, item 11).

Art. 62. Todo entulho de obra deverá ser removido ensacado ou em depósitos
próprios, pelo condômino e demais moradores ou por seus prestadores de
serviço, utilizando o elevador de serviço e dentro do horário comercial (das 8h às
12h e das 14h às 18h e aos sábados das 8h às 12h).

a) O elevador de serviço deverá ser utilizado dentro do horário comercial (das 8h


às 12h e das 14h às 18h e aos sábados das 8h às 12h) e o entulho deve ter sua
destinação sob responsabilidade do condômino e demais moradores, não cabendo
ao Condomínio sua retirada.

b) Na eventualidade de ocorrer alguma sujeira nos locais por onde transitarem os


materiais e entulhos, o condômino e demais moradores se responsabilizarão pela
limpeza.

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c) Em caso de dano nas áreas e equipamentos do Condomínio, devido ao trânsito
desses materiais, o condômino e demais moradores responsáveis pela obra,
também deverão assumir todas as despesas detectadas;

d) A Gerência Condominial providenciará o recolhimento do entulho não


retirado pelo condômino e demais moradores, e a cobrança dos custos será
efetuada, junto com as taxas condominiais da unidade, acrescida de multa.

Art. 63. Todo e qualquer prestador de serviço, cuja atividade provocar ruído, só
poderá trabalhar no Condomínio das 8h às 12h, das 14h às 18h e aos sábados
das 8h às 12h, bem como, utilizar o elevador de serviço com cuidado para não
danificar sua estrutura.

Parágrafo único: A inobservância desta norma ensejará ao(s) condômino(s) e


demais moradores que se sentir(em) incomodado(s) com a quebra do silêncio
ambiente, comunicar(em), de imediato, a infração à Portaria, que registrará o fato
no livro de ocorrências e tomará as providências necessárias para a resolução do
problema, junto ao(s) condômino(s) e demais moradores.

Art. 64. Toda e qualquer obra deverá ser realizada dentro dos apartamentos e
com a porta de entrada fechada.

Art. 65. Qualquer sujeira originada pela obra, nas áreas comuns, deverá a
limpeza ser executada, imediatamente, pelo condômino responsável.

Capítulo XX

DO GÁS ENCANADO E ELÉTRICO

Art. 66. O Condomínio dispõe de uma central de gás canalizado para atender aos
apartamentos. O pagamento do consumo desse gás está embutido na taxa do
Condomínio e cabe a cada titular a manutenção e zelo pelo equipamento, bem
como, observar às seguintes disposições:

a) É proibido o uso de gás para fins comerciais (cozinhar para fora, bolos, doces
e etc.);

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b) Não será permitida qualquer tipo de instalação adicional de gás nas unidades
habitacionais;

c) Ficará a cargo do Condomínio a inspeção preventiva em todas as unidades


habitacionais a ser feita anualmente e em caso de ser constatada a necessidade de
reparo, o condômino será notificado e terá o prazo de 24 horas para efetuar o
conserto (reposição da peça ou reparo), devendo o fornecimento de gás ser
suspenso de imediato pelo Condomínio, através de lacre ou dispositivo similar,
até comprovada a regularização. Caso haja necessidade de reparo, o custo será
assumido pelo condômino e demais moradores;

c.1) O Condomínio deverá divulgar através de email, quadro de aviso,


elevadores e redes sociais sobre a inspeção técnica do gás.

c.2) O condômino e demais moradores deverão permitir a entrada do


profissional responsável pela inspeção preventiva dos aquecedores de água a
gás, podendo o Condomínio suspender o fornecimento do gás em caso de
recusa.

d) Cabe ao Síndico mandar vistoriar os “shafts” de gás localizados no “hall” de


cada apartamento, anualmente, através do Auto de Vistoria do Corpo de
Bombeiros (AVCB) para que sejam observados os níveis mínimos do gás
necessários para o bom funcionamento das unidades autônomas, assim como
realizar teste de estanqueidade do sistema de gás, prevenindo vazamentos e
variações de pressão muito grande nas tubulações. Todo este procedimento
deverá ser acompanhado pelo Síndico;

e) Cabe ao Síndico mandar vistoriar o sistema elétrico, compreendendo os


quadros de energia, os disjuntores gerais das unidades habitacionais, localizadas
no térreo do edifício e o quadro das bombas d’água.

Capítulo XXI

ACADEMIA DE GINÁSTICA

Art. 67. Considera-se condômino aquele que, efetivamente, utilize como


moradia, a justo título, um dos apartamentos do Condomínio Residencial Porto

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Arena e demais moradores, os inquilinos e aqueles que residem em apartamento
cedido.

Parágrafo único: O proprietário não morador poderá usufruir da Academia de


Ginástica, desde que o imóvel não esteja ocupado.

Art. 68. Será entendido como apartamento, a unidade habitacional localizada no


Condomínio Residencial Porto Arena, situado à Alameda das Mansões, 701,
bairro de Candelária, em Natal/RN.

Art. 69. Hóspedes são as pessoas que estão utilizando o apartamento de um


condômino, a seu convite, por um período de tempo determinado.

Art. 70. Será considerado frequentador, todo aquele que, nos termos deste
Regimento, possa utilizar a Academia.

Art. 71. São instalações da Academia: o local de seu funcionamento, todos os


equipamentos, móveis e utensílios nela contidos.

Art. 72. São equipamentos da Academia todos aqueles, direta ou indiretamente,


relacionados à prática dos exercícios, em especial as máquinas, esteiras,
bicicletas, barras, anilhas, pesos livres, pesos conjugados, colchonetes,
caneleiras, bolas, cintos, bancos, espelhos, dentre outros.

Art. 73. Considera-se criança, para os efeitos deste Regimento, a pessoa até 12
anos de idade incompletos; adolescente, aquela entre 12 e 18 anos de idade
incompletos; e idoso, a pessoa com 60 anos ou mais.

Art. 74. Profissional habilitado é a pessoa física contratada pelo Condomínio


para assessorar os frequentadores da Academia, devidamente registrada e apta
pelo Conselho Regional de Educação Física (CREF).

Parágrafo único: Em se tratando de pessoa jurídica, será considerado


profissional habilitado, a pessoa física que presta serviço à Empresa
Administradora da Academia, assessorando os frequentadores da mesma e que
cumpra as disposições do caput.

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A) DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

Art. 75. A Academia funcionará, com profissional habilitado, identificado e


contratado pelo Condomínio, das 6h às 10h e das 16h às 22h, de segunda a
sexta-feira.

a) Aos sábados, a Academia funcionará das 8h às 12h;


b) Nos feriados, a Academia poderá funcionar em horários previamente
informados pelo profissional habilitado, mediante avisos afixados pelo Gerente
do Condomínio, na Academia e nos elevadores.

Parágrafo único: O horário da Academia definido no caput poderá ser alterado


por Contrato aprovado em Assembleia, por maioria simples (metade dos
condôminos e demais moradores presentes, mais um), conforme previsto na
Convenção do Condomínio, título II, letra I, subitem 44.5.

B) DA UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE ÁUDIO E VÍDEO

Art. 76. Os equipamentos de áudio e vídeo da Academia somente poderão ser


manuseados pelo profissional habilitado responsável pelo período.

Art. 77. Das 6h às 8h será tolerada a utilização de equipamento de som na


Academia, desde que usado de forma moderada.

Art. 78. Em caso de celeuma sobre o que será assistido e/ou ouvido, a escolha
deverá ser feita pela maioria simples dos frequentadores da Academia naquele
momento. Em caso de empate, a escolha caberá ao profissional habilitado.

C) DA VISTORIA E FISCALIZAÇÃO

Art. 79. O Condomínio é obrigado a manter em funcionamento a(s) câmera(s)


instalada(s) na Academia e a conservar as imagens em arquivo, por um prazo
mínimo, de 01 (um) mês
Art. 80. Existirá na Academia livro próprio permanente, de responsabilidade do
profissional habilitado encarregado pelo horário, tendo ele a obrigação de
registrar a existência, ou não, de avarias nas instalações e/ou equipamentos da
Academia, atestando a regularidade ou especificando as irregularidades ou
anormalidades constatadas no seu período.

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Parágrafo único: Para os fins deste Regimento, o livro referido acima será
denominado “Livro de Registro da Academia”.

Art. 81. O profissional habilitado deve chegar à Academia, pelo menos, 05


minutos antes do seu horário de expediente. Ao chegar, o mesmo deve proceder
a uma vistoria nos equipamentos e instalações da Academia, a fim de identificar
possíveis defeitos, sendo tudo anotado no Livro de Registro da Academia.

Art. 82. O profissional habilitado tem a obrigação e o dever de fiscalizar e zelar


pelo uso regular das instalações e equipamentos da Academia, devendo advertir e
corrigir frequentadores que estejam fazendo uso inapropriado dos mesmos.

a) Para os fins do artigo acima, o profissional habilitado deve dirigir-se ao


frequentador, de forma discreta e urbana, e solicitar que o mesmo utilize a
instalação e/ou equipamento de forma zelosa e regular.

b) Caso o frequentador se negue, ou venha a reincidir em tal prática, o


profissional habilitado deve anotar o ocorrido no Livro de Registro da Academia,
com a indicação do nome do faltoso, comunicando o ocorrido, ao final do seu
período, ao Gerente do Condomínio para providências.

c) O profissional habilitado responsável pelo turno deverá colocar um aviso


alertando ao usuário, que o equipamento está quebrado, e temporariamente
indisponível.

Art. 83. Ao final dos períodos matutino e noturno, o profissional habilitado


responsável pelo horário, deverá desligar os equipamentos eletrônicos da
Academia (televisões, som, esteiras, lâmpadas, etc.), bem como, fechar portas e
janelas, verificar a vedação das torneiras e organizar pesos e barras que estejam
fora do lugar apropriado.

D) DAS CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO E DEVERES DOS


FREQUENTADORES

Art. 84. Somente poderá fazer uso da Academia o condômino e demais


moradores, conforme definido no art. 67, deste capítulo e que esteja quite com as
taxas condominiais.

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§ 1º - Excepcionalmente, a Academia poderá ser frequentada por não moradores,
desde que os mesmos sejam hóspedes de algum condômino e demais moradores
e estejam devidamente identificados, na Gerência Condominial e obtenham
desta, autorização temporária para utilização da Academia, por escrito, em duas
vias, constando seu nome, o apartamento em que está hospedado e o prazo de
utilização da Academia.

§ 2º - A autorização temporária deverá discriminar o período de utilização, ser


apresentada ao profissional habilitado responsável e arquivada (uma via) em
local apropriado na Academia, para fins de controle.

§ 3º - A referida autorização, por ser temporária, não poderá, sob qualquer


hipótese, ser outorgada a um hóspede por período superior a 60 (sessenta) dias
por ano, ininterruptos ou não.

§ 4º - A autorização temporária deve ser emitida por até 15 (quinze) dias,


podendo ser renovada por igual período, até o máximo de 30 (trinta) dias
corridos.

§ 5º - Ao Síndico, juntamente com o Gerente do Condomínio, é reservado o


direito de, motivadamente, negar a emissão ou renovação da autorização
temporária para utilização da Academia, após análise e Parecer do Conselho
Consultivo sobre cada situação específica.

§ 6º - A qualidade de condômino e demais moradores será comprovada por todos


os meios em Direito admitidos, em especial pelo controle da entrada e saída, pelo
acesso da pessoa ao interior do apartamento, bem como pela verificação no
cadastro dos moradores do Condomínio.

Art. 85. O controle da legitimidade dos frequentadores poderá ser feito pelo
Gerente do Condomínio e, de maneira especial, pelo profissional habilitado
responsável pelo período, em parceria com a Gerência Condominial e a Equipe
da Portaria.

Art. 86. Havendo suspeita, acerca da legitimidade de uma pessoa para utilizar a
Academia, esta poderá ser interpelada, de forma discreta e educada, pelo Gerente
do Condomínio ou pelo profissional habilitado, no sentido de comprovar, em até
01 (um) dia útil, sua qualidade de frequentador.

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Parágrafo único: A solicitação de comprovação da qualidade de frequentador da
Academia, feita nos termos deste Regimento, por ser questão preponderante de
segurança da coletividade, não será considerada constrangimento à pessoa.
Art. 87. O frequentador é obrigado a utilizar, no interior da Academia, roupas e
calçados condizentes e apropriados às atividades que irá desempenhar, bem como
à moral e aos bons costumes.

Art. 88. Adolescentes, somente poderão frequentar a Academia, mediante


autorização, por escrito, dos pais ou responsáveis. Esta autorização deverá ficar
arquivada na Academia e ser renovada a cada 12 (doze) meses,
independentemente, das demais autorizações e atestados exigidos por Lei ou
pelos regulamentos aplicados à espécie.

Art. 89. Os equipamentos somente poderão ser utilizados no interior da


Academia, sendo de responsabilidade do Profissional Habilitado fiscalizar tal
restrição.

§ 1º - Excepcionalmente, nos casos das aulas de ginástica, seus participantes


poderão retirar os equipamentos da Academia para uso estritamente pessoal e
durante a aula, ficando, todavia, responsáveis e obrigados, juntamente com o
professor de ginástica, a devolvê-los à Academia, imediatamente, após o término
da aula ou do exercício externo.

§ 2º - Caberá ao profissional habilitado, responsável pelo período, fiscalizar a


devolução dos equipamentos retirados da Academia, cobrando o cumprimento do
parágrafo acima, do professor de ginástica e de seus alunos.

Art. 90. O frequentador poderá escolher o profissional habilitado da sua


preferência para preparação, prescrição e substituição do seu treinamento, mas
caberá ao profissional habilitado, responsável pelo horário, a fiscalização da
correção na execução dos exercícios pelo frequentador e, eventualmente, auxiliá-
lo na preparação e desempenho dos mesmos.

Art. 91. O profissional habilitado não poderá, salvo motivo de força maior,
ausentar-se do interior do recinto da Academia, durante seu horário, tampouco
permanecer nos arredores da mesma, em conversas com os condôminos, demais
moradores ou terceiros, assim como permanecer fazendo uso de qualquer
equipamento que, por ventura, desvie sua atenção dos alunos e da Academia.

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Art. 92. É dever de todo frequentador zelar pelos equipamentos e instalações da
Academia, utilizando-os de forma adequada e sem extravagância e,
especialmente, guardando-os, após o uso nos locais apropriados,
independentemente do local que os tenha encontrado.

Parágrafo único: Na preparação ou no desempenho do exercício, é vedado ao


frequentador chocar os pesos ou anilhas, bater uns contra os outros, jogá-los ou
batê-los no chão, provocar impacto forte dos pesos nas máquinas ou
equipamentos, utilizá-los nos exercícios, para os quais não foram projetados,
colocar os pés nos bancos, bem como, realizar demais condutas capazes de
danificar os equipamentos e/ou instalações da Academia.

Art. 93. O frequentador que provocar dano ao equipamento e instalações da


Academia, ficará responsável por assumir o custo monetário da reposição em
moeda nacional ou conserto do mesmo, desde que o dano não tenha sido
provocado pelo desgaste natural do tempo de utilização.

a) Caberá ao Síndico ou ao Gerente do Condomínio, com o auxílio do


responsável pela manutenção do equipamento e instalações, atestar o desgaste
natural referido no caput.

b) O conserto ou manutenção do equipamento danificado, a cargo do causador do


dano, deverá ser executado pela empresa ou profissional responsável pela
manutenção dos equipamentos supramencionados, o qual indicará a peça
danificada com a devida especificação, ficando o causador vinculado à sua exata
reposição.

Art. 94. Após a utilização do equipamento, o frequentador fica obrigado a limpá-


lo com álcool e papel toalha, deixando-o em condições higiênicas para nova
utilização.

Art. 95. É de obrigação do frequentador, desmontar os alteres, as anilhas e as


barras, guardando-os no local apropriado, após o seu uso, assim também
procedendo com os colchonetes, as caneleiras, as bolas, os cintos, etc.

E) DO PERSONAL TRAINER

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Art. 96. É facultado ao frequentador contratar personal trainer da sua escolha
para auxiliá-lo, com exclusividade, durante a prática dos seus exercícios.

a) Nesses casos, o profissional habilitado não terá nenhuma responsabilidade


direta sobre o frequentador, mas este deverá submeter-se a todas as regras,
prescrições e penalidades contidas neste Regimento, bem como na Convenção do
Condomínio.

b) Para os fins de controle, será exigido do personal trainer o preenchimento de


uma ficha de cadastro, arquivada na Gerência e na Academia, com seus dados
pessoais e cópia do seu registro profissional, emitido pelo Conselho Regional de
Educação Física (CREF).

Art. 97. O frequentador é totalmente responsável pela conduta do seu personal


trainer, no interior do Condomínio.

Art. 98. O personal trainer não terá nenhuma gerência ou autonomia em relação
à Academia, devendo, também, se submeter às normas de sua utilização.

Art. 99. O personal trainer e o frequentador ficam submetidos à fiscalização do


profissional habilitado da Academia, responsável pelo período, no que concerne
ao cumprimento das prescrições constantes neste Regimento.

Art. 100. O personal trainer deve estar identificado, a fim de não ser confundido
com os frequentadores e, sob nenhuma hipótese, poderá fazer uso pessoal da
Academia.

F) DOS IMPEDIMENTOS

Art. 101. Ficam impedidos de utilizar a Academia, todos aqueles que, nos
termos da legislação em vigor, não apresentarem atestado médico ou não os
renovar nos prazos determinados.

Art. 102. É, terminantemente, proibida a entrada e permanência de crianças e


animais no interior da Academia, exceto cães guia, conforme dicção do art. 48,
item d, deste Regimento;

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Art. 103. Os empregados/prestadores de serviços dos condôminos e demais
moradores, ainda que residam no apartamento, não poderão fazer uso da
Academia.

G) DO ATESTADO MÉDICO

Art. 104. Os frequentadores da Academia, só terão acesso para utilizá-la, após a


apresentação de atestado médico, o qual terá validade de 01 (um) ano, devendo
ser renovado anualmente.

Parágrafo único: Os maiores de 60 anos ou portadores de patologias que


reduzam sua capacidade física deverão apresentar atestado médico a cada 06
(seis) meses.

H) DAS PENALIDADES

Art. 105. Constitui infração o manuseio de equipamentos de áudio e vídeo por


pessoas não autorizadas.

Art. 106. Constitui infração a utilização das instalações ou dos equipamentos da


Academia, de forma inapropriada, sem o zelo condizente com o seu uso normal
ou de maneira capaz de danificá-lo.

Art. 107. Constitui infração o desrespeito ao profissional habilitado da


Academia, responsável pelo horário, bem assim a qualquer frequentador da
Academia.

Art. Constitui infração a não apresentação/renovação do atestado médico ou


108.
da autorização dos pais ou responsáveis, no caso de adolescentes.

Art. 109. Constitui infração a utilização da Academia por pessoa não autorizada
ou impedida. Caso essa pessoa não seja moradora do Condomínio, a penalidade
será imposta ao condômino e demais moradores, responsáveis pelo acesso da
pessoa ao interior do Condomínio.

Art. 110. Constitui infração a utilização de equipamentos da Academia fora do


seu recinto, exceto nos casos expressamente permitidos por este Regimento.

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Art. 111. Constitui infração a não devolução imediata, após o término da
utilização fora do recinto, do(s) equipamento(s) retirado(s) da Academia para a
realização de atividade(s).

Art. 112. Constitui infração a má fiscalização e a inércia ou desídia do


profissional habilitado em cumprir e fazer cumprir as determinações deste
Regimento, em especial, fiscalizar a boa utilização pelos frequentadores das
instalações e equipamentos da Academia, advertindo o faltoso e anotando a
ocorrência no Livro de Registro da Academia.

Art. 113. Constitui penalidade a não utilização, pelo frequentador, no interior da


Academia, de roupas e calçados apropriados à atividade que irá desempenhar e
condizentes com a moral e os bons costumes.

Art. 114. Constitui penalidade a utilização da Academia fora do seu horário de


funcionamento.

Art. 115. As penalidades às infrações, acima descritas, serão aplicadas nos


termos, forma e valores previstos na Convenção do Condomínio e poderão
incidir isoladas ou cumulativamente com outras dispostas neste Regulamento ou
na referida Convenção.

Art. 116. A pessoa física ou jurídica que atuar como profissional habilitado fica
igualmente submetida às penalidades acima descritas, devendo os prejuízos ou
multas aplicadas serem cobradas, pelo Condomínio, com o desconto nos seus
honorários ou por outros meios legais em direito admitidos.

I) DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 117. Os profissionais habilitados, sob nenhuma hipótese, podem fazer uso
da Academia, tampouco de equipamentos eletroeletrônicos (computadores,
“tablets”, celulares, etc.), devendo dispor toda a sua atenção aos frequentadores
da Academia.

Art. 118. É de responsabilidade do profissional habilitado a manutenção,


organização e conservação do arquivo da Academia.

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Art. 119. Os contratos celebrados pelo Condomínio, bem como suas respectivas
renovações, terão vigência máxima de um ano, podendo ser renovados por igual
período.

Art. 120. A contratação ou renovação do contrato com o profissional habilitado


deve ter cláusula específica, na qual o mesmo concordará com todos os termos e
dispositivos deste Regimento, que devem ser anexados ao contrato.

Art. 121. O Condomínio manterá arquivado na Academia uma cópia deste


Capítulo do Regimento, em local acessível e visível aos frequentadores.

Art. 122. É dever de todo frequentador conhecer as prescrições deste Regimento.

Art. 123. É dever e obrigação do profissional habilitado conhecer, fiscalizar e


fazer cumprir as determinações deste Capítulo do Regimento, em especial
fiscalizar a boa utilização, pelos frequentadores, dos equipamentos e instalações
da Academia, advertindo o faltoso e anotando a ocorrência no Livro de Registro
da Academia.

Parágrafo único: É dever do condômino e demais moradores, como parte


legítima, comunicar formalmente (documento protocolado, em livro específico
e/ou email com confirmação de resposta) ao Gerente do Condomínio ou ao
Síndico, à desídia do profissional habilitado, no cumprimento do encargo
estipulado no caput.

Capítulo XXII

ELEIÇÕES CONDOMINIAIS

Art. 124. As normas ora apresentadas visam regulamentar as Eleições


Condominiais para os seguintes cargos: 01 (um) Síndico, 01 (um) Subsíndico, e
03 (três) Membros Titulares do Conselho Consultivo (Conselheiros) e 03 (três)
Suplentes, quando houver, em cumprimento ao que estabelece a Convenção do
Condomínio Residencial Porto Arena, nos itens 34 ao 41, letra G, título II, da
Convenção Condominial, da qual este Regimento é parte integrante.

§ 1º - As definições, especificidades e competências dos cargos de Síndico,


Subsíndico e de Conselheiro Consultivo/Fiscal estão detalhadas nos itens 34 ao

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40 e respectivos subitens, letra G, título II, da Convenção do Condomínio, bem
como nos artigos 1.348, 1.349 e 1.350 do Código Civil.

§ 2º - As competências dos cargos eletivos de que trata o caput deste artigo, são
as seguintes:

a) COMPETÊNCIAS DO SÍNDICO:

a.1) Compete ao(à) eleito(a) a gestão administrativa e financeira do


Condomínio, devendo cumprir com as obrigações previstas na Convenção
Condominial, constantes do título II, letra G, item 35 e respectivos subitens;

a.2) No detalhamento das competências do Síndico, a Convenção do


Condomínio estabelece que o mesmo, pode mandar executar quaisquer
consertos ou reparos ”nas instalações danificadas, em caráter de urgência,
desde que não vultuosos”, em conformidade com o que estabelece a
Convenção do Condomínio no item 35.3, letra G, título II. Entende-se como
vultuosa, a quantia superior a 10 (dez) salários mínimos para despesas,
comprovadamente urgentes, devendo o Conselho Consultivo emitir Parecer,
imediatamente;

a.3) Deverá o Síndico, em prazo inequívoco de 24 horas, divulgar em todos os


meios de comunicação existentes (quadros de avisos, elevadores, caixas de
correio e e-mail), justificativa para a utilização de recursos do Condomínio,
em caráter de urgência, nos termos elencados no item 35.3, letra G, título II,
da Convenção do Condomínio, bem como deverá informar à Assembleia
Condominial subsequente;

a.4) Sempre que o Síndico se ausentar do Condomínio, por prazo superior a 05


(cinco) dias, deverá comunicar o período da sua ausência ao Subsíndico e ao
Conselho Consultivo, com antecedência mínima de 07 (sete) dias, em
conformidade com o item 37, título II, letra G, da Convenção Condominial.

a.5) Para a viabilização do subitem anterior, o Síndico deverá disponibilizar


todos os meios necessários para o Subsíndico gerir o Condomínio, no período
da sua ausência;

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a.6) Em caso de descumprimento de quaisquer dos subitens anteriores, ¼ (um
quarto) dos moradores se julgar prejudicado, terá o direito inequívoco de
convocar Assembleia, especificamente para dirimir sobre a destituição do
Síndico, nos mesmos termos elencados no art. 1.349, do Código Civil;

a.7) Submeter aos demais integrantes do Conselho Consultivo, a ausência de


justificativa do Conselheiro faltoso, como também aplicar advertência ou
substituição do mesmo, em conformidade com o parágrafo único, item 38,
letra G, título II, da Convenção do Condomínio;

a.8) Entregar, no inicio da gestão, e sempre que solicitado aos membros


titulares do Conselho Consultivo todo o banco de dados dos moradores do
Condomínio. (email, telefone, endereços, e outros);
a.9) Três meses antes de cada Pleito Eleitoral, o Síndico deverá convocar
Assembleia Extraordinária para decidir sobre a escolha do Síndico morador ou
Síndico profissional para o biênio subsequente;

a.10) Participar das Assembleias Gerais (Ordinárias e Extraordinárias) do


Condomínio, de acordo com o que determina os itens 21 ao 33, letra F – DAS
ASSEMBLEIAS GERAIS – ESPÉCIES E MODOS DE CONVOCAÇÃO, título
II, da Convenção, devendo apresentar justificativa, por escrito, quando da sua
ausência.

b) COMPETÊNCIAS DO SUBSÍNDICO:

b.1) Compete ao(à) Subsíndico(a) eleito(a), a gestão financeira (assinar ordens


de pagamento/cheques), participativa e solidária ao Síndico, subsidiando-o
com informações, sugestões e definição de encaminhamentos, face às
necessidades do Condomínio, e ainda, substituir o Síndico quando da sua
ausência;

b.2) Elaborar, juntamente com o Síndico, o orçamento da receita e despesa


relativa a cada ano;

b.3) Sempre que o Subsíndico se ausentar do Condomínio, por prazo superior


a 07 (sete) dias, deverá avisar ao Síndico e ao Conselho Consultivo, com
antecedência mínima de 07 (sete) dias, resguardando o Condomínio das

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obrigações financeiras a vencer, bem como possíveis despesas de caráter
emergencial;

b.4) Em caso de cometimento de qualquer tipo de infração por parte do


Síndico ou por parte do Síndico Profissional, o Subsíndico e o Conselho terão
a incumbência de notificar o Síndico, bem como impor qualquer tipo de pena
de multa, conforme estabelece a Convenção Condominial e o Regimento
Interno.

b.5) Participar das Assembléias Gerais (Ordinárias e Extraordinárias) do


Condomínio, devendo apresentar justificativa, por escrito, quando da sua
ausência.

c) COMPETÊNCIAS DO CONSELHO CONSULTIVO:

c.1) Compete aos membros Titulares e Suplentes (em caso de convocação), a


prática de atos de gestão, fiscalização, aprovação de despesas não previstas no
orçamento fixado em Assembleia Geral Ordinária, definições e fixação de
sanções, emissão de Parecer sobre as contas da gestão administrativo-
financeira do Síndico, assim como elaborar um Documento-Síntese, onde

conste a posição/parecer de cada membro sobre os assuntos pautados e


tratados, quando das suas reuniões.

c.2) Assessorar o Síndico na administração do Condomínio e atender suas


consultas.

c.3) Auxiliar o Síndico no planejamento, contratação de serviços e


benfeitorias.

c.4) Elaborar recomendações por escrito e encaminhar ao Síndico, referente a


qualquer assunto do interesse do Condomínio.

c.5) Comunicar aos condôminos em Reunião específica, devidamente


convocada por edital, com a finalidade exclusivamente informativa e com o
fito de demonstrar irregularidades existentes na gestão do Condomínio, através
de email, quadros de aviso, elevadores e outros meios disponíveis;

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c.6) Em todo e qualquer momento, o Conselho Consultivo poderá provocar,
independente da anuência do Síndico ou Subsíndico, Reunião específica para
dirimir eventuais irregularidades, atribuídas ao Gestor do Condomínio, nos
termos do título II, letra G, subitem 39.4, da Convenção do Condomínio;

c.7) Aprovar o nome do Banco indicado pelo Síndico para manutenção do


Fundo de Reserva.

c.8) Examinar e emitir Parecer sobre as contas do Condomínio, bem como


sobre: a proposta de orçamento para o subsequente exercício, a ser aprovado
em Assembleia Geral; os balancetes mensais e anuais, recomendando ou não
sua aprovação; a aquisição de bens e/ou execução de obras e reparos
necessários nos valores elencados pelo item 39.7, letra F, título II, da
Convenção do Condomínio, como também todas as licitações para obras e
serviços; as despesas extraordinárias; os contratos de prestação de serviços;
seguro dos edifícios e/ou qualquer assunto de interesse do Condomínio;
c.9) Quaisquer apreciações submetidas ao Conselho Consultivo deverão ser
respondidas, por documento escrito, no prazo máximo de 03 (três) dias úteis,
e em caso de urgência, devidamente comprovada, o prazo será de 24 horas,

salvo análise dos livros de prestação de contas e orçamentos anuais, que terão
prazo de 30 (trinta) dias corridos;

c.10) Participar das Assembléias Gerais (Ordinárias e Extraordinárias) do


Condomínio, devendo apresentar justificativa, por escrito, quando da sua
ausência, assim como constar em Ata o registro da presença dos seus
membros;

c.11) Cumprir e fazer cumprir a Convenção do Condomínio, bem como este


Regimento Interno.
d) DO SÍNDICO PROFISSIONAL:

d.1) O Síndico Profissional deverá reportar-se, hierarquicamente, ao Conselho


Consultivo e será contratado, através de Contrato específico de prestação de
serviço, sendo o referido contrato deliberado em Assembleia, bem como a
análise das cláusulas contratuais.

Art. 125. Especificidades dos cargos eletivos:

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a) Em caso de aprovação do Síndico Profissional, o processo eletivo transcorrerá
normalmente para os cargos de Subsíndico e Conselho Consultivo, que após
eleitos deverão analisar em conjunto, propostas e currículos, ficando a cargo do
novo Conselho a escolha do profissional (Síndico) a ser contratado;

b) O Síndico, caso condômino, não será isento da sua cota condominial ordinária
nem extraordinária;

c) Nos seus impedimentos ou afastamentos eventuais, o Síndico será substituído


pelo Subsíndico;

d) Em caso de renúncia ou destituição do Síndico e/ou Subsíndico, a Assembleia


Geral dos Moradores do Condomínio elegerá seus substitutos. Se houver
renúncia ou destituição do Síndico, o Subsíndico assume suas atribuições,
imediatamente, devendo, na condição de Síndico, em exercício, providenciar
eleição, no prazo de 30 (trinta) dias para o cargo de Subsíndico, até que o novo
Síndico seja eleito. Na hipótese de renúncia, o Síndico ficará obrigado a repassar
todos os documentos contábeis, fiscais e administrativos para o novo Síndico;

Parágrafo único: Em caso de renúncia conjunta do Síndico e Subsíndico, o


presidente do Conselho Consultivo assumirá a função de Sindico
temporariamente, devendo no prazo máximo de 30 (trinta) dias providenciar
novas eleições para os cargos de Sindico e Subsíndico.

e) A substituição do Síndico pelo Subsíndico não pode ter caráter permanente;

f) É vedado ao Síndico eleito, candidatar-se ao cargo de Conselheiro Consultivo,


no pleito eleitoral subsequente, desde que suas contas sejam reprovadas;

g) O Síndico não é responsável, pessoalmente, pelas obrigações contraídas em


nome dos condôminos e demais moradores, desde que tenha agido no exercício
lícito e regular de suas atribuições, respondendo, porém, civil e criminalmente
pelo excesso de representação, pelos prejuízos que der causa por dolo, culpa ou
omissão, bem como pelos créditos correspondentes às obrigações tributárias,
resultantes de atos praticados com excesso de poder ou infração prevista em lei,
contrato social ou estatutos, e pela falta de fiscalização dos recolhimentos
devidos pelo Condomínio;

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REGIMENTO INTERNO
h) O Síndico que praticar irregularidades, não prestar contas ou não administrar o
Condomínio, convenientemente, poderá ser destituído em Assembleia Geral
Extraordinária, para esse fim especificamente convocada, pelo voto da maioria
absoluta de seus membros;

i) A Presidência do Conselho Consultivo será escolhida entre os membros do


referido Conselho.

Art. 126. Poderão se inscrever como candidatos aos cargos eletivos para
participar do Processo Eleitoral, todos os condôminos residentes que:

a) Sejam proprietários residentes há mais de um ano no Condomínio, para


participar do processo eleitoral, sendo necessária a devida comprovação;

b) Estejam em dia com a taxa condominial;

c) Para efeito das normas legais vigentes e das normas do presente Regimento,
serão considerados inadimplentes, portanto impedidos de concorrer ao pleito, os
condôminos com atraso na mensalidade superior a 30 (trinta) dias a contar da
data do vencimento até o dia da inscrição. Mesmo os condôminos com acordo de
pagamento de mensalidades vencidas, não poderão ser considerados adimplentes
se, à data das inscrições, ainda não houver quitado totalmente os seus débitos;

d) Por se tratar da escolha do Corpo Diretivo do Condomínio, os candidatos aos


cargos eletivos devem ser pessoas idôneas, dotadas de credibilidade e bom nome,
não podendo estar inseridas nos cadastros dos órgãos restritivos de crédito,
possuírem títulos protestados em Cartório, respondendo a processos de
improbidade administrativa, respondendo a processos criminais ou com
condenações por improbidade administrativa e criminal, etc.

Art. 127. Só será permitida a inscrição, para os cargos eletivos, de apenas 01


(um) condômino por unidade habitacional/fração ideal.

Art. 128. Somente poderá concorrer ao pleito eletivo um condômino morador


por unidade habitacional, ficando ainda, todos os moradores da referida unidade,
absorvidos pelas cláusulas de inelegibilidade do titular do cargo eletivo, bem
como seus parentes em linha reta ou colateral até o segundo grau.

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Art. 129. As inscrições serão realizadas nos dias úteis, junto à Gerência
Condominial, de acordo com as normas abaixo;

§ 1º - Para fins de inscrição, os candidatos deverão estar munidos dos seguintes


documentos:

a) Cédula de identidade (RG – Registro Geral);

b) Certidão negativa de débitos condominiais (Administradora do Condomínio),


nada consta Serviço de Proteção ao Crédito (SPC/SERASA), certidão negativa
dos Cartórios de Protesto, Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF),
certidões negativas expedidas pelo ITEP-RN (Instituto Técnico de Polícia do Rio
Grande do Norte) certidões criminais da Justiça Federal e Estaduais;

c) Ficha Técnica: (Opcional) Resumo, em uma página, dos dados pessoais e


atividades que julgar relevante, para ser divulgado junto à Comunidade, em local
visível e disponibilizado pela Gerência Condominial.

§ 2º - No ato da inscrição, o candidato deverá preencher um formulário em que


reconhece estar ciente das normas da Eleição Condominial, bem como da
Convenção e Regimento Interno do Condomínio.

Art. 130. Aos candidatos será dada a oportunidade de se apresentarem à


Comunidade Condominial, 01 hora antes das eleições, como também utilizarem
os meios de comunicação, de acordo com as normas determinadas para
divulgação, junto aos condôminos e demais moradores, das propostas de
trabalho, pertinentes aos respectivos cargos eletivos.

§ 1º - Será dado a cada candidato um tempo de, no máximo, 10 minutos, para


sua apresentação e em seguida facultado aos condôminos e demais moradores a
formulação de perguntas individuais ou coletivas, também por um prazo máximo
de 10 minutos.

§ 2º - Após homologação das candidaturas, os candidatos aptos poderão utilizar


dos canais de comunicação do Condomínio (caixas de correio, murais e emails)
para divulgar suas propostas, até o limite de 03 (três) informativos por canal,
desde que validadas pela Comissão Eleitoral.

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§ 3º - O conteúdo dos informativos dos candidatos deverá conter única e
exclusivamente propostas, sendo vedado qualquer tipo de acusação pessoal,
calúnia, injúria e difamação.

§ 4º - É vedada, sob quaisquer aspectos, a participação de prestadores de serviços


do Condomínio no Pleito Eleitoral, podendo o(s) candidato(s) beneficiado(s) com
a vantagem indevida, ter sua candidatura impugnada, bem como o ato divulgado
pelos canais de comunicação do Condomínio.

§ 5º - Considerando situações de fraude(s) eleitoral(is), conforme dicção do


parágrafo anterior será assegurado ao candidato o direito ao contraditório e ampla
defesa, devendo o mesmo apresentar defesa escrita, no prazo de 24 horas, após a
notificação pessoal exarada pela Comissão Eleitoral, que julgará o mérito em 24
horas.

Art. 131. As eleições ocorrerão no início da Assembleia Geral Ordinária e o


pleito eleitoral terá duração de 03 horas, a partir do início das votações.

§ 1º - Serão considerados eleitores todos os condôminos, demais moradores


adimplentes (proprietários ou inquilinos) e representantes legais e únicos de cada
unidade/fração ideal do Condomínio, valendo para estes, no que couberem, as
mesmas caracterizações de inadimplência descritas neste Capítulo – Eleições
Condominiais/Normas Gerais, art. 125, item b;

§ 2º - No dia da eleição, o processo será organizado em Mesa Receptora única, na


qual estará a relação nominal de todos os condôminos e demais moradores aptos
a votar;

§ 3º - Cada eleitor receberá uma cédula eleitoral única, devidamente rubricada


pelos 03 (três) membros da Comissão Eleitoral, onde constarão os nomes dos
candidatos correspondentes aos cargos eletivos, que tiveram suas candidaturas
deferidas, regularmente inscritas e discriminadas alfabeticamente, a fim de
votarem nos cargos de Síndico, Subsíndico e 03 (três) nomes para o Conselho
Consultivo;

Art. 132. A cada unidade corresponderá UM VOTO.

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§ 1º - No caso de unidade representada por Procurador, este deverá estar munido
de procuração com poderes específicos para votar nas eleições condominiais,
devendo a procuração ter firma reconhecida em Cartório e cada Procurador
somente poderá representar UMA única unidade habitacional no pleito eleitoral.

§ 2º - Os eleitores devem dirigir-se à mesa receptora única, portando um


documento de identidade com foto, que poderá ser: RG, Carteira Nacional de
Habilitação (CNH), Passaporte, Carteira de Trabalho e Previdência Social
(CTPS), Carteira de Identidade de Órgão de Classe e similares.

§ 3º - Cada eleitor preencherá sua cédula, secretamente, e a depositará em uma


urna disponibilizada para tanto.

§ 4º - A contagem dos votos para eleição do Conselho Consultivo considerará os


03 (três) mais votados como Membros Titulares e os 03 (três) subsequentes
como Suplentes, respeitando o número de votos para suas convocações.

Art. 133. No caso da ausência de candidatos, regularmente inscritos para o


preenchimento de qualquer dos cargos eletivos listados na presente norma, ou
ainda, se a soma do número de votos nulos e/ou brancos for superior ao número
de votos válidos, será remarcada nova Assembleia para a realização de novo
pleito para o cargo vacante, no prazo máximo de 30 (trinta) dias.

Parágrafo único: Em caso de vacância dos cargos de Síndico e Subsíndico será


mantida a gestão anterior, no prazo máximo de 30 (trinta) dias.

Art. 134. Qualquer pessoa jurídica que possuir mais de uma unidade
habitacional, seus respectivos representantes legais só terá direito a um voto.

Art. 135. Os mandatos dos cargos de Síndico, Subsíndico e do Conselho


Consultivo, serão de 02 (dois) anos, iniciando-se no dia 1º de março e com
término no último dia de fevereiro de cada biênio, podendo haver reeleição por
igual período.

§ 1º - Excepcionalmente, o processo eletivo para o cargo de Síndico, Subsíndico


e Conselho Consultivo, referente ao biênio 2016/2018 será realizado no final do
mês de fevereiro de 2016, de acordo com a Convenção do Condomínio.

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§ 2º - Em virtude do parágrafo anterior, o mandato 2013/2015 ficará
automaticamente prorrogado até 28 de fevereiro de 2016.

Art. 136. Conclusão do Processo Eleitoral, transmissão e posse dos cargos aos
condôminos eleitos:

a) Os casos omissos serão resolvidos pela Mesa Eleitoral, resguardados os


instrumentos legais vigentes, incluindo a Convenção e o Regimento Interno do
Condomínio.

b) Serão considerados eleitos os candidatos mais votados. No caso das


candidaturas ao Conselho Consultivo, os 03 (três) primeiros mais votados serão
eleitos na condição de Membros Titulares e os 03 (três) subsequentes mais
votados, a partir da 4ª (quarta) colocação, ficarão na condição de Suplentes.

c) Em caso de empate técnico será escolhido o candidato com mais idade.

d) Concluída a apuração dos votos pela Mesa Eleitoral, esta proclamará o


resultado da Eleição Condominial, informando aos presentes que por se tratar de
Assembleia Geral Ordinária, será dado seguimento à Pauta, ao término da qual
o(a) Presidente da Comissão Eleitoral dará posse aos eleitos, mediante assinatura
do Termo de Posse, que será registrado em Cartório, com firma reconhecida,
fazendo parte integrante da Ata da Assembleia Geral Ordinária.

Capítulo XXIII

DAS COMISSÕES

Art. 137. Durante as Assembleias do Condomínio, com a aprovação dos


condôminos e demais moradores presentes, serão constituídas Comissões para
estudar as viabilidades e apresentar propostas, relativas à
obras/compras/contratações de grande porte e assuntos complexos, visando
estimular a participação dos moradores, de forma coletiva e democrática, na
perspectiva de colaborar e construir uma gestão administrativa compartilhada.

a) A proposta de formação de Comissão, assim como o objetivo para o qual será


constituída, deverá ser informada aos condôminos e demais moradores,

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previamente, constando no Edital de Convocação da Assembleia, na qual as
mesmas serão constituídas, devendo ser registrada em Ata a composição nominal
dos seus membros, com a anuência dos condôminos e demais moradores
reunidos em Assembleia.

b) As Comissões constituídas em Assembleia terão em sua composição o mínimo


de 03 (três) membros e o máximo de 06 (seis) membros, todos adimplentes,
podendo delas participar proprietários e inquilinos.

c) A Assembléia que constituirá a Comissão também deve deliberar sob o prazo


limite para apresentação dos resultados dos trabalhos para a qual foi criada. Em
caso de descumprimento, poderá o Síndico, juntamente com o Conselho, trazer
proposta a ser deliberada.

d) Os membros das Comissões, que se ausentarem por mais de 03 (três) reuniões


consecutivas ou desistirem de participar, sem formalização de justificativa, junto
às respectivas coordenações ou presidência (Comissão Eleitoral), serão
substituídos em Assembleia Extraordinária, convocada para a escolha de novo(s)
membro(s).

Capítulo XXIV

DAS ASSEMBLEIAS CONDOMINIAIS

Art. 138. É proibido ao condômino e demais moradores, em atraso com as taxas


do Condomínio, votar em Assembleia, seja qual for o objeto da votação.

Art. 139. A convocação da Assembleia deverá ser feita por e-mail e por
comunicação fixada nos Quadros de Avisos do Condomínio, podendo ainda,
utilizar como meio de comunicação, monitores digitais ou qualquer outro meio
de comunicação disponível.

Art. 140. Somente terão direito a votar nas Assembleias, 01(um) representante
por unidade habitacional (proprietário ou inquilino), desde que este último
comprove cláusula permissiva para votação, no Contrato de Aluguel, o qual
deverá ser autenticado em Cartório, ou procuração com poderes específicos com
firma reconhecida em cartório para votar.

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Art. 141. O desenvolvimento dos trabalhos das Assembleias será norteado pelos
assuntos pautados no Edital de Convocação, devendo ainda ser registrado em
Ata, com destaque para as decisões e encaminhamentos, e sua redação deverá ser
aprovada pelos moradores, na Assembleia posterior, para efeito de registro em
Cartório.

§ 1º - O Presidente da mesa deverá validar a ata no período máximo de 72 horas.

§ 2º - A Minuta da Ata a ser aprovada na Assembleia posterior, deverá ser


encaminhada aos moradores, com prazo mínimo de 48 horas de antecedência da

Assembleia subsequente, na qual será apreciada e submetida à aprovação da


Assembleia, por meio eletrônico, para conhecimento prévio dos moradores.

Art.142. Os contratos de prestação de serviços, que importem em custo ao


Condomínio, acima de 05 (cinco) salários mínimos, deverão, obrigatoriamente,
ser submetidos à Assembléia específica.

Capítulo XXV

DA ADMINISTRAÇÃO

Art. 143. O Síndico eleito deverá estar sempre disponível ao Condomínio,


devendo informar seus contatos através dos canais de comunicação do
Condomínio e todo e qualquer morador que desejar conversar pessoalmente com
o mesmo poderá solicitar no prazo mínimo de 24 horas.

Art. 144. Todo e qualquer contrato celebrado pelo Condomínio, bem como sua
respectiva renovação, terão vigência máxima de 01(um) ano, podendo ser
renovado por igual período e possuirá cláusula rescisória, isenta de multa, desde
que o contratado seja notificado com 30 (trinta) dias de antecedência. É vedada
a celebração de contratos que ultrapassem a vigência do mandato do Síndico.

§ 1º - Os contratos com período de vigência superior a 01 (um) ano deverão ser


aprovados em Assembleia.

§ 2º - Os prazos que trata este artigo poderão ser modificados, salvo por
deliberação da Assembléia.

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Capítulo XXVI

DA RECONDUÇÃO DOS CARGOS ELETIVOS

Art. 145. É permitida a reeleição do Síndico, Subsíndico e Conselheiro


Consultivo por apenas 01 (um) mandato (biênio). O Síndico, ao deixar o cargo,
após 02 (dois) mandatos consecutivos, só poderá candidatar-se novamente,
depois de ultrapassado o intervalo mínimo de 01(um) mandato da sua última
gestão.

Capítulo XXVII

DAS CONTRATAÇÕES

Art. 146. É vedada a contratação de familiares para qualquer prestação de


serviço ao Condomínio, até o segundo grau de parentesco, em linha reta ou
colateral, com o Síndico, Subsíndico, Membros do Conselho Consultivo, Gerente
de Condomínio, como também por intermédio de pessoas que tenham vínculo
com empresas prestadoras de serviços.

§ 1º - Considerar-se-á, para fins de Administração do Condomínio, o Síndico, o


Subsíndico, os Membros do Conselho Consultivo, o Gerente do Condomínio e a
Empresa Administradora de forma direta ou indireta.

§ 2º - Considerar-se-á familiar: o (a) cônjuge, companheiro (a) ou parente em


linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade até o 2º grau.

Capítulo XXVIII

FUNDO DE RESERVA

Art. 147. O fundo de reserva terá como limite mínimo de arrecadação o valor
equivalente a 70 salários mínimos vigentes à época e qualquer resgate acima de
20 (vinte) salários mínimos deverá ser aprovado em Assembleia.

Parágrafo único: Em caso de necessidade de usar 50% (cinquenta por cento)


do valor mínimo, o Síndico deverá apresentar em Assembleia um plano de
contingência financeira.

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Art. 148. Os valores arrecadados a título de Fundo de Reserva serão depositados
em Agência Bancária escolhida pelo Síndico, com aprovação do Conselho
Consultivo, e mantidos em conta separada, aplicados em investimento seguro e
de curto prazo com liquidez diária.

Parágrafo único: Qualquer resgate do Fundo de Reserva só poderá ser feito


através de envio de documento formal ao Banco, com assinatura da maioria do
Conselho Consultivo (dois membros), bem como Síndico e Subsíndico,
respeitando em todos os casos o limite estabelecido, neste Regimento, no art. 148
e seu parágrafo único.

Art. 149. Serão, obrigatoriamente, incorporados ao Fundo de Reserva: a) Os


prêmios de sorteios como títulos de capitalização, em que o Condomínio seja
contemplado; b) Os rendimentos obtidos com aplicação financeira de seus
recursos; c) Quaisquer outras quantias não previstas como receita orçamentária,
no orçamento anual ou votados em Assembleia Geral, com finalidade específica.

Capítulo XXIX

DAS PENALIDADES REGIMENTAIS

Art. 150. O disciplinamento regimentar é uma decorrência do interesse comum


que, neste caso, se sobrepõe ao particular em tudo, quando não violentar o direito
básico de propriedade. Portanto, sem nenhum favorecimento, em prol da
coletividade, de acordo com o previsto na Convenção do Condomínio e neste
Regimento Interno, de forma subsidiária, o Corpo Diretivo do Condomínio, além
da faculdade, tem o dever de aplicar as sanções, a seguir descritas:

a) O morador que violar as disposições contidas neste Regimento, além de ser


advertido após envio de comunicação formal (notificação) e compelido a
desfazer a obra ou abster-se do ato praticado ou ainda reparar os danos que
causar, ficará sujeito à multa no valor da taxa condominial do apartamento 103
da Torre B, vigente à época da infração, duplicando-se este valor em caso de
cada reincidência;

b) O pagamento de multa não exime o infrator de sua responsabilidade civil


pelos danos causados;

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c) Se houver necessidade de procedimento judicial, todas as despesas
correspondentes às custas e aos honorários advocatícios correrão por conta do
condômino e demais moradores responsáveis pelo dano, ficando o mesmo
também obrigado a efetuar os reparos necessários ou reembolsar o Condomínio
das despesas em que este tiver incorrido com a reposição de áreas ou objetos
danificados;

d) Em relação ao Condomínio, o adquirente de uma unidade autônoma responde


pelos débitos do alienante, inclusive as penas de multa;

e) A multa será imposta e cobrada pelo Síndico, após notificação por escrito, nos
termos elencados no subitem 35.4, letra G, título II, da Convenção, juntamente
com a taxa condominial, no vencimento, imediatamente posterior à data do
lançamento da multa, como também sofrerá os acréscimos moratórios previstos
na Convenção, em caso de inadimplemento, facultando ao infrator penalizado
recorrer ao Conselho Consultivo, no prazo inequívoco de 72 horas, a contar da
data da notificação.

f) Em caso de recurso da pena de multa, o Conselho Consultivo, emitirá parecer


favorável ou desfavorável à aplicação da pena de multa, em prazo inequívoco de
72 horas, podendo revogar ou ratificar, transformando em título executivo, onde
a referida multa será cobrada junto com o boleto condominial, no vencimento
subsequente à data do julgamento do recurso.

g) Em caso de desídia de qualquer membro do Conselho Consultivo em emitir


parecer, nos casos determinados por este Regimento, tal omissão será
considerada como efeito de penalidade, a mesma punição imposta, conforme
redação do parágrafo único, do item 38, letra G, título II, da Convenção
Condominial.

Capítulo XXX

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 151. Compete a todos os condôminos (residentes ou não), inquilinos,


residentes em apartamentos cedidos e funcionários do Condomínio, cumprir o
presente Regimento, levando ao conhecimento do Síndico e do Gerente do
Condomínio, qualquer transgressão ao mesmo, por email, desde que validado

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pela confirmação do recebimento, livro próprio ou documento protocolado na
Gerência.

Art. 152. O Gerente do Condomínio ficará obrigado a manter atualizadas as


informações que constituem o cadastro de moradores, contando com a
colaboração dos mesmos, no sentido de preencher corretamente a ficha de
registro de moradores acostados na respectiva pasta.

Art. 153. Os honorários advocatícios, em percentual de 20% (vinte por cento),


previstos no subitem 20.3, letra E, título II, da Convenção do Condomínio, que
trata das contribuições condominiais não pagas nos respectivos vencimentos e
define responsabilidades, somente poderão ser cobrados quando houver acordo
em processo judicial.

Parágrafo único: Entende-se como amigável a dicção do dispositivo do subitem


20.3, letra E, título II, da Convenção, somente para as situações, nas quais
houver acordo quitado integralmente em processo judicial.

Art. 154. Ficam impedidos de concorrer a cargos eletivos os condôminos que


tiverem ações judiciais ou administrativas que conflitem ou colidam com os
interesses dos cargos, bem como aos seus parentes em linha reta ou colateral até
o segundo grau.

Art. 155. Ficam impedidos de compor a Comissão Eleitoral os condôminos e


demais moradores que tiverem ações judiciais ou administrativas que conflitem
ou colidam com os interesses dos cargos, bem como seus parentes em linha reta
ou colateral até o segundo grau.

Art. 156. É vedado ao Síndico/Administrador Condominial realizar qualquer


tipo de acordo judicial ou administrativo sem a chancela do Subsíndico e no
mínimo dois membros do Conselho Consultivo, podendo ser criados novos
critérios em Assembleia com pauta específica.

Art. 157. As despesas autorizadas pelo Síndico deverão estar compatíveis com o
Plano Orçamentário Anual, e qualquer proposta de acréscimo de despesas deverá
ser aprovada pelos moradores em Assembléia específica, ficando vedada à
apreciação de outros assuntos, na referida Assembleia.

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Art. 158. O desconhecimento dos dispositivos acostados no Regimento Interno
do Condomínio Residencial Porto Arena é inescusável, sendo, portanto, dever de
todo morador conhecer as normas estabelecidas no presente Regimento, ficando
o mesmo disponibilizado para todos através de consulta pública de cópias na
Portaria e na Gerência Condominial, mediante os diversos meios eletrônicos
disponíveis, tais como site, e-mails, dropbox, Google drive ou similares.

Parágrafo único: Ficará a Gerência Condominial obrigada a enviar a todos os


condôminos (residentes ou não) e demais moradores, uma cópia do Regimento
Interno por e-mail, onde deverá ficar acostado confirmação de recebimento.

Art. 159. Entende-se como contribuição mensal ordinária do mês anterior,


conforme dicção, no item 12, letra D, título II, da Convenção Condominial, o
valor da taxa condominial, referente ao apartamento 103 da torre B.

Art. 160. Para os casos omissos neste Regimento Interno deverá ser convocada
Assembleia específica, a fim de que seja constituída uma Comissão de
Moradores com o objetivo de elaborar proposta a ser aprovada em Assembleia
específica posterior. Fica eleito o foro da Cidade do Natal para dirimir ações ou
dúvidas, oriundas do cumprimento do presente Regimento Interno.

. Natal (RN), 01 de outubro de 2015.

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