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DORA GOMES

Aperfeiçoamento em Tecnologias e Informação


Índice

i
OBJECTIVOS GERAIS DO MÓDULO...................................................................................................3
OBJECTIVOS ESPECIFICOS DO MÓDULO...........................................................................................5
CONTEUDOS PROGRAMÁTICOS............................................................................................................6

II- WINWORD UM PODEROSO PROCESSADOR DE TEXTO..........................................................7


2.1- Execução de um documento (exemplo1.doc).......................................................................................8
2.2- Guardar um documento.......................................................................................................................8
2.3- Impressão dos documentos e eventuais problemas.............................................................................9
2.4- Fechar um documento e/ou o Microsoft Word....................................................................................9
2.5- Abrir um ficheiro no Word.................................................................................................................10

III- EDIÇÃO DO CONTEÚDO DO DOCUMENTO.............................................................................12


3.1- Criação do documento Exemplo2.doc...............................................................................................12
3.2- Selecção de texto................................................................................................................................12
3.3- Modo de Pesquisa Automática..........................................................................................................13
3.4- Fim de Página Forçado.....................................................................................................................14
3.5- Manuseamento de blocos de texto.....................................................................................................14

IV- FORMATAÇÃO DE UM DOCUMENTO........................................................................................16


4.1- Formatar o tipo de letra do documento.............................................................................................16
4.2- Formatar Estilo..................................................................................................................................17
4.3- Formatação de Parágrafos................................................................................................................18
4.3- Formatar as Tabulações...................................................................................................................20

V- OUTRAS FUNÇÕES E OPÇÕES IMPORTANTES........................................................................22


5.1- Como Paginar....................................................................................................................................22
5.2- Títulos e fins de página......................................................................................................................23
5.3- Inserção de Índices............................................................................................................................23
5.4- Ortografia..........................................................................................................................................25
5.5- O Word e as outras aplicações do Office e do Window....................................................................26

VI- COMO CRIAR TABELAS (QUADROS) NO WORD....................................................................29

1- Introdução...............................................................................................................................................33
1.1- O que é uma folha de cálculo ?.........................................................................................................33
1.2- Entrada no Excel...............................................................................................................................33
1.3- A área de trabalho.............................................................................................................................35
1.4- Movimentação na folha de cálculo....................................................................................................36
1.5- Seleccionar Células...........................................................................................................................36

2- Criação de uma Folha de Cálculo.........................................................................................................37


2.1- Comandos e Funções Básicas............................................................................................................38

1
OUTRAS FORMAS DE COPIAR/CORTAR E COLAR......................................................................41
2.2- Criação e inserção de Fórmulas e Funções......................................................................................42

PASSOS A SEGUIR NA UTILIZAÇÃO DO ASSISTENTE DE FUNÇÃO:.......................................45


2.3- Ordenação de dados..........................................................................................................................46
2.4- Filtro Automático...............................................................................................................................47

3- Formatação da Folha de Cálculo..........................................................................................................50


3.1- Alinhamentos.....................................................................................................................................50
3.2- Tipos e Tamanhos de Letra................................................................................................................51
3.3- Formato Numérico.............................................................................................................................52
3.4- Limites (Enquadramentos).................................................................................................................52
3.5- Esconder Colunas e Linhas...............................................................................................................53

4- Gráficos...................................................................................................................................................55
4.1- Utilizaçâo do assistente de gráficos..................................................................................................55
4.1- Formatar Gráficos.............................................................................................................................57

5- Impressão................................................................................................................................................58
5.1- Como aceder à Impressão.................................................................................................................58

6- Transferência de Informação entre o Excel e o Word .......................................................................62


6.1- Inserir um objecto do Excel no Word................................................................................................62
6.2- Ligar um objecto do Excel a um Documento do Word......................................................................62
6.3- “Embeber” uma Folha de Cálculo no Word.....................................................................................63

MICROSOFT ACCESS.............................................................................................................................65

Breves Fundamentos Teóricos...................................................................................................................65


1. Aspectos genéricos sobre bases de dados.............................................................................................65
2. Apresentação do Microsoft Access 2000..................................................................................................68
3. Iniciar o Microsoft Access 2000...............................................................................................................68
4. Caixa de diálogo inicial do Microsoft Access...........................................................................................69
6. Elaboração de um ficheiro de base de dados......................................................................................70
8. Formulários............................................................................................................................................77
9. Consultas..............................................................................................................................................87
10. Relatórios............................................................................................................................................89

1- Aplicações e Serviços..............................................................................................................................94
1.1- World Wide Web- WWW....................................................................................................................94
2.2- Correio Electrónico.........................................................................................................................100
2.3- Telnet - Acesso a computadores remotos........................................................................................107
2.4- FTP - Transferência de Ficheiros...................................................................................................110
2.5- Grupos de Notícias e Discussão......................................................................................................116
2.6- Serviços de comunicação interactiva (Talkers, MUD's, MOO's, IRC, etc.)....................................123

2
3- A Internet como ferramenta de trabalho...........................................................................................124
3.1- Pesquisar informação na Internet...................................................................................................124
3.2- Como divulgar informação na Internet............................................................................................126

3
OBJECTIVOS GERAIS DO MÓDULO
- No final deste módulo de formação, os formandos deverão ser
capazes de:

Ao Nível do Word:

 Utilizar a opção localizar e substituir texto do Word 2003;


 Utilizar as ferramentas Idioma, Correcção automática, Texto
automático, Tradução e Sumário automático do Word 2003;
 Criar e eliminar quebras de página e secção;
 Criar notas de rodapé, fim e comentários;
 Inserção e formatação de imagens e objectos;
 Inserção e formatação de gráficos;
 Utilizar as opções do Word 2003 na web;
 Manipular a impressão em série;
 Comparar e intercalar documentos.

Ao Nível do Excel:

 Identificar as vantagens de uma folha de cálculo, bem como as


características do Excel ;
 Identificar os vários componentes do ambiente de trabalho do
Excel 2003;
 Utilizar as ferramentas de edição da folha de trabalho;
 Identificar e utilizar os diversos tipos de endereços;
 Aplicar todas as operações relativas a ficheiros;

3
 Diferenciar os vários tipos de formatação;
 Explicar e aplicar diversas funções;
 Utilizar imagens nas folhas de cálculo;
 Criar e editar gráficos;
 Configurar páginas e imprimir.

Ao Nível do Access

 Ao nível de Base de Dados


 Definir Base de Dados
 Enunciar o conceito de campo, registo e tabela
 Enunciar as regras para a criação de uma base de dados
 Enunciar o conceito do Modelo relacional
 Descrever a importância de Campos exclusivos
 Descrever e enunciar os tipos de relacionamentos
 Estruturar uma base de dados
 Ao nível da aplicação Microsoft Access
 Enunciar as diferentes formas de Iniciar o Microsoft Access
 Enunciar os diferentes componentes da janela da Aplicação
 Enunciar as diferentes propriedades dos ficheiros
 Identificar a Barra de Titulo
 Conhecer os diferentes tipos de Objectos
 Utilizar e Manipular os grupos de Objectos
 Examinar as diferentes vistas dos Objectos
 Manipular os diferentes Objectos
 Criar bases de dados Vazias
 Criar bases de dados pelo Assistente
 Ao nível da Estrutura de Tabelas

4
 Criar, guardar e fechar Tabelas
 Enunciar as diferentes regras para identificação de Campos
 Enunciar as diferentes regras para identificação de Objectos
 Enunciar e aplicar os diferentes tipos de dados
 Aplicar Chaves Primárias
 Importar dados
 Exportar dados
 Adicionar, eliminar ou alterar a ordem de um campo numa tabela já
existente
 Reconhecer e aplicar as diferentes propriedades

OBJECTIVOS ESPECIFICOS
DO MÓDULO
No final deste módulo de formação, o formando terá adquirido as
seguintes competências:

5
O Formando deverá saber manusear o processador de texto com mais
profissionalismo, deverá saber como manusear uma folha de cálculo e
resolver algumas operações, deverá reconhecer uma base de dados e
perceber o seu funcionamento e ao nivel da Web deverá perceber o seu
funcionamento, segurança e como usar, enviar e receber e-mail.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
Ao Nível do Word:

1. Editar o conteúdo de um documento


1.1. Localizar e substituir texto
2. Ferramentas do Word 2003
2.1. Idioma e Hifenização
2.2. Correcção automática
2.2.1. Criar, utilizar e eliminar
2.3. Texto automático

6
2.3.1. Criar, utilizar e eliminar
2.4. Formatar ao escrever
2.5. Sumário automático
2.6. Traduzir informação
2.6.1. Painel de tarefas
3. Modos de visualização
3.1. Mapa do documento
4. Quebras de página e de secção
4.1. Noção
4.2. Criar quebra de página
4.2.1. Menu
4.2.2. Teclado
4.3. Criar quebra de secção
4.4. Eliminar quebra de página e de secção
5. Marcas e Numeração
5.1. Noção
5.2. Marcas
5.3. Numeração
5.4. Numeração destacada
5.4.1. Aumentar e diminuir avanço
5.5. Editar e eliminar marcas e numeração

Ao Nível do Excel:

5.6.
5.7. Introdução
5.8. O que é e qual a utilidade de uma folha de cálculo
5.9. O Microsoft Excel 2003
5.10. Breve descrição do Microsoft Excel 2003
5.11. Descrição da área de trabalho
5.12. Conceitos Básicos
5.13. Células
5.14. Selecção adjacente de células
5.15. Selecção não adjacente de células
5.16. Linhas, Colunas, Endereços
5.17. Livros e Folhas de Trabalho
5.18. Utilização do separador de folhas
5.19. Selecção de uma folha
5.20. Selecção de várias folhas
5.21. Inserir e eliminar folhas
5.22. Renomear folhas
5.23. Mover e Copiar folhas de trabalho
5.24. Alterar a cor de separadores
5.25. Manipulação de Ficheiros
5.26. Abrir um Livro
5.27. Gravar um Livro
5.28. Guardar Como...

7
5.29. Fechar um Livro
5.30. Criar um novo Livro
5.31. Movimentação na folha de trabalho
5.32. Utilização do Teclado
5.33. Utilização do Rato
5.34. Tipos de dados
5.35. Numéricos
5.36. Alfanumérico
5.37. Datas/Horas
5.38. Editar uma Folha de Trabalho
5.39. Introdução e correcção de dados
5.40. Na Barra de Formulas
5.41. Na própria célula
5.42. Limpar o conteúdo de Células
5.43. Copiar, Cortar, Colar, e Eliminar Dados
5.44. Área de Transferência

Ao Nível do Access:

5.45. Bases de Dados


5.46. Conceito de Base de dados
5.47. Objectivos da Base de dados
5.48. Regras para a Criação de Bases de Dados
5.49. Estruturação de Bases de Dados
5.50. Introdução ao Microsoft Access
5.51. Requisitos do Sistema
5.52. Como iniciar o Access?
5.53. Descrição da Caixa de Diálogo inicial
5.54. Explicação do Ambiente de Trabalho
5.55.
5.56. Ficheiros do Access
5.57. Nome e extensão dos ficheiros
5.58. Tamanho dos ficheiros
5.59. Número de objectos possíveis
5.60. Nome dos objectos
5.61. Criar e fechar ficheiros em Access
5.62. Base de dados vazia
5.63. Assistente de Base de Dados
5.64.
5.65.
5.66. Janela de Base de Dados
5.67. Objectos da Base de Dados
5.68. Tabelas
5.69. Consultas
5.70. Formulários

8
5.71. Relatórios
5.72. Páginas
5.73. Macros

Capítulo

1
L E G E N D A D O S Í C O N E S

 Informação importante
 Teste o que aprendeu
 Exercício no teclado
 Revisão
5.74. Módulos
5.75. Grupos
5.76. Barra de Ferramentas da Base de Dados

MICROSOFTWORD

9
1.1- Apresentação do Winword
O Winword (Microsoft Word para Windows) é uma aplicação de
texto, também designado de processador de texto.
Permite-lhe de uma forma fácil, agradável e eficaz, desenvolver os
seus textos, cartas, relatórios, envelopes, etc..
Oferece ao utilizador um conjunto completo de potencialidades:
- Criação de documento modelos;
- edição e formatação avançada de texto;
- inserção de vários tipos de imagens e outros itens necessários à
elaboração dos documentos
- elaboração e formatação de tabelas;
- e a criação de macros, para automatização dos documentos.

Durante a execução dos textos, irá usufruir dos comandos,


acessíveis a partir do Menu, da Barra de Ferramentas ou ainda, a partir do
botão direito do rato.

O QUE PRECISA SABER PARA UMA UTILIZAÇÃO EFICIENTE DO


MICROSOFT WORD PARA WINDOWS:
· Conhecer o ambiente de trabalho do sistema operativo Windows.
· Estar familiarizado com o manuseamento do rato e esgotar toda as
vertentes possíveis sua utilização.

1.2- Acesso ao Winword


Poderá necessitar de abrir o programa Winword em diferentes
situações:
1. Para posteriormente criar um novo ficheiro ao qual terá de dar
um nome nome.DOC: abra o programa a partir do Iniciar
(Fig. 1) ou do atalho para o Word (Fig. 2) e de imediato ser-
lhe-ha disponibilizado um ficheiro (documento 1), para que

possa trabalhar.

Fig. 2

3
Fig.1

2. Para visualizar e/ou alterar um ficheiro já existente criado do


Word:
A. A partir de um aplicativo do Windows, que permita
visualizar o conteúdo dos suportes informáticos (como por
exemplo o ATALHO PARA A DISQUETE (fig. 3), o
EXPLORADOR (fig. 4); ou outro ); através de um duplo

Fig. 3

F I G . 4

clique. Desta forma irá executar duas ordens: iniciar o


programa Word e abrir o respectivo ficheiro.

B- A partir do próprio programa Word, poderá abrir o ficheiro,

através do menu “ficheiro” ou do respectivo botão da barra de

4
ferramentas (falar-se-á pormenorizadamente destes comandos no

ponto 2.5).

1.3- Apresentação do Ambiente de Trabalho do Word.

Fig. 5

1 - Barra de Título
2 - Barra de Menus
3 - Botões de Redimensionamento (maximizar, minimizar e restaurar o
programa e o documento)
4 –Régua Vertical (a core mais escura indica o espaço deixado para as
margens superior e inferior)
5 – Régua Horizontal (onde se evidencia as margens laterais)
6 - Barra de Ferramentas (Padrão e de Formatação)
7 – Botões das Vistas do documento
8 – Barra de Stadus (onde se pode ler informação contínua acerca da
localização do cursor)
9 – Barra de deslocamento Vertical e horizontal, ao longo do documento.

5
10- Cursor (ponto de inserção de texto)
11- Assistente do Office

1.4- Alterar a forma de apresentar os documentos


O word fornece diversas opções, que permitem escolher a
apresentação e a formas de trabalhar com documentos:
-> CONFIGURAR PÁGINA (comando do menu “Ficheiro”)-
Nesta caixa de diálogo, encontra-se os comandos, que permitem definir o
tipo de margens e de página que se pretendem utilizar para o texto, que se
irá criar.
-> VER ANTES (comando do menu “Ficheiro”)-
Antes de imprimir um documento, deve verificar o aspecto da
página (ou páginas) completa(s).
-> ESCOLHA DA VISTA DA PÁGINA, ZOOM E ECRÃ
INTEIRO (comandos do menu “Ver”)- As diferentes opções possíveis
para a apresentação da janela de trabalho, permitem uma adaptação da
apresentação visual do ficheiro, às necessidades e gosto do utilizador.
-> OPÇÕES (menu “Ferramentas”)- Esta caixa de diálogo
contem diversas pastas, que serão muito úteis para várias decisões de
funcionamento do Word (existe também no Excel).

Fig. 6

-> BARRA DE FERRAMENTAS comando dos menus “Ver” (opção-


BARRA DE FERRAMENTAS) ou “Ferramentas”-(opção-
PERSONALIZAR)- A existência de uma Barra de Ferramentas (nº6 na
fig. 5) com botões de atalho para alguns comandos, facilita a utilização
dos mesmos. Pode-se optar pela visualização de mais conjuntos de

6
atalhos além dos preestabelecidos (Padrão e formatação) e/ou pela
eliminação ou acréscimo de um ou mais botões de atalho, através da
pasta Comandos na caixa de diálogo do menu “personalizar”.

Fig. 7

Fig. 8

II- WINWORD UM PODEROSO PROCESSADOR DE TEXTO

FUNÇÕES BÁSICAS
Na elaboração de documentos deve-se ter alguns conhecimentos
básicos:
- COMO REALIZAR INSERÇÃO DE TEXTO;
- Como apagar caracteres (atrás e à frente do cursor) ou conjuntos
de caracteres;
- Como anular comandos já executados (comando Anular do
menu “Editar” ou utilizando o botão da Barra de
Ferramentas);
- Saber qual a utilidade do Menu; da Barra de Ferramentas; do
botão direito do rato e de algumas teclas específicas (Shift, Alt;
Ctrl, Tab e Caps Lock)

MOVIMENTAÇÃO NA ÁREA DO TEXTO.


TECLA(S): MOVIMENTO DO
CURSOR:
ou - Uma linha por cima, ou por baixo
ou - Um caracter atrás ou à frente
Page Up ou Page Down - Um ecrã para cima ou para baixo
End ou Home - Início ou final da linha
Ctrl + Home - Para início do documento

7
Ctrl + End - Para o fim do documento
CTRL +  - UMA PALAVRA À
DIREITA

Ctrl +  - Uma palavra à esquerda


Ctrl +  - Um parágrafo para cima
CTRL +  - UM PARÁGRAFO PARA
BAIXO

2.1- Execução de um documento (exemplo1.doc).

DIGITE O SEGUINTE DOCUMENTO (SEM PREOCUPAÇÕES


ESTÉTICAS) NO DOCUMENTO QUE O WORD LHE
“DISPONIBILIZOU”:
O objectivo deste capítulo, é o de traçar, embora de forma
superficial, um quadro geral do que é a Extensão Rural, quais as suas
missões e objectivos
Pretende-se apresentar o panorama da situação em Portugal, e
lançar algumas propostas de actuação da Extensão Rural, para assim criar
o quadro de fundo justificativo da necessidade do trabalho a apresentar.

2.2- Guardar um documento.


Embora o ficheiro vá sendo guardado automaticamente para a
memória do computador (caso a opção esteja activa), deve-se guarda-lo
para um suporte informático, várias vezes ao longo da execução do
documento
Deverá utilizar o comando Guardar Como (no menu “Ficheiro”),
sempre que pretender indicar o local onde pretende gravar (na disquete ou
no disco rígido, numa determinada pasta) e atribuir um nome ao ficheiro.
Posteriormente, quando quiser voltar a salvaguardar o seu
documento, pode utilizar o comando Guardar do menu Ficheiro ou,
simplesmente, pressionar o ícone correspondente na barra de ferramentas:
.
O Word 97 permite ainda a gravação de um documento (*.doc) em
formato HTML, para posterior publicação na Internet (esse documento
será designado por Web Page).

GUARDAR O FICHEIRO COM O NOME DE "Exemplo1.doc".

8
2.3- Impressão dos documentos e eventuais problemas
Antes de imprimir um documento, deve verificar o aspecto das
páginas para impressão, utilizando o comando “Ver antes”. Para imprimir
o documento, utilizando a impressora predefinida e as definições de
impressão, basta fazer clique sobre o botão imprimir no “Ver
antes” ou da Barra de Ferramentas, ou ainda escolher a
respectiva opção no menu “ficheiro”.

2.4- Fechar um documento e/ou o Microsoft Word.

2.4.1- Documento:
Quando terminar o trabalho com um ficheiro, deve retirá-lo da
memória do seu computador. Possíveis procedimentos:
- O comando fechar do menu ficheiro;
- Clicando no respectivo botão de redimensionamento (fechar) da
janela do documento;
- Utilizando as teclas Ctr+ F4.

Nota:

Embora o Word (e o Excel) permita trabalhar com vários documentos


abertos em simultâneo, é aconselhável fechar os documentos que não
necessita, libertando deste modo espaço da memória, permitindo acelerar o
ritmo do computador.

2.4.2- Programa:
QUANDO QUISER FINALIZAR O PROGRAMA
TERÁ DE UTILIZAR UM DOS SEGUINTES
COMANDOS:
- CLICANDO NO BOTÃO DE
REDIMENSIONAMENTO DA BARRA DE
TÍTULO;
- A OPÇÃO SAIR DO MENU FICHEIRO.

9
2.5- Abrir um ficheiro no Word

2.5.1- Ficheiro já existente (anteriormente criado)


Quando está no Word o acesso a um documento existente em
discos ou disquete (já gravado sob a forma de ficheiro) faz-se por
diferentes motivos: visualização, alteração ou impressão.

Para abrir um documento criado e gravado em Word, poderá:


- Aceder
ao
menu

Fig. 9 e 10

ficheiro e seleccionar o comando abrir ou fazer clique no


botão da barra de ferramentas
Nota: Após trabalhar com o Word, por algum tempo, poderá
necessitar de pesquisar e organizar os seus ficheiros. Na caixa
de diálogo que aparece (fig. 9) o comando Localizar agora,
permite obter uma listagem de ficheiros(documentos criados
com o Word 97 ou outros). Poderá ainda utilizar as opções de
critério (na parte inferior da caixa de diálogo) e, pesquisar um
tipo específico de ficheiro (quanto ao seu nome, conteúdo,
data e hora da última gravação e extensão).
- Abrir de forma mais expedita através do menu ficheiro, a partir
da listagem dos últimos ficheiros abertos (fig. 10), se opção
estiver activa.

2.5.2- Novo ficheiro


- Para abrir um novo documento no Word (documento em
branco) selecciona-se no menu “Ficheiro” a opção NOVO.

10
Validando depois a opção Documento Em Branco na pasta
Geral. Se utilizar o botão, , um novo documento é
imediatamente criado.

Fig. 11

Nota: Pode abrir e trabalhar em vários ficheiros em simultâneo,


tendo de utilizar o menu janela para “saltar” de documento em
documento.

Fig. 12

III- EDIÇÃO DO CONTEÚDO DO DOCUMENTO.

3.1- Criação do documento Exemplo2.doc

ABRA AGORA O FICHEIRO extensão.doc, QUE SE ENCONTRA


NA UNIDADE C, NA SUB PASTA EXTENSÃO DA PASTA AULAS E
DIGITE POR BAIXO DO PRIMEIRO PARÁGRAFO DO PONTO I.1., O
SEGUINTE TEXTO:

Existe, no entanto, uma definição que podemos considerar simples


e de certa forma englobante: "Extensão Rural é um sistema de educação

11
informal que visa o desenvolvimento rural, tomando este nos seus
aspectos materiais e humanos."

3.2- Selecção de texto.


Embora muitas acções possam ser executadas à medida que
avançamos na digitação do nosso texto, é quase sempre válido o princípio
seleccione primeiro e execute depois.

RATO:
Posicionar o rato no início do texto que pretende seleccionar, clicar
no botão esquerdo do rato, e arrastar até seleccionar o texto pretendido
TECLADO:
Após posicionar o cursor utilizar em simultâneo a tecla Shift, ctrl e
as teclas de deslocamento.
Em algumas situações, poderá ser vantajosos a utilização
combinada do rato e do teclado.

S E L E C C I O N A R U M A P AL A V R A :

Posicionar o apontador do rato, com a forma visualizada no


exemplo seguinte, e fazer um duplo clique:

S E L E C C I O N A R U M B L O C O D E T E XT O N A VE R T I C A L :

Posicionar o apontador do rato, como na forma visualizada no


exemplo, no início do texto a seleccionar; pressionar a tecla Alt e sem
largar, pressione o botão esquerdo e araste até seleccionar todo o texto
pretendido.

12
SELECCIONAR UMA LINHA, UM PARAGRAFO OU
TODO O TEXTO:

Posicionar o apontador do rato (seta virada para a direita), no início


de um linha e:
- Fazer clique, para seleccionar uma linha;
- Fazer duplo clique, para seleccionar um parágrafo;
- Pressionar a tecla Ctr e um clicar, para seleccionar todo o texto.
Nota: Poderá ainda utilizar a menu Editar, opção SELECCIONAR
TUDO, para ter todo o texto seleccionado

3.3- Modo de Pesquisa Automática.


Para substituir automaticamente (em todo um documento ou numa
área seleccionada), determinado texto por outro (por exemplo, a palavra
"tempo" pela palavra "prazo"), utiliza-se o comando Substituir do menu
“Editar”.

Fig. 13

Para realizar a tarefa poderá optar por:


- Efectua-la procedendo a sucessivas buscas e substituições
utilizando o botão Localizar seguinte e Substituir;
- Dar ordem para substituir, de uma só vez, todas as palavras que
se encontram na área da selecção (ou do texto todo), utilizando
o botão Substituir tudo.

SUBSTITUA, NO DOCUMENTO extensão.doc TODAS AS


PALAVRAS vulgarização PELA PALAVRA extensão.

3.4- Fim de Página Forçado


Vamos distinguir dois tipos de quebra de página: normal e
forçada.

13
As quebras de página normal: são os fins de página automáticos (as
que vão surgindo no decorrer da edição e inserção de texto ou imagens),
que dependem unicamente das medidas definidas no Configurar página
do menu “Ficheiro”. Estes fins das páginas são automaticamente
reajustados sempre que se realizam alterações.
As quebras de página forçadas: acontecem por ordem do utilizador
(menu “Inserir” opção QUEBRA) e não por configuração do sistema. Ao
inverso do que acontece com as quebras de página normal este tipo de
fins de página só serão eliminados ou modificados de posição por ordem
do utilizador, mas influenciam as alterações nas quebras de página
normais.
Resumindo: as quebras de página forçadas servem para o utilizador
forçar blocos de texto ou imagens a passarem para outras páginas no
documento.

EXECUTE NO DOCUMENTO extensão.doc, AS DEVIDAS


ALTERAÇÕES, DE FORMA A QUE, O TÍTULO DO CAPÍTULO II
FIQUE SOZINHO E AO CENTRO DA PÁGINA.
GRAVAR DEPOIS O TEXTO, ATRIBUINDO-LHE O NOME
DE "Exemplo2.doc".

3.5- Manuseamento de blocos de texto.

3.5.1- Movimentação de blocos de texto no documentos


Outra das facilidades, é a possibilidade de manuseamento de
blocos de texto contíguo. Pode-se copiar ou cortar palavras, linhas,
parágrafos e paginas de um local do documento sem ser necessária
preocupar-se com o rearrango do restante texto.
Procedimento:
- Seleccionar o bloco de texto;
- escolher do menu “Editar” a opção CORTAR/COPIAR, ou
premir um dos botões: ou .
- Posicionar o cursor onde se pretende inserir o bloco de texto;
- escolher depois do menu “Editar” a opção COLAR, ou o botão,

Nota: Pode-se recuperar texto apagado, através da opção ANULAR do


menu “Editar”, ou através do botão

14
3.5.2- Movimentação de blocos de texto entre documentos.
Outra das facilidades do Winword é a de possibilitar a cópia ou o
mover de informação entre documentos, permitindo-nos, estando em
modo de edição/criação (elaboração de texto) de um documento, abrir
outro(s) ficheiro(s) e retirar dele(s) blocos de informação necessária para
serem usados no nosso documento actual.
Procedimento:
- Abra o documento do qual quer copiar ou mover informação;
seleccione do texto a área de informação que quer copiar ou mover,
procedendo exactamente do mesmo modo indicado no ponto anterior
(2.5.1);
- regresse ao documento inicial, utilizando o menu Janela (fig. 14);

Fig 14

- po
sic
ione-se no local onde deseja incluir o texto seleccionado e
execute a opção COLAR do menu Editar, ou utilize o botão
.

ABRA O DOCUMENTO exemplo1.doc E COPIE O QUE NELE


ESCREVEU PARA O DOCUMENTO exemplo2.doc. COLE-O ANTES
DO PONTO I.1.

15
IV- FORMATAÇÃO DE UM DOCUMENTO.

A apresentação do texto, e das imagens nele inseridos, constitui um


factor importante na execução de documentos.
Para obter uma apresentação estética, profissional e agradável do
documento, deve-se utilizar as diversas opções do menu Formatar (e/ou
os botões de formatação da Barra de Ferramentas). A formatação,
poderá realizar-se através:
- opções escolhidas, nas formatações possíveis (tipo de letra,
parágrafo, tabulação,etc..);
- da opção FORMATAÇÃO AUTOMÁTICA, se não pretender
perder tempo numa formatação progressiva.

4.1- Formatar o tipo de letra do documento.

Ao escolher a opção TIPO DE LETRA realizará a formatação

Fig. 15

específica dos caracteres. Nesta existe quatro aspectos principais:


- tipo de letra
- tamanho
- atributos
- cores
Na barra de Ferramentas, tem-se acesso a todos os
tipos de letras instalados, dimensões e cores, mas apenas a alguns
atributos.

16
Para elevar ou rebaixar texto (exemplos: Exmo e H2O) deve-se
seleccionar o texto e optar por um dos procedimentos:
- Escolher as respectivas opções na pasta Tipo De Letra (efeitos);
- Escolher as respectivas opções na pasta Espaçamento Entre
Caracteres (Posição);
- através dos botões e , que poderão ser inseridos na barra
de Ferramentas (opção PERSONALIZAR- ponto 1.4).

4.2- Formatar Estilo.


Se desejar, poderá escolher estilos pré-defenidos, para os títulos e
legendas das figuras e tabelas, no seu texto. Desta forma ficarão
formatados, não só no que diz respeito ao tipo, tamanho e atributos, como
também em relação ao alinhamento e tabulação.
Para ter acesso aos diversos estilos, bastará no menu “formatar”
escolher a opção ESTILO (Fig. 16) ou o respectivo
botão.
Desta forma todos os títulos e legenda, estarão localizáveis pelo

Fig. 16

programa e posteriormente, poderão servir de referência para realizar o


Índice Geral, Remissivo ou das Ilustrações (Ponto 5.3).

4.3- Formatação de Parágrafos


A formatação de parágrafos no Word é um dos principais factores,
que influencia a apresentação de um documento.
Uma forma bastante prática de visualizar as formatações no seu
documento é fazer clique no botão . Cada símbolo

17
representa o final de um parágrafo e surge sempre que o utilizador
pressiona na tecla “Enter”

Fig. 17

4.3.1- Avanços / margens temporárias.


No documento livre, as margens esquerda e direita estão
predefinidas (padrão do Word- 3,17 cm); no entanto existem ocasiões em
que se torna necessária a alteração temporária das margens numa
determinada zona do texto. A esta acção chama-se normalmente Avanços.
Existem dois processos de “Avançar” linha(s) ou parágrafo(s):
- através do comando PARÁGRAFO do menu “formatar”
(opção Avanço);
- através do rato, alterando a posição dos sinais das margens na
régua.

Será esta Segunda hipótese que irá ser exemplificada.


Posicione-se no início do texto e repare nos símbolos contidos na
régua de formatação do documento: O símbolo, , indica a posição da
margem esquerda e o símbolo, , indica a posição da margem direita.

18
Para modificar ambas as margens, basta seleccionar o bloco de
texto desejado; clicar nos respectivos símbolos e arrastá-los para a direita
ou para a esquerda alterando assim as margens.

Fig. 18

4.3.1- Alinhamento do texto


Embora os alinhamentos de texto possam ser aplicados através do
menu “Formatar”, comando Parágrafo; eles estão sempre disponíveis
na barra de formatações, sendo mais prático utilizar os respectivos
botões:
= Alinhamento à esquerda

= Alinhamento justificado

=> Alinhamento ao centro


= Alinhamento à direita

19
4.2.3-.Espaçamento entre linhas
É predefinido um espaçamento entre linhas do tipo simples. No
entanto é possível modifica-lo, acedendo ao menu “formatar”, comando
PARÁGRAFO.
Caso queira alterar o espaçamento entre linhas de forma mais
expedita, poderá personalizar a Barra de Ferramentas (menu
“Ferramentas” comando opções) com os botões para
espaçamento Simples 1,5 e Duplo.

4.3- Formatar as Tabulações


A utilização de tabulações num documento é muito importante para
a digitação de texto alinhado na vertical (fig. 19).
Existe no Word quatro tipo de tabulações, representadas no canto
superior esquerdo da régua (o símbolo muda de forma, fazendo sobre ele
um clique com o rato):

.TABULAÇÃO À ESQUERDA
.TABULAÇÃO À DIREITA

.TABULAÇÃO AO CENTRO
.TABULAÇÃO À DECIMAL À
DIREITA

Fig 19

A TABULAÇÃO PODE SER FEITA DE DUAS


FORMAS:
- ATRAVÉS DO COMANDO TABULAÇÃO
NO MENU “FORMATAR”;
- SELECCIONANDO A TABULAÇÃO
PRETENDIDA ATRAVÉS DA RÉGUA,
ATRAVÉS DE UM CLIQUE DO RATO

NOTA: DEVE-SE SEMPRE COLOCAR AS


TABULAÇÕES, UTILIZANDO A TECLA DE
TABULADOR (FIG. 20).

20
Fig.20

NO DOCUMENTO AO QUAL DEU O NOME DE


exemplo2.doc, VAI AGORA REALIZAR OPERAÇÕES DE
FORMATAÇÃO.
ALTERAR A FORMATAÇÃO DO BLOCO DE TEXTO, QUE
SE ENCONTRA ENTRE ASPAS, NA PÁGINA 3:
- O TEXTO CONTINUARÁ SUBLINHADO MAS EM ESTILO
ONDULADO;
- ALTERAR O TIPO DE LETRA PARA COMIC SANS MS;
- DEVERÁ EVIDENCIAR ESTE BLOCO DE TEXTO DA
SEGUINTE FORMA:
1- SEPARA-LO DO RESTANTE TEXTO COM A
INTRODUÇÃO DE PARÁGRAFOS;
2- AUMENTAR A SUAS MARGENS ESQUERDA E
DIREITA DE APROXIMADAMENTE 1CM
(SUGESTÃO: UTILIZE A REGUA);
3- ESCOLHER PARA ESPAÇAMENTO ENTRE LINHAS
A OPÇÃO- SIMPLES.

V- OUTRAS FUNÇÕES E OPÇÕES IMPORTANTES

5.1- Como Paginar.


Uma vez escrito um documento que tanto pode ser uma carta de
uma página como um trabalho com muitas páginas podemos numerar
essas páginas da forma que quisermos. Para isso teremos que proceder da
seguinte forma:
 No menu “Inserir” escolhemos a opção NÚMEROS DE PÁGINA. Na
janela que se segue podemos definir a Posição onde os números das
páginas irão ficar (se no início da folha ou no final) e o alinhamento
dos números (esquerda, direita ou centro).

21
Fig. 21 e 22

 Se quisermos que a primeira página do documento tenha o número um


fazemos OK e o documento será todo paginado, mesmo se depois
acrescentarmos mais folhas, essas folhas serão automaticamente
paginadas. Caso queiramos começar a paginar com um número
superior a 1 teremos que premir o botão Formatar o qual nos dá acesso
a outra Janela onde podemos seleccionar o Formato do número assim
como dizer qual o número por onde queremos começar a paginar.

5.2- Títulos e fins de página.


É possível criar um cabeçalho, comum a todo o documento, o qual
será automaticamente impresso no início de todas as páginas, num local
previamente reservado (configurar página- Ponto 1.4).

Fig. 23

Para criar um cabeçalho, escolha no menu “Ver”, a opção CABEÇALHO


E RODAPÉ, e depois basta só preencher a área de trabalho respectiva.
Para ter de novo acesso ao Cabeçalho e/ou Rodapé bastará ter o mesmo
procedimento e depois utilizar o botão que alterna o acesso entre
Cabeçalho e Rodapé.

5.3- Inserção de Índices


O Word permite-nos fazer um índice “automático” facilitando
imenso o trabalho. Para a realização desse índice têm que ser seguidas
certas regras. Assim, em primeiro lugar, vamos ao menu “Inserir”

22
escolhendo a opção ÍNDICES podendo escolher entre vários tipos de
índices:
1. Índice Remissivo, que nos permite aceder alfabeticamente a termos
ou temas utilizados no documento com a sua respectiva localização.

Fig.24

2. Índice
Geral, que nos permite aceder à localização ordenada dos temas
tratados no documento.
3. Tabelas de Figuras, que nos permite aceder às figuras ou itens e suas
legendas pela ordem que surgem no documento.

 Antes da inserção de qualquer um destes índices, terá de ter


formatado os títulos e as legendas com os diferentes estilos
disponíveis(ponto 4.2).
 Para o índice de figuras, convém ainda utilizar o menu
“Inserir” opção LEGENDA, para colocar as legendas nas
figuras que formos inserindo. Deste modo torna-se depois
mais fácil a inserção do índice de figuras.

REABRA O FICHEIRO exemplo2.doc E EXECUTE ALTERAÇÕES


QUE LHE PEDIMOS:
I- ESCOLHA OS SEGUINTES ESTILOS E ALINHAMENTO
PARA OS DIFERENTES TÍTULOS EXISTENTES:
- CAPITULO I-> TÍTULO 1 / ALINHAMENTO
CENTRADO
- PONTOS I.1; I.2 E I.3 -> TÍTULO 2 / ALINHAMENTO
JUSTIFICADO

23
- PONTOS I.1.1…; I.2.1… E I.3.1…-> TITULO 3 / ALINHAMENTO À
DIREITA.
II- PAGINAR O DOCUMENTO, SENDO A
PRIMEIRA PAGINA A N.º 13. CONTUDO O
N.º DA PRIMEIRA PÁGINA NÃO DEVE SER
VISÍVEL. ATRÁS DO N.º DEVERÁ
APARECER A PALAVRA PÁGINA. QUANTO
AO FORMATO, O TIPO DE LETRA PODERÁ
SER COMIC SANS MS TIPO, ESTAR NO
CENTRO DO CABEÇALHO E D E T A M A N H O 1 4 .
III- INSIRA ESTA NOTA DE RODAPÉ (1 EXMO
INÁCIO REBELO DE ANDRADE,
"CONCEITOS INTRODUTÓRIOS
FUNDAMENTAIS" IN TEXTOS DE APOIO
À DISCIPLINA DE EXTENSÃO RURAL I,
1991, P. 1), NO FINAL (OU NO INÍCIO) DO
BLOCO DE TEXTO, QUE PEDIMOS PARA
FORMATAR NO FINAL DO CAPÍTULO IV:

5.4- Ortografia.
O Word possui um corrector ortográfico, o qual nos informa dos
erros ortográficos que cometemos dando-nos a hipótese de escolhermos a

Fig. 25

palavra que mais se adequada à frase. O botão que dá acesso ao corrector


ortográfico é .Utilizando o menu “Ferramentas” escolhe-se a opção
ORTOGRAFIA E GRAMÁTICA.

24
Para além disso existe no menu “Ferramentas”, a opção
CORRECÇÃO AUTOMÁTICA através da qual é possível:
- Corrigir automaticamente erros comuns, definidos por nós
antecipadamente (embora já existe uma lista pré-definida pelo
programa);
- Formatar texto automaticamente (Ex.: substitui "" por “”);
- Definir texto automático (Ex.: digitando um determinado texto
pré-definido ea e premindo a tecla F3 será substituído por
outro Escola Agrária, também pré-definido);
- Definir opções para futuras formatações automáticas.

Fig. 26

5.5- O Word e as outras


aplicações do Office e do Window
Trabalhando em ambiente Windows 95 e nomeadamente com o
Microsoft Office, torna-se muito mais fácil a ligação entre os mais
diversos programas e ficheiros.

5.5.1- Copiar e Colar entre ficheiros de programas diferentes.


Se quisermos inserir(colar) num documento do Word uma parte de
um ficheiro de outra aplicação(um gráfico ou folha de cálculo do Excel,
uma representação gráfica do Paint Brush, etc..), teremos várias formas
de o poder fazer:
1. A forma mais simples e directa é através da opção CÓPIA/CORTAR
e COLAR: Bastará seleccçionar, no respectivo programa, o que se
pretende inserir e efectuar a sua cópia. Passando de seguida para o
Word, deverá simplesmente executar o comando colar.
Nota: No entanto esta opção não é a mais perfeita, pois se
posteriormente for modificado o ficheiro de origem, a
inserção que está feita no Word 97 não se modifica.

25
2. Para ter uma cópia actualizável não deve escolher a opção COLAR no
menu “Editar”, mas sim COLAR ESPECIAL. Se o ficheiro de origem
tiver sido feito no programa Excel (Exemplo da Fig. 27), Escolhe-se a
opção Colar Ligação e Folha de Cálculo do Microsoft Excel
Objecto, na janela que se segue. Desta forma, sempre que haja uma
alteração no ficheiro de origem; esta será executada simultaneamente
no ficheiro do Word.
Fig. 27

5.5.2- Inserir imagens, ficheiros ou objectos

IMAGENS:
Para inserir no documento, ficheiros que contenham imagens
(previamente digitalizadas ou fornecidas por aplicativos), basta escolher a
opção IMAGEM, no menu “Inserir” e seleccionar o ficheiro
correspondente (Inserir -> Imagem -> Do ficheiro), ou escolher uma
imagem disponibilizada num dos aplicativo do Word (Ex: Inserir ->
Imagem -> WordArt/Clipart ou outro)

Fig. 28

Posteriormente, poderá aperfeiçoar a apresentação das


imagens através da opção imagem do menu “Formatação” ou, utilizando
os respectivos botões da Barra de Ferramentas (Fig. 28).

Fig. 29

26
FICHEIROS:
Sem ter de recorrer aos comandos Copiar e Colar (ponto 5.5.1),
podemos inserir em qualquer parte de um documento em execução, todo
o conteúdo de um determinado ficheiro. Para o fazer bastará escolher a
opção FICHEIRO no Menu “Inserir”(Fig. 27).

OBJECTO
Estando no Word poderá ainda, ter necessidade de:
A. Inserir trabalho (ainda não realizado) de outro aplicativo. Nestes casos
poderá optar por:
1. Sair do Word, abrir o programa de que necessita e por fim copia-lo e
cola-lo (5.5.1);
2. Abrir o respectivo programa a partir do Word (menu “Inserir”, opção
OBJECTO- Pasta Criar novo); trabalhar na área de trabalho
disponibilizada e, quando terminar, clicar fora da referida área. O que
executou ficará automaticamente inserido no documento.

Fig. 30

B. Inserir um ficheiro de outro programa, para posterior edição, a partir


do Word (o que torna esta operação diferente da apresentada no ponto
5.1.1). Para tal, terá de escolher a pasta Criar a partir de ficheiro, nesta
opção do menu Inserir. Se nesta pasta escolher a opção Ligar ao
ficheiro (Fig. 31), o Word estabelecerá uma ligação directa com o
ficheiro original. Desta forma, as alterações feitas a partir de qualquer
um dos programas (Word ou respectivo programa do ficheiro de
origem) serão visíveis em ambos os ficheiros.

27
Fig. 31

EXECUTE AS SEGUINTES ALTERAÇÕES NO documento2.doc.


I- ACRESCENTE (COLANDO OU INSERINDO), NA PRIMEIRA
PÁGINA DO DOCUMENTO:
A) NA POSIÇÃO ACIMA DO TITULO DO 1º CAPÍTULO: AS
IMAGEM DOS FICHEIROS folhas de outono.gif E DO FICHEIRO
informática.doc (QUE SE ENCONTRAM NA SUB-PASTA IMAGENS
DA PASTA AULAS),. AS IMAGENS DEVERÃO SER COLOCADAS
UMA POR CIMA DE OUTRA E FICAREM CENTRADAS EM
RELAÇÃO À PÁGINA.
B) NA POSIÇÃO ABAIXO DO TÍTULO DO 1º CAPÍTULO:
COLOQUE A SUA RÚBRICA.
II- INSIRRA NO FINAL DO DOCUMENTO UM INDICE GERAL
COM O FORMATO FORMAL
III- FINALMENTE FAÇA A VERIFICAÇÃO ORTOGRÁFICA DE
TODO O DOCUMENTO.

VI- COMO CRIAR TABELAS (QUADROS) NO WORD

28
Existem várias formas de criar tabelas dentro do Word.
1. “Forma Clássica”: vamos à barra de ferramentas e premimos o botão
e de seguida escolhemos o tamanho da tabela que queremos. Para
formatá-la poderá utilizar-se o botão dos Limites na barra de
ferramentas. Selecciona-se as células que irão ser formatadas e
escolhe-se o tipo de limites.
2. Para criar uma tabela utilizando o Assistente vamos ao menu
“Tabela” e escolhendo INSERIR TABELA escolhemos depois a
opção formatação automática. Basta agora realizar as respectivas escolhas e a tabela final será aquela
que escolhermos.

Fig. 32

3. Com a versão do Word, pode-se desenhar interactivamente uma tabela, praticamente como se desenha linhas ou

rectângulos, num programa de desenhos. Para isso , basta utilizar o botão “Tabelas e limites” ou escolher a opção

DESENHAR TABELAS no menu “Tabelas”


Nota: Aconselha-se estudar as potencialidades das três formas de criar tabelas, para rentabilizar uma
utilização combinada e obter uma maior eficiência de tempo e trabalho.

SUGESTÕES:

1) Escolher a opção de visualização do documento ESQUEMA DE PÁGINA (esplicado no Ponto 1.4).

2) Mostrar a Barra de Ferramentas “Tabelas e limites”

Utilizando todas as potencialidades, que os comandos existentes oferecem, poderá:

- deslocar-se e escrever nas tabelas (de célula para célula) utilizamos => TECLAS DAS SETAS OU TAB E
RATO;

- Acrescentar (ou suprimir) linhas ou colunas(inteiras ou não) => MENU “TABELA” E BARRA DE

FERRAMENTAS;

29
- Alargar ou reduzir a dimensão das linhas e colunas da tabela => RATO E MENU “TABELA”;

- Dividir células, linhas e colunas => MENU “TABELA”, BARRA DE FERRAMENTAS E UTILIZANDO A

Capítulo

2
L E G E N D A D O S Í C O N E S

 Informação importante
 Teste o que aprendeu
 Exercício no teclado
 Revisão
OPÇÃO DESENHAR TABELAS;

- Ordenar dados e utilizar formulas => MENU “TABELA”.

ABRE UM NOVO FICHEIRO DO WORD E CRIE AS SEGUINTES TABELAS:


Nome 1
Nome 2 Nome 3
1)

2)

Jan. Fev. Mar



3)



GUARDE DEPOIS O DOCUMENTO COM O NOME DE tabelas.doc

30
MICROSOF EXCEL

31
1- Introdução

1.1- O que é uma folha de cálculo ?

As folhas de cálculo são programas que permitem efectuar inúmeros tipos de


operações:
 Cálculos simples;
 Cálculos de totais e sub-totais;
 Cálculos de médias aritméticas;
 Apresentação dos valores em forma gráfica;
 Reformatação dos valores numéricos;
 Actualização automática dos resultados a partir dos valores
introduzidos;
 Concepção de fórmulas adaptadas às necessidades de cálculo dos
utilizadores;
 Utilização de funções estatísticas, financeiras, matemáticas,...
 etc..

1.2- Entrada no Excel

Para poder iniciar o seu trabalho com o Excel, terá de proceder de forma
semelhante aquela que foi exposta no manual do Word.

33
Figura 1 e 2- Duas formas de acesso ao Excel
Passados alguns momentos aparece no ecrã a janela de trabalho do Excel,
contendo no seu interior uma outra janela (Livro1) com algumas folhas de cálculo
Figura 3- Janela inicial do Excel

A quantidade de folhas de cálculo varia consoante o número pré-defenido na


caixa de diálogo do comando Opções do menu Ferramentas.

Figura 4- Janela do comando Opções

Posteriormente, é possível adicionar ou eliminar Folhas de Cálculo. Contudo,


convém não exagerar no número de Folhas, para não ocupar muita memória.
1.3- A área de trabalho

34
Ao iniciar cada sessão com o Excel, é aberto um Livro que fica designado por
Livro 1. Cada uma das folhas, que o compõem, é constituída por linhas e colunas, que
se interceptam gerando as células de trabalho.

Coluna

Célula activa
Linha

Figura 5- Zona da folha de cálculo

As células podem conter três grandes tipos de dados:


 Texto
 Números
 Fórmulas

Designa-se por célula activa a que está com um contorno mais carregado, que
corresponde à posição actual do cursor. Quanto à referenciação das células, a mesma é
feita indicando primeiro a coluna e depois a linha, por exemplo A5, H42, etc., sendo
esse o endereço dessa célula.
Cada folha de cálculo é composta por 256 colunas que são identificadas por
letras de A a Z. A seguir á coluna Z, passam a ser identificadas por duas letras, sendo
a última coluna a IV.
As linhas são 16384 identificadas por valores de 1 a 65563. Se multiplicarmos
o número de colunas pelo de linhas ficamos com o número de células existentes em
cada folha de cálculo, 16.784.128.
O número máximo de caracteres que uma célula pode conter é de 32.0000.

35
1.4- Movimentação na folha de cálculo
Para movimentar o cursor (célula activa) ao longo da folha de cálculo, temos
as seguintes opções disponíveis:
 As teclas direccionais;
 O rato
Podemos usar ainda um conjunto de teclas que permitem realizar certo tipo de
movimentação dentro da folha de cálculo, tais como:
 PG UP, move um ecrã para cima;
 PG DOWN, move um ecrã para baixo;
 ALT+PG UP, move um ecrã para a esquerda;
 ALT+PG DOWN, move um ecrã para a direita;
 CTRL+PG UP/PG DOWN, transita entre folhas de cálculo;
 HOME, move para o início da linha corrente;
 CTRL+HOME, move para o início da folha;
 END+SETA DO CURSOR, move para o início/fim da linha/coluna
corrente;
 F5, posiciona o cursor directamente na célula a indicar.

1.5- Seleccionar Células


Em quase todas as operações efectuadas em Excel, como no caso do Word, é
necessário seleccionar as células onde o comando irá actuar e só depois executá-lo.
Na selecção das células poderemos ter necessidade de efectuar diversos tipos
de selecção:
 Uma célula;
 Um conjunto de diversas células (em linha, em coluna ou misto);
 Vários conjuntos de células (englobando um ou vários dos tipos
indicados anteriormente;
 Várias linhas e/ou colunas completas;
 Toda a folha de cálculo.

36
Para cada um dos tipos de selecção indicados anteriormente, existem diversos
modos de efectuar os mesmos, quer seja com o teclado, com o rato ou com um
sistema misto de ambos.
 Para seleccionar uma célula:
Com o rato, premir o botão esquerdo do rato na célula desejada. Com o
teclado, deslocar a célula activa com as teclas de movimentação referidas
anteriormente.

 Para seleccionar um conjunto de células:


Com o rato premir o botão esquerdo sobre a primeira célula desejada e sem
largar o mesmo arrastar o rato até à última célula que pretende seleccionar. Com o
teclado, deslocar a célula activa até ao inicio da selecção, premir a tecla SHIFT e sem
a largar deslocar a selecção até à última célula desejada.

 Para seleccionar vários conjuntos de células:


Seleccionar o primeiro conjunto de células como foi referido
anteriormente. Premir depois a tecla Control (CTRL), e deixando-a premida
seleccionar com o rato outro, ou outros conjuntos de células.

 Seleccionar linhas ou colunas completas:


Basta colocar o rato em cima do número, no caso de uma linha, ou de
uma letra, no caso de uma coluna, e premir o botão esquerdo. Caso queira seleccionar
mais do que uma coluna ou linha basta arrastar o rato, e se essas colunas ou linhas não
forem contínuas, utilizar a tecla CTRL, como descrito anteriormente.

 Seleccionar toda a Folha de Cálculo:


Premir o botão que se encontra no canto superior esquerdo da zona da
matriz da folha de cálculo (imediatamente abaixo da área de referência das células),
na intersecção dos botões correspondentes às linhas e dos correspondentes às colunas.

2- Criação de uma Folha de Cálculo

Ao longo da execução e manuseamento das Folhas de Cálculo, pode-se optar


pela utilização:
- dos Comandos do Menu do Programa;

37
- dos botões da Barra de Ferramentas;
- dos menus de atalho acessível através do botão direito do rato em varias
partes da Janela de Trabalho (fig. 5 e 6).
Figura 6 e 7- Exemplos de Menus de Atalho

Como se pode verificar a barra de menus e de ferramentas do Excel tem


muitas semelhanças com a do Word, pelo que já sabemos o que fazem muitos dos
comandos (ex.: Copiar; Substituir; Formatação; ortografia; etc..).

2.1- Comandos e Funções Básicas.


2.1.1- Inserção dos dados

Para efectuar a inserção de dados numa determinada célula, é necessário ter


me conta um conjunto de normas muito importantes, que são:
 Colocar o cursor na célula que se pretende preencher.
 Digitar o conteúdo que se deseja inserir na célula; de notar que assim
que se digita o primeiro carácter a área de conteúdo activa-se e mostra o(s)
carácter(es) digitados.
 Validar a entrada dos dados.

2.1.2- Validação de entrada dos dados

Para validar a entrada dos dados numa determinada célula existem vários
métodos:
 Premir o botão esquerdo do rato sobre o ícone que representa um
visto, que se encontra na área de conteúdo, ;
 Premir a tecla Enter;

38
 Usar as teclas de movimentação do cursor (setas).

2.1.3- Alterar dados já inseridos

Caso tenha escrito numa célula um determinado texto e o queira alterar, só tem
que seleccionar essa célula, colocar o indicador do rato na área de conteúdo da célula,
“apontar” no local onde pretende fazer as modificações e premir o botão esquerdo do
rato. Ou seleccionar a célula e premir a tecla F2.1.

2.1.4- Apagar o conteúdo de Células.

Para apagar o conteúdo de uma célula ou conjunto de células, basta


seleccionar essa ou essas células e premir a tecla DELETE, ou ir ao menu Editar e
seleccionar a opção Limpar- Conteúdo.

2.1.5- Inserir Linhas ou Colunas

Para inserir uma linha, basta colocar a célula activa na linha onde deseja fazer
a inserção. Por exemplo se quiser inserir uma linha entre a linha 5 e a 6 deve-se
colocar na linha 6, depois ir ao menu Inserir e escolher a opção Linhas. Outra opção
será seleccionar, com o rato, a linha ou linhas onde quer fazer a inserção e premir de
seguida o botão direito do rato, aparecendo dessa forma o menu rápido, no qual
escolhe a opção Inserir- Linha Completa.
No caso das colunas, selecciona-se a coluna onde queremos fazer a inserção,
vamos ao menu Inserir e escolhemos a opção Colunas. Ou com o rato seleccionamos
a coluna ou colunas e premindo o botão direito do rato escolhemos a opção Inserir-
Coluna Completa.

2.1.6- Eliminar Linhas ou Colunas

Basta seleccionar as linhas ou colunas a eliminar, ir ao menu Editar e escolher


a opção Eliminar. Ou seleccionar as linhas ou colunas, premir o botão direito do rato
e escolher a opção Eliminar.

Exercício 1
Abordados estes pontos sobre a forma de inserir e modificar os dados,
passemos à elaboração de uma folha de cálculo.

Coloque a célula activa no endereço B3, e escreva Pauta dos Alunos:

39
Figura 8

Como poderá reparar, por defeito, todos os dados do


tipo texto são automaticamente alinhados à esquerda da célula.
Se o texto exceder a largura da célula, o mesmo é visualizado na célula à sua
direita, mas atenção, apenas para efeitos de visualização, porque nessa célula da
direita não está lá nada. Este facto só é válido se a célula à direita não estiver
preenchida.

Introduza agora o texto das restantes células da coluna B, tal como


representado na figura que se segue:

Figura 9

Introduza agora o texto dos cabeçalhos e os valores representados na figura


seguinte, tendo em atenção as coordenadas de inserção dos mesmos.

Figura 10

De notar que o final do texto que tinha sido


introduzido em algumas células da coluna B desaparece após a introdução dos valores
na coluna C.
Como também já deve ter notado, os valores numéricos ao contrário dos do
tipo texto, são automaticamente alinhados à direita das células.
2.1.7- Alteração da Largura das Colunas

40
Quando os dados introduzidos ultrapassam a largura da coluna, esta deve ser
alterada. Para o fazer pode-se optar por várias formas de o fazer:
1- Coloca-se a célula activa na coluna que queremos modificar, vamos ao
menu Formatar e seleccionamos o comando Coluna- Largura, alterando
depois a sua dimensão.
2- Coloca-se o rato entre as colunas que queremos alterar (neste caso entre a
coluna B e C) e premindo o botão esquerdo (sem o largar), move-se o rato
para a esquerda ou para a direita modificando o seu tamanho.

2.1.8- Copiar e mover Células

Tal como no Word e noutras aplicações Windows, também no Excel é possível


utilizar as operações tradicionais de Cortar, Copiar e Colar, quer através do menu
Editar, quer utilizando os nossos conhecidos botões ; ou ainda do menu de
atalho do botão direito do rato.

OUTRAS FORMAS DE COPIAR/CORTAR E COLAR


 Em operações de cópia, é possível seleccionar a(s) célula(s) e copiar o seu
conteúdo apenas com o auxílio do rato. Coloca-se o cursor sobre a célula a copiar
(ou seleccionam-se várias células), leva-se o rato até ao sinal  que se encontra no
canto inferior da selecção, prime-se o botão esquerdo do rato e sem o largar
arrasta-o até ao final da área (em qualquer direcção- para os lados, para cima ou
para baixo) onde se pretende fazer a cópia. Largando o botão esquerdo, os dados
são imediatamente copiados.
Figura 11 e 12- Exemplo de uma cópia sem acesso a menus ou ícones de atalho

 Para mover células utilizando o rato, seleccionam-se e coloca-se o rato na


fronteira da selecção até ele voltar a ter o aspecto de seta, nessa altura prime-se o
botão esquerdo do rato e deixando o botão premido move-se o rato até à zona
para onde se pretende mover a selecção, largando aí o botão do rato.

Exercício 1 (Continuação):
Mova tudo o que está da linha 4 para baixo, de forma a ficar com esta linha
“limpa”. Guarde depois o ficheiro com o nome de pautas.xls.

41
Figura 13

2.2- Criação e inserção de Fórmulas e Funções

As fórmulas são normalmente utilizadas nos cálculos e comparações entre


valores. Para iniciar a inserção de uma fórmula deve começar sempre pelo símbolo =
(igual) e pode utilizar:
 Operadores aritméticos e de comparação;
 Valores constantes;
 Endereços de células;
 Nomes;
 Funções
2.2.1- Operadores aritméticos

Os operadores aritméticos válidos são os normalmente usados em notação


informática:
 + Adição
 - Subtracção
 * Multiplicação
 / Divisão
 ^ Exponente
 % Percentagem

Deve-se ter cuidado com as operações, pois como sabemos em primeiro lugar
são efectuadas as multiplicações ou divisões e só depois as adições e subtracções, pelo
que se podem utilizar também os parêntesis. Por exemplo: 6+3*8=30 e (6+3)*8=72.

2.2.2- Operadores de Comparação

 = Igual
 > Maior que

42
 < Menor que
 >= Maior ou igual
 <= Menor ou igual
 <> Diferente

2.2.3- Endereços de Células

A. UTILIZANDO A INDICAÇÃO DA COLUNA E LINHA DAS CÉLULAS


Quando trabalhamos com uma folha de cálculo, normalmente não nos
referimos explicitamente a valores numéricos, mas sim ao endereço das células que
contém esses valores. Isso traz-nos a vantagem de, uma vez alterado o seu conteúdo,
permanecem válidas as fórmulas deles dependentes.
Por exemplo:
=B2/12 Valor da célula B2 a dividir por 12
=A4+B4 Valor da célula A4 adicionado ao valor da célula B4.
=(D13+E13)*C8 Valor de D13 adicionado ao valor de E13, sendo o seu
resultado multiplicado pelo valor de C8.

Podem-se introduzir fórmulas de duas formas:


Posicionar o cursor na célula em que se pretende a fórmula, digitar = e
escrever os endereços das células e os operadores intervenientes na fórmula,
validando no final.
Ou, posicionar o cursor na célula em que se pretende a fórmula, digitar = e
para indicar as células intervenientes na fórmula, deslocar o cursor (com o rato ou
com as teclas de direcção) para as respectivas células, o Excel escreve o endereço na
fórmula.1

B. UTILIZANDO TEXTO COMO ENDEREÇO


É possível utilizar o texto dos cabeçalhos dos dados na elaboração de fórmulas
ou funções.

Figura 14- Formula com utilização de texto

2.2.4- Funções

1
Nota: Este último método é mais seguro, especialmente quando as células que
pretendemos referenciar se encontram distantes umas das outras.

43
O Excel possui um conjunto bastante vasto de fórmulas pré-concebidas, com
aplicações específicas, às quais se dá o nome de funções. A utilização das funções traz
grandes vantagens para o utilizador, pois permite diminuir o tempo gasto na
elaboração de fórmulas. As cerca de 320 funções do Excel agrupam-se em:
 Base de Dados
 Data e Hora
 Financeiras
 Informação
 Lógicas
 Consulta e Referência
 Matemática e Trigonometria
 Estatística
 Texto

Funcionam da seguinte forma:


= Nome da Função(argumentos).
Os argumentos mais utilizados são:
- valores constantes;
- endereços;
- área ou range (conjunto de células)
1- A4:C9=> selecção de células que vai de A4 a C9 inclusive
2- A4;C9=>selecção da célula A4 e da célula C9)
Para construir uma função, pode-se digitar toda a sintaxe da função na célula onde
se pretende que ela seja inserida, ou utilizar o Assistente de Funções, o qual ajuda o
utilizador a realizar uma acção passo a passo.

Para utilizar o Assistente de Funções, coloca-se a célula onde queremos inserir


a função e utilizamos o comando inserir função através do menu Inserir ou do botão
de atalho. De imediato surge a janela do Assistente de Funções, na qual se
encontram uma serie de indicações e Caixas de Texto para a inserção dos dados
(endereços das células), a considerar para obter o resultado final da respectiva função.

44
Figura 15- Caixa de Diálogo do Assistente de Função (Passo 1)
PASSOS A SEGUIR NA UTILIZAÇÃO DO ASSISTENTE DE FUNÇÃO:

1- Seleccionar a célula onde se pretende colocar a formula da função;


2- Escolher na categoria da função Estatística a função Média (fig. 11),
3- Na caixa de diálogo seguinte (fig. 12), colocar a área da selecção (podendo
digitá-la ou seleccioná-la com o rato a partir da folha de cálculo) na
respectiva caixa de texto(Núm1). Como se pode verificar, o resultado da
operação é logo apresentado na própria caixa de diálogo.
Figura 16- Caixa de Diálogo do Assistente de Função (Passo 2)

NOTA: O botão existe em várias caixas de Diálogos, e permite


(quando premido) reduzir o tamanho da Janela, deixando
visível apenas o caixa de texto que lhe está associada. Isto
facilita a visualização e selecção dos dados da folha de cálculo.

Exercício 2
Calcule a média das notas dos alunos (pautas.xls).

45
Figura 17- Cópia da fórmula da Nota Final para os restantes alunos

Agora, com mais este novo dado é necessário acrescentar um novo título de
cabeçalho- Nota Final. Tendo inserido a função apenas na linha do 1º aluno
(endereço F6), deve-se depois copia-la para os alunos seguintes. Como pode verificar
o próprio programa adapta os endereços consoante local de destino da cópia. Caso
quiséssemos manter um endereço inalterável de cópia para cópia teríamos que
colocar o cursor onde estava esse endereço e premir de seguida a tecla F4 ficaria
=MÉDIA($C$6:$E$6). Se depois fossemos copiar essa fórmula com esse endereço
não haveria qualquer tipo de alteração.

2.3- Ordenação de dados

O Excel, assim como outras folhas de cálculo, permitem a ordenação dos


dados tanto de forma ascendente como descendente, ordenado em primeiro lugar os
números e só depois as letras. Permite, também ordenar os dados da folha de cálculo,
até 3 “chaves de ordenação” em simultâneo, isto quer dizer que podemos, numa folha
de cálculo que tem numa coluna Nomes e noutra Apelidos, ordenar em primeiro tendo
em conta os nomes e os apelidos, nesse caso se existirem dois nomes iguais ele vai
ordenar pelos apelidos.
Para ordenar os dados, devemos em primeiro seleccioná-los, depois aceder ao
menu Dados, escolhendo a opção Ordenar, na qual escolhemos o que queremos
fazer.

Figura 18- Caixa de Diálogo do comando Ordenar

46
2.4- Filtro Automático
A utilização do Filtro Automático (menu Dados opções Filtro  F. automático),
no tratamentos de dados poderá revelar-se um instrumento muito importante, na
elaboração de trabalhos em Folhas de Cálculo.
Para poder usar o este filtro, deve-se proceder antecipadamente a uma
selecção. Nesta selecção, convém incluir além dos dados, os respectivos cabeçalhos.

Enquanto este comando estiver activo aparecerá:


- um pequeno quadrado no canto inferior direito de cada cabeçalho;
- o símbolo de confirmação no respectivo menu.

Figura 19- Visualização do menu Dados, enquanto o filtro está activo.

A filtragem poderá ter como alvo.


A- Células especificas:
1) Com determinado texto ou valor =>Exemplo1;
2) Com conteúdo (Não em branco) =>Exemplo2;
3) Sem conteúdo (Em branco) =>Exemplo3

47
EXEMPLOS A EXECUTAR NO FICHEIRO PAUTAS.XLS

Exemplo1- Selecção e activação do comando Filtro automático

Exemplo 2- Filtragem dos valores da coluna C (Células com o n.º 12)

Exemplo 3- Filtragem dos valores da coluna C (Células vazias)

Exemplo 4- Filtragem dos valores da coluna C (Células não vazias)

Exemplo 5-Filtragem Personalizada a valores

Exemplo 6-Filtragem Personalizada a texto

48
Figura 20-
Preenchiment
o do Menu
para filtrar
células com
valores

Células que cumprem determinados requisitos (opção Personalizar. no menu do


Filtro):
1) Apresentarem valores que se enquadrem num determinado cenário
(Fig.20) =>Exemplo4;
2) Apresentarem texto com características definidas (Fig.21)
=>Exemplo5.

Figura 21-Preenchimento do Menu para filtrar células com texto

NOTAS:
1- Poderá executar filtragens combinadas até o limites de colunas (1 filtro por
coluna seleccionada);
2- O resultado da filtragem poderá ser copiada sem haver inclusão das células
“retidas” pela filtragem.

Para TERMINAR de executar a operação de filtragem, basta voltar ao menu


Dados e desactivar o comando.

49
Figura 24-
Pastas da
caixa de
Diálogo da
opção
Formatar
células

3- Formatação da Folha de Cálculo

3.1- Alinhamentos

Tal como no Word também no Excel é possível alinhar os dados utilizando, ou


a barra de formatação ou o menu Formatar. No caso da barra de formatação,
utilizando os botões , servindo o último botão para fazer o alinhamento
relativo a uma determinada selecção. No caso do menu Formatar, seleccionando a
opção Células e escolhendo depois a pasta alinhamento, na qual podemos então
escolher o alinhamento pretendido.

50
3.2- Tipos e Tamanhos de Letra

A possibilidade de atribuir diversos tipos e tamanhos de letra na mesma folha


de cálculo, permite melhorar a sua apresentação, tornando-os também mais explícitos.
Para alterar o tipo e tamanho da letra:
 Seleccione a célula ou conjunto de células que pretende formatar;
 Escolha a opção Células do menu Formatar; seleccionando depois a pasta
Tipo.
 Faça as modificações que entender e escolha o botão OK.
Uma forma bem mais simples de realizar estas modificações, é através da
barra de formatação, utilizando os botões já nossos conhecidos do Word e que no caso
do Excel funcionam da mesma forma, .

Exercício 5 (continuação)
Modifique agora o tipo de letra das palavras Pauta de Alunos, para o tamanho
de 16 e em Negrito e Sublinhado. Todas as palavras da linha 5 devem, também, de
ficar em Negrito, e as notas finais deverão ficar em Negrito e Itálico.
Figura 26

51
3.3- Formato Numérico

Ao criar uma folha de cálculo, o Excel atribui a todas as células o Formato


Geral. Pode no entanto alterar o aspecto dos dados escolhendo dentro da categoria de
formatações disponíveis no Excel:
 Número
 Data
 Percentagem
 Moeda
 Científico
 Personalizado
 Especial
 Contabilidade
 Hora
 Fracção
 Texto.
Para ter acesso a estas formatações (depois de seleccionadas as células) vamos
ao menu Formatar, escolhemos a opção Células e a pasta Número, na qual
escolhemos a nossa opção. Outra forma, será seleccionar as células, e premir o botão
direito do rato escolhendo depois no menu que aparece a opção Formatar Células.
Esta última opção não serve só para formato numérico mas como podem ver pelas
opções do menu para muitas outras coisas, concretamente para aqueles comandos que
usualmente são mais utilizados.

Podemos ainda utilizar os botões, que servem,


respectivamente, para Formato de Moeda; Formato de
Percentagem; Separador de Milhares; Aumentar as Casas Decimais e Di+minuir as
Casas Decimais.
Exercício 5 (continuação):
Vamos então modificar o formato numérico da nota final, uma vez que essa nota deve
de vir arredondada, ou seja sem qualquer casa decimal.

3.4- Limites (Enquadramentos)

A criação de quadros numa folha de cálculo será um dos aspectos mais


importantes da sua apresentação, os traços que já aparecem na folha de cálculo são
chamados por Linhas de Grelha, e podem dificultar um pouco a percepção visual na
construção de quadros, podemos deixar de visualizar essa Linha de Grelha, acedendo
ao menu Ferramentas e seleccionando o comando Opções, e na pasta Ver tirar a cruz
onde está escrito Linhas de Grelha.
As linhas que podemos colocar podem ser relativas só a uma célula ou a um
conjunto de células e podemos escolher as seguintes opções:
 Contorno - Coloca uma linha à volta do seleccionado
 Esquerda - Coloca uma linha à esquerda do seleccionado
 Direita - Coloca uma linha à direita do seleccionado

52
 Superior - Coloca uma linha no topo do seleccionado
 Inferior - Coloca um linha na base do seleccionado
Para fazer quadros, em primeiro seleccionam-se as células, vamos ao menu
Formatar escolhendo a opção Células e indo depois à pasta Limites, onde podemos
escolher o tipo de linha e onde a queremos colocar. Ou podemos aceder directamente
à janela Formatar Células, premindo o botão direito do rato em cima da selecção.
Outra alternativa será utilizando o botão e as suas opções.
Exercício 5 (continuação):
Coloque agora as linhas que entender no seu quadro de forma a que fique com um
aspecto sensivelmente semelhante a este:

Figura 27- Quadro formatado e sem a visualização das Linhas de grelha

3.5- Esconder Colunas e Linhas

Por vezes podemos ter necessidade de esconder temporariamente Colunas ou


Linhas, fazendo com que elas não sejam visualizadas no ecrã. Para tal seleccionamos
a coluna ou colunas a esconder e vamos ao menu Formatar, escolhendo a opção
Colunas- Ocultar. Para voltar a visualizar as colunas vamos ao menu Formatar e
escolhemos Colunas- Mostrar. Em relação às linhas, o funcionamento é idêntico, a
diferença está que em vez de escolher a opção Coluna escolhemos a opção Linha.
Exercício 5 (continuação)
Proceda às alterações necessárias, de forma a obter um quadro semelhante ao da
figura 28.

53
Figura 28- Quadro da Pauta com 3 colunas escondidas.

54
4- Gráficos

Para abordar este assunto, ire-se-à utilizar de novo o ficheiro Pauta.xls. Este,
será um gráfico de barras muito simples, de forma a podermos seguir as perspectiva
diferente da evolução de cada aluno.
Para o realizar vamos socorrer-nos do Assistente de Gráficos, que nos auxilia
na escolha:
- do tipo de gráfico;
- Nas selecções dos dados a utilizar;
- Na forma como estes dados serão processados para a elaboração do
gráfico.
Pode começar por seleccione na folha de cálculo os dados que quer colocar no
gráfico, neste caso será desde a célula B5 à F10.

4.1- Utilizaçâo do assistente de gráficos


PROCEDIMENTO
1- Dar início ao processo, premindo no botão ou escolhendo a
respectiva opção no menu Inserir.
2- Escolher o tipo de gráfico (fig. 31) de uma das pastas da 1ª Janela (Padrão
ou Personalizado);

3- Confirmar (ou executar a selecção, caso não a tenha ainda realizado) a


escolha de todos os dados, que deseja incluir no gráfico (fig. 32).
4- Definir o tipo de Serie de dados com a qual se está a trabalhar (fig. 32).
Esta, depende da forma como os dados são apresentados (em colunas ou
em linhas).
5- Confirmar quanto à selecção específica dos valores da serie e da respectiva
legenda (Fig. 33).

6- Proceder á escolha de alguns pormenores do gráfico(Fig. 34):


- digitar Títulos;
- incrementar ou suprimir a existência dos possíveis eixos (x; y ou z);
- escolher a posição da legenda dos dados;
- adicionar rótulos aos dados;
- acrescentar à apresentação gráfica a tabela dos dados.

7- Definir o local de inserção do gráfico (Fig. 35)

55

Terminar

Figura 31- Passo 1 do Assistente

Figura 32 e 33- Pastas do Passo 2 do Assistente

Figura 34 e 35- Passo 3 e 4 do Assistente

56
Figura 36- Gráfico obtido a partir do Assistente de Gráficos

4.1- Formatar Gráficos

Após terminar o gráfico ainda é possível modificá-lo:


- Alterar qualquer opção feitas durante os passos do Assistente;
- Fazer algumas formatações específicas (Exemplos: mudar a cor da linha de
um gráfico, mudar um valor de um dado, alterar o tipo de letra dum título,
etc..).
Para poder formatar um gráfico basta selecciona-lo, e escolher o alvo a formatar
(Legenda, Área do gráfico, Títulos, etc..) e utilizar os comandos do menu Gráfico, do
menu de atalho do rato ou ainda da Barra de Ferramentas.

Figura 37- Barra de Ferramentas dos gráficos

A barra de ferramentas, que aparece quando se selecciona o gráfico, tem alguns botões
de atalho para alguns comandos mais usados (Tipo de gráfico, Inclusão ou exclusão de
linha de grelha e legenda, etc..).

É possível ainda fazer desenhos dentro do gráfico (ou dentro da folha de


cálculo), utilizando a barra de ferramentas de Desenho.

57
Figura 38- 7
Exercício
Caixa de
Diálogo da
opção
imprimir

Abra o ficheiro Parque de máquinas.xls e; elabore um Gráfico de Colunas


(sem Linhas de Grelha) a partir dos valores da Largura de Trabalho e Velocidade de
trabalho das respectivas alfaias.
No que diz respeito aos títulos, dê o nome Estudo da Eficiência do
Equipamento ao gráfico e para o Eixo dos XX e YY poderá designa-los por Alfaias e
valores estudados; respectivamente.

5- Impressão

5.1- Como aceder à Impressão

Podemos ter acesso directo à impressão utilizando o botão já nosso conhecido


do Word, , o qual imprime de imediato de acordo com a configuração pré-
definida, a qual pode não corresponder ao que o utilizador pretende.

Outra forma, também nossa conhecida, é através do menu Ficheiro, utilizando


depois a opção Imprimir, aparecendo-nos depois uma janela (Fig. 38), na qual
podemos definir o número cópias, se só pretendemos imprimir o que está
seleccionado, a folha seleccionada ou todas as folhas do livro e ainda qual o intervalo
de impressão (se queremos imprimir tudo ou somente de uma determinada página a
outra).

Antes de imprimir convém premir no botão Ver antes, o qual permite ter uma
visualização da folha antes desta ser imprimida. Se não gostarmos da apresentação,

58
pode-se alterá-la premindo o botão Configurar (esta opção também está disponível
no menu Ficheiro).Na janela (Fig. 39), que se segue podemos realizar certos tipos de
modificações que iremos passar a descrever.

Figura 39- Caixa de Diálogo da opção Configurar página- Pasta Página


Assim, na pasta Página, podemos escolher a orientação da impressão (Vertical
ou Horizontal), a escala da impressão, para que, por exemplo, toda a informação fique
numa só folha. Podemos ainda definir o tamanho do papel onde vamos imprimir
assim como a qualidade de impressão.

59
Figura 40- Configurar página- Pasta Margens
Na pasta Margens podemos definir a dimensão das margens (Superior,
Inferior, Esquerda e Direita), assim como centrar a informação em relação à página
(Horizontalmente, Verticalmente ou ambas)

Figura 41- Configurar página- Pasta Cabeçalho /Rodapé


Na pasta Cabeçalho/Rodapé podemos escolher o que queremos (inclusivo
personalizar) ou não pôr nada como Cabeçalho ou Rodapé na impressão.

60
Exercício 8

Figura 41- Configurar página- Pasta Folha


Finalmente na pasta Folha podemos definir a Área da folha de cálculo que
queremos imprimir, as linhas ou as colunas, que serão sempre imprimidas, no início
(no caso das linhas) ou à esquerda (no caso das colunas) da impressão (quando ha
mais que uma página a imprimir). Podemos ainda definir se queremos que as linhas
de grelha sejam imprimidas ou não, se a impressão tem qualidade de rascunho ou não,
se é para ser impresso a preto e branco ou não, etc.. Finalmente permite ainda (caso
sejam mais de uma página a imprimir) definir qual a ordem com que a informação
será impressa.
Após efectuar todas as escolhas, elas ficarão gravadas (quando gravar o ficheiro),
permitindo desta forma realizar, em qualquer altura, as impressões configuradas (desde
que se utilize a mesma impressora).

NOTA: No Excel a preparação da impressão é uma operação de grande importância,


para a obtenção do resultado desejado

Prepare a impressão do gráfico que executou no exercício 7 e de todo o quadro,


que lhe deu origem.

Cada uma destas impressões deverá:

- Ocupara uma única página;


- Estar centrada na página;
- Não incluir linhas de grelha.

61
Para o caso da impressão do gráfico, deverá constar em cabeçalho o seguinte
texto: Escola Superior Agrária de Beja

6- Transferência de Informação entre o Excel e o Word .

Os utilizadores do Word e do Excel tem cada vez uma maior necessidade de


transferirem dados de um para outro programa, sendo mais comum a transferência de
informação do Excel para o Word. Vamos agora abordar um pouco esse tema.

6.1- Inserir um objecto do Excel no Word

A forma mais simples de realizar esta operação é copiando o gráfico ou a folha


de cálculo para o Word, fazendo o seguinte:
 Seleccionar no Excel as células ou o gráfico a copiar;
 Ir ao menu Editar e escolher o comando Copiar, ou faze-lo através do
botão da barra de ferramentas;
 Minimizar ou Fechar o Excel, voltando desta forma ao Ambiente de
Trabalho;
 Abrir (ou, se já estiver aberto, maximizar) o Word e colocar o cursor onde
se pretende fazer a inserção, indo depois ao menu Editar e escolher a opção
Colar, ou premir o botão Colar, da barra de ferramentas.

6.2- Ligar um objecto do Excel a um Documento do Word

Da forma mostrada anterior existe uma importante limitação, o objecto que foi
inserido não é modificado se houver qualquer tipo de alteração no ficheiro do Excel
que lhe deu origem. Para evitar este problema existe a possibilidade de ligar o objecto
do Excel ao ficheiro que lhe deu origem, fazendo o seguinte:
 No Excel seleccionar as células ou o gráfico pretendido;
 Ir ao menu Editar e escolher o comando Copiar, ou faze-lo através do
botão da barra de ferramentas;
 Voltar ao Word e colocar o cursor onde se pretende fazer a inserção, indo
depois ao menu Editar e escolher a opção Colar Especial.
Na janela que se segue deve de ser seleccionado a opção Colar Ligação.

62
Figura 42- Caixa de Diálogo do colar Especial no Word- Opção “Colar ligação”

A partir deste momento o objecto inserido no Word está ligado ao Excel, sendo
automaticamente actualizado cada vez que houver uma alteração na folha de cálculo.
6.3- “Embeber” uma Folha de Cálculo no Word

Esta opção utiliza-se quando se pretende formatar os dados dentro do próprio


programa onde os inserimos:

 Seleccionar no Excel as células ou o gráfico a copiar;


 Ir ao menu Editar e escolher o comando Copiar, ou faze-lo através do
botão da barra de ferramentas;
 Voltar ao Word e colocar o cursor onde se pretende fazer a inserção, indo
depois ao menu Editar e escolher a opção Colar Especial.
Na Janela que aparece seleccionar a opção Colar e premir OK.

63
Figura 43- Caixa de Diálogo do colar Especial no Word- Opção “Colar Objecto”

Sempre que quisermos realizar qualquer formatação dos dados inseridos basta premir duas vezes o botão esquerdo do
rato em cima do objecto, surgindo os menus, as barras de ferramentas e os enquadramentos do Excel com os quais podemos
depois trabalhar.
Figura 41- Objecto editado

64
Capítulo

3
L E G E N D A D O S Í C O N E S

 Informação importante
 Teste o que aprendeu
 Exercício no teclado
 Revisão

MICROSOFT ACCESS

Breves Fundamentos Teóricos.


1. Aspectos genéricos sobre bases de dados.
Definimos uma base de dados como um conjunto de informação (Dados),
armazenados de forma sistemática, em Tabelas, sob a forma de texto, números, datas,
valores monetários etc. Essa informação está organizada de modo a poder ser consultada,
modificada e/ou impressa de forma simples e rápida. Podemos, por exemplo, considerar
que uma base de dados é um arquivo de fichas em que cada ficha corresponde a um registo
de determinado produto. O formato mais usual de um ficheiro de base de dados é baseado
num conjunto de registos estruturados em campos. Pode-se estabelecer uma comparação
com uma folha de cálculo do Microsoft Excel 2000 onde as linhas correspondem aos
registos e as colunas correspondem aos campos.

65
1.1 Os Sistemas de Gestão de Base de Dados (SGBD).
Para garantir uma independência dos dados dos programas informáticos que os
geravam e manipulavam. Tornou-se necessário criar programas ou sistemas de base de
dados capazes de gerirem informação de uma forma mais flexível, em que os dados
pudessem ser separados e organizados de forma independente em relação aos programas
de aplicação. Nasceram então os Sistemas de Gestão de Base de Dados (SGBD). Assim
sendo é possível alterar a estrutura de armazenamento dos dados de uma base de dados
adequando-os às necessidades dos seus utilizadores.

1.2 Funções de um SGBD.


A elaboração de uma base de dados envolve várias operações sobre os ficheiros e
os dados que eles contêm, isto é :
 Inserir / intercalar novos registos e posteriormente elimina-los se necessário.
 Localizar e/ou substituir determinado registo.
 Ordenar os registos de um ficheiro.
 Criar e/ou alterar a estrutura de campos de um ficheiro.
 etc.
Todas estas operações são possíveis num SGBD.

1.3 Modelos de base de dados.


Existem dois principais modelos na criação de base de dados :
 modelos baseados em objectos ;
 modelos baseados em registos.
Entre os modelos baseados em objectos tomemos o modelo Entidade-
Relacionamento, que cria uma simulação da realidade através dos conceitos de entidade e
de relacionamento. Por exemplo as entidades podem ser indivíduos, produtos e os
relacionamentos pretendem representar as relações entre as entidades consideradas, neste
caso os produtos que os indivíduos adquirem.

66
Exemplo de estrutura de um modelo Entidade – Relacionamento baseado em objectos :

N O M E D O E N D E R E E M A I N O M E D O P R O D U T O Q T
F O R N E C E Ç O L F O R N E C E A D
D O R D O R E N C O M E N

F O R N E C E D E N C O M E N
O R E S D A S

Os modelos baseados em registos simulam a realidade através de registos.


(equivalentes aos utilizados em programação). Ou seja armazenam informação estruturada
com o formato de campos.

Exemplo de estrutura de um modelo hierárquico baseado em registos :


E M P R E S A
X

F O R N E C E D O F O R N E C E D O R F O R N E C E D
R A B O R C

Cliente n.º 2

1.4 Estratégias para a elaboração de uma base de dados.


Qualquer projecto de base de dados deve procurar atingir os seguintes objectivos
gerais :
 Possibilitar, através de uma estrutura adequada a cada situação, a inclusão de
toda a informação necessária;
 Evitar a redundância de informação;
 Permitir uma fácil manipulação da informação;
 Apresentar de forma compreensível toda a informação ;
 Facultar formas de controlo de acesso à informação e o eventual direito de
privacidade da informação.

67
A elaboração de uma base de dados requer determinadas fase de criação, de um
modo geral teremos que analisar a situação real que se vai transpor para a base de dados e
assim, de acordo com o grau de complexidade do projecto poderemos apontar diversas
fase de construção. De qualquer modo apresenta-se de seguida algumas fases, julgadas
essenciais na elaboração de um projecto de base de dados :
 Análise e recolha da informação a incluis na base de dados.
 Esboço no papel da estrutura geral da base de dados.
 Definição das entidades envolvidas e descrição dos atributos.
 Atribuição dos eventuais relacionamentos entre as entidades.
 Procura de redundância de informação.
 Desenvolvimento da estrutura num SGBD.
 Tornar se necessário, através de botões de comandos e/ou menus, mais
cómoda e rápida a utilização da base de dados.

2. Apresentação do Microsoft Access 2000.


Parte integrante do pacote de aplicações denominado por Microsoft Office 2000 (MS
Office), o Microsoft Access 2000 (MS Access) é um aplicação que permite ao utilizador
criar Bases de Dados.

3. Iniciar o Microsoft Access 2000.


 Na Barra de Atalhos do MS Office 2000. (botão de comando identificado por
uma Chave).
 Através do Botão Iniciar – Programas – MS Access
 Através do Botão Iniciar – Executar – digitar “ MSACCESS”

4. Caixa de diálogo inicial do Microsoft Access


Após iniciar o MS Access 2000, surge nos o primeiro quadro de opções:

68
69
Base de Dados Vazia. (Cria uma base de dados em branco.)
Assistente de Base de Dados. (Cria uma base de dados em branco através de um assistente,
que nos permite escolher entre vários modelos predefinidos.)
Abrir uma Base de Dados Existente. (Permite abrir uma base de dados previamente
elaborada e armazenada em determinado dispositivo.)
Se optar por Cancelar, surgirá uma Janela onde figuram as Barra de Menus e a de
Ferramentas.

5. Criar e armazenar uma base de dados.


É altura de determinar o suporte de armazenamento da base de dados assim com o nome a
atribuir.

Note se que o número máximo permitido para o nome de um ficheiro é de 255 caracteres e
o tamanho máximo é de 1 Gb.

6. Elaboração de um ficheiro de base de dados.

70
A janela principal da base de dados apresenta-nos sete secções de trabalho (Objectos):
Tabelas, Consultas, Formulários, Relatórios, Páginas, Macros e Módulos. Assim como
um Grupo : Favoritos.
Iremos, quando oportuno, explorar algumas destas secções. Comecemos pelas
tabelas.

7. Tabelas.
7.1 Conceito de Campo e Registo.
Para poder elaborar uma base de dados é fundamental a utilização de tabelas onde
inserimos os nossos dados.
O MS Access permite criar tabelas dependendo do tipo de informação que nela
pretendemos introduzir. Uma tabela é composta por linhas, Registos, e colunas, Campos.
O que são Campos e Registos ? Por exemplo, quando criamos uma tabela que representa
uma agenda telefónica podemos organiza-la sob a forma de Campos que são o Apelido, o
Nome e o Número de Telefone. Os Registos são o Apelido, o Nome e o número de
Telefone efectivos de determinada pessoa.
7.2 Estruturação e criação de uma tabela.
Após seleccionar Criar tabela na vista de estrutura surge nos a janela :

 Nome do Campo. (Destina-se ao nome do campo, no máximo 64 caracteres de


comprimento).
 Tipo de dados. (Destina-se ao tipo de dados vamos registar nos campos. É o tipo
de dados que define os dados que nele se podem inserir.)

71
 Descrição. (Permite descrever com mais pormenor qual o propósito dos dados a
introduzir no campo. É de preenchimento optativo.)

7.3 Tipo de dados.


 Texto. (Alfanumérico, até 255 caracteres.)
 Memo. (Alfanumérico, até 64.000 caracteres.)
 Número. (Numérico.)

Tabela resumo dos subtipos numéricos :

Tipo Numérico Intervalo de Valores N.º de C. Decim. Bytes

Byte 0 a 255 - 1

Inteiro -32.768 a 32.767 - 2

Inteiro Longo -2147483648 a 2.147483648 - 4

Simples -4,4 x 1038 a 3,4 x 1038 até 7 4

Duplo -1,797 x 10308 a até 15 8

1,797 x 10308

 Data\Hora. (Permite definir a data e /ou hora em vários formatos.)


 Moeda. (Formato monetário, até 15 dígitos na parte inteira e 4 a direita da casa
decimal.)
 Numeração automática. (Permite a numeração automática de cada novo registo.)
 Sim\Não. (Valor booleano , 1 ou 0, sim ou não , verdadeiro ou falso.)
 Objecto OLE. (Permite armazenar um objecto OLE.)
 Hiperligação. (Permite armazenar um endereço de acesso a um ficheiro.)
 Assistente de pesquisa. (Permite criar um campo para armazenar uma lista de
valores.)

72
7.4 Alteração da estrutura de uma tabela.
Uma alteração da estrutura de uma tabela pode ser feita a qualquer momento, da
mesma forma que se acrescentam ou eliminam linhas e colunas no Microsoft Excel, no
caso do MS Access o processo é idêntico acrescentando-se ou eliminando-se campos e
registos. É também possível redimensionar os campos, move-los, etc.
Torna-se então fácil adaptar a base de dados as necessidades de cada utilizador
actualizando-se a mesma, à medida que a informação a tratar se vai modificando.

7.5 Propriedades dos campos.


Note que além de preencher todos estes campos existe a possibilidade de alterar as
Propriedades de cada campo utilizando as opções que estão situadas num separador onde
figuram os títulos Geral e Pesquisa. O separador geral apresenta opções em função do tipo
de dados que foi escolhido, como se apresenta no exemplo seguinte:

O separador Geral temos as seguintes opções :

 Tamanho do campo. (Permite definir o tamanho máximo do campo.)


 Formatar. (Permite definir qual o formato de apresentação dos dados maiúsculas,
n.º de casas decimais, etc.)
 Casas decimais. (Indica o número de casa decimais a definir, está disponível
apenas para os campos de tipo moeda e número.)
 Máscara de introdução. (Permite criar formatos para a entrada de dados, por
exemplo para as datas “ / / “, está disponível apenas para os campos data e
hora, moeda, número e texto.)
 Legenda. (Permite substituir o nome do campo pelo conteúdo da legenda, a ser
visualizado quando é criado um formulário.)

73
 Valor predefinido. (Permite indicar um valor que é apresentado por defeito.)
 Regra de validação. (Permite condicionar a entrada de dados no campo.)
 Texto de validação. (Permite apresentar uma mensagem no ecrã se regra de
validação não for satisfeita.)
 Necessário. (Se seleccionado SIM, torna obrigatório o preenchimento do campo.)
 Permitir comprimento zero. (Se seleccionado SIM, permite que um campo do tipo
texto ou memo tenha comprimento zero.)
 Indexado. (Permite criar tabelas de indexação, isto é, tabelas de acesso e ordenação
mais rápida.)
No separador Pesquisa temos as seguintes opções :

 Mostrar controlo. (Permite apresentar a informação no interior de uma célula.)


Proceder-se-á, no separador geral, de acordo com cada tipo de dados a alteração
das propriedades dos campos.

7.6 Atribuição de chave(s) primária(s).


Uma Chave Primária e um ou mais campos, cujos valores identificam cada registo que
se torna assim único na tabela. A Chave Primária permite também ao MS Access procurar
e combinar mais rapidamente os registos mediante o campo escolhido.

Para atribuir uma chave primária a um determinado o campo, basta seleccionar a


linha referente ao campo em questão e de seguida na barra de ferramentas premir o botão
identificado com uma chave.

7.7 Introdução e manipulação de dados.


No modo vista de folha de dados, é possível introduzir os primeiros registos da
base de dados acabada de criar, premindo o botão de comando :

74
7.8 Criação de relacionamentos entre entidades.
Uma vez definida a estrutura da tabela e após ter criado várias tabelas que
permitem subdividir a informação em vários grupos e assim possibilitar uma gestão e
organização da informação é altura de estabelecer relações entre as tabelas.
As relações entre as tabelas podem adoptar as seguintes configurações :
 Um para um. (Para cada registo de determinada tabela existe apenas um registo
relacionado noutra tabela, simbolizado por 1 ----- 1).
 Um para muitos. (Para cada registo de determinada tabela existem muitos outros
registos relacionados noutra tabela, simbolizado por 1 ----- ).
 Muitos para muitos. (Para vários registos de determinada tabela existem muitos
outros registos relacionados noutra tabela, simbolizado por  ----- ).

Para estabelecer relações entre tabelas basta premir botão de comando


situado na barra de ferramentas da janela inicial onde se apresentadas as tabelas criadas.

Uma vez premido acede-se a uma nova janela onde após utilizar o botão de comando
é facultado uma lista das tabelas existentes na base de dados e assim é permitido adicionar
as tabelas que se pretendem relacionar :

Uma vez adicionadas a que estabelecer as ligações entre os campos, note que os
campos definidos como chaves primárias estão evidenciados a Negrito.

75
Para estabelecer relações manualmente basta seleccionar o campo a relacionar,
arrastar até ao campo correspondente na outra tabela e largar. Ao largar o campo, é
visualizada uma caixa de diálogo onde se podem observar as características da relação a
estabelecer :

Poder-se-á optar por :


 Impor integridade referencial. (Permite preservar as relações entre as tabelas
relacionadas).
o Propagar actualização dos campos relacionados. (Ao efectuar alterações na
tabela primária, os valores correspondentes nas tabelas relacionadas são
automaticamente alterados).
o Propagar eliminação dos registos relacionados. (Ao eliminar registos na
tabela primária, os registos correspondentes nas tabelas relacionadas são
automaticamente eliminados).

76
Para eliminar uma relação é apenas necessário seleciona-la e ao através do teclado
ou do botão direito do rato se pode eliminar a mesma.

8. Formulários.
8.1 Conceito de Formulário.
Os formulários constituem uma forma de mostrar os dados de tabelas com uma
apresentação que facilite a edição e\ou dos mesmos. Pode-se então efectuar pesquisas de
informação, alterações nos registos e até elimina-los. Existe a possibilidade de criar
formulários com base numa única tabela ou utilizando um conjunto de tabelas e se
necessário apenas incluir alguns campos de determinada tabela. Também se podem
construir formulário baseados em consultas (ver cap. 9).

8.2 Construção de um formulário.


Apesar da eficácia dos assistentes de criação de formulários, apresenta-se de
seguida o processo de construção de um formulário vazio com base numa tabela.
Uma vez seleccionado o separador de formulários, seleccione a opção inserir
formulário na barra de menus. Surge a seguinte caixa de diálogo :

O formulário em questão será baseado numa tabela ou consulta que pode ser
seleccionada num caixa de combinação que apresenta todas as tabelas existentes na
base de dados.

77
Surge agora o ecrã de construção do formulário :

A caixa de ferramentas e a lista de campos são activadas através dos botões de

comando e respectivamente.
O formulário pode ser redimensionado de acordo com os objectivos do
utilizador. Para inserir os campos no formulário, arrasta-se os campos da lista de
campos até ao formulário e larga-se os mesmos no formulário. Existe a possibilidade
de redimensionar cada campo, move-los e alinha-los a qualquer momento alterando a
configuração visual do formulário de acordo com as necessidades do utilizador.
Para activar o formulário e assim verificar o resultado obtido utiliza-se o botão
de comando vista de formulário :

78
8.3 Optimização de um formulário.
Apresentam-se de seguida algumas funções disponíveis na caixa de
ferramentas:
 Rótulo. (Permite inserir texto no formulário).

Ao premir o botão de comando surge um apontador que nos permite colocar uma
caixa no formulário onde se vai inserir o texto.

Para aceder as propriedades do rotulo ou de qualquer outro objecto, incluindo


o formulário utilize o botão direito do rato, após ter seleccionado o objecto em
questão e altere de acordo com o pretendido as propriedades :

 Caixa de Combinação. (Permite a escolha de dados apresentados numa lista de


opções baseadas numa tabela).

79
No modo de vista estrutura, active o botão caixa de combinação e de seguida
desloque o rato no formulário até que o apontador se coloque no local pretendido para
a caixa de combinação.
Uma vez colocada a caixa de combinação surge a seguinte caixa de diálogo do
assistente de caixa de combinação :

Neste momento há que seleccionar a origem dos dados, nomeadamente


pesquisados numa tabela :

80
É nos pedido agora qual o campo da tabela que contém a informação a
apresentar na caixa de combinação (neste exemplo apenas temos um campo) :

Surge agora a opção de ajustar a(s) largura(s) da(s) coluna(s) na caixa de


combinação :

81
Define-se agora onde será armazenada a informação seleccionada através da caixa
de combinação :

Finalmente é apenas necessário indicar qual a legenda a atribuir na caixa de


combinação :

82
No modo vista de formulário pode-se observar então a caixa de combinação :

 Caixa de listagem. (Permite a escolha de dados apresentados numa lista de


opções baseadas numa tabela).

Para inserir no modo de vista estrutura, uma caixa de listagem basta proceder
da mesma forma que para a caixa de combinação.
Obtendo o seguinte objecto :

 Caixa de texto. (Permite adicionar um campo onde pode ser apresentada


qualquer informação relevante configurada através das propriedades do campo).

83
No modo de vista estrutura, active o botão caixa de texto, de seguida desloque
o rato no formulário até que o apontador se coloque no local pretendido para a caixa
de texto.
Uma vez colocada a caixa de texto poder-se-á alterar as propriedades da caixa
de texto e alterar a origem do controlo de modo a aceder ao construtor de expressões :

No modo vista de formulário pode-se observar então a caixa de texto :

 Botão de Comando. (Permite adicionar um botão através do qual é possível


executar determinadas tarefas).

No modo de vista estrutura, active o botão de comando, de seguida desloque o


rato no formulário até que o apontador se coloque no local pretendido para o botão de
comando. Surge a seguinte caixa de diálogo : Onde é necessário

84
É necessário definir a operação a ser realizada pelo botão de comando, estão
disponíveis opções de navegação, de localização e de edição de registos, assim como
opções de execução objectos do MS Access 2000 e outros aplicativos do MS Office
2000.
Uma vez escolhida o utilizador tem a possibilidade de determinar qual o
aspecto gráfico do botão de comando, ou seja, é possível escolher entre um texto a
colocar no botão ou uma imagem.

Finalmente é necessário definir o nome a dar ao botão de comando.

85
No modo vista de formulário pode-se observar o botão de comando que ao ser
premido navega para o registo seguinte.

 Formatação automática. (Permite aplicar ao formulário um determinado


formato, ao fundo, ao tipo de letra, as cores utilizadas, etc., formato esse
predefinido no Access).

No modo de vista estrutura, após seleccionar o objecto a formatar, active o


botão formatação automática na barra estrutura do formulário.
Surge a seguinte caixa de diálogo .

86
9. Consultas.
9.1 Conceito de Consulta.
Define-se consulta como uma forma de analisar a informação nas tabelas da base
de dados de acordo com determinados parâmetros (critérios) definidos pelo utilizador.

Deste modo cria-se uma consulta de parâmetros quando há necessidade de


diminuir o tempo de busca de determinada informação e assim facilitar a utilização da
base de dados.

9.2 Construção de uma consulta.


Após seleccionar o separador de consultas, seleccione a opção inserir consulta na
barra de menus. Surge a seguinte caixa de diálogo :

87
Uma vez seleccionada a tabela sobre a qual será efectuada a consulta, obtém-se o
ecrã de construção de consultas :

Na parte superior do ecrã de construção esta situada a tabela (ou tabelas) que irá
ser alvo da consulta e onde também se podem observar os campos. Na parte inferior irão
ser definidos os campos da consulta assim como as características da consultas tais como
o tipo de ordenação, as condições, etc.

Por exemplo, apresenta-se aqui uma consulta por nomes começados pela letra A:

Obtendo –se

Exemplos de critérios de consulta :

88
Acção Sintaxe

Valor superior a 100 >100

Valor Nulo Nulo

Nome a começar por António António*

Data superior a 01-01-2000 >01-01-2000

Primeiros 15 dias de Janeiro Entre 01-01-2001 E 15-01-2001

Nome não começa por António Negado António*

Nome começar por A e terminar por io A*io

A cidade ser Lisboa ou Porto Lisboa Ou Porto

Note que a acção tem que estar relacionada com o campo seleccionado. Realce-se
que é possível estabelecer consultas utilizando condições múltiplas, bastas seleccionar
mais do que uma coluna de selecção.

10. Relatórios.
10.1 Conceito de Relatório.
Define-se um relatório como o objecto do MS Access 2000 destinado a apresentar
um conjunto de informação da base de dados, com uma melhor apresentação, sob a forma
de um documento impresso.

10.2 Construção de um relatório.


Após seleccionar o separador de relatórios, seleccione a opção inserir relatório na
barra de menus. Surge a seguinte caixa de diálogo :

89
Tais como os formulários, também os formulários podem ser criados de três modo
diferentes, na vista de estrutura, assistente de relatório e relatório automático.

Neste capítulo utilizar-se-á o assistente de relatório de modo a obter rápida e


eficazmente um relatório pronto a imprimir. Posteriormente, utilizar-se-á se necessário, o
modo de vista de estrutura para modificar o relatório, de acordo com as preferências do
utilizador, utilizando os mesmos conceitos de alteração de estrutura anteriormente
aplicados nos formulários.

Neste momento o assistente de relatório já concluiu o trabalho e apresenta o


seguinte ecrã :

90
Pode-se desde já imprimir o relatório ou então modifica-lo no modo vista de
estrutura :

O relatório está dividido nas seguintes áreas de trabalho :

 Cabeçalho do relatório. (Ao inserir um objecto nesta secção, o mesmo será


impresso no topo da primeira folha do relatório).
 Cabeçalho de página. (Ao inserir um objecto nesta secção, o mesmo será
impresso no início de cada uma das páginas do relatório).
 Detalhe. (É nesta secção que se encontram as caixas de texto que representam os
campos a listar).
 Rodapé de página. (Ao inserir um objecto nesta secção, o mesmo será impresso
no fim de cada uma das páginas do relatório).
 Rodapé do relatório. (Ao inserir um objecto nesta secção, o mesmo será
impresso no fim da última folha do relatório).
Em cada uma destas secções o utilizador pode inserir objectos utilizando a mesma
caixa de ferramentas aplicada nos formulários e assim alterar de acordo com as suas
necessidades e seu gosto o design gráfico do relatório a imprimir.

91
Capítulo

4
L E G E N D A D O S Í C O N E S

 Informação importante
 Teste o que aprendeu
 Exercício no teclado
 Revisão

APLICAÇÕES WEB

92
1- Aplicações e Serviços

1.1- World Wide Web- WWW


Hoje, muita gente confunde a World Wide Web (WWW) com a própria
Internet. De facto a WWW não é toda a Internet. Existem mais mundos para além
dela. Mas a razão desta confusão é plenamente compreensível. A World Wide Web, e
os clientes de WWW que utilizamos, permitem-nos aceder a praticamente todos os
recursos existentes na Internet, podendo constituir uma espécie de interface universal
para a Rede. Por isso mesmo, neste manual (e contrariamente ao que é tradicional) o
primeiro serviço da Internet de que falaremos é a World Wide Web.
Neste capítulo ficará a saber o que é e como funciona a WWW, e aprenderá os
fundamentos da utilização do browser (cliente) Netscape para navegar na Internet e
aceder aos seus recursos.

1.1.1- O que é a WWW.


Segundo a definição oficial do World Wide Web Consortium ela é o "universo
da informação acessível em rede, uma materialização do conhecimento humano". Dito
por outras palavras, ela é o ambiente hipertextual no qual toda a informação existente
na Internet, sejam textos, imagens, serviços computacionais, etc., pode ser acedida de
forma simples e consistente (usando sempre a mesma ferramenta - o seu
cliente/browser de WWW).
Na Web (como também é conhecida pelos mais íntimos...) pode ter acesso a
servidores em qualquer ponto do mundo através de apontadores (links) de hipertexto,
utilizar diferentes sistemas (sem sequer se aperceber disso) e aceder a diferentes tipos
de informação e serviços da Internet (FTP, Notícias da Usenet, Gopher, etc.), sem ter
de mudar de interface e software sempre que muda de serviço. Em jeito publicitário,
na World Wide Web toda a informação está a um clique de distância.
A utilização das técnicas de hipertexto e hipermédia, que facilitam a
interligação e a navegação entre diferentes recursos e serviços, a existência de clientes
amigáveis, que tornam a utilização da Web muito simples, as capacidades multimédia,
que permitem o acesso a recursos muito elaborados e atractivos, tudo isto contribuiu
para que a WWW se transformasse, em pouco anos, no serviço mais popular, na face
mais visível da Internet.
Desenvolvida originalmente pelo CERN, no início da década de 90, para
permitir a partilha de informação entre grupos de investigação, dispersos
internacionalmente, a World Wide Web foi tornada pública em 1991, e tem registado
um crescimento espectacular desde 1993, data em que foi anunciado o primeiro
browser gráfico, o Mosaic desenvolvido pelo NCSA (o primeiro browser, em modo
texto, foi tornado público em 1992).

93
1.1.2- Como funciona a World Wide Web
De acordo com a visão original de Tim Berners-Lee, no sentido de representar
qualquer informação acessível na rede como parte de um espaço de informação
hipertextual, a World Wide Web baseia-se num conjunto de princípios básicos,
respeitados por comum acordo, sem necessidade de autoridade central..
O princípio mais importante (especialmente hoje, em que as guerras entre
fabricantes de software o podem vir a pôr em causa) é que todos os servidores (e os
clientes) devem usar os mesmos protocolos e mecanismos, entre os quais se destacam:
 HTTP - Hypertext Transfer Protocol - o protocolo usado como mecanismo de
transporte (em cima do TCP/IP) na WWW. Desde o início foi colocada a ênfase
na rapidez e na extensibilidade para poder suportar transferência de todos os tipos
de informação multimédia.
 URLs - Uniform Resource Locators - o mecanismo básico de endereçamen to para a
localização e acesso a recursos na Internet, é que permite o acesso a outros tipos
de recursos/serviços (como o FTP, News, etc.) no espaço WWW. é parte do URI-
Uniform Resource Identifier, conjunto genérico de nomes e endereços para
referenciar objectos. O formato genérico dos URLs é o seguinte:
protocolo://nome.domínio(s)[:porta]/caminho/nomedoficheiro (por exemplo,
http://www.terravista.pt/MeiaPraia/1291/, ftp://ftp.eng.uminho.pt/pub/)
 HTML - HyperText Markup Language - Linguagem de formatação para
hipertexto (baseada na arquitectura SGML - Standard Generalized Markup
Language) usada pelos clientes de WWW, e na qual são formatados os
documentos para a Web. As guerras entre fabricantes são particularmente
significativas (e perigosas) nestas área.

Tal como a generalidade dos serviços Internet, a WWW é um serviço distribuído,


baseado no modelo cliente/servidor. Para ilustrar o que isso significa na prática,
vamos descrever o que acontece quando clica no apontador que o conduz à página da
Escola Superior Agrária de Beja:
1. Browser que está a utilizar interpretou o seu pedido (o clique do rato), como sendo
o do objecto conhecido pelo URL http://www.terravista.pt/MeiaPraia/1291/
2. O browser enviou o seu pedido para o servidor;
3. O servidor de WWW localizou o objecto pretendido e enviou-o para o cliente.
Como este documento inclui diversos objectos (alguns ficheiros de imagem) o
servidor enviou cada um desses objectos individualmente;
4. O seu browser recolheu os diferentes objectos do documento que pediu,
interpretou-os e apresentou o produto final como um único objecto.

94
Nos últimos dois anos têm-se registado vários desenvolvimentos em torno de
diversos aspectos de funcionamento da World Wide Web. Sem pretender ser
exaustivo, aqui fica uma lista (desordenada) das áreas, problemas e soluções técnicas
que me parecem mais importantes e significativas:
 Redução e economia do tráfego gerado pela WWW através de mecanismos de
caching - servidores proxy e cache nos browsers.
 Diversificação, refinamento e melhoria dos conteúdos e serviços acessíveis
através da WWW, com o desenvolvimento e utilização de diversas técnicas,
mecanismos e aplicações como a linguagem Java, plug-ins e helpers, VRML, etc.
 Desenvolvimento de mecanismos que garantam a segurança e privacidade das
transacções, para suportar, entre outras coisas, o comércio e os pagamentos na
Web.

2.1.3- Browsers de WWW


Browsers é o nome porque são mais conhecidos os clientes de WWW.
Existem dezenas de browsers diferentes, para os mais diversos tipos de plataformas
(Windows, Unix, Macintosh, etc., etc.).
Mas apesar desta diversidade, há um conjunto de funções básicas que estão
presentes em quase todos. As principais funções dos browsers são as seguintes:
1. Funções de Navegação
 Abrir documento
 Recuar/Avançar
 História
 Bookmarks/Hotlists
2. Opções de Apresentação
 Fontes
 Cores
 Tamanho
 Imagens On/Off
3. Serviços
 Imprimir
 Guardar
 Ver fonte
 Enviar correio
 Ajuda

Dado que Microsoft Internet Explorer tem a grande vantagem de ser gratuito e
ter as versões mais recentes em Português Europeu, iremos analisar com mais detalhe
o funcionamento deste browser. De salientar que quem optar pela utilização Browser

95
da Netscape (Netscape Navigator) não irá também encontrar muitas dificuldades de
manuseamento e configuração.
Configuração do
Explorer
2.1.3.1- O INTERNET EXPLORER

Nesta parte iremos referir algumas das principais características e


funcionalidades do Explorer, bem como alguns aspectos da sua configuração.
APÓS A INSTALAÇÃO DO EXPLORER NO DISCO
DO COMPUTADOR, A PRIMEIRA TAREFA QUE SE
DEVE EXECUTAR É A SUA CONFIGURAÇÃO. PARA
TAL BASTA ENTRAR NO PROGRAMA, POIS A
PRIMEIRA JANELA QUE IRÁ APARECER PEDE AO
UTILIZADOR OS DADOS NECESSÁRIOS PARA A
CORRECTA CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA DE
FORMA A ACEDER NA PERFEIÇÃO AO MUNDO DA
WWW.
OUTRA FORMA DE ACEDER À CONFIGURAÇÃO
DO PROGRAMA É INDO AO MENU VER, ESCOLHENDO
DE SEGUIDA OPÇÕES. NA JANELA QUE NOS
APARECE PODEMOS ENTÃO ALTERAR A
CONFIGURAÇÃO. PODEMOS AINDA, CLICANDO COM
O BOTÃO DIREITO DO RATO NO ÍCONE DO INTERNET
E X P L O R E R , A C E D E R A E S T A J A N E L A .
Vamos aqui referir apenas as opções de configuração mais importantes. Para
uma explicação completa e detalhada consulte a Ajuda do Internet Explorer.

96
J A N E L A O P Ç Õ E S D E S C R I Ç Ã O

Principais funcionalidades:
O P Ç Õ E S

botões, itens dos menus e


bookmarks

PRINCIPAIS OPÇÕES DE CONFIGURAÇÃO

Geral Multimédia ACTIVA OU DESACTIVA AS OPÇÕES


MOSTRAR IMAGENS, REPRODUZIR
SONS, REPRODUZIR VÍDEO.
Cores Permite escolher as cores da Janela ou Utilizar as cores normais do Windows
95
Hiperligações Permite modificar as Cores das Hiperligações visitadas e por visitar.
Barra de Ferramentas Modifica as opções de visualização relativas à Barra de Ferramentas
Ligação Marcação Especifica Qual a forma de ligação à Internet e permite ainda configurar a
ligação de forma a desligar passado X tempo.

Servidor Proxy Torna mais rápido o acesso à Internet caso seja especificado em Servidor
Proxy.

Navegação Personalizar Altera as Páginas utilizadas como página inicial e de Procura, e da barra de
ferramentas Hiperligações.

Histórico Possui informação sobre as Páginas visitadas e permite voltar a elas.

Programas Correio e Newsgroups Especifica Qual o cliente de Correio Electrónico e de Notícias (News).

Visualizadores Permite escolher quais os programas que devem ser utilizados durante a
abertura de ficheiros na Internet.
Browser Predefinido Torna o Explorer o Browser predefinido ou não.

Segurança Classificação do Conteúdo Permite impedir o acesso a determinadas páginas de acordo com o seu
conteúdo.
Certificados Mais uma medida de segurança baseada em certificados.

Conteúdo Activo Permite definir o tipo de software que pode transferido e executado no
computador.
Avançadas Avisos Configura avisos de segurança.

Ficheiros Temporários Permite visualizar as páginas visitadas sem estar ligado à REDE.

O Explorer possui todas as principais funcionalidades, que referimos atrás, dos


browsers de WWW e mais algumas que lhe são próprias. As funções mais utilizadas
podem ser acedidas através dos botões existentes na parte superior da janela do Explorer:

Recuar (página anterior)

Avançar (página seguinte)

97
Menus Item Função

Interrompe o carregamento da Página (se activo)

V O L T A A C A R R E G A R A P Á G I N A Q U E E S T Á A S E R
V I S U A L I Z A D A

C A R R E G A A P Á G I N A Q U E E S T Á D E F I N I D A C O M O A P Á G I N A
I N I C I A L

Carrega a página que está definida como a página de procura

Mostra e permite voltar às páginas que foram definidas pelo utilizador como
as Favoritas

Imprime o conteúdo da Página visualizada

Modifica o tamanho da Letra nas páginas visualizadas

A B R E O P R O G R A M A C L I E N T E D E E - M A I L D E F I N I D O E P O D E M O S
E N V I A R E L E R A S M E N S A G E N S
Para além dos botões pode aceder a múltiplas funções através dos itens
existentes nos menus. Apresentam-se seguidamente algumas das principais funções
do Explorer acessíveis através das opções dos menus (não serão incluídas as funções
já disponíveis nos botões, ou as que foram referidas na configuração):

Ficheiro Nova Janela Abre mais uma janela do browser


Guardar como ficheiro Guarda a Página como um ficheiro para o nosso disco rígido ou disquete
Enviar Para Envia a Página para uma das opções definidas
Configurar Página Configura a página podendo ser definido o seu tamanho, orientação, etc.
Criar Atalho Cria um atalho para a página no ambiente de trabalho
Fechar Fecha o programa
Editar Cortar Todas as opções presentes neste menu têm as mesmas funções que as opções com o mesmo
nome nos aplicativos Word 97 e Excel 97
Copiar
Colar
Seleccionar Tudo
Localizar
Ver Barra de Ferramentas Permite visualizar ou não a barra de ferramentas
Barra de Estado Permite visualizar ou não a barra de estado
Ajuda Fornece ajuda sobre o funcionamento do Internet Explorer
Finalmente, importa referir que algumas funções são também acessíveis a partir do botão direito do rato. Quando
pressionamos o botão direito do rato (dependendo da página e do local onde o fazemos) é aberta uma janela como a que a seguir
se apresenta.

98
Para além de outras funções, isto é particularmente útil para guardar uma cópia
das imagens exibidas numa página, ou copiar a sua localização.

2.2- Correio Electrónico


O correio electrónico é o serviço de rede mais utilizado. Segundo o Third
MIDS Internet Demographic Survey, de Outubro de 1995, existirão cerca de 39
milhões de utilizadores em todo o mundo. Neste módulo ficará a saber o que é e como
funciona o correio electrónico, e aprenderá os fundamentos da sua utilização como
instrumento de comunicação.
2.2.1- O que é o correio electrónico
Como o próprio nome indica, o correio electrónico é o equivalente electrónico
dos serviços postais tradicionais. As vantagens mais evidentes do correio electrónico
face ao correio tradicional são:
 Rapidez - Em condições normais, a demora entre o envio e a recepção das
mensagens variará entre uma fracção de segundo e alguns minutos ou, no pior dos
casos, algumas horas. A distância geográfica entre o emissor e o receptor das
mensagens, não sendo totalmente insignificante, é menos significativa do que a
qualidade e largura de banda das comunicações entre os dois pontos;
 Riqueza de conteúdo - Apesar de originalmente ter sido concebido apenas para a
troca de mensagens textuais simples, a maior parte das aplicações existentes
suportam outros tipos de conteúdos. Hoje, graças ao MIME (Multi-purpose
Internet Mail Extensions) as mensagens de correio electrónico podem incluir texto
formatado (bolds, itálicos, etc.), audio, vídeo, imagens, etc.

Os carteiros do correio electrónico, que se encarregam do transporte e


distribuição das mensagens de computador através das infra-estruturas de rede, são
aplicações informáticas que podem usar diversos protocolos de correio electrónico
(SMTP, POP, IMAP, X.400, etc.).
Um aspecto que não deve esquecer na utilização do correio electrónico é a
segurança. Pense sempre que existe a possibilidade de a sua mensagem ser
interceptada, e lida por terceiros, no percurso até ao destinatário. Esse risco não deve
ser transformado em paranóia, mas também não deve ser ignorado. Se necessitar de

99
enviar mensagens com conteúdo muito sensível e confidencial deve tomar medidas
que reduzam esse risco.
Existem diversos métodos para tentar proteger a confidencialidade das
comunicações através da encriptação. O mais conhecido e utilizado na Internet é o
PGP - Pretty Good Privacy.
Finalmente, é de referir que o correio electrónico pode ser utilizado (por quem
apenas tem acesso ao correio electrónico) para aceder a outros serviços da Internet
(FTP, Notícias da USENET, WWW, etc.).
2.2.2- O que é necessário para utilizar o correio
electrónico
Para poder utilizar integralmente o correio electrónico é necessário ter:
 Acesso à rede
 Um endereço e uma caixa de correio
 Um cliente de correio electrónico

Não nos referiremos aqui à questão do acesso, dado que ela já foi abordada
anteriormente. Os clientes de correio electrónico serão analisados mais à frente, por
agora iremos concentrar-nos nos endereços e caixas de correio electrónico.
Tal como no correio normal, para que um utilizador possa receber correio
necessita ter um endereço e uma caixa de correio. No contexto do correio electrónico,
as caixas de correio são o local (um espaço no computador) onde os servidores de
correio colocam as mensagens destinadas a um determinado utilizador. Geralmente,
essas caixas de correio residem em computadores (normalmente de maior porte) onde
também se situam os servidores de correio electrónico, e não no computador pessoal
do utilizador.
Sendo assim, a cada caixa de correio está, normalmente, associada uma conta
(ou seja, uma área de trabalho num computador). Para efeitos de segurança e
autenticação a cada conta está associado um login e uma password:
 login - identificação do utilizador, pode ser constituída por nomes, iniciais,
etc. Exemplos: eloy, jsousa, mjda
 password - "senha" que serve para autenticar o login de um utilizador.
Para evitar que uma conta seja utilizada por pessoas estranhas, deve ter-se algum
cuidado na escolha das passwords:
 O que deve evitar-se - ter a password num papel colado ao ecrã do
computador...Passwords que sejam iguais a nomes e palavras existentes,
moradas, números de bilhetes de identidade, datas de nascimento, etc.
Exemplos de más passwords: cifrador, aaacccdd, miguel95.
 O que deve fazer-se - passwords que sejam fáceis de memorizar e digitar e,
ao mesmo tempo, sejam compostas por maiúsculas e minúsculas, números,
caracteres especiais, etc. Como é isso possível? O meu método é a associação
de ideias, para escolher passwords difíceis de "adivinhar" e ao mesmo tempo
fáceis de lembrar. Por exemplo, se eu tivesse estado de férias em Chamonix

100
em 1994, a password fe*94Cha, seria uma password segura e fácil de
memorizar.
Para além da caixa de correio, cada utilizador deve ter também um endereço de
correio electrónico. Os endereços de correio são compostos de duas partes:
 Um nome - pode ser igual ao login (Ex. silva, jsousa)
 Uma localização - A "morada", que pode ser o nome do computador onde está
a caixa de correio ou (o que é mais normal e desejável) o domínio onde se
encontra a caixa de correio (Ex.: mail.telepac.pt ou ip.pt)
As duas partes são ligadas pelo símbolo @ (lê-se at). Exemplos de endereços:
esa.beja@mail.telepac.pt, sai@ip.pt
2.2.3- Clientes de mail
Tal como na generalidade dos serviços da Internet, estão disponíveis múltiplos
clientes de correio electrónico para as mais diversas plataformas (PC's. Mac's, Unix,
etc.). Praticamente todos eles possuem o seguinte conjunto de funções básicas:
 Enviar e receber mensagens
 Responder a mensagens
 Fazer seguir (forward) mensagens
 Guardar mensagens (e organizá-las em pastas)
 Apagar mensagens
 Imprimir mensagens
 Criar e manter listas de endereços,
Neste módulo apenas analisaremos com algum detalhe o funcionamento do
cliente de mail incluído no browser Internet Explorer, chamando no entanto a atenção
para o facto deste cliente não reunir todas as funcionalidades que se podem encontrar
nos clientes específicos. Por isso mesmo, fica aqui a indicação de alguns dos
principais clientes específicos de correio electrónico, disponíveis para plataformas
Windows e Macintosh. Note que os apontadores seguintes se referem às homepages
dos produtores, mas o software pode ser obtido em servidores portugueses como o
Arquivo de Software da Universidade de Aveiro ou o servidor ftp.ci.uminho.pt.
 Eudora - Cliente com versões para Windows e Mac.
 Pegasus - Cliente com versões para Windows e Mac
 Pine - Cliente com versões para DOS/Windows, Unix, Amiga, OS/2 e VMS

2.2.3.1- O CLIENTE DE MAIL DO EXPLORER

O browser Explorer inclui um cliente de mail que reúne as principais


funcionalidades deste tipo de programas. Antes da primeira utilização do cliente é
necessário configurá-lo, e mais uma vez, como no caso do Browser, aparece-nos um
Assistente que nos irá ajudar nesse processo. Começando por nos perguntar o nome e
a organização para a qual trabalhamos, o servidor de mail (SMTP e POP, que são,

101
geralmente, o mesmo) que na grande maioria das vezes correspondem à última parte
do nosso endereço de correio electrónico (mail.telepac.pt ou ip.pt), o seu nome (login)
e a password que o fornecedor nos atribuiu. Definimos ainda a forma como nos
ligamos à Internet, no caso de clientes individuais geralmente é por uso de um
modem. Qualquer destas definições podem ser posteriormente alteradas utilizando o
menu Correio e escolhendo depois Opções.
PODE ACEDER AO CLIENTE DE MAIL
ATRAVÉS DO BOTÃO INICIAR-PROGRAMAS-
INTERNET MAIL, OU ENTÃO PELO PRÓPRIO
INTERNET EXPLORER, É ENTÃO EXIBIDA
UMA JANELA COMO A DA FIGURA SEGUINTE:

102
A JANELA DO CLIENTE DE MAIL ENCONTRA-
SE DIVIDIDA EM QUATRO PARTES. NA PARTE
DE CIMA, ENCONTRAM-SE OS MENUS E
BOTÕES QUE PERMITEM ACEDER ÀS
DIVERSAS FUNÇÕES DO CLIENTE. LOGO POR
BAIXO DOS BOTÕES ENCONTRAMOS AS
PASTAS (POR DEFEITO, A PASTA A RECEBER
PARA AS MENSAGENS RECEBIDAS, A PASTA
ITENS ELIMINADOS PARA AS MENSAGENS
APAGADAS, A PASTA A ENVIAR PARA AS
MENSAGENS A ENVIAR E A PASTA ITENS
ENVIADOS A QUAL CONTÉM UMA CÓPIA DAS
MENSAGENS QUE JÁ FORAM ENVIADAS). POR
BAIXA DAS PASTAS SÃO APRESENTADAS AS
MENSAGENS CONTIDAS NA PASTA QUE SE
ENCONTRA ABERTA. FINALMENTE, NA PARTE
INFERIOR ENCONTRA-SE A ZONA ONDE SÃO
EXIBIDAS AS MENSAGENS (SE ESTIVER
ALGUMA SELECCIONADA).
AS PRINCIPAIS FUNÇÕES ESTÃO
DISPONÍVEIS ATRAVÉS DOS SEGUINTES
BOTÕES:
CRIAR NOVA MENSAGEM

RESPONDER A MENSAGEM

RESPONDER PARA TODOS (QUANDO A


MENSAGEM ORIGINAL TENHA MÚLTIPLOS
DESTINATÁRIOS)

FAZER SEGUIR (ENVIAR CÓPIA PARA


OUTRO ENDEREÇO)

ENVIA E TRANSFERE NOVAS MENSAGENS (DO


SERVIDOR)

APAGAR MENSAGEM(NS)

103
É P O S S Í V E L P E R S O N A L I Z A R O S B O T Õ E S , O U S E J A
A C R E S C E N T A R O U E L I M I N A R B O T Õ E S P E R S O N A L I Z A N D O O
C L I E N T E À N O S S A “ M E D I D A ” .

QUANDO SELECCIONAMOS OS BOTÕES


(OU AS OPÇÕES DO MENU) PARA ENVIAR OU
RESPONDER A CORREIO, É ABERTA UMA
JANELA DE COMPOSIÇÃO DE MENSAGEM,
COMO A DA FIGURA SEGUINTE.

NA PARTE SUPERIOR, O CABEÇALHO,


SÃO EXIBIDOS ALGUNS CAMPOS:
- PARA: (JÁ PREENCHIDO SE ESTIVER A
FAZER RESPONDER AO AUTOR);
- CC:;
- ASSUNTO.
DEVE PREENCHER PELO MENOS O CAMPO
PARA:, COM O ENDEREÇO DO DESTINATÁRIO
E O CAMPO ASSUNTO, COM O ASSUNTO DA
MENSAGEM.

104
NA JANELA DE COMPOSIÇÃO DE
MENSAGENS TEM AINDA DISPONÍVEIS
(ENTRE OUTROS) OS SEGUINTES BOTÕES DE
FUNÇÕES:
ENVIA, DEPOIS DE ESCRITA A MENSAGEM
BASTA CLICAR NESTE BOTÃO PARA QUE ELA
SEJA ENCAMINHADA PARA A PASTA A
ENVIAR E POSTERIORMENTE ENVIADA
QUANDO SE CLICAR NO BOTÃO ENVIAR E
RECEBER.
LIVRO DE ENDEREÇOS, PERMITE CRIAR
UMA LISTA COM OS ENDEREÇOS
ELECTRÓNICOS DOS NOSSOS AMIGOS,
COLEGAS, ETC..

PERMITE IR À NOSSA LISTA DE


ENDEREÇOS E SELECCIONAR O ENDEREÇO
PARA O QUAL PRETENDEMOS ENVIAR A
MENSAGEM.
ANEXAR FICHEIRO, ENVIA JUNTAMENTE
COM A NOSSA MENSAGEM UM, OU MAIS,
FICHEIROS OS QUAIS TEREMOS QUE
SELECCIONAR.

2.3- Telnet - Acesso a computadores remotos


2.3.1- O que é o Telnet
O Telnet é um protocolo e aplicação, parte da família TCP/IP, para acesso e
utilização de computadores remotos. Com Telnet podemos fazer "login" noutros
computadores da Internet e utilizar os seus recursos. Por exemplo, executar aplicações
e/ou aceder a serviços existentes nos computadores remotos., consultar bases de dados
e catálogos bibliográficos, etc. O nosso computador passa a ser como que um terminal
(não inteligente) directamente ligado ao computador remoto (onde é executado todo o
processamento).
2.3.2- Clientes de Telnet
Para aceder a recursos por Telnet necessita de um cliente específico. Estão
disponíveis diversos clientes de Telnet para as diferentes plataformas. Aliás, se estiver
a utilizar um posto de trabalho Windows NT ou Windows 95, deverá ter já um cliente
de Telnet (ficheiro Telnet.exe) numa directoria de sistema.
De qualquer forma aqui fica a indicação de alguns dos melhores clientes de
Telnet para ambientes Windows e Mac.:
 NCSA Telnet 2.6 - Cliente para Mac

105
 WinQVT Net 4.88 - Cliente para Windows 3.1
 WinQVT Net 32 bits 4.0 - Cliente para Windows NT/95

Pode aceder a recursos por Telnet dentro de Browser Internet Explorer uma vez
que está automaticamente configurado para utilizar o cliente que vem com o Windows
95.

106
2.3.3- Utilização de Telnet
Quando é estabelecida uma ligação por Telnet, o sistema remoto irá pedir um
login. No caso de estarmos a aceder a uma conta pessoal, será ainda exigida a
autenticação com password. Mas, na Internet existem diversos recursos de acesso
público, com logins sem password. Por exemplo, para aceder a catálogos de
bibliotecas costumam existir logins públicos, do tipo opac, lib (ou library), guest, etc.
Muitas vezes, após o login, o sistema remoto solicita informação sobre o tipo
de emulação de terminal utilizado. Os tipos mais comuns são o VT100 ou VT102.
A partir desse momento basta seguir as instruções apresentadas pelo sistema
(e/ou introduzir os comandos da aplicação que estamos a utilizar no computador
remoto). Para terminar uma sessão de Telnet siga as indicações do sistema
(geralmente logout, end ou quit) ou utilize Ctrl-].
Apresenta-se seguidamente uma imagem com a utilização do cliente do
Windows NT/95 para aceder à Base Nacional de Dados Bibliográficos e a transcrição
do início da sessão.

107
Enter your terminal type then RETURN (or RETURN for 'vt100') ? :
200 Biblioteca Nacional *** PORBASE / GEAC *** TOD * QUE
FAZER?

Em qualquer momento podera (so para terminais GEAC):


Premir F1 ou SOS para ajuda
Premir F2 comandos adicionais
Premir F3 inicia uma nova pesquisa
Premir F4 regressa ao visor anterior
Premir F5 termina a sua sessao
Premir F6 ultima pesquisa
Premir F7 descricao geral da PORBASE
Premir F8 descricao de comandos
Premir ENTER ou F9 para executar
Comandos sempre disponiveis:
CAT para iniciar pesquisa
FIM para regressar ao primeiro ecran
^D para desconectar (na INTERNET)
LNG para alterar a lingua Press 1 for English

Lingua de pesquisa: PORTUGUESA

Premir F9 p/ iniciar

2.4- FTP - Transferência de Ficheiros


Na Internet estão disponíveis milhares de ficheiros de computador, desde
software até documentos ou imagens. Através do FTP pode copiar esses ficheiros para
o seu computador. Neste módulo ficará a saber o que é e como funciona o FTP, e
aprenderá a utilizá-lo para obter os ficheiros que necessita.
2.4.1- O que é e como funciona o FTP
O FTP - File Transfer Protocol é um protocolo (da família TCP/IP) e uma
aplicação que permite transferir (copiar de ou para) ficheiros entre computadores na
Internet. à partida, é necessário possuir uma conta (com o respectivo login e
password) na máquina para a qual (ou da qual) se quer transferir ficheiros. Mas, para
permitir a partilha e o acesso livre a repositórios de ficheiros, foram criadas em
milhares de servidores contas de login anónimo. Esses sites chamam-se servidores de
FTP anonymous.
A não ser que possua contas em diversas máquinas e necessite de transferir
ficheiros entre elas, a principal utilização do FTP será o acesso e transferência de
ficheiros de servidores de FTP anonymous.

108
2.4.2- Utilização do FTP
2.4.2.1- INTRODUÇÃO

Para utilizar o FTP é necessário dispormos de um cliente de FTP ou de um


browser de WWW (caso não se trate de FTP anonymous, é mesmo necessário um
cliente de FTP e uma conta na máquina a que nos queremos ligar). Mesmo dispondo
do software adequado, há dois problemas que, geralmente, atormentam os novos
utilizadores:
 primeiro, anterior à utilização do FTP, é: Como encontrar os servidores e os
ficheiros pretendidos?
 O segundo, simultâneo ou posterior à utilização do FTP, é: Que ficheiros são estes
e o que posso fazer com eles?

Quanto ao primeiro problema, encontrará informação prática no capítulo- Como


pesquisar informação na Internet. Quanto ao segundo, aqui ficam algumas dicas.
Nos servidores de FTP anonymous encontra-se uma grande variedade de
ficheiros, a que correspondem também uma grande variedade de extensões (.txt,
.zip, .exe, .bin. , .gz, .hqx, .gif, .au, .mov, .ps, etc., etc.). Apesar de alguns clientes
tentarem já "dar uma ajuda" na resolução do problema (é o caso do browser Explorer),
perante esta profusão de tipos e extensões, o utilizador pode sentir-se um pouco
perdido e ter dificuldade em perceber qual o conteúdo de um ficheiro a partir do seu
nome.
Outro problema é que, por óbvias razões de economia de espaço nos servidores e
de tráfego na rede, uma boa parte dos ficheiros disponíveis nos servidores de FTP
anonymous são ficheiros compactados, reunindo um ou vários ficheiros "normais",
com uma das múltiplas ferramentas de compactação existentes.
Como uma explicação detalhada dos diversos tipos de ficheiros e ferramentas de
compactação/descompactação exigiria muito tempo e espaço, deixo aqui apenas uma
explicação sobre as extensões mais comuns:
 Zip- Ficheiros compactados com uma das ferramentas mais conhecidas de
compactação e descompactação. Existe em versão para Dos ou Windows. A
versão para Windows pode ser encontrada em WWW.Winzip.com.
 Txt- Ficheiros cujo conteúdo é texto sem formatação podendo ser aberto com
o Bloco de Notas do Windows ou com o comando Edit do Dos;
 Exe- Ficheiros executáveis, já nos referimos a eles no manual do Windows 95;
 Arj, a0*- Ficheiros compactados pelo programa ARJ;
 Gif, Bmp, Tif, Jpg- Ficheiros de imagens;
 Wav, AIFF, AIF, AIFC, AU, SND, RMI, MID- Ficheiros que contém sons, ou
extractos de músicas;
 Avi, Mov, MPEG, MPG, MPE, MPA, M1V, MP2, ENC- Ficheiros que
contém Vídeos.

109
2.4.2.2- UTILIZAÇÃO DE UM CLIENTE ESPECÍFICO DE
FTP

EXISTEM DIVERSOS CLIENTES ESPECÍFICOS


DE FTP. NA NOSSA OPINIÃO, OS MELHORES
CLIENTES DE FTP:
 CUTE FTP - VERSÃO 1.3 PARA WINDOWS
3.1 E VERSÃO DE 32 BITS PARA NT/95
 FETCH - VERSÃO 2.12 DESTE CLIENTE
PARA MAC
 WINSOCK FTP - VERSÃO PARA WINDOWS
3.1 E VERSÃO DE 32 BITS PARA NT/95

APRESENTA-SE SEGUIDAMENTE UMA


PEQUENA DEMONSTRAÇÃO DA UTILIZAÇÃO
DO WINSOCK FTP 32. QUANDO SE INVOCA
ESTE PROGRAMA, É ABERTA UMA JANELA
ONDE DEVEMOS DEFINIR (NO MÍNIMO) QUAL
O SERVIDOR A QUE NOS QUEREMOS LIGAR,
E O NOSSO LOGIN E PASSWORD (NO CASO
DE FTP ANONYMOUS, O LOGIN É
ANONYMOUS E A PASSWORD O NOSSO
ENDEREÇO DE CORREIO ELECTRÓNICO).
REFIRA-SE QUE ESTA INFORMAÇÃO PODE
SER GUARDADA NO CAMPO CONFIG,
PERMITINDO A SUA UTILIZAÇÃO EM
CONEXÕES POSTERIORES.

110
ESTABELECIDA A LIGAÇÃO AO SERVIDOR DE
FTP, O CLIENTE EXIBE UMA JANELA
DIVIDIDA EM DUAS PARTES. DO LADO
ESQUERDO ENCONTRA-SE A INFORMAÇÃO DO
NOSSO COMPUTADOR. DO LADO DIREITO A
INFORMAÇÃO RELATIVA AO SERVIDOR.

111
ATRAVÉS DOS BOTÕES, OU CLICANDO EM
CIMA DOS FICHEIROS OU DIRECTORIAS,
PODEMOS CRIAR, APAGAR OU MUDAR DE
DIRECTORIA, VISUALIZAR, APAGAR OU
MUDAR O NOME DE FICHEIROS E
TRANSFERIR FICHEIROS OU DIRECTORIAS
ENTRE OS DOIS COMPUTADORES (SETAS NA
PARTE CENTRAL).

2.4.2.3- COM UM BROWSER DE WWW (EXPLORER)

Com o Explorer também podemos aceder a ficheiros via FTP. Quando o


Explorer recebe um URL correspondente a FTP (URL's iniciados por ftp://), ele
exibe-o numa página, fazendo acompanhar os nomes dos ficheiros e directorias por
ícones que os representam.

112
PARA MUDAR DE DIRECTORIA OU
TRANSFERIR UM FICHEIRO, BASTA CLICAR
EM CIMA DO SEU NOME OU DO SEU ÍCONE.

113
2.5- Grupos de Notícias e Discussão
Na Internet existem milhares de fóruns onde se discutem e trocam
informações sobre os mais diversos assuntos. Esses grupos de notícias e discussão
baseiam-se em dois serviços da Internet: as listas de distribuição por correio
electrónico e as notícias da USENET (vulgarmente conhecidas por news). Neste
módulo ficará a conhecer como funcionam esses grupos de notícias e discussão, de
que forma pode ser um dos seus membros.
2.5.1- Listas de distribuição
2.5.1.1- O QUE SÃO AS LISTAS DE DISTRIBUIÇÃO?

As listas de distribuição são endereços colectivos de correio electrónico, que


servem para distribuir uma mensagem por um conjunto de utilizadores. Por isso, elas
são utilizadas para grupos de discussão sobre determinados assuntos, difusão de
informação entre os membros de organizações, anúncios e informações a clientes de
certos produtos e serviços, distribuição de revistas electrónicas, etc.
Os "carteiros" que se encarregam de distribuir as mensagens para os seus
múltiplos destinatários, bem como executar o conjunto de tarefas necessárias ao
funcionamento e gestão das listas, são programas designados por servidores de listas
(list servers, em inglês). O software LISTSERV é o servidor de listas mais comum,
ainda que existam múltiplas listas administradas com outros programas, como o
majordomo e o listproc.
Para além dos diferentes softwares utilizados para a sua gestão, existem outras
características que diferenciam as listas de distribuição. As listas podem ser abertas
(qualquer pessoa pode participar) ou fechadas (listas que só admitem pessoas que
reunam determinadas condições, como ser membro de determinada organização ou
projecto, etc.), moderadas (existe alguém, um moderador, por quem passam as
mensagens antes de serem enviadas para todos os membros, para garantir a
pertinência e qualidade das mensagens distribuídas) ou não-moderadas (quando
alguém envia uma mensagem ela é automaticamente distribuída por todos os
membros da lista).
2.5.1.2- COMO PARTICIPAR NUMA LISTA DE
DISTRIBUIÇÃO?

Para participar numa lista de distribuição é necessário assiná-la, isto é,


solicitar que o nosso endereço de correio electrónico seja acrescentado à lista.
Geralmente, após o pedido de assinatura o servidor solicita-nos confirmação do
pedido e, posteriormente, remete-nos uma mensagem sobre o funcionamento e
objectivos da lista, comandos disponíveis, etc. A partir desse momento, passaremos a
receber todas as mensagens enviadas para a lista pelos seus membros e poderemos
enviar as nossas próprias mensagens, que serão distribuídas imediatamente (listas
não-moderadas) ou avaliadas (listas moderadas) quanto à sua pertinência.
O pedido de assinatura realiza-se através do envio de uma mensagem de
correio electrónico, contendo o comando de assinatura (ver abaixo), para o endereço
administrativo da lista. Importa sublinhar que, geralmente, existem dois endereços nas
listas de distribuição: o endereço administrativo e o endereço da lista. O endereço
administrativo serve para enviar os comandos relativos à nossa participação na lista
(assinatura, cancelamento da assinatura, suspensão do envio de mensagens, etc.) e o

114
endereço da lista serve para enviar as mensagens que queremos ver distribuídas por
todos os membros da lista. Utilizar o endereço administrativo para enviar mensagens,
ou endereço da lista para enviar comandos é um erro frequente dos novatos, que só
pode ter dois resultados: mensagens de erro do servidor da lista que carregamos com
(pseudo)comandos que ele não entende, ou mensagens entre o paternalismo e a ira
insultuosa dos membros da lista cujas caixas de correio foram invadidas por "lixo
electrónico".
Os comandos utilizados nas diferentes listas dependem do software utilizado.
Se quiser obter uma lista completa e detalhada dos comandos disponíveis nos diversos
servidores de listas envie uma mensagem de correio electrónico para
listserv@ubvm.cc.buffalo.edu, deixando o campo Subject vazio e escrevendo o
seguinte comando no corpo da mensagem GET MAILSER CMD NETTRAIN
F=MAIL. Alguns dos comandos mais úteis, das listas LISTSERV são os seguintes (se
quiser informações mais detalhadas consulte o EARN LISTSERV User Guide):
Assinatura (SUBSCRIBE)
Enviar mensagem de correio electrónico para o endereço administrativo com o
comando SUBSCRIBE o nome da lista e o seu nome. Por exemplo: subscribe IFLA-L
Joaquim Silva
Cancelar Assinatura (UNSUBSCRIBE/SIGNOFF)
Enviar mensagem de correio electrónico para o endereço administrativo com o
comando UNSUBSCRIBE ou SIGNOFF e o nome da lista. Por exemplo: signoff
IFLA-L
Pedir Ajuda (HELP)
Enviar mensagem de correio electrónico para o endereço administrativo com o
comando HELP (receberá uma breve descrição dos comandos LISTSERV mais
utilizados, bem como o nome e e-mail do postmaster do servidor).
Alterar opções de participação (SET)
Quando assinamos uma lista o servidor atribui-nos, por defeito, um conjunto
de opções de participação. Para alterar essas opções enviar mensagem de correio
electrónico para o endereço administrativo com o comando SET, o nome da lista e a
opção. Exemplos:
SET IFLA-L MAIL
(Opção por defeito, significa a distribuição normal do correio da lista. Só é necessário
utilizar esta opção, para retomar a recepção normal do correio, se tiver sido utilizada
uma das opções seguintes)
SET IFLA-L NOMAIL
(Opção que permite suspender a recepção do correio da lista, por exemplo no período
de férias, sem abandonar a lista. A recepção do correio pode ser retomada com a
opção anterior)
SET IFLA-L DIGESTS ou SET IFLA-L INDEX
(Estas opções só estão disponíveis em algumas listas, se os seus administradores o
quiserem. A opção DIGEST permite reunir o correio enviado para a lista durante um
certo período de tempo e recebê-lo numa única mensagem. A opção INDEX resultará
no envio apenas da data, hora, assunto, número de linhas, nome e endereço do autor
de todas as mensagens enviadas para a lista, não sendo incluído o texto da mensagem)

115
2.5.1.3- COMO PROCURAR LISTAS DE DISTRIBUIÇÃO?

Existem diversas fontes onde podemos encontrar informação sobre listas de


distribuição. Algumas delas permitem a pesquisa por assuntos, palavras-chave, etc.,
sendo particularmente úteis para localizar as listas de distribuição sobre determinados
temas ou de determinadas organizações. Além disso, incluem geralmente informação
sobre o funcionamento das listas (endereço administrativo e endereço da lista,
comandos de assinatura, etc.).

2.5.2- Notícias da USENET


2.5.2.1- O QUE SÃO AS NOTÍCIAS DA USENET

As notícias da USENET são um sistema distribuído de conferência. Dito de


forma mais simples, a USENET é o serviço que proporciona (de modo mais
económico que as listas de distribuição em termos de tráfego na rede) a discussão e
partilha de informações sobre os mais variados tópicos e assuntos a nível mundial.
Cada comunidade de interesses, constitui-se num grupo de notícias
(newsgroup), onde decorre a discussão. Existem milhares destes grupos de notícias e
dentro deles circulam mensagens (em tudo semelhantes às de correio electrónico),
chamadas artigos.
Os nomes dos grupos de notícias revelam a estrutura hierárquica em que estes
estão organizados. Por exemplo, o grupo sci.engr.manufacturing é o grupo de
discussão das questões da produção, que está integrado na hierarquia sci. (ciência)
engr. ( engenharia). Nesta lógica, todos os grupos de discussão de questões científicas
começam o seu nome por sci., os de discussão de questões de engenharia por
sci.engr., etc.
Em sentido restrito, as hierarquias da USENET são as seguintes:
 comp - Informática e ciências da computação
 misc - Grupos de discussão que não se enquadram em nenhum das outras
hierarquias
 news - Sobre as notícias da USENET
 rec - Grupos de discussão de questões recreativas (desporto, arte, etc.)
 sci - Questões científicas
 soc - Questões sociais
 talk - Grupos de debate
Mas os servidores de notícias geralmente distribuem outros grupos de discussão, a
que pode aceder da mesma forma. Para além dos da USENET, as hierarquias
distribuídas pela generalidade dos servidores portugueses são os seguintes:
 pt - hierarquia portuguesa, onde se discute tudo o que esteja relacionado com
Portugal
 alt - grupos de discussão "alternativos"
 bionet – biologia

116
 bit - grupos de discussão da BITNET, usados sobretudo para redistribuir listas de
distribuição LISTSERV
 biz - negócios, produtos e serviços

2.5.2.2- COMO ACEDER E PARTICIPAR NOS GRUPOS DE


NOTÍCIAS

Para aceder às notícias da USENET apenas necessita de acesso a um servidor


que lhe preste esse serviço (o seu fornecedor de serviço deve ter um e, se não tiver,
escolha outro fornecedor...), e de um cliente (leitor) de news.
Existem múltiplos leitores de news, com mais ou menos funcionalidades e
com interfaces mais ou menos amigáveis. No entanto, todos eles possibilitam um
conjunto de funcionalidades básicas, como listar grupos de notícias, assinar e cancelar
grupos de notícias, enviar novos artigos, responder a artigo, imprimir, guardar ou
enviar artigo, etc.
Dada a multiplicidade de leitores de notícias, apenas incluiremos neste curso
apontadores para alguns dos leitores de notícias disponíveis para plataformas
Windows e Macintosh (se quiser saber mais sobre leitores de news recomendo que
assine o grupo news.software.readers). Para além disso, será apresentada um breve
explicação do funcionamento do leitor de notícias incluído no browser Explorer
(chamando desde já a atenção para o facto deste não reunir todas as funcionalidades
presentes nos leitores de notícias específicos).

Aqui ficam então os apontadores para alguns dos mais utilizados leitores de notícias
para Windows e Macintosh:
 Free Agent 1.0 (Windows 3.X)
ftp://orpheu.ci.uminho.pt/pub/net/winsock/clients/FreeAgent/free_agent/fagent10.

zip (U. Minho)

ftp://ftp.ua.pt/pub/winsock/news/fagent10.zip (U. Aveiro)

 News Bin (Windows 95/NT)


ftp://ftp.ua.pt/pub/winsock/Windows95/News/news074.zip (U. Aveiro)

 News Watcher 2.0 (Macintosh)


ftp://ftp.ua.pt/pub/mac/comm/usenet/newswatcher2.0.sit.hqx (U. Aveiro)

ftp://zen.fct.unl.pt/pub/mac/NewsWatcher-20.hqx
 WinVines (Windows 95/NT)
ftp://ftp.ua.pt/pub/winsock/Windows95/News/wv32_9907i.zip (U. Aveiro)

117
Possuindo um leitor de news e acesso a um servidor que nos preste este serviço,
precisamos ainda de descobrir e assinar os grupos de notícias que nos possam
interessar. Como existem muitos milhares de grupos de notícias, é provável que já
exista um ou vários grupos que discutam os assuntos em que está interessado. Mas se
ainda não existir o grupo que pretendia, pode tentar criá-lo, seguindo as regras da
própria USENET (para mais informações sobre a criação de grupos de notícias assine
o grupo news.groups e/ou consulte os seguintes documentos: Usenet Newsgroup
Creation Companion, How to Create a New Usenet Newsgroup).
Para saber que grupos existem e estão disponíveis no seu servidor, pode utilizar o
comando listar grupos, que o seu leitor de news certamente possui. Para ver os artigos
de um grupo e participar na sua discussão deve usar o comando assinar.
Finalmente uma referência importante para os novos utilizadores: como todas as
comunidades humanas, os fóruns de discussão constituídos em torno das notícias da
USENET têm regras e normas de convívio. Nos grupos de notícias há um facto que
não deve ignorar: em cada grupo são disponibilizados periodicamente artigos,
designados por FAQs (Frequently Asked Questions) definindo o âmbito e objectivos
do grupo e contendo as respostas às perguntas mais frequentes, relativas ao assunto
discutido nesse grupo, etc. Por isso, quando assinar um grupo, antes de enviar
qualquer artigo, deve ler a FAQ desse grupo e talvez seja aconselhável acompanhar
(sem participar) por algum tempo as discussões que nele decorrem.

2.5.2.3- O CLIENTE DE NEWS DO EXPLORER

O Explorer inclui um leitor de news, que reúne as principais facilidades dos


clientes de news. Antes da primeira utilização do cliente de news do Explorer, é
necessário configurá-lo, e mais uma vez temos acesso a um assistente de
configuração, o qual nos pergunta, entre outras coisas, o nome do servidor de news do
seu fornecedor de serviço Internet (news.telepac.pt, para o caso da Telepac). A figura
seguinte ilustra a configuração do servidor de news, para utentes da Telepac.

118
Pode aceder ao cliente de news através do Botão Iniciar-Programas-Internet
News, é exibida uma janela como a da figura seguinte:

Por baixo dos botões aparece a caixa que contém os grupos subscritos
(Newsgroups) aparecendo apenas um grupo que será o seleccionado, caso se pretenda
outro grupo basta selecciona-lo. Para ver todas as hierarquias e grupos disponíveis no
seu servidor de news escolha o botão Newsgroups e subscreva os grupos nos quais
está interessado, passando depois esses grupos a fazer parte da lista dos grupos
subscritos que se encontram na caixa Newsgroups.
Para aceder às mensagens de determinado grupo basta clicar no seu nome. São
então exibidos os cabeçalhos das mensagens enviadas para esse grupo, que incluem:
Remetente (De), Assunto, Data (Enviado). Por defeito, as mensagens são ordenadas
por thread (por assunto de discussão ou "linha de discussão").
Para ler as mensagens existentes no grupo, basta clicar em cima do seu
cabeçalho. A figura seguinte ilustra a leitura de uma notícia.

119
As principais funções do leitor de news do Netscape podem ser acedidas
através dos botões existentes na parte superior da janela. Aqui fica uma rápida
explicação de cada um deles:
Nova mensagem para as news.

Responder à mensagem para o(s) grupo(s) de notícias.

Responder ao autor da mensagem. O campo To: é preenchido por defeito.

Enviar cópia da mensagem de news para um endereço a


especificar.

Permite aceder à lista de Newsgroups e escolher os grupos a subscrever ou


a anular a subscrição.

Liga ao Servidor de News e carrega os cabeçalhos do grupo seleccionado.

Desliga-se ao Servidor de News.

120
Pára o carregamento, ou dos cabeçalhos ou do conteúdo de um artigo.

2.6- Serviços de comunicação interactiva (Talkers,


MUD's, MOO's, IRC, etc.)
A Internet é cada vez mais utilizada para a comunicação entre pessoas. Não
apenas para a comunicação diferida, como o correio electrónico, mas também para a
comunicação interactiva em tempo real. Nos últimos tempos têm-se multiplicado os
serviços e aplicações de comunicação interactiva, baseados em texto, mas também
voz (permitindo telefonemas na Internet, por exemplo o Netmeting da Microsoft) e
mesmo vídeo (aplicações de videoconferência como o CU-SeeMe)
Nesta parte apenas faremos breves referências a três dos serviços mais
utilizados: o IRC os MUD's e os MOO's.
2.6.1- IRC
IRC é o acrónimo de Internet Relay Chat. Concebido em 1988 na Finlândia,
tem vindo a conquistar novos utilizadores, sendo hoje utilizado em mais de 60 países
de todo o mundo. O IRC é um sistema multi-utilizador de conferência e troca de
mensagens em tempo-real. As "conversas", em grupo ou em privado, ocorrem em
canais (um lugar virtual, normalmente com um tópico de discussão), cujo nome indica
o tipo de assunto discutido. Para aceder ao IRC necessita de um cliente específico.
Pode consultar uma lista de clientes de IRC no servidor da RCCN. Recentemente
entrou em funcionamento uma Rede Portuguesa de IRC. Em todas as redes existem
canais como #irchelp, #irc ou #ajuda onde pode obter uma lista mais extensa de
servidores e/ou ajuda relativa à utilização do IRC. No caso da rede portuguesa de IRC
existe ainda um canal #geral sempre activo.
2.6.2- MUD'S e MOO's
Os MUD's (Multiple User Dimension, Multiple User Dungeon, or Multiple
User Dialogue) e os MOO's (MUD's Object Oreinted) são programas de computador
que permitem que os utilizadores façam login e explorem. Cada utilizador assume
uma "personalidade virtual" que pode interagir com os restantes utilizadores. Para
além das aplicações recreativas (que são predominantes) os MUD's e MOO's também
são utilizados para a realização de cursos, conferências, etc. Por exemplo, no Atlantis
MOO têm sido realizados cursos, seminários, etc.

121
3- A Internet como ferramenta de trabalho
3.1- Pesquisar informação na Internet
Encontrar a informação que nos interessa na Internet pode ser como procurar
agulha em palheiro: uma tarefa complicada, demorada e, muitas vezes, frustrante nos
resultados. Ao longo dos anos, e à medida que a Internet foi crescendo, foram sendo
criados vários mecanismos e ferramentas para auxiliar a localização e acesso aos
imensos recursos informativos da Rede.
3.1.1- Pesquisa na World Wide Web
Existem dezenas de ferramentas de pesquisa na World Wide Web. Esses
índices, catálogos e bases de dados são constituídos de duas formas básicas:
 Robots (Robot/spider/wanderer/crawler), que recolhem e indexam
automaticamente o texto integral (Alta Vista, HotBot, InfoSeek,
Lycos, OpenText, WebCrawler, etc.) ou apenas partes (Inktomi,
WWW Worm, etc.) das páginas da Web.
 Construção e manutenção de índices e esquemas de classificação por
intervenção humana (como o SAPO, o Yahoo, etc.), onde são apenas
pesquisáveis (para além dos assuntos do esquema de
classificação/organização) os títulos e uma breve descrição dos
documentos.

Os termos a utilizar nas pesquisas devem ter em conta estes dois tipos
de instrumentos. Assim, tendencialmente, na pesquisa de bases de dados
geradas a partir de robots (especialmente se indexam o texto integral dos
documentos) podem utilizar-se termos mais específicos e em diferentes
línguas (de acordo com as utilizadas nos documentos que procuramos),
enquanto na pesquisa de directórios e catálogos gerados por intervenção
humana devem usar-se termos mais genéricos, que correspondam aos
temas e sub-temas da classificação utilizada e/ou a palavras dos títulos
dos documentos.
Podem ainda ser utilizados algumas ferramentas que interrogam
simultaneamente diversos índices e bases de dados. As óbvias vantagens
de facilidade de utilização e rapidez, não podem fazer esquecer que
também existem algumas desvantagens.
3.1.2- Pesquisar Pessoas
A melhor forma de encontrar endereços electrónicos de pessoas é
ainda a de pegar no telefone e perguntar-lhe directamente, isto porque não
é possível criar uma lista com os endereços de todas as pessoas com
endereço electrónico pois todos os dias existem milhares de pessoas que
“entram” na Internet e a quem são atribuídos novos endereços.

122
Existem no entanto algumas formas de busca de pessoas na Internet.
Por exemplo a Telepac lança com uma certa regularidade uma lista com
os seus assinantes, onde podemos encontrar os seus respectivos
endereços, essa lista está disponível em
http://www.registrade.pt/clicknet/.
Outras formas de procurar pessoas dependem dessas mesmas pessoas,
ou seja, se as pessoas quiserem disponibilizar informações relativas ao
seu endereço electrónico e outras, podem faze-lo para certas zonas da
Internet, onde depois se podem efectuar as buscas, como exemplos temos
os casos do Four 11 (http://www.four11.com/), do Infospace
(http://www.infospace.com/), Bigfoot (http://www.bigfoot.com/), e em
Portugal do Sapo (http://nenufar.sapo.pt/), entre outros.
3.1.3- Pesquisar Software
Com milhares de servidores e milhões de ficheiros disponíveis na
Internet, a sua localização nem sempre é simples. Felizmente podemos
recorrer a múltiplas ferramentas para a pesquisa de ficheiros.
Existem alguns “sites” que nos ajudam na procura da determinados
ficheiros, talvez o mais conhecido é o Filez (http://www.filez.com).
Existem depois vários “sites” com programas que podemos trazer para o
nosso computador (http://www.shareware.com/,
http://www.windows95.com, http://plus.ua.pt/tucows/, etc.).
Temos ainda o “velhinho” Archie que não é mais do que uma
enorme base de dados com informações relativas a Servidores Públicos
de FTP, nos quais podemos realizar pesquisas. Eis alguns endereços de
Archies que “falam” português: http://www.lnec.pt/servicos/archie.html,
http://www.ci.uminho.pt/forms/archieForm.html.
3.1.4- Pesquisar nos Grupos de Notícias
Trata-se de uma tarefa complicada dada a periodicidade com que os
artigos são alterados e até mesmo os newsgroups. No entanto temos
algumas formas de busca, uma delas é através do multifacetado Altavista,
(http://altavista.telia.com/cgi-bin/query?pg=q&country=pt&mss=pt
%2Fsearch&x=26&y=10) o qual tem uma opção que permite pesquisar
na USENET. Existe ainda o Dejanews (http://www.dejanews.com/) que é
bem mais específico para este tipo de busca.
3.1.5- Pesquisar Listas de Distribuição
Mais uma vez podemos utilizar um dos “sites” de busca geral como o
Altavista, e procurar por Listas de Distribuição ou listservers, devendo-
nos aparecer uma lista enorme de “sites” relacionados com o tema, depois
basta escolher um e clicar.

123
Existem no entanto alguns “sites” específicos para este tipo de busca
tais como: http://www.liszt.com/ e
http://www.tile.net/tile/listserv/index.html.
3.2- Como divulgar informação na Internet
A Internet não é apenas uma boa fonte de informação. Ela pode ser
também o espaço ideal para a divulgação de iniciativas, projectos,
trabalhos, etc. Neste módulo abordaremos sumariamente as formas de
divulgar informação na Internet, concentrando-nos sobretudo na criação e
divulgação de páginas para a World Wide Web.
3.2.1- Formas de divulgar informação na
Internet
A divulgação de eventos, projectos, produtos ou serviços, trabalhos
académicos, ou de qualquer outro tipo de informação na Internet pode
fazer-se através de diversas formas e, de preferência, utilizando vários
métodos simultaneamente.
Hoje em dia, a forma geralmente mais eficaz, e certamente a mais
permanente, de divulgar informação na Internet é a de criar um
servidor/páginas WWW. Mas, em alternativa ou como complemento às
paginas WWW, os grupos de notícias e as listas de distribuição são
também uma boa forma de promoção.
A divulgação de iniciativas através das listas de distribuição e dos
grupos de notícias, deve ter em conta um conjunto de princípios e
restrições, para evitar que se transforme em "publicidade negativa" ou
que origine legítimos protestos dos que participam nesses grupos.
Resumidamente, aqui ficam algumas questões que deve considerar antes
de utilizar os grupos de notícias e as listas de distribuição para divulgar
informação:
1. Divulgação de informação não comercial (eventos, projectos e
trabalhos académicos e científicos, etc.)
 Escolha cuidadosamente a(s) lista(s) de distribuição e/ou o(s)
grupo(s) de notícias para onde irá enviar a sua mensagem,
certificando-se que ela se enquadra dentro dos seus tópicos de
discussão. Leia a FAQ do grupo (ou o documento similar nas listas
de distribuição).
 Componha a sua mensagem de forma sintética e objectiva. Evite as
mensagens longas, ou o envio de documentos juntamente com as
mensagens. Por exemplo, se o seu objectivo é divulgar um texto
extenso, envie apenas uma mensagem sobre ele (assuntos, características,

124
data, tamanho, etc.) indicando o método como as pessoas lhe poderão aceder
(URL se estiver acessível por WWW ou FTP, endereço de mail no qual ele
pode ser solicitado, etc.).
2. Divulgação de informação comercial (produtos e serviços, etc.)
 Para além dos cuidados acima referidos, deve certificar-se se o grupo de
notícias ou a lista de distribuição para onde pretende enviar informação aceita
publicidade comercial. A maior parte das listas de distribuição e grupos de
notícias têm restrições ao envio de publicidade (havendo alguns onde ela é
mesmo proibida). No caso de listas de distribuição, se tiver dúvidas contacte
com o gestor da lista.
3.2.2- Criação e Divulgação de Páginas WWW
3.2.2.1- CRIAÇÃO DE PÁGINAS DE WWW

Quando se pensa pela primeira vez em construir uma página de WWW, pode
ficar-se assustado ou intimidado pela suposta dificuldade da utilização de uma
linguagem de formatação, o HTML, até então desconhecida. Não se preocupe! Essa é
a parte simples do problema...As ferramentas que hoje se encontram disponíveis
(editores de html, conversores de outros formatos para html, etc.) transformam a
criação de páginas em HTML "normais" (sem funcionalidades que exijam a utilização
de programação) numa tarefa relativamente simples.
A parte complicada é a concepção das páginas: a definição do seu conteúdo,
de molde a torná-la útil e relevante, a escolha de um layout, de forma a torná-las
agradáveis, atractivas e funcionais (especialmente neste segundo aspecto, este curso
deixa ainda muito a desejar...). Não é possível neste curso abordar os problemas do
design e concepção de páginas. No entanto, aqui ficam algumas referências úteis para
consulta:
Em relação à criação e desenvolvimento de páginas em HTML, encontrará
inúmeros recursos (desde software a imagens) que o podem ajudar nessa tarefa. Aqui
fica uma lista de alguns dos que consideramos mais úteis (no que diz respeito a
software são incluídos preferencialmente utilitários para ambientes Windows):
1. Gerais
 A Beginner's Guide to HTML- Um bom guia para principiantes, do qual existe
também uma versão em português (do Brasil) - Guia do Iniciante em HTML.
 BEABA de como fazer uma página - Bom guia de recursos em português.
 Introduction to HTML Excelente introdução ao HTML.
 The Web Developer's Virtual Library - Uma autêntica enciclopédia e guia de
recursos para a Web.
2. Editores de HTML
 HotDog Web Editor - Um dos melhores editores com versões freeware e
comerciais.
 HTML Editor for the Macintosh - Um bom editor para Mac.

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 HTML Writer - Ferramenta muito simples de utilizar, talvez seja das mais
indicadas para principiantes.
 Yahoo - Computers and Internet:Internet:World Wide Web:HTML Editors
3. Conversores para HTML
 Converters to and from HTML
 Excel 5.0 to HTML Table Converter - Para Windows
 Excel to HTML Conversion Utility - Para Mac
 MSAccess Internet Assistant - Conversor de Acess para Html
 MSExcel Internet Assistant - Conversor de Excel para Html
 MSSchedule Internet Assistant - Conversor de Schedule para Html
 MSWord Internet Assistant - Conversor de Word para Html
 Yahoo! - Computers and Internet:Internet:World Wide Web:HTML
Converters
4. Imagens e Backgrounds
 Author's Buttons, Images, Balls, Bars and "Tools"
 Background Colors - Guia sobre a utilização de cores nas páginas, incluindo
listagem dos códigos RGB.
 Button's, Cubes & Bars •Icons and Images for Use in HTML Documents
 Netscape Backgrounds Sampler
 Virtual Icon Collection
 WebGround - Excelente colecção de backgrounds
5. Java, CGI e VRML
 Java - Programmingo for the Internet - Homepage do Java (Sun)
 The Java Language Tutorial! - Tutorial para principiantes
 The Common Gateway Interface
 VRML - Virtual Reality Modeling Language AND VR on the Web
 World Famous CGI Shop - Inclui um tutorial sobre CGI

3.2.2.2- DIVULGAÇÃO DE PÁGINAS DE WWW

O objectivo de qualquer página na Internet é o de ser consultada, de poder ser


útil para outras pessoas. Para que isso aconteça o fundamental é a qualidade intrínseca
da página (do ponto de vista informativo, do design e da apresentação, etc.). Mas a
divulgação também é importante. Pode ter construído uma página excelente, mas se
ninguém a conhecer, ele não irá ser utilizada e o seu trabalho foi em vão.
Há duas formas básicas de divulgar as páginas de WWW: através de listas de
distribuição e grupos de notícias, e pela sua inclusão nas bases de dados, índices e
catálogos utilizados para pesquisar informação na Internet. Em relação à primeira
forma já foi fornecida informação na página anterior. Por exemplo, este curso foi

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divulgado no grupo pt.internet. Em relação à inclusão das páginas nas bases de dados,
índices e catálogos de pesquisa na Internet, ela pode ser feita de duas formas
simultâneas:
 Enviando informação sobre as páginas para um dos serviços que
automaticamente as submetem a várias dessas ferramentas de pesquisa,
como o Submit-it ou PostMaster (para uma listagem completa destes
serviços consulte a página Yahoo! - Computers and
Internet:Internet:World Wide Web:Announcement Services).
 Submetendo essa informação a cada um dos catálogos que não esteja
incluído nos serviços anteriores. Por exemplo, em Portugal devem
submeter-se as páginas, no mínimo, ao SAPO, e preferencialmente a
outros catálogos como o AEIOU, etc.

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BIBLIOGRAFIA

128
RODRIGUES, Eloy, Curso de Introdução à Internet,
http://www-bib.eng.uminho.pt/Pessoal/Eloy/Curso/curso.htm, 1996.

MAGALHÃES, José, Novo Roteiro Prático da Internet, Quetzal Editores,


1996.

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