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Teoria e Técnicas de Grupo– Aula 4

Prof. Me Luís Eduardo d’Almeida Manfrinati


A Empatia
 Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que
sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação
vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender
sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma
objetiva e racional o que sente outro indivíduo.
 A capacidade de se colocar no lugar do outro, que se desenvolve
através da empatia, ajuda a compreender melhor o
comportamento em determinadas circunstâncias e a forma como
o outro toma as decisões.
 Ser empático é ter afinidades e se identificar com outra pessoa.
 “A empatia é a arte de se colocar no lugar do outro por meio da
imaginação, compreendendo seus sentimentos e perspectivas e usando
essa compreensão para guiar as próprias ações.”
 a empatia x individualismo
 A habilidade de aceitar e conviver bem com a diversidade nos torna
mais empáticos e tolerantes.
 Empatia, liderança e coesão
 Simpatia x empatia (e comportamentos pró-sociais)
 Na clínica - Compreensão: ao pensar e sentir o mundo interno do
paciente, o analista conhece o que o paciente está a experienciar
naquele momento e comunica-lhe de uma forma verbal ou não verbal
que a sua experiência foi entendida. Explicação: apesar da primeira etapa
se centrar em comunicar o que se captou da experiência do paciente, a
segunda etapa utiliza esta compreensão acumulada ao longo do tempo
para explicar o significado da experiência do paciente, correlacionando
com experiências passadas, impulsos internos e dinâmicas
intrapsíquicas.
 Jackson (2004) partem das perspectivas humanística (empatia como
capacidade inata) e psicodinâmica (empatia como perícia de
comunicação) e propõem três componentes fundamentais da empatia
nos seres humanos:
 1. Partilha afectiva entre o próprio e o outro, baseada na ligação
percepção acção que dá origem às representações partilhadas.
 2. Consciência do eu e do outro: mesmo quando existe alguma identificação
temporária, não existe confusão entre o self e o outro.
 3. Flexibilidade mental de modo a adoptar subjectivamente a perspectiva
do outro e processos reguladores.

 Empatia e Coaching - desenvolver potencialidades e nos promover a


melhor versão de nós. (DINÂMICA)
Dinâmica da Empatia
 Escrever em um papel um problema relacionado a um tema
específico. Dividir os papéis, ler, explicar e propor uma
solução.
 “O outro compreendeu seu problema?”; “Como você se
sentiu ao ver o problema descrito?”; “Você compreender o
problema do outro?”; e “Como você se sentiu em relação ao
grupo?”.
 Objetivo: se colocar no lugar do outro (pensamentos,
sentimentos e comportamentos)
Próxima Semana
 Filme Batman – O Cavaleiro das Trevas

 Movimentos de grupo? Sociedade? Policiais? Bandidos? Papel


do Batman? Experimentos Sociais? Manipulação de Massas?
Significado de matar um líder?
A PROVENIÊNCIA DO OBJETO
GRUPO
A PROVENIÊNCIA DO OBJETO GRUPO
 - A importância da linguagem simbólica
 - Os tipos de silêncio dos grupos
 - fenômenos e processos grupais: Pensamento Grupal,
Polarização de Grupo, Efeito Carona e Efeito Otário
 - Os conflitos grupais: Egocentrismo versus Sociocentrismo
 - Vivência de técnica grupal 3
Vídeos com temas de Grupos - PF
 https://www.youtube.com/watch?v=9oagLOyopRw&t=3s
 https://www.youtube.com/watch?v=YkK_NFkIDr4
 https://www.youtube.com/watch?v=MX0_ZvcVBco
 https://www.youtube.com/watch?v=gdrr7Huym-g
 https://www.youtube.com/watch?v=XdXUZLMBfy0
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s
Vídeos com temas de Grupos - DM
 https://www.youtube.com/watch?v=UdXPHfUYfN4
 https://www.youtube.com/watch?v=s4lyAdC4Kfk
 https://www.youtube.com/watch?v=_OQYKip2nY4
 https://www.youtube.com/watch?v=87D9EKIt2EI
 https://www.youtube.com/watch?v=oo6IsLU9Nh0&t=3s
 https://www.youtube.com/watch?v=kjYKv2G_IbY
 https://www.youtube.com/watch?v=R5yU3Qm6e94
 https://www.youtube.com/watch?v=qR3Hlrrul2U&t=35s
 Analise das frases:
 Rousseau:
“O Homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”
 Hobbes:
“O homem é o lobo do homem”
 Nietzsche:
“Nos indivíduos, a loucura é algo raro - mas nos grupos, nos partidos,
nos povos, nas épocas, é regra.”
 Suassuna:
“A humanidade se divide em dois grupos, os que concordam comigo e
os equivocados.”
 Alexandre, O Grande:
“Eu não temeria um grupo de leões conduzido por uma ovelha, mas eu
sempre temeria um rebanho de ovelhas conduzido por um leão.”
A importância da linguagem
simbólica
 As leituras possíveis do símbolo passam pela simples representação
de alguma coisa até pela revelação de conteúdos intrínsecos.
 Símbolos e Signos (significados) – Filme O Código Da Vinci, Bíblia,
Grupos de Leitura,...
 Linguagem (verbal e não verbal) sistema base de todos os grupos –
referenciais para compreender a linguagem (tempo, espaço,
contexto)
 Pensamento e Linguagem em Vygotsky – intercâmbio social e
pensamento generalizante. É no significado de uma palavra que o
pensamento e a fala se unem em pensamento verbal.
A importância da linguagem
simbólica
 Intercâmbio Social é a forma de comunicação que o homem cria através
de sistemas da linguagem. (ex: bebês)
 Pensamento generalizante é uma forma de relacionar a linguagem com
pensamento. Usamos o pensamento por que não estamos vendo a
imagem, apenas imaginando.
 Linguagem metafórica
 Os símbolos operam entre a realidade e o inconsciente, e seus estudiosos
identificam entre suas funções a mediação entre essas dimensões,
permitindo a construção de pontes entre elas; seja pela socialização,
através da comunicação entre os membros do grupo que compartilham
os mesmos valores; seja pela via pedagógica e terapêutica, integrando o
homem ao universo e ao mesmo tempo causando medo e gerando
segurança (equilíbrio psicossocial); como também pela transcendência,
unindo e harmonizando forças antagônicas.
A importância da linguagem
simbólica
 A sociedade como "um meio em contínua reinterpretação da realidade e
das relações, a partir de redes subjetivas criadas e recriadas por meio da
troca de recursos entre seus membros" (WOOD, 2001). Nesse contexto,
o ambiente passa a representar o conjunto de elementos que fornece as
crenças que constituem os chamados "mitos racionais", sistema de
crenças e normas do ambiente que garante condições para o surgimento
das organizações e o desenvolvimento de suas estruturas e atividades
(SCOTT, 1992).
 A construção desse sistema de crenças e normas está ligada ao conjunto
de ações simbólicas desenvolvidas nas organizações e às relações de poder
construídas entre seus membros. Calás e MacGuire (1990) identificam
seis atividades simbólicas e de poder, cujos sistemas de significados
seriam constantemente renovados e explicariam a organização:
A importância da linguagem
simbólica
 a distinção, ou seja, a construção de uma identidade simbólica pelo
grupo, através da adoção de mitos e rituais;
 a comunicação, que representa a troca de mensagens e o
"compartilhamento" de seus significados entre os membros;
 a tomada de decisão, ou seja, a ação desenvolvida a partir de padrões de
procedimento;
 o exercício da autoridade e da liderança, que corresponde ao estímulo
mútuo entre líderes e liderados, num processo de ampla manipulação de
símbolos;
 a integração orgânica de mitos, normas e valores, formando a ideologia;
e
 a socialização, através da promoção de cerimônias freqüentes para
manter o sistema vivo.
Os tipos de silêncio dos grupos
 Falta de Linguagem, efeito do silêncio.
 Bruneau diferencia as formas não intencionais de silêncio daquelas
associadas a significados específicos. Para o autor, há três formas de
silêncio: 1. silêncio psicolinguístico, que compreende pausas e rápidas
pontuações não intencionais (como "hum", "hunrum"); 2. silêncio
interativo, que consiste em longas lacunas no discurso que, com
frequência, contêm inferências, julgamentos e afeto; 3. silêncio
sociocultural, que representa um nível de pausas grupal ou organizacional
formalizadas.
 Silêncio e lealdade - inconsciente (não se pensa nas questões em
tela); consciente/passiva (sofre-se em silêncio esperando que a situação
melhore); consciente/ativa (expondo abertamente em busca de mudança
ou reparação) (Brinsfield, Edwards, & Greenberg, 2009)
Os tipos de silêncio dos grupos
 Efeito mudo, isto é, "silencioso sobre mensagens indesejáveis". Segundo
Rosen e Tesser (1970), o efeito mudo refere-se à relutância em
comunicar algo que se considere nocivo para determinada audiência.
 O efeito mudo exemplifica o silêncio defensivo, pois as pessoas podem se
abster de transmitir más notícias para evitar desconforto pessoal,
respostas defensivas do destinatário da informação ou consequências
pessoais negativas.
 O conceito de espirais de silêncio começa a ser desenvolvido por Noelle-
Neumann em 1974 no campo da ciência política. Se as pessoas sentem
que a opinião pública oferece baixo suporte para suas opiniões, elas
relutariam em vozear/opinar, o que faria o silêncio sobre determinada
questão crescer em forma de espiral.
Os tipos de silêncio dos grupos
 Devido à natureza social humana, quando as pessoas pensam que os
outros vão abandoná-las, elas sofrem tanto que podem ser guiadas ou
manipuladas facilmente tanto por sua sensibilidade quanto por um
bridão. Assim, o medo de isolamento parece ser a força que põe a espiral
de silêncio em movimento (Noelle-Neumann, 1993).
 Opiniões majoritárias se tornam dominantes com o passar do tempo, ao
passo que as minoritárias enfraquecem. Para os autores, as espirais de
silêncio dentro de grupos podem restringir as discussões honestas e
abertas que são essenciais para a melhoria organizacional (Bowen &
Blackmon, 2003).
Os tipos de silêncio dos grupos
 Pode-se definir a denúncia de irregularidades organizacionais
(whistleblowing) como a revelação por parte dos atuais ou antigos
membros da organização de práticas ilegais, imorais ou ilegítimas por
parte dos proprietários para pessoas ou entidades que possam tomar
atitudes corretivas (Near & Miceli, 1985). Romper com o silêncio para
fazer denúncias tanto internas quanto externas envolve uma série de
riscos para os possíveis delatores. O que poderia explicar por que é mais
comum o silêncio sobre as irregularidades do que sua denúncia (De
Maria, 2006). As pessoas pesam possíveis consequências antes de
reportar ou não sobre tais questões ou preocupações ligadas às
irregularidades da organização (Milliken, Morrison, & Hewlin, 2003).
Os tipos de silêncio dos grupos
 Paul Goodman listou em seu livro Speaking and Language os 9 tipos de
silêncio presentes em nossas vidas:
 “o silêncio mudo do sono ou apatia ; o silêncio sóbrio que se passa com um animal
de cara solene ; o silêncio fecundo da consciência, pastoreando a alma ,de onde
emergem novos pensamentos; o silêncio vivo da percepção alerta, pronto para dizer:
“Isso … isso …”; o silêncio musical que acompanha a atividade concentrada; o
silêncio para escutar outro falar, pegar o erro e ajudar ele a ser claro ; o silêncio
barulhento do ressentimento e da auto recriminação, que fala alto e grita; O
silêncio perplexo; e o silêncio de acordo pacífico com outras pessoas ou com a
comunhão com o cosmos.”
Os tipos de silêncio dos grupos
 Foucault (1996) propõe três métodos de exclusão nas sociedades ocidentais:
a palavra proibida; o sexo/desejo; e a política/ poder. Todos colaboram para
configurar as modalidades Silêncio não interessa o que você diz; silêncio
desrazão; silêncio impregnado de lítio; silêncio controlado;
silêncio perda de sentido.
 Apectos negativos: Censura,“Quem cala consente!” (vergonha),...
 Aspectos positivos: Passividade receptiva, contemplativo (meditação)...
 “É melhor ficar calado e deixar que pensem que você é um idiota que falar
algo e dar-lhes certeza”
 Reações ao silêncio: desvio de olhar, sorriso nervoso, movimentos ansiosos,
conforto,...
 Revelam: Tensão, Medo, Conflito, Expectativa, Atenção, Desconfiança,
Reflexão, Respeito, Dependência do líder, dor e perda, amor e paz,
resistência e bloqueio, desinteresse, adeus, depressão e solidão, mágoa e
dificuldade de comunicação.
Fenômenos e processos grupais: Pensamento
Grupal, Polarização de Grupo, Efeito Carona e
Efeito Otário
 Coesão - Pode ser definida como a quantidade de pressão exercida sobre os
integrantes de um grupo a fim de que continuem nele. É a resultante das forças
que agem sobre um membro para que ele permaneça no grupo... A coesão
grupal não gera apenas vantagens, pois os grupos altamente coesos estão
sujeitos ao pensamento grupal8 , o que pode fazer com que o grupo tome
decisões desastradas. A união entre os participantes é tamanha que eles se
tornam pouco críticos, podendo apresentar distorções da realidade social.
 A polarização de grupo é definida como o surpreendente fenômeno de
radicalização de opiniões que ocorre quando pessoas moderadas se reúnem e
abordam determinados assuntos em comum, como por exemplo, o direito ao
aborto. Se todas as pessoas de um grupo forem, por
exemplo, moderadamente contra o aborto, depois de trocarem informações entre
si, que geralmente corroboram suas opiniões, elas tendem com o tempo a
deixar a moderação de lado e se tornar radicalmente contra o aborto.
Quando existem divergências o grupo se divide. “A Onda”
Fenômenos e processos grupais: Pensamento
Grupal, Polarização de Grupo, Efeito Carona e
Efeito Otário
 Cooperação - Associação de pessoas trabalhando juntas em prol de um ou
mais objetivos9 . É a ação conjunta de dois ou mais indivíduos a fim de
influir nos resultados de uma ou mais pessoas. Membros de um grupo
formam coalizões quando isto lhes parece oportuno, quando os
resultados podem ser mais compensadores.
 Formação de normas - padrões ou expectativas de comportamento
partilhados pelos integrantes de um grupo, que utilizam estes padrões
para julgar a propriedade ou adequação de suas análises, sentimentos e
comportamentos.
 Liderança - o fenômeno decorrente da interação entre os participantes,
com acentuada dependência dos objetivos e clima do grupo. (Kurt
Lewin: autocrítica, democrática e permissiva)
 Status - o fenômeno decorrente da interação entre os participantes, com
acentuada dependência dos objetivos e clima do grupo.
Fenômenos e processos grupais: Pensamento
Grupal, Polarização de Grupo, Efeito Carona e
Efeito Otário
 Papel Social - Papel seria a totalidade de modos de conduta que um
indivíduo aguarda numa determinada posição no interior de um grupo.
O papel social é um modelo de comportamento definido pelo grupo.
Nenhum grupo social pode ter bom funcionamento sem estabelecer
papéis para seus integrantes. É certo que a diversidade de papéis a serem
desempenhados pelos participantes de um grupo freqüentemente causam
tensão e conflitos entre seus membros.
Fenômenos e processos grupais: Pensamento
Grupal, Polarização de Grupo, Efeito Carona e
Efeito Otário
 Próxima aula: Efeito Carona e Efeito Otário
 Egocentrismo e Sociocentrismo
Os conflitos grupais: Egocentrismo versus
Sociocentrismo
 Sociocentrismo - Que tem a sociedade ou o grupo social como centro do
interesse ou da ação.
 Diferente de Etnocentrismo, Teocentrismo e Antropocentrismo

 Egocentrismo - Ser egocêntrico consiste em uma exagerada exaltação da


própria personalidade, até a considerar como centro da atenção e de
atividades gerais. Na pessoa egocêntrica se encontram a imaginação e o
pensamento tão permanentemente ocupados com o próprio eu e os seus
interesses que é incapaz de se colocar no lugar de outro indivíduo e de
contemplar, do ponto de vista de outro eu, a matriz ou aspecto que têm
as coisas e acontecimentos.
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BR&sa=X&ved=2ahUKEwjEkqiQs5TdAhUCf5AKHXr7BbsQ6AEwBnoECAAQAQ#v=onepage&q=efeito
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