Você está na página 1de 230

FORD KA 1.

0 FLEX
Neste volume, a Mecânica 2000 apre- O CDTM se esforça para desvendar
senta o manual de manutenção do Ford Ka, procedimentos mecânicos muito frequentes
equipado com motor Zetec RoCam 1.0 Flex e nas atividades de manutenção automotiva,
com o sistema de injeção Magneti Marelli que devem ser de conhecimento do repara-
IAW 4CRENR, diferentemente das habituais dor em suas atividades. Apresentamos diag-
injeções FIC que equipam os veículos Ford. nósticos complexos da injeção eletrônica, e o
O Ford Ka apresenta um excelente sistema elétrico é apresentado de forma a
desempenho com este motor, que conta com facilitar a visualização e a compreensão, com
o acionamento das válvulas com sistema de identificação de seus conectares, componen-
balancins roletados. Isto contribui para a tes, terminais e chicotes.
transferência direta e mais livre do movi- Agradecemos aos clientes, parceiros,
mento, permitindo assim um menor atrito colaboradores e amigos, pela confiança na
com o eixo comando de válvulas. A distri- equipe de produção da Mecânica 2000, e
buição por corrente metálica melhora o deixamos nossos votos de bons serviços!
desempenho do motor em todas as rotações e
aumenta a durabilidade do conjunto. Equipe Mecânica 2000

· t_( ~ . "~
" I
~--
Índice
4 - FICHA TECi'iiCA DO YEICULO
5 - MANUTENÇAO PERIODICA PREVENTIVA
6 - CHECK-LIST
9 - SUBSTITUIÇÃO DA EMBREAGEM
23- FREIOS
41- SUSPENSÃO DIANTEIRA
44 - SUSPENSÃO TRASEIRA
48 - ARTICULAÇÕES DO SISTEMA DE SUSPENSÃO
52 - ROLAMENTO DIANTEIRO
57 - CABEÇOTE DO MOTOR
66 - CORRENTE DA DISTRIBUIÇÃO
69 - SUBSTITUIÇÃO DA BOMBA D'ÁGUA E BOMBA DE ÓLEO
77 - SISTEMA DE ARREFECIMENTO
85 - HIGIENIZAÇÃO DO AR-CONDICIONADO
89 - TORQUES DE APERTO

97 - ALTERNADOR
111 - MOTOR DE PARTIDA

121 -CENTRAL DO VAO DO MOTOR


122 -CENTRAL DE RELÉS E FUSÍVEIS DO PAINEL DE INSTRUMENTO
124 - CONECTORES AUXILIARES
127 -PONTOS DE ATERRAMENTO
130 - CHICOTES ELETRICOS
132 -PAINEL DE INSTRUMENTOS
134 -ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS LÂMPADAS
136 - DIAGRAMA DO INTERRUPTOR DE MULTIPLA FUNÇAO (IMF)
137 - DIAG. DO COMUT,ADOR DE IGN. ALTER. E MOT. DE PARTIDA
138 - LUZES DE POSIÇAO
139 - DIAGRAMA DO Ft-.ROL ALTO E BAIXO
139 - DIAGRAMA DA LAMPADA DE PLACA
140 - DIAGRAMA DAS LUZES DE RE
141 - DIAGRAMA DAS LUZES DE FREIQ
142 - LUZES INDICADORAS DE DIREÇAO
143 - DIAGRAMA DA SIRENE DO ALARME
143 - DIAGRAMA DA BUZINA
144 - TOMADA 12V
144 - DIAGRAMA DAS LUZES DE CORTESIA
145 - DIAGRAMA DO IMOBILIZADOR •
145 - DIAGRAMA DO INTERRUPTOR DO CAPO
146 - DIAGRAMA DO SENSOR DE PRESENÇA DO ALARME
146 - DIAGRAMA DOS VIDROS ELETRICOS
147 - DIAGRAMA DOS LIMPADQRES DE LAVADOR DE PARA-BRISA
148- DIAGRAMA DE,VENTILAÇAO INTERNA
149- DIAGRAMA ELETRICO Dó SISTEMA DE ARREFECIMENTO
149 - DIAGRAMA DO DESEMBAÇAPOR DO VIDRO TRASEIRO
150 - DIAGRAMA DAS TRAVAS ELETRICAS
151 - DIAGRAMA DO SISTEMA DE AUDIO
152 - DIAGRAMA DO DESEMBAÇADOR DO VIDRO TRASEIRO
153 - DIAGRAMA DO SI~TEMA DE ARREFECIMENTO COM A/C
154 - DIAGRAMA DO MODULO DE CONFORTO (MCF)
156 - SISTEMA IMOBILIZADOR PATS I!

159 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COM_BUSTÍVEL


164 - CQMPONENTES E SUAS LOCALIZAÇOES
171 - COD. DE FALHAS APRESENTADOS NO SCANNER RASTHER I!
173- PINAGEM DO MÓDULO DE COMANDO
174- MÓDULO DE COMANDO (MC)
178- SENSOR DE OXIGÊNIO (.HEGO 1 E 2)
182 - SENSOR DE TEMP. DO LIQ. DE ARREFECIMENTO (ECT)
185 - CONJUNTO MEDIDOR DE DENSIDADE (CMD)
189 - SENSOR DE POSIÇ~O DO ÇOMANDO DE VÁLVULAS (CMP)
191- SENSOR DE POSIÇ~O DA ARVORE DE MANIVELAS (CKP)
193- SENSOR DE POSIÇAO DA BORBOLETA (TPS)
195- ATUADOR DE MARCHA LENTA- IAC
198- SENSOR DE VELOCIDADE (VSS)
201 - SENSOR DE DETON~ÇÃO (KS)
204 - BOBINAS DE IGNIÇAO (DIS)
208 - ELETROINJETORES - INJ
211 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL (SAC)
215 - SISTEMA ,DE PARTIDA A FRIO (SPF)
219 - ELETROVALVULA DE PURGA DO CANISTER (CANP)
222 - VÁLVULA TERMOSTÁTICA ELETRÔNICA- VTE

224 - TABELA DE VALORES IDEAIS

225 - OSCILOSCÓPIO DIGITAL

228 - DIAGRAMA ELÉTRICO

230 -TESTE SEUS CONHECIMENTOS

--------------------------------------------------------------' 3
tfl Ficha técnica

FICHA TÉCNICA - FORO KA 1.0 FLEX


Motor
-
Tipo Transversal , dianteiro
Número e disposição dos cilindros 4 em linha
Ordem de Ignição 1 - 3- 4 -2
Diâmetro x Curso 68,68 mm x 67,40 mm
Número de válvulas por cilindro 2
Acionamento Por corrente e balancins com ajuste hidráulico
69,0 CV a 6.700 rpm (gasolina)
Potência do motor 73 ,0 CV a 6.700 rpm (álcool)
8,9 Kgfm a 4.750 rpm (gasolina)
Torque máximo
9,3 Kgfm a 4,750 rpm (álcool)
Rotação de marcha lenta 850 ±50 rpm
Transmissão Manual de 5 marchas
Sistema de Lubrificação
Tipo de Lubrificante SAE 5W30
Bomba de óleo Bomba de engrenagens (Acionada por corrente )
Capacidade do sistema 4,11itros(comfiltro)
Pressão de operação 3 a 5,5 bar a 880 rpm
Sistema de Alimentação de Combustível
Injeção eletrônica de combustível Magneti Marelli IAW 4CFR.NR
Tipo da bomba de combustível Bomba elétrica
Reservatório de partida a frio 300 ml
Tanque de combustível 451itros
Pressão da bomba de combustível 3,8 bar
Sistema de Arrefecimento
Tipo da bomba d'água Bomba centrífuga
Tipo da válvula termostática Com by pass controlado
Pressão de alívio da tampa do radiador 1,4±0,1bar
Início de abertura da válvula termostática 89°C a 99°C ± 2°C
Capacidade do sistema 6,25 L
Proporção do fluido de arrefecimento 40% de aditivo
Sistema de Direção
Tipo de caixa de direção Pinhão e cremalheira com assitência hidráulica opcional
Diâmetro de giro 10,5 m
Pesos
Peso do veículo 1.41 o kg
Carga admissível sobre o eixo dianteiro 587 kg
Carga admissível sobre o eixo traseiro 356 kg
Dimensões
Comprimento 3.836 mm
Largura 1.641 mm
Altura 1.420 mm
Valores de alinhamento - Rodas dianteiras
Câmber - 0°21 ' ± 0°45'
Cáster 1°49' ± 0°45'
Convergência O' +0°12'
Valores de alinhamento - Rodas traseiras
· Câmber - 1°14' ± 0°45'
Convergência 0°16' ± 0°15'

TELEVENDAS
de~~:;:u':.~~~do 4003-8700
www.mecanica2000.com.br

4 ~................................................................................................................................................................__...____
- Manutenção periódica preventiva
Manutenção periódica preventiva O

Revisões a cada 10.000 km ou 6 meses 1a 28 3a 4a 5a 6a ?a 8a 9a 10a 11 8 12a 13a 14a 15a 16a 17a 18a 19a2oa
Regulagem do freio de estacionamento
Desabilitar a função programada no painel
•• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• ••
••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• ••• •••
Verificações dos níveis
Verificar se a vazamento
Rodízio e verificação dos pneus
Amortecedores dianteiros e traseiros
Flexíveis e tubo de freio
•• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• ••
Sistema de escapamento
Troca de óleo do motor
•• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• •• ••
Troca do filtro de óleo
Palhetas dos limpadores dianteiro e traseiro
• •• • •• • •• • •• • •• • •• • •• • •• • •• • ••
Substituição do filtro de ar
Inspeção da carroçaria
• • • •• • • • •• • • • •• •
Substituição do fluido de freio
Substituição das velas de ignição
•• •• •• •• ••
Substituição do líquido do sistema de arrefecimento

Dados técnicos das válvulas
• • • •
Descrição Motor 1.0 Zetec Rocam Motor 1.6 Zetec Rocam
Acionamento Tucho hidráulico Tucho hidráulico
Comprimento livre da mola da válvula 43,20 mm 43 ,20 mm
Comprimento total da válvula de admissão 109,12 mm 107,62 mm
Comprimento total da válvula de escape 108,62 mm 107,82 mm
Folga entre a guia e a haste da válvula de
0,025 - 0,073 0,025 - 0 ,073
admissão
Folga entre a guia e a haste da válvula de
0,025- 0,073 0,025 - 0,073
escape
Dados técnicos da árvore de manivelas
Descrição Motor 1.0 Zetec Rocam Motor 1.6 Zetec Rocam
Folga axial da árvore de manivelas 0,080 mm - 0,280 mm 0,080 mm- 0,280 mm
Largura do casquilho do mancai da árvore
18,490 mm 18,490 mm
de manivelas
Diâmetro do mancai da biela da árvore de
41 ,000 mm 41 ,000 mm
manivelas (Standard)
Diâmetro do mancai de apoio da árvore de
57,000 mm 57,000 mm
manivelas no bloco (Standard)
Dados técnicos dos êmbolos
Descrição Motor 1.0 Zetec Rocam Motor 1.6 Zetec Rocam
Diâmetro do pistão (Standard) 68,632 mm 82,022 mm
Diâmetro do pistão (sobremedida 0.15 mm) 68 ,782 mm 82 ,172mm
Diâmetro do pistão (sobremedida 0.50 mm) 69 ,132 mm 82,522 mm
Folga do pistão no diâmetro do cilindro 0,040 mm- 0,070 mm 0,040 mm - 0,070 mm
Folga entre pontas do anel superior do pistão 0,20 mm- 0,40 mm 0,20 mm - 0,40 mm
Diâmetro do pino do pistão 18,030 mm - 18,034 mm 18,030 mm - 18,034 mm
Dados técnicos do bloco do motor
Descrição Motor 1.0 Zetec Rocam Motor 1.6 Zetec Rocam
Diâmetro interno dos cilindros (Standard 68 ,687 mm 82 ,007 mm
Largura do casquilho central, sem mancais
22 ,040 mm - 22 ,100 mm 22,040 mm- 22 ,100 mm
· de encosto
Diâmetro interno vertical , casquilhos de apoio
57,009 mm- 57 ,056 mm 57 ,009 mm- 57,056 mm
principal (Standard
Diâmetro interno do mancai principal
60 ,623 mm - 60,636 mm 60 ,623 mm - 60 ,636 mm
(Standard) no bloco

~--------------------------------------------------------------- 5
tCJl Check~lot

Manutenção Preventiva: você e seu cliente só têm a ganhar.


Informe os dados do cliente 11 Informe os dados do veículo
Nome 11 Marca
End IF~M
~o~d~e~lo==========================~
Tel I Placa
E-mail II~K'ªM~=====,-;=11Ao:=n=o=====~
Verificações
Direção Arrefecimento O 0 Ok
Volante e coluna O 0 Ok O"'i[i]=;-..,.-;
N:;- 1d-:-o~
ív-e-=- líq-u-,-i7
d o-,--
in-co-r-re_,t-
a ----=--~
O li] Foi as excessivas O I~ Ausência de aditivo
O I ~ Danificado ou com funcionamento deficiente IO ~
~ ~V~a=z=a=m=e=n=to=s===========~
Equipamentos obrigatórios Correias auxiliares O 0 Ok
Limpador e lavador de para-brisa O 0 Ok O ""1~,--;;:;:
C-on_s_e_rv_a_ç-=ã-o/"fi"lx-a-ça=--o-..,.de--:f;:-ic-=-ie_n..te
,. --==~-=-:.:-,
O llil lnexistente I Pneus e rodas
O I~ Danificado ou com funcionamento deficiente 1 Estado geral de fixação das rodas O 0 Ok
Extintor de incêndio O liZI Ok O I~ Falta um ou mais parafusos de fixação
O I~ Validade vencida 10 i@ Exist. De trincas ou amassamentos na parte extema I
Buzina O 0 Ok O I~ Corrosão acentuada I
O I~ Inexistente I Desgastes da banda de rodagem O 0 Ok
O ll&l Funcionamento deficiente 10 ll&l Pneu(s) com pronf. de sulco inf. a 1,6mm
Cintos de segurança O 0 Ok Sinalizações
O li&J inexistente ou quantidade insuficiente I Luz indicadora de direção (setas) OiiZJ Ok
Trialngulo de segurança O 0 Ok O ll&l Uma ou mais não funcionam
O I~ Inexistente I Luz de freio O llQ Ok
Estepe O 0 Ok O ""ll&l~ U-m_a_o_u_m
-----,
aic-s-n""""ã-o"""'"fu_n_c-=-io_n_a_m---""=~-=-:.:~
O ll&l Fixação deficiente I Luz indicadora de posição Ollf.i Ok
Freios O i@ Uma ou mais não funcionam
Reservatorio do liquido de freio O 0 Ok Luz de ré O 0 Ok
O ll&l Falta estanqueidade lO ""
I~"'N"a--=-o- f·u-n---;
ci-on- a--------"=="--=-=-:.:__--.
O I~ Nível do líquido insuficiente I Suspensão
Freio de estacionamento O 0 Ok Amortecedores O 0 Ok
O i@ Danificado ou com funcionamento deficiente 10 I@ Conservação/ fixação deficientes
Gerenciamente Eltrõnico O l!!õ'~!!...V
.!.'a:!!z~a~m.!!:e~n~to~d~e~ flu~i~ do~_ _ _ _ _ _ __j
Carga e Bateria O 0 Ok Bandejas, braços e pivô O 0 Ok
O ll&l Tensao da bateria.inadequada 10 I@ Conservação/ fixação deficientes
O I@ Tensão do alternador inadequada 10 "'1@"'--'- Fo""'l,ga,s~ ex~c~e~s""'
si.!.'va:!!s~--------
Gerenciamento eletronico 0 0 Ok Dados da Oficina
O ll&l Anomalia acesa quando existente li Nome
Iluminação End
Lâlmpadas dos farois principais Tel
0 0 0k
O ll&l Uma ou mais nao funcionam ,I E-mail
Observações
Lâmpadas de ilumin da placa tras e1ra 0t>?J Ok
o .ll&l Funcionamento deficiente
Motor e Climatização
I
I

Moto r 010 0k
o ll&l Vazamento de óleo
climatização
I
00 0k
o llil Funcionamento ao ar quente irregular I
o llil Funcionamento do ar frio irregular I

6 '-----------------------------------------------------------------------~--
a r t s
Feira de Autoperas, Equipamentos e Servífos

De 6 a 9 de iulho de 2011
Pavilhão Festa da Uva
Caxias do Sui-RS
s
SACHS

Se você torce por goleada,


o time SACHS é insuperável.

A SACHS é fornecedora original de embreagens


para as maiores montadoras do mundo. Afinal,
só quem tem tecnologia de ponta e o melhor suporte
técnico-comercial do mercado consegue engatar
um sucesso atrás do outro. Embreagens SACHS.
Sempre presente nos seus caminhos.

SACHS é uma marca da ZF


41(;, SACHS FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Mecânicos ·Substituição da embreagem

O Ford Ka 1.0 Flex é equipado com o motor Zetec RoCam e câmbio manual de 5 Especificação técnica SACHS:
velocidades. O sistema de acoplamento da transmissão e mudança de
velocidade é composto por uma embreagem do tipo monodisco a seco, com Conjunto de embreagem
acionamento hidráulico. O mesmo fluido utilizado no sistema de freios é
utilizado também no acionamento da embreagem, porém, com uma câmara
9471
exclusiva no reservatório e um cilindro mestre exclusivo, o que torna o sistema
de embreagem independente do circuito de freio.
A substituição da embreagem é recomendada sempre que forem notadas as
seguintes situações: endurecimento excessivo do pedal, dificuldade na
mudança de marchas, desgaste excessivo dos componentes, embreagem
patinando e outras anomalias. Recomenda-se, todavia, a substituição do
sistema de embreagem a cada 70.000 km rodados. Faça também
periodicamente a substituição do fluido de acionamento e sangria do sistema
hidráulico.
Sempre que for necessário substituir algum componente do sistema de
embreagem, todo o conjunto deve ser substituído: o disco, a chapa de
pressão (também conhecido como platô) e o cilindro servo de
embreagem. Ao término do procedimento de substituição, faça
a sangria do circuito hidráulico de acionamento da
embreagem e complete o fluido, se necessário. O fluido
adequado para o sistema hidráulico atende à especi-
ficação DOT-4.

[bJ Para qualquer intervenção no sistema de 3-Retire a caixa do filtro de ar;


embreagem é necessário remover a caixa de 4-Solte os parafusos 8 e 10 mm da capa do
marchas do veículo. regulador de pressão do combustível e remova-a
(Fig.2);
IIJ O veículo deve estar devidamente posicio-
nado no elevador e com o motor frio.
Fig.2 - Remoção da capa do regulador de pressão
--' l-Com uma chave 6 mm ou chave de fenda, solte a
abraçadeira da mangueira de entrada de ar, e
desconecte-a;
2-Desloque a caixa do filtro de ar, e desconecte o
tubo de ventilação positiva da tampa de válvulas
(Fig.l);

Fig.l - Thbo de ventilação da tampa de válvulas

[IJ O sistema de alimentação de combustível


está sob pressão. Alivie a pressão do sistema
antes de desconectar a linha de alimentação.

5-Remova o fusível 15 A do circuito de alimen-


tação da bomba de combustível (Fig.3);

9
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Substituição da embreagem
SsAcHs

Fig.3 - Fusível 15 A da bomba de combustível Fig.S - Mangueira do sistema de partida a frio

6-Dê partida no motor, e deixe-o em marcha lenta


até que o motor deixe de funcionar; Fig.6 - Remoção da chapa suporte da bateria
7-Dê partida novamente por aproximadamente
cinco segundos para certificar-se de que a pressão
de alimentação do combustível foi aliviada;
8-Reinstale o fusível da bomba de combustível;
9-Desconecte as mangueiras de alimentação e
retorno de combustível com alicate para conexões
de combustível (FigA);

Fig.4 - Mangueiras de alimentação e retomo de combustível

16-Solte o parafuso 8 mm que fixa o cabo de


aterramento à carroçaria; -----'
17-Desloque a central de relés e fusíveis do vão do
motor do suporte da bateria (Fig. 7);

Fig. 7 - Central de relés e fusíveis do vão do motor

(()l Prenda as linhas de alimentação e retorno


W afastadas do motor.

lO-Retire o grampo do suporte do cabo de acele-


ração;
11-Solte e desloque o cabo do acelerador do corpo
da borboleta;
12-Utilize o mesmo alicate para conexões para
desconectar a mangueira do sistema de partida a
frio do coletor de admissão (Fig.S);
13-Desconecte os cabos positivo e negativo da
bateria; 18-Desconecte os terminais elétricos do módulo
14-Solte as porcas 10 mm da chapa de fixação da de comando;
bateria (Fig.6); 19-Solte as presilhas dos cabos positivo e negativo
15-Remova a chapa e a bateria; do suporte da bateria;

10 '---------------------------------------------------------------------------~~
~
S SACHS FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Mecânicos- Substituição da embreagem

.r w.-------------------------------------------------------------=====~~
20-Remova os parafusos 13 mm do suporte da 29-Desloque a abraçadeira da mangueira inferior
bateria, e retire o suporte; do radiador, e desconecte a mangueira;
21-Desconecte o terminal elétrico do sensor VSS 30-Aguarde o escoamento completo do fluido de
no painel corta-fogo (Fig.8); arrefecimento.

Fig.8 - Terminal elétrico do sensor VSS ~ O fluido de arrefecimento não deve ser
reutilizado. Descarte-o em local adequado,
conforme as leis ambientais vigentes.
31-Desconecte o terminal elétrico do interruptor
de ré;
32-Retire a tampa da caixa de proteção do meca-
nismo de mudança de marchas;
33-Remova o mecanismo de mudança de mar-
chas. Para isso, desconecte os pontos fixos dos
cabos seletores, gire as buchas no sentido horário
e solte os cabos dos suportes (Fig.10);

Fig.lO - Desmontagem do mecanismo de mudança


de marchas

22-Remova a tampa do reservatório de expansão;


23-Posicione o câmbio de velocidades na 4a
marcha;
24-Desaperte as porcas de fixação das rodas
dianteiras;
25-Eleve o veículo, e remova as rodas (Fig. 9);

Fig. 9 - Remoção das rodas dianteiras

34-Desconecte os terminais elétricos do motor de


partida;
35-Solte os parafusos 13 mm do motor de partida,
e remova-o (Fig.11);

Fig.ll- Remoção do motor de partida

~ Evite movimentos bruscos ao remover as


coberturas das caixas de rodas, para não
danificar os componentes.

26-Retire também as coberturas plásticas das


caixas de roda, com chaves torx T27 e 10 mm;
27-Desconecte o terminal elétrico do eletro-venti-
lador;

~Drene o líquido do circuito de arrefecimento


= antes de prosseguir. [~ Prossiga com a desmontagem da suspensão
dianteira. Realize-a em ambos os lados do
28-Posicione um coletor de fluidos sob o veículo; veículo.

~~----------------------------------------------------------------' 11
FORO KA 1.0 Flex ·Sistemas Mecânicos • Substituição da embreagem SsAcHs

36-Com chaves 13 e 15 mm, remova o parafuso e Fig.14 - Ferramenta de travamento do cubo de roda
a porca de fixação do pivô da suspensão;
37-Desacople o pivô da manga de eixo (Fig.12);

~ T?n;e cuidado para não danificar a coifa do


plVO.

Fig.12- Deslocamento do pivô da suspensão

43-Com um soquete 32 mm e cabo de força


articulado, remova a porca central do cubo de
roda (Fig.15);

Fig.lS- Remoção da porca central do cubo de roda

ocl-4oo 7-311)
I
38-Solte a porca do terminal da direção com uma
chave 15mm;
39-Insira o extrator de juntas articuladas no
terminal de direção, e desacople-o da manga de
eixo (Fig.13);

Fig.13 - Extração do terminal de direção

[JJ O fabricante recomenda a substituição das


porcas do cubo de roda. Não reutilize as
porcas removidas.

44-Retire a ferramenta de travamento;


45-Selecione o kit de extração do eixo da junta
homocinética (Fig.16);

Fig.16- Kit de extração da junta homocinética

40-Remova a porca do terminal, e desloque-o;


41-Utilize um martelo e um saca-pinos para
deslocar a trava da porca central do cubo de roda;
42-Instale a ferramenta de travamento do cubo de
roda (Fig.14);

[::2:] Utilize as próprias porcas de roda para


= fixação da ferramenta.

12 ~-----------------------------------------------------------------
~ SACHS FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Mecânicos • Substituição da embreagem

46-Instale os adaptadores longos nos parafusos da Fig.l9 - Conexão superior do radiador


roda;
47-Posicione o disco extrator e as porcas de
encosto (Fig.l7);

Fig.l7 · Instalação do disco extrator

54-Desloque a abraçadeira da mangueira de saída


de água da carcaça da válvula termostática e
remova a mangueira;
55-Desloque as abraçadeiras e desconecte as
demais mangueiras do sistema de arrefecimento,
48-Instale o cilindro hidráulico e o cinto de segu- ligadas à carcaça da válvula termostática;
rança do equipamento na base da mola da 56-Desconecte os terminais elétricos do sensor
suspensão dianteira; ECT e de alimentação da válvula termostática
49-Posicione a peça de pressão entre o fuso de (Fig.20);
pressão e o eixo da homocinética, e ajuste o fuso
(Fig.l8);
Fig.20 - Tenninais elétricos: sensor ECT e válvula tennostática

Fig.l8 ·Posicionamento do fuso de pressão

57-Remova os parafusos 8 mm de fixação da car-


caça da válvula termostática ao cabeçote;
50-Engate a mangueira da bomba hidráulica ao 58-Retire a carcaça da válvula termostática;
cilindro, e acione sucessivamente a bomba, até
extrair o eixo da homocinética;
51-Remova o kit de extração;
[3i] Pode haver fluido residual no circuito de arre-
- fecimento. Limpe adequadamente o excesso
52-Repita a operação para o desacoplamento do de fluido .
. eixo da junta homocinética dianteira direita;
59-Desloque os cabos do mecanismo de mudança
de marchas;
[D Não permita a flexão excessiva da junta 60-Remova o parafuso 8 mm de fixação do
homocinética. suporte da tubulação da direção hidráulica preso
à caixa de marchas (Fig.21);
53-Abaixe o veículo, desloque a abraçadeira da
mangueira superior do radiador, e desconecte a ~Execute a sangria do fluido de acionamento
mangueira (Fig.l9); da embreagem.

--~--------------------------------------------------------------~ 13
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Substituição da embreagem
SsAcHs
111

Fig.21 - Fixação do tubo de alta pressão da direção hidráulica Fig.23 - Remoção do pino trava da conexão de entrada

61-Desconecte o terminal elétrico da luz de adver- 70-Desconecte o terminal elétrico da bobina de


tência do fluido de freio; ignição (Fig.24);
62-Remova a tampa do reservatório;

Fig.24 - Terminal elétrico da bobina de ignição (DIS)


[5i:] Deixe escorrer o excesso de fluido e reserve-a
= em local limpo e protegido, para evitar conta-
minação;

63-Retire o guarda-pó da válvula de sangria do


cilindro servo da embreagem;
64-Instale o recipiente de coleta de fluidos à
válvula de sangria;
65-Com uma chave 13 mm, desaperte a válvula de
sangria (Fig.22);

Fig.22 - Desaperto da válvula de sangria da embreagem

71-Instale a ferramenta específica de ancoragem


do motor. Fixe-a pela alça esquerda de anco-
ragem;
72-Remova as porcas 17 mm de fixação do
suporte esquerdo do motor à caixa de marchas
(Fig. 25);

Fig.25 - Remoção das porcas do suporte esquerdo

66-Aperte o pedal da embreagem repetidas vezes


até que se esgote todo o fluido do circuito de
acionamento;
67-Retire o recipiente de coleta de fluidos, e feche
a válvula de sangria;
68-Com um alicate de bico, remova o pino-trava
da conexão de entrada do cilindro servo da
embreagem (Fig.23);
69-Desloque o tubo de entrada de fluido, e vede-o
com o guarda-pó do bico de sangria;

14 ~--------------------------------------------------------------------
SsAcHs FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Mecânicos -Substituição da embreagem

73-Solte os parafusos 13 mm que fixam o suporte ~A abraçadeira removida não deve ser reutili-
à carroçaria; zada. Descarte-a.
74-Remova ainda os parafusos superiores 13 mm
de fixação da caixa de marchas ao bloco do motor
(Fig. 26); Fig.28 - Remoção do semieixo direito

Fig.26 - Parafusos superiores da caixa de marchas

80-Remova o restante dos parafusos 13 mm de


fixação da caixa de marchas;
81-Desacople cuidadosamente a caixa de marchas
75-Eleve o veículo e remova o defletor de calor do bloco do motor. Se necessário, utilize uma
sobre o semieixo direito com chaves 8 e 10 mm; alavanca para deslocá-la;
76-Remova os parafusos 13 mm de fixação do
suporte traseiro do motor, e retire o suporte
~Evite movimentos bruscos ou desalinha-
(Fig.27);
mentos exagerados da caixa de marchas, sob
o risco de sobrecarga do eixo da transmissão
Fig.27 - Remoção do suporte traseiro do motor e possíveis danos aos componentes envol-
vidos.

82-Desça a caixa de marchas do veículo com o


auxílio do macaco telescópico, e leve-a para uma
bancada;
83-Instale a ferramenta de travamento do volante
do motor (Fig.29);

Fig.29 - Instalação da ferramenta de travamento do


volante do motor

77-Posicione o macaco telescópico sob a caixa de


marchas para sustentá-la;
78-Remova os parafusos inferiores 13 mm que
fixam a caixa de marchas ao bloco do motor;
79-Com um alicate específico, remova a
abraçadeira da coifa da homocinética do semieixo
direito, libere a coifa, e retire o semieixo (Fig.28);

~Acomode o semi eixo em uma bancada.


Certifique-se de que a extremidade com 84-Solte os parafusos de fixação da chapa de
graxa não se contamine com impurezas pressão da embreagem seguindo a sequência
correta de desaperto (Fig.30);
diversas.

-----------------------------------------------------------------'15
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Substituição da embreagem

Fig.30 - Sequência de desaperto dos parafusos do platô


SsAcHs

85-Retire a chapa de pressão e o disco de embrea-


-
gem.

(IJ Limpe a face de contato da embreagem novo-


lante do motor e a região interna da caixa de
marchas.

~Inspecione os componentes visualmente. Ra-


nhuras, deformações não uniformes e
desgaste excessivo são evidências de mau
funcionamento do mecanismo. Substitua os
componentes.

(_JJ Sempre que se substituir a embreagem do Fig.2 - Ferramenta de centralização do disco


veículo, troque todo o conjunto.

l-Selecione os novos componentes a serem insta-


lados no veículo;
2-Identifique, no disco de embreagem novo, a
inscrição "lado volante", para instalá-lo correta-
mente (Fig.l);

Fig.l - Posição correta de montagem da embreagem

8-Retire a ferramenta, e aperte os parafusos até o


torque final de 29 Nm na mesma sequência;
9-Retire a ferramenta de travamento do volante do
motor;
10-Na caixa de marchas, remova os parafusos 8 mm
que fixam o cilindro servo da embreagem (Fig. 3);

Fig.3 - Remoção dos parafusos do cilindro servo


3-Posicione o conjunto de embreagem nos pinos
presentes no volante do motor;
4-Insira a ferramenta de centralização no disco de
embreagem (Fig.2);
5-Mantenha-a no local, enquanto são encostados
manualmente os parafusos de fixação;
[2J Recomenda-se utilizar parafusos novos.
6-Retire a ferramenta de centralização, e aperte os
parafusos na mesma sequência de desmontagem,
e de forma gradual;
7-Insira novamente a ferramenta de centralização
para conferir o correto posicionamento do disco;

16 ~----------------------------------------------------------------~
- SsAcHs

11-Retire o cilindro servo;


FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Substituição da embreagem

Fig.6 - Instalação do suporte traseiro do motor


12-Selecione o novo cilindro servo de aciona-
mento da embreagem, e instale-o (Fig.4);

Fig.4 - Instalação do novo cilindro servo da embreagem

(CONTROIL C-2707)

19-Lubrifique a camisa da homocinética interna


do semieixo direito (Fig. 7);

Fig. 7 - Lubrificação da junta homocinética interna


13-Aperte os parafusos, e aplique torque de 10 Nm;
14-Lubrifique as estrias do eixo primário da trans-
missão com graxa para altas temperaturas;

~Aplique-a com moderação; o excesso de


graxa pode contaminar o conjunto da
embreagem. Limpe a graxa excedente no eixo
e demais componentes.
15-Retire a tampa da conexão de entrada do
cilindro servo de embreagem;
16-Instale a caixa de marchas no veículo, com
auxílio do macaco telescópico, e insira seus
parafusos de fixação (Fig.5);
20-Instale o semieixo direito da transmissão;
Fig.S - Instalação da caixa de marchas 21-Posicione a coifa da homocinética com uma
nova abraçadeira;
22-Instale o motor de partida, aplique torque de
35 Nm aos seus parafusos;
23-Acople a homocinética do semieixo direito e o
pivô da suspensão ao cubo de roda direito (Fig.8);

Fig.8 - Pivô da suspensão e junta homocinética

~Acople cuidadosamente o eixo primário da


transmissão. Evite movimentos bruscos sob o
risco de empenamento do eixo primário.
17-Aperte os parafusos inferiores de fixação da
caixa de marchas, aplique torque de 47 Nm;
18-Instale o suporte traseiro do motor, e aperte
seus parafusos com torque de 48 Nm (Fig.6);

--------------------------------------------------------------------~ 17
FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Mecânicos • Substituição da embreagem

24-Instale o defletor de calor;


SsAcHs

Fig.ll - Fixação do suporte esquerdo à carroçaria


-
25-Acople o semieixo e o terminal de direção ao
cubo de roda esquerdo (Fig. 9); \

Fig.9 ·Montagem do terminal de direção e semieixo

Fig.l2 ·Fixação do suporte esquerdo à caixa de marchas

26-Aplique torque de 51 Nm à porca de fixação do


pivô da suspensão e 48 Nm à porca do terminal da
direção;
27-Instale a arruela de encosto e uma nova porca
central do cubo de roda;
28-Instale a ferramenta de travamento do cubo de
roda;
29-Aplique torque de 240 Nm à porca central do
cubo de roda (Fig.lO); 34-Posicione os terminais de aterramento na caixa
de marchas, e aperte os parafusos superiores com
torque de 4 7 Nm;
Fig.lO- Aperto da porca central do cubo de roda 35-Aperte o parafuso 8 mm de fixação do suporte
do tubo de alta pressão da direção hidráulica à
\ caixa de marchas, e aplique torque de 11 Nm
~--
(Fig.l3);

Fig.l3 · Suporte do tubo da direção hidráulica

30-Com um martelo e um saca-pino, bata na


extremidade da porca para travar a porca central;
31-Posicione o suporte esquerdo do motor, e
instale os parafusos de fixação do suporte à
carroçaria (Fig.ll); 36-Instale a carcaça da válvula termostática no
32-Aplique torque de 50 Nm aos parafusos; cabeçote do motor e conecte as mangueiras do
33-Instale as porcas 17 mm de fixação do suporte circuito de arrefecimento;
esquerdo do motor à caixa de marchas, e aplique 37-Aplique torque de 10 Nm nos parafusos da
torque de 49 Nm (Fig.12); carcaça da válvula termostática;

18 ~-------------------------------------------------------------
SsAcHs FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Mecânicos- Substituição da embreagem

38-Conecte os terminais elétricos do sensor ECT e 44-Conecte os cabos do mecanismo de seleção de


da válvula termostática; velocidade (Fig.l7);
39-Remova a ferramenta de ancoragem do motor
e conecte o terminal elétrico da DIS (Fig.l4); Fig.17 - Instalação do mecanismo de seleção de
velocidades
Fig.14 - Remoção da ferramenta de ancoragem do motor

40-Posicione o tubo de entrada de fluido do cilin- 45-Instale a tampa da caixa de proteção do meca-
dro servo da embreagem e sua trava (Fig.lS);
m
-
Execute a sangria no circuito de acionamento
da embreagem para retirar as possíveis
nismo de seleção de velocidade e conecte o
terminal elétrico do interruptor de ré;
46-Conecte a mangueira inferior do radiador, e
bolhas de ar presentes no circuito. reposicione a abraçadeira;
47-Conecte o terminal elétrico do eletroven-
Fig.lS - Conexão de entrada de fluido para o cilindro tilador do radiador (Fig.l8);
servo da embreagem
Fig.18- Terminal elétrico do eletroventilador

41-Instale o recipiente de coleta de fluidos;


42-Abra a válvula de sangria, e deixe o fluido
escoar até que esteja isénto de bolhas (Fig.l6);
48-Instale cuidadosamente as coberturas plásti-
Fig.16- Sangria do circuito de acionamento da embreagem
cas da caixa de roda (Fig.l9);

Fig.19 - Cobertura plástica da caixa de roda

43-Feche a válvula de sangria, e insira o guarda pó


no bico de sangria;

------------------------------------------------------------------~ 19
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Substituição da embreagem SsAcHs

49-Instale as rodas dianteiras, e aplique torque de Fig.22 - Aterramento do cabo negativo da bateria \......../
85 Nm aos seus parafusos;
50-Conecte o terminal elétrico do senso r VSS;
51-Instale o cabo do acelerador no corpo da
borboleta, e posicione a presilha de travamento
(Fig.20);

Fig.20 - Instalação da presilha do cabo de aceleração

60-Conecte os cabos positivo e negativo na bateria;


61-Instale a capa do regulador de pressão do
combustível;
62-Instale a caixa do filtro de ar;
63-Abasteça o reservatório de fluido de freio com
o fluido especifico (Fig.23);
52-Instale o suporte da bateria, e aperte os para-
fusos com torque 25 Nm;
Fig.23 - Abastecimento com fluido de freio DOT-4
53-Posicione a central de relés e fusiveis do vão do
motor no suporte da bateria;
54-Conecte os terminais elétricos do módulo de
comando;
55-Instale a bateria;
56-Instale a chapa superior de fixação da bateria;
57-Conecte a mangueira do sistema de partida a
frio do coletor de admissão;
58-Conecte as mangueiras de alimentação e
retorno de combustível ao tubo distribuidor
(Fig.21);

Fig.21- Conexão das mangueiras de alimentação e


retomo de combustível
[Q5J Não reutilize fluido removido. O fluido de
~ freio deve atender a especificação DOT-4. A
RADIEX recomenda o fluido de freio FR-
2104.

64-Insira a tampa do reservatório de fluido de


freio, e conecte seu terminal elétrico;
65-Abasteça o circuito de arrefecimento com
fluido adequado.

~Veja os procedimentos para abastecimento do


= sistema de arrefecimento no item: "Sistema
de arrefecimento".
59-Prenda à carroçaria o terminal de aterramento
do cabo negativo da bateria com chave 8 mm, e
aplique torque de 10 Nm (Fig.22);
.__/

20 ~----------------------------------------------------------------~
0
Espaço SACHS
Conheça alguns dos K/Ts
de Embreagem SACHS para Linha Ford:

Linha de embreagens SACHS


Mij.i.Mtj Veículo Motor
Courier 1.3 8v /1 .4 16v todos
Fi esta 1.4 16v Após 04/96
S EcoSport 1.0 Supercharger todos
S Fiesta 1.0 Supercharger /1.6 Após 05/02
S EcoSport Si-Combustível
Todos
S Fiesta Si-Combustível 1.6
Fo cus Após 12/03
EcoSport (4WD) 2.0 todos
EcoSport (4x2) todos
2.0
Fo cus Após 03/05
Fo cus 1.8 07/00 até 07/04
s Fies ta 1.0 /1.3 Endura
6671 1.0 /1.0 Zetec Rocam N.é 04/02
s Ka
/1.3
1.3 8v /1 .4 16v
8614
s Courier
1.6 Zetec Rocam Até 03/02
s Fies ta 1.6 8v Zetec Rocam
Tabela ilustrativa. Consulte catálogo de aplicação para indicação
detalhada ou ligue para 0800 019 44 77 .

S Itens originais SACHS


{alguns itens de acordo com o ano de fabricação ;
consulte relação completa em nosso site)

Imagens ilustrativas.

O time técnico ZF Sachs é composto


por profissionais espalhados pelo país,
preparados para auxiliá-lo sempre que
necessário. Para quaisquer dúvidas,
acesse também nossa central de aten-
dimento ou fale conosco através do site.
FRA5-LE
~
www.fras-le.c m

• Proporciona performance com reduz1da em1ssão de po na roda •


FilAS'LE
~ FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Freios

Especificação técnica FRAS-LE


Pastilha de freio

PD\55

O sistema de freio utilizado no Ka é do tipo duplo sólidos, para os modelos 1.0 e ventilado para os
circuito, divididos diagonalmente, com freios a modelos 1.6.
disco nas rodas dianteiras e tambores nas rodas O freio a tambor traseiro é do tipo convencional.
traseiras. O sistema hidráulico alimenta dois Os freios traseiros se ajustam durante a aplicação
circuitos separados para cada par de freios do pedal de freio. Os veículos equipados com
diagonalmente opostos, isto é, dianteira esquerda sistema de freio convencional têm válvulas
com a traseira direita e dianteira direita com a proporcionadoras de pressão, instaladas entre o
traseira esquerda. As pinças são do tipo êmbolo cilindro-mestre e os tubos para os freios traseiros.
deslizante, o que assegura uma força aplicada em As válvulas regulam a pressão hidráulica aplicada
ambas pastilhas. Os discos de freio são do tipo nos freios traseiros, reduzindo o risco das rodas
traseiras bloquearem durante a frenagem.

Dlogromo do circuito do slstemo de freio do Ko

Válvulas Freio traseiro a tambor

Freio dianteiro a
disco sólido

--------------------------------------------------------------------J 23
FRASLE
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Freios ~

Inspeção do sistema de freios dianteiros

~Este procedimento deve ser realizado em am- Fig.3 - Remoção do suporte da pinça de freio
bos os lados, caso haja necessidade de substi-
tuir as pastilhas de freio ou disco de freio.
Certifique-se que o veículo esteja desengre-
nado antes de prosseguir com a desmon-
tagem.

l-Com a roda dianteira previamente removida,


solte a porca de fixação do suporte do tubo flexível
do freio com chave 15 rnrn (Fig.l);

Fig.l - Remoção da porca de fixação do


suporte do tubo flexível

rn Para a verificação do ernpenarnento do disco,


é necessário travá-lo inicialmente.

7- Instale a ferramenta específica de travamento;


(KL-0115)
8-Instale também duas porcas de roda diagonal-
mente, e aperte-as com torque de 30 Nrn (Fig.4);

Fig.4- Instalação das porcas

2-Rernova a presilha de retenção das pastilhas de


freio com o auxílio de um gancho (Fig.2);

Fig.2 - Remoção da presilha de retenção das pastilhas

9-Lirnpe o disco com urna flanela;


lO-Fixe a base magnética do relógio cornparador
no amortecedor do veículo;
11-Ajuste o relógio cornparador posicionando o
apalpador na face mais externa do disco a ser
verificada, e zere o relógio (Fig.5);
Fig.S - Instalação do relógio comparador

3-Rernova as proteções de borracha e os parafusos


de fixação da pinça de freio com chave hexagonal
7rnrn;
4-Desloque a pinça, retire a pastilha interna e
pendure-a, por um gancho, na suspensão para
evitar danos ao conduíte;
5-Retire também a outra pastilha de freio;
6-Rernova os dois parafusos de fixação do suporte
da pinça de freio com chave 13 rnrn, e retire o
suporte (Fig.3);

24 ~-------------------------------------------------------------------
FRAS'LE
~ FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Mecânicos -Freios

12-Gire o disco de freio, por duas voltas comple- ~ As espessuras mínimas admissíveis, segundo
tas, e verifique o empenamento; o fabricante, é de 10 e 18 mm para os
modelos Ka 1. Oe 1. 6 respectivamente.
~ O valor do empenamento não deve exceder
0,40 mm, segundo as recomendações do (IJ Substitua o disco se a sua espessura for infe-
fabricante. rior a especificada.
[i] Caso o desvio supere este valor, troque o disco 19-Meça ainda a espessura da pastilha de freio
de freio. com um paquímetro.
13-Mude o apalpador para a faixa central, e meça ~ As pastilha de freio novas têm a espessura de
novamente o empeno do disco; 18mm.
14-Da mesma forma, meça também na faixa mais
interna do disco; [~]O _desgaste máximo admissível é de 10 mm
15-Feitas as medições, retire o relógio compa- (F1g.8);
rador;
16-Instale novamente a ferramenta de trava- Fig.8 - Inspeção das pastilhas
mento para retirar as porcas de roda e remova-as;
17-Remova a trava de fixação do disco, e o próprio
disco (Fig.6);

Fig.6 - Remoção da trava de fixação do disco

~~ Pastilhas com espessura inferiores a 8 mm


devem ser substituídas.

Remoção da pinça de freio

18-Meça também a espessura do disco de freio l-Utilize chaves 13 e 17 mm para desconectar o


com um micrômetro. Verifique a medição cole- conduíte de freio (Fig.l);
tando dados em quatro pontos distintos (Fig. 7);
Fig.l -Remoção do conduíte de freio

Fig.7- Inspeção do disco de freio


Especificação técnica
Fremax
Disco de freio
Bd1063

2-Vede o conduíte de freio com o tampão de bor-


racha do bico de sangria;
~Os discos de freio novos do Ka 1.0 e 1.6 3-Remova o grampo de fixação do conduíte;
medem 12 e 20 mm respectivamente. 4-Retire o conjunto da pinça de freio juntamente
com o conduíte;

------------------------------------------------------------------~ 25
FRASLE
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Freios ~

m1
-
Se o fluido de freio for derramado e entrar em
contato com a pintura do veículo, lave
lO-Retire o êmbolo, o guarda-pó e o anel de
vedação;
imediatamente a área afetada com água fria 11-Faça a lavagem das peças.
(Fig.2).
Montagem e instoloção do
Fig.2 - Limpeza da área afetada sistema de freio

l-Inicialmente, selecione o novo conjunto, e


monte-o na pinça (Fig.l);

Fig.l - Novo reparo da pinça de freio

Espec.: Controil C-1909

5-Na bancada, prenda a pinça de freio na morsa;


6-Utilize chave 11 mm para remover o conduíte
da pinça;
7-Remova ainda as proteções de borracha dos
parafusos de fixação da pinça; 2- Encaixe o anel de vedação no alojamento
8-Leve a pinça para bancada de lavagem (Fig.3); interno do cilindro (Fig.2);
Fig.3 - Bancada de lavagem Fig.2 - Instalação do anel de vedação

9-Injete ar comprimido no orifício do tubo flexível 3-Lubrifique com vaselina a parte externa do
da pinça de freio, até promover a expulsão do êmbolo, e também a parte interna do guarda-pó
êmbolo (Fig.4); (Fig.3);

Fig.3 - Remoção do êmbolo Fig.3 - Lubrificação do êmbolo


FRAS'LE
~ FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Freios

4-Vista o guarda-pó no êmbolo; lO-Instale também o conduíte de freio na pinça;


5-Posicione o êmbolo na entrada do cilindro; 11-A seguir, instale o disco de freio no veículo;
6-Insira corretamente a saia do guarda-pó na 12-Encaixe a trava de fixação do disco;
borda interna do cilindro (FigA); 13-Instale o suporte da pinça de freio, e aplique
torque de 70 Nm (Fig. 7);
Fig.4- Instalação da borda do guarda-pó
Fig. 7 - Instalação do suporte da pinça de freio
' il 11 . j

1m] Verifique se o guarda-pó está corretamente I


14-Sustente a pinça de freio pelo gancho para
- assentado em todo o diâmetro do cilindro.
instalar o grampo de fixação do conduíte de freio;
7-Empurre o êmbolo cuidadosamente para 15-Instale o tubo rígido de freio ao conduíte, e
dentro; aplique torque de 17 Nm;
8-Utilizando um retrator de êmbolo, comprima o
êmbolo para o interior do seu alojamento (Fig.5); ~ Se o fluido de freio respingar, lave a região
afetada imediatamente com água fria.
Fig.S - Utilização do retratar de êmbolo 16-Instale as novas pastilhas de freio no suporte
da pinça e na pinça (Fig.8);

Fig.8 - Instalação das novas pastilhas de freio

9-Vire a pinça, e insira as proteções de borracha


dos parafuso de fixação da pinça (Fig.6);

Fig.6 - Instalação dos protetores de borracha 17-Encaixe a pinça em seu suporte e aperte seus
parafusos com torque de 30 Nm;
18-Instale a presilha de retenção das pastilhas de
freio;
19-Instale a mangueira de freio na torre da sus-
pensão com chave 15 mm, e aplique torque de 23
Nm;
20-Instale as capas de proteção dos parafusos de
fixação da pinça;
(J) Ao término do trabalho, faça a sangria de
todo o sistema conforme o item: "Sangria do
sistema de freio".

--~--------------------------------------------------------------~ 27
QUAUDADE SUPERIOR COM
RECONHECIMENTO MUNDIAL EEXTENSA
VARIEDADE DE APUCAÇÕES.
.
...·.· , ~~
. . . . . ,. _,
• t
,• •

• •• • •

FABRICANTE ORIGINAL DOS DISCOS E


TAMBORES DE FREIO DA MITSUBISHI .,

MITSUBISHI

WWWFREMAX.COM I FREMAX@FREMAX.COM I 0800 47 4090

Faça revisões em seu veículo regularmente


Segundo dados fornecidos pelo DETRAN, quase 40 mil pessoas são vítimas fatais em acidentes de trânsito todos
os anos. São mais de 80 pessoas por dia, ou uma a cada 18 minutos. Esta estatística poderia ser minimizada com
hábitos simples, como a manutenção preventiva do veículo e a conscientização da importância em utilizar produtos
de alta qualidade com padrões técnicos exigidos em todos os componentes de segurança.
Mais do que apenas parar o carro dentro das condições normais de trânsito, o funcionamento do sistema de freios é
um dos elementos mais importantes na mecânica dos automóveis, pois se trata de um componente de segurança.

' ALGUMAS NOVIDADES TECNOLÓGICAS PODEM PROPORCIONAR MAIS SEGURANÇA


Comprometida com a segurança dos componentes produzidos, a Fremax apresentou ao mercado novos diferenciais
em seus produtos. As linhas lançadas proporcionam mais segurança e contribuem com a redução do número de
acidentes em nossas estradas.

CARBON+: Linha de produtos com elevado conteúdo de carbono que otimiza a condutividade térmica
possibilitando o funcionamento do sistema com menor temperatura, reduzindo a possibilidade de ruído, vibrações
e deformação na peça.
Tecnologia "Ready To Go": Peças prontas para montagem. Uma fina camada de óleo superficial protege os discos e
tambores contra a corrosão. Por se tratar de um óleo mineral, não contamina a pastilha de freio, dispensa a remoção
deste resíduo e de lavagem, evitando todo o trabalho de limpeza e preparação que normalmente é realizado.
Acabamento superficial de usinagem "Stop and Go", com ranhuras não concêntricas, proporciona um melhor
e mais rápido assentamento das pastilhas novas em relação às pistas de frenagem.
Tecnologia Painted: Acabamento especial em uma gama de aplicações de discos e tambores de freio.
Este acabamento consiste na pintura do cubo da peça com uma tinta automotiva que suporta altas temperaturas
e garante a máxima proteção contra a corrosão.

0800474090
www.fremax.com

Faça revisões em seu veículo regularmente


FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Freios

Especificação técnica FREMAX


Tambor de freio

Bd6629

Remoção do cilindro de freio traseiro

lmJEste procedimento deve ser realizado em Fig.2 - Remoção dos grampos de retenção das sapatas
- ambos os lados do veículo.

l-Solte inicialmente o freio de estacionamento;


2-Com a roda traseira previamente removida,
solte a tampa de proteção do rolamento do cubo
de roda com saca-pino (Fig.l);

Fig.l - Remoção da tampa de proteção do rolamento

Fig.3 -Remoção do tubo flexível do freio

3-Remova em seguida a porca de fixação do cubo


de roda, com soquete 30mm e cabo articulado;
(KL-4007-311)
4-Remova o tambor de freio;
5-Utilize um alicate específico para retirar as tra-
vas dos pinos de retenção (Fig.2);
6- Retire também os pinos;
7- Desloque as sapatas, retire a mola inferior, solte
o cabo do freio de estacionamento, e leve as lO-Vede o tubo flexível de freio;
sapatas para a bancada; 11- Lave os respingos de fluido com água fria
8-Desaperte a porca do tubo flexível de freio com (Fig.4);
chave 15 mm (Fig.3); 12-Prenda uma das sapatas na morsa para
9-Remova os parafusos de fixação do cilindro de desmontar o conjunto;
freio com chave 8 mm, e remova-o; 13- Retire as molas superiores e o recuperador de
folgas (Fig.5).
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Freios

FigA - Limpeza de todo o sistema Fig.S - Desmontagem do conjunto

Inspeção e instalação do sistema de freio traseiro

l-Selecione o novo cilindro de freio Controil (Fig.l);


Fig.2 - Sapatas primária e secundária

Fig.l- Novo cilindro de freio Contrai!

8-Instale o cabo do freio de estacionamento (Fig.3);

2-Instale o tubo flexível de freio no cilindro, e


Fig.3 - Instalação do cabo do freio de estacionamento
aperte os parafusos;
3-Lave os respingos de fluido com água fria, e
seque bem;
4-Com um paquímetro, meça as lonas das sapatas;

lmJ mária
Quando novas, as €spessuras das sapatas pri-
e secundária são respectivamente 6 e
3mm. A Mecânica 2000 recomenda que as
mesmas sejam trocadas quando estiverem
com aproximadamente lmm de espessura
(Fig.2);

[mJ Inspecione visualmente as sapatas quanto a


~ trincas e desgastes excessivos.
9-Encaixe as sapatas no cilindro de freio;
5-Prenda inicialmente a sapata primária na 10- Instale as travas e pinos de retenção;
morsa, e encaixe o conjunto de recuperação de 11-Instale a mola inferior de retorno com o auxílio
folga à sapata; de um gancho; (KL-0114-21)
6-Fixe, em seguida, a sapata secundária na morsa, 12-Com auxílio de uma chave de fenda, faça a des-
e encaixe as molas superiores e a outra ponta do regulagem do sistema de recuperação de folga;
conjunto de recuperação; 13-Teste no sistema: pise no freio por algumas
7- Leve o conjunto das sapatas para ser instalado vezes e observe o perfeito funcionamento do
no veículo; conjunto.
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Freios

• Troco do rolamento traseiro

[lJ Sons característicos de um rolamento ruim: 3-Remova o rolamento interno;


ruído uniforme, porém metálico, é indicativo
de falta de lubrificação; som característico de
peças soltas e batendo entre si, é indicativo [~J Retire a grax~ do cubo com estopa para facili-
de rolamento danificado. tar o manuse1o.

l-Retire o rolamento exterior do cubo (Fig.l); 4-Bata com um martelo sobre um punção de
centro em pontos diagonalmente opostos da pista
Fig.l - Remoção do rolamento exterior de rolamento até removê-la (Fig.3);

Fig.3 - Remoção das pistas dos rolamentos

2-Vire o tambor, e com o auxílio de um saca-reten-


tor, remova o retentor do rolamento (Fig.2);

Fig.2 - Remoção do retentor 5- Vire o tambor, e remova a outra pista da mesma


forma;
6-A seguir, meça com um paquímetro o diâmetro
interno do tambor de freio.

~O tambor de freio novo possui diâmetro inter- ~


no de 181 mm. O diâmetro máximo admis-
sível de 182,5 mm.

(IJ Caso a medida do diâmetro não corresponda ._J

a ideal, substitua o tambor.

Montagem do rolamento traseiro

l-Instale adequadamente as pistas no interior do Fig.l - Instalação das pistas do rolamento


tambor, para isso, prenda adequadamente o tam-
bor na prensa;
2- Insira a pista no tambor, e sobre ela um cilindro
~um disco de pressão (Fig.l);
3-Ajuste a ponteira e acione a prensa;
4-Encaixada a primeira pista, vire o tambor, e
instale a segunda pista da mesma forma anterior;
5-Lubrifique bem o rolamento e a pista interna
com graxa apropriada (Fig.2);
6-Instale o rolamento interno com o novo reten-
tor, com auxilio de um martelo de borracha
(Fig.3);

32
FORO KA 1.0 Flex -Sistemas Mecânicos - Freios

Fig.2 - Lubrificação do rolamento Fig.S - Lubrificação do eixo


--'

Fig.3 - Montagem do novo retentor


li-Instale a porca de fixação do tambor de freio, e
aperte-a com torque de 240 Nm (Fig.6);

Fig.6 - Aperto do tambor de freio

7-Vire o tambor, lubrifique a pista interna e o ou-


tro rolamento (FigA);

Fig.4 - Lubrificação da pista interna


~Uma vez apertada, não mexa mais na porca
de fixação do cubo. Se for necessário verificar
a tensão de aperto, a porca terá de ser
desapertada por duas voltas completas e,
então novamente, reapertada.

12- Gire o tambor de freio para certificar-se do seu


livre movimento.
13-Assente, com o auxílio de um martelo de bor-
racha, a tampa de proteção do rolamento;

(]] Se tiver sido danificada no procedimento de


retirada, substitua-a por outra nova.
8-Introduza o rolamento no tambor;
9-Lubrifique também o eixo com graxa (Fig.S); 14-Instale a roda, e aperte as porcas com torque
lO-Encaixe o tambor de freio no eixo, e lubrifique de85Nm.
novamente;

TELEVENDAS
rnv..mE!Calrríc.a2GOO. co1m.br. do ~~;:;:::,:~~de 4003-8700
...u." .... .,.online. É rápido e seguro. www.mecanica2000.com.br

~----------------------------------------------------------------~ 33
QUALIDADE TAMBÉM ÉUMA PEÇA
FUNDAMENTAL PARA SEU CARRO.
EXUA CONTROIL

SERVO FREIO

OUNDRO DE RODA
UNHA LEVE

OUNDRO DE RODA
UNHA PESADA

REPAROS

o
ATUADORES CONC!NTRICOS
REPAROS DO PISTAo DA PINÇA
DE EMBREAGEM

Contrai/.
. .
...,....,- .............~<:==()::IJ::f~:()::/:l~·..................................;FO~R~D~~~1.0·F·Ie·x·-S·is·rn~m-as·M·e·câ.ni.coãsa-Fmre;ioãs='~~
Substituição do servofreio

Especificação técnica CONTROIL Fig.2- Instalação da fonte de ar comprimido


SERVOFREIO

C-5635

\
Fig.3 - Instalação da chave do bico de sangria
[!jl Faça a remo~ão da bate~ia,_ ~eja os proce-
dimentos no 1tem: "Subst1tmçao da embrea-
gem".
l-Remova a tampa do reservatório do fluido de
freio;
2-Instale a tampa da unidade sangradora com o
adaptador de engate rápido no bocal do reserva-
tório (Fig.l);

Fig.l - Instalação da tampa da unidade sangradora

9-Posicione o frasco de descarte próximo à roda.


Conecte a mangueira ao bico, e desaperte o
sangrado r para escoar o fluido de freio;
lO-Escoado o fluido, aperte novamente o para-
fuso sangrador, retire o frasco de descarte, e vede
o bico;
11-Faça o escoamento do fluido de freio também
nos demais cilindros;
12-Abaixe o veículo, feche a válvula do regulador,
e recolha todo equipamento de sangria;
13-A seguir, forre a região abaixo do cilindro-
3-Selecione o equipamento de sangria para o es- mestre com uma flanela, para reter respingos de
coamento do fluido de freio; fluido_
4-Pendure o cilindro com o regulador de pressão 14-Desaperte as porcas dos quatro tubos rígidos
no gancho do capô, feche a válvula, e conecte a com chave 11 mm, e desloque-os (Fig.4);
mangueira do cilindro ao engate da tampa do 15-Remova as duas porcas 14 mm de fixação do
reservatório; cilindro-mestre (Fig.5);
5-.Engate a mangueira azul no engate do cilindro e 16-Remova a mangueira de alimentação da
a outra ponta a uma fonte de ar comprimido, que embreagem (Fig.6);
pode ser no bico do pneu do veículo (Fig.2); 17 -Remova o cilindro-mestre do veículo
6-Abra a válvula do regulador, aplique pressão de juntamente com o reservatório do fluido de freio,
1 bar; e leve-o para uma bancada;
7-Eleve o veículo; 18-Remova as porcas de fixação do servofreio;
8-Retire o tampão do sangrador, e posicione acha- 19-No interior do veículo, remova o grampo de
ve de 7 mm no bico de sangria (Fig.3); fixação da haste de acionamento do servofreio
(Fig.7);

-=~--------------------------------------------------- 35
FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Mecânicos- Freios
Contrai/"

FigA - Remoção dos tubos rígidos


Fig. 7 - Remoção do grampo

Fig.S- Remoção das porcas de fixação do cilindro-mestre 20-Remova o servofreio (Fig.8);

Fig.8 - Remoção do servofreio

Fig.6 - Mangueira de alimentação da embreagem

21-A seguir, prenda o cilindro-mestre na morsa, e


remova o reservatório fluido com o auxílio de uma
chave de fenda;
22-Posicione o cilindro-mestre voltado para cima,
e com uma chave 22 mm remova as válvulas pro-
porcionadoras;
23-A seguir, prenda o novo cilindro na morsa,
instale as válvulas proporcionadoras, e aplique
torque de 17 Nm; (Controil C-2061)
23- Reposicione o cilindro ao contrário, e instale o
reservatório de fluido de freio.

Instoloção do servofrelo

l-Insira o novo servofreio em seu alojamento Fig.l - Instalação do servofreio


tomando cuidado para não danificar as proteções
de borracha (Fig.l);
2-Encaixe o grampo de fixação da haste de
acionamento do servofreio (Fig.2);
3-Insira as porcas de fixação do servofreio, e
aperte-as com chave 13 mm;
4-Instale o tubo de vácuo do servofreio (Fig.3);
5-Instale o cilindro-mestre, suas porcas de
fixação, e aplique torque de 25 Nm (Fig.4);
6-Instale os tubos rígidos de freio do cilindro-
mestre com chave 11 mm;

36 '-------------------------------------------------------------------~-
- Contrai/" )IJCIM

Fig.2 - Instalação do grampo de fixação


FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Me<:anicos- Freios

7-Introduza a mangueira de alimentação da


embreagem (Fig.S);
« ?#

8-Abasteça o reservatório com fluido de freio es-


pecífico;

~ Não reutilize o fluido removido. O fluido de


- freio deve atender a especificação DOT-4. A
RADIEX recomenda o fluido de freio FR-
2104.
9-Instale o adaptador com engate rápido no reser-
vatório do fluido de freio (Fig.6);
1 O-Conecte a mangueira do cilindro do
equipamento de sangria ao engate rápido da
tampa do reservatório;
Fig.3 - Instalação do tubo de vácuo do servofreio

Fig.S - Instalação da mangueira de alimentação da


embreagem

Fig.4 - Instalação do cilindro-mestre

Fig.6 - Instalação do adaptador de engate rápido

Cilindro mestre (CONTROIL C-2061)


11- Remova a tampa do cilindro, e pendure-a com
o regulador de pressão ao capô do veículo;
12-Abasteça o cilindro do equipamento com um
litro de novo fluido de freio;
13-Instale o cilindro na tampa com o regulador;
14-Engate a mangueira azul ao engate do regu-
lador de pressão e feche a sua válvula;
15- Engate a outra ponta da mangueira azul a uma
fonte de ar comprimido, que pode ser o próprio
bico do pneu do veículo;
16-Abra a válvula do regulador, aplique 1 bar de
pressão (Fig. 7);

~~----------------------------------------------------------------' 37
Informativo I.Q.A. ,,.,., • . . •• ~ ~ _,. - -- ,.....,-'-' . _ . . ._ ....'"" .... ......z......,L'«J'" """"-'~....l~....w-
•• ....

A certificação de oficinas IQA-CESVI agora passa a se chamar 'Oficina Certificada Quatro


Rodas', fruto da parceria do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) e do CESVI BRASIL
(Centro de Experimentação e Segurança Viária) com a revista Quatro Rodas. A certificação,
antes restrita às oficinas de funilaria e pintura, se estenderá às empresas que realizam
serviços de mecânica ..

Oselo contribui para que os consumidores e companhias de seguros identifiquem os


estabelecimentos que oferecem serviços de mecânica e de funilaria e pintura com
qualidade técnica. As oficinas aprovadas na avaliação recebem uma placa com o nome do
novo selo, ampliando sua visibilidade para os clientes e também com divulgação da
conquista nos canais de comunicação Quatro Rodas - publicações impressas e web.
1-Cl-.A..-
Aiexandre Xavier, gerente de Negócios e Marketing do IQA, destaca que a parceria IQA-CESVI, iniciada em 2008, veio como uma
evolução do processo de certificação, iniciado há 10 anos pelo IQA. "Demos um passo muito importante com a parceria realizada com
o CESVI e, agora, estamos ampliando a dimensão do alcance deste trabalho, por meio da aliança com a Quatro Rodas. Assim, além de
contribuir para os processos e resultados das oficinas, levamos referências ao consumidor e aumentamos sua satisfação com os
serviços à disposição no mercado" , diz.

"Estamos certos que essa aliança entre a Quatro Rodas e a certificação de oficina IQA-CESVI, já consagrada no mercado reparador
automobilístico, irá aumentar mais o acesso do consumidor às infonnações técnicas essenciais para a decisão de compra de um
serviço em oficina. A parceria proporciona sustentabilidade e capacitação técnica deste importante mercado na cadeia automotiva ", \.._)
afinna José Aurelio Ramalho, diretor de Operações do CESVI BRASIL

" Com este projeto, a Quatro Rodas inaugura nova fase de participação na vida de sua audiência. Além de continuar a testar,
experimentar e analisar os veículos disponíveis no mercado, a revista passa a ceder seu título como atestado de qualidade dos
serviços que o proprietário de um carro precisa utilizar. E, isso, sem deixar de informar também sobre mercado, segurança e
lançamentos, como tradicionalmente fez ao longo de seus 50 anos de história ", analisa Marcos Emílio Gomes, diretor do Núcleo
Motor Esporte da Editora Abril.

Para conquistar a certificação, são avaliados diversos aspectos da oficina, como utilização adequada de ferramentas e equipamentos,
infraestrutura das instalações, gestão, além do grau tecnológico utilizado pela casa e a capacitação técnica dos profissionais. As
empresas são classificadas com estrelas, em uma escala de Oa 5, sendo que o mínimo necessário para o estabelecimento obter a
certificação são 3 estrelas.

A classificação que a oficina recebe tem validade de um ano. Após isso, a oficina pode pedir nova avaliação, na qual pode confinnar
seu grau de qualidade ou demonstrar que evoluiu desde a última análise.

A ABC Pneus e a Ma redu Serviços são as primeiras oficinas mecânicas a receberem o selo 'Oficina Certificada Quatro Rodas'. A ABC
Pneus, em Santo André (SP), foi avaliada na utilização correta dos equipamentos para a reparação de freios, suspensão, direção e
escapamentos; já a Maredu Serviços, em São Caetano do Sul (SP), foi avaliada em motor, direção, elétrica, suspensão, freios, injeção
eletrõnica e transmissão.

"A certificação é um diferencial de grande importância em relação aos nossos concorrentes. O CESVI e o IQA são entidades sérias, e a
consultoria que eles prestam atende a nossa ambição de sempre oferecer o melhor aos clientes, porque também nos entendemos
como empresa séria. A marca Quatro Rodas é um símbolo que o mercado conhece muito bem , tem tradição de 50 anos e valorizará
muito a divulgação do nível que atingimos com a certificação" , avalia Airton Scarpa Júnior, diretor de Operações da ABC Pneus.

Sobre o IQA -Instituto da Qualidade Automotiva I www.lqa.org.br- é um organismo de certificação sem fins lucrativos especializado no setor auto motivo,
criado por Anfavea, Slndipeças, Slndlrepa e outras entidades do setor. Parceiro de organismos internacionais e acreditado pelo INMETRO, o IQA atua
nas áreas de Certificaçio de Serviços Automotivos, de Produtos, de Sistemas de Gestão, Publicações e Treinamentos. A Certificação de Serviços Auto motivos
é pioneira em todo o mundo e com beneficios diretos para empresas e o consumidor final, atendendo concessionárias, fabricantes de autopeças,
distribuidores, varejistas, centros de reparação (oficinas e retíficas de motores).

IQA- INSTITUTO DA QUAUDADE AUTOMOTIVA


Nhalmbllqualras, 1.509 - lndlanópolls - Sio Paulo - SP - CEP 04090-013
(
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Suspensão dianteira

O Ford Ka 1.0 utiliza suspensão McPherson com nova concepção, utili-


zando braços da suspensão em forma de L ligados ao braço inferior
dianteiro, reforçado e extremamente resistente à torções, através de
buchas especiais. Os amortecedores são do tipo hidráulico. A
regulagem da convergência e da divergência é obtida pelas barras -ollllli~-.
de direção. Os batentes dos amortecedores possuem duas vias, de
modo a transmitir separadamente as forças das molas e dos
amortecedores à carroceria, reduzindo os ruídos de rodagem. Os
valores de torque são de grande importância, portanto durante a
montagem, aplique corretamente os torques apresentados em
cada procedimento. Não aplique calor aos amortecedores
durante a remoção ou a instalação, a não observação deste
procedimento poderá resultar em ferimentos. Portanto é
uma suspensão simples e rápida para manutenção.

Remoção e Inspeção do amortecedor dianteiro

[!'li Posicione o veículo no elevador, com o capô 3-Com um martelo de borracha, bata sobre o su-
aberto e sem as rodas dianteiras. porte do conjunto da manga de eixo e separe-o do
l-Inicialmente, remova a porca 15 mm do suporte conjunto amortecedor tomando cuidado para não
do conduíte de freio (Fig.l); danificar o conduíte de freio;
4-Encaixe sobre a porca superior de fixação do
Fig.l - Remoção da porca do suporte do conduíte amortecedor o conjunto de ferramentas sexta-
vadas para a sua remoção (Fig.3);

Fig.3 - Instalação das ferramentas de travamento


da haste do amortecedor
,,;;:i»1

2-Remova o parafuso 19 mm de fixação da torre


do amortecedor ao suporte do conjunto da manga
de eixo (Fig.2); 5-Trave o inserto com chave 10 mm, e gire a porca
Fig.2 - Remoção do parafuso do soquete longo com chave 19 mm (Fig.4);

Fig.4 - Desaperto do amortecedor


FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Suspensão dianteira

6-Remova a porca e o assento superior, tomando 12-Utilize chaves 10 e 19 mm para travar a haste
cuidado para que o amortecedor não caia; do amortecedor e remover a porca de retenção da
7-Remova cuidadosamente o amortecedor do mola respectivamente (Fig.8);
veículo (Fig.S);

Fig.S - Remoção do amortecedor Fig.8 - Remoção da porca retentora da mola

8-Suspenda a manga de eixo com um gancho, e


prenda-o à carroçaria para não forçar o conduíte 13-Remova o rolamento e o assento da mola (Fig.9);
de freio;
9-Na bancada, prenda o amortecedor na morsa
com mordentes de alumínio para não danificá-lo, Fig. 9 - Remoção do rolamento
e remova o coxim do amortecedor (Fig.6);

Fig.6 - Remoção do coxim do amortecedor

14-Retire o compressor com a mola;


15-Remova a coifa de proteção do amortecedor e
lO-Remova o coxim, e instale o compressor de o batente do amortecedor (Fig.lO);
molas (Fig. 7);
11-Comprima a mola apertando a haste com
Fig.lO- Remoção da coifa de proteção do amortecedor
chave24mm;

Fig. 7 - Instalação do compressor de molas

(KL-0015)

16-Retire a torre do amortecedor da morsa;


FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Mecânicos - Suspensão dianteira

Instalação do amortecedor dianteiro


~ ~aça inicialmente a limpeza de todo o con- 4-Instale a mola, e observe o seu correto assenta-
JUnto. mento;
5-Instale o assento da mola e o rolamento;
1-Instale a torre do amortecedor na morsa;
6-Instale a porca retentora (FigA);
2-Faça a desaeração do amortecedor. Comprima-
o, e estenda-o por algumas vezes até perceber a Fig.4 - Instalação da porca retentora
uniformidade em seu movimento, garantindo a
ausência de bolhas de ar no seu interior (Fig.l);
Fig.l - Desaeração do amortecedor

7-Com chave 24 mm, desparafuse o compressor


de molas gradualmente, verificando constante-
mente a posição da mola;
~ Mantenha o amortecedor em posição vertical 8-Instale o coxim do amortecedor, e leve-o para a
até a instalação no veículo. montagem no veículo (Fig.5);

3-Instale o batente e a coifa do amortecedor (Fig.2) ; Fig.S - Instalação do amortecedor

Fig.2 - Instalação do batente


;(
~ Limpe antes o assentamento do coxim na car-
roçaria do veículo para retirar as impurezas.
~ Inspecione as mangueiras da mola quanto a
desgaste excessivo, trincas e ressecamento 9-Introduza o conjunto amortecedor no orifício
(Fig.3). da carroçaria do veículo, instale o assento supe-
rior e encoste a porca superior de fixação, segu-
rando o amortecedor por baixo;
Fig.3 - Inspeção das mangueiras
lO-Remova o gancho da sustenção, e instale o
conjunto amortecedor no suporte da manga de
eixo;
11-Instale o parafuso fixador da torre do amorte-
cedor ao suporte com chave 19 mm, e aplique
torque de 85 Nm;
12-Com chave 15 mm, instale o suporte do con-
duíte de freio, e aplique torque de 24 Nm;
13-Aperte a porca de fixação do amortecedor uti-
lizando ferramentas específicas, e aplique torque
de46Nm;
14- Finalizando, instale a roda e feche o capô.

------------------------------------------------------------------J ~
FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Mecânicos - Suspensão traseira

O conjunto do eixo torcional traseiro do Ford Ka 1.0 foi projetado para


melhorar a rigidez inerente do conjunto. Isso permitiu a utilização de
molas menos rígidas, o que veio aumentar o conforto de rodagem sem
comprometer a estabilidade do veículo. Os amortecedores e as molas
traseiras foram redesenhadas e incorporam uma única porca de fixação.
As cargas da suspensão são transferidas separadamente da
fixação da unidade da suspensão para a estrutura da
carroceria, proporcionando efetivamente um sistema
duplo de apoio, o que melhora o isolamento e proporciona
dirigibilidade mais refinada. O projeto das buchas do eixo
torcional traseiro proporciona um efeito de autoesta-
bilidade, permitindo a ocorrência de pequenas alterações
dinâmicas no alinhamento das rodas sob cargas de esterça-
mento. A flexibilidade das buchas do pivô dos braços longitudinais
permite um pequeno grau de ajuste do alinhamento das rodas, quando o
braço longitudinal externo, nas curvas, é defletido
pelas forças laterais de rolagem. Isso reduz o ângulo
de escorregamento dos pneus, melhorando a
adesão, e proporcionando um efeito de esterça-
mento mais positivo.

Remoção e inspeção do amortecedor traseiro

~~ O veículo deve estar devidamente posicio- 2-Trave a haste com chave 10 mm, e desaperte a
nado no elevador, com a tampa do porta- porca do soquete longo com chave 19 mm;
malas aberta e a roda esquerda removida. 3-Retire o conjunto de ferramentas, a porca e o
apoio superior do amortecedor (Fig.2);
l-Encaixe sobre a porca superior de fixação do
amortecedor o conjunto· de ferramentas sexta- Fig.2 - Remoção do apoio superior do amortecedor
vadas específicas para a remoção da porca
(Fig.l);

Fig.l - Instalação das ferramentas

4-Posicione um macaco telescópico sob o eixo


traseiro para sustentá-lo; CKL-0145-10)
5-Remova os parafusos inferiores de fixação dos
amortecedores com soquete 15 mm e ferramentas
acessórias (Fig.3);
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Suspensão traseira

Fig.3 - Remoção dos parafuso inferiores 11-Remova o coxim e também a sede superior da
mola (Fig.S);

Fig.S- Remoção do coxim

_, (

6-Com cuidado, abaixe o macaco telescópico para


que o eixo desça o suficiente para remover o
amortecedor;
7-Desencaixe o amortecer, e leve-o para uma
bancada;
8- Prenda-o em uma morsa, e instale o compressor
12-Remova o compressor juntamente com a mola;
de molas; (KL-0015)
13-Retire a arruela de travamento inferior, o
9-Com chave 24 mm aperte as hastes do compres-
batente e a coifa do amortecedor (Fig.6);
sor para comprimir a mola;
14-Faça a limpeza de todo o conjunto.
lO-Retire a arruela de travamento superior do
coxim (FigA);

Fig.4 - Remoção da arruela de fixação do coxim superior Fig.6 - Remoção de todo o conjunto

lnstolação do amortecedor traseiro

1- Instale o amortecedor em uma morsa; Fig.l - Desareação do amortecedor


2- Comprima-o, e estenda-o por algumas vezes até
perceber a uniformidade em seu movimento
garantindo a ausência de bolhas de ar no seu
interior (Fig.l);

'lm) Mantenha o amortecedor em posição vertical


até a instalação no veículo.

3- Instale o batente com a coifa no amortecedor;


4- Instale a arruela de travamento inferior;

~~----------------------------------------------------------------' 45
FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Mecânicos • Suspensão traseira

5-Inspecione as mangueiras da mola quanto a Fig.6 - Selo no amortecedor


desgaste excessivo e ressecamento;
6- Instale a mola (Fig.3);

Fig.3 - Instalação da mola

lO-Instale o amortecedor, e encoste o seu para-


fuso de fixação inferior (Fig. 7); '-'

Fig. 7 - Instalação do amortecedor

~Observe no momento da montagem da mola,


seu correto assentamento.
7- Instale a sede superior, o coxim e a arruela de
travamento adequadamente (Fig.4); (~

Fig.4 - Instalação da sede superior

11-Eleve o macaco telescópico posicionando o ~'


amortecedor em seu alojamento;
12-Com chave 15 mm, aperte o parafuso inferior
do amortecedor do lado direito e aplique torque
de115Nm;
8-Com chave 24 mm, desparafuse o compressor
13-Aperte também o parafuso do lado esquerdo
de molas gradualmente, verificando constante-
com torquede 115 Nm (Fig.8);
mente a posição da mola;
9-Remova o compressor de molas e retire o con-
junto do amortecedor da morsa; Fig.8 - Aperto do parafuso inferior do amortecedor
~No momento da J?lOntagem, observe que a L
gravação em sua haste deve ficar voltada
para o lado da roda, e o selo, voltado para .__)
frente do veículo (Fig.5 e 6). ._)
Fig.S - Parte escrita no amortecedor

14-Remova o macaco telescópico; u


15-lnstale o apoio superior, a sua porca de fixação \,__)
e aplique torque de 23 Nm;
16-Para finalizar, retire as ferramentas, instale a
roda e feche o porta-malas. L

46 ~-------------------------------------------------------------------
LJ
A VIEMAR é uma das três
·MJlttC:AS MAIS LEMBRADAS do país*.
FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Mecânicos ·Articulações do sistema de suspensão

Especificação técnica VIEMAR:

1-Coifa
880078
2-Pivô da suspensão
503104
3- Terminal da direção (Esq.)
335019
4-Terminal da direção (Dir.)
335020
5-Articulação axial
680184

Troca da articulação axial, terminal e coifa da barra de direção


(:!i] Recomendamos que seja efetuado o processo de conferência dos valores de alinhamento da geometria
dos sistemas de direção e suspensão, após a substituição de qualquer componente.

[:IJ O veículo deve estar devidamente posicio- 2-Com chave 15 mm, desaperte a porca de fixa-
nado no elevador, sem as rodas dianteiras. ção do terminal da barra de direção, mas não a
retire ainda (Fig.2);
1-Desaperte a porca de travamento do terminal da
barra de direção utilizando chaves 22 e 24 mm de fixação do terminal
(Fig.1);

3-Utilize um extrator para juntas articuladas para


desacoplar o terminal da barra de direção (Fig.3);

48
= = == = = = = = : - - -FORO KA 1.0 Flex ~ Sistemas Mecânicos -Articulações do sistema de suspensão

Fig.3 - Desacoplamento do terminal da barra de direção 7-Utilize um alicate comum para retirar a presilha
externa da coifa da caixa de direção;
8-Com chave de fenda, remova a presilha interna
da abraçadeira da coifa da caixa de direção;
9- Retire a abraçadeira, e remova a coifa da caixa
de direção (Fig.S);

Fig.S - Remoção da coifa da caixa da direção

4-Remova agora a porca do terminal da barra de


direção, e desloque-o;
5-Remova o terminal;
~Faça a contagem do número de voltas para
removê-lo, tomando sempre como referência
um ponto fixo na barra axial.
6-Remova a porca de travamento do terminal da lO-Remova, por fim, com chave 32 mm, a articu-
barra de direção (FigA); lação axial da barra de direção hidráulica (Fig.6);
Fig.4 - Remoção da porca de travamento Fig.6 - Remoção da articulação axial

lnstolação da articulação axial, terminal e coifa da barra de direção


~ Se necessário, faça a limpeza da barra de di- 3-Instale também a nova coifa da caixa de direção.
reção e da rosca da cremalheria antes da Confira a geometria antes de apertar as novas
montagem dos con;tponentes. abraçadeiras de fixação (Fig.2);
Fig.2 - Instalação da nova coifa
l-Selecione uma nova articulação axial da barra
de direção;
2-Instale-a na barra de direção (Fig.l);

Fig.l - Instalação da nova articulação axial

4-lntroduza a nova porca de travamento do


terminal da barra direção;

49
5-Selecione o novo terminal da barra da direção;
Troca do plv6 da suspensão
~ Instale-o dando o mesmo número de voltas mo veiculo deve estar devidamente posiciona-
realizadas no momento da desmontagem ~ do no elevador, e sem a roda dianteira.
(Fig.3).
l-Remova o parafuso de fixação do pivô com
chaves 13 e 15 mm;
2-Desloque o pivô da manga de eixo (Fig.l);
Fig.l - Deslocamento do pivô

6-Instale sua nova porca de fixação e aplique tor-


que de 48 Nm com chave 15 mm (Fig.4);
3-Remova o parafuso que fixa o lado esquerdo do
Fig.4 - Aperto da porca de fixação do terminal de direção
braço de controle da suspensão, conhecido tam-
bém como leque ou bandeja, com chaves 15 mm e
18 mm (Fig.2);
Fig.2 - Remoção do parafuso de fixação da bucha
anterior do de controle

7-Aplique torque de 63 Nm a porca de travamento


do terminal da barra de direção (Fig.5);

Fig.S - Aperto da porca de travamento do


terminal da barra de direção 4-Remova os três parafusos que fixam a bucha tra-
seira do braço de controle da suspensão (Fig.3);

Fig.3 - Remoção dos parafusos de fixação da bucha


traseira do braço de controle da suspensão

8-Finalizando, instale a roda e aplique torque de


85 Nm às suas porcas.

50
- 'c:::====- '""""'"'.."'"""""·
5-Remova o braço de controle com o auxílio de
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos ·Articulações do sistema de suspensão

8-Utilize um martelo e uma talhadeira para


uma alavanca; remover os rebites e retire o pivô;

rn
6-Leve-o para uma bancada, e fixe-o a uma morsa;
Quando novo, o pivô vem de fábrica unido ao
braço de controle por meio de três rebites. Na
Fig.4 - Abertura dos orifícios

substituição pelo novo pivô é necessário re-


mover os rebites, e utilizar parafusos e porcas
fornecidos juntamente com o novo produto.
7-Utilizando óculos de proteção, luvas e uma
furadeira, faça orifícios junto aos rebites de forma
que a broca passe totalmente para o outro lado
(Fig.4);

Instalação do pivô da suspensão

4-Encaixe-o adequadamente e utilize um martelo


~ Faça a inspeção visual no braço de controle
de borracha para auxiliá-lo;
da suspensão quanto a trincas e desgastes
excessivos. 5-Instale os parafusos de fixação do braço;
6-Instale o protetor de calor para evitar danos na
l-Instale o braço de controle em uma morsa; articulação do pivô;
2-Selecione o novo pivô da suspensão, e instale-o 7-Encaixe o pivô no montante e aplique torque de
com seus parafusos de fixação com torque de 51 Nm (Fig.3);
25 Nm (Fig.l); '
Fig.3 - Aperto do parafuso de fixàção do pivô

Fig.l - Instalação do novo pivô

~ O aperto final dado ao J:,arafuso de fixação do


braço de controle da suspensão, deve ser
feito com as rodas apoidas no solo.
8-Aperte o parafuso de fixação do braço de con-
trole com torque de 110 Nm (Fig.4);
3-Após a montagem çl.o pivô, leve o braço de con-
trole da suspensão para ser instalado no veículo Fig.4 - Aperto do parafuso de fixação do braço de
controle da
(Fig.2);

Fig.2 - Instalação do braço de controle da suspensão

9-Aplique torque de 80 Nm aos parafusos 13mm,


e torque de 110 Nm no parafuso 18 mm de fixação
da bucha traseira;
lO-Para finalizar, instale a roda e aplique torque
de 85 Nm às porcas.

51
FORO KA 1.0 Flex ~ Sistemas Mecânicos ~ Rolamento dianteiro

Especificação técnica SKF:

Rolamento
BAH0109C

• Troca do rolamento

~ O veículo deve estar devidamente posicio- Fig.2 - Remoção do cubo de roda


nado no elevador, sem as rodas dianteiras.

~ Remova todo o conjunto fixado à manga de


eixo do veículo. Veja os procedimentos nos
itens: "Sistema de freios dianteiros e Troca
da articulação axial";

l-Instale um jogo extrator para remoção do cubo


de roda, disco extrator, parafusos e percursor
(Fig.l) ;

Fig.l - Instalação do jogo de extrato r


3-Leve-o para uma bancada (Fig.3) ;

Fig.3 - Conjunto em bancada

2-Puxe o percursor com energia, e repita a


operação até a remoção completa do cubo de roda
(Fig.2) ;

51 ~-------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Rolamento dianteiro

4-A seguir, com auxílio de um ajudante, instale o 9-Engate a mangueira da bomba hidráulica ao
conjunto de ferramentas para a remoção da pista cilindro hidráulico (Fig. 7);
interna do rolamento; (KL-0040-SlK)
5-Insira o disco de pressão no alojamento do Fig. 7 - Instalação da mangueira hidráulica
rolamento pelo lado de dentro (Fig.4);

Fig.4 - Instalação do disco de pressão


--:;

mJ ferramentas.
Confira o correto posicionamento das

6-Introduza, pelo lado de fora, o conjunto lO-Acione sucessivamente a bomba hidráulica até
hidráulico montado: fuso, cilindro, suporte, anel que o conjunto esteja desmontado (Fig.S);
escalonado e outro disco de pressão (Fig.S);
Fig.8 -Acionamento do conjunto hidráulico
Fig.S - Instalação de todo o conjunto

11-Alivie a pressão da bomba hidráulica, e desco-


7-Fixe o conjunto de ferramentas com a porca de necte a manqueira;
trabalho (Fig.6); 12-Remova a cinta de segurança e o conjunto de
ferramentas, e leve-o para uma bancada;
Fig.6 - Fixação de todo o conjunto 13-Desmonte o conjunto (Fig. 9);

Fig.9- Desmontagem de todo o conjunto

8-Instale a cinta de segurança;


FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Rolamento dianteiro

[y] Ao remover o cubo da roda, a pista interna do Fig.12- Remoção da pista do interior da ferramenta
- rolamento quase sempre fica presa na manga
de eixo; métodos convencionais para a sua
retirada podem ser utilizados, mas com
muito cuidado, pois representam riscos à
integridade dos componentes e do operador.

14-Instale, a seguir, o cubo de roda em uma morsa


para remoção da pista do rolamento;

~ Utilize as ferramentas especiais para


· remover, de maneira fácil e sem riscos, a pista
interna.

15-Instale as ferramentas do conjunto extrator


para pista interna do cubo (Fig.l O); Montogem do rolamento

l-Limpe, e lubrifique abundantemente com óleo o


Fig.lO- Instalação do conjunto extrator alojamento do rolamento na manga de eixo do
veículo (Fig.l);

Fig.l - Lubrificação da manga de eixo

16-Manuseie adequadamente as ferramentas


com auxílio de uma catraca, até transferir a pista
interna do rolamento para a ferramenta (Fig.ll);
2-Selecione um novo rolamento SKF (Fig.2);

Fig.ll - Remoção da pista interna do rolamento Fig.2 - Seleção do novo rolamento

3-Monte as peças do conjunto hidráulico inse-


rindo também o novo rolamento;
17-Retire as peças da morsa;
18-Em seguida, retire a pista da ferramenta
m
-
Posicione o rolamento de forma que fique
com a parte escrita para o lado externo do
(Fig.12); veículo.

54 ~-------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Mecânicos • Rolamento dianteiro

4-Introduza o conjunto hidráulico na manga de Fig.S - Montagem do conjunto hidráulico com o cubo
eixo, calce-o pelo outro lado com o disco de
pressão e aperte a porca de trabalho (Fig.3);

Fig.3 .- Bombeamento de pressão ao conjunto

9-Instale o conjunto hidráulico com o cubo na


manga de eixo;
10-Da forma pressurizada, instale o cubo de roda
(Fig.6);

5-Novamente, instale a mangueira da bomba


hidráulica; Fig.6 - Instalação do cubo de roda
6-Bombeie pressão no cilindro até a instalação
integral do rolamento (Figs. 4 e 5);

Fig.4 · Bombeamento de pressão ao conjunto

11-Com o cubo de roda instalado, alivie a pressão


da bomba hidráulica e remova o conjunto de
ferramentas (Fig. 7);

Fig.S · Instalação do rolamento Fig.7 ·Remoção do conjunto de ferramentas

7-Uma vez instalado, alivie a pressão, remova a 12-Ao término do procedimento, faça a monta-
mangueira e o conjunto de ferramentas; gem dos demais componentes como demonstrado
8-Na sequência, monte o cubo de roda no con- no itens: "Sistema de freios dianteiros e Troca da
junto hidráulico (Fig.5); articulação axial".

~~--------------------------------------------------------------~ 55
T 1 fiillriillnfD FORO KA 1.0 Flex. Sistemas Mecânicos . Cabeçote do motor

.r----------------------------------------------------------~--~
.-

Especificação técnica TARANTO: Especificação técnica TARANTO:

Parafusos do cabeçote Juntas do motor

834 01 00 34 01 00

O Ford Ka é equipado com uma junta de cabeçote metálica de Ajunta do cabeçote é um componente de extrema importância
duas faces, revestida com urna fina camada de borracha. O para o bom funcionamento e integridade do motor de
cabeçote do motor Zetec RoCarn é todo fundido em liga de combustão interna. Ela deve garantir a estanqueidade dos
alumínio de alta resistência, o que lhe garante melhores cilindros para evitar o escape da mistura gasosa da câmara de
características térmicas, consequente redução de peso e maior combustão. A deterioração da junta acontece normalmente
durabilidade. O nome "Zetec RoCam" deste motor é devido ao quando o sistema de lubrificação ou arrefecimento é
tipo de acionamento das válvulas no cabeçote. Este significa ineficiente. Sua avaria pode provocar a perda considerável de
"Rollerfinger Camshaft" - comando de válvulas com balancins potência do veículo, e até mesmo danos mecânicos graves. A
sobre roletes. Com tuchos hidráulicos, este sistema não exige diminuição da relação de compressão do motor ou a redução da
regulagens de válvulas periódicas para compensar desgastes ou pressão do circuito de arrefecimento são indícios de problemas
deformações de componentes. Possui 2 válvulas por cilindro, com o componente em questão. Para a substituição da junta ou
uma de admissão e uma de escape, com guias e assentos em inspeção do cabeçote, execute o procedimento a seguir.
metal sintetizado. As válvulas estão dispostas assirnetricamente
na câmara de combustão e o orifício para as velas de ignição são ~ Qualquer intervenção no cabeçote do motor ou campo·
localizadas no lado da descarga. ~ nentes relacionados deve ser realizada com motor frio.

Remoção do cabeçote e sua junta

(IJInicialmente, remova a caixa do filtro de ar e Fig.l - Tubo de entrada de água da bomba d'água
desconecte os cabos positivo e negativo da
bateria. Execute o alívio da pressão do
sistema de alimentação de combustível,
desconecte as mangueiras de alimentação e
retorno de combustível do tubo distribuidor,
faça a drenagem do fluido do circuito de
arrefecimento, remova a roda dianteira
direita, a capa de proteção da correia micro-V
e o motor de partida. Se necessário, consulte
estes procedimentos no item: "Substituição
da embreagem".

,--
l-Eleve o veículo e desconecte o tubo de entrada
da bomba d'água (Fig.l);

--~------------------------------------------------------------------~ 5]
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Cabeçote do motor T taranto
2-Remova o defletor de calor do semieixo Fig.4 - Thbo de aeração do sistema de partida a frio
direito com chaves 8 e 10 mm;
3-Remova os parafusos inferiores que fixam o
catalisador ao bloco do motor com chave 10 e
13mm(Fig.2);

Fig.2 - Parafusos inferiores de fixação do catalisador

Fig.S - Mangueira de combustível do sistema


de partida a frio

4-Remova as porcas de fixação do tubo de


escapamento ao catalisado r com soquete 15 mm e
ferramentas acessórias;
5-Desloque o tubo de escapamento (Fig.3);

Fig.3 - Conexão do tubo de escapamento

lO-Desconecte os terminais elétricos da válvula


de corte de combustível (VCC) e da bomba de
partida a frio (BPF);
H-Desconecte os terminais elétricos do sensor de
temperatura (ECT) e da válvula termostática
(Fig.6);

Fig.6 - Terminais elétricos do sensor ECT e


válvula termostática

6-Desconecte os cabos de vela na conexão com as


velas de ignição;
7-Desconecte os terminais elétricos das bobinas
de ignição (DIS), do sensor de oxigênio do coletor
de descarga CHEGO 1), do senso r de oxigênio pós-
catalisador CHEGO 2) e do sensor de posição do
comando de válvulas (CMP);
8-Desconecte o tubo de aeração do sistema de
partida a frio (FigA);
9-Com um alicate para anéis, desconecte a
mangueira de combustível do sistema de partida a
frio (Fig.S);

'--"'

56 ~----------------------------------------------------------------~-
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Cabeçote do motor

12-Retire o grampo do suporte do cabo de acele- 23-Eleve o veículo e remova os parafusos inferio-
ração; res do coletor de admissão, com uma chave torx
13-Solte o cabo do acelerador do corpo da T40;
borboleta, e desloque-o; 24-Afaste o coletor de admissão, e desconecte o
14-Solte as abraçadeiras, e desconecte as man- terminal elétrico do senso r de detonação (KS);
gueiras do circuito de arrefecimento presas à 25-Desconecte também os terminais elétricos do
carcaça da válvula termostática; atuador de marcha lenta (IAC), do conjunto do
15-Remova os parafusos 8 mm de fixação da car- medidor de densidade (CMD) e do sensor de
caça da válvula termostática, e retire-a; posição da borboleta (TPS) ;
16-Desaperte e remova os parafusos 8 mm de fixa- 26-Desloque o chicote elétrico dianteiro, e retire o
ção da tampa de válvulas na sequência correta coletor d~ admissão do veículo (Fig. 9);
(Fig.7);
Fig. 9 - Remoção do coletor de admissão

Fig. 7 - Sequência de desaperto da tampa de válvulas

rTtil Gire ? motor apenas no sentido normal de


~ rotaçao.

17-Desloque o reservatório de fluido da direção 27-Gire o motor pelo parafuso da polia da árvore
hidráulica; de manivelas, até que a referência inscrita na
18-Com chave 8 mm, solte as porcas de fixação do engrenagem da árvore de manivelas esteja volta-
reservatório de partida a frio, e remova-o; da para cima, bem como os elos acobreados da
19-Retire a tampa de válvulas, e descarte a junta; corrente de sincronismo (Fig.10);
20-Desconecte os terminais elétricos dos
eletroinjetores e libere as amarrações do chicote; Fig.lO- Giro do motor para correto posicionamento
21-Desconecte a tomada de vácuo no servofreio e
desloque-a (Fig.8);

Fig.8- Tomada de vácuo no servofreio

~ Com o passar do tempo, o elo acobreado po-


de perder a cor de referência. Caso não esteja
visível, o elo correspondente é o de maior es-
pessura. Isto significa que a marca de sin-
cronia da engrenagem deve coincidir com o
22-Remova os parafusos superiores 10 mm de elo de maior espessura da corrente de distri-
fixação do coletor de admissão; buição.

~~--------------------------------------------------------------__, 59
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Cabeçote do motor T taranto
[~] Neste instante, o primeiro cilindro estará na 34-Remova a engrenagem do comando de vál-
~ posição de ponto morto superior (PMS). vulas;
35-Utilize um macaco jacaré para apoiar, por
28-Engate a primeira marcha para travar o con- baixo do veículo, o conjunto motopropulsor;
junto na posição de sincronismo; 36-Remova o parafuso que fixa o suporte dos
29-lnstale a ferramenta específica de travamento agregados do motor ao coxim direito com soquete
do volante do motor no alojamento do motor de torx T50 (Fig.13);
partida (Fig.ll);
Fig.13 - Parafuso do suporte dos agregados do motor '----'
Fig.ll - Ferramenta específica de travamento do
volante do motor

37-Solte as porcas 15 mm de fixação do suporte ~


do coxim direito do motor ao cabeçote e à
carroçaria;
30-Remova o tensionador hidráulico da corrente
38-Remova o suporte;
de distribuição, com uma chave 27 mm;
39-Solte os parafusos de fixação do cabeçote na
31-Solte o parafuso 1O mm do tubo da vareta de
sequência correta de desmontagem (Fig.14);
verificação do nível de óleo;
40-Remova os parafusos do alojamento da
32-Posicione a ferramenta específica de trava-
corrente no cabeçote do motor com o soquete torx
mento na engrenagem do eixo comando de
T40 (KL-4041-3440);
válvulas;
33-Trave a engrenagem e, com um soquete torx
T55, remova o parafuso da engrenagem do Fig.14- Sequência de desaperto do cabeçote
comando de válvulas (Fig.12);

Fig.12- Travamento do eixo comando de válvulas

(2J Cuidado para os parafusos não cairem no


"' alojamento da corrente de sincronismo; se
necessário, utilize uma extensão imantada.
lJ) Não deixe a corrente de sincronismo cair no 41-Prenda adequadamente a corrente para iça-
- interior do bloco do motor; utilize um gancho mento no cabeçote;
para mantê-la suspensa na parte superior do
motor. ~~~Recomenda-se o uso de um guincho hidráu-
~ li co para a remoção do cabeçote.

60 ~----------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Cabeçote do motor

42-Remova cuidadosamente o cabeçote do motor 43-Leve-os para uma bancada, posicione-o com a
juntamente com o coletor de descarga (Fig.l5); face de contato com o bloco do motor voltada para
cima;
Fig.lS- Remoção do cabeçote do motor 44-Retire a junta do cabeçote e inutilize-a
(Fig.l6).

Fig.16- Remoção da junta do cabeçote

~ Evite movimentos bruscos para não danificar


os componentes envolvidos. Guie adequada-
mente a corrente de sincronismo através de
seu alojamento com o auxílio de um ajudante.

Inspeção do cabeçote

~ Limpe as faces de contato do cabeçote e do 4-Da mesma forma anterior, faça o teste de empe-
bloco do motor e os demais componentes namento também na face de contato do bloco do
removidos e reutilizáveis. motor, na região entre os cilindros (Fig.2);

l-Execute o teste de empenamento. Para isso,


Fig.2 - Teste de empenamento do bloco do motor
apóie uma régua desempenada perpendicu-
larmente à face de contato do cabeçote (Fig.l);

Fig.l- Teste de empenamento do cabeçote do motor

~ O empenamento máximo permitido para as


faces de contato é de 0,05 mm. A lâmina
selecionada, portanto, não deve passar entre
a régua e cada componente.
2-Selecione a lâmina de 0,05 mm do calibrador de
lâminas, e tente inseri-la entre a régua e o
~ Do contrário, é evidência de que a peça,
cabeçote, nos espaços entre os cilindros;
cabeçote ou bloco do motor, se encontra fora
3-Execute o teste em diversos pontos distribuídos
das especificações. Nesse caso, substitua o
ao longo da face do cabeçote;
componente.

~~--------------------------------------------------------'61
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Cabeçote do motor

SubsUtulção da juntD e lnstDiação do cabeçote

~ Em toda intervenção no cabeçote do motor, ~~ Evite movimentos bruscos, sob o risco de


que implique na sua remoção, a junta deve ~ danificar os componentes envolvidos.
ser substituída. Certifique-se de que a junta não saia de seu
correto posicionamento.
l-Selecione a nova junta do cabeçote para insta-
lação no veículo (Fig.l); ~ Os parafusos do cabeçote se deformam
permanentemente por estarem sujeitos a
valores elevados de torque. Portanto, eles
Fig.l - Nova junta do cabeçote
não devem ser reutilizados.
5-Selecione os novos parafusos do cabeçote;
6-Passe uma fina camada de óleo lubrificante na
parte roscada dos parafusos, e insira-os em seus
orifícios (Fig.3);

Fig.3 - Lubrificação dos parafusos do cabeçote

2-Posicwne-a adequadamente sobre o bloco do


motor;
3-Passe a corrente de sincronismo no rasgo para a
passagem à direita do motor.

!mJ Observe que as furações da junta devem


corresponder adequadamente com os
orifícios de lubrificação e arrefecimento e ~ Evite o excesso de lubrificante nos parafusos
câmaras de combustão do bloco do motor e não permita que o óleo escorra para dentro
(Fig.2). dos orifícios do bloco sob o risco de ocasionar
calço hidráulico e impedir o correto assen-
tamento do cabeçote e aperto dos parafusos.
Fig.2 - Corrento posicionamento da junta do cabeçote
7-Encoste os parafusos de forma gradual;
8-Com soquete torx TSS e ferramentas acessórias,
aplique 40 Nm de torque aos parafusos do cabe-
çote na sequência indicada (Fig.4);

Fig.4 - Sequência de aperto do cabeçote

4-Posicione a corrente e suas guias laterais no


alojamento do cabeçote e instale-o adequada-
mente sobre ajunta nova;

62 ~-------------------------------------------------------------------
T taranta FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Cabeçote do motor

9-Corn soquete torx T40 e ferramentas acessórias, Fig. 7 - Referência de sincronismo na corrente
aperte os parafusos do alojamento da corrente
com 15 Nrn e acrescente torque angular de 45
graus (Fig.S);

Fig.S - Aperto dos parafusos do alojamento da corrente

16-Trave a engrenagem do comando com a


ferramenta específica, e aplique torque de 125
Nrn ao parafuso da engrenagem do comando de
válvulas;
17-Instale o tubo da vareta de verificação de nível
10-Ern seguida, acrescente torque angular de 120 de óleo e aplique torque de 20 Nrn ao seu
graus aos parafusos do cabeçote na mesma parafuso;
sequência de aperto; 18-Instale o tensionador hidráulico da corrente de
11-Instale o suporte do coxim direito do motor, e sincronismo, aperte-o com um torque de 40 Nrn
encoste suas porcas de fixação; (Fig.8);
12-Aplique torque de 50 Nrn às porcas de fixação
do suporte do coxim direito do motor à carroçaria Fig.8 - Tensionador hidráulico da corrente
e ao cabeçote (Fig.6);

Fig.6 - Instalação do suporte direito do motor

19-Posicione adequadamente o reservatório de


fluido da direção hidráulica em seu suporte;
20-Conecte os terminais elétricos do KS, do IAC,
do CMD e do TPS, posicionados sob o coletor de
admissão;
13-Instale o parafuso de fixação do suporte dos 21-Instale o coletor de admissão e seus parafusos;
agregados do motor ao coxim direito, e aplique
22-Conecte os terminais elétricos dos eletroinje-
torque de 24 Nrn;
tores;
14-Posicione cuidadosamente a corrente de
23-Aperte os parafusos do coletor de admissão
sincronismo na engrenagem do comando, e
com torque de 18 Nrn;
instale o conjunto no eixo comando de válvulas;
24-Conecte a tornada de vácuo no servofreio;
15-Instale o parafuso da engrenagem do
25-Selecione urna nova junta, e posicione-a na
comando;
tampa de válvulas (Fig.1 O);

m
-
Atente-se ao correto posicionamento da
corrente e da engrenagem. A referência na
26-Instale a tampa de válvulas e seus parafusos
8rnrn;
27-Aplique torque de 9 Nrn aos parafusos da
engrenagem deve estar na vertical para cima, tampa de válvulas seguindo a sequência inversa
coincidindo com os elos cobreados da de desmontagem;
corrente (Fig. 7). 28-Conecte os cabos de velas;

~--------------------------------------------------------------~ ~
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Cabeçote do motor T taranto
Fig.lO- Nova junta da tampa de válvulas 34-Instale o tubo de entrada da bomba d'água e
reposicione a abraçadeira;
35-Instale os parafusos inferiores de fixação do
catalisador, aplique torque de 25 Nm ao parafuso
10 mm e torque 47 Nm ao parafuso 13 mm
(Fig.14) ;

Fig.14 - Parafusos de fixação do suporte do catalisador

~ Certifique que os cabos estejam conectados


na sequência correta de ignição.

29-Instale o reservatório de partida a frio e seus


parafusos 8 mm;
30-Conecte os terminais elétricos BPF e VCC .~
(Fig.12); 36-Instale também o defletor de calor (Fig.15);
31-Conecte também os terminais elétricos dos
sensores de oxigênio CHEGO 1 e 2) ; Fig.lS - Instalação do defletor de calor
32-Instale o tubo de escapamento em sua conexão
com a saída do catalisador;
Fig.12- Conexão dos terminais elétricos do
reservatório de partida a frio

3 7-Remova a ferramenta de travamento do volan-


tedomotor;
38-Reinstale o motor de partida;
39-Instale a válvula termostática e sua carcaça em
33-Posicione as porcas de fixação do tubo de seu alojamento no cabeçote do motor;
escapamento ao catalisador, e aplique torque de 40-Conecte os terminais elétricos do sensor ECT e
47Nm (Fig.13) ; da válvula termostática, e reposicione as man-
gueiras do circuito de arrefecimento;
Fig.13 - Aperto das porcas do tubo de escapamento 41-Instale as demais peças removidas.

ll2JJAcompanhe o procedimento, se necessário,


~ no item: "Instalação da embreagem".

[W Aplique os valores de torque especificados.


- Consulte a tabela de torques do manual
Mecânica 2000.

~Ao término do procedimento, abasteça o cir-


, cuito de arrefecimento com fluido adequa-
do. Veja o procedimento completo no item:
"Sistema de arrefecimento".
,
DICAS TECNICAS Juntas de Cabeçote

Problemas mais frequentes no uso


das Juntas de Cabeçote.

Quando falha uma junta de cabeçote , a primeira coisa que o usuário pensa é que a junta é de má qualidade ou
que os materiais componentes da junta não são adequados para a circunstância. Mas realmente é assim?
Nós dizemos que a junta de cabeçote atua como um fusível e não há ninguém que discuta a qualidade do fusível
quando este se "queima " , mas ao contrário, se dedica a encontrar o curto-circuito ou mau funcionamento de
algum componente elétrico do veículo . Estas considerações são válidas, também, no uso das juntas de cabeçote.

Retirar todo o excesso de sujeira sobre as faces do bloco do motor e do


cabeçote. Remover a oleosidade remanescente com solvente adequado.

Limpar corretamente o sistema de arrefecimento.

Passar um macho roscado nos alojamentos dos parafusos no bloco e


eliminar toda sujeira, água ou óleo acumulado no fundo dos alojamentos,
pois ao !arquear os parafusos, poderá ocorrer um Iorque incorreto (menor)
devido o desvio de Iorque para vencer o atrito gerado pela sujeira ou para
comprimir o óleo, deixando a junta solta.

Verificar a planicidade do bloco do motor e do cabeçote.

Verificar a altura do pistão em relação ao bloco para determinar a


espessura correta da junta (motor Diesel)

Verificar a correta aplicação da junta.


Nunca reutilizar a mesma junta.

Nao aplicar produtos que possam comprometer o bom funcionamento


da junta (cola, graxa, etc.) Verifique e corrija a causa da falha da junta antes de
instalar uma nova. Encontrar e reparar o motivo da
Seguir corretamente as instruções para substituição da junta e aperto falha da junta ajudará a assegurar um reparo de
dos parafusos. longa duração.

Efetuar a substituição dos parafusos de cabeçote, especialmente


quando a junta for submetida a apertos angulares. .
. -
Realizar o aperto de acordo com a sequência especificada, respeitando Avalie o risco que corre ao reutilizar os parafusos
as etapas estabelecidas. velhos, pois eles estão estirados e suas estruturas
internas sofreram fadiga.
Lubrificar ligeiramente os parafusos
O baixo custo do parafuso não justifica os riscos e
(roscas, arruelas e cabeça do parafuso).
o trabalho de reaperto com a conseguinte perda de
Efetuar todos os ajustes com o motor frio. tempo de seu cliente.

ANÁLISE DE FALHAS OBSERVADAS NAS JUNTAS DE CABEÇOTE


FALHAS CAUSAS AÇÃO
Anéis de fogo queimados Falta de Iorque na Junta/Estiramento dos parafusos Apertar conforme o especificadofTrocar os parafusos
Passagem de Compressão entre cilindros Falta de planicidade ou deformação do cabeçote/ Reparar ou substituir
Estiramento dos parafusos
Mistura de óleo e água Prováveis fissuras no cabeçote do motor produzidas Verificar a planicidade do cabeçote/Retificar se necessário/
por superaquecimento Inspecionar o sistema de refrigeração
Vazamentos de água ou óleo entre bloco e cabeçote Altura inadequada das camisas/Torque incorreto/ Verificar especificações e tolerâncias/Substituir parafusos
Deformação na superfície do cabeçote/Estiramento de parafusos
Juntas deformadas por esmagamento Aperto excessivo Observar o Iorque e seqüência de aperto especificada
FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Mecânicos- Corrente da distribuição

O novo Ford Ka Flex, equipado com o motor Zetec Fig.3 - Tensionador hidráulico da corrente
RoCam 1.0, não possui correia dentada como elemento
de distribuição. O comando de válvulas é acionado dire-
tamente por uma corrente metálica de 114 elos e passo
de 8,0 mm. O ponto de sincronismo do motor é
indicado na corrente através de dois elos acobreados
(Fig.1).

Fig.1 - Elos acobreados da corrente de distribuição

Canal de lubrificação do '--'


tensionador hidráulico

O óleo entra pelo canal de lubrificação do tensionador e


movimenta os pistões internos, que imprimem a tensão
de contato necessária para o ajuste da corrente,
segundo a rotação aplicada (Fig.4).

FigA - Visão interna do tensionador hidráulico


Com o tempo, o revestimento acobreado do elo pode se
desgastar. Então, caso o revestimento não esteja visível,
o elo correspondente é o de maior espessura. Estes elos Canal de lubrificação do
tensionador hidráulico
se encontram com a referência impressa na engrena-
gem do comando de válvulas, e quando eles estão
posicionados na vertical para cima, determina-se o
instante de abertura e fechamento das válvulas corres-
pondente aos êmbolos dos cilindros 1 e 4 no ponto
morto superior (PMS). Ainda neste momento, tem-se a
chaveta da engrenagem da árvore de manivelas
posicionada na vertical para baixo (Fig.2).

Molas de compensação
Fig.2- Engrenagens da distri~uição

Em resumo, algumas características especiais justificam


Engrenagem do eixo o considerável desempenho e durabilidade deste motor,
comando de válvulas que resulta na constatada aprovação dos consumidores,
(38 dentes)
a citar: sistema de balancins roletados e ressaltas
sinterizados (Rollerfinger Camshaft), o que permite
menor atrito com a árvore de comando de válvulas;
comando de válvulas acionado por corrente metálica,
que garante maior durabilidade e precisão do conjunto;
tensionador hidráulico da corrente, que permite um
Engrenagem da controle de tensão bastante preciso; o cárter e o
árvore de manivelas
(19 dentes) cabeçote do motor são fundidos em liga de alumínio,
com melhores propriedades térmicas, redução de peso
e maior durabilidade; guias e assentos de válvulas em
metal sinterizado para movimentação com menor
O ajuste da tensão na corrente de distribuição é
atrito; acionamento das válvulas através de tuchos
realizado por um tensionador hidráulico comandado
hidráulicos, que dispensa a regulagem manual de
pela pressão de óleo do sistema de lubrificação (Fig.3).
folgas das válvulas, dentre outras.

66 ~----------------------------------------------------------------~
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Corrente da distribuição

Engrenagem do eixo comando de válvulas


Engrenagem da árvore de manivelas
Trilho guia da corrente de distribuição
Trilho tensionador da corrente de distribuição
Corrente de distribuição
Tensionador hidráulico da corrente

Corrente de

Referência móvel da engrenagem Parafuso da engrenagem do


do eixo comando de válvulas eixo comando de válvulas
e elos acobreados da corrente Torque: 125 Nm
na vertical para cima

o
Tensionador hidráulico o
o
Torque: 40 Nm o
o

o
o
o
o
o
o Parafuso do braço
o guia da corrente
o
o Torque: 26 Nm
o
o
Parafuso do braço
tensionador da corrente
Torque: 26 Nm

Engrenagem da árvore
de manivelas com chaveta
na vertical para baixo

67
SCHADEK

~'-4•J (ffil ~·~I:~ . . .,•. ~


I.Aa.,

............~]~......,.....~·....· ~·"'Lillll!l~~~
- 1:::========~============F:::O:::
R:::
D :::
KA :::::
1.0:::F:::I:e::x:·:::
Si=.stemas Mecânicos· Substituição da bomba d'água e bomba de óleo

Especificação técnica SCHADEK:


Especificação técnica SCHADEK:
Bomba de óleo
Bomba d'água 10.210-A
20.102 Tubo de sucção
SCH 11450

--
BOMBÁ DE ACEITE

O novo Ford Ka LO Flex possui uma bomba de ça, uma válvula de alívio de pressão que abre caso
óleo acionada diretamente pela árvore de a pressão de operação exceda a pressão máxima.
manivelas do motor. Ajunta da carcaça da bomba O plano de manutenção preventiva prevê a substi-
é metálica e revestida de borracha. O vedador de tuição do óleo lubrificante a cada 10.000 km roda-
óleo da árvore de manivelas fica localizado na dos ou 6 meses, o que ocorrer primeiro. Recomen-
carcaça da própria bomba de óleo. O circuito de da-se a substituição do filtro de óleo junto à
lubrificação é do tipo fechado e pressurizado; a substituição do óleo do motor.
temperatura de operação do óleo é de 80°C e a
pressão de operação mínima é de 3 bar, podendo
atingir o máximo de 5,5 bar, a uma rotação de ~A intervenção no sistema de arrefecimento
2000 rpm; o circuito ainda contém, por seguran- ou de lubrificação deve ser executada somen-
te com o motor frio.

das bombas

~ O cabo negativo da bateria deve ser desco- Fig.l - Drenagem do fluido de arrefecimento
nectado antes de iniciar este procedimento.
Execute previamente a remoção da roda e
cobertura da caixa de roda dianteira direita.

l-Posicione um recipiente para coleta de fluidos


sob o veículo;
2-Desloque a abraçadeira e desconecte a
mangueira inferior do radiador para drenar o
fluido do sistema de arrefecimento (Fig.l);

69
SCHADEK
FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Mecânicos- Substituição da bomb;.;;a::
d:::
'ág::u:a :::,
e .:.
bo::::m.::b.:.
a :de: ó:leo
= = = = = = = = = - - - ===== = = = = = = = = : : r

~Descarte o fluido removido em local adequa- lO-Instale, em seguida, o bujão de dreno e aplique
do; ele não deve ser reutilizado. torque de 25 Nm;
11-Desconecte os terminais elétricos do motor de
partida;
3-Remova os parafusos da cobertura plástica de 12-Remova os parafusos 13 mm de fixação do
proteção da correia micro-V, com chaves 8 e 1O motor de partida;
mm e retire-a; 13-Remova o motor de partida;
4-Desaperte os parafusos 8 mm de fixação da 14-Remova também os parafusos inferiores que
polia da bomba d'água; fixam o compressor do ar-condicionado com
5-Com uma chave 15 mm, gire o tensionador da chave 13 mm (Fig.4);
correia micro-V, no sentido horário, para aliviar a
~ensão na correia (Fig.2); ~Aguarde o escoamento completo do óleo
· lubrificante. Não reutilize o óleo removido.
Descarte-o em local adequado conforme as
Fig.2 - Remoção da correia micro-V leis ambientais.

FigA - Remoção dos parafusos inferiores de fixação '----'


do ar-condicionado

6-Remova a correia micro-V e a polia da bomba


d'água;
7-Solte os parafusos 8 mm que fixam a bomba
d'água ao bloco do motor e remova-a (Fig.3);
15-Com um soquete estriado 13 mm e ferramen-
tas acessórias, desaperte, sem remover comple-
Fig.3 - Remoção dos parafusos da bomba d'água tamente, o parafuso superior de fixação do com-
pressor do ar-condicionado;
16-Utilize um gancho para sustentar o compressor
em seu alojamento;

fi) O compressor deve permanecer suspenso


~pelo gancho para evitar sobrecarga sobre a
tubulação do circuito de refrigeração.

17-Com o compressor suspenso pelo gancho,


retire o parafuso superior;
18-Remova os parafusos 13 mm que fixam o
cárter à caixa de marchas (Fig. 5);

8-Posicione novamente um recipiente para coleta [j) Para remover todos os parafusos do cárter, é
de óleo sob o veículo; - necessário retirar a caixa de marchas do
9-Remova o bujão de dreno do óleo do motor com veículo. Veja o procedimento no item:
uma chave 13 mm; "Remoção da embreagem".

70
SCHADEK
=======--.:_FO
:.:R
~D KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos -Substituição da bomba d'água e bomba de óleo

Fig.S - Parafusos de fixação do cárter à caixa de marchas Fig. 7 - Remoção do tubo de sucção de óleo

19-Com a caixa de marchas removida, desaperte Fig.8 - Ferramenta de travamento do volante do motor
os parafusos 8 mm, que fixam o cárter ao bloco do
motor, na sequência específica (Fig.6);

Fig.6 - Sequência de desaperto dos parafusos do cárter

25-Com uma chave fixa 19 mm, desaperte o


parafuso da polia da árvore de manivelas;
26-Remova os parafusos que fixam a bomba de
óleo ao bloco do motor na sequência correta
~ Evite movimentos bruscos na remoção do (Fig.9);
- cárter sob o risco de danificar o tubo de
sucção de óleo.
Fig. 9 - Sequência de desaperto dos parafusos da
[])A junta do cárter removida não deve ser bomba de óleo
reutilizada. Descarte-a.

20-Remova os parafusos, o cárter e a sua junta;


21-Limpe adequadamente o flange de contato do
bloco do motor e do cárter. Não deixe qualquer
resíduo de junta ou demais impurezas.
22~Remova as porcas 13 mm e o parafuso 8 mm de
fixação do tubo de sucção de óleo e retire o tubo
(Fig.7) ;
23-Com uma chave 13 mm, remova a polia
auxiliar da correia micro-V;
24-Instale a ferramenta de travamento do volante
do motor (Fig.8) ;

71
27-Desloque os tubos do circuito de refrigeração e 29-Inutilize ajunta da bomba de óleo removida.
retire o parafuso da árvore de manivelas;
28-Remova a polia da árvore de manivelas
~ Limpe adequadamente a região de contato da
juntamente com a carcaça da bomba de óleo;
bomba de óleo no bloco do motor. Limpe
também as peças removidas e reutilizáveis.
[j) Não separe a polia da bomba de óleo, sob o
risco de danificar as partes.

das bombas

l-Selecione a nova bomba e respectiva junta a Fig.2 - Parafuso da polia da árvore de manivelas
serem instaladas no veículo;

~ Certifique-se de que a presilha de montagem


esteja fixando a polia na bomba (Fig.l).

Fig.1- Bomba de óleo nova (SCHADEK 10.210-A)

Fig.3 - Medição de folga nos flanges da bomba de óleo

[yJ Preencha
~
o interior. da bomba com novo óleo
lubrificante, com as mesmas especificações
do óleo de abastecimento do sistema.

2-Posicione adequadamente ajunta na bomba;


3-Como na desmontagem, instale a bomba ~ A folga máxima permitida para os flanges de
juntamente com a polia no veículo e encoste seus contato é de 0,20 mm.
parafusos;
4"Desloque os tubos do circuito de refrigeração e
instale o parafuso da polia da árvore de ~~~ Caso a folga exceda o limite admissível, repo-
manivelas. Aperte-o com torque de 125 Nm sicione a bomba de óleo de modo a encaixá-la
(Fig.2) ; corretamente. Se a folga persistir, substitua o
5-Retire a presilha de montagem do conjunto da componente.
bomba de óleo;
6-Com um calibrador de lâminas, meça a folga 7-Aperte os parafusos de fixação da bomba de
entre os flanges de contato da bomba de óleo e óleo e aplique torque de 20 Nm na mesma
bloco do motor (Fig.3) sequência de desmontagem;

72
SCHADEK
= = == = = = - _ _ :F.,:O::,:
R:. D .:.,:
KA : .1.:;,:.0:_:F,:
Ie:..._:
x - Sistemas Mecânicos - Substituição da bomba d'água e bomba de óleo

[l\{]] Ao substituir a bomba de óleo, o fabricante Fig.6 - Pontos de aplicação de vedador líquido
= recomenda a substituição também do tubo de
sucção de óleo.

8-Encaixe o anel interno do tubo de sucção de óleo


e instale o tubo (Fig.4);

Fig.4 - Instalação do anel interno do tubo de sucção

[~]Não contorne todo o flange. O vedador deve


- ser aplicado somente nos pontos especifi-
cados. Evite o excesso na aplicação, sob o
risco de escorrer para dentro do cárter e
obstruir o filtro do tubo de sucção de óleo ou
de contaminar o óleo lubrificante.
9-Aplique torque de 19 Nm às porcas e 10 Nm ao
parafuso que fixam o tubo de sucção de óleo; lmJApós aplicar o vedador líquido, aguarde cerca
lO-Instale a polia auxiliar da correia micro-V e - de 5 minutos para prosseguir com a monta-
aperte seu parafuso com torque de 48 Nm; gem dos componentes.
11-Remova a ferramenta de travamento do volan-
te do motor; 14-Instale o cárter no bloco do motor e encoste os
seus parafusos de fixação;
rQ!l Certifique-se de que o flange de contato este-
- ja livre de resíduo de junta ou demais impu-
rezas.
IIJ Para veículos equipados com ar-condici-
onado, certifique-se de que o cárter esteja
devidamente alinhado com o bloco do motor.
12-Aplique uma camada fina e uniforme de
vedador líquido nas extremidades (vértices) do
flange de contato entre o bloco do motor e o cárter 15-Aperte os parafusos de fixação do cárter em
(Fig.5 e 6); duas etapas distintas, conforme a sequência apre-
13-Selecione uma nova junta de estanqueidade e sentada. Aplique um pré-torque de 6 Nm na
posicione-a no cárter; primeira etapa, seguido de 9,5 Nm na segunda
etapa (Fig. 7 e 8);

Fig.S - Face de contato entre cárter e bloco do motor Fig.7- Sequência de pré-torque aos parafusos do cárter

73
SCHAOEK
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Substituição da bomba d'água e bomba de óleo

Fig.8 - Sequência de torque final aos parafusos do cárter Fig.lO- Disposição da correia micro-V

Bomba da
direção hidráulica

Tensionador da

Polia do

16-Posicione o compressor do ar-condicionado


em seu respectivo suporte e instale seus parafusos Compressor do
da correia micro-V
de fixação; ar-condicionado
17-Retire o gancho que mantinha o compressor
suspenso;
18-Aplique torque de 25 Nm aos parafusos do 24-Gire o tensionador da correia micro-V para
compressor do ar -condicionado; concluir a sua instalação;
19-Selecione a nova bomba d'água e a nova junta 25-Aplique o torque final de 10 Nm aos parafusos
a serem instaladas no veículo (Fig. 9) de fixação da polia da bomba d'água;
26-Instale a cobertura plástica de proteção da cor-
reia micro-V;
Fig.9 -Bomba d ·água nova 27-Instale a caixa de marchas e os demais
componentes conforme a ordem inversa da des-
montagem e aplique os valores devidos de torque;
28-Ao término do procedimento, abasteça o
sistema de arrefecimento com fluido específico e o
motor com o óleo recomendado.

(2J Veja os detalhes destes procedimentos no


"' item: "Substituição da embreagem". Confira
os valores de torque na seção de torques de
aperto do manual Mecânica 2000.

[00 Se necessário, veja o abastecimento do siste-


20-Posicione ajunta na bomba d'água nova e ins- ~ ma de arrefecimento no item: "Sistema de
tale o conjunto; arrefecimento".
21-Aperte os parafusos da bomba com torque de
10Nm; t::ilJ O óleo para motor recomendado pelo fabri-
22-Instale também a polia da bomba d'água e cante segue a especificação API-SJ ou supe-
encoste seus parafusos sem aplicar o torque final; rior, com viscosidade SAE 5W30. A capa-
23-Instale a correia de acessórios em torno dos cidade do sistema é de 3,9 litros, incluído a
componentes; troca do filtro de óleo. Sem a troca do filtro, a
capacidade do sistema é de 3, ?litros.
(tQJ A correia micro-V deve envolver adequa-
"' damente as polias do compressor do ar-con-
dicionado e da bomba da direção hidráulica ~ Execute uma inspeção visual no veículo
(quando houver), além da polia da árvore de quanto a vazamentos. Se houver, repare-os.
manivelas e rolamentos auxiliar e
tensionador (Fig.10).

74
PROBLEMAS MAIS COMUNS RELACIONADOS
AQUEDA DE PRESSÃO DE ÓLEO SCHADEK
NOS MOTORES SV E PRINCIPALMENTE 16V

PROBLEMA SOLUÇÃO
--
Válvula de Retenção ou de Segurança Substituir o Filtro de óleo
do filtro de óleo com defeito

Entradas de ar pelo sistema Observar pela vareta do óleo, com o motor em


funcionamento e com o óleo quente, se o óleo
está espumando. Se estiver, significa que está
tendo entrada de ar. Verificar então se a base
do pescador está empenada ou com uso de
cola, se existem possíveis fissuras no bloco ou
cabeçote.

Válvula de Retenção do cabeçote Verificar se há válvula de retenção no cabeçote


e se está em perfeito funcionamento, caso
contrário substitua-a.

Viscosidade do óleo incorreta Substituir o óleo e utilizar o especificado pelo


fabricante.

Carbonizações no sistema Efetuar a limpeza completa e detalhada no


sistema.

Impurezas no interior do tubo de Recomenda-se trocar o tubo de sucção


sucção sempre que trocar a bomba de óleo.

Folga dos mancais incorreta Ajustar as folgas corretamente dentro do


especificado.

Desgastes do cabeçote Fazer a retífica completa do cabeçote.

Desgastes dos Tuchos Hidráulicos Efetuar a troca dos tuchos gastos


(é recomendado que todos sejam trocados).

Não utilizar cola Não se deve usar cola na aplicação da bomba


de óleo ou do tubo de sucção, utilizar somente
a junta que acompanha o produto.

ATENÇÃO: Muito cuidado com problemas relacionados à combustível adulterado,


pois o mesmo vem prejudicando e condenando muitos motores no pais.

BOMBAS DE ÓLEO, BOMBAS D'ÁGUA, REPAROS E ACESSÓRIOS AUTOMOTIVOS.

SCHADEK

Fone: (15) 3262 3112 • www.schadek.com.br • sac@schadek.com.br


MTE- THOMSON
TEMPERATURA E INJEÇÃO ELETRÔNICA!

LíDER ABSOLUTA EM CONTROLE DE


TEMPERATURA E EMISSÕES!

\
. .- .... ®
I - - I '.................. -
I· Q
o o
MTE-THOMSON
www.mte-thomson.com.br
- FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Sistema de arrefecimento

O sistema de arrefecimento do Ka é um circuito no bloco do motor. Diferentemente de alguns


fechado e pressurizado, com pressão de trabalho motores convencionais, a bomba d ' água do Ford
fixada em 140 kPa (1, 4 bar). A capacidade total do Ka 2010 é acionada pela correia micro-V (correia
sistema é de 5,7 litros para os modelos sem ar- de acessórios) , juntamente com os demais
condicionado e 5, 9litros quando em veículos com componentes agregados do motor, compressor do
refrigeração forçada. O líquido utilizado no ar-condicionado, bomba da direção hidráulica e
sistema de arrefecimento deve conter aditivos alternador. A válvula termostática presente no
com propriedades lubrificantes, antioxidantes e circuito de arrefecimento é eletromagnética e
inibidores de corrosão em meio aquoso. A pro- controlada diretamente pelo módulo de
porção de mistura para o fluido de arrefe- comando, segundo as informações do sensor de
cimento, segundo o fabricante, é de 40% de aditi- temperatura ECT. Tem a função de manter a
vos e 60% de água destilada (desmineralizada). A temperatura de funcionamento ideal do motor,
RADIEX indica o fluido de arrefecimento sintético que fica em torno de 90 °C.
R-1862, com diluição em água desmineralizada No plano de manutenção preventiva, recomenda-
A-902/ 00 ou o protetor PS2G R-1892, já na se a substituição do líquido de arrefecimento,
proporção correta de uso. testes de estanqueidade e pressão de trabalho de
A bomba d ' água é do tipo centrífuga e de fluxo forma periódica. O procedimento descrito a seguir
contínuo, fundida em liga de alumínio de alta re- explica como deve ser feita a limpeza e o teste de
sistência e fixada por três parafusos diretamente estanqueidade no sistema.

Esquema do sistema de arrefecimento do Motor ZETEC ROCAM

N° Componente
Carcaça da válvula termostática
fi ECT
Válvula termostática
• Reservatório de expansão
IJ Tubulação de alta pressão
IJ Tubulação de baixa pressão
Bomba d'agua
r;) Eletroventilador

~~----------------------------------------------------------------- ''
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Sistema de arrefecimento
1

Descrição do relé da CP Localização do relé do eletroventilador na CP


Rei é Aplicação
Relé 8 Relé do eletroventilador

Pressão de operação do sistema : 1,4 bar

Alívio da pressão pela tampa: 1,2 bar a 1,5 bar

11Qo ...............................................................

10° ·····························································

Conector do motor do eletroventilador

( VNT )

l "'" _ . _ _ '""
"'f T04 Eletroventilador
do radiador
( CVM )
-------4s71--:----t3ol

Relé do sistema de
arrefecimento
o
Módulo de
comando
( M.F5 )
VM ~ CZNM

I
MRNM

Bateria Sensor de temperatura


Central de relês e fusíveis do liquido de arrefecimento
do painel

• Limpeza do sistema de arrefecimento

~ A limpeza interna do sistema de arrefe- l-Com o capô previamente aberto, utilize um


cimento é fundamental para o funciona- alicate para soltar a abraçadeira da mangueira de
mento correto do motor. Faça a limpeza pe- retorno do sistema de arrefecimento (Fig.l);
riódica do sistema de arrefecimento, 2-Instale nas duas extremidades os adaptadores
removendo o líquido deteriorado e impu- do equipamento, e ajuste as abraçadeiras com
rezas diversas. Ela também se faz necessária chave 8 mm (Fig.2);
após a substituição da bomba d'água ou 3-Aproxime do veículo o equipamento de limpeza
qualquer componente presente no sistema. e abastecimento do sistema de arrefecimento;
(ELP-0052)

78 '-----------------------------------------------------------------~~
FORO KA 1.0 Fiex - Sistemas Mecanicos - Sistema de arrefecimento

Fig.l - Remoção da mangueira de retomo do sistema Fig.4 - Posicionamento correto dos registros

Fig.2 - Instalação dos adaptadores do equipamento

9-Feche o modo circular e abra os registros de


entrada e de saída do equipamento (Fig.S);

Fig.S - Posicionamento correto dos registros

4-Conecte as mangueiras pretas do equipamento


aos adaptadores na seguinte ordem: a mangueira
de entrada do equipamento deve ser conectada ao
reservatório de expansão, e a de saída deve ser
conectada à mangueira de retorno do sistema
(Fig.3);

Fig.3 - Correto posicionamento das mangueiras


~ A água, sob pressão, entra e circula pelo
Mangueira de ~\
entrada no
reservatório
de expansão r KMangueira de
saída do
sistema de
retomo do
arrefecimento
sistema, empurrando para fora do motor
todo o líquido de arrefecimento, limpando
completamente as galerias internas do mo-
tor;

1O-Quando o líquido estiver saindo totalmente


limpo, desligue o motor, e feche o registro da fonte
de água;

5-Conecte à entrada do equipamento uma fonte ~ Nesse estágio, as galerias do motor estão lim-
de água limpa; pas, e nelas contêm somente água.
6-Feche os registros de entrada e de saída do
equipamento e abra o modo circular (Fig.4);
7-A mangueira telada deve ser inserida em um 11-Feche os registros de entrada e de saída do
recipiente para coleta do fluido de arrefecimento; equipamento, e abra o modo circular;
8-Abra o registro da fonte de água, e dê partida no 12-Desconecte a mangueira da fonte de água;
motor; 13-Retire a mangueira telada do recipiente com o
~ Aguarde pelo aquecimento do motor para líquido descartado;
permitir a abertura da válvula termostática e 14-Leve-o para ser jogado fora em local apro-
a circulação de água pelo sistema. priado.

--------------------------------------------------------------~ 79
www.radiex.com.br

Aoa;,. o .lomeJ

22,5
7,1 21,3
4,5 6,7
4,3 2,9
4,1 4.5
2,8 3,8 3,2

"'v..
. ll!l c
__,
~ ~~ "'.."'
__,

10 10
2008 2007

Tetracampeã
Com umo largo vantagem, Rodiex e tetrocompeõ consecutivo no pesquiso do marco mais lembrado
poro Liquido Protetor do Sistema de Arrefecimento realizado pelo Jornal Oficina Brasil.
A lin~o de produtos poro radiadores Rodiex evito o corrosão, covitoção e fervura, montem o temperatura
ideal do motor, reduz o consumo de combustível, evito o ressecomento dos mangueiras,
lubrifico o bomba d'água e diminui o emissão de poluentes.
Com tontos vantagens, ser o primeiro no opnião dos profissionais não e surpreso, é mérito.
Ganhamos reconhecimento com os melhores produtos e suo oficina ganho com clientes mais satisfeitos.
ligue agora paro 11 4746 5222 e solicite o visito de um de nossos representantes.
Lucos Foresti
Conheço nossa variado e completo linha de produtos poro seu veiculo, acessando nosso site.
Piloto Rodiex Teom
de Formulo 3 Inglesa
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Sistema de arrefecimento

l-Volte com o recipiente de coleta, e novamente


introduza a mangueira telada em seu interior
m -
A capacidade total do sistema é de 5, 9 litros;
foram colocados 7 litros para compensar
(Fig.l); uma pequena perda na saída do líquido do
sistema.
Fig.l - Mangueira de saída do equipamento
4-Tampe o reservatório, e engate a mangueira
telada do reservatório à entrada do equipamento,
que conduzirá o fluido de arrefecimento para as
galerias do motor;
5-Feche as válvulas da entrada do fluido e do
regulador de pressão do reservatório (Fig.4);

Fig.4 -Válvula de entrada do equipamento

2-Abra a tampa do reservatório com a ferramenta


adequada (Fig.2);

Fig.2 - Remoção da tampa do reservatório

6-Insira uma fonte de ar comprimido à entrada do


reservatório, abra a válvula do regulador, e
aplique pressão de 4 a 6 bar;
7-Com o cilindro pressurizado, feche a válvula, e
desengate a fonte de ar comprimido (Fig.5);

Fig.S - Pressão aplicada ao reservatório


,...
3-Abasteça o reservatório do equipamento com 4
litros de água desmineralizada e 3 litros com o
novo fluido de arrefecimento (Fig.3);

Fig.3 -Abastecimento do reservatório do equipamento

m
-
A pressão aplicada pressionará o líquido do
reservatório do equipamento para o interior
do sistema de arrefecimento, e empurrará a
água presente nas galerias para fora do
veículo;

81
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Sistema de arrefecimento

8-Dê partida no veículo;


9-Abra a válvula de abastecimento para entrada
Wentre
O líquido de arrefecimento deve permanecer
as marcas MAX e MIN do reservatório.
do novo líquido de arrefecimento, feche os Se necessário, complete-o (Fig.8).
registros de entrada e saída, e abra o modo
circular; Fig.8 - Máximo e Mínimo do reservatório
lO-Observe a saída do fluido do veículo, espere
até que ele saia com a coloração rosa;
11-Abra imediatamente os registros de saída e
entrada, e feche o registro do modo circular e a
válvula de abastecimento (Fig.6);

Fig.6 - Posicionamento correto dos registros

21-Retire a tampa do reservatório, e recolha uma


pequena amostra do líquido de arrefecimento,
coloque-a no prisma ótico do refratômetro para
análise (Fig. 9);

Fig.9 -Teste do fluido de arrefecimento

12-Desligue o veículo;
13-Recolha o recipiente de coleta com o líquido de
arrefecimento removido;
14-Descarte o líquido em local apropriado, não o
jogue na rede pública de esgoto;
15-Aguarde o resfriamento do motor;
16-Depois de frio, alivie a pressão no sistema
através da tampa do reservatório de expansão;
17-Desengate as mangueiras pretas de entrada e
saída do equipamento;
18-Recolha o equipamento de limpeza e abaste- 22-0bserve os percentuais do fluido, que deve
cimento; estar entre as marcas 25 e 30;
19-Recolha também os adaptadores; 23-E finalmente, compare o valor observando
20-Conecte novamente. a mangueira de retorno - com a escala da tabela. A mistura do líquido de
do sistema, e ajuste a sua abraçadeira (Fig. 7); arrefecimento deve estar na proporção entre 40 e
45% (Fig.lO).

Fig. 7 - Instalação da mangueira de retorno Fig.lO- Tabela de verificação

82
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Sistema de arrefecimento

Teste de do sistema de
l-Enrosque o adaptador no bocal do reservatório; 4-Certifique-se de que a válvula do regulador de
2-Instale o regulador de pressão (Fig.l); pressão esteja fechada;
5-Abra as válvulas de entrada do ar comprimido e
Fig.l -Instalação do regulador de pressão do regulador de pressão;
6-0bserve a pressão aplicada, ela deve ser de 1,4
bar (Fig.3);

Fig.3 - Aplicação da pressão ao sistema

3-Engate uma das extremidades da mangueira de


ar comprimido ao engate rápido do regulador de
pressão, e a outra extremidade a uma fonte de ar
comprimido (Fig. 2);
6-Feche a válvula do ar comprimido, e desconecte
Fig.2 - Instalação da fonte de ar comprimido a mangueira;

~ Observe o manômetro; a pressão não deve


cair. Observe também as conexões do sistema
de arrefecimento; elas devem estar isentas de
vazamentos.

[i -Jsistema.
Se a pressão cair, é sinal de vazamento no
Repare os pontos de vazamento e
repita o teste.

7-Abra a válvula do regulador de pressão para


aliviar a pressão no sistema;
8-Recolha todo o equipamento.
o pneu

Teste de
l-Selecione o adaptador apropriado para o teste Fig.l- Instalação da tampa ao adaptador
neste veículo;
2-Instale a parte roscada à tampa do reservatório
de expansão (Fig.l);
3-Conecte a mangueira azul com bico de engate
rápido ao adaptador (Fig.2);
4-Na outra extremidade da mangueira conecte o
regulador de pressão; (Fig.3);

83
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Sistema de arrefecimento

~ Verifique se as válvulas do regulador de pres- Fig.S · Pressão aplicada ao sistema


são e do registro estão fechadas.
5-Engate também a fonte de ar comprimido ao
regulador de pressão;

Fig.2 - Instalação da válvula do regulador de pressão

j~J Com a pressão aplicada aguarde cerca de 2


min. A tampa neste momento deve demons-
trar estanqueidade, assim podemos compro-
var pela estabilidade da pressão no manô-
metro e pela ausência de bolhas de ar na água
(Fig.6).
Fig.3 · Instalação da válvula do regulador de pressão

~ Caso a pressão dentro do sistema de arrefeci-


mento ultrapasse a 1,4 bar, a tampa não terá
6-Introduza a tampa com o adaptador em um reci- estanqueidade, e certamente vazará, como
piente com água, para a melhor visualização do no teste (Fig. 7).
teste (Fig.4);
Fig. 7 - Demonstração do teste
Fig.4 - Introdução da tampa no recipiente d'água

(i) Se a tampa não apresentar estanqueidade,


substitua por outra nova, e refaça o teste com
a nova tampa antes de sua instalação.
7 -Abra as válvulas do registro e do regulador de 9-Após o teste, alivie a pressão e separe as peças.
pressão; lO-Para finalizar, feche o reservatório de expan-
8-Aplique pressão de 1,4 bar (Fig.S); são e o capô.

84
- FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Higienização do ar<ondicionado

O filtro de cabine saturado não protege contra bactérias, Especificação técnica !SOTECH:
agentes alérgicos, agentes poluidores, pólen, fungos e
Filtro de cabine
outros. Para a melhor qualidade do ar no interior do
veículo, troque-o regularmente. Na utilização do veículo SK409
em locais urbano, a troca deve ser a cada 15.000 km; em
caso de uso em locais onde a atmosfera for limpa, pode
ser substituído a cada 30.000 km.
Já a higienização dos dutos do ar-condicionado e do
interior do veículo tem como objetivo a descon-
taminação e a desodorização. Ela é realizada pelo ozônio,
que é um poderoso desinfetante natural, que não deixa
resíduos tóxicos. Em outras palavras, realize
periodicamente a higienização através do ozonizador, e
deixe o ar do interior do veículo livre de odores
desagradáveis e micro-organismos .

. , Troca do filtro de cabine

l-Com chave 13 mm remova as porcas de fixação 4-Utilize chave de fenda cruzada para remover os
dos braços dos limpadores do para-brisas; parafusos da grade;
2-Desloque, e remova em seguida os limpadores 5-Abra o capô, e remova também os três parafusos
do para-brisas (Fig.l); inferiores;
6-Levante a grade no lado esquerdo para soltar a
do lado direito;
Fig.l - Remoção dos limpadores
7-Retire a grade direita, e desloque a proteção
plástica;
8-Abra o alojamento do filtro de cabine, e remova
o filtro (Fig.3) ;

Fig.3 - Remoção do filtro de cabine

3-Solte as coberturas dos parafusos superiores da


grade de proteção (fig.2);

Fig.2 - Remoção da grade de proteção

[I:JO f~ltro em questão se encontra em situação


cnt1ca.

~ Substitua-o por outro novo.

9-0bserve no novo filtro o lado de instalação;


lO-Encaixe-o adequadamente;
11-Feche o seu alojamento, e instale as grades de
proteção, na ordem inversa da desmontagem.

~~--------------------------------------------------------------~ 85
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Higienização do ar-condicionado

Higienização dos dutos do ar-condicionado

1-Posicione o equipamento ozonizador próximo 7-Neste caso, programamos para 25 minutos


ao veículo (Fig.l); (Fig.3);

Fig.l -Equipamento de higienização do ar Fig.3 - Programação do tempo

2-Coloque o difusor de saída de gases no lado do


passageiro, abaixodoporta-luvas (Fig.2); 8-Aperte "P" novamente, e a função "E" (de enter)
para ativar a ozonização (FigA);
Fig.2 - Instalação do difusor de gases
Fig.4 - Higienização ativada

3-Dê partida no veículo, e abra os difusores de ar;


4-Ligue o ar-condicionado, e saia do veículo; dei-
9-Ao término, desligue o ozonizador.
xe-o com as janelas e as portas fechadas;
lO-Desligue o motor do veículo e o ar-condicio-
5-Ligue o ozonizador;
nado;
6-Aperte "P" para programar;
11-Recolha os acessórios e o equipamento de hi-
lJ) O tempo pode ser programado entre 15 a 25 gienização;
12-0s dutos do ar-condicionado e o veículo estão
minutos conforme a avaliação da necessi-
dade de cada veículo. higienizados.

Manual técnico
A manutenção do
Fox 1.6 Totalflex Fox 1.6 Totalflex
já está nas páginas
da Mecânica 2000. TELEVENDAS
de~~~~:::::,~":,"~de 4003-8700
www.mecanica2000.com.br
A ISO TECH se orgulha de poder
oferecer diversas soluções
inovadoras à base de ozônio, para
as mais variadas aplicações.
Resultado de muita pesquisa,
que inclui parcerias com alguns
dos mais destacados
especialistas e centros de
tecnologia do país.
Chega agora ao mercado, o
sistema ISO TECH 03, um
equipamento de última geração
para a purificação e sanitização de
ambientes.
p N C S:
•Elimina ácaros em carpetes e
tapeçarias em geral;
•Elimina odores como os do cigarro e
mofo;
•Elimina micróbios e substâncias
indesejáveis;
•Oxida e descaracteriza os compostos
químicos odorosos e poluentes;
•Inativa qualquer tipo de microorganismos
como: bactérias, vírus, protozoários
dentre outros;
• Não é necessária a utilização de produtos
químicos;
•Ozônio produzido a partir do ar ambiente;
(GEDORE) ~ FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Torques de aperto

,--

To belo de torques de aperto


PRINCIPAIS TORQUES DE APERTO
,-- Descrição Valores (Nm)
Cabo positivo do alternador 5
Parafuso da válvula do cânister 6
Parafusos de fechamento da carcaça do alternador 6
Parafusos de fixação da bobina de ignição 6
Parafusos de retenção do estator do alternador (Valeo) 6
Cabo de alimentação da bobina de impulso do motor de partida 7
Parafuso de fixação do condensador ao radiador 7
Parafusos de retenção do radiador (ventilador do radiador, defletores e evaporador) 7
Porca de retenção do cabo do motor de partida ao interruptor de ignição 7
Parafuso de fixação do tubo inferior do condensador 8
Parafuso de fixação do tubo superior do condensador 8
Parafuso retentor do reservatório de expansão de arrefecimento 8
Parafusos de fixação da válvula de controle de ar da marcha-lenta 8
r~
Porca de retenção do cabo do terminal terra da bateria 8
Porcas de fixação do painel de instrumentos ao painel corta-fogo 8
Porcas de retenção da presilha de fixação da bateria 8
Sensor de pressão máxima do sistema de ar-condicionado 8
Tubo de sucção e de pressão ao compressor 8
Bucha do cabo de mudança e seletor 9
Parafuso do mancai do eixo comando de válvulas 9
Parafusos da alavanca de mudanças 9
Parafusos da tampa de válvulas 9
Parafusos de fixação da bomba de água 10
Parafuso de fixação do cilindro de freio 10
Parafuso de fixação do sensor de posição da árvore de manivelas 10
r Parafusos da dobradiça da tampa do motor ao monobloco 10
Parafusos de fixação da tampa da válvula termostática 10
Parafusos de fixação do alojamento da válvula termostática 10
Parafusos de fixação do cilindro servo da embreagem 10
Parafusos de retenção do cilindro acionador da embreagem 10
Parafusos do defletor de calor superior do coletor de escapamento 10
Parafuso de fixação do duto de pressão à caixa de mudanças 11
,- Cabo positivo do solenóide do motor de partida 12
Interruptor da luz da marcha a ré 12
· Parafuso superior do defletor de calor da semi-árvore direita 12
Parafusos da polia da bomba d'água 10
Parafusos de retenção da tampa da árvore secundária da carcaça da transmissão 12
Porca de fixação do borne positivo da bateria 12
Porca de retenção do cabo positivo do motor de partida 12
Torque das abraçadeiras da coifa 0,8 mm de espessura 12
Porca retentora do conectar elétrico do motor de partida 14
Braços do limpador do para-brisas 15

89
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Torques de aperto ( GEDORE) JJ?'
PRINCIPAIS TORQUES DE APERTO
Descrição Valores (Nm)
Porca do braço do limpador 15
Porcas de fixação da haste do limpador do para-brisa 15
Vela de ignição 15
Junções das mangueiras dos freios 16
Porcas de fixação da haste do limpador de para-brisa 16
Junção do tubo do freio ao conjunto da pinça 17
Junções dos tubos dos freios ao cilindro-mestre 17
Mangueira de freio na união da pinça de freio 17
Parafusos de retenção da carcaça da quinta marcha à carcaça da transmissão 17
Porcas de retenção da coluna da direção 17
Parafusos de fixação do coletor de admissão 18
Parafusos do tubo de distribuição dos injetores 18
Parafusos de fixação do assento do banco traseiro 19
Porca do defletor de óleo do cárter 19
Adaptador do filtro de óleo 20
Argola de elevação do motor 20
Parafuso do suporte da linha da direção hidráulica 20
Parafuso do tubo indicador do nível de óleo 20
Parafusos de fixação da bomba de óleo 20
Sensor de pressão de óleo 20
Parafusos de retenção do mecanismo do seletor à transmissão 22
Parafuso de retenção do eixo da coluna de direção ao pinhão da caixa de direção 23
Porca de fixação da mangueira de freio ao suporte no amortecedor 23
Porca do apoio superior da unidade da suspensão 23
Porcas de fixação da ligação da coluna de direção ao pinhão da caixa de direção 23
Parafusos de fixação do coxim dianteiro do motor à longarina do chassi (inferior) 24
Parafusos de fixação do tanque de combustível 24
Bujão de dreno do óleo do cárter 25
Parafusos de fixação da bomba da direção hidráulica 25
Parafusos de fixação do alternador de 75A 25
Parafusos de fixação do banco dianteiro ao assoalho 25
Parafusos de fixação do compressor do ar-condicionado 25
Parafusos de fixação do encosto do banco traseiro 25
Parafusos de fixação do painel suporte do radiador 25
Parafusos de fixação do suporte dianteiro do motor ao cabeçote 25
Parafusos de retenção da carcaça da transmissão 25
Parafusos do conversor catalítico ao suporte inferior 25
Parafusos do suporte de bateria 25
Parafusos do suporte inferior do catalisador bloco do motor 25
Porcas de fixação do cilindro-mestre 25
Porcas de fixação do freio de estacionamento 25
Porcas de fixação do servofreio 25
Porcas de fixação do suporte da peça de ligação do servofreio 25
Porcas de fixação do suporte do servofreio 25
Porcas de retenção do rolamento de centro da árvore intermediária 25
Porcas retentoras do conjunto de escora e mola 25
Parafuso da guia da corrente 26
Parafuso do braço tensor da corrente 26
Parafusos de fixação do suporte inferior do painel de instrumentos 27

90 '--------------------------------------------------------------------------------~
---
- ( GEDORE) ~

PRINCIPAIS TORQUES DE APERTO


FORO KA 1.0 Fiex - Sistemas Mecânicos - Torques de aperto

Descrição Valores (Nm)


Parafusos de fixação da barra de direção ao eixo do pinhão 28
Parafusos de retenção do platô da embreagem 29
Bujão de dreno do fluido da caixa de mudanças 35
Bujão de enchimento do fluido para transmissão 35
Parafusos do motor de partida 35
Parafusos retentores do motor de partida 35
Parafuso de fixação da ancoragem do cinto de segurança 40
Parafuso de fixação da haste do cinto de segurança 40
Parafuso de fixação do cinto de segurança subabdominal traseiro 40
Parafusos de fixação da barra de ancoragem 40
Tensor hidráulico da corrente de sincronização 40
Porca-trava da extremidade da barra de direção 41
Parafusos de fixação da carcaça da embreagem ao bloco do motor 44
Porcas de retenção do tubo do escapamento 44
Porca retentora superior do coxim 46
Porca superior do amortecedor 46
Parafuso de ajuste da abraçadeira de fixação do silenciador do escapamento 47
Parafusos de fixação do alternador de 90A 47
Parafusos de fixação do flange do tubo de escapamento ao coletor 47
Parafusos de retenção da transmissão ao motor 47
Parafusos do conversor catalítico 47
Parafusos do suporte inferior ao bloco do motor 47
Sensor de oxigênio 47
Sensor do monitor do catalisador 47
Parafuso da polia da correia de acionamento de acessórios 48
Parafuso da polia tensionadora automática 48
Parafuso de fixação do coxim de sustentação do motor 48
Parafusos de fixação do coxim dianteiro do motor à longarina do chassi (superior) 48
Parafusos de fixação do coxim dianteiro do motor ao suporte dianteiro do motor 48
Parafusos de fixação do coxim limitador de torção à transmissão 48
Parafusos de fixação do coxim limitador de torção à travessa 48
Parafusos de retenção dos coxins de sustentação do motor 48
Parafusos do coxim limitador de torção 48
Porcas de fixação dos te~minais de direção 48
Porcas de retenção externas do suporte traseiro do motor 48
Porca de fixação do suporte ao coxim da transmissão 49
Parafuso de fixação do volante à coluna de direção 50
Parafusos de fixação do suporte do encosto do banco traseiro 50
Parafusos de fixação do trinco do encosto do banco traseiro 50
Pino do batente do banco traseiro 50
Porcas de fixação do coxim da transmissão à longarina do chassi 50
Parafusos de fixação da caixa de direção 51
Porca de fixação do pivô da suspensão 51
Barra da direção ao suporte da manga de eixo 52
Parafusos de fixação da caixa da direção à travessa da suspensão (agregado) 52
Parafuso de fixação da manga de eixo ao braço de controle 53
Parafuso de fixação da manga de eixo ao tirante da direção 53
Parafusos de fixação do alojamento do pistão da pinça 58
Porca de trava do terminal da barra de articulação 63

91
IJ?"
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Torques de aperto

PRINCIPAIS TORQUES DE APERTO


( GEDORE)
-
Descrição Valores (Nm)
Porca de junção da mangueira de pressão da bomba da direção hidráulica 65
Parafusos de fixação do tambor de freio 66
Parafusos de fixação do volante do motor 67
Parafusos da pinça e do disco do freio 70
Parafuso da polia dentada da árvore do comando de válvulas 75
Porca da polia do alternador 76
Parafuso do braço inferior dianteiro à travessa de suspensão 80
Parafuso do suporte da manga de eixo ao amortecedor 85
Porcas de fixação das rodas 85
Parafusos de fixação do suporte da transmissão na caixa de marchas 90
Porca de retenção central do suporte traseiro do motor 90
Parafusos de fixação do conjunto da pinça 93
Parafusos dos mancais de árvore de manivelas 95
Parafusos de fixação inferiores dos amortecedores 115
Parafusos superiores de fixação da travessa da suspensão ao monobloco 115
Porca e parafuso de fixação do braço traseiro ao suporte do eixo 120
Parafuso retentor da polia da árvore de manivelas 125
Parafusos inferiores de fixação da travessa da suspensão ao monobloco 200
Porca de fixação do cubo da roda 240
Parafusos da biela 13 + 30
Porcas de fixação do coletor de escape 14 + 20
Parafusos de fixação do cabeçote (alojamento da corrente) 15 + 45°
Porcas da alavanca do freio de estacionamento 25 ± 3,8
Parafusos de fixação do cabeçote 40 + 120°
Parafusos de fixação do cárter 6 + 9,5

Sequlncl11 de des11pert11 d11s


do Cll~•ec1flte

[~J Os parafusos devem ser encostados de forma [!:) Etapa 1: Remoção dos parafusos de fixação
. gradual, na sequência descrita_ do cabeçote na sequência descrita;
Torque: 29 Nm Etapa 2: Remoção dos parafusos T40 do
alojamento da corrente de sincronismo.
[~J Recomenda-se a substituição dos parafusos
- no caso da troca do conjunto de embreagem. [3Z) Evite que os parafusos caiam no alojamento
da corrente.
~ Cheque a centralização do disco de embre-
agem antes do torque final.

92 ~------------------------------------------------------------------~
(GEDORE ) ~ FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Mecânicos • Torques de aperto

Sequlncla de aperto dos parafusos Sequlncla de desaperto dos parafusos


docabeçote do c6rter

Sequlncla de pré-tarque dos parafusos


~ Etapa 1: Torque de 40 Nm aos parafusos do c6rter
numerados seguindo a sequência mostrada;
Etapa 2: Torque de 15 Nm aos parafusos T40
do alojamento da corrente;
Etapa 3: Torque angular de 45° aos parafusos
T40;
Etapa 4: Torque angular de 120° aos para-
fusos numerados do cabeçote na mesma
sequência acima.

ocl Evite que os parafusos caiam no alojamento


da corrente.

Sequlncla de aperto da tampa de (~]Etapa 1: Aplique um pré-torque de 6 Nm aos


v61vulas parafusos do cárter na sequência acima;
Etapa 2: Aplique o torque final de 9,5 Nm aos
parafusos do cárter, na mesma sequência de
desaperto descrita acima.

Sequlncla de aperto e desaperto dos


da bomba de 61eo

~ Aplicar torque de 9 Nm aos parafusos da


tampa de válvulas.

rn A junta deve ser substituída sempre que a


tampa de válvulas for removida.

oclo desaperto da tampa de válvulas segue a


- sequência inversa da de aperto.
~ Aplique torque de 20 Nm aos parafusos da
bomba de óleo.

~~----------------------------------------------------------------- 93
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Torques de aperto
( GEDORE ) IITP'"

Disposição da correia micro-V (veiculo com ar-condicionado e direção hidráulica)

Correia micro-V Bomba da


(de acessórios) direção hidráulica

Tensionador da
Especificação técnica SCHADEK:

Bomba d 'água Alternador VALEO


20.102
14 V /90 A
Veículos com A/C

Polia da árvore
de manivelas

Compressor do
Especificação técnica SCHADEK: da correia micro-V
ar-condicionado
Bomba de ól eo

10.210-A

Ferramentas uUIIzadas na realização de procedimentos neste manual


Maneio tipo bola TorcoFlex-k Cabo articulado TorcoFlex-Z
Gedore: 8601-200 Gedore: 3550-20 KLANN: KL-4007-311 Gedore: 4420-01

Jogo de soquetes Jogo de soquetes torx 32 peças Ferramenta para travar cubo de roda Jogo de soquetes sextavado
Gedore: 019 PMZ KLANN: KL-4041-300K KLANN: KL-0115 KLANN: KL-4021-lOOK

Jogo de chaves combinada Talhadeira-Punção-Saca-pino Calibrador de lâminas


Goniômetro para torque angular
Gedore: 1 B-26M Gedore: VK 245 0,05- 1,00 mm

94'-----------------------------------------------------------------------
- ( GEDORE) ~

Scanner automotivo - Rasther


Tecnomotor
Paquímetro universal
Digimess
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Mecânicos - Torques de aperto

Micrômetro 0-25 mm
Digimess
Extensão flexível imantada
Gedore: 450

Ferramenta de travamento Alicate para conexões Macaco telescópico universal Compressor de molas universal
da árvore de manivelas de linhas de combustível KLANN: KL-0145-10 KLANN: KL-0015

RAVEN: 101008 KLANN: KL-0121-38

Ferramenta para ancoragem Jogo extrator de eixos Ferramenta de centralização Ferramenta de travamento
do motor KLANN: KL-0174-107K do disco de embreagem do eixo comando de válvulas

~~ ~
/ 41

t
/ ./
" /RAVEN:121011
Ferramenta de travamento Alicate para anéis Extrato r de juntas articuladas Carro de ferramenta
do volante do motor GEDORE: 8000-..12 KLANN: KL-0163-1 Gedore: 1580

KLANN: KL-0182-1
Peugeot: 206; Ford: Courrier, EcoSport;
Citroen: Xsara Picasso; Nissan: Frontier, X Terra;
Renault: Mégane VW: Gol, Golf, Polo;
GM: Corsa, Meriva;

Sensores MAP Bobinas de Ignição Módulos de Ignição Bombas de Combustível Sensor de Oxigênio Sensores MAF

Tecnologia • Qualidade • Confiabilidade ,p .'


..... .. --··-- ,_ ..... I I L, I ~0?1 ?100 §GAUSS
êGAUSS
~ ....~===-.....................-=m................................~FO~R~D~KA
~1~.0~F~Ie~x~-~S~is:
rn~m:as~EI:
é~m·c~o:s.-~
A=Ite~m:•:
do~r. .
-~~

Alternador VALEO 14V/90A em caso extremo, ou seja, se houver aumento excessivo


de tensão no sentido contrário. Esses diodos retificam
a corrente e ainda protegem os sistemas eletroele-
trônicos, limitando ruídos e outras interferências
elétricas. Os "picos" de tensão, gerados a partir do
aparecimento do eletromagnetismo, de qualquer
componente elétrico do veículo, poderiam causar estas
interferências. Pela constituição do alternador, esses
"picos" são absorvidos, não implicando em nenhum
prejuízo aos componentes eletroeletrônicos do
veículo.
êGAUSS
O alternador VALEO 14V/90A, do Ford KA 1.0 Flex, Regulador de tensão GAUSS GA 905
atende satisfatoriamente a demanda elétrica da
bateria, e dos demais sistemas eletroeletrônicos do
veículo. Os atuais alternadores são mais leves e
resistentes, além de simples, quando necessitam de um
reparo. A manutenção periódica, a cada 40.000 km,
deve ser feita observando, de modo especial, o desgaste
dos rolamentos; são eles os responsáveis por manter a
distância entre o estator e o rotor, que deve ser a
mínima possível, para melhor aproveitamento do
campo magnético gerado. Quando ocorrem desgastes,
a ponto de atritar o rotor e o estator, acarretam pre-
juízos enormes ao veículo, como o travamento do
alternador, a quebra da correia de acionamento dos O regulador de tensão, GAUSS GA 905, que equipa o
agregados, e comprometimento de todo o funciona- alternador Valeo 14V/ 90A, no Ford KA 1.0 Flex, têm
mento do veículo. também, a função de sinalizar a rotação do rotor e o
momento da partida, para o início do processo de
autoexcitação do alternador. O GA 905 utiliza duas
entradas de sinal de rotação. As fases V e W do estator,
êGAUSS tem as mesmas funções, porém com sinal em dobro; a
Conjunto retificador Gauss GA 1815 segurança contra eventuais falhas é maior, fazendo com
que o alternador não perca eficiência, mesmo com a
queima de uma das fases do estato r. Em caso de falha no
sinal de uma das fases do estator, o regulador de tensão
ainda comanda a lâmpada do painel, indicando falha
no sistema, mesmo que não apareça no teste de carga. A
saída (L) envia sinal positivo pós-funcionamento do
motor, e ainda aciona o relé do ar-condicionado,
quando este equipar o veículo. Este sinal é de baixa
potência, portanto jamais devem ser executados testes
com pontas de provas, ou outro tipo de ligação, com
potência acima de 4W a esta saída. Não conecte
também, a essa saída, sinal positivo, sob pena da
O conjunto retificador GAUSS GA 1815, no alternador queima imediata do regulador de tensão. O borne B+ ,
do Ford KA 1.0 Flex, vem equipado com diodos no regulador de tensão, é conectado ao conjunto
Avalanche. Os três diodos positivos são fixados na placa retificador e deve estar sempre muito bem conectado;
de alumínio e os três negativos, no mancai posterior. é através dele que o regulador de tensão recebe a
Não existem diodos para pré-excitação, esta função é referência de tensão da bateria e comanda o sistema
executada pelo regulador de tensão GA 905; os mesmos regulador. O mesmo cuidado, deve ser adotado com o
conduzem eletricidade em um sentido, porém podem borne D-, que é conectado à carcaça por meio de
permitir a passagem de corrente elétrica inversamente, parafuso.

----------------------------------------------------------------J97
FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Elétricos -Alternador €JGAUSS

5-A pinça indutiva deve indicar o sentido, do


-
Teste do olternodor VALEO 90A alternador para a bateria, através da seta (Fig.4);

Para este procedimento, a bateria deve


estar em perfeitas condições. Fig.4 -Seta indicadora na pinça indutiva

l-Desaperte o parafuso da braçadeira da


mangueira, e remova o filtro de ar (Fig.l);
Fig.l -Remoção do conjunto do filtro de ar

6-A seguir, dê parida no veículo.


7-A tensão deve ser de 14,0 volts e a corrente,
baixa, pelo funcionamento do motor (Fig.S);

Fig.S -Tensão e corrente de trabalho perfeitas


2-Com o motor do veículo desligado, instale, devi-
damente os cabos do volt/amperímetro GAUSS
VA 600 nos terminais da bateria (Fig.2);

Fig.2 -Cabos corretamente instalados

8-Eleve a rotação do motor, até 3000 giros.


9-Acione a alavanca e aplique, por 10 segundos,
descarga equivalente à capacidade máxima do
3-A tensão deve ser de 12,6 volts, e a corrente alternador.
deve ser de O (zero)ampêre (Fig.3); 10-A tensão sofre uma queda, porém, deve
manter-se sempre acima de 13,8 volts (Fig.6);
Fig.3 -Tensão estática perfeita e corrente zero
Fig.6 -Corrente máxima aplicada e queda na tensão
' .

~ .
' ~ .
,..

~----------~----
t!!J GAUSS
. . . . . . . . . . . . . Cilii'.atillillllil<ió. . . . . . . . .

---------
• -

Voll AmpellmiUO YA (100

• v* •
---···. .
4-Instale a pinça indutiva, na saída do alternador.
êGAUSS

_.
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos -Alternador

~ Se o multímetro indicar valor abaixo de 13,8 Fig-3 -Remoção da correia dos agregados
~ volts, reaperte os parafusos e porcas dos ........
aterramentos do compartimento do motor.
Faça, ainda, um teste com cabo paralelo, do
borne B+ do alternador até o positivo da
bateria. Se os valores não retornarem aos
prescritos, remova o alternador e faça os
reparos necessários.

Remoção do alternador

l-Para facilitar o acesso ao alternador, remova a


capa do para-choque dianteiro, a guarnição
plástica inferior dianteira direita e o farol direito 6-Com chave 10 milímetros, remova o cabo B+
(Fig. 1); (Fig.4);

Fig.l -Acesso ao alternador facilitado


Fig.4 -Remoção do cabo B+

2-Desconecte o cabo negativo da bateria;


7-Removao cabo D+, com chave 8mm (Fig.5) ;
3-Eleve o veículo;
4-Desloque o tensionador, no sentido horário,
com chave 15 milímetros (Fig.2);
Fig.S -Remoção do cabo D+

Fig.2 -Deslocamento do te'nsionador

8-Abaixe o veículo;
5-Remova a correia de acionamento dos agre-
gados (Fig.3);

--------------------------------------------------------J 99
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos -Alternador êGAUSS

9-Retire os parafusos da bomba da direção hidráu-


lica, com chaves 10 milímetros (Fig.6);

13-Com cabo de força, soquete 13 milímetros e


acessórios, retire os parafusos do suporte que fixa
o alternador e os tensionadores (Fig.lü);
lO-Desloque a bomba da direção hidráulica
Fig.IO -Remoção dos parafusos do suporte
(Fig.7);

Fig.7 -Bomba da direção hidráulica deslocada

14-Com chave Torx TSO e cabo de força, remova o


parafuso lateral do suporte do alternador
(Fig.ll);
11-Solte os parafusos do desumidificador, com Fig.ll -Remoção do parafuso lateral do suporte
chave 8 milímetros, e desloque-o (Fig.8);

Fig.8 -Desumidificador deslocado

15-Remova suporte e o alternador;


16-Leve o alternador até a bancada para a des-
montagem;

12-Com soquete 13 milímetros e cabo de força, [2J O alternador pode ser retirado de outra ma-
retire os parafusos de fixação do alternador, para neira, por exemplo, com a remoção do
deslocá-lo (Fig. 9); coletor de admissão.

100 '---------------------------------------------------------------------
- ®GAUSS FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Elétricos- A~emador

5-Solte as hastes dos diodos negativos, com uma


Desmontagem do alternador chave de fenda fina (Fig.4);
l-Prenda adequadamente e com segurança o
alternador na morsa (Fig.l);
Fig.l -Alternador posicionado na morsa Fig.4 -Desconectando os diodos negativos

2-Remova os parafusos da tampa plástica do reti-


ficador, com chave tipo canhão 7 milímetros;
3-Remova os parafusos do regulador de tensão e 6-Remova os parafusos do conjunto retificador,
remova-o (Fig.2); com seus isolantes (Fig.S);

Fig.2-Regulador de tensão removido


Fig.S -Remoção dos parafusos isolados

lftiAo remover o regulador, desloque-o com


~ cuidado para não danificar as escovas, que
podem se agarrar entr~ os anéis coletores.
7-Remova o conjunto retificador (Fig. 6);
4-Desligue as bobinas do estator, com soldador e
alicate de bico (Fig. 3);
Fig.3 -Desligando as bobinas do estator Fig.6 -Conjunto retificador removido

~~--------------------------------------------------------------__, 101
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos -Alternador

8-Remova os parafusos que unem os mancais,


€/GAUSS

12-Posicione o mancal, com rotor na morsa, para


-
com chave tipo canhão 8 milímetros (Fig. 7); remoção da porca da polia. Utilize soquete 24
milímetros e cabo de força (Fig.lO);

Fig.7 -Remoção dos parafusos dos mancais


Fig.lO -Remoção da porca da polia

9-Remova manualmente o mancal posterior


13-Remova, porca e a polia;
(Fig.8);
14-Remova também, manualmente, o mancal an-
terior (Fig.ll);
Fig.8- Remoção do mancai posterior

Fig.ll -Removendo o mancai com rolamento

lO-Remova os parafusos de fixação do estator


(Fig.9);
15-Reposicione o mancal com rotor na morsa;
Fig.9 -Remoção dos parafusos do estator 16-Com um extrator, remova o rolamento
posterior (Fig.12);

Fig.l2 -Remoção do rolamento com extrator

li-Remova o estator, manualmente;

102 '------------------------------------------------------------------
®GAUSS FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos -Alternador

17-Com chave Torx T20, retire os parafusos que ~ As bobinas deste estator, são dispostas aos
prendem o retentor do rolamento anterior pares. Com doze extremidades, somam um
(Fig.13); total de seis bobinas, que fecham o seus
circuitos no conjunto retificador. Cada
Fig.13 -Remoção do retentor do rolamento anterior extremidade de uma bobina só tem contato
com uma outra extremidade, e todas elas são
eletricamente isoladas da estrutura
metálica.

2-Separe uma extremidade da outra, removendo


o excesso de solda, e identifique-as;
3-Toque as pontas de provas nos terminais das
espiras, e meça a continuidade entre elas (Fig.2);

Fig.2 -Verificação de continuidade entre as bobinas


18-Com uma prensa e ferramenta específica,
remova o rolamento anterior (Fig.l4);

Fig.14 -Remoção do rolamento anterior na prensa

[Jd Se houver contato de uma extremidade, com


mais de uma bobina, substitua o estator.
19-Lave todos os componentes desmontados, com
solvente apropriado, e seque-os em seguida. 4-Toque uma ponta de prova na estrutura metá-
lica, e a outra ponta, em todas as extremidades
Testes dos componentes do olternodor das bobinas do enrolamento (Fig.3);

Esta to r
Fig.3 -Verificação do isolamento do enrolamento
Selecione no multímetro as funções resis-
tência e sinal sonoro.
l-Confirme a precisão do instrumento, tocando
uma ponta de prova na outra, zerando o
multímetro (Fig.l);

Fig.l -Instrumento aferido

Não deve haver contato entre o enrola-


mento e a estrutura metálica. Caso con-
trário, substitua o esta to r.

103
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - AHemador êGAUSS

Enrolamento de campo Teste dos diodos negativos

lt!lJ Ainda, com as mesmas funções selecionadas IIJJ Selecione, no multímetro, a função "Teste de
no instrumento, e os mesmos procedimentos Diodo". Inicialmente, o multímetro deve
iniciais, efetue os testes do enrolamento do apresentar um valor de aproximadamente
roto r. 3,0 volts. Este valor de tensão é aplicado aos
diodos, quando esta função é selecionada
l-Meça a continuidade, por meio dos anéis nesse instrumento.
coletores (Fig.l);
l-Identifique os diodos negativos, fixados no
Fig.l -Teste de continuidade entre os anéis mancal posterior (Fig.l);

Fig.l -Diodos negativos identificados

Se não houver continuidade entre no enro-


-lamento, por meio dos anéis coletores, subs-
titua o rotor.

2-Toque uma ponta de prova na estrutura metá- 2-Toque a ponta de prova vermelha no mancal, e a
lica do rotor e a outra ponta nos anéis coletores. ponta de prova preta, em todas as hastes dos
Se houver contato entre os anéis e a estrutura diodos negativos. O diodo deve conduzir nessa
metálica, substitua o roto r (Fig.2); condição, e o valor apresentado deve estar em
torno de 0,5 volt (Fig.2);
Fig.2 -Teste do enrolamento para a carcaça _ ,

Fig.2 -Diodo conduz no sentido correto

Sistema retificador

m Some~te os diodos positivos retificadores,


estão fixados na placa de alumínio. Os diodos
Se não houver condução em algum dos
diodos, no sentido indicado, significa que o
seu circuito está aberto.
negativos se encontram fixados no mancal
3-Inverta as pontas de provas. O valor deve
posterior. retornar ao inicial, em torno de 3,0 volts (Fig.3);

104'----------------------------------------------------------------
®GAUSS FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - A~emador

Fig.3 -Diodo não conduz em sentido contrário [QJ Se não houver condução no sentido indi-
cado, em algum dos diodos, significa que o
mesmo está com cirtuico aberto.
3-Inverta as pontas de provas. O valor deve retor-
nar ao inicial, em torno de 3,0 volts (Fig.3);

Fig.3 -Diodo não conduz em sentido contrário

rvll Se houver condução, inversamente, indica


~ diodo em curtocircuito. Em ambos os casos,
substitua os diodos necessários;
m
-
Os diodos negativos, podem ser substituídos
separadamente, para isto, utilize ferramenta
apropriada para não danificar os diodos,
principalmente, no momento da fixação dos
mesmos no mancai.
Se houver condução, inversamente, indica
Teste dos diodos positivos diodo em curto-circuito. Então, substitua o
1-Identifique os diodos positivos (Fig .1); conjunto retificador positivo completo.

Fig.l -Ponte retificadora positiva -frente e verso


Inspeção nos demais componentes

Escovas

l-Meça o comprimento das escovas (Fig.l);

Fig.l -Medida do comprimento das escovas

2-Toque a ponta de prova vermelha, nas hastes


isoladas dos diodos, e a "preta, na placa de fixação
dos mesmos. O diodo deve conduzir, e apresentar
um valor de tensão em torno de 0,5 volt. (Fig.2);

Fig.2 -Diodo conduz no sentido correto

~ A escova nova mede 12milímetros.


O seu desgaste máximo deve ser de 5,0
milímetros.
WNão use lixa nos anéis coletores.
Correia de acionamento dos agregados
l-Inspecione a correia de acionamento dos
agregados, observando trincas ou ressecamento, e
se necessário, substitua-a.

--------------------------------------------------------------------~ 105
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos -Alternador êGAUSS

4-Instale a polia e a porca;


Rolamentos
5-Aperte a porca, e em seguida aplique torque de
(li) Observe os rolamentos, eles não devem apre- 76 Nm (Fig.4);
. sentar folgas, nem ruídos anormais.
FigA -Aplicação de torque recomendado

Montagem do alternador
l-Instale o novo rolamento no mancai anterior (Fig.l);
Fig.l -Instalando o novo rolamento

6-Instale o novo rolamento posterior, com o


auxílio de uma prensa (Fig.S);

Fig.S -Instalação do rolamento posterior

2-Instale o retentor do rolamento, e aperte seus


parafusos (Fig. 2);

Fig. 2 -Fixação do retentor do rolamento

7-Reposicione o conjunto na morsa, e encaixe o


estator.
8-Em seguida, fixe o esta to r com seus parafusos;
9-Instale, manualmente, o mancai posterior
(Fig. 6);

3-Posicione e fixe, adequadamente, o rotor na Fig.6 -Encaixando manualmente o mancal


morsa (Fig.3);

Fig.3 -Rotor fixado corretamente na morsa

lO-Instale, os parafusos de fixação dos mancais, e


aperte-os;

106 '---------------------------------------------------------------------------------------~
~--
êGAUSS
.r- ·~=--=-===_. ..................-=..............................~F~O:R~D~KA~1.0~F~Ie~x--S~is:~:m:a~s~Eie=·tn~·c~os~-~A~~:m:a~do~r. .

11-Instale o conjunto retificador posltlvo, com Fig.lO -Fixação dos diodos negativos com solda
seus parafusos isolados, e aperte-os (Fig. 7);

Fig. 7 · Fixação da placa positiva

15-Recue as escovas, e deixe-as travadas dentro


da proteção plástica do porta-escovas (Fig.11);

12-Com alicate de bico, una as bobinas do estator


ao conjunto retificador (Fig.8);
Fig.ll -Escovas travadas
Fig. 8 · Fixação do retificador com o estator

16-Encaixe o regulador, com as escovas recuadas


13-Em seguida, solde as extremidades do estator e travadas, fixe e dê o devido aperto em seus
ao conjunto retificador (Fig. 9); parafusos. Após dar o aperto nos parafusos,
pressione, firmemente sobre a tampa das escovas
Fig. 9 -Fixando com solda o estator e retificador até ouvir um clique, certificando-se do contato
das escovas, com os anéis coletores (Fig.12);

Fig.l2 -Pressionando e liberando as escovas

14-Prenda também, com alicate de bico, as hastes


dos diodos negativos, e utilize solda para melhor
fixação (Fig.10);

107
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos ·Alternador êGAUSS

17-Instale a tampa plástica, de proteção do con- 4-Prenda o cabo negativo à carcaça, o conectar
junto retificador, e aperte seus parafusos (Fig.l3); amarelo no borne D +, e fixe o cabo positivo ao
borne B+ (Fig.3);
Fig.13 -Fixação da tampa plástica de proteção Fig.3 - Ligação elétrica do alternador

18-Leve o alternador até a bancada de testes. 5-Acione o interruptor do painel da bancada, e a


chave de alimentação da bateria (FigA);

Instalação do alternador na bancada Fig.4 -Bancada energizada

l-Instale o alternador na bancada de testes


GAUSS BT 500 (Fig.l);

1 -Alternador fixado na bancada GAUSS

~ Neste momento, a tensão deve ser próximo


de 12,6 volts, e a corrente de O ampere. A
lâmpada de carga deve permanecer acesa, até
que o alternador entre em funcionamento.

Teste do alternador
2-Instale a correia, e ajuste-a com as polias (Fig.2);
l-Acione a chave, do motor da bancada, e coloque
Fig.2 -Alinhamento da correia o alternador em funcionamento (Fig.l) ;

Fig.l -Chave da bancada acionada

3-Feche a tampa de proteção da correia.

108 ~-----------------------------------------------------------------
êGAUSS FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Elétricos • Alternador

----' 2-0bserve os valores, de tensão e corrente,


apresentados nos vis ores do painel (Fig.2);

Fig.2 -Valores de tensão e corrente elétricas

~ A tensão elétrica é de 14,3 volts.


A corrente elétrica, baixa, alimenta o alter-
nador.

3-Em seguida, acione a alavanca para aplicar a


descarga sobre o alternador (Fig.3);
Fig. 3 -Alavanca sendo acionada

A corrente elétrica f~ca próximo de 90 A e a


tensão, sofre uma ligeira queda (Fig.3) ;

Fig. 3 -Tensão e corrente no momento da descarga

--~--------------------------------------------------------------J 109
, ' .,·,.. . .,..
~ .) { . '
I /" ' ""--:
~·"' ~
' '
Ford KA 1.0 Flex ·Sistemas Elétricos - Motor de partida

O motor de partida é um motor de corrente


contínua, capaz de desenvolver grande potência
em relação ao seu tamanho, por um curto espaço
de tempo. O mesmo transforma energia elétrica,
fornecida pela bateria, em energia mecânica, e
faz o motor de combustão entrar em
funcionamento. O veículo Ford KA 1.0 SV, vem
equipado com motor de partida Ford 12 volts, com
J potência de O, 9Kw.

Motor de partida FORD 12V 0,9 Kw

4-Dê a partida durante 10 segundos, e observe o


valor de tensão no instrumento (Fig.3);

Fig.3 -Tensão normal durante a partida

Descarga elétrica durante a partida

Para este teste, a bateria deve ser capaz de


suportar partida, por 10 segundos, man-
tendo sua tensão acima de 10,5 volts.
l-Remova o fusível n° 2, da bomba de
combustível, na central do painel (Fig.l);
r Durante o tempo de partida, a tensão da
Fig.l -Remoção do fusível bateria deve permanecer acima de 10,5
volts, o que indica bateria perfeita.
~ Se a tensão apresentar valor abaixo de 10,5
'---"
volts, faça uma verificação nos cabos nega-
tivos relacionados ao sistema. Observe, pos-
síveis oxidações, e confira o aperto dos para-
fusos fixadores dos cabos de aterramento, no
compartimento do motor. Se ainda persistir
o inconveniente, faça um reforço com um
cabo, a partir do pólo negativo da bateria até
o motor de partida. Dê partida, novamente.
Se a tensão voltar ao normal, efetue os repa-
2-Instale o multímetro BOSCH nos pólos da bate- ros necessários nos cabos de aterramento.
ria. Caso contrário, remova o motor de partida,
3-A tensão da bateria, no momento do teste, deve faça uma inspeção em seus componentes, e
estar em torno de 12,6 volts (Fig.2); se necessário, as substituições de peças.
'--

------------------------------------------------------------------- 111
Ford KA 1.0 Flex • Sistemas Elétricos • Motor de partida

7-Remova o suporte, e desloque o chicote (Fig .4);


Remoção do motor de partida
FigA-Deslocando o chicote
1-Desconecte o terminal negativo da bateria.
2-Eleve o veículo.
3-Remova o protetor do cárter.
4-Com chave 13 milímetros, remova a porca que
fixa o cabo 30 (Fig.l);

8-Remova, em seguida, os demais parafusos do


motor de partida (Fig.S);

Fig.S -Remoção dos parafusos do motor de partida

5-Com chave 10 mm, remova a porca que fixa o


cabo 50 (Fig.2);
Fig.2 -Remoção do cabo 50

9-Remova o motor de partida.

Desmontogem do motor de partida

[~]A carcaça que envolve o induzido, não


permite aperto na morsa. Fixe o motor de
partida pelo mancai posterior. Este
procedimento evita o empeno da carcaça, e a
6-Retire, inicialmente, com chave 13mm, o
quebra dos ímãs permanentes.
parafuso superior do motor de partida, junta-
mente com o suporte do chicote (Fig.3); l-Fixe o motor de partida na morsa (Fig.l);
Fig.3 -Remoção do parafuso superior com suporte Fig.l -Fixação na morsa

112'---------------------------------------------------------------------
Ford KA 1.0 Flex • Sistemas Elétricos • Motor de partida

2-Remova os parafusos da carcaça com chave 6 ?-Posicione o mancai posterior na morsa, e


milímetros (Fig.2); remova os parafusos do solenoide, com chave
TorxT20 (Fig.S);
Fig.2 -Remoção dos parafusos da carcaça

3-Remova a porca de ligação das escovas ao


solenoide.
4 -Desloque o mancai porta-escovas, com uma 8-Remova o solenoide com sua mola de retrocesso
chave de fenda (Fig.3); (Fig.6);

Fig.6 -Solenoide e mola de retrocesso


Fig.3 -Mancai anterior deslocado

,/;;,
\
· .:
•. ,.,
...
~·;:.

)
I .._...·

9-Reposicione o motor de partida na morsa.


5-Remova o mancai porta-escovas (Fig.4); lO-Remova o suporte plástico de apoio da
alavanca de acionamento (Fig. 7);
FigA -Mancal anterior removido
Fig.7 -Remoção do suporte da alavanca

6-Remova a carcaça com ímãs;

~;_ ___________________________________________________________________,113
Ford KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Motor de partida

li-Remova o conjunto impulsor completo (Fig.8); l-Selecione, no multímetro, a função resistência


com sinal sonoro (Fig.l);
Fig.8 -conjunto impulsor removido

Fig.l -Função selecionada no multímetro

12-Remova a alavanca de comando e separe-a do


êmbolo (Fig.9);

2-Toque as pontas de provas, e certifique-se da


eficiência dos contatos, pelo sinal sonoro (Fig.2);

Fig.2 -Multímetro aferido

13-Lave os componentes, com solvente apropria-


do. O solenoide deve ser limpo, apenas com
uma flanela.

Testes dos componentes elétricos

Solenoide 3-Faça o teste de continuidade entre as bobinas de


atracação e retenção (Fig.3);
Especificação técnica ZM
Fig.3 -Continuidade entre bobinas
ZM498

114 ~----------------------------------------------------------------~--
Ford KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Motor de partida

4-Faça o teste de continuidade entre a bobina de 7-Conecte um cabo de alimentação, de 12 volts,


atracação e a carcaça (Fig.4); ao bome 30a (Fig. 7);

FigA -Continuidade-Bobina de atracação e carcaça Fig.7 -Some 303 alimentado

5-Faça o teste entre a bobina de retenção e a 8-Encaixe a mola de retrocesso e o êmbolo, no


carcaça (Fig.S) ; núcleo do solenoide (Fig.8);
Fig.S -Continuidade-Bobina de retenão e carcaça Fig.8 -Encaixe do êmbolo e mola de retrocesso

{J) Se o multímetro não acusar continuidade 9-A seguir, feche o circuito com o outro cabo de
entre as bobinas de atracação e retenção e, alimentação, tocando no bome 50 (Fig.14);
também, entre as bobinas e a carcaça
metálica, substitua o solenoide. Fig.9- Energizando o bome 50

6-Substitua as pontas de provas por garras tipo


jacaré, e instale-as entre os bomes 30 e 30a
(Fig.6);

Fig.6 -Garras instaladas

O êmbolo deve ser atraído, no momento em


que o bome 50 é energizado e, deve
também, fechar o circuito interno do
solenoide, acusando o sinal sonoro. Caso
contrário, substitua o solenoide.

~~------------------------------------------------------------__,115
Ford KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Motor de partida

Fig.3-Medição do coletor
Induzido

O induzido já deve estar testado quanto a


curto-circuito entre as espiras do seu enro-
lamento.

l-Retorne com as pontas de provas do multímetro


e, teste a continuidade entre as lâminas do coletor
do induzido (Fig.l);

Fig.l-Continuidade entre as lâminas do coletor

~~~ O coletor novo mede 29,5 milímetros.O seu


desgaste máximo, deve ser de 2 milímetros,
se for maior substitua o induzido.
4-Faça o teste de isolamento, entre o coletor e a
carcaça do induzido (Fig.4);

Fig.4 -Teste de isolamento do coletor

[i l Se houver interrupção entre lâminas, subs-


titua o induzido.

2-Faça uma inspeção visual no induzido, obser-


vando o o desgaste do coletor e sua uniformidade
(Fig.2);

Fig.2 -Inspeção visual no coletor


Escovas

~O porta-escovas é parte integrante do mancal


~ anterior, onde o mesmo é cravado, com
rebites. Em caso de desgaste das escovas,
substitua o conjunto completo (Fig.l);

Fig.l -Mancal/porta-escovas

~~~Se forem constatados, desgaste excessivo e


=t.: deformidade no coletor, substitua o induzido.

3-Meça o diâmetro do coletor (Fig.3);

116'-----------------------------~--------------------------------------
Ford KA 1.0 Flex • Sistemas Elétricos • Motor de partida

2-Corn urna chave de fenda fina, recue as escovas,


Impulsor de partida
urna a urna, e introduza o coletor do induzido
(Fig.2) ;
Este impulsor de partida, é parte integrante
do induzido, portanto, em caso de defeito
no mesmo, substitua o conjunto, impulsor Fig.2 -Encaixe do coletor no porta-escovas
de partida/ induzido.

~ Este impulsor de partida, ?ão utiliza anel-


~ trava, para travamento no e1xo .

l-Conjunto impulsor/ induzido (Fig.l);

Fig.l -Induzido/ impulsor

3-Acople o induzido, com o mancai, à carcaça


(Fig3);

Montagem do motor de partida

Lubrifique, antes, todos os componentes


necessários, com graxa à base de lítio.
O êmbolo deve ser lubrificado com urna
camada fina de graxa à base de lítio.
O mancai posterior deste motor de partida,
utiliza rolamento do tipo agulha, que 4-Fixe o mancai posterior na morsa.
substitui a bucha de bronze poroso.
l-Fixe o mancai anterior na morsa (Fig.l); 5-Encaixe a alavanca de comando, com o êmbolo,
no anel guia do impulsor de partida (Fig.4);
Fig.l -Mancai anterior fixado na morsa
Fig.4 -Encaixe da alavanca com o êmbolo

~~------------------------------------------------------------------_,117
Ford KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos • Motor de partida

6-Instale todo o conjunto no mancai posterior


(Fig.S); Testes no motor de partida

Fig.S -Encaixando o conjunto l-Instale o motor de partida na bancada GAUSS


BT 500.
2-Conecte o cabo negativo na carcaça (Fig.l);

Fig.l-Cabo negativo conectado na carcaça

7-Instale o suporte plástico, da alavanca de co-


mando, antes de encaixar o conjunto.
8-Encaixe o solenoide e aperte seus parafusos
(Fig.6);
Fig.6- Aperto dos parafusos do solenoide 3-Aplique tensão 12 volts ao borne 50 (Fig.2);

Fig.2 -Borne 50 energizado

9-Conecte o cabo que liga as escovas ao borne do


solenoide.
10-Em seguida, instale e aperte os parafusos de
fixação da carcaça (Fig. 7); 4-0bserve o avanço do impulsor de partida
(Fig.3);
Fig. 7 -Fixação dos parafusos da carcaça

Fig.3 -Impulsor de partida avançado

11-Faça os testes necessários no motor de partida.

..___,
118~---------------------------------------------------------------
Ford KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos • Motor de partida

5-Aplique, agora, tensão 12 volts ao borne 30a Fig. 7 -Motor de partida em funcionamento
(Fig.4);

Fig.4 -Tensão aplicada ao bome 30a

9-Para instalação do motor de partida, faça o


procedimento inverso ao da remoção.
lO-Localização da sede para fixação do motor de
6-0bserve o giro do motor de partida (Fig.S) ;
partida (Fig. 8);
Fig.S -Induzido e impulsor girando

Fig.8 -Alojamento do motor de partida

7-Em seguida, conecte o cabo positivo ao borne


30 da chave magnética (Fig.6) ;

Fig.6 -Cabo positivo conectado ao bome 30


11-Motor de partida instalado, com o chicote
conectado (Fig.9) ;

Fig.9 -Motor de partida instalado

8 -Aplique, novamente, tensão 12 volts ao borne


50, observe o giro do motor de partida, e
simultaneamente, o avanço do impulsor de
partida (Fig. 7);

-------------------------------------------------------------119
FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Elétricos- CVM «?#

da central do vão do motor e suas

~) Localização da CVM Descrição dos MAXI fusíveis da CVM


Fusível Ampéres Aplicação
MF 1 40 A Sistema de alimentação de combustí-
vel/ Sistema de ignição/ Controle ele-
trônico do motor
40A Vidros elétricos/ Desembaçador trasei-
MF2
ro/ Travas elétricas
MF 3

MF4
MF5 40A Travas elétricas/ Desembaçador trasei-
ro/ Vidros elétricos/ Luzes indicadoras
de direção/ Luzes de advertência/ Sis-
tema de aúdio/ Buzina/ Painel de instru-
mentos/ Ar-condicionado/ Ventilação in-
Descrição dos componentes da CVM terna/ Controle eletrônico do motor/ Sis-
tema de partida/ Sistema de alimenta-
ção de combustível/ lmobilizador
MF6 60A Arrefecimento do motor/ Controle ele-
trônico do motor/ Painel de instrumen-
tos/ Sistema de aúdio/ Faróis/ Luzes
de posição dianteiras/ Luz de cortesia/
Tomada de diagnóstico/ Tomada 12V
MF7

Ventilação interna/ Faróis/ Luzes de


MF8 60A posição/ Luzes de ré/ Luzes de freio/
Limpadores e lavadores do para-brisas

Confira a relação completa de


veículos abordados em nosso site:
www.mecanica2000.com.br

TELEVENDAS
... :.=,.-=-. 4003-8700 www.mecanica2000.com.br

~~------------------------------------------------------------------_, 121
t:(A FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Elétricos- CP •na&•.
• -lJ. - _,. ....
"S'I· ·' •. . '1/1> ...... - .....
~~5~;:;·>f ~ .'

--
·.'$.. 'lO- . . . --., - - _...,

Central de relês e fusíveis do Painel ! - - - 1


•'S<. _._ ~:· : :
de instrumentos (CP) -....,.i
~---- .,,
·----- -··w. . ,_

Componentes da Cenúal de relés e fusfvels do Painel de lnsúumentos e locallzaçao (CP)


·la-

-~-
-

A caixa de fusíveis do painel está localizada no interior do veículo, na lateral esquerda do painel.

Descrição dos relés da CP


Relé Aplicação Rei é Aplicação
Relé 1 Relé temporizado do limpador Relé 5 Relé de partida à frio
dianteiro Relé 6 Relé da buzina
Relé 2 Relé do farol alto Relé 7 Relé principal
Relé 3 Relé do farol baixo Relé 8 Relé do sistema de arrefecimento
Relé4 Relé inibidor de partida Relé 9 Relé da ignição

Detalhe dos componentes da Central do painel (CP)

122 ~--------------------------------------------------------------~~
- 4!!211-..

Descrição dos Fusíveis da CP


FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - CP • 'J

Fusível Ampéres Aplicação Fusível Ampéres Aplicação


F01 15 Arrefecimento do motor F19 15 Luzes indicadoras de direção/ Luzes
F02 7,5 Controle eletrônico do motor de advertência
F03 15 Sistema de alimentação de combustí- F20 20 Sistema de alimentação de combustí-
vel/ Sistema de ignição vel/ Sistema de ignição/ Controle ele-
Irônico do motor/ Ventilação interna/
F04 15 Sistema de alimentação de combustí-
Ar-condicionado/ Painel de instrumen-
vel/ Controle eletrônico do motor
tos/ Sistema de áudio/ Luzes indicado-
F05 10 Faróis/ Luzes de posição dianteiras ras de direção/ Luzes de advertência/
F06 10 Faróis/ Luzes de posição dianteiras Oesembaçador traseiro/ Travas elétricas
F07 30 Ventilação interna F21 10 Buzina
FOB 15 Faróis/ Luzes de posição dianteiras e F22 10 Sistema de partida
traseiras/ Luzes de placa/ Luzes de ré/ F23 Ar- condicionado
Luzes de freio
F24 10 Faróis/ Luzes de posição dianteiras
F09 20 Limpadores e lavador do para-brisas
F25 3 Sistema de áudio
F10 10 Luzes indicadoras de direção/ Luzes
F26 5 Sistema de ignição/ Ventilação interna/
de advertência
Ar-condicionado/ Painel de instrumen-
F11 tos/ Desembaçador traseiro/ Travas
F12 elétricas
F13 3 Arrefecimento do motor/ Painel de ins- F27
trumentos F28 3 Sistema de alimentação de combustí-
F14 15 Sistema de áudio vel/ Controle eletrônico do motor
F15 15 Faróis/ Luzes de posição dianteiras F29 Travas elétricas
F16 3 Controle eletrônico do motor F30 20 Oesembaçador traseiro
F17
F31 25 Vidros elétricos
F18 20 Tomada 12V

Localização da Central do painel (CP) Central do painel (CP)

Adquira a coleção
completa de manuais
Mecânica 2000
com ótimas condições.
Confira os títulos
dos Manuais em
nosso site.

Coleção de Manuais TELEVENDAS


•. :~~~:~~•. 4003-8700
Mecânica 2000 em CO www..mecanica2000.com.br

------------------------------------------------------------------- 123
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Conectares auxiliares

Conectar auxiliar- CA 01

Fixado no suporte da bateria, atrás do farol es- CA01 Macho


querdo.
;...--- - -
y
, ., I
2
Localização do conector CA 01 ' I
--- -----

CA 01 Fêmea

Macho Fêmea

Relê 4 da CP (87) »-- CZ/LA ~~ CZ/LA - - « Motor de partida (50)

Painel (1 8) »-- RX ~~ RX --« Alternador (O+)

Conectar auxiliar - CA 02
Localizado no chicote do módulo de comando, CA02 Macho
próximo ao conecto r B do MC

Localização do conector CA 02

CA 02 Fêmea

Macho Fêmea

Fusive l 3 da CP (DIR) »-- CZ CZ --« VTE (1 )/ OIS (2)/ Eletroinjetores (1)

MC-A (42) »-- VD VD --« VTE (2)

124 '----------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex- Sistemas Elétricos- Conectares auxiliares

Conector auxiliar - CA 03

Localizado no painel central, próximo ao console CA 03 Macho


central.

Localização do conectar CA 03

CA03 Fêmea

Macho Fêmea

Resistência da ventilação interna {1) I Motor do »---- PR/LA RX/LA ---« Comando da ventilação interna {3)
ventilador interno {1)

Vazio »---- VZ VZ ---« Vazio

Resistência da ventilação interna {4) »---- PRIAZ CZ/MR ---« Comando da ventilação interna {4)

Resistência da ventilação interna {2) »---- PRIAM VD/BR ---« Comando da ventilação interna {5)

Resistência da ventilação 1nterna {3) »---- PRIBR MR ---« Comando da ventilação interna {6)

Motor do ventilador interno {2) »---- RXILA RX/CZ ---« Fusível? da CP {DI R)

Conector auxiliar - CA 04

O CA 04 está localizado na coluna da porta esquerda.

Localização do conector CA 04 CA04 Macho

125
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Conectares auxiliares

Macho Fêmea
-
Módulo de conforto B (13) »-- VD/RX VD/RX ---« Trava elétrica E (4)

Módulo de conforto C (6)/ CA 05 Macho (2) »-- RX/CZ RX/CZ ---« Trava elétrica E (1)

Módulo de conforto C (S)/ CA 05 Macho (3) »-- CZ/AM CZ/AM ---« Trava elétrica E (6)

TOS »-- PR PR ---« Trava elétrica E (5)/ Comando do vidro elétrico


E(4)

Vazio »-- VZ VZ ---« Vazio

Módulo de conforto C (9)/ CA 05 Macho (6) »-- CZ/MR CZ/MR---« Trava elétrica E (2)

Módulo de conforto C (10)/ CA 05 Macho (7) »-- MRND MRIVD---« Trava elétrica E (3)

Vazio »-- VZ vz ---« Vazio

Sistema de aúdio (15) »-- BR BR ---« Pré-disposição do alto-falante

Sistema de aúdio (11) »-- BRIMR BRIMR---« Pré-disposição do alto- falante

Módulo de conforto B (21) »-- AZ AZ ---« Motor do vidro elétrico E (2)

Módulo de conforto B (22) »-- VD VD ---« Motor do vidro elétrico E ( 1)

Módulo de conforto A (1) »-- AZJCZ AZJCZ---« ComandodovidroelétricoE(1)

CAOS Macho (14) »-- VD/LA VD/LA---« ComandodovidroelétricoE(3)

Módulo de conforto A (5)/ CA 05 Macho (1S) »-- MRIAZ MRIAZ---« Comando do vidro elétrico E (2)

Vazio »-- VZ VZ ---« Vazio

Vazio »-- vz VZ ---« Vazio

Vazio »-- vz VZ ---« Vazio

CA 05 Macho (19) »-- MRIAM MRIAM---« Comando do vidro elétrico E (6)

Módulo de conforto B (16) »-- AM/RX AM/RX ---« Comando do vidro elétrico E (7)
'--

Conector auxiliar- CA 05
O CAOS está localizado na coluna da porta direita.

Localização do CA OS Macho CAOS Macho

Macho Fêmea

Módulo de conforto B (14) »-- BR BR ---« Trava elétrica D (4)

Módulo de conforto C (6)/ CA 04 Macho (2) »-- RX/CZ RXICZ ---« Trava elétrica D (1)

Módulo de conforto C (S)/ CA 04 Macho (3) »-- CZ/AM CZ/AM ---« Trava elétrica D (6)

TOS »-- PR PR ---« Trava elétrica D (5)/ Comando do vidro elétrico


0(4)

Vazio »-- VZ VZ ---« Vazio

Módulo de conforto C (9)1 CA 04 Macho (6) »-- CZ/MR CZ/MR---« Trava elétrica D (2)

Módulo de conforto C (10)1 CA 04 Macho (7) »-- MRIVD MRIVD---« Trava elétrica D (3)

Vazio »-- VZ VZ ---« Vazio

Sistema de aúdio (14) »-- BRIRX BRIRX---« Pré·disposição do alto-falante

126 ~----------------------------------------------------------------
- Macho Fêmea
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Conectares auxiliares

Sistema de aúdio (10) ~8R/LA 8R/LA ---« Pré-disposição do alto- falante

Módulo de conforto C (12) ~ 8R 8R ---« MotordovidroelétricoD(2)

Módulo de conforto 8 (18) ~CZ/AM CZ/AM---« MotordovidroelétricoD(1)

Módulo de conforto A (2) ~8R/LA 8R/LA---« ComandodovidroelétricoD(1)

CA 04 Macho (14) ~ VD/LA VD/LA - - « ComandodovidroelétricoD(3)

Módulo de conforto A (6) ~ RX RX --« Comando do vidro elétrico D (7)

Vazio ~ vz VZ ---« Vazio

Vazio ~ VZ VZ --« Vazio

Módulo de confortoA(5)/ CA04 Macho (15) ~ MRIAZ MR/AZ ---« Comando do vidro elétrico D (2)

CA 04 Macho (19) ~ MR/AM MR/AM---« Comando do vidro elétrico D (6)

Vazio~ VZ vz ---« Vazio

Conectar auxiliar - CA 06
O CA 06 está localizado debaixo do forro de teto, CA06 Macho
próximo ao aterramento Tll.

Localização do CA 06

CA 06 Fêmea

Macho Fêmea

Módulo de conforto C (5) ~ VD/8R VD/8R ---« Trava elétrica do porta-malas (1)

IMF-8 (10)/ Limpador dianteiro (3)/ Relé 1 da CP ~ VD/AZ VD/AZ - - « Limpadortraseiro (3)
(6)/Fusível 9 da CP (DIR)

IMF-8 (7) ~ AZ AZ --« Limpadortraseiro(2)

Lanterna E (2)/ Lanterna D(4)/lnterruptor do pedal ~ VD/AZ VD/AZ ---« 8rake light(2)
de freio (2)

Relé do desembaçador traseiro (5) ~ MR/AM MR/AM--« Desembaçadortraseiro (1)

IMF-A (7) ~ CZ cz --« LuzdeplacaE(1)/ LuzdeplacaD(1)

Módulo de conforto 8 (3) ~ 8R 8R ---« Conectar de abertura do porta-malas (1)

Vazio ~ VZ VZ ---« Vazio

lnfonne-se sobre nossos Manuais Técnicos em CD.

TELEVENDAS
de ~~~~~':,!~!de 4003-8700
www..mecsnica2000.com.br
127
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Pontos de aterramento

O aterramento TOl é o próprio terminal que é O aterramento T04 está localizado atrás do para-
fixado no borne negativo da bateria. choque, abaixo do farol esquerdo.

Aterramento TOl Aterramento T04

Cabo negativo da bateria Interruptor do capô (2)


Motor do eletroventilador (2)
Buzina(2)
O T02 leva aterramento do cabo negativo da Farol esquerdo (3)
bateria à carroçaria do veículo. Luz indicadora de direção DE (2)
Luz de posição DE (2)
Aterramento T02
O TOS está fixado atrás do para-choque, abaixo do
farol direito.
Aterramento TOS

Aterramento da bateria à carroçaria do veículo


. -~

O T03 está fixado próximo ao reservatório de Farol D (3)


expansão do líquido de arrefecimento. Luz indicadora de direção DD (2)
Luz de posição DD (2)
Aterrametno T03
O T06 leva aterramento da carroçaria à caixa de
marchas.
Aterramento T06

Aterramento da bateria no motor do veículo

128 ~----------------------------------------------------------------
- O aterramento T07 está localizado debaixo da
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Pontos de aterramento

O T09 está fixado na coluna central , atrás do


soleira da porta dianteira esquerda. sistema de áudio.

Aterramento T07 Aterramento T09

Painel (24) Sistema de áudio (4)


lmobilizador (2)
O aterramento Tl O está fixado atrás da lanterna
esquerda.
Ao lado do T07, está fixado o TOB, também de Aterramento TlO
debaixo da soleira da porta dianteira esquerda.

Aterramento T08

Lanterna E (5)
Lanterna D (1)

O Tll está localizado debaixo do forro do teto,


próximo a tampa do porta-malas.
CA04Macho(4)
Aterramento Tll
CAOS Macho (4)
IMF-A(8)
Limpador dianteiro (5)
Comando de abertura do porta-malas (3)
Sirene do alarme (1)
Luz de cortesia (2)
Comando da ventilação interna (7 e 9)
Tomada 12V (2)
Interruptor do reservatório de fluido de freio (3)
Módulo de conforto 8 (1 e 9)
Rei é 1 da CP (2)
Relé 2 da CP (2)
Relé 3 da CP (2)
Relé 6 da CP (2)
Rei é 9 da CP (85)
Luz de placa E (2)
Luz de placa D (2)
Desembaçador traseiro (2)
Limpador traseiro ( 1)
Brake ligth ( 1)

-----------------------------------------------------------------' 129
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Chicotes Elétricos

Chicote do circuito principal de alimentação Chicote do circuito das travas e vidros elétricos
Bateria Bateria
Módulo de comando (MC) Central de fusíveis do vão do motor (CVM)
Central de fusíveis do vão do motor (CVM) Módulo de comando (MC)
Motor de partida Central de relés e fusíveis do painel (CP)
Alternador Interruptor de múltipla função (IMF)
Central de relés e fusíveis do painel (CP) Comutador de ignição
Módulo de conforto (MCF) Módulo de conforto (MCF)
Comando de abertura do porta-malas
Motor do vidro elétrico esquerdo
Motor do vidro elétrico direito
Trava elétrica esquerda
Trava elétrica direita
Trava elétrica do porta-malas

Chicote do circuito do sistema de arrefecimento


Bateria
Central de fusíveis do vão do motor (CVM)
Módulo de comando (MC)
ECT
Conector do eletroventilador
Central de relés e fusíveis do painel (CP)
Módulo de conforto (MCF)

130 '-----------------------------------------------------------------
- Chicote principal do motor
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Chicotes Elétricos

Chicote do circuito de iluminação externa


Bateria Bateria
Módulo de comando (MC) Central de fusíveis do vão do motor (CVM)
Central de fusíveis do vão do motor (CVM) Módulo de comando (MC)
Hego 1 Interruptor de ré
vcc Buzina
BPF Luzes indicadoras de direção dianteiras
Hego 2 Luzes de posição dianteiras
VTE Faróis alto e baixo
CMP Central de relés e fusíveis do painel (CP)
OIS lnterrptor do pedal de freio (IPF)
vss Interruptor de múltipla função (IMF)
ECT Comutador de ignição
CANP Brake ligth
Eletroinjetores Luzes indicadoras de direção traseiras
CMD Luzes de posição traseiras
IAC Luzes de freio
TPS Luzes de ré
KS Luz de placa
IPO
CKP
Central de relés e fusíveis do painel
Interruptor inercial
SAC

~---------------------------------------------------------------' 131
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Painel de instrumentos
111

Painel de Instrumentos

Indicador de baixo nível de combustível no Conectar da painel


tanque
Sistema imobilizador
Indicador de anomalias no sistema de
injeção eletrônica
Indicador do sistema de freio e freio de
estacionamento
Indicador do farol alto
Indicadores das luzes de direção e advertência
Indicador de ba~a pressão do óleo
Indicador do sistema de carga (bateria)
Indicador da temperatura do líquido de
arrefecimento do motor

SISTEMAS DE ALIMENTAÇAO FLEXÍVEL


traz informações sobre a tecnologia dos motores
bi-combustíveis, a teoria da mistura homogênea,
e dados técnicos sobre o funcionamento da TELEVENDAS
injeção eletrõnica com este sistema. ..~=.~:..... 4003-8700
www.mecanica2000.com.br
~

132 ' -................................................................................................................................................................---


FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Painel de instrumentos

de Instrumentos

CQJ ~

::;: _____~
Qill
MRNM ~ VM

CZNM
Bomba de
combustível

Conector de
l CA 011 diagnóstico

RX ~ RX ---« Alternador(D+)

( BAT ) cz -----------------------« MC-A(8)

VM ~ AM/AZ ----------------« Módulo de conforto B (20)


Comando do A/C (4)
Bateria T01 = RXIMR ------------------4K Comando do A/C (5)
Interruptor de
múltipla função MR -----------------« Comando doA/C (11)
Módulo de comando B (11)1 IMF-A
(11)1 Lanterna D (2)1 Luz indicadora
»-------- CZJAM ----------4it Farol E (1)1 Farol D (1)1
de direção dianteira D (1) Relé 2 da CP (3)
Módulo de comando B (19)/ IMF-A »-------- RXIBR _________... ----------------« Interruptor do reservatório
(5)1 Lanterna E (4)1Luz indicadora de de fluido de freio (2)
direção dianteira E (1)
Painel de
instrumentos

Motores
Programa de treinamento
composto por manual
e aproximadamente
4 horas de vídeo.

Entenda o funcionamento dos motores de combustão


interna e conheça suas características eseus
componentes principais. N~e kit de treinamento
são demonstrados com animação gráfica de alta
qualidade os detalhes do funcionamento interno.
Eainda, a manutenção dos motores GM Família 11,
OHCeDOHC.

www.mecanica2000.com.br

--~----------------------------------------------------------------~ 133
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Lâmpadas

A maioria dos motoristas não sabe que é necessário desequilíbrio de luminosidade. É indispensável o
fazer revisões periódicas nos faróis do veículo. As cuidado com as lâmpadas ao fixá-las ao bloco do farol.
lâmpadas têm data de validade e devem ser trocadas a Quando houver a necessidade de substituição de
cada dois anos, aproximadamente. Além disso, estradas qualquer lâmpada, seja ela do farol ou da lanterna,
irregulares com inúmeras depressões fazem com que os deve-se, durante o procedimento, manter todos os
faróis percam sua regulagem de fábrica. Por isso, conectares do circuito desligados. Ao substituí-las,
recomenda-se fazer uma revisão completa a cada fique atento às suas especificações, as lâmpadas novas
noventa dias. Toda vez que trocar uma das lâmpadas, devem possuir as mesmas características das lâmpadas
troque a do outro lado também, para que não ocorra um substituídas.

H4 12V-60/55W
PY21W

WSW ~--------------~

Vista traseira do farol

Código Descrição
Farol direito
H4 12V- 60/55W Farol alto- 60W
Farol baixo- 55W
W5W Luzes de posição
PY21W Luzes indicadoras de direção

H4 12V - 60/SSW PY21W wsw

134 ~-------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos • Lâmpadas

Vista do soquete
da lanterna

Código Descrição
Vista da lanterna
P21/5W Luzes de posição e luzes de freio
direita PY21W Luzes indicadoras de direção
P21W Luzes de ré

P21/ SW PY21W P21W

135
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

OMD
Relé 6 da CP (1) AZIBR RX/VD -------------« Bomba do lavador do
para-brisas (2)
Relé 1 da CP (5) MRIAZ

Relé 1 da CP (3) lO L VD/RX


MRJAM~---=J
VD/RX
RXNM ---------------------~
Limpador dianteiro (1) AZIRX

Limpador dianteiro (2) RXILA

Relé 3 da CP (1) AZIBR

Relé 2 da CP (1) BRILA

Relé 1 da CP (7) I
Bomba do lavador CZ/MR
do para-brisas (1)

Luz indicadora de direção DD (1) CZ/AM


Lanterna D (2)/ Painel (21)/ (}_i]] Bateria
Módulo de conforto B (11)/
BRIAZ ~ CZIMR ---« Relé 9 da CP (87)
Luz indicadora de direção DE (1) RX/BR
Lanterna E (4)/ Painel (17)/ Central de relés e fusiveis
Módulo de conforto B (19)/ do painel
( CA06)
Limpador dianteiro (3)/ Relé 1 da
CP (6)/ Fusivel 9 da CP (DIR)/
VD/AZ AZ ~ AZ ---« Limpador traseiro (2)
CA 06 Macho (6)
cz -------« Comando de abertura do porta-
Interruptor do pedal de freio (1)/ CZ/AM malas (4)/ Painel (27)/ Rádio (3)/
Interruptor de ré (1)/ Fusivel8 da Lanterna E (3)/ Lanterna D (3)/ CA 06
CP(DIR) Macho (F)/ Farolete DE (1)/Farolete DO (1)/
Interruptor de
Comando da ventilação interna (1)
múltipla função

Interruptor de múltipla função

136 ~-----------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

Conectar A do IMF Conectar B do IMF

Pinagem do conectar A do IMF Pinagem do conectar B do IMF


1 Relé 3 da CP (1) 1 Relé 1 da CP (7)/ Bomba do lavador do para-brisas (1)
2 Vazio 2 Bomba do lavador do para-brisas (2)
3 Relé 2 da CP (1) 3 Relé 1 da CP (3)/ IMF-B (8)
4 Fusível 17 da CP (DI R)/ Interruptor do pedal de freio (1)/ 4 Limpador dianteiro (1)
Interruptor de ré (1) 5 Limpador dianteiro (2)
5 Módulo de conforto B (19)/ Painel (17)/ Lanterna E (4)/ 6 Vazio
Luz indicadora de direção DE (1) 7 CA 06 Macho ( C )
6 Fusível 24 da CP (DI R) 8 IMF-B (3)/ Relé 1 da CP (3)
7 CA 06 Macho (F)/ Comando de abertura do porta-malas 9 Relé 1 da CP (5)
(4)/ Painel (27)/ Lanterna E (3)/ Lanterna D (3)/ Coman- 1O Limpador dianteiro (3)/ Relé 1 da CP (6)/ Fusível 9 da
do da ventilação interna (1 )/ Sistema de áudio (3)/ Faro- CP (DIR)
lete D (1)/ Farolete E (1 )
11 Relé 6 da CP (1)
8 T08
9 Fusível10 da CP (DIR)
10 Fusível1 9 da CP (DIR)
11 Módulo de conforto B (11 )/ Painel (21 )/ Lanterna D (2)/
Luz indicadora de direção DO (1 )

Fusível 24 da CP (ESQ)/ Fusível 26


MRIAM --« da CP (ESQ)/ Fusível 28 da CP (ESQ)
ESQ

Central de fusíveis do
vão do motor
RXND DIR

RXNM ESQ Módulo de


comando

CID

~~
.....--- CZNM ---if--1

AZ/BR Painel de
instrumentos

Comutador Central de relés e fusíveis


de ignição Motor de partida
do painel

--------------------------------------------------------------------' 137
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

Conectares B+ e D+ do alternador Localização do motor de partida

Conectar do comutador de ignição (Macho) Localização do comutador de ignição

Luzes de

@[)
( BAT )

l
~
PRND ~ CZ
T04
Farolele DE

QQ[)
VM 4!P-l
Central de fusíveis do Bateria T01 :

l PRICZ ~ CZ
Painel de " vão do motor
instrumentos §
Farolele DD
"'ª'" T05 [K)
DIR

l PRIBR ~ CZ
"'ª'" T10
Lanterna E

QQJ cz MRIAM
l PR/BR ~ CZ
"'ª'" T10
Lanterna D Interruptor de
múltipla função
Central de relês e fusíveis
do painel

Conectar das luzes de posição dianteiras Conectar das lanternas

138 '----------------------------------------------------------------------
- FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

CKJ

l PRND ~ MR
~ T04
Farol Ba1xo E
N

~
+ PR

QB l ~ l TOS

l
~ TOS
PR/CZ ~ AMILA~
Farol BaiXO D
,..----f-----4t
VM

CKJ VM

l
PRND ~ AM/RX Relé do farol alto
Farol Alto E Central de fusíveis do
~ T04 C1ID I vão do motor
QB MRNM ~
PR/CZ ~ AMIRX
l
~ TOS
Farol Alto D
L----- AZ/BR
L------ BRILA
""'-" Interruptor de
l...fl!J múltipla função
MR/AM ~~--~-- VDNM -------------~
Painel de
instrumentos Central de relés e fusíveis
do painel

Conector dos faróis Farol direito e sua vista traseira

• Diagrama da tampada de placa

CID (CA06)

l PRtcz %'
"'~ ' 1 cz -,-~<I~~li~---~~~------ cz VDNM
'<!:>' @]
~ Til ~ Interruptor de
Luz de placa E ~ múltipla função
~ MR/AM DIR

CID

l PR/CZ %'
"'~ 1
'<!:>'
1 CZ l_______ RXNM-----r~~Ef~3§~ CZNM

~ T11 Central de relés e fusíveis


Luz de placa D
do painel

139
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos • Diagramas elétricos
.
Conectar da luz de placa direita e esquerda Lanterna da luz de placa

~ Diagramo dos luzes de ré


CK)

M~AM-------------------------------(-C_P_)______________-.r-------- M~AM ~ P~TBR1~


CZJAM l ,----
CK) UQJ
Interruptor da ~---------i----~-D-
IR~~-ES-0 ~---i-, ~
luz de ré L------ M~AM ~ P~BRl
Cêill l CHAVE) Luz de ré D ~

L:
M~AM T10

L - - - - CZJMR ----------------------;
RXNM ------(!oiliiR~~@§J

..,______ VM ~ CZJVM ---:----------------'

l M.FB )
r PR
Relé da ignição
L - - - VM ~~-------:------- RXNM ------' -=} TOS

Central de fusíveis do Central de relés e fusíveis do painel


vão do motor

Conectar do interruptor de ré

Localização do interruptor de ré e sua vista em


detalhe

Conectar das lanternas

140'---------------------------------------------------------------
- . , Diagrama das luzes de freio
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos • Diagramas elétricos

l t - - - - - - CZJAM @[)

Interruptor do
pedal de freio
t - - - - - - - VDIAZ ~ PRIBR l
(]ill T10~
C@

VD/AZ ~
Brake light
PRICZ l
_
T11 :

Central de fusíveis do
vão do motor
Central de relés e fusíveis do painel

Conectar das lanternas

Jit---- BRIRX ---~


AMICZ ---~

Interruptor do res.
Painel de Conectar do interruptor do pedal de freio (IPF)
do fluido de freio
instrumentos

Localização do interruptor do pedal de freio e sua


vista em detalhe

Conector do brake light

1 2

141
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

Conector do interruptor do freio de estacionamento Localização do interruptor do freio de estaciona-


mento e sua vista em detalhe
-
-
~~ -
~

_,
.

Conector do interruptor do reservatório do fluido Localização do interruptor do reservatório do fluido


de freio de freio

l PRND
Seta dianteira esquerda
~T04
CillJ
l P~R ~ ~SR ------- ...

: T10 ( SDD )

l PRICZ ~ CV~M
;; T05
@[)
1P~R ~ CVAM ----~~~~-- DIR
Interruptor de múltipla
~T10 função
DIR

~ Central de relês e fusíveis


~ do painel ~

I ~ ~
L---0?3:D----J

Painel de
inslrumentos

142 ~----------------------------------------------------------------
- Conectar das luzes indicadoras de direção dianteiras
FORO KA 1.0 Flex -Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

Conectar das lanternas

. , Diagrama da sirene do alarme

Conector da sirene do alarme

[~~ ~l
CZ/RX --'-----4!"'Bi2 ~

Sirene do 'f TOS Módulo de


alarme conforto

Localização do conector da sirene do alarme

Conectar B do módulo de conforto (MCF)

• Diagrama da Buzina

~ PRICZ
PRND l
Buzina - TOS
T04 'f

Qj'QJ
C~M+---~--~~E~S~Q~~~DI~R)-------1--- VM ---------
Interruptor de
Bateria Central de fusíveis do Central de relés e fusíveis múltipla função
vão do motor do painel

--------------------------------------------------------------~ 143
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

Conector da buzina Localização da buzina


-

~ Tomada12V
CillJ c::fE:J @MJ 'BÃf'
Qj]J ( M.F6 ) ~
VDNM ~ MRNM ~ VM ~Tn<+
Central de relés e fusíveis Central de fus1ve1s do 8atena
. T01

Tomada de 12 Volts
l
'i'"
TOS -
do painel vão do motor

Conector da Tomada 12V Localização da Tomada 12V

• Diagrama da luz de cortesia

Central de relês e fusíveis Central de fusíveis do


do painel ( MCF 1 vão do motor

Jt------ VD/~ ~
Luz de cortesia
Módulo de
conforto

144 ~------------------------------------------------------------------
- Conector da luz de cortesia
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

Localização da luz de cortesia

. , Diagrama do lmoblllzador

Cfl[} (CHAVE)

CZ/RX -----~ MRIAM ~34

QID
r-----~~E~S§O~~~ RXNM ---------~
I
( CVM)

8
Central de fusíveis do CMQJ
RXIMR- - - - A4
vão do motor ~::::::::)
- - - - - - RXJCZ - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - A13

Módulo do Módulo de
imobilizador comando

Conector da imobilizador Localização do imobilizador

ITJ ( MCF)

l'RNO~;b------ AZILA --------.{J


'F Interruptor Módulo de
• T04 do capô conforto

145
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

Conector do interruptor do capô Localização do interruptor do capô

do alarme
CE] ( MCF )

(~~--------------"~'--------------~
Sensor de presença
do alarme
Módulo de
conforto

Conector do sensor de presença do alarme Localização do sensor de presença do alarme

Motor do vidro Motor do vidro


elétrico E elétrico D
@Z[) L:]YQ)
Módulo de
conforto

--------------- M~AM --------------·

- - - - - - - - - - - - - - - VD/LA - - - - - - - - - -

--------------- M~~ ---------

Comando do vidro Comando do vidro


elétrico E elétrico D

146 ~------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

@]
;;;:.__---'"'\

...----AZJRX-----4(
RX/lA----·

Bomba dos
Motor do limpador lavadores do
do para-brisa para-brisas

Interruptor de
múltipla função

Motor do limpador
traseiro @]
( MFS)
----. Central de relês e fusíveis do painel

VM ~~--------- CZNM --------~


Qilll

Bateria Central de e fusíveis do


vão do motor

Conector do motor do limpador do para-brisa Conector da bomba do lavador do para-brisa

Localização do motor do limpador dianteiro

147
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

RXJLA -----~~~..,____- _-_-_-_-_-_-_. . . -+- ::~


MR ----------------------------
'
--------------------------~ P~BR 3
8
--------------------------~ ?~~ 4
@]
Res. de controle
CID de velocidade da
~ RXICZ ventilação interna

"'~ ( Relé9) c::Mill


u .S~==~==~il~--Jt--- RXNM ----------~E~SQ~~~~~) PRNM ~
~ Relé da ignição
RXILA ~
<( Cfl§J ~ Motor do
ventilador interno

~JG~
~~----~---RXNM____j CZNM - - - - - - . J

I l1ID
~~----;----------------------------------------------
Central de relés e fusíveis
do painel
cz ---------------------------------------------------------------- cz
PR ~
P~CZ "l

Comando da : TOB Interruptor de


ventilação interna múltipla função

Conector do comando da ventilação interna Conector da resistência da ventilação interna

Localização do conector da resistência da ventilção


Resistência da ventilação interna
interna

148 ~-------------------------------------------------------------------
- Localização do comando da venriliação interna Conectar A do IMF
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

[I[)
CEJ

o
( VNT ) L Relé8 )

~•mel ~"
VD/BR

86 85
::;; ::;;
<( Relé do sistema de >
arrefecimento
~

do radiador T04 : ( CVM )

--'
CZNM
CTIJ
INF lij
Sensor de temperatura
::;; do liquido de arrefecimento
>
--' 00

Bateria
Central de fusíveis do
MRNM

Central de relés e fusíveis


"~ Painel de
vão do motor do painel ins.trumentos

Conectar do motor do eletroventilador Localização do conectar do motor do eletroventilador

-----------------------------------------------------------------' 149
FORO KA 1.0 Flex • Sistemas Elétricos • Diagramas elétricos

das travas elétricas


( TEDE) ( MCF )
( CA04)

ííll RX/CZ

CZ/MR

MRND

VD/RX

CZ/AM

PR
PR l
Trava
elétrica E Toa =-

( TEDD)
( CAOS)

ííll RX/CZ

CZ/MR

MRND

BR BR

CZ/AM

PR
PR l
Trava
elétrica D (CA06) TOS'f
VD/BR
(TEPM)
BR

ííll VD/BR
( TEPM)
"'
( TEPM)

ííll
al
MR

PRICZ
ííll l PR cz Módulo de
conforto

Trava elétrica Conectorde


: TOS
Comando de c:JMD
do porta-malas abertura do porta-malas abertura do porta-malas

lSPJ
~ Lffij
~~ MR/AM ~-------------===~------------,_-------- VDNM
( CVM )
l BAT I
Interruptor de

1---------- RXNM ~
CflQ] CZ/VM ~
Qill) VM ~
+ UI . múltipla função

W'J .
Central de relés e fusíveis Central de fusíveis do Bateria T01 'f
do painel vão do motor

Conector das travas elétricas Conector do comando de abertura do porta-malas

150 ~----------------------------------------------------------------
- Conector de abertura do porta-malas
FORO KA 1.0 Flex -Sistemas Elétricos -Diagramas elétricos

Conector da trava elétrica do porta-malas

Localização do comando de abertura do porta-malas

• Diagrama do sistema de 6udio

----------------------~---~ ~0
01iD

CflD
VDNM ~ MRIAM

Interruptor de
múltipla função

Central de relés e fusíveis Central de fusíveis do


do painel vão do motor

(CA05)

--------------~-------- : : ----------«
Pré-disposição do alto-falante D
------------- : : Pré-disposição do alto-falante D

.____________s::R_______________~---------B::R_________-« Pré-disposição do alto-falante E


Pré-disposição do alto-falante E

Rádio

151
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

Conectar de abertura do porta-malas Conectar A do IMF


-

do vidro traseiro

@]
Cfl§J ( CHAVÊ)

AMJAZ ------~..,__-,..-- MRJAM ------<IFSOO{D>----- RXNM -------,

Central de fusíveis do
vão do motor

,._. . .;. _ .,.. ~.,.. ~_,1


PR 1= Desembaçador do
v1dro trase1ro
T1 "f
1
:

Comando do Central de relés e fusíveis


desembaçador do painel
traseiro

Confira a relação completa de


veículos abordados em nosso site:
www.mecanica2000.com.br

TELEVENDAS
•• ~:::;;:::,~~..!... 4003-8700 www.mecanica2000.com.br

152 ~----------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

com ar-condicionado
·OOJ

VD/BR ~[)
VD/AZ ~
vo - - - - - - 4 Resistência do
eletroventilador
cz ( VNT )

PRICZ l VD/BR ~
Pressostato do
TOS : PRIVO ~
ar-condicionado
I_
: T04
Eletroventilador
do radiador
C]YE)

....- - - - + - AM

Sensor de temperatura
do liquido de arrefecimento
Módulo de
(CP.A!C) comando

~:--+---+---
1
RX/BR

Embreagem do ~
compressor do sistema TOS
de refrigeração de ar

r~ MRIAM
L - - - - - - - - RXIVM

CfO Central de relés e fusíveis

r~J-------i=I::,
do vão do motor
,.__ _ _ AM/AZ ------...J
....--- AMNO -------~
._____ cz -----------~

Painel de Comando do Interruptor de


instrumentos : TOS ar-condicionado múltipla função

lj yJ:J!f.J f!.!) ::1!J:::}


uYJa [jfliJJú!f1J z !!J:!!JW
3JJJ !;I:J
Confira a relação completa
de manuais disponíveis em:
www.mecanica2000. com.br

153
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

Conector de abertura do

V:/:R----------~--------------------------------------~=:~~~~~~~~~~-V:/:R------- - --------------««
porta-malas (1)
Trava elétrica do porta-
malas (1)
( CA04)
Motor do vidro elétrico E (2)

VD - - - - - - - - - - - - - - - J t - - - - - - VD ------« Motor do vidro elétrico E (1)

. - - - - - - - AM/RX - - - - - « Comando do vidro elétrico E (7)

AVCZ - - - - - - - - - - - - - - . - - - - - - AVCZ - - - - - « Comando do vidro elétrico E (1)

M~~ ---------~~---- .------- M~~ - - - - - « Comando do vidro elétrico E (2)

VDIRX -----------11----- , . _ - - - - - VD/RX - - - - - - « Trava elétrica E (4)


.,._ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _---<K Trava elétrica E (1)
~cz -------.----11----.

CZJAM ------..--t----11----- CZJAM - - - - - - « Trava elétrica E (6)


CZJMR ----.--T--t----11----- CZJMR ----------« Trava elétrica E (2)

M~D --t-1--r--t--lr--~UJtb~il,_----- M~D -----« Trava elétrica E (3)

)11------- CZJAM --------<K Motor do vidro elétrico O (1)


RX --~r--t-;-~r--;----. )11------- RX - - - - - - - - « Comando do vidro elétrico O(7)

BRILA --t---T--+-11---+----~ .,__ _ _ _ _ _ BRILA - - - - - « Comando do vidro elétrico O (1)

)11------ M~~ - - - - - « Comando do vidro elétrico O (2)


BR ---~-4---+--+---------4 - - - - - - - BR - - - - - - « Trava elétrica O (4)

Trava elétrica O (1)


PR I l i t - - - - - - CZJAM -----------« Trava elétrica O (6)
P~CZ -1_
) i i - - - - - - CZJMR -----------« Trava elétrica O (2)
TOS "i'
Trava elétrica O (3)

AMNM

Sensor de presença Central de relés e fusíveis


do alarme do painel

L,_---« IMF-A(11)/ Lanterna O (2)/


Luz indicadora de direção DO(1)

IMF-A (5)/ Lanterna E (4)/


MC-A(16) L-----« Luz indicadora de direção DE (1) Painel de
instrumentos
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - « Interruptor do capô (1)
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - « Luz cortesia (1)
MR - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - « Comando de abertura
do porta-malas (2)
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - « Sirene do alarme (2)
cz - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - « Tomada de diagnóstico (7)
Módulo de
conforto

154 ~---------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - Diagramas elétricos

O módulo de conforto está localizado no painel central, Conector A do módulo de conforto (MCF)
atrás do comando da ventilação interna.

Descrição dos pinos do módulo de conforto (MCF)


Pino Aplicação
A1 CA 04 Macho (13)
A2 CAOS Macho (13)
A3 Vazio
A4 Vazio
AS CA 04 Macho (1S)/ CAOS Macho (1S)
A6 CAOS Macho (1S)
A7 Vazio
Conector B do módulo de conforto (MCF)
AS Vazio
A9 Vazio
A10 Vazio
A11 Vazio
A12 Vazio
81 TOS
82 Vazio
83 CA 06 Macho (G)
84 Comando de abertura do porta-malas (2)
8S Vazio
86 MC-A(16)
Conector C do módulo de conforto (MCF)
87 Interruptor do capô (1)
8S Vazio
89 TOS
810 Luz de cortesia ( 1)
811 IM F-A (11 )/Painel (21 )/Luz indicadora de dire-
ção DO (1 )/Lanterna D (2)
--'
812 Sirene do alarme (2)
813 CA 04 Macho (1)
814 CAOS Macho (1)
81S Tomada de diagnóstico (7)
816 CA 04 Macho (20)
Módulo de conforto
817 Fusível 29 da CP (ESQ)
81S CAOS Macho (12)
819 IM F-A (S)/ Painel (17)/ Luz indicadora de dire-
ção DE (1)/ Lanterna E (4)
820 Painel (19)
821 CA 04 Macho (11)
_..,.
822 CA04 Macho (12)
823 Fusível 31 da GP (SUP)
C1 Sensor de presença do alarme (2)
C2 Sensor de presença do alarme (3)
C3 Sensor de presença do alarme (4)
C4 Sensor de presença do alarme (1)
cs CA 06 Macho (A) Localização do módulo de conforto
C6 CA 04 Macho (2)/ CAOS Macho (2)
C7 Vazio
CS CA 04 Macho (3)/ CAOS Macho (3)
C9 CA 04 Macho (6)/ CAOS Macho (6)
C10 CA 04 Macho (7)/ CAOS Macho (7)
C11 Vazio
C12 CAOS Macho (11)

--------------------------------------------------------------------J 155
Ford KA 1.0 Flex - Sistemas Elétricos - lmobilizador

Descrição Transceptor

É um sistema antifurto, projetado para dificultar a ação


O transceptor, localizado no cilindro da chave de
de furto do veículo. Ele é ativado ou desativado ignição, possui uma antena conectada ao módulo
automaticamente assim que se liga e se desliga a eletrônico integrado, para o envio de sinal de
ignição. O sistema é constituído de: chave de ignição reconhecimento ou não das chaves (Fig.2).
com transponder, transceptor(transmissor/receptor),
no cilindro da chave de ignição, módulo de controle
eletrônico do motor, grupo de instrumentos(painel), Fig.2 - Transceptor no cilindro da chave
motor de partida, ignição eletrônica, bicos injetores, luz
indicadora do sistema PATS, e o conector de link de
dados

Funcionamento

A partir do momento em que a chave de ignição é


ligada, inicia-se a comunicação entre o transmissor e o
módulo de controle eletrônico do motor. Se esta
comunicação estiver correta, o transponder é ativado,
pelo módulo eletrônico do motor, e responde com o
código de identificação para o processamento. O código M6dulo de controle do motor
do transponder é processado pelo módulo, e caso o
mesmo esteja gravado no sistema, a partida é liberada e A antena, no transceptor, envia sinal ao módulo eletrô-
o motor do veículo entra em funcionamento. Se o nico integrado (Fig.3).
código não estiver gravado, ficam inibidos o motor de
partida e os sistemas de ignição e injeção eletrônica. Fig.3- Módulo de controle do motor
Como sinal visual, o sistema imobilizador envia, a cada
dois segundos, um sinal à luz indicadora, localizada no
painel de instrumentos, enquanto a chave de ignição
estiver desligada.

Chaves codificadas
As chaves possuem, :'transponder", em suas
empunhaduras, que contém um código de identificação
encriptografado, com milhões de combinações pos-
síveis, e modificando-se automática e aleatoriamente. Grupo de insrumentos
Todo veículo, ao sair de uma concessionária, deve
possuir duas chaves já codificadas (Fig .1). No grupo de instrumentos ou painel localiza-se a luz
espia do sistema (Fig.4).
Fig.l - Chaves codificadas
Fig.4 - Grupo de instrumentos - Painel

156 ~-------------------------------------------------------------------
- Motor de partido ~
Ford KA 1.0 Flex • Sistemas Elétricos • lmobilizador

Luz espia no painel de Instrumentos

A partida não é liberada, quando a chave não é A luz espia indica sistema ativo através de piscadas, a
reconhecida, pois o relé de partida não envia sinal de cada dois segundos, quando a chave de ignição estiver
tensão para o motor de partida (Fig.S). desligada; e também sinaliza chaves não codificadas e
demais falhas no sistema (Fig.8).
Fig.S · Motor de partida
Fig.8 - Lâmpada espia do painel de instrumentos

Conectar de dlagnoses
Sistema de Ignição
O conector de diagnose é utilizado para introdução do
A ignição também é bloqueada quando não for reco- scanner, para verificação de falhas e também, para a
nhecida a chave pelo sistema (Fig.6). programação de novas chaves (Fig. 9) .

Fig.6 - Bobina de ignição Fig.9- Conector de diagnoses

Sistema de Injeção Programação de chaves


Também o sistema de injeção não é acionado, quando a
chave não é reconhecida, e, consequentemente, os [~]Toda chave codificada deve estar progr.amada pelo
bicos injetores não são energizados (Fig. 7). módulo de controle eletrônico do motor. As
mesmas , podem ser programadas por uma
Fig. 7 - Bicos injetores concessionária Ford, porém, se existirem duas chaves
codificadas, novas chaves poderão ser adicionadas,
com limite máximo de oito chaves (Fig.l).

Fig.l - Chaves programadas

(]]Somente as chaves, com a guia do transponder,


azul, podem ser utilizadas nesta programação.

--------------------------------------------------------------------~ 157
Ford KA 1.0 Flex • Sistemas Elétricos • lmobilizador
.
Na figura, duas chaves programadas, e uma chave a ser A luz espia iluminará por dois segundos, para
codificada com transponder descodificado ao lado indicar que a chave nova foi programada.
(Fig.2).

Se a programação não for bem sucedida, assim


Fig.2 - Kit de chaves para programação que a nova chave na ignição for acionada, a luz
indicadora no painel acenderá, piscará por
aproximadamente um minuto, e em seguida,
apresentará o código de falha. Se isto ocorrer,
t) I . aguarde por vinte segundos e repita a operação.

Uma outra nova chave pode ser programada,


girando-a na ignição, dentro dos dez segundos da
programação da chave anterior. O modo de
programação estará fora a partir dos dez
segundos.

Na tentativa de programação de uma chave nova


1- Insira a 1a chave programada na ignição e gire-a até a que já está programada no módulo de controle, a
posição "ligada". Num intervalo de até cinco segundos, luz espia funcionará normalmente e indicará a
retorne a chave para a posição "desligada", e remova-a. programação, com duas piscadas, e apagará a
Repita o procedimento, com a 2" chave, e também, num seguir.
intervalo de cinco segundos, remova-a (Fig.1).

Na tentativa de programar uma nova chave,


Fig.1 -Chave programada na ignição quando oito chaves já estiverem programadas no
módulo de controle do motor, ou uma chave
inválida (código em formato incorreto), a luz
espia, iluminará por um minuto enquanto a
ignição estiver ligada.

Relação de c6dlgos de defeitos

Código 11 Sinal do transceptor não detectado.

Código 12 Antena interna do transceptor


2-Introduza o transponder na 3" chave, sem progra- não conectada.
mação; insira-a na ignição e gire-a até a posição ligada,
num intervalo de até 10 segundos. Dessa forma, a Código 13 Código da chave de ignição não ·detectado.
codificação estará concluída·. À partir deste momento, a
chave que foi programada, já deve dar partida no motor, Código da chave de ignição
e o veículo deve entrar em funcionamento (Fig.2). Código 14
parcialmente percebido.
Comunicação deficiente entre centrais
Fig.2 - Veículo funcionando com nova chave Código 15 ou erro na calibração da central de
injeção eletrônica.
Procedimento executado com menos
Código 16
de duas chaves programadas.
Procedimento executado com menos
Código 21
de duas chaves programadas.
Chave não programada ou com
Código 21
código errado.

Os códigos 31,32 e 33, referem-se a veículos mo-


vidos a óleo diesel.

158 ~-------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Sistema de alimentação de combustivel

Conjunto do cânister Conjunto da bomba de combustível


Tanque de combustível Bocal de enchimento do tanque
Linha de alimentação Filtro de combustível
Linha de vapor do cânister Linha de retorno
Motor Válvula de purga do cânister

do sistema de de combustível

O sistema de alimentação de combustível compre- O sistema é dotado de um interruptor inercial, que


ende todos os comp<:mentes que armazenam e interrompe, por medida de seguranÇa, a alimen-
conduzem o combustível: tanque, bomba de tação elétrica da bomba de combustível em caso
combustível, tubulações, mangueiras, regulador de colisão do veículo.
de pressão, tubo distribuidor e eletroinjetores.
A bomba, que trabalha submersa ao tanque, envia Fig.l- Localização do acesso ao conjunto da bomba
combustível através da linha de alimentação aos de combustível
eletroinjetores. A bomba tem também a função de
pressurizar a linha de alimentação. Um regulador
de pressão mantém a pressão de alimentação
constante em 3,8 bar. Possui também um filtro de
combustível (filtro de tela e microfiltro),
localizado dentro do tanque, que retém as impu-
rezas sólidas do combustível.
Os eletroinjetores recebem o combustível, prove-
niente do tubo distribuidor e o injetam no interior
do coletor de admissão.

~~-----------------------------------------------------------------' 159
FORO KA 1.0 Flex • Injeção Eletrônica • Sistema de alimentação de combustível

Fig. 2 - Diagrama do sistema de alimentação de combustível

~BA ) A bomba de combustível


Bomba de
combustível mantém pressurizada a
linha de alimentação até
o tubo distribuidor.

Filtro de
combustível Localização do relê da bomba de combustível

Galeria de distribuição
~ ou tubo distribuidor
Módulo de comando

Diagramo elétrico do bomba de combustível

o
c QID·- ' j DIR
40A
VM -+-----+--~

l CZ/RX ~~-----
25 A
)-t--'1
~
Central de relés e fusíveis
do vão do motor
~ ~ ~ LCHW~
B Central de relésefusiveis
do painel de instrumentos
~ RXNM ----H~--------.,......r+t'
~
~--~~---------CZ/RX ----------------------CZ/RX

f!s4 ESQ

VD/AZ--« Painel (29)


i
T ~--~C~e-nt-ffi~l~de-r-el~és_e_f~us~iv-e~is-~

1
AM/RX --<< Painel (08)
do painel de instrumentos
RX/BR - - - - - - - - - - - '

MC·A(15)
Bomba de
combustível

~1----- vo --------------------------------------- vo

Especificação técnica:
Módulo de
comando
Regulador de pressão LP

47562/246

160 ~------------------------------------------------------------------~~
=-
Reguladores de pressão
Exclusivo tratamento para linha Álcool e Gasolina

A I L,. ®mantém o mesmo padrão


interno para todos os modelos:

1 Conexão p/ o coletor
de admissão
2 Mola de pressão
3 Diafragma
4 Anel oring de vedação
5 Filtro tela da admissão
6 Entrada de combustível
7 Oring de vedação retorno
8 Retorno de combustível

· O regulador de pressão é responsável por manter a


pressão do circuito de combustível de forma compatível
com a pressão ideal para o funcionamento dos bicos
injetores.

· Internamente os reguladores de pressão possuem


duas câmaras isoladas entre si por um diafragma onde
uma fica em contato com combustível e a outra com o
vácuo do coletor de admissão; em sistemas onde o
regulador esteja montado junto à bomba, não se utiliza
este recurso.

· Os reguladores LP são construídos em aço inox zamak


e aço carbono beneficiados por processo de tratamento
térmico e químico conferindo-lhe altíssima resistência a
corrosão.

· Com diafragma e anéis em Viton aliado ao sistema de


válvula lapidada garante o funcionamento perfeito e du-
radouro com gasolina ou álcool.
®
LP INDÚSTRIA ECOMÉRCIO DE PEÇAS PARA CARBURADORES LTDA
www.lp.ind.br email: lp@lp.ind.br LP
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Sistema de alimentação de combustível IL p I
~~======~~--==~~~==================~========

O sistema antievaporativo tem a função de evitar que vapores de combustível, produzidos no tanque de
combustível e no reservatório auxiliar de gasolina, sejam expelidos para a atmosfera. Esses vapores,
conforme a condição de funcionamento, podem ser admitidos pelo motor e queimados junto com o
combustível; ou são conduzidos ao cânister, filtro de carvão ativado, que os absorve, evitando a poluição
atmosférica por hidrocarbonetos não queimados. O sistema do FORD KA é simples e possui como
componentes o próprio cânister, a válvula de controle de purga (CANP), além de mangueiras para
interconexão dos reservatórios e o coletor de admissão.

Circuito elétrico

o a:
z
a:
u... )JM+---~VM
u
v
$ Central de relés e fusíveis
<( do vão do motor
...... - - - - - AM/R X - - -- - - - - - - - - - - - - - '
~

......
_J '--J
_J
UJ MR/AM
a: '--'
<(
::E '--'
......
1--
UJ ~

z
l.9 A52'- - - - - - - 4 1 1 ( - - - - RX _ _ _ _ _.I RX Central de relés e fusíveis
do painel de instrumentos '---'
<(
::E
'--'
Módulo de .__,.
comando

Fig. 3 - Diagrama do sistema antievaporativo ___,


'-.__..

Controla o fluxo de vapor de


combustível gerado no tanque,
durante os vários regimes de
funcionamento do motor, evitando
Tanque de combustível a poluição atmosférica por
hidrocarbonetos e contribuindo
para a economia de combustível.

Filtro de recuperação
de vapor do Cânis1er ~P)
Válvula de
purga do cãnister

162'---------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Sistema de alimentação de combustivel

-SPF
O sistema auxiliar de partida tem a função de vaporização do álcool. O sistema é automático, e
perm1t1r que o motor entre em operação em não exige a intervenção do condutor para entrar
temperaturas inferiores à temperatura de em operação.

Fig. 4 - Diagrama do sistema de partida a frio

~C )
Válvula de
corte de
combustível

Localização
do relé de
partida a frio

~ gasolina no
Bomba de coletor de
partida a frio
admissão

Relé de partida
a fno

Central de relés e fusíveis


do painel de instrumentos
Válvula de
Bomba de corte de
gasolina para combustível
partida a frio
AM/~--------------------------------------------..J

Módulo de
comando

~~----------------------------------------------------------------- 163
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Componentes e suas localizações

O sistema de injeção Magneti Marelli IAW 4CFR.NR é um sistema de injeção multiponto sequencial, que
opera em conjunto com o sistema de ignição. Possui vários componentes em diversas partes do veículo. Veja
abaixo, a representação da distribuição dos componentes, com a orientação de suas localizações no veí-
culo.

•m .
A central de controle do motor, tratada pela Mecânica ~
2000 como MC (Módulo de comando) é uma central capaz de Bomba de
controlar o tempo de injeção e o avanço de ignição. Através do combustlvel
monitoramento da correção de combustível, em longo prazo,
o MC detecta as falhas, e registra os códigos de falhas, que
podem ser acessados por um scanner.

__,
(HE~
~C ) Sensor de
oxigênio 1
'---"

Válvula de
corte de
combustlvel
~ "---'
Módulo de
comando

'---'

____,

r c! ~ ~ Sensorde
r!l r!l
Conjunto Sensorde Atuadorde posição da Sensor de Sensor de
medidor de detonação marcha lenta arvore de PÇ>Si~ da temp. do líq.
densidade manivelas bo lata arrefecimento

'--'
164 ~-------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex ·Injeção Eletrônica. Componentes e suas localizações

eletriJnlca Mareii/IAW 4 CFR.NR

Sensores Atuadores

(HE~ ~
Sensor de Atuador de
oxigênio 1 marcha
lenta

(HE~ ~
Sensor de Bobinas
oxigênio 2 de ignição

~
~~e~~~
bustlvel

r c! ~MBA)
Conjunto Bomba
medidor de de com-
densidade bustível

( C~ ~
Sensorde Bomba
posi~o do de partida
comando de afno
válvulas

~ ~C)
Válvula
Sensorde de corte
~~~~~~ de com-
bustível
manivelas

( T~ ~P)
Sensor de Válvula de
posicão da purga do
borboleta cãmster

( V~ ~E )
Sensor de Válvula
velocidade termostática
eletrônica

~ O sistema de injeção do Ford KA é composto por 19


Sensorde componentes: o módulo de comando (MC), 10 sensores e 8
detonação
atuadores. Os sensores transformam eventos mecânicos em
sinais elétricos, perceptíveis pelo módulo de comando. Os
~
atuadores transformam sinais elétricos de comando em eventos
Interruptor
mecânicos. Como exemplo, os eletroinjetores ao receberem o
de pressão comando do MC, deslocam suas agulhas internas, permitindo o
do óleo
escoamento de combustível para o motor. Nas páginas
seguintes é possível conhecer mais sobre esses componentes,
bem como suas exatas localizações.

----------------------------------------------------------------~ 165
~~~===
FO=R=D=KA--
1.0·F·Ieix.-1~~-
eç.
ão·E·Ie.tro.·n.ic.
a-·C·o·
m.~.
ne.nt.es·e·s·ua·s·lo.ca~li~
. ç~
---
..s~. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. r

• Módulo de comando- MC -Item 1

Localização do Módulo de
Comando- MC Detalhe da localização do MC Módulo de Comando - MC

Localização do sensor de Detalhe da localização do


oxigênio 1 - HEGO 1 Sensor HEGO 1
HEGO 1

Localização do sensor de Detalhe da localização do


oxigênio 2 - HEGO 2 Sensor HEGO 2
HEG02

Localização do sensor de temperatura


do líquido de arrefecimento - ECT Detalhe da localização do ECT Sensor ECT

166 '-------------------------------------------------------------~
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Componentes e suas localizações

Medidor de Densidade - CMD -Item 5


Localização do conjunto medidor
de densidade - CMD Detalhe da localização do CMD Sensor CMD

do comando de v61vulos - CMP -Item 6


Localização do sensor de posição
do comando de válvulas - CMP Detalhe da localização do CMP Sensor CMP

do 6rvore de manivelas - CKP- Item 1

Localização do sensor de posição Detalhe da localização do CKP Sensor CKP


da árvore de manivelas - CKP

do borboleta - TPS - Item 8


Localização do sensor de posição Detalhe da localização do
Sensor TPS
da borboleta - TPS senso r TPS

--------------------------------------------------------------------' 167
-....::1----
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Componentes e suas localizações

Atuador de marcha lenta - IAC- Item 9

Localização do atuador de Detalhe da localização do


Atuador de marcha lenta - IAC
marcha lenta - IAC atuador IAC

Sensor de velocidade - VSS -Item 10

Localização do sensor de
Detalhe da localização do VSS SensorVSS
velocidade - VSS

-KS -Item 11

Localização do sensor de Detalhe da localização do


Sensor KS
detonação - KS sensor de detonação - KS

- M6dulo OIS -Item 12

Localização do conjunto do módulo Detalhe da localização do


de ignição - DIS módulo de ignição - DIS Módulo de ignição - DIS

1~ '-----------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Componentes e suas localizações

-Item 13
Detalhe da localização dos Eletroinjetor - INJ
Localização dos eletroinjetores - INJ
eletroinjetores - INJ

de combustível) -Item 14
Localização do conjunto da Detalhe da localização da
Bomba de combustível - SAC
bomba de combustível - (SAC) bomba de combustível - SAC

- BPF -Item 15

Localização da bomba auxiliar


Detalhe da localização da BPF Bomba auxiliar de gasolina BPF
para partida a frio - BPF

Válvula de corte de combustível- VCC- Item 16

Localização da válvula de corte


Detalhe da localização da VCC Válvula VCC
de combustível - VCC

-----------------------------------------------------------------J 169
FORO KA 1.0 Flex • Injeção Eletrônica • Componentes e suas localizações

Eletrov6lvula de do c8nlster - CANP - Item 17


Localização da eletroválvula de purga Detalhe da localização da eletrovál·
Eletroválvula CANP
do cânister · CANP vula de purga do cânister · CANP

V6lvula termost6tlca eletr8nlca - VTE- Item 18


Localização da válvula terrnostática Detalhe da localização da válvula
Válvula VTE
eletrônica · VfE termostática eletrônica · VTE

Localização do intenuptor de Detalhe da localização do


Interruptor IPO
pressão do óleo · IPO interruptor do óleo · IPO

Sistema de
REFRIGERAÇIO de AR
Kit de treinemento composto por um
menuel de 176 pígines, trls OVOs e
quetro C01 com eproximedemente
2:15 hor11 de vfdeo.

Adquira através
do televenda : 4 :.o J..,~IJJQ~

170 ~---------------------------------------------------------------
- FORO KA 1.0 Flex • Injeção Eletrônica • Códigos de falhas no Scanner Rasther 11

O scanner automotivo é um equipamento que Rasther conectado ao veículo


permite uma comunicação direta com as centrais
de comando existentes no veículo. Esta
ferramenta possibilita uma revisão rápida dos
parâmetros operacionais do veículo, além de
proporcionar um diagnóstico rápido e preciso, em
caso de falhas.
O Rasther deve ser conectado ao terminal de
diagnóstico (DIAG), localizado a direita da caixa
de relés e fusíveis do painel de instrumentos, e o
conectar a ser utilizado é o C-16.

Conectar C-16- V2 Localização do conectar de diagnóstico

. .....

- _. I

Central de relés e fuslveis


do painel de instrumentos Central de relés e fusíveis

t
do vão do motor
RXNM---« Luz de cortesia (03)

RXNM ---« Rádio (08)


Conectar de diagnóstico

BR/AZ - - « MC · A (07)
BR - - « MC ·A (06)
CZ --«Módulo de conforto B (15)

Conector de
diagnóstico

--------------------------------------------------------------------~ 171
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Códigos de falhas no Scanner Rasther 11

Tabela de códigos de det.~ito do sistema de Injeção
Código Item detectado
P0106 Circuito de pressão do medidor de densidade (CMO)- medição incorreta
P0107 Circuito de pressão do medidor de densidadade (CMO) -circuito aberto
P0108 Circuito de pressão do medidor de densidade (CMO)- em curto com o positivo
P0112 Circuito de temperatura do medidor de densidade (CMO) - curto ao terra
P0113 Circuito de temperatura do medidor de densidade (CMO)- curto ao positivo
P0117 Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (ECT)- curto ao terra
P0118 Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (ECT)- circuito aberto
P0122 Sensor de posição da borboleta do acelerador (TPS)- circuito aberto/curto ao terra
P0123 Sensor de posição da borboleta do acelerador (TPS) - curto ao positivo
P0130 Sensor de oxigênio aquecido (HEGO) -funcionamento irregular
P0135 Aquecedor do sensor de oxigênio (HEGO)- funcionamento irregular
P0201 Injetor do cilindro 1 com circuito aberto (INJ)
P0202 Injetor do cilindro 2 com circuito aberto (INJ)
P0203 Injetor do cilindro 3 com circuito aberto (INJ)
P0204 Injetor do cilindro 4 com circuito aberto (INJ)
P0261 Injetor do cilindro 1 com curto ao terra (INJ)
P0262 Injetor do cilindro 1 com curto com positivo (INJ)
P0264 Injetor do cilindro 2 em curto ao terra (INJ)
P0265 Injetor do cilindro 2 com curto ao positivo (INJ)
P0267 Injetor do cilindro 3 em curto ao terra (INJ)
P0268 Injetor do cilindro 3 em curto com o positivo (INJ)
P0270 Injetor do cilindro 4 em curto ao terra (INJ)
P0271 Injetor do cilindro 4 em curto com o positivo (INJ)
P0315 Adaptação incorreta do sinal de rotação do motor (CKP)
P0325 Sensor de detonação com funcionamento irregular (KS)
P0335 Sensor de rotação com funcionamento irregular (CKP)
P0444 Eletroválvula de purga do cânister com circuito aberto (CANP)
P0458 Eletroválvula de purga do cânister com curto ao terra (CANP)
P0459 Eletroválvula de purga do cânister com curto ao positivo (CANP)
P0500 Sensor de velocidade do veículo com funcionamento irregular (VSS)
P0505 Atuador de marcha lenta com funcionamento irregular (IAC)
P0601 Módulo de comando apresenta falhas (MC)
P0604 Erro de acesso à memória do módulo de comando (MC)
P0605 Módulo de comando lê somente memória ROM (MC)
P0606 Módulo de comando com funcionamento irregular (MC)
P0627 Relé da bomba de combustível com circuito aberto
P0628 Relé da bomba de combustível em curto com o terra
P0629 Relé da bomba de combustível em curto com o positivo
P0645 Relé de corte do NC com circuito aberto
P0646 Rei é de corte do NC com curto ao terra
P0647 Relé de corte do NC com curto ao positivo
P0691 Relé da 1• velocidade do ventilador de arrefecimento do motor com curto ao terra
P0692 Rei é da 1• velocidade do ventilador de arrefecimento do motor com curto ao positivo
P0693 Relé da 2• velocidade do ventilador de arrefecimento do motor com curto ao terra
P0694 Relé da 2" velocidade do ventilador de arrefecimento do motor com curto ao positivo
P1432 Válvula termostática eletrônica com funcionamento irregular (VTE)
P2300 Bobinas de ignição (enrolamento A) com circuito aberto ou em curto com o terra (OIS)
P2301 Bobinas de ignição (enrolamento A) em curto com o positivo (OIS)
P2303 Bobinas de ignição (enrolamento B) com o circuito aberto ou em curto com o terra (OIS)
P2304 Bobinas de ignição (enrolamento B) em curto com o positivo (OIS)

lnfonne-se sobre nossa coleção de Manuais em CD.

TELEVENDAS
•• ~~:;::::,!~~.. 4003-8700
www.mecanica2000.com.br

172 ~-------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Pinagem do módulo de comando

~---

ConectarA
Borne MC Cor fios Some componente - Descrição
32 Vazio
33 vazio
34 VD Fusível4 (DI R) (CP) / Interruptor inerdal (02)
35 vazio
36 vazio
37 vazio
38 AM/AZ. 2do reléde partida a frio (Relé 5 da CVM)
Terminal elétrico do MC - A 39 vazio
40 AM 86 do relé do sistema de arrefecimento (Relé 8 da CVM)
41 vazio
42 VD 2 do CA02 (M)
43 vazio
44 PR!CZ T02/ MC -A(03)/ MC -A(27)/ MC ·A(28)
45 vazio
46 AZICZ 5do relé de partida a frio (relé Sda CVM)/ BPF (02)/VCC (01)
-..J
47 CZ/RX Fus 28 (DI R) (CP) /IMO (01) / 86 do relé prindpal (Relé 7da CVM)
48 vazio
49 vazio
50 AM/AZ. vss (03)
51 vazio
52 BRIM R CANP(01)

Terminal elétrico do MC - B

ConectarA
Borne MC Cor fios Borne componente - Descrição
01 VD/MR HEGO 1 (01)
02 BRILA HEG02(01)
03 PRICZ T02 1MC -A (27)1 MC -A(28)1 MC -A(44)
04 RX/MR IM0(03)
Conectar 8
05 vazio
Borne MC Cor fios Borne componente - Descrição
06 BR DIAG(14)
53 AM/RX CKP(01)
07 BRIAZ. DIAG (06)
54 VD/BR TPS (01) I ECT (02)
08 cz Painel (05)
55 AM/AZ. CMD (03)
09 VDIBR HEGO 1 (0'1) KS(02)
56 RX/LA
10 vazio 57 CZ/AM IAC(01)
11 vazio 58 CZ!VD IAC(04)
12 BR HEG02 (03) 59 BRIRX DIS(03)
13 RX/CZ IM0(04) 60 VD/RX TPS (03) I CMP (03)
14 vazio 61 VD/BR CMD (04) I CMP (01)
15 AMIRX 85 do relé prindpal da injeção (Relé 7 da CVM) 62 AM ECT (01)
16 Módulo de conforto B (06) 63 PR Aterramento da malha do KS
AM/AZ.
17 vazio 64 MRIBR IAC (02)
vazio 65 MR IAC(03)
18
66 AZ/LA DIS(01)
19 vazio
67 VD/MR CKP (02)
20 RX/VD HEGO 1 (03)
68 VD/RX CMD(02)
21 vazio
69 MRIAZ. CMP(02)
22 vazio
70 BRIM R KS(01)
23 vazio 71 INJ4 (02)
VD/AZ.
24 VD/BR HEG02 (04) 72 AM/LA INJ 1 (02)
25 vazio 73 vazio
26 vazio 74 cz IP0 (01)
27 PR/CZ T02 1MC -A(03)1 MC -A(28) I MC -A(44) 75 VD/MR CMD(01)
28 PRJCZ T021 MC -A(03)1 MC ·A(27) I MC -A(44) 76 AM/RX TPS (02)
29 MRNM Fusível16 (DIR) (CP) 77 PR Aterramento da malha do CKP
30 vazio 78 RX/LA INJ 2 (02)
85 do relê inibidor de partida (Relê 4 da CVM) 79 BRIRX INJ 3 (02)
31 VD/BR
80 vazio

173
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Testes passo a passo

M6dulo de comando - MC
Monitora as condições de operação do motor
através das informações fornecidas pelos diversos
sensores, e gerencia seu funcionamento por meio
do comando dos atuadores. O módulo está
localizado no lado esquerdo do vão do motor,
próximo à bateria.
.__J

Circuito de e aterramento do m6dulo


~ ( BAT )
( CVM ) @]

o 0:::
!R~VM
'T01 :::;:
>
CZNM

z DIR ESQ MRNM


60A
0::: MRNM MRNM
LL..
u
'\1" DIR VM

$ Central de relês e fusíveis


<( do vão do motor
1-1 AM/RX AM/RX
1-1 CZ/RX
...J
...J VD
UJ @]
0:::
<( / CillJ (CHAVÊ) Central de relês e fuslveis
do painel de instrumentos
~ I ..,_DIR}'ViESQ
I RXNM ------<D'?"óôõ@ RXNM
'-......../

1-1
\ 3A
j

1- Central de relês e fusíveis


UJ

ffi~
do vão do motor "'--
z PR
t!) PR
<( PR
~
"I' T02 .....___,

Módulo de
comando

Terminal elétrico do MC-A Terminal elétrico do MC-B

174 '-----------------------------------------------------------------~-
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Testes passo a passo

m Raciocínio para manutenção

O diagnóstico de falhas do MC é feito por Módulo de Comando deve enviar pulsos de


exclusão, descrito nos testes individuais de cada aterramento para a bobina de ignição e para os
componente. Antes de iniciar o diagnóstico do eletroinjetores. Portanto, se há pulsos, não será o
MC, certifique-se de que os sinais do sensor CKP MC o responsável pelo não funcionamento do
estejam chegando perfeitamente ao MC. O motor.

~ O MC está perfeitamente alimentado pela bateria e pela chave de ignição (teste 1)?

~ Sim, está alimentado em todos os chicotes testados. Realize então, o teste de aterramento do MC
(teste 2).

~ O aterramento do MC está correto (teste 2)?

Sim, está correto. Conclui-se que todas as condições para operação do MC estão
atendidas. Suspeite do próprio MC apenas se nenhum dos componentes da injeção
apresentar falhas e as condições mecânicas do motor estiverem OK. É um indicativo de
falha interna do MC. Entretanto, a conclusão só pode ser atingida após a eliminação de
todas as possibilidades externas ao MC.
(i] Não, o aterramento está incorreto. Verifique então a continuidade do chicote de
aterramento. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

Não. Existem falhas de alimentação. Verifique a continuidade do chicote de alimentação, o


perfeito encaixe dos conectores e a integridade dos fusíveis F16, F20 e F28 da CP, dos MAXI 5 e
MAXI 6 da CVM e do relé principal (relé 7 da CP). Se esses componentes estiverem queimados,
substitua-os e verifique a possibilidade de curto-circuito no chicote de alimentação do MC.
Oriente-se pelo diagrama elétrico.

Teste 1 • Tensão de
I:!J Antes de iniciar os testes, certifique-se das condições a seguir:
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico do MC: desconectado.
~!!!] Ao desconectar o ~C, códigos de falhas podem ser gerados, que só podem ser removidos por meio de
scanner.

1- Meça a tensão entre os terminais apresentados na figura (alimentação direta);

o MRNM
VM~PRl
om

Central de relês e fusíveis Central de relés e fusíveis T01


do painel de instrumentos do vão do motor

Módulo de
comando

~ Aproximadamente 12,5 Volts.

--------------------------------------------------------------------' 175
FORO KA 1.0 Flex • Injeção Eletrônica ·Testes passo a passo

2- Ligue a chave de ignição, e meça a tensão entre os terminais apresentados na fig. (alimentação pós- chave);
-
D ( CVM ) CfD
CMD

Central de relês e fusíveis


do vão do motor
~ ~~CVRX---------------------CVRX----+---~~----+---
0 w-- \.__ _ _ _/
Central de relês e fuslveis
~ T0 do painel de instrumentos
1

Módulo de [~] Aproximadamente 12,5 Volts (a


comando
tensão cai após 2 segundos).

3- Reconecte o terminal elétrico do MC, ligue a chave de ignição, e meça a tensão diretamente do fio (utilize
preferencialmente uma ponta de prova específica Tecnomotor).
D ( CVM ) CfD
CMD
C]ill

c:J ~:~''~r-~~~~~~-rCmM1---~E~SQ~~~

CnRX , F4 ,

~---------------------------------- VD --+-----~~E~S~Q~~D~IR~----~~--_j
X 15A

u~ , F28 ;
IIMI'P---------- GnRX ----------------------- CnRX --~'~---.....~----- MR/AM

[~]
,y ,'
Aproximadamente 12,5 Volts ~ro 1
!--r '-- - 3A _ /
Central de relês e tuslveis
do painel de instrumentos
Módulo de
comando (a tensão cai após 2 segundos).

Teste 2 - Aterramento do MC
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico do MC: desconectado.
1- Meça a resistência entre os terminais apresentados na figura.

Medida obtida

[ ~ ]Aproximadamente O [D] continuidade. O aterramento do módulo está


em boas condições.

176'-----------------------------------------------------------------
SENSOR lAMBDA
PLANAR

I-
r
A LAMBDA PLANAR é uma evolução da MTE-THOMSON
Lambda Convencional e a sua utilização é definida pelo pro;eto
do sistema de inieção. Se originalmente no carro foi utilizada uma Plana"' então deve-se utilizá-la na sua
substituição também.
A grande vantagem da Planar é o seu rápido aquecimento, importante para a redução de emissões de
poluentes, consumindo menos energia e nos veículos F/ex, auxiliando na identificação do combustível utilizado.
Enquanto a Lambda convencional demora até 40 segundos para aquece"' a LAMBDA PLANAR aquece em
menos de 1O segundos.

OJ. Qual a diferença física entre a Lambda Planar e a Lambda Convencional?


Externamente: Grelha Internamente: Cerâmica
Planar Convencional

Planar: Convencional:
Forma de PLACAS Forma de DEDAL

02. Quais são suas semelhanças?


Sinal enviado ao computador: de O, J a J,O volts (V) ":l
Rosca: J8 mm Sextavado: 22 mm Conectores: Depende do veículo (ver aplicativo) .
-~
03. Qual a codificação MTE-THOMSON x CONCORRENTES?
CONVENCIONAL PLANAR
THOMSON 78.34.40.030 88.34.40.054
Concorrente B 0 .258.002/ 003/ 005 - LSH 0 .258.006- LSF
Concorrente N OZA 700/200/ 300/ 400/ 500 OZA659

04. Quantos fios tem a LAMBDA PLANAR? 04 FIOS (isolados da carcaça) .


05. Posso usar a Lambda Convencional no lugar da PLANAR? NÃO! (vice-versa também NÃO).
· Dependendo do sistema o ECM gerará um código de falha.
06. Quais são os veículos que utilizam a PLANAR? Verificar aplicativo MTE-THOMSON.

07. Existem outros tipos de LAMBDA? SIM!


Temos dois outros tipos de sensores Lambda, pouco utilizados aqui no Brasil.
Um deles é o de Titânio, usado apenas em alguns veículos importados e o outro, iá pertencente a uma nova geração,
é chamado de Banda Larga, que possui de 5 a 6 fios .

NOTA: NEM TODO VEÍCULO FLEX UTILIZA A PLANAR!


FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Testes passo a passo

-
O Ford KA é equipado com dois sensores de oxigê- Especificação témica THOMSON:
nio. O HEGO 1 se localiza no coletor de escape, antes HEG01
do catalisador, e o HEGO 2 se localiza logo após o
catalisador. O sensor de oxigênio informa ao módulo 8820.40.028
de comando a concentração de oxigênio existente HEG02

nos gases de escape do motor. Ele inicia seu 8820.40.060


funcionamento quando exposto a temperaturas
acima de 300°C. Possui resistência interna aque- superiores a 450 mVindicam mistura rica. O valor de
cedora, para acelerar o inicio de funcionamento do 450 mV indica mistura estequiométrica, ou ideal.
sensor. Essa resistência é alimentada positivamente O sensor HEGO 2 em temperatura de trabalho, deve
pelo relé principal e aterrada no massa do MC. apresentar uma oscilação em torno do valor ideal de
O sensor HEGO 1 envia continuamente tensão que 450 mV, porém em uma amplitude menor que a HEGO
oscila entre 50 e 900 mV para o MC, conforme o teor 1, quando o catalisador estiver em perfeito funciona-
de oxigênio resultante da combustão: valores mento. Se o catalisado r estiver inoperante, o sinal dos
inferiores a 450 mVindicam mistura pobre; valores dois sensores terão amplitudes semelhantes.

( CVM ) @]

o _rR~VM
( BAT )

CZNM
I
.... lin'l 20A
: T01

VM VM

'-
40A
./ X
Central de relês e fusívets
do vão do motor ~
<(

AMIRX r-CZIRX
CZIRX
CZIRX CZ/RX ESQ MRIAM
~
...J !!01)
...J
UJ

~---{~
0::
<(
~ Central de relês e fuslveis
do painel de instrumentos
Sensor de !!o21
oxigênio 1
~
VDIBR
BR
BR/LA RX_j

Sensor de
oxigênio 2

Terminal elétrico do chicote do sensor HEGO 1 Terminal elétrico do chicote do sensor HEGO 2

178 '--------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex -Injeção Eletrllnlca- Teshls pano a pas•o

[ ] Raclocinlo para manutenção

O teste complementar com osciloscópio é a substitua o sensor por outro novo e verifique se
melhor maneira de verificar o tempo de resposta houve melhoria na emissão de poluentes. Estes
do sensor e concluir sobre as suas reais condições. testes são conclusivos, porém exigem o uso do
Na tela do osciloscópio é possível verificar o sinal, osciloscópio e do analisador de gases. Entretanto,
semelhante a uma onda senoidal. Verifique, na apenas com o uso do multímetro, é possível
rampa de subida, o intervalo de tempo entre os verificar seu sinal de resposta e atestar se está
pontos de 300 [mV] e 600 [mV]. Este tempo de respondendo ou não. Esse teste é conclusivo se o
resposta deve ser menor que aproximadamente sensor não estiver respondendo, mas não
300 ms. Para tempos superiores a 300 ms, conclusivo se estiver.

O raciocínio apresentado abaixo deverá ser utilizado tanto na manutenção do HEGO 1 quanto da
HEG02.

~ O sinal de resposta do sensor HEGO está correto (teste 1)?

Sim, o sinal está de acordo com o especificado. Apenas verifique o chicote elétrico para assegurar-
se de que o sinal está chegando ao MC, e também, as condições de sua resistência de aquecimento
(teste2e3).

(1J A alimentação da resistência de aquecimento está correta (teste 2)?

0 Sim, está correta. Então realize o teste de resistência (teste 3).

[1J Os valores ôhmicos da resistência de aquecimento estão corretos (teste 3)?

~ Sim, estão corretos. O senso r está isento de defeitos.


~ Não, estão incorretos. Substitua o senso r, pois sua resistência de aquecimento está sendo
alimentada, mas o sensor está danificado.
Não há alimentação para a resistência de aquecimento do sensor. Nesse caso, verifique o circuito
de alimentação do sensor: o relê principal (relê 7 da CVM), MAXI 1 da CVM e o fusível F2 da CP..
Descubra a origem da ausência de alimentação elétrica, e efetue os reparos necessários.

Não há sinal do sensor HEGO 1, ou o sinal está fixo em algum valor de tensão. Verifique a
alimentação da resistência de aquecimento (teste 2). Se estiver OK, substitua o sensor, pois está
inativo. Caso não exista sinal no sensor HEGO 2, verifique sua alimentação elétrica ou substitua o
sensor. Se o sinal estiver oscilante e em amplitude semelhante a do sensor HEGO 1, verifique o
catalisador, pois esse sinal indica o seu mau funcionamento.

dln8mlca de tensõo dos sensores NEGO 1 e NEGO 2

[~J Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir:


a- Motor: mantenha o motor em rotação de 2500 RPM por 5 minutos.
1- Meça a tensão no primeiro minuto após o motor retornar à marcha lenta, cumprindo a condição "a"
conforme a figura a seguir.

--------------------------------------------------------------J tn
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Testes passo a passo

Central de relés e fusíveis


do painel de instrumentos
Sensor de
oxigênio 1
O valor do sinal do HEGO 1 deve
4)t--~- VD/BR ---+---4( oscilar continuamente entre 100 e
BR 900 [mV]. Já no sensor HEGO 2,
-----B ~LA-----4(
com o motor em marcha lenta e
Sensorde
oxigênio 2
aquecido, o sinal de tensão deve
Medidas obtidas oscilar com amplitude menor que a

Módulo de
comando
o HEGO 1, entre 300 e 600 [mV] apro-
ximadamente.

Tensão de resposta do HEGO 1: 100 a 900 [mV]


Tensão de resposta do HEGO 2: 300 a 600[mV)

Teste 2- Tensiio de - HEGO 1 eHEG02

Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados.
1- Ligue a chave de ignição, e simultaneamente meça a tensão de alimentação nos primeiros dois segundos,
conforme a figura.

~ Aproximadamente 12,5 Volts (a tensão cai


após 2 segundos aproximadamente).
!!ot)

VD/BR~Iol
RXND
VD/MR
~ 3
1 @ 2
L RX ~ Relé Principal (87)

Sensor de
oxigênio 1 ~02) ~
I Tensão de alimentação do HEGO 1: 12,46 V
4 t - - - - VD/BR -----41 Tensão de alimentação do HEGO 2: 12,43 V

-----
BR

B~LA -----41
fJ
Sensorde
oxigênio 2
O
Módulo de
comando

180 '-----------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Injeção EletrOnlca -Testes passo a passo

Teste 3- Resistência elétrico do sensor NEGO 1 e NEGO 2


Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados;
c- Motor: Temperatura ambiente.
1- Meça a resistência entre os bornes indicados na figura abaixo.
Medidas obtidas

Resistência elétrica do HEGO 1: 4,6 [!1)


Resistência elétrica do HEGO 2: 7,2 [!1]
o-- RX -« Rei é Principal (87)

[g] HEG01eHEG02:3,50a10,00.
!- - - -VD/BR ---o
BR ---o
..---BR/LA ---o o-- RX --« Relé Principal (87)

Módulo de Conforme recomendado pelo fabricante, "para fazer a medição da resistência elétrica dos
comando
sensores HEGO 1 e HEGO 2, deve-se retirar o sensor do veículo e fazer as medições em
bancada, para que não haja alteração do valor da resistência elétrica devido à temperatura do
·- coletor de descarga."

Manual técnico
MWM Sprint 4.07 TCE

Conheça os segredos
do motor MWM Sprint
4.07 TCE.
Assita aos DVDs
contendo itens
de desmontagem,
montagem, testes
das unidades injetores
e sensores do sistema
common rail

------------------------------------------------------------------~ 181
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica -Testes passo a passo kt3l
MlJoTMOMION

-ECT
Especificação técnica THOMSON:
O ECT informa ao módulo de comando a tempe-
ratura do líquido de arrefecimento. MTE
É um sensor do tipo NTC (Coeficiente Negativo de
Temperatura), no qual a resistência interna é
4067
reduzida à medida em que a temperatura
aumenta. acionamento do eletroventilador, o tempo de
Através do valor informado, o MC comanda o abertura dos eletroinjetores e o avanço de ignição.

~T )
AM~
VD/BR~
Sensor de
temperatura do
Módulo de liQuido de


comando arrefecimento O Rasther II pode ser
utilizado para leitura da
Terminal elétrico do chicote do sensor ECT temperatura do líquido de
arrefecimento
0000
o ~~ o

TeMpRgua 24"C 95"C '---'

o "" ..

Tabelas de valores caracteristlcos do sensar ECT

Temperatura [°C] Resistência [kD]


10 52,0 Gráfico G.4.1
55
20 33,4 50
30 21,8 s,...... 45
40
'"'"'
40
50
14,2
9,6
"'
·o
,:::
'~
Vl
35
30
25
" "'-
·v; 20

-
60 6,8 ..........
~ 15
r""'oo..
70 5,1 10
5
80 3,6 o
90 2,6 o w w ~ ~ ~ ~ m w ~ ~

Temperatura (°C)
100 2,0
Tabela T.4.1

182 '---------------------------------------------------------------------
I; ;I FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica -Testes passo a passo
M •TMCMtlSON

Temperatura [°C] Tensão [V]


10 3,6 Gráfico G.4.2
20 3,1 4,0
3,5
30 2,7 .........
40 2,2 ~
3,0
2,5
~ ...
o ~
50 1,6 """'c 2,0
60 1,3
1,0
~ 1,5
1,0 "" ...... """"""" ~ ........
70 0,5
80 0,8 0,0
90 0,6 o ro ~ ~ ~ ~ ro m oo ~ m
100 0,5 Temperatura (°C)

Tabela T.4.2

Raclocinio ara manutenção


Antes de iniciar os testes, é conveniente observar de ar. (Consulte a seção Sistema de Arrefeci-
as condições do sistema de arrefecimento, o mento).
volume correto de líquido, e a ausência de bolhas

[1] O sinal de resposta do sensor ECT está correto (teste 1)?

Sim, está correto. Conclui-se que o sensor está enviando ao MC a tensão que corresponde ao real
valor de temperatura do líquido de arrefecimento. Como este teste é realizado normalmente em
apenas duas condições motor frio e aquecido, realize, por segurança, o teste de resistência (teste
3) para verificar toda a faixa de operação do senso r.

[1) A resistência elétrica está correta (teste 3)?

Sim, está correta. Neste caso, o circuito do sensor ECT está em ordem, e a falha então
apresentada no sistema de injeção tem outra origem.
Não. O valor da resistência está fora do especificado. Substitua o sensor, pois está
danificado.
[J!] Não, o sinal está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na alimentação
do senso r (test~ 2).
!&1) A tensão de alimentação está correta (teste 2)?

Sim, está correta. Neste caso, o sensor ECT está danificado, pois é alimentado mas não
envia sinal de resposta correto. Substitua o senso r.
Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e o perfeito encaixe dos
conectores. Identifique possíveis rompimentos. Acompanhe pelo diagrama elétrico. Caso
o chicote esteja em perfeito estado mas não haja alimentação no senso r, suspeite de falhas
internas no MC.

dlnãmica de tensão
Realize este teste inicialmente com o motor frio. Utilize o gráfico G.4.2 para identificar a tensão de
resposta nas várias temperaturas ambientes possíveis. Posteriormente, aqueça o motor e faça uma
nova medida de tensão de resposta.

--------------------------------------------------------------------J 183
~
. . FO . .1•.0•F•Ie•x•·•
.•R•D•KA ln•
j.~.o•E•Ietr•ô•n•i~. .
-~.e.
sre•s•p•as•s•o•a•pa•s•so. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ...:---
•.~
. .~
. . . . . . . . . .~ - ~
'--
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Terminal elétrico do sensor ECT: conectado;
b- Chave de ignição: ligada.
1-Meça a tensão elétrica, como apresentado na figura.

Sensor de
temperatura do
Módulo de ar~S~ig~~~to ~~~ Motor frio: aprox. 2,7Volts.
comando
Motor aquecido: aprox. 0,6Volt.

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a- Terminal elétrico do senso r ECT: desconectado;
b- Chave de ignição: ligada.
1- Meça a tensão elétrica entre os bornes do terminal elétrico do chicote do senso r, como indicado na figura.

Y. ~
.,...__ ~: ~~
0----.__
- ""1 Sensor de
temperatura do
y hq_uido de
T01 arrefecimento
Módulo de
comando ~ Aproximadamente 5 Volts.

Teste 3 - Reslstlncla elétrica


Antes de iniciar o ~este, certifique-se das condições a seguir:
a- Terminal elétrico do sensor: desconectado;
b- Chave de ignição: desligada.

1- Meça a resistência interna do senso r, conforme a figura abaixo, e compare com a tabela (T.4.1) _
m Por ser um senso r NTC, a sua resistência interna diminui à medida que a sua temperatura aumenta.

_.J

Resistência obtida para 3o•c


~T ) '--'

AM ---o
(13
..__j

VD/BR ---o ...__.,.

Sensor de

Módulo de
temperatura do
ar~S~ig~~~to
1ft] Aproximadamente 22 k.O. ,___/

comando

184 ~----------------------------------------------------------------------
~":"""":"

.r-............~.rM*
..~.~.........................................F•O•RD•KA
--1•.0•F•Ie•x•-1•
~.~.-o•E•Ie•tro•
·n.i~.·.l.es•te•s•pa•ss•o•a•~•s•
so~

medidor de densidade - CMD


O conjunto medidor de densidade informa ao MC
a temperatura do ar admitido pelo motor e a
pressão interna do coletor, o que possibilita o Especificação térnica THOMSON:
cálculo da massa de ar e o controle exato da
quantidade de combustível a ser introduzida por MTE
ciclo. O sensor altera suas caracterísitcas elétricas 7146
quando sujeito as variações de pressão.

Circuito elétrico
Terminal elétrico do chicote do sensor CMD
'-
~
~
VD/MR 1
VD/RX 7
=T
~
AM/Al.
VD/BR =7
""-'-

Módulo de Conjunto medidor


comando de densidade

Tabela de valores caracteristicos do sensor CMD

Gráfico G.5.1
4,0
Temperatura [°C] Resistência [kD] ,...... 3,5
10 3,4 s 3,0 ~

""""" ...... ...........


.!:l 2,5
20 2,3
~ 2,0
30 1,6 "''
.~ 1,5 ........._
40 1,1 ~ 1,0
0:: 0,5
50 0,8 0,0
60 0,6 o 10 20 30 40 50 60
TABELA T.5.1 Temperatura C0 e)

Gráfico G.5.2
Temperatura [°C] Tensão [V] 4,0
10 3,2 3,5
o ...
~ 3,0 ........... ~
20 2,7 2,5
•~ 2,0
.........
30 2,2
40 1,8 ~ 1,5 """"" !looooo..
p 1,0
50 1,4 0,5
60 1,1 0,0

TABELA T.5.2 o 10 20 30 40 50 60
Temperatura coe)
Gráfico G.5.3
4,0
~
Depressão [mbar] Tensão [V] 3,5 --..._
o 3,7 C' 3,0

100
200
300
3,1
2,6
2,0
G 2,5
.~ 2,0
~ 1,5
p 1,0
0 ,5
----
400 1,5 0,0
o 100 200 300 400
TABELA T.5.3 Depressão [mbar]

--------------------------------------------------------------------_, 185
1":""'71

. .•FO•R•D•KA .. Fie
. 1.0 .•x•·•
l~.~.ão•E•Ie•tr•õn•i~. .-T.es•~•s•pa•s•so•a•p•as.so. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .M.!.~.o?·~-·. . . . . .. . . . - ~

Raclocinlo ara manutenção


Antes de realizar os testes, verifique se existe ção do motor pode ser comprometida em
alguma entrada falsa de ar pelo coletor de consequência de sua ineficácia; a restrição ao
admissão ou pelo próprio alojamento do sensor. enchimento dos cilindros se eleva conforme a
Inspecione também o filtro de ar, pois embora os saturação do elemento filtrante, causando queda
testes identifiquem falhas no senso r, a alimenta- do rendimento do motor.

~ Os sinais de resposta do CMD para temperatura e pressão estão corretos (testes 1 e 2)?

[ri Sim, os sinais estão corretos. Significa que o CMD está atuante e respondendo adequadamente
nas temperaturas e nas pressões aqui avaliadas. No entanto, estes dados são isolados. Como o
CMD opera de forma contínua para quaisquer temperaturas e pressões, se houver indícios de
mau funcionamento, para maior segurança, teste sua condição em pressões variadas Cteste 5).

~ Os resultados do teste do sensor em pressões variadas estão corretos (teste 5)?

[I) Sim, estão corretos. O senso r está funcionando normalmente. Apenas certifique-se
de que não haja entradas falsas de ar no alojamento do senso r e tampouco em qualquer outro
ponto do coletor de admissão ou do corpo de borboleta. Verifique a continuidade do chicote
entre o sensor e o módulo de comando. Assegure-se de que seus sinais estejam chegando ao
MC.
(i) Não. Foram verificadas falhas nesta aferição. Então o senso r está defeituoso. Substitua-o.
~ Não. O sinal de temperatura e/ou pressão não está correto. \érifi.que a alimentação elétrica do sensor
(teste 3).
~ A alimentação elétrica está correta Cteste 3)?

(g] Sim, está correta. O sensor está alimentado, mas não envia sinal de resposta ao MC. Neste caso, a
falha está no próprio senso r. Verifique os fios de sinal do CMD ao MC, assim como seus terminais.
Se os terminais estiverem perfeitos, execute o teste de resistência elétrica Cteste 4).
~ A resistência interna está perfeita Cteste 4)?

(i] Sim, está. Nesse caso, procure por danos nos terminais do sensor ou mau contato no chicote.
Aplique um produto limpa-contatos nos terminais do chicote e também do MC. Repita o teste
de resposta de tensão de temperatura (teste 1) e verifique se a resposta é correta.
[il Não, a resistência está incorreta. Substitua o senso r, pois está danificado.
lj Não. A alimentação do sensor está incorreta. Verifique então a continuidade do chicote do senso r
e a existência de curto-circuito neste chicote. Caso o chicote esteja perfeito, inspecione os
terminais do MC quanto à integridade e mau contato, e descubra se o MC está alimentando o
CMD. Suspeite do MC na hipótese, pouco provável, de não estar alimentando o sensor.

Teste 1 - Resposto dlnõmlca do sensor de temperatura do ar. exposto


t~niiDe•ratura ambiente

~ Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a-Motor: desligado;
h-Chave de ignição: ligada.

l-Utilize um termômetro ou termo par para verificar a temperatura do ar no interior do coletor de admissão.
Em seguida, meça a tensão de resposta do sensor, como indicado na figura.

186 '-----------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Ele1rônica - Testes passo a passo

- - -41
- - - - - - VD/MR
~~~~------ - - - 41
VD/RX
----~- AM/AZ. - --41
..._-+- - VD/BR - --.4f
A tensão de resposta é em função da
temperatura:
20° : aprox.2, 7 Volts;
30°: aprox. 2,2 Volts;

2 -Ligue o motor e aguarde até seu pleno aquecimento. Essa operação eleva a temperatura do ar na região
do CMD, possibilitando a medida de tensão de resposta em outra temperatura. Meça novamente a
temperatura no coletor de admissão, no mesmo local realizado anteriormente. Meça também a tensão.
Compare-a com os valores do gráfico G.5.2.

Teste 2 - Resposta dinâmico de tensão do sensor de pressão, submetido à

Antes de iniciar o teste, verifique a condição a seguir:


a-Motor: desligado;
b-Chave de ignição: ligada.

l-Meça a tensão de resposta conforme a figura abaixo.

· - - - - - VD/MR ----411
- - - - - - VD/RX ----411
185!.---- AMIAZ. ----411

---- - - VD/BR -----:~--411


Módulo de
~ Aproximadamente 1,3 Volts.
comando

Como a tensão de resposta varia em função da altitude da cidade onde for realizado o teste, consulte
o gráfico G.5.3 para realizar o teste em outras altitudes.

Teste 3 - Tensão de

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a-Terminal elétrico do sensor CMD: desconectado;
b-Chave de ignição: ligada.
l -Meça a tensão de alimentação, como mostrado na figura .

[~J Aproximadamente 5,0 Volts.

- - - - AM/AZ. - - - o
- - - - VD/BR - - - o

~
Módulo de Conjunto medidor
comando de densidade

"'i'"T01 Medida obtida

~~-----------------------------------------------------------------' 187
FORO KA 1.0 Flex • Injeção Eletrônica - Testes passo a passo
Ir !;11
Mfl.lWOMIOH

Teste 4 - Reslstlncio elétrico do sensor de door

ljJ Antes de iniciar o teste, certifique-se das


condições a seguir: VD/MR - - o
a-Chave de ignição: desligada;
- - - - VD/RX - - o
b-Terminal elétrico do CMD: desconectado. AM/AZ--o
VD/BR - - o

Módulo de Conjunto medidor


comando de densidade

Valor obtido à temperatura ambiente de 30 graus.


[~ Aproximadamente 1,6 k.O para temperatura
Para demais temperaturas consulte a tabela ambiente de 30° C.

Teste 5- Resposto dln8mlco de tensão do sensor de pressão, submetido o


depressões variadas

[!] Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


~ O teste em outras pressões requer
a-Chave de ignição: ligada; levar em consideração a diferença
b-Sensor CMD: removido, mas conectado a seu chicote de altitude entre o local do teste e
elétrico. nível do mar. Tenha também
atenção à diferença entre pressão
l-Conecte a bomba de vácuo ao sensor CMD, aplique variados relativa e absoluta, uma vez que o
valores de depressão e meça suas respectivas tensões de resposta sensor é sensível à pressão
conforme figura abaixo. absoluta mas os vacuômetros
aplicam pressões relativas.
~ ~o'
o VD/MR
VD/RX
AMIAZ
VD/BR Medidas obtidas

~
Módulo de
comando Teste realizado a 800 metros \..........

acima do nível do mar __,


Depressões aplicadas:
Ombar: Aprox. 3,7Volts; '----'
100 mbar: Aprox. 3, 1 Volts; ......_,
o 200 mbar: Aprox. 2,6 Volts;
300 mbar: Aprox. 2,0 Volts; -...-'

400 mbar: Aprox. 1,5 Volts. ...._,.

ljYl!i.l !lJ !.!.!.1::;]ÜSJ


liYJa!JiJ!rJllJJEJ :2 (J V!J
-EiJJj ..[;!.[:)
Confira a relação completa
de manuais disponíveis em:
www.mecanica2000. com.br

188 ------------------------------------------------------------------~~
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica -Testes passo a passo

Sensorde do comando de v61vulas - CMP

Informa ao MC a rotação e a posição instantânea


do eixo do comando de válvulas. É um sensor do
tipo indutivo, que envia sinais ao MC, para que
este reconheça o cilindro que está na fase de
admissão e juntamente com o sinal do sensor CKP,
execute a injeção de combustível na forma
sequencial.

Circuito elétrico

Terminal elétrico do chicote do sensor CMP

Sensor de posição
Módulo de do comando de vãlvulas
comando

Tabela de valor característico do sensor CMP

Gráfico G.6
Rotação [rpm] Frequência [Hz] 110
o o 100 ,_.... .....-
- 90 ...,.,....
..,. ..,.
E 80
1000 26 e- 70
2000
3000
4000
51
75
92
-;60
·e. 50
5 40
(}. 30
20
10 ..,.. ...,.. """"
...,.. -
5000 105 o
o 1000 2000 3000 4000 5000
Tabela T.6 Frequência [Hz]

111
...._;'

Raciocínio parq manutenção

[i) A resposta dinâmica de frequência está correta (teste 1)?

Sim, está correta. Significa que o sensor está gerando sinais corretamente. É necessário certificar-
se de que os sinais estão chegando ao MC. Faça um teste de continuidade no chicote do sensor,
entre o CMP e o MC. Guie-se pelo diagrama elétrico.
Não, está incorreta. Neste caso, realize o teste de alimentação elétrica para descobrir se o sensor
está sendo devidamente alimentado (teste 2).

~ A alimentação do senso r está correta?

Sim, está correta. Verifique a integridade do chicote. Se o chicote estiver em boas condições,
então substitua o senso r CMP, pois apresenta dano interno.
Não existe alimentação. Inspecione seu chicote elétrico e descubra se há algum
rompimento. Oriente-se pelo diagrama elétrico. Confira também o estado dos terminais,
tanto do CMP quanto do MC.

--------------------------------------------------------------------' 189
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Testes passo a passo

-
Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir:
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico do senso r CMP: desconectado.

1- Dê partida no motor e, simultaneamente, meça a resposta dinâmica de tensão alternada do senso r, como
indicado na figura.

o I B6C. - - - - VD/RX -+--4(


,. .,__ _ _ MRJAZ --+---41 Medida obtida a 2000 rpm

1...----VD/BR ----4(
jf:JA 2000 rpm, a frequência deve ser de apro-
~m1
Módulo de
ximadamente 50Hz.
comando

Teste 2 - Tensão de
Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico do senso r CMP: desconectado.
1-Meça a resistência, como indicado na figura.

186C- - - - - VD/RX --.3.


.,___ _ MRJAZ - - - o
1.,_--VD/BR - - - o
~ Aproximadamente S,OVolts.
~
Sensor de posição
Módulo de do comando de vãlvulas
comando
"ª'"T01

Enquanto nos motores diesel oonvencionais a pressão de injeção é


gerada diretamente para cada injetor, nos modernos motores com
este novo sistema de injeção, o combustível é annazenado num
tubo central sob altíssima pressão, denominado Common Rail,
e é liberado para cada injetor de acordo com a demanda,
controlada pelo módulo de comando. Conheça a fundo esta nova
tecnologia que representa
a nova geração de veículos ~ TELEVENDAS
dieselnoBrasilenomundo. ~
de~~::;."u':.r~~de 4003-8700
www.mecanica2000.com.br

190 '-----------------------------------------------------------------~
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica -Testes passo a passo

Sensorde do 6rvore de manivelas - CKP

É um sensor do tipo indutivo, imprescindível para


o funcionamento do motor. Ele informa ao MC a
rotação do motor e a posição instantânea dos
êmbolos - parâmetro principal para o controle de
injeção e ignição, sem o qual o MC se torna inapto motor não entra em funcionamento, em nenhuma
a comandar esses sistemas e, por conseguinte, o hipótese.

Circuito elétrico

Terminal elétrico do chicote do sensor CKP

........................................................
I AM/RX I

, VD/MR ,
f,R,":!""""""""""""""""""""
Sensor de posição
da árvore de mamvelas
Módulo de
comando

g Raciocínio para manutenção


O sinal do sensor CKP é imprescindível para o Portanto, se o motor funciona, o sensor CKP está
funcionamento do motor. operante.

[1J O motor funciona?

~ Sim, o motor entra em funcionamento. Significa que o sensor CKP está enviando sinal ao MC.
Apenas inspecione o chicote elétrico, para certificar-se de que não haja mau contato que possa
causar falhas intermitentes. O CKP está em ordem, e seus testes não são necessários.
~ Não. O motor não funciona. Remova um dos terminais dos cabos de vela, aproxime-o de um ponto
de massa e dê partida no motor, para verificar se há centelha (utilize preferencialmente um
centelhador).

~ Existe centelha proveniente da bobina?

Sim, existe centelha. Isto confirma que o MC está recebendo os sinais do senso r CKP. Procure
falha em outros componentes capazes de produzir sintomas semelhantes, como a bomba de
combustível e os eletroinjetores, que também podem apresentar defeitos que impeçam o
motor de funcionar. Note que, neste teste de centelhamento, já estamos testando também a
DIS.
~ Não há centelha. Para identificar possível falha no CKP, realize o teste de resposta dinâmica
de tensão (teste 1).

~ A resposta dinâmica de tensão está correta (teste 1)?

l rrl] Sim, está correta. Significa que o sensor está gerando sinais corretamente. É
necessário certificar-se de que os sinais estão chegando ao MC. Para tanto, consulte o
diagrama elétrico, no final desta edição, e faça um teste de continuidade entre o CKP
eoMC.

--------------------------------------------------------------------J 191
FORO KA 1.0 Flex ·Injeção Eletrônica ·Testes passo a passo

L~ Não, está incorreta. Realize então o teste de resistência para verificar se há rompimento interno
(teste 2).
~ A resistência elétrica está correta (teste 2)?

~ Sim, está correta. Então, suspeite do MC, que pode não estar atuando corretamente.

~ Não. A resistência está incorreta. O senso r está danificado e deve ser substituído.

Teste 1- dlnamlca de tensão

Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir:


a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico do senso r CKP: desconectado.

1- Dê partida no motor e, simultaneamente, meça a resposta dinâmica de tensão alternada do sensor, como
indicado na figura.

o r ................... ---- ...... -- ..,


._+--AM/RX
.._-+-- VD/MR ----+-o
;;R:1"-··--·--·-·-·
! o

Sensor de posição
da árvore de man1velas ~~~ Aproximadamente 1,02 Volts.
Módulo de
comando

Teste 2 - Resistincla elétrica

Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico do senso r CKP: desconectado.

1-Meça a resistência, como indicado na figura.

.
r ................. -- .. - .. ---- ....,
11 1t--+-- AM/RX ----+-o
: VD/MR
.j o
P'R:1"-·-·----·---·
Sensor de posição
~~ Aproximadamente 0,46 kn.
da árvore de man1velas
Módulo de
comando

192 '-----------------------------------------------------------------~=-
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica -Testes passo a passo

Sensorde da borboleta - TPS


Por meio da informação fornecida pelo TPS, o MC
identifica a posição instântanea da borboleta de
aceleração e o seu percentual de abertura. O
sensor consiste de um potenciômetro linear,
solidário à borboleta de aceleração. A informação
da posição da borboleta é um parâmetro
importante para o controle do gerenciamento do
motor, e fundamental para as estratégias de corte
de combustível em desacelerações (cut-o.ff) e
freio-motor.

Circuito elétrico

Terminal elétrico do chicote do sensor TPS

Módulo de
comando

[ ] Raciocfnio para manutençõo

Os testes do TPS podem ser executados sem a certifique-se da ausência de contaminantes que
necessidade de remoção do sensor. Antes de possam interferir no funcionamento da borboleta
iniciar os testes, inspecione a integridade do corpo e do próprio sensor. Verifique inicialmente a
de borboleta, dos terminais elétricos envolvidos e resposta dinâmica do sensor (teste 1) .

~ A resposta dinâmica do sensorTPS está correta (teste 1)?

Sim, seu sinal de resposta está correto. Isso significa que o TPS está funcionando perfeitamente.
Ainda assim é necessário verificar se seu sinal está chegando ao MC. Confira o chicote elétrico
entre o TPS e o MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

~ O chicote elétrico está em boas condições?

~ Sim, está perfeito. Neste caso, o circuito do TPS está em ordem e a falha apresentada pelo
veículo tem outra origem.

(i) Não. Foi observado curto-circuito ou algum ponto de interrupção no chicote (mau contato).
Efetue os reparos necessários, ou substitua o chicote.

~ Não. O sinal do TPS está incorreto ou não existe sinal. Verifique se o sensor está corretamente
alimentado (teste 2).

--------------------------------------------------------------------- 193
FORO KA 1.0 Flex - Injeção Eletrônica - Testes passo a passo
..
~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)?

~ Sim, o sensor está devidamente alimentado. Então o defeito pode estar no potenciômetro
interno do senso r ou no fio de sinal do chicote. Suspeite do próprio TPS.

[jil Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote interno e substitua-o, se necessário. Se


estiver perfeito e não houver alimentação no TPS, suspeite do MC. Embora remota, existe a
possibilidade de o MC não estar alimentando o sensor TPS.

Teste 1- dlnamlca

[:IJ Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir:


a-Chave de ignição: ligada.

1- Meça a tensão entre os terminais apresentados 2-Abra a borboleta até o fim do seu curso.
na figura abaixo. (Borboleta fechada) Mantenha-a aberta, e meça a tensão novamente.
..___j

~S )
~ ~S )
o VD/BR
AM/RX
VD/RX 00 o VD/BR
AM/RX
VD/RX
1

00 .__,
......._.,
Sensor de posição Sensor de posição
da borboleta da borbolela
Módulo de Módulo de
comando comando

---.1

-.......J

._/

'---./

[~] Aproximadamente 1,0Volt. [~] Aproximadamente 4, 7 Volt.


'-

Teste 2- Tensão de

1- Meça a tensão elétrica entre os bornes do terminal elétrico do chicote do senso r, como indicado na figura
abaixo.

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a-Terminal elétrico do sensor TPS: desconectado;
b-Chave de ignição: ligada.

[~] Aproximadamente S,OVolts.

194 ~------------------------------------------------------------------
IL p I FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo

~·~------------------------~===-----------------===--------===-=--..~
Atuador de marcha lenta -IAC

É um motor de passo acionado pelo módulo de Especificação técnica LP:


comando, que tem a função de controlar a
rotação de marcha lenta em todas as condições de
funcionamento do motor. Realiza também o
613209/619
amortecimento da queda de rotação em desacele-
rações (das h pot), visando a redução das emissões
de poluentes na atmosfera por hidrocarbonetos.

Circuito elétrico

Terminal elétrico do chicote do IAC

·~-------CliAM-------.
...,_______ MRIBR --------4(
MR
1.-------CZND--~---.

Atuador de
marcha lenta
Módulo de
comando

mJ1 Raciocínio para manutenção

~ A resposta dinâmica está correta (teste 1)?

Sim, está correta. Significa que o IAC está operante. Limpe o corpo de borboleta e busque as causas
das falhas de marcha lenta em outras fontes, como entrada falsa de ar no coletor de admissão.
Inspecione também a alimentação de combustível. Realize, por segurança, o teste de resistência do
atuador IAC (teste 2).

~ A resistência elétrica interna do IAC está correta (teste 2)?

~ Sim, está correta. Significa que o IAC não apresenta defeitos. As falhas apresentadas em
marcha lenta têm outra origem.

~ Não. A resistência está incorreta ou infinita. Neste caso, substitua o IAC, pois está danificado.

lt!1 Não. A resposta dinâmica está incorreta. Neste caso, o problema pode estar no atuador ou em seu
acionamento. É possível que o IAC não esteja recebendo comandos do MC. Realize então um teste
de continuidade e curto-circuito no chicote do IAC. Se o IAC e seu chicote estiverem em ordem,
suspeite do MC, que pode não estar enviando os comandos ao IAC.

Programas de Treinamento Mecânica 2000.


A melhor forma de treinar sua equipe.
---------------------------------------------------------------------' 195
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica -Testes passo a passo
\ ____)
~---u

dlnãmlca

Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir:


a-Motor: em marcha lenta.
1- Verifique os pulsos.
'----'

[~J Os leds verde e vermelho devem oscilar de


o ~----~--cnAM--~
,.________________ MR/BR _______
..-----~
____;:.._____~
~ ..___)

\....,___,

MR
'---'
.-~~~-cnvo--~~-----~

'---
Módulo de
comando '---
,___)
Teste 2 - Reslstincla elétrica
'----'
Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir: '---'
a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico do atua dor IAC: desconectado. '-----"

..__,
l-Meça a resistência conforme indicado na figura abaixo.
'----"

,____;

o 'ãs'
~
CVAM - - - o
MRIBR - - - o
___,
'-----'
;s MR - - - o ,____;
ta
= CZND - - - o
'----'
- Atuador de
marcha lenta
[~ Aproximadamente 49,5 [Q].
Módulo de '-----/
comando
.____.

-
o= ã5- CVAM - - - o
MR/BR - - - o
;s MR - - - o
~
"'-'-
CZND - - - o

Atuadorde
marcha lenta
~~ Aproximadamente 49,5 [Q].
Módulo de
comando

Enquanto nos motores diesel convencionais a pressão de injeção é


gelllda diretamente para cada injetor, nos modernos motores oom
este novo sistema de injeção, o oombustível é annazenado num
tubo central sob altíssima pressão, denominado Common Rail,
e é liberado para cada injetor de acordo oom a demanda,
controlada pelo módulo de oomando. Conheça a fundo esta nova
teonoiogla que representa
anovageraçãodeveícuios ~ TELEVENDAS
diesel no Brasil e no mundo. ~
•• ~:::::;.".':.~~.. 4003-8700
www.mecanica2000.com.br

196 '---------------------------------------------------------------~
~
L

Regulador de pressão

Atuado r de marcha lenta 1 Motor de passo

Senso r de rotação Diafragmas para carburadores

A LP atua no mercado de injeção eletrônica


a·companhando de perto os avanços tecnológicos
junto às necessidades dos consumidores.

Dentre seus produtos, destacam-se os reguladores


www.lp.ind.br
de pressão, atuadores de marcha lenta, sensores
de posição de borboleta e sensores de rotação.

A LP também possui uma completa linha de diafragmas


para carburadores, atendendo todo o mercado nacional.
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo

Sensor de velocidade - VSS


A indicação da velocidade instantânea do veículo
no quadro de instrumentos tem sua origem na
informação fornecida pelo sensor de velocidade.
Logo, a ausência do sinal VSS implica em sinal elétrico enviado ao quadro de instrumento.
velocímetro inoperante. O VSS informa a É um sensor que opera segundo o princípio do
velocidade do veículo através da frequência do efeito hall.

Circuito elétrico

o a::
z
a:: VM + - - -+VM
1..1...
u
v

--
~
<(

....J
....J
LU
a::
<(
~

----.....J~
DIR
......
f-
LU ..__ _ RX RX
z Central de relés e fusíveis
do pa1nel de Instrumentos
l9
<( Sensorde
velOCidade
~

Módulo de
comando

Terminal elétrico do chicote do senso r VSS

Gráfico G.lO
90
Velocidade [km/ h] Frequência [Hz] 80
~
10 15 'N' 70 ~""'
29 2:, 60 ./
20
·d 50
~
30 44 c:
<Q)
40
~ v
40 58 "
O""
::! ~
30
""' ~
50 76 20 ,....
60 89 10
10 20 30 40 50 60
Tabela T. l O Velocidade (Km/ h)

19B l------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo

~ Raciocínio para manutenção


Por ser um sensor do tipo hall, o VSS deve ser Posicione o veículo no elevador, dê partida no
testado quanto ao seu sinal de resposta e sua motor, engrene uma marcha e permita que o
alimentação elétrica. Para obter o sinal de veículo atinja os valores de velocidade para a afe-
resposta, o sensor deve estar alimentado e a rição.
árvore secundária do câmbio deve estar girando.

~ O sinal de resposta do VSS está correto (teste 1)?

~ Sim, o sinal está correto. Isso significa que o sensor de velocidade está operando corretamente.
Apenas verifique o chicote elétrico para certificar-se de que o sinal está chegando ao MC. Se não
forem notadas falhas do chicote, o VSS está em ordem. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

~ Não, o sinal está incorreto. Realize o teste de alimentação para confirmar se o sensor está sendo
alimentado (teste 2).

~ A alimentação do senso r VSS está correta (teste 2)?

(i) Sim, o sensor está sendo alimentado corretamente. Isso indica falha no sensor, pois sua
alimentação está perfeita e o senso r não envia sinais corretamente. Substitua o sensor.

~ Não há tensão de alimentação. Está identificada a causa da ausência de resposta do sensor,


pois sem alimentação, o VSS não gera sinal de resposta. Neste caso, verifique todo o chicote
de alimentação. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

dln8mlca
Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir:
a- Roda dianteira esquerda levantada.
1- Ligue o motor, engate a 1a ou a 2 a marcha e acelere até que a indicação de velocidade do painel atinja
20km/ h.

~ @ill CQJ

o rR~ VM-h---4@8~:m~-t-CZNM
C]ill

ESQ
a:: :ro1 ~ 20A
z
~
u. VM+---+-VM
u
v
$: ~
rr-
Central de relês e fusíveis
<( do vão do motor
....., AM/R X - - - - - - - - - - - - - - - - - 1 < ( CZ/RX
...... CZ/RX ------------1.
....J
....J
LU CZ/RX - - - - - - - - - - - - - - - - C Z / RX MRIAM
a::
<( ~S )


~
......
1-
LU
z
(.!)
<( Sensor de
velocidade
~

Módulo de
comando A frequência deve ser de aprox. 30 Hz
à20Km

--------------------------------------------------------------------' 199
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica -Testes passo a passo

~ Teste 2 - Tensão de alimentação


Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir:
a- Terminal elétrico do sensor VSS: desconectado;
b- Chave de ignição: ligada.
1- Meça a tensão de alimentação como indicado na figura abaixo.

~ ( CVM) @]

o ct:
! R w - VM
: T01
C@

DIR
60A
ESQ CZNM

z
ri.
u.. M VM
u
"""
s
X
0:::
Central de relês e fusíveis ~
<( do vão do motor <(

...... AM/RX
...... CZ/RX
....1
....1
UJ CZ/RX CZ/RX MRIAM
ct:
~S )
~
<(
~
......
r-
UJ
•w~~
o:
_r-PR 3
l'T01 RXJRX

z 1 Central de relês e fusíveis

'
l'T02 do painel de instrumentos
l9
<( Sensorde
velocidade
~

Módulo de
comando

[q j Aproximadamente 12,5 Volts.

Motores Programa de treinamento


composto por manual
e aproximadamente
4 horas de vídeo.

Entenda o funcionamento dos motores de combustão


interna e conheça suas caracteristicas eseus
componentes principais. Neste kit de treinamento
são demonstrados com animação gráfica de alta
qualidade os detalhes do funcionamento interno.
Eainda, a manutenção dos motores GM Família 11,
OHCeDOHC.

www..mecanica2000.com.br

200 '--------------------------------------------------------------------
- FORO KA 1.0 Flex Injeção eletrônica -Testes passo a passo
a

Sensorde -KS

O sensor de detonação informa ao MC a ocor-


rência de detonação no motor.
Por ser um sensor tipo piezoelétrico, não possui
alimentação elétrica. É instalado em posição
estratégica no bloco do motor, que o permite
captar as vibrações oriundas de detonação em ignição, independentemente do valor imediato de
quaisquer cilindros. Uma vez identificada a avanço de ignição encontrado no instante da
existência de detonação, o módulo de comando detonação. Ao cessar a detonação, o avanço será
atrasará, por medida de segurança, o ponto de restabelecido de forma gradual.

~ Circuito elétrico
Terminal elétrico do chicote do sensor KS

~
o ~----------;;;M;---------~ ~
____J _________________
: RX/LA _: 2
f511
l.::::j
PR Sensorde
detonação
Módulo de
comando

C Raciocínio poro manutenção

O diagnóstico de falhas no sensor KS se baseia em negativa; neste caso, o sensor está comprometido.
aplicar um esforço específico e cíclico sobre o Entretanto, se apresentar resposta positiva, não
sensor e observar, simultaneamente, seu sinal de significa que está operando corretamente. Se a
resposta. Os acelerômetros reagem ao esforço suspeita continuar, como por exemplo, se houver
produzindo uma diferença de potencial entre seus a presença contínua de detonação, sugerimos a
terminais elétricos. Essa diferença de potencial é substituição temporária do sensor por um novo, e
percebida pelo MC, que ativa as rotinas de a condução o veículo nas mesmas condições
controle de detonação. Esses sensores são operacionais em que foi notada a detonação.
bastante robustos, em geral, apresentam grande Reavalie o problema nessa condição. Se a deto-
durabilidade. Abaixo o teste simples que permite nação cessar, significa que aquele sensor real-
a constatação da operacionalidade do senso r. Este mente deve ser substituído definitivamente.
teste somente é conclusivo se apresentar resposta

~ O senso r de detonação está respondendo corretamente às batidas aplicadas ? (teste I)

~ Sim, está respondendo. Significa que o sensor está operante. Por segurança, verifique as condições
do chicote e cheque sua continuidade. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

[I) Não. O KS não responde. Neste caso, verifique o chicote ou substitua o sensor. Na instalação, limpe
bem a superfície do bloco onde o KS se encaixa, e aperte-o com o torque especificado.

-----------------------------------------------------------------' 201
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica -Testes passo a passo
u

de tensão
[I] Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico do sensor KS: desconectado.
1- Bata firme e repetidamente com uma haste metálica no parafuso do sensor KS, e meça a tensão de
resposta como demonstrado na figura abaixo.

~(/~
4 [:DI Aplicar leves golpes no KS.

. -.- .. -.-.----------
: BR/MR : A cada batida no KS, deve ser observada
: RXJLA
p~-=r-------------
i o uma tensão de aproximadamente de 0,5
Sensor de
Volt.
detonação
Módulo de
comando

Expandindo seu conhecimento profissional.

Entre em contato com o CDTM e cadastre-se para garantir


sua participação em nosso ciclo de palestras.
Conheça os detalhes ligando para 4003-8700.
Ugação local de qualquer cidade do Brasil. Não é necessário código 000.

\___,

202 '------------------------------------------------------------------
Na hora da
revisão veicular
seja original.
Use NGKNTK

Com os produtos automotivos NGK NTK seu


veículo obtém os melhores resultados em
desempenho, economia de combustível
e controle da em i ssão de gases .

~~151!:!!!
CERÂMICA E VELAS DE IGNIÇÃO
to4GK DO BRASIL LTDA.

Pensou Original, Faça revisões em seu


usou NGK e NTK. veículo regularmente.
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo
...

Bobinas de (Módulo DIS)

Gera a alta tensão fornecida às velas para a


produção do centelhamento, que dá início ao
processo de combustão. É um módulo composto
por duas bobinas de ignição, encapsuladas numa
única peça, com apenas um conecto r elétrico.
Todos os controles de avanço, ângulo de definidos em sua memona e por meio das
permanência e o ponto inicial de ignição são informações fornecidas pelos diversos sensores.
efetuados pelo MC, através de parâmetros pré-

Circuito elétrico

o 0::
C]ill

J:R~VM1t~~~~~--rCmM4---~~~
:ro1~
z
0:: VM -i----+VM
LL..
u
'\t Central de relês e fusíveis
do vão do motor
3:
--
<(

_J
_J
.-----AW~---------------~

CV~----------------CnRX-----~~DIRR~~E~Sa0.---H~---M~AM
Cfl[)
./

UJ
0::
<(

-
:E
1-
UJ
z 866Jt---- AnlA ----41(
Central de relês e fusíveis
do painel de instrumentos

(.!) 659l t - - - B~~ - - - - 4 (


<(
:E

Módulo de Bobina de ignição


comando

Terminal elétrico do chicote dos módulos OIS

[ ] Raciocínio para manutenção


Antes de iniciar os testes, faça uma inspeção visual Inspecione visualmente as bobinas. Elas devem
no sistema de ignição. Cabos de velas danificados estar em bom estado, sem trincas, sujeiras,
podem causar fuga de centelha. Portanto cabos resíduos, deformações ou sinais de aquecimento
duros e quebradiços devem ser substituídos. excessivo. Inicie pelo teste de centelhamento
(teste 1).

204 '---------------------------------------------------------------------
- [1J A centelha está com o aspecto correto (teste 1)?
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo

~ Sim, a centelha se apresenta intensa e azulada. Isso indica que as bobinas estão em boas
condições. Verifique a condição das velas e dos cabos de vela (teste 4).

[1J A resistência dos cabos de vela está correta Cteste 4)?

~ Sim, a resistência está correta. Neste caso, verifique a integridade das velas.

fi] Não. A resistência está fora do especificado. Substitua os cabos de velas.

~ Não. A centelha é fraca e amarelada. Realize então o teste de resistência elétrica (teste 2).

~ A resistência dos circuitos primário e secundário da bobina está correta (teste 2)?

~ Sim, está correta. Inspecione a ocorrência de possível superaquecimento. Verifique os


terminais de alta tensão do módulo DIS e a integridade do sistema. Se a centelha
continuar fraca, substitua-o.

~ Não. A resistência está fora do especificado. Substitua a bobina, pois a alteração da sua
resistência interna altera a potência da centelha.
Não há centelha. Inspecione o sistema de ignição. A ausência de pulsos do MC, falhas no sensor
CKP e bobinas danificadas são possíveis causas do problema. Verifique a alimentação elétrica
(teste 3) antes de realizar qualquer procedimento.
f?l
w
. A alimentação elétrica está correta Cteste 3)?
-------1~
r:::-:l
~ Sim, ela está correta. Faça o teste de resistência (teste 2) e inspecione o chicote elétrico
entre o MC e o DIS. Identifique a causa do problema. Caso o teste de resistência elétrica
não apresente resultado correto, substitua o módulo DIS. Faça um teste de pulso de
aterramento no fio do chicote, entre o MC e a DIS. Caso não haja pulsos de aterramento,
inspecione o CKP.
(i] Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote e faça testes de continuidade e curto-
circuito; limpe todos os terminais elétricos envolvidos.

Teste 1 - Centelhomento

Antes de iniciar os testes, certifique-se da condição a seguir:


a- Chave de ignição: desligada.

l-Instale o centelhador em um dos terminais de alta tensão como apresentado abaixo;


2-Dê a partida no motor, e observe a presença e o aspecto da centelha.
(j) Realize o procedimento indicado para todos
- os terminais de alta tensão.

[N) Inpecione as velas quanto ao seu aspecto,


desgastes dos eletrodos e coloração. Velas
com eletrodos excessivamente gastos devem
ser substituídas.

~~~ Centelha com tom azulado e com forte


, intensidade.

--~--------------------------------------------------------------~ 205
FORO KA 1.0 Flex • Injeção eletrônica ·Testes passo a passo

-
Teste 2- Resistlncia elétrica
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Cabos de velas: removidos;
b- Terminal elétrico do DIS: desconectado.

Para remover os cabos de velas, puxe-os pelos terminais, nunca pelos próprios cabos.

l-Meça a resistência do circuito primário (baixa tensão) como indicado na figura;

A resistência deve ser de aproximadamente


Bobina de ignição
o,sn.
2-Meça a resistência do circuito secundário Calta tensão) como indicado na figura.

A resistência deve ser de aproximadamente


Bobina de ignição 8,9kn.

~ Teste 3 - Tensão de alimentDçõo


[~J Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir:
a- Terminal elétrico do DIS: desconectado.
1-Ligue a chave de ignição, e meça a tensão como indicado na figura.

Bobina de ignição

Módulo de
comando [~J Aproximadamente 12,5 Volts.

206 '--------------------------------------------------------------------
- ----·
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica -Testes passo a passo

Teste 4 - Resistência dos cabos de alta tensão


Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Chave de ignição: desligada;
b- Cabos de velas: removidos.

l-Meça a resistência dos quatro cabos de ignição, como no exemplo da figura abaixo.

o
( CA02)
-------~----------" Fusivel3
._---- CZ~ (DIR)daCP

Módulo de
comando
Aproximadamente:
Cabo cilindro 1: 4,12 kD;
Cabo cilindro 2: 3,80 kD;
Cabo cilindro 3: 2,99 kD;
Cabo cilindro 4: 2,15 kD.

Especificação técnica NGK:

Velas de ignição

I
LTR7A-10
CABOS DE IGNIÇÃO
IISISTIVOS

m Especificação técnica NGK:

Cabos de Ignição

SC-F30
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo

Injetam o combustível no coletor de admissão,


próximo às válvulas de admissão do motor.
Durante o funcionamento em marcha lenta os
eletroinjetores são acionados dois a dois
(cilindros 1 e 4 e cilindros 2 e 3). Nas demais
rotações os eletroinjetores são acionados
individualmente. O volume introduzido por ciclo
varia conforme as condições de operação do
motor e pelo combustível utilizado. O tempo em denominado "tempo de injeção", é controlado
que cada eletroinjetor permanece aberto, peloMC.

~ Circuito elétrico

o ( BAT )

J:R~VM1r~~~~~~-rcmM~--~~~~
T01~
..

VM VM

Central de relés e fusíveis ~


do vão do motor ~
<{

cmJ
~~C~nRX~~----------------------------CliRX--L---~~DIR~~ÜE~SQ~----~~---M~AM

' Central de relés e fusíveis


do painel de instrumentos
)

Módulo de
comando

Terminal elétrico do chicote dos injetores

Valores de tempo de injeção,


determinados pelo MC, obtidos com o
scanner Rasther II

Te.,.polnJ 4.8...s

208 '--------------------------------------------------------------------
- CJl Raciocínio para manutenção
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo

Se houver sintoma de cilindro falhando Podem ocorrer defeitos elétricos e mecânicos.


identifique-o da seguinte maneira: com o motor Para a identificação dos defeitos mecânicos deve-
em funcionamento, remova o conector elétrico de se remover os eletroinjetores e testá-los em equi-
um dos eletroinjetores. Caso haja alteração no pamento próprio, para que seja possível avaliar
funcionamento já irregular do motor é sinal de vazão, capacidade de estanqueidade e formato do
que aquele eletroinjetor está funcionando spray de combustível de cada um dos eletro-
perfeitamente. Caso não haja alterações no injetores, conforme recomenda o fabricante do
funcionamento do motor, é sinal de que aquele é o equipamento de teste.
eletroinjetor defeituoso. Realize esse procedi- Os defeitos elétricos são mais fáceis de serem
mento com todos os eletroinjetores para certi- identificados. Siga o fluxograma abaixo:
ficar-se de que estão funcionando corretamente.

ru A resistência interna está correta (teste 1)?

~ Sim, está correta. Faça então o teste de alimentação elétrica (teste 2).

[1J A alimentação dos eletroinjetores está correta (teste 2)?

~ Sim, eles estão sendo alimentados corretamente. Faça então o teste de pulso de aterramento
para verificar se o MC está comandando os eletroinjetores corretamente (teste 3).

[1J Os pulsos de aterramento estão sendo aplicados em todos os eletroinjetores (teste 3)?

Sim, existem pulsos de aterramento em cada um dos 4 eletroinjetores. Neste caso, não há
falhas de acionamento, pois os eletroinjetores estão sendo alimentados e aterrados
corretamente. Para se assegurar da funcionalidade dos mesmos, remova-os e instale-os no

L~
equipamento de teste e limpeza. Efetue a limpeza e faça os testes de vazão, formato de spray
de combustível e estanqueidade.
Não há pulsos de aterramento. Verifique a continuidade dos chicotes, entre os
eletroinjetores e o MC. Caso os chicotes estejam perfeitos, suspeite do MC, que pode não
estar enviando os pulsos de aterramento. Faça também o teste do CKP e inspecione seu
chicote elétrico.
[i) Não há alimentação no eletroinjetor. Neste caso, verifique o relê principal e inspecione todo o
chicote elétrico de alimentação. Oriente-se pelo diagrama elétrico para tanto.

~ Não. A resistência do eletroinjetor está fora da faixa especificada. Isto significa defeito no
enrolamento interno, que compromete o funcionamento do componente. Substitua todos os
eletroinjetores que apresenta resistências incorretas .

• Teste 1 - Resist§ncla elétrica

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminais elétricos dos eletroinjetores: desconectados.

l-Meça a resistência elétrica de todos os eletroinjetores.

--------------------------------------------------------------------' 209
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica -Testes passo a passo

Módulo de Eletroinjetor 4
comando Medidas obtidas

Teste 2 - Tensiio de
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Terminais elétricos dos eletroinjetores: desconectados;
h-Chave de ignição: desligada.
l-Ligue a chave de ignição e meça simultaneamente a tensão de alimentação de cada um dos injetores.

~ o ( CA02)

AMILA --o
0~ cz - ---r-- cz ~
~
Fusíve13
(DI R)daCP

EletronlJelorl ~~
~~ 0 Aproximadamente 12,5 Volts.
RX/LA

~ o~
~~hX~z
0~
BR/RX-o

~ Eletroinjelor3 ~ o

AZ.ND - - - - - - - o 2 --~~
. ;, 1

Eletroinjetor 4
Módulo de
comando

Teste 3 - Pulsos de aterramento


Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir: a-Chave de ignição: desligada.
l-Dê a partida no motor, e verifique os pulsos de aterramento dos injetores com uma caneta de polaridade, como
apresentado na figura.

Fusivel3
----.....---- cz ----<D"CBJ:) « (DI R) da CP

cz Ao ligar a chave de ignição, o led


~ vermelho deve acender, indicando
que o eletroinjetor está sendo
alimentado. Ao dar a partida, o led
verde deve piscar e o vermelho
cz permanecer aceso, indicando que o
MC está comandando o eletroinjetor.
Módulo de Eletroinjetor 4
comando

210 '-----------------------------------------------------------------~
- Bombo de combustível- Sistema de
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo

decombustívei-SAC

O Sistema de alimentação de combustível (SAC) compreende todo o sistema de


combustível do veículo, composto de bomba, filtro, regulador de pressão,

tanque e tubulações. A bomba elétrica de combustível opera submersa ao
combustível no interior do tanque. Bombeia o combustível até os eletroinjetores
e mantém a linha de combustível pressurizada durante o funcionamento do
motor. A bomba é alimentada pelo relé principal da injeção (relé 7) . ~
Durante a substituição do filtro de combustível, a direção do fluxo indicada no ._.........
corpo do filtro deve ser obrigatoriamente mantida.
O sistema é dotado de um interruptor inercial, que interrompe, por medida de segurança, a alimentação
elétrica da bomba de combustível em caso de colisão do veículo.

Circuito elétrico de ocionomento do bombo de combustível

o C]ill

J:R~ VM~rf--~~~;m~--+ cmM~--~~~~


:ro1 ~
V
M -+----t--4{

VD/AZ --« Pa1nel (29)


......
1- AM!RX --«
Pamel (08)
UJ
z RX/B R - - - - - - - '
l9
<(
~
Bomba de
combustível
i
<(

~~.---- vo--------------------- vo
AM/RX - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - AM/RX
_j
Módulo de
comando

Terminal elétrico da bomba de combustível


em Raciocínio poro manutenção
Antes de executar testes no sistema, verifique se o
filtro de combustível foi devidamente substituído
no prazo correto e se não está entupido.
Inspecione também o regulador de pressão, que se
localiza no tubo distribuidor de combustível.
Assegure-se de que não existam obstruções ao
longo das tubulações de alimentação, que possam
conduzir a eventuais erros no diagnóstico. Se não
existirem também vazamentos externos, inicie
pelo teste de tensão de alimentação da bomba de
combustível (teste 3) .

~----------------------------------------------------------------J 211
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica -Testes passo a passo

[1J A tensão de alimentação está correta (teste 3)?

Sim, está correta. Significa que a bomba está sendo alimentada corretamente, sugerindo que a
falha pode não ser em seu circuito de alimentação. Limpe os contatos do conectar elétrico. Se
houver tensão de alimentação e a bomba não girar, é sinal de que seu motor elétrico está danificado
ou travado, o que requer a substituição da bomba. Se a bomba gira, os testes hidráulicos são
necessários. Realize o teste de vazão de combustível (teste 1).
Para a despressurização da linha de combustível, dê partida no motor e desconecte o terminal
elétrico da bomba. Aguarde até que pare de funcionar por falta de combustível.

[1dJ A vazão de combustível medida está correta (teste 1)?

~ Sim, está correta. Isso indica que a bomba está operando à pressão atmosférica. Contudo,
ainda é necessário testar o circuito hidráulico (tubulações e regulador de pressão). Aproveite e
realize o teste de pressão de operação, para testar o restante do circuito (teste 2).
(1J A pressão de operação está correta (teste 2)?

Sim, está correta. O regulador de pressão está em ordem. Se os sintomas de falta de


combustível persistirem, inspecione a linha de alimentação para verificar vazamentos ou
dobras. Teste também os eletroinjetores.
~ Não, está incorreta ou não há pressão. Inspecione o regulador de pressão. Se necessário
substitua a bomba de combustível.
Não, a vazão está incorreta. Nesse caso a bomba não pode alimentar o motor adequadamente.
Podem ser observadas variações significativas de funcionamento do motor. Entretanto, valores
de vazão da bomba abaixo dos apresentados são indicativos de falha iminente, e a substituição
da bomba é aconselhada.
(i) Não há tensão de alimentação. Faça então um teste de continuidade e curto-circuito no chicote.
Verifique o funcionamento do relé principal (relé 7 da CP) e a integridade do fusível F4 (CP).
[1J Os componentes citados estão em ordem?

~ Sim, estão perfeitos. Verifique então se o MC está aterrando o relé principal quando é dada a
partida no motor. Sem o sinal de aterramento, o relé não será atracado e os componentes não serão
energizados. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

~ Não, não estão em ordem. Substitua o componente defeituoso, e identifique a causa de sua avaria.

Em virtude das conexões utilizadas pelo sistema de engate rápido, recomendamos o uso de um alicate
para conexões dé combustível (KL-0121-38) , para evitar riscos de danos no encaixe das conexões.

Circuito hidr6ulico de dos cilindros do motor

Bomba de combustível
submersa no tanque Eletroinjetores

t [~~fJ~~L~J~~~~: ~
!.lJ~-~-------~-------l-------i g-
: : /1\ : : : "'
Tanque de l~~~~~~~t:::~:L::::T!!~:l ·~
combustível l---- ---~-------~ -~J~ -~-------1 -~
Filtro de combustível :JJ\L ____ j _______ L__ ____ ; -
Linha de alimentação ----+
l:mi======-=!.JCD00CV Cilindros

212 '-------------------------------------~--------------------------
~ -~........................................................................ FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo
~

Teste 1- Vazão da bomba com a linha de

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a- Chave de ignição: desligada.

Antes de iniciar o teste, despressurize a linha de alimentação de combustível. Desconecte o terminal


elétrico da bomba e dê partida no motor. Aguarde que o motor desligue por falta de combustível.
l-Desligue a chave de ignição;
2-Reconecte o terminal elétrico da bomba de combustível;
3-Desconecte o terminal elétrico do módulo de comando;
4-Faça umjumper (curto-circuito) entre o borneA15 do chicote doMC e amassa;
5-Desconecte a tubulação de recalque de combustível após o filtro de combustível;
6-Instale uma mangueira no tubo oriundo do tanque para coleta do combustível bombeado;
7-Ligue a chave de ignição e, simultaneamente, meça a vazão de combustíve~ante 15 segundos.
Regula~or de pressão 't
r;:.========d=lfe=re~nc1al --_. 't Tubo distribuidor

Bomba de combustível
submersa no tanque

Linha de alimentação ---+

[~] A vazão de combustível deve ser superior a


2,91/min.

Teste 2- Pressõo do linho de

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a- Chave de ignição: desligada;
b- Manômetro: instalado na linha de alimentação.

l-Dê a partida no moto~ e verifique a pressão no manômetro em regime de marcha lenta.

Bomba de combustível
submersa no tanque

Filtro de combustível
Linha de alimentação ---+

[fj] Aproximadamente 3,8 bar.


fa:J Nos testes realizados por Mecânica 2000 foi observado que, para pressão inferior a 1 bar, o
funcionamento do motor em marcha lenta fica comprometido.

----------------------------------------------------------------------J 213
FORO KA 1.0 Flex • Injeção eletrônica • Testes passo a passo

r=-:1
. , Teste 3 - Tensão de alimentação
-
~-------<------~~
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Terminal elétrico da bomba de combustível: desconectado;
b- Chave de ignição: desligada.

l-Ligue a chave de ignição, e meça a tensão de alimentação como apresentado.

o a::
z
a::
u..
u
'\I" Central de relés e fusíveis
:::;: do vão do motor ~
5<( <( N
~ (CHAVE) MC·A(15) o
......
...... Central de relésefusíveis ~RXNM ----t+---------~f-+'
_J do painel de instrumentos ~
_J L---~~--------- CVRX ---------------------CVRX
w
a::
<(
l!s4 15A
::E VD/1\l. --« Painel (29)
......
1- AM/RX--« Pamel (08) Central de relés e fusíveis
w do painel de instrumentos
z
l9
<( Bomba de
::E combustível

IA34,..____ VO - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - VD

Módulo de
ccmando

~ Aproximadamente 12,5 Volts (a tensão após


2 segundos).

Enquanto nos motores diesel convencionais a pressão de injeção é


gerada diretamente para cada injetor, nos modernos motores com
este novo sistema de injeção, o combustível é armazenado num
tubo central sob altíssima pressão, denominado Common Rail,
e é liberado para cada injetor de acordo com a demanda,
controlada pelo módulo de comando. Conheça a fundo esta nova
~ologmquerepresenta
anovageraçãodeveículos ~ TELEVENDAS
diesel no Brasil e no mundo. ~
••~~~.;:,=..., 4003-8700
www.mecanica2000.com.br

214 '--------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex -Injeção eletrônica- Testes passo a passo _....,._,

-SPF
É um sistema de auxílio da partida do motor, para
baixas temperaturas ambientes, caso o veículo
esteja abastecido predominantemente com
álcool.

Circuito elétrico

~ ( BAT )
Qill

O!R~ VM ESQ CmM ~M~Mil


=ro1 CQJ
~rp;D'I
~-+---- cm~o-A_____~ II
C(
z• r ~
~
28 :=.. '
Central de relês e fusíveis
do vão do motor [00 ~
CZ/RX ~>----! ;--- MR/AM ::;;

:::~
C( 3A 20A
u.. __./
U Central de relês e fusíveis
V do painel de instrumentos
AZICZ - - - - - - - . . . . - - - AZJCZ +---t(
$
<(
~ Relê de partida
a fno
)
Central de relês e fusíveis
do painel de instrumentos
Válvula de
Bomba de corte de
gasolina para combustível
partida a fno
IA3B--- AM/A Z - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - '

Módulo de
comando

Terminal elétrico do chicote da bomba de Terminal elétrico do chicote da válvula de corte


partida a frio - BPF de combustível - VCC

[ ] Raciocínio para manutenção


Antes de executar os testes, certifique-se de que funcionamento. Para que o sistema de partida a
não haja vazamentos, obstruções ou danos nos frio funcione corretamente é necessário que o
componentes do sistema. Assegure-se de que o sensor ECT envie ao MC um sinal de tensão
sensor de temperatura do líquido de correspondente ao da sua temperatura de
arrefecimento esteja em perfeitas condições de funcionamento.

rn o sistema está injetando gasolina (teste 1)?

Sim, existe injeção. Então as eventuais falhas ou dificuldades de partida têm origem em outros
componentes.
Não, pois a bomba está inoperante. Verifique então a alimentação elétrica da bomba (teste 2).

~~-------------------------------------------------------------J 215
FORO KA 1.0 Flex • Injeção eletrônica - Testes passo a passo

-
~ A bomba de partida a frio está corretamente alimentada (teste 2)?

~ Sim, sua alimentação está correta. Se a alimentação está correta e a bomba não funciona é sinal
de que pode estar danificada. Substitua a bomba de partida a frio.
~ Não há alimentação para a bomba. Inspecione o chicote de alimentação e o relé de partida a frio
(relé 5 da CP). Identifique a causa da ausência de alimentação, e efetue os reparos necessários.

-~ A bomba de partida a frio é acionada, mas a gasolina do reservatório não flui pela tubulação.
Neste caso, verifique a alimentação elétrica da válvula de corte de combustível (teste 3).
~ A válvula de corte de combustível está corretamente alimentada (teste 3)?

Sim, sua alimentação elétrica está perfeita. Se a válvula está sendo corretamente
alimentada e não permite o escoamento de combustível, é sinal de que está danificada.
Nesse caso, substitua a válvula de corte de combustível.

Não há alimentação no chicote do solenoide. Inspecione todo o chicote elétrico de


alimentação. Identifique o ponto de descontinuidade, e efetue os reparos necessários.

dlndmlca- e vazão do sistema


Antes de iniciar os testes, certifique-se da condição a seguir:
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico do MC: desconectado.

1- Faça umjumper (curto-circuito) entre o bom e A38 do chicote do MC e a massa; '-'


2- Desconecte a mangueira de alimentação de gasolina proveniente da BPF, conecte-a a uma mangueira
auxiliar e direcione-a para um recipiente graduado.
3- Ligue a chave de ignição e, simultaneamente, meça a vazão de gasolina durante 15 segundos.

o
[F2[)
----~--_.~~~~~~---r--11---rCZNM~MRNM
10A
~--r--------CZNM ----~

WD
RXNM
20A

MRNM

MRNM
Relé de partida
a fno

~
Central de relés e tusiveis
do painel de instrumentos
Bomba de
gasolina para
Válvula de
corte de
combustivel I
o partida a frio

o - AM/AZ - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - '

Módulo de '--'
comando

~ A bomba deve ser acionada e o combustível deve fluir pela mangueira até o recipiente, com uma
vazão de 3, 7 L/min, indicando o perfeito funcionamento do sistema.

216 '-----------------------------------------------------------------
- FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica -Testes passo a passo

-BPF

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico da bomba de partida a frio: desconectado;
c- Terminal elétrico do MC: desconectado.

1- Faça umjumper (curto-circuito) entre o bome A38 do chicote do MC e a massa;


2- Ligue a chave de ignição;
3- Meça a tensão conforme a figura .

Módulo de
comando

~ Aproximadamente 12,5 Volts.

Teste 3- Teste de do v61vulo de corte de -VCC

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico da válvula VCC: desconectado;
c- Terminal elétrico do MC: desconectado.

1-Faça um jumper (curto-circuito) entre o bome A38 do chicote do MC e a massa ;


2- Ligue a chave de ignição;
3- Meça a tensão conforme a figura.

~---------------=~·:::-:=::-;:-:;ceonheça nossos produtos


- tttp:f1-.mecanica2000. com· br / através de nosso site,

www.mecanica2000.com.br

-------------------------------------------------------------------J 217
-
::;:
~
::;:

Al.JCZ ---------<11....._- Al.JCZ ----411

~C )
-~: I
MRNMd
Relé de partida

~
a fno

~ Central de relês e fusiveis


do painel de instrumentos

I
(l_
Válvula de <l
Bomba de ..!.-

• ~
gasolina para corte de
combustível
partida a frio TOS ;

o----- AM/AZ - - - - - - - - - - - - - - - ' = T01

Módulo de
comando

0 Aproximadamente 12,5 Volts.

Manual técnico
MWM Sprint 4.07 TCE

Conheça os segredos
do motor MWM Sprint
4.07 TCE.
Assita aos DVDs
contendo itens
de desmontagem,
montagem, testes
das unidades injetores
e sensores do sistema
common rail

TELEVENDAS
de:~:::.~~..:. •• 4003-8700
www.mecanica2000.com.br

218 '--------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 FLEX -Injeção eletrônica- Testes passo a passo

Eletrov61vula de do cãnister- CANP


Controla o fluxo de vapor de combustível gerado
no tanque durante os vários regimes de
funcionamento do motor. Isto diminui a poluição
atmosférica por hidrocarbonetos, e contribui para
a economia de combustível. Quando a
eletroválvula se abre, permite a passagem do
para o cânister, onde são absorvidos no filtro de
vapor de combustível proveniente do tanque para
carvão ativado.
o coletor de admissão, para assim ser incorporado
A CANP é alimentada pelo relé principal e
à mistura ar/ comsbutível. comandada pelo módulo de comando.
Quando fechada, os vapores são direcionados

( BAT )

o!'~'"
c:r:: -= T01
z
c:r::
LL VM +-----+-VM
u
;>
<(
Cenlral de relés e fusíveis
do vão do motor
~
.:;;_
<r:
I
lCZ/RX
~ AMRX------------------------------~ I
~
....J ~----~---------------CZ/RX------------------~
....J
UJ CZ/RX
c:r::
<(
~
~

f-
UJ
z A52 Central de relés e fusíveis
do painel de instrumentos
l9
<(
~
Módulo de
__, comando

Terminal elétrico do chicote da CANP

mJ Raciocínio para manutenção


Não espere falhas notáveis no funcionamento do Para verificar seu funcionamento, certifique-se de
motor para conferir o estado da CANP. Sua que o relé principal e os fusíveis FS e F6 (CVM)
verificação periódica é recomendada para estejam em ordem. Se estiverem queimados,
prevenir futuros problemas no cânister e no substitua -os.
controle de emissões evaporativas.

~------------------------------------------------------------------~ 219
t(A FORO KA 1.0 FLEX -Injeção eletrônica- Testes passo a passo

~ O funcionamento da CANP está perfeito (teste 1)?


-
~ Sim, a eletroválvula CANP está funcionando corretamente. Realize o teste de alimentação da
eletroválvula CANP (teste 2).
~ A CANP está recebendo alimentação corretamente Cteste 2)?

Sim, está sendo corretamente alimentada. Verifique então a continuidade do fio de


aterramento da CANP ao MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.
~ O chicote elétrico está em ordem?

[§i) Sim, o chicote está perfeito. Conclui-se que o circuito elétrico da válvula CANP está
funcionando corretamente, e que possui condições para operar corretamente. Para
completar, faça um teste de pulso, com uma caneta de polaridade e com o motor em
funcionamento. O módulo de comando deve comandar o atracamento da CANP pelo fio.

fi] Não. O chicote apresenta rompimento ou curto-circuito. Procure sanar a avaria ou


substitua o chicote.
Não há alimentação para a CANP. Inspecione o fusível F2 (CP) e o relé principal (relé 7 da CP).
Confira o chicote elétrico de alimentação, teste sua continuidade, e verifique a existência de
curto-circuito, conforme o diagrama elétrico.

[jJ Não. Neste caso é necessário substituir a CANP, pois apresenta dano interno.

daCANP
Antes de iniciar o teste, certifique-se das
condições abaixo:
a- Chave de ignição: desligada;
E-Terminal elétrico da CANP: desconectado.

1- Desconecte a mangueira da eletroválvula


CANP;
2-Instale a bomba de vácuo na CANP como
demonstrado na figura abaixo;

3-Em seguida, aplique o positivo da bateria no


Aplique e mantenha uma
terminal 1 da CANP, e o negativo da bateria no
depressão de 0,5 bar. terminal2.

~~~ Após aplicar a tensão de 12,6 Volts, a pres-


são deve retornar à pressão atmosférica.
I~J A CANP deve apresentar estanqueidade.

Teste 2- Tensão de
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Terminal elétrico da eletroválvula CANP: desconectado;
b- Chave de ignição: desligada.

l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação como apresentado na página seguinte.

220 ~------------------------------------------------------------~~
___
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo _,

o c:r:::
z
c:r:::
lL
u
v
~
<i
......
......
_J
_J
UJ
c:r::: 3A
<i em
:E DIR ESQ
......
1- 7,5A
UJ
z Central de relés e fusíveis
do painel de instrumentos
l9
<i
:E

o ~ Aproximadamente 12,5 Volts (a tensão cai)

Teste 3- Reslst§ncla elétrica

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a-Terminal elétrico da eletroválvula CANP: desconectado;
b-Chave de ignição: desligada.

l-Meça a resistência elétrica da CANP como apresentado na figu ra.

BR/MR ---<1 Fusivel2


o - RX ---« (DIR) da CP

Módulo de
~~~ Aproximadamente 17 Q.
comando

SISTEMAS DE ALIMENTAÇAD FLEXÍVEL


traz informações sobre a tecnologia dos motores
bi-combustíveis, a teoria da mistura homogênea,
e dados técnicos sobre o funcionamento da TELEVENDAS
injeção eletrônica com este sistema. ' •• !;:!..'%~~~- 4003-8700
www.mecanica2000.com.br
1 221
1":"""71
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo 11:.....2
Mft·ntOMSON

Válvula termost6tica eletrônica - VTE


O módulo de comando (MC) controla
eletronicamente a vazão de fluido de
arrefecimento do motor, monitorando sua
temperatura de operação. A VTE regula a vazão
pelo Óbturador de mecanismo que é controlado
mediante pulsos elétricos, enviados ao solenoide
da eletroválvula, com base nas informações do
ECT, mantendo a temperatura do motor
controlada na faixa ideal, independente do
combustível consumido pelo motor.

1'1 Circuito elétrico

c ----- CQJ

...... AMIRX
....J
....J
UJ [00
0::
<( CVRX ------------------------------ CVRX------~(D~IR~~ÜE~SQ~-----1~-- M~AM
:E
......
I-
UJ ESQ
z
l9
<(
VD _ _,......../
:E Central de relés e fusíveis
Válvula termostática do painel de instrumentos
eletrônica
Módulo de
comando

Terminal elétrico do chicote da VTE


IJ Raciocínio para manutenção
Se todos os elementos do sistema de
arrefecimento estiverem em perfeito estado de
funcionamento e o motor operando em
temperaturas fora da faixa ideal de trabalho ou
com muita oscilação, faça a verificação das
condições de funcionamento da VTE.
Faça as verificações de alimentação elétrica e teste
a resistência de sua eletroválvula. Caso os valores
desses testes estejam normais, suspeite de
problemas no mecanismo da VTE.

~ AVTE apresenta sua resistência interna correta (teste 1)?

0 Sim, a resistência elétrica da VTE está correta. Faça agora o teste de alimentação elétrica (teste 2)

~ A alimentação da VTE está correta (teste 3)?

222 '----------------------------------------------------------------------------------------------------------
r:-:1
1::.....31 FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica -Testes passo a passo
MTf.THOMSON

Sim, ela está sendo alimentada corretamente. Se os valores de resistência e tensão de


alimentação estiverem corretos, suspeite de defeitos no mecanismo interno da VfE.

Não há alimentação na VfE. Neste caso, verifique o relé principal (relé 7 da CP), o fusível F3
(CP) e o MAXI 1 (CVM). Inspecione todo o chicote de alimentação e o conectar envolvido.
Oriente-se pelo diagrama elétrico.

Não. A alimentação da vrE está fora da faixa especificada. Isto significa defeitos no enrolamento
interno que compromete o funcionamento do componente. Substitua a VfE.

Teste 1 - Teste de resistinclo

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a- Terminal elétrico da VfE: desconectado;
b- Chave de ignição: desligada.

1-Meça a resistência elétrica da VfE como apresentado na figura.

(CA02)
~Fusivel3
o- VD~(DIR)daCP

Módulo de
comando

0 Aproximadamente 15 O.

Antes de iniciar o t~ste, certifique-se das condições a seguir:


a- Terminal elétrico da eletroválvula CANP: desconectado;
b- Chave de ignição: desligada.

1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação como apresentado na página seguinte.

f (CA02)

VD ~ (DIR)daCP
Fusivel3

Válvula termostática
eletrônica
Módulo de
comando

0 Aproximadamente 12,5 Volts.

-------------------------------------------------------------------J 223
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Testes passo a passo

Tobelo de Volores ldeois


Procedimento
Item Teste a ser realizado Valores ideais
--1-- --1--
Teste de alimentação do MC MC CH 29 BAT(-) Aprox. 12,5 M
Teste de alimentação do MC MC CH 47 BAT(-) Aprox. 12,5 M
Teste de alimentação do MC MC FIO 34 BAT(-) Aprox. 12,5 M .._..,
MC MC CH 03 BAT (-) Aprox. 0,0 (Q]
(1)
.I MC CH 27 BAT(-) Aprox. 0,0 (Q]
Aterramento do MC
MC CH 28 BAT (-) Aprox. 0,0 (Q]
MC CH 44 BAT (-) Aprox. 0,0 (Q]
Tensão de resposta HEGO 1 FIO 4 HEGO 1 FIO 3 100 a 900 [mV] oscilante
HEG01 Tensão de alimentação HEGO 1 CH 2 BAT (-) Aprox. 12,5 M
(2)
Resistência do componente HEGO 1 CP 2 HEGO 1 CP 1 Aprox. 4,6 (Q]
Tensão de resposta HEG02 FI04 HEGO 2 FIO 3 Entre 300 a 600 (mV]
HEGO 2 Tensão de alimentação HEG02 CH 2 BAT(-) Aprox. 12,5 M
3
() Resistência do componente HEGO 2 CP 2 HEGO 2 CP 1 Aprox. 7,2 [Q]
Tensão de resposta ECT FIO 1 ECT FIO 2 Aprox. 2,7 M com o motor frio (30 °C)
ECT Tensão de alimentação ECTCH 1 BAT (-) Aprox. 5,0 M
(4)
Resistência do componente ECTCP 1 ECTCP2 Aprox. 22 (kQ]
Tensão de resposta (temperatura do ar a 30°C) CMO FIO 3 CMO F104 Aprox. 2,2 M
CMD Tensão de resposta do sensor de pressão CMO FIO 1 CMO FI04 Aprox. 1,3 [V]
(5)
Tensão de alimentação CMO CH 2 BAT(-) Aprox. 5,0 M
Resistência elétrica do sensor a 30°C CMO CP 3 CMO CP4 Aprox. 1,6 (kQ]
Aprox. 50 (Hz] com o motor a 2000 rpm
CMP Resposta de frequência CMP FIO 2 BAT (-)
(6) Tensão de alimentação CMPCH 3 BAT (-) Aprox. 5,0 M
CKP Tensão de resposta CKPCP 2 CKP CP 1 Aprox. 1,02 M
(7) Resistência elétrica do componente CKPCP 2 CKP CP 1 Aprox. 0,46 (kQ]
Tensão de resposta {borboleta aberta) TPS FIO 2 TPS FIO 1 Aprox. 4,7 M
TPS Tensão de resposta (borboleta fechada) TPS FIO 2 TPS FIO 1 Aprox. 1,0 M
(8)
Tensão de alimentação TPS CH 3 BAT (-) Aprox. 5,0 M
IAC CP 3 IAC CP4 Aprox. 49,5 (Q]
IAC Resistência elétrica
(9) IAC CP3 IAC CP4 Aprox. 49,5 (Q]

vss Resposta dinâmica VSS FIO 2 BAT(-) Aprox. 29 [Hz]


(10) Tensão de alimentação VSS CH 1 BAT(-) Aprox. 12,5 M
KS 111 > Resposta dinâmica (bater levemente no sensor KS) KS CP 1 KS CP2 Variação da tensão alternada, próximo de 0,5 M

AT 1 AT4
Resistência elétrica dos terminais de alta tensão Aprox. 8,9 (kQ]
AT2 AT3
DIS OIS CP 2 OIS CP 1 Aprox. 0,8 (Q]
(12) Resistência elétrica dos terminais de baixa tensão
OIS CP 2 OIS CP 3 Aprox. 0,8 (Q]
Tensão de alimentação OIS CH 2 BAT (-) Aprox. 12,5 M .........-'

INJ Resistência elétrica do componente INJ CP 2 INJ CP 1 Aprox. 13,0 (Q]


(13) Tensão de alimentaçao INJ CH 1 BAT (-) Aprox. 12,5 M
Medição na saída do filtro
Vazão da bomba de combustível Aprox. 2,9 [Umin]
de combustível
SAC Manômetro após o filtro
(14) Pressão da linha de alimentação (motor em funcionamento) Aprox. 3,8 [bar]
de combustível
Tensão de alimentação BOMBACH 1 BAT(-) Aprox. 12,5 M
BPF(1s) Tensão de alimentação BPF CH 2 BAT(-) Aprox. 12,5 M
VCC(1s1 Tensão de alimentação VCC CH 1 BAT (-) Aprox. 12,5 M
CANP Tensão de alimentação CANP CH 2 BAT(-) Aprox. 12,5 M
(17) Resistência elétrica do componente CANP CP 1 CANPCP 2 Aprox. 17 (Q]
VTE Resistência elétrica do componente VTE CP 2 VTE CP 1 Aprox. 15 (Q]
(18) Tensão de alimentação INJ CH 1 BAT{-) Aprox. 12,5 M

Conheça nossos produtos


através de nosso site, TELEVENDAS
llftl'-m•ec;in~ca•~ooo.com.br. do~~=~u":.:~~de 4003-8700
..,..,,,..,... online. É rápido e seguro. www.tnecanica2000.com.br

224 '----------------------------------------------------------------------
FORO KA 1.0 Flex - lnjeçao eletrônica - Osciloscópio digital

O osciloscópio é uma ferramenta muito útil no diagnóstico de circuitos eletroeletrônicos. Com ele é possível
s visualizar a variação da tensão no tempo. Para utilizar um osciloscópio com destreza é preciso
compreender as variáveis de ajuste da visualização da onda de sinal. Foi utilizado para captura de dados, o
ZIPTEC, osciloscópio digital TECNOMOTOR.

Osciloscópio Digital - ZIPTEC - Tecnomotor

Modo de captura: -Tipos de triguer:


stp - captura um certo intervalo do sinal;
con- captura continuamente o sinal; Borda de subida- quando o sinal passa de um
aut- ponta de prova inteligente. valor menor para um maior;

Base de tempo: Borda de descida- quando o sinal passa de um


Ajusta o intervalo de tempo entre as divisões das valor maior para um menor;
barras verticais.
Manual- o sinal começa a ser capturado com o
Escala de tensão: acionamento de uma tecla.
Ajusta o intervalo de tensão entre as divisões das
barras verticais .
._J Triguer: o momento em que o sinal começará a ser
capturado.

[lJ O motor está aquecido e em marcha lenta. Sinal de resposta do sensor de oxigênio 1 CHEGO 1)

--~-- --~--
I
1 HEGO FI04 1I HEGO FIO 3

É possível ver a variação da tensão entre O, 1


e O, 9 (V] mistura pobre e mistura rica; e
observar que em 0,3 [s] a variação de tensão
na rampa de subida é superior à 300 [mV].

----------------------------------------------------------------------_, 225
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Osciloscópio digital

Sensorde do comondo de v61vulos


O motor está aquecido e, inicialmente, em Sinal de resposta do sensor de posição do comando
marcha lenta. de válvulas (CMP)

I --~-- I --~--
1 CMP FI02 1 BAT TRM(-)

0 Observa-se que o período (espaÇo de tempo


entre a subida do nível de tensão do maior
dente) é de 120 ms. Portanto, o período é de
O, 12 s. A frequência será então 1/ 0,12. Logo, a
frequência é de 8,3 Hz. Isso indica que o motor
estava em marcha lenta no instante da captura do
sinal.

Sensorde do 6rvore de manivelas

00 Chave de ignição ligada. Sinal de resposta do sensor de posição da


árvore de manivelas (CKP)

I --~-- I --1--
I CKP FIO 2 I CKP FIO 1

O sinal é uma senoide cuja frequencia varia de


acordo com a rotação do motor. A falha de dois
dentes, na roda dentada é identificada pela per-
turbação no gráfico, e é utilizada para identificar
a posição dos êmbolos.

Sensorde do borboleta

Motor deve estar ligado, rodas suspensas e


2• marcha engatada. Sinal de frequência do sensor TPS

I I
I TPS FIO 2 I TPS FIO 1

~~ O sinal de tensão sobe no instante em que o


pedal do acelerador é pressionado,
mantendo-se estável próximo a 5 Volts durante a
abertura total da borboleta. Ao ser liberado o
pedal, o sinal de tensão cai para valores próximos
aO,SVolts.

226 ~----------------------------------------------------------------
- Atuador de marcha lenta
FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Osciloscópio digital

00 Motor em marcha lenta e aquecido. Sinal de resposta do atuador IAC

I --l-- I --~--
I IAC FIO 2 1 BAT TRW(-)
O comando do MC atua em cada um dos pares das
bobinas em momentos distintos, enviando pulsos
de 12 Volts. Conforme a sequência de
acionamento, a haste do motor de passo avança
ou recua, para controlar a marcha lenta do motor.

Sensor de velocidade

00 O exemplo mostra o sinal do VSS para o veí-


culo a 40 km/ h.
Sinal do pulso de acionamento do sensor de
velocidade (VSS)

I --1-- I --1--
I vss FIO 2 I BAT TRM(-)

~~~ Cada pulso indica a passagem por um dente


da roda dentada. A frequencia do sinal é
aproximadamente 40Hz.

00 O motor deve estar em marcha lenta e aquecido. Sinal do pulso dos eletroinjetores (INJ)

I --1-- I --~--
1 INJ FIO 2 I BAT TRM(-)

0 A amplitude do sinal é de 12[V] até que o


MC aterre o fio 2, fazendo com que o injetor
se abra. Quando o MC retira o sinal de terra, acon-
tece um pico de tensão, logo após o sinal volta
para 12 [V]. O tempo de injeção é o tempo em que
o MC mantém o fio 2 aterrado.

Bobinas de -M6duloDIS

IIJ Motor em marcha lenta e aquecido. Sinal de pulso de acionamento do módulo OIS

I --1--
I --~--
I DIS FIO 2 1 BAT TRW(-)

~~ Este é o sinal que o MC envia para o circuito


primário da bobina de ignição. O tempo
marcado de 3[ms] é o período de carregamento
da bobina.

--------------------------------------------------------------------~ 227

~
----------------~
BRIMR ,

_______ L ____
RX/LA !
:

Sensorde PR
Numeraçlo do conector detonação
Delcrlçlo de runc;ao do c:ompol1811le
!'!o)
....- - - VDIMR - - - - i (
....- - - VDIRX - - - - 4 ( 1
....- - - AM/AZ - - - - 4 1 1
....- - - VDIBR ---t--411

lloml28do COÃIIC:b'Ado módulo c~~~n~gs'rcJ~~~or


""
L
<Il
deCO!Mndo
6
Indica o elnal do c:ornponente
"P) Ci
>

~ Vennelho Indica a aHmentação do componente


....- - - VDIBR _j
e Cinza Indica aterramento
..__ _ _ MRIAZ - - - - - 4 ( '

) t - - - - VDIRX --+-~lld
~
Cores de fios Superior(SUP) )>
;o
~ ~
MR-marrom CZ-conza
VM - vennelho
PR- preto
AJA- amarelo
RS ·rosa O.!!ilo m
BR- branco
VD- verde
lA-IaranJ<I
AZ-azul
(OI R)
VD/RX _ _ j r
RX-roxo BG ·bege
AM/RX - - - - · 8 7 r~
VDIBR 8
~
Sensor de Jl9Síção
da borboleta )>
o cr:
~---- CliAM ----4
) t - - - - - MRIBR - - - - ·
MR ~ AM
~T )
""
<Il
Ci
> ~
~
z
cr:
u..
u
) t - - - - - CllYD - - - - ·

Atuador de
marcha lenta
~ VD/BR
Sensor de
temperatura do
,;o
()

""" ~E ) ar~~~is~~~to
3:
<(
..... VD ~ VD ~ ~ z
.....
_J ~ cz
}l:
~
2
t i-- ...... ------ ....... -- ............... ---- i
;o
_J
w t3 , AMIRX ,
cr: 1t Válvula termostática : VD/MR :
eletrônica
<( Fusível 3 ~-- - - - -----------L-F>~
~ da CP (DIR)
Sensor de posição
..... da árvore de mantvelas
1-
w
z Oill
(.J

VM ~PRl
<(
MR/VM MR/VM
~ ~·

Central de relés e fusíveis Central de relés e fusíveis ~ T01 Módu!o de


Módulo de do painel de instrumentos do vão do motor comando
comando

228 '-------------------------------------------------------------------
- FORO KA 1.0 Flex - Injeção eletrônica - Diagrama Elétrico

o
Central de relês e fusíveis
:::;: do vão do motor
<(

g; (CHAVE)
Central de relês e fusíveis ~ RXNM
do painel de instrumentos ~
L - - - - - - - - - CZ/RX - - - - - - - - - --CZ/RX

IM
~ VD/AZ --« Painel (29)

z I
AM/RX --« Painel (08)
RX/BR - - - - - . . . l
~
CID '-'
~ Bomba de RX ~
u. combustível
~I
u ·J---- B~MR --------4
~
N
v ~----~cz ~
CID '-'

$ 15A

<{
1-t M~M
Sensorde
1-t OXIgênio 1 I
M~M
·~----- VDffiR -----4
...J BR
...J
w $------- BRILA - - - - 4
Central de relês e fusíveis
do pamel de instrumentos
~ Sensorde
oxigênio 2
~
X
<{ 0::

~
1-t
r-w Sensorde
velocidade
llt------ RX _j
~= ~
·~ Bomba de
T05i
gasolina para
partida a frio
z ._----------- cz ------~

~ N
~C)
l9 (_)

~-~
<{ .-------- cz ----•f
~
Válvula de ....L,_

co~~~s1i~el T05 'f


Eletroinjetor 2
._____ AZJVD - - - 4 (
~
Eletroinjetor 1 AZ/CZ

PR

f
IBiiE.________ AZILA - - - - 4 PR

85·------- B~RX ----4 PR


PR

Módulo de
'f T02 Módulo de
comando Bobina de ignição comando

~~------------------------------------------------------------~ 229

Corpo edltDrlol
Direção geral: Marcley Lazarini
Desenvolvimento técnico: Andrezza Viegas I Caio César
Francilene Mendes I Jadder Oliveira I Rodrigo Bekerman I Thiago Tavares
Programação visual e Fotos: Gil Braz
Revisão ortográfica: Genoveva Xavier
Capa: Pedro Bonneau
Desenhos técnicos: Emerson Neves e Gil Braz
Colaboração: Renato Rocha I Solano

Reol/zoção

AutrJ.rr-J.otlv•
CENTRO DE DESENVOLVIMENTO
DE TECNOLOGIA MECÂNICA
Av. Sebastião de Brito, 215- O. Clara
31260-000- Belo Horizonte- MG
Televendas- (31) 3123-0700
www.mecanica2000.com.br

Poreer/o

(GEDORE) ~ KLANN ~ I~ TEf/IDIIDTDKJ

Apolo

Contrair FRAS"LE
~ ~~
,i).
®GAUSS
I.Cil.A..
® jLPr
I- . I
r.,. SsAcHs
MTE·THOMSON

SCHADEK

2 '-------------------------------------~~--------------------.-