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1.

Tema: Reflexões sobre o AGOA: Desafios e Oportunidade Para África Subsariana –


Caso do Lesotho
1.1. Delimitação espácio-temporal

O trabalho abrange o espaço geográfico que envolve toda África Subsaariana, em geral e
Lesotho, em particular. A escolha desse território justifica-se pelo facto de a abertura comercial
norte-americana, através do African Growth and Oportunity Act (AGOA), beneficiar as
economias da África subsaariana na qual Lesotho é parte. Quanto ao tempo, a reflexão é feita no
período compreendido entre 2000 à 2015. A opção do intervalo justifica-se pelo facto de 2000
ser o ano da criação do AGAO, que marca uma nova roupagem nas relações Comerciais entre os
EUA e África Subsaariana. E 2015, por ser o ano que marca o fim da segunda fase de extensão
do AGOA e ano da realização do Décimo quarto (14°) Fórum AGOA, em Washington, e que
culminou com a sua extensão para 2025.

2. Contextualização

O trabalho enquadra-se num contexto internacional, no qual Lesotho é parte, caracterizado por
mudanças frequentes e significativas na configuração e natureza dos acordos de comércio.
Segundo IPEA (2013:27), entre os princípios de 1990 a 2000, a comunidade internacional
testemunhou a terceira onda de regionalismo caracterizado pela proliferação de acordos
preferenciais de comércio e a criação de regras e mecanismos de integração que vão além do
alcance do regime multilateral de comércio da Organização Mundial de Comércio (OMC).

Assiste-se nesse contexto a assinatura de Acordos de Livre Comércio e de Acordos de Comércio


Preferencial bilaterais ou fóruns mais reduzidos, envolvendo Estados sem alguma proximidade
geográfica, em detrimento dos fóruns multilaterais da OMC por exemplo. Esta tendência é
justificada pela complexidade política e técnica das negociações comerciais no âmbito
multilateral, que envolvem vários países, somada a necessidade de obtenção de uma decisão
acordada entre os membros, torna o processo moroso, o que incentiva os membros a busca de
maior liberalização comercial por meio de negociação de acordos preferenciais
(Etchenique,2013:04). É nesse contexto que o ex-presidente norte-americano, Bill Clinton,
introduziu uma mudança fundamental na política externa dos Estados Unidos de América (EUA)
para a África Subsaariana através do AGOA.

1
É ainda no contexto Supracitado e da criação do AGOA que, em cumprimento com os requisitos
de elegibilidade, o governo do Lesotho estabeleceu o sistema de vistos e regulamentos para a
emissão de certificados de origem e validação das respectivas facturas de artigos têxteis e
vestuários para o controlo das mercadorias importada e exportadas impedindo ilegalidades. E em
2002 o presidente Bush aprovou o Lesotho como país beneficiário do AGOA passando a
exportar seus produtos ao mercado norte-americano através do AGOA.

2.1. Justificativa

O presente trabalho torna-se relevante na medida em que procura fazer uma reflexão em torno
dos desafios e das oportunidades que o AGOA oferece aos países da África Subsariana, em
geral, e do Lesotho, em particular. Sabido da escassez de pesquisas científicas, do
desconhecimento do AGOA e da necessidade de indagar-se sobre o mesmo, procura-se explora-
lo para, de certa forma, contribuir para o seu conhecimento e suscitar debates entorno do mesmo.

3. Problematização

O AGOA é controverso e divide opiniões entre os autores, havendo autores que defendem que,
os países da região não estão em condições de explorar eficazmente as oportunidades que o
AGOA oferece para a posterior materialização em desenvolvimento económico. De acordo
Stirling (2014:8-9), o AGOA esta longe de alcançar os objectivos de sua criação. Este facto
deve-se aos constrangimentos que impede na eficaz utilização do AGOA, uma vez que muitos
países beneficiários não têm capacidade para produzir e exportar aos EUA nas qualidades e
quantidades exigidas pelo mercado. Muitas empresas africanas têm infra-estruturas de produção
pobres, com recursos a tecnologias obsoletas e operando em pequenas escalas o que torna muito
difícil fazerem uso eficaz das oportunidades que o AGOA oferece e serem efectivamente
competitivas no mercado aberto norte-americano.

Em objecção ao supracitado, há autores que defendem que o AGOA constitui uma ferramenta
para a expansão da boa governação, a liberalização das economias nacionais e a subsequente
participação dos países africanos no comércio internacional. Segundo Scheideman e Lewis
(2012:13), a legislação do AGOA impõe o estabelecimento ou progressos em direcção ao
estabelecimento de uma economia de mercado, a eliminação das barreiras ao Comércio, políticas

2
económicas para a redução da pobreza e sistema de combate a corrupção como um dos requisitos
de elegibilidade. Ainda sobre as oportunidades, Jones e Williams (2012:26), afirmam que no
âmbito do AGOA, o Governo norte-americano canaliza, através das suas agências – como a
USAID, assistência técnica e capacitação comercial destinada a ajudar os governos dos países
beneficiários a fazerem uso eficaz do AGOA, na liberalização do comércio, a participarem nas
negociações da OMC e discutir questões de interesse e subsequente aumento da sua participação
no comercio internacional.

Esta ordem de ideias e fortalecida pela OMC, segundo a qual, quanto maior quantidade de
comércio um país fizer, ou seja, quanto maior participação no comercio um país tiver, mais
desenvolvido ele será (20021). Mas, tal afirmação não é tomada como verdade absoluta uma vez
que, o aumento do volume de comércio pode também atrapalhar o crescimento económico, se
não tomar-se em conta, algumas medidas de protecção dos sectores mais frágeis e sensíveis da
economia nacional. Diante dessas constatações urge questionar: Até que ponto o AGOA impõe
desafios e oferece oportunidades de desenvolvimento económico aos países da África
subsaariana?

4. Questões

 Quais são os desafios e as oportunidades dos países da África Subsaariana no âmbito do


AGOA?

 Qual é o contributo do AGOA no desenvolvimento económico do Lesotho?

5. Objectivos:

Objectivo Geral

 Reflectir sobre os desafios e oportunidades dos países da África Subsaariana no âmbito


do AGOA.

1
Disponível em: http://www2.videolivraria.com.br/pdfs/10088.pdf. Consultado no dia 28 de Dezembro de 2017

3
Específicos:

 Descrever o AGOA e as relações comerciais entre os EUA e os países da África


Subsaariana beneficiários do AGOA;

 Identificar os desafios e as oportunidades dos países da África Subsaariana no âmbito do


AGOA;

 Discutir o contributo do AGOA no desenvolvimento económico do Lesotho.

6. Hipóteses:

 A Instabilidade política e liberalização do comércio e a expansão e diversificação das


exportações podem ser, respectivamente, considerados alguns dos desafios e
oportunidades dos países da África subsaariana no âmbito do AGOA.

 O AGOA pode contribuir no desenvolvimento económico do Lesotho através do


incremento das exportações que se reflectem na entrada de divisas e na resolução de
problemas de desequilíbrios na balança de pagamentos.

7. Quadro teórico: Teoria da Interdependência

A teoria da interdependência é de tipo ideal e que, assim como o realismo, não reflecte fielmente
as Relações internacionais, pois ambas são modelos que buscam tornar a realidade inteligível
(Keohane e Nye,1989 citados por Bedin et al,2011:2182). Portanto, nas relações internacionais,
toda teoria usada carece de capacidade de explanação completa dos fenómenos práticos daí que
no presente trabalho usou-se a teoria da interdependência como a base de explicação do tema.
Para complementar, usou-se a teoria das Vantagens Comparativa de David Ricardo3.

2
Keohane, Robert e Nye, Joseph, (1989), Power and Interdependence, Harper Collins: New York.
3
A teoria das Vantagens Comparativas resulta do modelo das vantagens comparativas desenvolvida por David
Ricardo (1772-1823) publicado em 1817. Este, apregoa que as trocas comerciais ocorrem por causa das vantagens
comparativas entre as nações e a liberalização do comércio leva a especialização onde cada país vai se especializar
na produção do bem em que é mais eficiente (Namburete, 2012:12; Krugman e Obstfeld,2005:12 e
Carbaugh,2004:33).

4
1.1.1.Contexto de surgimento da Teoria da Interdependência

A teoria da interdependência surge nos anos 1960 como reacção e critica aos principais
pressupostos da teoria realista, segundo os quais: o Estado é o principal actor das relações
internacionais; sistema internacional é anárquico, pois não há uma entidade superior ao Estado; e
Uso recorrente e sistemático da força na resolução de controversas (Bedin et al,2004:208).

A mesma surge como um instrumento para encontrar respostas mais convincentes sobre as
relações internacionais num cenário de rápidas transformações e de múltiplas combinações entre
diferentes actores estatais e não estatais que dependem um do outro para a prossecução dos seus
interesses uma vez que o desenvolvimento e a globalização tornaram as relações entre os
diferentes actores no Sistema Internacional (SI) incapazes de gerir o seu próprio destino e são
estas que vêm ainda protagonizar uma luta constante com o fim de adquirir maior influência e
poder, (Ibidi 207).

Segundo Sousa (2005:186), a teoria da interdependência insere-se num contexto em que as


relações entre os actores (económicas principalmente) vinham aumentando, enquanto o uso da
força militar e do Balance of Power, embora presente no SI, tende a diminuir a sua importância.
Assiste-se nesse contexto ao incremento das trocas comerciais entre os Estados; aumento dos
fluxos de capitais; mobilidade de informação, pessoas e bens (Bedin et al,2004:207-9).

1.1.2.Precursores

Bedin (Ibid. 218), faz bastante referência Joseph Nye e Robert Keohane. Estes publicaram
inúmeros trabalhos sobre a teoria da interdependência, nomeadamente the Transnational
Relations and International Organizations (19744), After Hegemon (19845), e Power and
Interdependence (19896). Para Nye e Keohane, a interdependência é definida como a
dependência mútua resultante dos tipos de transacções internacionais catalogados pelas

4
Keohane, Robert e Nye, Joseph, (1974), Transnational Relations and International Organizations, Vol. 27, World
Politics
5
Keohane, Robert e Nye, Joseph (1984), After Hegemon-Cooperation and Discord in the World Economy: Prince
University Press, Princeton.
6
Keohane, Robert e Nye, Joseph, (1989), Power and Interdependence, Harper Collins: New York

5
transnacionais ou multinacionais. Interdependência existe quando há efeitos recíprocos entre dois
Estados ou entre actores de diferentes Estados (Viotti e Kauppi: 1993: 131).

1.1.3.Pressupostos:

A teoria da interdependência apoia-se, de acordo com Bedin et all (2003: 256) nos seguintes
pressupostos básicos:

 Os Estado não são os únicos actores proeminentes nas relações internacionais uma vez
que a crescente aproximação entre as fronteiras nacionais cria “canais múltiplos” de
contacto entre diferentes sociedades não necessariamente sob o controle estatal levando
ao surgimento de actores não-estatais que contrabalançam a importância do Estado nas
relações internacionais7;

 O advento da interdependência diversifica as principais questões em RI não havendo uma


hierarquia entre os mesmos, isto é, questões económicas podem ser tão importantes
quanto as questões de segurança ou defesa;

 Forças armadas como elementos não-proeminentes nas relações internacionais. Como o


uso da força para a resolução dos conflitos de interesses entre os estados tem resultado
em caos para ambos, a sua aplicação nas relações entre os estados tende a reduzir.

1.1.4.Aplicabilidade da teoria da Interdependência ao Tema

A análise do tema é suportada pela teoria da interdependência que se adequa pelo facto de, seus
pressupostos permitirem a análise dos interesses dos actores em causa (EUA e Países da África
Subsaariana) que embora tenham dissemelhanças em termos culturais, históricos e económicos
vejam a atractividade de tecerem relações comerciais expandindo os seus mercados
consumidores e fornecedores. Este facto é reforçado pela ideia da interdependência, segundo o
qual, o aumento da interdependência económica e de outras formas de interdependência
transnacional possibilitara a cooperação entre os Estados (Sousa,2005:186).

7
Refere-se aqui tanto a organizações da sociedade civil, Organizações Internacionais Governamentais e não-
governamentais que são tão importantes quanto os Estados nas Relações Internacionais.

6
É do reconhecimento das vantagens comparativas existentes (os EUA em produtos
transformados, de alto teor tecnológico e de alto valor acrescentado; os países da África
subsaariana em mercadorias primas de alto valor no mercado internacional, em produtos
agrícolas, artesanais e manufacturados) que as partes se apercebem que podem maximizar seus
ganhos com a aproximação comercial e Fóruns de Cooperação Económica (Fórum AGOA) que
constitui o canal no qual as partes discutem questões de interesse. Ainda, os EUA têm vantagens
em termos de capacidade financeira e técnica para lidar com o ambiente comercial internacional
e, como tal, assiste a África subsaariana nos seus esforços para se enquadrar e participar no
mercado internacional, cada vez mais globalizado e competitivo.

Portanto, a Teoria da interdependência possibilita a análise do AGOA enquanto uma rede de


interesses que se interpenetram e, de alguma forma, se complementam. Ela sugere que existe
espaço para Estado de diferentes estágios de desenvolvimento económico, políticos e culturas
cooperarem e obtiverem ganhos mútuos, embora assimétricos.

8. Metodologia

Métodos

 Histórico: consiste em investigar acontecimentos, processos e instituições do passado


para verificar a sua influência na sociedade de hoje, pois as instituições alcançaram sua
forma actual através de alterações de suas partes componentes, ao longo do tempo,
influenciadas pelo contexto cultural particular de cada época (Marconi e Lakatos,
2003:107). Este foi relevante porque permitiu a percepção da evolução das relações
comerciais entre os EUA e os países da África Subsaariana beneficiários do AGOA e de
Lesotho, particularmente;

 Monográfico: parte do princípio de que o estudo de um caso em profundidade pode ser


considerado representativo de muitos outros ou até de todos casos semelhantes, o método
monográfico consiste no estudo de determinados indivíduos, profissões, condições,
instituições, grupos ou comunidades, com a finalidade de obter generalizações (Marconi
e Lakatos, 2003:108). Desta forma, o método monográfico ajudou a entender e fazer um
7
estudo aprofundado sobre o contributo do AGOA no desenvolvimento económico dos
países da África Subsaariana beneficiários do AGOA, em geral, e do Lesotho, em
particular;

 Estatístico: permite, através de conjuntos complexos, obter representações simples e


constatar se essas verificações simplificadas têm relações entre si. Assim, o método
estatístico representa a redução de fenómenos sociológicos, políticos, económicos e
outros em termos quantitativos e a sua manipulação para comprovar as relações entre os
fenómenos, e obter generalizações sobre sua natureza, ocorrência ou significado
(Marconi e Lakatos, 2003:1008). No desenvolvimento do tema, este método ajudou na
representação de entre outras realidades, as trocas comerciais no âmbito do AGOA.

Técnicas

 Bibliográfica: esta técnica abrange toda bibliografia tornada pública em relação ao tema
de estudo, designadas fontes secundarias, desde publicações avulsas, boletins, jornais,
revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, material cartográfico, etc; fontes orais
como a rádio, gravações em fita magnética, e áudio visuais como filmes e televisão
(Marconi e Laktos,2003:174). Esta técnica permitiu a colecta de dados através de fontes
cujo conteúdo mostrou-se, de alguma forma, relevante ao tema em reflexão.

 Documental: Trata-se de fontes primárias que são usadas como suporte para a pesquisa
em combinação com os métodos de pesquisa escolhidos (Baptista Lundin, 2016:147).
Esta técnica auxiliou na leitura e análise crítica e interpretativa da documentação, com
vista a garantir a credibilidade e autenticidade da informação. Este método auxiliou na
recolha, leitura e análise crítica e interpretativa da documentação, com vista a garantir a
credibilidade e autenticidade da informação à volta do tema;

 Entrevista: segundo Marconi e Lakatos:

o [E]ntrevista é um encontro entre duas ou mais pessoas, a fim de que uma delas
obtenha informações a respeito de um determinado assunto, mediante uma
conversa de natureza profissional. É um procedimento utilizado na investigação

8
social orientada para a colecta de dados ou para ajudar no diagnóstico ou no
tratamento de um problema social (Marconi e Lakatos, 2003:195).

Reveste-se de extrema importância pois permitiu a entrevista de individualidades abalizadas


sobre o tema em estudo.

9. Resultados Esperados

Espera-se com a pesquisa do trabalho responder as questões de pesquisa e a validação das


hipóteses levantadas, contribuir para o conhecimento do AGOA e dos benefícios que oferece aos
países elegíveis e beneficiários, na satisfação das inquietações tanto da comunidade académica,
da opinião pública, em geral, e para os estudos de relações económicas internacionais, em
particular.

9
Referências Bibliográficas

A) Fontes Primárias

a) Fontes primárias:

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