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Universidade Universidade Católica de Moçambique

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DIDÁCTICA DE QUÍMICA II
Guia Tutorial

Licenciatura em Ensino de Química


4º Ano - 2020

Tutor: ___________________
E-mail ___________________________
Cell_____________________________
ÍNDICE
1 Introdução ................................................................................................................................ 2

2 Objectivos de aprendizagem .................................................................................................... 2

3 Conteúdos programáticos ........................................................................................................ 3

4 Método de ensino – aprendizagem .......................................................................................... 3

5 Desempenho esperado ............................................................................................................. 4

6 Formas de Avaliação ............................................................................................................... 4

7 Actividades de autoavaliação .................................................................................................. 4

7.1 Actividade 1 (Unidade I - X)............................................................................................ 4

7.2 Actividade 2 (XI - XX) .................................................................................................... 7

8. Sessões de aprendizagem ............................................................................................................ 9

8.1 Primeira sessão presencial: 07 a 08 de Março ...................................................................... 9

8.2. Segunda sessão presencial: 16 e 17 de Maio ....................................................................... 9

8.3. Momento interregno............................................................................................................. 9

8.4. Recursos ............................................................................................................................. 10

9. Sessão de Exames ..................................................................................................................... 10

10. Referências bibliográficas .................................................................................................. 10

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1 Introdução
Seja bem-vindo a disciplina de Didactica de Química II, sendo é uma ciência, elabora
orientações/princípios, métodos e regras para o trabalho do professor de química e analisa e
criticamente as grandes correntes da actualidade e as tendências predominantes do ensino química
moderno.

O Material de apoio base é o Módulo da Disciplina mas deve ser enriquecido pelas bibliografias
que serão recomendadas e por outras que abordam os conteúdos das unidades.

2 Objectivos de aprendizagem

Ao terminar a cadeira de Didáctica de Química II, o estudante deverá ser capaz de:

 Conceber, planificar e realizar experiências tomando em consideração as condições reais da


escola e recorrendo aos materiais alternativos;
 Avaliar criticamente as possibilidades de realização de experiências com base nos conteúdos
dos programas de ensino;

 Reflectir e discutir as estratégias adequadas de ensino-aprendizagem na realização de


experiências no laboratório e na sala de aula;
 Interpretar resultados usando métodos científicos;
 Apresentar os resultados obedecendo a estrutura de um relatório;
 Desenvolver a capacidade de comunicação, observação, investigação através de realização de
experiências;
 Saber trabalhar em grupo, respeitando a opinião dos colegas.
 Conhecer as noções básicas da teoria curricular;
 Identificar os tipos de curriculo e os elementos que interagem no processo de desenvolvimento
curricular;
 Dominar conceitos químicos e desenvolver capacidades de fazer julgamentos de valores e
atitudes comprometidas com a sociedade;
 Conhecer, analisar e sistematizar informação sobre tendências e modelos curriculares para o
ensino de Química e reflectir sobre as suas implicações

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3 Conteúdos programáticos

Nesta disciplina iremos abordar os seguintes conteúdos: A actividade experimental e o ensino de


Química, Características da actividade, Tipos de actividades experimentais experimental, A
organização do trabalho dos alunos no laboratório , A função e objectivos das experiências na
formação e educação, Realização de experiências escolares de Química, Conceitos e contextos da
Química, Situações típicas no ensino de Química, Relações entre ciência, Tecnologia e sociedade.
O Currículo: conceito, componentes e tipos, Tipos de currículo, Modelos de organização
curricular, Tendências de Novas Orientações Curriculares , Competência, Capacidades e
Habilidades , Teoria Construtivista e Modelo Genético – Cognitivo de Piaget, Estágio de
Desenvolvimento genético-cognitivo, Período Operatório Lógico Formal ou Abstracto e Teoria
Piagetiana , A Inteligência – Seu Desenvolvimento na Teoria Piagetiana, Projectos Curriculares
de Escola e Projectos de Turma, Aprendizagem Escolar e Teoria Piagetiana, Sala de Aulas
Tradicional vs Sala de Aulas Construtivista

4 Método de ensino – aprendizagem


O curso adopta métodos inovadores centrados na aprendizagem do estudante. Isto significa que a
responsabilidade pelo processo de aprendizagem é do estudante. Quanto ao tutor, ele passa a ser,
sobretudo, um gestor/mediador/facilitador de situações de aprendizagem.

As sessões serão ministradas segundo métodos de exposição aberta do tutor da disciplina e trabalho
independente dos estudantes, durante os intervalos das presenciais seguidas de partilhas na sala de
aula.

Caro estudante, procure olhar para você em três dimensões nomeadamente: O lado social,
profissional e estudante, dai que é importante planificar muito bem o seu tempo de estudo, use ao
máximo o tempo disponível, Procure elaborar um plano de estudo individual, que inclui, a data, a
hora, o que estudar, como estudar e com quem estudar (sozinho, com colegas, outros). Os manuais
contêm muita informação, algumas são chaves, outras complementares, dai que é importante saber
filtrar e organizar a informação mais relevante.

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5 Desempenho esperado
No fim da disciplina, espera-se que o estudante desenvolva bases científicas sobre a planificaçao
e realização de aulas laboratoriais tendo em conta os conteúdos dos programas de ensino,
avaliação e realização de experiências com material alternativo, tomando em consideração as
condições reais da escola, consolidação e ampliação das capacidades de manuseamento de
aparelhos e substâncias obedecendo as regras de higiene e segurança, observação e interpretação
dos fenómenos usando o método cientifico, o relacionamento das práticas curriculares com os
seus fundamentos teóricos, reflectição critica sobre práticas curriculares da disciplina de Química,
reconhecimento dos aspectos relevantes do conhecimento químico e suas tecnologias na interacção
do ser humano com o ambiente e integração em projectos comunitários.

6 Formas de Avaliação

Ao longo da disciplina o estudante deverá realizar todas actividades propostas para auto –
avaliação, pois constitui uma avaliação de carácter formativo. Os trabalhos individuais ou de
campo (teóricos ou práticos) realizados pelo estudante têm sobre a média de frequência o peso de
40% e são indicados pelos tutores. No final do ano será realizado um exame de Múltipla escolha
que terá o peso de 60% sobre a média final. A nota final será calculada através da seguinte fórmula:
NF = MF x 40% + NE x 60%; onde:

NF -Nota Final; MF - Média de frequência; NE - Nota de Exame.

7 Actividades de autoavaliação
Os exercícios de autoavaliação abaixo descritos, são actividades que visam desenvolver o estudo
individual do estudante e garantir o desenvolvimento formativo. As actividades que serão
classificadas (Somativas), serão indicadas pelo tutor durante as sessões.

7.1 Actividade 1 (Unidade I - X)

1. Explique o objecto de estudo da química como ciência?


2. Explique a relação existente da Química com outras ciências, por exemplo, a Geografia?
3. Existe alguma influência das concepções inicias dos alunos, em relação aos fenómenos do
quotidiano na mudança conceitual na aprendizagem científica?
4. Dê cinco (5) exemplos de concepções iniciais dos alunos?

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5. Explique porque o tratamento interdisciplinar no ensino de ciências no ensino básico é mais
notável em relação o tratamento interdisciplinar no ensino de ciências no ensino do I ciclo
ESG?
6. A partir da 8ª classe quais são as disciplinas desenvolvidas como disciplinas separadas e
desconexas, apesar de fazerem parte das ciências?
7. Existe alguma influência das concepções inicias dos alunos, em relação aos fenómenos do
quotidiano na mudança conceitual na aprendizagem científica?
8. Esclareça porque o currículo confunde-se com um plano de estudo?
9. Apresente, segundo Schiro, as concepções básicas sobre a função da escola?
10. Percepção de Kemmis sobre a teoria curricular.
11. Explique, segundo Ribeiro (1999), a relação entre o sistema educativo e o currículo?
12. Mencione as três instâncias que constituem a base triangular que assenta o currículo?
13. Quem são os gestores do currículo?
14. Mencione quatro modelos de organização curricular?
15. Reflita no currículo sobre o modelo baseado em disciplinas.
16. Reflita no currículo sobre o modelo centrado no aluno.
17. No modelo curricular centrado no aluno encontra certas limitações para sua efectivação, por
exemplo, para os alunos da 10ª classe na disciplina de Química. Justifique a afirmação.
18. Haverá diferença entre os conteúdos curriculares dos conteúdos programáticos? Justifique!
19. O que são actividades extra - curriculares?
a) De exemplo de três actividades extra curricular na instituição onde trabalha (se for professor)
ou frequentou o ensino secundário (caso não seja professor).
20. Quando o currículo confunde-se com um plano de estudos?
21. Segundo Alcino Vilar e Fernando Diogo (1999: 6), de acordo com significados distintos, como
o currículo pode ser compreendido?
22. Qual é a função da teoria curricular?
23. “ O desenvolvimento curricular é associado à ideia de processo dinâmico e contínuo...” Qual
é o autor que defende esta teoria?
24. Qual é base ou princípio da teoria técnica?
25. Justifique porque o currículo deve ser adequado ao aluno?
26. Quais são os 3 níveis de currículo?

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27. O que representa o currículo oculto?
28. Quais são as componentes fundamentais do currículo segundo (ribeiro, 1999: 41).
29. Descreva um dos componentes do currículo o “Roteiro ou Mapa de Conteúdos ”
30. Como os responsáveis pela concepção e/ou desenvolvimento do currículo devem justificar as
suas opções?
31. Em que fase os fundamentos do currículo poderão, então, ser considerados “viga mestra” da
arquitetura curricular?
32. Identifique o modelo baseado para organização do curricular do ensino básico em
Moçambique.
33. Explique as vantagens deste modelo acima referido.
34. Qual é a importância de conhecer os modelos de organização curricular?
35. O modelo de organização curricular representa uma estrutura rígida e acabada? E porque?
36. O processo de planeamento do currículo é orientado pelas finalidades educativas. O que
pretendem estas finalidades?
37. Qual é a importância de se traçar os objectivos curriculares?
38. Faça uma análise crítica das várias definições plasmadas no módulo e apresente a sua perceção
do que é currículo.
39. Identifique as diferentes teorias de currículo e mediante uma análise crítica enquadre o
currículo do ensino secundário geral
40. Clarifique os termos currículo formal, currículo informal e currículo oculto
41. Indique as razões porque é importante gerir de forma flexível o currículo.
42. No processo de ensino-aprendizagem da química os objectivos duma dada aula podem ser
definidos por domínios comportamentais: cognitivo, afectivo e psicomotor.
43. Os conteúdos curriculares são tratados de acordo com o seu nível no programa de ensino de
química. Realize este exercício, de como iria tratar o estudo do átomo em diferentes níveis do
ensino secundário.

44. Os conteúdos curriculares são tratados de acordo com o seu nível no programa de ensino de
química. Realize este exercício, de como iria tratar o estudo da ligação química em diferentes
níveis do ensino secundário.

45. Os conteúdos curriculares são tratados de acordo com o seu nível no programa de ensino de
química. Realize este exercício, de como iria tratar o estudo das reações redox em diferentes
níveis do ensino secundário.

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46. Os conteúdos curriculares são tratados de acordo com o seu nível no programa de ensino de
química. Como trataria o estudo do equilíbrio químico em diferentes níveis do ensino
secundário.

47. Os conteúdos curriculares são tratados de acordo com o seu nível no programa de ensino de
química. Como trataria o estudo da termoquímica em diferentes níveis do ensino secundário.

7.2 Actividade 2 (XI - XX)

1. Faça uma abordagem sobre o ensino básico integrado?


2. Fale do currículo local e dê exemplos de conteúdos da sua comunidade?
3. Reflecta sobre o uso das línguas Moçambicanas no processo de ensino-aprendizagem da
química.
4. O ensino secundário actual sofreu revisão curricular que resultou na introdução das
disciplinas de filosofia, da psicologia, das TICs e do empreendedorismo. Discuta na sala
em que medida estas disciplinas têm contribuído para o ensino da química.
5. Efectue uma abordagem sobre a necessidade de um projecto educativo orientado ao ensino
da química.
6. Verifica-se que as Novas Orientações Curriculares encontram-se organizadas em torno de
Competências. Como devem actuar em áreas curriculares?
7. O que distingue um projecto curricular de escola de um projecto curricular de turma?
8. Que relação existe entre competências, Currículo e Programa de ensino?
9. Explique a importância do Projecto Curricular da Turma (PCT).
10. Indique os procedimentos a ter em conta na construção de um PCT?
11. Mencionar os aspectos a considerar na avaliação do PCT?
12. Mencionar alguns aspectos a ter em conta na definição de um perfil da turma?
13. Que competências podem ser adquiridas a partir de equação química?
14. Explique a importância do estudo por competência.
15. Dê exemplo da aquisição de conhecimento químico a partir da teoria construtivista?
16. Encontre a relação existente entre a teoria construtivista de Piaget e o tratamento do átomo
no Programa de ensino de Química.
17. Debate as características das salas de aula tradicional x construtivista no seu distrito.
18. O que os teóricos de abordagem construtivistas procuram explicar?

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19. Que importância apresenta o estágio do desenvolvimento genético-cognitivo para o ensino
da química?
20. Piaget separa o processo cognitivo inteligente em duas palavras. Quais são?
21. O que é necessário Para se compreender o processo de construção do conhecimento na
teoria piagetiana?
22. Para os construtivistas o erro em vez de ser um mero tropeço, deve servir como
propulsionador para se buscar a conclusão correcta. Explique na base de um exemplo
concreto como um erro em construtivismo pode converter-se em uma situação de
aprendizagem.
23. Quais são as limitações/desvantagens das salas de aulas tradicionais (2) assim como
construtivista.
24. O que é teoria da equilibração segundo Piaget?
25. Quem são os pais da psicologia afectiva contemporânea e psicologia contemporânea?
26. Porque para os construtivistas o erro em vez de ser um mero tropeço, deve servir como
propulsionador para se buscar a conclusão correcta.
27. Que relação poderá se estabelecer entre o construtivismo e o senso comum?
28. Explique a teoria de equilibração?
29. Mencione dois postulados organizados por Piaget (1975) sobre a importância da teoria de
equilibração?
30. Indique pelo menos dois princípios dum professor construtivista?
31. Mencione características duma aula tradicional?
32. Os construtivistas acreditam que a avaliação deve ser usada como uma ferramenta para
auxiliar na aprendizagem do aluno e na compressão do professor sobre o que o aluno está
entendendo no momento. Comente.
33. O professor encoraja os estudantes para desenvolverem seus próprios processos de busca
de novos desafios. Este professor enquadra-se ao modelo tradicional ou construtivista?
34. Encontre um conteúdo no programa de ensino de química ao seu critério e construa uma
aprendizagem construtivista.

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8. Sessões de aprendizagem

8.1 Primeira sessão presencial: 07 e 08 de Março

Nesta sessão inaugural, o tutor faz a apresentação do Guia de Estudo, os objectivos gerais da
disciplina, a metodologia a ser usada, as formas de avaliação, os resultados de aprendizagem
esperados, orienta o debate dos conteúdos das primeiras unidades do módulo, as actividades de
auto-avaliação, trabalhos teóricos ou práticos a serem realizados e define com os estudantes as
estratégias de interacção. O seu papel centra-se na motivação, mediação, orientação e promoção
de um contexto de aprendizagem conducente a formação da comunidade de aprendizagem.

Em relação aos estudantes, figuras autónomas na sua aprendizagem, apresentam dúvidas pontuais
referentes ao Guia de estudo e ao Conteúdo Básico de Referência (Módulo), criam laços sociais,
coordenam estratégias de interação entre eles, isto é, são responsáveis pela formação de grupos de
estudos, e sugerem estratégias de comunicação entre estes e o tutor.

8.2. Segunda sessão presencial: 16 e 17 de Maio

Nesta sessão, o tutor movido pela orientação de fazer com que o estudante assuma o seu processo
de aprendizagem de forma activa, concentra-se em esclarecer dúvidas, dar feedback das
actividades até então realizadas, monitorar actividades práticas e fornecer as directrizes na
preparação para o exame.

Os estudantes expõem as dúvidas encontradas durante o estudo individual ou em grupo e interagem


com os colegas e tutor, recebem o feedback do tutor, realizam actividades práticas, debatem em
torno das restantes unidades do módulo e partilham recursos.

8.3. Momento interregno

Neste período, o tutor faz o acompanhamento, que consiste em atender pelo telefone, internet ou
fisicamente os estudantes, dar feedback, reforçar o processo de auto aprendizagem. Nesta fase, o
tutor esclarece dúvidas, direciona conteúdos, promove o diálogo problematizador, modera,
acompanha as discussões nos grupos de estudo, corrige os trabalhos de campo e actualiza o
conteúdo pedagógico.

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O estudante realiza actividades de auto-avaliação e trabalhos individualmente ou em grupo, de
forma rigorosa conforme os objectivos preconizados em cada unidade. Interage com o conteúdo,
seus pares, tutor, realiza trabalhos práticos ou teóricos. A colaboração entre os estudantes é
estimulada de modo que juntos construam o conhecimento, pelo debate de ideias e partilha de
informações e recursos.

8.4. Recursos

As disciplinas são ministradas com o emprego de recursos que propiciem ao estudante a devida
autonomia e o desenvolvimento de sua capacidade de iniciativa. Assim sendo, dispõem-se os
seguintes recursos de aprendizagem: Guias de estudo, Conteúdo Básico de Referência (Módulo),
Bibliografias básicas e complementares e objectos de aprendizagem (Textos de apoio, PowerPoint,
entre outros).

Também são usados suportes tecnológicos como recursos audiovisuais (projector multimídia, tela
interativa, Tablet, data-show e CD).

9. Sessão de Exames
Exame Normal de Cadeiras Gerais do 1º ao 3º Ano e Específicas do 4º Ano: 01 e 02 de Agosto.

Exame de Recorrência de Cadeiras Gerais do 1º ao 3º Ano e Específicas do 4º Ano: 05 e 06 de


Setembro.

Exame de Cadeiras Específicas do 1º ao 3º Ano incluindo Estatística: 31.10 e 01.11 de Novembro.

Exame de Recorrência de Cadeiras Específicas do 1º ao 3º Ano incluindo Estatística: 05 e 06 de


Dezembro.

10. Referências bibliográficas


 Camuendo, A. P. (2006), Impacto das experiências laboratoriais na aprendizagem dos alunos

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no ensino de Química. Tese de mestrado. PUC-São Paulo.
 Delizoicov, D. & Angotti, J. (2000), Metodologia de ensino de Ciências. São Paulo:Cortez.
 Dominguês, F. & Sérvelo, F. (1975), As experiências em Química. Edart, São Paulo livraria
Editora, Ltd.
 Libâneo, José Carlos. (1994), Didáctica. São Paulo: Cortês.
 Linha, C. Palme; Xerinda, M.C. (1997), O ensino das Ciências Naturais e as concepções das
crianças. INDE, Maputo.
 Goodson, Ivor F. (1995), Currículo: teoria e historia. Petrópolis, RJ: Vozes.
 Libâneo, José Carlos. (1994), Didáctica. São Paulo: Cortêz.
 Maldaner, Octávio Aloísio. (2000), A formação inicial e continuada de professores de
Química, professor /pesquisador. Ijui: Ed. UNIJUI.
 MEC, Ministério da Educação e Cultura. Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação.
(2007), Plano Curricular do Ensino Secundário Geral (PCESG). Maputo.
 MEC, Ministério da Educação e Cultura. Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação.
(2003), Plano Curricular do Ensino Básico (PCEB). Documento orientador, objectivos,
politica, estrutura, plano de estudos e estratégias de implementação. Maputo.
 MEC, Ministério da Educação e Cultura. Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação.
(2008), Programas de Química da 8ª, 9ª,10ª, 11ª, 12ª classes do Ensino Secundário Geral
.Maputo.
 Moraes, Roque (org.). (2000), Construtivismo e ensino de ciências: reflexões epistemológicas
e metodológicas. Porto Alegre: EDIPUCRS.
 Moreira, António Flávio e Silva, Tomaz Tadeu Da. (2002), Currículo, cultura e Sociedade.
(7ª.ed). São Paulo. Cortez Editora.
 Ribeiro, António C. e Ribeiro, Lucie. (1990).Planificação e avaliação do ensino-
aprendizagem. Lisboa, Universidade Aberta.
 Sacristan, J. Gimeno. (1994).O Currículo: Uma Reflexão sobre a Prática. (3ª.ed). porto
Alegre, Artmed.

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