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Universidade Católica de Moçambique


Instituto de Educação à Distância

Os Desafios da Educação em face da COVID-19

Mónica Zeca Mouzinho

Curso: portuguesa Português


Disciplina: MEIC-2
Ano de Frequência: 3o Ano

Chimoio, Outubro, 2020

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Critérios de avaliação (disciplinas teóricas)

Classificação
Categorias Indicadores Padrões Nota
Pontuação
do Subtotal
máxima
tutor
 Índice 0.5
 Introdução 0.5
Aspectos
Estrutura  Discussão 0.5
organizacionais
 Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
 Contextualização
(Indicação clara do 2.0
problema)
Introdução
 Descrição dos objectivos 1.0

 Metodologia adequada
2.0
ao objecto do trabalho
 Articulação e domínio
do discurso académico
Conteúdo (expressão escrita 3.0
cuidada, coerência /
Análise e coesão textual)
discussão  Revisão bibliográfica
nacional e internacional
2.0
relevante na área de
estudo
 Exploração dos dados 2.5
 Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
 Paginação, tipo e
Aspectos tamanho de letra,
Formatação 1.0
gerais paragrafo, espaçamento
entre linhas
Normas APA 6ª
 Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 2.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia

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Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor

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Índice
Critérios de avaliação (disciplinas teóricas)........................................................................................2

Resumo...............................................................................................................................................5

Introdução..........................................................................................................................................6

Objectivos..........................................................................................................................................6

Objectivo geral...................................................................................................................................6

Objectivos específicos........................................................................................................................6

Metodologias de pesquisa...................................................................................................................6

Desafios da Educação em tempos de Covid-19..................................................................................7

O formato da escola online trouxe as famílias pra bem perto do contexto escolar. O que se observa
desta relação?.....................................................................................................................................7

Contribuições que já podem ser vistas de forma positiva pelas escolas/Universidades......................8

Professores face a pandemia do Covid-19 em Moçambique...............................................................8

Mudanças que pode-se observar nos estudantes face o covid-19........................................................8

Novos momentos para as escolas.......................................................................................................9

A volta presencial dos estudantes às escolas......................................................................................9

Professores e as instituições de ensino em Moçambique....................................................................9

A retoma das actividades presenciais...............................................................................................10

A educação das crianças pequenas em tempos de coronavírus.........................................................11

Como as escolas estão actuando nesse período.................................................................................11

Como deve ser a rotina dos alunos face o período de isolamento social...........................................11

Actividades direccionadas................................................................................................................12

Conclusão.........................................................................................................................................13

Referências bibliográficas................................................................................................................14

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Resumo
O presente relatório de projecto de pesquisa visa falar sobre os desafios que o mundo esta
enfrentar face a covid-19 sobre tudo na área de educação, tem como objectivo geral analisar
os desafios da educação face a Covid-19 em Moçambique, visto que A pandemia de
coronavírus 2019-2020 afectou os sistemas educacionais em todo o mundo, levando ao
fechamento generalizado de escolas, universidades e faculdades. Em 12 de Abril de 2020,
aproximadamente 1,716 bilhão de alunos foram afectados devido ao fechamento da escola em
resposta à pandemia. Segundo o monitoramento da UNESCO, 188 países implementaram
fechamentos em todo o país e 5 implementaram fechamentos locais, impactando cerca de
99,4% da população estudantil do mundo. Para a materialização do presente artigo foi
necessário o uso de pesquisa bibliográfica quanto aos procedimentos técnicos, e quanto a
abordagem ela é qualitativa, e as técnicas de recolha de dados são fechamento e resumo.

Palavras-chave: Desafios, educação, covid-19, e Moçambique.

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Introdução
A presente pesquisa tem como tema: Os Desafios da Educação em face da COVID-19. este
aborda de forma clara curta e os seguintes conteúdos: o formato da escola online trouxe as
famílias pra bem perto do contexto escolar. O que se observa desta relação, contribuições que
já podem ser vistas de forma positiva pelas escolas/Universidades, professores face a
pandemia do Covid-19 em Moçambique, mudanças que pode-se observar nos estudantes face
o covid-19, novos momentos para as escolas, a volta presencial dos estudantes às escolas,
professores e as instituições de ensino em Moçambique, a retoma das actividades presenciais,
A educação das crianças pequenas em tempos de coronavírus, como as escolas estão actuando nesse
período , como deve ser a rotina dos alunos face o período de isolamento social e por fim
apresentamos as actividades direccionadas para os alunos do ensino primário de
Moçambique. 

Objectivos

Objectivo geral
 Analisar os desafios Os Desafios da Educação em face da COVID-19 em
Moçambique

Objectivos específicos
 Identificar as partes envolvidas na educação de Moçambique;
 Descrever as actividades realizadas para minimizar o impacto da covid-19 nas escolas;
 Apresentar estratégias pedagógicas adoptadas face a covid-19;
 Apresentar proposta de estratégias a adoptar face a covid-19;

Metodologias de pesquisa
Para a materialização dos resultados da pesquisa foi necessário o uso das seguintes
metodologias: o tipo de pesquisa é pesquisa bibliográfica quanto aos procedimentos técnicos,
é qualitativa quanto a abordagem e quanto a técnica de recolha de dados esta preciso da
técnica de resumo e fechamento, é de salientar que esta pesquisa é uma pesquisa bibliográfica.

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Desafios da Educação em tempos de Covid-19
Escolas têm se adaptado as necessidades da vida de forma contínua e têm se visto frente a
mudanças ainda maiores durante a pandemia. Saiba quais são os desafios da educação. Não é
de hoje que a Educação Moçambicana precisa se repensar, se reinventar. Quantas coisas não
fazem mais sentido existir dentro de uma escola e quantas outras são mais que urgentes de
serem levadas à sala de aula.

A vida que crianças e adolescentes vivem do lado de fora das escolas precisa existir lá dentro.
Professores e educadores precisam olhar a vida e fazer conexões entre disciplinas e
conteúdos. A matemática e a língua portuguesa precisam ser maiores que a simples
necessidade de uma nota boa no final do ano lectivo. Junte a esta crise, a pandemia do
COVID-19 e os desafios que a Educação Moçambicana está enfrentando pra pensar em
futuro.

“Costumávamos dizer que tínhamos uma escola do século XIX, um professor do século XX e
um aluno do século XXI”, fala Renato Casagrande, consultor em Educação, Gestão e
Liderança no Ambiente Educacional. E frente a pandemia, as escolas se mobilizaram
rapidamente e, eu diria, já se transformaram. Impossível se adaptar a tantas mudanças e não se
reinventar. Ainda que este processo seja inconsciente, certamente, acelerou o embrião de algo
a nascer.

O formato da escola online trouxe as famílias pra bem perto do contexto escolar. O que
se observa desta relação?
Segundo CASAGRANDE (2020) em seu artigo diz que “Muitos pais estão surpresos com o
comportamento positivo ou negativo dos seus filhos, assim como estão surpresos com o
trabalho desenvolvido pelos professores, gestores e escolas. Sentimos que os pais estão
valorizando muito mais esses papéis. Isso não significa que não haja críticas, muito pelo
contrário. Conforme os pais vão participando mais, as críticas se tornam naturais e são elas
que estão ajudando os professores e gestores a encontrarem caminhos que venham ao
encontro de muitas expectativas e que sejam, minimamente, satisfatórias no que tange à
aprendizagem dos alunos”.

De acordo como alguns estudantes universitários advogam que o estudo online não esta sendo
uma tarefa fácil pois estes não estão preparados para poder aceitar esta modalidade de estudo
um dos grandes desafios que os estudantes têm enfrentado e a questão dos dispositivos
electrónicos para poder fazerem se presentes nas aulas, e tendo encanta que para poder entrar

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nas plataformas digitais envolve custos monetários e isso tem deixado os estudantes muito
indignados.

Contribuições que já podem ser vistas de forma positiva pelas escolas/Universidades


“Os professores começaram a perceber as contribuições fantásticas que as tecnologias podem
oferecer à educação, assim como faz há tempos em outros sectores da sociedade. Entre tantas
possibilidades, utilizam os motores de buscas inteligentes, a partir de comandos verbais que
utilizam a comunicação natural e a tradução multilingual simultânea. Utilizam em suas aulas
textos com hyperlink que têm permitido a qualquer momento que seus alunos se desloquem
para lugares ou para o contacto com informações diversas. As aulas se tornaram mais
atraentes. Muitos professores e estudantes estão trabalhando de forma satisfatória com o uso
de recursos tecnológicos em substituição às tradicionais salas de aula”. (CASAGRANDE
2020)

Professores face a pandemia do Covid-19 em Moçambique


O professor em Moçambique está num processo de quebra de paradigmas, de redução de
estigmas e preconceitos e passando a encarar uma nova forma de ensinar, não mais centrada
na sala de aula e nem nos métodos de ensino até então utilizados com relativo sucesso. Aquilo
que era proclamado já em estudos de um ensino mais personalizado, em que o aluno se torna
protagonista do seu processo de aprendizagem, encontra nesse momento um espaço de
desenvolvimento. Os professores precisam começar a entender que o momento actual, e o que
se antevê, exigem muito mais de aula que o fato de ser síncrona (ao vivo) ou assíncrona
(actividades não ao vivo). A educação não presencial permite explorar múltiplas
possibilidades de ensino.

Mudanças que pode-se observar nos estudantes face o covid-19


O papel do aluno de sujeito passivo para sujeito activo, visto que um dos modelos de aula não
presencial mais bem sucedido é aquele que tem combinado actividades dos professores ao
vivo, aulas gravadas, indicações de vídeos, textos, músicas e outros recursos e o
desenvolvimento por parte de alunos de projectos, inclusive de forma cooperada com outros
colegas por meio, e com o auxílio, das novas tecnologias de comunicação.

Essa mudança vai ao encontro de estudos realizados pelo pesquisador Scott Freeman e um
grupo de colegas professores da Universidade de Washington, que revelaram que
‘’abordagens de ensino que transformam os alunos em participantes activos, em vez de apenas

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ouvintes, reduzem consideravelmente as taxas de reprovação em função de uma
aprendizagem mais efectiva”.1

Novos momentos para as escolas


Diferentemente do que alguns educadores e até pais pensavam, o ensino remoto ou as
actividades a distância no ensino superior e ensino médio não serão tão breves e nem se trata
de modismo. A educação não presencial deverá perdurar por um período considerável e a
educação mediada por tecnologias, como as que estamos presenciando neste momento,
deverão se fazer presentes nas escolas e nas aulas a partir de agora, independentemente da
pandemia e da crise da Covid-19. O que sabemos de antemão nos leva a um terceiro
momento, que é a convivência com o ensino híbrido. Essa parece ser uma tendência
inevitável.

A volta presencial dos estudantes às escolas


Todas essas mudanças vividas nas fases anteriores terão nos transformado. Será impossível
voltarmos ao ponto de partida. Alunos, pais e professores estarão vivendo e acostumados a
uma nova realidade, a do ensino mediado por tecnologias. Entraremos nessa fase ávidos e
ansiosos pelo contacto pessoal, pelas relações humanas, pelos abraços, pelas rotinas
presenciais. No entanto, não deixaremos de lado nossos aliados em todas aquelas difíceis
fases vividas. Já teremos aprendido que é possível e eficaz utilizar recursos tecnológicos
disponíveis na actualidade.

Professores e as instituições de ensino em Moçambique


Acredita-se grandes demandas se voltam para a formação dos professores. É preciso que os
sistemas e as redes responsáveis de ênfase a três aspectos, que se colocam neste momento
como prioritários:

1
Disponível [online] em : https://emais.estadao.com.br/blogs/kids/segundo-coordenadora-ninguem-
esta-pronto-para-o-retorno/ Arquivo capturado no dia 23 de Outubro de 2020.

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 O primeiro está associado ao uso das tecnologias. É preciso ensinar o professor, de
fato, desenvolver novas metodologias de ensino. Muitos dos desafios anteriormente
pontuados são minimizados quando há a implantação de uma metodologia adequada
de ensino remoto ou ensino híbrido.

 O segundo aspecto a ser considerado se refere à avaliação da aprendizagem. Num


processo de ensino remoto ou híbrido, essa avaliação torna-se muito mais difícil. Por
mais que adoptemos jogos, quinzes e outras estratégias de avaliação disponíveis em
plataformas na internet sabemos que nada se compara à observação directa do
professor em sala de aula ao longo de um período lectivo. O contacto com o aluno, o
fazer pedagógico do dia-a-dia do professor é ainda o método mais eficaz de avaliação
da aprendizagem.

 O terceiro e último aspecto se refere às questões sócioemocionias. Se antes já


precisávamos nos dedicar a elas, agora isso se torna imprescindível. Questões como
cativar, motivar, garantir a resiliência dos alunos são básicas para um programa de
formação que esteja atrelado à nova realidade da escola. Se já falávamos no
desenvolvimento de competências socioemocionais, agora, com o advento de toda
essa crise vivida, o professor precisa ter capacidade para lidar com essas competências
em um ambiente de peso histórico.

A retoma das actividades presenciais


Segundo DELBONI (2020), Com a retomada das actividades presenciais, escolas reforçam a
importância do acolhimento entre adolescentes, famílias e professores muitas escolas já
retomaram as actividades em Moçambique de forma faseada , mas o Ensino Médio ainda se
prepara para abrir as portas, das classes sem exame para o próximo ano, O momento tem sido
chamado de “Retoma faseada” pelas escolas e órgãos do Governo. Não é atoa a escolha foi
feita. Depois de quatro meses de portas fechadas, voltar a circular pelo pátio e caminhar pelos
corredores exige, não só uma nova adaptação de todos, como muito amparo e acolhimento.

A questão que se coloca é será que os jovens estão prontos?

“Ninguém está pronto para o retorno”, afirma Ana, professora e Pedagógica, da Escola
secundaria Samora Machel. “Estamos todos – alunos, educadores e famílias – nos preparando
para isso”. Segundo Ana, o momento exige muita escuta e rodas de conversa. “Há uma

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elaboração de medos, desejos, saudades em curso, ao mesmo tempo que há um preparo
objectivo para o cumprimento de protocolos restritivos muito necessário para que se possa
voltar a viver na convivência com grupos maiores”.

A educação das crianças pequenas em tempos de coronavírus


Durante a pandemia de Covid-19, pais com filhos idade pré-escolar podem encontrar
dificuldade para entender como seguir ensinando em casa até a volta das aulas actualmente
suspensas.  Diferente das crianças mais velhas, os pequenos matriculados nas escolinhas de
educação infantil ainda não acompanham aulas à distância ou têm grade curricular a cumprir
durante o ano lectivo. 

Para as crianças menores, o aprendizado acaba acontecendo de maneira mais livre, durante o
dia todo, com a realização de algumas actividades para estimular habilidades específicas. Por
isso, os pais devem abrir espaço para brincadeiras, propor bastante movimentação física e
incluir a criança na rotina de tarefas da casa. 2

Como as escolas estão actuando nesse período 

Sem nenhum esquema oficial definido, as particulares estão enviando propostas de


actividades e materiais aos pais. “No início, as famílias estavam mais perdidas por estarem
sem o apoio da escola, por isso nossa primeira preocupação foi oferecer suporte para
estruturar uma rotina para a criança”, explica Carla Maia, psicóloga e especialista em
desenvolvimento infantil da Escola Cores.

Como deve ser a rotina dos alunos face o período de isolamento social

Como as crianças pequenas estão em pleno pico de desenvolvimento, qualquer hora do dia é
uma oportunidade para estimular ainda capacidade matemática, pensamento lógico,
inteligência emocional e auto-regulação. “A capacidade de se organizar e saber lidar com as
dificuldades pode ser trabalhada com o estabelecimento de rotinas”, destaca Luciana. 

Da escovação do dente ao banho, escolha de roupa e separação de materiais para as


actividades, a criança deve estar atenta e participando activamente das tarefas. “O segredo é
2
Disponível [online] https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/como-fica-a-educacao-das-criancas-
pequenas-em-tempos-de-coronavirus/ arquivo capturado no dia 24 de Outubro de 2020

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fazer a criança pensar, sendo um sujeito que faz parte de um time e não um objecto a ser
manipulado ou comandado”, comenta Carla.

Salienta ainda Carla que para isso, distribua actividades de acordo com a faixa etária da
criança. Para as mais novas, podem ser coisas como ajudar a colocar a mesa, aprender a tomar
banho sozinho e organizar os brinquedos. Para as mais velhas, mais participação no preparo
de refeições, recolher o lixo e colaborar com a limpeza. 

Uma sugestão é criar um quadro com as actividades diárias, como já ocorre em algumas
escolinhas. “O quadro deve ter bastante apoio visual, para que a criança compreenda seu
conteúdo sem saber ler, e o ideal é que seja construído em conjunto, discutindo o que será
feito naquele dia”, comenta Tânia Martin, coordenadora pedagógica da Educação Infantil do
Colégio Renascença, em São Paulo. Pois partindo deste pressuposto podemos dizer que estas
actividades desenvolvidas pelos brasileiros podemos também aplicar em casa com os nossos
filhos e podemos transmitir esse conhecimento com os pais e encarregados.

Actividades direccionadas 
Separe uma parte do dia – na maioria do tempo os filhos devem brincar livres –
para actividades estruturadas, com começo, meio e fim. É um tempo curto mesmo, entre 30
minutos e uma hora, para propor uma tarefa mais parecida com as da rotina escolar. “Mas sem
pressão, tudo deve acontecer de uma forma lúdica”, ressalta Luciana.

Além dos materiais enviados pelas escolas, dá para investir em actividades como a leitura,
que atendem mais de uma faixa etária ao mesmo tempo e podem ser complementadas com
desafios que enriquecem a experiência. 

“A criança mais nova pode imitar o som de um personagem, apontar objectos nas ilustrações,
enquanto, as mais velhas desenham trechos que mais gostaram e recontam a história”, sugere
Luciana. Outras sugestões: cantar e dançar, explorar os sons do corpo, fazer pinturas grandes
com tinta à base de água, visitar museus virtuais (ou mesmo parques) e actividades como jogo
da memória. 

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Conclusão
Após o trabalho de pesquisa chega-se a conclusão de que Tudo isso em meio a grandes
incertezas, muitas perguntas, informações contraditórias e posicionamentos variados. Para os
jovens, essa polifonia representa um enorme desafio! E os sentimentos também são
polifónicos. Precisamos ainda considerar que os jovens são diversos, as famílias em que
vivem são diversas. Temos jovens encorajados para voltar, sentido que estão prontos ou com
a coragem necessária; temos outros jovens que já declararam que não voltam, muito
assustados, entendendo que sua segurança está em casa. Vamos precisar lidar com essa
diversidade. 

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Referências bibliográficas
Disponível [online] em : https://emais.estadao.com.br/blogs/kids/sem-retorno-familias-
contratam-professor-para-dar-aula-em-casa/ Arquivo capturado no dia 20 de Outubro de
2020.

Disponível [online] em : https://emais.estadao.com.br/blogs/kids/segundo-coordenadora-


ninguem-esta-pronto-para-o-retorno/ Arquivo capturado no dia 23 de Outubro de 2020.

Disponível [online] https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/como-fica-a-educacao-


das-criancas-pequenas-em-tempos-de-coronavirus/ arquivo capturado no dia 24 de Outubro
de 2020.

Disponível [online] em: https://wpvip.com/?


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