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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Trabalho de Pesquisa

Mónica Zeca Mouzinho

Trabalho a ser apresentado a Instituto de Ensino à


Distância, Centro de Recursos de Chimoio no
Curso de Licenciatura em Ensino de Português,
na cadeira de Etica Profissional, 4o Ano.

Chimoio, Junho, 2020

1
Classificação
Categorias Indicadores Padrões Nota
Pontuação Sub
do
máxima total
tutor
 Capa
 Índice
Aspectos  Introdução
Estrutura
organizacionais  Discussão
 Conclusão
 Bibliografia
 Contextualização
(Indicação clara do
problema)
Introdução
 Descrição dos objectivos

 Metodologia adequada ao
objecto do trabalho
 Articulação e domínio do
Conteúdo discurso académico
(expressão escrita cuidada,
coerência / coesão textual)
Análise e
 Revisão bibliográfica
discussão
nacional e internacionais
relevantes na área de
estudo
 Exploração dos dados
 Contributos teóricos
Conclusão
práticos
 Paginação, tipo e tamanho
Aspectos
Formatação de letra, paragrafo,
gerais
espaçamento entre linhas
Normas APA 6ª
 Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia

Recomendações de melhoria:

______________________________________________________________________________

______________________________________________________________________________

______________________________________________________________________________

2
Índice
Introdução.................................................................................................................................4

1.A ética é o compromisso social.............................................................................................5

b) O que entendes por ética profissional..................................................................................6

c) Fale dos seus objectivos e objecto de estudo........................................................................6

d) O que entendes por uma postura pró-activa.........................................................................6

Uma Pessoa Pró-activa.............................................................................................................7

2. Individualismo e ética profissional.....................................................................................10

a) Fala das premissas consideradas básicas da ética...............................................................10

b) Faca a avaliação do esforço humano e do valor ético........................................................10

Faca uma comparação da sociedade actual da primitiva........................................................12

3. VOCAÇÃO PARA O COLECTIVO.................................................................................14

a) Porque é que a vocação por colectivo já não se encontra nos dias actuais com a mesma
pujança nos grandes centros?.................................................................................................14

Contextualize a organização social sob ponto de vista espacial.............................................15

c) Deves profissionais.............................................................................................................16

4. Definição da classe profissional.........................................................................................16

5. VIRTUDES PROFISSIONAIS..........................................................................................17

a) Qualidades de um profissional...........................................................................................17

c) Exemplos de profissões......................................................................................................22

Conclusão...............................................................................................................................23

Referências bibliográficas......................................................................................................24

3
Introdução
O presente trabalho é inerente a cadeira de ética profissional que tem como principal tema:
trabalho de pesquisa, cujo este fala sobre a ética profissional é um dos critérios mais
valorizados no mercado de trabalho, ter boa conduta no âmbito de tralho pode ser o
passaporte para uma carreira de sucesso. Mas afinal, o que define uma boa ética profissional
e qual sua importância? Com este trabalho se procura responder estas questões que estão
inteiramente ligas a conduta de um profissional no seu posto de trabalho, com ser um
profissional pró-activo, como descobrir o individualismos profissional, falar das virtudes
profissionais, objecto e objectivo da ética profissional para a área de educação.

4
1.A ética é o compromisso social

É extremamente importante saber diferenciar a Ética da Moral e do Direito. Estas três áreas


de conhecimento se distinguem, porém têm grandes vínculos e até mesmo sobreposições.

Tanto a Moral como o Direito baseiam-se em regras que visam estabelecer uma certa
previsibilidade para as acções humanas. Ambas, porém, se diferenciam.

A Moral estabelece regras que são assumidas pela pessoa, como uma forma de garantir o seu
bem-viver. A Moral independe das fronteiras geográficas e garante uma identidade entre
pessoas que sequer se conhecem, mas utilizam este mesmo referencial moral comum.

O Direito busca estabelecer o regramento de uma sociedade delimitada pelas fronteiras do


Estado. As leis tem uma base territorial, elas valem apenas para aquela área geográfica onde
uma determinada população ou seus delegados vivem. O Direito Civil, que é referencial
utilizado no Brasil, baseia-se na lei escrita. A Common Law, dos países anglo-saxões,
baseia-se na jurisprudência. As sentenças dadas para cada caso em particular podem servir
de base para a argumentação de novos casos. O Direito Civil é mais estático e a Common
Law mais dinâmica.

Alguns autores afirmam que o Direito é um sub-conjunto da Moral. Esta perspectiva pode
gerar a conclusão de que toda a lei é moralmente aceitável. Inúmeras situações demonstram
a existência de conflitos entre a Moral e o Direito. A desobediência civil ocorre quando
argumentos morais impedem que uma pessoa acate uma determinada lei. Este é um exemplo
de que a Moral e o Direito, apesar de referirem-se a uma mesma sociedade, podem ter
perspectivas discordantes.

A Ética é o estudo geral do que é bom ou mau. Um dos objectivos da Ética é a busca de
justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito. Ela é diferente de ambos
- Moral e Direito - pois não estabelece regras. Esta reflexão sobre a acção humana é que a
caracteriza.1

1
Disponível [online] em https://www.ufrgs.br/bioetica/eticmor.htm arquivo capturado no dia 08 de Junho de
2020.
5
b) O que entendes por ética profissional

A ética profissional é o conjunto de valores, normas e condutas que conduzem e


conscientizam as atitudes e o comportamento de um profissional na organização.  Desta
forma, a ética profissional é de interesse e importância da empresa e também do profissional
que busca o desenvolvimento de sua carreira. Além da experiência e autonomia em sua área
de actuação, o profissional que apresenta uma conduta ética conquista mais respeito,
credibilidade, confiança e reconhecimento de seus superiores e de seus colegas de trabalho.
A conduta ética também contribui para o andamento dos processos internos, aumento de
produtividade, realização de metas e a melhora dos relacionamentos interpessoais e do clima
organizacional. Quando profissionais e empresa prezam por valores e princípios éticos como
gentileza, temperança, amizade e paciência, existem bons relacionamentos, mais autonomia,
satisfação, pro-actividade e inovação.2

c) Fale dos seus objectivos e objecto de estudo


Falando do objectivo da ética profissional é garantir a existência de um equilíbrio e
funcionamento social agradável, evitando que alguém saia prejudicado no ambiente de
trabalho

De acordo com a Filosofia, a ética profissional visa estudar os valores morais de um


indivíduo ou de um grupo. Ela engloba preceitos regras baseados nos valores morais das
pessoas e da sociedade. Diante disso, ajuda a manter a ordem social, de modo que as pessoas
sejam capazes de viver em sociedade.

Disponível [online] em https://www.ufrgs.br/bioetica/eticmor.htm arquivo capturado no dia 08 de Junho de


2020.

2
Disponível [online] em https://www.sbcoaching.com.br/blog/etica-profissional-importancia/ arquivo
capturado no dia 08 de Junho de 2020

6
d) O que entendes por uma postura pró-activa
A palavra: “pró-activo” tem dois significados e ambos possuem sentidos semelhantes. O
primeiro vem do termo em inglês: pró-activa, que se refere a uma pessoa que consegue
controlar as situações ao invés simplesmente de esperar que as coisas aconteçam. Já o
segundo significado pode ser percebido observando a formação da palavra em português,
que também pode ser grafada como pró-activo, ou seja, em favor da acção.
Uma pessoa pró-activa é aquela que está sempre atenta para o que acontece ao seu redor e,
ao notar que pode contribuir com algo, rapidamente toma uma atitude. Vale lembrar que ser
pró-activo não é o mesmo que ser perfeito, já que o indivíduo continua sendo um ser
humano, que está susceptível a erros como qualquer outro. Contudo, a diferença é que ele
tem sempre outros planos para colocar em prática e corrigir as eventuais falhas. Para que
entenda melhor este perfil, podemos dizer que o pró-activo age entes de acontecer, o
reactivo espera acontecer para agir.3

Uma Pessoa Pró-activa


Sempre digo que o exemplo é uma das formas mais eficazes de aprendizado. Então, que tal
aprender lições poderosas com as pessoas pró-activas? Tenho a certeza de que esses
ensinamentos te ajudarão a conquistar um melhor desempenho em seu dia a dia de trabalho
ou pessoal e, inclusive, mostrar que o seu potencial para resultados é muito maior do que
imaginava. Ser pró-activo é saber que sempre é possível ir além.

1 – Ter Iniciativa
A iniciativa é a primeira e mais forte característica de uma pessoa pró-activa. No trabalho,
ela não cumpre apenas as demandas que lhe são passadas, mas também procura enxergar
além e verificar se existem outras formas de contribuir com a empresa. É importante deixar
claro que proactividade nada tem a ver com puxar saco ou bajulação do chefe,
principalmente porque o foco não está em agradar alguém, mas sim em desempenhar todo o
potencial que se possui.

3
Disponível [online] em https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-que-e-uma-pessoa-proativa-o-que-podemos-
aprender-com-ela/ arquivo capturado no dia 08 de Junho de 2020

7
Para começar a ter iniciativa, é fundamental que amplie a sua visão sobre as coisas e
encontre oportunidades com as quais possa contribuir. Isso pode ser exercitado com
situações simples dentro da sua própria casa. Ao invés de esperar uma conta vencer ou
algum alimento acabar, antecipe a necessidade e planeje-se para efectuar o pagamento e
comprar o item em tempo hábil.

2 – Desenvolver o Raciocínio Rápido


Para que consiga ter iniciativa e tomar decisões eficazes, o pró-activo precisa ter raciocínio
rápido. A melhor maneira de adquirir essa habilidade é exercitando o cérebro e tirando-o da
zona de conforto, para que ele se torne cada vez mais ágil. Algumas atitudes que contribuem
para esse desenvolvimento incluem: jogos de raciocínio, aprender um novo idioma, ser
curioso, ler sobre os mais diversos assuntos, treinar a memória, enfim, colocar a cabeça para
pensar e estimular a mente.

3 – Ter Autoconfiança
A autoconfiança é outra característica de destaque nas pessoas proactivas, principalmente
porque é fundamental confiar em si para acreditar que suas acções podem trazer bons
resultados. O principal caminho para se tornar um indivíduo autoconfiante é o
autoconhecimento, pois apenas quando tiver certeza absoluta sobre suas qualidades é que
aprenderá a confiar em si e em suas capacidades. Autoconfiança e auto-estima andam lado a
lado e são fundamentais para se tornar pró-activo.

4 – Adoptar uma Postura Responsável


Ao contrário do reactivo, que sempre encontra alguém para culpar em relação aos seus erros,
o pró-activo se responsabiliza totalmente por suas atitudes. Além disso, são pessoas que
assumem o controlo sobre a própria vida e não são meras vítimas dos acontecimentos. Para
adoptar uma postura responsável é fundamental desenvolver a habilidade que citei na dica
anterior, que é a autoconfiança. Aqueles que são confiantes são capazes de assumir a
responsabilidade por suas acções com segurança e convicção.

5 – Manter o Foco nas Soluções


Quando um problema acontece, ao invés de desperdiçar seu tempo com lamentações e
procurando culpados, o pró-activo começa a buscar soluções, pois são elas que realmente

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importam nesse momento. Depois de a situação resolvida, aí sim se torna necessário rever as
causas para aprender com os erros e evitar que a situação se repita. Aconselho que faça uma
auto-análise para identificar se costuma focar no problema ou na solução e, assim,
determinar os traços do seu comportamento que precisam ser melhorados ou
potencializados.

9
2. Individualismo e ética profissional

a) Fala das premissas consideradas básicas da ética


 Aplicar a integridade e honestidade.
 Zelar pela credibilidade do.
 Sempre oferecer sigilo ao cliente e ater-se ao princípio do não julgamento.
 Investir no autodesenvolvimento para buscar a excelência.
 Manter uma conduta ética tanto na vida pessoal quanto profissional.
 Formar uma parceria de resultados com o cliente.
 Contribuir para a melhoria de indivíduos, times e empresas.

b) Faca a avaliação do esforço humano e do valor ético


Parece ser uma tendência do ser humano, como tem sido objecto de referências de muitos
estudiosos, a de defender, em primeiro lugar, seus interesses próprios e, quando esses
interesses são de natureza pouco recomendável, ocorrem seríssimos problemas. O valor
ético do esforço humano é variável em função de seu alcance em face da comunidade. Se o
trabalho executado é só para auferir renda, em geral, tem seu valor restrito. Por outro lado,
nos serviços realizados com amor, visando ao benefício de terceiros, dentro de vasto raio de
ação, com consciência do bem comum, passa a existir a expressão social do mesmo. 

Aquele que só se preocupa com os lucros, geralmente, tende a ter menor consciência de
grupo. Fascinado pela preocupação monetária, a ele pouco importa o que ocorre com a sua
comunidade e muito menos com a sociedade. Para ilustrar essa questão, citaremos um caso,
muito conhecido, porém de autor anónimo.  Dizem que um sábio procurava encontrar um ser
integral, em relação a seu trabalho. Entrou, então, em uma obra e começou a indagar. Ao
primeiro operário perguntou o que fazia e este respondeu que procurava ganhar seu salário;
ao segundo repetiu a pergunta e obteve a resposta de que ele preenchia seu tempo;
finalmente, sempre repetindo a pergunta, encontrou um que lhe disse: "Estou construindo
uma catedral para a minha cidade". 

A este último, o sábio teria atribuído a qualidade de ser integral em face do trabalho, como
instrumento do bem comum. Como o número dos que trabalham, todavia, visando
primordialmente ao rendimento, é grande, as classes procuram defender-se contra a
10
dilapidação de seus conceitos, tutelando o trabalho e zelando para que uma luta encarniçada
não ocorra na disputa dos serviços. Isto porque ficam vulneráveis ao individualismo. 

A consciência de grupo tem surgido, então, quase sempre, mais por interesse de defesa do
que por altruísmo. Isto porque, garantida a liberdade de trabalho, se não se regular e tutelar a
conduta, o individualismo pode transformar a vida dos profissionais em reciprocidade de
agressão. Tal luta quase sempre se processa através de aviltamento de preços, propaganda
enganosa, calúnias, difamações, tramas, tudo na ânsia de ganhar mercado e subtrair clientela
e oportunidades do colega, reduzindo a concorrência. Igualmente, para maiores lucros, pode
estar o indivíduo tentado a práticas viciosas, mas rentáveis. 

Em nome dessas ambições, podem ser praticadas quebras de sigilo, ameaças de revelação de
segredos dos negócios, simulação de pagamentos de impostos não recolhidos, etc. Para dar
espaço a ambições de poder, podem ser armadas tramas contra instituições de classe, com
denúncias falsas pela imprensa para ganhar eleições, ataque a nomes de líderes impolutos
para ganhar prestígio, etc. 

Os traidores e ambiciosos, quando deixados livres completamente livres, podem cometer


muitos desatinos, pois muitas são as variáveis que existem no caminho do prejuízo a
terceiros. A tutela do trabalho, pois, processa-se pelo caminho da exigência de uma ética,
imposta através dos conselhos profissionais e de agremiações classistas. As normas devem
ser condizentes com as diversas formas de prestar o serviço de organizar o profissional para
esse fim. Dentro de uma mesma classe, os indivíduos podem exercer suas actividades como
empresários, autónomos e associados. Podem também dedicar-se a partes menos ou mais
refinadas do conhecimento. 

A conduta profissional, muitas vezes, pode tornar-se agressiva e inconveniente e esta é uma
das fortes razões pelas quais os códigos de ética quase sempre buscam maior
abrangência. Tão poderosos podem ser os escritório, hospitais, firmas de engenharia, etc,
que a ganância dos mesmos pode chegar ao domínio das entidades de classe e até ao
Congresso e ao Executivo das nações. A força do favoritismo, accionada nos instrumentos
do poder através de agentes intermediários, de corrupção, de artimanhas políticas, pode
assumir proporções asfixiantes para os profissionais menores, que são a maioria. Tais grupos
podem, como vimos, inclusive, ser profissionais, pois, nestes encontramos também o poder
económico acumulado, tão como conluios com outras poderosas organizações empresariais. 
11
Portanto, quando nos referimos à classe, ao social, não nos reportamos apenas a situações
isoladas, a modelos particulares, mas a situações gerais. O egoísmo desenfreado de poucos
pode atingir um número expressivo de pessoas e até, através delas, influenciar o destino de
nações, partindo da ausência de conduta virtuosa de minorias poderosas, preocupadas apenas
com seus lucros. 

Sabemos que a conduta do ser humano pode tender ao egoísmo, mas, para os interesses de
uma classe, de toda uma sociedade, é preciso que se acomode às normas, porque estas
devem estar apoiadas em princípios de virtude. Como as atitudes virtuosas podem garantir o
bem comum, a Ética tem sido o caminho justo, adequado, para o benefício geral. 

Faca uma comparação da sociedade actual da primitiva


O desafio da ética na sociedade do conhecimento Por Márcia Tiburi Ética é uma das
questões mais importantes no contexto de nossa sociedade, tanto da esfera pública, quanto
de nossas vidas privadas. Somos éticos quando reflectimos sobre o que fazemos, quando
medimos e qualificamos nossas acções levando em conta o que somos e podemos ser, com
base no reconhecimento do outro, seja ele nosso próximo, a sociedade ou até mesmo o
planeta.

Sem a ética não sabemos nos situar em nenhuma esfera de nossas vidas. Sem a ética nos
tornamos alienados, ou seja, figuras desconectadas de uma reflexão sobre o sentido da vida
em sociedade.

Mas o que é ética hoje?

Ela vem sendo entendida?

O que é ética no mundo do trabalho, na família, no quotidiano, na escola? O que os meios de


comunicação têm feito da ética? Ética é, principalmente, a relação que estabelecemos uns
com os outros. É o questionamento sobre o sentido da convivência baseada na pergunta “o
que estamos fazendo uns com os outros?”. Ética é um tipo de postura e, consequentemente,
de acção, certamente mediada em princípios tais como o respeito à subjectividade, à
dignidade da pessoa, à diversidade, ao outro. Mas não se trata de uma pura acção. Antes
trata-se da relação entre pensamento e acção. Neste sentido, para que cheguemos à ética,
precisamos lutar pela desmistificação da separação entre teoria e prática. Esta é uma das
questões mais fundamentais quando falamos de ética como a “filosofia prática” que ela, de
12
fato, é. Ética é a capacidade de pensar e fazer a partir de um princípio de autonomia pessoal
em que cada sujeito se questiona sobre o que pensa e faz, levando em conta que o
questionamento já é, em si mesmo, pensamento e acção que terá consequências concretas.
Quem não pensa por conta própria é levado a pensar o que os outros para ele definiram
como verdade. É neste sentido que muitos intrometam aquilo mesmo que lhes faz mal, que
édito contra eles mesmos. A heteronomia pode até ser moral, mas não é ética, pois enquanto
a moral é confirmação do hábito ou do previamente estabelecido, a ética implica seu
questionamento. No entanto, falamos de ética como de uma palavra mágica que, pelo
simples fato de ser pronunciada, adquire validade concreta. Isso tem dois lados. De um,
muitos acreditam que basta “falar” ética para ser ético.

De outro, é verdade que a palavra ética tem um poder performativo radical. Quando
pronuncio ética, a palavra como que ricocheteia sobre mim exigindo que eu a realize na
prática. Isso quer dizer que se alguém fala em ética sem ser ético, uma contradição se
escancara. Ao mesmo tempo, vivemos em uma sociedade caracterizada por uma relação
imediata com a informação e certa ideia de conhecimento que parece não prever muito
espaço e tempo para o cultivo da subjectividade que nos permitiria a invenção da ética entre
nós.

Os relacionamentos já não são baseados em princípios éticos porque não existe mais a esfera
da subjectividade, ou, em outros termos, da interioridade, da consciência de si, do
autoquestionamento e da crítica social. Aquilo que antigamente chamávamos de “alma”.
Experimentamos nos diversos contextos da experiência vivida, transformações profundas
que alteram nosso modo de ver e, portanto, de agir no mundo. As novas tecnologias, a
Internet, as Redes Sociais, têm levantado muitas questões que tanto o campo da filosofia,
quanto o da antropologia, da sociologia e da educação procuram responder. A contradição
entre um mundo de informação e a desvalorização da comunicação e da educação é uma
delas. Nossa cultura desvaloriza, igualmente, a cultura.

Como fomentar a subjectividade se estas esferas que a criam estão aviltadas em nossos
meios? Perguntar pelo sentido do conhecimento em nossos dias é uma questão que se torna
cada vez mais urgente. Ele também nos coloca o sentido do autoconhecimento que, visto de
um ponto de vista crítico, ainda teria muito a nos dizer sobre nossa potencialidade ética (e
que será sempre, por fim, política).

13
Mas quem quer autoconhecimento hoje? Só que esta pergunta esconde uma outra: onde está
o desejo? E outra: quem tem direito a seu desejo hoje? Neste campo, a pergunta ética por
excelência é “o que cada um de nós está fazendo consigo mesmo?” quando nos entregamos
às ordens de um sistema económico, social e comunicacionais deturpados? Neste contexto, a
reflexão sobre a ética se torna fundamental como modo de pensar e promover a acção nas
variadas experiências no mundo da vida levando em conta os problemas culturais de nosso
país que vão do analfabetismo generalizado à corrupção.

3. VOCAÇÃO PARA O COLECTIVO

a) Porque é que a vocação por colectivo já não se encontra nos dias actuais com a
mesma pujança nos grandes centros?
Avocação para o colectivo já não se usa nos centros actuais por varias razões Egresso de
uma vida inculta, desorganizada, baseada apenas em instintos, o homem, sobre a Terra, foi-
se organizando, na busca de maior estabilidade vital. Foi cedendo parcelas do referido
individualismo para se beneficiar da união, da divisão do trabalho, da protecção da vida em
comum. A organização social foi um progresso, como continua a ser a evolução da mesma,
na definição, cada vez maior, das funções dos cidadãos e tal definição acentua,
gradativamente, o limite de acção das classes. 

Sabemos que entre a sociedade de hoje e aquela primitiva não existem mais níveis de
comparação, quanto à complexidade; devemos reconhecer, porém, que, nos núcleos
menores, o sentido de solidariedade era bem mais acentuado, assim como os rigores éticos e
poucas cidades de maior dimensão possuem, na actualidade, o espírito comunitário; também,
com dificuldades, enfrentam as questões classistas. A vocação para o colectivo já não se
encontra, nos dias atuais, com a mesma pujança nos grandes centros. 

Parece-me pouco entendido, por um número expressivo de pessoas, que existe um bem
comum a defender e do qual elas dependem para o bem-estar próprio e o de seus
semelhantes, havendo uma inequívoca interacção que nem sempre é compreendida pelos que
possuem espírito egoísta.  Quem lidera entidades de classe bem sabe a dificuldade para
reunir colegas, para delegar tarefas de utilidade geral. Tal posicionamento termina, quase
sempre, em uma oligarquia dos que se sacrificam, e o poder das entidades tende sempre a
permanecer em mãos desses grupos, por longo tempo. O egoísmo parece ainda vigorar e sua
14
reversão não nos parece fácil, diante da massificação que se tem promovido,
propositadamente, para a conservação dos grupos dominantes no poder. 

Como o progresso do individualismo gera sempre o risco da transgressão ética, imperativa


se faz a necessidade de uma tutela sobre o trabalho, através de normas éticas. 

É sabido que uma disciplina de conduta protege todos, evitando o caos que pode imperar
quando se outorga ao indivíduo o direito de tudo fazer, ainda que prejudicando terceiros. É
preciso que cada um ceda alguma coisa para receber muitas outras e esse é um princípio que
sustenta e justifica a prática virtuosa perante a comunidade. O homem não deve construir
seu bem a custa de destruir o de outros, nem admitir que só existe a sua vida em todo o
universo. Em geral, o egoísta é um ser de curta visão, pragmático quase sempre, isolada o
em sua perseguição de um bem que imagina ser só seu. 

Contextualize a organização social sob ponto de vista espacial.


Chamamos organização social o fenómeno que permite diversos elementos distintos vivendo
em comunidade. Para além da estrutura social básica, há a organização de um todo
complexo (sociedade) dividido em partes distintas (indivíduos). A gestão dessas partes
individuais e subjectivamente diferentes é a organização social. A organização social
implica modelos políticos, económicos e sociais que devem garantir o pleno funcionamento
da ordem dentro de uma sociedade4

O ser humano desenvolveu a linguagem e o raciocínio. Com isso a vida em comunidade (as
comunidades primitivas eram as famílias e os clãs) permitiu a quebra de barreiras naturais com o
desenvolvimento de leis morais, de leis de convivência e da troca entre famílias. Para o antropólogo
franco-belga Claude Lévi-Strauss, a troca mais antiga entre famílias que permitiu a formação de
sociedades com mais de uma delas foi o casamento, pois as mais arcaicas sociedades já não
consideravam o incesto como algo moralmente desejável.

Com base nessa formação mais complexa, os seres humanos começaram a desenvolver
novas formas de convívio, o que necessitou de uma gradativa organização para gerir a

4
Disponível [online] em https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/o-que-organizacao-social.htm arquivo
capturado no dia 10 de Junho de 2020

15
sociedade na medida em que ela fosse crescendo. Na esteira desse desenvolvimento social,
veio a política; as noções de governo, de Estado, de economia, de valor, e de moeda para
facilitar as trocas comerciais; e todos os elementos que constituem a formação social actual.
A organização social é um complexo conjunto de factores que constitui as sociedades em
suas facetas política, económica e moral

c) Deves profissionais
Deveres: O termo deveres se refere às actividades, actos e circunstâncias que envolvem uma
determinada obrigação moral ou ética. Geralmente, os deveres se relacionam com
determinadas atitudes que todos os seres humanos, independentemente de sua origem, etnia,
idade ou condições de vida estão obrigados a cumprir de modo a assegurar ao resto da
humanidade a possibilidade de viver em paz, com dignidade e com certas comodidades.
Então, os deveres são um dos pontos mais importantes de todos os sistemas de leis e de
constituições nacionais porque tem a ver com conseguir formas comunitárias e sociedades
mais equilibradas por onde todos possam ter acesso a seus direitos.

As reflexões realizadas no exercício de uma profissão devem ser iniciadas bem antes da
prática profissional. A escolha por uma profissão é optativa, mas ao escolhê-la, o conjunto
de deveres profissionais passa a ser obrigatório. Toda a fase de formação profissional,
abrangendo o aprendizado das competências e habilidades que se referem à prática
específica numa determinada área, deve incluir a reflexão. Ao completar a graduação em
nível superior, a pessoa faz um juramento, que significa sua adesão e comprometimento com
a categoria profissional onde formalmente ingressa, o que caracteriza o aspecto moral da
chamada Ética Profissional.

4. Definição da classe profissional


a) Uma classe profissional caracteriza-se pela homogeneidade do trabalho executado, pela
natureza do conhecimento exigido preferencialmente para tal execução e pela identidade de
habilitação para o exercício da mesma. A classe profissional é, pois, um grupo dentro da
sociedade, específico, definido por sua especialidade de desempenho de tarefa.  A questão,
pois, dos grupamentos específicos, sem dúvida, decorre de uma especialização, motivada
por selecção natural ou habilidade própria, e hoje constitui-se em inequívoca força dentro
das sociedades. 
16
A formação das classes profissionais decorreu de forma natural, há milénios, e se dividiram
cada vez mais. Historicamente, atribui-se à Idade Média a organização das classes
trabalhadoras, notadamente as de artesãos, que se reuniram em corporações. A divisão do
trabalho é antiga, ligada que está à vocação e cada um para determinadas tarefas e às
circunstâncias que obrigam, às vezes, a assumir esse ou aquele trabalho; ficou prático para o
homem, em comunidade, transferir tarefas e executar a sua. A união dos que realizam o
mesmo trabalho foi uma evolução natural e hoje se acha não só regulada por lei, mas
consolidada em instituições fortíssimas de classe.

5. VIRTUDES PROFISSIONAIS

a) Qualidades de um profissional
Lealdade:  A lealdade é o segundo dos três principais elementos que compõe a
empregabilidade. Um funcionário leal se alegra quando a organização ou seu departamento é
bem sucedido, defende a organização, tomando medidas concretas quando ela é ameaçada,
tem orgulho de fazer parte da organização, fala positivamente sobre ela e a defende contra
críticas. Lealdade não quer dizer necessariamente fazer o que a pessoa ou organização à qual
você quer ser fiel quer que você faça. Lealdade não é sinónimo de obediência cega.
Lealdade significa fazer críticas construtivas, mas as manter dentro do âmbito da
organização. Significa agir com a convicção de que seu comportamento vai promover os
legítimos interesses da organização.

Assim, ser leal às vezes pode significar a recusa em fazer algo que você acha que poderá
prejudicar a organização, a equipe de funcionários. No Reino Unido, por exemplo, essa ideia
é expressa pelo termo "Oposição Leal a Sua Majestade". Em outras palavras, é
perfeitamente possível ser leal a Sua Majestade - e, mesmo assim, fazer parte da oposição.
Do mesmo modo, é possível ser leal a uma organização ou a uma equipe mesmo que você
discorde dos métodos usados para se alcançar determinados objectivos.

Na verdade, seria desleal deixar de expressar o sentimento de que algo está errado, se é isso
que você sente. As virtudes da responsabilidade e da lealdade são completadas por uma
terceira, a iniciativa, capaz de colocá-las em movimento. Tomar a iniciativa de fazer algo no
interesse da organização significa ao mesmo tempo, demonstrar lealdade pela organização.
Em um contexto de empregabilidade, tomar iniciativas não quer dizer apenas iniciar um

17
projecto no interesse da organização ou da equipe, mas também assumir responsabilidade
por sua complementação e implementação. Gostaríamos ainda, de acrescentar outras
qualidades que consideramos importantes no exercício de uma profissão. São elas: 

Honestidade: A honestidade está relacionada com a confiança que nos é depositada, com a
responsabilidade perante o bem de terceiros e a manutenção de seus direitos. É muito fácil
encontrar a falta de honestidade quanto existe a fascinação pelos lucros, privilégios e
benefícios fáceis, pelo enriquecimento ilícito em cargos que outorgam autoridade e que têm
a confiança colectiva de uma colectividade.

Já ARISTÓTELES (1992, p.75) em sua "Ética a Nicômanos" analisava a questão da


honestidade. Outras pessoas se excedem no sentido de obter qualquer coisa e de qualquer
fonte - por exemplo os que fazem negócios sórdidos, os proxenetas e demais pessoas desse
tipo, bem como os usurários, que emprestam pequenas importâncias a juros altos. Todas as
pessoas deste tipo obtêm mais do que merecem e de fontes erradas. O que há de comum
entre elas é obviamente uma ganância sórdida, e todas carregam um aviltante por causa do
ganho - de um pequeno ganho, aliás. Com efeito, aquelas pessoas que ganham muito em
fontes erradas, e cujos ganhos não são justos - por exemplo, os tiranos quando saqueiam
cidades e roubam templos, não são chamados de avarentos, mas de maus, ímpios e injustos. 

São inúmeros os exemplos de falta de honestidade no exercício de uma profissão. Um


psicanalista, abusando de sua profissão ao induzir um paciente a cometer adultério, está
sendo desonesto. Um contabilista que, para conseguir aumentos de honorários, retém os
livros de um comerciante, está sendo desonesto. A honestidade é a primeira virtude no
campo profissional. É um princípio que não admite relatividade, tolerância ou interpretações
circunstanciais. 

Sigilo: O respeito aos segredos das pessoas, dos negócios, das empresas, deve ser
desenvolvido na formação de futuros profissionais, pois trata-se de algo muito importante.
Uma informação sigilosa é algo que nos é confiado e cuja preservação de silêncio é
obrigatória. Revelar detalhes ou mesmo frívolas ocorrências dos locais de trabalho, em
geral, nada interessa a terceiros e ainda existe o agravante de que planos e projectos de uma
empresa ainda não colocados em prática possam ser copiados e colocados no mercado pela
concorrência antes que a empresa que os concebeu tenha tido oportunidade de lançá-los. 

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Documentos, registos contáveis, planos de marketing, pesquisas científicas, hábitos pessoais,
dentre outros, devem ser mantidos em sigilo e sua revelação pode representar sérios
problemas para a empresa ou para os clientes do profissional.  
 Competência: Competência, sob o ponto de vista funcional, é o exercício do conhecimento
de forma adequada e persistente a um trabalho ou profissão. Devemos buscá-la sempre. "A
função de um citarista é tocar cítara, e a de um bom citarista é tocá-la bem."
(ARISTÓTELES, p.24). É de extrema importância a busca da competência profissional em
qualquer área de actuação. Recursos humanos devem ser incentivados a buscar sua
competência e maestria através do aprimoramento contínuo de suas habilidades e
conhecimentos. O conhecimento da ciência, da tecnologia, das técnicas e práticas
profissionais é pré-requisito para a prestação de serviços de boa qualidade.

Nem sempre é possível acumular todo conhecimento exigido por determinada tarefa, mas é
necessário que se tenha a postura ética de recusar serviços quando não se tem a devida
capacitação para executá-lo. Pacientes que morrem ou ficam aleijados por incompetência
médica, causas que são perdidas pela incompetência de advogados, prédios que desabam por
erros de cálculo em engenharia, são apenas alguns exemplos de quanto se deve investir na
busca da competência. 

Prudência:  Todo trabalho, para ser executado, exige muita segurança. A prudência,
fazendo com que o profissional analise situações complexas e difíceis com mais facilidade e
de forma mais profunda e minuciosa, contribui para a maior segurança, principalmente das
decisões a serem tomadas. a prudência é indispensável nos casos de decisões sérias e graves,
pois evita os julgamentos apressados e as lutas ou discussões inúteis. 

Coragem:  Todo profissional precisa ter coragem, pois "o homem que evita e teme a tudo,
não enfrenta coisa alguma, torna-se um covarde" (ARISTÓTELES, p.37). A coragem nos
ajuda a reagir às críticas, quando injustas, e a nos defender dignamente quando estamos
cônscios de nosso dever. Nos ajuda a não ter medo de defender a verdade e a justiça,
principalmente quando estas forem de real interesse para outrem ou para o bem comum.
Temos que ter coragem para tomar decisões, indispensáveis e importantes, para a eficiência
do trabalho, sem levar em conta possíveis atitudes ou atos de desagrado dos chefes ou
colegas. 

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Perseverança:  Qualidade difícil de ser encontrada, mas necessária, pois todo trabalho está
sujeito a incompreensões, insucessos e fracassos que precisam ser superados, prosseguindo o
profissional em seu trabalho, sem entregar-se a decepções ou mágoas. É louvável a
perseverança dos profissionais que precisam enfrentar os problemas do
subdesenvolvimento.  

Compreensão: Qualidade que ajuda muito um profissional, porque é bem aceito pelos que
dele dependem, em termos de trabalho, facilitando a aproximação e o diálogo, tão
importante no relacionamento profissional. É bom, porém, não confundir compreensão com
fraqueza, para que o profissional não se deixe levar por opiniões ou atitudes, nem sempre,
válidas para eficiência do seu trabalho, para que não se percam os verdadeiros objectivos a
serem alcançados pela profissão.  Vê-se que a compreensão precisa ser condicionada, muitas
vezes, pela prudência. A compreensão que se traduz, principalmente em calor humano pode
realizar muito em benefício de uma actividade profissional, dependendo de ser
convenientemente dosada. 

Humildade: O profissional precisa ter humildade suficiente para admitir que não é o dono
da verdade e que o bom senso e a inteligência são propriedade de um grande número de
pessoas.  Representa a auto-análise que todo profissional deve praticar em função de sua
actividade profissional, a fim de reconhecer melhor suas limitações, buscando a colaboração
de outros profissionais mais capazes, se tiver esta necessidade, dispor-se a aprender coisas
novas, numa busca constante de aperfeiçoamento.

Humildade é qualidade que carece de melhor interpretação, dada a sua importância, pois
muitos a confundem com subserviência, dependência ? quase sempre lhe é atribuído um
sentido depreciativo. Como exemplo, ouve-se frequentemente, a respeito determinadas
pessoas, frases com estas: Fulano é muito humilde, coitado!  Muito simples! Humildade está
significando nestas frases pessoa carente que aceita qualquer coisa, dependente e até infeliz. 
Conceito erróneo que precisa ser superado, para que a Humildade adquira definitivamente a
sua autenticidade. 

Imparcialidade: É uma qualidade tão importante que assume as características do dever,


pois se destina a se contrapor aos preconceitos, a reagir contra os mitos (em nossa época
dinheiro, técnica, sexo...), a defender os verdadeiros valores sociais e éticos, assumindo

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principalmente uma posição justa nas situações que terá que enfrentar. Para ser justo é
preciso ser imparcial, logo a justiça depende muito da imparcialidade. 

Optimismo:  Em face das perspectivas das sociedades modernas, o profissional precisa e


deve ser optimista, para acreditar na capacidade de realização da pessoa humana, no poder
do desenvolvimento, enfrentando o futuro com energia e bom humor. 5

b) profissão

Profissão, do latim professĭo, é a acção e o efeito de professar (exercer um ofício, uma


ciência ou uma arte). A profissão, por conseguinte, é o emprego ou o trabalho que alguém
exerce e pelo qual recebe uma retribuição económica. Exemplos: “Foi o meu pai que me
ensinou a amar esta profissão”, “Para se dedicar a esta profissão, há que se esforçar muito”,
“A profissão de veterinário era um dos motores da sua vida”.

Na era medieval, a tradição reconhecia apenas três profissões: a medicina, a teologia e


direito. As quais eram chamadas de “profissões eruditas”.

Regra geral, as profissões requerem competências especializadas e formais, que se


costumam adquirir com uma formação universitária ou profissional. Os ofícios, no entanto,
consistem em actividades informais ou cuja aprendizagem consiste na prática. Em alguns
casos, de qualquer forma, a fronteira entre a profissão e o ofício é difusa.

Aquele que exerce uma profissão é um profissional. Esta pessoa tirou um curso e é titular de
um certificado ou diploma que credita as suas competências para desempenar o seu trabalho.
Mas isso não é uma regra. Para que alguém seja considerado um profissional não é
necessário possuir diploma de universidade. Um profissional é alguém que que exerce uma
determinada actividade na maior parte do dia, logo: um advogado é um profissional, um
músico é um profissional se ele vive disso, um engenheiro, um pintor, uma costureira, um
6
escrito, entre outras. Sendo necessário apenas que essa pessoa possua o conhecimento e a
experiência para desempenhar tal actividade.

5
Disponível [online] em https://sites.google.com/site/gcqetec/virtudes-profissionais, aquivo capturado no dia
10 de Junho de 2020.

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Disponível [online] em https://conceito.de/profissao, arquivo capturado no dia 10 de Junho de 2020

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c) Exemplos de profissões
Um exemplo de profissão é a medicina, cujos profissionais são os médicos. Estes
especialistas fazem estudos universitários para se especializarem nos cuidados e na
recuperação da saúde humana através do estudo, do diagnóstico e do tratamento de doenças
ou lesões (feridas). É imprescindível que o médico seja um profissional que tenha ingressado
na universidade e que tenha um diploma que o comprove, uma vez que a vida do paciente
depende do seu trabalho. Se uma pessoa se fizer passar por médico e prescrever um
tratamento, estará a cometer um delito. Esta prática é conhecida como exercício ilegal da
medicina.

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Conclusão
Após da realização do presente trabalho chega se a Concluir que a ética é a ciência que
estuda o comportamento humano com ênfase tanto nos valores individuais como nos valores
do individuo perante o grupo de convívio. Cada vez mais a sociedade está exigindo do
individuo e das organizações seriedade e dignidade nos seus actos sejam eles políticos,
sociais, culturais ou religiosos.

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Referências bibliográficas
Disponível [online] em https://conceito.de/profissao, arquivo capturado no dia 10 de Junho
de 2020

Disponível [online] em https://sites.google.com/site/gcqetec/virtudes-profissionais, arquivo


capturado no dia 10 de Junho de 2020.

Disponível [online] em https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/o-que-organizacao-


social.htm arquivo capturado no dia 10 de Junho de 2020

Disponível [online] em https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-que-e-uma-pessoa-proativa-


o-que-podemos-aprender-com-ela/ arquivo capturado no dia 08 de Junho de 2020

Disponível [online] em https://www.sbcoaching.com.br/blog/etica-profissional-importancia/


arquivo capturado no dia 08 de Junho de 2020

Disponível [online] em https://www.ufrgs.br/bioetica/eticmor.htm arquivo capturado no dia


08 de Junho de 2020.

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