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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA

DESENVOLVIMENTO DE ANTEPROJETO, PROJETO


BÁSICO E EXECUTIVO EM BIM PARA A
IMPLANTAÇÃO DA TRAVESSIA DA BAÍA DE
GUARATUBA E ACESSOS

MAIO DE 2020
Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística

Sandro Alex Cruz de Oliveira

Diretor-Geral
José Brustolin Neto

Chefe do Departamento de Gestão da Inovação para Planos, Projetos e Obras


Lorreine Santos Vaccari

Coordenadora técnica
Lucimara Ferreira de Lima

Equipe Técnica
Hilbert Takashi Oku Prochnow
Marina Quirino Luxi de Paula
Nicolle de Souza

Estagiários
Felipe Alcantera Dubeski
Lucas Rattmann Vieira Theulen
Milena Sacchi

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Sumário
1 APRESENTAÇÃO..................................................................................................................... 5
2 ACRÔNIMOS .......................................................................................................................... 6
3 CONCEITOS ............................................................................................................................ 7
3.1 Building Information Modeling (BIM) ou Modelagem da Informação da Construção . 7
3.1.1 Dimensões do BIM ................................................................................................ 8
3.2 Open BIM....................................................................................................................... 8
3.3 Níveis de Detalhe e Informação do Modelo ................................................................. 9
4 TERMOS APLICÁVEIS À MODELAGEM DA INFORMAÇÃO DA CONSTRUÇÃO ...................... 10
4.1 Formato Nativo ou Formato Proprietário ................................................................... 10
4.2 Industry Foundation Classes (IFC) ............................................................................... 10
4.3 BIM Collaboration Format (BCF) ................................................................................. 12
4.4 Modelo Federado ........................................................................................................ 12
4.5 Clash Detection (Detecção de Conflitos) ..................................................................... 12
4.6 Interoperabilidade....................................................................................................... 13
4.7 Classificação da Informação da Construção (NBR 15965)........................................... 13
4.8 Gerente BIM (BIM Manager) e Coordenador BIM...................................................... 15
5 REQUISITOS PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS EM BIM ......................................... 17
5.1 Plano de Trabalho / Plano de Execução BIM – PEB..................................................... 17
5.1.1 Fluxo de trabalho CONTRATANTE e CONTRATADA............................................. 17
5.1.2 Compatibilização ................................................................................................. 17
5.1.3 Entregáveis .......................................................................................................... 18
6 DIRETRIZES GERAIS DE MODELAGEM ................................................................................. 19
6.1 Ponto de referência e Georreferenciamento.............................................................. 19
6.2 Elementos e Componentes BIM .................................................................................. 19
6.3 Extração automatizada de quantitativos e integração com tabela referencial de
custos 20
6.4 Estrutura da Organização da Informação - EOI ........................................................... 21
6.5 Simulação do Planejamento da Execução da Obra (4D) ............................................. 25
6.6 Modelo digital do terreno ........................................................................................... 26
6.6.1 Terraplenagem .................................................................................................... 26

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6.7 Elementos compostos ................................................................................................. 26
6.8 Elementos estruturais ................................................................................................. 27
6.9 Elementos do pavimento ............................................................................................ 27
6.9.1 Elementos de drenagem ..................................................................................... 27
6.9.2 Elementos de Sinalização e Segurança................................................................ 29
6.9.3 Elementos das instalações elétricas e SPDA ....................................................... 29
6.9.4 Elementos do sistema de ventilação ................................................................... 30
6.9.5 Outros elementos................................................................................................ 30
7 NÍVEIS DE DETALHE E INFORMAÇÃO .................................................................................. 31
7.1 Níveis de Detalhe e Informação mínimos por disciplina e etapa de projeto .............. 33
7.2 Níveis de Detalhe por elemento ................................................................................. 36
7.3 Níveis de Informação por elemento............................................................................ 54
8 REFERÊNCIAS ....................................................................................................................... 69
9 APÊNDICE 1 – TABELAS DE ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO ........................................... 71
10 APÊNDICE 2 – VÍDEOS EXPLICATIVOS .............................................................................. 72

LISTA DE FIGURAS

Figura 1. Conceitos de classificação ............................................................................................ 21

LISTA DE QUADROS

Quadro 1. 1º NÍVEL DA ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO – MACROGRUPOSErro! Indicador não


definido.
Quadro 2. 2º NÍVEL DA ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO – GRUPOSErro! Indicador não
definido.

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1 APRESENTAÇÃO

O presente documento traz diretrizes para elaboração de projetos de infraestrutura


rodoviária, viária e obras de arte especiais (OAE) desenvolvidos por meio da metodologia BIM.
A empresa vencedora do certame deverá seguir atentamente às orientações apresentadas
neste documento, a fim de que o projeto elaborado atenda, de forma satisfatória, às
necessidades da CONTRATANTE no que se refere ao uso de ferramentas BIM.

O objetivo do referido documento não é exaurir os assuntos relativos à metodologia BIM,


uma vez que tal busca se torna inviável perante o número de variáveis e o dinamismo da
construção civil e das plataformas tecnológicas. Posto isso, a finalidade deste documento é
orientar e definir critérios mínimos para o desenvolvimento de projetos de infraestrutura
rodoviária, viária e obras de arte especiais por meio da utilização de ferramentas BIM.

A exigência do uso da metodologia BIM por meio do presente documento visa a melhoria
da qualidade dos projetos de infraestrutura rodoviária, viária e obras de arte especiais dentro
de quatro principais aspectos, sendo (i) compatibilização de projetos por meio da detecção de
interferências (clash detection); (ii) extração automatizada de quantitativos a partir do
modelo; (iii) extração automatizada de documentação técnica a partir do modelo; e (iv)
realização de simulações computacionais. Consequentemente, e de forma indireta, também
surgirão ganhos relacionados à transparência de todo o processo e à maior assertividade nas
tomadas de decisão, prevenindo, assim, aditivos de prazo e valor.

Portanto, as orientações apresentadas neste documento têm como objetivo garantir que
a modelagem seja desenvolvida de forma adequada e conforme os usos BIM pretendidos, e,
sobretudo, garantir a confiabilidade das informações extraídas a partir do modelo.

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2 ACRÔNIMOS

ABDI Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial

ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas

AEC Arquitetura, Engenharia e Construção

AsBEA Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura

BCF BIM Collaboration Format

BIM Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção

CEE Comissão de Estudos Especiais

CFTV Circuito Fechado de Televisão

EAP Estrutura Analítica de Projeto

EOI Estrutura de Organização da Informação

IDM Information Delivery Manual

IFC Indutry Foundation Classes

IFD International Framework for Dictionaries Library

ISO International Organization for Standardization

LOD Level of Development / Level of Detail

LOI Level of Information

MDIC Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

NBR Norma Brasileira

NBS National BIM Specification

ND Nível de Detalhe

NI Nível de Informação

OAE Obras de Arte Especiais

PEB Plano de Execução BIM

SMC Solibri Model Checker

SPDA Sistema de Proteção contra Descarga Atmosférica

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3 CONCEITOS

Para fins de entendimento dos conceitos utilizados no presente documento, serão adotadas as
seguintes definições1.

3.1 Building Information Modeling (BIM) ou Modelagem da Informação


da Construção

O conceito de BIM surgiu na década de 70, como resultado de pesquisas científicas


desenvolvidas em países com tecnologias avançadas voltadas à construção civil. No entanto, a
terminologia utilizada é recente, sendo datada apenas no início dos anos 90. Inicialmente, tal
metodologia teve poucos adeptos, por conta do alto custo de aquisição e baixo desempenho
dos computadores da época. Somente com a melhoria do processamento de dados das
máquinas e com preços mais acessíveis, deu-se início à disseminação do referido conceito.
Com a ampliação do número de interessados na metodologia BIM, surgiram também as
primeiras normativas, sendo publicada, em 2005, uma das mais importantes, a ISO-PAS 16739-
2005, Industry Foundation Classes, Release 2x, Platform Specification -IFC2x Platform.

A metodologia BIM é, sem dúvida, um conceito que permanece em constante evolução. Sendo
assim, a melhor forma de defini-la é compreendendo-a como um processo que tem, por
premissa básica, a colaboração de todos os envolvidos.

Para Charles Eastman, professor do Instituto de Tecnologia da Geórgia e especialista em


metodologia BIM: “O conceito BIM envolve tecnologias e processos cujo objetivo é
desenvolver uma prática de projeto integrada, na qual todos os participantes convirjam seus
esforços para a construção de um modelo único da construção” (EASTMAN, 2014).

Neste sentido, entende-se que é possível que os modelos, além da geometria, carreguem
consigo informações compartilháveis e gerenciáveis ao longo de todo o ciclo de vida do
empreendimento, a fim de possibilitar a utilização de mecanismos capazes de processar tais
informações e criar ambientes virtuais onde seja possível a interpretação adequada dos dados
oriundos de diferentes softwares, tornando o processo de tomada de decisão mais
colaborativo e, portanto, mais assertivo.

1
Para definições de conceitos não constantes neste Caderno, consultar o dicionário BIM integrado ao
BuildingSMART Data Dictionary, disponível em https://bimdictionary.com/. Vale ressaltar que o idioma deve ser
alterado para português.

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3.1.1 Dimensões do BIM
As dimensões do BIM correlacionam dados referentes ao projeto com a modelagem, e são
tratadas na literatura como nDs. Posto isso, o presente documento abordará os conceitos de
3D, 4D e 5D, conforme apresentados a seguir.

BIM 3D - Modelo

O BIM 3D consiste na modelagem tridimensional de todos os elementos que compõem o


projeto dentro de um mesmo ambiente virtual, possibilitando, assim, a determinação de suas
respectivas dimensões, bem como seu posicionamento espacial, além de gerar relatórios de
quantidades e checar possíveis inconsistências entre as disciplinas por meio do clash detection
(detecção de conflitos). Por exemplo, é possível identificar elementos da rede de dutos de
utilidades conflitando com elementos da superestrutura da ponte e, assim, tomar uma decisão
perante tal inconsistência ainda em fase de projeto.

BIM 4D – Simulação do planejamento da execução da obra


O BIM 4D consiste na correlação entre os elementos modelados e o planejamento de obra
físico e financeiro da obra; ou seja, tudo aquilo que foi elaborado na dimensão 3D somado à
variável “tempo”. Desta forma, é possível comparar, em tempo real, a evolução da execução
da obra com o que foi proposto pelo seu cronograma físico e identificar se existe
conformidade entre ambos. Sendo assim, torna-se possível realizar, de forma bastante precisa,
a simulação virtual da execução da obra.

BIM 5D – Quantitativos atrelados a custos


O BIM 5D consiste na correlação entre a modelagem virtual e a estimativa de custo da obra; ou
seja, tudo aquilo que foi elaborado na dimensão 3D somado à variável “custo”. A partir da
inserção de informações nos elementos modelados, é possível extrair dados para composição
da estimativa do custo, que será refinada ao longo da elaboração de projeto.
As informações inseridas no modelo, uma vez estruturadas, permitem que cada alteração
realizada no projeto gere, automaticamente, uma atualização de quantitativos.
Logo, o presente documento exige que a extração de quantidades ocorra de forma
automatizada de, sempre que possível, todos os elementos que compõem a Estrutura Analítica
do Projeto (EAP), admitindo, neste momento, a integração externa de tais quantidades com
uma tabela referencial para fins de estimativas de custo.

3.2 Open BIM

O Open BIM, iniciativa tomada pela buildingSMART2, é uma abordagem universal para projetos
realizados por meio da colaboração de todos os envolvidos, sendo elaborados e gerenciados

2
Em 1994, foi criada a INDUSTRY ALLIANCE FOR INTEROPERABILITY com o propósito de desenvolver um conjunto
de classes C++. Em 1997, esta teve seu nome alterado para INTERNATIONAL FOR INTEROPERABILITY (IAI),
organização sem fins lucrativos com o propósito de desenvolver o IFC como um produto para dar apoio ao ciclo de
vida do edifício. Em 2005, a IAI foi novamente renomeada, sendo, agora, conhecida como buildingSMART,

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por padrões e fluxos de trabalhos abertos. Recentemente, foi desenvolvido o Programa Open
BIM, que é uma campanha de marketing protagonizada por várias empresas de softwares,
com o intuito de promover o conceito por toda indústria AEC. Ademais, também foi criada a
Certificação Open BIM, que é um sistema de certificação técnica que visa auxiliar os
fornecedores de softwares AEC a melhorar, testar e certificar suas conexões de dados, a fim de
que trabalhem de forma integrada com outras soluções Open BIM. Dentro do Open BIM
existem três conceitos: IFD, IDM e IFC, sendo abordado apenas o último ao longo deste
documento.

Cabe ressaltar que o conceito Open BIM ainda não pode ser contemplado em sua totalidade
para os projetos de infraestrutura rodoviária, viária e obras de arte especiais (OAE), visto
que a exportação de modelos de infraestrutura e OAE no formato IFC ainda não é um padrão
dentro dos softwares BIM.

3.3 Níveis de Detalhe e Informação do Modelo

A NBS (National BIM Specification), organização britânica que visa oferecer especificações
inovadoras e soluções referentes ao gerenciamento da informação para profissionais da
indústria da construção, utiliza dois conceitos principais para determinação dos níveis dos
elementos do modelo: LOD para Level of Detail (Nível de Detalhe) e LOI para Level of
Information (Nível de Informação), desassociando as duas definições de forma que estas
progridam de maneira independente.

De acordo com os Níveis de Detalhe e Informação determinados pela NBS, é possível que um
elemento seja entregue em LOD 2 e LOI 5, por exemplo, sem que necessariamente estes sigam
a mesma lógica de desenvolvimento ou progridam de forma síncrona.

Ao longo do processo de modelagem, é necessário definir níveis progressivos de precisão


geométrica e informação, levando em consideração o fato de que a evolução geométrica não
necessariamente acompanha a progressão da informação. Ou seja, é possível que o modelo
contenha pouco desenvolvimento geométrico – apenas volumetria genérica, por exemplo – e
informações específicas, como marca, modelo, fabricante, classe do concreto ou tipo de
revestimento asfáltico, por exemplo.

Outro entendimento importante é referente à desassociação dos Níveis de Detalhe e


Informação dos elementos em relação às etapas de projeto, as quais são utilizadas, por
exemplo, como marcos para realização de pagamentos das empresas prestadoras de serviços.

especialista em BIM e IFC, que pesquisa e mantem padrões de trabalho BIM, denominados OPEN BIM – conceito
aberto que visa a interoperabilidade.

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4 TERMOS APLICÁVEIS À MODELAGEM DA INFORMAÇÃO
DA CONSTRUÇÃO

Para dar início ao processo de modelagem, é fundamental compreender os termos aplicáveis


de forma mais recorrente à metodologia BIM.

4.1 Formato Nativo ou Formato Proprietário

É o formato (ou extensão) no qual será salvo o arquivo original do projeto. Sendo assim, o
formato nativo/proprietário é criado para ser lido especificamente pelo software que o gerou
ou por conjuntos de softwares complementares provenientes do mesmo desenvolvedor.

Para projetos geométricos e de drenagem modelados no software AutoCAD Civil 3D, por
exemplo, a extensão nativa do documento salvo será .dwg3. Já para projetos de infraestrutura
rodoviária, viária e obras de arte especiais modelados no software Revit, a extensão nativa do
documento salvo será .rvt. Neste caso, os arquivos com extensão .dwg e .rvt poderão ser lidos
tanto pelo software que os gerou, como por outros softwares também desenvolvidos pela
empresa Autodesk, como, por exemplo, o Navisworks.

Para os projetos de infraestrutura rodoviária, viária e obras de arte especiais modelados em


softwares desenvolvidos pela Bentley, como o OpenRoads, OpenBridge e OpenFlows, a
extensão nativa do modelo será .dgn. Neste caso, os arquivos com extensão .dgn poderão ser
lidos em quaisquer softwares desenvolvidos pela Bentley como também no software
Navisworks, desenvolvido pela Autodesk.

4.2 Industry Foundation Classes (IFC)

É a expressão máxima do conceito OPEN BIM, aqui adotado. O IFC é um esquema de dados
que permite o intercâmbio entre projetos elaborados em diferentes softwares sem perda ou
distorção de informação. É um formato de arquivo aberto e neutro, que visa facilitar a
interoperabilidade entre os diferentes operadores.

De acordo com o Guia 04 da ABDI - Contratação e Elaboração de Projetos BIM na Arquitetura e


Engenharia, o arquivo IFC permite que todos os projetistas envolvidos possam utilizar
diferentes plataformas de projeto sem que isso impeça o trabalho conjunto e integrado
destes. Todas as ferramentas certificadas pela empresa BuildingSMART podem exportar seus
dados no formato IFC e, assim, compor o arquivo federado para análise e coordenação do
projeto. Entretanto, nenhuma ferramenta de projeto adota o formato IFC como padrão nativo,
pois ele não incorpora recursos de desenvolvimento de projeto. Ou seja, os projetistas sempre

3
O arquivo nativo do software AutoCAD Civil 3D terá extensão .dwg. No entanto, vale ressaltar que tal formato
difere-se do arquivo com extensão .dwg gerado pelo software AutoCAD, tendo em vista que o arquivo proveniente
do AutoCAD Civil 3D contém elementos distintos como, por exemplo, alinhamentos, corredores, perfil longitudinal,
entre outros.

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utilizarão algum software proprietário, mas podem e devem exportar o arquivo em formato
IFC.

A exportação de arquivos em formato IFC para os projetos de edificações encontra-se bastante


consolidada, haja vista que grande parte dos elementos já possui entidades IFC específicas. No
entanto, cabe ressaltar que o conceito Open BIM ainda não pode ser contemplado em sua
totalidade para os projetos de infraestrutura rodoviária, viária e obras de arte especiais (OAE),
visto que a exportação de tais modelos no formato IFC ainda não é um padrão dentro dos
softwares BIM. O software AutoCAD Civil 3D, desenvolvido pela empresa Autodesk, permite a
exportação de modelos no formato IFC, no entanto, este ainda apresenta certas limitações.
Uma das restrições apresentadas é a ausência de mapeamento adequado para as entidades
IFC, tendo em vista que todos os elementos são exportados como IfcObject. Ademais, a textura
aplicada dentro do modelo não pode ser exportada, sendo assim, o elemento é representado
com a cor do layer definida no software nativo, o que pode dificultar, muitas vezes, a
visualização do modelo.

De acordo com a buildingSMART, a versão 5 do IFC, que se encontra em desenvolvimento pela


Organização, contemplará de maneira mais abrangente os elementos de infraestrutura
rodoviária, viária e obras de arte especiais. Sendo assim, compreende-se que as empresas
desenvolvedoras de softwares demandarão um certo tempo até que adequem suas
respectivas ferramentas à exportação das entidades IFC para infraestrutura e obras de arte
especiais (OAE). Ressalta-se ainda que, a buildingSMART da Finlândia vem pesquisando novas
soluções na tentativa preencher as lacunas existentes na área de infraestrutura.

Tendo em vista as restrições apresentadas pelo IFC no que se refere a projetos de


infraestrutura rodoviária, viária e obras de arte especiais, a desenvolvedora de softwares
Bentley criou o formato de arquivo i.dgn (iModel), o qual permite o intercâmbio entre projetos
sem perda ou distorção de informações. Os i-models podem ser exportados a partir de
projetos desenvolvidos em softwares da Bentley, como OpenRoads ou OpenBridge, por
exemplo.

Em 2018, a Bentley lançou a biblioteca de código aberto iModel.js, com o intuito de melhorar a
interoperabilidade para os projetos de infraestrutura. A referida biblioteca pode ser utilizada
por desenvolvedores para criar aplicativos imersivos que integrem projetos de infraestrutura
desenvolvidos dentro da plataforma Bentley com modelos de engenharia desenvolvidos nas
demais plataformas disponíveis no mercado.

No entanto, os i-models também apresentam algumas restrições em relação à exportação de


projetos de infraestrutura, se comparados aos projetos de edificações. Sendo assim, até que as
plataformas se adequem às peculiaridades dos projetos de infraestrutura desenvolvidos em
BIM, pode-se afirmar que os conceitos de interoperabilidade e Open BIM não poderão ser
aplicados aos projetos de infraestrutura rodoviária, viária e obras de arte especiais da mesma
forma que se aplicam aos projetos de edificações.

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4.3 BIM Collaboration Format (BCF)

O formato de arquivo BCF foi desenvolvido em 2010 para solucionar problemas relacionados à
má comunicação entre os colaboradores de um projeto em relação a interferências
encontradas entre as diferentes disciplinas. Possuindo como base a linguagem XML, o formato
de arquivo BCF permite o envio de relatórios com imagens vinculadas ao modelo de forma
dinâmica, além de agregar funções de comunicação, responsabilidades e prazos (Processo de
Projeto BIM – ABDI, 2017).

4.4 Modelo Federado

Richard H. Lowe e Jason M. Muncy (2009) descrevem o modelo federado como um arquivo
composto por modelos distintos que são ligados de forma lógica entre si, sem que percam sua
integridade e sua base de dados.

De acordo com Bentley (2003), o modelo federado pode ser considerado um banco de dados
único, que é distribuído e sincronizado em várias partes. Já Isikdag e Underwood (2010)
complementam o conceito de Bentley afirmando que o modelo federado se caracteriza como
um sistema que permite que os usuários trabalhem com os dados da maneira que
considerarem mais produtiva. Ademais, o modelo federado deve ser coordenado pelo
Coordenador BIM, e sua consistência deve ser mantida ao longo de todo o desenvolvimento
do projeto.

O modelo federado é usualmente composto por modelos de disciplinas distintas de um


mesmo projeto como, por exemplo, o modelo de pavimentação, o modelo de drenagem e o
modelo de sinalização, e a junção destes resulta no modelo federado. No entanto, também
pode ocorrer de, por exemplo, o projeto de sinalização ser modelado de maneira
desassociada, resultando nos modelos de sinalização vertical e horizontal. Neste caso, a
compilação de tais arquivos também resultará no modelo federado.

4.5 Clash Detection (Detecção de Conflitos)

É a identificação automática de interferências geométricas e funcionais entre os objetos que


compõem um modelo. Os relatórios das interferências identificadas em um modelo BIM em
desenvolvimento podem ser extraídos automaticamente e compartilhados com as equipes
responsáveis por cada uma das disciplinas. Além de apresentarem a localização da
interferência, alguns softwares, como o Solibri Model Checker, também as classificam como
leves, moderadas ou críticas.

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4.6 Interoperabilidade

Tal conceito visa diagnosticar a eficiência dos aplicativos BIM no que tange, sobretudo, a troca
de dados entre os diferentes softwares. Havendo uma boa interoperabilidade, se elimina a
necessidade de réplica de dados de entrada, facilitando, de forma automatizada e sem
obstáculos, o fluxo de trabalho entre diferentes ferramentas durante o processo de
modelagem.

Para que se tenha uma boa interoperabilidade, é indispensável a implementação de um


padrão de protocolo internacional de trocas de dados nos aplicativos e nos processos do
projeto. O principal protocolo usado hoje é o Industry Foudation Classes (IFC) que, conforme
mencionado no item 4.2, é um modelo de dados baseado em objetos não proprietários.

4.7 Classificação da Informação da Construção (NBR 15965)

Ao ser realizada uma modelagem da construção dentro de softwares BIM, faz-se necessária a
classificação das informações contidas no modelo. Para isso, é importante que os campos
referentes aos elementos do projeto sejam preenchidos corretamente.

Neste contexto, os sistemas de informação Uniformat e OmniClass surgem a fim de suprir a


necessidade de classificação da informação em BIM, adaptando-se, principalmente, à
realidade de países da América do Norte e Europa. A fim de adequar-se ao contexto nacional,
está em desenvolvimento a primeira norma técnica brasileira referente à Modelagem da
Informação da Construção, a NBR 15965. Tal norma se baseia em uma tradução não literal das
15 tabelas da classificação OmniClass, acrescentando ou removendo, sempre que necessário,
itens não condizentes com a realidade da construção civil brasileira. A fim de discutir e
estabelecer, por consenso, regras, diretrizes ou características referentes à metodologia BIM,
foi criada, dentro da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, a Comissão de Estudos
Especiais 134 – CEE-134, cujo objetivo é criar uma normalização referente à adoção e aplicação
do BIM, além de desenvolver sistemas de classificação de elementos e componentes da
construção. A Comissão é composta por 6 grupos de trabalho que se destinam ao estudo de
temas específicos, sendo (i) Sistema de Classificação da Informação da Construção, (ii)
Infraestrutura, (iii) Objetos BIM, (iv) Processos BIM, (v) Sistema de Gestão de Termos, e (vi)
Arquitetura de Dados BIM.
Até o presente momento, encontram-se disponíveis, em formato digital, as seguintes tabelas
da NBR 15965:

ISO 12006-2 (2010) – Parte 2: Estrutura para classificação de informação


ISO 12006-2 (2018) – Parte 2: Estrutura para classificação de informação (Revisão)
15965:1 (2011) – Parte 1: Terminologia e estrutura
15965:2 (2012) – Parte 2: Características dos objetos da construção
15965:3 (2015) – Parte 3: Processo da construção
15965:7 (2016) – Parte 7: Informação da construção

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Ademais, estão previstas para serem lançadas:

15965:4 – Parte 4: Recursos da construção


15965:5 – Parte 5: Resultado da construção
15965:6 – Parte 6: Unidades da construção

Cada parte da norma possui tabelas associadas como, por exemplo, a 4A – Espaços, 4U –
Unidades, 2C – Componentes, referentes aos recursos utilizados ao longo do processo
construtivo, e 3E – Elementos e 3R – Construção, ambas referentes aos resultados da
construção.
Para facilitar o entendimento, a tabela 2C apresenta produtos industrializados isolados que
virão a fazer parte da unidade construtiva. Já a tabela 3E apresenta elementos que,
isoladamente ou em conjunto com outros elementos, desempenham uma função
predominante na unidade como, por exemplo, função estrutural, de vedação, entre outras. A
tabela 3R, por sua vez, apresenta os resultados da construção, ou seja, os itens contidos na
tabela 2C aplicados no empreendimento, exercendo, assim, uma função específica. Por fim, a
tabela 4U diz respeito às unidades de construção que podem ser construídas, estando estas
diretamente relacionadas a suas respectivas formas e usos.

Por exemplo, um painel de vidro temperado, com 5 mm de espessura e com dimensões de


1,20 metros X 0,60 metros, isoladamente, pode ser considerado um componente pertencente
ao empreendimento, portanto, este estará contido dentro da tabela 2C – Componentes. No
entanto, um conjunto de 5 painéis deste mesmo vidro temperado pode ser considerado um
elemento da construção, por exercer uma função mais abrangente dentro do
empreendimento, como, por exemplo, vedação ou ventilação. Neste caso, tais itens estarão
contidos dentro da tabela 3E – Elementos. Já um guarda corpo de 1,20 metro de altura,
composto pelos 5 painéis de vidro, uma estrutura metálica de suporte e silicone entre os
painéis, pode ser considerado um resultado da construção, por conta de sua aplicação dentro
do empreendimento. Portanto, este estará contido dentro da tabela 3R – Resultados da
Construção. Por fim, o edifício no qual estará contido tal guarda corpo é considerado a
entidade, que varia de acordo com suas respectivas formas e usos4.

Vale ressaltar que as discussões referentes à aplicação da NBR 15965 aos elementos de
infraestrutura rodoviária, viária e obras de arte especiais (OAE) ainda se encontram em estágio
preliminar, se comparadas aos elementos de edificações e, por conta disso, continuam sendo
tema de recorrentes discussões entre o Grupo de Trabalho de Infraestrutura dentro da CEE-
134.

4
Para maiores informações, acessar o GUIA 2 da coletânea Guias BIM ABDI-MDIC, que trata da Classificação da
informação, disponível em: http://www.abdi.com.br/Paginas/bim_construcao_download.aspx

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Por fim, tendo em vista que a Norma Brasileira supracitada encontra-se em desenvolvimento,
a sua utilização não será exigida neste momento. Sendo assim, para que as informações
inseridas nos modelos estejam organizadas, a CONTRATADA deverá utilizar a Estrutura de
Organização da Informação (EOI) apresentada no item 6.4 do presente documento.

4.8 Gerente BIM (BIM Manager) e Coordenador BIM


Ao Gerente BIM, ou BIM Manager, compete a responsabilidade de planejar e implementar a
metodologia BIM na empresa. Tal figura deve desempenhar papel estratégico, ou seja,
intermediar a relação entre a alta gestão e a equipe de coordenadores BIM ou, nos casos em
que não se aplica, realizar o contato direto com a equipe de projetistas.

Assim, o Gerente BIM deverá adequar os processos internos e criar padrões, normas e
protocolos, bem como garantir que estes sejam incorporados pelas equipes técnicas. Ademais,
o Gerente BIM também ficará responsável por, sempre que necessário, revisar os processos
internos e adequá-los à realidade da empresa, a fim de atendar suas demandas específicas. Órgão - contratante

A seguir, são descritas as principais atividades a serem desempenhadas pelo(a) Gerente BIM
ou BIM Manager:

 Planejar e gerir o processo de implantação do BIM na empresa;


 Adequar, em conjunto com os coordenadores BIM, os processos internos;
 Criar, em conjunto com os coordenadores BIM, protocolos, normas e padrões a serem
seguidos pelos técnicos da empresa;
 Garantir que a equipe de coordenadores aplique adequadamente os processos BIM, os
protocolos e demais procedimentos internos;
 Garantir que a equipe de TI e demais envolvidos deem o suporte adequado à equipe
de projetos e obras;
 Definir metas e indicadores para acompanhamento da implantação do BIM;
 Apresentar à alta direção os resultados parciais da implantação da metodologia, bem
como seus principais ganhos, a fim de garantir o investimento de recursos na
infraestrutura física e na capacitação dos profissionais;
 Realizar a gestão da qualidade dos modelos;
 Acompanhar o cronograma físico da elaboração dos projetos.

Já ao Coordenador(a) BIM compete a responsabilidade de coordenar o desenvolvimento dos


projetos em BIM, bem como mediar, entre os projetistas, orçamentistas e engenheiros de
obra, as propostas de soluções de conflitos que envolvam as atividades e produtos inerentes a
tais responsáveis. Empresa contratada

A seguir, são descritas as principais atividades a serem desempenhadas pelo(a)


Coordenador(a) BIM:

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15
 Desenvolver, em conjunto com a equipe de projetistas e de obras, o Plano de
Execução BIM - PEB;
 Garantir que o PEB seja executado corretamente e, em havendo necessidade, adequá-
lo a fim de atender as demandas do cliente;
 Seguir atentamente os protocolos de comunicação, a troca de informação e a geração
de documentação técnica a partir dos modelos;
 Garantir a correta execução dos protocolos de colaboração e comunicação entre os
envolvidos;
 Atender os procedimentos de validação qualitativa dos modelos e aplicá-los
periodicamente;
 Gerar rotina de checagem de conflitos de disciplinas e entre disciplinas;
 Coordenar as reuniões de revisão e compatibilização dos projetos e proceder com os
encaminhamentos necessários para correção de inconformidades.

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16
5 REQUISITOS PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS
EM BIM

5.1 Plano de Trabalho / Plano de Execução BIM – PEB

Tendo em vista que o Plano de Execução BIM - PEB deverá ser elaborado antes do início dos
projetos e , que este servirá como base para o acompanhamento e a medição de todo o
processo BIM, é fundamental que nele seja estabelecido o Fluxo de Trabalho entre a
CONTRATANTE e CONTRATADA, bem como os momentos de compatibilização e os produtos
entregáveis em cada uma das etapas de projeto. Para isso, a CONTRATADA deverá se atentar
às questões apresentadas a seguir.

5.1.1 Fluxo de trabalho CONTRATANTE e CONTRATADA


A fim de otimizar a comunicação entre a CONTRATANTE e a CONTRATADA ao longo de todo o
fluxo de trabalho, deverão ser adotadas ferramentas de comunicação e colaboração como, por
exemplo, relatórios BCF (Bim Collaboration Format), plataforma A360, ProjectWise, entre
outros. Caso sejam apresentadas melhores alternativas por parte da CONTRATADA, ficará a
critério da CONTRATANTE definir qual método será utilizado, o qual deverá constar no Plano
de Execução BIM.
Informaram que no Edital consta que
cabe à contratada ceder uma licença do
5.1.2 Compatibilização Ambiente Comum de Dados utilizado

A compatibilização de todos os projetos desenvolvidos pela CONTRATADA deverá ocorrer por


meio de reuniões entre o Coordenador BIM de projetos, os projetistas , orçamentistas e os
engenheiros da obra, conforme definido no Plano de Execução BIM. Para tal, todos os modelos
desenvolvidos pela CONTRATADA deverão constar em um único arquivo, denominado Modelo
Federado, a fim de que os responsáveis por cada uma das disciplinas identifiquem as
inconsistências entre os projetos e, assim, tomem uma decisão conjunta acerca das soluções
propostas.

O produto proveniente de cada reunião de compatibilização entre a equipe técnica da


CONTRATADA será composto por um relatório de inconsistências e o modelo federado do
objeto a ser contratado. A CONTRATADA deverá encaminhar os documentos acima
mencionados à CONTRATANTE, periodicamente, conforme definido no PEB, a fim de
documentar o processo de desenvolvimento dos projetos.

A fim de otimizar a análise qualitativa dos modelos entregues pela CONTRATADA, a


CONTRATANTE deverá utilizar quaisquer ferramentas de checagem disponíveis no mercado,
como, por exemplo, os softwares Solibri Model Checker, Trimble Connect ou Navisworks, as
quais deverão ser descritas no Plano de Execução BIM.

A CONTRATANTE fará a validação qualitativa dos modelos a partir dos arquivos em formato IFC
entregues pela CONTRATADA. Cabe ressaltar que tais arquivos deverão preservar a integridade

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17
das informações neles inseridas e garantir a interoperabilidade com o software de verificação
a ser utilizado pela CONTRATANTE.

O objetivo da referida validação qualitativa a ser realizada pela CONTRATANTE é aferir


possíveis inconsistências nos modelos, tais como elementos sobrepostos e/ou duplicados,
inserção incorreta de informações, entre outros.

5.1.3 Entregáveis
Para todos os projetos desenvolvidos pela CONTRATADA, deverão ser entregues os arquivos
em formato nativo e IFC; salvo projetos de infraestrutura rodoviária, viária e obras de arte
especiais (OAE) como, por exemplo, projetos de pavimentação e de rede drenagem, para os
quais serão exigidos inicialmente apenas o formato nativo e, quando possível, o formato IFC.
Cabe ressaltar que os arquivos em formato nativo deverão conter toda a documentação
gerada de forma automatizada bem como as tabelas de quantitativos extraídas a partir do
modelo.

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18
6 DIRETRIZES GERAIS DE MODELAGEM

6.1 Ponto de referência e Georreferenciamento

Todos os projetos a serem modelados deverão seguir o mesmo ponto de referência dentro de
seus respectivos softwares nativos, a fim de que, ao serem sobrepostos em um único arquivo,
estes possuam a mesma localização espacial.

Além das coordenadas globais utilizadas no projeto (0,0,0 nos eixos X, Y e Z), deverão ser
utilizadas coordenadas geográficas referentes à localização espacial dos modelos (SIRGAS
2000), baseando-se no levantamento topográfico previamente realizado. Para tal, todos os
projetos de infraestrutura rodoviária, viária e obras de arte especiais a serem modelados
deverão ser georreferenciados dentro de seus respectivos softwares nativos, com sua
respectiva latitude, longitude e altitude em relação ao nível do mar, além da definição de seu
Norte geográfico, a fim de garantir o correto posicionamento e a compatibilização dos projetos
dentro do modelo federado.

6.2 Elementos e Componentes BIM

Os elementos e componentes indisponíveis nas bibliotecas dos softwares poderão ser


importados de bibliotecas vinculadas, desenvolvidos dentro do próprio software por meio das
ferramentas de modelagem disponíveis, ou, mediante prévia aprovação da CONTRATANTE,
substituídos por elementos genéricos ou equivalentes provenientes de outras ferramentas.
Neste último caso, ficará a cargo da CONTRATANTE a definição da relevância de se obter um
componente ou elemento paramétrico ou não.

Ademais, todas as propriedades referentes aos elementos e componentes dos modelos


deverão ser fidedignas àquilo que será utilizado na execução da obra. Todos os objetos
inseridos no modelo devem ser analisados e suas características adequadas, caso necessário, à
realidade da construção civil brasileira. Um exemplo disto é a unidade de medida; alguns
objetos, quando importados, trazem as características do seu país de origem e podem vir em
unidades distintas daquelas que são utilizadas no Brasil, como pés ou polegadas, por exemplo.
Neste caso, a unidade deverá ser convertida para o padrão brasileiro a fim de que o modelo
seja uma cópia fiel daquilo que será construído.

Por fim, o nível de detalhamento geométrico dos elementos e componentes não deverá
comprometer o desempenho do modelo BIM para os fins pretendidos, haja vista que um
maior detalhamento poderá acarretar o sobrecarregamento do arquivo (GUIA 1, ABDI – MDIC,
pág. 68, 2017).

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19
6.3 Extração automatizada de quantitativos e integração com tabela
referencial de custos

A extração automatizada de quantitativos a partir de modelos BIM garante consistência,


precisão, rastreabilidade (para melhor entendimento, ver Vídeo 01 - Exemplo de
Rastreabilidade em Solibri Model Checker, disposto no APÊNDICE 2 – VÍDEOS EXPLICATIVOS) e
agilidade no acesso às informações.

Sendo assim, será exigido, para o objeto a ser contratado, que a maior parcela possível dos
quantitativos seja extraída diretamente dos softwares nativos, a fim de garantir a
confiabilidade da utilização dos dados. Ferramentas de projeto como Revit, ArchiCAD,
Vectorworks, Civil 3D, entre outros, possibilitam a extração automatizada dos quantitativos do
modelo; no entanto, cada um possui suas peculiaridades e limitações. Além dos softwares de
modelagem, plugins como o ROOMBOOK, Orçafascio, entre outros, possibilitam associações
entre as tabelas extraídas dos softwares de modelagem com planilhas externas.

Cabe ressaltar que a eventual impossibilidade de extração de quantitativos deverá ser


justificada pela CONTRATADA, a fim de que esta obtenha anuência prévia da CONTRATANTE.
No entanto, todos os quantitativos que não puderem ser extraídos diretamente dos modelos
deverão ser entregues em formatos tradicionais, como representações bidimensionais,
planilhas, memoriais, entre outros.

Sendo assim, é importante que o Plano de Execução BIM preveja quais serviços poderão ter
seus respectivos quantitativos extraídos de forma direta, indireta e aqueles cuja extração se
torna inviável dentro dos softwares de modelagem.

Ademais, o orçamento obra, do estimado ao analítico detalhado, deverá ser desenvolvido ao


longo do projeto, logo, as quantidades extraídas do modelo deverão seguir a mesma estrutura
do orçamento, a fim de facilitar o link externo entre as informações extraídas do modelo e a
planilha orçamentária.

Posto isso, as unidades utilizadas no orçamento devem ser as mesmas extraídas do modelo,
para fins de compatibilização. Caso não seja possível, deve-se identificar as unidades que
necessitarão de conversão antes do lançamento na planilha orçamentária.

Para facilitar o link externo com a Tabela Referencial de Custos, a CONTRATADA deverá inserir
o código de serviço em cada elemento/componente do modelo. Tal informação deverá ser
estruturada, preferencialmente, de forma hierárquica, para posterior realização do orçamento
da obra.

Por fim, com o intuito de evitar quaisquer equívocos na codificação dos


elementos/componentes do modelo, a CONTRATADA deverá inserir a informação “NÃO
CODIFICAR” nos serviços que não necessitarem de codificação. Como exemplo, para fins de
simulação da execução da obra, o canteiro de obras poderá ser modelado de forma que
apresente elementos como containers, tapumes, instalações provisórias, entre outros. No

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20
entanto, pode ocorrer de o orçamento apresentar o item “canteiro de obras” como um serviço
único. Neste caso, apenas um elemento do canteiro de obras deverá receber o respectivo
código de serviço, e os demais elementos deverão conter a informação “NÃO CODIFICAR”, a
fim de não gerar quantitativos errôneos e/ou ambiguidade na extração das informações. Para
melhor entendimento, ver Vídeo 02 - Inserindo Código BIM nos elementos em Revit, 03 -
Inserindo Código BIM e extraindo quantitativos em materiais de elementos compostos em
Revit, e 04 - Códigos não quantificados em Revit, dispostos no APÊNDICE 2 – VÍDEOS
EXPLICATIVOS.

6.4 Estrutura da Organização da Informação - EOI

A Estrutura da Organização da Informação – EOI apresentada a seguir foi baseada na ISO


12006-25, conforme esquema apresentado na

Figura 1, e tem a finalidade de garantir a organização das informações dentro do modelo.

Figura 1. Conceitos de classificação


Fonte: ISSO 12006-2

A CONTRATADA deverá inserir em cada elemento/componente do modelo o código


correspondente, conforme apresentado na EOI. A organização da informação está dividida em
1º e 2º níveis, estruturados com base no sistema hierárquico/enumerativo, e poderá ser
utilizada como referência para itemização inicial da Estrutura Analítica de Projetos – EAP e da
planilha orçamentária da obra.

Os códigos apresentados nos quadros a seguir deverão ser inseridos no modelo como uma
nova propriedade (property sets). Para melhor entendimento, ver Vídeo 05 - Instalando
Classification Manager em Revit, e 06 - Configurando Classification Manager em Revit,
dispostos no APÊNDICE 2 – VÍDEOS EXPLICATIVOS.

5
A ISO 12006-2 estabelece uma estrutura para o desenvolvimento de sistemas de classificação do ambiente
construído. Ela identifica um conjunto de títulos de tabelas de classificação, recomendadas para uma variedade de
classes de objetos da construção, de acordo com pontos de vista diversos e particulares. Além disso, ela também
apresenta como as classes dos objetos, em cada tabela, estão relacionadas como uma série de sistemas e
subsistemas.

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21
Cabe ressaltar que a Estrutura da Organização da Informação a ser aplicada pela CONTRATADA
deverá seguir a lógica de planejamento e orçamentação da obra.

Encontra-se disponível no APÊNDICE 1 – TABELAS DE ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO:


 Para Revit: Estrutura da Organização da Informação (Revit).xlsx
 Para Civil 3D: Estrutura da Organização da Informação (Civil 3D).xls

Quadro 1. 1º NÍVEL DA ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO – MACROGRUPOS

01 ADMINISTRAÇÃO LOCAL / MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO


02 SERVIÇOS PRELIMINARES
03 TERRAPLENAGEM
04 CONTENÇÕES
05 INFRAESTRUTURA DE PONTES
06 MESOESTRUTURA DE PONTES
07 SUPERESTRUTURA DE PONTES
08 JUNTAS
09 ESTRUTURA DE TÚNEIS
10 FÔRMAS E ESCORAS
11 ACABAMENTOS E IMPERMEABILIZAÇÃO
12 PAVIMENTAÇÃO (CORREDOR)
13 REDES DE DRENAGEM
14 SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA
15 PAISAGISMO E MOBILIÁRIO URBANO
16 SISTEMA DE VENTILAÇÃO
17 INSTALAÇÕES DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO
18 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E SPDA
19 INSTALAÇÕES DE TELEMÁTICA E CFTV
20 TRAVESSIAS E PASSARELAS
21 EQUIPAMENTOS
22 COMUNICAÇÃO VISUAL
23 CADASTRO DE INTERFERÊNCIAS
24 DEMAIS ELEMENTOS

Quadro 2. 2º NÍVEL DA ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO – GRUPOS

01 ADMINISTRAÇÃO LOCAL / MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO


02 SERVIÇOS PRELIMINARES
02.10 CANTEIRO DE OBRAS
02.20 TAPUME, CERCAMENTO, MUROS E GRADES
02.30 OUTROS ELEMENTOS DE SERVIÇOS PRELIMINARES
03 TERRAPLENAGEM
03.10 VOLUME DE CORTE EM SOLO E/OU VOLUME DE DESMONTE EM ROCHA
03.20 VOLUME DE ATERRO EM SOLO E/OU EM ROCHA

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03.30 SUPERFÍCIE DE TERRENO
04 CONTENÇÕES
04.10 MUROS
04 CONTENÇÕES
04.20 OUTROS ELEMENTOS DE CONTENÇÃO
05 INFRAESTRUTURA DE PONTES
05.10 BLOCO
05.20 ESTACA
05.30 OUTROS ELEMENTOS DE FUNDAÇÃO
06 MESOESTRUTURA DE PONTES
06.10 PILAR
06.20 APARELHOS DE APOIO
06.30 OUTROS ELEMENTOS DE MESOESTRUTURA DE PONTES
07 SUPERESTRUTURA DE PONTES
07.10 TABULEIRO
07.20 PILÃO, MASTROS E TORRES
07.30 PENDURAIS, ESTAIOS E MONTANTES
07.40 TRELIÇAS E ENRIJAMENTO
07.50 OUTROS ELEMENTOS DE SUPERESTRUTURA DE PONTES
08 JUNTAS
08.10 JUNTAS PARA ESTRUTURAS
08.20 JUNTAS PARA PAVIMENTOS
09 ESTRUTURA DE TÚNEIS
09.10 EMBOQUE/DESEMBOQUE
09.20 THECHO DE TÚNEL
09.30 OUTROS ELEMENTOS DE ESTRUTURA DE TÚNEIS
10 FÔRMAS E ESCORAS
10.10 FÔRMAS
10.20 ESCORAS
11 ACABAMENTOS E IMPERMEABILIZAÇÃO
11.10 ACABAMENTO E IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAJE
11.20 ACABAMENTO E IMPERMEABILIZAÇÃO DE VIGA
11.30 ACABAMENTO E IMPERMEABILIZAÇÃO DE CONTENÇÕES
11.40 ACABAMENTO E IMPERMEABILIZAÇÃO DE OUTROS ELEMENTOS
12 PAVIMENTAÇÃO (CORREDOR)
12.10 PAVIMENTO FLEXÍVEL
12.20 PAVIMENTO RÍGIDO
12.30 SARJETA E MEIO FIO
12.40 CALÇADA/PASSEIO
12.50 TALUDES
12.60 DRENO
13 REDES DE DRENAGEM
13.10 TUBULAÇÕES
13.20 DISPOSITIVOS DE DRENAGEM

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13.30 BACIA DE CONTENÇÃO/ CISTERNA
13.40 ELEMENTOS PARA DRENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E TÓXICOS
13.50 OUTROS ELEMENTOS DE DRENAGEM
14 SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA
14.10 PINTURA
14.20 TACHÃO
14.30 PLACAS
14.40 ELEMENTOS DE SEGURANÇA MÓVEL
14.50 BARREIRAS E DEFENSAS
14.60 SISTEMA DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO
14.70 PÓRTICOS E SEMI-PÓRTICOS
14.80 OUTROS ELEMENTOS DE SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA
15 PAISAGISMO E MOBILIÁRIO URBANO
15.10 GRAMAS E GRAMÍNEAS
15.20 ARBORIZAÇÃO E ARBUSTOS
15.30 MOBILIÁRIO URBANO
15.40 OUTROS ELEMENTOS DE PAISAGISMO E MOBILIÁRIO URBANO
16 SISTEMA DE VENTILAÇÃO
16.10 DUTOS E CONEXÕES
16.20 JATOS VENTILADORES
16.30 TUBULAÇÃO
16.40 QUADROS
16.50 OUTROS ELEMENTOS DE VENTILAÇÃO
17 INSTALAÇÕES DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO
17.10 TUBULAÇÕES E CONEXÕES
17.20 VÁLVULAS E REGISTROS
17.30 HIDRANTES, MANGUEIRAS E MANGOTINHOS
17.40 EXTINTORES
17.50 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
17.60 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA
17.70 ALARME DE INCÊNDIO E DETECTOR DE FUMAÇA
17.80 ELETRODUTOS E ELETROCALHAS
17.90 OUTROS ELEMENTOS DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO
18 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E SPDA
18.10 REDE DE DUTOS
18.20 CAIXAS DE LIGAÇÃO, PASSAGEM E INSPEÇÃO
18.30 QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO
18.40 HASTES, CABOS DE ATERRAMENTO E BARRAS CHATAS
18.50 ILUMINAÇÃO
18.60 OUTROS ELEMENTOS ELÉTRICOS E DE SPDA
19 INSTALAÇÕES DE TELEMÁTICA E CFTV
19.10 DUTOS CONDUTORES
19.20 CAIXAS DE LIGAÇÃO E PASSAGEM
19.30 QUADROS

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19.40 OUTROS ELEMENTOS DE TELEMÁTICA E CFTV
20 TRAVESSIAS E PASSARELAS
20.10 PASSARELAS
20 TRAVESSIAS E PASSARELAS
20.20 TRAVESSIAS SUBTERRÂNEAS
21 EQUIPAMENTOS
21.10 EQUIPAMENTOS
22 COUNICAÇÃO VISUAL
22.10 PLACAS E PAINÉIS
22.20 OUTROS ELEMENTOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL
23 CADASTRO DE INTERFERÊNCIAS
23.10 INTERFERÊNCIAS SUBTERRÂNEAS
23.20 INTERFERÊNCIAS SUPERFICIAIS
24 DEMAIS ELEMENTOS
24.10 ELEMENTOS DE ACESSO PARA INSPEÇÃO

6.5 Simulação do Planejamento da Execução da Obra (4D)

O Planejamento da Obra deverá ser desenvolvido pela CONTRATADA em softwares


apropriados, como MSProject e Primavera, os quais possibilitem o sequenciamento de tarefas
por meio da dependência entre as atividades e suas predecessoras e sucessoras, integradas
com o custo de cada atividade elencada. Sendo assim, a CONTRATADA deverá atentar-se aos
seguintes requisitos de modelagem:

 O modelo deverá ser desenvolvido de forma que siga rigorosamente a lógica do


processo construtivo, a fim de que a simulação da execução da obra represente o mais
próximo possível da realidade;
 Deverão ser inseridos nos elementos/componentes do modelo os códigos da Estrutura
de Organização da Informação (EOI), conforme apresentado no item 6.5 deste
documento. Ademais, ficará a cargo da CONTRATADA dar sequenciamento à referida
EOI em nível de itemização, a fim de vincular os elementos modelados ao cronograma
da obra;
 Todos os modelos apresentados pela CONTRATADA, referentes às diversas disciplinas
do projeto, deverão ser compatibilizados e entregues em formato IFC; salvo projetos
de infraestrutura viária como, por exemplo, projetos de pavimentação e de rede de
drenagem, para os quais serão exigidos inicialmente apenas o formato nativo e,
quando possível, o formato IFC;
 Os arquivos em formato IFC deverão ser exportados de maneira que se adequem à
leitura do programa de simulação. Por exemplo, elementos compostos, como os
acabamentos das estruturas, deverão ser exportados de forma que suas camadas se
tornem elementos independentes, a fim de que possam ser vinculados às informações,
e assim, ampliem o grau de precisão do modelo.

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25
 Por fim, a simulação de execução da obra deverá ser realizada em softwares que
possibilitem a leitura do modelo federado atrelado ao cronograma físico e financeiro
da obra, como, por exemplo, o Navisworks e o Synchro.

6.6 Modelo digital do terreno

A CONTRATADA deverá elaborar, a partir do levantamento topográfico previamente realizado,


o modelo digital do terreno com todos os seus pontos georreferenciados (SIRGAS 2000). Tal
modelo será utilizado como base para os projetos de infraestrutura rodoviária, viária e obras
de arte especiais do objeto a ser contratado.

6.6.1 Terraplenagem
 Deverão ser modeladas todas as superfícies de movimentação de terra, como platôs e
taludes, com suas respectivas identificações de corte e aterro. Os referidos elementos
deverão conter uma propriedade para indicação da inclinação dos taludes.
 Os volumes de corte e aterro deverão conter propriedades que indiquem (i) o
coeficiente de empolamento do solo e/ou do material rochoso e (ii) o volume
resultante pós aplicação do referido coeficiente.

Observação: No software civil 3D, o modelo dos volumes de corte e aterro são obtidos
por meio de extração de sólidos, limitando verticalmente o volume pela superfície de
projeto com a do terreno natural. As propriedades de inclinação de taludes,
coeficiente de empolamento e volume de corte e aterro com aplicação do referido
coeficiente deverão ser atribuídas aos sólidos supracitados.

6.7 Elementos compostos

 A CONTRATADA poderá optar por modelar os elementos separadamente, ou seja, cada


uma das camadas será um elemento isolado e independente, ou por meio de
elementos compostos, ou seja, um elemento único que possui diferentes camadas.
Cabe ressaltar que, conforme apresentado no item 6.5, caso a CONTRATA opte pela
segunda alternativa, os elementos compostos deverão ser exportados para o arquivo
IFC de forma que suas camadas se tornem elementos independentes, a fim de que
possam ser vinculados às informações, e assim, ampliem o grau de precisão do
modelo.

 Para melhor entendimento quanto ao processo de extração de quantitativos de


elementos compostos, ver Vídeo 07 - Extração de quantitativos de camadas de pintura
em Revit e Vídeo 08 - Extração de acabamento de superfícies da estrutura em Revit,
ambos dispostos no APÊNDICE 2 – VÍDEOS EXPLICATIVOS.

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26
6.8 Elementos estruturais

 Elementos estruturais deverão ser modelados de forma que representem a realidade


do processo construtivo;
 Ficará a critério da CONTRATADA a modelagem dos elementos de ligações entre os
elementos da estrutura metálica, como parafusos, chapas metálicas, entre outros, de
modo a facilitar simulação da execução da obra;
 Ficará a critério da CONTRATADA a modelagem da armadura dos elementos
estruturais armados;
 Deverão ser modeladas as fôrmas utilizadas para os elementos de concreto armado,
sejam elas metálicas ou de madeira;
 Deverão ser modelados os furos previstos nos elementos estruturais.

6.9 Elementos do pavimento

 Deverão ser modelados todos os elementos da seção transversal como, por exemplo,
pista, acostamento e, nos casos em que se aplica, demais elementos, como meio fio e
sarjeta;
 Para os elementos da seção transversal, nos quais aplica-se estrutura de pavimento,
deverão ser modeladas todas as camadas do pavimento como, por exemplo, as
camadas de base, sub-base e revestimento;
 Nos casos em que houver fresagem do pavimento existente, este poderá ser
modelado com camada única, contendo a propriedade que indique a necessidade ou
não de tal serviço. A modelagem da camada única, para representação do pavimento
existente, tem por finalidade o levantamento estimado do quantitativo de volume a
ser removido pelo serviço de fresagem;
 Para fins de extração de quantitativos, a pintura de ligação e a imprimação, nos casos
em que se aplica, poderão ser modeladas com espessura representativa (próxima de
zero). Para melhor entendimento, ver Vídeo 10 - Modelagem de Sinalização Horizontal
em Civil 3D, disposto no APÊNDICE 2 – VÍDEOS EXPLICATIVOS.

6.9.1 Elementos de drenagem


6.9.1.1 Drenagem Superficial

 Alguns dispositivos de drenagem superficial, como valetas de proteção de corte e


aterro, sarjetas e meios-fios, poderão ser inseridos no modelo durante a composição
da seção transversal do pavimento, ou seja, poderão ser modelados juntamente com o
Projeto de Pavimentação.

Observação: Como exemplo, no software Civil 3D os dispositivos de drenagem


superficial supracitados podem ser inseridos no modelo ao longo do desenvolvimento
da assembly ou da montagem (seção transversal).

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27
 Demais dispositivos de drenagem superficial, como descidas d’água, dissipadores de
energia e caixas coletoras de sarjeta, deverão seguir modelagem padrão do software.
Os referidos dispositivos também poderão ser modelados em softwares compatíveis,
como o Revit, e serem posteriormente importados para o projeto em desenvolvimento
no Civil 3D, por exemplo.

6.9.1.2 Drenagem Subsuperficial

 Dispositivos de drenagem subsuperficial (drenos subsuperficiais) poderão ser inseridos


no modelo durante a composição da seção transversal do pavimento, ou seja, poderão
ser modelados juntamente com o Projeto de Pavimentação.

Observação: Como exemplo, no software Civil 3D os drenos supracitados podem ser


inseridos no modelo ao longo do desenvolvimento da assembly ou da montagem
(seção transversal).

6.9.1.3 Drenagem Profunda

 Deverão ser modeladas as tubulações e dispositivos de drenagem profunda, como:


bocas-de-lobo, bueiros, caixas de passagem, e demais elementos de drenagem
profunda pertinentes ao projeto;

 A drenagem profunda, no caso do software Civil 3D, poderá ser modelada com
ferramentas da própria plataforma, por meio do comando pipe network (rede de
tubulações). A referida ferramenta disponibiliza tanto os elementos de tubulações
quanto os dispositivos de drenagem profunda.

 Para o software Civil 3D, na ausência de elementos compatíveis com o projeto no


catálogo de estruturas do part builder, ou não havendo as dimensões específicas
necessárias ou, ainda, na ausência do elemento na paleta de ferramentas (Tool
Palettes), o projetista poderá desenvolver o bloco 3D do referido dispositivo no
software AutoCAD, definindo-o como uma nova estrutura no catálogo e,
posteriormente, inseri-lo no modelo. Ademais, a CONTRATADA também poderá optar
por modelar os dispositivos em demais softwares compatíveis, como exemplo, o Revit,
e posteriormente importa-lo para o projeto desenvolvido no Civil 3D.

 No caso do software Civil 3D, os drenos longitudinais profundos não podem ser
modelados por meio da ferramenta part builder. Portanto, tais dispositivos, assim
como os elementos de drenagem superficial e subsuperficial, poderão ser inseridos no
modelo durante a composição da seção transversal do pavimento, ou seja, poderão
ser modelados juntamente com o Projeto de Pavimentação.

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 Caso a CONTRATADA opte por utilizar outro software de modelagem para
desenvolvimento do Projeto de Drenagem, esta deverá apresenta-lo à CONTRATANTE
a fim de verificar se tal ferramenta atende às exigências estabelecidas no Termo de
Referência do objeto a ser contratado.

6.9.2 Elementos de Sinalização e Segurança


6.9.2.1 Sinalização Horizontal

 Para fins de extração de quantitativos, deverá ser modelada a sinalização horizontal,


no que se refere às faixas, letras, algarismos e símbolos demarcados sobre o
pavimento. Para melhor entendimento, ver Vídeo 10 - Modelagem de Sinalização
Horizontal em Civil 3D, disposto no APÊNDICE 2 – VÍDEOS EXPLICATIVOS;

6.9.2.2 Sinalização Vertical

 Deverá ser modelada a sinalização vertical, no que se refere às placas de


regulamentação, advertência e indicação. Para isso, o elemento deverá conter a
propriedade de código de identificação, ou seja, o código da placa. Como exemplo: R2,
R6a e A1a.

No caso do software Civil 3D, por exemplo, as placas poderão ser geradas por meio de blocos
3D inseridos no modelo ou por meio de elementos modelados em demais softwares
compatíveis, como o Revit, e serem posteriormente importados para o projeto desenvolvido
no Civil 3D.

6.9.2.3 Segurança

 Deverão ser modelados os elementos fixos e móveis de segurança, como as barreiras


em concreto, as defensas metálicas, cercas, alambrados, gradis para pedestres, cones,
balizadores, tachas refletivas, entre outros. Nos casos em se aplica, o elemento deverá
conter a propriedade de código de identificação, como exemplo: TC–1 e BA–2, para
tacha refletiva monodirecional e balizador bidirecional, respectivamente.

6.9.3 Elementos das instalações elétricas e SPDA


6.9.3.1 Sistema de Proteção contra Descarga Atmosférica – SPDA

 Deverá ser modelada toda a rede subterrânea de cabos de cobre nu, barras chatas,
fixadores e caixa de inspeção com hastes de aterramento;
 Os cabos de cobre nu poderão ser modelados com ferramentas alternativas, como
eletrodutos, caso o software de modelagem não possua a ferramenta apropriada.
Neste caso, deve-se alterar a classificação do elemento alternativo utilizado, para que
o mapeamento IFC seja realizado de forma correta.

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29
6.9.3.2 Rede de dutos e Iluminação

 Deverão ser modeladas todas as torres de iluminação, projetores, quadros elétricos,


rede de dutos de alimentação de energia e de iluminação, assim como as caixas de
passagem.
 Neste momento, não será exigida a modelagem dos cabeamentos. Para melhor
entendimento, ver Vídeo 09 - Estimando fiação em Revit, disposto no APÊNDICE 2 –
VÍDEOS EXPLICATIVOS;
 Deverão ser modelados todos os equipamentos contemplados no Projeto de Sistemas
Elétricos, como transformadores, motor-geradores, no-break’s, quadros elétricos,
RCC’s, switchs, entre outros.

Observação: elementos similares, como os do Projeto de CFTV, deverão seguir as mesmas


diretrizes indicadas acima no item 6.9.3.2.

6.9.4 Elementos do sistema de ventilação


 Para dar início à modelagem, deverão ser utilizadas como referência as cotas de
trabalho dos demais projetos;
 Deverão ser modelados todos os dutos e suas respectivas conexões e, quando
necessário, com as camadas de isolamento;
 Todos os dutos deverão estar corretamente conectados aos equipamentos.

6.9.5 Outros elementos


Os demais elementos que compõem os projetos deverão ser modelados de acordo com as
especificações contidas nas tabelas apresentadas no item 7 desse documento.

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30
7 NÍVEIS DE DETALHE E INFORMAÇÃO

O presente documento adotará os Níveis de Detalhe e Informação apresentados no item 3.3


como forma de analisar, de maneira independente, a evolução dos elementos no modelo,
utilizando como referência as definições apresentadas pela NBS – National Bim Specification.

Para fins de medição de projeto, é necessário definir o nível mínimo de detalhamento da


geometria e da informação para cada elemento em cada etapa de projeto. No entanto, nada
impede que a CONTRATADA desenvolva, por exemplo, elementos com Nível de Detalhe (ND) 3
na etapa de Projeto Básico, quando o mínimo exigido para a referida etapa é Nível de Detalhe
(ND) 4.

Cabe ressaltar que, neste momento, serão exigidos apenas os Níveis de Detalhe 2 e 3 (ND 2 e
ND 3) para o objeto a ser contratado.

ND 1 Representação por meio de símbolos ou ilustração genérica bidimensional.

ND 2 Geometria genérica com dimensões flexíveis.

ND 3 Geometria com dimensões gerais e específicas definidas.

ND 4 Detalhamento de elementos/componentes que possuem ligação com


elementos/componentes da mesma disciplina ou de disciplinas distintas.

ND 5 Detalhamento necessário para fabricação, montagem e instalação de elementos ou


componentes da construção.

A seguir, são apresentados os Níveis de Informação a serem seguidos pela CONTRATADA.

Cabe ressaltar que as informações requeridas a seguir deverão ser inseridas no modelo em
campos específicos. Para isso, deverá ser criado um campo de nova propriedade (property
sets).

NI 1 Identificação do elemento/objeto por meio do código referente à Estrutura da


Organização da Informação (EOI) e sua respectiva descrição. Sendo assim, o Conjunto de
Propriedades a ser criado é IDENTIFICACAO e as propriedades são COD_EOI e DESC_EOI

Por exemplo, COD_EOI: 06.20 e DESC_EOI: APARELHO DE APOIO

Alguns elementos, além do código e descrição da EOI, deverão conter propriedades adicionais,
conforme descrito na Tabela de Níveis de Informação (NI). Por exemplo, o elemento 16.10 –
DUTOS E CONEXÕES deverá conter a propriedade SISTEMA, e a informação a ser inserida será
(i) exaustação; (ii) retorno; entre outros.

NI 2 Informação de material. A propriedade será MATERIAL e a informação a ser inserida


será, por exemplo, CONCRETO.

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31
NI 3 Informação do código e descrição dos serviços da tabela referencial de custos a ser
utilizada pela CONTRATADA. Sendo assim, o Conjunto de Propriedades a ser criado é
ORCAMENTO e as propriedades são COD_SERV e DESC_SERV

Alguns elementos, além do código e descrição da EOI, deverão conter propriedades adicionais,
conforme descrito na Tabela de Níveis de Informação (NI). Por exemplo, o elemento 03.10 –
VOLUME DE CORTE EM SOLO E/OU VOLUME DE DESMONTE EM ROCHA deverá conter a
propriedade EMPOLAMENTO, e a informação a ser inserida será a taxa de empolamento do
referido elemento.

Ressalta-se ainda que, para elementos/objetos que não precisarem ser quantificados, por
qualquer motivo específico (conforme item 6.5 deste documento), a informação contida no
campo COD_SERV deverá ser “NÃO CODIFICAR”. Para melhor entendimento, ver Vídeo 04 -
Códigos não quantificados em Revit, disposto no APÊNDICE 2 – VÍDEOS EXPLICATIVOS.

NI 4 Informações necessárias para a realização de análises e simulações. Sendo assim, o


Conjunto de Propriedades a ser criado é ANALISE E SIMULACAO, e as propriedades a serem
inseridas irão variar de acordo com o elemento/objeto, conforme descrito na Tabela de Níveis
de Informação (NI).

Por exemplo, para o item 13.20 – DISPOSITIVOS DE DRENAGEM, a propriedade a ser inserida
será TIPO e a informação a ser inserida será (i) entrada, (ii) saída, entre outros.

As informações específicas a serem inseridas em cada elemento serão apresentadas nos itens
7.2 e 7.3 do presente documento.

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32
7.1 Níveis de Detalhe e Informação mínimos por disciplina e etapa de projeto

A seguir, serão apresentados os Níveis de Detalhe e Informação mínimos para elementos/componentes da construção por disciplina e etapa de projeto.

NÍVEL DE NÍVEL DE
ANTEPROJETO PROJETO BÁSICO PROJETO EXECUTIVO
DETALHE INFORMAÇÃO
01 ADMINISTRAÇÃO LOCAL / MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO
02 SERVIÇOS PRELIMINARES 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
02.10 CANTEIRO DE OBRAS ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
02.20 TAPUME, CERCAMENTO, MUROS E GRADES ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
02.30 OUTROS ELEMENTOS DE SERVIÇOS PRELIMINARES ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
03 TERRAPLENAGEM 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
03.10 VOLUME DE CORTE EM SOLO E/OU VOLUME DE DESMONTE EM ROCHA ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
03.20 VOLUME DE ATERRO EM SOLO E/OU EM ROCHA ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
03.30 TERRENO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
04 CONTENÇÕES 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
04.10 MUROS ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
04.20 OUTROS ELEMENTOS DE CONTENÇÃO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
05 INFRAESTRUTURA DE PONTES 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
05.10 BLOCO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
05.20 ESTACA ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
05.30 OUTROS ELEMENTOS DE FUNDAÇÃO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
06 MESOESTRUTURA DE PONTES 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
06.10 PILAR ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
06.20 APARELHOS DE APOIO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
06.30 OUTROS ELEMENTOS DE MESOESTRUTURA DE PONTES ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
07 SUPERESTRUTURA DE PONTES 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
07.10 TABULEIRO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
07.20 PILÃO, MASTROS E TORRES ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
07.30 PENDURAIS, ESTAIOS E MONTANTES ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
07.40 TRELIÇAS E ENRIJAMENTO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
07.50 OUTROS ELEMENTOS DE SUPERESTRUTURA DE PONTES ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
08 JUNTAS 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
08.10 JUNTAS PARA ESTRUTURAS ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
08.20 JUNTAS PARA PAVIMENTOS ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
09 ESTRUTURA DE TÚNEIS 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
09.10 EMBOQUE/DESEMBOQUE ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
09.20 TRECHO DE TÚNEL ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
09.30 OUTROS ELEMENTOS DE ESTRUTURA DE TÚNEIS ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3

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NÍVEL DE NÍVEL DE
ANTEPROJETO PROJETO BÁSICO PROJETO EXECUTIVO
DETALHE INFORMAÇÃO
10 FÔRMAS E ESCORAS 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
10.10 FÔRMAS ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
10.20 ESCORAS ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
11 ACABAMENTOS E IMPERMEABILIZAÇÃO 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
11.10 ACABAMENTOS E IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAJE ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
11.20 ACABAMENTOS E IMPERMEABILIZAÇÃO DE VIGA ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
11.30 ACABAMENTOS E IMPERMEABILIZAÇÃO DE CONTENÇÕES ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
11.40 ACABAMENTOS E IMPERMABILIZAÇÃO DE OUTROS ELEMENTOS ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
12 PAVIMENTAÇÃO (CORREDOR) 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
12.10 PAVIMENTO FLEXÍVEL ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
12.20 PAVIMENTO RÍGIDO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
12.30 SARJETA E MEIO FIO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
12.40 CALÇADA/PASSEIO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
12.50 TALUDES ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
12.60 DRENO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
12.70 OUTROS ELEMENTOS DE PAVIMENTAÇÃO ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
13 REDES DE DRENAGEM 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
13.10 TUBULAÇÕES ○ ● ● ● ● ● ● 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2, 3 e 4
13.20 DISPOSITIVOS DE DRENAGEM ○ ● ● ● ● ● ● 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2, 3 e 4
13.30 BACIA DE CONTENÇÃO/ CISTERNA ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
13.40 ELEMENTOS PARA DRENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E TÓXICOS ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
13.50 OUTROS ELEMENTOS DE DRENAGEM ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
14 SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
14.10 PINTURA ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
14.20 TACHÃO ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
14.30 PLACAS ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
14.40 ELEMENTOS DE SEGURANÇA MÓVEL ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
14.50 BARREIRAS E DEFENSAS ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
14.60 SISTEMA DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
14.70 PÓRTICOS E SEMI-PÓRTICOS ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
14.80 OUTROS ELEMENTOS DE SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
15 PAISAGISMO E MOBILIÁRIO URBANO 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
15.10 GRAMAS E GRAMÍNEAS ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
15.20 ARBORIZAÇÃO E ARBUSTOS ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
15.30 MOBILIÁRIO URBANO ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
15.40 OUTROS ELEMENTOS DE PAISAGISMO E MOBILIÁRIO URBANO ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3

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NÍVEL DE NÍVEL DE
ANTEPROJETO PROJETO BÁSICO PROJETO EXECUTIVO
DETALHE INFORMAÇÃO
16 SISTEMA DE VENTILAÇÃO 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
16.10 DUTOS E CONEXÕES ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
16.20 JATOS VENTILADORES ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
16.30 TUBULAÇÃO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
16.40 QUADROS ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
16.50 OUTROS ELEMENTOS DE VENTILAÇÃO ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
17 INSTALAÇÕES DE PREVEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
17.10 TUBULAÇÕES E CONEXÕES ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 2 1e3
17.20 VÁLVULAS E REGISTROS ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
17.30 HIDRANTES, MANGUEIRAS E MANGOTINHOS ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
17.40 EXTINTORES ○ ● ○ ● ○ ● ● 2 1 2 1e3 2 1, 3 e 4
17.50 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
17.60 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
17.70 ALARME DE INCÊNDIO E DETECTOR DE FUMAÇA ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 2 1e3
17.80 ELETRODUTOS E ELETROCALHAS ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 2 1e3
17.90 OUTROS ELEMENTOS DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 2 1e3
18 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E SPDA 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
18.10 REDE DE DUTOS ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
18.20 CAIXAS DE LIGAÇÃO, PASSAGEM E INSPEÇÃO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
18.30 QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
18.40 HASTES, CABOS DE ATERRAMENTO E BARRAS CHATAS ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
18.50 ILUMINAÇÃO ○ ● ○ ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
18.60 OUTROS ELEMENTOS ELÉTRICOS E DE SPDA ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
19 INSTALAÇÕES DE TELEMÁTICA E CFTV 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
19.10 REDE DE DUTOS ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
19.20 CAIXAS DE LIGAÇÃO E PASSAGEM ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
19.30 QUADROS ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 2 1, 2 e 3 2 1, 2 e 3
19.40 OUTROS ELEMENTOS DE TELEMÁTICA E CFTV ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
20 TRAVESSIAS E PASSARELAS 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
20.10 PASSARELAS ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
20.20 TRAVESSIAS SUBTERRÂNEAS ○ ● ● ● ● ● ○ 2 1e2 3 1, 2 e 3 3 1, 2 e 3
21 EQUIPAMENTOS 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
21.10 EQUIPAMENTOS ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3
22 COMUNICAÇÃO VISUAL 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
22.10 PLACAS E PAINÉIS ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3
22.20 OUTROS ELEMENTOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL ○ ● ● ● ○ ● ○ 2 1 3 1e3 3 1e3

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35
NÍVEL DE NÍVEL DE
ANTEPROJETO PROJETO BÁSICO PROJETO EXECUTIVO
DETALHE INFORMAÇÃO
23 CADASTRO DE INTERFERÊNCIAS 1 2 3 1 2 3 4 ND NI ND NI ND NI
23.10 INTERFERÊNCIAS SUBTERRÂNEAS ○ ● ○ ● ○ ○ ○ 2 1 2 1 2 1
23.20 INTERFERÊNCIAS SUPERFICIAIS ○ ● ○ ● ○ ○ ○ 2 1 2 1 2 1
24 DEMAIS ELEMENTOS
24.10 ELEMENTOS DE ACESSO PARA INSPEÇÃO ○ ● ○ ● ○ ● ○ 2 1 2 1e3 2 1e3

7.2 Níveis de Detalhe por elemento

A seguir, serão apresentados os Níveis de Detalhe dos elementos/componentes da construção.


Cabe ressaltar que todos os elementos descritos e ilustrados nos itens "outros elementos" são apenas exemplificativos. Sendo assim, ficará a cargo da CONTRATADA adequar os respectivos itens às peculiaridades do objeto contratado.

NÍVEL DE DETALHE 2 (ND 2) NÍVEL DE DETALHE 3 (ND 3)


01 ADMINISTRAÇÃO LOCAL / MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO

SERVIÇOS
02 DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
PRELIMINARES

Geometria genérica com dimensões


flexíveis, como largura, comprimento e
02.10 CANTEIRO DE OBRAS Não se aplica Não se aplica
altura dos containers, barracões e
instalações em geral.
Exemplo: Container

TAPUME, Geometria genérica com dimensões


02.20 CERCAMENTO, MUROS flexíveis, como altura, largura e Não se aplica Não se aplica
E GRADES espessura dos elementos.

Exemplo: Tapume de madeira

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36
SERVIÇOS
02 DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
PRELIMINARES

OUTROS ELEMENTOS Geometria genérica com dimensões


02.30 DE SERVIÇOS flexíveis, como altura, largura, Não se aplica Não se aplica
PRELIMINARES comprimento, entre outros.

Exemplo: Andaime metálico

03 TERRAPLENAGEM DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO

(I) A extração do volume de


corte e aterro poderá ser
VOLUME DE CORTE EM Geometria com dimensões gerais e realizada de diversas maneiras.
03.10 SOLO E/OU VOLUME DE específicas definidas, como inclinação, Não se aplica Não se aplica No entanto, sugere-se que, para
DESMONTE EM ROCHA altura máxima, entre outros. o objeto contratado, seja
utilizado método de
Exemplo: Talude comparação das superfícies.

(I) A extração do volume de


corte e aterro poderá ser
VOLUME DE ATERRO Geometria com dimensões gerais e realizada de diversas maneiras.
03.20 EM SOLO E/OU EM específicas definidas, como inclinação, Não se aplica Não se aplica No entanto, sugere-se que, para
ROCHA altura máxima, entre outros. o objeto contratado, seja
utilizado método de
Exemplo: Talude comparação das superfícies.

Cabem inferências sobre os


Geometria com dimensões gerais e Geometria com dimensões gerais e tipos de solos em locais onde
03.30 TERRENO específicas definidas, como inclinação, específicas definidas, como espessura não foram feitas sondagens e
altura máxima, entre outros. das camadas de solo. inspeções, para fins de
representação gráfica da
Exemplo: Terreno natural estratigrafia/perfil do terreno
Exemplo: Terreno natural

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37
04 CONTENÇÕES DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


04.10 MUROS flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Encontro Exemplo: Encontro

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


OUTROS ELEMENTOS
04.20 flexíveis, como diâmetro, específicas definidas, como diâmetro,
DE CONTENÇÃO
comprimento, entre outros. comprimento, entre outro

Exemplo: Tirante Exemplo: Tirante

INFRAESTRUTURA DE
05 DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
PONTES

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


05.10 BLOCO flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Bloco em concreto armado Exemplo: Bloco em concreto armado (I) As camadas com espessuras
ínfimas, como pintura e
impermeabilização, deverão
ser somente representativas,
Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e com espessura próxima de
05.20 ESTACA
flexíveis, como seção e comprimento. específicas, como seção e comprimento. zero.

(II) A modelagem das


Exemplo: Estaca em concreto armado Exemplo: Estaca em concreto armado armaduras fica a critério da
contratada, assim como a
modelagem das fixações de
estruturas metálicas.
OUTROS ELEMENTOS DE Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e
05.30 INFRAESTRUTURA DE flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
PONTES comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Tubulão em concreto armado Exemplo: Tubulão em concreto armado

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38
MESOESTRUTURA DE
06 DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
PONTES

Geometria com dimensões gerais e


específicas definidas com sua correta
seção transversal (retangular, T, I, entre
Geometria genérica com dimensões outros).
06.10 PILAR
flexíveis, como seção, altura e largura. Nos casos em que se aplica, deverão ser
representadas as camadas de
acabamentos anticorrosivos para os
pilares metálicos. (I) As camadas com espessuras
Exemplo: Pilar em concreto armado Exemplo: Pilar em concreto armado
ínfimas, como pintura e
impermeabilização, deverão
ser somente representativas,
com espessura próxima de
Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e zero.
06.20 APARELHOS DE APOIO
flexíveis, como seção. específicas definidas, como seção.
(II) A modelagem das
armaduras fica a critério da
contratada, assim como a
Exemplo: Viga de Apoio Exemplo: Viga de Apoio
modelagem das fixações de
estruturas metálicas.

OUTROS ELEMENTOS DE Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e
06.30 MESOESTRUTURA DE flexíveis, como comprimento e específicas definidas, como
PONTES espessura. comprimento e espessura.

Exemplo: Tímpano Exemplo: Tímpano

SUPERESTRUTURA DE
07 DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
PONTES

Modelar todos os elementos


Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e
que compõem o tabuleiro de
07.10 TABULEIRO flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
acordo com a solução de
comprimento. largura e comprimento.
engenharia adotada.
Exemplo: Viga Caixão Exemplo: Viga Caixão

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39
07 SUPERESTRUTURA DE
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
PONTES

Geometria com dimensões gerais e


PILÃO, MASTROS E Geometria genérica com dimensões (I) Para todos os elementos que
07.20 específicas definidas, como seção e
TORRES flexíveis, como seção e altura. possuem camadas de
altura.
acabamento, a CONTRATADA
Exemplo: Mastro Exemplo: Mastro poderá optar por modelá-los
utilizando elementos
compostos ou modelar cada
Geometria com dimensões gerais e uma das camadas
PENDURAIS, ESTAIOS E Geometria genérica com dimensões
07.30 específicas definidas, como seção e isoladamente.
MONTANTES flexíveis, como seção e comprimento.
comprimento.
(II) As camadas com espessuras
Exemplo: Estaios Exemplo: Estaios ínfimas, como pintura e
impermeabilização, deverão
ser somente representativas,
Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e com espessura próxima de
TRELIÇAS E
07.40 flexíveis, como seção e comprimento específicas definidas, como seção e zero.
ENRIJAMENTO
das barras. comprimento das barras.
(III) A modelagem das
Exemplo: Contraventamento Exemplo: Contraventamento
armaduras e das fôrmas fica a
critério da contratada, assim
Geometria genérica com dimensões Geometria genérica com dimensões como a modelagem das
OUTROS ELEMENTOS DE fixações de estruturas
flexíveis, como altura, largura e gerais e específicas definidas, como
07.50 SUPERESTRUTURA DE metálicas.
comprimento, nos casos em que se altura, largura e comprimento, nos casos
PONTES
aplica. em que se aplica.
Exemplo: Guarda-corpo Exemplo: Guarda-corpo

08 JUNTAS DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO

JUNTAS PARA Geometria genérica com dimensões


08.10 Não se aplica Não se aplica
ESTRUTURAS flexíveis, como largura e comprimento.

Exemplo: Pentes metálicos em consola

JUNTAS PARA Geometria genérica com dimensões


08.20 Não se aplica Não se aplica
PAVIMENTOS flexíveis, como largura e comprimento.

Exemplo: Junta em Neoprene

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40
09 ESTRUTURA DE TÚNEIS DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
Geometria genérica com dimensões Geometria genérica com dimensões
flexíveis, como altura, raio de gerais e específicas, como altura, raio de
curvatura, comprimento, entre outros, curvatura, comprimento, entre outros,
de elementos constituintes do de elementos constituintes do
09.10 EMBOQUE/DESEMBOQUE emboque/desemboque. No caso de emboque/desemboque. No caso de
pregagens e enfilagens, por exemplo, pregagens e enfilagens, por exemplo,
deve ser definida também dimensões, deve ser definida também dimensões,
como diâmetro, comprimento, entre como diâmetro, comprimento, entre
outros Exemplo: Emboque e pregagens outros Exemplo: Emboque e pregagens
Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e
Modelar todos os elementos
flexíveis, como altura, raio de específicas definidas, como altura, raio
que compõem a estrutura do
curvatura, comprimento, entre outros, de curvatura, comprimento, entre
túnel de acordo com a solução
09.20 TRECHO DE TÚNEL de elementos tais como as cambotas. outros, de elementos tais como as
de engenharia adotada.
No caso dos revestimentos, deve ser cambotas. No caso dos revestimentos,
definida também a espessura da deve ser definida também a espessura
camada. Exemplo: Cambotas e revestimento da camada. Exemplo: Cambotas e revestimento

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


OUTROS ELEMENTOS DE
09.30 flexíveis, como altura, largura, entre específicas definidas, como altura,
ESTRUTURA DE TÚNEIS
outros. largura, entre outros

Exemplo: Viga portal Exemplo: Viga portal

10 FÔRMAS E ESCORAS DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO

Geometria genérica com dimensões


10.10 FÔRMAS flexíveis, como espessura, altura e Não se aplica Não se aplica
comprimento.

Exemplo: Fôrma de madeira

Geometria genérica com dimensões


10.20 ESCORAS Não se aplica Não se aplica
flexíveis, como altura e seção.

Exemplo: Escora metálica

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41
ACABAMENTOS E
11 DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
IMPERMEABILIZAÇÃO

ACABAMENTOS E Geometria genérica com dimensões


11.10 IMPERMEABILIZAÇÃO DE flexíveis, como espessura, largura e Não se aplica Não se aplica
LAJE comprimento.

Exemplo: Impermeabilização de laje

(I) Para todos os elementos que


possuem camadas de
ACABAMENTOS E Geometria genérica com dimensões
acabamento, a CONTRATADA
11.20 IMPERMEABILIZAÇÃO DE flexíveis, como espessura, largura, Não se aplica Não se aplica
poderá optar por modelá-los
VIGA comprimento, entre outros.
utilizando elementos
compostos ou modelar cada
Exemplo: Impermeabilização de viga uma das camadas
isoladamente.

ACABAMENTOS E Geometria genérica com dimensões (II) As camadas com espessuras


11.30 IMPERMEABILIZAÇÃO DE flexíveis, como espessura, largura, Não se aplica Não se aplica ínfimas, como pintura e
CONTENÇÕES comprimento, entre outros. impermeabilização, deverão
ser somente representativas,
com espessura próxima de
Exemplo: Impermeabilização de contenção
zero.

ACABAMENTOS E Geometria genérica com dimensões


11.40 IMPERMEABILIZAÇÃO DE flexíveis, como espessura, largura, Não se aplica Não se aplica
OUTROS ELEMENTOS comprimento, entre outros.

Exemplo: Pintura Anticorrosiva

PAVIMENTAÇÃO
12 DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
(CORREDOR)

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões específicas definidas, como largura da
As camadas do pavimento
12.10 PAVIMENTO FLEXÍVEL flexíveis, como largura e espessura da pista e/ou do acostamento, inclinação
deverão ser representadas
camada, e inclinação do pavimento. do pavimento e espessura de cada uma
das camadas.
Exemplo: Camadas de pavimento flexível Exemplo: Camadas de pavimento flexível

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42
12 PAVIMENTAÇÃO
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
(CORREDOR)

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões específicas definidas, como largura da
As camadas do pavimento
12.20 PAVIMENTO RÍGIDO flexíveis, como largura e espessura da pista e/ou do acostamento, inclinação
deverão ser reprsentadas
camada, e inclinação do pavimento. do pavimento e espessura de cada uma
das camadas.
Exemplo: Camadas de pavimento rígido Exemplo: Camadas de pavimento rígido

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


12.30 SARJETA E MEIO FIO flexíveis, como altura, largura, específicas definidas, como altura,
comprimento e inclinação. largura, comprimento e inclinação.

Exemplo: Meio-fio com sarjeta Exemplo: Meio-fio com sarjeta

Geometria com dimensões gerais e


específicas definidas, como largura e
Geometria genérica com dimensões
espessura da(s) camada(s). Deverão ser
12.40 CALÇADA/PASSEIO flexíveis, como altura, largura,
representados os demais elementos que
comprimento e inclinação.
fazem parte da calçada, como canteiros
Exemplo: Calçada
laterais utilizados na faixa de serviço. Exemplo: Calçada

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões
específicas definidas, como alturas
flexíveis, como alturas máximas e
12.50 TALUDES máximas e inclinações para corte e
inclinações recomendadas para corte e
aterro e, nos casos em que se aplica,
aterro.
largura e inclinação de banquetas.
Exemplo: Talude Exemplo: Talude com banqueta
Geometria com dimensões gerais e
específicas definidas, como diâmetro,
altura, largura e comprimento. Nos casos
Geometria genérica com dimensões em que se aplica, deverá ser definido o
12.60 DRENO flexíveis, como altura, largura e diâmetro da tubulação e a cota de sua
comprimento. profundidade em relação à base do
dreno. Também deverão ser
representadas as espessuras dos
Exemplo: Dreno Profundo simples materiais filtrantes. Exemplo: Dreno Profundo simples

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43
13 REDES DE DRENAGEM DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões
13.10 TUBULAÇÕES específicas definidas, como seção e
flexíveis, como seção e comprimento.
comprimento.

Exemplo: Tubulação de concreto Exemplo: Tubulação de concreto

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões específicas definidas, como altura,
DISPOSITIVOS DE
13.20 flexíveis, como altura, largura e largura e comprimento. Nos casos em
DRENAGEM
comprimento. que se aplica, deverão ser representadas
as tampas e grelhas.
Exemplo: Boca de lobo Exemplo: Boca de lobo

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões específicas definidas, como altura,
BACIA DE CONTENÇÃO/
13.30 flexíveis, como altura, largura e largura e comprimento. Nos casos em
CISTERNA
comprimento. que se aplica, deverão ser representadas
as tampas.
Exemplo: Cisterna Exemplo: Cisterna

ELEMENTOS PARA Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e
13.40 DRENAGEM DE LÍQUIDOS flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
INFLAMÁVEIS E TÓXICOS comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Separador de água e óleo Exemplo: Separador de água e óleo

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


OUTROS ELEMENTOS DE
13.50 flexíveis, como altura, largura, seção, específicas definidas, como altura,
DRENAGEM
comprimento, entre outros. largura, seção e comprimento.

Exemplo: Valeta de canteiro central Exemplo: Valeta de canteiro central

14 SINALIZAÇÃO E
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
SEGURANÇA

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões
14.10 PINTURA específicas definidas, como largura e
flexíveis, como largura e comprimento.
comprimento.

Exemplo: Pintura Exemplo: Pintura

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44
14 SINALIZAÇÃO E
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
SEGURANÇA

Geometria genérica com dimensões


14.20 TACHÃO flexíveis, como altura, largura e Não se aplica Não se aplica
comprimento.

Exemplo: Tachão refletivo

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões específicas definidas. Deverão ser
14.30 PLACAS
flexíveis, como altura, entre outros. corretamente representados os seus
respectivos símbolos e descrições.
Exemplo: Placa Exemplo: Placa

ELEMENTOS DE Geometria genérica com dimensões


14.40 Não se aplica Não se aplica
SEGURANÇA MÓVEL flexíveis, como altura, entre outros.

Exemplo: Cone

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


14.50 BARREIRAS E DEFENSAS flexíveis, como altura, largura, específicas definidas, como altura,
comprimento, entre outros. largura e comprimento.

Exemplo: Barreira dupla de concreto Exemplo: Barreira dupla de concreto

SISTEMA DE Geometria com dimensões gerais e Geometria com dimensões gerais e


14.60 INFORMAÇÃO AO específicas definidas, como altura, específicas definidas, como altura,
USUÁRIO largura e comprimento, entre outros largura e comprimento.

Exemplo: Painel de mensagem variável Exemplo: Painel de mensagem variável

Geometria com dimensões gerais e


PÓRTICOS E SEMI- Geometria genérica com dimensões
14.70 específicas definidas, como alltura e
PÓRTICOS flexíveis, como altura, entre outros.
seção.

Exemplo: Pórtico Exemplo: Pórtico

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45
SINALIZAÇÃO E
14 DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
SEGURANÇA

OUTROS ELEMENTOS DE Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e
14.80 SINALIZAÇÃO E flexíveis, como altura, largura, específicas definidas, como altura,
SEGURANÇA diâmetro, entre outros. largura, diâmetro, entre outros.

Exemplo: Cilindro delimitador de tráfego Exemplo: Cilindro delimitador de tráfego

15 PAISAGISMO E
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
MOBILIÁRIO URBANO

Geometria genérica com dimensões


15.10 GRAMAS E GRAMÍNEAS Não se aplica Não se aplica
flexíveis.

Exemplo: Gramado

ARBORIZAÇÃO E Geometria genérica com dimensões


15.20 Não se aplica Não se aplica
ARBUSTOS flexíveis.

Exemplo: Árvore

Geometria genérica com dimensões


15.30 MOBILIÁRIO URBANO Não se aplica Não se aplica
flexíveis.

Exemplo: Banco de Concreto

OUTROS ELEMENTOS DE
Geometria genérica com dimensões
15.40 PAISAGISMO E Não se aplica Não se aplica
flexíveis.
MOBILIÁRIO URBANO

Exemplo: Paraciclo

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46
16 SISTEMA DE
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
VENTILAÇÃO

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões específicas definidas, como seção e
flexíveis, como seção e comprimento. comprimento. Deverá ser representado
16.10 DUTOS E CONEXÕES
Deverá ser definido o posicionamento o tipo de ligação e, nos casos em que se
dos dutos. aplica, a camada de isolamento com suas
respectivas dimensões.
Exemplo: Duto de Insuflamento Exemplo: Duto de Insuflamento

Geometria genérica com dimensões


16.20 JATOS VENTILADORES Não se aplica Não se aplica
flexíveis.

Exemplo: Jato Ventilador

Geometria com dimensões gerais e


específicas definidas, como seção e
Geometria genérica com dimensões
comprimento. Deverá ser representado
16.30 TUBULAÇÃO flexíveis, como altura, largura,
o tipo de ligação e, nos casos em que se
comprimento, entre outros.
aplica, a camada de isolamento com suas
respectivas dimensões.
Exemplo: Tubulação Frigorígena Exemplo: Tubulação Frigorígena

(I) Não precisarão ser


Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais representados maiores
16.40 QUADROS flexíveis, como altura, largura e definidas, como altura, largura e detalhes em relação aos
comprimento. comprimento. quadros, como detalhamento
dos botões, chaves e cabos.
Exemplo: Quadro do sistema AVAC Exemplo: Quadro do sistema AVAC

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


OUTROS ELEMENTOS DE
16.50 flexíveis, como altura, largura, específicas definidas, como altura,
VENTILAÇÃO
comprimento, entre outros. largura e comprimento.

Exemplo: Difusor Exemplo: Difusor

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47
INSTALAÇÕES DE
17 PREVEÇÃO E COMBATE DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
A INCÊNDIO E PÂNICO

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões
específicas definidas, como seção,
TUBULAÇÕES E flexíveis, como seção e comprimento.
17.10 comprimento, representação do tipo de
CONEXÕES Deverá ser definido o posicionamento
conexão (luva, bucha de latão, entre
da tubulação.
outros) e suas respectivas dimensões.
Exemplo: Tubulação e conexões Exemplo: Tubulação e conexões

Geometria genérica com dimensões


17.20 VÁLVULAS E REGISTROS flexíveis, como altura, largura, Não se aplica Não se aplica
comprimento e bitola.

Exemplo: Válvula de esfera

HIDRANTES, Geometria genérica com dimensões


17.30 MANGUEIRAS E flexíveis, como altura, largura, Não se aplica Não se aplica
MANGOTINHOS comprimento e diâmetro.

Exemplo: Hidrante

Geometria genérica com dimensões


17.40 EXTINTORES flexíveis, como altura, largura e Não se aplica Não se aplica
comprimento.

Exemplo: Extintor

Geometria genérica com dimensões


ILUMINAÇÃO DE
17.50 flexíveis, como altura, largura e Não se aplica Não se aplica
EMERGÊNCIA
comprimento.

Exemplo: Luminária de emergência

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48
INSTALAÇÕES DE
17 PREVEÇÃO E COMBATE DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
A INCÊNDIO E PÂNICO

Geometria genérica com dimensões


SINALIZAÇÃO DE
17.60 flexíveis, como altura, largura e Não se aplica Não se aplica
EMERGÊNCIA
comprimento.

Exemplo: Placa de saída

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


ALARME DE INCÊNDIO E
17.70 flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
DETECTOR DE FUMAÇA
comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Detector de fumaça Exemplo: Detector de fumaça

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões específicas definidas, como altura,
ELETRODUTOS E
17.80 flexíveis, como altura, largura e largura e comprimento. Deverão ser
ELETROCALHAS
comprimento. representadas as conexões com suas
respectivas dimensões.

Exemplo: Eletrocalha Exemplo: Eletrocalha

OUTROS ELEMENTOS DE Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e
17.90 PREVENÇÃO E COMBATE flexíveis, como altura, largura, específicas definidas, como altura,
A INCÊNDIO E PÂNICO comprimento, entre outros. largura, comprimento, entre outros

Exemplo: Opacímetro Exemplo: Opacímetro

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49
18 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
E SPDA

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões específicas definidas, como seção e
18.10 REDE DE DUTOS flexíveis, como altura, largura e comprimento. Deverão ser
comprimento. representadas as conexões e suas
respectivas dimensões.
Exemplo: Rede de Duto Exemplo: Rede de Duto

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


CAIXAS DE LIGAÇÃO,
18.20 flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
PASSAGEM E INSPEÇÃO
comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Caixa de passagem Exemplo: Caixa de passagem

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


QUADROS DE
18.30 flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
DISTRIBUIÇÃO
comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Quadro de distribuição Exemplo: Quadro de distribuição

HASTES, CABOS DE Geometria genérica com dimensões


18.40 ATERRAMENTO E flexíveis, como altura, largura e Não se aplica Não se aplica
BARRAS CHATAS comprimento.

Exemplo: Para-raio tipo Franklin

Geometria genérica com dimensões


18.50 ILUMINAÇÃO flexíveis, como altura, largura e Não se aplica Não se aplica
comprimento.

Exemplo: Poste de iluminação

Geometria genérica com dimensões


OUTROS ELEMENTOS
18.60 flexíveis, como altura, largura e Não se aplica Não se aplica
ELÉTRICOS E DE SPDA
comprimento.

Exemplo: Transformador

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50
19 INSTALAÇÕES DE
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
TELEMÁTICA E CFTV

Geometria com dimensões gerais e


Geometria genérica com dimensões específicas definidas, como seção e
19.10 REDE DE DUTOS flexíveis, como altura, largura e comprimento. Deverão ser
comprimento. representadas as conexões e suas
respectivas dimensões.
Exemplo: Rede de Duto Exemplo: Rede de Duto

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


CAIXAS DE LIGAÇÃO E
19.20 flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
PASSAGEM
comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Caixa de passagem Exemplo: Caixa de passagem

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


19.30 QUADROS flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Quadro de distribuição Exemplo: Quadro de distribuição

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


OUTROS ELEMENTOS DE
19.40 flexíveis, como altura, largura, específicas definidas, como altura,
TELEMÁTICA E CFTV
comprimento, entre outros. largura e comprimento.

Exemplo: Câmera Exemplo: Câmera

20 TRAVESSIAS E
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
PASSARELAS

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


20.10 PASSARELAS
flexíveis. específicas definidas.

Exemplo: Passarela de pedestres Exemplo: Passarela de pedestres

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51
TRAVESSIAS E
20 DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
PASSARELAS

As travessias subterrâneas
contemplam tanto as
TRAVESSIAS Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e
20.20 passagens destinadas a
SUBTERRÂNEAS flexíveis. específicas definidas.
pedestres quanto as passagens
destinadas a fauna
Exemplo: Passagem para animais Exemplo: Passagem para animais

21 EQUIPAMENTOS DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO

Geometria genérica com dimensões


21.10 EQUIPAMENTOS Não se aplica Não se aplica
flexíveis.

Exemplo: Gerador

22 COMUNICAÇÃO VISUAL DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


22.10 PLACAS E PAINÉIS flexíveis, como altura, largura e específicas definidas, como altura,
comprimento. largura e comprimento.

Exemplo: Painel Exemplo: Painel

Geometria genérica com dimensões Geometria com dimensões gerais e


OUTROS ELEMENTOS DE
22.20 flexíveis, como altura, largura, específicas definidas, como altura,
COMUNICAÇÃO VISUAL
comprimento, entre outros. largura e comprimento.

Exemplo: Piso podotátil direcional e de alerta Exemplo: Piso podotátil direcional e de alerta

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52
23 CADASTRO DE
DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO
INTERFERÊNCIAS

INTERFERÊNCIAS Geometria genérica com dimensões


23.10 Não se aplica Não se aplica
SUBTERRÂNEAS flexíveis.

Exemplo: Redes de utilidades subterrâneas

INTERFÊRENCIAS Geometria genérica com dimensões


23.20 Não se aplica Não se aplica
SUPERFICIAIS flexíveis.

Exemplo: Redes de utilidades superficiais

24 DEMAIS ELEMENTOS DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESCRIÇÃO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA OBSERVAÇÃO

ELEMENTOS DE ACESSO Geometria genérica com dimensões


24.10 Não se aplica Não se aplica
PARA INSPEÇÃO flexíveis.

Exemplo: Escada marinheiro

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53
7.3 Níveis de Informação por elemento

A seguir, serão apresentados os Níveis de Informação dos elementos/componentes da construção.

NÍVEL DE INFORMAÇÃO 1 (NI 1) NÍVEL DE INFORMAÇÃO 2 (NI 2) NÍVEL DE INFORMAÇÃO 3 (NI 3) NÍVEL DE INFORMAÇÃO 4 (NI 4)
IDENTIFICAÇÃO MATERIAL ORÇAMENTO ANÁLISE E SIMULAÇÃO

01 ADMINISTRAÇÃO LOCAL / MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO

02 SERVIÇOS PRELIMINARES

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


02.10 CANTEIRO DE OBRAS IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


TAPUME, CERCAMENTO, Definição de materiais como, por exemplo,
02.20 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
MUROS E GRADES tapume de madeira
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS DE
02.30 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
SERVIÇOS PRELIMINARES
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

03 TERRAPLENAGEM

O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


VOLUME DE CORTE EM SOLO O conjunto de propriedades será as propriedades devem ser COD_SERV,
Definição de materiais como, por exemplo,
03.10 E/OU VOLUME DE IDENTIFICACAO e as propriedades devem DESC_SERV e EMPOLAMENTO. Em Não se aplica
solo ou rocha
DESMONTE EM ROCHA ser COD_EOI e DESC_EOI EMPOLAMENTO deverá ser identificada a taxa de
empolamento do solo ou do material rochoso

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54
03 TERRAPLENAGEM

O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


O conjunto de propriedades será as propriedades devem ser COD_SERV,
VOLUME DE ATERRO EM Definição de materiais como, por exemplo,
03.20 IDENTIFICACAO e as propriedades devem DESC_SERV e EMPOLAMENTO. Em Não se aplica
SOLO E/OU EM ROCHA solo ou rocha
ser COD_EOI e DESC_EOI EMPOLAMENTO deverá ser identificada a taxa de
empolamento do solo ou do material rochoso

O conjunto de propriedades será


Definição de materiais como, por exemplo,
03.30 TERRENO IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica Não se aplica
solo siltoargiloso
ser COD_EOI e DESC_EOI

04 CONTENÇÕES

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
04.10 MUROS IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
muro em concreto
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS DE Definição de materiais como por exemplo,
04.20 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
CONTENÇÃO tirante em aço
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

05 INFRAESTRUTURA DE PONTES

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
05.10 BLOCO IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
bloco em concreto armado
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
05.20 ESTACA IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
estaca em concreto armado
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

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55
05 INFRAESTRUTURA DE PONTES

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS DE Definição de materiais como, por exemplo,
05.30 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
INFRAESTRUTURA DE PONTES tubulão em concreto armado
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

06 MESOESTRUTURA DE PONTES

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
06.10 PILAR IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
pilar em concreto armado
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
06.20 APARELHOS DE APOIO IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
aparelho de apoio em Neoprene
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS DE Definição de materiais como, por exemplo,
06.30 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
MESOESTRUTURA DE PONTES tímpano em concreto
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

07 SUPERESTRUTURA DE PONTES

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
07.10 TABULEIRO IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
tabuleiro em concreto armado
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
07.20 PILÃO, MASTROS E TORRES IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
mastro metálico
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

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56
07 SUPERESTRUTURA DE PONTES

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


PENDURAIS, ESTAIOS E Definição de materiais como, por exemplo,
07.30 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
MONTANTES cabo de aço
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
07.40 TRELIÇAS E ENRIJAMENTO IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
treliça metálica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

OUTROS ELEMENTOS DE O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
07.50 SUPERESTRUTURA DE IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
guarda-corpo de vidro
PONTES ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

08 JUNTAS

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
08.10 JUNTAS PARA ESTRUTURAS IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
pentes metálicos em consola
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
08.20 JUNTAS PARA PAVIMENTOS IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
junta de dilatação em EPDM
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

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57
09 ESTRUTURA DE TÚNEIS

O conjunto de propriedades será Definição de materiais como, por exemplo, O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
09.10 EMBOQUE/DESEMBOQUE IDENTIFICACAO e as propriedades devem enfilagem de vergalhão de aço e revestimento as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI de concreto projetado DESC_SERV

O conjunto de propriedades será Definição de materiais como, por exemplo, O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
09.20 TRECHO DE TÚNEL IDENTIFICACAO e as propriedades devem cambota treliçada metálica e revestimento de as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI concreto projetado DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS DE Definição de materiais como por exemplo, viga
09.30 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
SUPERESTRUTURA DE TÚNEIS em concreto armado
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

10 FÔRMAS E ESCORAS

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
10.10 FÔRMAS IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
fôrma de madeira
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
10.20 ESCORAS IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
escora metálica.
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

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58
11 ACABAMENTOS E IMPERMEABILIZAÇÃO

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


ACABAMENTOS E Definição de materiais como, por exemplo,
11.10 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAJE geomembrana de PVC
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

ACABAMENTOS E O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
11.20 IMPERMEABILIZAÇÃO DE IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
emulsão asfáltica
VIGA ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

ACABAMENTOS E O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
11.30 IMPERMEABILIZAÇÃO DE IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
manta asfáltica
CONTENÇÕES ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

ACABAMENTOS E O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
11.40 IMPERMEABILIZAÇÃO DE IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
argamassa polimérica
OUTROS ELEMENTOS ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

12 PAVIMENTAÇÃO (CORREDOR)

O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


O conjunto de propriedades será as propriedades devem ser COD_SERV,
Definição de materiais como, por exemplo,
12.10 PAVIMENTO FLEXÍVEL IDENTIFICACAO e as propriedades devem DESC_SERV e FRESAGEM. Para as camadas de Não se aplica
concreto betuminoso usinado à quente
ser COD_EOI e DESC_EOI revestimento, as opções de FRESAGEM devem ser:
"sim" ou "não".

O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


O conjunto de propriedades será as propriedades devem ser COD_SERV,
Definição de materiais como, por exemplo,
12.20 PAVIMENTO RÍGIDO IDENTIFICACAO e as propriedades devem DESC_SERV e FRESAGEM. Para as camadas de Não se aplica
concreto
ser COD_EOI e DESC_EOI revestimento, as opções de FRESAGEM devem ser:
"sim" ou "não".

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12 PAVIMENTAÇÃO (CORREDOR)

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
12.30 SARJETA E MEIO FIO IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
meio fio de concreto
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
12.40 CALÇADA/PASSEIO IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
calçada em concreto
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


12.50 TALUDES IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
12.60 DRENO IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
dreno em PEAD
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

13 REDES DE DRENAGEM

O Conjunto de propriedades será ANALISE E


O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
Definição de materiais como, por exemplo, SIMULACAO, a propriedade deve ser
13.10 TUBULAÇÕES IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e
tubulação em concreto INCLINACAO, para análise de dimensionamento
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV
da rede de drenagem

O Conjunto de propriedades será ANALISE E


O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e SIMULACAO, a propriedade deve ser TIPO e as
Definição de materiais como, por exemplo,
13.20 DISPOSITIVOS DE DRENAGEM IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e opções junção, entrada, saída, entre outros,
boca de lobo em concreto
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV para análise de dimensionamento da rede de
drenagem

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60
13 REDES DE DRENAGEM

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


BACIA DE CONTENÇÃO/ Definição de materiais como, por exemplo,
13.30 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
CISTERNA cisterna em concreto armado
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

ELEMENTOS PARA O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
13.40 DRENAGEM DE LÍQUIDOS IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
separador de água e óleo em concreto
INFLAMÁVEIS E TÓXICOS ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS DE Definição de materiais como, por exemplo,
13.50 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
DRENAGEM valeta de concreto para canteiro central
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

14 SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


14.10 PINTURA IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


14.20 TACHÃO IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será


IDENTIFICACAO e as propriedades devem
O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
ser COD_EOI, DESC_EOI e SINALIZACAO.
14.30 PLACAS Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
Em SINALIZACAO deve ser indicado o código
DESC_SERV
da placa, como por exemplo, R1, A18, entre
outros.

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61
14 SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


ELEMENTOS DE SEGURANÇA
14.40 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
MÓVEL
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
14.50 BARREIRAS E DEFENSAS IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
barreira de concreto
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


SISTEMA DE INFORMAÇÃO
14.60 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
AO USUÁRIO
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


14.70 PÓRTICOS E SEMI-PÓRTICOS IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS DE Definição de materiais como, por exemplo,
14.80 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA cilindro delimitador de tráfego em polietileno
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

15 PAISAGISMO E MOBILIÁRIO URBANO

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


15.10 GRAMAS E GRAMÍNEAS IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

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15 PAISAGISMO E MOBILIÁRIO URBANO

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


15.20 ARBORIZAÇÃO E ARBUSTOS IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI, DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


15.30 MOBILIÁRIO URBANO IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

OUTROS ELEMENTOS DE O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


15.40 PAISAGISMO E MOBILIÁRIO IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
URBANO ser COD_EOI, DESC_EOI DESC_SERV

16 SISTEMA DE VENTILAÇÃO
O conjunto de propriedades será
IDENTIFICACAO e as propriedades devem
O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
ser COD_EOI, DESC_EOI e SISTEMA. As Definição de materiais como, por exemplo,
16.10 DUTOS E CONEXÕES as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
opções para a propriedade SISTEMA serão: duto e conexões de aço carbono
DESC_SERV
exaustação, retorno, insuflamento, tomada
de ar externo, entre outros

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


16.20 JATOS VENTILADORES IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI, DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será


IDENTIFICACAO e as propriedades devem O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
Definição de materiais como, por exemplo,
16.30 TUBULAÇÃO ser COD_EOI, DESC_EOI e SISTEMA. As as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
tubulação de cobre
opções para a propriedade SISTEMA serão: DESC_SERV
frigorígena, entre outros

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63
16 SISTEMA DE VENTILAÇÃO

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


16.40 QUADROS IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será


IDENTIFICACAO e as propriedades devem O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
OUTROS ELEMENTOS DE
16.50 ser COD_EOI, DESC_EOI e SISTEMA. As Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
VENTILAÇÃO
opções para a propriedade SISTEMA serão: DESC_SERV
frigorígena, entre outros

17 INSTALAÇÕES DE PREVEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


17.10 TUBULAÇÕES E CONEXÕES IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


17.20 VÁLVULAS E REGISTROS IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


HIDRANTES, MANGUEIRAS E
17.30 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
MANGOTINHOS
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

Para análise de quantidade mínima:


O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e Identificação da classe do Extintor. O Conjunto
17.40 EXTINTORES IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e de propriedades será ANALISE E SIMULACAO, a
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV propriedade deve ser CLASSE e as opções A, BC,
ABC, entre outros.

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64
17 INSTALAÇÕES DE PREVEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


ILUMINAÇÃO DE
17.50 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
EMERGÊNCIA
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será


IDENTIFICACAO e as propriedades devem
O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
SINALIZAÇÃO DE ser COD_EOI, DESC_EOI e SINALIZACAO.
17.60 Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
EMERGÊNCIA Em SINALIZACAO deve ser indicado o código
DESC_SERV
da placa, como por exemplo, S1, S2, entre
outros.

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


ALARME DE INCÊNDIO E
17.70 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
DETECTOR DE FUMAÇA
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


ELETRODUTOS E
17.80 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ELETROCALHAS
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

OUTROS ELEMENTOS DE O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


17.90 PREVENÇÃO E COMBATE A IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
INCÊNDIO E PÂNICO ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

18 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E SPDA

O conjunto de propriedades será


O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
IDENTIFICACAO e as propriedades devem
Definição de materiais como, por exemplo, as propriedades devem ser COD_SERV,
18.10 REDE DE DUTOS ser COD_EOI, DESC_EOI e CIRCUITO. Em Não se aplica
dutos em PEAD DESC_SERV e CONDUTOR. Em CONDUTOR deve
CIRCUITO deve ser informado o nome do
ser informado o(s) condutor(es) passante(s).
circuito

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65
18 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E SPDA

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


CAIXAS DE LIGAÇÃO, Definição de materiais como, por exemplo,
18.20 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
PASSAGEM E INSPEÇÃO caixa de passagem em PVC
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
18.30 QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
quadro de distribuição metálico
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

HASTES, CABOS DE O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
18.40 ATERRAMENTO E BARRAS IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
cabo de cobre nu
CHATAS ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
18.50 ILUMINAÇÃO IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
luminária de alumínio
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS
18.60 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ELÉTRICOS E DE SPDA
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

19 INSTALAÇÕES DE TELEMÁTICA E CFTV

O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


O conjunto de propriedades será
Definição de materiais como, por exemplo, as propriedades devem ser COD_SERV,
19.10 REDE DE DUTOS IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica
duto de alumínio DESC_SERV e CONDUTOR. Em CONDUTOR deve
ser COD_EOI e DESC_EOI
ser informado o(s) condutor(es) passante(s).

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66
19 INSTALAÇÕES DE TELEMÁTICA E CFTV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


CAIXAS DE LIGAÇÃO E Definição de materiais como, por exemplo,
19.20 IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
PASSAGEM caixa de passagem em PVC
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


Definição de materiais como, por exemplo,
19.30 QUADROS IDENTIFICACAO e as propriedades devem as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
quadro em PVC
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS DE
19.40 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
TELEMÁTICA E CFTV
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

20 TRAVESSIAS E PASSARELAS

O conjunto de propriedades será Definição de materiais como, por exemplo, O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
20.10 PASSARELAS IDENTIFICACAO e as propriedades devem passarela com superestrutura metálica ou as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI passarela pré-fabricada de concreto DESC_SERV

O conjunto de propriedades será


IDENTIFICACAO e as propriedades devem O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e
Definição de materiais como, por exemplo,
20.20 TRAVESSIAS SUBTERRÂNEAS ser COD_EOI, DESC_EOI e PASSAGEM. Em as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
passa fauna em concreto
PASSAGEM as opções devem ser: DESC_SERV
"pedestre" ou "animais"

21 EQUIPAMENTOS

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


21.10 EQUIPAMENTOS IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

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67
22 COMUNICAÇÃO VISUAL

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


22.10 PLACAS E PAINÉIS IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


OUTROS ELEMENTOS DE
22.20 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
COMUNICAÇÃO VISUAL
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

23 CADASTRO DE INTERFERÊNCIAS

O conjunto de propriedades será


INTERFERÊNCIAS
23.10 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica Não se aplica Não se aplica
SUBTERRÂNEAS
ser COD_EOI e DESC_EOI

O conjunto de propriedades será


INTERFERÊNCIAS
23.20 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica Não se aplica Não se aplica
SUPERFICIAIS
ser COD_EOI, DESC_EOI

24 DEMAIS ELEMENTOS

O conjunto de propriedades será O conjunto de propriedades será ORCAMENTO e


ELEMENTOS DE ACESSO PARA
24.10 IDENTIFICACAO e as propriedades devem Não se aplica as propriedades devem ser COD_SERV e Não se aplica
INSPEÇÃO
ser COD_EOI e DESC_EOI DESC_SERV

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68
8 REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Construção de edificação: organização


de informação da construção. Parte 2 – Estrutura para classificação. ABNT NBR ISO 12006-2,
2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Emprego de cores para identificação de


tubulações. ABNT NBR 6493, 1993.

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http://bimdictionary.com/en/building-information-modelling. Acesso em: 26 março 2018.

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Caderno de Apresentação de Projetos em BIM. [s.l.]: Governo de Santa Catarina – Secretaria de


Estado do Planejamento, 2014. Disponível em: <http://www.spg.sc.gov.br/visualizar-
biblioteca/acoes/1176-393-1/file>. Acesso em: 20/03/2018.

CATELANI, WILTON. ABNT NBR 15965. Fala BIM. Disponível em:


<http://falabim.com.br/episodio006/>. Acesso em: 12 maio 2018.

Coletânea Guias BIM ABDI-MDIC. Disponível em:


<http://www.abdi.com.br/Paginas/bim_construcao_download.aspx>. Acesso em: 26 março 2018.

Coletânea Implementação do BIM para Construtoras e Incorporadoras do CBIC. Brasília, 2016.


Disponível em: <https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSclHP41wOJ90HkZpdN-p1-
3_LTG0ZY8HTAhKLqEHCDSzI9Rug/viewform>. Acesso em: 10 março 2018.

INBEC Pós-Graduação. (2019). Conheça a dimensão 8D BIM, essencial para a prevenção de


acidentes na Construção Civil. Disponível em: https://www.inbec.com.br/blog/conheca-dimensao-
8d-bim-essencial-para-prevencao-acidentes-construcao-civil. Acesso em: 09 janeiro 2019.

Guia AsBEA Boas Práticas em BIM. [s.l.]: AsBEA, 2015. Disponível em:
<http://www.asbea.org.br/userfiles/manuais/d6005212432f590eb72e0c44f25352be.pdf>. Acesso
em: 5 maio 2018.

SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA DO PARANÁ


69
Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM, BIM Mandate – versão preliminar, São
Paulo, 2017.

Level of Development Specification. [s.l.]: BIM Forum, 2015. Disponível em: <https://bim-
international.com/wp-content/uploads/2016/03/LOD-Specification-2015.pdf.> Acesso em: 10
março 2018.

NBS BIM Toolkit. Toolkit.thenbs.com. Disponível em: <https://toolkit.thenbs.com/>. Acesso em:


10 março 2018.

Project Execution Planning Guide. 2. ed. [s.l.: s.n.], 2010. Disponível em:
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SUCCAR, B, and KASSEM, M. Building Information Modeling: Point of Adoption, CIB World
Congress, Proceedings. Acesso em: 5 abril 2018.

UNDERWOOD, JASONISIKDAG, UMIT. Handbook of research on building information modeling


and construction informatics. Nova York: Information Science Reference, 2010.

SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA DO PARANÁ


70
9 APÊNDICE 1 – TABELAS DE ORGANIZAÇÃO DA
INFORMAÇÃO

Estrutura da Organização da Informação (Revit).xlsx


Estrutura da Organização da Informação (Civil 3D).xls

SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA DO PARANÁ


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10 APÊNDICE 2 – VÍDEOS EXPLICATIVOS

1- Exemplo de Rastreabilidade em Solibri Model Checker


2- Inserindo Código BIM nos elementos em Revit
3- Inserindo Código BIM e extraindo quantitativos em materiais de elementos compostos
em Revit
4- Códigos não quantificados em Revit
5- Instalando Classification Manager em Revit
6- Configurando Classification Manager em Revit
7- Extração de quantitativos de camadas de pintura em Revit
8- Extração de acabamento de superfícies da estrutura em Revit
9- Estimando fiação em Revit
10- Modelagem de Sinalização Horizontal em Civil 3D

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