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ORIENTAÇÃO

AO TCC
(TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO)

Luci Carlos de Andrade

AULA - 1
Unidade 1.
O CONHECIMENTO CIENTÍFICO
Sumário

Unidade 1
A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO
CIENTÍFICO 5

SENSO COMUM:
CONHECIMENTO SUPERFICIAL 6

O CONHECIMENTO CIENTÍFICO:
PRINCÍPIOS E VISÃO DA REALIDADE 10

A UNIVERSIDADE E A INICIAÇÃO
CIENTÍFICA 14

Exercícios Propostos 18

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Plano de Estudos

CONTEÚDO
O conteúdo da disciplina concentra-se no estudo
teórico sobre o TCC. Apresentamos considerações
sobre o conhecimento científico e a importância
da pesquisa. Discutimos os elementos básicos que
devem constar em um processo de investigação, em
que explicitamos o conceito da pesquisa tipo Mo-
nografia, complementando com estudos explicati-
vos sobre a estrutura para elaboração do trabalho
monográfico. Faremos uso de textos e exercícios
como recursos didáticos.

COMPETÊNCIAS
Ao término desta disciplina o aluno deverá ser capaz
de compreender o processo de produção da ciência
e a importância da pesquisa nesse contexto. Deverá
também conhecer as especificidades do TCC, ou da
monografia, ampliando sua visão sobre importantes
considerações que irão servir de subsídios no mo-
mento da investigação, bem como, inteirar-se dos
aspectos que envolvem a estrutura do TCC.

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Caro(a) aluno(a),
Nesta unidade, estudaremos, inicialmente, as bases
do conhecimento do senso comum, para posterior-
mente conhecermos os princípios do conhecimento
científico e sua importância no contexto da produ-
ção da ciência e a universidade como espaço para a
construção do saber científico.

BOM ESTUDO!

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1.01.
A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO
CIENTÍFICO
Podemos considerar que toda a vida intelectual da ci-
ência tem como base o conhecimento. Pois, o homem
é um ser posto no mundo para viver a sua existên-
cia. Como ser existencial, é preciso interpretar a si e
ao mundo em que vive, atribuindo-lhes significações.
Cria, intelectualmente, representações com diversos
significados da realidade. A essas representações cha-
mamos conhecimento. (INÁCIO FILHO, 2007).
Temos, então, o conhecimento, que, dependendo
da forma pela qual se chega a essa representação por
meio de significados, pode ser, em linhas gerais, clas-
sificado em diversos tipos: mítico, ordinário, artístico,
filosófico, religioso e científico.
No entanto, as duas formas que estão mais presen-
tes e que mais interferem nas decisões da vida diária do
homem são o conhecimento do senso comum e o cientí-
fico. Por isso, são objeto para análise nessa unidade.
O homem utiliza a forma mais usual para inter-
pretar a si mesmo, o seu mundo e o universo como
um todo, produzindo e construindo interpretações sig-
nificativas, isto é, o conhecimento do senso comum,
também chamado de conhecimento ordinário, comum
ou empírico.

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1.02.
SENSO COMUM:
CONHECIMENTO SUPERFICIAL
Falemos, então, do conhecimento do senso comum.
Esse conhecimento surge como consequência da ne-
cessidade de resolver problemas imediatos, que apare-
cem na vida prática e decorrem do contato direto com
os fatos e fenômenos, que vão acontecendo no dia a
dia do homem, percebidos principalmente através da
percepção sensorial, ou das sensações humanas. Na
idade pré-histórica, observamos que o homem soube
fazer uso das cavernas para abrigar-se das intempéries
e proteger-se da ameaça dos animais selvagens. Grada-
tivamente, foi aprendendo a dominar a natureza, inven-
tando a roda, meios mais eficazes de caça e de pesca,
tais como lanças, redes e armadilhas, canoas para nave-
gar nos lagos e rios, instrumentos para o cultivo do solo
e tantos outros.
Alguns exemplos mostram a evolução histórica
do homem na busca e produção de um conhecimento
útil gerado pela necessidade de produzir soluções para
os seus problemas de sobrevivência: O carro puxado
por animais, o uso de remédios caseiros utilizando er-
vas hoje classificadas como medicinais, os instrumentos
artesanais utilizados para a construção de moradias e

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para a confecção de tecidos e do vestuário, a fabricação
de utensílios domésticos, o estabelecimento de normas
e leis que regulamentavam a convivência dos indivíduos
no grupo social.
Desse modo, o conhecimento do senso comum,
sendo resultado da necessidade de resolver os proble-
mas diários não é programado ou planejado de forma
antecipada. Ele se desenvolve, seguindo a ordem na-
tural dos acontecimentos, na medida em que a vida
acontece. Nesse tipo de conhecimento, há uma tendên-
cia de manter o sujeito que o elabora como um espec-
tador passivo da realidade, atropelado pelos fatos. É
nesse sentido, que o conhecimento do senso comum
caracteriza-se por ser elaborado de forma espontânea
e instintiva, marcas fundamentais do conhecimento do
senso comum.
O conhecimento do senso comum estabelece-se
num nível superficialmente consciencial, não tem um
aprofundamento crítico e racionalista. Ao considerá-
lo como um viver sem conhecer significa que o senso
comum, quando busca informações e elabora soluções
para os seus problemas imediatos, não apresenta e nem
especifica as razões ou fundamentos teóricos que de-
monstram ou justificam seu uso, sua confiabilidade, por
não compreender e não saber explicar as relações que
há entre os fenômenos. Observemos o que diz Inácio
Filho, sobre o conhecimento do senso comum:

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“É um conhecer e um representar a realidade tão
colado, tão solidário à própria realidade, que o ho-
mem quase não se distancia dela; é quase pura vida,
de modo que, tomado isolado do processo da vida
de quem o elaborou, resulta incôngruo, descabido,
a-lógico. É um viver sem conhecer. Isso demonstra
que esse conhecimento é, na maioria das vezes, vi-
vencial e, por isso, ametódico.” (1995, p. 46)

Então, no senso comum por ser um conhecimento


produzido de forma espontânea e instintiva, não pos-
sui métodos. Utiliza, geralmente, conhecimentos que
funcionam razoavelmente bem na solução dos proble-
mas imediatos, apesar de não se compreender ou de se
desconhecer as explicações a respeito de seu sucesso.
Assim, esses conhecimentos, pelo fato de darem cer-
to, transformam-se em convicções, em crenças que vão
sendo repassadas de um indivíduo para o outro e de
uma geração para a outra.
Um exemplo dessa verdade é o caso das ervas
medicinais para a cura de doenças. Usa-se há séculos,
mas se perguntar às pessoas que as usam, quais as pro-
priedades, que componentes químicos estão presentes
e como eles atuam no organismo, que doses devem ser
ingeridas, que possíveis efeitos colaterais podem advir,
com o seu uso indiscriminado, dificilmente se obterá
respostas. Apenas, sabem que faz bem, mas não sabem
o porquê. Somente, se alguém tiver obtido alguma in-

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formação de fonte científica, sabe dizer por que as er-
vas medicinais curam.
Geralmente, as pessoas conhecem apenas os efei-
tos benéficos do seu uso. No caso, da plantação se-
guindo as fases da lua, em que se mantém a tradição
e somente informações pertinentes ao seu uso, com
base unicamente na percepção sensorial do homem,
sem fundamentação científica. Muitos outros exemplos
poderiam ser citados caracterizando o senso comum
como conhecimento baseado principalmente na intui-
ção das pessoas.
Desse modo, a objetividade no conhecimento do
senso comum é muito superficial e limitada, pois está
demasiadamente preso à vivência, à ação e à percepção
orientadas apenas pelo interesse prático imediatista e
pelas crenças pessoais. Nessa perspectiva, os aspectos
da realidade ou dos fatos que não se enquadram den-
tro desse enfoque de interesse inteiramente utilitário, na
maioria das vezes são excluídos, acarretando uma visão
fragmentada e, até distorcida da realidade. Agora, conhe-
ceremos as bases em que se ancoram o conhecimento
científico e os princípios que diferem do senso comum.

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1.03.
O CONHECIMENTO CIENTÍFICO:
PRINCÍPIOS E VISÃO DA REALIDADE
Com a necessidade do homem assumir uma posição
mais ativa em relação aos fenômenos, com um poder
maior de ação sobre os mesmos, surge o conhecimento
científico, que capacita o homem no uso da sua racio-
nalidade, propondo uma forma sistemática, metódica e
crítica na função de desvelar o mundo e os fenômenos,
compreendê-los, explicá-los e dominá-los.
A necessidade, então, de compreender a cadeia de
relações que se esconde por trás das aparências sen-
síveis dos objetos, fatos ou fenômenos, captadas pela
percepção sensorial e analisadas de forma superficial,
subjetiva e a crítica pelo senso comum, impulsiona o
homem a produzir ciência. O produzir ciência signifi-
ca ir além da realidade imediatamente percebida para
descobrir os princípios explicativos que servem de base
para a compreensão da organização, classificação e or-
denação da natureza, na qual o homem está inserido.
Os princípios explicativos, ou a teoria sustentam e ca-
racterizam o conhecimento científico somadas à orga-
nização ou classificação (INÁCIO FILHO, 2007).
Mediante tais princípios a realidade passa a ser
percebida sob a luz da ciência não mais de forma de-

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sordenada, esfacelada ou fragmentada, como ocorre no
senso comum. Sob as bases de um critério orientador,
de um princípio explicativo fundamenta-se a compreen-
são do tipo de relação que se estabelece entre os fatos,
coisas e fenômenos, integrando a visão de mundo. As-
sim, o conhecimento científico expressa-se sob a forma
de enunciados e tratados que explicam as condições e
as determinações da ocorrência dos fatos e dos fenô-
menos relacionados a um problema, evidenciando os
esquemas e sistemas de dependência que existem entre
suas propriedades (LAKATOS E MARCONI, 2003).

1.03.1.
INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

Através da investigação científica temos o conhecimen-


to científico. Além de buscar soluções para problemas
de ordem prática da vida diária, marcas do conhecimen-
to do senso comum, busca também explicações siste-
máticas que possam ser testadas e criticadas através de
provas empíricas, ou seja, através de experiências palpá-
veis e de princípios explicativos. A investigação científi-
ca procura alcançar um conhecimento seguro, por meio
de um problema de investigação, ou das experiências
e crenças do senso comum, cujos fatos ou fenômenos
podem estar além da experiência vivencial imediata.

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Quando se percebe que os conhecimentos exis-
tentes que têm origem nas crenças do senso comum,
das religiões ou da mitologia, ou das teorias filosóficas
ou científicas, são insuficientes e impotentes para ex-
plicar os problemas e as dúvidas que surgem, aparece a
investigação científica. Ao reconhecer a ineficácia dos
conhecimentos existentes, que não respondem com
consistência aos questionamentos levantados, ocorre a
investigação científica como meio de construir um sa-
ber estruturado, criterioso e metódico, pautado em fun-
damentações teóricas.
É quando reconhecemos as limitações existentes
no saber já estabelecido e verificamos a necessidade de
encontarar respostas que possam esclarecer e propor-
cionar a compreensão de uma dúvida. Dessa forma, se-
gundo Lakatos e Marconi (2003) iniciar uma investiga-
ção científica é reconhecer a crise de um conhecimento
já existente com o objetivo de tentar modificá-lo, am-
pliá-lo ou substituí-lo, criando um novo conhecimento
que responda à questão proposta.
A dúvida ou questão, ainda sem resposta, é por-
tanto o marco inicial da investigação científica, em que
se reconhece no conhecimento existente a insuficiên-
cia ou meio inadequado para esclarecer uma dúvida. O
conhecimento científico, ao pretender construir uma
resposta segura e viável para responder às dúvidas exis-
tentes, propõe-se atingir o ideal da racionalidade e o
ideal da objetividade.

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O conhecimento científico propõe um encadea-
mento de enunciados que tendem necessariamente a
ser coerentes entre si em um processo lógico e racional.
Ligando o pensamento com a realidade, na busca de
uma correspondência desses enunciados com a realida-
de dos fenômenos. O conhecimento científico é o pro-
duto, o resultado desse encadeamento (MOLES, 1971).

1.03.2.
CONHECIMENTO CIENTÍFICO:
FUNDAMENTOS SÓLIDOS

A base da ciência é a ligação da teoria com os dados


empíricos (ou pesquisa de campo), como mecanismos
utilizados para justificar a aceitabilidade de uma teo-
ria, o que não garante a objetividade do conhecimento
científico. Embora, a ciência trabalhe com dados e pro-
vas fatuais, está também sujeita a erros de interpretação
dessas provas. Pois, a ideologia, a visão de mundo, a
sua formação, os elementos culturais e o momento his-
tórico sempre influenciam o cientista, o investigador,
quando nas suas buscas por explicações.
No conhecimento científico, a teoria é o marco
teórico da investigação, proporcionando uma solidifi-
cação para a pesquisa e um sentido único, consensual
e universal. Os conceitos definidos através das bases

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teóricas transformam-se em construtos, ou seja, em
conceitos com significação única construídos conven-
cionalmente e aceitos universalmente pela comunidade
científica (LAKATOS E MARCONI, 2003).
O fazer científico é ancorado no que se denomina
de método científico, que é o conjunto de procedimen-
tos, geralmente não padronizados que serão utilizados
pelo investigador, cujas orientações pautadas por pos-
turas e atitudes críticas devem ser adequados à natureza
de cada problema investigado. A estruturação metodo-
lógica de uma pesquisa, ou o método escolhido para a
investigação irá proporcionar rigor e cientificidade na
fundamentação da pesquisa garantindo solidez a pes-
quisa empírica, em consonância com a teoria.

1.04.
A UNIVERSIDADE E A INICIAÇÃO CIENTÍFICA

Em pesquisas recentes, têm-se observado um baixo ní-


vel intelectual dos ingressantes nas Instituições de En-
sino Superior. Assim, a questão da Iniciação Científica,
ou o início do processo de pesquisar para acadêmicos
que adentram no curso superior fica complicada quan-
do se depara com um público que mal sabe ler e escre-
ver, que mal consegue entender o conteúdo de artigos

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de jornal, ou mesmo o significado de termos corriquei-
ros, vem-nos a seguinte pergunta: é possível promover
a iniciação científica nos cursos de graduação (licencia-
tura e bacharelado)? (INÁCIO FILHO, 2007)
Considerando que todo saber é histórico, ao lem-
brarmos que o que os gregos produziram era reflexo
de seu tempo e de sua cultura, assim ocorreu com os
romanos e quaisquer outros povos. Essa historicidade
na verdade valida o aspecto de cientificidade do conhe-
cimento, pois nos permite observar que sempre o saber
está ligado a realidade objetiva.
E embora, a ciência seja considerada moderna, a
universidade é uma instituição criada no período me-
dieval para atender às necessidades da sociedade feudal.
Foi se adequando, mais tarde, às necessidades do mun-
do burguês, introduzindo a pesquisa empírica, tornan-
do-se um centro de pesquisa desde então.
A universidade é considerada o lócus para a pro-
dução da ciência. É o espaço que promove a incursão
do acadêmico no campo da pesquisa. A produção do
conhecimento científico dá-se a partir das necessidades
e problemas emergentes da sociedade, que carecem de
respostas e soluções em todas as áreas. O saber, ou o
conhecimento científico, é assim construído no sentido
de atender aos desafios e apelos do mundo atual, e os
projetos de Iniciação Científica nas universidades são
os primeiros passos em direção a instrumentalização do
acadêmico para os caminhos da pesquisa.

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Quando falamos da universidade brasileira ob-
servamos que não possui tanta história, mas apesar de
ser uma instituição recente, esteve integrada na luta pela
conquista ou consolidação de uma sociedade moderna.
Teve influência na construção e consolidação da de-
mocracia, no entanto é atingida pela crise do modelo
econômico, base de seu financiamento. Além do mais,
a sua produção ainda está voltada para responder a an-
tigos desafios, alguns até superados.
Para Inácio Filho (2007) é preciso repensar o papel
da universidade no contexto da pesquisa, como campo
de produção da ciência. Torna-se necessário estimular
a avaliação de projetos que contemplem a intervenção
na realidade, no atendimento a problemas reais e atu-
ais. Trabalhar técnicas de redação, normas científicas.
Estimular a elaboração de planos de estudos e de diag-
nósticos através da mensuração estatística, da situação
estudada e utilizar metodologias alternativas, como pes-
quisa-ação, pesquisa-participante.
Assim, verifica-se que a principal mudança no
que se refere a iniciação científica na graduação diz res-
peito ao professor. A própria vivência do professor na
pesquisa contribui para estimular os iniciantes. É preci-
so começar e envolver outros professores e alunos, do
próprio curso e depois de outros cursos e departamen-
tos, institutos ou faculdades.
Nos cursos de graduação em ciências humanas
especificamente, sejam licenciaturas ou bacharelados,

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existe a possibilidade de realizar pesquisa bibliográfi-
ca, quando se trata da iniciação à pesquisa do aluno de
graduação, o que não exige custos elevados nem finan-
ciamento externo. É importante dizer que nada subs-
titui a pesquisa quando se trata de iniciação científica
na graduação. “Considerado isto, de pouco ou de nada
adianta ter uma disciplina denominada metodologia
científica ou métodos e técnicas de pesquisa ou qual-
quer outro nome, se os professores de graduação não
realizam pesquisa” (INÁCIO FILHO, 2007, p. 48).
O exercício da pesquisa inicia-se fundamentalmen-
te na graduação e deve continuadamente percorrer tra-
jetória no decorrer da formação do aluno. A busca, a
investigação é um processo e deve estar engajada nos
anseios e nos interesses do pesquisador. A vivência nos
caminhos da pesquisa pode promover tanto nos alu-
nos de graduação quanto de especialização, o gosto pela
atividade de pesquisar, o que demanda principalmente,
disciplina, estudo e persistência na busca em prol da
produção da ciência para o bem da humanidade.

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Exercícios Propostos

1. Em sua opinião, como poderíamos definir o conhe-


cimento do senso comum?

2. Observe o trecho: “o senso comum, quando busca


informações e elabora soluções para os seus problemas
imediatos, não apresenta e nem especifica as razões ou
fundamentos teóricos que demonstram ou justificam seu
uso, sua confiabilidade...” Inácio Filho (2007) comple-
menta esta questão. Esclareça o pensamento do autor.

3. Comente sobre a importância da Iniciação Científica


para o futuro pesquisador.

4. Para Inácio Filho (2007) é preciso repensar o papel


da universidade no contexto da pesquisa, como cam-
po de produção da ciência. Comente esta afirmação de
acordo com a sua opinião.

5. Aponte a base fundamental do conhecimento científi-


co, que o diferencia do conhecimento do senso comum.

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