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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

DEPARTAMENTO DE FÍSICA
FÍSICA EXPERIMENTAL I

Movimento Uniformemente Variado

Lameque Maciel Santos Filho - 20190174114

João Pessoa - PB
Março de 2020
SUMÁRIO SUMÁRIO

Sumário
1 Objetivos 3

2 Fundamentação Teórica 4

3 Material Utilizado 5

4 Procedimento Experimental 6

5 Resultados 7

6 Conclusões 8

7 Questionário 9

8 Anexo 12

Lameque Maciel Santos Filho - 20190174114


1 OBJETIVOS

1 Objetivos
O obejtivo desse experimento é a determinação do movimento de um corpo esférico
sobre um plano inclinado, sendo tal inclinação dada em dois níveis. Dessa forma, para
efetivarmos o estudo acerca do referido movimento, faz-se necessário conhecermos a taxa
de variação espacial do corpo com relativa ao tempo. Isto é, faz-se necessário conhecermos
a valocidade. Da mesma forma, devemos, pois, determinar a taxa de variação da valoci-
dade relativa ao tempo, a aceleração do corpo. A partir dos dados obtidos, determinar
graficamente o movimento da esfera.

Lameque Maciel Santos Filho - 20190174114


2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2 Fundamentação Teórica
Considere um corpo qualquer e o imagine movimentando-se em uma superfíce igual-
mente aleatória. Ora, a tal fenômeno fundamental (digo fundamental por podermos con-
siderar nosso caminhar contidiano como exemplo, por excesso de familiaridade) associa-se
uma determinada propriedade física dita velocidade. Em outras palavras, definimos velo-
cidade como sendo a variação espacial de um dado corpo com relação ao fluxo temporal.
O equivalente matemático, isto é, a equação que expressa tal definição é
dx
v= (1)
dt
Podemos, ainda, utilizarmos a velocidade média de um dado movimento:
∆x
vm = (2)
∆t
Agora, ao observarmos que, assim como há variação espacial, nossa recém mencionada
velocidade varia com o tempo, somos instigados a definir uma outra propriedade física
(não menos fundamental que a primeira). A esta, dar-se o nome de aceleração! A fim de
mantermos a formalidade, a seguir, uma definição matemática.
dv
a= (3)
dt
E, de um modo mais pragmático,
∆v
am = (4)
∆t
No etanto, podemos perceber na natureza movimentos cujas variações da aceleração
são tão pequenas que nos é possível desprezá-las e exprimir o valor da referida propriedade
como sendo constante, uma aceleração constante. Dessa forma, a valocidade atribuida a
tal movimento é dita uniformemente variável e pode ser expressa pela função

v = vi + at (5)
A equação 2 pode, ainda, ser reescrita da forma
1
vm = (v + vi ) (6)
2
e usando 5 na 6, tem-se

at2
x = vi t + (7)
2

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3 MATERIAL UTILIZADO

3 Material Utilizado
Na realização do experimento, fez-se uso dos seguintes materias:
1-dois canos de alumínio, para a formação do caminho percorrido pela esfera;
2-uma esfera de aço inox;
3-uma pequena tábua de apoio, utilizada para gerar as diferentes inclinações;
4-cronômetro;
5-trena.

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4 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

4 Procedimento Experimental
1-Utilizando o trilho formado pelos canos e o aparato de apoio, gera-se um caminho
de inclinação θi cuja altura é H1 e o comprimento é L;

2-Dividimos o seguimento em cinco partes iguais utilizando marcações. Dessa forma,


medimos o fluxo temporal no qual a esfera desliza até cada uma das marcas, partindo do
repouso;
3-Utilizar um aparato para filmar o moviento e, dessarte, poder comparar o tempo medido
no cronômetro com o filme adquirido. Façamos tal procedimento dez vezes e computamos
os resultados;
4-Agora, mudamos a inclinação θ1 para uma θ2 , com altura H2 . Por conseguinte, repeti-
mos os procedimentos já mencionados.

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5 RESULTADOS

5 Resultados

Tabela 1: Dados
Comprimento(cm)
L 100,00
H1 100,1
H2 100,2

Tabela 2: Instantes de Tempo(medidas com o cronômetro)


Altura x(cm) t1 (s) t2 (s) t3 (s) t4 (s) t5 (s)
20,00 3,20 2,57 3,58 3,91 3,38
40,00 4,61 5,95 5,58 5,43 5,49
H1 60,00 5,68 7,37 7,00 6,73 7,38
80,00 6,66 9,15 8,84 8,73 7,93
100,00 7,46 9,97 10,30 10,54 9,70

Tabela 3: Instantes de Tempo(medidas com o cronômetro)


Altura x(cm) t6 (s) t7 (s) t8 (s) t9 (s) t10 (s)
20,00 4,52 4,21 4,33 3,35 4,81
40,00 4,77 4,80 4,80 5,10 5,44
H1 60,00 7,14 7,99 7,81 7,83 8,05
80,00 8,33 8,59 8,52 9,33 8,59
100,00 10,33 8,92 10,67 9,73 9,96

Tabela 4: Instantes de Tempo(medidas com o cronômetro)


Altura x(cm) t1 (s) t2 (s) t3 (s) t4 (s) t5 (s)
20,00 2,23 1,56 1,79 2,10 1,50
40,00 2,09 1,89 2,08 2,60 2,35
H2 60,00 2,96 2,88 3,01 2,80 2,62
80,00 3,48 3,41 3,10 3,31 3,51
100,00 3,68 3,81 3,47 3,68 3,61

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5 RESULTADOS

Tabela 5: Instantes de Tempo(medidas com o cronômetro)


Altura x(cm) t6 (s) t7 (s) t8 (s) t9 (s) t10 (s)
20,00 1,75 1,49 1,42 1,72 1,62
40,00 2,20 1,87 2,53 2,11 2,05
H2 60,00 2,91 2,82 2,69 2,92 3,03
80,00 3,40 3,56 3,52 3,12 3,25
100,00 3,80 3,85 3,60 4,09 3,57

Tabela 6: Tempo Médio -H1


x(cm) tm (s)
20,00 3,77±0, 66
40,00 5,21±0, 42
60,00 7,31±0, 68
80,00 8,47±0, 71
100,00 9,76±0, 9

Tabela 7: Tempo Médio -H2


x(cm) tm (s)
20,00 1,72±0, 25
40,00 2,21±0, 23
60,00 2,86±0, 13
80,00 3,34±0, 16
100,00 3,72±0, 17

Tabela 8: Medidas com o vídeo


Altura x(cm) t(s)
20,00 3,56
40,00 4,87
H1 60,00 6,78
80,00 7,66
100,00 8,46

Tabela 9: Medidas com o vídeo


Altura x(cm) t(s)
20,00 1,40
40,00 2,61
H2 60,00 2,88
80,00 3,25
100,00 3,46

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6 CONCLUSÕES

6 Conclusões
De acordo com o experimento realizado, observamos como a aceleração da esfera de-
pende da inclinação da superfíce. Ao considerarmos um ângulo θ2 > θ1 , percebe-se que
a2 > a1 . Com auxilio do programa (avidemux) conseguimos melhorar a precisão da
medição e determinar o desvio e tempo de resposta do observador.

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7 QUESTIONÁRIO

7 Questionário
1-Construa o gráfico da posição versus tempo. Ajustar a melhor curva entre os pontos
experimentais.
Ver figura 8 em anexo.
2-Construa o gráfico da posição versus o quadrado do tempo. Ajustar a melhor curva
entre os pontos experimentais e determinar a função que melhor descreve o movimento
ivestigado.
Ver figura 8 em anexo.
3-Determinar as funções do deslocamento e da velocidade que descrevem o movimento
investigado experimentalmente. Calcule os valores da aceleração e da velocidade usando
estas equações.
A aceleração, obtida pela fórmula que consta na folha de referência dada em labora-
tório, para θ1 é a1 = 0, 41m/s2 e para θ2 é a1 = 1, 07m/s2 .
4-Calcule o erro percentual entre o valor teóricoe e o obtido experimentalmente (pelo
gráfico).
O erro percentual obtido foi de 3,47 porcento.
5-Qual o significado físico da tangente de qualquer ponto da curva do gráfico x versus t?
Ao considerarmos uma reta tangente à uma curva, queremos obter uma análise pontual
do fenômeno em vista. Dessa forma, como já foi dito na fundamentação teórica, uma
tangente referente à um gráfico x versus t significa, fisicamente, velocidade instantânea.
6-Qual o significado físico da tangente do gráfico v versus t? Qual o significado físico
da área sobre a curva? Fisicamente, a tangente do gráfico v versus t significa aceleração
instantânea. Isto é, a taxa de variação da velocidade com relação ao tempo. A área
sobre a curva refere-se ao espaço percorrido. Ou seja, a integral da função velocidade.
OBSERVAÇÃO: Para mais informações, consultar fundamentação teórica.
7-O ângulo de inclinação influencia o valor da aceleração do objeto? Explique.
Sim. Quanto maior o ângulo de inclinação, maior será a influência da força gravitaci-
onal no movimento da esfera. Assim, maior será a aceleração desse corpo.
8-O que pode contribuir para os erros de medição?
Devido a imprecisão dos instrumentos e, ademais, levando em consideração o tempo de
reação do observador, os erros atribuídos às medidas são relevantes. Assim, é importante
a utilização de métodos para reduzir tais erros.
9-Utilizando as funções horárias do deslocamento e da velocidade, deduza a expressão
conhecida como equação de Torricelli.
Da equação 5, temos que
v − vi
t=
a
que substituindo na equação 7 nos permite as devidas manipulações
at2
x = xi + v i t +
2
v − vi a v − vi 2
∆x = vi ( )+ ( )
a 2 a
vi v − vi2 a (v − vi )2
= +
a 2 a2
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7 QUESTIONÁRIO

vi v − vi2 1
+ (v 2 − 2vvi + vi2 )
a 2a
2vi v − 2vi2 1 2
2∆x = + (v − 2vvi + vi2 )
a a
(2vi v − 2vi + v − 2vvi + vi2 )
2 2
=
a
v − vi2
2
=
a
e obtermos
v 2 = vi2 + 2a∆x
que é a equação de Torricelli.

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8 ANEXO

8 Anexo

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