Você está na página 1de 17

UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNIDERP

SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA


PEDAGOGIA

CAROLINE DE OLIVEIRA LIMA AMORIM

RELATÓRIO DO
ESTÁGIO EM PEDAGOGIA II – ANOS INICIAIS DO ENSINO
FUNDAMENTAL

Jundiai
2020
CAROLINE DE OLIVEIRA LIMA AMORIM

RELATÓRIO DO
ESTÁGIO EM PEDAGOGIA II – ANOS INICIAIS DO ENSINO
FUNDAMENTAL

Relatório apresentado à Universidade


Anhanguera Uniderp, como requisito parcial
para o aproveitamento da disciplina de Estágio
em Ensino Fundamental – Anos Iniciais do
Curso de Pedagogia.

Jundiai
2020
SUMÁRIO

1 LEITURAS OBRIGATÓRIAS..................................................................................7
2 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP).........................................................9
3 ATUAÇÃO DO PROFESSOR E SUA INTER-RELAÇÃO COM A EQUIPE
ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA...................................................................11
4 ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS DA
BNCC....................................................................................................................12
5 CONHECER METODOLOGIAS ATIVAS COM USO DE TECNOLOGIAS
DIGITAIS...............................................................................................................14
6 PLANOS DE AULA...............................................................................................15
CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................................18
REFERÊNCIAS...........................................................................................................19
6

INTRODUÇÃO

O objetivo deste trabalho é tem a intenção de mostrar uma pouco da minhas


experiencias do estágio ensino fundamental – anos iniciais, mostrando na prática
tudo que aprendi na teoria.
No estágio, é onde temos a oportunidade de vivenciar, tudo o que
aprendemos no curso de pedagogia, como planejar uma aula conforme a realidade
do aluno, refletir sobre nossas práticas e aprender as formas de agir em todo
contexto escolar.
7

1 LEITURAS OBRIGATÓRIAS

Podemos ver interdisciplinaridade como um movimento contemporâneo


presente nas dimensões da epistemologia e da pedagogia, que vem marcando o
rompimento com uma visão cartesiana e mecanicista de mundo e de educação e, ao
mesmo tempo, assumindo uma concepção mais integradora, dialética e totalizadora
na construção do conhecimento e da prática pedagógica. Inicialmente, faz-se uma
breve apresentação da origem histórica desse movimento, discutem-se aspectos de
sua conceituação e suas implicações no campo das diferentes ciências
contemporâneas para então apresentar a interdisciplinaridade como um importante
fenômeno de articulação do processo de ensino e aprendizagem. A argumentação
apresentada no texto busca destacar que o movimento da interdisciplinaridade pode
transformar profundamente a qualidade da educação escolar por intermédio de seus
processos de ensino. As abordagens teóricas apresentadas pelos vários autores vão
deixando claro que o pensamento e as práticas interdisciplinares, tanto nas ciências
em geral quanto na educação, não põem em xeque a dimensão disciplinar do
conhecimento em suas etapas de investigação, produção e socialização. O que se
propõe é uma profunda revisão de pensamento, que deve caminhar no sentido da
intensificação do diálogo, das trocas, da integração conceitual e metodológica nos
diferentes campos do saber. A necessidade da interdisciplinaridade na produção e
na socialização do conhecimento no campo educativo vem sendo discutida por
vários autores, principalmente por aqueles que pesquisam as teorias curriculares e
as epistemologias pedagógicas. De modo geral, a literatura sobre esse tema mostra
que existe pelo menos uma posição consensual quanto ao sentido e à finalidade da
interdisciplinaridade: ela busca responder à necessidade de superação da visão
fragmentada nos processos de produção e socialização do conhecimento. Trata-se
de um movimento que caminha para novas formas de organização do conhecimento
ou para um novo sistema de sua produção, difusão e transferência, como propõem
Michael Gibbons e outros (1997).
Sabemos que práticas antigas sozinhas não satisfazem mais o desenvolvimento do
aprendizado, pois a mente do aluno não é como um HD de computador, em que
cada saber fica armazenado e quando ele precisa acessa o dado necessário. Esse
pensamento é reforçado pelos estudos de Moacir Gadotti, quando este afirma que “a
interdisciplinaridade (...) surge na metade do século passado, em resposta a uma
8

necessidade verificada principalmente nos campos das Ciências Humanas e da


Educação: superar a fragmentação e o caráter de especialização do conhecimento,
causados por uma epistemologia de tendência positivista em cujas raízes estão o
empirismo, o naturalismo e o mecanicismo científico do início da modernidade”. O
mundo conectado à internet, à rede de idéias, traz para a sala de aula a urgência da
comunicação interdisciplinar. Aluno x professor x escola e família fazem parte desse
aglomerado de novidades e precisam participar desse processo complexo de
trabalho para aproximar a criança da realidade que vem sendo estudada hoje em
dia. Para acompanhar a nova visão que surge, as escolas precisam quebrar
paradigmas e unir pontos benéficos do ensino tradicional a essa idéia da construção
do saber a partir da integração das partes.
Podemos juntar arte com matemática onde podemos trabalhar em
conjunto passando os conceitos de geometria e pintura onde o aluno passa
ver ponto de fuga, figuras tridimensionais, confeccionar sólidos geométricos.
Também junto à língua portuguesa trabalhar um texto informativo onde se
possa explicar formas geométricas junto à ortografia e a descoberta de
conceitos e palavras. Contudo posso concluir que a interdisciplinaridade e
uma peça fundamental no processo de ensino aprendizagem onde o aluno
aprende diversos conceitos trabalhados em diversas diciplinas com um
mesmo assunto sem se tornar repetitivo e cansativo, o professor necessita
ser versátil e trabalhar de diversas maneiras a fim de alcançar o melhor
resultado
9

2 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)

1. O que é o PPP e qual a importância desse documento para o


ambiente escolar?
O Projeto Politico Pedagógico é um documento obrigatório para as escolas, nele
contém todas as metas, objetivos e os meios que serão usados para concretiza-los.
Por isso se torna essencial para nortear as ações da escola e envolve não apenas
os professores e a equipe pedagógica, mas também os aluno, suas famílias e a
comunidade escolar.
A partir do nome é possível entender melhor os temas que devem ser abordados no
documento:
Projeto: É um conjunto de propostas de ações concretas que serão executadas em
determinado período de tempo.
Político: A escola tem função social de formar cidadãos responsáveis, críticos, e
conscientes que irão atuar na sociedade de forma individual e coletiva.
Pedagógico: No PPP, esta palavra está relacionada a todos os projetos e atividades
educacionais que farão parte dos processos de ensino e aprendizagem da escola.
O Projeto Politico Pedagógico é feito para orientar o trabalho durante o ano letivo e,
por isso, deve ser um documento formal, mas ao mesmo tempo acessível a todas as
pessoas envolvidas na comunidade escolar.

2. como as competências gerais da Educação Básica se inter-


relacionam com o PPP?
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo que define
as aprendizagens essenciais que todos os alunos devem se apropriar na educação
básica. Sendo assim, todas as escolas devem organizar seu currículo a partir desse
documento. Com base na leitura que você realizou, As competências gerais serão
trabalhadas em cada uma das áreas de conhecimentos e contribuídas por
habilidades desenvolvidas a partir de atividades em sala de aula. Neste sentido, o
material didático utilizado na escola está em constante atualização para atender o
que prescreve a BNCC. Para incorporar as propostas da BNCC ao Projeto Politico
Pedagogico é necessário identificar quais são as competências que devem ser
10

desenvolvidas, considerando também a atuação que a escola já tem dentro desses


campos de desenvolvimento.

3. A avaliação da aprendizagem é um elemento crucial no processo


de ensino e de aprendizagem, visto que oportuniza indícios dos
avanços escolares e dos pontos que precisam ser aperfeiçoados.
Com base na leitura que você realizou do PPP, de que modo a
escola apresenta o processo de avaliação?
As atividades avaliativas do educando deverão ser adequadas à faixa etária e ao
período em que estiver matriculado.
Objetivando uma avaliação contínua, a criança será constantemente acompanhada,
orientada, mediante registros e comunicação quanto ao desenvolvimento do
processo educativo.
A avaliação basear – se à dois pressupostos:
Observação atenta e criteriosa sobre as manifestações de cada criança.
Reflexão sobre o significado dessas manifestações de acordo com o
desenvolvimento do educando.
De acordo com a Proposta Pedagógica da escola, cada criança da educação infantil
ao primeiro ano do ensino fundamental – anos iniciais terá ao final de cada etapa
letiva uma ficha de avaliação e do Direito de Aprendizagem e Desenvolvimento, na
qual contarão conceitos/habilidades referentes aos Campos de Experiencias e
Componentes Curriculares propostas pela BNCC.
11

3 ATUAÇÃO DO PROFESSOR E SUA INTER-RELAÇÃO COM A EQUIPE


ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA

1) A BNCC é um documento que regulamenta as aprendizagens essenciais a


serem trabalhadas nas escolas públicas e privadas para garantir os direitos
de aprendizagem e desenvolvimento aos alunos. Quais os principais desafios
da 8 atuação do professor nos anos iniciais do Ensino Fundamental a partir
das regulamentações apresentadas na BNCC?
O BNCC sigla para Base Nacional Comum Curricular, é de fato muito importante
para o desenvolvimento da educação no Brasil e por esse motivo é deveras
importante de ser montada com a maior cautela possível.
A maior dificuldade enfrentada na atualidade do professor ao lidar com alunos nos
anos iniciais do ensino fundamental é justamente lidar com alunos que muitas vezes
entendem mais de tecnologia que o próprio professor. O professor como tutor deve
explorar além da interdisciplinaridade, todos os recursos tecnológicos possíveis para
explorar ao máximo o aprendizado do aluno.

2) Exemplifique de que maneira a equipe pedagógica poderá orientar o


professor tendo como referência a utilização do Projeto Político Pedagógico e
da Proposta Curricular.
A equipe pedagógica pode orientar o professor na execução do projeto pedagógico
de modo que muitas vezes há uma adaptação na execução de tarefas escolares
dado à inclusão de novas emendas pedagógicas, por isso, a equipe pedagógica é
importante para instruir os professores quanto à essas mudanças e como agir.

3) No que se refere às atribuições da equipe administrativa, descreva a importância


da relação da direção com a equipe pedagógica para a qualidade dos processos
educativos no contexto escolar.
A equipe administrativa lida com dados, dentre tomar conhecimento à respeito de
mudanças e o gerenciamento da execução de tarefas dos diferentes membros da
equipe escolar. Desta forma é importante que ambas as partes estejam em
conformidade, no sentido de gerar melhores experiências aos próprios alunos e a
comunidade
12

4 A ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS DA


BNCC

A partir da leitura do texto, você deverá responder às questões listadas a seguir:

1. Como podemos entender o termo Transversalidade?


A Transversalidade diz a respeito à possibilidade desse instituir, na pratica
educativa, uma analogia entre aprender conhecimentos teoricamente sistematizados
(aprender sobre a realidade) e as questões da vida. A transversalidade é entendida
como uma forma de organizar o trabalho didático pedagógico em que temas, eixos
temáticos são integrados as disciplinas.

2. Qual a importância de se trabalhar com os TCTs na escola?


Os Temas Contemporâneos Transversais (TCT’s) é uma busca pela melhoria da
aprendizagem, espera – se aumentar o interesse dos estudantes durante o processo
de relevância desses temas no seu desenvolvimento como cidadão.

3. Dos TCTs listados, quais podem ser trabalhados de forma transversal no seu
curso de graduação?
Na Pedagogia, tanto no ensino infantil quanto no ensino fundamental – anos iniciais,
podemos trabalhar com:
Meio – Ambiente: Conscientizar as crianças sobre a importância da preservação do
meio ambiente para manter o equilíbrio natural do planeta. Explicar a identificar as
diferentes espécies de animais e vegetais. Falar sobre as principais causas para o
desiquilíbrio e problemas ambientais da atualidade.
Saúde: Explicar os princípios de uma alimentação saudável, incluindo origens e
funções dos alimentos. Informar sobre a importância da alimentação durante a
infância que contribui para o crescimento e desenvolvimento. Falar sobre hábitos e
práticas de higiene, incentivando – as a conhecer e a cuidar do próprio corpo,
levando – os a entender que a boa saúde está relacionada a higiene.
13

4. O Guia apresenta uma metodologia de trabalho para o desenvolvimento dos


TCTs, baseado em quatro pilares. Quais são estes pilares? Comente sua
perspectiva sobre essa metodologia.
Os quatro pilares do TCT’s, são:
I – Problematização da realidade e das situações de aprendizagem;
II – Superação da concepção fragmentada do conhecimento para uma visão
sistêmica;
III – Integração das habilidades e competências curriculares é a solução de
problemas;
IV – Promoção de um processo educativo e continuado do conhecimento como uma
construção coletiva.
Esses pilares são fundamentais que os currículos escolares sejam colocados de
forma mais eficaz dentro da sala de aula na medida em que possa possibilitar
melhor aproveitamento por parte do professor
14

1 CONHECER METODOLOGIAS ATIVAS COM USO DE TECNOLOGIAS


DIGITAIS

Diante do impasse pelo qual a educação formal vem passando em função das
diversas mudanças na sociedade, queremos alunos mais proativos no ambiente
escolar, que se envolvam nas atividades curriculares.
Barbel (2011) afirma que a curiosidade e, por consequência, engajamento do
aluno se da à medida que este tem a liberdade de, durante a teorização do conteúdo,
trazer elementos novos ainda não considerados pelo professor.
A evasão escolar é um quadro preocupante, o abandono da sala de aula deve ser
combatido com eficácia. As principais causas das evasões são:
 Falta de interesse dos alunos e até de seus pais em relação à escola.
 Falta de investimento escolar
 Necessidade de trabalhar e aumentar a renda familiar.
É importante reavaliar a metodologia e a proposta pedagógica da escola,
pesquisar perguntar o que os alunos têm a dizer sobre o currículo? Se as aulas e
atividades estão agregando o conhecimento esperado, se estão despertando seu
interesse e sua curiosidade.
É preciso dar voz e ouvir o corpo estudantil e buscar junto à eles maneiras de tornar
a disciplinas mais atraentes, para garantir que nossos alunos possam aplica – las e
relaciona – las a sua realidade.
Empregar a tecnologia, é bom lembrar que a tecnologia não é um fim e sim um
caminho para chegar até o objetivo. Esse recurso pode canalizar a atenção e a
curiosidade para determinados assuntos.
A realização de projetos interdisciplinares também é válido, é necessário que o
educando perceba uma conexão real entre o que aprende e o contexto em qual vive.
As crianças possuem suas próprias culturas, então significa que as crianças não
podem ser entendidas como produtos da sociedade, ou seja, como seres que são
construídos pelas relações sociais e que, por isso mesmo, produzem as formas sociais
de viver, também dão sentido às coisas da vida. Ao invés de simplesmente
compreendermos a criança como alguém que é construída pelas relações em
sociedade, o conceito de culturas infantis nos permite compreender a criança como
alguém que, além de ser construída, também constrói suas próprias relações.
15

5 PLANOS DE AULA
PLANO DE AULA– I
VIDA DE FORMIGA

Disciplina: Ciências
Série: 1º ano
Período: Vespertino
Conteúdo: Formigas e organização de tarefas.
Objetivos: Conhecer a rotina de um formigueiro e sua organização social.
Promover o contato o procedimento cientifico por meio da pesquisa e da
observação.
Tempo estimado: um mês.
Material necessário: Livros, jornais, revistas, fotografias, ilustrações e DVDs sobre
formigas, três potes com tampas furadas com agulha e duas mangueiras plásticas
transparentes, algodão, água, açúcar, um formigueiro pequeno, folhas e flores.
Desenvolvimento: 1º etapa – visitar um jardim para que os pequenos observem as
formigas e contem o que sabem sobre elas. Com base no que for dito, levante
outras questões sobre a rotina desses animais. Use a agenda para registrar, a partir
de então, as observações das crianças.
2 º etapa – reorganize o formigueiro: com mangueiras, conecte os potes entre si, em
linha reta, no do centro ponha o formigueiro. Reserve o da esquerda para as folhas e
flores. Deixe o último vazio, pois será nele que as formigas vão depositar o lixo da
colônia. Propor que as crianças pesquisem se as formigas realmente comem açúcar
e onde conseguem os alimentos. Partindo das respostas delas, colocar o algodão
umedecido com água e açúcar no pote da esquerda, junto com as folhas e as flores,
que devem ser substituídas por novas semanalmente para não mofar.
3º etapa – Ainda com os materiais ao alcance de todos, ajudar a turma a organizar
as informações reunidas até o momento. Pedir que as crianças ditem textos sobre
as descobertas e selecionar imagens a fim de organizar cartazes para expor na sala.
Anotar tudo, inclusive os comentários das crianças sobre o formigueiro.
4º etapa – Contar a história A Cigarra e a Formiga. Fazer uma roda de conversa,
sobre a divisão dos trabalhos apresentados no conto e estimular a turma a comparar
com as informações pesquisadas: a rainha é responsável pela reprodução, os
soldados pela defesa da colônia e as operarias pela limpeza e busca de alimentos.
16

Todas as formigas tem o mesmo trabalho, como esta representada no conto?


Avaliação: avaliar os conhecimentos que as crianças tinham à respeito do
assunto antes e o que sabem agora, relendo as anotações e analisando a
colaboração de cada uma na organização dos cartazes. Elas devem saber as
funções ocupadas pelas formigas e as diferenças entre as apresentadas em filmes e
livros infantis e as reais. E tem de ser capazes de comparar as operárias, os
soldados e a rainha com a sociedade humana, ressaltando diferenças e
semelhanças.

PLANO DE AULA – II
QUEM SOU EU?
Disciplina:
Série: 1º ano .
Período: Matutino.
Conteúdo: Identidade Pessoal.
Objetivos: Interagir e relacionar-se por meio de fotos. Perceber-se a si mesmo e ao
outro, identificar igualdades e diferenças mediante as interações estabelecidas.
Sentir-se valorizado e reconhecido. Enxergar-se a si mesmo como parte de um
grupo.
Tempo estimado: De um à dois meses.
Material necessário: fotos das crianças em diferentes situações: sozinhas, com
familiares, com o brinquedo preferido, realizando atividades de que gostam sozinhas
e junto dos colegas na escola, caixas de sapato infantil pintadas ou forradas.
Papel Kraft, papel-cartão colorido e cola para confeccionar os cartazes com
janelinhas, fita adesiva.
Desenvolvimento: 1ª etapa - Pedir aos familiares que enviem fotos das crianças em
diversas situações do cotidiano, sozinhas, com parentes e com os brinquedos
favoritos. Quando recebê-las, distribuir as imagens para a turma e ajude as crianças
a colocar uma delas sobre os cabides (ou onde ficam penduradas as sacolas ou
mochilas de cada uma). Deixar as fotos sempre no mesmo local para que os
pequenos saibam o lugar destinado a guardar seus pertences. Se for mais
adequado para o espaço da sala, faça um mural com bolsos e, com a ajuda das
crianças, cole uma foto em cada um.
Fazer um cartaz com o papel Kraft representando a escola. Numa roda, sorteie uma
17

foto por vez para que o grupo identifique quem é quem. Incentive as crianças a
nomear e a relacionar a foto ao colega. Também sugerir que cantem alguma canção
simples, que diga os nomes das crianças neste momento, como: "Bom dia, Mariana,
como vai? Bom dia, Mariana, como vai? Bom dia, Mariana, bom dia, Mariana, bom
dia, Mariana, como vai?". Cada um que é chamado leva a sua foto ao cartaz da
escola. Outra possibilidade é espalhar as fotos pela sala e pedir que cada criança
encontre sua imagem e a leve para o cartaz. Nesse momento, introduzir outra
canção, como: "Cadê o Léo, cadê o Léo, o Léo onde é que está?".
Após a atividade, colar as fotos de todos os pequenos.  Continuar a brincadeira de
encontrar as próprias imagens entre as demais.
2ª etapa - Fazer um pequeno cartaz com janelinhas que abram e fecham, e cole
atrás delas a foto de cada criança. Sugerir que os pequenos abram as janelinhas até
encontrar sua imagem. Com as caixas de sapato, criar caixinhas-surpresa e coloque
as imagens dos pequenos com seus familiares e com seus brinquedos favoritos.
Distribua-as entre as crianças aleatoriamente. Pedir para que abram, descubram de
quem é a foto encontrada e entreguem para o colega que aparece na imagem. Em
roda, cada criança deve mostrar a foto do seu brinquedo preferido para o grupo e,
com ajuda do professor, contar o que é e como se brinca com ele. Depois, incentivar
a turma a colar essas fotos perto da janelinha com sua foto. É possível repetir essa
atividade e alterar o tema da foto com algo do cotidiano de cada criança (foto do
quarto, do animal de estimação etc.).
3ª etapa - Montar um grande mural com os cartazes para que as crianças tenham
acesso livre para verificar as fotos de suas janelinhas e as de seus colegas.
Tire fotos dos pequenos na escola, sozinhos e em grupos, em suas atividades
cotidianas. Imprima as imagens, monte um móbile na altura deles e pendure em um
canto da sala. Selecionar as situações mais ilustrativas das atividades que
acontecem diariamente para confeccionar um quadro de rotina do grupo. Todos os
dias, montar a rotina, com a ajuda das crianças, sequenciando as atividades
representadas pelas fotos.
Avaliação: Acompanhar a percepção das crianças em relação a sua imagem e a
dos colegas torna-se mais clara mesmo com novas situações criadas, e se a criação
da identidade individual e do grupo está se verificando em outros momentos da
rotina.
18

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estágio em Docência no Ensino Fundamental me trouxe uma visão bem mais


ampla em relação a uma educação eficiente que valoriza o aluno, capaz de construir
sua própria identidade.
E possibilitando também a prática de todo o processo de ensino e aprendizagem
do curso de Pedagogia.
19

REFERÊNCIAS

VARELA, Julia. Categorias Espaços temporais e Socialização escolar. 1. ed. São


Paulo: Cortez, 2000.

CARVALHO, Vania. Desenvolvimento Humano e Psicologia: generalidades,


conceitos, teorias. Belo Horizonte : UFMG,1996.