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do
Pr ofesso r
Biosfra
e urais 5
Ciências Nat

• Apresentação do Projeto
• Vamos Começar… Descobre o teu manual!
• Guião de Exploração de Biosfera – 30 espécies
de Portugal e do resto do mundo
• Guião de Exploração de Recursos Multimédia
Apresentação do Projeto

O projeto Biosfera 5 foi elaborado de acordo com as Metas Curriculares propostas para a
disciplina de Ciências Naturais do 5.o ano de escolaridade.
O projeto Biosfera 5 contempla os seguintes componentes:

Para o Aluno Para o Professor


• Manual (inclui desdobrável sobre • Manual (Edição do Professor)
material e regras de segurança • Caderno do Aluno
no laboratório e saídas de campo)
• 30 espécies de Portugal e do resto
• Caderno do Aluno do mundo
(inclui brochura 30 espécies de
• Dossiê do Professor
Portugal e do resto do mundo)

MANUAL
O manual está organizado em três temas, subdivididos em sete unidades, a que correspon-
dem 16 capítulos, de acordo com a estrutura das Metas Curriculares.
O texto de autor e os esquemas e fotografias, selecionados de forma a compatibilizar o rigor
científico e aspeto apelativo, permitem abordar os conteúdos de forma motivadora para o aluno.
As diversas rubricas propostas ajudam o aluno a compreender melhor os conceitos traba-
lhados em sala de aula, a sintetizá-los e a organizar o seu estudo. Promove-se a autonomia e o
sucesso na disciplina de Ciências Naturais.
Há algumas rubricas que despertam ou satisfazem a curiosidade dos alunos e estimulam a
sua criatividade, espírito crítico e abertura ao conhecimento.
As rubricas que irá encontrar no manual são:

≈ Infografias
Através desta rubrica, que se encontra no início de cada unidade, o aluno poderá:
• Despertar a curiosidade pelo tema que se inicia.
• Conhecer valores, estatísticas e curiosidades relacionadas com o tema que se inicia.
• Relacionar o estudo das Ciências Naturais com outras áreas, nomeadamente com a
Matemática.

Poderá consultar, no documento A Matemática na Biosfera (Dossiê do Professor, brochura


Documentos de Apoio), algumas sugestões de abordagem interdisciplinar destes conteúdos.

≈ Recordo
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Através desta rubrica, que se encontra no início de cada unidade, o aluno poderá:
• Relembrar conceitos e conhecimentos adquiridos em anos ou capítulos anteriores.
• Fazer uma avaliação diagnóstica, demonstrando os seus conhecimentos, mas também as
suas dúvidas e as suas conceções, permitindo ao professor delinear a sua metodologia
dentro do tema.
No documento Conceções Alternativas (Dossiê do Professor, brochura Documentos de Apoio),
estabelece-se uma relação com os conceitos trabalhados nesta rubrica.

2
≈ Compreendo
Através desta rubrica, o aluno poderá:
• Estabelecer relações entre as Ciências Naturais e outras disciplinas, como a Matemática,
o Português ou a História e Geografia de Portugal.
• Perceber o significado de algumas palavras.
• Fazer algumas atividades simples que o ajudam a ter mais sucesso na disciplina de
Ciências Naturais.

No documento A Matemática na Biosfera (Dossiê do Professor, brochura Documentos de


Apoio), poderá encontrar algumas sugestões de abordagem interdisciplinar destes conteúdos.

≈ Curiosidade
Através desta rubrica, o aluno poderá:
• Explorar muitas questões interessantes sobre os fenómenos naturais e a biodiversidade.
• Ficar a conhecer marcos importantes da história da Humanidade relacionados com as
Ciências Naturais.
• Desenvolver a sua curiosidade e o espírito crítico face ao mundo que o rodeia.

≈ Verifico
Através desta rubrica, que é apresentada em cada dupla página de desenvolvimento dos
conteúdos, o aluno poderá:
• Responder a questões sobre os conceitos abordados nas aulas de Ciências Naturais.
• Desenvolver a autonomia no estudo e ter maior sucesso na disciplina de Ciências Naturais.
• Aferir os seus conhecimentos ao longo do estudo de cada capítulo.

≈ Já sei
Através desta rubrica, que é apresentada em cada dupla página de desenvolvimento dos
conteúdos, o aluno poderá:
• Ter acesso a um resumo dos conteúdos abordados.
• Desenvolver a autonomia no estudo e ter maior sucesso na disciplina de Ciências Naturais.

≈ Exploro
Através desta rubrica, o aluno poderá:
• Fazer atividades práticas e/ou experimentais nas aulas de Ciências Naturais.
• Desenvolver competências de trabalho em grupo.
• Desenvolver competências metodológicas que aumentam a compreensão científica e o
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

espírito crítico.

≈ Ciência no dia a dia


Através desta rubrica, o aluno poderá:
• Descobrir relações entre o que se passa na Natureza e o seu dia a dia.
• Conhecer fenómenos ligados à história da Humanidade e às suas invenções e criações.
• Desenvolver a sua curiosidade e o espírito crítico face ao mundo que o rodeia.

3
≈ Verdade / Falso
Através desta rubrica, o aluno poderá:
• Descobrir relações entre o que se passa na Natureza e o seu dia a dia em casa, na escola
ou em outros locais que frequenta ou outras experiências que tenha.
• Corrigir possíveis conceções alternativas que tenha.
• Desenvolver a sua curiosidade e o espírito crítico face ao mundo que o rodeia.
• Estimular o debate/reflexão, aumentando a literacia científica.

≈ Resumo
No final de cada unidade, esta dupla página permite ao aluno:
• Consultar uma síntese com os principais conceitos e conteúdos.
• Identificar as suas dificuldades e resolvê-las, sendo indicadas as páginas do manual onde
os conteúdos são desenvolvidos.

≈ Testo os meus conhecimentos


Através desta rubrica, que surge no final de cada unidade, o aluno poderá:
• Responder a um conjunto de questões que dizem respeito à unidade em estudo.
• Desenvolver a autonomia no estudo e ter maior sucesso na disciplina de Ciências Naturais.

≈ +Ciência no dia a dia


Através desta rubrica, o aluno poderá:
• Realizar trabalho de projeto, a nível da escola e/ou da comunidade, intervindo e melhorando
a sua realidade.
• Desenvolver a sua curiosidade e o espírito crítico face ao mundo que o rodeia.
• Desenvolver a capacidade de trabalho em grupo.

CADERNO DO ALUNO
O Caderno do Aluno, vocacionado para proporcionar ao aluno a consolidação de aprendiza-
gens e o desenvolvimento da autonomia, inclui:
• 18 Fichas Formativas, que permitem ao aluno compreender melhor os conteúdos
trabalhados nas aulas de Ciências Naturais e pôr em ação os seus conhecimentos. Estas
fichas incluem ainda atividades com decalques.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• 9 Fichas de Avaliação, para o aluno testar os seus conhecimentos e preparar-se para


momentos de avaliação em sala de aula.
• 10 Organiza, que sugerem ao aluno formas de resumir os conceitos abordados em
esquemas criativos e divertidos. Pretende-se desenvolver a autonomia no estudo e ajudar
os alunos a aprender a aprender.
• 12 +Ciência no dia a dia, que apresentam atividades práticas simples e seguras.
• Propostas de solução relativas a todas as fichas.

4
30 ESPÉCIES DE PORTUGAL E DO RESTO DO MUNDO
Nesta brochura, o aluno poderá:
• Descobrir muitas características de espécies de seres vivos que habitam no nosso planeta,
em particular em Portugal.
• Perceber as principais causas de extinção de algumas destas espécies.
• Compreender como pode contribuir para evitar a extinção destas espécies.
• Utilizar os decalques para completar um conjunto de cromos com factos curiosos sobre
espécies de animais e de plantas.

DOSSIÊ DO PROFESSOR
Este recurso inclui diferentes materiais que visam apoiar o Professor na preparação e no
enriquecimento das aulas de Ciências Naturais. Está dividido em seis brochuras:
• Guia do Professor
– Vamos começar… Descobre o teu manual!
– Guião de Exploração: Biosfera – 30 espécies de Portugal e do resto do mundo
– Guião de Exploração de Recursos Multimédia
• Documentos de Apoio
– Planificação de Atividades
• Metas Curriculares
• Propostas de planificação (médio prazo e longo prazo)
• Planos de aula
• Conceções alternativas
• A Matemática na Biosfera
• Mantenha-se ON: o que visitar em sala de aula
• Propostas de visitas de estudo
– Avaliação das Aprendizagens
– Desenvolvimento das Atividades Práticas
• Carta de planificação de atividades práticas
• Atividades práticas
• Fichas de apoio à realização de atividades práticas
• Fichas de Avaliação Diagnóstica e Fichas de Recuperação
• Fichas Formativas
• Testes
– Fichas de Avaliação e Fichas de Avaliação Adaptadas
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

– Provas de Avaliação Global


• Fichas de Ampliação

Materiais disponíveis também, em formato editável, em

5
Guião de Exploração
Jogo Vamos começar… Descobre o teu manual

O jogo Vamos começar… Descobre o teu manual! permite que os alunos descubram o
manual de Ciências Naturais de uma forma simples, lúdica e eficaz! A exploração, individual ou
em grupo, das principais secções e rubricas do Biosfera 5 permite a rápida familiarização dos
alunos com o manual e otimiza a autonomia na sua utilização.

Conteúdo do jogo:
• 31 cartões com questões relativas ao manual.
• 1 cartão em branco (que permite ao Professor formular uma questão a seu gosto, para
além das 31 questões propostas).

Desenvolvimento do jogo:
• Baralham-se os cartões com questões e distribui-se um cartão por cada aluno (ou um ou
mais cartões por cada grupo de alunos).
• Cada aluno/grupo de alunos lê a questão do cartão e tenta descobrir a resposta, através
da consulta do manual (durante o intervalo de tempo estipulado pelo Professor).
• O Professor corrige a resposta e indica o aluno/grupo de alunos que deve jogar de seguida.

Propostas de solução das questões dos cartões

Número do cartão / Questão Proposta de solução

1. Qual é o nome do teu manual de Ciências Biosfera 5.


Naturais?

2. Como se chama o animal que está em destaque Flamingo.


na capa do teu manual de Ciências Naturais? Nota para o Professor: o nome científico da espécie
que surge em destaque na capa do manual –
o flamingo – é Phoenicopterus roseus.
A identificação das restantes espécies encontra-se
nas páginas 2 e 3 do manual.

3. Quantas páginas tem o teu manual de Ciências 240 páginas (mais um desdobrável, localizado
Naturais? entre a última página e o verso da contracapa do
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

manual).

4. Em que páginas se encontra o índice do teu O índice do manual encontra-se nas páginas 6 e 7.
manual de Ciências Naturais? Apresenta as secções e os assuntos do manual
Que tipo de informação aí podes encontrar? e a indicação das páginas onde estes se iniciam.

6
Número do cartão / Questão Proposta de solução

5. Em quantos temas está dividido o teu manual Três temas.


de Ciências Naturais?

6. Em que página do manual começa o primeiro O tema 1 começa na página 8 do manual


tema? E qual é o nome deste tema? e denomina-se A água, o ar, as rochas e o solo –
materiais terrestres.

7. Em que página do manual começa o segundo O tema 2 começa na página 100 do manual
tema? E qual é o nome deste tema? e denomina-se Diversidade de seres vivos e suas
interações com o meio.

8. Em que página do manual começa o terceiro O tema 3 começa na página 196 do manual
tema? e denomina-se Unidade na diversidade de seres
E qual é o nome deste tema? vivos.

9. Em quantas unidades está dividido o teu manual Sete unidades.


de Ciências Naturais?

10. Em quantas unidades está organizado O primeiro tema está organizado em três unidades:
o primeiro tema? – A importância das rochas e do solo na
Quais são os nomes dessas unidades? manutenção da vida.
– A importância da água para os seres vivos.
– A importância do ar para os seres vivos.

11. Em quantas unidades está organizado O segundo tema está organizado em duas
o segundo tema? unidades:
Quais são os nomes dessas unidades? – Diversidade nos animais.
– Diversidade nas plantas.

12. Em quantas unidades está organizado O terceiro tema está organizado em duas
o terceiro tema? unidades:
Quais são os nomes dessas unidades? – Célula – unidade básica de vida.
– Diversidade a partir da unidade – níveis de
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

organização hierárquica.

13. O teu manual de Ciências Naturais tem Sim.


ilustrações?
Indica uma página que apresente uma Por exemplo, página 15.
ilustração.

7
Número do cartão / Questão Proposta de solução

14. O teu manual de Ciências Naturais tem Sim.


gráficos?
Indica uma página que apresente um gráfico. Por exemplo, página 27.

15. Como se chama a rubrica do manual que A rubrica chama-se “Compreendo”.


te ajuda a compreender o significado das
palavras mais difíceis e apresenta exemplos
da ligação entre as Ciências Naturais e a
Matemática?
(Vê, por exemplo, a página 61).

16. No início de cada unidade há uma rubrica A função da rubrica “Recordo” é rever alguns
denominada “Recordo” (vê, por exemplo, conteúdos do 1.o Ciclo do Ensino Básico ou
a página 11). trabalhados em capítulos anteriores.
Qual será a sua função?

17. Na parte de baixo das páginas do teu manual A secção chama-se “Já sei”.
surge frequentemente uma secção que
apresenta o resumo das ideias principais de
cada conteúdo. Como se chama essa secção?

18. Na parte de baixo das páginas do teu manual A secção chama-se “Verifico”.
surge frequentemente uma secção que
contém um pequeno grupo de questões. Como
se chama esta secção? Essas questões
ajudam-te a dar resposta à questão que inicia
cada um dos conteúdos.

19. Como se chama a rubrica do teu manual que A rubrica chama-se “Exploro”.
apresenta propostas de atividades
laboratoriais?
Indica uma página que apresente essa rubrica. Por exemplo, página 27.

20. O teu manual de Ciências Naturais apresenta Sim.


curiosidades sobre a Natureza?
Indica uma página com uma dessas curiosidades. Por exemplo, página 12.

21. O teu manual de Ciências Naturais apresenta A principal função desta rubrica é apresentar
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

uma rubrica denominada “Ciência no dia a dia” exemplos que ilustram a importância da Ciência
(vê, por exemplo, a página 19). no dia a dia da sociedade.
Qual será a sua função?

22. O teu manual de Ciências Naturais apresenta Sim.


uma rubrica denominada “Verdade / Falso”?
Indica uma página que apresenta essa rubrica. Por exemplo, página 42.

8
Número do cartão / Questão Proposta de solução

23. Qual o nome da secção que apresenta O nome da secção é “Resumo”.


a síntese dos conteúdos principais de cada
unidade?

24. Qual é o nome da secção que surge no final O nome da secção é “Testo os meus
de cada unidade, que permite avaliar os conhecimentos”.
conhecimentos que adquiriste?

25. Na rubrica “Resumo” (vê, por exemplo, Em caso de dúvida na resposta a uma das
a página 50), o que podes fazer se tiveres questões, aconselha-se o aluno a consultar
dificuldades na resposta a uma das questões? a página do manual indicada no final do resumo
correspondente.

26. Como se chama a secção no final de cada O nome da secção é “+ Ciência no dia a dia”.
unidade, depois do “Testo os meus
conhecimentos”?

27. O teu manual de Ciências Naturais tem um Sim. O glossário do manual começa na página 236.
glossário? Um glossário é uma lista de palavras,
Em que página começa o glossário? normalmente organizada por ordem alfabética,
que contém o significado dessas palavras.
Para que serve um glossário?

28. Qual é a primeira palavra do glossário do teu O primeiro termo do glossário é “água potável”.
manual de Ciências Naturais?

29. Qual é a última palavra do glossário do teu O último termo do glossário é “Vivíparo”.
manual de Ciências Naturais?

30. O teu manual de Ciências Naturais apresenta Sim. As informações sobre material de laboratório
informações sobre material de laboratório? estão num desdobrável, no final do manual.
Onde se encontram essas informações?

31. A capa do teu manual tem, no seu interior, uma A função desta lista é apresentar o significado dos
lista com verbos. verbos utilizados nas questões do manual.
Quando deves consultar essa lista? Deve ser consultada antes do início da resolução
dos exercícios do manual ou sempre que os alunos
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

tenham dúvidas relativamente ao objetivo das


questões apresentadas no manual.

9
Guião de Exploração
30 espécies de Portugal e do resto do mundo

30 0
Oferta ao Aluno

espécies
cie
Portugal
de P tug
ortugal
e do rresto
esto
do mundo
un
imag
m im
em enss
ageen
decca
e de l ues
c lq

5.o ano
Biosfera
Biosf
Bio Ciências Naturais

Bianor V Va
Valente
IIsabel
sabel P a
Pacheco
João
ão Gomes
Gom
ariana F
Mariana Feio
P atrícia P
Patrícia Pereira

No 30 espécies de Portugal e do resto do mundo os alunos podem aprofundar os seus


conhecimentos sobre doze espécies que fazem parte do património natural de Portugal (nove
animais e três plantas):
• Lobo-ibérico
• Lince-ibérico
• Priolo
• Salamandra-lusitânica
• Saramugo
• Águia-pesqueira
• Baleia-azul
• Foca-monge
• Víbora-de-seoane
• Miosótis-das-praias
• Teixo
• Lírio-do-gerês

As espécies selecionadas correspondem a casos emblemáticos da fauna e flora do nosso


país, sendo oito destas espécies endémicas. Além disso, todas as espécies apresentam um ele-
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

vado risco de extinção.


É importante realçar que cada uma destas espécies desempenha um papel essencial no
ambiente onde vive e por isso a sua proteção é ainda mais prioritária.
O 30 espécies de Portugal e do resto do mundo inclui ainda uma secção com factos curiosos
relativos a 18 espécies que ocorrem em diversos locais do mundo. A utilização de decalques de
figuras destas espécies, com os quais o aluno pode completar as fichas de identificação, contri-
bui para a motivação do aluno.

10
INTRODUÇÃO
Introdução
P ara proteger
Para proteger é essencial conhecer. Através do Biosf
conhecer. Através e a – 30 espécies de Portugal
Biosfera
fer Portugal Desafiamos-te a seres um biocidadão. As tuas ações e comportamentos podem
e do rresto
esto do mundo vvais ais ficar a saber mais sobre
ficar sobre algumas espécies ameaçadas
ameaçadas contribuir para construir um planeta mais sustentável!
exist entes em P
existentes ortugal. P
Portugal. odes explor
Podes ar algumas ccaracterísticas
explorar ada uma des
aracterísticas de ccada des--
ttas
as espécies, ttais
ais como o local
local onde existe,
existe, o seu habitat
habitat e os fatores
atores de ameaça.
fa ameaça. Terminamos
e esta introdução com uma mensagem
ensagem do cheffe índio Seattle,
Seattl retirada
do discurso que proffeeriu a favor da Natureza, em 1854, e que serviu de inspiração
Nas cinco páginas finais deste caderno apresentamos-te alguns fa actos curiosos ao movimento ecologista mundial.
relativos a 18 espécies que existem em diversos locais do mundo. Decalca a figura
de cada espécie para completar a sua ficha de identificação. Aprende e diverte-te! “Tudo o que acontecer
“Tudo acontecer à Terra,
erra,
Te
acon tecerá aos filhos da
acontecerá da Terra…
Te
erra…
ATerra não pertence
Terra
e pertence ao ser humano,
pertence à Terra.
o ser humano pertence Te
erra.
Tudo
Tudo está
está ligado…”
ligado…”
Como utilizar o Biosf
Biosfera
fer
e a – 30 espécies de P
Portugal
ortugal e do resto
resto do mundo
As páginas 4 a 28 apresentam fichas infformativ
o as relativas a doze espécies quee fa
azem parte do
património natural de Portugal: são nove animais e três plantas emblemáticos da nossa fauna
a e
flora, mas que atualmente apresentam um elevado risco de extinção. A maioria destas espécies
é endémica, ou seja, apenas existe no nosso país. Cada um destes seres vivos desempenha um
papel essencial no ambiente onde vive e, por isso, a sua proteção torna-se ainda mais prioritária.

Cada uma das doze fichas está dividida em áreas distintas: A Classificação
Classificação ttaxonómica
axonómica da espécie E Identificação do est
Identificação atuto de ameaça
estatuto
Aqui encontras as informações relativas à clas- O estatuto de ameaça corresponde a uma medi-
sificação taxonómica da espécie. Podes conhe- da do risco de extinção da espécie.

A L
Lobo-ibérico
obo-ibérico cer, por exemplo, o nome científico da espécie. Estão definidos vários nííveis de risco:
Taxonomia
Tax
a onomia
Símbolo da Natureza selvagem, o lobo está en-
C Olhos cor de topázio. Pelagem castanho-acinzentada e
amarelada, mais clara no ventre,
B Identificação e apr
Identificação apresentação
esentação da espécie Pouco preocupante: espécies que não estão
Reino:: Animalia
Reino
Fi
Animalia (A
lo: Chordata
Filo:
(Animais)
nimais)
Chordata (Cordados)
(Cordados)
volvido em inúmeras histórias e crenças. É adora-
do e perseguido. Os habitantes dos montes trans-
Orelh
Orelhas
triang
triangulares
Visão muito desenvolvida.
A sua visão noturna é a mais
pescoço e faces. em perigo de extinção. Geralmente são
Clas se: Mammalia (Mamíferos)
Classe: (Mamíferos)
montanos chamam-lhe “Bicho bravo”.
aud
d
e audição
apura
apurada.
muito apurada dos canídeos. A pelagem no inverno é densa e
no verão é constituída por pelos
Nesta zona da ficha informativa encontras o abundantes e apresentam uma grande
O rdem: C
Ordem: Carnivora
arnivora (Carnívoros)
(Carnívoros)
O lobo-ibérico, animal carníívoro, é o maior dos curtos.
Família: Canidae
Família:
Géner
Género:
Canidae (Canídeos)
o: C
Canis
a
anis
(Canídeos)
c ídeos. Apenas existe na Península Ibérica (é
caní
nome comum da espécie e informações rela- distribuição geográfica.
e démico).
en
Espécie: Canis
Canis lupus
Subespécie: C Canis
anis lupus signa
signatus
tus Os lobos comunicam entre si através de um
tivas à sua distribuição geográfica, identifi-
B conjunto de sinais visuais (movimentos e atitudes
corporais), olfativos (marcações de excrementos e
Olf
Olfato
ap
muito
apurado. cada a branco em cada mapa, habitat, fatores Quase ameaçado: espécie que, proxima-
Habitat
Habitat
urina) e auditivos (vocalizações como o uivo).
Possuem uma lista negra muito bem definida,
Maxilares fortes com
Ma
dentes afiados.
de de ameaça, etc. mente, poderá estar ameaçada.
Em Portugal
Em Portugal habita
habita essencialmente
essencialmente que é mais visíível no inverno. É a presença desta Fórmula
Fórmula dentária
dentária
 3 (incisivos); 1 (canino);
áreas montanhosas,
em áreas montanhosas, onde
encontra mais alimento
encontra alimento e menor
perturbação humana.
perturbação
lista que justifica a identificação do lobo-ibérico
como uma subespécie.
4 (pré-molares); 2 (molares)
 3 (incisivos); 1 (canino);
C Características mor
Características fológicas
morfológicas Vulnerável: espécie que está sujei
j ta a um
300
4 (pré-molares); 2 (molares) elevado risco de extinção.
LOBOS PORTUGAL
LOBOS EM POR TUGAL
Nesta zona encontras uma ilustração da es-
(ESTIMATIVA)
VA)
(ESTIMATIV
Dieta
Dieta pécie e informações sobre as suas principais Em perigo: espécie que está sujeita a um
presas: javalis,
Principais presas: javalis, corços, vveados,
corços, eados,
características. Nos casos dos animais, apre- risco muito elevado de extinção.
ovelhas, cabras,
ovelhas, cabras, ca valos e vvacas.
cavalos acas.
N D sentam-se algumas informações sobre as


100 a 120 cm Membr
Membros os ffortes
ortes e rrobustos,
obustos, com uma
color ação entre
coloração entre o cast anho e o bege,
castanho Criticamente em perigo: espécie que en-
70 cm

Vida social in ternamente, e o cast


internamente, anho e o ocr
castanho e,
ocre, adaptações ao regime alimentarr, à forma como
60 a 70

externamente.
externamente.
Animal social, que vive
Animal vive em É um animal digitígr ado. P
digitígrado. or is
Por so,
isso,
respiram, como comunicam, como caçam, etc. frenta um risco de extinção na Natureza
familiares, as alcateias,
grupos familiares, alcateias, consegue deslocar
deslocar-se-se rápida e
normalmente por
constituídas normalmente
reprodutor e seus
um casal reprodutor Longevidade média
Longevidade 16 anos
silenciosamen
silenciosamente,
P ode a
Pode
te, o que ajuda a caçar
tingir 65 km/h numa
atingir
caçar.. extremamente elevado.
descendentes diretos
descendentes diretos (crias desse
ano ou de anos an teriores).
anteriores).
desse
160 km
P eso médio
Peso
Macho 30 a 40 kg
kg
perseguição
perseguição..
D Cartão de identificação
Cartão identificação da espécie
Extinto na Natureza: espécie extinta, o que
E F • PPoluição.
oluição.
Fêmea
A nimal vivípar
Animal vivíparoo
25 a 35 kg
kg
Esta área funu ciona como o “cartão de identifi- acontece quando morre o último ser vivo
8 a 10 cm

Pouco Ameaçado Extinto Ma turidade se


Maturidade xual
sexual 2 anos
• Perseguição
Perseguição direta,
direta, caça ilegal e envenenamento.
envenenamento.
preocupante
• Perda
Perda e alteração
alteração do habitat,
habitat, associados
associados a fogos
fogos
É
P
poca de rreprodução
Época eprodução
eríodo de gest
Período ta
ação
gestação
Fevereiro-março
Fevereiro-março
2 meses
cação” de cada espécie. dessa espécie.
florestais, crescimento
florestais, crescimento das zonas
zonas urbanas e
construções, como estr adas ou barragens.
estradas barragens.
Nº médio de crias por par to
parto 3a6
Pata dian
Pata teira
dianteira Pata
Pata tr
traseira
ra
aseirra Nela vais encontrar informa
o ções relativas à sua
4 5
distribuição geográfica, dimensões, longevida- F Fatores de ameaça da espécie
Fatores
bitat, regime alimentar, reprodução, etc.
de, haab Identificação dos principais
is fatores de ameaça.
2 3

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.

Propostas para exploração


• A exploração poderá começar com a leitura e análise da introdução.
• Propostas de atividades a realizar:
– Realizar pesquisas sobre produtos com origem na biodiversidade animal.
– Justificar a frase: “Proteger a biodiversidade é uma tarefa de todos.”
– Comentar o excerto da carta do chefe índio Seattle transcrito na página 3.
– Desafiar os alunos a imaginarem-se no papel do chefe índio e pedir-lhes para continua-
rem a escrever a carta, usando até 300 palavras.
• Esta atividade pode ser desenvolvida de forma interdisciplinar, por exemplo com o apoio da
disciplina de Português.
• Em complemento à exploração das fichas, propor aos alunos a elaboração de ilustrações sobre
cada uma das espécies. Esta atividade pode ser desenvolvida de forma interdisciplinar, com
o apoio da(s) disciplina(s) de Educação Visual e de Educação Tecnológica.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

11
LOBO-IBÉRICO
Lobo-ibérico
Lobo-ibérico
Taxonomia
Símbolo da Natureza selvagem, o lobo está en- Olhos cor de topázio. Pelagem castanho-acinzentada e
Reino: Animalia (Animais) volvido em inúmeras histórias e crenças. É adora- amarelada, mais clara no ventre,
Orelh
Orelhas Visão muito desenvolvida.
pescoço e faces.
Filo: Chordata (Cordados) do e perseguido. Os habitantes dos montes trans- triang
triangulares A sua visão noturna é a mais
Classe: Mammalia (Mamíferos) aud
e audição muito apurada dos canídeos. A pelagem no inverno é densa e
montanos chamam-lhe “Bicho bravo”. apur a
apurada. no verão é constituída por pelos
Ordem: Carnivora (Carnívoros)
Família: Canidae (Canídeos)
O lobo-ibérico, animal carnívoro, é o maior dos curtos.

Género: Canis canídeos. Apenas existe na Península Ibérica (é


Espécie: Canis lupus endémico).
Subespécie: Canis lupus signatus Os lobos comunicam entre si através de um
conjunto de sinais visuais (movimentos e atitudes Olfato
Olf muito
corporais), olfativos (marcações de excrementos e apurado.
ap
urina) e auditivos (vocalizações como o uivo). Ma
Maxilares fortes com
Habitat Possuem uma lista negra muito bem definida, de
dentes afiados.

Em Portugal habita essencialmente que é mais visível no inverno. É a presença desta F


Fórmula
órmula den
dentária
tária

em áreas montanhosas, onde lista que justifica a identificação do lobo-ibérico  3 (incisivos); 1 (canino);
4 (pré-molares); 2 (molares)
encontra mais alimento e menor como uma subespécie.
perturbação humana.  3 (incisivos); 1 (canino);
4 (pré-molares); 2 (molares)
300
LOBOS EM PORTUGAL
(ESTIMATIVA)
Dieta
Principais presas: javalis, corços, veados,
ovelhas, cabras, cavalos e vacas.
N


100 a 120 cm
m M embros ffortes
Membros ortes e rrobustos,
obustos, com uma
color ação entre
coloração entre o cast anho e o bege,
castanho

0 cm
Vida social in ternamente, e o cast
internamente, anho e o ocr
castanho e,
ocre,

70
60 a 7
externamente.
externamente.
Animal social, que vive em É um animal digitígr ado. P
digitígrado. or is
Por so,
isso,
grupos familiares, as alcateias, consegue deslocar -se rápida e
deslocar-se
constituídas normalmente por silenciosamen
silenciosamente,te, o que ajuda a caçar
caçar..
um casal reprodutor e seus Longevidade
Longevidade média 16 anos P ode a
Pode tingir 65 km/h numa
atingir
descendentes diretos (crias desse Peso
Peso médio perseguição
perseguição..
160 km
ano ou de anos anteriores). Macho kg
30 a 40 kg
Fêmea kg
25 a 35 kg
A nimal vivípar
Animal o
vivíparo
• Poluição.

8 a 10 cm
Pouco Ameaçado Extinto Ma turidade se
Maturidade xual
sexual 2 anos
preocupante • Perseguição direta, caça ilegal e envenenamento. Época de rreprodução
Época eprodução Fevereiro-março
Fevereiro-março
• Perda e alteração do habitat, associados a fogos Período de gest
Período ação
gestação 2 meses
florestais, crescimento das zonas urbanas e
Nº médio de crias por par to
parto 3a6 dianteira Pata
Pata traseira
traseira
construções, como estradas ou barragens. Pata dianteira
Pata

4 5

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
7.6. Identificar os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8.1. Apresentar exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descrever adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação de
alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Comparar os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as característi-
cas que possuem.
9.6. Distinguir animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
11.2. Indicar exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos
diversificados.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• O lobo-ibérico é o único caso apresentado de um animal que corresponde à subespécie. Pode
ser interessante destacar as características presentes na ficha que diferenciam o lobo-ibérico
de outras espécies de lobo.
• Identificar as principais características do lobo-ibérico.
• Relacionar o tipo de pelagem com a estação do ano.
• Relacionar o tipo de dentição (explorar a fórmula dentária) com o regime alimentar.
• Identificar as diferentes características do lobo que fazem deste animal um predador muito
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

eficaz.
• Discutir a importância da utilização do nome científico, por comparação com o nome comum.
• Descrever o habitat do lobo-ibérico.
• Realizar as fichas de ampliação:
– Espécies em perigo de extinção em Portugal
– O lobo-ibérico: de ladrão de gado a símbolo de hospitalidade
• Identificar os fatores de ameaça do lobo-ibérico.
• Discutir medidas que visem proteger o lobo-ibérico.
12
LINCE-IBÉRICO
Lince-ibérico
Taxonomia
Tem uma área de distribuição extremamente Face curta
Face curta e plana. O relhas triangular
Orelhas es
triangulares
Reino: Animalia (Animais) reduzida e fragmentada, localizada no sudoeste outros
Distingue-se dos outros e com pelos rígidos
c do nariz
linces pela cor e negros na extremidade.
Filo: Chordata (Cordados) da Península Ibérica. O lince-ibérico encontra-
Classe: Mammalia (Mamíferos) (rosa-acast
(rosa-acastanhado)
-se classificado como o carnívoro mais ameaçado taman das barbas
e pelo tamanho
Ordem: Carnivora (Carnívoros)
na Europa e o felino mais ameaçado no Mundo e (maior es).
(maiores).
Família: Felidae (Felídeos)
Género: Lynx está em pré-extinção. É uma espécie endémica da
Espécie: Lynx pardinus Península Ibérica. Em Portugal, não se conhecem
populações reprodutoras de lince-ibérico. Recen- Cauda
curta com a
temente alguns animais foram reintroduzidos na extremidadee
Natureza, na região de Mértola. negra.
Habitat
O lince-ibérico também é conhecido por liberne, cerval, fan-
Bosque, matagal e mato denso tasma, lobo-cerval, gato-fantasma ou gato-lince.
mediterrânico com áreas abertas Tem
Te
em grgrandes
ande caninos para
e muita vegetação arbustiva. É uma
espécie territorial que necessita 500 matar
matar as presas
pr
facilidade.
facilidade.
com

de uma grande área de habitat para 180 A 200


INVENTAR UMA FRASE
Fórmula dentária
Fórmula dentária
Possui uma pelagem
castanho-amarelada
sobreviver (precisa, em média, PARA AQUI
LINCES NA PENÍNSULA IBÉRICA  3 (incisivos);
(incisivo com manchas negras
de 14 km2 de território). (ESTIMATIVA) (canino)
1 (canino); que lhe permite
(pré-mo
2 (pré-molares); uma excelente
1 (molar) camuflagem.
 3 (incisivos);
(incisivo 1 (canino);
Dieta 2 (pré-molares);
(pré-molares); 1 (molar)
N

Dieta especializada, composta quase


exclusivamente por coelho-bravo. 80 a 110 cm Possui membros
Possui membros muito
muito robustos
robustos
Pode ser complementada com e qua tro garr
quatro as rretráteis
garras etráteis em cada

42 a 48 cm
pa ta, o que lhe permit
pata, permite e perseguir
roedores, aves e crias de cervídeos.
e cap turar as suas ágeis presas.
capturar presas.
Os membros
membros post
posteriores
eriores permit
permitem-
em-
--lhe
lhe impulsionar o corpo a vários
me tros de altura. 
metros altura. 

Longevidade média
Longevidade 10 a 15 anos
160 km
P eso médio
Peso

,5 cm
Macho 11 a 15 kg
kg

7,5
6a7
Fêmea 8 a 10 kg
kg
• Diminuição do coelho-bravo. A
Animal
nimal vivípar
vivíparo
o
5,5
5,5 a 6 cm
Pouco Ameaçado Extinto • Construção de barragens e de estradas. Ma
Maturidade
turidade se
sexual
xual 2-3
2-3 anos
preocupante Pata
P teira
dianteira
ata dian Pata traseira
Pata traseira
• Alterações climáticas e envenenamento. É
Época
poca de reprodução
reprodução Janeiro-março
Janeiro-março
• Perda e alteração do habitat, associados a fogos P
Período
eríodo de gest
gestação
ação 9 a 11 semanas
florestais, à introdução de plantas exóticas e à plantação Nº médio de crias por par
parto
to 2a4
de monoculturas (como o eucalipto).
6 7

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
7.6. Identificar os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8.1. Apresentar exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descrever adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação de
alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Comparar os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as característi-
cas que possuem.
9.6. Distinguir animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
11.2. Indicar exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos
diversificados.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características do lince-ibérico.
• Identificar as diferentes características do lince-ibérico que fazem deste animal um predador
muito eficaz.
• Relacionar o tipo de dentição (explorar a fórmula dentária) com o regime alimentar.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• Descrever o habitat do lince-ibérico.


• Destacar o facto de o lince-ibérico ser uma espécie que se alimenta quase exclusivamente de
um animal, o coelho-bravo. Discutir com os alunos como esta dependência pode afetar a sobre-
vivência do lince-ibérico.
• Pesquisar informação relacionada com a reintrodução do lince-ibérico em Portugal.
• Identificar os fatores de ameaça do lince-ibérico.
• Discutir medidas que visem proteger o lince-ibérico.

13
PRIOLO
Priolo
Taxonomia
Ave endémica da ilha de São Miguel (Açores),
Reino: Animalia (Animais) mais especificamente da zona montanhosa locali-
Filo: Chordata (Cordados) zada no leste da ilha, nos concelhos do Nordeste e
Classe: Aves da Povoação. O priolo, também conhecido por priô- Cabeça e “face” pretas.
Ordem: Passeriformes Nos juvenis, a cabeça é castanha.
lo ou dom-fafe-dos-açores, é uma das espécies de ne
Bico negro, curto,
Família: Fringillidae (Fringilídeos)
Género: Pyrrhula aves mais ameaçadas e mais raras em toda a Euro- cónico e grosso.
Espécie: Pyrrhula murina pa. É uma espécie protegida pela Diretiva Europeia cham
O chamamento é
um assobio
asso curto,
das Aves. A BirdLife International considera o prio-
flautado,
flautado bastante
lo como uma espécie “globalmente ameaçada de distintivo.
distintiv
extinção”. Mas os dados mais recentes sobre esta
Habitat espécie são animadores, pois indicam um aumento
Ocorre preferencialmente na floresta do número de animais como resultado da aplica- E
Esterno
sterno em
(floresta laurissilva) natural de ção de um programa de recuperação do seu habitat fforma
orma
o d
de quilha
altitude elevada. No entanto, durante e de ações de educação ambiental desenvolvidas
a primavera desloca-se para altitudes pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves
mais baixas em busca de alimento. e pelo Centro Ambiental do Priolo.

550
CASAIS DE PRIOLOS
Dieta NA ILHA DE SÃO MIGUEL
(ESTIMATIVA) Patas finas, que possuem
quatro dedos ao mesmo nível
Varia mensalmente, ao longo do uns dos outros, três virados
ano, conforme novas plantas vão para a frente e um para trás.
florindo e produzindo sementes. N As patas estão adaptadas

ı
Inclui: sementes de herbáceas, para agarrar troncos.
invertebrados, sementes de arbustos, 15 a 117
7 cm Não possuem membranas
sementes de árvores, rebentos de interdigitais.
interdigitais.
fetos, rebentos vegetativos de musgos
e botões florais.

270 m Ilha de São Miguel, Açores


L
Longevidade
ongevidade média 16 anos
P
Peso
eso médio 30 g
A
Animal
nimal o
ovíparo
víparo
Pouco Ameaçado Extinto É
Época
poca de rreprodução
eprodução Julho-agosto
Julho- agosto
preocupante
Os ninhos são constuídos em árv
árvores,
ores, a uma altur
altura
a apr
aproximada
oximada de 2,
2,55 me
metros solo..
tros do solo
Nº médio de ovos postura
ovos por postura 3a5
• Substituição de áreas de floresta natural por
Período
P eríodo de incubação 12 a 15 dias
pastagens e plantações de espécies exóticas.
8 9

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
7.6. Identificar os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8.1. Apresentar exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descrever adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação
de alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Comparar os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as característi-
cas que possuem.
9.6. Distinguir animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
11.2. Indicar exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos
diversificados.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características do priolo.
• Discutir a importância da utilização do nome científico, por comparação com o nome comum.
• Descrever o habitat do priolo.
• Relacionar as patas do priolo com o seu modo de vida.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• Relacionar o tipo de bico do priolo com o seu regime alimentar.


• Identificar os fatores de ameaça do priolo.
• Discutir a frase: “(…) os dados mais recentes sobre esta espécie são animadores (…)”
• Discutir medidas que visem proteger o priolo.

14
SALAMANDRA-LUSITÂNICA
Salamandra-lusitânica
Salamandra-lusitânica
Taxonomia
Tax
a onomia
Considerado um animal emblemático da fauna CCor
or preta, apresentando
preta, apr esentando duas
listas
list as laranjas
laranjas escuras/douradas
escuras/douradas
Reino: A
Reino: Animalia
nimalia (A
(Animais)
nimais) de anfííbi
b os portugueses. É uma espécie endémi- dorso,, tornando-se
ao longo do dorso tornando-se
Filo: Chor
Filo: Chordata
data (C
(Cordados)
ordados) ca do noroeste da Península Ibérica que depende uma única na cauda.
Classe: A
Classe: Amphibia
mphibia (Anfíbios)
(Anfíbios) de ambientes muito húmidos e não poluídos para DDevido estas
evido a est as bandas também
também
O rdem: C
Ordem: Caudata
audata (Caudados)
(Caudados) é conhecida por “salamandra-
“salamandra-
sobreviver. É o mais rápido e ágil anfííb
bio do seu
amília: Salamandridae (Salamandrídeos)
Família:
Fa C abeça pequena e acha
Cabeça tada,
achatada, C orpo delgado, de
Corpo delgado, de --dourada”.
dourada”.
Géner
Género:o: Chioglossa
Chioglossa grupo que ocorre em Portugal e é uma das raras
com olhos grandes e salien
grandes tes,
salientes, estrutura cilíndrica.
estrutura A super fície dorsal pode ter
superfície ter
Espécie: Chioglo
Chioglossa
ssa lusitanica
lusitanica espécies de anfííbi
b os (a única em Portugal) que faz
a colocados em posição la teral.
lateral. pequenos pon pontos
tos azulados.
autotomia da cauda, o que significa que, ao sentir-
-se ameaçada por um predadorr, pode libertar a
Habit
Habitat
at cauda, ficando esta a mover-se para desviar a aten-
ção do predadorr.
Ocorre próximos
Ocorre em locais pró ximos de
ribeiros corrente
ribeiros de água corrente de rregiões
egiões A salamandra-lusitânica tam
mb
bém é conhecida por salamandra-
mon tanhosas, em ár
montanhosas, eas com ele
áreas elevada
vada -dourada, saramaganta, ou salamandra-de-cauda-comprida.
pr ecipitação e humidade.
precipitação

Membros curtos.
Ass patas
A anteriores têm
patas anteriores
Dieta
Dieta N cinco dedos, enquan
enquantoto Possui pele nua e húmida que
Possui C auda muito
Cauda muito longa,
eriores têm
posteriores
que as post permite as tr
permite ocas gasosas
trocas gasosas.. ultrapassando
ultrapassando
quatro.
qua tro. o comprimen
comprimento to
Insetos,
Inse aracnídeos,
tos, aracnídeos, crustáceos Possui pulmões vvestigiais
Possui estigiais (muito
(muito do corpo,
corpoo, chegando
e moluscos de pequenas dimensões. pequenos e não ffuncionais)
uncionais) e, por adultos
em alguns adult os
isso, respira
isso, respira pela pele, pelo que a dois terços deste.
terços deste.
necessita de habitats
necessita habitats com elevada
elevada
humidade ttodo ano.
odo o ano.
Atividade
Atividade
Espécie de hábit os no
hábitos turnos.
noturnos.
12 a 16 cm
P ode apr
Pode esentar a
apresentar tividade diurna
atividade
e cr epuscular em dias nublados
crepuscular
ou chuv osos. Suspende a a
chuvosos. tividade
atividade
durante o vverão,
durante erão, de vido às ele
devido vadas
elevadas
ttemperaturas
emperaturas e à rreduzida
eduzida humidade 90 km
do arr, e dur
ar, ante os meses de in
durante verno,
inverno, L
Longevidade
ongevidade média 8 anos
de vido às baix
devido baixas emperaturas.
as ttemperaturas.
Peso
Peso médio 2g
Animal ovíparo
Animal ovíparo
Maturidade
Maturidade sesexual
xual 4 anos
Pouco Ameaçado Extinto
preocupante
• PPerda
erda de habitat, as
habitat, associado
sociado à destruição da vvegetação
egetação Época
Época de rreprodução
eprodução Maio-novembro
Maio-novembro
na
natural introdução de espécies exóticas.
tural e à introdução exóticas. Nº médio de oovos postura
vos por postura 15
• PPoluição
oluição e alteração da qualidade da água.
alteração Período
Período de incubação 6 a 9 semanas
• Alt
Alterações
erações climá
climáticas.
ticas. Larvas
Larvas nascem com cer
cerca
ca de 2,
2,8
8 cm e pos
possuem
suem já os 4 membros formados.
membros formados.

10 11

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
7.6. Identificar os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8.1. Apresentar exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descrever adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação
de alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Comparar os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as característi-
cas que possuem.
9.6. Distinguir animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
11.2. Indicar exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos
diversificados.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características da salamandra-lusitânica.
• Discutir a importância da utilização do nome científico, por comparação com o nome comum.
• Descrever o habitat da salamandra-lusitânica.
• Explicar a necessidade de a salamandra-lusitânica viver em zonas húmidas, tendo em conta
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

a forma como ocorrem as trocas gasosas neste animal.


• Identificar os fatores de ameaça da salamandra-lusitânica.
• Discutir medidas que visem proteger a salamandra-lusitânica.

15
SARAMUGO
Saramugo
Saramugo
Taxonomia
Tax
a onomia
O saramugo, também conhecido por pardelha, é B arbatana dorsal
Barbatana
Reino: A
Reino: Animalia
nimalia (A
(Animais)
nimais) uma espécie de água doce, endémica do sul da Pe- com sete
sete rraios
aios
rramificados.
amificados.
Filo: Chor
Filo: Chordata
data (C
(Cordados)
ordados) nínsula Ibérica, presente apenas em alguns troços prateada na zzona
Coloração prateada
Coloração ona do
Clas se: A
Classe: Actinopterígia
ctinopterígia (A
(Actinopterígeos)
ctinopterígeos) ventre, cast
ventre, anha-clara na zzona
castanha-clara ona
da bacia do rio Guadiana e num troço do rio Gua- Corpo estreito
Corpo comprimido..
estreito e comprimido dorsal e quase amarela
amarela na la teral,
lateral,
Ordem: C
Ordem: Cypriniformes
yprinifformes
o ((Ciprino
(Ciprinoformes)
fo
ormes)
dalquivir. É um peixe muito sensíível a alterações apresentando por v
apresentando ezes reflexos
vezes reflexos
Família:
Fa Cyprinidae (Ciprinídr
amília: Cyprinidae eos)
(Ciprinídreos)
no habitat. Está em regressão, sendo a sua situação rosados e alguns
rosados alguns pontos
pontos negros
negros
Género: Anaecypris
Género: Anaecypris Cabeça pontiaguda espalhados pelos flancos.
Espécie: A naecypris hispanica
Anaecypris de pré-extinção. e boca sem barbilhos.
É o mais pequeno peixe da fauna da bacia do
Guadiana, o que o coloca ainda mais em perigo.
Pertence à faamília dos cipriníídeos, tal como os bor-
Habitat
Habitat dalos, barrbos
b ou bogas.
Pr ere pequenos cursos de água,
Prefere
efe
estreitos (lar
estreitos gura in
(largura ferior
e
eri a 20 m),
inferior
com reduzida
reduzida profundidade
profundidade (in fe
erior
(inferior
a 60 cm), águas ricas em o xigénio
oxigénio
e com baix
baixaa corrente.
corrente.
N
Barbatana anal com
nove raios ramificados. 
Dieta
Dieta Olhos de grandes
p ximos
pró
dimensões e próximos Quilha
Quilha v
ventral
entral en
entre
tre as barba
barbatanas
tanas
perfil da cabeça.
do perfil pélvicas e a barbatana anal.
barbatana
Pequenos in
Pequenos vertebrados, plan
invertebrados, tas
plantas
aquáticas e algas.
aquáticas

Escamas
Escamas de origem dérmica,
muito
muito pequenas, finas e numerosas.
numerosas.

6 a 8 cm
90 km

Longevidade
Longevidade média 3 a 4 anos
Peso
Peso médio 50 g
Pouco Ameaçado Extinto Animal
Animal o
ovíparo
víparo
preocupante
• Alterações at rrelacionadas
habitat
Alterações no habit elacionadas com a construção
de barragens e destruição da vvegetação
barragens egetação ribeirinha. Maturidade
Maturidade se
sexual
xual 1 ano
• Sobre-exploração
Sobre-exploração dos rrecursos
ecursos naturais.
naturais. Época
Época de rreprodução
eprodução Abril-maio
• In
Introdução expansão de espécies de peixes
trodução e expansão peixes exóticos.
exóticos. Nº médio de ovos
ovos por postura
postura 689

12 13

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
7.6. Identificar os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8.1. Apresentar exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descrever adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação
de alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Comparar os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as característi-
cas que possuem.
9.6. Distinguir animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
11.2. Indicar exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos
diversificados.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características do saramugo.
• Identificar o tipo de escamas e proceder a uma comparação com as escamas de um réptil
(víbora-de-seoane, páginas 20 e 21).
• Descrever o habitat do saramugo.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• Justificar por que razão o saramugo apresenta um risco muito elevado de extinção.
• Identificar os fatores de ameaça do saramugo.
• Discutir medidas que visem proteger o saramugo.
• Realizar a Ficha de Ampliação: Saramugo – o pequeno guerreiro pela sobrevivência das águas
do Guadiana.

16
ÁGUIA-PESQUEIRA
Águia-pesqueira
Águia-pesqueir
guia-p
g a
Taxonomia
Ave de rapina de médio a grande porte. O seu
Reino: Animalia (Animais) nome cientifico (Pandion haliaetus) significa a
Filo: Chordata (Cordados) águia do rei Pandion (Pandion é o nome de um rei Quando mergulha, as
Classe: Aves Cabeça
Cabeça e nuca brancas válvulas nasais impedem m
da mitologia grega; haliaetus tem origem no grego a entrada de água nasas
Ordem: Accipitriformes (Acipitriformes) com uma lista ocular Bico curvo e forte.
Família: Pandionidae (Pandionídeos) e significa águia do mar). Existe em todos os con- preta.
preta. aa
narinas, o que facilita
tinentes, à exceção da Antártida. Contudo, em Por- captura das presas.as.
Género: Pandion Olhos amarelos
Olhos am com
Espécie: Pandion haliaetus tugal já não nidifica. No nosso país, esta espécie lista ocular
uma lista
ocorre essencialmente durante os períodos de pas- castanho
castanho-escuro.
A visão é muito
sagem migratória (março-abril e agosto-outubro).
apurada.
apurada. Zona dorsal com uma plumagem
em
Habitat Tem uma técnica particular para caçar: voa sobre castanha-escura.
ra.
a água e cai sobre a presa com as patas apontadas
Pescoço com um “colar”
Pescoço
Zonas costeiras, estuários, lagoas para a frente, capturando-a com as fortes garras. fformado
ormado por finas riscas
costeiras e albufeiras. vertica de cor escura.
verticais
A águia-pesqueira também é conhecida por águia-pescadora,
500
águia-marinha, guincho ou mugeiro, pilha-peixe, rabanho-branco. or
Cauda de cor
ha
castanha
INVENTAR UMA FRASE Parte inferior do corpo
Dieta PARA AQUI br
branca com manchas carpais
pretas e bandas escuras nas
p
Espécie especialista, o que significa que grandes coberturas.
é muito seletiva na escolha do alimento.
N
A sua dieta é constituída essencialmente
por peixes de tamanho médio, om
Patas grandes e fortes, com
de várias espécies, tanto de água doce garras longas e curvadas.
como salgada, principalmente carpas, Superfície inferior dos
robalos, taínhas e sargos. Come cerca enos
dedos coberta por pequenos
de 200 a 400 g de peixe por dia. or
espinhos e o dedo exterior
reversível.

150 a 170 cm mitem


Estas características permitem
Vida social om
à águia-pesqueira caçar com

50 a 68 cm
sucesso o seu alimento.

c
Geralmente é uma espécie de hábitos
muito solitários. É uma espécie
migradora. Frequentemente passa o 90 km
inverno nas zonas costeiras em África. Longevidade
Longevidade média 25 a 30 anos
Peso
Peso médio 1,3 a 2 kg
1,3 kg
Animal ovíparo
Animal ovíparo
Pouco Ameaçado Extinto
• Perturbação e degradação dos locais de nidificação,
associados ao crescimento de zonas urbanas e ao turismo. Época
Época de rreprodução
eprodução Março-junho
Março-junho
preocupante
• Caça ilegal. Nº médio de oovos postura
vos por postura 2a3
• Envenenamento e poluição da água. Período
Período de incubação 30 a 40 dias
• Morte acidental por fios e redes de pesca abandonados. Emancipação
Emancipação das crias 57 dias após a eclosão
49 a 57

14 15

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
7.6. Identificar os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8.1. Apresentar exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descrever adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação
de alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Comparar os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as característi-
cas que possuem.
9.6. Distinguir animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
11.2. Indicar exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos
diversificados.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características da águia-pesqueira.
• Discutir a importância da utilização do nome científico, por comparação com o nome comum.
• Descrever o habitat da águia-pesqueira.
• Relacionar o comportamento migrador da águia-pesqueira com os fatores do meio.
• Descrever a migração realizada pela águia-pesqueira.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• Identificar as diferentes características da águia-pesqueira que fazem deste animal um pre-


dador muito eficaz.
• Descrever a técnica de caça da águia-pesqueira.
• Relacionar o tipo de bico com o regime alimentar da águia-pesqueira.
• Relacionar o tipo de patas com o regime alimentar e modo de vida da águia-pesqueira.
• Identificar os fatores de ameaça da águia-pesqueira.
• Discutir medidas que visem proteger a águia-pesqueira.
• Referir que o estatuto de ameaça apresentado na ficha refere-se à população nidificante.

17
BALEIA-AZUL
B
Baleia-azul
aleia-azul
Taxonomia
Tax
a onomia
É o maior animal que vive atualmente na Terra. B oca achatada
Boca achatada e mandíbula Corpo
Corpo hidrodinâmico alongado..
hidrodinâmico e alongado
Reino: A
Reino: Animalia
nimalia (A
(Animais)
nimais) É também o que tem a maior massa corporal. O seu superior cheia de barbas, Está cober
coberto
to por uma camada de gor gordura
dura
que serv em par
servem paraa filtrar os
filtrar que ajuda na fflutuação
lutuação do animal e que rreduz
eduz
Filo: Chor
Filo: Chordata
data (C
(Cordados)
ordados) tamanho só é possíível de alcançar por viver exclu- crustáceos da água. o arrefecimento
arrefecimen
e to do corpo
corpo.. Est
Esta
a camada
Classe: Mammalia (Mamíf
Classe: e os)
(Mamíferos)
míffer sivamente no meio aquático, o que ajuda a susten- de gor dura também
gordura também funciona
funciona como
Ordem: C
Ordem: Cetacea
etacea (Cetáceos)
(Cetáceos) N
Naa par te superior da cabeça tem
parte tem dois
tar o peso do seu corpo. Ao longo dos séculos XIX e armazenamento de energia.
armazenamento energia.
Família:
Fa Balaenopteridae
amília: B alaenopteridae orifícios, chamados sopr adores, que
sopradores,
(Balenopterídeos)
(B alenopterídeos) XX, a população de baleias-azuis sofreu uma grande utiliz
za par
utiliza paraa realizar
realizar as trocas
trocas gasosas.
gasosa
as
Género: Balaenop
Género: Balaenoptera
tera diminuição, tendo sido víítima
t de pesca excessiva. Por estes sopradores expulsa ar
Balaenoptera
Espécie: Balaenoptera musculus Os sons que emite podem viajar através do e água, produzindo
jatos de água.
oceano até locais situados a cerca de 160 km de
distância, o que lhe permite comunicar com outras
baleias que se encontrem longe. Consegue estar
Habitat
Habitat
debaixo de água até 30 minutos seguidos. As crias
Prefere
Pr ere os oceanos mais profundos
efe profundos são amamentadas durante cerca de oito meses,
e com águas frias.
frias. Ventre com uma
consumindo 380 litros de leite por dia. Quando se
cor acinzentada ou
tornam independentes têm cerca de 16 metros e amarelada devido
pesam quase 21 toneladas. São muito boas nadado- Sulcos na parte inferior à presença de algas
da boca que se expandem, que se fixam à
Dieta
Dieta ras, conseguindo mergulhar até aos 150 metros e formando uma bolsa. superfície corporal.
atingir os 32 km/h de velocidade. Deste modo, o animal pode
P
Pequenos
equenos crustáceos (par ecidos
(parecidos
recolher um
recolher m grande
grande volume
volume
com pequenos camarões – krill l).
) Pode
krill). Pode de água e alimen to na boca.
alimento
consumir a
até
té qua
quatro
tro ttoneladas
oneladas por dia. Barbatana cauda disposta
Barbatana disposta
BBarbatanas
arbatanas
horizontalmente, com se
horizontalmente, te me
sete tros
metros
N (nadadeiras)
(nadadeir as) que
largura, que funciona
de largura, funciona como
uncionam  como
ffuncionam 
um poder oso ór
poderoso gão de pr
órgão opulsão.
propulsão.
órgão de equilíbrio
órgão equilíbrio..
Executa mo
Executa vimentos de baix
movimentos o
baixo
Vida social para cima e vice-
para versa, ajudando o
vice-versa,
animal a mer gulhar e nadar
mergulhar nadar..
PPode encontrada
ode ser encon trada em ttodos
odos
os oceanos. É, gergeralmente,
almente, um 24 a 32 m
solitário.. Realiz
animal solitário Realiza migrações,
a migrações,
deslocando-se dur durante
ante o vverão para
erão para
perto
per to dos polos, pr procurando
ocurando as águas
mais frias
frias e ricas em alimento.
alimento. Durante
Durante
190 km
inverno
o in verno vvolta
olta às águas tr tropicais
opicais ou L
Longevidade
ongevidade 80 a 90 anos
ttemperadas
emperadas par para a se rreproduzir.
eproduzir. P eso médio
Peso 150 a 180 ttoneladas
oneladas
A nimal vivípar
Animal o
vivíparo
Ma turidade se
Maturidade xual
sexual 8 a 10 anos
Pouco Ameaçado Extinto P eríodo de gest
Período ação
gestação 12 meses
preocupante
• Caça
Caça ilegal. Nº médio de crias por par to
parto 1
• Morte
Morte aciden
acidental
tal por rredes
edes de pesca abandonadas. P eso médio das crias rrecém-nascidas
Peso ecém-nascidas 2,
2,55 toneladas
toneladas
• Poluição
Poluição da água. T amanho
a
Tamanho médio
mé ecém-nascidas
das crias rrecém-nascidas 7a8m

16 17

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
7.6. Identificar os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8.1. Apresentar exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descrever adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação
de alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Comparar os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as característi-
cas que possuem.
9.6. Distinguir animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
11.2. Indicar exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos
diversificados.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características da baleia-azul.
• Descrever o habitat da espécie.
• Explorar a rota migratória da baleia-azul e a sua relação com os fatores do meio.
• Explicar como é possível um animal apresentar um tamanho tão grande como o da baleia-
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

-azul.
• Identificar as adaptações da baleia-azul à vida nos oceanos.
• Explicar como respira a baleia-azul.
• Descrever como se alimenta a baleia-azul.
• Identificar os fatores de ameaça da baleia-azul.
• Discutir medidas que visem proteger a baleia-azul.
• Pesquisar como tem evoluído, nas últimas décadas, o número de baleias-azuis na Terra.

18
FOCA-MONGE
Foca-monge
Foc
oca-monge
o
Taxonomia
Tax
a onomia
A fo
oca-monge (ou lobo-marinho*) é conside- Olhos
O grandes
lhos gr permitem
andes que permitem D uas gr
Duas andes pr
grandes egas
pregas
muito
uma visão muit apurada.
o apurada. de pele no pescoço
pescoço..
Reino:: A
Reino Animalia
nimalia (A
(Animais)
nimais) rado o membro da família
a das fo
oc
ocas mais raro e
Filo: Chor
Filo: Chordata
data (C
(Cordados)
ordados) Duas
D grandes
uas gr paralelas,
andes narinas par alelas, que se ffecham
echam Ae xistência destas
existência destas pregas
pregas
ameaçado de extinção. Em Portugal, ocorre uni- justifica a designação de
Clas se: Mammalia (Mamíf
Classe: (Mamíferos)
míffer
e os) mergulha,
quando o animal mer gulha, impedindo asassim
sim
camente no arquipélago da Madeira, mais espe- que a água
a entre sistema
entre no sistema respiratório.
respiratório. ffoca-monge.
oca-monge. Q uando está em
Quando
Ordem: C
Ordem: Carnivora
arnivora (Carnívoros)
(Carnívoros) descanso faz lembrar o capucho
cificamente nas Ilhas Desertas e ilha da Madeira, O seu fôlego permite-lhe dar mergulhos
amília: Phocidae (F
Família:
Fa (Focídeos)
Foc
o
ocídeos) de um monge. É também um
Géner
Género: o: Monachus onde se estima que existam cerca de 20-25 ani- de 10 minutos à procura de alimento.
animal de hábitos solitários.
Espécie: Monachus monachus mais. Atualmente, existem apenas entre 350 e 450
animais em todo o planeta.
Região dorsal de cor escura.
* A denominação de “lobo-marinho” deve-se a João Gonçalves
Habit
Habitat
at Zarco, aquando da descoberta da ilha da Madeira, em 1419,
por este animal emitir sons como urros e tam
mb bém por apre-
Nordeste do mar Medit
Nordeste errâneo e do
Mediterrâneo sentar dentes caninos afiados, como os lobos.
oceano Atlântico.
Atlântico. Depende
Depende de tterra
erra
para
par eprodução. Utiliz
a descanso e rreprodução. a
Utiliza
erencialmente pr
preferencialmente
prefe aias no in
praias terior
interior
de grutas.
grutas. 20 A 25 Cauda curta e larga.
FOCAS-MONGE EM PORTUGAL
FOCAS-MONGE PORTUGAL Barbatanas
Barbatanas posteriores
posteriores
Dentes caninos muit
Dentes o afiados.
muito afiados.
((ESTIMATIVA)
ESTIMA VA)
STIMATIV direcionadas
direcionadas parapara trás.
Fórmula den tária
dentária
Os dedos estão ligados por
(incisivos); 1 (canino); 5 (molares)
 2 (incisivos); (molares)
Dieta
Dieta uma membrana
membrana de pele,
(incisivos); 1 (canino); 5 (molares)
 2 (incisivos); (molares) o que ffacilita natação.
acilita a natação.
Peixe, polv
Peixe, os, lulas e crustáceos.
polvos, N

sensíveis,
Bigodes sensív funcionam como
eis, funcionam Região
Região ventral clara
ventral clara com manchas de cor
órgãos
órgãos do ttato.
ato. amar elada ou esbr
amarelada anquiçada.
esbranquiçada.
C orpo hidrodinâmico,
Corpo coberto por pelos,
hidrodinâmico, coberto
A tividade
Atividade em forma
forma
o torpedo, com os membros
de torpedo, membros
e vida social transfformados
o
transformados barbatanas.
em barbatanas.
O corre em mar aber
Ocorre aberto to durante os
durante
períodos de deslocação en tre ilhas
entre 2a4m
e, em rredor
edor das ilhas, em zzonas
onas de
pr ofundidade superior a seis me
profundidade tros.
metros. 300 km
D
Dee uma fforma
orma ger al, são animais
geral,
diurnos de hábit os solitários, viv
hábitos endo
vivendo
isolados ou em pequenos grupos.

Longevidade média
Longevidade 35 anos
P eso médio
Peso 240 a 400 kkgg
240
Pouco Ameaçado Extinto
• Mor te aciden
Morte acidental
tal por rredes
edes de pesca abandonadas
ou captura
captura aciden
acidental pescadores.
tal por pescadores. A nimal vivípar
Animal o
vivíparo
preocupante
• PPoluição
oluição da água. Ma turidade se
Maturidade xual
sexual 4 anos
•C Caça
aça ilegal e perseguição direta.
direta. P eríodo de gest
Período ação
gestação 9 meses
• Alterações
Alterações no habit
habitat.
at. Nº médio de crias por par to
parto 1

18 19

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
7.6. Identificar os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8.1. Apresentar exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descrever adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação
de alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Comparar os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as característi-
cas que possuem.
9.6. Distinguir animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
11.2. Indicar exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos
diversificados.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características da foca-monge.
• Discutir a importância da utilização do nome científico, por comparação com o nome comum.
• Descrever o habitat da foca-monge.
• Relacionar o tipo de dentição (explorar a fórmula dentária) com o regime alimentar da foca-monge.
• Identificar características da foca-monge que lhe permitem ser considerada uma boa caçadora.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• Explicar as designações de “foca-monge” e de “lobo-marinho”.


• Identificar características que permitem à foca-monge estar adaptada a deslocar-se em meio
aquático.
• Comparar a situação da foca-monge em 1419, quando o arquipélago da Madeira foi descoberto,
e atualmente.
• Identificar os fatores de ameaça da foca-monge.
• Discutir medidas que visem proteger a foca-monge.

19
VÍBORA-DE-SEOANE
Víbora-de-seoane
Víbora-de-seoane
Taxonomia
É a serpente mais ameaçada de Portugal. Ocorre Visão muito
Visão muit desenvolvida.
o desen volvida.  
Reino: Animalia (Animais) apenas no extremo noroeste do país. É uma espé- A pupila é vvertical
ertical e a íris é
Filo: Chordata (Cordados) dourada ou avermelhada.
cie venenosa que, geralmente, só ataca se se sentir
Classe: Reptilia (Répteis) ameaçada. Corpo robusto, cauda curta
Ordem: Squamata (Escamados) e cabeça triangular bem
O seu veneno, tal como o da víbora-cornuda
Família: Viperidae (Viperídeos) diferenciada do tronco.
Género: Vipera (Vipera latastei), não é muito forte comparado
Ventre negro ou acinzentado,
Espécie: Vipera seoanei com o de outras víboras, mas deve-se ter especial com manchas esbranquiçadas.
preocupação com crianças, idosos e indivíduos Alguns indivíduos são
alérgicos ao veneno. É uma espécie
e venenosa. todos pretos.
Os den t inoculadores (responsáveis pela
dentes
Habitat As crenças populares associadas à ideia do pe-
introdu
introdução do veneno nas presas) estão
rigo do veneno das víboras levam muitas vezes à situado na região anterior do maxilar.
situados
Matos e bosques limítrofes de prados perseguição e morte deste animal.
e pastos, matagais baixos e clareiras É um quase-endemismo da Península Ibérica,
de bosques, na proximidade de cursos
pois esta espécie vive também numa pequena
de água.
região no extremo sudoeste de França.

Dieta
N

Dieta muito variada: pequenos


mamíferos (por exemplo, ratos
do campo), répteis, anfíbios e aves.
Ponta da cauda amarelada.
Não possui membros. Desloca-se
reptando no solo, ondulando o seu Dorso cinzento, castanho claro ou
corpo através de uma sucessão de
Atividade contrações e extensões musculares.
bege, com uma banda vertebral mais
escura e de largura variável,
É uma espécie diurna, mas pode à qual se juntam
juntam umas manchas
escur as, cujo padrão proporciona
escuras, proporciona
apresentar atividade crepuscular
um ele vado gr
elevado au de camuf
grau lagem,
camuflagem,
ou noturna durante os meses mais especialmen
especialmente te em áreas de arbust
áreas os.
arbustos.
50 a 60 cm
quentes do ano. Tal como grande
parte dos répteis, hiberna desde
finais de outubro-novembro até 90 km
fevereiro-março.
L
Longevidade
ongevidade média 13 anos
P
Peso
eso médio 2,5
1 a 2, 5 kg
kg
Pouco Ameaçado Extinto • Perda e alteração do habitat. A
Animal
nimal o
ovovivíparo
vovivíparo
preocupante
• Atropelamento nas estradas. Ma
Maturidade
turidade se
sexual
xual 3 a 4 anos
• Fogos florestais. É
Época
poca de rreprodução
eprodução Abril-maio e agosto-outubro
agosto-outubro
• Perseguição direta e abate. Nº médio de crias 3 a 10

20 21

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
7.6. Identificar os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8.1. Apresentar exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descrever adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação
de alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Comparar os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as característi-
cas que possuem.
9.6. Distinguir animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
11.2. Indicar exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos
diversificados.
11.4. Exemplificar ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5. Discutir algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características da víbora-de-seoane.
• Descrever o habitat da víbora-de-seoane.
• Identificar o tipo de escamas da víbora-de-seoane e proceder a uma comparação com as esca-
mas de um peixe (por exemplo, comparar com o saramugo, páginas 12 e 13).
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• Relacionar o facto de a víbora-de-seoane ser venenosa com a perseguição que esta espécie
tem sofrido pelo ser humano.
• Descrever o modo de locomoção da víbora-de-seoane.
• Justificar por que razão a víbora-de-seoane apresenta um risco elevado de extinção.
• Identificar os fatores de ameaça da víbora-de-seoane.
• Discutir medidas que visem proteger a víbora-de-seoane.

20
MIOSÓTIS-DAS-PRAIAS
Miosótis-das-praias
Miosótis-das-praias
Taxonomia
Tax
a onomia
Planta endémica da zona costeira de Sintra.
Reino:: Plan
Reino Plantae
tae (Plan
(Plantas)
tas) Trata-se de uma espécie cuja semente é oca e
Divisão:: Magnolioph
Divisão Magnoliophyta
yta (Magnolió
(Magnoliófitas)
fitas) em form
o
orma de umbigo. Do aspeto desta semente
Classe: Magnoliopsida (Magnoliopsidas)
Classe: surgiu o nome "Omphalodes", que significa umbi- Folhas com forma elíptica.
Ordem: Boraginales
Ordem: Boraginales Têm a página superior sem pelos.
go em latim.
amília: B
Família:
Fa Boraginaceae
oraginaceae
Géner
Género:o: O
Omphalodes
mphalodes Existe apenas numa área reduzida, de cerca de
Omphalodes kuzinsk
Espécie: Omphalodes kyanae
kuzinskyanae cinco hectares, o que aumenta o risco de extinção.
A tendência populacional desta espécie é de re-
gressão muito acentuada.

Habit
Habitat
at
Clareiras de ma
Clareiras tos em dunas
matos
consolidadas e arribas cost eiras, em
costeiras, N
solos ar enosos, calcários ou de origem
arenosos,
em rrochas
ochas magmá ticas. A
magmáticas. presenta
Apresenta
preferência
e
preferência a sombrios.
por locais algo
• Altitude – 0 a 110 m
• Distância ao mar – 150 a 550 m
Flores branco-azuladas,
com cerca de 3 mm
de diâmetro.

Caule simpless ou
Caule
pouco rramificado.
amificado.
90 km

6 a 20 cm
Miosótis-das-praia
kyanae
kuzins
Omphalodes

Pouco Ameaçado Extinto


• Alterações e destruição do habit
Alterações habitat,
at, rrelacionadas
elacionadas
com o piso
pisoteio, aumento
teio, aumen to de construções Floração
Floração Maio-junho
preocupante
e introdução de plantas
introdução plantas exóticas.
exóticas. Raiz Fasciculada
Fasciculada
• FFogos
ogos
o fflorestais.
lorestais. Reprodução
Reprodução Planta
Planta anual, pois comple
completa
ta o seu ciclo
• Alt
Alterações
erações climá
climáticas poluição..
ticas e poluição de vida no período de um ano
ano..

22 23

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
13.1. Indicar exemplos de biodiversidade vegetal existente na Terra, com base em documentos
diversos.
13.3. Exemplificar ações antrópicas que podem afetar a biodiversidade vegetal.
13.5. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade vegetal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características do miosótis-das-praias.
• Descrever o habitat do miosótis-das-praias.
• Justificar por que razão o miosótis-das-praias apresenta um risco muito elevado de extinção.
• Identificar os fatores de ameaça do miosótis-das-praias.
• Discutir medidas que visem proteger o miosótis-das-praias.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

21
TEIXO
Teixo
Te
eixo
Taxonomia
Árvore do grupo das resinosas que também C
Copa
opa piramidal
piramidal ou alar
alargada,
gada, com rramos
amos
Reino: Plantae (Plantas) pode ter um aspeto arbustivo. Tem um crescimento mais ou menos horiz t i
horizontais.
semente
A semen te está
Filo: Pinophyta (Pinófitas) lento e pode viver até aos 2000 anos. É uma planta Árvore
Árvore de ffolha
olha pers
persistente. envolvida
envolvida por um
Classe:   Pinopsida venenosa (e, por isso, tradicionalmente odiada por Contudo, as folhas
Contudo, folhas vivem
vi cerca invólucro
invólucro de fforma
orma
Ordem: Pinales de oito anos, sendo então
oito e ovoide,
ovoide, carnudo e
pastores), mas cheia de virtudes curativas. Todas rrenovadas
enovadas após a sua queda.
Família: Taxaceae avermelhado
ermelhado (arilo).
erm
Género: Taxus as partes da planta são altamente venenosas, ex- Folhas
F dispostas
olhas dispost as em alinhamentos
a
Espécie: Taxus baccata ceto o arilo carnudo (parte que envolve a semente). duplos sobre
sobre os rramos.
amo
pontiagudas, mas
São pon tiagudas, mas não
Devido à toxicidade das folhas e dos ramos, no pas-
pican
picantes, lexíveis, lin
tes, fflexíveis, lineares,
sado esta espécie era frequentemente eliminada acha tadas, de 2 a 4 cm
achatadas,
para evitar a morte do gado que pastava. de comprimen
comprimento to
Habitat largura.
e 3 mm de largura.
Do teixo extrai-se a taxina, substância usada no
Bosques em zonas montanhosas. tratamento de vários tipos de cancro. A madeira é
Vales profundos e encostas íngremes, muito dura, resistente e elástica, sendo procurada
geralmente próximo de linhas de água. para trabalhos de marcenaria.
Prefere solos ácidos. Necessita de É uma das raras e ameaçadas árvores da flora
bastante humidade ambiental e resiste
portuguesa.
bem ao frio, até -25 °C

T
Tronco
ronco muit
muitoo rramificado
amific
desde perto
perto da base.
base
Pode apr
Pode esentar um
apresentar
diâmetro
diâmetro de cercercaca
de 11,5
,5 m.
É cast
castanho-avermelhado.
anho-avermelh
parte muit
É uma parte muito o sensível
se
árvore, dest
da árvore, aca-se
destaca-se
em tir as.
tiras.

100 km
12 a 20 m

Pouco Ameaçado Extinto • Eliminação devido à sua toxicidade. C aule


Caule Tronco
Tronco
preocupante
• Abate para aproveitamento da madeira. Raiz Aprumada
Aprumada
• Fogos florestais. Repr odução
Reprodução plantas
Espécie dioica (há plan tas masculinas
plantas
e plantas ffemininas).
emininas). A rreprodução
e sexuada.
eprodução é sexuada.
• Alterações no habitat.
24 25

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
13.1. Indicar exemplos de biodiversidade vegetal existente na Terra, com base em documentos
diversos.
13.3. Exemplificar ações antrópicas que podem afetar a biodiversidade vegetal.
13.5. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade vegetal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características do teixo.
• Descrever o habitat do teixo.
• Justificar por que razão o teixo foi praticamente levado à extinção.
• Com base no exemplo do teixo, discutir a importância da proteção da biodiversidade vegetal.
• Pesquisar exemplos de utilização do teixo em atividades humanas.
• Identificar os fatores de ameaça do teixo.
• Discutir medidas que visem proteger o teixo.
• Realizar a ficha de ampliação “O teixo: venenoso mas cheio de virtudes”.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

22
LÍRIO-DO-GERÊS
Lírio-do-gerês
Taxonomia
Tax
a onomia
O lírio-do-gerês é uma planta endémica da Pe-
Reino:: Plan
Reino Plantae
tae (Plan
(Plantas)
tas) nínsula Ibérica, apenas existe em alguns locais
Divisão:: Magnolioph
Divisão Magnoliophytayta (Magnoliófitas)
(Magnoliófitas) isolados na Galiza e em Portugal. No nosso país,
Classe: Liliopsida
Classe: está limitada a uma pequena região da Serra do
Ordem: A
Ordem: Asparagales
sparagales
Gerês. Consegue sobreviver a épocas desffavorá-
Família: Iridaceae
Família:
a
Géner
Género:o: Iris nverno) na forma
veis (in o de um bolbo subterrâneo.
Espécie: Iris boissieri A beleza desta planta leva muitas pessoas a apanha-
rem-na, o que ameaça a sobrevivência da espécie.

Habit
Habitat
at
lor de cor azul
Flor roxa-violeta,
az e roxa-violeta,
Fendas
Fendas
e de rrochas graníticos,
ochas e solos graníticos, com uma faixa amarela
ma faixa amarela na sépala
pouco profundos,
profundos, de mon
montanha
tanha N
ral. Esta
central. Esta é a característica
característica
(a par tir de 800 me
partir tros de altitude).
metros distin
que distingue esta espécie
esta
Altitude – 1140 a 1400 m de outros lírios.
outros
Distância ao mar – 60 km a 7 70
0 km

Folhas
Folhas verde-acinzentadas
verde-acinzentadas e lineares,
lin
presentes inverno.
presentes no inverno.

Largura média
90 km
das folhas:

15 a 50 cm
5 a 15 cm
Comprimento
médio das folha
o
Lírio-do-gerês 8 a 50 cm
Iris boissieri

Caule
Caule Subterrâneo
Sub terrâneo (bolbo)
• Alterações e destruição do habit
Alterações habitat,
at, rrelacionadas
elacionadas Raiz Fasciculada
F asciculada
Pouco Ameaçado Extinto
preocupante com o piso
pisoteio,
teio, aumen
aumento
to de construções Floração
Floração Maio-junho
e introdução de plantas
introdução plantas exóticas.
exóticas. Reprodução
Reprodução planta
Espécie monoica (cada plan possui
ta pos sui órgãos
órgãos sexuais
sexuais dos dois sexos).
sexos).
• FFogos
ogos
o fflorestais.
lorestais. A rreprodução
eprodução é es essencialmente assexuada,
sencialmente as sexuada,
• Alt
Alterações
erações climá
climáticas poluição..
ticas e poluição partir
a par tir da divisão de um bolbo que está no solo.
solo.

26 27

Metas Curriculares (descritores)


1.6. Sugerir medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
13.1. Indicar exemplos de biodiversidade vegetal existente na Terra, com base em documentos
diversos.
13.3. Exemplificar ações antrópicas que podem afetar a biodiversidade vegetal.
13.5. Concluir acerca da importância da proteção da biodiversidade vegetal.
16.3. Indicar as principais categorias taxonómicas.

Propostas para exploração


• Identificar as principais características do lírio-do-gerês.
• Indicar o que distingue o lírio-do-gerês de outras espécies de lírio.
• Descrever o habitat do lírio-do-gerês.
• Descrever a forma como o lírio-do-gerês consegue sobreviver durante o inverno.
• Justificar por que razão o lírio-do-gerês apresenta um risco muito elevado de extinção.
• Identificar os fatores de ameaça do lírio-do-gerês.
• Discutir medidas que visem proteger o lírio-do-gerês.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

23
Guião de Exploração de Recursos Multimédia

. Soluções que o acompanham dentro e fora da sala de aula

• Poupe tempo na preparação e dinamização das suas aulas.


• Diversifique abordagens, de acordo com as necessidades das suas turmas.
• Avalie de forma fácil e completa.
• Acompanhe e oriente o estudo dos seus alunos.
• Comunique com eficácia e rapidez.

O online está dividido em quatro áreas principais:

Biblioteca – Aceda facilmente aos recursos digitais do seu projeto


Área onde estão disponíveis todos os projetos do grupo LeYa para a sua área dis-
ciplinar e onde pode aceder aos diferentes componentes do projeto, aos recursos
digitais e a todos os documentos de apoio à prática letiva.

Acesso a todos os livros e recursos digitais.

Exercícios de avaliação interativos e em Word®, com ou sem correção.

Sequências de recursos prontas a usar.

Materiais editáveis de apoio à prática letiva, organizados numa única área.

Acesso direto à versão offline do seu projeto.


Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Os meus testes – Crie ou personalize testes

Ferramenta que permite introduzir questões e criar testes para posterior expor-
tação para Word® ou envio aos alunos, em formato interativo e com correção
automática.

24
As minhas aulas – Construa ou adapte sequências de recursos
Área onde podem ser criadas sequências de aprendizagem compostas pelos
recursos digitais disponibilizados nos projetos da editora e pelos recursos pró-
prios do Professor.

As minhas salas – Acompanhe o estudo dos seus alunos


Ferramenta de comunicação que permite criar grupos de alunos, enviar-lhes tes-
tes ou trabalhos e acompanhar a sua realização.

Todos os projetos estão disponíveis em offline através de download, CD, Pen ou App.

Como aceder?
Se ainda não é um utilizador das soluções LeYa Educação, registe-se acedendo a:
http://20.leya.com e selecionando a opção “Ainda não é utilizador?”

Se já é utilizador das soluções LeYa Educação, aceda ao 20 Aula Digital com os seus dados
de registo (e-mail e palavra-passe).

Para mais informações, consulte o nosso site de suporte:


http://suporte20.leyaeducacao.com/
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Os recursos multimédia disponíveis em – projeto Biosfera 5 encontram-se


listados de seguida.
São igualmente apresentadas nas páginas seguintes sugestões de utilização/exploração dos
recursos multimédia disponíveis na versão de demonstração deste componente.
Em setembro de 2016, os professores utilizadores do projeto Biosfera 5 terão acesso a um
guião de exploração relativo a todos os recursos multimédia disponíveis no projeto.

25
Guião de Exploração de Recursos Multimédia
Biosfera 5 – Ciências Naturais

APRESENTAÇÕES MULTIMÉDIA (PowerPoint®)


As apresentações multimédia (PowerPoint®) são uma ferramenta útil para as aulas de Ciên-
cias Naturais. O projeto Biosfera 5 inclui 16 apresentações multimédia, uma para cada objetivo
geral das Metas Curriculares. Podem ser usadas como suporte para a explicação de conteúdos
ou, em alternativa, como síntese dos conteúdos abordados.

Tema . A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres


A importância das rochas e do solo na manutenção da vida
Apresentação 1 – A Terra como um planeta especial
Apresentação 2 – O solo é um material terrestre de suporte de vida
Apresentação 3 – A importância das rochas e dos minerais

A importância da água para os seres vivos


Apresentação 4 – A importância da água para os seres vivos
Apresentação 5 – A qualidade da água e a atividade humana

A importância do ar para os seres vivos


Apresentação 6 – A importância da atmosfera para os seres vivos

Tema 2. Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio


Diversidade nos animais
Apresentação 7 – Características dos organismos em função dos ambientes onde vivem
Apresentação 8 – Diversidade de regimes alimentares dos animais
Apresentação 9 – Diversidade de processos reprodutivos dos animais
Apresentação 10 – Influência dos fatores abióticos nas adaptações morfológicas e comporta-
mentais dos animais
Apresentação 11 – Proteção da biodiversidade animal

Diversidade nas plantas


Apresentação 12 – Influência dos fatores abióticos nas adaptações morfológicas das plantas
Apresentação 13 – Proteção da diversidade vegetal

Tema 3. Unidade na diversidade de seres vivos


Célula – unidade básica de vida
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Apresentação 14 – A microscopia na descoberta do mundo “invisível”


Apresentação 15 – Célula, unidade básica da vida

Diversidade a partir da unidade – níveis de organização hierárquica


Apresentação 16 – A importância da classificação dos seres vivos

Na versão de demonstração estão disponíveis os PowerPoint® relativos à unidade “Diversi-


dade nas plantas”. Apresentam-se, de seguida, sugestões de exploração dessas apresentações.

26
APRESENTAÇÃO MULTIMÉDIA (PowerPoint®)
Influência dos fatores abióticos nas adaptações morfológicas das plantas

Exemplo

• Apresentação dos conteúdos abordados no objetivo


geral “12. Conhecer a influência dos fatores
abióticos nas adaptações morfológicas das plantas”

Página do manual: 170

EXPLORAÇÃO DO RECURSO

• A apresentação pode ser usada pelo professor para


apoiar a lecionação dos conteúdos, para fazer
a síntese das aprendizagens ou para consolidar
conhecimentos sobre uma temática.
• Esta apresentação apresenta questões que
o professor poderá colocar à turma e uma atividade
de consolidação de conhecimentos, no final.
• As questões formuladas na apresentação são:
– Qual é a influência da água no desenvolvimento
das plantas?
– Qual é a influência da luz no desenvolvimento
das plantas?
– Qual é a influência da temperatura no
desenvolvimento das plantas?
– Qual é a relação entre as adaptações das plantas
aos fatores abióticos e a sua distribuição
no planeta?
• À medida que o professor avança na apresentação,
pode colocar outras questões e solicitar aos alunos
que partilhem experiências acerca do que conhecem
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

da influência dos fatores abióticos nas plantas.


• No final da exploração da apresentação, o professor
poderá lançar as pistas do crucigrama, solicitando
a resposta correta ao grupo ou de forma individual.

27
APRESENTAÇÃO MULTIMÉDIA (PowerPoint®)
Proteção da diversidade vegetal

Exemplo

• Apresentação dos conteúdos abordados no objetivo


geral “13. Compreender a importância da proteção
da diversidade vegetal.”

Página do manual: 182

EXPLORAÇÃO DO RECURSO

• A apresentação pode ser usada pelo professor


para apoiar a lecionação dos conteúdos, para fazer
a síntese das aprendizagens ou para consolidar
conhecimentos sobre uma temática.
• Esta apresentação apresenta questões que
o professor poderá colocar à turma e um mapa
de conceitos para sintetizar os conteúdos, no final.
• As questões formuladas na apresentação são:
– Como está distribuída a biodiversidade vegetal?
– Que biodiversidade vegetal podemos encontrar
nas florestas e bosques de Portugal?
– Quais são as ações do ser humano que podem
afetar a biodiversidade vegetal?
– Por que razão é importante promover
a biodiversidade vegetal?
– Que medidas promovem a biodiversidade vegetal?
• À medida que o professor avança na apresentação,
pode colocar outras questões e solicitar aos alunos
que apresentem argumentos a favor da proteção da
biodiversidade vegetal.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• No final da exploração da apresentação, o professor


poderá sintetizar os conteúdos à medida que o mapa
de conceitos vai sendo preenchido.

28
VÍDEOS LABORATORIAIS
Os vídeos laboratoriais podem ser recursos valiosos em diferentes circunstâncias, quer na
preparação para a atividade laboratorial quer na revisão depois de a atividade ser efetuada na
aula. Podem ainda ser utilizados nos casos em que não estejam reunidas, na sala de aula, todas
as condições necessárias para a realização da atividade laboratorial.

Tema 1. A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres


A importância das rochas e do solo na manutenção da vida
Vídeo laboratorial 1 – Como verificar a existência de ar no solo?
Vídeo laboratorial 2 – Será que a água atravessa os diferentes tipos de solo com a mesma facili-
dade?

A importância da água para os seres vivos


Vídeo laboratorial 3 – A água dissolve todas as substâncias?

A importância do ar para os seres vivos


Vídeo laboratorial 4 – O ar tem massa? O ar tem forma? O ar ocupa espaço?
Vídeo laboratorial 5 – Quais são as propriedades do dióxido de carbono?

Tema 2. Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio


Diversidade nos animais
Vídeo laboratorial 6 – Qual é a constituição das conchas?
Vídeo laboratorial 7 – Quais são as propriedades das penas?
Vídeo laboratorial 8 – Qual é a influência da humidade no comportamento das minhocas?
Vídeo laboratorial 9 – Qual é a influência da temperatura no comportamento das minhocas?

Diversidade nas plantas


Vídeo laboratorial 10 – Qual é a influência da água no crescimento das plantas?
Vídeo laboratorial 11 – Qual é a influência da luz no crescimento das plantas? Como reagem as
plantas à luz?

Tema 3. Unidade na diversidade de seres vivos


Célula – unidade básica de vida
Vídeo laboratorial 12 – Quais são as características da imagem observada ao microscópio ótico
composto?
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Vídeo laboratorial 13 – Que diferenças existem entre células animais e células vegetais?

29
Exemplo
VÍDEO LABORATORIAL
Qual é a influência da água no crescimento das plantas?

• Recurso com uma pequena animação inicial, o


vídeo da atividade, uma breve discussão dos
resultados e duas atividades, no final.
Página do manual: 176

Metas Curriculares:
12.2. Testar a influência da água e da luz no
crescimento das plantas, através do controlo
de variáveis, em laboratório.

EXPLORAÇÃO DO RECURSO

[1] • A primeira secção pode ser apresentada para


introduzir e contextualizar a atividade laboratorial [1].
• A segunda secção, com o vídeo laboratorial, pode
ser apresentada antes de se realizar a atividade
laboratorial, para que os alunos vejam a forma
de proceder e esclareçam possíveis dúvidas [2].
• Se o professor não tiver condições para realizar
a atividade laboratorial na sala, pode recorrer
[2] à visualização do vídeo [2].
• Após a realização da atividade, o professor pode
apresentar a terceira secção, onde estão algumas
questões para discussão dos resultados. Esta
partilha pode ser feita num primeiro momento em
grupo, com a discussão dos resultados obtidos,
e posteriormente com todos os grupos da turma [3].
• No final, o professor poderá realizar com os alunos
[3] as atividades propostas [4].

Sugestões de respostas às questões


apresentadas após o vídeo:
1. Identifica o fator abiótico em estudo nesta
atividade.
O fator abiótico em estudo é a disponibilidade de água.
2. Compara as plantas, ao fim de quinze dias, com
a forma como se encontravam no início da
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

[4] atividade.
A planta A cresceu e manteve uma aparência
semelhante à inicial. A planta B murchou.
3. Explica os resultados obtidos.
A água é necessária para a realização da
fotossíntese, para o transporte de substâncias,
para a transpiração e para manter a forma
e a estrutura dos órgãos da planta.

30
ATIVIDADES INTERATIVAS
As atividades interativas consistem em exercícios de resposta fechada que permitem rever
e sintetizar os conhecimentos. O professor poderá realizar com os alunos as atividades no final
da lecionação de conteúdos ou na aula de revisão antes da ficha de avaliação.
No total existem sete atividades interativas que se encontram distribuídas da seguinte forma:
Tema 1. A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres
A importância das rochas e do solo na manutenção da vida
Atividade interativa 1 – Os solos e as rochas
A importância da água para os seres vivos
Atividade interativa 2 – A água
A importância do ar para os seres vivos
Atividade interativa 3 – O ar
Tema 2. Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio
Diversidade nos animais
Atividade interativa 4 – Diversidade nos animais
Diversidade nas plantas
Atividade interativa 5 – Diversidade nas plantas
Tema 3. Unidade na diversidade de seres vivos
Célula – unidade básica de vida
Atividade interativa 6 – A célula
Diversidade a partir da unidade – níveis de organização hierárquica
Atividade interativa 7 – Os níveis de organização hierárquica

Exemplo
ATIVIDADE INTERATIVA
Diversidade nas plantas

• Atividade interativa com três atividades.


Página do manual: 170

Metas Curriculares:
12. Conhecer a influência dos fatores abióticos nas
adaptações morfológicas das plantas.
13. Compreender a importância da proteção
da diversidade vegetal.

EXPLORAÇÃO DO RECURSO
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• O professor poderá realizar com os alunos as três


atividades no final da leccionação de conteúdos
ou na aula de revisão antes da ficha de avaliação.

31
INFOGRÁFICOS
Os infográficos são recursos que permitem a análise de imagens de forma interativa, através
de pontos clicáveis com informação extra.
Neste contexto, o recurso multimédia Linha do Tempo pretende dar a conhecer o trabalho
de alguns cientistas que se destacaram numa determinada área da Ciência. Foram selecionados
24 cientistas (11 dos quais portugueses) e distribuídos pelos três domínios das Metas Curriculares.

Tema 1. A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres


Linha do tempo I
Com os cientistas:
– Orlando Ribeiro
– Ribeiro Teles
– Anthímio de Azevedo
– António Galopim de Carvalho
– Yuri Gagarin
– Luiz Saldanha
– Wangari Maathai
– José Brilha

Tema 2. Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio


Linha do tempo II
Com os cientistas:
– Avelar Brotero
– Charles Darwin
– Rei D. Carlos (“oceanógrafo”)
– Jacques Cousteau
– Fernando Catarino
– Jorge Paiva
– Jane Goodall
– Francisco Petrucci Fonseca

Tema 3. Unidade na diversidade de seres vivos


Linha do tempo III
Com os cientistas:
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

– Aristóteles
– Zacharias Janssen
– Marcello Malpighi
– Antonie van Leeuwenhoek
– Robert Hooke
– Carl Lineu
– Robert Whittaker
– Carl Woese

32
Pretende-se fornecer aos alunos exemplos de pessoas que se destacaram pelo seu trabalho
numa determinada área científica, mas também dar a conhecer um pouco do seu lado pessoal
e social.
Deste modo, os alunos poderão ter uma visão mais holística da Ciência e dos seus protago-
nistas, motivando-os para a aprendizagem.

Propostas para exploração:


• Pedir aos alunos, ao longo do estudo do capítulo, para apresentarem à turma os cientistas
que se relacionam com o assunto em estudo.
• Desafiar os alunos a pesquisar outros cientistas, relacionando-os com os assuntos que
estão no momento a estudar.
• Organizar uma barra cronológica, de forma interdisciplinar (envolvendo as disciplinas de
História e Geografia de Portugal e de Educação Visual/Educação Tecnológica), registando:
– os cientistas presentes na “linha do tempo”;
– acontecimentos marcantes da História de Portugal;
– datas relevantes na História da Ciência (como, por exemplo, descobertas científicas).

INFOGRÁFICO
Linha do tempo II
• Infográfico com pequenas biografias de cientistas
cujos trabalhos e investigações contribuíram para
o desenvolvimento da ciência em Portugal
e no mundo.
Página do manual: 101
Metas Curriculares:
Diversidade nos animais
Exemplo
Diversidade nas plantas

EXPLORAÇÃO DO RECURSO
• O recurso pode ser apresentado na introdução
[1] de cada tema.
• Antes de selecionar um dos cientistas, o professor
pode explorar com os alunos as datas indicadas na
linha do tempo, para que os alunos compreendam
que há, e sempre houve, cientistas ligados
às Ciências Naturais [1].
• O professor poderá questionar os alunos acerca
do seu conhecimento sobre cientistas que fazem
ou fizeram investigação relacionada com as
[2] plantas, ou questionar os alunos acerca dos
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

cientistas apresentados no recurso – Félix Brotero,


Fernando Catarino e Jorge Paiva [1].
• O professor poderá chamar um aluno para ser ele
a apresentar o recurso, visto que a informação está
presente no ecrã.
• As fotografias podem ser ampliadas, permitindo
ao professor explorar com os alunos alguns
pormenores da vida de cada cientista [2].

33
JOGOS
Serão disponibilizados quatro jogos, um por cada tema da disciplina de Ciências Naturais,
o
5. ano, e um global. Os jogos permitem a consolidação de conteúdos de uma forma lúdica e
interativa. Na versão de demonstração serão disponibilizadas as questões relativas ao tema
“Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio – Diversidade nas plantas”.

Tema 1. A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres


Trivial das Ciências Naturais I

Tema 2. Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio


Trivial das Ciências Naturais II

Tema 3. Unidade na diversidade de seres vivos


Trivial das Ciências Naturais III

Global
Trivial das Ciências Naturais IV

ANIMAÇÕES
As animações disponibilizadas permitem apresentar conteúdos de forma dinâmica e inte-
rativa. No final de cada animação são sempre apresentadas atividades de consolidação.
No total existem sete animações que se encontram distribuídas da seguinte forma:

Tema 1. A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres


A importância das rochas e do solo na manutenção da vida
Animação 1 – O solo e as rochas

A importância da água para os seres vivos


Animação 2 – A água

A importância do ar para os seres vivos


Animação 3 – O ar

Tema 2. Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio


Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Diversidade nos animais


Animação 4 – Os animais
Animação 5 – Processos reprodutivos dos animais

34
Tema 3. Unidade na diversidade de seres vivos
Célula – unidade básica de vida
Animação 6 – A célula

Diversidade a partir da unidade – níveis de organização hierárquica


Animação 7 – Classificação dos seres vivos

APRESENTAÇÕES MOTIVACIONAIS
As apresentações motivacionais disponibilizadas são recursos em PowerPoint® que preten-
dem, por um lado, despertar a curiosidade dos alunos relativamente a cada uma das unidades
e, por outro, permitir ao professor introduzir os temas detetando possíveis conceções alternativas.
O projeto Biosfera 5 inclui sete apresentações motivacionais, uma para cada unidade.

Tema 1. A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres


Apresentação motivacional 1 – A importância das rochas e do solo na manutenção da vida
Apresentação motivacional 2 – A importância da água para os seres vivos
Apresentação motivacional 3 – A importância do ar para os seres vivos

Tema 2. Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio


Apresentação motivacional 4 – Diversidade nos animais
Apresentação motivacional 5 – Diversidade nas plantas

Tema 3. Unidade na diversidade de seres vivos


Apresentação motivacional 6 – A célula – unidade básica de vida
Apresentação motivacional 7 – Diversidade a partir da unidade – níveis de organização hierárquica

APRESENTAÇÃO MOTIVACIONAL
Diversidade nas plantas

• Esta apresentação contém imagens e questões sobre as plantas com o objetivo de despertar
o interesse dos alunos para o estudo desta unidade.
• O professor poderá explorar esta apresentação na primeira aula sobre a diversidade nas plantas.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

CANAL DE VÍDEO DO YOUTUBE®


Canal do Youtube® do projeto, composto por diversos vídeos relacionados com os conteúdos
da disciplina de Ciências Naturais e organizados por tema. Esta ferramenta contribui para a
diversificação das estratégias de ensino.

35
MAPAS DE CONCEITOS / ESQUEMAS CONCEPTUAIS
Os mapas de conceitos / esquemas conceptuais disponibilizados são recursos em Power-
Point® que reproduzem os mapas de conceitos / esquemas conceptuais existentes no manual,
no final de cada unidade.
O projeto Biosfera 5 inclui sete recursos desta tipologia, um para cada unidade.

Tema 1. A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres


A importância das rochas e do solo na manutenção da vida
Mapa de conceitos / Esquema conceptual 1 – A importância das rochas e do solo na manutenção
da vida
A importância da água para os seres vivos
Mapa de conceitos / Esquema conceptual 2 – A importância da água para os seres vivos
A importância do ar para os seres vivos
Mapa de conceitos / Esquema conceptual 3 – A importância do ar para os seres vivos

Tema 2. Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio


Diversidade nos animais
Mapa de conceitos / Esquema conceptual 4 – Diversidade nos animais
Diversidade nas plantas
Mapa de conceitos / Esquema conceptual 5 – Diversidade nas plantas

Tema 3. Unidade na diversidade de seres vivos


Célula – unidade básica de vida
Mapa de conceitos / Esquema conceptual 6 – A célula – unidade básica de vida
Diversidade a partir da unidade – níveis de organização hierárquica
Mapa de conceitos / Esquema conceptual 7 – Diversidade a partir da unidade – níveis de orga-
nização hierárquica

CHAVES DICOTÓMICAS
As chaves dicotómicas disponibilizadas são recursos em PowerPoint® que permitem a pro-
jeção de chaves dicotómicas para a identificação de rochas, animais e plantas, possibilitando o
trabalho em grupo.
No total existem quatro chaves dicotómicas, distribuídas da seguinte forma:
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Tutorial
Chave tutorial – Como usar uma chave dicotómica

Tema 1. A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres


A importância das rochas e do solo na manutenção da vida
Chave dicotómica – Identificação de rochas e minerais

36
Tema 3. Unidade na diversidade de seres vivos
Diversidade a partir da unidade – níveis de organização hierárquica
Chave dicotómica – Identificação de animais
Chave dicotómica – Identificação de plantas

CHAVE DICOTÓMICA
Como usar uma chave dicotómica

Exemplo

• A apresentação contém uma definição de chave


dicotómica e explica, de forma simples, como
utilizar uma chave dicotómica.

EXPLORAÇÃO DO RECURSO

• A apresentação inclui uma situação-exemplo


de uma chave dicotómica e como a utilizar.
O professor pode adaptar o exemplo à sua própria
turma.
• Esta apresentação pode ser usada pelo professor
para explicar aos alunos, de uma forma simples,
como se utiliza uma chave dicotómica.
• Inicialmente poderá colocar as seguintes questões
aos seus alunos:
– O que é uma chave dicotómica?
– Como se utiliza uma chave dicotómica?
– Para que serve uma chave dicotómica?

• Apontar as respostas no quadro.


• Apresentar até ao slide 8. Após esta apresentação
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

voltar às questões sugeridas e promover uma


pequena discussão que permita ao professor
identificar possíveis conceções alternativas.
• Apresentar os restantes diapositivos para
esclarecer como se utiliza a chave dicotómica,
com um exemplo concreto.
• Esclarecer possíveis dúvidas aos alunos.

37
VISITAS VIRTUAIS
As visitas virtuais disponibilizadas são recursos em PowerPoint® que apresentam alguns
pontos de interesse de um local, permitindo ao professor dar a conhecer e visitar de forma virtual
os diferentes espaços e aceder à informação disponível de forma rápida e intuitiva.
O projeto Biosfera 5 inclui três visitas virtuais.

Tema 1. A água, o ar, as rochas e o solo – materiais terrestres


A importância das rochas e do solo na manutenção da vida
Visita ao Geoparque de Arouca
A importância da água para os seres vivos
Visita a uma ETAR

Tema 2. Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio


Visita a um sapal
Exemplo
VISITA VIRTUAL
Visita ao Geoparque de Arouca

• A apresentação contém um roteiro educativo em


que se propõem duas visitas: manhã – Serra da
Freita; e tarde – vale do Paiva/Passadiços do Paiva.
• Neste roteiro, de um dia, os alunos poderão tomar
conhecimento da biodiversidade existente nas
referidas zonas do Arouca Geoparque e, ao mesmo
tempo, através da visita aos geossítios propostos,
conhecer diferentes tipos de rochas.

EXPLORAÇÃO DO RECURSO
• O professor poderá apresentar este recurso caso
não seja possível deslocar-se até à Serra da Freita,
ou na aula antecedente à visita, como forma de
preparação.
• Na exploração do recurso, o professor pode
apresentar a definição do conceito “Geoparque”,
bem como a localização dos vários geoparques
existentes no mundo.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

• Para melhor contextualizar a visita é apresentada


a localização geográfica da região e dos percursos
propostos.
• Em cada uma das duas visitas é possível aceder-se
a imagens de satélite dos pontos de interesse
e a fotografias das espécies de fauna, flora e fungos
e rochas mais significativas, presentes nesses
mesmos pontos.

38
ROCHAS E MINERAIS CARTAZ
PROJETÁVEL

As rochas são materiais naturais, sólidos e com composição definida que


ocorrem na camada mais externa da litosfera.
As rochas podem ser constituídas por vários minerais ou por apenas um mineral.
O granito, o basalto e o calcário são rochas que ocorrem muito frequentemente
em Portugal.

Fonte: Casa das Ciências


Paisagem granítica Paisagem basáltica Paisagem calcária
Serra da Estrela, Portugal Açores, Portugal Condeixa-a-Nova, Portugal

Granito Basalto Calcário

O granito é composto O basalto é composto O calcário é constituído


essencialmente pelos minerais essencialmente pelos minerais essencialmente por um mineral,
feldspato, quartzo e mica. olivina e piroxena. calcite.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Autoria:
Rui Soares, professor
do Ensino Básico e Secundário

39
CARTAZ
AMEAÇAS À BIODIVERSIDADE
Guião de Exploração
Jogo Vamos começar… Descobre o teu manual
PROJETÁVEL

Biodiversidade refere-se à variedade de seres vivos e


de ecossistemas do nosso planeta. É essencial para o
equilíbrio da biosfera, constitui uma fonte de recursos
P Poluição

para o ser humano (alimento, matérias-primas, pro-


dutos farmacêuticos, material genético, etc.) e contribui
para o seu bem-estar social. Sendo a biodiversidade
E Espécies
invasoras

a base do funcionamento dos ecossistemas e dos


serviços que eles fornecem, a sua conservação é
indispensável para o desenvolvimento sustentável da
nossa sociedade. No entanto, ela tem vindo a diminuir a
R Recursos
sobreexplorados

um ritmo alarmante devido ao impacto das atividades


humanas. As principais causas que têm sido atribuídas à
PERDA* de biodiversidade são: Poluição, Espécies
invasoras, Recursos sobreexplorados, Destruição de
D Destruição
de habitats

habitats e Aumento da população humana.


* Adaptado do acrónimo “HIPPO” proposto por Wilson (2002) que significa: Habitat
destruction, Invasive species, Pollution, Population (human), and Overharvesting.
Para saber mais: Wilson, E. O. (2002). The Future of Life. Vintage Books, New York
A Aumento da população
humana

Poluição Espécies invasoras

Recursos sobreexplorados Destruição de habitats Aumento da população humana


Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Autoria:
Carlos Miguez Barroso, Departamento de Biologia,
Universidade de Aveiro

40
AS NOSSAS ÁRVORES CARTAZ
PROJETÁVEL

As plantas desempenham várias funções que são essenciais As ações do ser humano afetam negativamente os ecossistemas
à vida na Terra. Uma árvore, por exemplo, é um habitat para e põem em risco a biodiversidade.
centenas, por vezes milhares de outros seres vivos! É urgente proteger a diversidade vegetal. O conhecimento é
fundamental para a conservação da Natureza!
Exemplos de árvores que ocorrem naturalmente em Portugal:

Carvalho Sobreiro Castanheiro


Quercus robur Quercus suber Castanea sativa

Amieiro Freixo Salgueiro


Alnus glutinosa Fraxinus angustifolia Salix atrocinerea
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Loureiro Pinheiro-manso Teixo


Laurus nobilis Pinus pinea Taxus baccata

Autoria: Fotografias:
Rosa Pinho, Departamento de Biologia, Lísia Lopes, Departamento de Biologia,
Universidade de Aveiro Universidade de Aveiro

41
CLASSIFICAÇÃO
Guião de Exploração DOS SERES VIVOS
Jogo Vamos começar… Descobre o teu manual

A Terra apresenta uma enorme biodiversidade. Ao longo do Um sistema de classificação é um conjunto de regras que
tempo, vários cientistas contribuíram para a organização e permite organizar os seres vivos em grupos taxonómicos, de
ordenação dos seres vivos com base nas suas características, acordo com as suas características.
ou seja, para a classificação dos seres vivos. A classificação Estes grupos são classificados em categorias taxonómicas de
dos seres vivos facilita o seu estudo e facilita a comunicação diferentes níveis, como, por exemplo: reino, filo, classe,
dos conhecimentos científicos. ordem, família, género e espécie.

REINO
Animalia (Animal)

FILO
Chordata (Cordados)

CLASSE
Mammalia (Mamíferos)

ORDEM
Carnivora (Carnívoros)

FAMÍLIA
Felidae (Felídeos)
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

CARTAZ GÉNERO
PROJETÁVEL Panthera

ESPÉCIE
Panthera tigris

42
Biodiversidade em P.E.R.D.A.
FICHA
1
Escola: ____________________________________________________________________
DE AMPLIAÇÃO Nome: ____________________________________________ N.o:________ Turma: ________
Classificação:____________ Professor:__________________ Enc. Educ.: _________________

Biodiversidade corresponde à quantidade e variedade de todos os seres vivos que existem no planeta
e dos ambientes habitados por eles.
Esta diversidade é fundamental para o equilíbrio da biosfera e é essencial para o bem-estar e sobre-
vivência do ser humano. Por exemplo, é uma fonte de recursos (como, por exemplo, alimentos e madeira),
fornece substâncias para produzir medicamentos e permite o controlo da poluição, a regulação do clima
e contribui para a existência de água potável.
Mas, apesar da sua importância, as atividades humanas têm sido responsáveis por uma diminuição
da biodiversidade.
É fundamental proteger a biodiversidade e assegurar um desenvolvimento sustentável.
www.ua.pt (consultado em 17.02.2016, texto adaptado)

Poluição Espécies Recursos Destruição Aumento da


invasoras sobreexplorados de habitats população

Principais causas da P.E.R.D.A. de biodiversidade

O equilíbrio da biosfera e a sobrevivência do ser humano estão dependentes da biodiversidade.


Mas atenção! Este equilíbrio é muto frágil e por isso a PERDA da biodiversidade, e
sobretudo a extinção das espécies, tem consequências negativas para o nosso bem-estar
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

e sobrevivência.

1. Refere o que significa o acrónimo P.E.R.D.A.


2. Explica a importância da biodiversidade.
3. Comenta a afirmação: “O ser humano depende do equilíbrio da biosfera.”
4. Sugere três medidas que permitem proteger a biodiversidade.

43
Os “seres” mais perigosos que vivem no mar
FICHA
2
Escola: ____________________________________________________________________
DE AMPLIAÇÃO Nome: ____________________________________________ N.o:________ Turma: ________
Classificação:____________ Professor:__________________ Enc. Educ.: _________________

O meio marinho é utilizado frequentemente como um local de despejo de resíduos domésticos e


industriais, diretamente ou através dos rios. Considera-se lixo marinho qualquer material duradouro,
fabricado ou processado, que é descartado, eliminado ou abandonado na costa ou no mar. É um problema
global em crescimento e uma ameaça direta para o meio marinho. A maior parte deste lixo corresponde
a plástico. A origem deste problema relaciona-se com o facto de a maioria dos produtos que consumimos
ou usamos diariamente serem embalados em plástico, um material produzido com base no petróleo para
durar um longo período de tempo. Contudo, na maior parte das vezes, o plástico é usado em produtos
que rapidamente deitamos fora. Como tal, este tipo de materiais apresenta elevados riscos ambientais,
sendo os oceanos uma das suas vítimas.
São lançados, anualmente, para os oceanos cerca de oito milhões de toneladas de lixo plástico e
seus derivados. Uma vez na água, muitos animais confundem o lixo com alimento. Além de provocar a
morte de muitos seres vivos, há também casos de animais que ficam contaminados, o que pode afetar a
saúde do ser humano, caso venham a ser utilizados na nossa alimentação.
http://www.marliscoportugal.org (consultado em 17.02.2016, texto adaptado)

Garrafas e garrafões de plástico podem ser confundidos com


peixes. Podem provocar morte por asfixia ou por envenenamento.
Tempo necessário para se degradar no mar: 400 a 600 anos.

Sacos de papel podem


Restos de folhas de alumínio podem ser ser confundidos com
confundidos com larvas e minhocas. certos animais mari-
Podem provocar morte por impedirem que nhos, como os polvos.
os animais se alimentem. Podem provocar morte por asfixia ou
Tempo necessário para se degradar no mar: devido ao bloqueio do sistema digestivo.
5 a 7 anos. Tempo necessário para se degradar no
mar: 4 semanas.

Pedaços de plástico podem ser confundidos com larvas e pequenos peixes. Podem pro-
vocar morte por envenenamento.
Tempo necessário para se degradar no mar: centenas de anos, dependendo da quantidade.

Sacos de plástico podem ser confundidos com


alforrecas. Podem provocar morte por envene-
namento, asfixia ou por bloqueio do sistema
digestivo.
Tempo necessário para se degradar no mar: 60
a 1000 anos.
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

1. Comenta o título do texto: Os “seres” mais perigosos que vivem no mar.


2. Explica por que motivo os plásticos apresentam elevados riscos ambientais.
3. Relaciona o problema dos plásticos no oceano com a redução da biodiversidade.
4. Sugere medidas que possam contribuir para resolver o problema dos plásticos existentes no oceano.

44
Pellets : intrusos na areia das praias
FICHA
3
Escola: ____________________________________________________________________
DE AMPLIAÇÃO Nome: ____________________________________________ N.o:________ Turma: ________
Classificação:____________ Professor:__________________ Enc. Educ.: _________________

Os pellets são pequenos fragmentos de plástico (microplás-


ticos com menos de 10 mm) que abundam nas areias de muitas
praias do mundo, incluindo as do nosso país, e as contaminam.
Uma mão cheia de areia é suficiente para encontrar muitos
destes intrusos! O pellet é uma matéria-prima utilizada no
fabrico de diversos tipos de materiais de plástico, como, por
exemplo, embalagens, garrafas, canetas, computadores, etc. Os
pellets acabam por chegar às areias das praias e também ao
fundo do mar por descuidos no seu transporte, na sua utilização
ou na sua produção.
Podem ser transportados por rios, pela água da chuva ou
até pelo vento. Estes resíduos, apesar de pequenos, provocam
grandes prejuízos para os seres vivos. Por exemplo, a sua inges-
tão por parte de peixes e aves marinhas provoca o bloqueio da
função digestiva e a contaminação do organismo devido às subs-
tâncias químicas que os constituem.

Perdas durante
o transporte

Pellets
Oceano
eixe
es
Ingestão por peixes
e aves marinhass
Rios Praias
P rraias
Pellets Pellets
Acumulados no
Pellets ambiente marinho

Perdas durante
o transporte e a
produção

Pellets Pellets
Indústria Fábrica
Termomoldagem
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

Produto plástico final

1. Explica o que são os pellets e qual a sua origem.


2. Refere as consequências destes resíduos para a fauna marinha.
3. Prevê as consequências destes resíduos para o ser humano.

45
Ano Internacional das Florestas (2011): Como descodificar o logótipo?
FICHA
4
Escola: ____________________________________________________________________
DE AMPLIAÇÃO Nome: ____________________________________________ N.o:________ Turma: ________
Classificação:____________ Professor:__________________ Enc. Educ.: _________________

A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011 como o Ano Interna-
cional das Florestas, dando assim continuidade ao trabalho desenvolvido em 2010, que foi o Ano Inter-
nacional da Biodiversidade.
O principal objetivo do Ano Internacional das Florestas foi a promoção da conservação das florestas
em todo o mundo, assim como a sensibilização da população para a importância que as florestas desem-
penham no desenvolvimento sustentável, a nível global.
O logótipo do Ano Internacional das Florestas teve como tema "Florestas para o povo“, de forma a
realçar o papel fundamental das pessoas na gestão, conservação e exploração sustentável das florestas
do mundo. Os elementos presentes no desenho ilustram algumas das funções das florestas.

São uma fonte de alimentos


e de medicamentos.

Libertam oxigénio, Fornecem abrigo


absorvem e armazenam e habitat para muitas
o dióxido de carbono espécies de animais.
(gás com efeito de
estufa) e moderam
as temperaturas médias
do planeta.

Desempenham um papel Facilitam a infiltração da


fundamental na água no solo e por isso
estabilização do clima, contribuem para
promovendo o equilíbrio assegurar a existência
da biosfera. de água potável.

A união de todos estes elementos traduz-se na mensagem de que as florestas são essenciais para
a sobrevivência e para o bem-estar das mais de sete mil milhões de pessoas que habitam o nosso
Biosfera CN5, Guia do Professor, ASA

planeta.

1. Indica o principal objetivo do Ano Internacional das Florestas.


2. Refere três funções desempenhadas pelas florestas.
3. Identifica, no logotipo do Ano Internacional das Florestas, imagens que ilustrem cada uma das fun-
ções referidas na questão 2.

46
Título
Guia do Professor
Biosfera 5
Ciências Naturais

Autores
Bianor Valente
Isabel Pacheco
João Gomes
Mariana Feio
Patrícia Pereira
Este Guia do Professor inclui materiais elaborados
com a colaboração graciosa de Rui Soares,
Carlos Miguez Barroso e Rosa Pinho.

Execução Gráfica
EIGAL

Depósito Legal
N.º 404 609/16

ISBN
978-888-89-0640-9

Ano / Edição / Tiragem / N.º Exemplares


2016 / 1.ª Edição / 1.ª Tir. / 6500 Ex.

© 2016, ASA, uma editora do Grupo LeYa

E-mail: apoio@asa.pt
Internet: www.asa.pt

Linha do Professor
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