Você está na página 1de 228

9o ano

Organizadora: Richmond Educação


Obra coletiva concebida, desenvolvida
MANUAL DO e produzida pela Richmond Educação.
Editora responsável: Izaura Valverde

9
PROFESSOR
o
ano

Componente curricular:
LÍNGUA INGLESA

Componente curricular:
LÍNGUA INGLESA

ISBN 978-85-9460-041-7

9 788594 600417

PC1 CAPA_LP_INGLES 9_PNLD_2020.indd All Pages 9/12/18 2:32 PM

Formato papel capa papel miolo # Págs miolo LOMBADA


LP PROVA PDF
230 x 288 mm cartão 250 g offset 75 g 224 12 mm
9
o
ano

Organizadora: Richmond Educação


Obra coletiva concebida, desenvolvida
e produzida pela Richmond Educação.

Editora responsável:
Izaura Valverde
Bacharela e licenciada em Letras pela Universidade Mackenzie.
Professora e coordenadora de área em escolas da rede particular de ensino
do estado de São Paulo. Editora.

Componente curricular: LÍNGUA INGLESA

MANUAL DO PROFESSOR
1a edição

São Paulo, 2018

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 1 11/16/18 3:58 PM


Elaboração de originais do Manual Impresso: Coordenação geral: Maria do Carmo Fernandes Branco
Edição: Vicente Martínez
Adriana Saporito Edição de texto: Ana Paula Landi
Licenciada em Letras pelo Centro Universitário Ibero-Americano Assistência editorial: Deborah Stafussi Freitas, Gabriela Farcetta, Felipe Marchetto,
e Bacharela em Letras, habilitação: tradutor e intérprete pela Isabela Moschkovich
Faculdade Ibero-Americana de Letras e Ciências Humanas.
Consultoria acadêmica: Rosinda Guerra Ramos
Professora de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Língua
Suporte administrativo editorial: Alaíde dos Santos
Inglesa da rede particular de ensino de São Paulo.
Coordenação de design e projetos visuais: Marta Cerqueira Leite
Autora de Inglês e Português para Ensino Fundamental I e II,
Projeto gráfico: Mateus Banti
Ensino Médio e EJA (Educação para Jovens e Adultos).
Capa: Bruno Tonel, Mariza de Souza Porto
Editora de conteúdos didáticos.
Foto: Nevereverro/Getty Images
Legenda: Supertree Grove – construções em formato de árvore com jardins
Betina von Staa
verticais, restaurantes e passeios em Singapura (2013).
Doutora em Linguística aplicada e estudos da linguagem
Coordenação de arte: Aderson Assis
pela PUC-SP.
Edição de arte: Andreza Cristina Moreira
Mestra em Letras pela PUC-Rio.
Editoração eletrônica: Benedito Minotti, Milton Pereira de Barros Junior
Bacharela e Licenciada em Letras Português-Inglês pela
PUC-Rio. Áudio: Maximal Studio
Autora de livros para professores e designer instrucional de Preparação de texto: Renato da Rocha Carlos
cursos a distância para professores. Revisão: Deborah Stafussi Freitas, Patricia Cordeiro
Coordenadora do CensoEAD.BR da Associação Brasileira Coordenação de pesquisa iconográfica: Sônia Oddi
de Educação a Distância (ABED). Pesquisa iconográfica: Elizete Moura Santos, Leticia Palaria
Coordenação de bureau: Rubens M. Rodrigues
Thelma de Carvalho Guimarães Tratamento de imagens: Fernando Bertolo, Joel Aparecido, Luiz Carlos Costa,
Bacharela em Letras pela Universidade de São Paulo. Marina M. Buzzinaro
Mestra em Linguística Aplicada (Interação e Discurso) pela Pré-impressão: Alexandre Petreca, Everton L. de Oliveira, Marcio H. Kamoto,
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Vitória Sousa
Autora de livros e conteúdos didáticos para diversos níveis Coordenação de produção industrial: Wendell Monteiro
de ensino. Impressão e acabamento:

“Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras
Elaboração dos originais do Material Digital: obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.”

Adriana Weigel
Bacharela e licenciada em Letras pela USP. Mestra em
Educação (Área de concentração: Educação – Opção:
Linguagem e Educação) da Faculdade de Educação da USP.
Professora no CEPEL (Centro de Estudos e Pesquisas no
Ensino de Línguas) – USP e autora de materiais didáticos.

Fernando Pardo
Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo no
programa de Estudos Linguísticos e Literários em Inglês.
Professor.
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
Tatiana Reschke (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Bacharela em Letras (Tradutor e Intérprete) e Licenciada em
Letras (Português e Inglês) pela Faculdade Ibero-Americana
English and more! : manual do professor : ensino
de Letras e Ciências Humanas. Mestra em Educação,
fundamental, anos finais / organizadora Richmond
Administração e Comunicação pela Universidade São
Educação ; obra coletiva concebida, desenvolvida
Marcos. Professora e capacitadora de professores de inglês
e produzida pela Richmond Educação ; editora
de instituições de ensino públicas e privadas. Autora de
responsável Izaura Valverde. – 1. ed. –
materiais didáticos.
São Paulo : Richmond Educação, 2018.

Obra em 4 v. do 6º ao 9º ano.
Componente curricular: Língua Inglesa.
Bibliografia.
1. Inglês (Ensino fundamental) I. Valverde,
Izaura.

18-18012 CDD-372.652

Índices para catálogo sistemático:


1. Inglês : Ensino fundamental 372.652
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Todos os direitos reservados
RICHMOND EDUCAÇÃO LTDA.
Rua Padre Adelino, 758 – sala 3 – Quarta Parada
São Paulo – SP – Brasil – CEP 03303-904
Vendas e atendimento: Tel. (0_ _11) 2602-5510
www.richmond.com.br
2018
Impresso no Brasil

1 3 5 7 9 10 8 6 4 2

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 2 11/16/18 3:58 PM


CONHEÇA SEU MANUAL

Este Manual do Professor está organizado nas seguintes partes:


— A Coleção: orientações gerais e premissas básicas – apresenta o conteúdo do Manual e a visão geral proposta para
a coleção e trata das noções básicas que relacionam o estudante e a sociedade em que vive ao ensino de Língua
Inglesa. Também traz quadros com a correspondência entre conteúdos desenvolvidos, objetos de conhecimento e
habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
— A Coleção: fundamentos teóricos e opções metodológicas – introduz os fundamentos que orientam a coleção e o
trabalho com os gêneros.
— Organização geral da obra – apresenta os temas e elementos centrais trabalhados em cada volume, as estruturas
das unidades.
— Avaliação – apresenta a forma como o processo de avaliação é construído ao longo da coleção.
— Bibliografia – lista de materiais consultados para redigir este Manual.
— Orientações específicas – reproduz as páginas do livro do estudante em formato reduzido, acompanhadas de orien-
tações, sugestões didáticas e comentários nas laterais e na parte inferior, em formato semelhante à letra U.
A estrutura permite localizar facilmente as orientações referentes aos assuntos da página e os recursos disponíveis no
Manual do professor – Digital. Veja a seguir.

No início da página de
abertura, encontram-
-se as Competências
específicas de
Língua Inglesa a
ser trabalhadas na
unidade e orientações
gerais sobre o Sempre que oportuno,
desenvolvimento há sugestões
dessas competências. de utilização
das Sequências
didáticas, do Plano de
Na parte inferior da Desenvolvimento e
dupla de páginas, do Projeto Integrador
um marcador indica oferecidos no Manual
o bimestre sugerido do Professor – Digital.
para o trabalho com
as unidades. Essa
organização bimestral As habilidades da
está de acordo BNCC trabalhadas
com os Planos de são comumente
Desenvolvimento reproduzidas no
propostos no Manual começo das seções.
do Professor – Digital.

Sugestões de uso A cada bimestre, um


das Propostas de marcador sinaliza
Acompanhamento os Materiais Digitais
da Aprendizagem, Audiovisuais disponíveis
disponíveis no Manual no Manual do Professor
do Professor – Digital, – Digital. Esses materiais
são indicadas nos são acompanhados
momentos adequados. de uma ficha com
orientações para o
desenvolvimento da
proposta com os alunos.

III

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 3 11/16/18 3:58 PM


SUMÁRIO

Orientações gerais................................................................................................................................... V

Introdução ............................................................................................................................................................... V

I A Coleção: orientações gerais e premissas básicas ....................................... VI

O compromisso com a educação integral, cidadã e inclusiva .......................................................... VII


Os jovens do Ensino Fundamental e as tecnologias contemporâneas ........................................ VIII
Competência: definição, desenvolvimento e especificidades do componente
curricular de Língua Inglesa ............................................................................................................................ X

II A Coleção: fundamentos teóricos e opções metodológicas .................. XIV

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Concepção de língua, linguagem e cultura .............................................................................................. XIV
Os gêneros textuais, os multiletramentos e as práticas situadas
de linguagem e de aprendizagem................................................................................................................. XVI
Concepção de aprendizagem e interdisciplinaridade.......................................................................... XX

III Organização geral da Obra ...................................................................................................... XXIII

Elementos centrais na composição das unidades ................................................................................ XXIII


Apresentação da estrutura das unidades ................................................................................................. XXV
Correspondência dos conteúdos da Coleção com os objetos de
conhecimento e habilidades da BNCC ....................................................................................................... XXXI

IV Relação entre os conhecimentos anteriores e posteriores .................... XXXIX

V Avaliação.................................................................................................................................................... XLI

VI Bibliografia............................................................................................................................................. XLII

Referências ............................................................................................................................................................. XLII


Documentos ........................................................................................................................................................... XLVIII

A Coleção: orientações específicas ........................................................................................ 1

IV

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 4 11/16/18 3:58 PM


ORIENTAÇÕES GERAIS

Introdução para as necessidades sociais e necessida-


des individuais, para a reprodução e para a
Atualmente, vivemos em um mundo de transfor- apropriação ativa de saberes, para o univer-
mações constantes e aceleradas, que afetam nossas sal e para o particular, para a inserção nas
vidas de modo profundo, em todos os âmbitos. Nossa normas sociais e culturais e para a crítica e
sociedade, denominada por muitos de pós-moderna, produção de estratégias inovadoras (LIBÂNEO,
experimenta os impactos das chamadas tecnologias 2010, p. 23).
digitais da informação e comunicação, bem como dos O mundo globalizado de hoje é tão complexo,
processos de globalização, mostrando-se acentuada- instável e diverso quanto desigual. Em suas refle-
mente pluralista e diversa, nos mais diversos sentidos. xões sobre nossa sociedade, Giddens (2005) enfatiza
Ao pensar o campo educacional em tempos de que o crescimento das desigualdades, em suas mais
mudanças, Saint-Georges (2013) chama nossa aten- diferentes manifestações, é um dos mais sérios de-
ção, primeiramente, para as alterações significativas safios a ser enfrentados na atualidade. Desse modo,
que temos presenciado nos padrões de mobilidade e viver em nossa sociedade implica a expansão do que
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

migração na sociedade contemporânea. As relações esse autor chama de reflexividade social. Em outras
entre o global e o local mostram-se mais imprecisas e palavras, em um mundo interconectado e marcado
complexas, fazendo com que as comunidades sejam por aceleradas mudanças, pela ambivalência e por
mais híbridas, abertas e fluidas. Nossas trajetórias e desigualdades profundas, é preciso estarmos cons-
experiências são continuamente (re)construídas, en- tantemente engajados em um exercício complexo
tre outros, por nosso constante contato com um flu- de reflexão sobre as condições e circunstâncias que
xo transnacional de informações, conhecimentos e delineiam o desenrolar de nossas vidas e sobre as
comportamentos. Além disso, as mídias sociais têm possibilidades de rompermos com o preconceito e a
alterado significativamente as formas pelas quais discriminação, promovendo transformações.
nos comunicamos, nos definimos e nos relacionamos Nesse viés, ganha proeminência a ideia freireana
com as pessoas, assim como os modos de produzir- (FREIRE, 2004) de educação como ato político e, por-
mos e difundirmos conhecimentos. Nesse cenário, tanto, crítico, emancipatório e formativo. Assim, con-
formas mais complexas de interação e de produção forme discute Freitas (2010), uma educação escolar
de sentidos nas práticas comunicativas tornam-se democratizadora oferece supostamente bases para o
cada vez mais visíveis e importantes. Ao lado de no- desenvolvimento da autonomia intelectual e cognitiva
vos modos de interagir, emergem novas linguagens e dos estudantes, além de favorecer sua potencialidade
diferentes formas de elaboração e uso de repertórios reflexiva. Nessa perspectiva, o exercício da reflexivida-
multimodais e híbridos na sociedade contemporânea. de envolve igualmente a dimensão ética e, portanto,
Todas essas transformações certamente exer- diz respeito também ao pensar crítico diante de nossas
cem um grande impacto no pensamento e nas prá- relações com as outras pessoas e de nossas escolhas
ticas educativas, conforme discutem tantos autores, e ações em contextos variados de atuação. Abarca,
entre eles Libâneo (2010). Para esse filósofo da edu- consequentemente, a atitude transformadora e demo-
cação, o ato educativo em uma sociedade em cons- cratizante acerca das implicações de nossas ideias e
tante mudança é, por princípio, uma prática de ca- fazeres para uma convivência pautada pelo respeito à
ráter multifacetado, complexo e relacional, uma vez liberdade e aceitação das diferenças e para a constru-
que pressupõe educar, simultaneamente, ção de uma sociedade mais justa, inclusiva e equâni-
me, como preconizado pela Lei de Diretrizes e Bases
[...] para a subjetivação e a socialização, da Educação Nacional (LDB n. 9.394/1996) e Diretrizes
para a autonomia e para a integração social, Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN).

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 5 11/16/18 3:58 PM


A coleção didática a ser aqui apresentada en- ao propósito de promover o acesso a saberes con-
contra-se inserida nesse cenário contemporâneo de siderados hoje fundamentais para o engajamento
mudanças sociais profundas, fazendo com que seu reflexivo e socialmente responsável do indivíduo
compromisso perante o caráter formativo da aprendi- no mundo globalizado.
zagem de Língua Inglesa seja elemento constitutivo e,
Ao expandir possibilidades de interação, mobi-
portanto, princípio central e fundador de sua proposta,
lidade e participação em meio a práticas discursi-
como apresentado a seguir.
vas plurais em termos linguísticos, socioculturais
e identitários, o estudo da Língua Inglesa não so-
I A Coleção: orientações mente torna mais acessível um bem simbólico al-
tamente valorizado em escala mundial (MOITA LO-
gerais e premissas básicas PES, 2005b), mas também cria oportunidades para
Na atualidade, os conflituosos processos de o convívio mais consciente e crítico com as diferen-
globalização e o surgimento constante e acelera- ças. Desse modo, em uma perspectiva formativa, a
do de tecnologias e mídias digitais têm provocado aprendizagem dessa língua contribui para o auto-
mudanças significativas nos modos de ação e in- conhecimento, para a criação de novos repertórios
teração humanas, possibilitando a emergência de linguísticos, sociais e culturais e para o questiona-
formas mais complexas, dinâmicas e fluidas de co- mento de estereótipos, preconceitos e demais posi-
municação (BLACKLEDGE et al., 2013), organizadas cionamentos excludentes.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
de maneira não hierárquica e multimodal por meio
Ao levar em conta essas orientações, esta Cole-
de uma pluralidade de recursos linguísticos, cultu-
ção Didática compreende a aprendizagem da Língua
rais e sociais (BLOMMAERT; BACKUS, 2013; MILLS,
Inglesa como um projeto ético (MOITA LOPES, 2005b),
2016). Essas novas práticas impõem desafios aos
que articula a educação escolar, no caso a educação
diferentes campos de conhecimento, entre eles a
linguística, com o mundo do trabalho e também com
educação linguística, na medida em que demandam
a prática social, em um mundo globalizado e marca-
outras formas de pensar o próprio conhecimento e a
linguagem, o ensino e a aprendizagem, entre tantas do pela heterogeneidade. Nesse enfoque, entende-
outras questões, como os letramentos e a multimo- -se que os processos de ensino e de aprendizagem
dalidade no processo educativo. de inglês possam orientar-se pela relação dinâmica
entre objetivos instrumentais (ou pragmáticos) e pro-
Assim, aprender uma nova língua mostra-se cada
pósitos educacionais (ou formativos), a fim de propi-
vez mais importante para a participação social em
ciar o desenvolvimento de um conjunto diversificado
meio a essa sociedade globalizada e multilíngue que,
e integrado de competências, habilidades, atitudes
a cada dia, revela-se mais interconectada, hiperse-
e valores que permitam ao estudante engajar-se em
miotizada e plural. O papel social da língua inglesa
práticas discursivo-culturais múltiplas e variadas
como meio de comunicação planetária é amplamen-
(MOITA LOPES, 2005a).
te reconhecido e altamente valorizado no mundo de
hoje, fazendo com que a aprendizagem do inglês seja Por conseguinte, um dos propósitos centrais do
compreendida como um recurso capaz de ampliar os estudo da Língua Inglesa consiste em tornar acessí-
horizontes do estudante em termos profissionais e veis saberes considerados fundamentais para a ação
pessoais e, portanto, como um dos principais instru- no mundo de forma crítica, transformadora e orien-
mentos da educação na contemporaneidade (MOITA tada ao bem comum em contextos diversificados,
LOPES, 2005a). como os profissionais, acadêmicos, cotidianos, entre
Nesse contexto, conforme explicitado na Base outros. Desse modo, nesta Coleção Didática, acata-
Nacional Comum Curricular (BNCC), o caráter for- -se a premissa de que ensinar e aprender a Língua
mativo do processo educativo inscreve a apren- Inglesa revela-se “uma experiência de vida, pois am-
dizagem dessa língua no âmbito da educação lin- plia as possibilidades de se agir discursivamente no
guística de bases democratizadoras, vinculando-a mundo” (BRASIL, 1998, p. 38).

VI

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 6 11/16/18 3:58 PM


O compromisso com a educação dos sujeitos que vivenciam essa experiência edu-
integral, cidadã e inclusiva cativa. Desse modo, o projeto didático-pedagógico
desta Obra alinha-se ao compromisso de promover
O ensino e a aprendizagem de inglês com base
“aprendizagens sintonizadas com as necessidades,
nos princípios até então expostos constituem um pro-
cesso formador e comprometido com a educação in- as possibilidades e os interesses dos estudantes e,
tegral e com o exercício da cidadania ativa (BRASIL, também, com os desafios da sociedade contempo-
2017). O caráter formativo do estudo da Língua Inglesa rânea” (BRASIL, 2017, p. 14).
está, portanto, intimamente ligado à noção de ação Outra importante premissa norteadora desta Co-
e transformação pessoal e social pela educação (lin- leção é o reconhecimento de que o estudo da Língua
guística); uma aprendizagem pode ser caracterizada Inglesa, ao comprometer-se com o exercício da cida-
como formativa na medida em que provoca mudanças dania, pauta-se pela compreensão dos estudantes
na constituição e na vida daquele que aprende (CAR- como sujeitos com histórias e saberes construídos
VALHO, 2016), para assim afetar o mundo à sua volta. nas interações com outras pessoas, tanto “do entorno
Ao priorizar a natureza formativa do processo social mais próximo quanto do universo da cultura mi-
educativo, esta Coleção contextualiza, sob um enfo- diática e digital” (BRASIL, 2017, p. 60).
que integrador e transversal, o ensino e a aprendi- Por decorrência, acredita-se que o ensino e a
zagem de Língua Inglesa, inscrevendo-os no âmago aprendizagem do inglês devam contribuir para que
de questões socialmente relevantes no mundo de os estudantes assumam papel ativo como agentes
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

hoje (BRASIL, 2017), como a saúde física e mental; o mobilizadores da sociabilidade (BRASIL, 2013), de-
meio ambiente e o cuidado com sua preservação; a senvolvam sua autonomia e criatividade e, ainda,
valorização do idoso; a conscientização sobre os di- expandam sua capacidade de delinear e reprojetar
reitos humanos, das crianças e dos adolescentes e (ou redesenhar) seu futuro (NEW LONDON GROUP,
o respeito à sua manutenção em nossas relações; o 1996; 2000). Para tanto, a Coleção prioriza o enga-
reconhecimento e a validação da diversidade social, jamento dos estudantes em práticas situadas e ba-
cultural e étnico-racial; entre tantas outras. lizadas pela responsabilidade social diante das di-
Esses princípios norteadores são adotados a fim ferenças e das mais variadas formas de opressão e
de que a proposta didático-pedagógica da Obra via- violência, bem como pelas ideias de liberdade, equi-
bilize uma educação linguística capaz de oferecer aos dade e convívio ético, solidário e pacífico entre as
estudantes bases para que assumam uma postura pessoas e demais elementos constitutivos de nossa
proativa diante dos urgentes dilemas e desafios – de vida no planeta. Assim, por meio do estudo de Lín-
ordem ética, política, sociocultural e também educa- gua Inglesa proposto, busca-se construir espaços e
cional – “que afetam a vida contemporânea em esca- possibilidades para que o processo educativo via-
la local, regional e global” (BRASIL, 2017, p. 19). bilize o exercício da “cidadania consciente, crítica e
participativa” (BRASIL, 2017, p. 60).
Essas perspectivas e posturas, por sua vez, re-
velam-se articuladas ao conceito de educação inte- Conforme pensado nesta Obra, o ensino e a
gral, porque direcionam o foco do ensino e da apren- aprendizagem de Língua Inglesa vinculados ao
dizagem à formação e ao desenvolvimento humano compromisso com a educação integral e com a
global, favorecendo a ruptura com formas de pen- formação para a cidadania ativa são balizados
sar lineares, reducionistas, etnocêntricas, discrimi- pela ideia de que a educação linguística seja, fun-
natórias e excludentes. Além disso, ao contemplar damentalmente e por direito, um “movimento de
as dimensões intelectual, física, afetiva, social, éti- humanização, de socialização, de subjetivação”
ca, moral e simbólica do processo educativo, esse (CHARLOT, 2005, p. 145). Nessa perspectiva, esse
enfoque propicia uma formação que leva em con- processo deve, por um lado, revelar a “cultura como
ta a diversidade e a singularidade constitutivas dos entrada em universos simbólicos, como acesso a
contextos, das expectativas, das histórias de vida e uma cultura específica, como movimento de cons-
dos repertórios linguísticos, culturais e identitários trução de si mesmo” e, por outro, garantir o acesso

VII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 7 11/16/18 3:58 PM


mais igualitário “ao sentido, às raízes, a um futuro”, Nesse viés, a ideia de inclusão que se almeja valo-
levando em conta “a diferença, a originalidade pes- rizar é aquela que reconhece a diversidade com base
soal” (CHARLOT, 2005, p. 145). em uma filosofia da aceitação, ou seja, espera-se que
uma educação linguística inclusiva volte-se “ao aco-
A esse respeito, também com base nas reflexões
lhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno
de Moraes (2015, p. 20), nesta Coleção parte-se do
de todos os estudantes, com respeito às diferenças
pressuposto de que precisamos, hoje, de uma educa-
e enfrentamento à discriminação e ao preconceito”
ção linguística integral e cidadã, “nutrida por novas vi-
(BRASIL, 2017, p. 5).
sões conceituais capazes de promoverem um pensa-
mento que não mais fragmente, reduza ou dissocie a Uma vez que a aprendizagem e o desenvolvimen-
realidade” e que sustente a integração entre cognição to de cada estudante, em sua singularidade, depen-
e afetividade, “pensamento e sentimento, educação e de, em grande parte, das condições que lhe são ofe-
vida, teoria e prática [...]”. Nas palavras dessa autora, recidas na vida escolar (OLIVEIRA, 2013), coloca-se o
desafio de que sejam pensadas formas e estratégias
Uma educação que resgate o diálogo entre diferenciadas de propiciar acesso ao conhecimento
os elementos integrantes do triângulo da nos espaços e processos educativos (SÃO PAULO,
vida, constituído pelas relações indivíduo/ 2017). Uma educação linguística inclusiva, portanto,
sociedade/natureza; que resgate e valo- busca romper com práticas homogeneizantes e pa-
rize a vida no seu sentido mais amplo e, dronizadas, em favor de uma abordagem diversifica-

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
em especial, a reconheça nos ambientes da e plural diante das práticas escolares e dos letra-
de ensino e aprendizagem, percebendo-a mentos (HERRINGTON, 2010; DUNCAN, 2010).
como obra sempre aberta que se autoe- Conforme destaca Charlot (2005), a igualdade
coorganiza [sic] sempre que necessário de tratamento e de acesso, considerando-se as sin-
(MORAES, 2015, p. 21). gularidades em meio à multidimensionalidade e à
Do ponto de vista de um processo educativo diversidade humanas, deve ser garantida tanto fora
ético e democratizador, defende-se que uma edu- quanto dentro da escola. Em seu caráter inclusivo,
cação linguística formativa e integral seja também também a educação linguística pode ser compreen-
inclusiva, haja vista a importância de integrar, de dida como um direito universal, “vinculado à própria
modo mais equânime e por meio de práticas peda- condição humana” (CHARLOT, 2005, p. 145).
gógicas reflexivas, diversificadas e colaborativas, Nessa perspectiva, compreende-se que o ensino
estudantes de diferentes grupos, sem distinção, e a aprendizagem de Língua Inglesa possam susten-
entre eles estudantes com deficiência ou dificul- tar “um projeto educativo como bem comum e aberto
dades de aprendizagem. a todos”, mostrando-se um importante instrumento
Segundo Oliveira et al. (2016), de forma mais es- de inclusão, ou seja, de reivindicação e luta “pela paz,
pecífica, a noção de educação inclusiva abrange a contra todas as formas de violência, de discrimina-
ideia da inclusão de pessoas com necessidades es- ção, de exploração e de degradação do ser humano”
peciais e/ou com distúrbios de aprendizagem no es- (CHARLOT, 2005, p. 146).
paço escolar, levando em conta todos os segmentos
educacionais. Para esses autores, Os jovens do Ensino Fundamental e as
tecnologias contemporâneas
O termo necessidades especiais engloba Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescen-
num sentido amplo todas as pessoas que são te (ECA) – Lei n. 8.069/90, a adolescência pode ser
portadoras de alguma deficiência, seja esta definida como a etapa transitória entre a infância e a
de ordem física, cognitiva, socioeconômica vida adulta, mais especificamente como a fase com-
e/ou cultural, que interfiram na acessibilida- preendida entre 12 e 18 anos. Estudantes dos anos
de, à qual o indivíduo tem direito de adquirir finais do Ensino Fundamental podem ser vistos,
ou usufruir (OLIVEIRA et al., 2016, p. 300). portanto, como adolescentes. Contudo, é importante

VIII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 8 11/16/18 3:58 PM


perceber que, se relacionada à ideia de juventude, nais e outros campos de conhecimento construir
a adolescência pode também ser entendida como uma compreensão interdisciplinar e mais aprofun-
“uma condição social e um tipo de representação” dada acerca dos diversos modos de apropriação
(BRASIL, 2014, p. 16) e, assim, diz respeito a uma fase dessas tecnologias por diferentes grupos sociais
de transformações físicas, cognitivas, emocionais e (BRAGA, 2015).
sociais que deve ser observada de forma relacional e
Nesse contexto, é possível afirmar que os jo-
contextual, em vez de tratada de modo padronizado
vens, de uma forma ou outra, são afetados pe-
e homogeneizador.
los impactos e pelas mudanças promovidos pelas
Sob esse enfoque, é interessante conceber os tecnologias e mídias digitais nas relações entre as
jovens estudantes do Ensino Fundamental – Anos pessoas, nas formas de interação e comunicação e
Finais como sujeitos históricos, cujo desenvolvimen- nos modos de produção e disseminação de infor-
to, em suas mais variadas dimensões, caracteriza- mações e conhecimentos. Mostra-se igualmente
-se por interesses próprios, por sua vez relacionados relevante reconhecer que juventude e uso efetivo
a modos bastante particulares de vida e a distintas desses recursos não se apresentam, necessaria-
experiências em termos linguísticos, culturais e so- mente, em uma relação direta, uma vez que “es-
ciais (BRASIL, 2013). Em suas características mais tudos empíricos demonstram que a noção de uma
comuns, essa fase da vida pode ser tipificada como geração digitalmente competente homogênea é
aquela em que os jovens adolescentes, ao romperem mito” (DUDENEY et al., 2016, p. 26).
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

com a infância e serem capazes de pensamento mais


Assim, em uma sociedade marcadamente desi-
abstrato, constroem formas menos autocentradas de
gual, cabe também à educação linguística promover
se relacionar com o outro, abrindo-se para novas ma-
a inclusão digital dos estudantes, já que a ausência
neiras de se relacionar, de estabelecer laços afetivos
desse tipo de conhecimento pode impor privações
e de incorporar valores éticos e morais de modo mais
e limitações no que se refere ao engajamento so-
autônomo (BRASIL, 2013).
cial e ao exercício pleno da cidadania. Além disso,
Nesta Coleção, portanto, acredita-se na importân- há que se considerar que a globalização afeta nos-
cia de o ensino e a aprendizagem de Língua Inglesa, no sa sociedade, fazendo com que a proliferação dos
segmento escolar em questão e com base na plurali- meios de comunicação e informação contribua, de
dade de práticas pedagógicas proporcionadas pelos modo geral, para a disseminação de um apelo ex-
professores, promoverem espaços e condições para o cessivo ao consumo, bem como para a construção
diálogo e para o acolhimento dos estudantes em sua de uma visão fragmentada da realidade, “que induz
diversidade de vivências, interesses e expectativas. à banalização dos acontecimentos e à indiferença
Assim, como recurso formativo e atento às particulari- quanto aos problemas humanos e sociais” (BRASIL,
dades dos sujeitos adolescentes, a Língua Inglesa po- 2013, p. 111).
derá contribuir positivamente para que os estudantes
Em uma perspectiva ética e transformado-
sejam capazes de enfrentar os dilemas e desafios da
ra, passa a ser crucial que a escola, também por
sociedade contemporânea, de engajar-se discursiva-
meio do ensino e da aprendizagem da Língua In-
mente de modo mais consciente e crítico e de partici-
glesa, auxilie os estudantes a assumir a posição
par no meio em que vivem de forma mais autônoma,
de consumidores críticos, ao mesmo tempo que
assertiva, criativa e socialmente responsável.
contribui para que façam uso crítico e protagonista
No mundo de hoje, conforme acentua Braga das tecnologias e recursos midiáticos, a fim de que
(2015), é amplamente reconhecido o impacto so- estes se mostrem relevantes para sua aprendiza-
cial das tecnologias digitais a serviço da informa- gem e para seu engajamento social (BRASIL, 2013).
ção e comunicação. Uma vez que esses recursos Na sociedade digital, os estudantes estão sendo
podem exercer grande influência nas possibilida- preparados para um futuro de contornos incertos.
des de acesso e participação social mais efetivas, Nesse cenário, auxiliá-los a se envolver com tec-
passa a ser importante para os estudos educacio- nologias de forma crítica, protagonista e autoral,

IX

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 9 11/16/18 3:58 PM


em uma diversidade de contextos, revela-se cru- Competência: definição, desenvolvimento
cial para o desenvolvimento de sua capacidade de e especificidades do componente
engajar-se com novas linguagens, produzir (novos) curricular de Língua Inglesa
conhecimentos e enfrentar problemas de forma
Entre outros propósitos e respeitando-se seu
criativa (BRASIL, 2017). Por conseguinte, nesta Co-
caráter normativo, a BNCC tem como finalidade
leção, compreende-se que por meio da aprendiza-
gem de inglês os estudantes possam também ter constituir-se como um importante instrumento ba-
acesso a conhecimentos fundamentais, a fim de, lizador para a definição e garantia de acesso pelos
de modo ético e significativo, “usar eficientemente estudantes da Educação Básica a um patamar co-
essas tecnologias para localizar recursos, comuni- mum de aprendizagens essenciais à participação
car ideias e construir colaborações que ultrapas- social crítica na atualidade, às quais encontram-se
sem os limites pessoais, sociais, econômicos, polí- vinculadas 10 (dez) competências gerais, que vi-
ticos e culturais” (DUDENEY et al., 2016, p. 17), em sam assegurar aos estudantes seus direitos a es-
prol de uma sociedade mais justa e igualitária. sas aprendizagens e ao desenvolvimento.

COMPETÊNCIAS GERAIS DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma
sociedade justa, democrática e inclusiva.

2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação,
a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóte-
ses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimen-
tos das diferentes áreas.

3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também parti-
cipar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.

4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual,
sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se
expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir
sentidos que levem ao entendimento mútuo.

5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, signifi-
cativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar
e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria
na vida pessoal e coletiva.

6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiên-


cias que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinha-
das ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica
e responsabilidade.

7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender
ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciên-
cia socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento
ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 10 11/16/18 3:58 PM


COMPETÊNCIAS GERAIS DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade


humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promo-


vendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de
indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos
de qualquer natureza.

10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e deter-
minação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis
e solidários.

A noção de competência adotada pela BNCC permitam ampliar suas capacidades expres-
pressupõe “a mobilização de conhecimentos (con- sivas em manifestações artísticas, corporais
ceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cog- e linguísticas, como também seus conheci-
nitivas e socioemocionais), atitudes e valores para mentos sobre essas linguagens, em conti-
resolver demandas complexas da vida cotidiana, do
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

nuidade às experiências vividas na Educação


pleno exercício da cidadania e do mundo do traba- Infantil (BRASIL, 2017, p. 61).
lho” (BRASIL, 2017, p. 8).
Nos anos finais dessa fase escolar, compreen-
Assim, a definição das competências, tanto as de-se que os estudantes devam envolver-se em
gerais como as especificamente relacionadas aos desafios de complexidade mais elevada. Tendo em
componentes curriculares das diferentes áreas, vista a importância de que as aprendizagens de-
é balizada pela ideia de que a educação de cará- senvolvidas no início sejam retomadas, ressignifi-
ter formativo e inclusivo afirma valores e incentiva cadas e expandidas nos anos finais desse segmen-
ações capazes de promover transformação social, to, o foco dos componentes curriculares das diver-
com vistas a uma sociedade mais humana, justa e sas Áreas no segundo ciclo do Ensino Fundamental
preocupada com a preservação da natureza. é direcionado ao fortalecimento da autonomia do
Nos anos finais do Ensino Fundamental, a Língua estudante, buscando-se criar condições que lhe
Inglesa, ao lado de Língua Portuguesa, Arte e Educa- permitam “acessar e interagir criticamente com di-
ção Física, integra o conjunto de componentes curri- ferentes conhecimentos e fontes de informação”
culares vinculados à Área de Linguagens, uma entre (BRASIL, 2017, p. 58).
as cinco em torno das quais esse segmento escolar
Mais especificamente, ao visar à ampliação das
se organiza. Ao mesmo tempo que mantêm suas es-
práticas vivenciadas no Ensino Fundamental – Anos
pecificidades, todas as Áreas e seus respectivos com-
Iniciais com base nos componentes curriculares da
ponentes curriculares sustentam entre si uma relação
Área de Linguagens, a diversificação dos conteú-
dinâmica que favorece a articulação entre as diferen-
dos, aliada ao fortalecimento da reflexão crítica, nos
tes competências, conhecimentos e saberes a serem
anos finais, “permite o aprofundamento de práticas
mobilizados ao longo de todo o processo educativo.
de linguagem artísticas, corporais e linguísticas” que
A finalidade central da Área de Linguagens no constituem a vida social, em âmbito pessoal e coleti-
Ensino Fundamental, conforme explicitado na BNCC, vo (BRASIL, 2017, p. 61-62).
consiste em:
Considerando essas premissas, assim se apre-
Possibilitar aos estudantes participar de prá- sentam as competências específicas da Área de
ticas de linguagem diversificadas, que lhes Linguagens para o Ensino Fundamental:

XI

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 11 11/16/18 3:58 PM


COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LINGUAGENS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

1. Compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâ-
mica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de
subjetividades e identidades sociais e culturais.

2. Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e linguísticas) em diferentes


campos da atividade humana para continuar aprendendo, ampliar suas possibilidades de participação
na vida social e colaborar para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva.

3. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual,
sonora e digital –, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em dife-
rentes contextos e produzir sentidos que levem ao diálogo, à resolução de conflitos e à cooperação.

4. Utilizar diferentes linguagens para defender pontos de vista que respeitem o outro e promovam os direi-
tos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global,
atuando criticamente frente a questões do mundo contemporâneo.

5. Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade,
bem como participar de práticas diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural,
com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas.

6. Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa,


reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar por meio das
diferentes linguagens e mídias, produzir conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos au-
torais e coletivos.

Nessa linha de pensamento e organização, o favorecendo as ideias de miscigenação e desterri-


desenvolvimento dessas competências específicas torialização, bem como a priorização da função so-
é garantido por um conjunto de habilidades que ex- cial e política dessa língua na sociedade globalizada,
pressam as aprendizagens essenciais, cujo acesso o que, por sua vez, permite considerá-la a partir de
deve ser assegurado ao estudante. Tais habilidades, seu status de língua franca.
por sua vez, relacionam-se a uma diversidade de ob-
Corroborando essa ideia, nesta Coleção entende-
jetos de conhecimento, compreendidos como “con-
-se que no mundo contemporâneo o inglês é fala-
teúdos, conceitos e processos” (BRASIL, 2017, p. 28).
do por milhões de pessoas, revelando-se um produ-
Nesta Coleção, portanto, o processo de ensino to tanto cultural quanto econômico (GIMENEZ et al.,
e aprendizagem da Língua Inglesa organiza-se de 2011). Nesse contexto, os diferentes propósitos que
acordo com unidades temáticas (BRASIL, 2017) que orientam o uso dessa língua ao redor do mundo le-
mobilizam competências gerais e específicas e arti- vam a uma profusão terminológica que visa à sua ca-
culam, de forma situada e integradora, o conjunto de racterização – “Língua materna, estrangeira, franca,
habilidades e objetos de conhecimentos considera- adicional, mundial, global, multinacional, transnacio-
dos fundamentais para o desenvolvimento integral nal, internacional”, conforme problematizam Gimenez
do estudante nessa etapa de sua escolarização, por et al. (2011, p. 7).
meio desse componente curricular.
Segundo esses autores, há hoje um movimen-
Na BNCC, o componente curricular de Língua to que busca o distanciamento da denominação do
Inglesa é compreendido sob um enfoque formativo, inglês como língua estrangeira, com o intuito de

XII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 12 11/16/18 3:58 PM


marcar o caráter complexo de uma língua que “atra- e de nós mesmos, possibilitando movimento e
vessa fronteiras e produz ambiguidades, sentimen- transformação. É importante ainda lembrar que o
tos difusos, contradições” (GIMENEZ et al., 2011, p. outro habita também em nós mesmos, uma vez
7). Nessa perspectiva, compreendê-lo como língua que a diferença está em nós – na ausência de re-
franca (SEIDLHOFER, 2004; GIMENEZ et al., 2005), flexão crítica, tendemos a reproduzir o pensamen-
refletindo sobre ele em contexto brasileiro (SILVA, to homogeneizador –, e não em um outro distante
2009), como também em seu papel no ensino e e objetificado.
aprendizagem em diferentes segmentos educacio-
Essas premissas reiteram a importância do enten-
nais (por exemplo, ROCHA, 2012; JENKINS, 2014),
dimento do inglês como língua comum e como um re-
possibilita a descentralização da posição de auto-
curso emancipatório, pelo qual podemos compreender
ridade do falante nativo no uso dessa língua e o
criticamente o mundo e participar de forma protago-
questionamento de outros discursos unificadores
nista de sua construção (MOITA LOPES, 2005a). Nesse
– favorecendo, por consequência, a resistência ao
viés, no que se refere à Língua Inglesa na Educação
imperialismo linguístico (RAJAGOPALAN, 2005) e a
Básica, “são acolhidos e legitimados os usos que dela
vivência dessa língua na escola como “lugar de em-
bates culturais e de políticas de diferença” (MOITA fazem falantes espalhados no mundo inteiro, com di-
LOPES, 2005b, p. 61). ferentes repertórios linguísticos e culturais” (BRASIL,
2017, p. 239). Por sua vez, esses princípios levam ao
Nesse enfoque, reconhecer o status de língua entendimento de que saber a Língua Inglesa no mun-
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

franca do inglês na educação linguística de bases


do digital de hoje expande as possibilidades de parti-
formativas, inclusivas e democratizadoras implica a
cipação social do estudante, ao permitir seu engaja-
ressignificação da ideia de estrangeiro, ampliando
mento, de modo contextualizado e situado, em práti-
sua abordagem para além de limites estritamen-
cas híbridas que “aproximam e entrelaçam diferentes
te geográficos em um mundo globalizado (KOLTAI,
semioses e linguagens (verbal, visual, corporal, audio-
2009). Conforme acentua Bakhtin (2003[1952-
visual)” (BRASIL, 2017, p. 240) e conhecimentos, no
-1953/1979], p. 366), “no campo da cultura, a dis-
exercício da cidadania crítica e ativa.
tância é a alavanca mais poderosa da compreen-
são”. Ou seja, a cultura do outro somente se revela Ao levar em conta esses pressupostos, o com-
com maior plenitude quando complementada pelo ponente curricular de Língua Inglesa visa garantir,
olhar de outra cultura. Nesse sentido, o estrangeiro de forma articulada tanto às competências gerais da
é visto como esse outro, que assinala a diferença e BNCC quanto às específicas da Área de Linguagens,
assume, de modo dialógico, uma natureza enrique- o desenvolvimento de um conjunto de competên-
cedora para a compreensão que temos do mundo cias específicas, conforme apresentado a seguir:

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LÍNGUA INGLESA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

1. Identificar o lugar de si e o do outro em um mundo plurilíngue e multicultural, refletindo, criticamente,


sobre como a aprendizagem da Língua Inglesa contribui para a inserção dos sujeitos no mundo globali-
zado, inclusive no que concerne ao mundo do trabalho.

2. Comunicar-se na Língua Inglesa, por meio do uso variado de linguagens em mídias impressas ou
digitais, reconhecendo-a como ferramenta de acesso ao conhecimento, de ampliação das perspec-
tivas e de possibilidades para a compreensão dos valores e interesses de outras culturas e para o
exercício do protagonismo social.

3. Identificar similaridades e diferenças entre a Língua Inglesa e a língua materna/outras línguas, articu-
lando-as a aspectos sociais, culturais e identitários, em uma relação intrínseca entre língua, cultura e
identidade.

XIII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 13 11/16/18 3:58 PM


COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LÍNGUA INGLESA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

4. Elaborar repertórios linguístico-discursivos da Língua Inglesa, usados em diferentes países e por grupos
sociais distintos dentro de um mesmo país, de modo a reconhecer a diversidade linguística como direito
e valorizar os usos heterogêneos, híbridos e multimodais emergentes nas sociedades contemporâneas.

5. Utilizar novas tecnologias, com novas linguagens e modos de interação, para pesquisar, selecionar, com-
partilhar, posicionar-se e produzir sentidos em práticas de letramento na Língua Inglesa, de forma ética,
crítica e responsável.

6. Conhecer diferentes patrimônios culturais, materiais e imateriais, difundidos na Língua Inglesa, com
vistas ao exercício da fruição e da ampliação de perspectivas no contato com diferentes manifesta-
ções artístico-culturais.

II A Coleção: fundamentos Diante do exposto, esse enfoque mostra-se igual-


mente importante, por permitir abordar o conheci-
teóricos e opções mento de modo intrinsecamente ligado à linguagem,
metodológicas vista como atividade social (VYGOTSKY, 1998, 2001) e

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
organizada por meio de gêneros textuais/discursivos
Ao abordar o ensino e a aprendizagem da Língua In- (BAKHTIN, 2003[1952-1953/1979]), e a aprendizagem
glesa – em seu papel de componente curricular da Área como prática situada e voltada à reprojeção de futu-
de Linguagens e como língua franca – nos anos finais ros sociais (NEW LONDON GROUP, 1996, 2000), con-
do Ensino Fundamental, esta Coleção Didática parte da forme descrito nas seções a seguir.
compreensão de conhecimento como uma construção
social (MOSCOVICI, 1988; GUERIN, 2009). Dito de outra Concepção de língua, linguagem e cultura
forma, parte-se da premissa de que o conhecimento se
Nesta Obra, adota-se uma perspectiva socio-
realiza na interação social e culturalmente organizada
cultural com relação à constituição do sujeito, da
entre as pessoas, sendo, assim, construído e com-
linguagem e da cultura, das ações humanas no
preendido em meio à relação dinâmica entre o pen-
mundo e de formas de construir conhecimento
samento individual e o coletivo. Em uma perspectiva
(HALL, 2002). A teoria ou abordagem sociocultural
crítica e formativa, o conhecimento pode ser conce-
tem como base as teorias vygotskianas (VYGOTSKY,
bido como “saber construído socialmente e sempre
1998, 2001) e, portanto, pode também ser denomi-
ideológico, incompleto, deslizante, múltiplo e relativo;
nada histórico-cultural, sócio-histórica ou socioin-
é saber sempre passível de contestação e questiona-
teracionista, conforme explica Rego (2004).
mento” (JORDÃO et al., 2013, p. 45).
Nesse enfoque, é possível compreender, de
Esse olhar corrobora a relevância de desenvol-
modo amplo, a língua e a linguagem de forma inter-
ver uma postura problematizadora e emancipatória
cambiável. Como versam os trabalhos de Hall (2002),
por meio do ensino e da aprendizagem de Língua
Williams e Burden (1997), entre outros, em uma pers-
Inglesa na escola. Nas palavras de Jordão et al.
pectiva sociocultural a linguagem é vista tanto como
(2013, p. 45),
um instrumento individual quanto como um recurso
cultural, produzido e organizado em meio às intera-
Diante dessa concepção de conhecimento,
ções e práticas comunicativas que integram nossas
destaca-se a importância de desenvolver-
vidas, em determinado momento social e histórico.
mos a reflexividade diante dos processos de
construção de sentidos e dos desdobramen- Assim, a linguagem medeia nossa compreensão
tos desses processos nas representações do mundo, nossas experiências e aprendizagens e,
que fazemos de nós mesmos e dos outros. por decorrência, nosso desenvolvimento. É possível,

XIV

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 14 11/16/18 3:58 PM


portanto, dizer que a interação revela-se fundamen- situadas de linguagem e de aprendizagem, ou seja,
tal para a realização de práticas de linguagem e de contextualizadas por situações de uso que respei-
aprendizagem. Nessa abordagem, nas práticas sociais, tem os propósitos, o funcionamento e as realidades
sempre realizadas em contextos sócio-históricos es- socioculturais em que as práticas circulam. Nesse
pecíficos, diferentes usos da linguagem incorporam sentido, podem ser vistas como autênticas e signifi-
ou produzem diferentes sentidos (HALL, 2002, p. 17). cativas (HALL, 2002; WILLIAMS; BURDEN, 1997).
Desse modo, a ideia de sentido único, literal ou Vale mencionar que está longe de ser consensual o
desvinculado de um contexto é inviabilizada. É igual- conceito de autenticidade no que se refere à linguagem,
mente incompatível com esse enfoque a concepção a materiais e textos presentes no processo educativo.
de linguagem como um sistema abstrato, uniforme, A esse respeito, nesta Coleção, entende-se como per-
fechado e imutável, abstraído da atividade social e da tinente a ideia de que a autenticidade pode ser com-
relação entre as pessoas em seus mais diversos con- preendida e realizada com base em princípios norteado-
textos e com seus diferenciados propósitos. res, e não em uma definição única, uníssona e fechada
Nesse sentido, conforme discutem Freitas (2002, (MISHAN, 2005). Nesse contexto, algumas das premis-
2004) e Hall (2002), as ideias de Vygotsky e de Ba- sas centrais para essa abordagem envolvem o respeito
khtin, mais precisamente do Círculo Bakhtiniano não somente às particularidades relativas a situações
(BAKHTIN, 2003[1952-1953/1979]); BAKHTIN/ de produção e a contextos socioculturais e linguísticos
VOLOSHINOV, 2004[1929]), são bastante compatí- em que práticas e textos (que foram didatizados) en-
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

veis e, quando pensadas de modo relacionado, po- contram-se imersos, mas também ao potencial que o
dem prestar significativas contribuições aos estudos uso escolar dessas práticas e textos apresenta para pro-
educacionais e da linguagem alinhados a abordagens mover, do ponto de vista do professor e dos estudantes,
socioculturais. Há muitos pontos coincidentes entre aprendizagens relevantes, instigantes e desafiadoras.
as teorizações vygotskianas e bakhtinianas. De modo Com relação ao uso de textos autênticos nas prá-
sucinto, ambas encontram na linguagem, concebida ticas escolares e nos materiais didáticos, esta Cole-
em sua natureza individual e social, a chave para a ção acata o pensamento de Carter (1998) e Harwood
compreensão da constituição e do desenvolvimento (2010), ao contar com uma ampla gama de textos au-
humano e das relações sociais. Nesse viés, o sujeito é tênticos, complementada com textos adaptados, uma
pensado como um agente de mudança em potencial. vez que ambos mostram-se passíveis de ser utilizados
Para Bakhtin/Voloshinov (2004[1929]), a lingua- de forma significativa no ensino e aprendizagem de
gem é compreendida em sua natureza enunciati- línguas e, portanto, sua presença nos materiais didáti-
vo-discursiva e, assim, eminentemente ideológica. cos e no currículo pode ser bastante pertinente e útil.
Como sujeitos sociais, podemos, por meio de nossas Nesta Obra, os princípios ligados a um processo
interações e enunciados, promover discursos ex- educativo formativo e socioculturalmente contextuali-
cludentes e discriminatórios ou, em contrapartida, zado são materializados, principalmente, mas não so-
produzir desestabilizações, na medida em que, de mente, em unidades temáticas que, transversalmente e
modo crítico, protagonista e autoral, é possível en- de forma integradora, situam as práticas com base em
contrar possibilidades de resistir e fazer ecoar nos- temas socialmente relevantes para diferentes grupos
sas vozes em “resposta às forças sociais e políticas sociais e propiciam o contexto para que as interações
mais amplas” que estruturam nossa realidade de possam ocorrer, em uma perspectiva problematizadora.
modo homogeneizador (HALL, 2002, p. 17). Essa proposta recupera, assim, o conceito de contex-
Esses pressupostos acarretam implicações im- tualização proposto pela BNCC, levando-o a ser in-
portantes para os processos de ensino e aprendiza- corporado na Coleção por meio de variadas atividades
gem de Língua Inglesa, porque, entre outros fatores, que propiciem “a inclusão, a valorização das diferenças
evidenciam a centralidade das interações, do(s) e o atendimento à pluralidade e à diversidade cultural
contexto(s) e da multiplicidade de formas de resgatando e respeitando as várias manifestações de
produção de sentidos para a realização de práticas cada comunidade” (BRASIL, 2017, p. 11).

XV

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 15 11/16/18 3:58 PM


Nesse viés sociocultural, é importante ainda ou discursivos, conforme proposto por Bakhtin
pontuar que a visão de cultura operacionalizada (2003[1952-1953/1979]). Essa proposta recupera a
pela Obra a enxerga como um verbo, ou seja, como ideia do ensino e da aprendizagem de Língua Ingle-
processo ativo e complexo de construção de senti- sa balizados pela noção de prática situada e con-
dos (STREET, 1993), realizado e “situado nos espaços textualizada, uma vez que, segundo as premissas
discursivos entre os indivíduos” (HALL, 2002, p. 19) bakhtinianas, os gêneros integram as diversas prá-
em suas relações sociais. Nesse cenário, a lingua- ticas sociais, sendo por elas gerados e formatados.
gem mostra-se tanto um “repositório de cultura”
Nessa perspectiva, acredita-se que nossa vida
como “um instrumento pelo qual a cultura é recriada”
social revele uma natureza essencialmente prática
(HALL, 2002, p. 19).
por ser constituída de nossas atividades ou ações
Sob esse enfoque, aborda-se na Coleção a di- junto às pessoas e a tudo que nos rodeia. Além dis-
mensão intercultural do processo educativo (BRA- so, ao apresentarem a capacidade de transformar as
SIL, 2017), considerada um eixo balizador para a pessoas e o mundo, as ações humanas podem ser
realização de práticas de linguagem em contextos compreendidas como práxis, revelando-se, ao mes-
situados. Imbricadas principalmente às propostas mo tempo, objetivas, subjetivas e sensíveis (ROJO;
de práticas de escrita e oralidade, há atividades e BARBOSA, 2015).
questões que convidam à reflexão sobre visões,
Sob esse prisma, agimos no mundo de forma
comportamentos, atitudes e eventos vinculados às
organizada; nossas atividades estruturam-se de

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
culturas de diversos grupos sociais, com o intuito de
acordo com esferas de atuação, em regimes parti-
oferecer condições para a expansão do olhar e da
culares de funcionamento. Desse modo, essas es-
compreensão de mundo do estudante, ampliando
feras ou campos, que espelham os domínios (sem-
sua capacidade de identificar seu lugar e também
pre políticos) da vida cultural, produtiva e pública,
o lugar do outro em meio à pluralidade linguística e
são variadas – artística, cotidiana, escolar, jorna-
cultural. Esse tratamento permite, também, o dis-
lística, entre outras –, como nos mostram Rojo e
tanciamento de um enfoque estritamente informa-
Barbosa (2015).
tivo e essencialista, ou seja, prioritariamente vincu-
lado a uma postura que possa refletir estereótipos e
visões reducionistas diante dos processos e práticas
sociais e culturais. Nesse sentido, a Língua Inglesa
ARTE CIÊNCIA/ COTIDIANO
possibilita a exposição e o contato mais aprofunda-

VICENTE MENDONÇA
ESCOLA
do e analiticamente reflexivo do estudante com as
diferentes manifestações artístico-culturais (BRA-
SIL, 2017) que integram sua vida e a vida do outro, JORNALISMO/ PROPAGANDA/
de modo integrado, em um cenário individual, cole- INFORMAÇÃO/ TRABALHO CONSUMO
tivo e global. Nesta Coleção, isso se realiza por meio OPINIÃO

de gêneros variados, ligados aos campos literário e


artístico, bem como por meio de sugestões e dicas
POLÍTICA
que abrem espaço para a pesquisa, o conhecimento
Esferas de Atividade Humana e de Comunicação Verbal.
e a reflexão sobre formas plurais de viver a língua e
Rojo e Barbosa (2015, p. 67).
a cultura, em sua ampla diversidade.
Com base nas especificidades e propósitos des-
Os gêneros textuais, os multiletramentos ses espaços, eticamente regulados, circula uma mul-
e as práticas situadas de linguagem tiplicidade de gêneros, resumidamente compreen-
e de aprendizagem didos como formas relativamente estáveis, ou seja,
As concepções socioculturais e enunciati- passíveis de compreensão e reconhecimento, de co-
vas diante das práticas de linguagem e aprendiza- municação e ação humanas, sendo portanto infinita-
gem são estruturadas a partir dos gêneros textuais mente ricos, diversos e heterogêneos. Como prefere

XVI

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 16 11/16/18 3:58 PM


Bazerman (2005, p. 47), gêneros podem ser vistos devem ser confundidos com textos ou com tipos de
como formas sociais de linguagem que evidenciam textos. Conforme esclarecem Rojo e Barbosa (2015,
atividades sociais, ou seja, são “habitats para a ação” p. 28), os gêneros “são construídos historicamente,
e, nesse sentido, modos tipificados e sociocultural- usados e experimentados socialmente, tendo exis-
mente organizados de agir no mundo. Esses princí- tência e força na vida social”, materializando-se por
pios recuperam e reforçam a importância de que pro- meio de textos ou enunciados. Por sua vez, na pers-
postas didáticas abordem as práticas de linguagem pectiva enunciativa bakhtiniana, o texto ou enuncia-
de modo situado e sempre vinculado a contextos so- do pode ser definido como “um dito [...] concreto e
ciais específicos. único, irrepetível, que gera significação e se vale da
Ainda de acordo com o pensamento bakhtinia- língua/linguagem para sua materialização, consti-
no, expressamo-nos por meio de enunciados orais ou tuindo o discurso” (ROJO; BARBOSA, 2015, p. 25).
escritos, ou seja, de palavras, e também através de Nessa perspectiva, como explicam Rojo e Barbosa
outros materiais semióticos (BAKHTIN, 2003[1952- (2015), no mundo contemporâneo a palavra texto já
-1953/1979]). Assim, “falamos e escrevemos por meio não se refere estritamente a textos escritos (impres-
de gêneros”, como explicam Rojo e Barbosa (2015, p. sos ou não), misturando-se tanto com imagens es-
16). Levando em conta que no mundo de hoje as re- táticas (fotos, ilustrações) e em movimento (vídeos,
lações e as formas de interação e comunicação hu- por exemplo) como com sons (músicas etc.), dando
manas são afetadas pelas tecnologias e mídias digi- origem a enunciados híbridos.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

tais ou sociais, é possível dizer que nossos modos de Por sua vez, como esclarecem Marcuschi (2006)
expressão incorporam uma multiplicidade de outros e Rojo e Barbosa (2015), tipos de texto ou tipos tex-
recursos, para além da linguagem verbal, na expres- tuais dizem respeito às categorias que nos permitem
são de sentidos. classificar os textos de acordo com suas caracterís-
A comunicação hoje é visivelmente multimodal ticas linguísticas, como léxico, sintaxe, elementos de
(BEZEMER; KRESS, 2013), levando à necessidade de coerência e coesão, entre outros. Os tipos de texto
reconhecermos a existência de gêneros de caracterís- mais comuns são a descrição, a exposição, a injunção,
ticas multimodais (DIONISIO, 2006) ou híbridas (ROJO; a narração, além da dissertação ou argumentação. São
BARBOSA, 2015). Como esclarece Marcuschi (2006, p. os (tipos de) textos pertencentes a determinado gêne-
25), no mundo de hoje a tendência é abordar os gêne- ro que, alinhados às esferas de produção e circulação,
ros como “formações interativas, multimodalizadas e viabilizam os discursos nesses espaços sociais.
flexíveis de organização social e de sentidos”. Nesta Coleção, uma ampla variedade de textos e
Levando em conta suas características e parti- de tipos textuais de diversos gêneros é abordada de
cularidades, em contexto de ensino e aprendizagem modo situado, contextualizado, articulado e integra-
de uma língua, os gêneros podem ser vistos como do, por meio das propostas de leitura, escrita e ora-
potentes organizadores de práticas educativas, lidade, bem como em práticas mais voltadas à mo-
como refletem Dolz et al. (2004). Por conseguinte, bilização e ampliação dos conhecimentos linguísti-
na proposta didático-pedagógica desta Coleção, em cos. É importante enfatizar que, ao levar em conta
dinâmica articulação com os temas transversais, os as características da sociedade contemporânea, em
gêneros, em uma perspectiva multimodal e respon- que “a informação e os conteúdos transbordam na
siva aos impactos das mídias digitais nas relações web”, esta Obra explora também uma profusão de
humanas e nas práticas educativas (JEWITT, 2013), ambientes, gêneros e redes sociais, como sítios ele-
são tomados como recursos organizadores dos pro- trônicos, blogues, Twitter, entre outros, com o propó-
cessos, conceitos e conteúdos na aprendizagem de sito de promover oportunidades de comunicação, em
Língua Inglesa no segmento do Ensino Fundamental língua inglesa, pela combinação de diferentes lingua-
em seus anos finais. gens, tanto em mídias impressas como digitais.
Nesse cenário, é igualmente relevante, nes- Nesse sentido, respeitando-se as marcas cola-
ta Coleção, a compreensão de que os gêneros não borativas e mais agentivas e autorais das práticas

XVII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 17 11/16/18 3:58 PM


sociais contemporâneas, pautadas por culturas par- discursos mobilizados com base nos gêneros orais,
ticipativas, os estudantes são convidados a um en- escritos e multimodais presentes na Obra. Essa pre-
gajamento mais ativo e criativo junto a esses espa- missa é mobilizada por meio do enfoque crítico e in-
ços e gêneros, por meio de atividades diversas que tercultural, que situa contextualmente as interações
incentivam o uso de tecnologias digitais (BRAGA, propostas em meio às atividades de leitura, oralida-
2013) e envolvem uma variedade de ações mediadas de e escrita, principalmente.
pela língua inglesa, como pesquisar, analisar, com- O estilo, por sua vez, relaciona-se aos recursos
parar, selecionar e compartilhar informações, em um linguísticos que mais especificamente permeiam de-
viés crítico e socialmente responsável. terminados enunciados e tipos textuais, enquanto a
Para a proposta didático-pedagógica desta Obra, forma de composição diz respeito ao modo como os
em seu enfoque sociocultural e enunciativo, mostra-se recursos (multi)semióticos são organizados para es-
também relevante o entendimento acerca da consti- truturar os enunciados e compor o gênero. Um traba-
tuição dos gêneros e o reconhecimento de que eles lho pedagógico de natureza situada preza, portanto,
devem ser abordados “pelo seu lado dinâmico, proces- essas particularidades ao abordar as diversas práti-
sual, social, interativo, cognitivo, evitando a classifica- cas de linguagem no ensino e aprendizagem de lín-
ção e a postura estrutural” (MARCUSCHI, 2006, p. 24). gua estrangeira. Para o processo educativo, de bases
Assim, é bastante válida a ideia de que os gêneros, se- sociointeracionais e formativas, conforme proposto
gundo o pensamento bakhtiniano, em articulação aos nesta Coleção, é importante tomar esses elementos

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
enunciados que os materializam, são constituídos, de como objetos de conhecimento, para promover não
forma imbricada e indissociável, por seu tema, forma somente a compreensão do funcionamento social e
composicional e estilo, como ilustrado a seguir. o desenvolvimento de capacidades que permitam o
engajamento discursivo dos estudantes nas diversas
atividades sociais por meio do inglês, como também
GÊNERO
para promover reflexão a respeito delas, possibilitan-
do transformações e a criação de espaços, gêneros e
discursos outros.
ENUNCIADO / TEXTO
Diante de todo o exposto, compreender a lingua-
gem como prática situada e realizada em atividades
VICENTE MENDONÇA

sociais em que circulam gêneros, em determinado


FORMA DE TEMA(S) ESTILO
COMPOSIÇÃO CONTEÚDOS + RECURSOS contexto sócio-histórico, mostra-se um referencial
ESTRUTURA VALORAÇÃO LINGUÍSTICOS bastante pertinente para o projeto didático-pedagó-
gico desta Obra. Esses princípios chamam a atenção
Elementos componentes do gênero e do texto. para a necessidade de tratar as práticas de escrita,
Rojo e Barbosa (2015, p. 67). oralidade e leitura de forma contextualizada e propo-
Conforme explicitam Rojo e Barbosa (2015), o sitada, considerando ainda, de forma indissociável, os
tema, em um enfoque enunciativo-discursivo, ex- recursos ou conhecimentos linguísticos mobilizados
trapola a ideia de conteúdo temático, ou seja, vai para realizá-las.
além de ser compreendido como tópico ou assun- Levando em conta esses princípios, a instrução
to central de um texto. Por decorrência, no âmbito ou abordagem dos gêneros, nas diversas atividades
escolar, é importante tomar como objeto de ensino propostas na Coleção, ocorre em meio a interações
e aprendizagem, sob a ótica reflexiva, a apreciação com propósitos bastante claros, temática e contex-
valorativa atribuída ao texto. Dito de outra forma, a tualmente orientadas, ou seja, por meio da prática si-
fim de promover uma educação linguística de ba- tuada (NEW LONDON GROUP, 1996, 2000). Além disso,
ses democratizantes e emancipatórias, a proposta a compreensão crítica da forma composicional e do
didático-pedagógica desta Coleção leva em conta estilo dos gêneros é realizada, na Obra, com base na
a importância de problematizar os valores, visões e instrução explícita (NEW LONDON GROUP, 1996, 2000),

XVIII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 18 11/16/18 3:58 PM


ou seja, em questões e atividades didáticas que con- formas de falar essa língua e, assim, a ampliação de
templam, na perspectiva da prática situada e da refle- seus repertórios. Com base na ideia de pluralidade
xão crítica, entre outros, os propósitos desses gêneros, e mediação, importantes para a aprendizagem em
as esferas e os contextos em que circulam, os sujeitos uma perspectiva sociocultural e enunciativa, estão
envolvidos, os meios e recursos que sustentam sua previstos, nessa dimensão, letramentos em língua
produção e circulação, bem como a relação entre es- materna, além da presença de outras línguas e re-
ses elementos e a realidade e vivência dos estudantes. cursos semióticos nas interações sociais propostas.
Além disso, a abordagem do estilo desses gêneros é
Nessa mesma linha de pensamento, os letramen-
também realizada por meio de atividades ligadas ao
tos multissemióticos são representados principalmen-
eixo sistêmico das práticas de linguagem, ou seja, aos
te pelo trabalho com gêneros multimodais, perpassa-
conhecimentos linguísticos. Seguindo o enfoque da
do pela presença e uso de tecnologias, possibilitando,
interação e da aprendizagem situadas, as seções que
por exemplo, o desenvolvimento do letramento visual
abordam esse eixo partem da íntima e indissociável
e digital do estudante nas práticas propostas.
ligação desses recursos linguísticos com as práticas
que os mobilizam. Desse modo, recursos sintáticos, le- Os letramentos críticos, por sua vez, permeiam
xicais e fonético-fonológicos são tratados, na Coleção, toda a Obra, uma vez que dizem respeito ao de-
sempre de acordo com o gênero e nunca de forma senvolvimento ou fortalecimento da capacidade de
abstraída da comunicação verbal. análise crítica e reflexiva diante das diferenças e das
diversidades que caracterizam as práticas sociais
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Conforme discutem muitos autores, entre eles


contemporâneas. A esse respeito, por meio de ati-
Rojo e Barbosa (2015), as interações em rede e as
complexas tecnologias da hipermodernidade ou dos vidades problematizadoras, que convidam à discus-
tempos de reflexividade desencadeiam uma multi- são sobre temas e questões socialmente relevantes,
plicidade de (novos) letramentos, importantes para bem como à participação social mais ativa por meio
o engajamento discursivo dos estudantes no mundo de práticas vivenciadas na Língua Inglesa, a Obra
social contemporâneo. Nesse sentido, no projeto di- promove possibilidades para os estudantes desen-
dático-pedagógico desta Obra considera-se também volverem uma postura autônoma, responsável e
a relevância de possibilitar o acesso dos estudantes transformadora. É importante lembrar que esses
a letramentos necessários para a participação cidadã agrupamentos não devem ser tomados de forma fe-
e ética no mundo, por meio da Língua Inglesa. Nes- chada e estanque. Hoje os letramentos estão cons-
sa perspectiva, os conteúdos, conceitos e processos tantemente em expansão e reconstituição (MILLS,
abordados levam em conta um conjunto de letra- 2016), não sendo possível (nem desejável) segmen-
mentos caracterizados, em sua relação dinâmica de tá-los rigidamente. Essas referências são úteis di-
complementaridade, como múltiplos, multissemióti- daticamente, a fim de ampliar, de modo organizado
cos e críticos (ROJO, 2009). e coerente, nossa percepção da multiplicidade das
práticas sociais e das linguagens na atualidade, for-
Os letramentos múltiplos são contemplados nes-
necendo bases para que possamos contemplá-las
ta Obra na medida em que se apresentam gêneros
de forma significativa no processo educativo.
de diferentes esferas de atividade, nas práticas de
leitura, oralidade e escrita em Língua Inglesa. Desse O alinhamento das noções de linguagem, cultura e
modo, diferentes competências, habilidades e co- criticidade permite, nesta Coleção, o desenvolvimento
nhecimentos são desenvolvidos, com base em uma dos letramentos críticos, realizados por meio de ati-
perspectiva que respeita a diversidade e a pluralida- vidades reflexivas que levam em conta as diferentes
de de linguagens e de culturas (ROJO, 2009). Como dimensões relativas a nossas vivências e convívio
descreve Machado (2014), nesse âmbito incluem-se social. Conforme proposto por Monte Mór (2010), o
os letramentos em uma língua estrangeira. Nes- trabalho pedagógico com a linguagem, a cultura e a
ta Coleção, os letramentos em Língua Inglesa são criticidade, em um viés crítico, pode ser desenvolvido
mobilizados também sob um enfoque plural, para com base no entrelaçamento da perspectiva pessoal,
possibilitar ao estudante o contato com diferentes da perspectiva comunitária e da perspectiva global.

XIX

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 19 11/16/18 3:58 PM


Esses princípios mostram-se bastante úteis para or- modelo proposto por Williams e Burden (1997, p. 43)
ganizar a prática didática de natureza situada e for- é bastante útil, lembrando-nos que a aprendizagem
mativa. Com vistas à expansão do olhar e à promoção é um processo que, para ser significativo, deve es-
de reflexões e práticas que possibilitem ao estudan- tar situado em contextos específicos e ser realizado
te ampliar a percepção de si e do outro a partir de em espaços dinâmicos de trocas e de colaboração
um enfoque mais marcadamente local e subjetivo, a ativa na (re)construção de sentidos, experiências e
Obra apresenta atividades que viabilizam o exercício conhecimentos, também entendidos como Zonas de
analítico das diferentes realidades e problemas so- Desenvolvimento Proximal (ZPD), conforme proposto
cialmente relevantes por meio do trabalho individual por Vygotsky (1998), em meio à interação dinâmica
ou de trocas com os pares. Em contrapartida, há tam- entre estudante, professor (e/ou pares mais capazes)
bém questões cujo foco recai na sensibilização dos e tarefas, sempre mediadas por uma multiplicidade
estudantes para práticas, valores e posicionamentos de objetos e recursos diferentes. Esse modelo tam-
voltados a outras coletividades ou grupos sociais. bém evidencia que todos esses elementos sofrem
Além disso, estão presentes na Obra atividades que influências recíprocas, e as ações didáticas também
permitem a reflexão e/ou o envolvimento dos estu- expandem possibilidades de extrapolar o espaço es-
dantes com realidades de natureza mais ampla, ou colar, exercendo impacto no mundo, de forma mais
seja, relacionadas ao pensamento ou grupos de ca- ampla, nos variados domínios que circundam as prá-
ráter global. Essas atividades, como, por exemplo, os ticas sociais.
projetos, no fechamento das unidades, geralmente

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
extrapolam o espaço escolar; as propostas envolvem
práticas que, mesmo desenvolvidas na escola, apre- CONTEXTO(S)
sentam o potencial de afetar os estudantes em seu
convívio social mais amplo.

Concepção de aprendizagem e

VICENTE MENDONÇA
interdisciplinaridade PROFESSOR ALUNO
Em uma perspectiva sociocultural, o conheci-
mento e a aprendizagem podem ser descritos como
“eventos engajados em atividades sociais e compar- TAREFA
tilhadas” (MICCOLI, 2013, p. 72), pautadas pelo cará-
ter colaborativo das práticas sociais e dos processos
de construção de sentidos e conhecimentos. Nesse
enfoque, uma importante premissa é o entendimen-
to de que a aprendizagem se constitui de forma pro-
cessual e relacional (MICCOLI, 2013), uma vez que
envolve, entre outros, os estudantes, as pessoas e Modelo socioconstrutivista do processo de ensino-
uma multiplicidade de recursos com os quais os es- -aprendizagem. Williams e Burden (1997, p. 43).
tudantes se relacionam, de forma direta ou indire-
Nesse viés, a ideia de contexto abrange, de for-
ta, para produzir sentidos em suas interações e se
ma imbricada e complexa, as dimensões linguísti-
apropriar de conhecimentos, refletindo também so-
cas, situacionais, interacionais, culturais e intertex-
bre sua aprendizagem.
tuais (HALL, 2002), abrangendo de modo dinâmico
A centralidade dos conceitos de interação e con- as relações do professor, do estudante e das ativi-
texto, para uma aprendizagem de bases sociocul- dades escolares. Nesta Coleção, no que diz respeito
turais, remete à importância de propor um projeto a propostas pedagógicas, não é feita a recorrente
didático-pedagógico que considere a natureza di- distinção entre tarefas e atividades. A atividade di-
nâmica das relações entre todos os elementos que dática é pensada de modo alinhado à ideia de ati-
fazem parte do processo educativo. Nesse sentido, o vidade social, ou seja, caracterizada pela ideia de

XX

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 20 11/16/18 3:58 PM


prática situada de linguagem e aprendizagem. Nes- desenvolvimento da autonomia envolve o exercí-
sa perspectiva, ela abrange tanto propostas de in- cio do autoconhecimento, do convívio ético com
terações mais controladas como também aquelas as pessoas, da tomada de decisão de modo social-
mais abertas e espontâneas. O ensino, por sua vez, é mente responsável e da análise e (auto)avaliação
entendido como um conjunto de ações, estrategica- constante sobre suas ações e aprendizagens no
mente planejadas, que permitem ao professor, com mundo de hoje (HAMILTON, 2013).
base na realidade local e nos conhecimentos prévios
do estudante, contextualizar, problematizar e tratar Os princípios fundantes dessa Pedagogia recu-
de forma interdisciplinar os conteúdos, tornando- peram, assim, a ideia de que aprendizagem é situa-
-os significativos. Assim, sua atuação no processo da na atividade social, revelando-se “um processo
educativo, de bases formadoras, é sempre pautada de transformação sociocultural” (HALL, 2002, p. 6).
no diálogo, como recurso articulador e mediador do Para o New London Group (1996, 2000), em um en-
processo de ensino e aprendizagem de Língua In- foque transformador, o processo educativo é pen-
glesa. Com base na perspectiva sociocultural aqui sado com base em quatro esferas que se relacio-
adotada, portanto, o ensino assume, na esfera es- nam de modo sobreposto e não sequencial e via-
colar, uma posição fundamental e intimamente as- bilizam as oportunidades de aprendizagem, como
sociada à aprendizagem (HALL, 2002). ilustrado a seguir, de forma adaptada:
Levando em conta todos esses princípios, como
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

já indicado, os pilares organizadores da proposta


didático-pedagógica dessa Coleção orientam-se
por princípios fundantes da Pedagogia dos Multile- PRÁTICA SITUADA
tramentos (NEW LONDON GROUP, 1996, 2000) que,

VICENTE MENDONÇA
ao abordar as multiplicidades presentes no mun-
INSTRUÇÃO PRÁTICA
do atual, pressupõe, por um lado, a multiplicidade
EXPLÍCITA TRANSFORMADA
de culturas e, por outro, a multiplicidade semiótica,
ou seja, a pluralidade de modos e linguagens. Essa
pedagogia é considerada adequada ao enfoque so- ENFOQUE
CRÍTICO
ciocultural e enunciativo adotado, também porque
as ideias de agência e de transformação social se
fazem presentes de modo bastante marcado. Por
meio de uma aprendizagem orientada pela reflexi- Esferas ou âmbitos promotores da aprendizagem.
vidade e, assim, pautada em bases mais simétricas New London Group (1996, 2000).
e colaborativas, as práticas pedagógicas propostas
Com base nessa proposta, as unidades que
pelo New London Group (1996, 2000) objetivam pro-
compõem esta Obra são organizadas de modo que
mover condições para os estudantes se apoiarem
permitam a contextualização das atividades didá-
em repertórios e conhecimentos prévios e criarem
ticas, situando-as tanto tematicamente quanto
novas formas de se comunicar e agir colaborativa
situacionalmente. De forma associada a essa prá-
e eticamente no mundo. Nessa perspectiva, o pro-
tica contextualizada (ou situada), os conteúdos,
pósito central dessa pedagogia é que o processo de
processos e conceitos são abordados estratégica
aprendizagem lhes assegure o direito de participação
e reflexivamente (instrução explícita), viabilizando
social mais responsável e ativa, bem como de re-
a compreensão da constituição, do funcionamen-
projetar futuros sociais.
to e da organização dos gêneros que integram as
É relevante apontar que o entendimento de atividades sociais e práticas de linguagem presen-
autonomia que esses princípios fazem emergir é tes na Obra, como também promovendo o engaja-
aquele que a compreende de modo associado à mento consciente, crítico e criativo (enfoque crítico)
ação no mundo com o outro. Nessa perspectiva, o nessas interações, com vistas a transformações em

XXI

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 21 11/16/18 3:58 PM


nível individual e coletivo (prática transformada). É O Enfoque Crítico diz respeito a uma postura ana-
importante recuperar, nesse momento, a ideia de lítica e questionadora, a ser mobilizada em uma pers-
que as ações ligadas a essas esferas ou dimensões pectiva pessoal, comunitária e global, que permita aos
assumem uma relação dinâmica, complexa, com- estudantes desenvolver tanto uma compreensão mais
plementar e processual entre si, ou seja, podem ser aprofundada de si mesmos e de sua realidade quanto
realizadas simultaneamente no processo educativo. expandir seu olhar para contextos sociais, históricos,
culturais, políticos e ideológicos mais amplos e com-
Assim, o propósito central na aprendizagem si-
plexos. Essa perspectiva perpassa todas as outras
tuada é promover o envolvimento dos estudantes, de
esferas, uma vez que a educação linguística de bases
forma contextualizada, em experiências significativas
formativas vincula, de modo indissociável, a aprendi-
de uso da linguagem, favorecendo a socialização e a
zagem ao compromisso ético de construir uma socie-
compreensão do funcionamento social dos gêneros, si-
dade mais justa e equânime. Nesta Obra, esse enfoque
tuados em atividades sociais estimulantes e relevantes.
crítico é propiciado, de início, por meio da organização
Nesta Coleção, as práticas de leitura, escrita e oralida-
temática e da proposta de transversalidade presentes
de são apresentadas nessa perspectiva, com vistas a
em cada unidade. Além disso, há seções específicas
propiciar condições de os estudantes vivenciarem de
que promovem o convite à discussão e à reflexão, for-
forma ativa essas práticas e explorarem criativamente
talecendo assim o exercício analítico de comparação,
formas alternativas de engajamento social e de realiza-
contraposição e expansão do olhar presente ao longo
ção das tarefas propostas. Assim como ocorre com os

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
de toda a unidade.
gêneros presentes na Obra, a abordagem dos recursos
linguísticos é proposta sob esse enfoque situado, crian- Por sua vez, a prática transformada envolve
do condições para que eles sejam explorados a partir ações pedagógicas voltadas à autonomia dos estu-
da ideia de língua em uso, ou seja, como prática social. dantes e ao seu papel, eticamente responsável, como
produtores de novas práticas, textos e discursos. Ao
A instrução explícita envolve a compreensão,
longo desta Obra, por meio das atividades e projetos
de modo estratégico, sistemático e analítico, dos
propostos, busca-se criar oportunidades para que os
diversos conhecimentos, conceitos e processos to-
estudantes sejam capazes de criar novos sentidos,
mados como objetos de ensino e aprendizagem. Os
contextos, repertórios e formas de expressão e con-
recursos e as convenções linguísticas e sociais são
vivência por meio da Língua Inglesa.
abordados de maneira que embasem o engajamen-
to discursivo dos estudantes nas diversas práticas Ao levarmos em conta os pressupostos apre-
sociais. Essa esfera abarca também o exercício da sentados e com base em um enfoque sociocultural
metarreflexão, ou seja, da compreensão consciente diante da construção do conhecimento, é possível
e estratégica em relação à própria aprendizagem e considerar a interdisciplinaridade como parte cons-
ao uso da linguagem e demais recursos (multi)se- titutiva do processo educativo. Uma visão integrado-
mióticos para o engajamento em interações sociais. ra reflete como as diferentes áreas do conhecimento
se mostram presentes de forma imbricada na vida
O trabalho com os conteúdos, processos e concei-
social. Assim, colocados para agir entre si de forma
tos, nesta Coleção, segue esses preceitos, abrangen-
recíproca e dinâmica, os componentes curriculares
do, entre outras, atividades que visam ao desenvolvi-
da Educação Básica podem promover uma aprendi-
mento (meta)cognitivo dos estudantes, bem como de
zagem enriquecedora, ao gerar interlocuções entre
capacidades de natureza social, vivencial, cultural e
diferentes saberes (FERIOTTI; CAMARGO, 2007; SÃO
afetiva. Isto porque, em uma abordagem sociocultural,
PEDRO, 2016).
além do exercício de conscientização sobre a lingua-
gem e a aprendizagem e do foco atitudinal, o processo Em um enfoque interdisciplinar, esses diferen-
de aprendizagem envolve a mobilização de pelo menos tes saberes não devem ser abordados de modo que
três tipos principais de conhecimento (BRASIL, 1998): mantenham sua individualização, mas de forma so-
o conhecimento de mundo, o conhecimento sistêmico breposta, capaz de viabilizar a construção de um
ou linguístico-discursivo e o conhecimento textual. conhecimento de natureza mais global e complexa.

XXII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 22 11/16/18 3:58 PM


Quanto maior a proximidade entre os componentes
III Organização geral da Obra
curriculares, portanto, maior será o grau de interdis-
ciplinaridade alcançado no processo de produção de Além de Manuais do Professor, esta Coleção é
sentidos e de aprendizagem. composta de quatro volumes relativos ao Livro do
Nesta Coleção, o trabalho pedagógico de ordem Estudante e CDs em áudio. O Manual do Professor
interdisciplinar é favorecido pelos temas transver- de cada ano reúne livro impresso e materiais digitais
sais presentes em cada unidade didática. O processo com conteúdo complementar: Planos de Desenvol-
educativo, nessas bases, possibilita o trabalho com vimento bimestrais, Sequências Didáticas, Propos-
saberes contextualizados, transversalmente inte- tas de Acompanhamento de Aprendizagem e Mate-
grados aos componentes curriculares das diferentes rial Digital Audiovisual. O primeiro volume destinado
áreas do conhecimento e relacionados às diferentes aos estudantes é composto de uma unidade intro-
necessidades e realidades sociais dos estudantes. dutória, Join in, que prepara o aprendiz para o con-
tato com os conteúdos a serem desenvolvidos ao
Balizado por essa perspectiva integradora e socio-
longo de toda a coleção, e todos os volumes contam
culturalmente fundamentada, o projeto didático-pe-
com uma unidade final, Further practice, voltada à
dagógico desta Obra acata a presença da língua por-
expansão desses conteúdos.
tuguesa nas atividades propostas, como já brevemen-
te citado. A esse respeito, é importante explicitar que Além dessas, existem oito unidades, organizadas
nesta Coleção o português é compreendido como um tematicamente, a serem trabalhadas ao longo do ano
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

potente recurso mediador na aprendizagem do inglês, escolar. Por sua vez, cada uma das oito unidades é
uma vez que “a relativa maturidade da língua mater- dividida em seções que contextualizam a propos-
na” mostra-se um importante fator para o desenvolvi- ta temática, promovem o trabalho pedagógico com
mento da língua estrangeira, como defende Vygotsky a leitura, a escrita, a oralidade, os recursos linguísti-
(2001, p. 266). Esse posicionamento, no entanto, não cos e outros aspectos correlatos, além de propiciar a
implica o uso desmedido ou despropositado da língua autoavaliação dos conteúdos estudados. Adicional-
portuguesa nas atividades que integram a Coleção. mente, existem nessas unidades quadros que apre-
sentam informações relevantes e relacionadas com
A presença do português é mantida nas situa-
os conhecimentos trabalhados, sob as denomina-
ções em que ela se mostra um instrumento capaz de
ções Tip, Language, Culture e Text genre.
impulsionar o desenvolvimento dos estudantes, por
exemplo, ao mediar os momentos de reflexão crítica Os tópicos seguintes se voltam à descrição das
mais complexos. Conforme aponta Kawachi (2015), oito unidades de cada volume, que apresentam com-
no ensino e aprendizagem de Língua Inglesa, a lín- posição semelhante.
gua materna pode contribuir de modo significativo
para a problematização de discursos opressores, fa- Elementos centrais na composição
vorecendo rupturas com posições inflexíveis diante das unidades
da diversidade linguística e cultural. Desse modo, A Coleção apresenta a transversalidade e a in-
nesta Obra, ela é vista como um instrumento capaz terdisciplinaridade como aspectos organizadores
de potencialmente mobilizar a dimensão intercultu- de sua proposta de trabalho. A dimensão inter-
ral no processo educativo. Portanto, é interessan- cultural coloca-se igualmente como um elemento
te que o uso da língua materna seja compreendido que dá coesão às seções e práticas de linguagem
como mediador das discussões promovidas em sala propostas ao longo das unidades, uma vez que é
de aula, com o intuito de auxiliar as interações. O explorada principalmente por meio de propostas
português tem condições, assim, de contribuir para de reflexão crítica presentes em toda a Obra. Tam-
o fortalecimento dos letramentos críticos, à medida bém os gêneros textuais/discursivos permeiam
que a proficiência em língua inglesa de muitos estu- toda a unidade, estruturando o trabalho integrado
dantes pode ainda não ser suficiente para seu enga- com os conteúdos e viabilizando a dinamicidade
jamento em práticas de linguagem mais complexas. entre as seções.

XXIII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 23 11/16/18 3:58 PM


Os gêneros e textos escolhidos são prioritariamen- – que oferecem informações adicionais sobre cer-
te autênticos, multimodais e coerentes com os temas tos gêneros ou instrução complementar de teor
norteadores das unidades, apresentando-se como linguístico e cultural. No quadro Tip, apresentam-
potencialmente capazes de promover a sensibilização -se, principalmente, sugestões e encaminhamen-
linguística, a expansão de repertórios e a reflexão so- tos que auxiliam os estudantes a refletir sobre sua
bre questões socialmente relevantes em contextos de aprendizagem e, assim, a desenvolver suas estra-
heterogeneidade social, cultural e histórica. tégias metacognitivas e assumir responsabilidade
perante seu próprio aprendizado.
A Obra explora as práticas de leitura, escrita,
oralidade e recursos linguísticos de forma contex- A abordagem sociocultural adotada na Coleção
tualizada e situada, uma vez que os gêneros são exerce uma significativa influência nas atividades
apresentados de modo articulado às esferas e ativi- propostas, que de modo geral têm a interação – com
dades sociais em que circulam e abordados respei- o professor, com os pares, com o livro didático e ou-
tando-se seu tema, conteúdo composicional e esti- tros recursos mediadores – como princípio central.
lo. Essas práticas orais e escritas são também vistas Desse modo, as unidades são permeadas de ativida-
e tratadas considerando sua natureza processual, des que envolvem, entre outras possibilidades, o en-
sendo didaticamente organizadas por meio de três gajamento com um ou mais colegas e discussões em
etapas ou agrupamento de atividades. Dito de outra grupo ou coletivas, bem como pesquisas que auxi-
forma, as seções de Leitura, Compreensão e Pro- liam o desenvolvimento da autonomia e oportunizam

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
dução Oral e Escrita são organizadas por meio de o contato com outros textos e recursos, também em
um primeiro conjunto de atividades preparatórias meios digitais.
(etapa pré-prática), cuja função é contextualizar e Além disso, ao longo do volume há variedade
incentivar o posterior engajamento dos estudantes de tipos de atividades, no que se refere aos conhe-
em situações de uso oral ou escrito da língua, nas cimentos e habilidades que mobilizam e aos tipos
quais diferentes conhecimentos e estratégias são textuais que abarcam. Nesse sentido, as unidades
abordados. Na sequência, apresentam-se ativida- apresentam práticas que, de modo integrado às pro-
des que visam à prática situada e contextualizada postas de leitura, escrita, oralidade e conhecimentos
dos conteúdos (etapa da prática). Posteriormente, linguísticos, envolvem ações como completar lacu-
outro agrupamento de atividades (etapa pós-práti- nas, selecionar, contrastar e associar informações,
ca) visa expandir os conteúdos trabalhados nas fa- fazer sínteses, analisar criticamente, responder a
ses anteriores e abordar as implicações das práticas perguntas abertas e de múltipla escola, engajar-se
realizadas para a vida pessoal e coletiva dos estu- em discussões, argumentar, expressar opiniões, nar-
dantes, permitindo que sua voz se faça mais presen- rar experiências, pesquisar, localizar e selecionar in-
te por meio do convite à discussão – Let’s discuss. formações, entre muitos outros exemplos.
É importante destacar que todas essas etapas se
O trabalho com uma diversidade de letramentos é
relacionam ao tema da unidade e apresentam uma
favorecido ao longo das unidades, sendo recorrentes
relação dinâmica de integração entre si.
as propostas que envolvem tecnologias. Ao longo das
Similarmente, os conhecimentos linguísticos são unidades existe uma gama de atividades, em diferen-
trabalhados, de modo contextualizado e integrado tes seções, que possibilitam o uso de recursos e meios
aos outros, principalmente por meio de suas se- digitais para a comunicação, troca de experiências e
ções específicas – Words in context e Language in desenvolvimento de pesquisas, individualmente ou
context. A instrução, no que se refere a atividades em grupo, bem como um conjunto de questões que
propostas nessas seções, é realizada prioritariamente evocam o posicionamento dos estudantes e propiciam
de forma indutiva, sem, porém, desconsiderar a abor- a expansão de seu olhar para a pluralidade linguística
dagem dedutiva. e cultural.
Ao longo das unidades, existem quadros iti- A proposta de autoavaliação, que finaliza cada
nerantes – Tip, Language, Culture e Text genre unidade, tem como propósito promover a reflexão e a

XXIV

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 24 11/16/18 3:58 PM


conscientização dos estudantes sobre seu processo português e do inglês da forma mais adequada à sua
de aprendizagem e, assim, amplia a possibilidade de realidade e contexto. Além disso, o professor pode
sua participação mais ativa no processo educativo. trazer informações adicionais ou solicitar aos estu-
Por fim, a autonomia e a responsabilidade dos dantes que contribuam para a ampliação das discus-
estudantes como agentes promotores de transfor- sões, de acordo com seus interesses específicos.
mações sociais, em níveis individuais e coletivos, são Na sequência, o quadro Learning box apre-
elementos trabalhados ao longo de toda a Obra, cul- senta as expectativas de aprendizagem referentes
minando com a proposta de projetos de caráter cola- à unidade. Seu principal propósito é explicitar para
borativo e socialmente relevante. os estudantes o que se espera deles em relação
aos conteúdos a serem desenvolvidos nas seções
Apresentação da estrutura da unidade. Esses conteúdos, por sua vez, estão
das unidades relacionados a diferentes habilidades, articuladas
As unidades são introduzidas por meio de seu entre si por meio da temática central da unidade.
título, que espelha o tema norteador ou transversal As expectativas delineadas abordam conhecimen-
em foco. Esses temas abrangem assuntos que se tos de natureza textual e sistêmica, incorporando,
mostram importantes na sociedade de hoje e cuja ainda, capacidades de reflexão e atitudes. Essas
problematização é relevante para promover o enga- informações são importantes em uma perspectiva
jamento mais responsável e consciente dos estu- sociocultural de aprendizagem, porque estimulam
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

dantes no mundo, contribuindo para o exercício da a participação dos estudantes de modo mais ativo
cidadania, de forma protagonista. e consciente na construção de aprendizagem, for-
Cada unidade tem início com a seção Getting talecem sua autonomia e oferecem subsídios para
curious, cuja função é mobilizar conhecimentos que eles desenvolvam sua autoavaliação, ao final
de mundo a partir de problematizações ligadas ao da unidade, de forma mais embasada. Cabe ao pro-
tema norteador escolhido para a unidade. Por meio fessor, se necessário, explicitar essa articulação. É
de questões e textos multimodais, pretende-se in- ainda interessante que seja discutido com os estu-
centivar os estudantes a iniciar uma reflexão a res- dantes a relevância de seu papel proativo, conscien-
peito de assuntos tematicamente relacionados que te e autônomo no processo de aprendizagem. Pode
fazem parte de seu contexto social e cultural, pre- também ser apropriado que os estudantes discutam
parando-os para engajar-se discursivamente nas seus conhecimentos prévios sobre os conteúdos in-
diversas práticas de linguagem que serão poste- dicados, a fim de que essas interações possam ser-
riormente propostas. vir como recurso mediador do conhecimento a ser
ainda construído.
Como o conhecimento ocorre na interação com o
outro e por meio de situações significativas, é impor- A seção subsequente, Reading, está voltada ao
tante que o professor procure motivar os estudantes trabalho com a leitura, em uma perspectiva contex-
a participar das discussões trocando experiências e tualizada e problematizadora. Propõe-se, ali, um tra-
ideias com seus pares, com base em suas vivências e balho que pressupõe a interação entre contexto(s),
realidade. O uso da língua materna, nessa seção, é re- texto e leitor, situando a leitura como um processo
levante como instrumento mediador dessas trocas e ativo e compartilhado de construção de sentidos. As
também como recurso capaz de promover segurança propostas de leitura desta seção envolvem diferentes
e a sensação de acolhimento, uma vez que possíveis objetivos, como ler para agir no mundo e ler para ex-
limitações com relação a interações na língua-alvo por ideias e argumentos, posicionando-se de forma
podem provocar ansiedade e parecer intimidadoras, crítica. A esse respeito, se o professor julgar adequa-
em princípio. do e desejável, a leitura em voz alta poderá também
integrar esses propósitos.
Desse modo, é também importante o papel do
professor como facilitador desse processo, caben- Um aspecto a ser destacado é que a prática lei-
do a ele estrategicamente buscar adequar o uso do tora assume um papel protagonista em relação ao

XXV

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 25 11/16/18 3:58 PM


comprometimento da Coleção em preparar os estu- crítico prevê o confronto de visões, que torna possí-
dantes para seu engajamento discursivo no mundo, vel o questionamento acerca de discursos e posicio-
em vista do papel central que assumem em esferas namentos discriminatórios e opressores. O papel do
de atuação mais complexamente organizadas, como professor como mediador desse processo analítico é
a escolar, a acadêmica e a do trabalho. Assim, cada fundamental. É importante que as opiniões do gru-
uma das unidades que compõem um volume (exceto po sejam apresentadas de forma respeitosa e ética
a unidade 1 do 6º ano) apresenta duas propostas de e que sejam criados espaços para novas formas de
leitura, indicadas como Text 1 e Text 2, que seguem pensar e conviver com o outro.
estruturas semelhantes.
Por fim, a seção Let’s discuss permite que os
Essa seção contempla uma multiplicidade de gê- estudantes ampliem as discussões e negociem
neros, escritos e multimodais, respeitando a temática sentidos por meio da sensibilização de diferenças e
da unidade e a faixa etária dos estudantes. Os gêne- semelhanças de opiniões. Essa seção visa propiciar
ros e suportes escolhidos remetem a diferentes es- condições e espaços para que os estudantes desen-
feras de atividades, visando expandir o contato dos volvam a compreensão crítica acerca das questões
estudantes com textos no âmbito da vida cotidiana, mobilizadas pela prática da leitura, relacionando-as
como também no campo da divulgação científica, das com sua realidade social e cultural. É importante
artes, da cidadania, entre outros. A multimodalidade, que o professor, visando ampliar vivências que pro-
a heterogeneidade de fontes, suportes e temas, bem movam o conhecimento de si e do outro de modo

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
como o trabalho com diferentes estratégias, em um mais complexo e amplo, procure também incentivar
enfoque problematizador, propiciam experiências lei- as discussões a partir de perspectivas mais coleti-
toras significativas para a vida escolar, social e cultu- vas e globais, sendo um mediador do exercício do
ral dos estudantes. letramento crítico.
Partindo-se do pressuposto de que a leitu- Por sua vez, as seções Words in context e
ra é processual, organiza-se o trabalho de acordo Language in context destinam-se à aprendiza-
com as etapas de pré-leitura (Pre-Reading), leitura gem e à expansão de conhecimentos linguísticos,
(Reading) e pós-leitura (Let’s discuss). A etapa da abordando mais especificamente o trabalho com
pré-leitura traz a contextualização do tema, com a recursos lexicais, sintáticos e fonético-fonológi-
finalidade de mobilizar conhecimentos prévios e es- cos, respectivamente. Essas seções são também
timular posicionamentos discursivos que retratam a desenvolvidas de acordo com o tema da unidade e
realidade dos estudantes. As perguntas, os textos ou com a noção de língua em uso, utilizando-se siste-
as figuras que antecedem o texto principal podem maticamente fragmentos dos gêneros apresenta-
servir para antecipar questões, explorar o gênero, dos nas seções de Reading e Listening da unida-
principalmente no que se refere à sua forma compo- de em questão. Em ambas, as atividades são con-
sicional e ao estilo, bem como trabalhar os aspectos textualizadas e apresentadas de forma vinculada a
lexicais mais específicos, que são importantes para a uma diversidade de propostas voltadas a práticas
compreensão do texto no ato da leitura. orais, como também de leitura e escrita. Como as
atividades partem de práticas situadas, há espaços
Na parte de leitura propriamente dita, os assun-
para comparação com a língua materna, explora-
tos abordados são relevantes para o engajamento
ção dos registros de formalidade e informalidade,
dos estudantes na prática leitora e, portanto, essa se-
assim como reflexão sobre o uso que se faz da lín-
ção tem um enfoque primordial no trabalho integrado
gua em termos de correção e adequação a partir
diante de aspectos textuais ou discursivos, compo-
de uma perspectiva plural de descentralização do
sicionais e organizacionais, além de linguístico-dis-
falante nativo e de distanciamento de enfoques
cursivos. Trabalha-se, ainda, o desenvolvimento de
normativos e reducionistas.
estratégias de leitura (reconhecimento textual, infe-
rências, reconhecimento de marcadores discursivos, De forma mais específica, a seção Words in
leitura global e detalhada, entre outras). O enfoque context volta-se para a expansão do repertório lexical

XXVI

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 26 11/16/18 3:58 PM


por meio de atividades baseadas em uma série de re- Assim como ocorre com a leitura, a compreen-
cursos, como figuras, ilustrações, verbetes de dicio- são oral é abordada de forma integrada ao tema da
nários, gêneros híbridos etc. Nessa seção, o professor unidade, respeitando-se sua natureza processual.
tem a oportunidade, por exemplo, de ensinar os estu- Por consequência, é trabalhada com base nas etapas
dantes a fazer uso de dicionários bilíngues, entre ou- de pré-escuta (Pre-Listening), escuta (Listening) e
tras atividades que possam auxiliá-los a compreender pós-escuta (Let’s discuss).
o funcionamento das palavras na produção de senti- Na fase que antecede a escuta, os estudantes
dos, a constituição estilística dos gêneros, bem como são convidados a expressar opiniões sobre o assunto
a ampliar seus conhecimentos com vistas à constru- que será abordado, a fim de que seu conhecimento
ção de um repertório lexical mais amplo e adequado a prévio e seus repertórios lexicais possam ajudar na
seus interesses e de modo mais autônomo. compreensão do gênero que será apresentado. Nes-
O trabalho com os conhecimentos linguísticos, sa etapa, o professor assume um papel primordial,
na seção Language in context, por sua vez, envolve uma vez que pode assegurar uma contextualização
atividades contextualizadas e situadas que exploram apropriada da atividade, mediando as discussões,
uma multiplicidade de gêneros, como biografias, tiri- incentivando o compartilhamento de ideias e agu-
nhas, cartuns, entre tantos outros. Assim, essa seção çando a motivação e interesse dos estudantes pelas
oportuniza um espaço lúdico, que poderá, se dese- etapas seguintes.
jado, ser explorado pelo professor para a descontra- A fase da compreensão oral é realizada a partir
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

ção ou também como um recurso cultural. Há assim da execução de áudio em CD e envolve um conjunto
espaço para o desenvolvimento de multiletramentos, de atividades ligadas ao desenvolvimento de estra-
sob o enfoque da diversidade linguística e cultural, tégias que auxiliem na compreensão ativa e crítica
entre outros. Essa seção também promove oportu- do texto oral, como a compreensão de ideias cen-
nidade de problematizações sobre as aproximações trais e também de informações mais detalhadas, a
e distanciamentos entre diferentes línguas, por meio inferência, o reconhecimento de pistas contextuais,
de propostas que contrapõem os modos pelos quais entre outras. Também aqui o papel do professor é
recursos linguísticos são incorporados nos diferentes bastante relevante, no sentido de propiciar um am-
gêneros trabalhados, vinculando tais questionamen- biente em que os estudantes se sintam confortá-
tos às vivências e aos repertórios dos estudantes. veis, de ajudá-los a usar outros recursos semióticos
A seção voltada para a compreensão de gêneros como mediadores de sua compreensão, o que aju-
orais (indicados pelo símbolo de áudio), Listening, da a fortalecer sua autonomia. Além disso, se con-
aborda, em uma perspectiva situada, integradora e siderado pertinente, o professor pode auxiliar na
contextualizada, o desenvolvimento de habilidades compreensão de que os estudantes não precisam
comunicativas específicas que podem auxiliar os es- entender cada palavra para que as interações orais
tudantes em seu engajamento mais autônomo em sejam significativas e enriquecedoras.
situações em que a escuta ocupe um papel central. O A pós-escuta traz questões que podem ser ex-
uso de textos autênticos instigantes e contemporâ- pandidas e adaptadas à realidade dos estudantes. A
neos, presentes também nessa seção, visa assegurar finalidade dessa etapa é a problematização sobre a
que a oralidade seja trabalhada em sua dinâmica temática e as situações envolvidas nas fases ante-
interação com outras modalidades e semioses na riores. A partir de questões que trabalham a reflexão
construção de sentidos. A pronúncia é abordada de em uma perspectiva mais pessoal, como também
modo que acolha as diversas formas de falar a língua grupal e coletiva, pode-se promover a contraposi-
inglesa em seu status de língua franca. O boxe Tip, ção de opiniões, posicionamentos e representações
quando articulado a essa seção, apresenta conteú- sociais. O professor ocupa aqui um importante papel
dos dessa ordem, e o enfoque crítico adotado visa de mediar o desenvolvimento de letramentos críti-
propiciar espaços para o enfrentamento de estereóti- cos, entre outros, com foco na construção de visões
pos, bem como de visões e posturas discriminatórias. e atitudes democratizadoras.

XXVII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 27 11/16/18 3:58 PM


A seção intitulada Speaking incentiva os estudan- produção oral. Além de situar o contexto, nessa
tes a produzir textos orais em práticas de linguagem etapa cria-se a oportunidade de verificar a familia-
significativas, privilegiando a relação de interação em ridade dos estudantes com o tema em foco. A lín-
situações de uso, de forma contextualizada e integra- gua materna apresenta-se também aqui como um
da à temática da unidade. Para tanto, os estudantes recurso mediador das discussões encaminhadas,
encontrarão gêneros orais que circulam em diversas que preparam o engajamento dos estudantes nas
esferas e integram, em um enfoque situado e plural, atividades orais posteriores.
práticas sociais também variadas, como entrevistas, A fim de criar subsídios para o engajamento dis-
exposições orais, diálogos do cotidiano, entre outras. cursivo dos estudantes, nessa fase preparatória o item
Nessa seção, há espaço para a construção de multi- Preparing fornece bases para a produção oral por
letramentos, a partir de um olhar socioculturalmente meio de um conjunto de orientações. Esses pontos
pluralizado diante da oralidade. norteadores contextualizam e situam as interações,
Também nessa seção, a mobilização de conhe- chamando a atenção para diversos aspectos, entre
cimentos prévios e dos repertórios trazidos pelos es- eles o uso adequado de conhecimentos linguísticos
tudantes é bastante importante, porque podem ser- e discursivos, da forma composicional do gênero em
vir de recursos para seu engajamento discursivo nas foco, de seus propósitos, suportes e público-alvo.
atividades orais propostas, de forma mais confiante Na sequência, a etapa Speaking visa à realização
e autônoma. Além disso, parte-se do pressuposto da produção oral, com base em um gênero específi-

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
de que uma atitude positiva, que espelhe confiança co, por meio do trabalho individual ou em grupos. A
diante da produção oral em inglês, requer o desenvol- apresentação oral é um gênero bastante recorrente
vimento tanto de conhecimentos e estratégias espe- nessa seção. Além da voz e outros recursos multi-
cíficas como de comportamentos e atitudes próprios modais a serem usados como suporte para as prá-
aos contextos de oralidade. Assim, negociar sentidos, ticas propostas, o professor, em conjunto com seus
lidar com mal-entendidos, arriscar-se na produção estudantes, pode planejar integrar outros meios para
da língua estrangeira, saber escutar e posicionar-se a realização das tarefas, com a finalidade de trabalhar
discursivamente mostram-se tão relevantes quanto com os letramentos multissemióticos. Nesse senti-
os conhecimentos linguísticos para a vivência da ora- do, as atividades de produção oral podem envolver
lidade. A mediação da língua materna, nas atividades gravação e troca de mensagens de voz por meio das
propostas, evidencia-se fundamental para o desen- redes/mídias sociais, por exemplo.
volvimento de repertórios, competências e habili-
Nas práticas de produção oral, é importante que a
dades que possam auxiliar os estudantes a interagir
precisão gramatical e questões relativas à pronúncia se-
com autonomia em situações de uso oral da Língua
jam relativizadas. A inteligibilidade é um referencial a ser
Inglesa. Nas atividades que integram essa seção, eles
considerado, em uma perspectiva que acate a diversi-
devem lançar mão de recursos linguísticos, para-
dade e busque, assim, acolher a pluralidade linguística.
linguísticos e cinestésicos, como ritmo, entonação,
Nessa etapa e sob esse enfoque, é necessário o apoio
pausas, além da pronúncia de palavras marcadas
do professor, no sentido de oferecer critérios para a rea-
por variações que fazem parte da oralidade na língua
lização de usos adequados da Língua Inglesa e para o
materna, para a produção oral em língua estrangeira.
desenvolvimento das habilidades orais relevantes nas
O professor, como facilitador da aprendizagem, pode
situações sociais envolvidas. Sua mediação também é
contribuir para o desenvolvimento de aspectos afeti-
relevante para que os estudantes não se sintam des-
vos e também cognitivos nesse processo.
motivados, mas inclinados a arriscar-se para construir
A produção oral é processualmente desenvolvida autonomia nas práticas orais em Língua Inglesa.
a partir do Pre-Speaking, Speaking e Let’s discuss,
O Let’s discuss é a etapa em que o tema da pro-
conforme apresentado a seguir.
dução oral é problematizado, criando oportunidades
Na fase de Pre-Speaking, as atividades possi- para que os envolvidos assumam uma postura de
bilitam a reflexão sobre o assunto da proposta de agentes, no sentido de fazer ecoar suas vozes e seus

XXVIII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 28 11/16/18 3:58 PM


posicionamentos. Geralmente, essa etapa envolve semióticos que possam ajudar a realizá-la, em uma
questões que mobilizam reflexões em perspectivas primeira versão do texto. Nessa etapa é também im-
mais pessoais, possibilitando também a ampliação portante que o professor oriente a reflexão para que
de seu olhar para contextos sociais e culturais mais os estudantes pensem nos propósitos desse texto,
amplos. A participação do professor é essencial nes- em seus possíveis leitores, nos meios de circulação,
se momento, para propor redirecionamentos nas na adequação e correção linguística, entre tantos
discussões, se necessário, e para que essas possam outros fatores. Se o professor considerar interes-
ser conduzidas de modo ético e transformador. Essa sante, essas reflexões poderão ocorrer não só indi-
etapa prevê, ainda, a reflexão, individual e/ou cole- vidualmente, mas junto aos pares.
tiva, sobre a produção realizada pelos estudantes,
A etapa intitulada Writing subdivide-se em duas
com o propósito de desenvolver, além da postura
partes. Primeiramente os estudantes escrevem seu
crítica, também suas capacidades criativas.
texto, seguindo as orientações oferecidas na fase
Em uma ótica contextualizada e tematicamente antecedente, com a finalidade de apresentar a pri-
integradora, Writing é a seção destinada ao desen- meira versão para que sejam indicados os ajustes
volvimento de práticas de escrita em Língua Inglesa. necessários. Com base nessa devolutiva, a segunda
De modo mais específico, nessa seção são dispo- parte desta seção, Revising and rewriting, volta-se
nibilizados conhecimentos para que os estudantes a esse processo de revisão e reescrita do texto ini-
possam produzir textos escritos em Língua Inglesa, cialmente produzido. A esse respeito, sugere-se que
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

de forma crítica e criativa, em sua articulação com o professor ofereça critérios claros de correção, que
recursos e multimodais, se necessário. Incentivar a permitam aos estudantes compreender seus equí-
multimodalidade, nessa seção, pode promover o de- vocos e aprender por meio deles. Se julgado possível
senvolvimento de letramentos multissemióticos. e conveniente, tais critérios podem ser discutidos e
desenvolvidos coletivamente, o que seria um modo
A produção escrita, concebida como prática so-
de contribuir para o desenvolvimento da consciên-
cial, é pensada nessa seção como processual e cola-
cia dos estudantes sobre o processo de escrita e
borativa e está atrelada a atividades de leitura e ora-
sobre sua aprendizagem em relação a essa prática.
lidade propostas em seções prévias, envolvendo gê-
É valido também lembrar que, nessa etapa, a criati-
neros diversos, como blogues, cartazes, quadrinhos,
vidade dos estudantes deve ser incentivada.
entre outros. O trabalho com a escrita é desenvolvido
em três etapas, conforme explicado a seguir. A escrita colaborativa pode ser realizada como
forma alternativa de desenvolver a proposta, nessa
A etapa inicial de pré-escrita, o Pre-Writing,
fase. Caso essa modalidade seja trabalhada, é impor-
orienta os estudantes a refletir sobre o assunto que
tante observar suas particularidades, a fim de que os
a escrita abordará. Nesse momento, a prática pro-
critérios que a orientam possam ser também apre-
posta é situada por meio de um gênero específico,
sentados de modo significativo aos estudantes. Entre
sendo contextualizada a partir de certos propósitos
outras sugestões possíveis, esta pode ser considera-
e situações de comunicação, levando-se em conta
da uma proposta interessante, uma vez que promove
a realidade e vivências dos estudantes. Como ocorre
o contato com mídias sociais, criando a oportunidade
na seção ligada à produção oral, o item Preparing
de construção de letramentos digitais.
oferece orientações específicas para subsidiar a en-
trada dos estudantes no processo de escrita. Nesse A última etapa do processo de produção escrita,
momento, sugere-se, por exemplo, que façam ano- Let’s share and discuss, prevê a apresentação da
tações de suas ideias por meio de um brainstorming versão final do texto para o professor e/ou para os
– isto é, de modo mais livre, a fim de facilitar pos- pares ou outros grupos/comunidades. Nessa fase, a
teriormente a organização de ideias. Essa é a fase mediação do professor é importante para criar espa-
em que os estudantes se envolvem em uma refle- ços que possibilitem a apreciação crítica e criativa dos
xão sobre os aspectos linguísticos e discursivos textos compartilhados, ou seja, que contribuam para
que integrarão sua produção, entre outros recursos o desenvolvimento de letramentos críticos e autorais.

XXIX

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 29 11/16/18 3:58 PM


A seção And more!, por sua vez, destina-se à expandam seus conhecimentos e se envolvam com
pesquisa e ao desenvolvimento de projetos cola- propostas que permitam a vivência da cidadania ativa.
borativos pautados pela temática orientadora da
Nessa perspectiva, os estudantes são convida-
unidade. É um momento em que uma diversidade
dos a engajar-se em práticas que sejam significativas
de letramentos pode ser mobilizada, uma vez que
para o coletivo escolar ou para outros grupos, de for-
o engajamento discursivo dos estudantes nas prá-
ma mais ampla. Para a realização dos projetos pro-
ticas propostas prevê a recuperação de conhe-
postos, o professor, em conjunto com seus estudan-
cimentos e habilidades desenvolvidos ao longo
tes, deve negociar a atribuição de tarefas e papéis,
de toda a unidade. Além disso, os projetos, como
organizar as etapas, propor as atividades, os gêneros
construção colaborativa, levam ao engajamento
e suportes a serem envolvidos nesse trabalho, entre
social por meio de práticas orais e escritas permea-
outros aspectos pertinentes.
das pela dimensão intercultural.
A fim de subsidiar as etapas de preparação, de-
No processo educativo, os projetos são realiza-
senvolvimento e finalização do projeto, essa seção se
dos coletivamente, sendo divididos em partes que
subdivide em quatro partes. A parte inicial visa prepa-
se conectam de modo dinâmico e com vistas a com-
rar os estudantes para o engajamento nas atividades.
por um todo integrado. Nessa seção, essas etapas
Por meio de gêneros e atividades diversificados, eles
são cuidadosamente planejadas por meio de ativi-
são levados a pensar em uma questão socialmente
dades que privilegiam o contato com a pluralidade
relevante, ligada à temática transversal da unidade,

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
linguística e cultural dos estudantes, resultando em
de modo crítico, ou seja, pautado pelo confronto de
um produto final relevante em termos individuais e
visões e perspectivas.
coletivos. A fim de haver engajamento dos estudan-
tes nessa proposta, é importante que o processo Geralmente, todo projeto envolve pesquisa.
de aprendizagem seja “centrado em questões sig- Nesse viés, a segunda parte dessa seção intitula-se
nificativas de ordem experiencial para os aprendi- Let’s do some research. A partir dela os estudantes
zes” (JORDÃO, 2014, p. 19). Os aprendizes, sujeitos são incentivados a se agrupar para desenvolver a
discursivamente constituídos e atravessados pela pesquisa e subsidiar, com base em seus resultados,
linguagem e pela cultura, são marcados por carac- o processo de desenvolvimento do projeto proposto.
terísticas identitárias que se fazem presentes nas Nesse momento, os estudantes têm a possibilidade
práticas sociais colaborativas. de realizar buscas em vários meios digitais, indica-
dos na Coleção ou outros elencados pelos colegas
Assim, as propostas dessa seção visam fomentar
e/ou professor, e negociar com os pares os papéis
atitudes de negociação e cooperação que incentivam
que ocuparão na construção desse projeto, a ser
o convívio com as diferenças, colocando os estudantes
concretizado na parte seguinte, Let’s make it.
em contato com diversos tipos de informação e gêne-
ros que, por sua vez, remetem a uma ampla gama de É importante pontuar que a presença de mídias
questões socialmente relevantes. As atividades bus- digitais permite que a proposta didática extrapole
cam, ainda, incentivar os estudantes a assumir uma os limites da sala de aula. Os eixos leitura, oralida-
posição de agentes, levando-os a ressignificar práti- de e escrita devem ser dinamicamente alinhados
cas e discursos de modo criativo. Dessa forma, ofere- na realização do projeto, com a finalidade de nessa
ce-se a eles a oportunidade de participar como produ- etapa construir letramentos diversos, entre eles os
tores de conhecimento coletivo, criando-se condições interculturais, visuais e autorais (MACHADO, 2016).
para que, de forma socialmente responsável, possam Essa construção poderá ser realizada por meio de
assumir seu papel de agentes transformadores. Essa grupos menores ou mais amplos, conforme mais
seção encontra-se, assim, didaticamente, ligada à conveniente para cada contexto. Finalizado seu
ideia de prática transformada (NEW LONDON GROUP, desenvolvimento, na última parte constitutiva des-
1996, 2000). Sua função, portanto, além de promover ta seção, Let’s think about it, o projeto deverá ser
oportunidade para a revisão e aplicação de conhe- compartilhado, propiciando oportunidades de no-
cimentos, é criar condições para que os estudantes vas ressignificações.

XXX

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 30 11/16/18 3:58 PM


Ao final de cada unidade, a seção Self-assessment, Correspondência dos conteúdos
recuperando os objetivos inicialmente apresenta- da Coleção com os objetos de
dos no Learning box, permite aos estudantes fazer conhecimento e habilidades da BNCC
uma autoavaliação, levando-os a refletir sobre suas
impressões acerca de sua aprendizagem, tanto em O quadro a seguir, referente ao volume do 9º ano,
relação ao tema da unidade quanto no que diz res- explicita a correspondência dos conteúdos desta Co-
peito ao uso da língua estrangeira. Espaço de refle- leção com os objetos de conhecimento e habilidades
xão e voz dos estudantes, essa proposta permite au- da BNCC. Este quadro pode servir como referência
toconhecimento e contribui para um posicionamento ao trabalho do professor. Lembramos, também, que a
ativo e crítico, além de mostrar-se um importante re- correspondência entre os conteúdos desta Coleção e a
curso avaliativo, de caráter formativo, que possibilita, BNCC (competências, eixos, objetos de conhecimento
de acordo com seus resultados, o redirecionamento e habilidades) é explicada de forma mais detalhada nas
de práticas de aprendizagem. Orientações Específicas deste Manual do Professor.

9º ANO

OBJETOS DE
UNIDADES UNIDADE TEMÁTICA HABILIDADES (BNCC)
CONHECIMENTO (BNCC)
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

(EF09LI01) Fazer uso da língua inglesa para expor pontos


Funções e usos da língua de vista, argumentos e contra-argumentos, considerando o
Interação discursiva
inglesa: persuasão contexto e os recursos linguísticos voltados para a eficácia
da comunicação.

(EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de


Compreensão de textos tomada de notas.
Compreensão oral orais, multimodais, de
cunho argumentativo (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendidos e refutados
em textos orais sobre temas de interesse social e coletivo.

(EF09LI04) Expor resultados de pesquisa ou estudo com o


Produção de textos orais apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre
1º BIMESTRE

Produção oral
com autonomia outros, adequando as estratégias de construção do texto
oral aos objetivos de comunicação e ao contexto.

Unit 1 (EF09LI05) Identificar recursos de persuasão (escolha e


Challenges for jogo de palavras, uso de cores e imagens, tamanho de le-
our cities Recursos de persuasão
tras), utilizados nos textos publicitários e de propaganda,
como elementos de convencimento.

Estratégias de leitura
(EF09LI06) Distinguir fatos de opiniões em textos argu-
mentativos da esfera jornalística.
Recursos de argumentação
(EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidên-
cias/exemplos que os sustentam.

(EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e


Práticas de leitura e Informações em ambientes
socialização, analisando a qualidade e a validade das infor-
novas tecnologias virtuais
mações veiculadas.

(EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a leitura dos tex-


Avaliação dos textos
Reflexão pós-leitura tos escritos pelo grupo, valorizando os diferentes pontos de
lidos
vista defendidos, com ética e respeito.

XXXI

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 31 11/16/18 3:58 PM


9º ANO

(EF09LI19) Discutir a comunicação intercultural por meio


Comunicação Construção de identidades
da língua inglesa como mecanismo de valorização pessoal e
intercultural no mundo globalizado
de construção de identidades no mundo globalizado.

(EF09LI11) Utilizar recursos verbais e não verbais para


Escrita: construção da construção da persuasão em textos da esfera publicitária,
Estratégias de escrita
persuasão de forma adequada ao contexto de circulação (produção e
compreensão).

(EF09LI12) Produzir textos (infográficos, fóruns de dis-


Produção de textos
cussão on-line, fotorreportagens, campanhas publicitárias,
Práticas de escrita escritos, com mediação
Unit 1 memes, entre outros) sobre temas de interesse coletivo lo-
do professor/colegas
cal ou global, que revelem posicionamento crítico.
Challenges for
our cities
Orações condicionais (EF09LI15) Empregar, de modo inteligível, as formas ver-
Gramática
(tipos 1 e 2) bais em orações condicionais dos tipos 1 e 2 (If-clauses).

(EF06LI17) Construir repertório lexical relativo a temas fa-


Construção de repertório
Estudo do léxico miliares (escola, família, rotina diária, atividades de lazer,
lexical
esportes, entre outros).

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Construção de sentidos
por meio de inferências (EF08LI05) Inferir informações e relações que não aparecem
Estratégias de leitura
e reconhecimento de de modo explícito no texto para construção de sentidos.
implícitos
1º BIMESTRE

(EF09LI01) Fazer uso da língua inglesa para expor pontos


Funções e usos da língua de vista, argumentos e contra-argumentos, considerando o
Interação discursiva
inglesa: persuasão contexto e os recursos linguísticos voltados para a eficácia
da comunicação.

(EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de


tomada de notas.
Compreensão de textos
Compreensão oral orais, multimodais, de
cunho argumentativo (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendidos e re-
futados em textos orais sobre temas de interesse social
e coletivo.

(EF09LI04) Expor resultados de pesquisa ou estudo com o


Produção de textos orais apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre
Unit 2 Produção oral
com autonomia outros, adequando as estratégias de construção do texto
Cities of the oral aos objetivos de comunicação e ao contexto.
21st century

(EF09LI05) Identificar recursos de persuasão (escolha e


jogo de palavras, uso de cores e imagens, tamanho de le-
Recursos de persuação
tras), utilizados nos textos publicitários e de propaganda,
como elementos de convencimento.
Estratégias de leitura
(EF09LI06) Distinguir fatos de opiniões em textos argu-
mentativos da esfera jornalística.
Recursos de argumentação
(EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidên-
cias/exemplos que os sustentam.

(EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a leitura dos tex-


Avaliação dos textos
Reflexão pós-leitura tos escritos pelo grupo, valorizando os diferentes pontos de
lidos
vista defendidos, com ética e respeito.

XXXII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 32 11/16/18 3:58 PM


9º ANO

(EF09LI11) Utilizar recursos verbais e não verbais para


Escrita: construção da construção da persuasão em textos da esfera publicitária,
Estratégias de escrita
persuasão de forma adequada ao contexto de circulação (produção e
compreensão).

(EF09LI12) Produzir textos (infográficos, fóruns de dis-


Produção de textos
cussão on-line, fotorreportagens, campanhas publicitárias,
Práticas de escrita escritos, com mediação
memes, entre outros) sobre temas de interesse coletivo lo-
do professor/colegas
cal ou global, que revelem posicionamento crítico.
1º BIMESTRE

Orações condicionais (EF09LI15) Empregar, de modo inteligível, as formas verbais


Gramática
Unit 2 (tipos 1 e 2) em orações condicionais dos tipos 1 e 2 (If-clauses).
Cities of the
21st century (EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e
Práticas de leitura e Informações em ambientes
socialização, analisando a qualidade e a validade das infor-
novas tecnologias virtuais
mações veiculadas.

(EF06LI16) Construir repertório relativo às expressões usa-


Construção de repertório
Estudo do léxico das para o convívio social e o uso da língua inglesa em sala
lexical
de aula.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Construção de sentidos
por meio de inferências (EF08LI05) Inferir informações e relações que não aparecem
Estratégias de leitura
e reconhecimento de de modo explícito no texto para construção de sentidos.
implícitos

(EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de


tomada de notas.
Compreensão de textos
Compreensão oral orais, multimodais, de
cunho argumentativo (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendidos e re-
futados em textos orais sobre temas de interesse social
e coletivo.

(EF09LI05) Identificar recursos de persuasão (escolha e


jogo de palavras, uso de cores e imagens, tamanho de le-
Recursos de persuasão
tras), utilizados nos textos publicitários e de propaganda,
como elementos de convencimento.

Estratégias de leitura
2º BIMESTRE

(EF09LI06) Distinguir fatos de opiniões em textos argu-


mentativos da esfera jornalística.
Unit 3 Recursos de argumentação
Feeling good? (EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidên-
cias/exemplos que os sustentam.

(EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e


Práticas de leitura e Informações em ambientes
socialização, analisando a qualidade e a validade das infor-
novas tecnologias virtuais
mações veiculadas.

(EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a leitura dos tex-


Avaliação dos textos
Reflexão pós-leitura tos escritos pelo grupo, valorizando os diferentes pontos de
lidos
vista defendidos, com ética e respeito.

(EF09LI11) Utilizar recursos verbais e não verbais para


Escrita: construção da construção da persuasão em textos da esfera publicitária,
Estratégias de escrita
persuasão de forma adequada ao contexto de circulação (produção e
compreensão).

XXXIII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 33 11/16/18 3:58 PM


9º ANO

(EF09LI12) Produzir textos (infográficos, fóruns de dis-


Produção de textos
cussão on-line, fotorreportagens, campanhas publicitárias,
Práticas de escrita escritos, com mediação
memes, entre outros) sobre temas de interesse coletivo lo-
do professor/colegas
cal ou global, que revelem posicionamento crítico.

(EF09LI04) Expor resultados de pesquisa ou estudo com o


Produção de textos orais apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre
Produção oral
com autonomia outros, adequando as estratégias de construção do texto
oral aos objetivos de comunicação e ao contexto.

Verbos modais: should, (EF09LI16) Empregar, de modo inteligível, os verbos should,


Gramática must, have to, may e must, have to, may e might para indicar recomendação, ne-
might cessidade ou obrigação e probabilidade.

Unit 3
Feeling good? Construção de repertório (EF06LI16) Construir repertório relativo às expressões usadas
lexical para o convívio social e o uso da língua inglesa em sala de aula.
Estudo do léxico
Formação de palavras: (EF08LI13) Reconhecer sufixos e prefixos comuns utiliza-
prefixos e sufixos dos na formação de palavras em língua inglesa.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
(EF07LI01) Interagir em situações de intercâmbio oral para
Funções e usos da língua
realizar as atividades em sala de aula, de forma respeitosa
Interação discursiva inglesa: convivência e co-
e colaborativa, trocando ideias e engajando-se em brinca-
laboração em sala de aula
deiras e jogos.
2º BIMESTRE

Construção de sentidos por


(EF08LI05) Inferir informações e relações que não apare-
Estratégias de leitura meio de inferências e reco-
cem de modo explícito no texto para construção de sentidos.
nhecimento de implícitos

(EF09LI01) Fazer uso da língua inglesa para expor pontos


Funções e usos da língua de vista, argumentos e contra-argumentos, considerando o
Interação discursiva
inglesa: persuasão contexto e os recursos linguísticos voltados para a eficácia
da comunicação.

(EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de


Compreensão de textos tomada de notas.
Compreensão oral orais, multimodais, de
cunho argumentativo (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendidos e refutados
em textos orais sobre temas de interesse social e coletivo.

Unit 4
(EF09LI06) Distinguir fatos de opiniões em textos argu-
Lifestyles mentativos da esfera jornalística.
Estratégias de leitura Recursos de argumentação
(EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidên-
cias/exemplos que os sustentam.

(EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e


Práticas de leitura e Informações em ambientes
socialização, analisando a qualidade e a validade das infor-
novas tecnologias virtuais
mações veiculadas.

(EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a leitura dos tex-


Avaliação dos textos
Reflexão pós-leitura tos escritos pelo grupo, valorizando os diferentes pontos de
lidos
vista defendidos, com ética e respeito.

XXXIV

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 34 11/16/18 3:58 PM


9º ANO

(EF09LI10) Propor potenciais argumentos para expor e de-


Escrita: construção da fender ponto de vista em texto escrito, refletindo sobre o tema
Estratégias de escrita
argumentação proposto e pesquisando dados, evidências e exemplos para
sustentar os argumentos, organizando-os em sequência lógica.
2º BIMESTRE

Verbos modais: should, (EF09LI16) Empregar, de modo inteligível, os verbos should,


Gramática must, have to, may e must, have to, may e might para indicar recomendação, ne-
Unit 4 might cessidade ou obrigação e probabilidade.
Lifestyles
Construção de sentidos por
(EF08LI05) Inferir informações e relações que não apare-
Estratégias de leitura meio de inferências e reco-
cem de modo explícito no texto para construção de sentidos.
nhecimento de implícitos

(EF06LI17) Construir repertório lexical relativo a temas fa-


Construção de repertório
Estudo do léxico miliares (escola, família, rotina diária, atividades de lazer,
lexical
esportes, entre outros).

(EF09LI01) Fazer uso da língua inglesa para expor pontos de vis-


Funções e usos da língua
Interação discursiva ta, argumentos e contra-argumentos, considerando o contexto e
inglesa: persuasão
os recursos linguísticos voltados para a eficácia da comunicação.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

(EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de


Compreensão de textos tomada de notas.
Compreensão oral orais, multimodais, de
cunho argumentativo (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendidos e refutados
em textos orais sobre temas de interesse social e coletivo.

(EF09LI06) Distinguir fatos de opiniões em textos argu-


mentativos da esfera jornalística.
Estratégias de leitura Recursos de argumentação
(EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidên-
cias/exemplos que os sustentam.
3º BIMESTRE

(EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e


Práticas de leitura e Informações em
socialização, analisando a qualidade e a validade das infor-
Unit 5 novas tecnologias ambientes virtuais
mações veiculadas.
Next steps
(EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a leitura dos tex-
Avaliação dos textos
Reflexão pós-leitura tos escritos pelo grupo, valorizando os diferentes pontos de
lidos
vista defendidos, com ética e respeito.

(EF09LI10) Propor potenciais argumentos para expor e de-


Escrita: construção da fender ponto de vista em texto escrito, refletindo sobre o tema
Estratégias de escrita
argumentação proposto e pesquisando dados, evidências e exemplos para
sustentar os argumentos, organizando-os em sequência lógica.

(EF09LI14) Utilizar conectores indicadores de adição, condi-


Conectores
Estudo do léxico ção, oposição, contraste, conclusão e síntese como auxiliares
(linking words)
na construção da argumentação e intencionalidade discursiva.

(EF09LI04) Expor resultados de pesquisa ou estudo com o


Produção de textos orais apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre
Produção oral
com autonomia outros, adequando as estratégias de construção do texto
oral aos objetivos de comunicação e ao contexto.

XXXV

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 35 11/16/18 3:58 PM


9º ANO

(EF06LI16) Construir repertório relativo às expressões usa-


Construção de repertório
Estudo do léxico das para o convívio social e o uso da língua inglesa em sala
lexical
de aula.
Unit 5
Next steps Construção de sentidos
por meio de inferências (EF08LI05) Inferir informações e relações que não aparecem
Estratégias de leitura
e reconhecimento de de modo explícito no texto para construção de sentidos.
implícitos

(EF09LI01) Fazer uso da língua inglesa para expor pontos


Funções e usos da língua de vista, argumentos e contra-argumentos, considerando o
Interação discursiva
inglesa: persuasão contexto e os recursos linguísticos voltados para a eficácia
da comunicação.

(EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de


tomada de notas.
Compreensão de textos
Compreensão oral orais, multimodais, de
cunho argumentativo (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendidos e refuta-
dos em textos orais sobre temas de interesse social e co-
letivo.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
(EF09LI04) Expor resultados de pesquisa ou estudo com o
Produção de textos orais apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre
Produção oral
com autonomia outros, adequando as estratégias de construção do texto
3º BIMESTRE

oral aos objetivos de comunicação e ao contexto.

(EF09LI05) Identificar recursos de persuasão (escolha e


jogo de palavras, uso de cores e imagens, tamanho de le-
Estratégias de leitura Recursos de persuasão
tras), utilizados nos textos publicitários e de propaganda,
como elementos de convencimento.
Unit 6
Ladies and
(EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e
gentlemen, let me Práticas de leitura e Informações em ambientes
socialização, analisando a qualidade e a validade das infor-
present to you… novas tecnologias virtuais
mações veiculadas.

(EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a leitura dos tex-


Avaliação dos textos
Reflexão pós-leitura tos escritos pelo grupo, valorizando os diferentes pontos de
lidos
vista defendidos, com ética e respeito.

(EF09LI12) Produzir textos (infográficos, fóruns de dis-


Produção de textos
cussão on-line, fotorreportagens, campanhas publicitárias,
Práticas de escrita escritos, com mediação
memes, entre outros) sobre temas de interesse coletivo lo-
do professor/colegas
cal ou global, que revelem posicionamento crítico.

(EF09LI13) Reconhecer, nos novos gêneros digitais (blo-


gues, mensagens instantâneas, tweets, entre outros), no-
Usos de linguagem em
vas formas de escrita (abreviação de palavras, palavras com
meio digital: “internetês”
combinação de letras e números, pictogramas, símbolos grá-
ficos, entre outros) na constituição das mensagens.
Estudo do léxico

(EF09LI14) Utilizar conectores indicadores de adição, con-


Conectores dição, oposição, contraste, conclusão e síntese como auxi-
(linking words) liares na construção da argumentação e intencionalidade
discursiva.

XXXVI

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 36 11/16/18 3:58 PM


9º ANO

(EF09LI01) Fazer uso da língua inglesa para expor pontos


Funções e usos da língua de vista, argumentos e contra-argumentos, considerando o
Interação discursiva
inglesa: persuasão contexto e os recursos linguísticos voltados para a eficácia
da comunicação.

(EF09LI06) Distinguir fatos de opiniões em textos argu-


mentativos da esfera jornalística.
Estratégias de leitura Recursos de argumentação
(EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidên-
cias/exemplos que os sustentam.

(EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e


Práticas de leitura e Informações em ambientes
socialização, analisando a qualidade e a validade das infor-
novas tecnologias virtuais
mações veiculadas.

(EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a leitura dos tex-


Avaliação dos textos
Reflexão pós-leitura tos escritos pelo grupo, valorizando os diferentes pontos de
lidos
vista defendidos, com ética e respeito.

(EF09LI10) Propor potenciais argumentos para expor e de-


fender ponto de vista em texto escrito, refletindo sobre o
Unit 7 Estratégias de escrita
Escrita: construção da
tema proposto e pesquisando dados, evidências e exem-
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

argumentação
Investing in the plos para sustentar os argumentos, organizando-os em se-
long term quência lógica.
4º BIMESTRE

(EF09LI04) Expor resultados de pesquisa ou estudo com o


Produção de textos orais apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre
Produção oral
com autonomia outros, adequando as estratégias de construção do texto
oral aos objetivos de comunicação e ao contexto.

(EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de


Compreensão de textos tomada de notas.
Compreensão oral orais, multimodais, de
cunho argumentativo (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendidos e refutados
em textos orais sobre temas de interesse social e coletivo.

Construção de sentidos por


(EF08LI05) Inferir informações e relações que não apare-
Estratégias de leitura meio de inferências e reco-
cem de modo explícito no texto para construção de sentidos
nhecimento de implícitos

(EF06LI17) Construir repertório lexical relativo a temas fa-


Construção de repertório
Estudo do léxico miliares (escola, família, rotina diária, atividades de lazer,
lexical
esportes, entre outros).

(EF09LI01) Fazer uso da língua inglesa para expor pontos


Funções e usos da língua de vista, argumentos e contra-argumentos, considerando o
Interação discursiva
inglesa: persuasão contexto e os recursos linguísticos voltados para a eficácia
da comunicação.

Unit 8
Culture and more! (EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de
Compreensão de textos tomada de notas.
Compreensão oral orais, multimodais, de
cunho argumentativo (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendidos e refutados
em textos orais sobre temas de interesse social e coletivo.

XXXVII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 37 11/16/18 3:58 PM


9º ANO

(EF09LI06) Distinguir fatos de opiniões em textos argu-


mentativos da esfera jornalística.
Estratégias de leitura Recursos de argumentação
(EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidên-
cias/exemplos que os sustentam.

(EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e


Práticas de leitura e Informações em ambientes
socialização, analisando a qualidade e a validade das infor-
novas tecnologia virtuais
mações veiculadas.

(EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a leitura dos tex-


Avaliação dos textos
Reflexão pós-leitura tos escritos pelo grupo, valorizando os diferentes pontos de
lidos
vista defendidos, com ética e respeito.

(EF09LI10) Propor potenciais argumentos para expor e de-


fender ponto de vista em texto escrito, refletindo sobre o
Escrita: construção da
Estratégias de escrita tema proposto e pesquisando dados, evidências e exem-
argumentação
plos para sustentar os argumentos, organizando-os em se-
quência lógica.
4º BIMESTRE

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Unit 8 Produção de textos
(EF09LI12) Produzir textos (infográficos, fóruns de dis-
cussão on-line, fotorreportagens, campanhas publicitárias,
Culture and more! Práticas de escrita escritos, com mediação
memes, entre outros) sobre temas de interesse coletivo lo-
do professor/colegas
cal ou global, que revelem posicionamento crítico.

(EF09LI04) Expor resultados de pesquisa ou estudo com o


Produção de textos orais apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre
Produção oral
com autonomia outros, adequando as estratégias de construção do texto
oral aos objetivos de comunicação e ao contexto.

(EF06LI16) Construir repertório relativo às expressões


Construção de repertório
Estudo do léxico usadas para o convívio social e o uso da língua inglesa em
lexical
sala de aula.

Produção de textos (EF07LI14) Produzir textos diversos sobre fatos, aconte-


escritos, em formatos cimentos e personalidades do passado (linha do tempo/
Práticas de escrita
diversos, com mediação timelines, biografias, verbetes de enciclopédias, blogues,
do professor entre outros).

Construção de sentidos
por meio de inferências (EF08LI05) Inferir informações e relações que não aparecem
Estratégias de leitura
e reconhecimento de de modo explícito no texto para construção de sentidos.
implícitos

XXXVIII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 38 11/16/18 3:58 PM


IV Relação entre os Por fim, em relação à avaliação dos textos lidos,
e como parte da reflexão de pós-leitura, já trabalhada
conhecimentos anteriores também nos anos anteriores, o estudante é orientado
e posteriores a compartilhar a leitura dos textos escritos pelo gru-
po, respeitando e valorizando diferentes pontos de
Esta seção explicita a relação dos conhecimentos
vista (EF09LI09): U8, p. 149.
trabalhados a cada ano na Coleção com os conheci-
mentos anteriores e posteriores, em conformidade
com a BNCC, a partir dos cinco eixos que configuram
EIXO CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS
o componente curricular de Língua Inglesa: Leitura,
Conhecimentos linguísticos, Oralidade, Escrita, Conforme o eixo Conhecimentos linguísticos
Dimensão intercultural. da BNCC, a Coleção explora, em contexto, práticas de
uso, análise e reflexão sobre a língua. O estudo do lé-
xico e da gramática tem por objetivo que o estudante
EIXO LEITURA descubra, de forma indutiva, o funcionamento da lín-
Conforme o eixo Leitura da BNCC, a Coleção tra- gua inglesa e suas estruturas.
balha com práticas de leitura de textos diversos em A proposta das seções de vocabulário (Words in
língua inglesa, em diferentes modalidades, suportes context) e gramática (Language in context) da Co-
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

e esferas de circulação. Tais práticas envolvem arti-


leção para o 9º ano contempla o trabalho com as uni-
culação com os conhecimentos prévios dos alunos
dades temáticas apresentadas na Base:
em língua materna e/ou línguas estrangeiras.
— Estudo do léxico;
A proposta da seção de compreensão leitora da
Coleção (Reading) para o 9º ano contempla o tra- — Gramática.
balho com as unidades temáticas apresentadas na O estudo do léxico prossegue no 9º ano, no
BNCC: qual o estudante é convidado a reconhecer, nos
— Estratégias de leitura; novos gêneros digitais, novas formas de escri-
— Práticas de leitura e novas tecnologias; ta (palavras abreviadas, palavras com combina-
ção de letras e números, símbolos gráficos etc.)
— Avaliação dos textos lidos.
na constituição das mensagens (EF09LI13): U6, p.
As estratégias de leitura do 9º ano exploram os 104. Em relação aos conectores (linking words), o
recursos de persuasão e argumentação. Em relação estudante será incentivado a usá-los como auxi-
aos primeiros, o estudante é incentivado a identifi- liares na construção de argumentos, com inten-
car, nos textos apresentados nas unidades, recursos
cionalidade discursiva (EF09LI14): U5, p. 92; U6,
usados nas esferas de publicidade e de propagan-
p. 106. É retomada, do ano anterior, a habilidade
da como elementos de convencimento (EF09LI05):
EF08LI13: U3, p. 51.
U2, p. 32; U3, pp. 46, 60. Em relação aos recursos de
argumentação, o estudante é orientado a distinguir O estudo da gramática do 9º ano da Coleção pre-
fatos de opiniões em textos argumentativos perten- vê o trabalho, entre outros, com orações condicionais
centes à esfera jornalística (EF09LI06): U1, p. 12; e a e com verbos modais (should, must, have to, may,
identificar argumentos e exemplos que os sustentam might). O estudante será incentivado a empregar, de
(EF09LI07): U2, p. 29; U3, p. 50. modo inteligível, as formas verbais em orações con-
Nas práticas de leitura, o estudante é convida- dicionais dos tipos 1 e 2 (if-clauses) (EF09LI15): U1,
do, como nos anos anteriores, a explorar ambientes p. 17; U2, p. 37. Ele também será orientado a usar, de
virtuais de informação e redes de socialização, com o modo inteligível, os verbos modais para indicar reco-
objetivo de explorar a validade e qualidade das infor- mendação, necessidade, obrigação ou probabilidade
mações (EF09LI08): U1, p.24; U2, p.42; U3, p.60. (EF09LI16): U3, pp. 55, 56.

XXXIX

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 39 11/16/18 3:58 PM


EIXO ORALIDADE esferas de circulação. Tais práticas envolvem a es-
crita mediada pelo professor ou colegas e articulada
Conforme o eixo Oralidade da BNCC, a Coleção com os conhecimentos prévios dos alunos em língua
oferece práticas de compreensão e produção oral de materna e/ou línguas estrangeiras.
língua inglesa, em diferentes contextos discursivos
presenciais ou simulados, com repertório de falas di- A proposta da seção de escrita (Writing) da Co-
versas (falantes nativos e não nativos, incluída a fala leção para o 9º ano contempla o trabalho com as uni-
do professor). dades temáticas apresentadas na BNCC:
— Estratégias de escrita;
A proposta das seções de compreensão auditiva
(Listening) e produção oral (Speaking) da Coleção — Práticas de escrita.
para o 9º ano contempla o trabalho com as unidades
As estratégias de escrita para o 9º ano focam na
temáticas apresentadas na BNCC:
construção de argumentação e persuasão. O estudan-
— Interação discursiva; te deverá apresentar argumentos para defender seu
— Compreensão oral; ponto de vista sobre temas trabalhados nas unidades,
pesquisando informações e exemplos que sustentem
— Produção oral.
seus argumentos (EF09LI10): U1, p. 23; U4, p. 77; U5, p.
No 9º ano, o trabalho com interação discursiva, 94. Na construção da persuasão, ele será incentivado
iniciado já no 6º ano, convida o aluno, entre outros, a a empregar recursos verbais e não verbais em textos

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
usar a língua inglesa para expor seus pontos de vista e da esfera publicitária, levando em consideração o con-
para argumentar, levando em consideração o contexto texto de circulação (EF09LI11): U1, pp. 23, 24; U2, p. 41.
e recursos linguísticos voltados para a eficácia da co- As práticas de escrita desse ano preveem a pro-
municação (EF09LI01): U1, p. 22; U4, p. 75. É retomada dução de textos sobre temas trabalhados nas uni-
a habilidade EF08LI01, trabalhada no 8º ano: U2, p. 39. dades e que revelem um posicionamento crítico por
A compreensão oral desse ano prevê que o parte do aluno (EF09LI12): U3, p.58; U6, p. 112; U7,
estudante identifique as ideias-chaves de texto por pp. 130, 131.
meio de notas (EF09LI02): U5, p. 91, e analise po-
sicionamentos em textos orais sobre temas apre-
sentados nas unidades do volume (EF09LI03): U4, EIXO DIMENSÃO INTERCULTURAL
p. 74. É retomada em várias unidades a habilidade
Conforme o eixo Dimensão intercultural da
EF08LI03, trabalhada no 8º ano: U1, p. 20; U2, p. 35;
BNCC, a Coleção se propõe refletir sobre aspectos re-
U3, p. 53
lativos à interação entre culturas (dos alunos e aque-
Na parte de produção oral, como já proposto las relacionadas a falantes de língua inglesa, nativos
nos anos anteriores, o estudante será orientado a ex- ou não nativos), de modo a favorecer o convívio, o
por resultados de pesquisas com o apoio de notas, respeito, a superação dos conflitos e a valorização da
gráficos ou tabelas, entre outros, adequando suas diversidade entre os povos.
estratégias de construção do texto aos objetivos de
A Coleção, no 9º ano, contempla, entre outros, o
comunicação e ao contexto (EF09LI04): U5, p. 93. É
trabalho com as unidades temáticas apresentadas na
retomada também a habilidade EF08LI04, trabalhada
BNCC:
no 8º ano: U1, p. 22.
— A língua inglesa no mundo;

— Comunicação intercultural.
EIXO ESCRITA
Nesse 9º ano, em relação à língua inglesa no
Conforme o eixo Escrita da BNCC, a Coleção se mundo, o estudante é convidado a analisar a impor-
propõe trabalhar com práticas de produção de tex- tância da língua inglesa para o desenvolvimento das
tos em língua inglesa relacionados ao cotidiano dos ciências, da economia e da política no cenário mun-
estudantes, em diferentes modalidades, suportes e dial (EF08LI18): U1, p. 15; U5, p. 88

XL

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 40 11/16/18 3:58 PM


Nesse ano, o estudante também é incentivado a Uma atividade-chave na prática avaliativa de
discutir a comunicação intercultural por meio da lín- ordem formativa é o diálogo entre o professor e o
gua inglesa como mecanismo de valorização pessoal estudante (DERRICK; GAWN, 2010). De forma refle-
e de construção de identidades no mundo globalizado xiva e colaborativa, professor e estudante podem
(EF08LI19): U1, p. 10; U4, p. 66; U6, p. 113; U7, p. 121. refletir e ponderar sobre os resultados da avaliação,
ajustando expectativas quanto ao desempenho e
formas de apropriação dos conteúdos. Nessas
V Avaliação condições, cria-se a possibilidade de os estudan-
tes assumirem um papel mais ativo e responsável
A partir de uma abordagem sociocultural da lin- diante do processo educativo, permitindo que a
guagem e da aprendizagem, a avaliação evidencia avaliação seja também vista como uma oportuni-
uma natureza essencialmente processual e uma fun-
dade de aprendizagem.
ção educativa. Nesse prisma, não cabem visões res-
tritas, que a reduzam a um recurso de controle dis- Outros elementos se mostram igualmente im-
ciplinar, de ordem classificatória e somativa, voltado portantes para a qualidade do processo avaliativo.
a mensurar conhecimentos e verificar resultados de Segundo Scaramucci (1997, 2004), é preciso haver
forma objetiva e ameaçadora. coerência entre os construtos que fundamentam o
ensino e as propostas de avaliação, bem como cla-
Sob um enfoque formativo, a avaliação articu-
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

reza em relação aos objetivos e critérios que nor-


la-se ao planejamento educacional, ao ensino e à
teiam o processo avaliativo. No que diz respeito aos
aprendizagem (DERRICK; GAWN, 2010), fazendo pre-
valecer o caráter contínuo, cumulativo e diagnóstico objetos a serem avaliados, Derrick e Gawn (2010)
do processo avaliativo (LUCKESI, 2002; SCARAMUCCI, salientam que uma avaliação formativa no ensi-
1997, 2004). Nessa perspectiva, a avaliação assume o no-aprendizagem de uma língua deve extrapolar o
importante papel de fornecer subsídios para susten- foco na correção linguística e precisão conceitual,
tar a ação pedagógica, amparar tomadas de decisão a fim de considerar também as negociações, inte-
e redirecionar a prática educativa, caso necessário. rações, estratégias e posturas desenvolvidas no
processo educativo.
De acordo com suas funções, é possível iden-
tificar três tipos de avaliações, conforme esclarece Em seu caráter formativo, o processo avaliati-
Sant’anna (2002). A diagnóstica visa à identificação vo, de bases qualitativas, prevê um conjunto diver-
das dificuldades e das potencialidades no processo sificado de metodologias, instrumentos ou meios
de aprendizagem, enquanto a formativa oferece sub- avaliativos, os quais precisam estar alinhados aos
sídios para informar o professor e o estudante sobre propósitos da avaliação. É importante que esses
o rendimento da aprendizagem, viabilizando a recon- instrumentos sejam utilizados de modo que ava-
dução do ensino. Por sua vez, a avaliação classifica- liem o desempenho dos estudantes, mas também
tória realiza-se por meio de testes e exames, cujo ob- para promover a interação entre os estudantes e a
jetivo é atribuir notas e classificar os estudantes com aprendizagem (CANAN; PAIVA, 2016). Entre os di-
base na verificação da aprendizagem. versos instrumentos avaliativos (observação, pro-
Para Derrick e Gawn (2010), a avaliação forma- vas, relatórios, seminários, portfólios, trabalhos
tiva é cíclica, envolvendo, de modo dinâmico, o pla- individuais e em grupo etc.) e de registro (fichas,
nejamento e os registros contínuos em relação às tabelas, entre outros), a autoavaliação é considera-
dificuldades e avanços no processo; o diagnóstico da fundamental (SCARAMUCCI, 2004), bem como o
ou a identificação de necessidades, carências e po- estabelecimento de critérios que envolvam a assi-
tencialidades; a integração entre a avaliação forma- duidade, a responsabilidade e o comprometimento
tiva e os processos de ensino e aprendizagem; cor- dos estudantes em relação a sua aprendizagem e
reções e devolutivas; revisão de conteúdos e reava- à construção do conhecimento de forma coletiva
liação do processo. (DERRICK; GAWN, 2010).

XLI

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 41 11/16/18 3:58 PM


VI Bibliografia
Referências

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes,


2003[1952-1953/1979].

BAKHTIN, M./VOLOCHÍNOV, V. N. Marxismo e filosofia da linguagem.


São Paulo: Hucitec, 2004 [1929].

BAZERMAN, C. Gêneros textuais, tipificação e interação. São Paulo:


Cortez, 2005.

BEZEMER, J.; KRESS, G. Multimodality, learning and communication: a


social semiotic frame. London: Routledge, 2016.

BLACKLEDGE, A.; CREEESE, A.; TAHKI, J. K. Language, superdiversity and

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
education. In: SAINT-GEORGES, I.; WEBER, J.-J. (Eds.). Multilingualism
and multimodality: current challenges for educational studies. The
Netherlands: Sense Publishers, 2013. p. 59-80.

BLOMMAERT, J. BACKUS, A. Superdiverse repertoires and the individual.


In: SAINT-GEORGES, I.; WEBER, J.-J. (Eds.). Multilingualism and
multimodality: current challenges for educational studies. The
Netherlands: Sense Publishers, 2013. p. 11-32.

BRAGA, D. B. Ambientes digitais: reflexões teóricas e práticas. São Paulo:


Cortez, 2013.

(Org.). Tecnologias digitais da informação e comunicação e


participação social. São Paulo: Cortez, 2015.

BRASIL, SEF/MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais – 3º e 4º ciclos


do Ensino Fundamental – Língua Estrangeira. Brasília, DF: SEF/
MEC, 1998.

CANAN, A. G.; PAIVA, V. S. Avaliação de língua inglesa na sala de aula:


uma construção coletiva. Natal: EDUFRN, 2016.

CARTER, R. Orders of reality: CANCODE, communication, and culture. ELT


Journal, 52(1): 43-56, 1998.

CARVALHO, J. S. Por uma pedagogia da dignidade: memórias e


reflexões sobre a experiência escolar. São Paulo: Summus, 2016.

XLII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 42 11/16/18 3:58 PM


CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores
e globalização: questões para a educação hoje. Porto Alegre:
Artmed, 2005.

DERRICK, J.; GAWN, J. Planning and assessment. In: HUGHES, N.; SCHWAB, I.
(Eds.). Teaching adult literacy. London: Institute of Education, 2010.

DIONISIO, A. P. Gêneros multimodais e multiletramento. In: KARWOSKI, A.


M.; GAYDECZKA, B.; BRITO, K. S. (Orgs.). Gêneros textuais: reflexões e
ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006. p. 131-144.

DOLZ, J.; NOVERRAZ, M; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e


a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ,
J. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras,
2004. p. 95-128.

DUDENEY, G.; HOCKLY, N.; PEGRUM, M. Letramentos digitais. Trad.


Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2016.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

DUNCAN, S. Literacy learning for adults with global learning difficulties.


In: HUGHES, N.; SCHWAB, I. (Eds.). Teaching adult literacy. London:
Institute of Education, 2010, p. 331-342.

FERIOTTI, M. L.; CAMARGO, D. M. P. Educação, interdisciplinaridade e


transdisciplinaridade: desenvolvendo conceitos. Rev. Teoria e Prática
da Educação, Maringá, v. 10, n. 2, p. 237-249, maio/ago. 2007.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática


educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2004.

FREITAS, M. T. A. O pensamento de Vygotsky e Bakhtin no Brasil.


Campinas: Papirus, 2004.

. Vygotsky & Bakhtin. Psicologia e Educação: um intertexto.


São Paulo: Ática, 2002.

FREITAS, R. A. M. A crítica à modernidade, a educação e a didática:


a contribuição de Boaventura Souza Santos. In: LIBÂNEO, J. C.;
SANTOS, A. (Orgs.). Educação na era do conhecimento em rede e
transdisciplinaridade. Campinas: Alinea, 2010. p. 223-240.

GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.

GIMENEZ, T.; CALVO, L. C. S.; EL KADRI, M. S. (Orgs.). Inglês como


língua franca: ensino-aprendizagem e formação docente.
Campinas: Pontes, 2011.

XLIII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 43 11/16/18 3:58 PM


GUERIN, B. Análise do comportamento e a construção social do conheci-
mento. Revista Brasileira de Análise do Comportamento, Belém, v.
5, n. 1, 117-137, 2009.

HALL, J. K. Teaching and researching language and culture. London:


Pearson, 2002.

HAMILTON, M. Autonomy and foreign language learning in a virtual


learning environment. London: Bloomsbury, 2013.

HARWOOD, N. Issues in materials development and design. In:


HARWOOD, N. (ed.). English language teaching materials: theory
and practice. 2010. p. 3-30.

HERRINGTON, M. Dyslexia. In: HUGHES, N.; SCHWAB, I. (Eds.). Teaching


adult literacy. London: Institute of Education, 2010. p. 313-330.

JENKINS, J. English as a lingua franca in the international university.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Abingdon: Routledge, 2014.

JEWITT, C. Multimodality and digital technologies in the classroom.


In: SAINT-GEORGES, I.; WEBER, J.-J. (Eds.). Multilingualism and
multimodality: current challenges for educational studies. The
Netherlands: Sense Publishers, 2013. p. 141-152.

JORDÃO, C. et al. O Pibid-UFPR nas aulas de inglês: divisor de águas e


formador de marés. Campinas: Pontes, 2013.

JORDÃO, C. Pedagogia de projetos e língua inglesa. In: EL KADRI, M. S.;


PASSONI, T. P.; GAMERO, R. (Orgs.). Tendências contemporâneas
para o ensino de língua inglesa: propostas didáticas para a Educação
Básica. Campinas: Pontes, 2014. p. 17-52.

KAWACHI, G. J. Ensino de Inglês para a interculturalidade: investigando


práticas e representações discentes no ProFIS/Unicamp. Tese
(Doutorado) – Instituto de Estudos da Linguagem/Universidade
Estadual de Campinas, SP, 2015.

KOLTAI, C. A recepção nacional do estrangeiro no mundo globalizado.


In: VIEIRA, L. (Org.). Identidade e educação. Rio de Janeiro:
Record, 2009. p. 137-149.

LIBÂNEO, J. C. As teorias pedagógicas modernas revisitadas pelo debate


contemporâneo na educação. In: LIBÂNEO, J. C.; SANTOS, A. (Orgs.).
Educação na era do conhecimento em rede e transdisciplinaridade.
Campinas: Alínea, 2010. p. 19-62.

XLIV

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 44 11/16/18 3:58 PM


LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez,
2002.

MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: configuração, dinamicidade e


circulação. In: KARWOSKI, A. M.; GAYDECZKA, B.; BRITO, K. S. (Orgs.).
Gêneros textuais: reflexões e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna,
2006. p. 23-36.

MICCOLI, L. Aproximando teoria e prática para professores de língua


estrangeira. Belo Horizonte: Fino Traço, 2013.

MILLS, K. A. Literacy theories for the digital age: social, critical,


multimodal, spatial, material and sensory lenses. Bristol/Buffalo/
Toronto: Multilingual Matters, 2016.

MISHAN, F. Designing authenticity into language learning materials.


Bristol: Intellect, 2005.

MOITA LOPES, L. P. Inglês no mundo contemporâneo: ampliando


Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

oportunidades sociais por meio da educação. Texto-base do


Simpósio da TIRF (TESOL International Research Foundation), realizado
em São Paulo, mimeo, 2005a.

. Ensino de inglês como embates culturais e de políticas de


diferença. In: GIMENEZ, T.; JORDÃO, C. M.; ANDREOTTI, V. (Orgs.).
Perspectivas educacionais e o ensino de inglês na escola pública.
Pelotas: Educat, 2005b. p. 49-67.

MONTE MÓR, W. Caderno de orientações didáticas para EJA Língua


Estrangeira – Inglês: etapas complementar e final. São Paulo:
Secretaria Municipal de Educação, 2010.

MORAES, M. C. Transdisciplinaridade, criatividade e educação:


fundamentos ontológicos e epistemológicos. Colaboração de Juan
Miguel Batalloso Navas. Campinas: Papirus, 2015.

MOSCOVICI, S. Notes towards a description of social representations.


European Journal of Social Psychology, 18, p. 211-250, 1988.

NEW LONDON GROUP. A pedagogy of multiliteracies: designing social


futures. Harvard Education Review, 66: 60-92, 1996.

. A pedagogy of multiliteracies: Designing social futures. In: COPE, B.;


KALANTZIS, M. (Eds.). Multiliteracies: literacy learning and the design
of social futures. London: Routledge, 2000. p. 9-38.

OLIVEIRA, A. A. S. Deficiência intelectual e saber escolar: a questão da


avaliação da aprendizagem. In: MANZINI, J. E. (Org.). Educação especial
e inclusão: temas atuais. São Carlos: ABPEE, 2013.

XLV

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 45 11/16/18 3:58 PM


OLIVEIRA, R. Q. A inclusão de pessoas com necessidades especiais no
Ensino Superior. Revista Brasileira de Educação Especial. Marília, v.
22, n. 2, p. 299-314, abr.-jun. 2016.

RAJAGOPALAN, K. O grande desafio: aprender a dominar a língua sem


ser dominado por ela. In: GIMENEZ, T.; JORDÃO, C. M.; ANDREOTTI, V.
(Orgs.). Perspectivas educacionais e o ensino de inglês na escola
pública. Pelotas: Educat, 2005. p. 37-48.

REGO, T. C. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação.


Petrópolis: Vozes, 2004.

ROCHA, C. H. Reflexões e propostas sobre língua estrangeira no


Ensino Fundamental I público: plurilinguismo, transculturalidade e
multiletramentos. Pontes: Campinas, 2012.

ROJO, R. H. R. Letramentos múltiplos: escola e inclusão social. São


Paulo: Parábola, 2009.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
ROJO, R. H. R.; BARBOSA, J. P. Hipermodernidade, multiletramentos e
gêneros discursivos. São Paulo: Parábola, 2015.

SAINT-GEORGES, I. Multilingualism, multimodality and the future of


education research. In: SAINT-GEORGES, I.; WEBER, J.-J. (Eds.).
Multilingualism and multimodality: current challenges for educational
studies. The Netherlands: Sense Publishers, 2013. p. 1-10.

SANT’ANNA, I. M. Por que avaliar? Como avaliar? Critérios e


instrumentos. Petrópolis: Vozes, 2002.

SÃO PEDRO, J. Língua inglesa, cultura e transdisciplinaridade no


Ensino Fundamental I: percursos e representações docentes. Tese
(Doutorado) – Instituto de Estudos da Linguagem/Universidade
Estadual de Campinas, SP, 2016.

SCARAMUCCI, M. V. R. Avaliação de Rendimento e Ensino-aprendizagem


de Português como Língua Estrangeira. In: ALMEIDA FILHO, J. C.
P. (Org.). Parâmetros atuais para o ensino de Português língua
estrangeira. Campinas: Pontes, 1997. p. 75-88.

. Efeito retroativo da avaliação no ensino/aprendizagem de línguas:


o estado da arte. In: Trabalhos em linguística aplicada, IEL/Unicamp,
Campinas, v. 43 (2), p. 203-226, 2004.

. Professor avaliador: sobre a importância da avaliação na formação


do professor de língua estrangeira. In: ROTAWA, L.; SANTOS, S. S.
(Orgs.). Ensino e aprendizagem de línguas. Campinas: Pontes, 1997.
p. 49-80.

XLVI

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 46 11/16/18 3:58 PM


SEIDLHOFER, B. Research perspectives on teaching English as a lingua
franca. Annual Review of Applied Linguistics, Cambridge, v. 24, p.
209-239, 2004.

SILVA., H. M. Língua franca no Brasil: inglês, globês ou inglês brasileiro.


Veredas FAVIP – Revista Eletrônica de ciências, v. 2, n. 1 e 2, jan.-
dez. 2009. Disponível em <http://veredas.favip.edu.br/ojs/index.php/
veredas1>. Acesso em: 20 ago. 2010.

STREET, B. Culture is a verb: anthropological aspects of language


and cultural process. In: GRADDOL, D.; THOMPSON, L.; BYRAM,
M. (Eds.). Language and culture. Clevedon: Multilingual Matters,
1993. p. 23-43.

VYGOTSKY, L. S. A construção do pensamento e da linguagem.


São Paulo: Martins Fontes, 2001.

. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes,


1998[1984].
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

WILLIAMS, M.; BURDEN, M. Psychology for Language Teachers.


Cambridge: Cambridge University Press, 1997.

XLVII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 47 11/16/18 3:58 PM


Documentos
BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes
e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23
de dezembro de 1996. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/
ccivil_03/leis/L9394.htm>.
Acesso em: 23 mar. 2017.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base


Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2017.
Disponível em <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/
uploads/2018/06/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>.
Acesso em 15 jul. 2018.

Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação


Básica. Brasília: MEC/SEB/DICEI, 2013. Disponível em: <http://
portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=dow
nload&alias=13448-%20diretrizes-curiculares-nacionais-2013-
pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 15 jul. 2018.

ESTATUTO da Criança e do Adolescente: Lei nº 8.069, de 13 de julho de

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
1990. São Paulo: Fisco e Contribuinte, [s.d.].

Formação de professores do Ensino Médio, Etapa II – Caderno


IV: organização do trabalho pedagógico no Ensino Médio/Ministério da
Educação, Secretaria da Educação Básica – Curitiba: UFPR/Setor de
Educação, 2014.

SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria


Pedagógica. Currículo da Cidade: Ensino Fundamental: Língua Inglesa.
São Paulo: SME/Coped, 2017.

XLVIII

PDF-001-048-PROJING9-MP-PC-G.indd 48 11/16/18 3:58 PM


A COLEÇÃO: ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS
9
o
ano

Organizadora: Richmond Educação


Obra coletiva concebida, desenvolvida
e produzida pela Richmond Educação.

Editora responsável:
Izaura Valverde
Bacharela e licenciada em Letras pela Universidade Mackenzie.
Professora e coordenadora de área em escolas da rede particular de ensino
do estado de São Paulo. Editora.

Componente curricular: LÍNGUA INGLESA

1a edição

São Paulo, 2018

PDF-001-007-PROJING9-INICIAIS-G.indd 1 11/10/18 3:25 PM

PDF-PROJINGL9-MPU-INICIAIS-G.indd 1 11/10/18 3:57 PM


Elaboração de originais Coordenação geral: Maria do Carmo Fernandes Branco
Edição: Vicente Martínez
Adriana Saporito Edição de texto: Ana Paula Landi
Licenciada em Letras pelo Centro Universitário Ibero-Americano Assistência editorial: Deborah Stafussi Freitas, Gabriela Farcetta, Isabela Moschkovich,
e Bacharela em Letras, habilitação: tradutor e intérprete pela Felipe Marchetto
Faculdade Ibero-Americana de Letras e Ciências Humanas.
Consultoria acadêmica: Rosinda Guerra Ramos
Professora de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Língua
Suporte administrativo editorial: Alaíde dos Santos
Inglesa da rede particular de ensino de São Paulo.
Coordenação de design e projetos visuais: Marta Cerqueira Leite
Autora de Inglês e Português para Ensino Fundamental I e II,
Projeto gráfico: Mateus Banti
Ensino Médio e EJA (Educação para Jovens e Adultos).
Capa: Bruno Tonel, Mariza de Souza Porto
Editora de conteúdos didáticos.
Foto: Nevereverro/Getty Images
Legenda: Supertree Grove – construções em formato de árvore com jardins
Betina von Staa
verticais, restaurantes e passeios em Singapura (2013).
Doutora em Linguística aplicada e estudos da linguagem
Coordenação de arte: Aderson Assis
pela PUC-SP.
Edição de arte: Andreza Cristina Moreira
Mestra em Letras pela PUC-Rio.
Editoração eletrônica: Benedito Minotti, Milton Pereira de Barros Junior
Bacharela e Licenciada em Letras Português-Inglês pela
PUC-Rio. Áudio: Maximal Studio
Autora de livros para professores e designer instrucional de Revisão: Deborah Stafussi Freitas, Patricia Cordeiro, Letícia França, Mayenne Tannús,
cursos a distância para professores. Andréa Vidal
Coordenadora do CensoEAD.BR da Associação Brasileira Coordenação de pesquisa iconográfica: Sônia Oddi
de Educação a Distância (ABED). Pesquisa iconográfica: Elizete Moura Santos, Leticia Palaria
Coordenação de bureau: Rubens M. Rodrigues
Thelma de Carvalho Guimarães Tratamento de imagens: Fernando Bertolo, Joel Aparecido, Luiz Carlos Costa,
Bacharela em Letras pela Universidade de São Paulo. Marina M. Buzzinaro
Mestra em Linguística Aplicada (Interação e Discurso) pela Pré-impressão: Alexandre Petreca, Everton L. de Oliveira, Marcio H. Kamoto,
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Vitória Sousa
Autora de livros e conteúdos didáticos para diversos níveis Coordenação de produção industrial: Wendell Monteiro
de ensino. Impressão e acabamento:

“Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras
obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.”

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

English and more! : ensino fundamental, anos finais /


organizadora Richmond Educação ; obra coletiva
concebida, desenvolvida e produzida pela Richmond
Educação ; editora responsável Izaura Valverde. --
1. ed. -- São Paulo : Richmond Educação, 2018.

Obra em 4 v. para aluno do 6º ao 9º ano.


Componente curricular: Língua Inglesa.
Bibliografia.
1. Inglês (Ensino fundamental) I. Valverde,
Izaura.

18-18011 CDD-372.652

Índices para catálogo sistemático:


1. Inglês : Ensino fundamental 372.652
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Todos os direitos reservados
RICHMOND EDUCAÇÃO LTDA.
Rua Padre Adelino, 758 – sala 3 – Quarta Parada
São Paulo – SP – Brasil – CEP 03303-904
Vendas e atendimento: Tel. (0_ _11) 2602-5510
www.richmond.com.br
2018
Impresso no Brasil

1 3 5 7 9 10 8 6 4 2

PDF-001-007-PROJING9-INICIAIS-G.indd 2 11/10/18 3:25 PM PDF-

PDF-PROJINGL9-MPU-INICIAIS-G.indd 2 11/10/18 3:57 PM


Caro e cara estudante,
Aprender uma língua vai muito além de simplesmente poder se comunicar em outro
idioma. É, acima de tudo, uma aprendizagem que oferece a oportunidade de ampliar
seus horizontes, admirar a diversidade e a riqueza do nosso mundo, abraçar e respeitar
outras culturas, incorporar novos valores, construir o próprio conhecimento e seguir
crescendo.
Para alcançar esses objetivos, nesta coleção você encontrará:
Ÿ temas atuais e socialmente relevantes que vão despertar sua curiosidade e contri-
buir para a sua formação como cidadão(ã) crítico(a);
Ÿ textos e áudios autênticos, extraídos dos mais diversos contextos, que vão aproxi-
mar você de outras realidades;
Ÿ atividades desafiadoras que convidam você a se comunicar em inglês por meio da
leitura, da escuta, da fala e da escrita;
Ÿ momentos para refletir sobre o funcionamento da língua inglesa, muitas vezes a
partir da comparação com a língua portuguesa;
Ÿ atividades em grupo que promovem um clima colaborativo entre você e seus
colegas;
Ÿ propostas que propiciam o diálogo entre o inglês e outras disciplinas do currículo;
Ÿ realidades culturais diferentes que o(a) levarão a refletir sobre sua própria cultura.
Join in and welcome aboard!
Os editores.

3:25 PM PDF-001-007-PROJING9-INICIAIS-G.indd 3 11/10/18 3:25 PM

PDF-PROJINGL9-MPU-INICIAIS-G.indd 3 11/10/18 3:57 PM


CONHEÇA SEU LIVRO

Abertura de unidade
As duas páginas da abertura introduzem o tema da uni-
dade. As imagens e as questões convidam você a aces-
sar seus conhecimentos sobre o tema apresentado e a
refletir e discutir com seus colegas e o professor sobre o
que será abordado nas páginas seguintes.

Reading Words in context


Na seção de compreensão es- A seção apresenta o estudo con-
crita, você terá a oportunidade textualizado do vocabulário que
de ler e interpretar textos au- aparece nos textos trabalhados
tênticos, em inglês, sobre temas ao longo da unidade.
atuais e relevantes para sua for-
mação crítica como cidadão.

Listening
A seção de compreen-
são oral oferece a você
uma ampla variedade de
textos orais autênticos,
provenientes das diver-
sas variedades linguís-
ticas do inglês, e que
apresentam um olhar
complementar sobre o
tema da unidade.

Language in context
A seção de gramática leva você a refletir sobre o funcio-
namento da língua inglesa e suas estruturas, com base
em contextos reais de uso.

PDF-001-007-PROJING9-INICIAIS-G.indd 4 11/10/18 3:25 PM PDF-

PDF-PROJINGL9-MPU-INICIAIS-G.indd 4 11/10/18 3:57 PM


Speaking
A proposta de produção oral convida você
a se expressar em diferentes situações
comunicativas e a expor seus pontos de Writing
vista e reflexões sobre tópicos relaciona-
dos ao tema da unidade. Na seção de produção escri-
ta, você terá a oportunidade de
produzir seus próprios textos
em inglês, relacionados com o
tema da unidade.

Não escreva
no seu livro
Realize, em seu caderno,
as atividades propostas
em cada seção. Self-assessment
Avalie nessa seção a evolução de seu
processo de aprendizagem, refletin-
do sobre o que você conquistou na
unidade, a partir dos objetivos des-
critos no Learning box.

And more!
A seção And more! apresenta
realidades culturais diversas e
convida você a pesquisar e a
refletir sobre como elas se re-
lacionam com o seu universo.

Audio
scripts
Ao final do livro,
você encontra as
Further practice transcrições das
Depois das unidades, essa seção apresenta ativida- gravações ouvi-
des adicionais de revisão dos conteúdos linguísticos das ao longo das
mais relevantes. unidades.

3:25 PM PDF-001-007-PROJING9-INICIAIS-G.indd 5 11/10/18 3:25 PM

PDF-PROJINGL9-MPU-INICIAIS-G.indd 5 11/10/18 3:57 PM


CONTENTS
UNIT 1 Challenges for our cities................. 8 UNIT 3 Feeling good?....................................... 44

Getting curious... .................................................. 8 Getting curious... .................................................. 44


Reading ................................................................. 10 Reading ................................................................. 46
Report: Cities debate: teenagers talk London, Explanation text: What is Wellness? ..................... 46
New York, Johannesburg and Rio ....................... 10 Article: Creating an animal companion
Manual: Pedestrian Safety Tips .......................... 13 relationship ........................................................ 48

Language in context ........................................... 16 Words in context ................................................. 51


If-clauses: zero conditional and first conditional ..... 16 Feelings ............................................................. 51

Words in context ................................................. 18 Listening ............................................................... 53


Means of transport ............................................. 18 Podcast: a personal account on dealing with
loss and pain ...................................................... 53
Listening ............................................................... 20
Podcast: CDC’s National Center for Injury Language in context ........................................... 55
Prevention and Control ...................................... 20 Modal verbs: obligation and advice ..................... 55

Speaking ............................................................... 22 Speaking ............................................................... 57


Ways to improve public transport service ........... 22 Tips: how to boost well-being ............................. 57

Writing ................................................................. 23 Writing ................................................................. 58


A manual for safe pedestrian behavior ............... 23 Infographic: wellness ......................................... 58

And more! ............................................................. 24 And more! ............................................................. 60


Traffic behavior .................................................. 24 A campaign to promote wellness ........................ 60
Self-assessment ................................................... 25 Self-assessment ................................................... 61

UNIT 2 Cities of the 21st century ................ 26 UNIT 4 Lifestyles ............................................ 62

Getting curious... .................................................. 26 Getting curious... .................................................. 62


Reading ................................................................. 28 Reading ................................................................. 64
Report: The City We Need 2.0 ................................ 28 Article: Is The Nomadic Lifestyle What It’s
Poster: Revolutionizing Mobility ......................... 30 Cracked Up To Be?.............................................. 64
Interview: An Inside Look at a Baker Job ............ 67
Words in context ................................................. 33
Accessibility ....................................................... 33 Words in context ................................................. 70
Work and jobs ..................................................... 70
Listening ............................................................... 35
Talk: Can Changing Your Route Change Your Language in context ........................................... 72
Experience Of A City? ........................................ 35 Modal verbs: probability ..................................... 72
Language in context ........................................... 37 Listening ............................................................... 74
If-clauses: second conditional............................ 37 Vlog post: pros and cons of living in a big city .... 74
Speaking ............................................................... 39 Speaking ............................................................... 75
Oral presentation: infrastructure of a city........... 39 Report about migration stories........................... 75
Writing ................................................................. 41 Writing ................................................................. 77
Poster on how to improve a neighborhood ......... 41 Correspondence................................................. 77
And more! ............................................................. 42 And more! ............................................................. 78
Discussions about the water crisis .................... 42 A “Day in the Life” report .................................... 78
Self-assessment ................................................... 43 Self-assessment ................................................... 79

PDF-001-007-PROJING9-INICIAIS-G.indd 6 11/10/18 3:25 PM PDF-

PDF-PROJINGL9-MPU-INICIAIS-G.indd 6 11/10/18 3:57 PM


UNIT 5 Next steps .......................................... 80 UNIT 7 Investing in the long term .............. 116

Getting curious... .................................................. 80 Getting curious... .................................................. 116


Reading ................................................................. 82 Reading ................................................................. 118
Opinion article: 10 Reasons Why Following Your Article: Keeping a Money Diary ........................... 118
Passion Is More Important Than Money .............. 82 Comic strip: Blondie ........................................... 120
Infographic: Work Skills You’ll Need to
Survive in 2020 .................................................. 85 Words in context ................................................. 122
Money, jobs and banking .................................... 122
Words in context ................................................. 89
Soft and hard skills ............................................. 89 Listening ............................................................... 124
Personal account: financial planning .................. 124
Listening ............................................................... 90
Institutional advertisement: Education and Language in context ........................................... 126
Career Guidance ................................................ 90 Passive voice...................................................... 126
Language in context ........................................... 92 Speaking ............................................................... 128
Linking words (I) ................................................. 92 Tips: how to properly manage money ................. 128
Speaking ............................................................... 93 Writing ................................................................. 130
Oral presentation: interpersonal abilities ............ 93 Money diary........................................................ 130
Writing ................................................................. 94 And more! ............................................................. 132
5-paragraph article ............................................ 94 Saving money .................................................... 132
And more! ............................................................. 95 Self-assessment ................................................... 133
Research about professions ............................... 95
Self-assessment ................................................... 97
UNIT 8 Culture and more! ............................. 134
Ladies and gentlemen,
UNIT 6 let me present to you… .................... 98
Getting curious... .................................................. 134
Reading ................................................................. 136
Getting curious... .................................................. 98 Article: Capoeira: A Brazilian Game With
Reading ................................................................. 100 Historical Significance ........................................... 136
Ad: Panera Bakery .............................................. 100 Article: The Brontë sisters ..................................... 139
Ad: Emojis .......................................................... 102 Words in context ................................................. 142
Words in context ................................................. 104 Cultural heritage & musical instruments ............ 142
Internet language............................................... 104 Listening ............................................................... 145
Language in context ........................................... 106 Interview: Hermeto Pascoal .................................. 145
Linking words (II) ................................................ 106 Language in context ........................................... 147
Listening ............................................................... 108 Phrasal verbs ..................................................... 147
Radio ad: Self-conscious ................................... 108 Speaking ............................................................... 148
Speaking ............................................................... 110 Oral presentation: timeline on a favorite
Emoji Guessing Game ......................................... 110 musician ............................................................ 148

Writing ................................................................. 112 Writing ................................................................. 149


Advertisement to improve a brand ..................... 112 A short article on a Brazilian cultural expression.... 149

And more! ............................................................. 113 And more! ............................................................. 150


Advertising over time ......................................... 113 A rap .................................................................. 150
Self-assessment ................................................... 115 Self-assessment ................................................... 151

FURTHER PRACTICE ............................................. 152


AUDIO SCRIPTS ...................................................... 168
IRREGULAR VERBS ................................................ 174
BIBLIOGRAPHY....................................................... 176

3:25 PM PDF-001-007-PROJING9-INICIAIS-G.indd 7 11/10/18 3:25 PM

PDF-PROJINGL9-MPU-INICIAIS-G.indd 7 11/10/18 3:57 PM


Esta unidade busca desenvol-

1
ver as seguintes Competências
específicas de Língua Inglesa
para o Ensino Fundamental:

Challenges for our cities


1. Identificar o lugar de si e
o do outro em um mundo
plurilíngue e multicultural,
refletindo, criticamente, so-
bre como a aprendizagem
da língua inglesa contribui
para a inserção dos sujeitos
no mundo globalizado, in-
clusive no que concerne ao
mundo do trabalho.
2. Comunicar-se na língua
inglesa, por meio do uso
Getting curious...
Personal answers.
variado de linguagens em Read the title of this unit, look at the following picture, and discuss with a classmate.
mídias impressas ou digitais,
reconhecendo-a como ferra- 1. What challenges do you think cities face?
menta de acesso ao conhe-
cimento, de ampliação das 2. What are the main challenges of the city where you live (or the nearest city)?
perspectivas e de possibilida-
des para a compreensão dos
valores e interesses de outras
culturas e para o exercício do
protagonismo social.
4. Elaborar repertórios linguís-
tico-discursivos da língua
inglesa, usados em dife-
rentes países e por grupos
sociais distintos dentro de
um mesmo país, de modo
a reconhecer a diversidade
linguística como direito e
valorizar os usos heterogê-
neos, híbridos e multimo-
dais emergentes nas socie-
ARTAPARTMENT/SHUTTERSTOCK

dades contemporâneas.
5. Utilizar novas tecnologias,
com novas linguagens e
modos de interação, para
pesquisar, selecionar, com-
partilhar, posicionar-se e
produzir sentidos em práti-
cas de letramento na língua
inglesa, de forma ética, crí-
tica e responsável.

8 eight

O tema desta unidade são os desafios para as cidades do século XXI. Para Conhecimentos linguísticos). Em seguida, os estudantes ouvirão uma entre-
desenvolver as competências acima, os estudantes vão ler 8e discutir uma
PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd vista sobre o risco de usar aparelhos eletrônicos ao volante, além de gravar 11/16/18 3:57 PM PDF-

reportagem que apresenta opiniões de adolescentes sobre a cidade onde um áudio com sugestões para melhorar a mobilidade na cidade onde vivem
vivem e, depois, um trecho de um manual sobre segurança no trânsito (eixo (eixo Oralidade). Por fim, vão escrever um manual para segurança dos pe-
Leitura). Na sequência, eles vão começar a analisar as estruturas condicio- destres (eixo Escrita) e planejar uma campanha que incentive a população a
nais (if-clauses) e ampliar o vocabulário relativo a meios de transporte (eixo se engajar para a melhoria do trânsito (eixo Dimensão intercultural).

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 8 11/16/18 3:59 PM


Sobre o uso da língua
inglesa no volume
É sabido que o balanceamento
Learning box entre o uso de língua materna
(LM) e língua estrangeira (LE)
Nesta unidade, você irá: na sala de aula está sujeito a
inúmeros fatores, desde o ní-
ler e interpretar uma reportagem sobre as condições de vida em algumas cidades e um manual vel de proficiência da turma
sobre segurança no trânsito; até a metodologia adotada.
reconhecer e utilizar vocabulário relacionado a meios de transporte; De modo geral, porém, en-
tende-se que o professor deve
ouvir e compreender um podcast sobre os perigos dos fatores distratores ao dirigir; proporcionar ao estudante
reconhecer e utilizar o zero e o first conditional de maneira contextualizada; o maior número possível de
transações autênticas em LE,
gravar um áudio, com os colegas, sobre possíveis maneiras de melhorar o transporte público o que inclui atos de fala como
na sua cidade; dar instruções, discutir respos-
escrever um manual com o objetivo de tornar mais seguro o trânsito no entorno da escola; tas, negociar sentidos etc.
refletir sobre possíveis mudanças de atitude que podem melhorar o trânsito e elaborar um Nesse aspecto, o livro didático é
plano de comunicação para divulgá-las. um poderoso aliado do profes-
sor, pois pode gradativamente
introduzir a LE nos enunciados,
nas seções e nos boxes que o
compõem. Essa premissa de in-
trodução gradual da LE guiou
a organização desta coleção
didática, de tal modo que ago-
ra, no 9º ano, as unidades são
apresentadas praticamente na
íntegra em inglês.
Se os estudantes manifestarem
alguma ansiedade com essa
situação, explique a eles os be-
nefícios de utilizar um material
didático em inglês. Ao usar a
língua inglesa nas mais diver-
sas interações (durante uma
viagem, um curso no exterior,
uma conversa com estrangeiro,
etc.), eles não poderão recorrer
ao português, por isso é benéfi-
co que desde já se familiarizem
com essa condição. Além disso,
se tiverem dúvidas na com-
preensão dos enunciados, eles
podem consultar o dicionário
ou pedir ajuda ao professor e
aos colegas.
Para mais informações sobre o
uso da LM e da LE na sala de
aula, sugerimos a leitura des-
te artigo acadêmico:
PAPA, S. M. de B. I.; ASSIS-
-PETERSON, A. A. de. Atos de
fala: investigando o uso da
língua materna e da língua
estrangeira em duas turmas
Heavy traffic in front of Siam Paragon in Siam, one of the busiest areas in Bangkok, Thailand, 2017. de inglês da 8ª série. Inter-
câmbio, Campinas, v. 8, 1999.
Disponível em: <https://revistas.
pucsp.br/index.php/intercambio/
nine 9 article/view/4048/0>.
(Acesso em: 25 out. 2018.)
No Manual do Professor – Digital você encontrará sugestões para auxiliá-lo a organizar
3:57 PM PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 9 11/16/18 3:57 PM
e enriquecer o trabalho neste bimestre:
• um Plano de Desenvolvimento com uma seleção de objetos de conhecimento, habilidades
e práticas pedagógicas a serem utilizados ou adaptados de acordo com a sua realidade ou
necessidade para o período. Há, também, uma proposta de Projeto, que integra os componentes
curriculares Língua Inglesa e História.
• três Sequências Didáticas: 1. “Giving directions”; 2. “Community campaign”; 3. “Traffic signs”.

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 9 11/16/18 3:59 PM


Objetos de conhecimento
Recursos de persuasão; Recur-
sos de argumentação; Refle-
xão pós-leitura; Construção
de identidades no mundo
globalizado.
Reading
Habilidades em foco
Text 1
(EF09LI05) Identificar recursos
de persuasão (escolha e jogo Pre-Reading
de palavras, uso de cores e
imagens, tamanho de letras), 1. Do you like the place where you live? Why, or why not? Share with your classmates.
utilizados nos textos publici- Personal answers.
tários e de propaganda, como 2. What would be an ideal city, for children or teenagers like you, in your opinion? And
elementos de convencimento. for the elderly? Take notes about your thoughts. Personal answers.
(EF09LI06) Distinguir fatos de
opiniões em textos argumen- 3. If you were the mayor of your city, what would be the three priorities you would
tativos da esfera jornalística.
focus on in relation to infrastructure and/or services?
(EF09LI07) Identificar argu- Personal answer.
mentos principais e as evi-
dências/exemplos que os sus-
4. The news report you are going to read comes from an important British newspaper,
tentam. The Guardian. It was published in a section called “Cities,” which is supported by
(EF09LI09) Compartilhar, com a well-known institution, The Rockfeller Foundation. Here is how The Guardian
os colegas, a leitura dos tex- describes the funded section:

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
tos escritos pelo grupo, valo-
rizando os diferentes pontos ‘Supported by’ is used to describe editorially independent content that the
de vista defendidos, com ética Guardian has produced with funding from foundations around the world who
e respeito.
support specific projects.
(EF09LI19) Discutir a comuni-
cação intercultural por meio Both a) and d) answers can
da língua inglesa como meca- be considered as correct. For Available at: <https://www.theguardian.com/info/2016/jan/25/content-funding> (Adapted.).
transparency reasons it is very important to always know who is responsible for the content, Accessed on: Jun. 4, 2018.
nismo de valorização pessoal who is funding some content and if there could be any financial interest in the publication.
e de construção de identida- Why do you believe a newspaper has to inform who pays it to produce material?
des no mundo globalizado.
a) To help readers see if the article favors the funding organisation.
O primeiro texto de leitura su-
gerido aborda os desafios que b) To show respect for the funder.
as cidades impõem a seus mo- c) To show how important the newspaper is.
radores, permitindo observar
visões muito particulares de d) For transparency reasons.
adolescentes que vivem em
diferentes cidades do mundo. 5. What makes cities an interesting topic for newspapers? Answer with T (True) or
Desse modo, a atividade de F (False).
leitura lida diretamente com
o objeto de conhecimento T a) The majority of the world’s population live in cities.
“Construção de identidades
no mundo globalizado”, e os F b) Cities have few problems with infrastructure.
estudantes têm acesso a esses T c) Issues connected to cities affect many lives.
pontos de vista por meio da
língua inglesa, desenvolven- T d) People like to read about different cities around the world.
do a habilidade EF09LI19.
Durante as atividades de pré- 6. What are the topics a section of a newspaper devoted to cities will cover? Write
-leitura, permita que os estu- them down in your notebook. Personal answer.
dantes opinem sobre o lugar
Text genre
em que vivem com base nas
atividades 1 a 3. Assim como A report is a news article or broadcast that gives information about something that has just happened,
as pessoas entrevistadas na or about a specific subject.
reportagem, eles poderão ex-
pressar suas próprias opiniões
sobre os desafios dos locais
em que vivem. 10 ten

Orientações
PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 10 11/16/18 3:57 PM PDF-
Esta reportagem foi retirada da seção “Cidades”, do jornal britânico The Guardian. Apesar de o jornal informar
que se trata de uma seção patrocinada, ela não se pauta por interesses comerciais e os jornalistas têm liberdade
para escrever o que apuram livremente. Os patrocinadores de um tema importante como este ajudam o jornal a
abordar assuntos cuja divulgação julgam importante. Discuta com os estudantes por que fazer reportagens sobre
“cidades” é um tema que merece tanta atenção.

10

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 10 11/16/18 3:59 PM


Orientações
A reportagem contém in-
formações específicas sobre
Glossary diferentes cidades. Tem iní-
Reading slumdweller: someone who lives in a slum cio com o argumento de que
7. Read the news report and answer the to hang out: to regard as inferior uma cidade boa para crianças
to look down on: to spend time in a é boa para todos, introduzin-
following questions in your notebook. do assim os depoimentos dos
particular place
jovens entrevistados.

VICENTE MENDONÇA
Cities debate: teenagers talk London, New York, Proponha aos estudantes que
se organizem em pequenos
Johannesburg and Rio grupos para fazer uma pri-
meira leitura silenciosa, que
tomem notas no caderno do
‘Children are a kind of indicator species. is the discrimination slumdwellers suffer
que mais lhes chama a aten-
If we can build a successful city for from middle-class neighbourhoods looking ção na reportagem, e que,
children, we will have a successful city down on us. Formerly there was a prejudice também, façam pesquisas
for all people,’ says Enrique Peñalosa, towards young people; all young children para saber onde ficam as cida-
former mayor of Bogotá, credited with were thought to be drug dealers. The reality des mencionadas e observem
imagens delas na internet.
transforming his city. The Guardian has changed a lot; young people are more
Essa pesquisa pode ser feita
talks to young people around the world interested in leisure activities and learning. [...] por meio dos celulares dos
about how they rate their home cities. estudantes que possuam um
Monky (Jo’burg)
Our home cities
aparelho ou pode ser realiza-
I’ve lived in Soweto since I was a baby. I da no laboratório da escola.
JULIA JAROSCHEWSKI/BUZZINGCITIES/GUARDIAN CITIES
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

don’t really like this area, because there are Sugira que comparem as ima-
gens da sua pesquisa com as
no things for young people. There should be
opiniões proferidas pelos jo-
more entertainment and libraries; you have to vens sobre as suas cidades.
walk a long distance to get to a library. I would
like more parks too, for young people to go to.
Also in my area you have to sit and wait a long
time for services at the local clinic – I wish that
wasn’t the case. I prefer [central] Johannesburg
Michel Silva, 19, from Rio de Janeiro. because it has more entertainment, many
lights – it’s very busy, lots of businesses, more
shops, more hotels, more tourists.
Michel (Rio)
Rocinha is a very good favela to live in. We Jack (London)
don’t need to go into another neighbourhood The council could do a lot more around my
to buy a product. There are five public schools, area because there are not a lot of big spaces;
community and private nurseries. There are there’s one big park but nothing happens
thousands of shops selling fresh fruit and there because it’s a dog park. There is a youth
vegetables. In addition, there are two large club that does art activities for ages 7 up to
supermarkets and an appliance and electronics 15, so it’s limited for my age group. I want
store. There is shopping in Rocinha. Residents more places to hang out; if I do hang out it’s
use the malls in the neighborhoods around on the street, there’s no indoor shelter other
the favela, but feel discriminated against by than each other’s houses, there is not a lot
their lack of material wealth. The locals are that the council is providing. There are no
friendly and there is not much prejudice cafes around my area really, and it’s limited
among Rocinha residents. The problem for shops, bakeries and restaurants.

Available at: <https://www.theguardian.com/cities/2014/jan/29/cities-debate-teenagers-london-new-york-johannesburg-rio>


(Adapted.). Accessed on: May 1st, 2018. Suppressions for pedagogical purposes marked with […].

eleven 11

Atividade complementar
3:57 PM PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 11 11/16/18 3:57 PM
Sugira aos estudantes que acessem a reportagem completa, caso queiram conhecer pontos de vista de jovens de
outras cidades. Peça que identifiquem as opiniões que considerem mais interessantes e permita que conversem
livremente a respeito. Desse modo, é possível ampliar o conhecimento de mundo a partir do ponto de vista de
jovens de outros países, desenvolvendo a habilidade (EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e so-
cialização, analisando a qualidade e a validade das informações veiculadas.

11

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 11 11/16/18 3:59 PM


Orientações
As atividades de leitura 8, 9 e
10 têm por objetivo contextua-
lizar a reportagem: qual é o
tema, quem são os entrevista- 8. What is this report about? Language

dos e qual é o tom que usam a) Mayors’ plans for the future of big cities. neighbourhood (British English)
ao se expressar. neighborhood (American English)
X b) Living in big cities.
A atividade 11 aborda o con-
ceito biológico de “espécie in- c) Recommendations for a better city life. 13. a) Being able to buy products
there: there are shops selling fresh
dicadora”, que revela que, se fruit and vegetables, supermarkets,
o ambiente está saudável para 9. Who has been interviewed for the report? appliance and electronics store.
uma determinada espécie, é There are also public schools
saudável para todos que ali vi-
a) Mayors from 4 cities. and nurseries. Locals are friendly
and there is no prejudice in the
vem. O ex-prefeito de Bogotá, b) Architects from around the world. community. Now people are more
citado na reportagem, acredi- interested in leisure activities and
ta que crianças sejam “espé- X c) Young people from different cities in the world. learning.
cies indicadoras” do bem-estar
que uma cidade promove. É 10. Are they simply giving their opinion on the cities they live in, or is there some sort
importante que os estudantes of bias in their statements? Why? They seem to be very spontaneous and to be expressing their
personal opinions. They are focusing simply on how they see the
compreendam esse conceito place where they live.
para interpretar o texto e re- 11. Take a close look at the introduction of this article. How do you interpret the expression
fletir sobre as cidades do mun- “indicator species”, attributed to Enrique Peñalosa, former mayor of Bogotá?
do e o local em que vivem.
X a) A community member whose well-being indicates whether the whole community
As atividades 12 e 13 convi- is in a healthy environment: if they are healthy, everybody else can be.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
dam os estudantes a observar
em detalhes a opinião de cada b) A community member who indicates if the mayor will win the elections: if they
jovem sobre a sua cidade. vote for a candidate, everybody else will too.
A atividade 14 exige interpre-
tação e síntese. Os estudantes 12. Match, in your notebook, the pieces of information to each of the teenagers in the
devem encontrar o que os jo- report. Write Mi (Michel), Mo (Monky) or J (Jack).
vens de lugares tão diferentes
esperam para a sua cidade. Mo a) She is from South Africa. J f) He expects the government to do
b) He is from England. more for his neighborhood.
A atividade 15 exige reflexão. J
Afinal, os jovens deveriam ser Mi c) He is from Brazil. Mi g) He has suffered prejudice from
considerados uma “espécie people from other neighborhoods
indicadora”, e se forem bem Mi d) He likes the place where he lives. in his city.
atendidos pela cidade, mui-
tas outras pessoas também o
Mo e) She prefers to go downtown.
serão. No entanto, com a de-
manda dos jovens de terem 13. Go back to the text and find the requested information.
b) Things for young people; entertainment;
um espaço só para si, nem a) What does Michel like about his neighborhood? libraries; more parks; better services at the
sempre estarão promovendo local clinic; many lights, businesses, shops,
o bem-estar de todos se ti- b) What does Monky look for in a neighborhood? hotels, tourists.
verem as suas preferências e c) Lot of big spaces; a youth club for his age
c) What does Jack wish for his neighborhood? group; places to hang out with indoor shelter;
necessidades atendidas prio- cafes, shops, bakeries, restaurants.
ritariamente. Pode-se discutir 14. Based on these youths’ opinions, how would you summarize each of their
a questão livremente com os expectations for a good city to live in? All three mention their neighborhoods should have shops,
estudantes. leisure/entertainment space for young people, good services
(school, clinic, etc.), cultural facilities (library, learning). Michel also mentions community life.
15. Can teenagers be considered an “indicator species?” How do the teenagers’
preferences affect everybody’s well-being?
Yes; shops, services and community life are good for everyone. However, teenagers seem to have a wish for a place
just for themselves – although it is important, it would not benefit everyone to have a separate space for teenagers.
Let's discuss Personal answer.

16. Check your notes from activities 2 and 3 in the Pre-Reading section, about what
you consider important in a city for children, teenagers, and the elderly. Would you
add some elements to these lists after reading the report on the previous page?

12 twelve

PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 12 11/16/18 3:57 PM PDF-

12

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 12 11/16/18 3:59 PM


Orientações
Dando continuidade à dis-
cussão sobre os desafios das
grandes cidades, o texto 2 en-
Text 2 foca a segurança no trânsito,
que é um dos temas aos quais
Pre-Reading a ONU se dedica na década de
2011 a 2020, visando cumprir
1. If asked about an important issue to be considered when thinking of everyone’s a Agenda 2030 para Desen-
well-being in a city, would you mention road safety? Justify your answer. volvimento Sustentável.
Personal answer. As atividades de pré-leitura
2. The United Nations (UN) does consider road safety to be a very important issue questionam se os estudantes
for big cities that are crowded with cars, motorcycles, buses, trains, bikes and já haviam pensado no tema
pedestrians that need to move around every day, sometimes sharing the same da segurança no trânsito
spaces. It declared the period 2011-2020 to be the Decade of Action for Road como primordial para o bem-
-estar de todos em uma cida-
Safety. Look at their campaign. de, e eles têm a oportunidade
de ler o posicionamento da
Decade of Action for Road Safety 2011-2020 ONU a respeito. Além disso,

REPRODUÇÃO/FIA FOUNDATION
seeks to save millions of lives têm acesso à logomarca da
campanha sobre esse tópico.
The 2030 Agenda for Sustainable Development
recognizes that road safety is a prerequisite A atividade 3 envolve o papel
dos pedestres na segurança
to ensuring healthy lives, promoting well-being
do trânsito, e a atividade 4
and making cities inclusive, safe, resilient and
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

aborda a opinião dos estu-


sustainable. The Decade of Action for Road dantes sobre o fato de ser
Safety 2011–2020, officially proclaimed by the UN possível mover ações para
General Assembly in March 2010, seeks to save salvar vidas no trânsito As
millions of lives […]. atividades 5 e 6 versam so-
bre o manual, incentivando
Available at: <http://www.who.int/roadsafety/decade_of_action/en/>. os estudantes a observarem
Accessed on: May 1st, 2018. Suppressions for pedagogical purposes marked with […].
os aspectos visuais dele. Essas
atividades começam a cons-
3. Have you ever thought that pedestrians might be a very important element cientizar os estudantes para
of traffic safety and need to be considered in any policy focused at reducing questões referentes à habili-
accidents? Justify your answer. Personal answer. dade EF09LI05, que será tra-
balhada em mais profundida-
4. What can be done to improve the safety of children in traffic? Personal answer. de em unidades posteriores.

5. Look at the images on the next page: What is it about?


X a) How to make sure kids walk safely along the streets.
b) How to walk fast.
c) How to walk happily.

6. What elements of the pictures reveal it is about pedestrian or traffic safety?


The mother is holding the kid’s hand plus a baby, evidently crossing the street/the girl is in front of a “stop” sign/
the teenagers are on the pedestrian crossing.
7. The text you are going to read comes from the site safekids.org. What kind of
instructions would you expect to find in a manual about pedestrian safety?
Personal answer. Possible answers: How to cross streets, where to walk, how to make roads safer, how to
care for children, etc.
Text genre

A manual is a text that contains instructions or guidelines on how to do something. It is divided into
different parts, according to the task you have to accomplish, and it informs what a person must do to
complete this task step by step.

thirteen 13

3:57 PM PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 13 11/16/18 3:57 PM

13

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 13 11/16/18 4:00 PM


Orientações
O manual pode ser lido de
forma silenciosa, individual-
mente ou em duplas, com um
estudante ajudando o outro a
Reading
tirar dúvidas. 8. Read now the text and answer the questions.
Chame a atenção dos estu-

VICENTE MENDONÇA
dantes para o fato de que a
diagramação do texto pode
ajudá-los a encontrar as res-
postas para algumas das per-
guntas sobre ele.
A atividade 9, por exemplo,
que aborda o motivo pelo
qual é importante cuidar da Whether your kids are walking to school, the park or a friend’s house, here are a few
segurança no trânsito entre simple tips to make sure they get there safely.
jovens, tem a sua resposta no
trecho destacado em verde na Teach Kids the Basics from the Take Action Against Distraction
parte de baixo do texto. Beginning […] • Teach kids to look

STOCKBYTE/GETTY IMAGES

SEAN JUSTICE/FANCY/GLOW IMAGES


• Teach kids at an early up and pay extra
attention when
age to put down their
using cell phones or
devices and then look electronic devices
left, right and left again such as tablets or
when crossing the games. Make it a

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
street. rule to put these
• Remind kids to make
devices down when
crossing the street.
eye contact with drivers before crossing It is particularly
the street and to watch out for cars that are important to reinforce the message with
turning or backing up. Teach them not to run your teenagers.
or dart out into the street or cross between
parked cars.
• Be aware of others who may be distracted—
and speak up when you see someone who is
• Children under 10 should cross the street in danger.
with an adult. Every child is different, but • If your kids need to use a cell phone, teach
developmentally, it can be hard for kids them to stop walking and find a safe area
to judge speed and distance of cars until to talk.
age 10. • For headphones, pull them down or turn off
the volume before crossing the street.
[…]
[…]

SAM KITTNER/AGB PHOTO LIBRARY


Unintentional pedestrian injuries are the fifth leading cause of
injury-related death in the United States for children ages 5 to
19. Teenagers are now at greatest risk. Teens have a death rate
twice that of younger children and account for half of all child
pedestrian deaths.
Available at: <http://www.thecapcenter.org/admin/upload/pedestrian_safety_tips_1.pdf>.
Accessed on: May 1st, 2018. Suppressions for pedagogical purposes marked with […].

9. How frequent are unintentional pedestrian injuries to teenagers in the USA? Write
the correct answers in your notebook.
X a) 50% of all child pedestrian deaths.
b) Half the number of younger kids.
X c) Teenagers are the group at greatest risk of unintentional pedestrian deaths.

14 fourteen

PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 14 11/16/18 3:57 PM PDF-

14

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 14 11/16/18 4:00 PM


Orientações
As atividades 11 e 12 também
exigirão dos estudantes uma
análise dos componentes grá-
10. Who is this manual aimed at? ficos do texto. Incentive-os a
X a) Parents / adults in general. observarem as imagens para
tecerem as suas inferências.
b) Teachers. As atividades 13 e 14 permi-
c) Teenagers. tem aos estudantes desenvol-
ver a habilidade EF09LI07.
11. What kind of instruction does it provide? As questões de discussão en-
volvem perguntas a respeito
a) What clothes children should wear on the street. de potenciais mudanças de
X b) What to teach children and teenagers. atitude dos próprios estudan-
tes a respeito do seu com-
c) How to drive safely. portamento, mesmo como
pedestres, no trânsito. Desse
12. The fragment of the text presents two main topics. What are they? modo, desenvolvem a com-
petência geral 10 da BNCC:
X a) Basic safety instructions adults should teach children.
“Agir pessoal e coletivamente
b) Basic safety instructions children should learn at school. com autonomia, responsabili-
dade, flexibilidade, resiliência
c) The requirements of laws that forbid the use of cell phones in the traffic. e determinação, tomando de-
X d) Instructions on how to teach teenagers to avoid distraction. cisões com base em princípios
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

éticos, democráticos, inclusi-


13. Identify the following items as BS (Basic Safety) or BD (Behavior that avoids vos, sustentáveis e solidários”.
distraction). Você também pode recomen-
dar o link das Nações Unidas
BS a) Look left and right and left again. sobre segurança no trânsito
BD b) Put devices down, including headphones, when crossing a street. em português indicado nesta
página, para que os estudan-
BS c) Do not allow children under 10 to cross the street on their own. tes percebam que esse tema
também é considerado impor-
BS d) Be considerate before crossing a street. tante nos países falantes de
BD e) Be aware of someone else’s distraction. português, inclusive o Brasil.

14. The correct use of cell phones is very important to guarantee pedestrian safety.
Classify the correct behavior, according to the text, with T (True) and the wrong
behavior with F (False).
F a) You can cross the street while talking on the cell phone.
T b) You should react with a loud voice if you see someone who is distracted.
T c) You should always go to a safe area to talk on the phone.
F d) It’s ok to cross the street while listening to music on a headphone.

Let's discuss Personal answers.


15. Is there any tip in the manual that you will follow You can also check what is
the next time that you walk along the streets? being done in Brazil about
Which one? road safety. Available at:
<https://nacoesunidas.
16. Have you changed your mind about the org/campanha/seguranca-transito/>.
importance of instructing adults on how to Accessed on: May 1st, 2018.
teach pedestrian safety to their kids? How?
Justify your answers.

fifteen 15

Atividade complementar
3:57 PM PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 15 11/16/18 3:57 PM
Se achar conveniente, aproveite o texto 2 para mostrar aos estudantes que o inglês é uma das línguas oficiais da ONU,
junto com árabe, chinês, espanhol, francês e russo. Trata-se, portanto, de uma língua importante para a política. Discu-
ta com os estudantes as vantagens de se saber inglês, caso eles desejem trabalhar em organismos internacionais. Essa
discussão desenvolve a habilidade (EF09LI18) Analisar a importância da língua inglesa para o desenvolvimento das
ciências (produção, divulgação e discussão de novos conhecimentos), da economia e da política no cenário mundial.

15

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 15 11/16/18 4:00 PM


Orientações
O início do ano letivo é uma
boa oportunidade para ava-
liarmos os progressos da tur-
ma e os pontos em que ainda
é necessário avançar, para,
Language in context
com base nisso, planejar as
ações para o ano.
If-clauses: zero conditional and first conditional
Isso não é diferente no eixo Co-
nhecimentos linguísticos. Por-
1. Compare the following sentences from the text on page 11. Then choose the most
tanto, antes de iniciar o traba- appropriate options to complete the statements.
lho com o primeiro Language

VICENTE MENDONÇA
in context deste volume, pode A. If we can build a successful city for children, we will have a successful city for all
ser interessante promover uma people.
revisão dos conteúdos linguísti-
cos vistos nos anos anteriores. B. I want more places to hang out; if I do hang out it’s on the street.
Você pode tranquilizar a tur-
ma e avisar que não se trata
de uma “prova”, mas, sim, a) In both sentences the word if expresses:
de uma avaliação inicial para
determinar em que ponto da I. an opposition. II. a comparison. X III. a condition.
aprendizagem eles se encon-
b) The sentence talks about events that actually happen and are interconnected.
tram. Para mantê-los recep-
tivos, o ideal é priorizar ati- I. A X II. B

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
vidades lúdicas e jogos. Veja
algumas sugestões: c) The sentence talks about something that might happen in the future and its
• Para revisar o Simple Past: expected result.
você dá a eles alguns mi- X I. A II. B
nutos para revisarem uma
lista de verbos regulares d) The verb of the underlined clause in A is in the and in B is in the .
e irregulares. Em seguida,
I. Simple Future / Simple Past.
você escreve no quadro uma
frase como: “Things you did X II. Simple Future / Simple Present.
yesterday with your feet”.
Então, os estudantes indi- 2. Based on the examples you analyzed, use the words and expressions from the box
vidualmente (ou represen- to complete the explanation below in your notebook.
tando sua equipe, caso você
prefira organizá-los em gru-
pos) respondem com uma have Simple Future Simple Present
frase completa, usando ver- visit want will find
bos pertinentes. Por exem-
plo: “Yesterday I walked /
I jumped / I ran / I danced” If-clauses or conditional clauses are clauses that begin with the word if and
etc. Se quiser, você pode express a condition. If this condition is fulfilled, the event expressed in the other
atribuir pontos às respostas
clause happens or it will likely happen. There are some different types of conditional
corretas.
structures:
• Para revisar pronomes re-
lativos ou quantificadores: • zero conditional – this structure is used to talk about an event that happens every
você escolhe um texto que time some situation (condition) happens. It refers to truths and usual facts. The zero
tenha pronomes relativos e/
ou quantificadores (some,
conditional is normally formed by if-clause + . Ex.:
want have Simple Present
any, many, much) e o trans- If I to get to a library, I to walk a long distance.
creve no quadro, substi-
tuindo essas palavras por • first conditional – is used to talk about a possible event in the present or in the
lacunas. Então, você divide future and its probable consequences. It is usually formed by if-clause + . Ex.:
a turma em dois grupos, faz visit will find Simple Future
duas listas dos pronomes If you Johannesburg, you a lot of things to do.
ou quantificadores, corta as
listas em papéis menores e
entrega cada conjunto para
um grupo. Por fim, você lê 16 sixteen

o texto em voz alta e, assim


que chegar a cada lacuna, (Veja outras sugestões de jogos como esses no seguinte link: <http://iteslj.org/games/>. Acesso em: 29 out. 2018.)
um membro do grupo deve PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 16
Essa revisão/avaliação inicial servirá para detectar situações que demandam atenção: estudantes novos que não 11/16/18 3:57 PM PDF-

correr até o quadro com a conhecem tópicos vistos nos anos anteriores; estudantes que não conseguiram acompanhar a turma nos anos ante-
palavra certa para colocar riores; ou habilidades que a turma como um todo não conseguiu desenvolver bem. O diagnóstico poderá auxiliá-lo
na lacuna. Ganha o grupo a elaborar atividades complementares, seja para a turma toda, seja individualmente para alguns estudantes.
que escolher mais rápido e
corretamente.

16

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 16 11/16/18 4:00 PM


Objeto de conhecimento
Orações condicionais (tipos 1
e 2).

3. Read an excerpt of an article about pedestrian safety and answer the questions. Habilidade em foco
(EF09LI15) Empregar, de modo
Researchers from Ohio State University found that young people (under the age of 25) are more inteligível, as formas verbais
likely to be injured while on their cell phones […]. Their statistics showed that talking on the phone em orações condicionais dos
made up about 69 per cent of injuries, while texting only accounted for about 9 per cent. tipos 1 e 2 (If-clauses).
“If current trends continue, I (1) surprised if the number of injuries to pedestrians caused by Embora a BNCC preveja o estu-
cell phones doubles again between 2010 and 2015,” said Jack Nasar, co-author of the study […]. do somente das orações condi-
The solution to distracted walking is a fairly simple one: do not use your cell phone or engage in cionais dos tipos 1 e 2 (first and
other distracting activities while walking. […] second conditionals), julgamos
pertinente iniciar o estudo
If you simply cannot wait to take that phone call or check your email, one way to avoid potential pelas orações condicionais do
issues associated with using tech while walking (2) to hold your phone up higher in your visual tipo 0 (zero conditional). To-
field so that you can see any potential risks as they come. […] mamos tal decisão porque con-
sideramos que, dessa forma, a
If you’re using headphones, ensure the volume is at a reasonable level so that you can hear any
abordagem se torna mais clara
potential dangers and alerts before they become an issue. 
e compreensível para os estu-
dantes. Além disso, como os
Available at: <https://www.safety.com/distracted-walking-a-major-pedestrian-safety-concern/#gref> (Adapted.).
Accessed on: May 1st, 2018. Suppressions for pedagogical purposes marked with […].
textos lidos na seção Reading
trazem orações do tipo zero
conditional, essa construção
4. According to the Ohio State University study:
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

possivelmente despertará a
a) texting has been causing more accidents than talking on the phone. curiosidade da turma.
Esta seção Language in context
X b) the risk of injuries is higher among people under the age of 25. propõe o seguinte caminho
didático:
5. The verbal forms that coherently fill in the gaps (1) and (2) are, respectively:
• Primeiro, os estudantes com-
a) am – is. param duas ocorrências de
oração condicional extraídas
X b) won’t be – is. do texto 1 (atividade 1). O
c) won’t be – will be. objetivo é que eles perce-
bam que em ambos os casos
6. So, we conclude that the sentence in blue is a sentence, and the sentence in se expressa uma condição;
porém, uma das frases fala
orange is a sentence. de eventos que efetivamen-
X a) first conditional – zero conditional te ocorrem e estão interco-
nectados (zero conditional),
b) zero conditional – first conditional ao passo que a outra frase
fala de um evento que pode
7. Read again the sentence in green. It is a zero-conditional sentence, but it differs a ocorrer no futuro e das con-
bit from the examples we have seen so far. The difference is that: sequências esperadas para
ele (first conditional).
X a) the sentence is formed by if-clause + imperative. • Em seguida, a turma copia
b) the if-clause does not express a condition. e completa no caderno o
quadro conceitual com uma
8. Use the prompts below to write conditional sentences to express your ideas about explicação sobre as orações
condicionais (atividade 2).
youth-friendly cities and pedestrian safety. Write the answers in your notebook.
Possible answers:
better enjoy
• Depois, na atividade 3, os
a) If a city offers good cultural programming, the youths will probably . their free time estudantes leem um novo
texto, relacionado ao tema
b) If you have the habit of using cell phone while walking, . be warned that it is very dangerous da segurança do pedestre.
wait until you reach a
c) If you are crossing a street and you notice an incoming message, . safe place to read it • Após um breve exercício
de compreensão (atividade
d) If pedestrians and drivers behave responsibly, . accidents will be avoided 4), os estudantes decidem,
apoiados no contexto, onde
ocorre zero conditional e
seventeen 17 onde ocorre first conditional
(atividades 5 e 6).
• Depois, eles observam outra forma de construção do zero conditional: aquela em que a oração subordinada
3:57 PM PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 17
com verbo no Simple Present é combinada a uma oração principal com verbo no Imperative (atividade 7). Esse
11/16/18 3:57 PM

tipo de construção é usado para dar ordens ou conselhos, como em: “If you’re using headphones, ensure the
volume is at a reasonable level”.
• Para finalizar a sequência, eles usam as ideias fornecidas na atividade 8 para formular construções condicio-
nais dos tipos 0 e 1 (com Imperative ou Simple Future), expressando suas próprias ideias sobre segurança do
pedestre e cidades amigas da juventude.

17

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 17 11/16/18 4:00 PM


Objetos de conhecimento
Construção de repertório le-
xical; Construção de sentidos
por meio de inferências e re-
conhecimento de implícitos. Words in context
Habilidades em foco
(EF06LI17) Construir repertó-
Means of transport
rio lexical relativo a temas fa-
miliares (escola, família, roti-
1. Read the excerpts below, from Text 1, and pay attention to the words in bold. Then
na diária, atividades de lazer, match them with the correct definitions.
esportes, entre outros).

VICENTE MENDONÇA
(EF08LI05) Inferir informações […] There are thousands of shops selling fresh fruit and vegetables. In addition there are
e relações que não aparecem two large supermarkets and an appliance and electronics store. […]
de modo explícito no texto
para construção de sentidos. […] There are no cafes around my area really, and it’s limited for shops, bakeries and
restaurants. […]
A seção oferecerá a oportuni-
dade de, mais uma vez, esti-
mular os estudantes a praticar
a) Appliance. b) Cafe. c) Bakery.
a inferência com o objetivo de
ampliar o seu repertório lexi- c I. Store that sells bread, cakes.
cal. A atividade 1, por exem- b II. Informal eating establishment.
plo, motiva o aluno a analisar
as palavras appliance, cafes e a III. Device for a particular function.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
bakeries a partir do contexto
em que estão inseridas e asso- Examples
ciá-las aos seus significados.
I. The home improvement store is having a sale on appliances this weekend.
Para estimular mais ainda a
capacidade de inferência dos II. I often eat at the cafe on the ground floor on workdays.
estudantes, escreva no qua-
dro a atividade abaixo: III. The workers at the bakery labor all night to provide fresh bread to restaurants
Read again the second by morning.
paragraph in text 2. Pay
attention to the expression 2. Read about Jack from Text 1 again, and pay attention to the words council and
“high-income countries”. mayor. Then read their definitions below and, in your notebook, complete the text
By reading the paragraph, using the correct terms. You can use one of the words twice.
we can infer that the United

VICENTE MENDONÇA
States is considered a high-
-income country. In pairs,
mention some other high-
-income countries.
mayor
Peça a eles que respondam
A is someone who is the highest ranking municipal officer in a city or town. In some countries,
à proposta em duplas. Para mayor
the has significant power in operations of the local government. In others, the position is
que os estudantes nomeiem
outros países, eles deverão more of a figurehead. In these areas, decisions are subject to approval by the local . The title
inferir o significado de “high- designating the office holder varies from country to country, and often within each individual
-income”, portanto, atente-se country as well. […] council
para que a inferência correta
ocorra. Espera-se que mencio- Available at: <https://www.sokanu.com/careers/mayor/>. Accessed on: Mar. 26, 2018.
nem países bem conhecidos Suppressions for pedagogical purposes marked with […].
como Japão, Canadá, Aus-
trália, Inglaterra etc. No link
council mayor
abaixo, você encontrará uma
lista de 25 países que se en- a group elected or appointed as an official elected or appointed to act as chief executive
quadram nessa classificação: an advisory or legislative body or nominal head of a city, town, or borough
• <https://www.worldatlas.
Available at: <https://www.merriam-webster.com/>. Accessed on: Mar. 26, 2018.
com/articles/the-highest-
incomes-in-the-world.html>.
(Acesso em: 10 set. 2018.) 18 eighteen

Orientações
PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 18 11/16/18 3:57 PM PDF-
Como as atividades 1 e 2 apresentam excertos de textos, não perca a oportunidade de convidar alguns estudan-
tes para que façam a leitura desses textos em voz alta. Contudo, atente-se para não interrompê-los enquanto
leem. As correções devem ser feitas posteriormente e de modo sutil.

18

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 18 11/16/18 4:00 PM


Orientações
Para a atividade 5, amplie a
discussão e proponha aos es-
tudantes que digam os prós e
3. Read the excerpt below from the Language in context section and choose the os contras dos meios de trans-
picture that represents the word texting. portes mais conhecidos (trem,
ônibus, metrô, táxi).
[…] Their statistics showed that talking on the phone made up about 69 per cent of injuries, while Peça aos estudantes que cate-
texting only accounted for about 9 per cent. gorizem os meios de transpor-
te em público e particular. Em
X seguida, discuta os seguintes

DAXIAO PRODUCTIONS/SHUTTERSTOCK

MASKOT/GETTY IMAGES

LUCKY BUSINESS/SHUTTERSTOCK
a b c aspectos:
• Qual a finalidade e os di-
ferentes usos dos meios de
transporte apresentados?
• Quem são as pessoas que
utilizam os diferentes meios
de transporte apresentados
e com que objetivo?
• Quais as consequências para
o meio ambiente de cada
meio de transporte?
4. Look at the pictures below. Then, copy and complete the sentences in your • Qual o meio de transporte
notebook, using the words from the box. mais comum na vizinhança/
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

cidade?
cities means of transport public • Qual o meio de transporte
que os estudantes utilizam?
Como sugestão de ampliação
das atividades, em pequenos
grupos, oriente os estudantes
a listar os problemas que ob-
servam em sua comunidade em
relação ao transporte, conside-
rando os seguintes aspectos:
• transporte público;
• condição física das ruas e
calçadas;
• ciclovias;
• sinalização: faixa de pedes-
tre e placas.
Escreva no quadro os proble-
mas listados pelos estudantes.
VICENTE MENDONÇA

Distribua os tópicos entre eles


e peça que cada grupo prepa-
re um plano de ação com su-
gestões e possibilidades para
solucionar os problemas, seja
individualmente, com o grupo,
a) They are all . means of transport ou entrando em contato com
a prefeitura. Organize uma
b) We can find most of them in big or small . cities atividade em que eles possam
public
c) Some of them are transportation, but some are private. concretizar as soluções.

5. In your notebook, name the means of transport from activity 4. Which of them do
you use more? Why? Taxi, train, car, subway, ferry, bus, airplane, motorcycle, bike and cable car.
Personal answer.

nineteen 19

Atividade complementar
3:57 PM PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 19 11/16/18 3:57 PM
Proponha à turma que elaborar cartazes onde apresentem pros and cons de cada tipo de meio de transporte. Em
seguida, eles devem afixá-los nas paredes da escola.

19

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 19 11/16/18 4:00 PM


Objeto de conhecimento
Compreensão de textos orais,
multimodais, de cunho argu-
mentativo.

Habilidades em foco
Listening
(EF09LI02) Compilar as ideias-
-chave de textos por meio de Pre-Listening
tomada de notas.
(EF09LI03) Analisar posiciona-
1. Look at the pictures below and answer the questions in your notebook.
mentos defendidos e refutados

TERO VESALAINEN/SHUTTERSTOCK
TOMMASO79/SHUTTERSTOCK
em textos orais sobre temas de
interesse social e coletivo.

A partir da observação das


imagens que introduzem a
seção, os estudantes entrarão
em contado com o assunto
principal do áudio que estão
por ouvir. Explore as imagens
e pergunte a eles que temá-
tica específica todas elas têm
em comum. Eles devem per-
ceber que todas estão direta-
mente ligadas às causas mais

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
comuns de acidentes.
Aproveite e retome também
com os estudantes o significa-
do de podcast.
Diga a eles que o podcast é
DMYTRO ZINKEVYCH/SHUTTERSTOCK

ARTFULLY PHOTOGRAPHER/SHUTTERSTOCK
como um programa de rá-
dio, com a diferença que você
pode ouvir o que quiser, na
hora que desejar. Trata-se,
portanto, de uma mídia de
transmissão de informações.
O termo podcast surgiu da
junção das palavras Ipod +
broadcast.
Sugestões de leitura e vídeo
sobre distração ao volante:
• <https://www.segs.com.br/
seguros/82926-distracao-
ao-volante-esta-entre-
as-principais-causas-de-
acidentes.html>;
• <https://www.youtube.com/
watch?v=E9swS1Vl6Ok>.
People are driving and doing things other than focusing
(Acessos em: 12 set. 2018.) a) What is wrong in the pictures? their attention on the road.
b) In your opinion, which one is the most dangerous distractor, when it comes to
increasing the chance of a car crash? Why? Personal answers.

2. You are going to listen to a podcast in which Dr Gaynes and Rebecca Naumann, a
researcher with CDC’s National Center for Injury Prevention and Control, discuss
the dangers of distracted driving. In pairs, think of some expressions you expect to
hear. Personal answer.

20 twenty

Orientações
PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 20 11/16/18 3:58 PM PDF-
Oriente os estudantes a realizar a atividade 1 individualmente. Ao final, peça que se juntem em grupos de três
ou quatro estudantes e comparem suas respostas. Peça a um membro do grupo que compartilhe as semelhanças
e diferenças nas respostas com os demais colegas.

20

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 20 11/16/18 4:00 PM


Orientações
Para resposta da atividade 4
desta seção, espera-se que os
estudantes digam que prova-
Listening velmente há muitas mortes
causadas por distração ao vo-
3. Listen to the interview and complete the sentence that follows in your notebook. lante. Além disso, elas podem
2 ser evitadas se os motoristas
eyes on the road
According to Dr Gaynes, one of the first lessons new drivers learn is to keep their . Unfortunately, tiverem consciência do pro-
cell phones and other are causing many drivers to lose their focus, and sometimes their lives. blema. Aproveite a oportuni-
electronic devices dade e peça aos estudantes
que compartilhem casos de
4. Why do you think that this is one of the first lessons new drivers have to learn? pessoas que conhecem e que
se envolveram em acidentes
Personal answer.
causados pelo mau uso do
5. According to Rebecca, how many accidents are caused by distracted driving in the aparelho celular. Oriente-os
United States? a não mencionar nomes para
que o anonimato das pessoas
a) Five crashes.
seja respeitado.
X b) Nearly one in five crashes. Peça aos estudantes que dis-
ponham suas carteiras em um
c) Nearly 50% of crashes.
semicírculo para que discu-
tam as questões propostas em
6. Choose the only statement we CAN’T infer about groups of distracted drivers. Let’s Discuss.
a) Drivers of all ages lose focus when driving because of electronic devices.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Antes da discussão, porém,


diga aos estudantes que um
X b) Older drivers are better drivers than young ones because they have more expertise. estudo de 2015 realizado
c) Half of drivers admit that they lose focus when driving. pelo American Automobile
Association Foundation for
7. According to Rebecca, how can parents prevent their children from using electronic Traffic Safety aponta que, ao
desviar o olhar para o celular
devices while driving? Do you think her ideas would work? durante 4 segundos a uma ve-
Model safe driving behavior and driving agreements to set rules for safe driving. Personal answer.
locidade de 90 km por hora, o
8. In your opinion, what else can parents and friends do to raise the awareness of motorista percorre um espaço
young drivers of the risks of using electronic devices while driving? Personal answer. equivalente a um campo de
Pronunciation futebol. Isso significa dizer
T in the middle of the words que podem acontecer atrope-
lamentos e batidas nesse cur-
1. Listen to track 3 and pay attention to the sound of the word in bold, then answer the question that to espaço de tempo.
follows.
Becky, where can listeners get more information about distracted driving?
Is the letter T pronounced in “listeners”? No.
2. Most times, when the T is in the middle of the words, we do not pronounce it. Listen to some more
examples in track 4 and repeat them.
moisten Christmas
fasten mortgage

Let's discuss Personal answers.


9. After listening to the interview, how will you react if someone uses his or her cell
phone or is distracted for some reason while driving?

10. In your opinion, is it important to learn about safe driving, even if a person is not
able to drive? Justify your answer.

twenty-one 21

3:58 PM PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 21 11/16/18 3:58 PM

21

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 21 11/16/18 4:00 PM


Objetos de conhecimento
Funções e usos da língua in-
glesa: persuasão; Produção de
textos orais com autonomia.

Habilidades em foco
Speaking
(EF09LI01) Fazer uso da língua
inglesa para expor pontos de Pre-Speaking

JOSEPH M. ARSENEAU/SHUTTERSTOCK

WOLFRAM KASTL/DPA/AFP
vista, argumentos e contra- 1. Read the next two girls’ opinions
-argumentos, considerando o
contexto e os recursos linguís-
about public transportation in
ticos voltados para a eficácia the cities where they live. These
da comunicação. extracts are from the same
(EF09LI04) Expor resultados report presented in Text 1.
de pesquisa ou estudo com o
apoio de recursos, tais como Kafila (NY), 2018. Aida (London), 2016.
notas, gráficos, tabelas, entre

VICENTE MENDONÇA
outros, adequando as estra- I think that transportation in NYC is amazing because we don’t have to have a car; you can
tégias de construção do texto get anywhere on a bike or the subway or buses, or even walking because of the bridges. In
oral aos objetivos de comuni-
cação e ao contexto. my neighbourhood we have more bike lanes now, and the new CitiBikes are great too. […]
I love my app to tell me when then bus is coming – it’s called Bus Countdown. It’s so
Esta seção oferece aos estu-
dantes a oportunidade de se helpful, so I don’t have to stand in the cold for too long. Buses are my main form of
colocarem criticamente dian- transport from outside my house, so I use this app a lot. I wish there was an underground

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
te de um assunto de interesse service, though, I really do. I live on a hill and it’s really inconvenient. […] Better bike lanes
que envolve a comunidade.
Além disso, eles poderão re- would be good too.
fletir sobre o papel de cida- Available at: <https://www.theguardian.com/cities/2014/jan/29/cities-debate-teenagers-london-new-york-
dão que exercem como agen- johannesburg-rio>. Accessed on: May 1st, 2018. Suppressions for pedagogical purposes marked with […].
tes transformadores do meio
Discuss with your classmate: In your opinion, which city seems to have a better public
em que vivem. Considerando
que questões relacionadas transport service? Why?
aos transportes públicos são
questões mundiais, a língua
Preparing
inglesa se coloca como fio Ÿ Reflect in pairs on the questions below about the public transport services in your city.
condutor das informações re-
lacionadas a essa temática. Is there a program that motivates people to go to work or to school by bike or on foot?
Motive os estudantes a refletir If so, does it work? Why? If not, do you think it would be useful? Justify your answers.
sobre atitudes que estão ao What are the benefits of using public transportation?
nosso alcance e que podem
fazer toda a diferença na qua- Does your city offer a good public transport service?
lidade dos serviços públicos de What can people do to improve the public transport service?
transporte, como respeitar as-
sentos preferenciais, não em- Ÿ Gather all the information that you can from the previous questions and take notes.
purrar as pessoas em transpor-
tes coletivos, sair de casa com
Talk to your family and friends, too.
antecedência, utilizar carona Ÿ You and your classmate are going to record an audio entitled “Ways to improve public
solidária, evitar horários de transport service,” to be published in the school website, blog or class group.
pico e, se possível, deslocar-se
a pé ou de bicicleta etc.
Speaking
2. Both of you must participate in the recording. Practice the text before recording it.

Let's discuss Personal answer.


3. Improving public transport services is good for everyone, but how can this impact
directly on your daily life, and on your family’s?

22 twenty-two

Orientações
PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 22 11/16/18 3:58 PM PDF-
Os estudantes podem gravar a produção sob forma de entrevista, um Os estudantes se sentem mais motivados e comprometidos quando
bate-papo ou uma lista de dicas sobre o tema. Oriente-os a evitar a leitu- sabem que seu trabalho será apresentado para outro público que
ra e a falarem naturalmente enquanto gravam. não apenas aquele formado pelos colegas da sala.
Caso não seja possível a gravação e a publicação do áudio, oriente-
-os a apresentar para a classe e os colegas de outras turmas também.

22

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 22 11/16/18 4:00 PM


Objetos de conhecimento
Escrita: construção da persua-
são; Produção de textos escri-
tos, com mediação do profes-
Writing sor/colegas.

Habilidades em foco
Pre-Writing (EF09LI11) Utilizar recursos

PHILIPYB STUDIO/SHUTTERSTOCK
verbais e não verbais para
Talk to your classmates. Personal answers.
construção da persuasão em
1. How do you go to school every day? On foot, by school bus, by textos da esfera publicitária,
de forma adequada ao con-
public transportation, by bike or by car?
texto de circulação (produção
e compreensão).
2. Do you believe the sign on the right guarantees your safety
around your school? Explain. (EF09LI12) Produzir textos (in-
fográficos, fóruns de discus-
3. Write in your notebook if you would need more traffic lights, bridges, sidewalks or são on-line, fotorreportagens,
campanhas publicitárias, me-
any other infrastructure around your school in order to make your trip safer. mes, entre outros) sobre temas
de interesse coletivo local ou
4. How could you educate your classmates and whoever accompanies them to make global, que revelem posiciona-
the trip safer? In your notebook, make a list of places where it is necessary to pay mento crítico.
attention, not to use the phone, walk slowly – or take any other safety measure.
Nesta atividade de escrita, os
Preparing estudantes deverão fazer pro-
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

postas para tornar o trânsito


Ÿ Think specifically about an area around your school where there are many pedestrians. no entorno da sua escola mais
What are the environmental changes and the behavioral changes needed to make seguro. Terão a oportunidade
pedestrian traffic safer? de desenvolver as habilidades
listadas acima.
Writing Como sugestão, pode-se tra-
zer diferentes manuais para a
Writing aula: técnicos, de procedimen-
tos, de instruções etc. Deixe
Ÿ In groups, write a manual for safe pedestrian behavior around your school. Remember: que os estudantes explorem
a manual presents different steps or guidelines to accomplish something. livremente os manuais. Ao fi-
Ÿ What will be the title of your manual? nal, faça uma lista no quadro
das características comuns que
Ÿ Write a sentence in which you justify the need to reduce pedestrian risk. eles observaram.
Ÿ Write 3-5 steps or guidelines that need to be taken to avoid risks. They may be environmental Leia as instruções da atividade.
or behavioral. Retome as informações conti-
das nas páginas 14 e 17 sobre
Revising and rewriting segurança para os pedestres.
Pergunte aos estudantes quais
Ÿ Pass your work around to the other members of the group and check if the manual is outras orientações eles julgam
complete, with title, justification, and what to do to avoid pedestrian risk. Check if your importantes. Faça uma lista
recommendations make sense – and change them if necessary. das orientações definidas para
Ÿ Still with your group, check if your manual is complete, with title, justification, and what serem incluídas no manual.
Divida a turma em pequenos
to do to avoid pedestrian risk. Write your final draft in the form of a chart that can be
grupos e distribua os itens en-
displayed at the entrance of your school. tre eles. Reveja as característi-
Ÿ Rewrite your manual in form of a chart that can be exposed in the entrance of your cas dos manuais e oriente os
school. grupos na produção do texto.
Enquanto os grupos traba-
lham, circule pela sala ajudan-
Let's share and discuss Personal answer. do e orientando no que for
5. Hang your manual at the entrance of your school and, if possible, discuss it with necessário.
the passers-by. Ao final do trabalho, peça
que os grupos troquem seus
textos entre si e revisem o tra-
twenty-three 23 balho dos colegas.

Material Digital
Audiovisual
Orientações • Videoaula: How to
3:58 PM PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 23 11/16/18 3:58 PM
Uma boa forma de testar a eficácia dos argumentos é observar como o público em geral reage a eles. Se possível, make streets safer
visto que esse tema é do interesse de toda a comunidade escolar, permita que os estudantes apresentem seus
cartazes em áreas comuns da escola. Caso isso não seja possível, devem apresentar os trabalhos uns aos outros e Orientações para o
professor acompanham
discuti-los, desenvolvendo a habilidade (EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a leitura dos textos escritos pelo o Material Digital
grupo, valorizando os diferentes pontos de vista defendidos, com ética e respeito. Audiovisual

23

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 23 11/16/18 4:00 PM


Objetos de conhecimento
Informações em ambientes
virtuais; Escrita: construção da
persuasão.

Habilidades em foco
And more!
(EF09LI08) Explorar ambientes Traffic behavior
virtuais de informação e so-
cialização, analisando a qua-
lidade e a validade das infor- Let's think about it
mações veiculadas.
(EF09LI11) Utilizar recursos 1. Part of the problem of traffic congestion is behavior. Which traffic problems in your
verbais e não verbais para city could be solved by promoting better behavior by the population when driving,
construção da persuasão em cycling or walking? Personal answer.
textos da esfera publicitária,
de forma adequada ao con-
texto de circulação (produção Let's do some research
e compreensão).
2. Investigate some examples of congested cities, as well as suggestions on how to
A proposta do And More! deal with this issue. You can also look for other sources for information.
convida os estudantes a pen-
sar em outra situação em que The 10 Most Congested Cities in the World
o comportamento das pessoas Ÿ <http://fortune.com/2018/02/06/most-congested-cities-worst-traffic/>
pode fazer diferença para
Policy tools for reducing automotive congestion and emissions
promover maior bem-estar

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
nas cidades: o congestiona- Ÿ <https://journalistsresource.org/studies/environment/transportation/transportation-policy-
mento de trânsito. tools>
Por mais que este seja um Which Traffic Policies Work Best for Megacities?
tema diante do qual muitas Ÿ <https://www.project-syndicate.org/commentary/urbanization-traffic-congestion-policies-
pessoas se sintam impoten- by-rema-hanna-2018-01?barrier=accesspaylog>
tes, eles têm acesso a links How to Fix Congestion
com descrições do problema Ÿ <https://policy.tti.tamu.edu/congestion/how-to-fix-congestion/>
do congestionamento e su-
Accessed on: May 2, 2018.
gestões de como lidar com
ele em diferentes lugares do
mundo. Após a pesquisa, os 3. In your notebook, or on a separate piece of paper, note some suggestions on how
estudantes devem produzir some changes in people’s behavior could reduce congestion problems.
um plano de comunicação Personal answer.
para convencer outras pes-
Which of these suggestions could be useful for your city?
soas das ideias que defendem
para amenizar o congestiona-
mento das grandes cidades. Let's make it
Essa proposta envolve o desen-
volvimento da competência 4. Now that you have thought of some behavioral changes that could make a
geral da BNCC 2: “Exercitar a difference to your city, how do you believe it would be most effective to share it
curiosidade intelectual e recor-
rer à abordagem própria das
with the population?
ciências, incluindo a investiga-
ção, a reflexão, a análise crítica, 5. Make a communication plan. Identify the message you want to spread, the best
a imaginação e a criatividade, means to spread it, and how often you will communicate on this matter with the
para investigar causas, elaborar population of your city.
MAURICIO SIMONETTI/PULSAR IMAGENS

e testar hipóteses, formular e


resolver problemas e criar so-
luções (inclusive tecnológicas) Let's share
com base nos conhecimentos
das diferentes áreas”. 6. Share your communication plan online. If your
school has a blog, you can also publish your
post there.

24 twenty-four

Orientações
PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 24 11/16/18 3:58 PM PDF-
Sendo um material que pode interessar pessoas de fora da escola, incentive os estudantes a divulgar seu material
pelo meio mais conveniente, em papel ou digital.

24

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 24 11/16/18 4:00 PM


Orientações
Nesta seção, salienta-se a im-
portância de o professor ter
a possibilidade de contar com
Self-assessment outros instrumentos de ava-
liação além daqueles tradicio-
)
 SIM (S nais e formalmente conheci-
)
 NÃO (N
Now you know... dos, que têm como princípio
AR (PR)
SO REVIS
apenas checar a aquisição do
Use a legenda ao lado e avalie, no caderno, como  P R EC I conhecimento objetivamen-
foi o seu processo de aprendizagem na Unit 1. te. Um desses instrumentos é
a autoavaliação, a qual tem
1 Li e interpretei uma reportagem sobre as condições de vida em algumas cidades e um
manual sobre segurança no trânsito.
como pilar o reconhecimento
e a legitimação da reflexão
dos estudantes quanto ao seu
2 Reconheci e utilizei vocabulário relacionado a meios de transporte. processo de aprendizagem.
Quando o estudante começa
a fazer parte desse proces-
3 Ouvi e compreendi um podcast sobre os perigos dos fatores distratores ao dirigir. so, a avaliação torna-se algo
menos excludente e punitivo
4 Reconheci e utilizei o zero e o first conditional de maneira contextualizada. e mais inclusivo e justo, uma
vez que desloca o estudante
de uma posição periférica de
5 Gravei um áudio, com os colegas, sobre possíveis maneiras de melhorar o transporte
público na minha cidade.
receptor (aquele que recebe
uma nota com base no que o
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

professor estabeleceu como


6 Escrevi um manual com o objetivo de tornar mais seguro o trânsito no entorno da escola. parâmetro para avaliá-lo)
para o de agente (aquele que
também será responsável por
7 Refleti sobre possíveis mudanças de atitude que podem melhorar o trânsito e elaborei
um plano de comunicação para divulgá-las. sua participação e colabora-
ção em toda a engrenagem
que representa a construção
Let's think! do conhecimento). Na inter-
pretação dos dados observa-
Continue utilizando a legenda para indicar o que você conquistou nesta unidade. dos na autoavaliação, o pro-
fessor poderá ver o estudante
como sujeito que tem dificul-
1 Utilizar a língua inglesa para expor pontos de vista, argumentos e contra-argumentos,
levando-se em conta o contexto e os recursos linguísticos. dades, objetivos de aprendi-
zagem e letramentos dife-
rentes de outros estudantes,
2 Distinguir fatos de opiniões em textos argumentativos da esfera jornalística. investigando o que foi signifi-
cativo para ele em cada etapa
3 Analisar posicionamentos defendidos e refutados em textos orais. da aprendizagem. Ao olhar
para a autoavaliação não
como um questionário pré-
4 Produzir textos sobre temas de interesse coletivo local ou global que revelem
posicionamento crítico.
-formulado para ser aplicado,
mas como um instrumento
que será elaborado a partir
5 Avaliar a própria produção escrita e a de colegas, com base no contexto de comunicação,
e reescrevê-la levando em consideração os pontos apresentados ao longo da unidade.
das condições e características
de cada evento educacional,
é possível pensar e planejar
possíveis práticas que colabo-
Before we move on... rem para um ensino mais críti-
co e colaborativo.
Ÿ O que você mais gostou de aprender nesta unidade?
Ÿ Como você acha que pode resolver os temas em que ainda tem dúvida? Escreva
um plano de ação no caderno para melhorar seu desempenho, com base nas
suas respostas à seção anterior.

twenty-five 25

3:58 PM PDF-008-025-PROJING9-U01-G.indd 25 11/16/18 3:58 PM

25

PDF-PROJINGL9-MPU-U01-G.indd 25 11/16/18 4:00 PM


Esta unidade busca desenvol-

2
ver as seguintes Competências
específicas de Língua Inglesa
para o Ensino Fundamental:

Cities of the 21st century


1. Identificar o lugar de si e
o do outro em um mundo
plurilíngue e multicultural,
refletindo, criticamente, so-
bre como a aprendizagem
da língua inglesa contribui
para a inserção dos sujeitos
no mundo globalizado, in-
clusive no que concerne ao
mundo do trabalho.
2. Comunicar-se na língua Getting curious...
Personal answers.
inglesa, por meio do uso
variado de linguagens em Read the title of this unit, look at the following picture, and discuss with a classmate.
mídias impressas ou digitais, 1. What types of city infrastructure do you think are essential to improve the quality
reconhecendo-a como ferra- of life of its population? Why?
menta de acesso ao conhe-
cimento, de ampliação das 2. What infrastructure improvements would you like to see implemented in your
perspectivas e de possibilida- neighborhood, or in your city?
des para a compreensão dos
valores e interesses de outras
culturas e para o exercício do
protagonismo social.
4. Elaborar repertórios linguís-
tico-discursivos da língua
inglesa, usados em dife-
rentes países e por grupos
sociais distintos dentro de
um mesmo país, de modo
a reconhecer a diversidade
linguística como direito e
valorizar os usos heterogê-
neos, híbridos e multimo-
dais emergentes nas socie-
dades contemporâneas.
5. Utilizar novas tecnologias,
com novas linguagens e
modos de interação, para
pesquisar, selecionar, com-
partilhar, posicionar-se e
produzir sentidos em prá-
ticas de letramento na lín-
gua inglesa, de forma éti-
ca, crítica e responsável.

26 twenty-six

Enquanto a unidade anterior abordou os desafios das cidades, o tema des- Na seção Listening, os estudantes vão ouvir um trecho de uma palestra
ta unidade são as propostas e soluções para as cidades do26século XXI. A
PDF-026-043-PROJING9-U02-G.indd sobre aplicativos de navegação e, na seção Speaking, vão apresentar uma11/14/18 10:06 AM PDF-

fim de desenvolver as competências acima, os estudantes vão ler um texto pesquisa sobre a infraestrutura de certa cidade (eixo Oralidade). Por fim,
explicativo e um pôster do projeto The City We Need, (eixo Leitura). Nas vão preparar um cartaz que incentive melhorias no bairro onde moram
seções Words in context e Language in context, eles vão, respectivamente, (eixo Escrita) e fazer uma pesquisa sobre uso racional da água (eixo Di-
ampliar o vocabulário relativo à acessibilidade e continuar o estudo das mensão intercultural).
estruturas condicionais (if-clauses) (eixo Conhecimentos linguísticos).

26

PDF-PROJINGL9-MPU-U02-G.indd 26 11/16/18 4:00 PM


Orientações
Como mostra a legenda, esta
abertura retrata a área central
de Cingapura, cidade-Estado
Learning box localizada no Sudeste Asiático.
Nesta unidade, você irá: Pergunte aos estudantes o que
sabem sobre Cingapura e o
ler e interpretar um texto e um pôster de uma campanha para melhorar a vida das populações
que chama a atenção deles na
urbanas; fotografia. É possível que eles
expandir o vocabulário relacionado à acessibilidade; mencionem o contraste entre
uma área de arquitetura colo-
ouvir e compreender a palestra de um cientista sobre aplicativos de navegação; nial, certamente mais antiga, à
reconhecer e utilizar o second conditional para falar de situações hipotéticas e irreais em direita, e os edifícios futuristas
contextos de uso; e ultramodernos que domi-
nam o resto da paisagem.
realizar uma apresentação oral a respeito da infraestrutura de uma cidade;
Questione se eles gostariam de
produzir um cartaz para promover uma melhoria em seu bairro e torná-lo mais sustentável; visitar uma cidade tão moder-
refletir sobre as consequências de uma crise hídrica e o valor da água. na ou mesmo de morar nela.
Peça, então, que discutam as
perguntas iniciais e listem, no
caderno, os itens de infraes-
trutura urbana que conside-
ram importantes para a qua-
lidade de vida da população
(pergunta 1) e quais melhorias
de infraestrutura gostariam
de ver implantadas na cidade
onde moram (pergunta 2).
Depois as duplas dão as res-
postas oralmente e você as
anota no quadro. Dessa for-
ma, será possível verificar
quais itens foram os mais cita-
dos pela turma.

Atividade
complementar
Para expandir o trabalho com
esta abertura, você pode pe-
dir aos estudantes que or-
ganizem um fact file sobre
Cingapura (Singapore), com
dados como:
• Geographical location
(southern tip of the
Malaya Peninsula);
• Official languages (English,
Mandarin Chinese, Malay,
Tamil);
HTU/SHUTTERSTOCK

• Religions (half of the


population professes
Buddhism, Taoism and
other Chinese folk-religions;
there are also a Muslim and
a Christian communities,
A view of the Marina Bay, Singapore, 2017. besides nonreligious people);
• Economy (Singapore is a
world trade center and
twenty-seven 27 has powerful financial and
industrial sectors; it has the
most developed economy
Uma boa fonte de consulta para indicar aos estudantes é o verbete “Singapore” da Encyclopedia Britannica, dis-
0:06 AM PDF-026-043-PROJING9-U02-G.indd 27
in Southeast Asia).
ponível em: <https://www.britannica.com/place/Singapore>. (Acesso em: 6 nov. 2018.) 11/14/18 10:06 AM

27

PDF-PROJINGL9-MPU-U02-G.indd 27 11/16/18 4:00 PM


Objetos de conhecimento
Recursos de persuasão; Recur-
sos de argumentação; Refle-
xão pós-leitura.

Habilidades em foco
Reading
(EF09LI05) Identificar recursos Text 1
de persuasão (escolha e jogo
de palavras, uso de cores e Pre-Reading
imagens, tamanho de letras),
utilizados nos textos publici- 1. What would your ideal neighborhood look like? In groups of four, draw a map of your
tários e de propaganda, como ideal neighborhood, highlighting the services that it would offer and where they
elementos de convencimento. would be located. Personal answer.
(EF09LI06) Distinguir fatos de
opiniões em textos argumen- 2. Share your map with another group and make two lists presenting what is similar
tativos da esfera jornalística. and what is different between the two maps. Personal answer.
(EF09LI07) Identificar argumen-
tos principais e as evidências/ 3. The text you are going to read on the next page is part of a United Nations world
exemplos que os sustentam. urban campaign. Now take a look at the table of contents below, extracted from
(EF09LI09) Compartilhar, com the final draft of a document also part of the campaign, and answer.
os colegas, a leitura dos textos a) Considering its principles, what are the objectives of the campaign?
escritos pelo grupo, valorizando Possible answers. To have cities that are socially inclusive, engaging, affordable, accessible, equitable, etc.
os diferentes pontos de vista de- b) Which one of the principles best fits your ideal neighborhood? Justify your answer.
fendidos, com ética e respeito. Personal answers.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
REPRODUÇÃO/UN-HABITAT
Esta unidade ainda versa sobre
as cidades do mundo contem-
porâneo e questões de mobili-
dade, mas o enfoque passa a ser
mais fundamentado em como
as cidades devem ser. As propos-
tas estimulam o desenvolvimen-
to da competência geral 7 da
BNCC: “Argumentar com base
em fatos, dados e informações
confiáveis, para formular, ne-
gociar e defender ideias, pon-
tos de vista e decisões comuns
que respeitem e promovam os
direitos humanos, a consciência
socioambiental e o consumo
responsável em âmbito local, re-
gional e global, com posiciona-
mento ético em relação ao cui-
dado de si mesmo, dos outros e
do planeta”.
Além disso, as sugestões de ati-
vidades são bastante variadas
e promovem a competência
geral 4 da BNCC: “Utilizar dife-
rentes linguagens – verbal (oral
ou visual-motora, como Libras,
e escrita), corporal, visual, so-
nora e digital –, bem como Available at: <https://unhabitat.org/wp-content/uploads/2016/03/The%20City%20We%20Need%20TCWN%202.0.pdf>.
conhecimentos das linguagens Accessed on: Apr. 22, 2018.
artística, matemática e cientí-
fica, para se expressar e parti- 4. Do you believe this site can give you ideas about how to make it possible for you to
lhar informações, experiências, make your ideal neighborhood a reality? Why, or why not?
Personal answer. Possible answers: Yes, we can always create a better and more
ideias e sentimentos em dife- sustainable environment around us. Yes, but I believe it is difficult to make deep changes
rentes contextos e produzir in a city. No, I don’t believe it’s possible to create a sustainable environment in a city.
sentidos que levem ao entendi- 28 twenty-eight
mento mútuo”.
Orientações
PDF-026-043-PROJING9-U02-G.indd 28 11/14/18 10:06 AM PDF-
As atividades de pré-leitura 1 e 2 envolvem a criação de um mapa do bair- de onde foi extraído o texto que irão ler. A campanha, chamada “The
ro ideal dos estudantes e a indicação de quais serviços ele ofereceria. In- City We Live”, prevê um novo paradigma para as cidades.
centive-os a imaginar tudo o que seu bairro poderia oferecer para garan- Na atividade 4, os estudantes têm a oportunidade de dar sua opinião a
tir o bem-estar de todos. respeito da possibilidade de tornar as cidades mais sustentáveis.
A atividade 3 envolve a identificação da campanha, apoiada pela ONU,

28

PDF-PROJINGL9-MPU-U02-G.indd 28 11/16/18 4:00 PM


Orientações
A leitura agora estará direcio-
nada à questão da mobilidade
urbana e acesso a serviços, e
Reading ao conceito de sustentabilida-
de e inclusão. Por isso é impor-
5. Read the text and answer the questions. tante que os estudantes abor-
dem o texto já tendo discutido
as ideias que o fundamentam.
Mobility & Access to services
Sugira que os estudantes fa-
(1) The City We Need has efficient and affordable mobility systems that guarantee the right to çam uma leitura silenciosa
mobility for all and an equitable access to workplaces, places of worship and recreation, culture do texto e que respondam às
and services. Schools are within walking or biking distance from homes. Offices are located no atividades 6 e 7, a partir das
further than a few transit stops away from homes. Shopping for daily necessities is within walking quais é possível desenvolver a
distance of residential buildings and located near transit stops. Open space for recreation is near habilidade EF09LI07.
schools, work, and home.

(2) Effective urban design should address the mobility and services needs of all residents and
businesses through appropriate street patterns, public utilities networks, and the allocation of
open spaces that define buildable areas. Urban design can foster social mix and interaction and
is an essential instrument of inclusion that, if integrated to other processes, can help achieve The
City We Need. Urban design should address all aspects of city planning and should include above
ground, at grade and below ground aspects.

(3) In the City We Need, land, infrastructure, housing, transport and basic services are planned and
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

operated with special attention to improving access by women and low-income and disadvantaged
groups. Public services are designed with the participation of communities and consciously include
the needs, safety and dignity of women, elderly, children and youth, persons with disabilities and
marginalized groups.

(4) The New Urban Agenda should encourage cohesive territorial development to avoid urban
sprawl and preserve natural resources. It should recommend reducing the need for transporting
goods and people through appropriate clustering of housing, industries, services and educational
institutions. It should recommend inter-municipal cooperation to achieve economies of scale
and agglomeration, optimize use of resources and prevent unhealthy competition among local
authorities and other public agencies.

Glossary Available at: <https://unhabitat.org/wp-content/


uploads/2016/03/The%20City%20We%20Need%20
clustering: gathering, getting together TCWN%202.0.pdf> (Adapted.). Accessed on: Sep. 26, 2018.
urban sprawl: the uncontrolled expansion of a city
worship: the activity of showing adoration for a god

6. Let’s focus on paragraph 1.


a) What services should people be able to have easy access to?
Workplaces, places of worship and recreation, culture and services.
b) Answer with T (True) or F (False), according to the site’s recommendation:
F I. Mobility is a luxury: it’s no problem if some people cannot afford it.
T II. Workplaces and schools should be close to residential areas.
T III. The best area to have open spaces for recreation is close to schools, work and
home.
F IV. Open spaces for recreation cannot be considered a priority.

7. Let’s focus on paragraph 2.


a) Who should have easy access to services? All residents and businesses.
b) What element does the text consider to be “an essential instrument of inclusion”?
Urban design.

twenty-nine 29

Atividade complementar
0:06 AM PDF-026-043-PROJING9-U02-G.indd 29 11/14/18 10:06 AM
Os estudantes podem se interessar em conhecer empresas/start-ups iniciadas por adolescentes. O site <http://
www.teenbusiness.com/> (acesso em: 3 out. 2018) apresenta histórias de jovens empreendedores de diferentes
partes do mundo, e você pode, caso seja do interesse da turma, organizar atividades de leitura em grupos, para
que os estudantes troquem informações sobre a história de vida dos jovens sobre os quais leram. Eles podem ficar
entusiasmados em desenvolverem-se como empreendedores também.

29

PDF-PROJINGL9-MPU-U02-G.indd 29 11/16/18 4:00 PM


Orientações
As atividades 8 e 9 seguem so-
licitando aos estudantes que
encontrem os argumentos no
texto a favor de uma cidade 8. Considering paragraph 3:
em que todos têm acesso à Land, infrastructure, housing, transport
a) What needs to be planned in a sustainable city? and basic services.
mobilidade urbana.
Tendo compreendido os argu- b) Whose needs should be taken care of? The needs of the most vulnerable people.
mentos do texto, sugere-se, c) Who should take part in the design of the public services of the city?
nas atividades de discussão,
que os estudantes revejam o I. Only architects and engineers.
seu mapa com o bairro ideal II. Only politicians and business-owners.
e verifiquem se gostariam de
mudar algo a partir das ideias X III. The communities.
difundidas no texto lido.
Incentive-os a rever o seu mapa
9. Focus on paragraph 4: Identify what should be P (Promoted) in a city, and what
com base nos conceitos de sus- should be A (Avoided).
tentabilidade: o que é bom P a) Agglomeration.
para todos? O que não esgota
os recursos naturais da cidade? A b) Urban sprawl.
Permita que discutam suas P c) Preservation of natural resources.
ideias em profundidade, de
preferência usando a língua A d) Increased need for mobility of goods and people.
inglesa para se expressar. A e) Unhealthy competition among authorities.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
O segundo texto de leitura
sugerido nesta unidade é um Let's discuss Personal answers.
pôster para a divulgação de
tipos diferentes de mobilida- 10. Go back to your map from the Pre-Reading activity: What would you change in
de urbana, no caso, o telefé- your plan to make it more sustainable? Remember that everybody needs to have
rico para áreas montanhosas.
access to services and that you cannot deplete the neighborhood’s resources!
Sendo um pôster para divul-
gação a um grande público, 11. Take notes of the changes that you are suggesting to your own plan and share and
ele contém elementos da lin- discuss them with your class.
guagem publicitária, e os es-
tudantes podem desenvolver
a habilidade EF09LI05.
Text 2
Pre-Reading
1. According to the previous text, urban planning should involve reducing the need
for transportation. But what if we do need to use transportation? What should it
look like? Personal answers.
2. In pairs, make a list of situations in your daily life in which you would like to have
access to a different public transportation service to get where you need. What do
you wish was completely new, or just different? Let your imagination flow!
Personal answers.
3. Look at the poster on the next page.
a) What means of transportation is this poster promoting? The cable car.
b) How do you know? There is a photo and a symbol of a cable car on the poster. They can also mention
the sentence: “In my city cable cars increase…”.
4. Can you imagine places that would benefit from having cable cars as a means of
public transportation? What are they?
Personal answers. Text genre
Material Digital
Audiovisual Remember that the poster is an advertisement or notice that commonly features drawings or photos
• Videoaula: of great visual appeal and concise text. It is suitable for being posted in public places.
Sustainable cities

Orientações para o
professor acompanham
o Material Digital 30 thirty
Audiovisual

PDF-026-043-PROJING9-U02-G.indd 30 11/14/18 10:06 AM PDF-

30

PDF-PROJINGL9-MPU-U02-G.indd 30 11/16/18 4:00 PM


Orientações
5. Possible answers: The header (“#The City We Need”); the title (“Revolutionizing Nas atividades de pré-leitura
mobility”); a picture of a cable car in a densely populated area; three points that 1 e 2, deixe que usem a ima-
are presented with images + text (The City We Need, SDG Target 11.2, New Urban ginação para responder como
Reading Agenda); the catch phrase “The City we need is uncongested and transit-friendly” or podem e devem ser os meios
“In my city, cable cars increase access to mountainous areas”.
de transporte urbano.
5. Read now the poster below. Which visual or textual elements attracted your
attention first? A atividade 3 envolve, especi-
ficamente, a leitura dos aspec-
tos verbo-visuais do pôster, no

REPRODUÇÃO/UN-HABITAT
caso, a identificação do tema
do texto por meio de imagens:
tanto a foto do teleférico no
alto do poster quanto o seu
ícone no meio da página.
Na atividade 4, os estudantes
devem refletir sobre espa-
ços urbanos que podem ser
beneficiados por teleféricos,
levantando, assim, hipóteses
sobre o conteúdo do que irão
ler. Espera-se que os estudan-
tes pensem em cidades ou
bairros onde haja um desní-
vel no terreno, como em re-
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

giões montanhosas.
Ofereça um tempo para os
estudantes realizarem a lei-
tura silenciosa do texto.

Available at: <https://docs.wixstatic.com/ugd/52ac35_ff02e46f979549f08e42f4ccf10e68a3.pdf>.


Accessed on: Jun. 7, 2018.

thirty-one 31

Atividade complementar
0:06 AM PDF-026-043-PROJING9-U02-G.indd 31 11/14/18 10:06 AM
Caso considere relevante, mostre aos estudantes que as reflexões sobre cidades não ocorrem somente em
países do exterior ou na ONU. Trata-se de uma preocupação brasileira, e muitas instituições já tratam desse
assunto. Se possível, sugira que assistam a alguns vídeos com essa temática, como:
• <https://www.youtube.com/watch?v=IvLJm8dp3Lw&list=PLrNnnxqAQH5Q0GD+PvbXpNNfXu_XarigfC>;
• <https://www.youtube.com/watch?v=IgNnBnrus4o>.
(Acessos em: 31 out. 2018.)
31

PDF-PROJINGL9-MPU-U02-G.indd 31 11/16/18 4:01 PM


Orientações
As atividades 5 a 8 envolvem
explicitamente a análise dos
aspectos persuasivos do pôs-
ter. Como este é um tema 6. Now take a close look at these sentences. How do they try to catch the reader’s
relativamente novo para os attention?
estudantes, vale a pena rea-
lizar as atividades com eles
oralmente, discutindo cada
questão e observando as ca-
racterísticas do texto que são
levantadas nas perguntas.

REPRODUÇÃO/UN-HABITAT
A atividade 9 enfoca os ar-
gumentos do pôster propria-
mente ditos, para que os es-
tudantes compreendam qual
é a mensagem que se está
querendo divulgar.
As questões de discussão en-
volvem tanto a observação da
linguagem do anúncio quan- X a) They focus on something different, a revolution.
to uma reflexão sobre mobili-
dade urbana. b) They make you feel comfortable with the jammed status-quo.
Na atividade 10, os estudan- X c) They involve you – the reader – in the context, with the pronouns we and my.

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
tes são convidados a avaliar
a própria atitude perante o 7. What first draws the attention in these texts? Tip
tema do pôster e o quanto When reading a multimodal text (combining
eles mesmos foram convenci- X a) They are spelled in big letters. verbal and nonverbal language), you must relate
dos pelo anúncio. the elements of different languages to apprehend
X b) They have contrasting colors.
Na atividade 11, incentive os the meaning. In the case of this poster, for
estudantes a refletir sobre c) Nothing in them draws the attention. example, each image is linked to an aspect or
diferentes exemplos de lin- information in the verbal text.
guagem publicitária que co- 8. Does this poster succeed in attracting the
nhecem: como ela é atraente reader’s curiosity? Why?
e persuasiva. Peça-lhes que Students should mention elements that attract or repel their curiosity.
comparem os efeitos sobre o 9. Now, let’s find out more about the cable car. Has it been designed following the first
leitor desse pôster com os de text’s recommendations for mobility? Check if the following recommendations
outros textos jornalísticos. apply to cable cars. Answer in your notebook with Y (Yes) or N (No).
A atividade 12 pode ser uma
oportunidade de os estudan- N a) They are clean but unrealiable.
tes ficarem cientes de sua Y b) They are affordable.
capacidade de influenciar
o mundo que os cerca, com Y c) They are accessible to all residents.
base nas leituras da unidade. Y d) They give access to workplaces, places of worship and recreation, culture and
services.

11. Personal answer. Possible answers: in advertising language, there are some persuasive
Let's discuss features, as we have seen in previous activities, that can make the poster more compelling and
attractive.
10. Did the poster convince you that the cable car is a good idea for mountainous
areas? Why? No, the poster doesn’t focus so much on the cable car’s ability to reach mountainous areas,
but rather on it’s capacity for sustainability.

11. Did the layout of the poster, the language and its images make it more attractive
and convincing than a regular newspaper article? Justify your answer.

12. What factors should we take into consideration when planning urban
transportation, in your opinion? Personal answer. Possible answers: Who is going to use it;
affordability; not depleting resources; being inclusive; being effective,
clean, etc.

32 thirty-two

PDF-026-043-PROJING9-U02-G.indd 32 11/14/18 10:06 AM PDF-

32

PDF-PROJINGL9-MPU-U02-G.indd 32 11/16/18 4:01 PM


Objetos de conhecimento
Construção de repertório le-
xical; Construção de sentidos
por meio de inferências e re-
Words in context conhecimento de implícitos.

Habilidades em foco
Accessibility (EF06LI16) Construir repertório
relativo às expressões usadas
1. Read the excerpt below, from Text 1, and pay attention to the highlighted words. para o convívio social e o uso da
língua inglesa em sala de aula.
The City We Need has efficient and affordable mobility systems that guarantee the right to mobility
(EF08LI05) Inferir informações
for all and an equitable access to workplaces, places of worship and recreation, culture and
e relações que não aparecem
services. Schools are within walking or biking distance from homes. Offices are located no further
de modo explícito no texto
than a few transit stops away from homes.
para construção de sentidos.

Now, read some of their synonyms and, in your notebook, replace the icon in the A seção apresenta aos estudan-
headlines below with one of them. tes a possibilidade de construir
e ampliar o vocabulário por
affordable: inexpensive, cheap equitable: fair, impartial, just, equal meio do reconhecimento de
sinônimos e suas aplicações em
a)

VICENTE MENDONÇA
equitable outros contextos. Além disso,
Why the world needs a new, more refugee system o novo vocabulário também
How do we create a system that treats refugees with dignity and better distributes the motiva os estudantes a acionar
seus conhecimentos prévios e
responsibility? As world leaders meet to discuss the global refugee crisis, these five
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

refletir sobre os meios de trans-


factors should guide their thinking. portes públicos.
Available at: <https://www.opencanada.org/features/why-world-needs-new-more-equitable-refugee-system/>. Antes da correção das ativida-
Accessed on: Apr. 1st, 2018. des 2 e 3, peça aos estudantes
b) que formem pequenos grupos,

VICENTE MENDONÇA
Affordable
housing, a costly affair? compartilhem suas respostas
com os demais colegas e com-
Phantom demand can trigger a supply glut and lead to realty collapse. Rental market parem-nas. Assim, eles poderão
reforms are a viable alternative. também identificar possíveis
erros que tenham cometido.
Available at: <https://www.thehindubusinessline.com/opinion/affordable-housing-a-costly-affair/
article9953414.ece>. Accessed on: Apr. 1st, 2018.

2. Go back to Text 1, observe the expression public utilities, and read the fragment
below. Then answer the questions in your notebook.

A public utility is a business that furnishes an everyday necessity to the public at large. […]
Utilities may be publicly or privately owned, but most are operated as private businesses. […]

Available at: <https://legal-dictionary.thefreedictionary.com/Public+Utilities>. Accessed on: Apr. 1st, 2018.


Suppressions for pedagogical purposes marked with […].
Personal answer. Possible answers: water,
a) Can you give some examples of public utilities? electricity, natural gas, telephone, etc.
b) Are the public utilities where you live publicly or privately owned? Personal answer.
3. Read Text 2 again, on page 31. Pay attention to the word accessibility and the
expression wide range. Match them to their corresponding definition in your
notebook. There is one extra definition.
a) Wide range. III b) Accessibility. I
I. Possible to approach or enter.
II. Something that can be trusted.
III. Great variety.

thirty-three 33

Atividade complementar
0:06 AM PDF-026-043-PROJING9-U02-G.indd 33 11/14/18 10:06 AM
Proponha aos estudantes que utilizem o dicionário e construam, no caderno, word families a partir de palavras
como accessibility, affordable, housing e biking. Pode ser interessante para os estudantes verificar como uma pa-
lavra se transforma em várias outras pelo uso de prefixos e sufixos.

33

PDF-PROJINGL9-MPU-U02-G.indd 33 11/16/18 4:01 PM


Orientações
Peça aos estudantes que re-
tornem ao texto 1 e procurem
pela palavra “low-income” e
busquem inferir seu sentido no 4. Now that you know a bit more about accessibility, do some research and, in
contexto. Em seguida, escreva your notebook, label the pictures, that represent different ways to guarantee
no quadro a atividade abaixo accessibility.
para que a realizem em duplas:

MALI LUCKY/SHUTTERSTOCK

TROFIMENKO SERGEI/SHUTTERSTOCK
a b
1. The expression
“low-income” refers to…
a) disadvantaged.
b) women.
c) groups.
2. It is a …
a) noun.
b) a verb.
c) an adjective.
3. The expression means…
a) not having much money.
b) rich.
c) insecure. escalator ramp
As respostas são: 1c. groups;

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
NONCHANON/SHUTTERSTOCK

© XINZHENG/MOMENT/GETTY IMAGES
2c. an adjective; 3a. not having c d
much money.

zebra crossing footbridge


KOSTSOV/SHUTTERSTOCK

JUNIOR ROZZO/ROZZO IMAGENS


e f

elevator bike lane / bike path

34 thirty-four

Orientações
PDF-026-043-PROJING9-U02-G.indd 34 11/14/18 10:07 AM PDF-
Peça aos estudantes que expandam o vocabulário sobre formas de ampliar onde as diferentes formas de garantir acessibilidade estão presentes. É
a acessibilidade das pessoas com necessidades especiais. Eles podem realizar possível ampliar a discussão sobre o tema perguntando aos estudantes
a proposta em duplas e também consultar outros textos e dicionários. em quais locais seria necessário haver mais acessibilidade (por exemplo,
Após a verficação das respostas, peça aos estudantes que descrevam lu- dentro da própria escola).
gares no bairro e/ou na cidade (prédios públicos, a própria escola, etc.)

34

PDF-PROJINGL9-MPU-U02-G.indd 34 11/16/18 4:01 PM