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ESCOLA DE SARGENTOS DAS FORCAS ARMADAS

ˮGeneral do Exercito Alberto Joaquim Chipandeˮ

CICLO DE INFATARIA MOTORIZADA 

RELATORIO DE ESTAGIO

TEMA: papel do comandante da secção apos a recepção da missão da defesa

 
 
 
FINALISTA:
 
Idrisse Amisse Assane
 

BOANE
2020
ESCOLA DE SARGENTOS DAS FORCAS ARMADAS

ˮGeneral do Exercito Alberto Joaquim Chipandeˮ

CICLO DE INFATARIA MOTORIZADA

Trabalho do fim do curso a apresentar no


ciclo de infantaria Motorizada para
obtenção do grau académico de técnico
médio profissional em ciências militares.

Supervisor: Abílio Sitolo


(1º Sargento)
 
  

BOANE
2020
 

Agradecimento

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Meus sinceros agradecimentos a deus todo-poderoso, por ter mim dado a vida, forca e habilidade
para frequentar o curso de sargentos, para oficiais e sargentos do ciclo de infantaria em geral por
seus incansáveis ensinamentos e opiniões que serviram de fonte de inspiração, aos meus colegas
da turma pela longa caminhada em que estivemos juntos em especial ao colega Gito que esteve
comigo em todos os momentos.

Declaração de honra
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Declaro que este relatório de estágio pré-profissional de fim do curso e resultado das atividades
realizadas de todas as fontes estão devidamente referenciadas e nunca foi apresentada para
obtenção de qualquer grau nesta escola ou em qualquer outra instituição.

Boane, Outubro 2020


Assinatura
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A supervisão
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ÍNDICE

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Conteúdo
Introdução...................................................................................................................................................6
Desenvolvimento.........................................................................................................................................7
1 – Primeiros Socorros................................................................................................................................7
2 - Direção e Comando das Tropas..............................................................................................................7
3 – Papel do comandante da secção após a recepção da missão na defesa...............................................7
Alterações carde-respiratórias..................................................................................................................8
HEMORRAGIA..........................................................................................................................................8
Tipos de Hemorragias..............................................................................................................................8
Direção e comando das tropas.................................................................................................................9
Papel do comandante da secção após a recepção da missão na defesa...................................................10
SECCAO DE INFANTARIA NA DEFESA.............................................................................................10
Vantagens do defensor;.........................................................................................................................10
Desvantagem do defensor;.....................................................................................................................10
Fundamento da defesa...........................................................................................................................11
Defesa fora de contacto imediato com o inimigo...................................................................................11
Defesa de contacto imediato com o inimigo..........................................................................................11
PLANEAMENT E ORGANIZACAO DA DEFESA................................................................................11
Durante o planeamento da defesa há que considerar elementos:...........................................................11
Sistema do fogo.....................................................................................................................................12
Prontidão do sistema de fogo.................................................................................................................12
ORGANIZACAO DA DEFESA...............................................................................................................12
Medidas de segurança............................................................................................................................13
Conclusão..................................................................................................................................................14

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Introdução
Neste presente trabalho, irei de uma forma clara apresentar as atividades realizadas por mim
durante o estágio. De salientar que o mesmo decorreu na Escola Pratica de Exercito, e teve
duração de 2 meses durante este tempo desenvolvi muitas atividades tais como; Aulas de
Primeiros Socorros, Comando e Direção das Tropas E de uma forma detalhada irão apresentar as
atividades desenvolvidas em cada fase.

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Desenvolvimento
Descrição do local onde decorreu o meu estágio a Escola Pratica de Exercito Manhiça, localiza –
se no distrito municipal de Maluana a 16km sul da vila de Manhiça no quartel da Escola Pratica
de Exército, sendo os seus limites:

Norte: Vila da Manhiça


Sul: Povoado do Martins
Este: Rio Incomáti
Oeste: Associação de Munguine

O meu estágio para obtenção do Nível Médio Profissional no curso de Infantaria Motorizada na
Escola de Sargentos das Forcas Armadas de Moçambique teve que passar em três﴾ 3 ﴿ fases
distintas;

1 – Primeiros Socorros
● Conceito
● Princípios gerais do socorrista
● Sintomas das alterações cardiorrespiratória
● Ferimentos
● Hemorragia externa e interna

2 - Direção e Comando das Tropas


3 – Papel do comandante da secção após a recepção da missão na defesa

Iᵃ FASE DO ESTAGIO

Com inicio do estagio no dia 20 de Julho de 2020 tivemos aulas de primeiros socorros com uma
delegação que vinha do Departamento de Saúde do Estado Major-General comandada pela
Tenente-coronel Violeta.
No mesmo dia 20 de Julho falamos do conceito geral dos primeiros socorros.

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Primeiros socorros ou emergência médica é a ação que cada cidadão dentro das suas
limitações, pode ter a realizar em benefício de outros a fim de resguardar suas vidas ou são
procedimentos simples de atendimentos prestados a uma vítima de acidente ou mal-estar, com
intuito de mantê-lo com vida ate a chegada do atendimento médico específico.
É de extrema importância ter em mente que os primeiros socorros não visam selecionar o
problema, em caso de emergência, você devera acionar imediatamente o atendimento
especializado, informando com objetividade o estado da vítima e o local da ocorrência.

Alterações carde-respiratórias
É a caracterizada pela interrupção das atividades cardíacas e respiratórias, ficando o paciente
inconsciente e sem sinais de circulação sanguíneas, como ausência do pulso.
A parada cardiorrespiratória e Um dos problemas mas graves da saúde, apresentando alta taxa de
mortalidade, se não identificado de forma rápida e iniciado os primeiros socorros.

HEMORRAGIA
Hemorragias é a perda de sangue do sistema circulatório.

Tipos de Hemorragias
Hemorragia pode ser dividida em interna e externa
Hemorragia interna e aquela que não e visível ou seja, todo sangue perdido se acumula nas
cavidades do organismo tais como; crânio, abdominal, torácica, etc.
As manifestações que podem ser encontradas são;
 Fraqueza
 Sonolência
 Frio
 Cede
 Alteração de nível de consciência
 Respiração rápida
 Pele pálida, fria e húmida
 Tremores
Algumas situações nos ajudam a pensar em hemorragias internas, entre elas são;
 Acidentes automobilísticos, no qual o impacto foi extremamente forte;
 Ferimentos por arma de fogo, faca ou qualquer outra arma branca;
 Acidente em que o corpo suportou grande pressão, como quedas, esmagamento.

É extremamente difícil, para um leigo saber se esta correndo ou não uma hemorragia interna,
porem, caso algum dos sintomas ou se o local do acidente ou o ato, ajuda a suspeitar que se trata
de uma hemorragia interna, mantenha a calma e chame o serviço especializado em hemorragia, o
mas rápido possível.
Hemorragia externa

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A hemorragia externa pode ser dividida em; arterial venosa e capilar. Mas como podemos
diferencia-los.
Normalmente, o sangue de origem arterial, possui grande pressão é de tom vermelho vivo, por
ser rico em oxigénio, por tanto, e a forma mais grave de perda, necessitando de atendimento
rápido.
O sangue de origem venosa possui menor pressão é de tom, vermelho escuro, por ser pobre em
oxigénio. Sua perda e menos grave quando comparado ao arterial, contudo, a demora no
atendimento, podem ter consequência fatais.

IIᵃ FASE DE ESTAGIO

Direção e comando das tropas


Segundo a nossa saída para o local do estagio, chegado o local do estagio, primeiro ouve
apresentação do campo, e depôs tínhamos que seremos levado no mesmo dia 1 de Agosto
levaram-nos para manobra, logo achegada da manobra foi afeto no 2º batalho na 1ª companhia
no 1º pelotão da 3ª sessão, logo foi atribuído a secção para comandar, mantendo a ordem e
disciplina dentro da secção, fazendo cumprir todas missões que o pelotão ira receber, depôs tinha
que iniciar com o plano da realização das atividades ou papel e responsabilidade da minha
secção iniciando a organização da defensiva da secção, ensinando cada soldado as regra e
procedimento de como fazer abertura das trincheira e a construção de cabana de cada um deles, e
sem deixar disser para eles que no meio da nossa defesa eu fico acampado no meio das duas
armas que são, a metralhadora PK e laça granada RPG-7. E cada dia e noite que passava tinha a
obrigação de ensinar a secção o ambiente e a sobrevivência da vida do teatro operacional, a não
ficar desaprumado e indicando dentro da defesa o arco de fogo de cada atirador e a sua respetiva
faixa de responsabilidade enquanto estiver trincheirado, indicando a faixa partindo do ponto de
referencia A para ponto de referencia B, partindo de perto para longe e usando um centímetro,
obrigar o soldado a estar de sentinela dia pós dia e de noite posto de escuta, e ensinar a ele que
enfrente da nossa defensiva tinha que limpar a 50cm para facilitar a visibilidade de qualquer
entrada do um estranho na nossa posição, e depôs tivemos continuidade das atividade em 23 de
Agosto, foi afeto na 3ª companhia 1º batalhão no campo ao combate nos malfeitores para a
realização de ensaio de exercício de demonstração, no mesmo exercício tinha que exercer o
papel de comandante da secção fazendo a organização da defesa na nossa faixa de
responsabilidade, tinha a obrigação de organizar a secção e suas respetiva armas, distribuindo o
lugar de cada atirador na defesa, dar faixa de responsabilidade cada atirador e dar amissão de
cada atirador velar situação de qualquer eventualidade de progressão de inimigo, depôs tinha
delegar dois sentinelas que eles tinham amissão de dar alerta a mi que sou comandante da secção
e eu depôs de tudo tinha que dar a ordem de prontidão e ocupação das trincheiras a pôs o nosso
ensaio excelência presidente da republica veio encerar o exercício, após o enceramento do
exercício fomos retirado todos do local da realização do exercício para dar continuidade com as
aulas normal em todos os campos da escola pratica de exercito de Manhiça, após as nossas aulas
e suas respetivas avaliações tivemos o enceramento das atividades do estagio no 2 de Outubro do
ano em curso.
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IIIªFASE DO ESTAGIO

Papel do comandante da secção após a recepção da missão na defesa


Aclarar a missão – compreender a ideia do comandante superior, compreender a missão do
pelotão, compreender a missão da secção, compreender o tempo de prontidão.
Avaliar a situação – avaliar o tipo de inimigo, seu potencial e carácter das suas ações, avaliar a
sua forca, avaliar o terreno, avaliar
Tomada de decisão – que inimigo e como aniquilar, formação do dispositivo combativo, missão
combativa das atividades, ordem de cooperação.
Ordem combativa – pontos de referências, breves estados sobre o inimigo.
● Missão dos vizinhos;
● Missão da secção;
● Ordem de realização do fogo durante o movimento para o ataque;
● Hora de entrada no dispositivo para o comprimento com a missão;
● Tempo de prontidão.

SECCAO DE INFANTARIA NA DEFESA


Defesa – é um tipo de ações combativos em que as tropas empregando o fogo dos seus meios
convencionais lutam contra a forca superior do inimigo.
Finalidade da defensiva;

● Destruir forcas inimigas e provocando o insucesso do seu ataque;


● Ocupar ou defender a zona;
● Condições mais favoráveis para passar a ofensiva;
● Economizar forcas;
● Manter a posse de objetivos táticos ou estratégicos;
● Induzir o inimigo em erro forçando-o a concentrar forcas em áreas que o tornem mais
vulnerável.

Vantagens do defensor;
● Escolha do terreno para montar a OAZR;
● Ocupa e organiza-se a defesa;
● Explora os efeitos dos obstáculos, dos fogos de deferentes armas.

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Desvantagem do defensor;
● Não sabe a hora do ataque e o local de esforço;
● A defesa engloba um conjunto de ações como manutenção de posições, relativamente, ações
ofensivas, decepção, execução de fogos e preparação de obstáculos.

Fundamento da defesa
● Conhecer o Inimigo;
● Ver o campo de batalha;
● Concentrar o potencial de combate no momento e local critica;
● Explorar as vantagens do defensor.
Condições de passagem a defesa

Existem duas ﴾ 2 ﴿condições de passagem a defesa:


● Defesa fora de contacto imediato com o inimigo;
● Defesa de contacto imediato com o inimigo;

Defesa fora de contacto imediato com o inimigo


Esta condição consiste em dispor, de tempo suficiente para organizar uma defesa sólida.

Defesa de contacto imediato com o inimigo


O pessoal não dispõe de tempo suficiente para a sua organização e preparação, faz-se no terreno
não previamente escolhida.

PLANEAMENT E ORGANIZACAO DA DEFESA


Durante o planeamento da defesa há que considerar elementos:
● Defesa em todas as direções;
● Apoio mutua;
● Segurança;
● Maximizar a eficácia para reforçar a defesa;
● Empregar obstáculos para reforçar a defesa;
● Empregar armas anticarros para destruir os blindados do In;
Neste contexto a defesa tem as seguintes exigências; deve ser ativa, circular, anti-tanque,
antiaérea e anti-desembarque.
Lugar
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A secção defende na composição do seu pelotão ou independente podendo estar no 1̊ ou 2̊
escalão ou mesmo na reserva.
Papel – este pode ser papel principal ou secundário em conformidade com a direção provável do
aparecimento do inimigo, dos meios principais que dispõem ou do lugar onde se encontra o
dispositivo do pelotão.
Missão – a secção tem a missão de defender a posição com a frente de 50-60m.
Dispositivo combativo – o dispositivo da secção de infantaria na defesa e a linha combativa.

Sistema do fogo
É o um conjunto de atividades que os comandantes e os estados-maiores ﴾EM﴿ realizam com o
objetivo de organizar uma defesa sólida. Este consiste na condenação de todos os meus de fogos
orgânicos e obstáculos de engenharia com o fim de aniquilar o inimigo.
Constitui um elemento principal da defesa.
Elementos do sistema de fogo

● Posição da defesa da secção;


● Faixa de fogo da secção ﴾ principal e secundário﴿;
● Zona de fogo concentrado;
● Obstáculos da engenharia;
● Blindagem para o pessoal, técnica e armamento;
● Posição de reserva das armas principais;
● Pontos de referência;
O sistema de fogo inclui:

● Fogo frontal;
● Fogo cruzado;
● Fogo de flancos;
● Fogo concentrado.

Prontidão do sistema de fogo


Considera se pronto o sistema de fogo quando o pessoal, armamento e técnica ocupam as suas
posições.
Quando todo pessoal, técnica e armamento tem munições e combustível.
Quando estão incluídos todos os trabalhos de engenharia, quando o pessoal e armamento estão
prontos para o tiro.

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ORGANIZACAO DA DEFESA
A secção da infantaria na defesa actua na composição do seu pelotão.
O pelotão organiza a sua defesa em;

● Posição para a secção e posto de resistência para o pelotão;


● Patrulhas de segurança;
● Postos de observação ou escuta;
● Sistema de fogo e obstáculos;
● Sector de tiro de cada secção;

Medidas de segurança
a﴿ segurança ativa
● POs ou PEs, alerta, patrulhas
b﴿ Segurança passiva .
● Camuflagem;
● Controlo de movimento;
● Disciplina de luzes e ruídos;
● Utilização de procedimentos radiotelefónicos corretos;
● Emprego de radares e sensores terrestres.

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Conclusão
Um propósito essencial deste relatório é atualizar as atividades realizadas durante o primeiro dia
do estagio ate o ultimo dia. O objetivo básico deste relatório é realizar uma análise integrado dos
tópicos sobre o papel do comandante da secção apos a recepção da missão da defesa e dizer que
Primeiros socorros ou emergência médica é a ação que cada cidadão dentro das suas limitações,
pode ter a realizar em benefício de outros a fim de resguardar suas vidas ou são procedimentos
simples de atendimentos prestados a uma vítima de acidente ou mal-estar, com intuito de mantê-
lo com vida ate a chegada do atendimento médico específico. Atendendo às conclusões obtidas
resultantes da análise efetuada. Deve igualmente dar prioridade e atenção as sugestões aqui
apresentadas adotando ações de melhoria e de correção.

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