Você está na página 1de 128

Espaço para logo

Início Dimensionamento Exemplos de Uso


Instruçõ es
Objetivo da planilha
Esta planilha foi desenvolvida para agilizar o cá lculo de dimensionamento de circuitos para instalaçõ es elétricas d
substitui o trabalho de um projetista de definir posiçõ es de tomadas e pontos de iluminaçã o, potência de circuitos
exija o raciocínio humano. O objetivo da planilha é simplificar a parte matemá tica do dimensionamento, fornece
memorial.
Em caso de alteração em quaisquer normas utilizadas como referência, a planilha deve

Instruções de uso
→ Dimensionamento de circuitos
O principal objetivo da planilha é fazer, de forma simples, os cá lculos para dimensionamento dos circuitos
dos cabos e valor do disjuntor. Para isso, vá rias informaçõ es sã o necessá rias, como isolaçã o do cabo que se
distâ ncia do circuito com relaçã o ao seu painel de alimentaçã o, dentre outras. Explica-se aqui os itens a pr
passo a passo sugestivo de uso desta planilha, em especial da aba "1. Dimensionamento", onde todos os cá
ressaltar: em vá rias células há comentá rios feitos pelo autor, que ajudam a interpretar o que deve ser feito

Todas as células que possuírem uma cor de fundo diferente do branco terã o preenchimento automá tico, e
Fazer isso poderá inutilizar a célula ou até mesmo o dimensionamento daquele circuito inteiro. Siga o pass

→ Itens a preencher

↠ Cabeçalho
Aqui o projetista insere informaçõ es "cadastrais" sobre o projeto, como nome do cliente, endereço da obra
possível identificar o projeto facilmente no meio de outros. O preenchimento deste cabeçalho é totalmente
estético, ficando o projetista livre para ignorá -lo se assim desejar. Caso a planilha seja impressa, plotada ou
forma, fica mais interessante preencher o cabeçalho (ou cortá -lo fora para nã o ficar aparecendo em branco

↠ Tensões e temperatura

A tensã o de alimentaçã o do local onde será a obra contemplada pelo projeto é uma informaçã o absurdame
Brasil temos regiõ es alimentadas por níveis de baixa tensã o diferentes (sendo eles 127 ou 220V), o correto
de tensã o faz com que a planilha calcule corretamente as correntes de cada circuito. É necessá rio informar
Neutro, e a planilha calculará (e exibirá ) automaticamente a tensã o Fase-Fase respectiva. É considerado aq
defasagem de 120º entre as fases e frequência de 60Hz. É exigido conhecimento do projetista para entende
Fase-Neutro e tensã o Fase-Fase, mas a aba "3.1. Tensões de Fase" (disponível em Conteúdo Didático) po
à respeito. No link à direita você pode consultar qual a tensã o da regiã o do seu projeto, diretamente da AN

A temperatura ambiente à qual os circuitos da obra estarã o rotineiramente sujeitos também influencia no
circuitos, entã o esta informaçã o deve ser escolhida com atençã o.

↠ Descrição e numeração

O início do dimensionamento se dá pela nomeaçã o dos circuitos, feita na coluna "Descriçã o". É recomendá
coerente para o circuito, que informe sua aplicaçã o ou localizaçã o. Cada circuito é numerado, para facilitar
tamém para organizaçã o do projeto.

↠ Potências e FP
O projetista entã o deve informar qual a potência ativa (em watts) do circuito, sendo ela a soma de todos os
naquele circuito ou entã o uma previsã o de consumo dele. Essa potência é crucial para o restante do dimen
O projetista entã o deve informar qual a potência ativa (em watts) do circuito, sendo ela a soma de todos os
naquele circuito ou entã o uma previsã o de consumo dele. Essa potência é crucial para o restante do dimen
É importante também informar, mesmo que estimado, o FP (fator de potência), que indica quanto da carga
efetivamente é convertida em trabalho pelos equipamentos ligados no circuito, ou seja, a relaçã o da potên
ativa. Vale ressaltar que algumas concessioná rias, ao menos em instalaçõ es residenciais, só fatura o valor d
exigir um fator de potência mínimo. Mais informaçõ es se encontram na aba "3.2. Potências", disponível em

Com a potência ativa e o fator de potência do circuito digitados, a planilha calcula a potência aparente (em
será usada para determinar a corrente do circuito.

↠ Isolação e número de fases


A isolaçã o dos cabos a serem usados no circuito influencia a capacidade de corrente deles, por isso deve se
apropriadamente. Costumeiramente, é usado PVC para cabos de distribuiçã o, e EPR/XLPE para cabos de a
de circuitos com potência maior.

O nú mero de fases também é uma informaçã o importante. Alguns circuitos podem ser bi ou trifá sicos, e iss
restante dos cá lculos. A matemá tica para obtençã o da corrente de cada circuito é uma simples divisã o da p
tensã o de alimentaçã o, mas isso tem pequenas alteraçõ es dependendo do nú mero de fases, conforme à dir

↠ Fatores de correção
O FCA e o FCT sã o, respectivamente, o fator de correçã o de agrupamento e o fator de correçã o de temperat
alteram o valor da capacidade de conduçã o de corrente de um circuito.
Quanto mais circuitos pró ximos uns dos outros, maior a influência que o campo magnético gerado pela pas
alternada de um tem no outro, o que reduz a capacidade de corrente de ambos. Isso é governado pelo FCA
direita das células de dimensionamento, uma tabela de ajuda na obtençã o do FCA, retirada da NBR 5410.

Quanto mais quente o ambiente onde um circuito está instalado, menor sua conduçã o elétrica, ou seja, me
corrente. Isso é governado pelo FCT, que é preenchido automaticamente dependendo da temperatura amb

↠ Queda de tensão

Todo circuito tem uma queda de tensã o, que é intensificada quanto maior for a distâ ncia entre o painel e o
circuito. O projetista deve digitar entã o, na coluna de distâ ncia de equipamentos com relaçã o ao painel (ou
(medida em termos de instalaçã o, e nã o em linha reta medida em planta baixa, ou seja, incluindo todo o tra
eletrodutos) entre o painel e o equipamento mais distante dele instalado naquele circuito, para obter a que
Alternativamente, o projetista pode digitar a soma das distâ ncias de todos os equipamentos instalados naq
ao painel.

O método de cá lculo usado aqui é o watt.metro, e é considerado um má ximo de 3% de queda de tensã o adm
Caso esse valor seja ultrapassado, a célula em questã o fica com fundo avermelhado, indicando que a bitola
poderá ser usada devido a este critério nã o ser atendido.

↠ Método de referência

Deve ser informado como o circuito será instalado, ou ao menos a maior parte dele, de acordo com as opçõ
método deve ser manualmente consultado da NBR 5410, nã o havendo ainda nesta planilha a opçã o de sele
automá tica.

↠ Correntes
Há duas correntes que sã o importantes no dimensionamento: a corrente nominal (Ib) e a capacidade de co
A corrente nominal é obtida pela simples divisã o da potência pela tensã o, conforme explicado anteriormen

A capacidade de corrente de cada circuito é obtida de acordo com a isolaçã o dos cabos, nú mero de fases, m
distâ ncia com relaçã o ao painel e fatores de correçã o, e indica quanto de corrente os cabos daquele circuit
segurança.
↠ Disjuntor e IDR

O disjuntor a ser escolhido para o circuito deve ter seu valor sempre maior do que Ib, e menor do que Iz. Is
abrir o circuito antes que ele esteja consumindo sua corrente projetada (definida por Ib), nem depois que j
a capacidade de corrente dos cabos (definida por Iz), colocando em risco a segurança dos equipamentos e
Vale lembrar que nã o se pode escolher um valor arbitrá rio para o disjuntor, que deve ser escolhido de aco
disponíveis comercialmente. A planilha fornece, na célula de escolha do disjuntor, os valores mais comuns
fabricantes.

Já o IDR é um dispositivo opcional, que abre o circuito no caso de diferença entre a corrente chegando no c
retornando pelo neutro (ou por outra fase) - o que só seria possível no caso de corrente passando pelo terr
contato com partes energizadas. Nele é possível escolher o nú mero de polos (lembrando que o neutro, qua
polo), e que ele possui nã o só uma diferença de corrente a ser escolhida, mas também uma capacidade de

↠ Balanceamento

No caso de obras bi ou trifá sicas, as fases nas quais os circuitos sã o ligados ao barramento de entrada deve
planilha ajuda no balanceamento de fases também, bastando ir trocando a fase em que cada circuito está a
balanceamento adequado.

↠ Barramento e reserva no painel


O barramento do painel é escolhido de acordo com a corrente consumida no total pelos circuitos da obra. I
automaticamente pela planilha, obviamente com sobras por questã o de segurança.
Por norma, os painéis devem ter espaço reserva para ampliaçõ es futuras, dependendo de quantos circuito
inicialmente. A planilha determina isso e realça o espaço para circuitos reserva necessá rio.

↠ Aterramento

Nenhuma obra pode ficar sem aterramento, e há vá rias formas de criar este aterramento. Cada esquema p
e o projetista deve escolher aquele que melhor atende à obra, em termos elétricos e financeiros. A aba "3.3
aterramento" traz explicaçõ es detalhadas sobre cada esquema, para facilitar sua escolha.

→ Ordem de preenchimento
Aqui é feita uma sugestã o de como utilizar essa planilha para fazer os dimensionamentos de projetos.

1- Cabeçalho
Inicie preenchendo os dados da obra, do cliente, do projetista e do projeto em geral. Selecione também qua
temperatura ambiente.
2- Divisão de circuitos
Insira, na coluna da descriçã o, os nomes dos circuitos que deseja dimensionar.
3- Dados básicos

Indo da esquerda para a direita, informe todos os dados desses circuitos, como fator de potência (estimado
de fases etc. Nenhuma dessas informaçõ es pode ser mentirosa ou dispensá vel, sob risco de mal dimension
dados, até (inclusive) a potência ativa dos circuitos.
4- Análise de projeto

A partir de agora é necessá rio já ter feito o desenho do circuito em planta para obter as informaçõ es restan
você saberá qual o fator de correçã o de agrupamento (FCA), qual a distâ ncia do circuito com relaçã o a seu
referência principal usado em sua instalaçã o. Preencha esses dados (ignore as colunas em que as células p
que nã o seja branco - isso significa que aquela célula será preenchida automaticamente depois de fazer um
planilha já deverá ter fornecido a corrente de projeto (Ib), mas ainda nã o terá fornecido a queda de tensã o
corrente, que estarã o realçadas com uma cor avermelhada.
5- Testes de bitolas

Agora, escolha uma bitola de cabo que julgue apropriada para o circuito. Nã o tenha medo de escolher uma
Você estará inicialmente apenas fazendo um teste (ou um "chute", no português mais vulgar). Escolha entã
que é calculado. Há , por enquanto, dois requisitos para saber se você fez uma boa escolha:
Agora, escolha uma bitola de cabo que julgue apropriada para o circuito. Nã o tenha medo de escolher uma
Você estará inicialmente apenas fazendo um teste (ou um "chute", no português mais vulgar). Escolha entã
que é calculado. Há , por enquanto, dois requisitos para saber se você fez uma boa escolha:
◦ O valor da queda de tensão não pode ter ultrapassado os 3% (caso ultrapasse, a célula permanece com co
◦ O valor da corrente de projeto (Iz) deve ser maior do que o valor da corrente nominal (Ib).

Caso estes itens tenham sido atendidos, você pode ir ao pró ximo passo. Se qualquer um deles (ou ambos) n
atendido(s), escolha outra bitola. Tome cuidado para nã o exagerar - a planilha nã o considera fatores finan
elétricos. Cabos de bitola muito grande atendem tranquilamente a circuitos de baixa potência, mas sã o car
difícil e demorada. Leve tudo em consideraçã o.
6- Disjuntor e IDR

O nú mero de polos do disjuntor é sempre igual ao nú mero de fases do circuito (porque o disjuntor é ligado
neutro), e isso é preenchido automaticamente. O que resta preencher é a corrente que esse disjuntor supo
ligado nele antes de abrir o circuito para protegê-lo. O valor dessa corrente deve ser maior do que a corren
menor do que a corrente de projeto (Iz). Caso uma dessas condiçõ es nã o seja atendida, a célula onde fica o
que esteja vazia) fica com cor avermelhada.

Você nã o pode inventar um valor de corrente para o disjuntor, mas sim deverá seguir valores existentes co
planilha fornece uma lista de valores disponíveis, basta clicar na célula onde se insere o valor do disjuntor
essa lista.

Por fim, dimensione o IDR caso decida que deverá haver um neste circuito. A planilha nã o tem como objeti
necessidade - isso é trabalho do projetista. O nú mero de polos do IDR é sempre igual ao nú mero de fases s
IDR passam a(s) fase(s) e o neutro. No caso de IDRs para circuitos bifá sicos, normalmente a corrente chega
por outra, mas é comum utilizar o IDR de 4 polos nesses casos prevendo o possível uso de neutro no circui
Você deverá selecionar tanto a capacidade de corrente do IDR (que deve ser maior que a corrente do disju
sensibilidade, que normalmente é de 30mA para circuitos residenciais.

Antes do sétimo passo, repita os passos de 2 a 6 para todos os demais circuitos que for dimensionar. Prossig
depois de finalizar o preenchimento de todos os passos anteriores.

7- Balanceamento
Depois de dimensionado o circuito, resta balanceá -lo, algo que normalmente só é possível depois de dimen
circuitos, porque o balanceamento de um projeto envolve equilibrar a passagem de corrente por todas as f
Caso o projeto seja monofá sico, basta inserir a fase na respectiva célula, que será igual a todos os circuitos

Caso o circuito seja polifá sico, você deverá escolher qual a fase de cada circuito. À direita a planilha exibe q
consequentemente, quanta corrente) é fornecida por cada fase. O ideal é que haja o mínimo de diferença p
que passa pelas duas ou três fases do mesmo projeto, e a planilha exibe qual a diferença percentual entre c
dessas diferenças ultrapassar um limiar (que é alterá vel, e definido inicialmente para 10%), a célula fica co
avisar, e basta o projetista trocar as fases que aplicou em cada circuito até encontrar um balanceamento ad
8- Barramento e aterramento

Por fim, escolha o barramento do painel inserindo quantas barras haverá por fase (normalmente é só uma
dimensionando o barramento de forma que ele suporte uma corrente sempre maior do que aquela que ser
tudo esteja consumindo sua corrente nominal simultaneamente. Obviamente nesse caso provavelmente um
circuito, mas ainda assim o barramento do quadro deve suportar esse caso.
O esquema de aterramento também é importante ser definido, e finaliza o dimensionamento que a planilh
esquema que julgar mais adequado.
9- Plotagem
Ao final do dimensionamento o projetista pode plotar as informaçõ es geradas aqui, ou exportá -las para ou
acordo com as opçõ es que sua versã o do Excel permitir. Para versõ es futuras desta planilha estã o prevista

→ Observações e casos especiais


1- Rendimento de motores

No dimensionamento de um motor nã o é considerado somente sua potência e fator de potência na determ


mas também seu rendimento. Isso porque nem toda a potência elétrica que o motor consome é convertida
motor - há perdas mecâ nicas nesse processo, o que faz com que o motor exija mais potência do sistema pa
nominalmente. Ou seja, nã o é possível fazer uma simples conversã o de unidades de potência elétrica para
projetista precisa saber exatamente quanto da energia elétrica que efetivamente será convertida em traba

Para isso, usa-se a informaçã o do rendimento do motor, e é de responsabilidade do projetista obter e inter
planilha, porém, nã o fornece uma coluna onde podem ser inseridos os rendimentos de circuitos destinado
projetista pode incluir no seu dimensionamento esse rendimento "embutido" no pró prio valor do fator de
preencher somente o fator de potência (FP), o projetista multiplica esse FP pelo rendimento do motor, e o
multiplicaçã o é o valor que ele preenche na coluna do fator de potência do circuito de um motor. Isso pode
obtençã o da corrente nominal de um motor é exatamente este cá lculo que é feito: a simples multiplicaçã o
(mas, é claro, outras variá veis sã o consideradas).

2- Metodologias diferentes

Caso o projetista já esteja acostumado a trabalhar com alguma metodologia de cá lculo diferente da aprese
alteraçã o deverá ser feita manualmente, e isso pode acarretar em problemas de funcionamento dessa plan
calculados nela servem como base para outros posteriores cá lculos, entã o a mudança em um deles pode in
Recomenda-se bastante cautela (e um mínimo de conhecimento de fó rmulas do Excel) antes de qualquer a
por esta planilha.
Recomenda-se também o salvamento de uma có pia de backup antes de qualquer alteraçã o, incluindo pree
plos de Uso Conteúdo Didático Sobre

o da planilha
instalaçõ es elétricas de baixa tensão, que seguem a NBR 5410. Esta planilha em nenhum momento
potência de circuitos, necessidade de equipamentos de proteçã o, nem qualquer outra decisã o que
ensionamento, fornecendo os cá lculos de forma rá pida e que permita sua plotagem para uso em
emorial.
cia, a planilha deve ser revisada e pode não fornecer cálculos apropriados.

ções de uso

namento dos circuitos, ou seja, obtençã o da bitola Observação


solaçã o do cabo que será utilizado na instalaçã o,
a-se aqui os itens a preencher, e depois um
ento", onde todos os cá lculos sã o feitos. Vale Por não serem considerados técnicos na
ar o que deve ser feito em cada coluna. bibliografia, os termos "amperagem" e
"voltagem" não serão utilizados nesta
planilha, sendo substituídos por seus
imento automá tico, e não devem ser editadas. correspondentes mais aceitos
ito inteiro. Siga o passo a passo mostrado abaixo. academicamente "corrente" e "tensão",
respectivamente.

Níveis de Tensão
nte, endereço da obra, dentre outras que tornem
abeçalho é totalmente opcional, e até um pouco Link 1 Link 2
a impressa, plotada ou exportada de outra
aparecendo em branco).
Consulta http://www.aneel.gov.br/tensoes-nominais

nformaçã o absurdamente importante. Como no


27 ou 220V), o correto preenchimento da célula
É necessá rio informar somente a tensã o Fase-
ctiva. É considerado aqui um sistema com
projetista para entender a diferença entre tensã o
onteúdo Didático) possui algumas informaçõ es
to, diretamente da ANEEL.

também influencia no dimensionamento de seus

scriçã o". É recomendá vel escolher um nome


merado, para facilitar o trabalho da planilha e

ela a soma de todos os equipamentos ligados


a o restante do dimensionamento.
ndica quanto da carga consumida que
ja, a relaçã o da potência aparente pela potência
iais, só fatura o valor da potência ativa, mas pode
tências", disponível em Conteúdo Didático.

otência aparente (em volt-amperes ou VA), que

I= Corrente (A)
deles, por isso deve ser escolhida S= Potência Aparente (VA)
XLPE para cabos de alimentaçã o de painéis ou V1 = Tensã o Fase-Neutro (V)
V2 = Tensã o Fase-Fase (V)
er bi ou trifá sicos, e isso tem direta influência no
a simples divisã o da potência aparente pela Monofá sico: I=S/V1
e fases, conforme à direita.
Bifá sico I=S/V2
Trifá sico I=S/(V2*√3)

correçã o de temperatura. Sã o fatores que

nético gerado pela passagem de corrente


é governado pelo FCA. A planilha fornece, mais à
tirada da NBR 5410.

o elétrica, ou seja, menor sua capacidade de


o da temperatura ambiente já escolhida.

ncia entre o painel e os elementos daquele


m relaçã o ao painel (ou quadro), a distâ ncia
ja, incluindo todo o trajeto dos cabos pelos
cuito, para obter a queda de tensã o.
mentos instalados naquele circuito com relaçã o

de queda de tensã o admitido para cada circuito.


ndicando que a bitola de cabo desejada nã o

de acordo com as opçõ es da NBR 5410. Este


lanilha a opçã o de selecioná -lo de forma mais

) e a capacidade de corrente (Iz).


explicado anteriormente.

os, nú mero de fases, método de referência,


cabos daquele circuito permitirã o passar com
, e menor do que Iz. Isso porque ele nã o pode
r Ib), nem depois que já tenha sido ultrapassada
a dos equipamentos e pessoas no local.
e ser escolhido de acordo com opçõ es
valores mais comuns entre os diversos

orrente chegando no circuito pela fase e


nte passando pelo terra ou por uma pessoa em
ndo que o neutro, quando houver, exige um
m uma capacidade de corrente má xima.

mento de entrada devem ser especificadas. A


ue cada circuito está até encontrar um

los circuitos da obra. Isso é obtido

do de quantos circuitos já serã o instalados


ssá rio.

ento. Cada esquema possui suas peculiaridades,


financeiros. A aba "3.3. Esquemas de
colha.

ntos de projetos.

Selecione também qual a tensã o fase-neutro, e a

Importante

de potência (estimado ou conhecido), nú mero


sco de mal dimensionamento. Preencha todos os Evite se preocupar com a cor
avermelhada das células até já ter
finalizado o passo 5. Alguns elementos
preenchidos podem fazer a planilha
achar que há um erro em determinados
valores, mas isso pode se dar ao fato de
as informaçõ es restantes. Através do desenho que ainda falta preencher outros, não
uito com relaçã o a seu painel, e qual o método de necessariamente indicando mesmo um
as em que as células possuem uma cor de fundo erro. Então faça tudo com calma, e ao
nte depois de fazer um cá lculo). Depois disso, a final, se restar células avermelhadas, aí
ido a queda de tensã o nem a capacidade de sim investigue.

medo de escolher uma insuficiente ou incorreta.


s vulgar). Escolha entã o uma bitola, e verifique o
colha:
ula permanece com cor de fundo avermelhada); Observação 1
nal (Ib).
É possível escolher qual o limite aceitável
da queda de tensão, que inicia
um deles (ou ambos) nã o tiver(em) sido padronizado em 3% mas pode ser
onsidera fatores financeiros, e sim somente trocado. Basta alterar o valor da célula
potência, mas sã o caros e sua instalaçã o é mais AH42 para um que julgue melhor.

Observação 2

ue o disjuntor é ligado somente na fase, e nã o no A planilha não testa o critério da bitola


ue esse disjuntor suporta passando pelo cabo mínima, que determina que para o valor
maior do que a corrente nominal (Ib), mas mínimo para circuitos de iluminação
da, a célula onde fica o valor do disjuntor (mesmo (1,5mm²), e para circuitos de força
(2,5mm²). Isso deve ser garantido
manualmente pelo projetista.
r valores existentes comercialmente falando. A
e o valor do disjuntor e depois na seta que abre

a nã o tem como objetivo descobrir se há essa


ao nú mero de fases somado com 1, ou seja, no
mente a corrente chega por uma fase e retorna
so de neutro no circuito.
ue a corrente do disjuntor), e também sua

r dimensionar. Prossiga para o passo 7 somente


ssos anteriores.

ssível depois de dimensionados todos os


orrente por todas as fases.
al a todos os circuitos, e pronto.

reita a planilha exibe quanta potência (e,


mínimo de diferença possível entre a corrente
nça percentual entre cada par de fases. Se uma
a 10%), a célula fica com cor avermelhada para
um balanceamento adequado.

ormalmente é só uma), e a planilha faz o resto,


do que aquela que será exigida pela obra caso
aso provavelmente um disjuntor abriria o

namento que a planilha oferece. Escolha o

ou exportá -las para outro formato de arquivo, de


lanilha estã o previstas opçõ es de plotagem.
de potência na determinaçã o de sua corrente,
consome é convertida em movimento no eixo do
otência do sistema para trabalhar
potência elétrica para potência mecâ nica - o
á convertida em trabalho.

projetista obter e interpretar essa informaçã o. A


de circuitos destinados a motores. Entã o o
prio valor do fator de potência. Ao invés de
dimento do motor, e o resultado dessa
e um motor. Isso pode ser feito porque na
imples multiplicaçã o do FP pelo rendimento

lo diferente da apresentada nessa planilha, a


ionamento dessa planilha. Muitos valores
a em um deles pode inviabilizar o restante.
el) antes de qualquer alteraçã o nos cá lculos feitos

eraçã o, incluindo preenchimentos normais.


Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Dimensionamento
Projeto:
Endereço:
Painel:
Resp.: Projetista:
Pasta:

FP
Circuito Descrição Fases Isolação
(cos Ø)

1 linha desbloq. - permite ediçã o na versã o Demo 1.00 1


2 1.00 1
3 1.00 1
4 1.00 1
5 1.00 1
6 1.00 1
7 1.00 1
8 1.00 1
9 1.00 1
10 1.00 1
11 1.00 1
12 1.00 1
13 1.00 1
14 1.00 1
15 1.00 1
16 1.00 1
17 1.00 1
18 1.00 1
19 1.00 1
20 1.00 1
21 1.00 1
22 1.00 1
23 1.00 1
24 1.00 1
25 1.00 1
26 1.00 1
27 1.00 1
28 1.00 1
29 1.00 1
30 1.00 1

Painel: 0 #DIV/0!

Quantidade de
Barras por Fase
Barramento do Painel:
Quantidade de
Barras por Fase
Barramento do Painel:

Esquema de aterramento:
Exemplos de Uso Conteúdo Didático

F-N F-F
Tensões de Alimentação:
220v 381v
Temperatura ambiente: 30ºC
Versão:
Dimensionamentos do Quadro
Fator de Fator de
Potência Potência Correção Correção Fator de Distância Queda de Método de Corrente Capac. de
(W) (VA) de Agrup. de Temp. Demanda
FD
ao quadro Tensão
(m) (%) Ref. Nominal Corrente
Ib (A) Iz (A)
FCA FCT

0 1.00 1.00 0.00 0.00


0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00
0 1.00 1.00 0.00 0.00

0 0 1.00 1.00 #DIV/0! 0.00 0.00

Qtde. de Capacidade de Circuitos Reserva no P


Barras corrente do Dimensões do barramento Total de Circuitos:
Total barramento
Qtde. de Capacidade de
Barras corrente do Dimensões do barramento
Total barramento
Quantidade de Circuitos (N) Circuit
até 6
7 a 12
13 a 30
#N/A
mais que 30
Sobre

Escopo Observaçõe

Balanceamento d

Carga Bitola Interruptor Diferencial Residual Condutor


Demandada (mm²) Disjuntor (IDR) de Fase Circuito
(VA)

0.00 1P 2P ∆30mA 1
0.00 1P 2P ∆30mA 2
0.00 1P 2P ∆30mA 3
0.00 1P 2P ∆30mA 4
0.00 1P 2P ∆30mA 5
0.00 1P 2P ∆30mA 6
0.00 1P 2P ∆30mA 7
0.00 1P 2P ∆30mA 8
0.00 1P 2P ∆30mA 9
0.00 1P 2P ∆30mA 10
0.00 1P 2P ∆30mA 11
0.00 1P 2P ∆30mA 12
0.00 1P 2P ∆30mA 13
0.00 1P 2P ∆30mA 14
0.00 1P 2P ∆30mA 15
0.00 1P 2P ∆30mA 16
0.00 1P 2P ∆30mA 17
0.00 1P 2P ∆30mA 18
0.00 1P 2P ∆30mA 19
0.00 1P 2P ∆30mA 20
0.00 1P 2P ∆30mA 21
0.00 1P 2P ∆30mA 22
0.00 1P 2P ∆30mA 23
0.00 1P 2P ∆30mA 24
0.00 1P 2P ∆30mA 25
0.00 1P 2P ∆30mA 26
0.00 1P 2P ∆30mA 27
0.00 1P 2P ∆30mA 28
0.00 1P 2P ∆30mA 29
0.00 1P 2P ∆30mA 30

0.00 Potência
Total (VA):
itos Reserva no Painel Obs.:
0
Corrente
Total (A):
Obs.:

Corrente
Circuitos Reserva Exigidos Total (A):
2
3
Desequilíbrio
4 (%)
0,15N
Ref. Forma de agrupamen
Observações: 1 Em feixe: ao ar livre ou sobre superfíc
2 Camada ú nica sobre parede, piso ou em
3 Camada ú ni
4 Camada ú nica em b
Balanceamento de Fases 5 Camada ú nica sobre

Fase R Fase S Fase T

Preto Vermelho Branco

0.00 0.00 0.00


0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00
0.00 0.00 0.00

Máxima queda de tensão


0.00 0.00 0.00 permitida: 3%

Máximo desequilíbrio
0.00 0.00 0.00 entre fases permitido: 10%
Máximo desequilíbrio
0.00 0.00 0.00 entre fases permitido: 10%

R-S S-T R-T


Obtenção de Dados
Obtenção do FCA - (Tabela 42 - NBR 5410)
Números de circuitos ou de cabo
ma de agrupamento dos condutores
1 2 3 4 5 6
ou sobre superfície; embutidos; em conduto fechado 1.00 0.80 0.70 0.65 0.60 0.57
arede, piso ou em bandeja nã o perfurada ou prateleira 1.00 0.85 0.79 0.75 0.73 0.72
Camada ú nica no teto 0.95 0.81 0.72 0.68 0.66 0.64
amada ú nica em bandeja perfurada 1.00 0.88 0.82 0.77 0.75 0.73
mada ú nica sobre leito, suporte etc. 1.00 0.87 0.82 0.80 0.80 0.79
)
cuitos ou de cabos multipolares Tabelas dos métodos de
7 8 9 a 11 12 a 15 16 a 19 >=20 referência
0.54 0.52 0.50 0.45 0.41 0.38 36 a 39 (métodos A a F)
0.72 0.71 0.70 0.70 0.70 0.70
36 e 37 (método C)
0.63 0.62 0.61 0.61 0.61 0.61
0.73 0.72 0.72 0.72 0.72 0.72
38 e 39 (métodos E e F)
0.79 0.78 0.78 0.78 0.78 0.78
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A

1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
Tabela de Disjuntores
Comerciais
Disjuntores Disjuntores
Monopolares Tripolares
(1P) (3P)
6A 6A

10A 10A

16A 16A

20A 20A TT
25A 25A TN-S
32A 32A TN-C
40A 40A TN-C-S
50A 50A IT (1)
63A 63A IT (2)
70A 70A
80A 80A
100A 100A
125A 125A
150A
160A
175A
200A
250A
300A
400A
500A
600A
750A
800A
1000A
1250A
1600A
2000A
2500A
3200A

Desequilíbrio entre fases


#DIV/0! #DIV/0! #DIV/0!
#DIV/0! #DIV/0! #DIV/0!
Aterramento da fonte (neutro) e das massas separados. Condutor PE gerado perto das massas.
Neutro e PE aterrados na fonte, e levados separadamente até as massas.
Neutro e PE unidos num mesmo condutor (PEN), que é aterrado na fonte.
Condutor PEN combina funções de neutro e terra até parte do circuito, quando é separado em PE e neutro.
Neutro aterrado através de impedância na fonte, e condutor PE gerado perto das massas.
Neutro completamente isolado da terra, e condutor PE gerado perto das massas.
Tabela de Interruptores Diferenciais Residuais Comerciais

Bipolares e Tetrapolares (2P e 4P)

25A ∆30mA ∆300mA

40A ∆30mA ∆300mA

63A ∆30mA ∆300mA

80A ∆30mA ∆300mA


100A ∆30mA ∆300mA
125A ∆30mA ∆300mA
Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Residencial Industrial pt.1 Industrial pt.2
Projeto: Residência Sra. Mariazinha Rua da Ficçã o, nº 1.000, bairro
Endereço: Mentirinha, Sã o Paulo/SP
Quadro: Principal
Resp.: Eng. Fulano de Tal Projetista: Eng. Fulano de Tal
Pasta: C://Documentos//Esta pasta nã o existe//Isso aqui é só um exemplo//Pare de ler isso

Dim
FP
Circuito Descrição Fases Isolação
(cos Ø)

1 Iluminaçã o 1 Térreo 0.95 1 PVC


2 Iluminaçã o 2 Térreo 0.95 1 PVC
3 Iluminaçã o Mezanino 0.95 1 PVC
4 Iluminaçã o Externa 0.95 1 PVC
5 Tomadas Sala Estar/TV/Externas 0.92 1 PVC
6 Tomadas Cozinha/Serviço 0.90 1 PVC
7 Tomadas Quarto Térreo 0.92 1 PVC
8 Tomadas Quarto Mezanino 0.92 1 PVC
9 Tomadas Restante Mezanino 0.92 1 PVC
10 Torneira elétrica 1.00 2 PVC
11 Condicionador de ar Sala Estar/TV 0.80 2 PVC
12 Condicionador de ar Quarto Térreo 0.80 1 PVC
13 Condicionador de ar Quarto Mezanino 0.80 1 PVC
14 Chuveiro BWC Térreo 1.00 2 PVC
15 Chuveiro BWC Mezanino 1.00 2 PVC
16 Portã o eletrô nico (1cv) 0.75 1 PVC

Quadro: Principal 0.91 3 EPR/XLPE

Quantidade de
Barras por Fase
Barramento do Painel:
1

Esquema de aterramento: TN-S


Exemplos de Uso Conteúdo Didático Sobre
Industrial pt.2 Industrial pt.3 Notas sobre Exemplos
F-N F-F Esco
o, nº 1.000, bairro
a, Sã o Paulo/SP Tensões de Alimentação:
127v 220v Projeto de uma residência tipo Loft, com dois pavimen
de jardins, portã o eletrô nico, dois chuveiros, torneira e
ulano de Tal Temperatura ambiente: 30ºC
Versão: A
Dimensionamentos do Quadro
Distância Queda de
Potência Potência FCA FCT ao quadro Tensão Método de Ib (A) Iz (A) Bitola
(W) (VA) Ref. (mm²)
(m) (%)

300 316 0.70 1.00 7.00 0.31 B1 2.49 12.25 1.50


300 316 0.80 1.00 11.00 0.49 B1 2.49 14.00 1.50
200 211 0.70 1.00 12.00 0.35 B1 1.66 12.25 1.50
100 105 0.70 1.00 20.00 0.30 D 0.83 15.40 1.50
1,000 1,087 0.80 1.00 6.00 0.53 B1 8.56 19.20 2.50
2,500 2,778 0.70 1.00 8.00 0.74 B1 21.87 28.70 6.00
800 870 0.70 1.00 9.00 0.64 B1 6.85 16.80 2.50
800 870 0.80 1.00 12.00 0.85 B1 6.85 19.20 2.50
1,000 1,087 0.80 1.00 13.00 1.15 B1 8.56 19.20 2.50
6,000 6,000 1.00 1.00 8.00 0.59 B1 27.28 36.00 6.00
2,500 3,125 1.00 1.00 7.00 0.52 B1 14.21 21.00 2.50
1,000 1,250 1.00 1.00 10.00 0.89 B1 9.84 24.00 2.50
1,000 1,250 1.00 1.00 13.00 1.15 B1 9.84 24.00 2.50
7,000 7,000 1.00 1.00 8.00 0.69 B1 31.82 36.00 6.00
7,000 7,000 1.00 1.00 12.00 1.03 B1 31.82 36.00 6.00
736 981 1.00 1.00 15.00 0.98 B1 7.72 24.00 2.50

32,236 34,244 1.00 1.00 18.00 0.57 D 89.88 101.00 25.00

Qtde. de Capacidade de Circuitos Reserva no Painel


Dimensões do
Barras corrente do
barramento Total de Circuitos: 16
Total barramento
Quantidade de Circuitos (N) Circuitos Reserva Exigido
até 6 2
3F+N+T 140 15x2mm
7 a 12 3
Neutro e PE aterrados na fonte, e levados 13 a 30 4
separadamente até as massas. mais que 30 0,15N
Escopo Observações:
, com dois pavimentos, pé direito duplo em parte do térreo, iluminaçã o Foi considerado que o disjuntor de 10A, por ser
huveiros, torneira elétrica, dois quartos e três condicionadores de ar. mais comum, é mais barato que o de 6A, por isso
foi priorizado.

Balanceamento de Fases

Fase R Fase S
Disjuntor Interruptor Diferencial Residual Condutor Circuito
(IDR) de Fase
Preto Vermelho

1P 10A R 1 315.79 0.00


1P 10A R 2 315.79 0.00
1P 10A S 3 0.00 210.53
1P 10A 2P 25A ∆30mA T 4 0.00 0.00
1P 16A 2P 25A ∆30mA R 5 1,086.96 0.00
1P 25A 2P 25A ∆30mA S 6 0.00 2,777.78
1P 16A R 7 869.57 0.00
1P 16A R 8 869.57 0.00
1P 16A S 9 0.00 1,086.96
2P 32A 4P 40A ∆30mA RT 10 3,000.00 0.00
2P 20A 4P 25A ∆30mA S 11 0.00 3,125.00
1P 20A 2P 25A ∆30mA T 12 0.00 0.00
1P 20A 2P 25A ∆30mA R 13 1,250.00 0.00
2P 32A 4P 40A ∆30mA ST 14 0.00 3,500.00
2P 32A 4P 63A ∆30mA RT 15 3,500.00 0.00
1P 16A S 16 0.00 980.67

3P 100A RST Potência


Total (VA): 11,207.67 11,680.93
Painel Obs.:
16
Corrente
itos Reserva Exigidos Total (A): 88.25 91.98
2
3 R-S S-T
Desequilíbrio
4 (%)
0,15N 4.22% 2.87%
Ref. Forma de agrupamento dos condutores
s: 1 Em feixe: ao ar livre ou sobre superfície; embutidos; em condut
r de 10A, por ser 2 Camada ú nica sobre parede, piso ou em bandeja nã o perfurada o
e o de 6A, por isso
3 Camada ú nica no teto
4 Camada ú nica em bandeja perfurada
de Fases 5 Camada ú nica sobre leito, suporte etc.

Fase T

Branco

0.00
0.00
0.00
105.26
0.00
0.00
0.00
0.00
0.00
3,000.00
0.00
1,250.00
0.00
3,500.00
3,500.00
0.00

11,355.26

89.41

R-T

1.32%

Máxima queda de tensão


permitida: 3%

Máximo desequilíbrio
entre fases permitido: 10%
Máximo desequilíbrio
entre fases permitido: 10%
Obtenção de Dados
Obtenção do FCA - (Tabela 42 - NBR 5410)
Números de circuitos ou de cabos multipolares
ento dos condutores
1 2 3 4 5 6 7
ície; embutidos; em conduto fechado 1.00 0.80 0.70 0.65 0.60 0.57 0.54
m bandeja nã o perfurada ou prateleira 1.00 0.85 0.79 0.75 0.73 0.72 0.72
nica no teto 0.95 0.81 0.72 0.68 0.66 0.64 0.63
bandeja perfurada 1.00 0.88 0.82 0.77 0.75 0.73 0.73
e leito, suporte etc. 1.00 0.87 0.82 0.80 0.80 0.79 0.79
de cabos multipolares Tabelas dos métodos de
8 9 a 11 12 a 15 16 a 19 >=20 referência
0.52 0.50 0.45 0.41 0.38 36 a 39 (métodos A a F)
0.71 0.70 0.70 0.70 0.70
36 e 37 (método C)
0.62 0.61 0.61 0.61 0.61
0.72 0.72 0.72 0.72 0.72
38 e 39 (métodos E e F)
0.78 0.78 0.78 0.78 0.78
1 #N/A 1 #N/A Tabela de Disjuntores
Comerciais
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A Disjuntores
Monopolares
1 #N/A 1 #N/A (1P)

1 #N/A 1 #N/A 6A

10A

16A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A 20A
1 #N/A 1 #N/A 25A
1 #N/A 1 #N/A 32A
1 #N/A 40A
1 #N/A 50A
1 #N/A 63A
1 #N/A 70A
1 #N/A 80A
1 #N/A 100A
1 #N/A 125A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A Desequilíbrio entre fases
1 #N/A 4.22%
1 #N/A 4.05%

1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
bela de Disjuntores
Comerciais
Disjuntores
Tripolares
(3P)
6A

10A

16A

20A TT Aterramento da fonte (neutro) e das massas separados. Condutor PE gerado p


25A TN-S Neutro e PE aterrados na fonte, e levados separadamente até as massas.
32A TN-C Neutro e PE unidos num mesmo condutor (PEN), que é aterrado na fonte.
40A TN-C-S Condutor PEN combina funções de neutro e terra até parte do circuito, quand
50A IT (1) Neutro aterrado através de impedância na fonte, e condutor PE gerado perto
63A IT (2) Neutro completamente isolado da terra, e condutor PE gerado perto das mass
70A
80A
100A
125A
150A
160A
175A
200A
250A
300A
io entre fases
2.79% 1.32%
2.87% 1.30%
Tabela de Interruptores Diferenciais Residuais Comerci

Bipolares e Tetrapolares (2P e 4P)

25A ∆30mA ∆300mA

40A ∆30mA ∆300mA

63A ∆30mA ∆300mA

Condutor PE gerado perto das massas. 80A ∆30mA ∆300mA


e até as massas. 100A ∆30mA ∆300mA
terrado na fonte. 125A ∆30mA ∆300mA
rte do circuito, quando é separado em PE e neutro.
utor PE gerado perto das massas.
erado perto das massas.
s Residuais Comerciais

s (2P e 4P)

∆300mA

∆300mA

∆300mA

∆300mA
∆300mA
∆300mA
Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Residencial Industrial pt.1 Industrial pt.2
Projeto: Indústria de Máquinas "Kibeleza" Rua das Invençõ es, nº 2.000,
Endereço: bairro Mentirosã o, Joinville/SC
Painel: Principal
Resp.: Eng. Fulano de Tal Projetista: Eng. Fulano de Tal
Pasta: C://Documentos//Esta pasta nã o existe//Isso aqui é só um exemplo//Pare de ler isso

Dim
FP
Circuito Descrição Fases Isolação
(cos Ø)

1 Alimentaçã o Painel-Fá brica 0.89 3 EPR/XLPE


2 Alimentaçã o Painel-ADM 0.90 3 EPR/XLPE
3 Tomada de uso no painel 1.00 1 PVC

Painel: Principal 0.93 3 EPR/XLPE

Quantidade de
Barras por Fase
Barramento do Painel:
1

Esquema de aterramento: TT
Exemplos de Uso Conteúdo Didático Sobre
Industrial pt.2 Industrial pt.3 Notas sobre Exemplos
F-N F-F Esco
vençõ es, nº 2.000,
rosã o, Joinville/SC Tensões de Alimentação:
220v 381v Projeto de instalaçã o elétrica de uma indú stria de sapa
receberá energia em baixa tensã o e distribuirá para ou
ulano de Tal Temperatura ambiente: 30ºC o administrativo.
Versão: B
Dimensionamentos do Quadro
Distância Queda de
Potência Potência FCA FCT ao quadro Tensão Método de Ib (A) Iz (A) Bitola
(W) (VA) Ref. (mm²)
(m) (%)

46,610 52,371 0.88 1.00 12.00 0.18 B1 79.35 102.96 25.00


13,300 14,741 1.00 1.00 18.00 0.20 B1 22.34 66.00 10.00
800 800 1.00 1.00 1.00 0.02 B1 3.64 24.00 2.50

60,710 65,228 1.00 1.00 25.00 0.25 D 98.83 144.00 50.00

Qtde. de Capacidade de Circuitos Reserva no Painel


Dimensões do
Barras corrente do
barramento Total de Circuitos: 3
Total barramento
Quantidade de Circuitos (N) Circuitos Reserva Exigido
até 6 2
3F+N+T 140 15x2mm
7 a 12 3
Aterramento da fonte (neutro) e das massas 13 a 30 4
separados. Condutor PE gerado perto das massas. mais que 30 0,15N
Escopo Observações:
ma indú stria de sapatos dividido em três painéis: um principal, que Depois de alteraçõ es pedidas pelo cliente, o projeto
distribuirá para outros dois painéis: um para a á rea fabril, e outro para foi revisado para versã o B.

Balanceamento de Fases

Fase R Fase S
Disjuntor Interruptor Diferencial Residual Condutor Circuito
(IDR) de Fase
Preto Vermelho

3P 100A RST 1 17,456.93 17,456.93


3P 40A RST 2 4,913.79 4,913.79
1P 20A 2P ∆30mA R 3 800.00 0.00

3P 125A Potência
Total (VA): 23,170.72 22,370.72
Painel Obs.:
3
Corrente
itos Reserva Exigidos Total (A): 105.32 101.69
2
3 R-S S-T
Desequilíbrio
4 (%)
0,15N 3.58% 0.00%
Ref. Forma de agrupamento dos condutores
s: 1 Em feixe: ao ar livre ou sobre superfície; embutidos; em condut
elo cliente, o projeto 2 Camada ú nica sobre parede, piso ou em bandeja nã o perfurada o
3 Camada ú nica no teto
4 Camada ú nica em bandeja perfurada
de Fases 5 Camada ú nica sobre leito, suporte etc.

Fase T

Branco

17,456.93
4,913.79
0.00

22,370.72

101.69

R-T

3.58%

Máxima queda de tensão


permitida: 3%

Máximo desequilíbrio
entre fases permitido: 10%
Máximo desequilíbrio
entre fases permitido: 10%
Obtenção de Dados
Obtenção do FCA - (Tabela 42 - NBR 5410)
Números de circuitos ou de cabos multipolares
ento dos condutores
1 2 3 4 5 6 7
ície; embutidos; em conduto fechado 1.00 0.80 0.70 0.65 0.60 0.57 0.54
m bandeja nã o perfurada ou prateleira 1.00 0.85 0.79 0.75 0.73 0.72 0.72
nica no teto 0.95 0.81 0.72 0.68 0.66 0.64 0.63
bandeja perfurada 1.00 0.88 0.82 0.77 0.75 0.73 0.73
e leito, suporte etc. 1.00 0.87 0.82 0.80 0.80 0.79 0.79
de cabos multipolares Tabelas dos métodos de
8 9 a 11 12 a 15 16 a 19 >=20 referência
0.52 0.50 0.45 0.41 0.38 36 a 39 (métodos A a F)
0.71 0.70 0.70 0.70 0.70
36 e 37 (método C)
0.62 0.61 0.61 0.61 0.61
0.72 0.72 0.72 0.72 0.72
38 e 39 (métodos E e F)
0.78 0.78 0.78 0.78 0.78
1 #N/A 1 #N/A Tabela de Disjuntores
Comerciais
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A Disjuntores
Monopolares
1 #N/A 1 #N/A (1P)

1 #N/A 1 #N/A 6A

10A

16A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A 20A
1 #N/A 1 #N/A 25A
1 #N/A 1 #N/A 32A
1 #N/A 40A
1 #N/A 50A
1 #N/A 63A
70A
1 #N/A 80A
1 #N/A 100A
1 #N/A 125A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
Desequilíbrio entre fases
3.45%
3.58%
bela de Disjuntores
Comerciais
Disjuntores
Tripolares
(3P)
6A

10A

16A

20A TT Aterramento da fonte (neutro) e das massas separados. Condutor PE gerado p


25A TN-S Neutro e PE aterrados na fonte, e levados separadamente até as massas.
32A TN-C Neutro e PE unidos num mesmo condutor (PEN), que é aterrado na fonte.
40A
50A
63A
70A
80A
100A
125A
150A
160A
175A
200A
250A
300A
io entre fases
0.00% 3.45%
0.00% 3.58%
Tabela de Interruptores Diferenciais Residuais Comerci

Bipolares e Tetrapolares (2P e 4P)

25A ∆30mA ∆300mA

40A ∆30mA ∆300mA

63A ∆30mA ∆300mA

Condutor PE gerado perto das massas. 80A ∆30mA ∆300mA


e até as massas. 100A ∆30mA ∆300mA
terrado na fonte. 125A ∆30mA ∆300mA
s Residuais Comerciais

s (2P e 4P)

∆300mA

∆300mA

∆300mA

∆300mA
∆300mA
∆300mA
Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Residencial Industrial pt.1 Industrial pt.2
Projeto: Indústria de Máquinas "Kibeleza" Rua das Invençõ es, nº 2.000,
Endereço: bairro Mentirosã o, Joinville/SC
Painel: Fábrica
Resp.: Eng. Fulano de Tal Projetista: Eng. Fulano de Tal
Pasta: C://Documentos//Esta pasta nã o existe//Isso aqui é só um exemplo//Pare de ler isso

Dim
FP
Circuito Descrição Fases Isolação
(cos Ø)

1 Iluminaçã o 1 Galpã o 0.95 1 PVC


2 Iluminaçã o 2 Galpã o 0.95 1 PVC
3 Iluminaçã o 3 Galpã o 0.95 1 PVC
4 Iluminaçã o 4 Galpã o 0.95 1 PVC
5 Iluminaçã o Estoque 0.95 1 PVC
6 Iluminaçã o Recebimento 0.95 1 PVC
7 Tomadas 1 Galpã o 0.92 1 PVC
8 Tomadas 2 Galpã o 0.92 1 PVC
9 Tomadas 3 Galpã o 0.92 1 PVC
10 Tomadas 4 Galpã o 0.92 1 PVC
11 Esteira 01 0.90 1 PVC
12 Esteira 02 0.90 1 PVC
13 Ponte rolante 20cv 0.75 3 EPR/XLPE
14 Robô montador 01 0.90 1 EPR/XLPE
15 Robô montador 02 0.90 1 EPR/XLPE
16 Robô montador 03 0.85 1 EPR/XLPE
17 Freezer 01 0.80 1 PVC
18 Freezer 02 0.80 1 PVC
19 Ventilaçã o 1 Galpã o 0.85 1 PVC
20 Ventilaçã o 2 Galpã o 0.85 1 PVC
21 Ventilaçã o 3 Galpã o 0.85 1 PVC
22 Ventilaçã o 4 Galpã o 0.85 1 PVC

Painel: Fábrica 0.89 3 EPR/XLPE

Quantidade de
Barras por Fase
Barramento do Painel:
1

Esquema de aterramento: TT
Exemplos de Uso Conteúdo Didático Sobre
Industrial pt.2 Industrial pt.3 Notas sobre Exemplos
F-N F-F Esco
vençõ es, nº 2.000,
rosã o, Joinville/SC Tensões de Alimentação:
220v 381v Projeto de instalaçã o elétrica de uma indú stria de sapa
receberá energia em baixa tensã o e distribuirá para ou
ulano de Tal Temperatura ambiente: 30ºC o administrativo.
Versão: B
Dimensionamentos do Quadro
Distância Queda de
Potência Potência FCA FCT ao quadro Tensão Método de Ib (A) Iz (A) Bitola
(W) (VA) Ref. (mm²)
(m) (%)

2,000 2,105 0.72 1.00 15.00 0.89 F 9.57 22.32 2.50


2,000 2,105 0.72 1.00 20.00 1.18 F 9.57 22.32 2.50
2,000 2,105 0.72 1.00 25.00 1.48 F 9.57 22.32 2.50
2,000 2,105 0.72 1.00 30.00 1.77 F 9.57 22.32 2.50
1,000 1,053 0.72 1.00 18.00 0.89 F 4.78 15.84 1.50
800 842 0.72 1.00 8.00 0.31 F 3.83 15.84 1.50
1,200 1,304 0.72 1.00 11.00 0.39 F 5.93 22.32 2.50
1,200 1,304 0.72 1.00 16.00 0.57 F 5.93 22.32 2.50
1,200 1,304 0.72 1.00 21.00 0.74 F 5.93 22.32 2.50
1,200 1,304 0.72 1.00 26.00 0.92 F 5.93 22.32 2.50
2,000 2,222 0.72 1.00 8.00 0.47 F 10.10 22.32 2.50
2,000 2,222 0.72 1.00 10.00 0.59 F 10.10 22.32 2.50
14,710 19,613 0.72 1.00 12.00 0.24 F 29.72 38.16 6.00
800 889 0.72 1.00 6.00 0.14 F 4.04 26.64 2.50
1,500 1,667 0.72 1.00 8.00 0.35 F 7.58 26.64 2.50
3,000 3,529 0.72 1.00 10.00 0.89 F 16.04 26.64 2.50
2,000 2,500 0.72 1.00 18.00 1.06 F 11.36 22.32 2.50
2,000 2,500 0.72 1.00 19.00 1.12 F 11.36 22.32 2.50
1,000 1,176 0.72 1.00 15.00 0.44 F 5.35 22.32 2.50
1,000 1,176 0.72 1.00 20.00 0.59 F 5.35 22.32 2.50
1,000 1,176 0.72 1.00 25.00 0.74 F 5.35 22.32 2.50
1,000 1,176 0.72 1.00 30.00 0.89 F 5.35 22.32 2.50

46,610 52,371 0.88 1.00 12.00 0.18 B1 79.35 102.96 25.00

Qtde. de Capacidade de Circuitos Reserva no Painel


Dimensões do
Barras corrente do barramento Total de Circuitos: 22
Total barramento
Quantidade de Circuitos (N) Circuitos Reserva Exigido
até 6 2
3F+N+T 140 15x2mm
7 a 12 3
Aterramento da fonte (neutro) e das massas 13 a 30 4
separados. Condutor PE gerado perto das massas. mais que 30 0,15N
Escopo Observações:
ma indú stria de sapatos dividido em três painéis: um principal, que Depois de alteraçõ es pedidas pelo cliente, o projeto
distribuirá para outros dois painéis: um para a á rea fabril, e outro para foi revisado para versã o B.

Balanceamento de Fases

Fase R Fase S
Disjuntor Interruptor Diferencial Residual Condutor Circuito
(IDR) de Fase
Preto Vermelho

1P 16A R 1 2,105.26 0.00


1P 16A S 2 0.00 2,105.26
1P 16A T 3 0.00 0.00
1P 16A R 4 2,105.26 0.00
1P 10A S 5 0.00 1,052.63
1P 10A R 6 842.11 0.00
1P 20A T 7 0.00 0.00
1P 20A R 8 1,304.35 0.00
1P 20A S 9 0.00 1,304.35
1P 20A T 10 0.00 0.00
1P 20A R 11 2,222.22 0.00
1P 20A S 12 0.00 2,222.22
3P 32A RST 13 6,537.78 6,537.78
1P 10A 2P 25A ∆30mA T 14 0.00 0.00
1P 10A 2P 25A ∆30mA T 15 0.00 0.00
1P 20A 2P 25A ∆30mA R 16 3,529.41 0.00
1P 20A 2P 25A ∆30mA S 17 0.00 2,500.00
1P 20A 2P 25A ∆30mA T 18 0.00 0.00
1P 16A S 19 0.00 1,176.47
1P 16A T 20 0.00 0.00
1P 16A S 21 0.00 1,176.47
1P 16A T 22 0.00 0.00

3P 100A RST Potência


Total (VA): 18,646.39 18,075.18
Painel Obs.:
22
Corrente
itos Reserva Exigidos Total (A): 84.76 82.16
2
3 R-S S-T
Desequilíbrio
4 (%)
0,15N 3.16% 3.24%
Ref. Forma de agrupamento dos condutores
s: 1 Em feixe: ao ar livre ou sobre superfície; embutidos; em condut
elo cliente, o projeto 2 Camada ú nica sobre parede, piso ou em bandeja nã o perfurada o
3 Camada ú nica no teto
4 Camada ú nica em bandeja perfurada
de Fases 5 Camada ú nica sobre leito, suporte etc.

Fase T

Branco

0.00
0.00
2,105.26
0.00
0.00
0.00
1,304.35
0.00
0.00
1,304.35
0.00
0.00
6,537.78
888.89
1,666.67
0.00
0.00
2,500.00
0.00
1,176.47
0.00
1,176.47

18,660.23

84.82

R-T

0.07%
Máxima queda de tensão
permitida: 3%

Máximo desequilíbrio
entre fases permitido: 10%
Máximo desequilíbrio
entre fases permitido: 10%
Obtenção de Dados
Obtenção do FCA - (Tabela 42 - NBR 5410)
Números de circuitos ou de cabos multipolares
ento dos condutores
1 2 3 4 5 6 7
ície; embutidos; em conduto fechado 1.00 0.80 0.70 0.65 0.60 0.57 0.54
m bandeja nã o perfurada ou prateleira 1.00 0.85 0.79 0.75 0.73 0.72 0.72
nica no teto 0.95 0.81 0.72 0.68 0.66 0.64 0.63
bandeja perfurada 1.00 0.88 0.82 0.77 0.75 0.73 0.73
e leito, suporte etc. 1.00 0.87 0.82 0.80 0.80 0.79 0.79
de cabos multipolares Tabelas dos métodos de
8 9 a 11 12 a 15 16 a 19 >=20 referência
0.52 0.50 0.45 0.41 0.38 36 a 39 (métodos A a F)
0.71 0.70 0.70 0.70 0.70
36 e 37 (método C)
0.62 0.61 0.61 0.61 0.61
0.72 0.72 0.72 0.72 0.72
38 e 39 (métodos E e F)
0.78 0.78 0.78 0.78 0.78
1 #N/A 1 #N/A Tabela de Disjuntores
Comerciais
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A Disjuntores
Monopolares
1 #N/A 1 #N/A (1P)

1 #N/A 1 #N/A 6A

10A

16A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A 20A
1 #N/A 1 #N/A 25A
1 #N/A 1 #N/A 32A
1 #N/A 40A
1 #N/A 50A
1 #N/A 63A
1 #N/A 70A
1 #N/A 80A
1 #N/A 100A
1 #N/A 125A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A Desequilíbrio entre fases
1 #N/A 3.06%
1 #N/A 3.16%

1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
bela de Disjuntores
Comerciais
Disjuntores
Tripolares
(3P)
6A

10A

16A

20A TT Aterramento da fonte (neutro) e das massas separados. Condutor PE gerado p


25A TN-S Neutro e PE aterrados na fonte, e levados separadamente até as massas.
32A TN-C Neutro e PE unidos num mesmo condutor (PEN), que é aterrado na fonte.
40A TN-C-S Condutor PEN combina funções de neutro e terra até parte do circuito, quand
50A IT (1) Neutro aterrado através de impedância na fonte, e condutor PE gerado perto
63A IT (2) Neutro completamente isolado da terra, e condutor PE gerado perto das mass
70A
80A
100A
125A
150A
160A
175A
200A
250A
300A
400A
500A
600A
750A
800A
1000A
io entre fases
3.24% 0.07%
3.14% 0.07%
Tabela de Interruptores Diferenciais Residuais Comerci

Bipolares e Tetrapolares (2P e 4P)

25A ∆30mA ∆300mA

40A ∆30mA ∆300mA

63A ∆30mA ∆300mA

Condutor PE gerado perto das massas. 80A ∆30mA ∆300mA


e até as massas. 100A ∆30mA ∆300mA
terrado na fonte. 125A ∆30mA ∆300mA
rte do circuito, quando é separado em PE e neutro.
utor PE gerado perto das massas.
erado perto das massas.
s Residuais Comerciais

s (2P e 4P)

∆300mA

∆300mA

∆300mA

∆300mA
∆300mA
∆300mA
Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Residencial Industrial pt.1 Industrial pt.2
Projeto: Indústria de Máquinas "Kibeleza" Rua das Invençõ es, nº 2.000,
Endereço: bairro Mentirosã o, Joinville/SC
Painel: ADM
Resp.: Eng. Fulano de Tal Projetista: Eng. Fulano de Tal
Pasta: C://Documentos//Esta pasta nã o existe//Isso aqui é só um exemplo//Pare de ler isso

Dim
FP
Circuito Descrição Fases Isolação
(cos Ø)

1 Iluminaçã o 1 ADM 0.95 1 PVC


2 Iluminaçã o 2 ADM 0.95 1 PVC
3 Tomadas gerais 1 ADM 0.92 1 PVC
4 Tomadas gerais 2 ADM 0.92 1 PVC
5 Tomadas gerais 3 Copa 0.90 1 PVC
6 Condicionador de ar 1 0.87 1 PVC
7 Condicionador de ar 2 0.87 1 PVC
8 Condicionador de ar 3 0.87 1 PVC
9 Condicionador de ar 4 0.87 1 PVC

Painel: ADM 0.90 3 EPR/XLPE

Quantidade de
Barras por Fase
Barramento do Painel:
1

Esquema de aterramento: TT
Exemplos de Uso Conteúdo Didático Sobre
Industrial pt.2 Industrial pt.3 Notas sobre Exemplos
F-N F-F Esco
vençõ es, nº 2.000,
rosã o, Joinville/SC Tensões de Alimentação:
220v 381v Projeto de instalaçã o elétrica de uma indú stria de sapa
receberá energia em baixa tensã o e distribuirá para ou
ulano de Tal Temperatura ambiente: 30ºC o administrativo.
Versão: B
Dimensionamentos do Quadro
Distância Queda de
Potência Potência FCA FCT ao quadro Tensão Método de Ib (A) Iz (A) Bitola
(W) (VA) Ref. (mm²)
(m) (%)

800 842 0.75 1.00 8.00 0.31 F 3.83 16.50 1.50


800 842 0.75 1.00 11.00 0.43 F 3.83 16.50 1.50
1,500 1,630 0.75 1.00 6.00 0.27 F 7.41 23.25 2.50
1,500 1,630 0.75 1.00 10.00 0.44 F 7.41 23.25 2.50
1,500 1,667 0.75 1.00 14.00 0.62 F 7.58 23.25 2.50
1,800 2,069 1.00 1.00 3.00 0.16 B1 9.40 24.00 2.50
1,800 2,069 1.00 1.00 6.00 0.32 B1 9.40 24.00 2.50
1,800 2,069 1.00 1.00 9.00 0.48 B1 9.40 24.00 2.50
1,800 2,069 1.00 1.00 12.00 0.64 B1 9.40 24.00 2.50

13,300 14,741 1.00 1.00 12.00 0.13 B1 22.34 66.00 10.00

Qtde. de Capacidade de Circuitos Reserva no Painel


Dimensões do
Barras corrente do
barramento Total de Circuitos: 9
Total barramento
Quantidade de Circuitos (N) Circuitos Reserva Exigido
até 6 2
3F+N+T 140 15x2mm
7 a 12 3
Aterramento da fonte (neutro) e das massas 13 a 30 4
separados. Condutor PE gerado perto das massas. mais que 30 0,15N
Escopo Observações:
ma indú stria de sapatos dividido em três painéis: um principal, que Depois de alteraçõ es pedidas pelo cliente, o projeto
distribuirá para outros dois painéis: um para a á rea fabril, e outro para foi revisado para versã o B.

Balanceamento de Fases

Fase R Fase S
Disjuntor Interruptor Diferencial Residual Condutor Circuito
(IDR) de Fase
Preto Vermelho

1P 10A R 1 842.11 0.00


1P 10A S 2 0.00 842.11
1P 16A T 3 0.00 0.00
1P 16A R 4 1,630.43 0.00
1P 20A 2P 25A ∆30mA S 5 0.00 1,666.67
1P 20A 2P 25A ∆30mA T 6 0.00 0.00
1P 20A 2P 25A ∆30mA R 7 2,068.97 0.00
1P 20A 2P 25A ∆30mA S 8 0.00 2,068.97
1P 20A 2P 25A ∆30mA T 9 0.00 0.00

3P 40A RST Potência


Total (VA): 4,541.51 4,577.74
Painel Obs.:
9
Corrente
itos Reserva Exigidos Total (A): 20.64 20.81
2
3 R-S S-T
Desequilíbrio
4 (%)
0,15N 0.80% 26.01%
Ref. Forma de agrupamento dos condutores
s: 1 Em feixe: ao ar livre ou sobre superfície; embutidos; em c
elo cliente, o projeto 2 Camada ú nica sobre parede, piso ou em bandeja nã o perfur
3 Camada ú nica no teto
4 Camada ú nica em bandeja perfurada
de Fases 5 Camada ú nica sobre leito, suporte etc.

Fase T

Branco

0.00
0.00
1,630.43
0.00
0.00
2,068.97
0.00
0.00
2,068.97

5,768.37

26.22

R-T

27.01%

Máxima queda de tensão


permitida: 3%

Máximo desequilíbrio entre


fases permitido: 10%
Máximo desequilíbrio entre
fases permitido: 10%
Obtenção de Dados
Obtenção do FCA - (Tabela 42 - NBR 5410)
Números de circuitos ou de cabos multipolares
ento dos condutores
1 2 3 4 5 6 7
ície; embutidos; em conduto fechado 1.00 0.80 0.70 0.65 0.60 0.57 0.54
m bandeja nã o perfurada ou prateleira 1.00 0.85 0.79 0.75 0.73 0.72 0.72
nica no teto 0.95 0.81 0.72 0.68 0.66 0.64 0.63
bandeja perfurada 1.00 0.88 0.82 0.77 0.75 0.73 0.73
e leito, suporte etc. 1.00 0.87 0.82 0.80 0.80 0.79 0.79
de cabos multipolares Tabelas dos métodos de
8 9 a 11 12 a 15 16 a 19 >=20 referência
0.52 0.50 0.45 0.41 0.38 36 a 39 (métodos A a F)
0.71 0.70 0.70 0.70 0.70
36 e 37 (método C)
0.62 0.61 0.61 0.61 0.61
0.72 0.72 0.72 0.72 0.72
38 e 39 (métodos E e F)
0.78 0.78 0.78 0.78 0.78
1 #N/A 1 #N/A Tabela de Disjuntores
Comerciais
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A Disjuntores
Monopolares
1 #N/A 1 #N/A (1P)

1 #N/A 1 #N/A 6A

10A

16A
1 #N/A 1 #N/A
1 #N/A 1 #N/A 20A
1 #N/A 1 #N/A 25A
1 #N/A 1 #N/A 32A
1 #N/A 40A
1 #N/A 50A
1 #N/A 63A
1 #N/A 70A
1 #N/A 80A
1 #N/A 100A
1 #N/A 125A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A Desequilíbrio entre fases
1 #N/A 0.80%
1 #N/A 0.79%

1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
1 #N/A
bela de Disjuntores
Comerciais
Disjuntores
Tripolares
(3P)
6A

10A

16A

20A TT Aterramento da fonte (neutro) e das massas separados. Condutor PE gerado p


25A TN-S Neutro e PE aterrados na fonte, e levados separadamente até as massas.
32A TN-C Neutro e PE unidos num mesmo condutor (PEN), que é aterrado na fonte.
40A TN-C-S Condutor PEN combina funções de neutro e terra até parte do circuito, quand
50A IT (1) Neutro aterrado através de impedância na fonte, e condutor PE gerado perto
63A IT (2) Neutro completamente isolado da terra, e condutor PE gerado perto das mass
70A
80A
100A
125A
150A
160A
175A
200A
250A
300A
400A
500A
600A
750A
800A
1000A
io entre fases
26.01% 27.01%
20.64% 21.27%
Tabela de Interruptores Diferenciais Residuais Comerci

Bipolares e Tetrapolares (2P e 4P)

25A ∆30mA ∆300mA

40A ∆30mA ∆300mA

63A ∆30mA ∆300mA

Condutor PE gerado perto das massas. 80A ∆30mA ∆300mA


e até as massas. 100A ∆30mA ∆300mA
terrado na fonte. 125A ∆30mA ∆300mA
rte do circuito, quando é separado em PE e neutro.
utor PE gerado perto das massas.
erado perto das massas.
s Residuais Comerciais

s (2P e 4P)

∆300mA

∆300mA

∆300mA

∆300mA
∆300mA
∆300mA
Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Residencial Industrial pt.1 Industrial pt.2
Notas sobre Exemplos
→ Introdução
Os dois exemplos disponíveis têm como finalidade mostrar dimensionamentos completos já preenchidos,
diferentes. No primeiro, temos uma instalaçã o residencial composta por um ú nico painel (ou quadro), num
na outra, temos uma indú stria, com 3 painéis e localizada em outra cidade.

Obviamente que cada projeto terá suas particularidades, e o usuá rio desta planilha jamais encontrará situa
exemplos - até porque estes exemplos nã o acompanham planta baixa, entã o nã o há como conferir os detal
ainda assim os exemplos têm mais a funçã o de mostrar o funcionamento da planilha do que serem demons

→ Exemplo 1
No exemplo 1 temos uma instalaçã o bem grande de uma residência. Note que nem todos os circuitos possu
pertence sempre ao projetista, cabendo a ele seguir a norma e ter bom senso, e nesses casos as informaçõ e
foram deletadas (selecione a célula e pressione Delete).

Veja também que este dimensionamento possui apenas 16 circuitos, ao contrá rio da planilha onde sã o disp
algumas linhas foram excluídas para deixar a estética da planilha melhor, mas você deve ter cuidado ao faz
inteiras, ou seja, nã o clique no nú mero respectivo da linha à esquerda, para depois excluí-la. Isso pode traz
esperados para a planilha por poder haver informaçõ es referenciais importantes em colunas mais à direita

Para apagar o conteú do de linhas inteiras, você deve fazer do modo manual: selecione todas as células que
as células pretas que ficam nas laterais), depois clique com o botã o direito sobre a seleçã o, e clique em "ex
as células para cima posteriormente.

Essa planilha foi feita para impedir que açõ es erradas ou pouco previsíveis do usuá rio sejam catastró ficas
normal, mas ainda assim situaçõ es podem ocorrer. Evite entã o excluir linhas inteiras, e procure apenas ex
Ainda, evite ao má ximo excluir linhas parcialmente. Ou seja, caso queira excluir a linha de um circuito, voc
células daquele circuito, para nã o misturar as linhas de um circuito com as de outro. Isso traria resultados
dimensionamento, e cabe ao usuá rio nã o cometer esse erro.

→ Exemplo 2
Dividido em três partes, este exemplo contempla uma instalaçã o industrial, na qual há três painéis: um del
no qual a energia elétrica vinda do medidor de energia chega. A partir deste painel saem dois conjuntos de
vai para o Painel-Fá brica (parte 2), e outro vai para o Painel-ADM (parte 3). Ou seja, do ponto de vista do P
painéis sã o como circuitos comuns, como se fossem circuitos de iluminaçã o ou tomadas. Entã o eles sã o dim
assim.

Porém, estes painéis possuem circuitos pró prios. Entã o as informaçõ es relativas a cada painel sã o obtidas
todos os circuitos dimensionados nele. Entã o para fazer este exemplo foram dimensionados primeiro os pa
(partes 2 e 3), para depois dimensionar o painel principal (parte 1). É como se você primeiro fosse determ
quer levar na mesma sacola no supermercado, para depois escolher uma sacola no tamanho apropriado.

Em cada dimensionamento a ú ltima linha é relativa sempre ao painel, ou seja, é um somató rio (ou uma mé
valores dos circuitos dimensionados acima. Mas no caso deste exemplo, os dimensionamentos dos painéis
situaçõ es:

1- No pró prio dimensionamento do painel, sendo a ú ltima linha do dimensionamento;


2- No dimensionamento do painel principal (parte 1), onde aparecem como se fossem circuitos comuns.
É crucial que essas informaçõ es sejam iguais, ou ao menos o mais matematicamente semelhantes possível
devido a arredondamentos que o Excel pode fazer num caso e nã o no outro, dependendo de como a inform
informaçõ es precisam ser o mais semelhantes possível.
É crucial que essas informaçõ es sejam iguais, ou ao menos o mais matematicamente semelhantes possível
devido a arredondamentos que o Excel pode fazer num caso e nã o no outro, dependendo de como a inform
informaçõ es precisam ser o mais semelhantes possível.

Para garantir essa semelhança, nã o tem jeito fá cil: você terá de copiar os dados obtidos na ú ltima linha do
específico de cada planilha, e colá -los no circuito respectivo da planilha do painel principal. Só tome um cu
dados das células que você preencheu anteriormente, e nã o os calculados automaticamente. Fazer isso pod
dos cá lculos e deixar seu dimensionamento catastroficamente errado.

De forma a explicar melhor essa ú ltima parte:


* Na aba "2.2. Ex.2 - Industrial pt.1", a linha 12, que representa o circuito 1, é igual à linha 34 da aba "2.2. E
representa o dimensionamento completo do Painel-Fá brica;
* Na aba "2.2. Ex.2 - Industrial pt.1", a linha 13, que representa o circuito 2, é igual à linha 21 da aba "2.2. E
representa o dimensionamento completo do Painel-ADM.
Pequenas diferenças numéricas podem ocorrer em decorrência de arredondamentos, mas o conteú do no g
nã o causar dú vidas em quem for ler seu projeto.
plos de Uso Conteúdo Didático Sobre
strial pt.2 Industrial pt.3 Notas sobre Exemplos

Notas do usuá rio


pletos já preenchidos, explorando casos
ainel (ou quadro), numa determinada cidade. Já

amais encontrará situaçõ es iguais à s dos


omo conferir os detalhes da instalaçã o -, mas
do que serem demonstraçõ es prá ticas em si.

odos os circuitos possuem IDR - essa escolha


es casos as informaçõ es dos IDR simplesmente

planilha onde sã o dispostos 30. Obviamente


deve ter cuidado ao fazer isso. Nã o exclua linhas
xcluí-la. Isso pode trazer funcionamentos nã o
colunas mais à direita, nã o visíveis ao usuá rio.

e todas as células que deseja excluir (incluindo


leçã o, e clique em "excluir", mandando deslocar

o sejam catastró ficas para seu funcionamento


s, e procure apenas excluir células.
ha de um circuito, você deve excluir todas as
Isso traria resultados incorretos no

há três painéis: um deles é o principal (parte 1),


aem dois conjuntos de cabos alimentadores: um
do ponto de vista do Painel-Principal, os demais
das. Entã o eles sã o dimensionados exatamente

da painel sã o obtidas levando em consideraçã o


onados primeiro os painéis Fá brica e ADM
primeiro fosse determinar quantos produtos
amanho apropriado.

omató rio (ou uma média, em alguns casos), dos


namentos dos painéis aparecem em duas

m circuitos comuns.
semelhantes possível. Podem ocorrer diferenças
ndo de como a informaçã o for digitada, mas as
os na ú ltima linha do dimensionamento
ncipal. Só tome um cuidado: copie somente os
amente. Fazer isso pode mudar os referenciais

linha 34 da aba "2.2. Ex. 2 - Industrial pt.2", que

linha 21 da aba "2.2. Ex. 2 - Industrial pt.3", que

s, mas o conteú do no geral precisa ser igual para


Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Tensõ es de Fase Potências Esquemas de aterramento
Tensões de Fase
→ Introdução
Você já deve ter conhecimento de que para medir uma tensã o elétrica sempre é necessá rio medir dois pon
nada mais é do que a diferença de potencial entre estes dois pontos. Você subtrai um valor de outro e pron
Este cá lculo é extremamente simples num sistema de dois fios, onde a corrente elétrica chega no equipam
fase, e retorna à fonte através do condutor neutro. Essa facilidade se dá porque o neutro nã o possui potenc
cima dele é 0V. Entã o a tensã o na fase acaba sendo a pró pria diferença de potencial, uma vez que subtrair
gera diferença nenhuma.

Mas nã o é todo sistema que fecha o circuito através de uma fase e um neutro. É possível fazer isso com doi
de tensã o diferentes de 0. A aná lise nã o deixa de ser simples: a corrente sempre fluirá do ponto que possui
ponto que possui menor potencial. Por exemplo: se num fio você possuir, num dado momento, 100V, e no o
a diferença de potencial entre ambas será de 70V, e a corrente fluirá do fio de 100V (o que tem mais poten
o fio de 30V (o que tem menos potencial nesse momento) com uma intensidade limitada pela diferença de

Isso tudo é verdadeiro e simples para um sistema de corrente contínua, mas fica um pouco mais complicad
onde os valores das tensõ es nã o sã o fixos. Eles seguem um comportamento senoidal, entã o num dado mom
em outro sã o negativos, passando pelo 0 no meio do caminho. Isso significa que a corrente elétrica, que sem
maior para o ponto de menor potencial, também terá seu sentido alternado: uma vez que o nível de tensã o
da subtraçã o desses potenciais pode ficar negativa, o que significa que a corrente está no sentido oposto ao

Num sistema de corrente alternada essa oscilaçã o ocorre literalmente o tempo todo: a cada segundo, a cor
sentido 60 vezes (e é daí que surge nossa frequência de rede de 60Hz). No caso de corrente alternada, sem
mesmo sistema. Em todas elas o valor de tensã o é igual, porém defasado. Isso significa que a onda senoida
comportamento de cada fase chega sempre nos mesmos valores de pico, porém uma está atrasada ou adia
É como se fosse uma corrida de fó rmula 1, onde dois ou três carros andam sempre nas mesmas velocidade
mesmo trajeto, porém um deles um pouco atrá s do outro. Eles jamais irã o se encontrar se mantiverem este
distâ ncia entre ambos nunca muda. Com duas ou três fases é exatamente o mesmo: seus valores vã o oscila
conforme o passar do tempo, mas uma sempre um pouco atrasada ou adiantada com relaçã o à outra.

→ Tensão de 110, 127, 220 ou 380V

Atualmente (jan/2019), existem dois níveis de tensã o de rede elétrica no Brasil: 127V e 220V. Nã o existe m
antigamente era comum. Ele foi substituído pelo nível de 127V, e as concessioná rias só fornecem agora a t
O motivo de haver dois níveis de tensã o no Brasil é simples: determinadas regiõ es importavam produtos d
utilizava a tensã o de 110V, enquanto que outras regiõ es importavam da Europa, onde se utilizava a tensã o
elétricas tiveram de ser dimensionadas pelas concessioná rias de forma a atender a maioria dos produtos e
existentes no local.

É importante saber ao quê se refere esses níveis de tensã o: os valores de 127V e 220V sã o tensõ es fase-ne
efetivamente a tensã o no condutor fase (já que no neutro a tensã o é nula).
Você já deve saber que a Lei de Ohm nos mostra que quanto maior a tensã o, menor a corrente elétrica nec
equipamento entregar a mesma potência. E como é a corrente elétrica que exige cabos mais grossos e uma
avantajada capaz de suportar a instalaçã o elétrica, é correto assumir que devemos sempre tentar reduzir a
custos com a obra (claro, até um certo ponto para nã o tornar tudo inseguro). Nesse sentido, locais do país
alimentaçã o é 127V podem utilizar duas fases para alimentar circuitos de maior potência, como chuveiros
Entã o ao colocar duas fases alimentando o mesmo circuito, a corrente chegará sempre pela fase que está c
retornará à fonte pela fase que naquele momento estiver com valor mais baixo, e esse fluxo de corrente sem
conforme os valores de tensã o das fases forem se alternando.
custos com a obra (claro, até um certo ponto para nã o tornar tudo inseguro). Nesse sentido, locais do país
alimentaçã o é 127V podem utilizar duas fases para alimentar circuitos de maior potência, como chuveiros
Entã o ao colocar duas fases alimentando o mesmo circuito, a corrente chegará sempre pela fase que está c
retornará à fonte pela fase que naquele momento estiver com valor mais baixo, e esse fluxo de corrente sem
conforme os valores de tensã o das fases forem se alternando.

Coicidência ou nã o, ao alimentar um circuito com duas fases em 127V, a tensã o resultante é justamente 22
dimensionamento que seria feito em outros locais do país onde a tensã o da rede já é de 220V.
Ou seja: para descobrirmos qual o nível de tensã o fase-fase já conhecendo o nível fase-neutro, basta multip
multiplicaçã o é devido à defasagem entre as duas fases, que é de 120º, fazendo com que o resultado de dua
soma delas, como seria intuitivo imaginar, mas sim essa multiplicaçã o por √3.

É assim que se obtém também o famoso valor de 380V: ele nada mais é do que a tensã o fase-fase quando ju
tensã o de 220V. Ou seja, 220x√3=380.

→ Valor RMS
A tensã o fase-neutro é utilizada em circuitos e equipamentos de potência relativamente menor. Como foi e
obtê-la é extremamente é simples: a tensã o fase-neutro tem como valor a pró pria tensã o na fase.
Já a tensã o fase-fase é obtida da subtraçã o do valor de uma fase em outra.
Porém, em todos os casos os valores de tensã o em cada fase considerada estã o sempre oscilando. Entã o es
que consideramos nos cá lculos de dimensionamentos na verdade nã o sã o exatamente verdadeiros, de um
Se você colocar os dedos na tomada (nã o faça isso), qual o valor da tensã o do choque que irá levar? Nã o há
essa tensã o está sempre mudando. Seu valor segue um comportamento senoidal, e a nã o ser que fosse pos
tempo para medir momentaneamente, esse valor é indeterminá vel sem o auxílio de equipamentos ou softw
surgem os valores de 127 e 220?

Esses valores sã o chamados de RMS, uma sigla que vem do inglês Root Mean Square, algo livremente trad
quadrá tica. Na bibliografia em português esses valores sã o chamados simplesmente de eficazes, e nada m
de conseguir usar a tensã o como uma constante para permitir cá lculos. Entã o a onda senoidal que represe
tensã o é "convertida" numa reta, permitindo sua aná lise como um valor fixo e seu uso em cá lculos, o que to
dimensionamentos. Mas é importante você saber: a tensã o da rede é alternada, entã o seu valor nã o é fixo,
seu valor má ximo) chega sempre muito mais alto do que o valor RMS que utilizamos nos cá lculos (mais pr
onda senoidal é a multiplicaçã o de seu valor RMS por √2).

Matematicamente falando, o que essa conta de "conversã o" faz é pegar a metade negativa da tensã o (ou se
senó ide) e transformá -la em positiva, para que entã o ela possa ser usada em conjunto com a metade que já
encontrar a média da tensã o e usá -la nos cá lculos. Essa média é a tensã o RMS.

Representaçã o grá fica da conversã o de uma onda senoidal original (vermelha) numa
RMS (azul), transformando a parte negativa dela em positiva (também azul)

Entã o, pra resumir a conversa: em sistemas de tensã o alternada, os valores de tensã o estã o sempre varian
RMS para permitir cá lculos, e sã o sempre estes valores RMS que utilizamos nos dimensionamentos em pro
elétricas.
plos de Uso Conteúdo Didático Sobre
de aterramento

Notas do usuá rio


ssá rio medir dois pontos distintos. A tensã o
valor de outro e pronto, obtém a tensã o.
ica chega no equipamento através do condutor
utro nã o possui potencial, ou seja, a tensã o em
uma vez que subtrair 0 de qualquer valor nã o

vel fazer isso com dois ou mais fios com níveis


á do ponto que possui maior potencial para o
momento, 100V, e no outro houver somente 30V,
o que tem mais potencial nesse momento), para
ada pela diferença de 70V entre ambos.

pouco mais complicado na corrente alternada,


entã o num dado momento eles sã o positivos, e
rrente elétrica, que sempre flui do ponto de
z que o nível de tensã o vai variando, a resultante
á no sentido oposto ao que você calculou.

a cada segundo, a corrente elétrica alterna seu


rrente alternada, sempre há 1, 2 ou 3 fases num
ca que a onda senoidal que rege o
está atrasada ou adiantada com relaçã o à outra.
as mesmas velocidades e passam pelo exato
ar se mantiverem este comportamento, e a
eus valores vã o oscilando para cima e para baixo
relaçã o à outra.

V e 220V. Nã o existe mais o nível de 110V, que


só fornecem agora a tensã o elétrica nesse valor.
mportavam produtos dos Estados Unidos, onde se
e se utilizava a tensã o de 220V. Entã o as redes
maioria dos produtos elétricos e eletrô nicos já

V sã o tensõ es fase-neutro, ou seja, o valor é

corrente elétrica necessá ria para um


os mais grossos e uma infraestrutura mais
empre tentar reduzir a corrente para reduzir
entido, locais do país onde a tensã o de
ência, como chuveiros ou torneiras elétricas.
re pela fase que está com valor mais alto, e
e fluxo de corrente sempre ficará se alterando,
tante é justamente 220V, permitindo o mesmo
de 220V.
e-neutro, basta multiplicá -lo por √3. Essa
que o resultado de duas fases nã o seja a simples

sã o fase-fase quando juntamos duas fases com

nte menor. Como foi explicado antes, a forma de


nsã o na fase.

re oscilando. Entã o esses valores de 127 ou 220


e verdadeiros, de um certo ponto de vista.
que irá levar? Nã o há como determinar, porque
nã o ser que fosse possível você congelar o
equipamentos ou softwares. Entã o de onde

e, algo livremente traduzido para raiz média


de eficazes, e nada mais sã o do que uma forma
senoidal que representa o comportamento da
o em cá lculos, o que torna possível os
o seu valor nã o é fixo, e o pico da tensã o (ou seja,
nos cá lculos (mais precisamente, o pico de uma

ativa da tensã o (ou seja, a parte inferior da


o com a metade que já era positiva para

ginal (vermelha) numa reta


sitiva (também azul)

o estã o sempre variando, mas sã o convertidos em


ensionamentos em projetos de instalaçõ es
Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Tensõ es de Fase Potências Esquemas de aterramento
Potências
→ Introdução
A definiçã o física de "potência elétrica" é conversã o de energia elétrica em trabalho. Ou seja, a potência rep
disponível que foi transformada em alguma outra energia para fazer um equipamento funcionar.
Como nã o há nenhum sistema perfeito no mundo, nem toda a energia "lançada" num equipamento é conve
Um pouco sempre é perdido, e normalmente pensamos que essas perdas sã o térmicas, como é muito comu
Por exemplo, seu computador, nesse exato momento, está esquentando um pouco, e esse calor consome en
Essa energia poderia estar sendo gasta em trabalho feito por seu computador, ou economizada. Você irá pa
energia elétrica desse mês, por essa energia que virou calor e nã o foi aproveitada para nada. Ou seja, quan
perdas, melhor, embora isso seja uma característica do pró prio equipamento, e nã o da instalaçã o em si.

Mas existe outro tipo de "perda". A potência elétrica pode ser classificada em três tipos: ativa, reativa e apa
todas as três para entender seus significados e no que elas efetivamente implicam na hora de fazer um pro
elétricas.

→ Potência Ativa
Essa é a mais fá cil de entender. Dentre toda a potência consumida (que chamaremos de aparente), a ativa
equipamento funcionar, incluindo aquela que é "jogada fora" por ser transformada somente em calor ou ou
liga uma geladeira na tomada e a potência dela é 400W, esse é o valor de potência ativa, ou seja, é a quanti
para fazer o compressor (e os outros sistemas dela) funcionar, incluindo aquilo que vira calor e é dissipado

Normalmente a potência ativa compõ e a maior parte da potência consumida por um equipamento. E isso n
potência ativa é a parte que mais importa, idealmente ela deve sim sempre ser a maior parcela.
A unidade de medida da potência ativa é o Watt, e ela é representada normalmente pela letra P, sendo obti
multiplicaçã o da tensã o pela corrente elétrica.
Ou seja: P = VxI.

Adicionalmente, temos outra unidade de medida muito comum no Brasil para representar potência, que é
pode ser facilmente convertido em Watts: 1CV=735,5W. Essa unidade de medida é bastante comum na des
motores elétricos.

→ Potência Reativa
O uso de componentes extremamente comuns, como capacitores e indutores, torna necessá rio entender o
reativa. Basicamente é uma parcela da potência consumida pelo equipamento que nã o é convertida em tra
armazenada no campo magnético (no caso de indutores) ou no campo elétrico (no caso de capacitores) e n
pelo equipamento, tornando-se simplesmente um gasto.

A potência reativa nã o só é um consumo inú til, como também apresenta outro problema: seu fluxo é contr
essa potência é "jogada" de volta na rede elétrica, como se seu equipamento fosse um gerador e estivesse j
volta para a rede. Porém essa energia nã o é aproveitá vel. É como se a rede elétrica fosse uma tubulaçã o, qu
residência. Você consome uma certa quantidade de á gua (potência ativa), mas joga de volta, na mesma tub
quantidade de esgoto (potência reativa). Entã o o tamanho de sua tubulaçã o precisa comportar nã o só a á g
consome, mas também esse retorno de esgoto, que, além de ocupar espaço, nã o serve para nada, embora s
gerado. Potência reativa é exatamente isso: algo que sempre irá surgir em componentes que armazenam e
indutores e capacitores, mas deve sempre ser reduzida o má ximo possível por nã o gerar trabalho e ocupar

A unidade de potência reativa é o VAr, ou seja, o Volt-Ampere Reativo. Em consumidores residenciais, a po


faturada, ou seja, você nã o paga por essa energia "suja" que seus equipamentos podem gerar, porque a par
baixa. Já em unidades industriais é exigido um percentual má ximo de energia reativa que pode ser gerada
total faturada, e se esse percentual nã o for atingido pela empresa a concessioná ria pode aplicar uma multa
percentual é medido com relaçã o à potência ativa, e é de 92%. Damos a ele o nome de Fator de Potência, q
A unidade de potência reativa é o VAr, ou seja, o Volt-Ampere Reativo. Em consumidores residenciais, a po
faturada, ou seja, você nã o paga por essa energia "suja" que seus equipamentos podem gerar, porque a par
baixa. Já em unidades industriais é exigido um percentual má ximo de energia reativa que pode ser gerada
total faturada, e se esse percentual nã o for atingido pela empresa a concessioná ria pode aplicar uma multa
percentual é medido com relaçã o à potência ativa, e é de 92%. Damos a ele o nome de Fator de Potência, q

Representamos a potência reativa pela letra Q nos cá lculos.

→ Potência Aparente
Vimos entã o que temos, até agora, dois tipos de potência: a ativa, que é a que gera trabalho, e a reativa, que
nenhum e é devolvida à fonte. O terceiro tipo nada mais é do que a combinaçã o das duas, gerando a potênc
por um equipamento ou obra. Essa potência é chamada de Aparente.

Essa potência é dada pela soma fasorial das outras duas potências, mas nã o entraremos em detalhes agora
que compõ e esses cá lculos, que envolvem nú meros complexos.
Podemos calcular a potência aparente, que é representada pela letra S, da seguinte forma:
S = √(P² + Q²)
Ou seja, a potência aparente é raiz da soma quadrá tica das potências ativa e reativa. Sua unidade de medid
ela é que melhor mede a quantidade de energia elétrica que uma obra ou equipamento efetivamente conso
consideraçã o nã o só a potência ativa, mas também a reativa.

Você pode se deparar, na bibliografia, com o termo "triâ ngulo de potência". É , como o nome sugere, um tri
representamos as três potências fasorialmente. A potência ativa sempre será positiva, e fica na horizontal.
positiva (se for majoritariamente indutiva) ou negativa (se for majoritariamente capacitiva), e fica na verti
potência ativa. Já a aparente interliga as duas. Note que a potência aparente nada mais é do que a hipotenu

Triâ ngulo de potência, representando S, P e Q

→ Fator de Potência
Pela imagem do triâ ngulo de potência deve ter ficado claro que a potência aparente é sempre a maior de to
num triâ ngulo retâ ngulo a hipotenusa é sempre maior que os catetos. De qualquer forma, conhecendo o va
da potência ativa, podemos obter o fator de potência, que representa, como já vimos antes, quanto da potê
equipamento ou obra consome é efetivamente convertido em trabalho. O cá lculo é simples:

FP=P/S.
Ao dividir a potência ativa pela aparente obtemos o percentual de potência ú til dentro do total demandado
maior que 100%: se nã o houver potência reativa, a divisã o de P por S resultará em 1, o que significa que to
será convertida em trabalho - ou seja: P e S serã o iguais.

Para o caso de equipamentos elétricos, o fator de potência é algo que deve ser informado pelo fabricante, e
do produto ou em alguma outra documentaçã o dele à qual o usuá rio tenha acesso. No dimensionamento d
pegar essa informaçã o e inseri-la na coluna respectiva ao fator de potência para deixar o dimensionament
circuitos gerais, nã o há uma forma de calcular o fator de potência dele porque isso dependerá de quais equ
nas tomadas ao mesmo tempo, ou seja, o fator de potência do circuito estará sempre mudando. Entã o o pro
com base em fatores de potência comuns de equipamentos que ele espera que sejam ligados nas tomadas

Em casos industriais, onde o controle do fator de potência é algo muito importante, é comum o uso de ban
neutralizar a potência reativa, que é a responsá vel pela reduçã o do fator de potência. Isso porque normalm
reativa sã o cargas indutivas (normalmente motores), entã o você neutraliza um indutor com seu oposto - u
de capacitores). Assim é possível controlar, até certo ponto, a quantidade e capacitâ ncia dos capacitores qu
para que o fator de potência da obra nã o fique abaixo dos limites impostos pela concessioná ria, coisa que,
para a rede elétrica e meio ambiente, ainda pode ter um revés financeiro na forma de multa.
Em casos industriais, onde o controle do fator de potência é algo muito importante, é comum o uso de ban
neutralizar a potência reativa, que é a responsá vel pela reduçã o do fator de potência. Isso porque normalm
reativa sã o cargas indutivas (normalmente motores), entã o você neutraliza um indutor com seu oposto - u
de capacitores). Assim é possível controlar, até certo ponto, a quantidade e capacitâ ncia dos capacitores qu
para que o fator de potência da obra nã o fique abaixo dos limites impostos pela concessioná ria, coisa que,
para a rede elétrica e meio ambiente, ainda pode ter um revés financeiro na forma de multa.
plos de Uso Conteúdo Didático Sobre
de aterramento

Notas do usuá rio


Ou seja, a potência representa quanto da energia
o funcionar.
equipamento é convertida por ele em trabalho.
as, como é muito comum em sistemas elétricos.
esse calor consome energia para ser gerado.
onomizada. Você irá pagar, em sua fatura de
ra nada. Ou seja, quanto mais reduzirmos as
da instalaçã o em si.

os: ativa, reativa e aparente. Aqui abordaremos


a hora de fazer um projeto de instalaçõ es

de aparente), a ativa é aquela que faz seu


omente em calor ou outras perdas. Entã o se você
iva, ou seja, é a quantidade de energia necessá ria
vira calor e é dissipado na parte traseira dela.

equipamento. E isso nã o é por acaso: como a


or parcela.
pela letra P, sendo obtida pela simples

sentar potência, que é o CV, ou cavalo vapor. Ele


astante comum na descriçã o da potência de

necessá rio entender o conceito de potência


ã o é convertida em trabalho. Essa potência é
aso de capacitores) e nã o chega a ser aproveitada

ema: seu fluxo é contrá rio ao consumo. Ou seja,


m gerador e estivesse jogando energia elétrica de
osse uma tubulaçã o, que fornece á gua para sua
e volta, na mesma tubulaçã o, uma pequena
comportar nã o só a á gua que você recebe e
e para nada, embora seja algo naturalmente
ntes que armazenam energia, como bobinas,
erar trabalho e ocupar espaço nos cabos.

ores residenciais, a potência reativa nã o é


m gerar, porque a parcela é normalmente muito
a que pode ser gerada com relaçã o à potência
ode aplicar uma multa. Normalmente o
e Fator de Potência, que veremos em breve.
abalho, e a reativa, que nã o gera trabalho
duas, gerando a potência total consumida/gerada

mos em detalhes agora sobre a parte matemá tica

orma:

Sua unidade de medida é o VA (Volt-Ampere), e


to efetivamente consome, porque leva em

o nome sugere, um triâ ngulo no qual


a, e fica na horizontal. Já a reativa pode ser
acitiva), e fica na vertical, "saindo da ponta" da
is é do que a hipotenusa nesse triâ ngulo.

PeQ

é sempre a maior de todas, da mesma forma que


rma, conhecendo o valor da potência aparente e
antes, quanto da potência total que um
mples:

ro do total demandado. Note que ele nunca será


o que significa que toda a potência demandada

mado pelo fabricante, e deve constar no manual


o dimensionamento de TUEs, o projetista pode
ar o dimensionamento bem preciso. No caso de
ependerá de quais equipamentos serã o ligados
mudando. Entã o o projetista pode estimar um,
ligados nas tomadas daquele circuito.

comum o uso de bancos de capacitores para


. Isso porque normalmente o que causa potência
tor com seu oposto - um capacitor (ou um banco
ncia dos capacitores que fazem parte deste banco
essioná ria, coisa que, além de ser prejudicial
e multa.
Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Tensõ es de Fase Potências Esquemas de aterramento
Esquemas de Aterramento
→ Significado dos esquemas
A norma NBR 5410 define três esquemas de aterramento distintos, para uso em instalaçõ es de baixa tensã
IT e TN. Ainda, o esquema TN é dividido em três: TN-C, TN-S e TN-C-S, fazendo com que tenhamos um tota
aterramento distintos.

Neste có digo, a primeira letra indica qual a situaçã o da alimentaçã o com relaçã o à terra. Ou seja:
T: um ponto da alimentaçã o (normalmente o ponto neutro de um transformador em configuraç
aterrado;
I: as partes energizadas sã o isoladas da terra, ou aterradas através de uma alta impedâ ncia.
Já a segunda letra indica a situaçã o das massas (que sã o as carcaças metá licas dos equipamentos, ou os pr
ou seja, as cargas) com relaçã o ao aterramento, ou seja, como os circuitos sã o aterrados. Entã o:
T: as cargas sã o diretamente aterradas;
N: as cargas sã o ligadas a um condutor aterrado no ponto de alimentaçã o (normalmente o neut
Por fim, no caso dos esquemas TN, há também outras duas letras a considerar:
S: os condutores neutro e terra sã o separados, ou seja, há um condutor (ou cabo) para executar
para a funçã o de terra;
C: as funçõ es de neutro e terra sã o executadas pelo mesmo condutor (chamado PEN).
Um detalhe importante: quando falamos em "massas", nã o estamos nos referindo necessariamente a um ú
um computador ou uma geladeira, e sim a um conjunto de equipamentos ou circuitos que, para fins de pra
como uma coisa só , devido a sua ligaçã o ser semelhante. Os diagramas dos esquemas de aterramento apre
podem ser utilizados para interpretaçã o de ligaçã o de disjuntores ou outros dispositivos de proteçã o, por
mais geral do circuito.

Ainda, as simbologias L1, L2 e L3 serã o usadas nos diagramas abaixo para representar as fases R, S e T (ou
representa o condutor Neutro, e PE representa o terra (vem do inglês Protection Earth), enquanto que PE
servindo ao mesmo tempo nas funçõ es terra (PE) e neutro (N).

→ Esquema TT
Neste esquema, os condutores neutro e terra sã o separados durante toda a sua extensã o. Ou seja, em nenh
conectados num mesmo eletrodo (haste) de aterramento, sendo condutores distintos em toda a instalaçã o
Ainda, sã o feitos dois (ou mais) aterramentos: um para o neutro do secundá rio do transformador, feito pr
outro(s) aterrando as massas, que podem inclusive ser consistidas de mais de um edifício. Neste caso, é re
aterramento para cada edifício, e massas de um mesmo edifício devem estar aterradas pelo mesmo eletro

O esquema TT é considerado o mais eficiente esquema de aterramento previso pela NBR 5410, e é recome
escolha dos projetistas. Ele permite a instalaçã o de dispositivos de proteçã o adicional (além dos disjuntor
(ou mesmo DDRs), e também é mais recomendá vel ainda em instalaçõ es onde haja grande distâ ncia entre
(transformador) e os pontos de consumo.

Eletricamente falando, caso haja uma diferença de potencial no ponto de instalaçã o do eletrodo de aterram
relaçã o aos demais eletrodos de aterramento das massas, isso nã o fará diferença para a conduçã o elétrica
neste caso nã o participa do fechamento do circuito, e só servirá para manter desernegizadas as carcaças c
equipamentos, e também para desviar sobrecorrentes para a terra.
Esquema de aterramento TT

→ Esquemas TN
Os esquemas de aterramento do tipo TN sã o divididos em três: TN-S, TN-C, e TN-CS.

↠ Esquema TN-S
Neste esquema, os condutores Neutro e Terra sã o aterrados no mesmo ponto, pró ximo da fonte de alimen
transformador), mas seguem até os pontos de consumo em condutores (cabos) separados. Ou seja, há som
aterramento, que fica pró ximo da fonte, no qual os condutores N e PE sã o aterrados igualmente, para depo
separadamente, até as massas.

Por mais que sejam interligados, os condutores N e PE têm, como era de se esperar, funçõ es diferentes: o N
qual é esperado passagem de corrente o tempo inteiro, devido à sua ligaçã o com os equipamentos elétrico
enquanto que o condutor PE (terra) será ligado somente à s carcaças ou placas internas dos equipamentos
escoar fugas de corrente para a terra, e manter sempre desernegizadas as partes externas condutoras dos
assim choques elétricos nos usuá rios. Ou seja, a passagem de corrente pelo PE será , quando existir, tempo

Este esquema é recomendá vel caso nã o seja possível (ou economicamente viá vel) fazer o aterramento no
recomendá vel quando a fonte de energia (secundá rio do transformador) nã o estiver muito distante dos p

Esquema de aterramento TN-S

↠ Esquema TN-C
No esquema TN-C temos a utilizaçã o do condutor PEN, que reú ne as funçõ es de terra (PE) e neutro (N) nu
nome PEN). Nã o há , neste esquema, distinçã o entre neutro e terra, pois há somente um cabo que exerce a
O aterramento deste condutor PEN se dá pró ximo da fonte de alimentaçã o (secundá rio do transformador)
ú nico condutor segue até as massas da instalaçã o.
Por nã o fazer distinçã o entre terra e neutro, este esquema de aterramento é o menos recomendável, e só
esquemas nã o forem compatíveis ou possíveis de serem executados.
Neste esquema o funcionamento de IDRs é um pouco prejudicado, dando mais um motivo para o esquema
recomendá vel. Os IDRs (ou DDRs) servem para detectar se toda a corrente que chega até um equipamento
neutro. Caso nã o retorne, há uma fuga de corrente (que pode ser pelo fio terra do equipamento, se existir,
usuá rio que nã o está isolado do piso onde ele se encontra), e se essa fuga for superior ao limite permitido
30mA), ele abre o circuito. O problema do esquema TN-C é que ele nã o consegue detectar fugas de corren
equipamento, uma vez que esse fio terra é o mesmo que o fio neutro, entã o a corrente que chega pela fase
por esse fio PEN. Entã o esse tipo de fuga nã o é detectá vel pelo IDR. Já fugas causadas por contato de uma p
equipamento, fazendo com que a corrente chegue pela fase, passe pelo equipamento, depois passe pela pe
com o equipamento e escoe pela terra abaixo dos pés dela, essas sim sã o detectá veis pelo IDR, pois serã o c
e nã o retornarã o pelo PEN, sensibilizando o IDR e fazendo-o atuar.

À direita você encontra uma imagem para melhor compreensã o do funcionamento interno de um IDR.

Esquema de aterramento TN-C

↠ Esquema TN-C-S
O esquema TN-C-S nada mais é do que a aplicaçã o dos esquemas TN-C e TN-S na mesma instalaçã o. Haver
em que os condutores terra (PE) e neutro (N) serã o unidos num só (PEN), configurando o esquema TN-C,
ponto da instalaçã o, esse condutor PEN é separado em PE e N. A ordem de esquemas precisa ser necessar
TN-C não pode vir depois (ou à jusante) do esquema TN-S.

Sobre a instalaçã o de IDR nesse esquema, fazem-se as mesmas consideraçõ es já feitas acima: uma vez que
mais é do que uma parte da instalaçã o no esquema TN-C, e outra no esquema TN-S, cada parte segue as re
feitas acima.

Esquema de aterramento TN-C-S

→ Esquema IT
Este esquema, antigamente muito comum nos Estados Unidos (e nã o utilizado mais em dias atuais), deter
interligado à terra em nenhum ponto da instalaçã o, ou, se for, que seja através de uma alta impedâ ncia, pa
corrente. Ou seja, nã o há uma referência de tensã o (ou potencial) no secundá rio do transformador, o que a
qualidade da energia, uma vez que nã o é mais possível garantir o nível de tensã o está vel nos equipamento
outros equipamentos que façam isso.
Este esquema, antigamente muito comum nos Estados Unidos (e nã o utilizado mais em dias atuais), deter
interligado à terra em nenhum ponto da instalaçã o, ou, se for, que seja através de uma alta impedâ ncia, pa
corrente. Ou seja, nã o há uma referência de tensã o (ou potencial) no secundá rio do transformador, o que a
qualidade da energia, uma vez que nã o é mais possível garantir o nível de tensã o está vel nos equipamento
outros equipamentos que façam isso.

O neutro pode nã o estar aterrado, ou pode estar aterrado através de uma grande impedâ ncia, e isso é para
qual a corrente elétrica passando por uma pessoa possa escoar. Ou seja, mesmo que uma pessoa encoste n
instalaçã o, ela estará protegida porque nã o haverá um caminho de baixa impedâ ncia pelo qual a corrente
neutro nã o estará aterrado.

Neste esquema de aterramento, as massas sã o aterradas por um ou mais eletrodos, que pode ser inclusive
aterra o neutro da alimentaçã o, caso ele exista. Se nã o existir, é utilizado um ou mais eletrodos pró prios p

Esquema de aterramento TN-C-S - Neutro aterrado Esquema de aterramento TN-


plos de Uso Conteúdo Didático Sobre
de aterramento
Voltar ao Dimensionamento

Notas do usuá rio


alaçõ es de baixa tensã o. Sã o eles os esquemas TT,
que tenhamos um total de 5 esquemas de

rra. Ou seja:
mador em configuraçã o estrela) está diretamente

alta impedâ ncia.


uipamentos, ou os pró prios equipamentos em si,
dos. Entã o:

(normalmente o neutro).

u cabo) para executar a funçã o de neutro, e outro

mado PEN).
cessariamente a um ú nico equipamento, como
s que, para fins de praticidade, sã o representados
s de aterramento apresentados abaixo, entã o, nã o
ivos de proteçã o, porque fornecem uma visã o

ar as fases R, S e T (ou A, B e C). A letra N


th), enquanto que PEN representa um condutor

nsã o. Ou seja, em nenhum ponto eles sã o


s em toda a instalaçã o.
ansformador, feito pró ximo da fonte de energia, e
ifício. Neste caso, é recomendá vel um
as pelo mesmo eletrodo.

NBR 5410, e é recomendá vel ser esta a primeira


al (além dos disjuntores obrigató rios), como IDRs
rande distâ ncia entre a fonte de energia

do eletrodo de aterramento do neutro com


a a conduçã o elétrica, uma vez que o condutor PE
egizadas as carcaças condutoras dos
mo da fonte de alimentaçã o (secundá rio do
rados. Ou seja, há somente um ponto de
gualmente, para depois seguirem, agora

unçõ es diferentes: o Neutro é o condutor pelo


quipamentos elétricos fechando os circuitos,
nas dos equipamentos, servindo na funçã o de
ernas condutoras dos equipamentos, prevenindo
quando existir, temporá ria.

zer o aterramento no sistema TT, e também é


muito distante dos pontos de consumo.

a (PE) e neutro (N) num mesmo condutor (daí o


um cabo que exerce a funçã o de ambos. Funcionamento interno de um IDR
rio do transformador), e a partir deste ponto um

s recomendável, e só deve ser utilizado se outros


otivo para o esquema TN-C nã o ser muito
a até um equipamento pela fase retorna pelo
uipamento, se existir, ou pelo corpo de um
r ao limite permitido pelo IDR (normalmente
ectar fugas de corrente pelo fio terra do
e que chega pela fase retorna obrigatoriamente
por contato de uma pessoa com um
, depois passe pela pessoa que está em contato
pelo IDR, pois serã o correntes que sairã o da fase

nterno de um IDR.

sma instalaçã o. Haverá um trecho da instalaçã o


ndo o esquema TN-C, e depois, num determinado
precisa ser necessariamente essa: o esquema

s acima: uma vez que o esquema TN-C-S nada


ada parte segue as recomendaçõ es respectivas já

em dias atuais), determina que o neutro nã o seja


ma alta impedâ ncia, para impedir a passagem de
ransformador, o que afeta negativamente a
á vel nos equipamentos e circuitos sem utilizar
pedâ ncia, e isso é para impedir um caminho pelo
uma pessoa encoste numa parte energizada da
pelo qual a corrente poderia fluir, já que o

que pode ser inclusive o mesmo eletrodo que


eletrodos pró prios para as massas.

de aterramento TN-C-S - Neutro não aterrado


Fontes: 1 https://www.viverdeeletrica.com/tipos-de-aterramento/
2 http://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/engenhariaeletrica/ddr.pdf
3 BUSS, Gabriel Augusto. Aterramento elétrico: aplicaçã o em estabelecientos assistenciais ATERRAMENTO
ASSISTENCIAIS DE SAÚDE. Florianó polis, 2016. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/h
nto interno de um IDR
ATERRAMENTO ELÉTRICO: APLICAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS
.br/bitstream/handle/123456789/168185/341348.pdf?sequence=1
Espaço para logo
Início Dimensionamento Exemplos de Uso
Histó rico de Revisõ es

Data Versão Revisã


Jan-18 1.0 Dimensionamento de circuitos completo.
Feb-18 2.0 Adicionadas ferramentas de auxílio, como buscador de método de referência e balanceamento
Jun-18 2.1 Adicionada possibilidade de instalaçã o bifá sica nos circuitos, e possibilidade de tensã o de alim
preenchidos.
Revisadas as opções de dimensionamento de barramento de quadro. Adicionadas opçõe
Jan-19 3.0 gerais. Revisada estética da planilha com criação de hiperlinks, e revisados os exemplos
incompatibilidade com as alterações feitas.

Adicionado fator de demanda individual de cada circuito, bem como o cá lculo do fator de dema
May-20 3.1 dele. Os exemplos de uso ainda não foram atualizados.

Nota: sugestõ es e comentá rios sempre serã o bem vindos. O


objetivo do desenvolvedor com essa planilha é facilitar o
trabalho dos projetistas de instalaçõ es elétricas, e
funcionalidades que colaborem com isso certamente serã o
consideradas em futuras versõ es.
Exemplos de Uso Conteúdo Didático Sobre

Revisão

eferência e balanceamento de fases.


ibilidade de tensã o de alimentaçã o de 127/220V; criaçã o da aba de histó rico de revisõ es; criadas abas de exemplos

uadro. Adicionadas opções de IDR e escolhas de esquema de aterramento, além de uma abas de instruções
e revisados os exemplos de uso. Removida a ferramenta de procura pelo método de referência por

o o cá lculo do fator de demanda geral do quadro, com base no somató rio das demandas individuais dos circuitos
NOTA

S
NÃO EDITAR AS INFORMAÇÕ ES DESTA ABA, SALVO ALTERAÇÃ O NA T
NORMA QUE FORNECE AS TABELAS AQUI INSERIDAS. A EDIÇÃ O
INCORRETA DOS DADOS AQUI PRESENTES PODE ACARRETAR EM
DIMENSIONAMENTOS INCORRETOS, TORNANDO SEU PROJETO RS
PERIGOSO PARA SEU CLIENTE E INUTILIZANDO ESTA PLANILHA.
PROSSIGA POR SUA CONTA E RISCO. RT
ST
RST

Tabela 18 - NT-03 - CELESC


Largura x Quantidade de barras por feixe
Espessura 1 2 3 4
(mm) Corrente Máxima Admissível - Ampréres
15x2mm 140 240
15x3mm 170 300

20x2mm 185 315


20x3mm 220 380
25x3mm 270 460
20x5mm 295 500
30x3mm 315 540
25x5mm 350 600
30x5mm 400 700
40x3mm 420 710
40x5mm 520 900
50x5mm 630 1100 1650 2100
60x5mm 760 1250 1760 2400
40x10mm 760 1350 1850 2500
50x10mm 820 1600 2250 3000
80x5mm 970 1700 2300 3000
60x10mm 1060 1900 2600 3500
100x5mm 1200 2050 2850 3500
80x10mm 1380 2300 3100 4200
100x10mm 1700 2800 3650 5000
120x10mm 2000 3100 4100 5700
160x10mm 2500 3900 5300 7300
200x10mm 3000 4750 6350 8800
Fator de Correção de Temperatura Capacidade de Condução de Capacidade de Cond
para cabos com isolação em PVC ou Corrente para cabos de Corrente para cab
EPR/XLPE de acordo com a circuitos de distribuição com circuitos de distribui
temperatura ambiente isolação em PVC (método A1) isolação em PVC (mét

Ar Condução Condução
Seção para 2 para 3 Seção
Nominal Cond. Cond. Nominal
Isolação (mm²) Carregad Carregad (mm²)
Temperatura os os
ambiente (ºC)
PVC EPR ou 1.5 14.5 13.5 1.5
XLPE
10 1.22 1.15 2.5 19.5 18 2.5
15 1.17 1.12 4 26 24 4
20 1.12 1.08 6 34 31 6
25 1.06 1.04 10 46 42 10
30 1.00 1.00 16 61 56 16
35 0.94 0.96 25 80 73 25
40 0.87 0.91 35 99 89 35
45 0.79 0.87 50 119 108 50
50 0.71 0.82 70 151 136 70
55 0.61 0.76 95 182 164 95
60 0.50 0.71 120 210 188 120
65 0.00 0.65 150 240 216 150
70 0.00 0.58 185 273 245 185
75 0.00 0.50 240 321 286 240
80 0.00 0.41 300 367 328 300
Solo 400 438 390 400

Isolação 500 502 447 500


Temperatura
ambiente (ºC) EPR ou
PVC XLPE 630 578 514 630

10 1.10 1.07 800 669 593 800


15 1.05 1.04 1000 767 679 1000
20 1.00 1.00
25 0.95 0.96
30 0.89 0.93
35 0.84 0.89
40 0.77 0.85
45 0.71 0.80
50 0.83 0.76
55 0.55 0.71
60 0.45 0.65
65 0.60
70 0.53
75 0.46
80 0.38
Tabela 36
Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de
Corrente para cabos de Corrente para cabos de Corrente para cabos de
ircuitos de distribuição com circuitos de distribuição com circuitos de distribuição com
solação em PVC (método A2) isolação em PVC (método B1) isolação em PVC (método B2)

Condução Condução Condução Condução Condução Condução


para 2 para 3 Seção para 2 para 3 Seção para 2 para 3
Cond. Cond. Nominal Cond. Cond. Nominal Cond. Cond.
Carregad Carregad (mm²) Carregad Carregad (mm²) Carregad Carregad
os os os os os os
14 13 1.5 17.5 15.5 1.5 16.5 15

18.5 17.5 2.5 24 21 2.5 23 20


25 23 4 32 28 4 30 27
32 29 6 41 36 6 38 34
43 39 10 57 50 10 52 46
57 52 16 76 68 16 69 62
75 68 25 101 89 25 90 80
92 83 35 125 110 35 111 99
110 99 50 151 134 50 133 118
139 125 70 192 171 70 168 149
167 150 95 232 207 95 201 179
192 172 120 269 239 120 232 206
219 196 150 309 275 150 265 236
248 223 185 353 314 185 300 268
291 261 240 415 370 240 351 313
334 298 300 477 426 300 401 358
398 355 400 571 510 400 477 425

456 406 500 656 587 500 545 486

526 467 630 758 678 630 626 559

609 540 800 881 788 800 723 645


698 618 1000 1012 906 1000 827 738
Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de Capacidade de Condução d
Corrente para cabos de
Corrente para cabos de Corrente para cabos de circuitos de alimentação co
circuitos de distribuição com circuitos de distribuição com isolação em EPR/XLPE
isolação em PVC (método C) isolação em PVC (método D)
(método A1)

Condução Condução Condução Condução


Seção para 2 para 3 Seção para 2 para 3 Seção
Nominal Cond. Cond. Nominal Cond. Cond. Nominal
(mm²) Carregad Carregad (mm²) Carregad Carregad (mm²)
os os os os
1.5 14.5 13.5 1.5 22 18 1.5

2.5 19.5 18 2.5 29 24 2.5


4 26 24 4 38 31 4
6 34 31 6 47 39 6
10 46 42 10 63 52 10
16 61 56 16 81 67 16
25 80 73 25 104 86 25
35 99 89 35 125 103 35
50 119 108 50 148 122 50
70 151 136 70 183 151 70
95 182 164 95 216 179 95
120 210 188 120 246 203 120
150 344 299 150 278 230 150
185 392 341 185 312 258 185
240 461 403 240 361 297 240
300 530 464 300 408 336 300
400 634 557 400 478 394 400

500 729 642 500 540 445 500

630 843 743 630 614 506 630

800 978 865 800 700 577 800


1000 1125 996 1000 792 652 1000
Cabos de cobre
Tabela 37
Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de
Corrente para cabos de Corrente para cabos de Corrente para cabos de
ircuitos de alimentação com circuitos de alimentação com circuitos de alimentação com
isolação em EPR/XLPE isolação em EPR/XLPE isolação em EPR/XLPE
(método A1) (método A2) (método B1)

Condução Condução Condução Condução Condução Condução


para 2 para 3 Seção para 2 para 3 Seção para 2 para 3
Cond. Cond. Nominal Cond. Cond. Nominal Cond. Cond.
Carregad Carregad (mm²) Carregad Carregad (mm²) Carregad Carregad
os os os os os os
19 17 1.5 18.5 16.5 1.5 23 20

26 23 2.5 25 22 2.5 31 28
35 31 4 33 30 4 42 37
45 40 6 42 38 6 54 48
61 54 10 57 51 10 75 66
81 73 16 76 68 16 100 88
106 95 25 99 89 25 133 117
131 117 35 121 109 35 164 144
158 141 50 145 130 50 198 175
200 179 70 183 164 70 253 222
241 216 95 167 197 95 306 269
278 249 120 253 227 120 354 312
318 285 150 290 259 150 407 358
362 324 185 329 295 185 464 408
424 380 240 386 346 240 546 481
486 435 300 442 396 300 628 553
579 519 400 527 472 400 751 661

664 595 500 604 541 500 864 760

765 685 630 696 623 630 998 879

885 792 800 805 721 800 1158 1020


1014 908 1000 923 826 1000 1332 1173
Cabos de cobre
Tabela 37
Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de Capacidade de Condução d
Corrente para cabos de Corrente para cabos de Corrente para cabos de
circuitos de alimentação com circuitos de alimentação com circuitos de alimentação co
isolação em EPR/XLPE isolação em EPR/XLPE isolação em EPR/XLPE
(método B2) (método C) (método D)

Condução Condução Condução Condução


Seção para 2 para 3 Seção para 2 para 3 Seção
Nominal Cond. Cond. Nominal Cond. Cond. Nominal
(mm²) Carregad Carregad (mm²) Carregad Carregad (mm²)
os os os os
1.5 22 19.5 1.5 24 22 1.5

2.5 30 26 2.5 33 30 2.5


4 40 35 4 45 40 4
6 51 44 6 58 52 6
10 69 60 10 80 71 10
16 91 80 16 107 96 16
25 119 105 25 138 119 25
35 146 128 35 171 147 35
50 175 154 50 209 179 50
70 221 194 70 269 229 70
95 265 233 95 328 278 95
120 305 268 120 382 322 120
150 349 307 150 441 371 150
185 395 348 185 506 424 185
240 462 407 240 599 500 240
300 529 465 300 693 576 300
400 628 552 400 835 692 400

500 718 631 500 966 797 500

630 825 725 630 1122 923 630

800 952 837 800 1311 1074 800


1000 1088 957 1000 1515 1237 1000
Tabela 38
Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de
Corrente para cabos de
ircuitos de alimentação com Corrente para cabos de Corrente para cabos de
isolação em EPR/XLPE circuitos de alimentação com circuitos de alimentação com
isolação em PVC (método E) isolação em PVC (método F)
(método D)

Condução Condução Condução Condução 2 Cond. 3 Cond.


para 2 para 3 Seção para 2 para 3 Seção Carregad Carregad
Cond. Cond. Nominal Cond. Cond. Nominal os
Carregad Carregad (mm²) Carregad Carregad (mm²) justapost os em
os os os os os trifólio

26 22 1.5 22 18.5 1.5 22 17

34 29 2.5 30 25 2.5 31 24
44 37 4 40 34 4 41 33
56 46 6 51 43 6 53 43
73 61 10 70 60 10 73 60
95 79 16 94 80 16 99 82
121 101 25 119 101 25 131 110
146 122 35 148 126 35 162 137
173 144 50 180 153 50 196 167
213 178 70 232 196 70 251 216
252 211 95 282 238 95 304 264
287 240 120 328 276 120 352 308
324 271 150 379 319 150 406 356
363 304 185 434 364 185 463 409
419 351 240 514 430 240 546 485
474 396 300 593 497 300 629 561
555 464 400 715 597 400 754 656

627 525 500 826 689 500 868 749

711 596 630 958 798 630 1005 855

811 679 800 1118 930 800 1169 971


916 767 1000 1292 1073 1000 1346 1079
8 Tabela 39
Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de Capacidade de Condução d
Corrente para cabos de Corrente para cabos de
Corrente para cabos de circuitos de alimentação com circuitos de alimentação co
circuitos de alimentação com isolação em EPR/XLPE isolação em EPR/XLPE
isolação em PVC (método G)
(método E) (método F)

3 Cond. 3 Cond. Condução Condução


Seção Carr. no Carr. no Seção para 2 para 3 Seção
Nominal mesmo mesmo Nominal Cond. Cond. Nominal
(mm²) plano plano (mm²) Carregad Carregad (mm²)
Horiz. Vert. os os
1.5 24 21 1.5 26 23 1.5

2.5 34 29 2.5 36 32 2.5


4 45 39 4 49 42 4
6 59 51 6 63 54 6
10 81 71 10 86 75 10
16 110 97 16 115 100 16
25 146 130 25 149 127 25
35 181 162 35 185 158 35
50 219 197 50 225 192 50
70 281 254 70 289 246 70
95 341 311 95 352 298 95
120 396 362 120 410 346 120
150 456 419 150 473 399 150
185 521 480 185 542 456 185
240 615 569 240 641 538 240
300 709 659 300 741 621 300
400 852 795 400 892 745 400

500 982 920 500 1030 859 500

630 1138 1070 630 1196 995 630

800 1325 1251 800 1396 1159 800


1000 1528 1448 1000 1613 1326 1000
Tabela 39
Capacidade de Condução de Capacidade de Condução de
Corrente para cabos de Corrente para cabos de
ircuitos de alimentação com circuitos de alimentação com
isolação em EPR/XLPE isolação em EPR/XLPE
(método F) (método G)

2 Cond. 3 Cond. 3 Cond. 3 Cond.


Carregad Carregad Seção Carr. no Carr. no
os Nominal mesmo mesmo
justapost os em (mm²) plano plano
os trifólio Horiz. Vert.
27 21 1.5 30 25

37 29 2.5 41 35
50 40 4 56 48
85 53 6 73 63
90 74 10 101 88
121 101 16 137 120
161 135 25 182 161
200 169 35 226 201
242 207 50 275 246
310 268 70 353 318
377 328 95 430 389
437 383 120 500 454
504 444 150 577 527
575 510 185 661 605
679 607 240 781 719
783 703 300 902 833
940 823 400 1085 1008

1083 946 500 1253 1169

1254 1088 630 1454 1362

1460 1252 800 1696 1595


1683 1420 1000 1958 1849
Métodos de Referência
Cabo Conduto

Condutor isolado Nenhum


Cabo unipolar Eletroduto de seçã o circular
Cabo multipolar Eletroduto de seçã o nã o-circular
Condutor nu Bandeja nã o-perfurada
Qualquer Bandeja perfurada
Suporte horizontal, eletrocalha aramada ou tela
Leito
Canaleta fechada
Eletroduto de seçã o circular em canaleta fechada
Eletroduto de seçã o circular em canaleta ventilada
Parede termicamente isolante
Moldura
Canaleta provida de separaçõ es
Eletrocalha ou perfilado
Qualquer

Ref. Forma de agrupamento dos condut

1 Em feixe: ao ar livre ou sobre superfície; embutidos; em conduto fechado


2 Camada ú nica sobre parede, piso ou em bandeja nã o perfurada ou prateleira
3 Camada ú nica no teto
4 Camada ú nica em bandeja perfurada
5 Camada ú nica sobre leito, suporte etc.
eferência
Instalação

Embutido em parede termicamente isolante


Sobre a parede
Embutido em alvenaria
Fixado no teto
Afastado do teto mais de 0,3 vezes o diâ metro do cabo
Afastado da parede mais de 0,3 vezes o diâ metro do cabo
Suspenso por cabo de suporte
Sobre isolador
Em espaço de construçã o
Embutido em piso
Suspenso
Embutido em alv. com prot. mec. adicional
Enterrado
Enterrado com prot. mec. adicional
Embutido em caixilho de porta ou janela
Qualquer

Tabela 42
Forma de agrupamento dos condutores
1 2
utidos; em conduto fechado 1.00 0.80
eja nã o perfurada ou prateleira 1.00 0.85
0.95 0.81
1.00 0.88
1.00 0.87
Números de circuitos ou de cabos multipolares
3 4 5 6 7 8 9 a 11 12 a 15 16 a 19 >=20
0.70 0.65 0.60 0.57 0.54 0.52 0.50 0.45 0.41 0.38
0.79 0.75 0.73 0.72 0.72 0.71 0.70 0.70 0.70 0.70
0.72 0.68 0.66 0.64 0.63 0.62 0.61 0.61 0.61 0.61
0.82 0.77 0.75 0.73 0.73 0.72 0.72 0.72 0.72 0.72
0.82 0.80 0.80 0.79 0.79 0.78 0.78 0.78 0.78 0.78
Cabo

Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Cabo unipolar
Cabo multipolar

Cabo unipolar
Cabo multipolar
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Tabelas dos métodos de Cabo unipolar
referência Cabo multipolar
36 a 39 (métodos A a F) Cabo unipolar
Cabo multipolar
36 e 37 (método C)
Cabo unipolar
Cabo multipolar
38 e 39 (métodos E e F)
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor nu
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Cabo multipolar
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Cabo multipolar
Cabo multipolar
Cabo multipolar
Cabo unipolar
Cabo unipolar
Cabo unipolar
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Condutor isolado
Cabo unipolar
Cabo multipolar
Tabela 33
Conduto

Eletroduto de seçã o circular


Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Nenhum
Nenhum
Nenhum
Nenhum
Nenhum
Nenhum

Bandeja nã o-perfurada
Bandeja nã o-perfurada
Bandeja perfurada
Bandeja perfurada
Suporte horizontal, eletrocalha aramada ou tela
Suporte horizontal, eletrocalha aramada ou tela
Nenhum
Nenhum
Leito
Leito
Nenhum
Nenhum
Nenhum
Qualquer
Qualquer
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletrocalha ou perfilado
Eletrocalha ou perfilado
Eletrocalha ou perfilado
Canaleta fechada
Canaleta fechada
Canaleta fechada
Eletrocalha ou perfilado
Eletrocalha ou perfilado
Eletrocalha ou perfilado
Eletroduto de seçã o circular em canaleta fechada
Eletroduto de seçã o circular em canaleta fechada
Eletroduto de seçã o circular em canaleta ventilada
Eletroduto de seçã o circular em canaleta ventilada
Eletroduto de seçã o circular em canaleta ventilada
Nenhum
Nenhum
Nenhum
Nenhum
Nenhum
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Canaleta fechada
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Canaleta fechada
Nenhum
Nenhum
Moldura
Moldura
Canaleta provida de separaçõ es
Canaleta provida de separaçõ es
Canaleta provida de separaçõ es
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Eletroduto de seçã o nã o-circular
Canaleta fechada
Canaleta fechada
Canaleta fechada
Tabela 33
Instalação Método de Número
Ref.
Embutido em parede termicamente isolante A1 1
Embutido em parede termicamente isolante A1 1
Embutido em parede termicamente isolante A2 2
Sobre a parede B1 3
Sobre a parede B1 3
Sobre a parede B2 4
Sobre a parede B1 5
Sobre a parede B1 5
Sobre a parede B2 6
Embutido em alvenaria B1 7
Embutido em alvenaria B1 7
Embutido em alvenaria B2 8
Sobre a parede C 11
Sobre a parede C 11
Fixado no teto C 11A
Fixado no teto C 11A
Afastado do teto mais de 0,3 vezes o diâ metro do cabo C 11B
Afastado do teto mais de 0,3 vezes o diâ metro do cabo C 11B

Sobre a parede C 12
Sobre a parede C 12
Sobre a parede F 13
Sobre a parede E 13
Sobre a parede F 14
Sobre a parede E 14
Afastado da parede mais de 0,3 vezes o diâ metro do cabo F 15
Afastado da parede mais de 0,3 vezes o diâ metro do cabo E 15
Qualquer F 16
Qualquer E 16
Suspenso por cabo de suporte F 17
Suspenso por cabo de suporte E 17
Sobre isolador G 18
Em espaço de construçã o B2 21
Em espaço de construçã o B2 21
Em espaço de construçã o B2 22
Em espaço de construçã o B2 23
Em espaço de construçã o B2 23
Em espaço de construçã o B2 24
Em espaço de construçã o B2 25
Em espaço de construçã o B2 25
Embutido em alvenaria B2 26
Embutido em alvenaria B2 27
Embutido em alvenaria B2 27
Sobre a parede B1 31
Sobre a parede B1 31 / 32
Sobre a parede B2 31A / 31B
Embutido em piso B1 33
Embutido em piso B1 33
Embutido em piso B2 34
Suspenso B1 35
Suspenso B1 35
Suspenso B2 36
Qualquer B2 41
Qualquer B2 41
Embutido em piso B1 42
Embutido em piso B1 43
Embutido em piso B1 43
Embutido em parede termicamente isolante A1 51
Embutido em alvenaria C 52
Embutido em alvenaria C 52
Embutido em alv. com prot. mec. adicional C 53
Embutido em alv. com prot. mec. adicional C 53
Enterrado D 61
Enterrado D 61
Enterrado D 61
Enterrado D 61A
Enterrado D 61A
Enterrado D 61A
Enterrado com prot. mec. adicional D 63
Enterrado com prot. mec. adicional D 63
Qualquer A1 71
Qualquer A1 71
Sobre a parede B1 72
Sobre a parede B1 72
Sobre a parede B2 72A
Embutido em caixilho de porta ou janela A1 73 / 74
Embutido em caixilho de porta ou janela A1 73 / 74
Embutido em caixilho de porta ou janela A1 73 / 74
Embutido em caixilho de porta ou janela A1 73 / 74
Embutido em caixilho de porta ou janela A1 73 / 74
Embutido em caixilho de porta ou janela A1 73 / 74
Embutido em alvenaria B1 75
Embutido em alvenaria B1 75
Embutido em alvenaria B2 75A

Nã o editar
A1 1
A2 2
B1 3
B2 4
C 5
D 6
E 7
F 8
G 11
11A
11B
12
13
14
15
16
17
18
21
22
23
24
25
26
27
31 / 32
31A / 31B
33
34
35
36
41
42
43
51
52
53
61
61A
63
71
72
72A
73 / 74
75
75A
Não editar

Cabo Conduto Instalação

#REF! #REF! #REF!

#REF! #REF! #N/A #N/A


#REF! #REF! #N/A #N/A
#REF! #REF! #N/A #N/A
#REF! #REF! #N/A #N/A
#REF! #REF! #N/A #N/A
#REF! #REF! #N/A #N/A
#REF! #REF! #N/A #N/A
#REF! #REF! #N/A #N/A
#REF! #REF! #N/A #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A

#REF! #REF! #N/A

#REF! #REF! #N/A


#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF! #N/A
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!
#REF! #REF!