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Confissão de Fé Pentecostal

1. Definição:

É um conjunto de princípios, normas, preceitos, crenças por que se pauta uma pessoa,
uma comunidade. Dogma: ponto fundamental de uma doutrina religiosa, apresentado
como certo e indiscutível, uma verdade absoluta.

2. Confissão de Fé Pentecostal: Verdades Fundamentais

A Biblia é nossa única e suficiente regra de Fé e Prática.

Único e Verdadeiro Deus.

Homem, queda e redenção.

A Salvação do Homem.

Batismo nas águas.

A Divindade de Cristo

A promessa do Pai (Batismo com o Espírito Santo)

A Evidência do Batismo no Espírito Santo

Santificação

A Igreja é o corpo de Cristo

O Ministério de Evangelização

Cura Divina

A Benção da Esperança na Ressurreição em Cristo

O Reino Milenial de Cristo

O Lago de Fogo

O Novo Céu e a Nova Terra

3. 4. As Escrituras Inspiradas<br />As escrituras, AT e NT, são verbalmente inspiradas por


Deus, e constituem a revelação de Deus para o Homem, a infalível e autoritária regra de
fé e conduta (2Tm 3:15-17; 1Tss 2:13; 2Pe 1:21) <br />Revelação e Preservação da
Revelação<br />Inspiração plenário Verbal<br />Revelação na Vida, Escrituras são a
preservação da Revelação<br />Histórico e Motivo das Doutrinas<br />A s Confissões
refromadas<br />As Indulgências<br />A Tradição e a Bíblia<br />Pentecostais<br />O
Texto de Hb 1:1-2<br />Deus ainda se Revela?<br />O Livro de Atos dos
Apóstolos<br />Erros e Excessos (Função reguladora das Escrituras)<br />
4. 5. 2. O Único e Verdadeiro Deus3. A divindade de Cristo<br />Pf. Eduardo Sales<br />
5. 6. A Trindade<br />Os termos trindade e pessoas, relacionados a Deidade, embora não
encontrados nas Escrituras, são palavras em harmonia com as Escrituras, através dos
quais podemos depreender nossa compreensão imediata da doutrina de Cristo respeitando
o Ser de Deus, distinguido de “muitos deuses e muitos senhores.” Nós, portanto podemos
falar com propriedade do Senhor nosso Deus, que é Um Senhor, como uma trindade ou
como um Ser de três pessoas e todavia absolutamente bíblico. <br />Mt 28:19 19 Ide,
portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e
do Espírito Santo;<br />2Co 13:14 A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a
comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.<br />Jo 14:16-17 E eu rogarei ao Pai,
e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da
verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o
conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.<br />
6. 7.
7. 8. Distinção e Relacionamento na Trindade<br />Cristo ensinou a distinção de pessoas na
trindade, que expressou em termos específicos de relacionamento, como Pai, Filho e
Espírito Santo, mas que esta distinção e relacionamento é inescrutável e incompreensível,
porque inexplicado, depreende-se pela fé. <br />Lucas 1.35, <br />1 Coríntios 1.24,
<br />Mateus 11.25-27, 28.19, <br />1 Coríntios 13.14, <br />1 João 1.3-4.<br />
8. 9.
9. 10. Unidade do Pai, Filho e Espírito Santo<br />Consequentemente, portanto, existe
aquilo que, no Pai, o constitui como Pai e não o Filho; existe aquilo no Filho que o
constitui como Filho e não o Pai; existe aquilo no Espírito Santo que o constitui o
Espírito Santo e não o Pai e nem o Filho. Sendo assim, o Pai é o que gera; o Filho é o
unigênito do Pai; e o Espírito Santo é o que procede do Pai e do Filho. Logo, porque estas
três pessoas na Trindade estão em um estado de unidade, existe somente um Senhor Deus
Todo Poderoso e o seu nome é um.<br />João 1.18, 15.26, 17.11, 21;<br /> Zacarias
14.9.<br />
10. 11. Identidade e Cooperação na Trindade<br />O Pai, o Filho, e o Espírito Santo nunca
são idênticos como pessoas, nem confusos quanto à ação, nem divididos em respeito à
Trindade, nem opostos na cooperação. <br />O Filho está no Pai e o Pai está no Filho,
quanto ao relacionamento. O Filho está no Pai e o Pai está no Filho, quanto à comunhão.
O Pai não provém do Filho, mas o Filho provém do Pai, quanto à autoridade. <br />O
Espírito Santo é procedente do Pai e do Filho, quanto à natureza, relacionamento,
cooperação e autoridade. <br />Assim sendo, nenhuma pessoa da Trindade existe ou
trabalha separadamente ou independentemente das outras <br />João 5.17-30, 32, 37; <br
/>João 8.17-18 <br />
11. 12.
12. 13. Concílio de Nicéia<br />Cremos em um só Deus, Pai onipotente, Criador de todas as
coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus; gerado do
Pai, unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro
de Deus verdadeiro, gerado não feito, de uma só substância com o Pai, pelo qual foram
feitas todas as coisas, as que estão no céu e as que estão na terra; o qual, por nós homens
e por nossa salvação, desceu, se encarnou e se fez homem, e sofreu e ressuscitou ao
terceiro dia, subiu ao céu, e novamente deve vir para julgar os vivos e os mortos; e no
Espírito Santo (BETTENSON, 1998, p. 62).<br />Ortodoxia: A mesma essência em Três
substâncias.<br />PAI<br />FILHO<br />ESPÍRITO SANTO<br />
13. 14. O Título: Senhor Jesus Cristo. A denominação, “Senhor Jesus Cristo”, é um nome
próprio. Nunca é aplicado, no Novo Testamento, ao Pai ou ao Espírito Santo. Pertence
portanto exclusivamente ao Filho de Deus. <br />Romanos 1.1-3, 7; 2 João 3 <br />O
Título, Filho de Deus . Como o nome Emanuel inclui ambos Deus e homem em uma
pessoa, nosso Senhor Jesus Cristo, procede que o título Filho de Deus descreve a sua
própria deidade, e que o título Filho do Homem a sua própria humanidade. Portanto, o
título Filho de Deus pertence à ordem da eternidade, e o título Filho do Homem à ordem
do tempo. <br />Mateus 1.21-23, 1 João 3.8, Hebreus 7.3, 1.1-13). <br />f. O Senhor
Jesus Cristo, Deus conosco.O Senhor Jesus Cristo, devido a sua natureza eterna e divina,
é o próprio e unigênito do Pai, mas devido a sua natureza humana, Ele é o próprio Filho
do Homem. Ele é, portanto, reconhecidamente ambos Deus e homem, e porque é Deus e
homem, é Emanuel, Deus conosco. <br />Mateus 1.23, 1 João 4.2, 10.14, Apocalipse
1.13,17. <br />
14. 15. h. Exaltação de Jesus Cristo como Senhor. O Filho de Deus, nosso Senhor Jesus
Cristo, havendo por si só purgado nosso pecados, assentou-se à direita da Majestade nos
céus, anjos e principados e potestade tendo sido feito sujeitos a Ele. E havendo sido feito
ambos Senhor e Cristo, Ele enviou ao Espírito Santo para que nós, no nome de Jesus,
pudéssemos dobrar nossos joelhos e confessar que Jesus Cristo é o Senhor para a glória
de Deus o Pai até o fim, quando o Filho há de sujeitar-se ao Pai para que Deus seja tudo
em todo. <br />Hebreus 1.3, 1 Pedro 3.22, Atos 2.32-36, Romanos 14.11, 1 Coríntios
15.24-28. <br />i. Honra igual ao Pai e ao Filho. Portanto, como o Pai tem descarregado
todo julgamento no Filho, não é apenas o expresso dever de todos no céu e na terra
dobrarem seus joelhos, mas é um gozo indizível no Espírito Santo atribuir ao Filho todos
os atributos de deidade, e entregá-Lo toda a honra e a glória contida em todos os nome e
títulos da Trindade exceto aqueles que expressam relacionamento (ver alíneas b, c, e d) e
assim honrar ao Filho assim como honramos ao Pai. <br />João 5.22-23, 1 Pedro 1.8,
Apocalipse 5.6-14, Filipenses 2.8-9, Apocalipse 7.9-10, 4.8-11.<br />
15. 16. 3. A Deidade do Senhor Jesus Cristo <br />O Senhor Jesus Cristo é o eterno Filho de
Deus.<br /> a. A sua concepção virginal (Mat 1.23, Lc 1.31, 35). <br /> b. A sua vida
imaculada (Hb 7.26, I Pe 2.22). <br /> c. A sua obra substituidora na cruz (I Co 15.3, II
Co 5.21) <br /> d. Sua ressurreição corporal dentre os mortos (Mt 28.6, Lc 24.39, I Co
15.4) <br /> e. Sua exaltação ao lado direito de Deus (At 1.9, 11, 2.33; Fp2.9-11, Hb 1.3)
<br />
16. 17.
17. 18. Concílio de Calcedônia<br />Fiéis aos santos pais, todos nós, perfeitamente
unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus
Cristo, perfeito quanto à divindade e perfeito quanto à humanidade, verdadeiramente
Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e de corpo; consubstancial
ao Pai, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; “em todas as
coisas, semelhante a nós, excetuando o pecado”, gerado, segundo a divindade, antes dos
séculos pelo Pai e, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, gerado da
Virgem Maria, mãe de Deus. Um só e mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se
deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, conseparáveis e
indivisíveis. A distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo
contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas, concorrendo para
formar uma só pessoa e subsistência; não dividido ou separado em duas pessoas, mas um
só e o mesmo Filho Unigênito, Deus Verbo, Jesus Cristo Senhor, conforme os profetas
outrora a seu respeito testemunharam, e o mesmo Jesus Cristo nos ensinou e o credo dos
pais nos transmitiu (Concílio de Calcedônia - BETTENSON, 1998, p. 101). <br />
18. 19. 4. A Queda do Homem 5. A Salvação do Homem <br />Pf. Eduardo Sales<br />
19. 20. 4. A Queda do Homem<br />O Homem foi criado (Natural e Moralmente) bom e
justo, pois disse Deus, “Façamos ao homem à nossa imagem, conforme a nossa
semelhança.” (Gênesis 1.26-27, 2.17, 3.6; Romanos 5.12-19) <br />Natureza Humana
após a Queda:<br />O Homenzinho Torto (Naturalmente Torto-Pecado Original)<br />
Nasce Condenado: Crianças que morrem sem Cristo vão para o Inferno e, só serão salvos
os que forem desentortados por Cristo, ou seja, os Eleitos. <br /> (É a concepção de
Agostinho, Calvino e das Igrejas da Reforma - )<br />O Homenzinho Torto (Moralmente
Torto)<br />Nasce Condenado: Crianças são salvas pela inocência (Não possuem poder
de decisão moral), os moralmente tortos só serão salvos pela decisão moral em Cristo ou
por Cristo.<br />Homenzinho reto, mas longe de Deus.<br />Nasce longe de Deus
(Moralmente e Naturalmente Alienado), Crianças são salvas pela inocência em Cristo, o
homem tem o poder de decisão moral, mas não a capacidade de transformação natural,
por isso, para ser salvo precisa estar unido a Cristo.<br />
20. 21. O Homem tem o poder de Não Pecar?<br />Não: O Homem não tem o poder de Não
pecar. Teoria de Agostinho, o Homem nasce naturalmente torto, e somente os eleitos são
desentortados por Cristo. <br />Sim: O Homem tem o poder de Não Pecar. Teoria de
Pelágio, Armínio e da maioria dos pentecostais. Somente aquele que perseverar até o fim
será salvo! A Salvação é de Deus, mas exige transformação no ser humano.<br />
21. 22. 4. A Queda do Homem<br />No entanto, caiu o homem por transgressão voluntária e
deliberada, assim, incorreu não apenas em morte física, mas também em morte espiritual
(metáfora), que é separação de Deus. .” (Gênesis 1.26-27, 2.17, 3.6; Romanos 5.12-19)
<br />Transgressão Voluntária:<br />Liberdade de Arbítrio: Culpa e Julgamento<br
/>Sem o Arbítrio, Deus torna-se o culpado pelo Pecado<br />Morte Espiritual/Separação
de Deus:<br />Pecado: Transgressão; oposição; egoismo; Rebelião<br />Distância e
Aproximação.<br />
22. 23. O Que nós cremos:<br />Pentecostais<br />Deus em Cristo salva todo os que crerem
<br />Deus Criou o Homem Bom<br />Os que crêem são Salvos<br />Natureza e
Vontade Caída/Alienada<br />Distante de Deus Capaz de Crer e incapaz de mudar a
natureza<br />O Homem Escolheu Pecar<br />Os que não crêem são condenados<br
/>Tradicionais<br />Deus Criou o Homem Bom<br />Deus em Cristo salva os Eleitos<br
/>Os Eleitos serão ajudados por Deus para que nenhuma se perca.<br />O Homem
Escolheu Pecar<br />Natureza totalmente Corrompida<br />Totalmente Incapaz de fazer
o bem<br />Os Não salvos são aqueles que foram eleitos para condenação<br />
23. 24. 5. A Salvação do Homem <br />A única esperança de redenção é através do sangue
vertido por Jesus Cristo, Filho de Deus. <br />Não pelas Obras<br />Não pela eleição
incondicional<br />Não pela fé infusa<br />Unicamente pela fé (resposta) em Cristo
como nosso Salvador<br />Porta<br />Eleitos como no Espelho<br />
24. 25. Condição para a Salvação<br />É absolutamente necessário o novo nascimento pela
fé em Cristo(Testemunhado) e pelo poder atuante do Espírito Santo e da (prática da)
Palavra de Deus, para tornar o homem arrependido de seus pecadosdigno do reino dos
céus, João 3.3-8. <br />Da mesma forma, é imprescindível o arrependimento a Deus e fé
no sangue de Jesus Cristo para o perdão dos pecados, <br />na salvação presente e
perfeita <br />e na eterna justificação da alma, <br />recebidos gratuitamente de Deus
pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor, <br />(Atos 10.43;
Romanos 10.13; 3.24-26; Hebreus. 7.25; 5.9; Lucas 24.47, João 3.3, Efésios 2.8, Tito
2.11, 3.5-7). <br />
25. 26. 5. A Salvação do Homem<br />As Evidências da Salvação <br />A evidência interna
da salvação é o direto testemunho do Espírito<br /> (Romanos 8.16)<br />A evidência
externa a todos os homens é uma vida de justiça e verdadeira santidade <br />(Efésios
4.24, Tito 2.12) <br />
26. 27. Pf. Eduardo Sales<br />6 a 12: A IgrejaOrdenanças, Espírito Santo, Santificação,
Missão e Cura Divina<br />
27. 28. 6. As Ordenanças da Igreja <br />a. Batismo nas Águas: A ordenança do batismo por
imersão do corpo inteiro é ordenada nas Escrituras. Todos quantos se arrependem e
crêemem Cristo como Salvador e Senhor devem ser batizados. Dessa forma, eles
declaram ao mundo que tem morrido com Cristo e que também tem ressuscitado com
Eleafim de andar em novidade de vida. Mt 28.19, Mc 16.16, At 10.47-48, Rm 6.4<br
/>Batismo perdoa Pecados? <br />(Símbolo e o Simulacro)<br />O Sentido escatológico
do Batismo <br /> (MT 3:1-9)<br />Sentido contínuo do Batismo (Não iniciação, mas
desenvolvimento)<br />
28. 29. 6. As Ordenanças da Igreja <br />b. A Ceia do Senhor: A Ceia do Senhor não é
transubstanciação e nem consubstanciação. A Ceia do Senhor, que consiste dos
elementos - pão e o fruto da vide - é o “santíssimo” símbolo que expressa nossa
participação na natureza divina de nosso Senhor Jesus Cristo (2 Pedro 1.4); é um
memorial sacroe soleníssimo do “seu sofrimento e da sua morte” (1 Coríntios 11.26); e
uma profecia de sua segunda vinda (1Co 11:26); e é ordenada para todos os membros, em
comunhão “até que Ele venha!” <br />Símbolo da Morte ou Símbolo da Vitória?<br
/>Comunhão de Mesa? <br />(Dar Graças pelo alimento ou pela comunhão)<br />A Ceia
é Santa? A Ceia Abençoa? Confere Graça? (Ceia para Pecadores Remidos)<br />Deixar
de tomar a Ceia é Negar Cristo!<br />
29. 30. 7 - Batismo no Espírito Santo<br />Todos os crentes são incentivados a buscarem e
devem ardentemente esperar, e sinceramente buscar a promessa do Pai, o batismo no
Espírito Santo, de acordo com o mandamento de nosso Senhor Jesus Cristo. Esta foi a
experiência normal de todos, nos primórdios da igreja Cristã. Com esta experiência, vêm
o atributo de poder para vida e serviço, o recebimento dos dons para capacitação ao
trabalho do ministério (Lucas 24.49, Atos 1.4, 8, 1 Coríntios 12.1-3 1). (Erros
Tradicionais e Pentecostais)<br />Esta experiência é distinta de e subseqüente à
experiência do novo nascimento (Atos 8.12-17, 10.44-46, 11.14-16, 15.7-9). Com o
batismo noEspírito Santo acompanham-se tais experiências como,uma abundância
transbordante do Espírito (João 7.37-39, Atos 4.8), uma reverência profunda por Deus
(Atos 2.43, Hebreus 12.28), uma consagração intensificada a Deus e maior dedicação a
Sua obra (Atos 2.42), e um amor mais ativo por Cristo, pela sua Palavra e pela salvação
do perdido (Marcos 16.20). (Segunda Benção e o Fruto do Espírito).<br />
30. 31. 8 - Evidência Física Inicial do Batismo no Espírito Santo <br />O batismo de crentes
no Espírito Santo é testificado pelo sinal físico inicial de falar em outras línguas,
conforme o Espírito lhes concede que falem (Atos 2.4). O falar em línguas como
evidência inicial difere do dom de línguas em propósito e uso (1 Coríntios 12.4-10, 28),
mas é semelhante em essência. <br />
31. 32. 9 - Santificação<br />Santificação é um ato de separação daquilo que é perverso, e de
dedicação a Deus (Romanos 12.1-2, I Tessalonicenses 5.23, Hebreus 13.12). As
Escrituras ensinam uma vida de “santidade, sem a qual ser humano nenhum verá o
Senhor” (Hebreus 12.14). Pelo poder do Espírito Santo, nós somos capazes de obedecer
ao mandamento. “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1.15,16). Santificação é
realizada no crente pelo reconhecimento de nossa identificação individual com Cristo em
sua morte e ressurreição, e pela fé, crendo diariamente no fato desta união, e oferecendo
todas as faculdades do nosso ser continuamente ao domínio do Espírito Santo (Romanos
6.1-11, 13, Romanos 8.1-2, 13, Gálata 2.20, 1 Pedro 1.5, Filipenses 2.12-13). <br />
32. 33. Santidade: Pureza e Impureza<br />Santidade só é separação quando a definição de
pecado é impureza. Assim, Separação é o ato de não misturar, não secularizar, separar,
purificar.<br />Para os fariseus que entendiam o pecado como impureza, tinham na
santidade (principalmente a externa) um sinal de purificação.<br />Na Filosofia Platônica
Santidade é separação da carne e de seus efeitos. <br />Qual o conceito e Santidade na
Parábola do Filho Pródigo?<br />Fariseus e Sacerdotes - “Puros”<br />Samaritano –
Impuro<br />O Impuro foi santo, e os santos tornaram-se Impuros.<br />
33. 34. 10. A Igreja e a sua Missão <br />A Igreja é o corpo de Cristo, a habitação de Deus
através do Espírito, com designações divinas para o cumprimento da sua grande
comissão. Cada crente, nascido do Espírito, é uma parte integral da Assembleia universal
e igreja dos primogênitos, que está escrita no céu (Efésios 1.22-23, 2.22, Hebreus 12.23).
<br />Igreja como Comunidade do Espírito<br />Igreja como Comunidade dos Pecadores
Remidos<br />Igreja como Missionário de Deus<br />
34. 35. 10. A Igreja e a sua Missão <br /> Sendo que o propósito de Deus para com o homem
é de buscar e salvar o que se havia perdido, ser adorado pelo homem, e edificar um corpo
de crentes de acordo com a imagem do seu Filho, o propósito primordial pelo qual
existem as Assembléias de Deus como parte da igreja é de.<br />a. Ser uma agência de
Deus para a evangelização do mundo (Atos 1.8, Mateus 28.19-20, Marcos 16.15-16).
<br />b. Ser um corpo no qual o homem pode adorar a Deus (1 Coríntios 12.13, Romanos
12.1,2, João 4.22-24). <br />c. Ser um canal do propósito de Deus para edificar um corpo
de santos sendo aperfeiçoados na imagem de seu Filho (Efésios 4.11-16, 1 Coríntios
12.28, 1 Coríntios 14.12). <br />d. Ser um canal de serviço dos propósitos de Deus para a
sociedade onde está inserida, revelando, com relevância, a santidade, a justiça e o amor
de Deus (Mateus 5.13-16, Mateus 20.28, Atos 2.47). <br />
35. 36. 10.1. Missão da Igreja e o Espírito Santo <br />A Assembleia de Deus crê que este
propósito para a igreja somente pode ser cumprido segundo a vontade do Senhor, no
poder do Espírito Santo, cujo ministério existe expressamente para dar ênfase contínua na
vida da igreja no padrão apostólico do Novo Testamento através do ensino e incentivo
aos crentes para serem batizados no Espírito Santo. Esta experiência:<br />a. Capacita-os
a evangelizar no poder do Espírito Santo e com sinais sobrenaturais que os acompanham
(Marcos 16.15-20, Atos 4.29-31, Hebreus 2.3-4). <br />b. Amplia a disposição de exercer
adoração a Deus (1 Coríntios 2.10-16, 1 Coríntios 12-14). <br />c. Capacita os crentes a
produzirem o fruto do Espírito Santo e exercerem os dons e os ministérios como nos
tempos do Novo Testamento, para a edificação do corpo de Cristo (Gálatas 5.22-26, 1
Coríntios 14.12, Efésios 4.11-12, 1 Coríntios 12.28, Colossenses 1.29) bem como para
ser em santidade, justiça e amor, por meio do serviço cristão, relevante, para aqueles que
não conhecem a Cristo.(Mateus 5.13-16, Mateus 20.28). <br />
36. 37. 11. O Ministério <br />Um ministério divinamente chamado e biblicamente ordenado
foi providenciado pelo nosso Senhor para o quadruplo propósito de liderar a Igreja na.
<br />a. Evangelização do mundo (Isaías 52.10, Lucas 24.47, Marcos 16.15-20, Atos
2.38, Romanos 10.18, Colossenses 1.23). <br />b. Adoração a Deus (Salmo 50.12, João
4.23-24, Romanos 12.1, 1 Pedro 2.5). <br />c. Edificação de um corpo de santos sendo
aperfeiçoados na imagem do filho de Deus (Efésios 4.11-16, 1 Coríntios 12.28, Romanos
12.6-8). <br />d. Serviço Cristão a Deus, à igreja e aos ser humano, imagem e
semelhança do Senhor (Tiago 1.27,Tiago 2.17, Hebreus 13.1-3, Romanos 12.9-11,13,20).
<br />
37. 38. 12. Cura Divina <br />Cura divina é uma parte integral do evangelho. Libertação da
enfermidade é providenciada na Expiação, e é o privilégio de todos os crentes (Isaías
53.4-5, Mateus 8.16-17, Tiago 5.14-16). <br />
38. 39. Pf. Eduardo Sales<br />13-16: Últimas CoisasPré-Milenismo; Pré-
Tribulacionismo;Reino Milenial de Cristo; Julgamento Final; Novo Céu e Nova Terra.
<br />
39. 40. 13. Segunda vinda pré-milenial de Cristo. <br />Cremos que a segunda vinda de
Cristo ocorrerá em duas fases distintas. Primeira – invisível ao mundo, para arrebatar a
sua Igreja fiel da terra, antes da grande tribulação;Segunda – visível e corporal, com sua
Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos, 1 Tes: 17; 1 Co; 15.51-54;
Ap 20.4; Zac 14.5; Judas 4. <br />
40. 41.
41. 42. Arrebatamento – Pré-Tribulacional<br />O fato constituído da ressurreição daqueles
que dormem em Cristo com o arrebatamento concomitante dos que estiverem vivos por
ocasião da segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja (Rm 8.23, Tito 2.13, 1
Co 15.51-52). Ato contínuo,todos os cristãos comparecerão ante ao Tribunal de Cristo,
para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra, 2 Co
5.10.<br />Erros e Heresias Modernas:<br />Abandono da Esperança Messiânica<br />A
Demora do Noivo.<br />Substituição do Reino Milenar pelo Reino Atual <br />
Esperança no Céu X Esperança na Terra<br /> Evangelho sem Sofrimento<br
/>Preservação da Igreja? <br />
42. 43. 14. O Reino Milenial de Cristo <br />A segunda vinda de Cristo inclui o
arrebatamento dos santos, que é a nossa bendita esperança, seguido pelo retorno visível
de Cristo com os Seus santos para reinar na terra por mil anos (Zacarias 14.5, Mateus
24.27-30, Apocalipse 1.7, 19.11-14, 20.1-6). <br />Este reinado milenial, a Teocracia,
por meio de Cristo na Terra, trará a salvação da nação de Israel (Ezequiel 37.21-22;
Sofonias 3.19-20, Romanos 11.26-27) e o estabelecimento da paz universal (Isaías 11.6-
9, Salmo 72.3-8, Miquéias 4.3-4). <br />
43. 44. 15. O Julgamento Final <br />Haverá um Julgamento Finalocasião em que os ímpios
que morreram serão levantados e julgados de acordo com suas obras.Todo aquele que não
é encontrado escrito no Livro da Vida, junto ao diabo e seus anjos, a besta e o falso
profeta, serão entregues ao castigo perpétuo no lago que queima com fogo e enxofre, que
é a segunda morte (Mateus 25.46, Marcos 9.43-48, Apocalipse 19.20, 20.11-15, 21.8).
<br />
44. 45. 16. O Novo Céu e a Nova Terra <br />“Mas nós, segundo a sua promessa,
aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.” (2 Pedro 3.13, Apocalipse
21, 22). <br />

https://pt.slideshare.net/gotchalk/confisso-religiosa-da-assemblia-de-deus-em-maring

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https://www.islamreligion.com/pt/articles/1446/jesus-filho-de-maria-parte-4-de-5/

https://www.radios.com.br/aovivo/radio-louvor-e-adoracao/71359

https://www.nos.pt/empresas/repositorio-informacao/criar-uma-empresa/guias-praticos/Pages/como-
abrir-uma-creche.aspx
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