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Gripe, o vírus mais frequente

Figura 1. Propagação

Gripe provêm de um vírus, ou influenza, pode ser mortal -taxas recentes revelam que 1% a 3%
de infetados falecem. Tem mutações rápidas e várias, sendo categorizado polimórfico, dividido
em duas categorias tipo A, em que infeta todos os pertencentes ao Reino Animal, ou categoria
B no qual só os Humanos são infetados. Desde o tempo de incubação até ao aparecimento dos
sintomas passam 1 a 4 dias. Facilmente confundido com constipação, durante o estado gripal é
observada febre acima dos 38ºC, tremores e vias respiratórias entupidas -devido ao muco
originário da inflamação provocada pelo vírus- podendo provocar bronquite, que não tem ainda
cura, mas o tratamento dos sintomas tem grande sucesso. Em uma semana desaparecem todos
os sintomas, embora ainda permaneça o hospedeiro em condições de difundir o vírus.

Figura 2. Modelo real Figura 3. Mutação Modelo Computacional

Figura 4. Mutação MC Figura 5. Mutação MC

O vírus influenza prolifera-se em ambiente húmido e frio, em objetos tem longevidade de 12 dias
que representam o menor valor observado. Apesar de resistir em objetos precisa de um
hospedeiro para se replicar. Entra nas células onde, após entrar, explode e propaga o seu ADN
para replicação na célula; quando a célula está totalmente infetada a célula explode, libertando
vários vírus-réplica para o corpo.
Figura 6. Explosão do vírus MC Figura 7. Explosão da célula MC

Sabemos que os focos estão nas vias respiratórias, principal porta de entrada no sistema,
afetando severamente a garganta e nariz interno -pela constante produção de muco, causa do
combate do sistema imunológico -ao se alojar principalmente na cavidade nasal, abaixo do
septo- assoar o nariz não expele o vírus, apenas partes do muco criado pelo combate.

Figura 9. Septo nasal

Figura 8. Temperatura e humidade facial Figura 10. Laringe

Por ser altamente infecioso apresenta várias vias de transmissão, ao toque por troca de objetos
e cumprimentos físicos, tão comuns em afetos; trato respiratório na comunicação próxima,
espirros e tosse -tão caraterística da gripe que é o principal veículo chamado por tosse convulsa.
Também em líquidos é partilhado, seja por muco na saliva -exemplo seria beijo- em vómito,
excreções e secreções, por se propagar a todo o organismo. Um outro vetor a ter em conta -
além dos descritos acima propícios do tipo B, é o risco do tipo A que passa de todos os seres do
reino animal infetados e consumidos pelos humanos.
Tabela 1. Áreas luminosas significam portador de vírus (simulação com líquido luminescente; Esquerda em baixo
comércio de animais vivos.

Estima-se que 14% a 20% da população em geral seja afetada anualmente -crianças são
afetadas pela criação das primeiras defesas e idosos pela supressão do sistema imunológico
devido ao insuficiente trabalho dos órgãos na produção de anticorpos. Vulnerabilidade natural é
um fator, também explicado no polimorfismo do vírus, mas há que salientar que mulheres têm
recuperação precoce pela atividade interna fruto de gravidez, em que o sistema imunológico tem
um maior trabalho em que produz mais anticorpos e apresenta maior pressão arterial, como
forma de proteção ao feto.
Figura 11. Vírus: núcleo e cilios Figura 12. Vírus MC Figura 13. Cilios MC

Figura 14. Vírus no nariz Figura 16. Vírus e anticorpos


Figura 15. Propagação

Figura 17. Anticorpos aderem ao


Figura 18. Recuperação Figura 19. Imunização
vírus

A deteção pelo profissional clínico é uma mais-valia da evolução científica -com endoscopia pode
ver-se o tamanho da lesão, com testes laboratoriais consegue identificar tipo B/A e mesmo
variantes de mutação. Melhor seria prevenir com a vacinação precoce em que os cílios inativos
do vírus são introduzidos no corpo, provocam ativação do sistema imunológico -que causa
aumento da temperatura pelo trabalho- e posteriormente origina células memória que estarão
prontas aquando nova infeção pela mesma forma da gripe; a medicação é já efetiva, entretanto
a higiene -principalmente das mãos, o distanciamento seguro e utilizar máscara são formas de
atenuar a propagação. O melhor seria ter uma ótima genética familiar, ou vencermos a luta
contra este que é o vírus mais frequente.

Figura 20. Teste a várias mutações virais de influenza

Jaime Chiquita