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Grécia

Período Pré-homérico (2.000 - 1200 a.C)


Micênicos (1.900 a.C.)

Minóicos (2.000 a.C.)


Período Pré-homérico (2.000 - 1200 a.C)
Desenvolvimento das civilizações

Minóica Micênica
e
Ocupação de povos indo-europeus
aqueus jônios dórios

Micenas Atenas Esparta


A história desse
período é
conhecida através
das obras de
Homero.

Odisséia
Período Homérico Ilíada
Período Homérico (1100-700 a.C)

1ª diáspora: dispersão dos micênicos pelo


território grego, provocada pelos dórios.

Genos
(comunidades familiares):
- trabalho coletivo na agricultura, sem produção de
excedentes
- controle de um chefe comunitário: “pater”
- ausência da propriedade privada dos meios de produção
Genos: declínio
. crescimento demográfico e crise de
abastecimento
. a constante divisão de terras: as férteis nas
mãos da família do patriarca: aristocracia

segunda diáspora

cidades-estado
Período Arcaico (800-500 a.C)

Colonização
grega no
Mediterrâneo
A Cidade-Estado
(Pólis)

organização
social, religiosa,
política e
econômica
próprias
Esparta
Vida Educação

Espartana

Austero, rigoroso, severo

Laconismo Fala notável pela brevidade,


concisão e energia
Lisandro fez Atenas se render e, ao final
da Guerra do Peloponeso, ele escreveu
para os éforos dizendo “Atenas foi
capturada”, ao que os éforos
responderam:

“Bastava escrever capturada”

Laconismo
Sociedade estratificada:
rígida disciplina militar

Esparciatas: poder político, militar e


religioso; proprietários.

Periecos: sem direitos políticos,


alistamento compulsório e
pagamento de impostos.

Hilotas: maioria; “propriedade do


Estado”
Estrutura política

Diarquia: Dois reis com funções


militar e religiosa.

Gerúsia: conselho com funções


administrativas e judiciárias.

Eforato: Mandato anual; Cinco


cidadãos que fiscalizavam os reis.

Apela: Eleição dos membros da


gerúsia e do eforato.
Sociedade ateniense

Eupátridas: aristocratas ( possuíam


direitos políticos)

Georgóis (camponeses) e
demiurgóis (artesãos)

Metecos (estrangeiros) e escravos


Conflitos e reformas
. A partir do séc. VIII os reis (basileu) perdem o poder para
os eupátridas: oligarquia de nobres, os arcontes.

. À medida que os nobres se apropriavam das melhores


terras, os pequenos proprietários de endividavam, muitos
tornando-se escravos.

. Em meados do séc. VII o povo com apoio dos ricos


mercadores se rebela e, para dar conta da crise surgiram o
legisladores.
Drácon (621 a.C.) Lei draconiana?

Para a ABI, a decisão é inconstitucional, "tem


conotação de censura prévia", "teor draconiano" e não
encontra precedentes "nem mesmo nos ásperos
tempos da ditadura militar".

Muito severo,
rigoroso,
rígido
Drácon (621 a.C.)

Redigiu um código de leis severas e


obrigatórias para todos, mas manteve os
privilégios dos eupátridas.
Sólon (594 a.C.)
- Fim da escravidão por dívidas e participação
política definida não por nascimento, mas por
riqueza (censitário).

- Eclésia: assembléia popular em que os menos


ricos podiam votar (escolha dos magistrados).

- Bulé: conselho formado por quatrocentos


cidadãos escolhidos pela eclésia que elaborava
as leis a serem votadas por ela.
Tirania (546 a.C.)

Regime político em que uma pessoa ou um


pequeno grupo exerce o poder
independentemente da aprovação dos
governados e à margem da legalidade.

Reforma agrária, obras


públicas e incentivo as artes,
Pisístrato
festas esportivas e religiosas.
Clístenes (508 a.C.)
Derrubou o último tirano e implantou a
democracia
50 membros cada Bulé

10 tribos

Eclésia: poder ampliado!


6 mil membros
Ostracismo

Banimento por
10 anos para
quem ameaçasse
a democracia
Período Clássico (500 a 359 a.C)
“Idade de Ouro”

Péricles

Auge da
Democracia ateniense
Direta - Escravista
Cidadão
Ágora

Local público aonde ocorriam as


discussões a respeito das questões
da cidade.
Escravidão

. Modo de produção
dominante

. Prisioneiros de guerra que


realizavam variadas tarefas
liberando seus donos para
assuntos políticos
Período Clássico
Período de grande prosperidade econômica,
esplendor cultural e posterior decadência das
cidades-estado gregas.

O envolvimento grego na guerra contra a


Pérsia (Guerras Medicas- 499 a 448 a.C.) deu
inicio a fragilização das pólis gregas, apesar da
vitória grega.
Imperialismo Ateniense
Atenas exercia uma
exploração econômica
sobre as demais pólis
através dos impostos pagos
a liga de Delos, por ela
comandada.

Tal política imperialista gerou tensão com


outras polis e o início de um conflito interno:
a guerra do Peloponeso.
Guerra do Peloponeso (431 a 404 a.C.)
Guerra do Peloponeso (431 a 404 a.C.)

. Conflito entre Esparta e Atenas pelo controle


sobre a Grécia.

. O exército mais numeroso e bem preparado e o


surto de doenças que Atenas sofreu contribuíram
para vitória espartana.

. O saldo da guerra foi a proliferação de inúmeros


conflitos internos que fragilizaram as pólis e
favoreceram a invasão e domínio macedônico.
Período Helenístico (359 – 322 a.C.)
. Período em que o território grego esteve sob domínio da
Macedônia de Alexandre, o grande.
. Caracterizado pela fusão de elementos da cultura grega com
aspectos da cultura oriental dando origem ao Helenismo.
. Nessa fase a expansão territorial macedônica possibilitou a
proliferação dos elementos gregos no oriente.